BRPI0721633A2 - produto de confeitaria embalado - Google Patents
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Abstract
PRODUTO DE CONFEITARIA EMBALADO. A invenção está relacionada a um produto de confeitaria embalado compreendendo uma composição de goma de mascar biodegradável e uma montagem de embalagem que forma uma barreira contra umidade para a composição de goma de mascar biodegradável (11, 21, 31, 41) De acordo com uma modalidade da invenção uma redução significativa da pré-degradação de polímeros gomosos pode ser obtida se o produto de confeitaria estiver encapsulado dentro de um embalagem que inclui a montagem de uma barreira contra umidade para a composição de goma de mascar contida na embalagem.
Description
PRODUTO DE CONFEITARIA EMBALADO
Antecedentes da invenção
A invenção refere-se a um produto de confeitaria embalado, de acordo com a reivindicação 1.
É bem conhecido que a goma de mascar pode ser à
base de polímeros gomosos biodegradáveis. Exemplos de tal divulgação pode ser dada na patente internacional WO 00/19837 e na Patente norte americana US. No. 5.672.367.
Diferentes problemas relacionados a goma de mascar biodegradável foram tratados no passado. Exemplos de tais desafios no campo da goma de mascar biodegradável podem ser, por exemplo, a textura, liberação e degradação. Um problema relacionado com as gomas de mascar já existentes é o de obter a desejada degradação quando descartadas no meio ambiente e este problema tem sido e pode ser tratado de numerosos modos diferentes, por exemplo, através da aplicação de polímeros biodegradáveis com a degradabilidade pretendida ou aplicação de enzimas que, quando aplicadas mastigação aumentam o processo de degradação após a sua eliminação.
Na técnica já existente, componentes biodegradáveis de uma goma de mascar tem sido principalmente componentes solúveis em água ou extraíveis em água em oposição aos insolúveis em água. Tais ingredientes de goma de mascar biodegradáveis, extraíveis em água podem, por exemplo, incluir vários tipos de adoçantes (ex.: polidextrose, inulina), amidos ou outros polissacarídeos, amaciadores, componentes aromatizantes solúveis em água tais como ácidos, etc. Diversos destes ingredientes são hidrofilicos e biodegradáveis.
Um dos vários problemas em relação à goma de mascar biodegradável ou goma de mascar contendo polímeros gomosos biodegradáveis insolúveis em água ou apenas ligeiramente solúveis em água é, no entanto, que estes polímeros biodegradáveis e os ingredientes da goma de mascar degradável solúvel em água/extraível em água atuam de modo muito diferente quando aplicados na goma de mascar tanto antes da mastigação, durante a mastigação e após a mastigação.
Os ingredientes poliméricos biodegradáveis solúveis
em água ou extraíveis em água são tipicamente extraídos da goma de mascar para dentro da saliva durante a mastigação e engolidos para se tornarem degradados no sistema de ingestão. Além disso, os amidos que são plastificados preferentemente a serem dissolvidos pela água tendem a iniciar a degradação já durante a mastigação devido à presença de enzimas amilase na saliva.
Ao contrário, polímeros gomosos biodegradáveis, insolúveis em água e componentes baseados em proteína tendem a permanecer na composição da goma de mascar durante a mastigação e são, portanto, eliminados juntamente com os outros remanescentes após a mastigação.
Entre os diversos outros problemas, a invenção lida com o problema de sincronismo entre a degradação entre polímeros gomosos biodegradáveis insolúveis em água/apenas ligeiramente solúveis em água e os ingredientes da goma de mascar solúveis em água/extraíveis em água e além disso que satisfaçam as propriedades completas da goma de mascar com as expectativas de um usuário durante a mastigação do produto goma de mascar.
Sumário da Invenção
A invenção se refere a um produto de confeitaria embalado compreendendo uma composição de goma de mascar biodegradável e uma montagem de embalagem que forma uma ba rreira contra umidade para a composição de goma de mascar biodegradável.
De acordo com uma configuração da invenção uma redução significativa de pré-degradação (degradação ou seja, antes da mastigação da goma de mascar) de polímeros gomosos pode ser obtida se o produto de confeitaria está encapsulado dentro de um embalagem que inclui a montagem de uma barreira contra umidade para a composição de goma de mascar contida na embalagem.
De acordo com uma modalidade preferida da invenção, o estabelecimento de uma barreira contra umidade com a finalidade de evitar a penetração de umidade, por exemplo, água, a partir do exterior da embalagem para dentro da composição de goma de mascar biodegradável resulta em um produto estável que pode, mesmo sob elevadas temperaturas apresentar uma baixa tendência de pré-degradação.
0 produto de goma de mascar pode ser formado em cores, bastões, bolas, cubos, e qualquer outra forma desejada, opcionalmente seguido de revestimento e de processos de polimento antes de ser embalado.
A vedação montagem da embalagem é muito vantajosa em comparação com, por exemplo embalagens contendo um envoltório de base cartão ou polímero simplesmente embrulhado em torno da goma de mascar embalada, na medida em que as linhas de dobramento inevitavelmente formam condutos através dos quais o ar e a umidade podem migrar.
De acordo com a invenção, a barreira contra umidade designa uma barreira que impede a migração crítica. Isso pode ser obtido pelo uso de barreiras que reduzem a migração de umidade para um nível que não afeta a composição de goma de mascar biodegradável de forma crucial durante a fase inicial, ou seja, o período de fabricação e, 2 0 quando um consumidor rompe a montagem de embalagem pela primeira vez.
Além disso, a frase "polímero gomoso" como usado aqui também se refere a compostos de base polipeptídeos ou proteínas. Exemplos de tais compostos à base de proteína incluem mas não estão limitados a prolaminas, zeína, farinha de glúten de milho, glúten de trigo, gliadina, glutenina e suas combinações.
De acordo com De acordo com uma modalidade mais vantajosa, um polímero biodegradável deve ser sintético.
Em uma modalidade da invenção a barreira contra umidade (HB) é selada.
Δ vedação da barreira contra umidade pode ser realizada por meio de medidas conhecidas tais como adesivo, selagem térmica, selagem mecânica, contanto que a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) seja mantida baixa. Em uma modalidade da invenção a montagem da
embalagem compreende uma embalagem do tipo bolha ("blister").
Em uma modalidade da invenção montagem da embalagem compreende um recipiente de plástico. O recipiente plástico por exemplo, pode compreender um vaso recipiente, um galão ou qualquer outro sistema de embalagem contanto que ela seja vedada.
Em uma modalidade da invenção a montagem da embalagem compreende uma bolsa. Em uma modalidade da invenção compreende o conjunto
de embalagens que formam uma barreira filme acondicionamento (por exemplo, papel celofane) formado com uma vedação contra umidade sem duto formado mecanicamente, que transmite umidade. 2 5 Em uma modalidade da invenção a montagem da
embalagem inclui uma caixa de cartão formada com uma β vedação contra umidade sem duto formado mecanicamente que transmite umidade.
A fim de funcionarem apropriadamente essas duas montagens de embalagem precisam ser formadas pelo menos com uma vedação contra umidade para manter o MVTR baixo.
Em uma modalidade da invenção a barreira contra umidade compreende um material polimérico.
Um exemplo de uma adequada barreira contra umidade formada por um material polimérico pode ser um recipiente de plástico. O recipiente pode incluir uma vedação possível de ser rompida. A vedação pode ser, por exemplo, parcialmente compreendida por uma tampa que, quando retirada, permite o acesso ao interior da montagem da embalagem e, assim, a composição de goma e permite ainda o re-fechamento, quando o acesso não for mais desejado.
Em uma modalidade da invenção a barreira contra umidade compreende um polímero contendo material fílmico.
Um exemplo de uma barreira contra umidade adequada formada por uma película de material polimérico pode ser 2 0 uma bolsa selada formada por uma única camada de polímero ou filmes poliméricos laminados. Uma bolsa pode por exemplo compreender uma vedação formada pelo adesivo, selagem térmica de filmes ou qualquer vedação adequada confiável. A vedação pode ser do tipo que se rompe uma única vez ou preferivelmente que possa ser possível de ser fechada novamente. Em uma modalidade da invenção a barreira contra umidade compreende um laminado.
Vantajosamente, as barreiras contra umidade podem ser formadas por duas ou mais camadas laminadas. As camadas podem por exemplo, ser formadas por diferentes tipos de filmes de polímero e/ou filmes de metal. Uma variante de filmes de metal pode ser um filme de polímero metalizado.
Em uma modalidade da invenção a barreira compreende pelo menos uma folha de metal.
A folha de metal pode vantajosamente ser aplicada para propósito de obtenção de taxas muito baixas de transmissão de vapor d'água (MVTR).
A folha de metal da montagem da embalagem pode ser laminada a pelo menos um filme de polímero, obtendo assim uma duas, três ou mais camadas múltiplas laminadas.
Em uma modalidade da invenção a barreira compreende pelo menos uma folha de alumínio.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar está contida dentro de uma montagem de embalagem em compartimentos seladas individualmente.
Um exemplo de uma forma adequada de manter uma composição de goma de mascar em um sub-compartimento na montagem de embalagem pode ser, por exemplo, uma chamada embalagem "blister" onde um número de porções de goma de mascar são mantidos em compartimentos selados individualmente. Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar está contida dentro de uma montagem de embalagem em um compartimento compartilhado selado.
Ao manter um maior número de porções de goma de mascar em um compartimento, seria tipicamente preferido que a montagem da embalagem seja possível de ser fechada novamente na medida em que a ruptura da vedação pode dar início a pré-degradação das peças de goma de mascar após o primeiro acesso.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma
de mascar está contida dentro de uma montagem de embalagem que é possível de ser fechada novamente.
De acordo com uma modalidade da invenção, a embalagem pode ser novamente fechada por meio de um zíper de vedação, adesivos, etc.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar inclui peças de goma de mascar revestidas.
De acordo com uma configuração da invenção, uma porção de goma de mascar. A composição de goma de mascar pode ser
preferencialmente formada de partes favorecendo o usuário a mastigar a composição de goma de mascar. A forma e o tamanho do pedaço de goma de mascar pode ser de qualquer forma adequada que permita a mastigação e o armazenamento em uma montagem de embalagem selada.
Em uma modalidade da invenção a montagem de embalagem é embalada a vácuo.
Em uma modalidade da invenção a montagem da embalagem compreende pelo menos um gás inerte tal como o nitrogênio.
Uma atmosfera controlada no volume interno da
montagem da embalagem pode vantajosamente ser aplicada para evitar a indesejada degradação provocada pelo oxigênio.
Em uma modalidade da invenção a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) do material de embalagem é menor que 10g/m2/24h com referência a norma DIN 23 °C, 85% umidade relativa/DIN 53122.
Em uma modalidade da invenção a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) do material de embalagem é menor do que 5g/m2/24h com referência a norma DIN 23 °C, 85% umidade relativa/DIN 53122.
Em uma modalidade da invenção a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) do material da embalagem é menor do que 3g/m2/24h com referência a norma DIN 23 °C, 85% umidade relativa/DIN 53122. Em uma modalidade da invenção a taxa de transmissão
de vapor d'água (MVTR) do material de embalagem é menor que 2g/m2/24h com referência a norma DIN 23 °C, 85% umidade relativa/DIN 53122.
Em uma modalidade da invenção a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) do material da embalagem é menor do que lg/m2/24h com referência a norma DIN 23 °C, 85% umidade relativa/DIN 53122.
De acordo com uma modalidade preferida da invenção, a MVTR do material de embalagem deve ser tão baixa quanto menos sobre lg/m2/24h com referência a norma DIN 23 °C, 85% de umidade relativa, a fim de neutralizar a pré-degradação em temperaturas superiores a cerca de 21 °C.
Em uma modalidade da invenção a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR/WVTR) do material de embalagem é menor do que lg/m2/24h com referência a ASTM (38 0C 90% umidade relativa/F1249).
Em uma modalidade da invenção o polímero gomoso biodegradável é resinoso ou elastomérico.
Em uma modalidade da invenção o volume interno é possível de ser fechado novamente. Em uma modalidade da invenção o volume interno da
montagem de embalagem é encapsulado por uma barreira contra luz (LB).
A barreira contra luz pode compreender, por exemplo, uma película de material metalizado, que por exemplo pode ser laminado a filmes poliméricos adicionais. A barreira contra luz pode ajudar a neutralizar a pré- degradação provocada ou acelerada, por exemplo, por meio de luz do ambiente, por exemplo, luz do sol.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar compreende um polímero de poliéster.
O poliéster pode, por exemplo, incluir poliésteres obtidos através da polimerização de ésteres cíclicos e poliésteres obtidos através de um processo de condensação de ácidos di- ou polif incionais e álcoois di- ou polifuncionais. Variações de polímeros podem incluir poliésteres obtidos através de outros tipos adequados e modificações de processos de polimerização. Além disso os poliésteres podem também incluir poliésteres que possuem o hidrogênio ligado a uma proteína, por exemplo, prolaminas, por exemplo, zeína, glúten de milho, glúten de trigo, gliadina, glutenina e quaisquer combinações dos mesmos.
Os poliésteres formados com base em ácidos di- ou polifuncionais e álcoois di- ou polifuncionais podem ser produzidos de acordo com métodos já conhecidos, um dos quais inclui a Patente norte americana U.S. No. 2007/043200, aqui incluída por referência.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar compreende uma composição de proteína que, preferencialmente, é uma composição prolamina.
A composição prolamina pode, por exemplo, compreender pelo menos uma prolaminas e pelo menos um polímero de poliéster.
A prolamina pode, por exemplo, ser selecionada a partir do grupo que compreende zeína, farinha de glúten de milho, glúten de trigo, gliadina, glutenina e qualquer combinação destes. Métodos de fornecer um tal polímero é revelado na Patente norte americana U.S. No. 2004/001903 incluída aqui por referência.
Em uma modalidade da invenção de composição de goma de mascar compreende uma composição prolamina.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar compreende pelo menos uma proteína ou derivado de proteína.
Em uma modalidade da invenção, disse a composição de goma de mascar compreende um polímero de poliuretano.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar é formada como goma de mascar com centro preenchido.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar é formada como goma de mascar prensada.
Em uma modalidade da invenção a composição de goma de mascar é formada com um revestimento.
O revestimento pode por exemplo incluir revestimento mole, revestimento duro, revestimento fílmico ou qualquer revestimento adequado. Note-se que um revestimento pode se opor ainda mais à pré-degradação. Em uma modalidade da invenção do teor de água da
montagem da embalagem é inferior a 2,5% em peso da composição goma de mascar embalada.
Em uma modalidade da invenção do teor de água da montagem da embalagem é inferior a 2,0% em peso da composição goma de mascar embalada.
Em uma modalidade da invenção do teor de água da montagem da embalagem é menor que 1,5% em peso da composição goma de mascar embalada.
Em uma modalidade da invenção do teor de água da montagem da embalagem é menor que 3,0%, em peso da composição de goma de mascar embalada após o armazenamento da composição de goma de mascar por cerca de dois meses.
Em uma modalidade da invenção do teor de água da montagem da embalagem é menor que 2,0%, em peso da composição de goma de mascar embalada após o armazenamento da composição de goma de mascar por cerca de dois meses.
Desenhos
A invenção será agora descrita com referência aos desenhos dos quais:
A Figura Ia e Ib ilustram um produto de goma de mascar de acordo com uma modalidade preferida da invenção, A Figura 2 ilustra um produto de goma de mascar de acordo com uma modalidade adicional da invenção,
A Figura 3 ilustra um produto de goma de mascar de acordo com uma modalidade adicional e preferida da invenção e
A Figura 4 ilustra um produto de goma de mascar de acordo com uma modalidade adicional e preferida da invenção.
Descrição Detalhada Conforme utilizado aqui, o termo "biodegradável" de signa de modo abrangente a capacidade dos polímeros gomosos aplicados a se degradarem quando submetidos a influência ambiental, por exemplo, umidade, água, calor, sol, luz UV, limpeza, etc. Desse modo, o termo "biodegradável", como usado aqui designa também a degradação química (hidrólise por exemplo) e degradação física (ex.: degradação foto-induzida). É geralmente preferível que um resíduo de goma de mascar deixado na natureza desapareça ou se degrade pelo menos parcialmente quando deixado no ambiente, mas é notado que biodegradável também designa um processo mais ativo onde a degradação é aumentada, provocada ou acelerada através de medidas induzidas ativamente ou por fatores físicos tais como, por exemplo, a degradação enzimática. Uma tal medida ativa pode estar também, por exemplo, relacionada ao uso de agentes limpantes dedicados para o propósito de provocar uma degradação do resíduo da goma de mascar preferivelmente que necessariamente facilitar a imediata remoção. Tal degradação ambiental pode naturalmente também se referir a uma degradação completa do resíduo de goma de mascar, mas pode também, em muitos casos, se referir a obtenção de uma não aderência à superfície, seja por evitar de todo modo a colagem a uma superfície ou pelo menos obter uma liberação de uma superfície por meio de um resíduo que já esteja preso a uma superfície.
Como usado neste documento, a frase "polímero gomoso" e goma "refere-se ao material que define as propriedades básicas da goma de mascar, ou seja, as propriedades da substância que não se dissolve dentro de uns poucos minutos ou horas, quando a goma de mascar é mastigada na boca. Tais polímeros gomosos podem, por exemplo, estar relacionados ao elastômero e/ou polímeros resinosos tipicamente aplicados como a parte funcional principal da "estrutura gomosa principal" da goma de mascar. No entanto, deve-se notar que essa estrutura gomosa principal sob algumas circunstâncias, normalmente quando plastificada corretamente, pode ser constituída por um ou vários elastômeros sozinho ou por um ou vários polímeros resinosos. No contexto atual, não é feita distinção entre tais polímeros gomosos e o uso desses na composição da goma, e um polímero gomoso designa de modo amplo a parte resistente à mastigação da goma de mascar que proporciona as propriedades gomosas. Tais polímeros gomosos podem ser também considerados como polímeros da base gomosa.
Além disso, a frase "polímeros gomosos", como aqui utilizada também se refere compostos de base polipeptídeo ou proteína. Exemplos de tais compostos à base de proteína incluem mas não estão limitados a prolaminas, zeína, farinha de glúten de milho, glúten de trigo, gliadina, glutenina e suas combinações. Uma série de exemplos será explicado a seguir para
o propósito de demonstrar um certo número de questões importantes relacionadas com a presente invenção.
Os exemplos incluem o fornecimento de um número de gomas de mascar com base em polímeros gomosos biodegradáveis e não biodegradáveis.
Exemplo 1
Borracha butílica convencional, resina natural e PVA de baixo Mw (peso molecular) foram fornecidas. A mistura é especificada no exemplo 5.
Exemplo 2
Um pol ímero de base ácido polilático foi provido de
acordo com o provimento de W02004/028269, aqui incluída por referência.
Exemplo 3
Uma mistura poliméricas de base poliéster sendo formada com base em uma prolamina que está ligada por hidrogênio a um poliéster. A mistura polimérica é fornecida de acordo com as disposições da Patente U.S. No. 6.858.238 B2, aqui incluída por referência. Exemplo 3B
Um polímero de base zeína de acordo com Patente
norte americana US. No. 5.482.722 aqui incluído por referência foi provido.
Exemplo 4
Um poliéster foi fornecido de acordo com as disposições do da Patente U.S. No. 2007/043200 aqui incluída por referência.
Um número de gomas de mascar foi em seguida fabricado de acordo com as formulações abaixo. Os processos foram feitos de acordo com um processo em duas etapas conforme divulgado de acordo com W02006066576 aqui incluída por referência. Outros processos adequados de mistura podem ser também aplicados no âmbito de aplicação da invenção. Exemplos 5-9
Goma de mascar mista Ex. 5 Ex. 6 Ex. 7 Ex. 8 Ex. 9 Borracha butílica 3,5 Poliéster do ex. 4 40,0 Poliéster do ex. 2 40,0 Zeina de milho do ex. 3A 40,0 Zeina do ex. 3B 40,0 Resina natural 7,2 PVA de baixo Mw 8,1 Amaciador 8,2 Carga 13, O Sorbitol pó 45,6 45, 6 42, 6 45, 6 45, 6 Licasina 6,0 6, 0 9,0 6, 0 6, 0 Óleo de menta 1,5 1,5 1,5 1,5 1,5 Mentol cristais 0, 5 0,5 0,5 0,5 0,5 aspartame 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 Acesulfame- K 0,2 0,2 0,2 0,2 0,2 Xilitol 6, 0 6,0 6,0 6, 0 6, 0 Total (%p) 100, 0 100, 0 100, 0 100, 0 100, 0
Exemplo 10
Os exemplos de gomas de mascar de 5-9, foram avaliadas com relação ao tempo de degradação.
A avaliação foi feita com base em três fases: a fase antes da mastigação (fase inicial), a fase durante a mastigação (fase de mastigação) e, finalmente, a fase depois da mastigação (fase pós-mastigação).
A fase inicial teve a duração de 1 dia após a fabricação das gomas de mascar de acordo com exemplos 5-8 e as amostras foram armazenadas sem embalagem no ar com uma umidade relativa de cerca de 55% a uma temperatura de cerca de 21 0C.
A fase de mastigação teve duração de cerca de 15 minutos a uma temperatura de cerca de 37 °C; isto é, a temperatura da boca. A parte principal dos ingredientes solúveis em água/extraiveis em água (designado como "ingredientes poliméricos não gomosos" neste exemplo), por exemplo, edulcorantes e alguns componentes aromatizantes, foram liberados da goma de mascar. O grumo de goma de mascar restante foi então avaliado na subsequente fase de pós-mastigação.
A fase de pós-mastigação durou seis meses sob condições como as da fase inicial; ou seja, umidade relativa de cerca de 55% a uma temperatura de cerca de 21
Fase inicial Fase de mastigação Pós-mastigação Ingredientes poliméricos não gomosos Polímeros gomosos Ingredientes poliméricos não gomosos Polímeros gomosos Ingredientes poliméricos não gomosos Polímeros gomosos Ex. 5 OK OK OK Não OK Ex. 6 OK OK OK OK Ex. 7 OK OK OK OK Ex. 8 OK OK OK OK
A fase inicial foi avaliada visualmente
imediatamente antes da mastigação. A marcação "OK" indica que o teste visual não mostrou nenhum sinal de degradação ou de migração de edulcorantes em relação a qualquer das gomas de mascar avaliadas.
A fase de mastigação foi avaliada com relação ao sabor e textura. Todos os exemplos fornecidos tinham um gosto e textura aceitáveis. A marcação "OK" indica que nenhum desconforto foi encontrado, e o sabor e textura aceitáveis indicam que ambos os ingredientes não gomosos e polímeros gomosos não haviam iniciado degradação significativa.
A fase pós-mastigação foi avaliada de primeiramente com relação ao sabor e textura. As gomas de mascar biodegradáveis mostraram sinais claros de degradação mediante percepção desagradável e deterioração da textura. Nessa fase, a marcação "OK" indica que a degradação desejada já começou e que esta degradação deve estar principalmente relacionada aos polímeros gomosos como a parcela principal dos ingredientes poliméricos não gomosos que foram extraídos durante a mastigação. Nesta fase, o termo "Não OK" indica que não foram encontrados indícios de degradação.
Exemplo 11
Os exemplos de gomas de mascar de 5-9 foram
avaliadas com relação ao tempo de degradação sob condições alteradas, realizando agora a avaliação com base em uma fase inicial que é um tanto mais longa que a avaliação do Exemplo 10.
Novamente, a avaliação foi feita com base em três
fases: a fase antes da mastigação (fase inicial), a fase durante a mastigação (fase de mastigação) e, finalmente, fase após a mastigação (fase pós-mastigação).
A fase inicial teve a duração de 2 meses após a fabricação das gomas de mascar de acordo com exemplos 5-8 e as amostras foram armazenadas sem embalagem em ar com uma umidade relativa de cerca de 55% a uma temperatura de cerca de 21 °C.
A fase de mastigação teve duração de cerca de 15 minutos a uma temperatura de cerca de 37 °C, isto é, temperatura da boca. A parte principal dos ingredientes solúveis em água/extraiveis em água (designado como "ingredientes poliméricos não gomosos" neste exemplo), por exemplo, edulcorantes e alguns componentes do sabor, foram liberados a partir da goma de mascar. 0 grumo de goma de mascar restante foi então avaliada na subsequente fase de pós-mastigação.
A fase de pós-mastigação durou seis meses, sob as mesmas condições na fase inicial, ou seja, a umidade relativa de cerca de 55% a uma temperatura de cerca de 21 °C.
Fase inicial Fase de mastigação Pós-mastigação Ingredientes poliméricos não gomosos Polímeros gomosos Ingredientes poliméricos não gomosos Polímeros gomosos Ingredientes poliméricos não gomosos Polímeros gomosos Ex. 5 OK OK OK — Não OK Ex. 6 OK OK Não OK — OK Ex. 7 OK OK Não OK — OK Ex. 8 OK OK Não OK — OK
A fase inicial foi avaliada visualmente
imediatamente antes da mastigação. A marcação "OK" indica que o teste visual não mostrou nenhum sinal de degradação e apenas uma leve indicação de migração de edulcorantes. A fase de mastigação foi avaliada com relação ao sabor e textura. Neste exemplo, as condições dos experimentos invocou alterações radicais do sabor e propriedades de textura, apesar do fato de que a avaliação visual mostrou apenas poucos sinais de pré-degradação.
Apesar do fato de que as gomas de mascar avaliadas fossem formuladas com um teor de água relativamente baixo, fortes indícios de degradação foram observados na medida em que todas as gomas de mascar baseadas em polímeros gomosos biodegradáveis avaliadas exibiram forte percepção desagradável após aproximadamente 10 minutos de mastigação. É claro que essas percepções desagradáveis para algumas das gomas de mascar testadas provenientes de resíduos monoméricos e/ou oligoméricos resultam de polímeros gomosos degradados. É além disso notado que as percepções desagradáveis resultantes desses resíduos de degradação são significativas e parecem impossíveis de mascarar em tempos de mastigação de médios a prolongados.
A goma de mascar do exemplo 5 baseada em polímeros gomosos não degradáveis convencionais não apresentaram percepção desagradável.
Durante os primeiros minutos da fase de mastigação, o paladar para todas as gomas de mascar à base de polímeros biodegradáveis foi considerada aceitável e lembrava o gosto observado no exemplo anterior 10. Isso indicou que a que os componentes poliméricos não gomosos pareceram não influenciados pelo tempo de armazenamento maior comparado com os polímeros gomosos.
Novamente, a fase pós-mastigação foi avaliada foi avaliada primeiramente com relação ao sabor e textura. As gomas de mascar biodegradáveis apresentaram claros sinais de degradação por indicação de percepção desagradável e deterioração da textura. Nesta fase, a marcação "OK" indica que a degradação desejada começou e que esta degradação está relacionada principalmente aos polímeros gomosos na medida que a parte principal dos ingredientes poliméricos não gomosos foi extraída durante a mastigação. Nesta fase, o termo "Não OK" indica que não foi encontrada indicação de degradação.
Em conclusão, foi demonstrado que polímeros gomosos biodegradáveis e outros ingredientes da goma de mascar biodegradável se degradam completamente fora de fase e que em particular a indesejada pré-degradação dos polímeros gomosos deve ser tratada a fim de estabelecer possibilidades razoáveis de armazenagem e distribuição, antes da mastigação pelo consumidor final.
Exemplo 12
As gomas de mascar de exemplos 6-8 foram avaliadas com relação ao tempo de degradação de acordo com as disposições da invenção.
Desta vez, a avaliação incidiu sobre o estado da goma de mascar imediatamente antes da mastigação, ou seja, o desempenho resultante da goma de mascar quando a goma de mascar estava embalada e armazenada de acordo com as disposições da invenção.
Imediatamente após a fabricação das composições de goma de mascar de exemplos 6-8, a massa de goma de mascar foi rolada e moldada em núcleos de goma de mascar antes de embalar. Os núcleos foram embalados numa umidade relativa de cerca de 50% a uma temperatura de cerca de 21 °C. O teste envolveu a aplicação de diferentes tipos de montagens de embalagem para acondicionar a goma de mascar à base de polímeros gomosos biodegradáveis dos exemplos 6-8.
Os tipos de embalagens aplicadas foram envoltório de papel laminado, caixas do tipo "flip-top" envoltas em filme PE, uma embalagem tipo "blister" de acordo com a Figura Ia e lb, um recipiente plástico de acordo com a Figura 4, uma bolsa de alumínio de acordo com a Figura 3 e um saco a vácuo.
0 envoltório de papel laminado corresponde a uma típica embalagem de goma de mascar que foi mecanicamente envolta ao redor do núcleos de goma de mascar; isto é, não selada. A caixa "flip-top" é feita de cartão e foi posteriormente provida com um envoltório polimérico de filme polimérico não selado.
As embalagens restantes foram seladas.
A fase inicial teve a duração de 2 meses após a fabricação das gomas de mascar de acordo com exemplos 5-8 e a posterior inclusão do produto na montagem de embalagem. As amostras foram armazenadas no ar com uma umidade relativa de cerca de 55% a uma temperatura de cerca de 21
0 estado dos núcleos de goma de mascar contidos nas montagens de embalagem foi então avaliada pelo paladar.
Tipo de embalagem Ex. 6-8 Envoltório papel laminado Não OK Caixa "flip-top" OK Embalagem "blister" OK Recipiente plástico OK bolsas de alumínio OK Sacos de vácuo OK
Foi estabelecido que a embalagem não-selada
formada por um invólucro de papel laminado não poderia enfrentar a problemática da pré-degradação, enquanto que as embalagens que foram seladas ou por meio de selagem térmica (soldagem), adesivo ou uma selagem mecânica hermética (o recipiente plástico) combateram eficazmente a pré- degradação. Nesse exemplo foi todavia notado que a caixa "flip-top" não selada embrulhada resultou em uma performance aceitável.
Exemplo 12
O experimento do exemplo, 11 foi repetida, mas agora a elevação da temperatura de armazenamento para 30 0C e uma umidade relativa de cerca de 70%. Novamente, as embalagens seladas provaram ser uma barreira suficiente contra a intrusão de umidade e oxigênio, mas agora a caixa de "flip-top se provou inferior às montagens de embalagem seladas.
Todavia, também se estabeleceu claramente que
embalagens não seladas, não poderiam enfrentar a problemática da pré-degradação, enquanto que as embalagens que foram seladas, quer por meio de calor, impermeabilização (soldadura), ou selagem mecânica adesiva ou hermética (o recipiente de plástico) enfrentou a pré- degradação efetivamente.
De modo ainda mais surpreendente, percebeu-se que, embora a temperatura fosse aumentada, a critica pré- degradação foi ainda enfrentado apesar do fato de que a temperatura elevada pudesse invocar, a umidade contida nos núcleos que por si só poderia provocar ou acelerar a pré- degradação .
A conclusão, sobre a qual se baseia a invenção pelo menos parcialmente, é que a pré-degradação não depende apenas da água contida no fabrico de goma de mascar, mas também está muito dependente da umidade que migra para a goma de mascar durante o armazenamento antes do uso. Isto é um tanto surpreendente, na medida que a degradação posterior à mastigação envolve a saliva adicionada à goma de mascar durante a mastigação e, além disso surpreendente na medida que como os ingredientes poliméricos não gomosos da goma de mascar parecem não ter ou pelo menos têm menor tendência à pré-degradação comparada aos polímeros gomosos biodegradáveis.
A parte seguinte da descrição revela diferentes montagens não limitantes de embalagem aplicáveis dentro do escopo da invenção.
A Figura Ia e Ib ilustra uma montagem de embalagem "blister" 10 de acordo com uma modalidade da invenção.
A ,parâmetro de embalagem "blister" 10 compreende três componentes básicos, um fundo 13b e uma camada de topo 13a e finalmente porções de goma de mascar 11 de acordo com as disposições da invenção.
As porções da goma de mascar são mantidas em compartimentos 18 definidos pelo menos parcialmente por uma parte 19 da camada de fundo 13b. As porções de goma de mascar são produzidas com base em polímero gomoso biodegradável, por exemplo, de acordo com os exemplos 6-9. A embalagem forma uma barreira contra umidade que encapsula as porções individuais da goma de mascar. Numerosos materiais laminados satisfatórios para a
folha "blister" 13a e 13b são disponíveis. Esses materiais convencionais incluem materiais poliméricos e metálicos e laminados que incluem esses materiais, tipicamente com adesivos convencionais para formar conexões descascáveis entre o "blister" e a tampa. As matérias específicas descritas abaixo são apenas representativas de numerosos materiais disponíveis comercialmente. A ilustrada camada inferior 13b da embalagem é formado a partir de uma folha de "blister" contendo um material laminado formado para fornecer 18 compartimentos como descrito abaixo..
A camada de fundo 13b pode compreender, por
exemplo, uma camada de espessura de cerca de 60 micra de cloreto de polivinila (PVC). Uma camada de espessura 25 micra compreendendo um filme poliamida que pode recobrir a camada de PVC é firmado à camada de PVC por meio de um adesivo. Uma camada de folha de alumínio de 60 micra de espessura pode recobrir o filme poliamida e ser firmado ao filme de poliamida com um adesivo. Outra camada de PVC de 60 micra pode ser aderida à folha de alumínio utilizando um adesivo. O número de camadas do laminado, a composição desses e a espessura dessas camadas pode ser modificada para se ajustar às propriedades desejadas.
A camada superior deve ser adequada para 13a servindo ao propósito de obter a selagem necessária e segura, mas também para assegurar a fácil remoção quando um usuário pretender acessar o sub-compartimento.
Uma vantagem significativa da embalagem "blister" ilustrada é a de que a vedação relacionada com as diferentes peças de goma de mascar pode ser rompida individualmente sem que daí resulte qualquer migração de umidade para o outros compartimentos selados.
A idéia básica da invenção é de neutralizar, ou mesmo evitar a pré-degradação por meio da utilização de uma embalagem adequada e por manter a composição de goma de mascar dentro de uma barreira contra umidade, onde a migração de umidade é significativamente reduzida quando comparado, por exemplo, aos convencionais produtos de goma de mascar embrulhados.
Quando da aplicação das embalagens "blister" a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) dependerá da efetiva vedação da composição de goma de mascar contidas na embalagem.
Os diferentes valores de MVTR que podem ser obtidos estão listados abaixo.
Embalagem "blister" A-PET: 2 g/m2/24h
Embalagem "blister" duplex com camadas laminadas de PVC (cloreto de polivinila)/PDVC (dicloreto de polivinila): 0,25 g/m2/2 4 h
Embalagem "blister" triplex com camadas de laminados de PVC (cloreto de polivinila)/PE (polietileno)/PVDC (dicloreto de polivinila): 0,03 g/m2/24h. Os valores referem-se a DIN 23 °C, umidade relativa
de 85% (DIN 53122).
Diferentes tipos de embalagens "blister" adequadas podem incluir também a Patente US. No. 4.211.326 ou montagens de embalagem blister mais modernas, de preferência baseada em pelo menos um filme metalizado.
É preferível manter os valores abaixo de 2 g/m2/24h MVT R, de preferência abaixo de 1,5 g/m2/24h a fim de neutralizar a pré-degradação quando a temperatura se altera devido às condições de armazenamento que se alteram.
A Figura 2 ilustra uma seção transversal de uma modalidade adicional da invenção, onde dois filmes 23A e 23B são unidos nas extremidades 27 e 26. A junção pode ser, por exemplo, estabelecida por selagem. Os dois filmes 23A e 23B definem um volume interno 28 para a contenção das porções da goma de mascar 21. As porções de goma de mascar são feitas à base de
polímeros gomosos biodegradáveis, por exemplo, de acordo com o exemplo 6-8. A bolsa constitui uma barreira contra umidade que encapsula as porções de goma de mascar.
Como alternativa à referida junção dos dois filmes, a boi sa ilustrada pode ser proveitosamente formada com base em um filme, que é dobrado como um lado e soldado nos outros três lados.
0 material fílmico aplicado pode incluir qualquer material adequado, por exemplo uma única camada, multicamadas, compreende espuma, folhas de bolha, etc. É todavia fortemente preferido aplicar um laminado multicamada para serem obtidos os desejados baixos valores de MVTR de cerca de menos de 2 g/m2/24h, de preferência abaixo de 1,5 g/m2/24h a fim de combater a pré-degradação quando a temperatura se altera devido às condições alteradas de armazenamento. A Figura 3 ilustra uma modalidade inserida no escopo da invenção.
Essa modalidade compreende uma caixa 35, dentro da qual uma quantidade 38 de porções de goma de mascar 31 estão contidas.
A caixa é encapsulado por uma barreira contra umidade formada por uma folha de material filmico 33a e 33b. Novamente, como acima, o material filmico pode ser constituído com base em uma ou, por exemplo, duas folhas as quais são soldadas juntas ou unidas 36 e 37. A barreira contra umidade pode incluir qualquer material adequado, por exemplo uma única camada, multicamadas, composto de espuma, folhas de bolha, etc. No entanto, é fortemente preferido aplicar pelo menos uma única ou duas camadas de laminado para obter os desejados baixos valores de MVTR de cerca de menos de 2 g/m2/24h, de preferência abaixo de 1,5 g/m2/24h, a fim de combater a pré-degradação quando a temperatura se alterar devido às condições alteradas de armazenamento.
A Figura 4 ilustra uma modalidade adicional da invenção.
A ilustrada montagem de embalagem compreende um recipiente de plástico 4 5 formado com uma tampa de 44. 0 recipiente plástico por exemplo, pode ser formado com base em PEAD (Polietileno de Alta Densidade). 0 recipiente 45 define um volume interno 48 em que
um número de porções de goma de mascar 41 são organizados. As porções de goma de mascar são feitas à base de polímero gomoso biodegradável, por exemplo, de acordo com os exemplos 6-8. 0 recipiente forma uma barreira contra umidade que encapsula as porções de goma de mascar.
A vedação definida pela tampa pode se necessário
ser suplementada com uma selagem adicional que pode ser rompida ou removida que assegure um baixo nível de migração de umidade para o volume interno, pelo menos, antes do primeiro acesso à embalagem. De acordo com uma modalidade preferida, a tampa
deverá permitir uma vedação suficiente para evitar a pré- degradação dentro de pelo menos uma semana após o acesso inicial.
O recipiente de plástico podem ser constituído de qualquer material adequado e a parede do recipiente pode ser de camada única, multicamadas, composto de espuma, folhas de bolha, etc.
As embalagens acima ilustradas podem ser formadas com qualquer indicação adequada do produto que permita ao usuário identificar e manusear adequadamente o produto.
Nas modalidades acima do teor de água das montagens de embalagem formadas pela barreira contra umidade deve ser preferencialmente inferior a 2,5% em peso da composição goma de mascar embalada. Isto é assegurado mediante manter o teor de água da composição de goma de mascar baixo e ao mesmo tempo assegurando que a embalagem esteja apropriadamente selada; naturalmente mantendo ao mesmo tempo a umidade baixa durante o processo de selagem.
Em uma. modalidade da invenção do teor de água da montagem da embalagem dentro da barreira contra umidade deve preferivelmente ser inferior a 3,0% em peso da composição de goma de mascar embalada após o armazenamento da composição de goma de mascar por cerca de dois meses.
Geralmente, os filmes candidatos para formar as montagens de embalagem acima ilustradas podem incluir um único material ou um material em multicamadas.
Os filmes podem ser transparentes ou, pelo menos parcialmente transparentes à luz. Os filmes também podem ser fornecidos com um filtro UV para proteger a composição de goma de mascar mantida na montagem da embalagem.
Os filmes podem preferivelmente compreender filmes poliméricos opcionalmente suplementados por filmes metálicos. De acordo com uma modalidade preferida, porém, a embalagem completa é produzida substancialmente livre de metais ou, pelo menos, com uma quantidade tão pequena de modo a se tornar possivel de queima quando disposta em um modo ambientalmente interessante.
Pelo menos a parte interna da montagem da embalagem deve ser feita de material impermeável a líquidos.
Em uma modalidade da invenção, as referidas folhas de material líquido compreendem folhas em multicamadas.
Em uma outra modalidade da invenção, as referidas folhas do material impermeável a liquido compreende um laminado de pelo menos uma folha polimérica e pelo menos uma folha metálica.
Em uma modalidade da invenção, as folhas de material impermeável liquido compreende pelo menos um filme ou folha selecionada do grupo de folhas de metal, filmes de polímeros, filmes metalizados ou revestidos, selantes poliméricos, poliésteres, poliamidas e poliolefinas que inclui polietilenos e polipropilenos ou qualquer combinação desses.
Em uma modalidade da invenção, o referido material impermeável líquidos da montagem da embalagem tem uma espessura na faixa de 10 μπι a 2 mm, de preferência de 40 μπι a 500 μπι, mais preferivelmente de 60 μπι a 200 μιη e muito pref erivelmente de 80 μπι a 150 μπι.
Em uma modalidade da invenção, a referida estrutura multicamada da montagem de embalagem inclui um filme externo, uma camada de barreira intermediária opcional e uma camada interna de polímero selante. 0(s) filme (s) ou a montagem de embalagem sólida
que define as paredes pode, por exemplo, compreender um material laminado multicamada compreendendo três camadas: uma camada externa feita de PETP, uma camada intermediária como camada barreira feita de alumínio, por exemplo, uma folha de 9 μπι e uma camada interna formando um selante compreendendo de 80 a 120 μπι de polietileno (PE) . O material multicamada laminado pode tipicamente incluir duas ou mais camadas.
A montagem da embalagem também pode incluir uma camada média de vedação da parede lateral primeiro ponto que pode ser um copolimero constituído de polietileno e polipropileno e uma camada interna de meio de vedação da montagem de embalagem que é substancialmente produzida de polietileno. Essa estrutura pode por exemplo facilitar que montagem da embalagem seja de forma estável.
Para a fabricação montagem da embalagem de acordo com a invenção de uma ou mais películas flexíveis pode ser utilizado o qual possui pelo menos uma superfície interna termo-selável, preferivelmente compreendendo uma poliolefina, isto é, PE ou PP. Preferivelmente um filme mais mole ou mais flexível, por exemplo, mais grosso, é utilizado para as paredes de topo e de fundo que para as paredes laterais a fim de obter a desejada expansão e propriedades de sustentação. Além disso, os filmes multicamadas são preferivelmente usados compreendendo uma camada interna de superfície termo-selável. Para a fabricação da montagem de embalagem o laminado COEX OPP/PETP (poliéster) podem ser, por exemplo, usados, em que a camada de PE está no lado interno visto em relação ao filme acabado ou pré-f abricado e COEX OPP denota uma um filme de polipropileno CO-extrusado orientado em um ou outro lado provido com uma delgada camada de meio selante compreendendo um copolimero de PP e PE. A fim de obter aprimoradas propriedades barreira, uma camada barreira, por exemplo, camada de metalização ou um filme de alumínio, pode ser provido entre a camada de PETP e a camada PE ou entre o filme COEX OPP e a camada PETP.
Além disso, a camada PETP poderá ser substituída por uma poliamida orientada, OPA.
Claims (33)
1. PRODUTO DE CONFEITARIA EMBALADO, caracterizado por compreender uma composição de goma de mascar biodegradável (11, 21, 31, 41) e uma montagem de embalagem, formando uma barreira contra umidade (13a, 13b, 23a, 23b, 33a, 33b, 44, 45) para a composição de goma de mascar biodegradável ( 11, 21, 31, 41), onde o teor de umidade dentro da montagem de embalagem é menor que 2,0% em peso da composição goma de mascar embalada e onde a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) do material de embalagem que forma a barreira contra umidade é menor que 3 g/m2/24h com referência a DIN 23 °C, 85% de umidade relativa/DIN 53122.
2. Produto de confeitaria embalado, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a barreira contra umidade (HB) ser selada.
3. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 e 2, caracterizado por a montagem da embalagem compreender uma embalagem "blister".
4. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado por a montagem da embalagem compreender um recipiente de plástico, tal como um vaso recipiente, um galão, etc.
5. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado por a montagem da embalagem compreender uma bolsa.
6. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado por a barreira contra umidade compreender um material polimérico.
7. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado por a barreira contra umidade compreender um polímero contendo material fílmico.
8. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado por a barreira contra umidade compreender um laminado.
9. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado por a barreira contra umidade compreender pelo menos uma folha de metal.
10. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado por a barreira contra umidade compreender pelo menos uma folha de alumínio.
11. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado por a composição goma de mascar estar contida dentro da montagem de embalagem em compartimentos selados individualmente.
12. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, caracterizado por a composição de goma de mascar estar contida dentro da montagem de embalagem em um compartimento selado compartilhado.
13. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12, caracterizado por a composição de goma de mascar estar contida dentro montagem da embalagem que é possível de ser fechada novamente.
14. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, caracterizado por a composição da goma de mascar compreender porções da goma de mascar.
15. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, caracterizado por a montagem da embalagem ser embalada a vácuo.
16. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, caracterizado por a montagem da embalagem compreender pelo menos um gás inerte tal como o nitrogênio.
17. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 16, caracterizado por a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) do material da embalagem ser menor do que 10g/m2/24h com referência a norma DIN 23 °C, 85% de umidade relativa/DIN 53122.
18. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 17, caracterizado por a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) do material da embalagem ser menor do que 5g/m2/24h com referência a norma DIN 23 °C, umidade relativa de 85%/DIN 53122.
19. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 18, caracterizado por a taxa de transmissão de vapor d'água (MVTR) do material da embalagem ser menor do que 3g/m2/24h com referência a ASTM (38 0C 90% umidade relativa/F1249).
20. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 19, caracterizado por a composição de goma de mascar biodegradável compreender pelo menos um polímero gomoso biodegradável resinoso e/ou elastomérico.
21. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 20, caracterizado por o volume interno (41) ser possível de ser fechado novamente.
22. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 21, caracterizado por o volume interno (18, 28, 38, 48) estar encapsulado por uma barreira contra luz (LB).
23. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 22, caracterizado por as porções de goma de mascar serem prensadas.
24. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 23, caracterizado por as peças de goma de mascar serem revestidas.
25. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 24, caracterizado por as porções de goma de mascar serem de centro preenchido.
26. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 25, caracterizado por a referida composição de goma de mascar compreender um polímero de poliéster.
27. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 26, caracterizado por a referida composição de goma de mascar compreender uma composição prolamina.
28. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 27, caracterizado por a referida composição de goma de mascar compreender pelo menos uma proteína ou derivado de proteína.
29. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 28, caracterizado por a referida composição de goma de mascar compreender um polímero de poliuretana.
30. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 29, caracterizado por a composição de goma de mascar ser formada como goma de mascar com centro preenchido.
31. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 30, caracterizado por a composição de goma de mascar ser formada como goma de mascar prensada.
32. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 31, caracterizado por a composição de goma de mascar ser formada com um revestimento.
33. Produto de confeitaria embalado, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 32, caracterizado por o teor de água da montagem de embalagem ser menor que 2,5%, em peso da composição de goma de mascar embalada.
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