BRPI0722187B1 - método para inspecionar uma face de extremidade de um conector de fibra óptica de um invólucro de junta de fibra óptica, invólucro de junta de fibra óptica, e, portadora para suportar um conector de fibra óptica em um invólucro de junta de fibra óptica. - Google Patents

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BRPI0722187B1
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optic connector
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BRPI0722187A
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Eliot Pierce Andrew
Hubbard Paul
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Prysmian Australia Pty Ltd
Prysmian Telecom Cables & Systems Australia Pty Ltd
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    • G02B6/44Mechanical structures for providing tensile strength and external protection for fibres, e.g. optical transmission cables
    • G02B6/4439Auxiliary devices
    • G02B6/444Systems or boxes with surplus lengths
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Abstract

método para inspecionar uma face de extremidade de um conector de fibra óptica de um invólucro de junta de fibra óptica, invólucro de junta de fibra óptica, e, portadora para suportar um conector de fibra óptica em um invólucro de junta de fibra óptica um invólucro de junta de fibra óptica (10) incluindo uma pluralidade de portadoras (50) para suportar uma pluralidade de conectares de fibra óptica. pelo menos uma portadora (50) é capaz de girar entre uma primeira posição e uma segunda posição, independentemente de uma portadora adjacente. a primeira posição é uma orientação em uso de um conector de fibra óptica ( 45) e a segunda posição provê acesso aperfeiçoado a uma face de extremidade do conector de fibra óptica 45. a própria portadora (50) inclui uma porção de cubo (90), engatando uma porção de cubo adjacente da portadora adjacente, uma porção de braço (1 00) anexada à porção de cubo, a porção de braço (100) suportando o conector de fibra óptica (45), e um membro de liberação (1 05) impedindo que a porção de cobu (90) gire, a não ser que o membro de liberação (105) seja ativado. também é descrito um método para inspecionar, testar ou limpar uma face de extremidade do conector de fibra óptica ( 45) no local.

Description

“MÉTODO PARA INSPECIONAR UMA FACE DE EXTREMIDADE DE
UM CONECTOR DE FIBRA ÓPTICA DE UM INVÓLUCRO DE JUNTA
DE FIBRA ÓPTICA, INVÓLUCRO DE JUNTA DE FIBRA ÓPTICA, E,
PORTADORA PARA SUPORTAR UM CONECTOR DE FIBRA ÓPTICA
EM UM INVÓLUCRO DE JUNTA DE FIBRA ÓPTICA”
Campo técnico
A presente invenção refere-se a invólucros de junta de fibra óptica e, mais especificamente, refere-se a um invólucro de junta de fibra óptica provido com uma portadora que contém um conector de fibra óptica e/ou acoplador. Adicionalmente, a presente invenção refere-se a um método para inspecionar, testar e limpar, ou o equivalente, uma face de extremidade de um conector de fibra óptica no local. Além disso, a presente invenção refere-se a uma portadora de conector para um invólucro de junta de fibra óptica.
Fundamentos da Técnica
A fibra óptica vem sendo usada crescentemente por uma variedade de aplicações de banda larga, incluindo transmissões de voz, vídeo e dados despachadas para uma instalação de assinante. Redes de fibra óptica, tipicamente, incluem um grande número de invólucros de junta de fibra óptica (também referidos como Juntas de Cabos de Entrada Conectorizadas (CLJ)), que provêem locais nos quais uma ou mais fibras ópticas são ramificadas a partir de um cabo de distribuição para um usuário final, comumente referido como assinante. Com base no aumento no número de assinantes e nos atributos físicos únicos das fibras ópticas, os invólucros de junta de fibra óptica são necessários para fazer as ramificações acima, bem como para proteger e manter as fibras ópticas nessas localizações de ramificação de fibra. Em particular, os invólucros de junta de fibra óptica são necessários para facilitar prontamente a conexão das fibras ópticas a partir de um cabo de distribuição para fibras ópticas adicionais conduzindo a uma ou mais instalações para estabelecer as conexões ópticas desejadas. O invólucro de junta de fibra óptica também é exigido para prover a proteção adequada às fibras ópticas ramificadas e às conexões ópticas contra a exposição às condições ambientais.
Tipicamente, o invólucro de junta de fibra óptica fica localizado em um fosso subterrâneo, e perícia e experiência substanciais são normalmente exigidas para configurar as conexões ópticas dentro do invólucro de junta de fibra óptica em campo. Em particular, é frequentemente difícil e restritivo acessar e trabalhar com conexões ópticas dentro de um invólucro de junta de fibra óptica em campo.
Crescentemente, fibras ópticas pré-conectorizadas são usadas em invólucros de junta de fibra óptica para a interconexão mais fácil com fibras ópticas de cabos de derivação se estendendo às instalações de assinante. Um conector de fibra óptica termina a extremidade de uma fibra óptica e capacita a conexão e desconexão mais rápidas do que a união de fibra óptica. São usados dois conectores em associação para alinhar os núcleos de duas extremidades de fibras ópticas, de modo que a luz possa passar através da junta.
Em particular, um conector é um dispositivo mecânico que é usado para alinhar e unir duas ou mais fibras ópticas, desse modo, provendo um meio para anexar a, ou, desacoplar de um receptáculo de fibra óptica, por exemplo, um invólucro de junta de fibra óptica. Geralmente, um conector compreende um cilindro longo e fino - chamado de “ponteira” - que é furado através do centro do mesmo de modo a conter a fibra óptica. A ponteira atua como um mecanismo de alinhamento de fibra, portanto, a fibra óptica é inserida na ponteira de modo tal que a extremidade da fibra óptica fique localizada em correspondência com a porção de extremidade de ponteira.
Exemplos típicos de conectores são os conectores SC, FC, LC,
ST, E2000. Por exemplo, a figura 6 mostra um conector SC 700 típico. O conector SC é um conector de estalo que é amplamente usado em sistemas de modo único. O conector SC 700 tem uma forma substancialmente quadrada e compreende uma ponteira 710 que é circundada por um corpo de conector
720. O conector SC 700 compreende, adicionalmente, um trinco 730 para permitir o acoplamento seguro do conector a um acoplador.
Tipicamente, um conector de fibra óptica se interconecta com um acoplador que é um dispositivo posicionado na interface entre dois conectores de fibra óptica, de modo a manter os dois conectores de fibra óptica juntos em alinhamento. O acoplador também é tecnicamente conhecido com o termo “conversor” ou “adaptador”.
Foi notado que os invólucros de junta de fibra óptica não provêem espaço suficiente entre a base do invólucro de junta de fibra óptica e a portadora para capacitar uma sonda videoscópica a ser introduzida em uma face de extremidade de acoplador para inspeção da face de extremidade de conector anexada. Portanto, um videoscópio típico para a inspeção não pode ser acomodado com os conectores e acopladores na sua posição normal, visto que não há espaço suficiente nos invólucros de junta de fibra óptica.
Atualmente, quando uma inspeção (por exemplo, usando-se um videoscópio) e uma operação de limpeza de uma face de extremidade de conector (o conector estando anexado a uma fibra óptica) alojada dentro de um invólucro de junta de fibra óptica devem ser realizadas, o técnico, tipicamente, precisa remover o conector da posição na qual ele é fisicamente mantido dentro do invólucro de junta de fibra óptica. O conector e o acoplador associado são mantidos no lugar por meio de uma portadora que suporta mecanicamente o conector e o correspondente acoplador. Geralmente, a portadora é referida como “painel de caminho de acoplador”. O técnico remove o conector a partir do acoplador associado à portadora, a fim de inspecionar a face de extremidade de conector. Essa operação pode colocar estresse indevido sobre a fibra óptica devido à curvatura da mesma, potencialmente danificando a fibra óptica. Há também um perigo de que fibras ópticas adjacentes, anexadas aos conectores adjacentes mantidos na, ou, pela portadora, possam ser danificadas durante a remoção do conector que deve ser inspecionado/limpo.
A fim de realizar a inspeção ou as operações de limpeza desejadas e de prover o espaço necessário para um trabalho e posicionamento corretos de qualquer aparelho de teste ou limpeza, foi considerado um número de soluções técnicas possíveis. Por exemplo, foi pensado em aumentar o tamanho do invólucro de junta de fibra óptica para permitir acesso suficiente entre a base do invólucro e a portadora para inserir um videoscópio ou qualquer dispositivo de inspeção/limpeza. Entretanto, visto que um invólucro de junta, tipicamente, tem de engatar dentro de um fosso subterrâneo relativamente pequeno, se o tamanho do invólucro de junta aumentar demais, não haveria espaço suficiente no fosso subterrâneo para acomodar o invólucro de junta.
Também foi pensado em inclinar a portadora para permitir o acesso adequado aos acopladores a partir da frente do invólucro de junta. Entretanto, de acordo com essa solução, o cabo de fibra óptica - que é anexado a um conector que fica plugado dentro do acoplador durante a operação normal - se inclinaria de tal modo que o cabo de fibra óptica se projetaria para fora do invólucro de junta e poderia ser danificado quando uma tampa de junta exterior do invólucro de junta fosse reinstalada.
Foi percebida a necessidade de prover um método de inspeção de um conector de fibra óptica que possa ser vantajosamente realizado no local sem a necessidade de remover o conector de fibra óptica para ser inspecionado a partir de seu assento e, além disso, sem fazer os conectores de fibra óptica adjacentes - que não foram inspecionados - serem desconectados ou submetidos a qualquer movimento (por exemplo, rotação dos mesmos), desse modo, evitando o risco de possíveis danos das fibras ópticas e a consequente falha da conexão óptica.
A referência neste relatório descritivo a qualquer publicação anterior (ou informação derivada a partir de publicação anterior), ou a qualquer assunto que seja conhecido, não é, e, não deveria ser tomada como um reconhecimento ou admissão ou qualquer forma de sugestão de que a publicação anterior (ou informação derivada a partir de publicação anterior) ou assunto conhecido forme parte do conhecimento geral comum no campo do esforço ao qual esta especificação se refere.
Descrição da invenção
Verificou-se que o objetivo mencionado acima pode ser conseguido capacitando-se os conectores de fibra óptica individuais, que ficam alojados dentro de um invólucro de junta de fibra óptica, a serem girados ou pivotados independentemente. Verificou-se que um movimento de rotação ou pivotamento de cada conector individual permite acesso suficiente ou adequado a uma “face de extremidade” dos conectores individuais para inspeção, teste, limpeza ou o equivalente sem ter de remover um conector a partir de uma portadora. Na verdade, de acordo com a presente invenção, o acesso a uma face de extremidade de um conector é obtido via um acoplador anexado ao conector, o acoplador girando ou pi votando junto com o conector.
Portanto, ao invés de ter de remover um conector a partir de sua posição fixa sobre uma portadora para permitir a inspeção da face de extremidade de conector, a presente invenção permite que a inspeção seja realizada com o conector no local sobre a portadora, desse modo, assegurando uma curvatura controlada da fibra óptica e evitando qualquer dano à mesma.
De acordo com um primeiro aspecto, a presente invenção refere-se a um método para inspecionar no local uma face de extremidade de um conector de fibra óptica, o conector de fibra óptica suportado por uma portadora, o método incluindo a etapa de girar a portadora independentemente de qualquer portadora adjacente.
De acordo com a presente invenção, o termo “inspecionar” é usado tanto na descrição quanto nas reivindicações para indicar qualquer tipo de operação que seja realizada para inspecionar, testar, limpar, ou o equivalente, uma face de extremidade de um conecto de fibra óptica.
De acordo com um segundo aspecto, a presente invenção refere-se a um invólucro de junta de fibra óptica incluindo uma pluralidade de portadoras, pelo menos uma portadora indiretamente ou diretamente suportando um conector de fibra óptica e sendo pivotável independentemente de uma portadora adjacente.
De acordo com um terceiro aspecto, a presente invenção refere-se a uma portadora para suportar um conector de fibra óptica em um invólucro de junta de fibra óptica, a portadora compreendendo uma porção de cubo capaz de ser girada independentemente da rotação de uma porção de cubo adjacente, uma porção de braço indiretamente ou diretamente suportando o conector de fibra óptica, e um membro de liberação impedindo a porção de cubo de girar, a não ser que o membro de liberação seja liberado ou ativado.
De acordo com a presente invenção, a inspeção de uma face de extremidade de um conector de fibra óptica pode ser realizada facilmente (por exemplo, usando-se um videoscópio padrão), devido ao acesso adequado à face de extremidade de um conector e sem desconectar o cabo de fibra óptica já conectado a um lado do conector. Além disso, a inspeção pode ser realizada sobre um único conector (um predeterminado conector de interesse), enquanto qualquer outro conector no mesmo invólucro de junta de fibra óptica não é envolvido ou deve ser removido (e, portanto, não há necessidade e desconectar ou causar a curvatura das conexões de fibra ópticas já existentes, que poderia causar dano às mesmas). Adicionalmente, a inspeção pode ser realizada adequadamente controlando a curvatura da fibra óptica durante a rotação ou pivotamento do conector (por meio disso, evitando o dano potencial da fibra óptica e, desse modo, da conexão óptica).
Breve Descrição das figuras
A presente invenção deveria se tomar visível a partir da descrição a seguir, que é dada a título de exemplo somente, de alguns modos de realização preferidos, mas não limitadores, da mesma, descritos em conexão com as figuras anexas.
A figura IA ilustra uma vista em perspectiva de um invólucro de junta de fibra óptica (sem uma cobertura de proteção exterior no lugar, pela clareza);
a figura 1B ilustra o invólucro de junta de fibra óptica da figura IA com a cobertura de rabicho removida;
a figura IC ilustra o invólucro de junta de fibra óptica da figura 1B com uma das portadoras girada para uma posição para a inspeção de uma face de extremidade do conector associado;
a figura 2A ilustra uma vista em perspectiva tomada a curta distância de parte da figura 1C;
a figura 2B ilustra uma vista lateral da figura 2A com a cobertura de rabicho no lugar;
a figura 2C ilustra uma vista lateral da figura 2A sem a cobertura de rabicho no lugar;
a figura 3 ilustra uma vista em perspectiva tomada a curta distância de parte da figura IC com um lóbulo de suporte do suporte que mantém as portadoras removido, pela clareza;
a figura 4A ilustra um conjunto de portadoras em associação com um suporte, com uma das portadoras girada, e um lóbulo de suporte do suporte removido, pela clareza;
a figura 4B ilustra uma vista lateral de uma portadora com um lóbulo de suporte do suporte removido, pela clareza;
a figura 4C ilustra um conjunto de portadoras em associação com um suporte, com uma das portadoras girada, e um lóbulo de suporte do suporte removido, pela clareza;
a figura 4D ilustra uma vista explodida de um conjunto de portadoras em associação com um suporte, com uma das portadoras girada;
a figura 5A ilustra uma vista em seção transversal parcial de um conjunto de portadoras em associação com um suporte, com uma das portadoras girada, e com a cobertura de rabicho no lugar;
a figura 5B ilustra uma vista em perspectiva cortada de um conjunto de portadoras em associação com um suporte, com uma das portadoras girada, e com a cobertura de rabicho parcialmente no lugar;
a figura 6 (técnica anterior) ilustra um típico conector SC.
Modos para realizar a invenção
Os modos a seguir, dados a título de exemplo somente, são descritos a fim de prover um entendimento mais preciso do assunto da presente invenção.
Nas figuras, incorporados para ilustrar algumas características dos modos de realização da presente invenção, números de referência semelhantes são usados para identificar partes semelhantes através de todas as figuras.
Com referência à figura IA, é ilustrada uma vista em perspectiva de um invólucro de junta de fibra óptica 10. O invólucro de junta de fibra óptica 10 é ilustrado sem a cobertura de proteção exterior usual no lugar, pela clareza. O invólucro de junta de fibra óptica 10 inclui uma cobertura de rabicho 15 que cobre e protege os cabos de fibra óptica internos. Uma pluralidade de portadoras 50 é mantida abaixo da cobertura de rabicho 15. Geralmente, as portadoras 50 mantêm os respectivos conectores por meio dos respectivos acopladores 25 que recebem os conectores dentro dos mesmos. Cada portadora individual 20 é capaz de girar ou pivotar engatada com um suporte que fica anexado à coluna principal 30, como descrito em detalhe a seguir.
Com referência à figura 1B, o invólucro de junta de fibra óptica 10 é ilustrado sem a cobertura de rabicho 15. O cabo de fibra óptica 35 segue um caminho sobre a aleta 40 e é anexado ao conector 45 que é suportado pela portadora 50. A portadora 50 é mostrada para receber e manter o acoplador 55, com partes do acoplador 55 se projetando a partir de lados opostos da portadora 50. O acoplador 55 é configurado para receber e manter o conector 45, como ilustrado. Geralmente, o acoplador 55 é um componente separado que é anexado à portadora 50. Altemativamente, o acoplador 55 é formado integralmente com a portadora 50. A referência à portadora 50 suportando o conector 45 inclui a portadora 50 engatando e suportando o conector 45, ou, a portadora 50 engatando e suportando o acoplador 55, ou parte do mesmo, que, por sua vez, engata e suporta o conector 45.
Na figura 1B, as portadoras 50 são mostradas em uma primeira posição para suportar os conectores em uma orientação em uso (na figura, somente um conector 45 sendo associado a somente uma portadora 50). No detalhe, o conector 45 é inserido no acoplador 55 — por exemplo, para fazer uma conexão óptica a uma instalação de assinante - de modo que, no uso, a portadora 50 e o conector 45 sejam mantidos na posição ilustrada na figura 1B.
Com referência à figura 1C, a portadora 50 que é associada ao conector 45 é ilustrada em uma segunda posição depois da portadora 50 ter sido girada ou pivotada. Essa segunda posição provê acesso aperfeiçoado a uma face de extremidade (não visível nas figuras) do conector 45. O acesso aperfeiçoado que é provido como a distância em linha reta se estendendo ao longo do eixo longitudinal do conector 45 é significativamente aumentado devido à rotação da portadora 50 e à rotação associada do conector 45. Na verdade, de acordo com a presente invenção, quando a portadora 50 está em sua posição girada, o espaço para acessar a face de extremidade do conector não é limitado pela região de base 60. Vantajosamente, cada portadora 50 é girada ou pivotada independentemente de qualquer portadora adjacente, de modo que seja possível operar sobre cada portadora unitária sem interferir com aquelas adjacentes e as conexões ópticas já presentes e operando dentro do invólucro de junta de fibra óptica 10.
De acordo com a presente invenção, o invólucro de junta de fibra óptica 10 compreende uma pluralidade de portadoras 50 para suportar, respectivamente, uma pluralidade de conectores de fibra óptica 45, pelo menos uma portadora 50 sendo pivotável entre uma primeira posição, como ilustrado na figura 1B, e uma segunda posição, como ilustrado na figura 1C, onde a mencionada pelo menos uma portadora é independente de qualquer portadora adjacente à mesma, de modo que, o pivotamento da pelo menos uma portadora possa ser realizado independentemente. De preferência, todas as portadoras 50 possuídas pelo invólucro de junta de fibra óptica 10 são capazes de girar ou pivotar independentemente.
De acordo com a presente invenção, o método para inspecionar uma face de extremidade de um conector de fibra óptica é vantajosamente realizado no local sem a necessidade de que o conector 45 seja removido seja da portadora 50, seja do acoplador 55. De preferência, o acesso à face de extremidade do conector 45 é obtido via acoplador 55, que gira ou pivota em harmonia com a portadora 50 e o conector 45. Um técnico pode girar a portadora 50 a partir de uma primeira posição, como ilustrado na figura 1B, para uma segunda posição da portadora 50, como ilustrado na figura 1C. A inspeção da face de extremidade do conector 45 é adequadamente empreendida enquanto a portadora 50 está na segunda posição, como ilustrado na figura 1C. Depois da completação da inspeção, a portadora 50 é girada de volta para a primeira posição, como ilustrado na figura 1B. Como já mencionado acima, isso provê um método de inspeção da face de extremidade de um conector no local, que é independente de ter de mover ou desconectar o conector, para ser inspecionado, a partir de qualquer conector 65 adjacente ao mesmo.
Com referência à figura 2A, é ilustrada uma vista em perspectiva tomada a curta distância de parte do invólucro de junta de fibra óptica 10, como ilustrado na figura IC. Um suporte 70, que inclui um lóbulo de suporte 75, atua para prender as portadoras 50 à coluna principal 30, enquanto permitindo que as portadoras 50 girem ou pi votem.
Com referência à figura 2B, é ilustrada uma vista lateral da parte do invólucro de junta de fibra óptica 10 ilustrado na figura 2, ou seja, quando uma portadora 50 está em sua posição girada (segunda posição). A cobertura de rabicho 15 é ilustrada no lugar, demonstrando como o acesso a uma face de extremidade do acoplador 55 (e, desse modo, a uma face de extremidade do conector 45 que não é visível na figura devido à presença da cobertura de rabicho 15) ainda é possível quando o acoplador 55 é girado e a cobertura de rabicho 15 está no lugar.
Com referência à figura 2C, é ilustrada uma vista lateral da parte do invólucro de junta de fibra óptica 10 ilustrado na figura 2B, mas sem a cobertura de rabicho 15 no lugar. E claramente visível o raio de curvatura limitado do cabo de fibra óptica 35 na vizinhança da bota 80 que é um componente do conector 45. Devido ao movimento rotacional da portadora 50 (associada ao conversor 55), a bota 80 é feita para ser ligeiramente curvada. Entretanto, visto que o grau de curvatura do cabo de fibra óptica 35 interna à bota 80 é limitado pelo grau permissível de rotação da portadora 50, nenhum dano ocorre à(s) fibra(s) óptica(s) contidas no cabo de fibra óptica 35. Além disso, a(s) fibra(s) óptica(s) contidas dentro do cabo de fibra óptica 35 é(são) protegida(s) de dano devido à curvatura excessiva por meio da presença da bota 80. Tipicamente, um raio de curvatura mínimo de, aproximadamente, 40mm é assegurado.
Com referência à figura 3, é ilustrada uma vista em perspectiva tomada a curta distância da parte do invólucro de junta de fibra óptica 10 com o lóbulo de suporte 75 removido pela clareza. O acesso a uma face de extremidade do conector 45 é ilustrado pela direção 85. Por exemplo, um videoscópio padrão pode ser anexado ao acoplador 55 quando a portadora 50 está na posição ilustrada para a inspeção da face de extremidade do conector 45.
Com referência às figuras 4A e 4D, são ilustrados detalhes adicionais das portadoras 50 e da operação das mesmas. A portadora 50 inclui uma porção de cubo 90 que, no uso, é capaz de ser girada independentemente das porções de cubo de qualquer portadora adjacente. A portadora 50 também inclui uma porção de braço 100 que é anexada a, ou, integralmente formada com uma porção de cubo 90. A porção de braço 100 suporta diretamente o conector 45. Altemativamente, a porção de braço 100 suporta indiretamente o conector 45 recebendo e mantendo o acoplador 55 que, por sua vez, recebe e mantém o conector 45. A portadora 50 também inclui um membro de liberação 105 que impede a porção de cubo 90 de girar, a não ser que o membro de liberação 105 seja ativado ou liberado de outro modo.
De acordo com um modo de realização preferido, como ilustrado nas figuras, a porção de cubo 90 inclui um recesso 110 (tipicamente um furo) que é adequado para receber uma saliência de lóbulo 115 se projetando a partir do lóbulo de suporte 75. A saliência de lóbulo 115 é, de preferência, embora não necessariamente, substancialmente cilíndrica e se insere no recesso 110, desse modo, provendo um eixo de pivotamento ou rotacional ao redor do qual a portadora 50 pode girar ou pi votar.
A porção de braço 100 inclui um primeiro braço 120 e um segundo braço 125 que, juntos, definem uma abertura 130 que recebe o acoplador 55. A porção de braço 100 também é provida com uma primeira aba 135 e uma segunda aba 140 que ficam localizadas em regiões periféricas opostas da abertura 130, de modo a suportar e manter o acoplador 55 na porção de braço 100. O membro de liberação 105 inclui um braço resiliente
145 que compreende uma porção distai ou de aba 150 e um rebordo 155 (ou outra forma de saliência ou projeção).
O suporte 70 inclui uma série de primeiras extensões 160 e de segundas extensões 165, com as segundas extensões 165 se estendendo mais do que as primeiras extensões 160. De preferência, as mencionadas primeiras e segundas extensões são na forma de abas, blocos, rebordos ou o equivalente. As primeiras extensões 160 e as segundas extensões 165 são repetidas ao longo da base de suporte 70 para criar uma estrutura ou arranjo reforçada ou gradeada. O rebordo 155 do membro de liberação 105 confina com pelo menos parte de uma primeira extensão 165, de modo que a portadora 50 não possa girar ou pivotar. Quando a aba 150 é forçada para longe do suporte 70 (por exemplo, pelo dedo de uma pessoa), um rebordo 155 desengata de uma primeira extensão 160, desse modo, permitindo que a portadora 50 gire ao redor de um eixo longitudinal da porção de cubo 90. O braço resiliente 145 tem um estado de repouso ilustrado na figura 4B, de acordo com o qual, na ausência de qualquer força aplicada à aba 150, o rebordo 155 permanece em confinamento com uma primeira extensão 160, desse modo, impedindo a rotação não intencional da portadora 50. A porção de braço 100 também inclui uma extremidade distai 170 integrada ou anexada ao primeiro braço 120 e ao segundo braço 125. De acordo com um modo de realização alternativo, a portadora 50 é associada a uma mola atuando para solicitar a portadora 50 a girar quando o membro de liberação 105 for ativado ou liberado.
Com referência, mais especificamente, à figura 4D, como já mencionado acima, o suporte 70 tem uma estrutura reforçada ou gradeada criada pelas primeiras extensões 160 e segundas extensões 165 repetidas ao longo do comprimento longitudinal do suporte 70, desse modo, criando uma série de entalhes. Cada entalhe provê espaço para o braço resiliente 145 de cada portadora 50. O suporte 70 também inclui uma série de suportes angulares 180 que provê um suporte adicional à portadora 50 e permite a rotação/pivotamento da mesma. Como já mencionado acima, o suporte 70 que tem um lóbulo de suporte 75 provido com uma saliência de lóbulo cilíndrico 115 (com um lóbulo de suporte correspondente na outra extremidade do suporte 70), de modo a manter as portadoras 50 em alinhamento, ainda permite a cada portadora 50 individual girar ou pivotar.
A portadora 50 inclui, adicionalmente, um primeiro cilindro distai 185, um cilindro central 190 e um segundo cilindro distai 195. O primeiro cilindro distai 185 inclui o furo 110, enquanto o segundo cilindro distai 195 é anexado à protuberância 200. De preferência, o primeiro cilindro distai 185, o cilindro central 190, o segundo cilindro distai 195 e a protuberância 200 são feitos integralmente para formar a porção de cubo 90. O furo 110 recebe a saliência de lóbulo 115, e a protuberância 200 é recebida por um furo correspondente 110 da portadora adjacente. Esse arranjo permite que a portadora 50 gire ou pi vote independentemente do movimento de rotação ou pivotamento de qualquer portadora adjacente.
Com referência à portadora 50’ da figura 4D, para facilidade de referência, o arranjo da porção de cubo 90’ - que é idêntico àquele descrito para a portadora 50 - inclui, adicionalmente, uma porção de bloco 205 que cria um primeiro degrau longitudinal 210 e um segundo degrau longitudinal 215. O arranjo da porção de cubo 90’ também resulta em um primeiro degrau arqueado 220 e em um segundo degrau arqueado 225.
De acordo com o modo de realização ilustrado nas figuras, três mecanismos de limitação de rotação separados são providos para limitar as portadoras 50 a um grau máximo de rotação. Primeiramente, o braço resiliente 145 inclui uma saliência de asa 230 (de preferência, duas saliências de asa, uma sobre qualquer um dos lados do braço resiliente 145), que é vista na vista plana na figura 5A. A saliência de asa 230 se estende lateralmente sobre um lado do braço resiliente 145, de modo que, quando a portadora 50 for girada, a saliência de asa 230 confine contra pelo menos parte da segunda extensão 165 do suporte 70, desse modo, limitando a rotação da portadora 50.
Como um segundo mecanismo de limitação de rotação, o suporte angular 180 é provido com uma asa de suporte angular 235 que se estende lateralmente a partir de uma coluna principal do suporte angular 180. Com referência à portadora 50’, para facilidade de referência, quando a portadora 50’ é girada, o primeiro degrau longitudinal 210 e o segundo degrau longitudinal 215 giram ao redor do eixo longitudinal do cubo 90’ para confinar contra a asa de suporte angular 235, desse modo, impedindo a rotação adicional da portadora 50’.
Como um terceiro mecanismo de limitação de rotação, e com referência, especificamente, às figuras 5A e 5B, a cobertura de rabicho 15 inclui uma barra de batente de portadora 240 sobre a superfície interna da cobertura de rabicho 15. Se a portadora 50 for girada, então, a extremidade distai 170 se move para o confinamento contra a barra de batente de portadora 240, como ilustrado na figura 5 A. A cobertura de rabicho 15 pode ser mantida de modo liberável no lugar por meio, por exemplo, de um pino ou parafuso rosqueado que é inserido no furo de recebimento rosqueado 245 fixado à coluna principal 30.
De preferência, embora não necessariamente, a portadora 50 é produzida por moldagem por injeção. De preferência, a portadora 50 é feita de um material plástico. Mais de preferência, a portadora 50 é feita de um material polimérico. Particularmente preferidos são os materiais poliméricos, polietileno e PVC. Como examinado anteriormente, o acoplador 55 ou os componentes do mesmo são formados integralmente com a portadora 50.
A presente invenção provê uma pluralidade de vantagens.
Primeiramente, permitindo-se que um conector individual seja girado ou pivotado, os conectores adjacentes, para assinantes potenciais ou atuais, que ficam adjacentes a um conector em consideração, não são envolvidos nas operações de inspeção, teste, limpeza ou o equivalente. Foi pensada que a solução de acordo com a presente invenção é melhor do que fazer a inteira portadora pivotar a um ângulo tal que o videoscópio possa acessar os acopladores a partir da frente do invólucro de junta. Na verdade, visto que, geralmente, nem todos os cabos de derivação de assinantes são instalados ao mesmo tempo, a fim de inspecionar quaisquer conectores não conectados de acordo com uma solução onde a inteira portadora é pivotada a um dado ângulo, pelo menos um cabo de derivação — já instalado e provendo adequadamente uma conexão de assinante - é feito inclinar junto com os conectores não conectados a serem inspecionados, desse modo, conduzindo ao dano potencial das conexões de assinantes já existentes e operacionais.
Segundamente, um espaço adequado ou suficiente para um videoscópio padrão ser inserido, ou para permitir acesso de mão suficiente para limpar uma face de extremidade de conector, é vantajosamente provido.
Terceiramente, as portadoras podem ficar localizadas de modo que uma cobertura de rabicho do invólucro de junta de fibra óptica não tenha de ser removida para se acessar uma face de extremidade de conector.
De acordo com a presente invenção, uma unidade de articulação para uma portadora é formada pela combinação dos elementos de suporte 75, 115 e 180 com os elementos de travamento 185, 195, 200 e 110. Essa unidade de articulação fica, vantajosamente, atrás do acoplador suportado. Desse modo, o movimento do conector é tal que o conector segue um caminho controlado, desse modo, gerenciando o raio de curvatura da fibra óptica anexada ao conector. De preferência, o conector gira a um ângulo que é de, aproximadamente, 40°. A rotação controlada ou limitada é importante, de modo que a rotação de um conector não exerça uma força de curvatura excessiva sobre uma fibra óptica que possa resultar em dano à fibra óptica.
Modos de realização opcionais da presente invenção também podem ser mencionados para consistir amplamente nas partes, elementos e características referidas ou indicadas aqui, individualmente ou coletivamente, em qualquer uma das, ou, em todas as combinações das duas ou mais partes, elementos ou características, e onde são mencionados aqui inteiros específicos 5 que têm equivalentes conhecidos na técnica à qual a invenção se refere, esses equivalentes conhecidos são julgados incorporados aqui como se apresentados individualmente.
Embora um modo de realização preferido tenha sido descrito em detalhe, deve ser entendido que várias mudanças, substituições e 10 alterações podem ser feitas por alguém experiente na técnica sem se afastar do escopo da presente invenção.

Claims (27)

1. Método para inspecionar uma face de extremidade de um conector de fibra óptica de um invólucro de junta de fibra óptica, o conector de fibra óptica sendo suportado por uma portadora, o invólucro de junta de fibra óptica, compreendendo uma pluralidade de portadoras para suportar uma respectiva pluralidade de conectores de fibra óptica, caracterizado pelo fato de incluir as etapas de:
girar a portadora a partir de uma primeira posição para uma segunda posição, a rotação sendo independente da rotação de qualquer portadora adjacente da mencionada pluralidade de portadoras, e inspecionar a face de extremidade do conector de fibra óptica na segunda posição.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de incluir, adicionalmente, a etapa de girar a portadora a partir da segunda posição para a primeira posição, a rotação sendo independente de qualquer portadora adjacente da mencionada pluralidade de portadoras.
3. Método de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a segunda posição permite espaço suficiente para um videoscópio a ser usado para inspecionar a face de extremidade do conector de fibra óptica.
4. Método de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a segunda posição permite espaço suficiente para o acesso manual para inspecionar a face de extremidade do conector de fibra óptica.
5. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de incluir, adicionalmente, a etapa de ativar um membro de liberação da mencionada portadora para capacitar a portadora a ser girada.
6. Método de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a portadora é girada ao redor de uma parte distai da portadora.
7. Invólucro de junta de fibra óptica, caracterizado pelo fato de incluir uma pluralidade de portadoras para suportar uma pluralidade de conectores de fibra óptica, pelo menos uma portadora suportando um conector de fibra óptica e sendo capaz de pivotar entre uma primeira posição e uma segunda posição, independentemente de qualquer portadora da mencionada pluralidade de portadoras adjacentes à mencionada pelo menos uma portadora.
8. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a primeira posição define uma orientação em uso de um conector de fibra óptica e a segunda posição define um estado pivotado que provê um acesso aperfeiçoado a uma face de extremidade do conector de fibra óptica.
9. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com as reivindicações 7 ou 8, caracterizado pelo fato de que um acoplador é anexado à pelo menos uma portadora, o acoplador mantendo o conector de fibra óptica.
10. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com as reivindicações 7 ou 8, caracterizado pelo fato de que um acoplador é integralmente formado com a pelo menos uma portadora, o acoplador mantendo o conector de fibra óptica.
11. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com qualquer uma das reivindicações 7 a 10, caracterizado pelo fato de que pelo menos uma portadora inclui uma porção de cubo, uma porção de braço e um membro de liberação.
12. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com qualquer uma das reivindicações 7 a 11, caracterizado pelo fato de que um suporte é anexado a uma coluna principal do invólucro de junta de fibra óptica, o suporte suportando a pluralidade de conectores de fibra óptica.
13. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que o membro de liberação confina com parte do suporte impedindo a rotação da pelo menos uma portadora, a não ser que o membro de liberação seja ativado.
14. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que o membro de liberação inclui um braço resiliente e é ativado aplicando-se uma força a uma aba conectada ao braço resiliente.
15. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que o grau de rotação da pelo menos uma portadora é limitado por uma saliência possuída pelo braço resiliente.
16. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que o grau de rotação da pelo menos uma portadora é limitado por um degrau possuído pela porção de cubo.
17. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que o grau de rotação da pelo menos uma portadora é limitado por parte da porção de braço confinando com parte de uma cobertura, a cobertura cobrindo, pelo menos parcialmente, a pluralidade de conectores de fibra óptica.
18. Invólucro de junta de fibra óptica de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a pelo menos uma portadora é capaz de pivotar ao redor de uma parte distai possuída pela pelo menos uma portadora.
19. Portadora para suportar um conector de fibra óptica em um invólucro de junta de fibra óptica, caracterizada pelo fato de compreender:
uma porção de cubo configurada para engatar uma porção de cubo adjacente de uma portadora adjacente quando em uso, a porção de cubo sendo capaz de ser girada independentemente da rotação da porção de cubo adjacente;
uma porção de braço anexada à porção de cubo, a porção de braço suportando o conector de fibra óptica;
um membro de liberação impedindo a porção de cubo de girar, a não ser que o membro de liberação seja liberado.
20. Portadora de acordo com a reivindicação 19, caracterizada pelo fato de que a porção de braço inclui uma abertura para receber um acoplador, o acoplador sendo capaz de receber o conector de fibra óptica.
21. Portadora de acordo com a reivindicação 19, caracterizada pelo fato de que um acoplador é integralmente formado como parte da porção de braço, o acoplador sendo capaz de receber o conector de fibra óptica.
22. Portadora de acordo com a reivindicação 19, caracterizada pelo fato de que a porção de braço recebe diretamente o conector de fibra óptica.
23. Portadora de acordo com qualquer uma das reivindicações 19 a 22, caracterizada pelo fato de que a porção de cubo inclui uma primeira parte de cilindro distai, uma parte de cilindro central e uma segunda parte de cilindro distai.
24. Portadora de acordo com a reivindicação 23, caracterizada pelo fato de que a primeira parte de cilindro distai inclui um furo.
25. Portadora de acordo com a reivindicação 23, caracterizada pelo fato de que a segunda parte de cilindro distai inclui uma saliência a ser recebida por um furo de uma portadora adjacente.
26. Portadora de acordo com qualquer uma das reivindicações 19 a 25, caracterizada pelo fato de que o membro de liberação inclui um braço resiliente e é liberado aplicando-se uma força ao braço resiliente.
27. Portadora de acordo com a reivindicação 26, caracterizada pelo fato de que o braço resiliente inclui um rebordo.
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