BRPI0800213A2 - veìculo do tipo de montar - Google Patents

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BRPI0800213A2
BRPI0800213A2 BRPI0800213-4A BRPI0800213A BRPI0800213A2 BR PI0800213 A2 BRPI0800213 A2 BR PI0800213A2 BR PI0800213 A BRPI0800213 A BR PI0800213A BR PI0800213 A2 BRPI0800213 A2 BR PI0800213A2
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BRPI0800213-4A
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Yutaka Mine
Hiroyuki Kaminokado
Satoshi Kawakami
Original Assignee
Yamaha Motor Co Ltd
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Abstract

VEìCULO DO TIPO DE MONTAR. Problema - Uma motocicleta 10 dotada de uma transmissão do tipo de correia V 65 é fornecida, na qual é possivel assegurar a qualidade de resfriamento para a transmissão do tipo de correia V 65 enquanto limita a largura de um veículo. Além disso, no caso da provisão de uma unidade de transmissão dotada da transmissão do tipo de correia V 65, uma motocicleta 10 é fornecida para permitir diminuição de água salpicada e que invade a unidade de transmissão a partir de um orifício de descarga enquanto assegura a eficiência de descarga para a unidade de transmissão. Meio para resolução - um conduto de admissão 90 compreende uma primeira porção de conduto de admissão 91, através do qual um ar exterior é aspirado, e uma segunda porção de conduto de admissão 92 conectada a um orifício de adimissão 81 fornecido em uma cobertura de transmissão 80, a segunda porção de conduto de admissão 92 é flexionada para dentro na direção de largura de um veículo para ser conectada a primeira porção de conduto de admissão 91, e uma extremidade externa da primeira porção de conduto de admissão 91 é fornecida para dentro de uma extremidade externa de uma ventoinha de resfriamento 105 na direção de largura de veículo.

Description

"VEÍCULO DO TIPO DE MONTAR"
Campo técnico
A presente invenção refere-se a um veículo do tipo de montar compreendendo uma cobertura de transmissão, que cobre uma polia de acionamento, uma polia acionada, uma cor- reia, e uma ventoinha de resfriamento, e um conduto de ad- missão que se estende longitudinalmente.
Técnica antecedente
Convencionalmente, é conhecido um veículo do tipo de montar, tipo scooter, dotado de uma unidade de transmis- são .
Genericamente, uma unidade de transmissão compre- ende um orifício de admissão e um orifício de descarga além de uma transmissão do tipo correia-V, que transmite uma for- ça motriz a partir de um motor para uma roda traseira. Além disso, a unidade de transmissão compreende uma ventoinha de resfriamento fornecida para fora de uma polia de acionamento em uma direção de largura de veículo e um conduto de admis- são fornecido em uma direção longitudinal de um veículo do tipo de montar. 0 conduto de admissão é conectado a um ori- fício de admissão para levar um ar exterior para dentro da unidade de transmissão a fim de resfriar a transmissão do tipo de correia V pelo que a geração de calor da correia de- vido a calor friccional é suprimida {vide, por exemplo, o documento de patente 1).
Além disso, um conduto de descarga é fornecido na unidade de transmissão. 0 conduto de descarga inclui um ori- fício de descarga em uma extremidade do mesmo e um orifício de passagem de ar na outra extremidade do mesmo, e um ar ex- terior fluindo para o orifício de passagem de ar a partir de dentro da unidade de transmissão é descarregado a partir do orifício de descarga.
Além disso, o conduto de descarga compreende uma nervura que lança água em uma parede interna do conduto de descarga em um lado traseiro em uma direção longitudinal de um veículo do tipo de montar. Desse modo, o conduto de des- carga pode salpicar água que se eleva ao longo da parede in- terna no lado traseiro. Conseqüentemente, o conduto de des- carga pode evitar que água entre na unidade de transmissão enquanto assegura uma quantidade de ar exterior descarregado da unidade de transmissão.
Documento de patente 1 JP-A-2000-79892 Revelação.da invenção Problemas que a invenção deve resolver Com o veículo do tipo de montar do tipo scooter descrito acima, entretanto, um descanso de pé tandem para um passageiro (mencionado abaixo como passageiro na garupa) sentado na parte traseira de um assento tandem sobrepõe o conduto de admissão na direção de largura do veículo. Conse- qüentemente, é necessário fornecer o descanso de pé tandem para fora do conduto de admissão, de modo que é causado um problema em que uma largura de veículo é aumentada para de- gradar a qualidade de colocação dos pés para o passageiro ou tornar difícil para que o passageiro da garupa suba e desça.
No caso de diminuir um diâmetro do conduto de ad- missão para limitar a largura de um veículo, um ar levado para dentro da unidade de transmissão a partir do conduto de admissão é diminuído em taxa de fluxo, de modo que é causado um problema que não é possível assegurar a qualidade de res- friamento para a transmissão do tipo de correia-V.
Além disso, com o veículo do tipo de montar do ti- po scooter, descrito acima, quando uma água energética (por exemplo, água salpicada por uma roda traseira no deslocamen- to, e água descarregada a partir de uma mangueira durante lavagem de carro) entra no conduto de descarga a partir do orifício de descarga, essa água se choca contar a parede in- terna do conduto de descarga a ser salpicada atingindo uma câmara de correia-V a partir do orifício de passagem de ar, de modo que não possa ser impedida pela nervura que lança água.
A invenção foi elaborada em vista do problema e tem seu objetivo de fornecer um veículo do tipo de montar dotado de uma transmissão do tipo de correia-V, em que é possível assegurar a qualidade de resfriamento para a trans- missão do tipo de correia-V enquanto limita a largura de um veículo.
Além disso, a invenção tem seu objetivo de forne- cer um veículo do tipo de montar incluindo uma unidade de transmissão dotada de uma transmissão do tipo de correia-V e permitindo redução de água salpicada e entrada na unidade de transmissão a partir de um orifício de descarga enquanto as- segura a eficiência de descarga para a unidade de transmis- são .
Breve descrição dos desenhos Figura 1 - a figura 1 é uma vista lateral esquerda mostrando uma motocicleta 10 sendo um veiculo do tipo de montar/ de acordo com uma modalidade da invenção.
Figura 2 - a figura 2 é uma vista em seção trans- versai, plana mostrando a proximidade de uma unidade de transmissão 60, de acordo com a modalidade da invenção.
Figura 3 - a figura 3 é uma vista em seção trans- versal, lateral mostrando a unidade de transmissão 60, de acordo com a modalidade da invenção.
Figura 4 - a figura 4 é uma vista mostrando a par- tir da frente, uma primeira porção de conduto de admissão 91 e um motor »70 de acordo com a modalidade da invenção.
Figura 5 - a figura 5 é uma vista em seção trans- versal lateral mostrando um conduto de descarga 84, de acor- do com a modalidade da invenção.
Meio para resolver os problemas
Para resolver o problema descrito acima, a inven- ção tem a seguinte característica. Primeiramente, uma pri- meira característica da invenção reside em um veículo do ti- po de montar (motocicleta 10) compreendendo uma cobertura de transmissão (cobertura de transmissão 80), que cobre uma po- lia de acionamento (polia de acionamento 101a), uma polia acionada (polia acionada 101b), uma correia (correia-V 103), e uma ventoinha de resfriamento (ventoinha de resfriamento 105), e um conduto de admissão (90) fornecido em uma direção longitudinal do veículo, e em que a ventoinha de resfriamen- to é fornecida para fora da polia de acionamento em uma di- reção de largura de veículo, a cobertura de transmissão in- clui um orifício de admissão (orifício de admissão 81) for- necido para fora da ventoinha de resfriamento na direção de largura de veículo e um orifício de descarga 83, através do qual um ar exterior aspirado a partir do orifício de admis- são é descarregado, o conduto de admissão compreende uma primeira porção de conduto de admissão (primeira porção de conduto de admissão 91), através da qual o ar exterior é as- pirado, e uma segunda porção de conduto de admissão (segunda porção de conduto de admissão 92) conectada ao orifício de admissão, a segunda porção de conduto de admissão é flexio- nada para dentro na direção de largura de veículo para ser conectada à primeira porção de conduto, e uma extremidade externa da primeira porção de conduto de admissão na direção de largura de veículo é fornecida para dentro daquela extre- midade da ventoinha de resfriamento, que é para fora na di- reção de largura do veículo, na direção de largura de veícu- lo.
Com tal veículo do tipo de montar, uma extremidade externa da primeira porção de conduto de admissão fornecida no conduto de admissão é fornecida para dentro de uma extre- midade externa da ventoinha de resfriamento na direção de largura de veículo.
Uma vez que tal disposição do conduto de admissão torna possível dispor um descanso de pé tandem 55 de um pas- sageiro na garupa para dentro na direção de largura de veí- culo, é possível melhorar a qualidade de colocação dos pés para o passageiro na garupa. Além disso, uma vez que não ne- cessidade de diminuir um diâmetro do conduto de admissão 90 para tornar uma largura de veículo pequena, é possível asse- gurar uma quantidade de admissão suficiente de um ar exteri- or . Conseqüentemente, é possível assegurar a qualidade de resfriamento para a transmissão do tipo de correia V. Além disso, uma vez que o ar exterior que passa para dentro na direção de largura de veículo contém menos poeira, é possí- vel suprimir obstrução de elementos limpadores de ar 81a montados no orifício de admissão 81 devido a poeira. Conse- qüentemente, é possível assegurar a qualidade de resfriamen- to para a transmissão do tipo de correia-V.
Isto é, com esse veículo do tipo de montar, en- quanto limita a largura de um veículo no caso da provisão de uma transmissão do tipo de correia V, é possível assegurar a qualidade de resfriamento para a transmissão do tipo de cor- reia V.
Uma segunda característica da invenção se refere à primeira característica da invenção e reside em compreender ainda um motor (motor 70), o qual aciona a polia de aciona- mento, e que o motor compreende uma câmara de combustão (câ- mara de combustão 71), na qual um combustível queima, à frente da cobertura de transmissão em uma direção longitudi- nal do veículo do tipo de montar, a primeira porção de con- duto de admissão inclui um orifício de admissão de conduto {orifício de admissão de conduto 91a) em uma extremidade di- anteira da primeira porção de conduto de admissão na direção longitudinal do veículo do tipo de montar, e o orifício de admissão de conduto é fornecido para frente de uma extremi- dade frontal da câmara de combustão na direção longitudinal do veículo do tipo de montar.
Uma terceira característica da invenção se refere à primeira característica da invenção e reside em que o con- duto de admissão compreende uma porção flexionada (primeira porção flexionada 9Id/ segunda porção flexionada 92a) e uma parede interna da porção flexionada é substancialmente per- pendicular a uma direção de um ar exterior, que flui no con- duto de admissão para ser orientado em direção à porção fle- xionada .
Uma quarta característica da invenção se refere à segunda característica da invenção e reside em compreender uma roda traseira (roda traseira 40) girada pela polia acio- nada, e em que o orifício de descarga e o orifício de admis- são de conduto são fornecidos acima de um centro da roda traseira, como visualizado na vista lateral do veículo do tipo de montar.
Uma quinta característica da invenção reside em um veículo do tipo de montar compreendendo uma cobertura de transmissão, que cobre uma polia de acionamento, uma polia acionada, uma correia, e um conduto de descarga (conduto de descarga 84), e em que a cobertura de transmissão compreende um orifício de admissão, através do qual um ar exterior é aspirado, e um orifício de descarga, através do qual o ar exterior aspirado é descarregado, o conduto de descarga com- preende o orifício de descarga em uma extremidade do mesmo, um orifício de passagem de ar (orifício de passagem de ar 82) disposto na outra extremidade do mesmo acima do orifício de descarga, uma primeira nervura da qual lança água (pri- meira nervura que lança água 84a), uma segunda nervura que lança água {segunda nervura que lança água 84b), uma primei- ra nervura refratária à água (primeira nervura refratária à água 84c), e uma segunda nervura refratária à água (segunda nervura refratária à água 84d), cujas nervuras se projetam em uma parede interna do conduto de descarga, a primeira nervura que lança água é fornecida na parede interna oposta à segunda nervura que lança água, a primeira nervura refra- tária à água é fornecida abaixo da segunda nervura refratá- ria à água, em uma seção transversal do conduto de descarga a partir de um lado passando através da primeira nervura que lança água e a segunda nervura que lança água ao longo de um lado da cobertura de transmissão em uma direção de largura de veículo, uma extremidade da primeira nervura refratária à água intercepta (ponto de interseção 1) uma primeira linha de referência (primeira linha de referência γ) conectando entre uma extremidade de ponta da primeira nervura que lança água em direção a um centro do conduto de descarga e uma ex- tremidade do orifício de descarga em uma direção longitudi- nal do veículo do tipo de montar, uma extremidade da segunda nervura refratária à água intercepta (ponto de interseção 2) uma segunda linha de referência (segunda linha de referência δ) conectando entre uma extremidade de ponta da segunda ner- vura que lança água em direção ao centro do conduto de des- carga e a outra extremidade do orifício de descarga na dire- ção longitudinal do veículo do tipo de montar, a outra ex- tremidade da segunda nervura refratária à água intercepta (ponto de interseção 3) uma terceira linha de referência (terceira linha de referência ε) conectando entre a extremi- dade de ponta da primeira nervura que lança água em direção ao centro do conduto de descarga e a outra extremidade da primeira nervura refratária à água, e a primeira linha de referência e a segunda linha de referência não interceptam entre si. Além disso, o conduto de descarga que passa atra- vés da primeira nervura refratária à água e da segunda ner- vura refratária à água é preferivelmente igual, ou maior, em área em seção transversal do que o orifício de descarga. De acordo com tal arranjo do conduto de descarga 84, água que se eleva ao longo da parede interna do conduto de descarga 84 a partir do orifício de descarga 83 pode ser abaixada pela primeira nervura que lança água 84a e segunda nervura que lança água 84b, e água salpicada que invade o conduto de descarga 84 a partir do orifício de descarga 83 pode ser interrompida pela primeira nervura refratária à á- gua 84c e segunda nervura refratária à água 84d. Além disso, de acordo com tal arranjo do conduto de descarga 84, uma vez que é possível assegurar a eficiência de descarga para ar exterior, ar exterior não permanece na cobertura de trans- missão 80 e é possível resfriar eficientemente a transmissão do tipo correia V.
Isto é, com esse veículo do tipo de montar, no ca- so da provisão de uma unidade de transmissão dotada de uma transmissão do tipo de correia V, é possível reduzir água salpicada e que invade a unidade de transmissão a partir do orifício de descarga enquanto assegura a eficiência de des- carga na unidade de transmissão. Efeito da invenção
De acordo com a característica da invenção, é pos- sível fornecer um veículo do tipo montar, no qual limitando a largura do veículo no caso da provisão de uma transmissão do tipo de correia V, é possível assegurar a qualidade de resfriamento para a transmissão do tipo de correia V.
Além disso, de acordo com a característica da in- venção, é possível fornecer um veículo do tipo de montar, no qual no caso da provisão de unidade de transmissão dotada de uma transmissão do tipo de correia V, é possível reduzir á- gua salpicada e que invade a unidade de transmissão a partir do orifício de descarga enquanto assegura a eficiência de descarga na unidade de transmissão.
Melhor modo para realizar a invenção Construção de um veículo do tipo de montar de a- cordo com a modalidade
Subseqüentemente, uma modalidade de um veículo do tipo de montar de acordo com a invenção será descrita com referência aos desenhos. Além disso, partes iguais ou simi- lares nas figuras a seguir são indicadas pelos numerais de referência iguais ou similares. Entretanto, deve-se ter em mente que os desenhos são esquemáticos e razões de dimensões respectivas são diferentes das efetivas.
Por conseguinte, dimensões específicas, etc. devem ser determinadas levando em consideração as seguintes des- crições. Além disso, há evidentemente partes incluídas, das quais relações dimensionais e razões são diferentes entre si entre as figuras. Além disso, termos são definidos como a seguir no relatório descritivo do presente pedido. Os termos "a es- querda na direção de largura de um veiculo", e "à direita na direção de largura de um veiculo" significam esquerda . di- reita como orientado em direção à frente a partir da trasei- ra de uma motocicleta 10. Os termos "para dentro na direção de largura de um veiculo" e "para fora na direção de largura de um veiculo" significam lado central . lado extremo da mo- tocicleta 10. Os termos "para frente", "para trás", "para cima" e "para baixo" significam para frente . para trás . para cima . para baixo da motocicleta 10.
1-lConstrução de contorno da motocicleta 10
A figura 1 é uma vista do lado esquerdo mostrando a construção de contorno da motocicleta 10 sendo um veículo do tipo de montar, de acordo com a modalidade. Como mostrado na figura, a motocicleta 10 inclui um corpo de veículo 20 formado a partir de um quadro de corpo (não mostrado) do ti- po underbone. Montados no corpo do veículo 2 0 estão uma roda dianteira 30, uma roda traseira 40, um assento tandem 50, um descanso de pé tandem 55, uma unidade de transmissão 60, um motor 70, uma cobertura de transmissão 80, um conduto de ad- missão 90, etc.
A roda traseira 40 é sustentada por um eixo em uma extremidade traseira da cobertura de transmissão 80. 0 assento tandem 50 é disposto acima da unidade de transmissão 60. O assento tandem 50 é um assento duplo do tipo selim.
Um passageiro na garupa põe os pés no descanso de pés tandem 55. O descanso de pés tandem 55 é disposto para fora do conduto de admissão 90 na direção de largura de um veículo. Isto é, o descanso de pés tandem 55 e o conduto de admissão 90 sobrepõem entre si na direção de largura do veí- culo.
A unidade de transmissão 60 compreende uma trans- missão do tipo de correia V 65. Força motriz gerada pelo mo- tor 70 é transmitida para a roda traseira 40 pela transmis- são do tipo de correia V 65. A cobertura de transmissão 80 cobre a unidade de transmissão 60. Especificamente, a cobertura de transmissão 80 é composta de uma cobertura interna 80a e uma cobertura externa 80b. A cobertura interna 80a cobre a transmissão de correia, do tipo V 65, etc. A cobertura externa 80b cobre o exterior da cobertura interna 80a com um material de uretano de isolamento de som entre as mesmas. A cobertura interna 80a é formada a partir de um metal como liga de alumínio, etc. A cobertura externa 80b é formada a partir de um mate- rial de resina, etc. O conduto de admissão 90 é um membro, pelo qual um ar exterior para resfriamento de uma câmara de correia V 100 é conduzido para dentro da cobertura de transmissão 80. Como mostrado na figura 1, o conduto de admissão 90 estende-se para frente ao longo do corpo do veículo 20 a partir de o- bliquamente para cima de uma extremidade dianteira da cober- tura de transmissão 80.
1-2 Construção da unidade de transmissão 60
A construção da unidade de transmissão 60 será descrita com referência às figuras 2 e 3. A figura 2 é uma vista em seção transversal plana mostrando a proximidade da unidade de transmissão 60 e tomada ao longo da linha Fl-Fl na figura 1. A figura 3 é uma vista em seção transversal, lateral ao longo de um lado da cobertura de transmissão 80 da unidade de transmissão 60. Além disso, setas nas figuras indicam fluxo de ar.
A unidade de transmissão 60 é formada pela cober- tura da transmissão do tipo de correia V 65, ventoinha de resfriamento 105, orifício de admissão 81, orifício de pas- sagem de ar 82, orifício de descarga 83, e conduto de des- carga 84 com a cobertura de transmissão 80.
A transmissão do tipo de correia V 65 compreende uma polia de acionamento 101a, uma polia acionada 101b, uma embreagem centrífuga 102, e uma correia V 103.
A polia de acionamento 101a é montada em uma ex- tremidade esquerda de um eixo de manivela 104a na direção de largura de veículo em um modo para proporcionar variação em um espaçamento oposto. A polia acionada 101b é sustentada giratoriamente em um eixo intermediário 104c conectado a um eixo de roda traseira 104b através de uma engrenagem. A em- breagem centrífuga 102 conecta entre a polia acionada 101b e o eixo intermediário 104c para transmitir rotação da polia acionada 101b para o eixo de roda traseira 104b. A correia V 103 é estirada entre a polia de acionamento 101a e a polia acionada 101b.
A ventoinha de resfriamento 105 é disposta late- ralmente de e para a esquerda da polia de acionamento 101a na direção de largura do veículo a ser formada integral à polia de acionamento 101a. A ventoinha de resfriamento 105 gira pelo que ar exterior é conduzido para dentro da unidade de transmissão 60.
O orifício de admissão 81 é formado na cobertura interna 80a para a esquerda da ventoinha de resfriamento 105 na direção de largura de veículo. O orifício de admissão 81 compreende uma pluralidade de furos de admissão (não mostra- dos) . Elementos limpadores de ar 81a são montados nos res- pectivos furos de admissão. Os elementos limpadores de ar 81a desse modo montados evitam que poeira no ar exterior in- vada a unidade de transmissão 60. Isto é, a função de limpa- dor de ar é incorporada no orifício de admissão 81.
O orifício de passagem de ar 82 é formado em uma porção superior de uma extremidade traseira da cobertura in- terna 80a. Um ar exterior tendo resfriado a transmissão do tipo correia V 65, é descarregado para dentro do conduto de descarga 84 a partir do orifício passagem de ar 82.
O orifício de descarga 83 é formado em uma porção inferior de uma extremidade traseira da cobertura externa 80b. Um ar exterior descarregado a partir do orifício de passagem de ar 82 é descarregado a partir do orifício de descarga 83 através do conduto de descarga 84.
Por conseguinte, o conduto de descarga 84 compre- ende o orifício de descarga 83 e o orifício de passagem de ar 82 disposto na outra extremidade acima do orifício de descarga 83. A estrutura do conduto de descarga 84 será des- crita abaixo em detalhe. 2-1 Estrutura do conduto de admissão 90 A estrutura do conduto de admissão 90 sendo uma porção, que constitui uma característica da invenção, será descrita em detalhe com referência às figuras 2 a 4. Como mostrado na figura 2, o conduto de admissão 90 compreende uma primeira porção de conduto de admissão 91 e uma segunda porção de conduto de admissão 92. A figura 4 mostra um ar- ranjo da primeira porção de conduto de admissão 91 e o motor 70 como visto a partir da parte dianteira. A segunda porção de conduto de admissão 92 flexio- na para dentro na direção de largura de veículo para ser co- nectada à primeira porção de conduto de admissão 91. 2-1-1 Estrutura da primeira porção de conduto de admissão 91
Como mostrado na figura 2, a primeira porção de conduto de admissão 91 compreende um conduto de resina 91b, um conduto de borracha 91c, e uma primeira porção flexionada 91d, que são conectadas nessa ordem a uma seguinte. Um ori- fício de admissão de conduto 91a é formado em uma extremida- de dianteira do conduto de resina 91b para permitir que ar exterior seja tirado do orifício de admissão de conduto 91a.
O conduto de resina 91b é disposto para a esquerda do motor 70 na direção de largura do veículo. Como mostrado nas figuras 3 e 4, uma extremidade inferior do conduto de resina 91b é atarraxada em uma extremidade superior, esquer- da do motor 70 na direção de largura do veículo. Também, co- mo mostrado na figura 2, a extremidade frontal do conduto de resina 91b é disposta para frente de uma extremidade dian- teira de uma câmara de combustão 71 no motor 70. Ar exterior tirado do orifício de admissão de conduto 9a flui no conduto de borracha 91c conectado a uma porção traseira do conduto de resina 91b para ser orientado em direção à primeira por- ção flexionada 91d. Isto é, ar exterior flui para trás na primeira porção de conduto de admissão 91.
A primeira porção flexionada 91d é disposta obli- quamente para cima da extremidade dianteira da unidade de transmissão 60. Isto é, a primeira porção flexionada 91d é disposta para frente e obliquamente para cima da polia de acionamento IOla com a cobertura interna 80a entre as mes- mas. Também, a primeira porção flexionada 91d é conectada ao conduto de borracha 91c. Uma parede interna da primeira por- ção flexionada 9Id é substancialmente perpendicular a uma direção (isto é, para trás) de um ar exterior, que flui no conduto de borracha 91c para ser orientado em direção à pri- meira porção flexionada 91d. Por conseguinte, ar exterior que flui no conduto de borracha 91c é flexionado para a es- querda ao longo da parede interna da primeira porção flexio- nada 91d na direção de largura do veículo. O ar exterior flexionado para a esquerda na direção de largura do veículo é dirigido para a segunda porção de conduto de admissão 92.
Uma extremidade esquerda da primeira porção de conduto de admissão 91, que tem essa estrutura, na direção de largura de veículo, é fornecida para a direita daquela extremidade da ventoinha de resfriamento 105, a qual está para a esquerda na direção da largura de veículo, na direção de largura do veículo. Especificamente, como mostrado na fi- gura 2, uma extremidade externa da primeira porção flexiona- da 91d da primeira porção de conduto de admissão 91 é forne- cida para a direita de uma extremidade esquerda (linha α na figura) da ventoinha de resfriamento 105 na direção de Iar- gura de veículo. Isto é, um limite entre a primeira porção de conduto de admissão 91 e a segunda porção de conduto de admissão 92 é para dentro da linha α na direção de largura do veículo.
2-1-2 Estrutura da segunda porção de conduto de admissão 92
A segunda porção de conduto de admissão 92 compre- ende porção flexionada 92a e uma porção conectada de orifí- cio de admissão 92b.
A segunda porção flexionada 92a é contígua a e pa- ra a esquerda da primeira porção flexionada 91d na direção de largura do veículo. Por conseguinte, ar exterior que flui para a esquerda flui para dentro da segunda porção flexiona- da 92a a partir da primeira porção flexionada 91d. Uma pare- de interna da s egunda porção flexionada 92a é subs tancial- mente perpendicular a uma direção (isto é, para a esquerda) de ar exterior, que flui para dentro da segunda porção fle- xionada 92a. Por conseguinte, ar exterior que flui para den- tro da segunda porção flexionada 92a é flexionado para trás ao longo da parede interna da segunda porção flexionada 92a. Ar exterior flexionado para trás é dirigido para a porção conectada de orifício de admissão 92b.
A porção conectada de orifício de admissão 92b é disposta para a esquerda do orifício de admissão 81, que é fornecido na unidade de transmissão 60 (a cobertura interna 80a da mesma), na direção de largura do veículo. Isto é, um ar exterior que flui para dentro da porção conectada de ori- fício de admissão 91b é descarregado para dentro da unidade de transmissão 60 através do orifício de admissão 81. Além disso, o ar exterior que flui para dentro da porção conecta- da de orifício de admissão 92b também é descarregado entre a cobertura interna 80a e a cobertura externa 80b, que serão descritas posteriormente. 2-2 Efeito de função O conduto de admissão 90, de acordo com a modali- dade, compreende a primeira porção de duto de admissão 91, através da qual ar exterior é aspirado, e a segunda porção de conduto de admissão 92 conectada ao orifício de admissão 81 e flexionada para dentro na direção de largura de veículo para ser conectada à primeira porção de conduto de admissão 91, e uma extremidade externa da primeira porção de conduto de admissão 91 é fornecida para dentro de uma extremidade externa da ventoinha de resfriamento 105 na direção de Iar- gura de veiculo.
Por conseguinte, o descanso de pés tandem 55 para um passageiro na garupa pode ser disposto para dentro na di- reção de largura de veículo, de modo que é possível melhorar a qualidade de colocar os pés para o passageiro na garupa. Além disso, uma vez que não necessidade de diminu- ir um diâmetro do conduto de admissão 90 para tornar uma largura de veículo pequena, é possível assegurar uma quanti- dade de admissão suficiente de um ar exterior. Conseqüente- mente, é possível assegurar a qualidade de resfriamento para a transmissão do tipo de correia V 65.
Além disso, uma vez que ar exterior que passa para dentro da direção de largura de veículo contém menos poeira, é possível suprimir obstrução dos elementos limpadores de ar 81a montados no orifício de admissão 81 devido à poeira. Conseqüentemente, é possível melhorar a qualidade de resfri- amento para a transmissão do tipo de correia V 65.
A primeira porção de conduto de admissão 91 forne- cida no conduto de admissão 90, de acordo com a modalidade, compreende o orifício de admissão de conduto 91a na extremi- dade frontal da primeira porção de conduto de admissão 91 em uma direção longitudinal da motocicleta 10, o orifício de admissão de conduto 91a sendo fornecido para frente da ex- tremidade dianteira da câmara de combustão 71 no motor 70 na direção longitudinal da motocicleta 10.
Por conseguinte, o conduto de admissão 90 pode re- ceber ar exterior não aquecido por calor gerado a partir do motor 70 na proximidade da câmara de combustão 71. Conse- qüentemente, é possível melhorar a qualidade de resfriamento para a transmissão do tipo de correia V 65.
0 conduto de admissão 90, de acordo com a modali- dade , compreende porções f1exionadas (9Ib, 92a) e paredes internas das porções flexionadas são substancialmente per- pendiculares a uma direção de ar exterior, que flui no con- duto de admissão 90 para ser dirigido em direção às porções flexionadas.
Por conseguinte, uma vez que ar exterior é flexio- nado ao longo das paredes internas das porções flexionadas, conteúdos de água e poeira no ar exterior são induzidos a aderirem nas paredes internas das porções flexionadas e des- se modo é possível receber ar exterior contendo menos teor de água e poeira. Além disso, enquanto um ar exterior que flui para dentro é diminuído na velocidade de fluxo, é pos- sível assegurar uma taxa de fluxo suficiente de um ar exte- rior .
Como descrito acima, com essa motocicleta 10, en- quanto limita uma largura de veículo no caso da provisão da transmissão do tipo de correia V 65, é possível assegurar a qualidade de resfriamento para a transmissão do tipo de cor- reia V 65.
3-1 Estrutura do conduto de descarga 84 A estrutura do conduto de descarga 84 sendo uma porção, que constitui uma característica da invenção, será descrita em detalhe com referência à figura 5. A figura 5 é uma vista em seção transversal, lateral tomada ao longo da linha F2-F2 na figura 2. Isto é, a figura 5 é uma vista em seção transversal lateral que passa por uma primeira nervura que lança água e uma segunda nervura que lança água do con- duto de descarga 84 ao longo de um lado da cobertura de transmissão 80 na direção de largura do veículo.
0 conduto de descarga 84 é um conduto conectando entre o orifício de passagem de ar 82 formado na porção su- perior da extremidade traseira da cobertura interna 80a e orifício de descarga 83 formado na porção inferior da extre- midade traseira da cobertura externa 80b. Uma parede interna dianteira do conduto de descarga 84 em uma direção longitu- dinal do corpo de veículo é formada a partir da cobertura interna 80a e uma parede interna traseira da mesma é formada a partir da cobertura externa 80b.
Um ar exterior tendo resfriado a unidade de trans- missão 60 é descarregado para dentro do conduto de descarga 84 a partir do orifício de passagem de ar 82. O ar exterior como descarregado, é descarregado através do conduto de des- carga 84 a partir do orifício de descarga 83. O conduto de descarga 84 compreende uma primeira nervura que lança água 84a, uma segunda nervura que lança água 84b, uma primeira nervura refratária à água 84c, e uma segunda nervura refratária à água 84d. A primeira nervura que lança água 84a, a segunda nervura que lança água 84b, e a primeira nervura refratária à água 84c se projetam em di- reção a um centro do conduto de descarga 84 a partir da pa- rede interna do conduto de descarga 84. Além disso, a segun- da nervura refratária à água 84d é fornecida em uma porção oca do conduto de descarga 84. Aqui, "nervura que lança água" mencionada no rela- tório descritivo do presente pedido significa uma nervura, que suprime a elevação de água ao longo da parede interna do conduto de descarga 84 a partir do orifício de descarga 83 para evitar que a água invada a unidade de transmissão 60. Além disso, "nervura refratária à água" mencionada no rela tório descritivo do presente pedido significa uma nervura, que interrompe água que entra diretamente no conduto de des- carga 84 a partir do orifício de descarga 83 para evitar que água invada a unidade de transmissão 60.
3-1-1 Estrutura de nervuras respectivas A primeira nervura que lança água 84a estende-se para baixo a partir de uma posição predeterminada em uma pa- rede interna traseira (isto é, a cobertura externa 80b). Uma extremidade de ponta da primeira nervura que lança água 84a em direção ao centro do conduto de descarga 84 é disposta abaixo do orifício de passagem de ar 82. Especificamente, como mostrado na figura 5, a primeira nervura que lança água 84a estende-se para baixo da linha β, que indica uma posição extrema superior do orifício de passagem de ar 82, a partir de cima da cobertura externa 80b. Por conseguinte, água se elevando a partir de uina parede interna da cobertura externa 80b é suprimida abaixo do orifício de passagem de ar 82, de modo que não invade a unidade de transmissão 60 a partir do orifício de passagem de ar 82.
A segunda nervura que lança água 84b estende-se em direção ao centro do conduto de descarga 84 a partir de uma posição predeterminada em uma parede interna, dianteira (is- to é, a cobertura interna 80a) . Isto é, a segunda nervura que lança água 84b é fornecida na parede interna oposta à primeira nervura que lança água 84a. Por conseguinte, água se elevando ao longo da parede interna definida pela cober- tura interna 80a é suprimida abaixo do orifício de passagem de ar 82, de modo que não invade a unidade de transmissão 60 a partir do orifício de passagem de ar 82.
Extensões da primeira nervura que lança água 84a e segunda nervura que lança água 84b podem ser ajustadas nesse ponto, pelo que a água em elevação pode ser suprimida, e até tal limite, até o qual o conduto de descarga 84 não é dimi- nuído em eficiência de descarga.
Além disso, a primeira nervura refratária à água 84c estende-se em direção ao centro do conduto de descarga 84 a partir de uma extremidade traseira do orifício de des- carga 83. A primeira nervura refratária à água 84c de acordo com a modalidade está em contato com a extremidade traseira do orifício de descarga 83, porém, pode ser separada a par- tir da mesma.
A segunda nervura refratária à água 84d é disposta separadamente a partir da parede interna do conduto de des- carga 84, a primeira nervura que lança água 84a, a segunda nervura que lança água 84b, e a primeira nervura refratária à água 84c na porção oca do conduto de descarga 84.
A primeira nervura refratária à água 84c e a se- gunda nervura refratária à água 84d são dispostas em posi- ções apropriadas para permitir interrupção de água que entra diretamente no conduto de descarga 84 a partir do orifício de descarga 83, ou levando a água para a primeira nervura que lança água 84c ou segunda nervura que lança água 84b.
3-1-2 Relação posicionai de nervuras respectivas
E necessário que as respectivas nervuras sejam dispostas em posições apropriadas para cooperarem juntas a fim de permitir interrupção de água que invade a partir do orifício de descarga 83. Essas posições apropriadas, nas quais as respectivas nervuras são dispostas, serão descritas abaixo com referência à figura 5. Além disso, "em direção a um centro" e "em direção a uma parede interna", respectiva- mente, nas descrições são relacionadas ao conduto de descar- ga 84.
A primeira nervura que lança água 84a é fornecida em uma parede interna (uma parede interna, traseira na figu- ra 5) oposta à segunda nervura que lança água 84b.
A primeira nervura refratária à água 84c é forne- cida abaixo da segunda nervura refratária à água 84d.
Uma extremidade da primeira nervura refratária à água 84c em direção a uma parede interna intercepta uma pri- meira linha de referência γ conectando entre uma extremidade de ponta da primeira nervura que lança de água 84a em dire- ção a um centro e uma extremidade traseira do orifício de descarga 83 (ponto de interseção 1). Uma extremidade da segunda nervura refratária à água 84d em direção a uma parede interna intercepta uma se- gunda linha de referência 6 conectando entre uma extremidade de ponta da segunda nervura que lança de água 84b em direção a um centro e a outra extremidade dianteira do orifício de descarga 83 (ponto de interseção 2).
A outra extremidade da segunda nervura refratária à água 84d em direção a um centro intercepta uma terceira linha de referência ε conectando entre a extremidade de pon- ta da primeira nervura que lança água 84a em direção a um centro e a outra extremidade da primeira nervura refratária à água 84c em direção a um centro (ponto de interseção 3).
Aqui, a primeira linha de referência γ e a segunda linha de referência 6 não interceptam entre si. Isto é, a primeira nervura que lança água 84a e a primeira nervura re- fratária à água 84c são emparelhadas e fornecidas em uma pa- rede interna do conduto de descarga 84, e a segunda nervura que lança de água 84b e segunda nervura refratária à água 84d são emparelhadas e fornecidas na outra parede interna do conduto de descarga 84.
Também, com o conduto de descarga 84 de acordo com a modalidade, uma folga definida pela primeira nervura re- fratária à água 84c e segunda nervura refratária à água 84d é igual ou maior em área em seção transversal do que o ori- fício de descarga 83. Isto é, gases, que pode passar através da folga por tempo unitário, são maiores em volume do que os gases, que podem passar através do orifício de descarga 83 por tempo unitário. Embora a estrutura na qual a primeira nervura re- fratária à água 84c e segunda nervura refratária à água 84d são separadas entre si, foi descrita, a primeira nervura re- fratária à água 84c e segunda nervura refratária à água 84d podem ser feitas integrais. Nesse caso, um arranjo é feito de tal modo que uma folga entre a nervura refratária à água integral e parede interna do conduto de descarga 84 é igual ou maior em área em seção transversal do que o orifício de descarga 83.
3-2Efeito de função Com o conduto de descarga 84, de aco-rdo com a mo- dalidade, a primeira nervura que lança água 84a, a segunda nervura que lança água 84b, a primeira nervura refratária à água 84c, e a segunda nervura refratária à água 84d são dis- postas em posições apropriadas. Também com o conduto de des- carga 84, de acordo com a modalidade, a folga definida pela primeira nervura refratária à água 84c e segunda nervura re- fratária à água 84d é maior em área seção transversal do que o orifício de descarga 83.
Por conseguinte, é possível interromper eficazmen- te água que invade a partir do orifício de descarga 83. Es- pecificamente, a primeira nervura que lança 84a e segunda nervura que lança 84b podem suprimir a água que se eleva ao longo da parede interna do conduto de descarga 84 a partir do orifício de descarga 83, e a primeira nervura refratária à água 84c e a segunda nervura refratária à água 84d podem interromper água salpicada e que invade o conduto de descar- ga 84 a partir do orifício de descarga 83. Também, uma vez que a folga definida pela primeira nervura refratária à água 84c e segunda nervura refratária à água 84d é maior em área em seção transversal do que o ori- fício de descarga 83, é possível assegurar a eficiência de descarga para um ar exterior. Conseqüentemente, ar exterior não permanece na unidade de transmissão 60 porém é possível eficientemente esfriar a transmissão do tipo de correia V 65.
Como descrito acima, com a motocicleta 10, no caso da provisão de uma unidade de transmissão fornecida com a transmissão do tipo de correia V 65, é possível reduzir água salpicada e que invade a unidade de transmissão a partir de um orifício de descarga enquanto assegura a eficiência de descarga para a unidade de transmissão. 4-1 Resfriamento de ar entre cobertura interna 80a cobertura externa 80b
Subseqüentemente, resfriamento de ar entre a co- bertura interna 80a e cobertura externa 80b, será descrito com referência às figuras 1 e 2. De acordo com a modalidade, para isolar um som de direção gerado a partir da transmissão do tipo de correia V 65, a cobertura de transmissão 80 é es- trutura de tal modo que um material de uretano para isola- mento de som é disposto entre a cobertura interna 80a e a cobertura externa 80b. Uma vez que tal cobertura de trans- missão 80 é baixa em dissipação de calor, é necessário es- friar o interior da cobertura de transmissão 80 para assegu- rar uma eficiência de esfriamento na unidade de transmissão 60.
Posteriormente, é adotada uma construção, na qual a porção conectada de orifício de admissão 92b fornecida na segunda porção de conduto de admissão 92 também conecta en- tre a cobertura interna 80a e a cobertura externa 80b. Isto é, a porção conectada de orifício de admissão 92b permite que ar exterior seja descarregado também para dentro da co- bertura de transmissão 80. Como mostrado na figura 2, ar ex- terior tendo resfriado o interior da cobertura de transmis- são 80 é descarregado a partir do orifício de descarga 83.
4-2 Efeito de função
O conduto de admissão 90, de acordo com a modali- dade, permite que ar exterior flua entre a cobertura interna 80a e cobertura externa 80b. Por fazer com que ar exterior flua na cobertura de transmissão 80, é possível evitar uma diminuição em dissipação de calor da cobertura de transmis- são 80. Conseqüentemente, é possível assegurar eficiência de resfriamento na unidade de transmissão 60. Outras modalidades Como descrito acima, embora o conteúdo da invenção tenha sido revelado por intermédio de uma modalidade da in- venção, não deve ser entendido que a invenção é limitada pe- las descrições e desenhos, que constituem uma parte da reve- lação. A revelação tornará várias modalidades alternativas evidentes para aqueles versados na técnica.
Por exemplo, não importa se a função de limpador de ar não for incorporada no orifício de admissão 81.
Além disso, embora a construção, na qual a trans- missão do tipo de correia V 65 é provida à esquerda da moto- cicleta 10, tenha sido descrita, a construção pode ser in- corporada de modo semeIhante mesmo à direita mudando um da esquerda e direita para a outra do mesmo.
Desse modo, evidentemente, a invenção inclui vá- rias modalidades não descritas aqui. Por conseguinte, o es- copo técnico da invenção é determinado somente pelos assun- tos especificados inventivos relacionados às reivindicações que são apropriadas a partir das descrições acima.

Claims (6)

REIVINDICAÇÕES
1. Veículo do tipo de montar, CARACTERIZADO por compreender uma cobertura de transmissão, que cobre uma po- lia de acionamento, uma polia acionada, uma correia, e uma ventoinha de resfriamento, e um conduto de admissão forneci- do em uma direção longitudinal do veículo, e em que a ventoinha de resfriamento é fornecida pa- ra fora da polia de acionamento em uma direção de largura do veículo, a cobertura de transmissão inclui um orifício de admissão é fornecida para fora da ventoinha de resfriamento na direção de largura do veículo e um orifício de descarga, através do qual ar exterior aspirado a partir do orifício de admissão é descarregado, o conduto de admissão compreende uma primeira por- ção de conduto de admissão, através do qual o ar exterior é aspirado, e uma segunda porção de conduto de admissão conec- tada ao orifício de admissão, a segunda porção de conduto de admissão é flexio- nada para dentro na direção de largura do veículo para ser conectada a primeira porção de conduto, e uma extremidade externa da primeira porção de con- duto de admissão na direção de largura do veículo é forneci- da para dentro daquela extremidade da ventoinha de resfria- mento, que é para fora na direção de largura do veículo, na direção de largura do veículo.
2.Veículo do tipo de montar, de acordo com a rei- vindicação 1, CARACTERIZADO por compreender ainda um motor, que aciona a polia de acionamento e, em que o motor compreende uma câmara de combustão, na qual um combustível queima, a frente da cobertura de transmissão em uma direção longitudinal do veículo do tipo de montar, a primeira porção de conduto de admissão inclui um orifício de admissão de conduto em uma extremidade dianteira da primeira porção de conduto de admissão na direção longi- tudinal do veículo do tipo de montar, e o orifício de admissão de conduto é fornecido à frente de uma extremidade dianteira da câmara de combustão na direção longitudinal do veículo do tipo de montar.
3. Veículo do tipo de montar, de acordo com a rei- vindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o conduto de admissão compreende uma porção flexionada, e uma parede interna da porção flexionada é substan- cialmente perpendicular a uma direção de ar exterior, que flui no conduto de admissão para ser dirigido em direção à porção flexionada.
4. Veículo do tipo de montar, de acordo com a rei- vindicação 2, CARACTERIZADO por compreender ainda uma roda traseira girada pela polia acionada, e em que o orifício de descarga e o orifício de ad- missão de conduto são fornecidos acima de um centro da roda traseira, como visto em vista lateral do veículo do tipo de montar.
5. Veículo do tipo de montar CARACTERIZADO por compreender uma cobertura de transmissão, que cobre uma po- lia de acionamento, uma polia acionada, uma correia, e um conduto de descarga, e em que a cobertura de transmissão compreende um orifício de admissão, através do qual um ar exterior é aspi- rado, e um orifício de descarga, através do qual o ar exte- rior aspirado é descarregado, o conduto de descarga compreende o orifício de descarga em uma extremidade do mesmo, um orifício de passa- gem de ar disposto na outra extremidade do mesmo acima do orifício de descarga, uma primeira nervura que lança água, uma segunda nervura que lança água, uma primeira nervura re- fratária à água, e uma segunda nervura refratária à água, cujas nervuras· se projetam em uma parede interna do conduto de descarga, a primeira nervura que lança água é fornecida na parede interna oposta à segunda nervura que lança água, a primeira nervura refratária à água é fornecida abaixo da segunda nervura refratária a água, em uma seção transversal do conduto de descarga a partir de um lado que passa através da primeira nervura que lança água e segunda nervura que lança água ao longo de um lado da cobertura de transmissão em uma direção de largura do veículo, uma extremidade da primeira nervura refratária à água intercepta uma primeira linha de referência conectando entre uma extremidade de ponta da primeira nervura que lança água em direção a um centro do conduto de descarga e uma ex- tremidade do orifício de descarga em uma direção longitudi- nal do veículo do tipo de montar, uma extremidade da segunda nervura refratária à água intercepta uma segunda linha de referência conectando entre uma extremidade de ponta da segunda nervura que lança água em direção ao centro do conduto de descarga e a outra extremidade do orifício de descarga na direção longitudinal do veículo do tipo de montar, a outra extremidade da segunda nervura refratária à água intercepta uma terceira linha de referência conectan- do entre a extremidade de ponta da primeira nervura que lan- ça água em direção ao centro do conduto de descarga e a ou- tra extremidade da primeira nervura refratária à água, e a primeira linha de referência e a segunda linha de referência não interceptam entre si.
6. Veículo do tipo de montar, de acordo com a rei- vindicação 5, CARACTERIZADO pelo fato de que o conduto de descarga que passa através da primeira nervura refratária à água e da segunda nervura refratária à água é igual, ou mai- or, na área em seção transversal do que o orifício de des- carga.
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