BRPI0804450A2 - acabadora de concreto, sistemas de direcionamento da mesma e método de acabamento de concreto - Google Patents

acabadora de concreto, sistemas de direcionamento da mesma e método de acabamento de concreto Download PDF

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BRPI0804450A2
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concrete
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Roberto Berritta
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Abstract

Acabadora de Concreto, Sistemas de Direcionamento da Mesma e Método de Acabamento de Concreto. Uma acabadora de concreto autopropulsada tem um sistema de direcionamento que contraria uma parte da carga associada à manipulação do operador de um punho de direcionamento. Uma ligação de direcionamento conecta o punho de direcionamento a uma montagem de rotor. Um mecanismo de ajuda de direcionamento, que inclui, de preferência, uma barra de torção ou uma mola, impõe uma pré-carga sobre a ligação de direcionamento para reduzir as forças de atuação sobre o punho. O mecanismo de ajuda de direcionamento reduz as forças de retenção sobre o punho, exigidas para manter o punho numa posição particular, depois de mover o punho para essa posição, a menos do que aproximadamente 9 quilogramas ao longo do curso do punho operacional.

Description

"Acabadora de Concreto, Sistemas de Direcionamento da Mesmae Método de Acabamento de Concreto"
Relatório Descritivo
Antecedentes da Invenção
1 - Campo da Invenção
A invenção relaciona-se em geral com acabadora deconcretos e, mais particularmente, com um sistema de direcionamentopara acabadoras de finalização que suportam um operador durante ouso, isto é acabadoras de montar.
2 - Descrição da Técnica Correlata
Uma variedade de máquinas está disponível paraalisamento ou acabamento de concreto úmido. Estas máquinas variamdesde simples acabadoras de mão a acabadoras guiadas por trás, atéacabadoras de montar auto-propelidas. Não importando o modo deoperação dessas acabadoras, as acabadoras acionadas incluemgeralmente de um a três rotores que giram em relação à superfície doconcreto. As acabadoras de montar conseguem dar acabamento agrandes seções de concreto mais rápida e eficazmente do que asacabadoras de finalização empurradas manualmente ou guiadas à mãoou de guiar por trás. A presente invenção é direcionada paraacabadoras de montar.
Mais particularmente, a invenção relaciona-se com umaacabadora de concreto, tal como uma acabadora de montar, tendomontagens de rotor que podem ser desviadas para uma operação dedireção. As acabadoras de montar de finalização de concreto deste tipoincluem tipicamente uma armação tendo uma gaiola que geralmenteinclui duas e, às vezes, três ou mais montagens de rotor. Cadamontagem de rotor inclui um eixo dirigido e uma pluralidade delâminas de acabadora, montadas e estendendo-se radialmente para foraa partir da extremidade inferior do eixo acionado. Os eixos acionadosdas montagens de rotor são acionados por um ou mais motoresmontados sobre a armação e tipicamente ligados aos eixos acionadospor caixas de engrenagens das montagens de rotor respectivas.
O peso da acabadora de finalização, incluindo o operador, étransmitido por fricção para a superfície do concreto pelas lâminasrotativas, alisando, assim, a superfície do concreto. A inclinação daslâminas individuais pode ser alterada em relação aos eixos acionadosvia operação de uma alavanca e/ou sistema de ligação durante o uso damáquina. Essa montagem permite que o operador ajuste a inclinaçãoda lâmina durante a operação da acabadora acionada. Comocomumente entendido, o ajuste da inclinação das lâminas altera apressão aplicada à superfície que está sendo acabada pela máquina.Este ajuste da inclinação das lâminas permite que sejam ajustadas ascaracterísticas de acabamento da máquina. Por exemplo, numaoperação de acabamento ideal, o operador primeiro realiza umaoperação de "flutuação" inicial em que as lâminas são operadas abaixas velocidades (da ordem de cerca de 30 rpm) mas sob torqueelevado. Depois, o concreto é deixado curar durante outros 15 minutosaté meia hora e a máquina é operada a velocidades progressivamentecrescentes e aumenta progressivamente a inclinação das lâminas até àrealização de uma operação de acabamento ou "queima" à maiorvelocidade possível - de preferência, acima de cerca de 150 rpm e atémais ou menos 200 rpm.
As montagens de rotor das acabadoras de montar podemtambém ser inclinadas em relação à vertical para propósitos dedirecionamento. Inclinando as montagens de rotor, o operador podeutilizar as forças de fricção impostas sobre as lâminas pela superfície doconcreto para propelir o veículo. Em geral, o veículo deslocar-se-ánuma direção perpendicular à direção de inclinação do eixo acionado.Especificamente, inclinar a montagem de rotor a partir de um lado parao outro e da frente para a traseira guia o veículo nas direçõesdianteira/posterior e esquerda/direita, respectivamente. Também écomumente entendido que, no caso de uma acabadora de montar tendoduas montagens de rotor, os eixos acionados de ambas as montagensde rotor devem ser inclináveis de um lado para o outro para o controleda direção dianteira/posterior, enquanto apenas o eixo direcionado deuma das montagens de rotor precisa ser inclinado para frente e paratrás para o controle da direção esquerda/direita.
Muitas montagens de direção são operadas mecanicamente.Estas montagens incluem tipicamente dois manípulos de controle dedirecionamento montados adjacentes ao assento do operador aacessíveis pela mão esquerda e mão direita do operador,respectivamente. Cada alavanca está acoplada, via montagem deligação mecânica, a uma caixa de engrenagens pivotável de umamontagem de rotor associada. O operador guia o veículo inclinando asalavancas para a frente e para trás e de um lado para o outro lado parainclinar as caixas de engrenagens de um lado para o outro lado e dafrente para atrás, respectivamente. Montagens de direcionamento destetipo são descritas, por exemplo, na Patente US 4.046.484 para Holz ena Patente US 5.108.220 para Allen e colaboradores.
As montagens de controle de direção operadamecanicamente do tipo descrito nas Patentes de Holz e Allen ecolaboradores são algo difíceis de operar, porque exigem a imposição deuma força física significativa pelo operador tanto para mover omanipulo para uma posição particular como para retê-las naquelaposição. O manipulo típico de controle de direcionamento exige 10-20quilogramas de força para operar, quer na sua direção de frente paratrás, quer na sua direção de um lado para o outro lado. A maioria dosoperadores experimenta fadiga quando exercem estas forças,particularmente quando se considera que o operador deve exibir estasforças continuamente ou quase continuamente durante várias horas decada vez com pequeno ou nenhum repouso. A fadiga de operador éparticularmente problemática com respeito a movimentos de um ladopara o outro, que, devido à ergonomia das máquinas, sãoconsideravelmente mais difíceis para os operadores imporem do que osmovimentos para a frente e para trás.
Têm sido feitas propostas para substituir as montagens decontrole de direção tradicionais mecanicamente operadas de umamáquina de acabamento de concreto por montagens acionadas porpotência. Por exemplo, Whiteman Industries, Inc., de Carson,Califórnia, introduziu uma acabadora de montar acionada por meioshidráulicos guiada sob o seu noma comercial "HTS-Series". Estamáquina é hidrostaticamente dirigida via bombas hidrostáticas que sãoacionadas pelo motor da máquina e que suprem fluido hidráulicopressurizado tanto para os motores hidráulicos das montagens de rotorcomo para os cilindros de direção hidráulica que inclinam os eixosacionados das montagens de rotor. As montagens de direção sãocontroladas por joysticks montados na plataforma do operadoradjacente à cadeira do operador. Estes joysticks são mais fáceis deoperar do que as alavancas mecânicas tradicionais. O operador,portanto, não experimenta a fadiga experimentada por operadores demáquinas tradicionais, mecanicamente dirigidas.
Uma acabadora de concreto, hidrostaticamentedirecionada, embora superior a respeito de alguns aspectos a umamáquina mecanicamente dirigida, apresenta os seus própriosinconvenientes e desvantagens. Por exemplo, a bomba hidrostática, omotor hidráulico, os cilindros de direcionamento e dispositivoshidráulicos associados tornam a máquina muito pesada.Conseqüentemente, mesmo com as lâminas ajustadas em suainclinação mínima para distribuir o peso da máquina sobre uma áreamáxima, o operador deve deixar o concreto curar durante mais tempodo que de outra forma seria necessário, antes que ele ou ela possarealizar a operação de acabamento inicial, assim chamada de"flutuante". Esta demora dificulta uma operação de acabamento porquedeixa o operador com menos tempo para finalizar o concreto. Alémdisso, o sistema hidráulico complexo exigido por máquinashidrostaticamente dirigidas é propenso a vazamentos. Osderramamentos de óleo sobre concreto fresco são, obviamente,indesejáveis. Por fim, as máquinas dirigidas hidrostaticamente sãoconsideravelmente mais caras do que as máquinas dirigidasmanualmente devido aos motores hidráulicos relativamente grandes ecaros, válvulas etc.
Conseqüentemente, existe uma necessidade de um sistemade direcionamento de acabadora de montar de finalização de concretoque não aumente desnecessariamente o peso da máquina e ainda exijamenos esforço de direcionamento do que as máquinas previamente-conhecidas manualmente guiadas. É ainda desejado proporcionar umsistema de direcionamento de acabadora de montar que possa serimplementado em várias configurações de máquina, assim comotambém uma que seja relativamente simples de operar, econômica deproduzir e simples de manter.
Sumário da Invenção
A presente invenção proporciona uma acabadora acionadade finalização de concreto que supere uma ou mais das desvantagensacima mencionadas. Um sistema de direcionamento de acordo com umaspecto da invenção inclui um sistema de direcionamento que sejarelativamente simples, leve e econômico.
Outro aspecto da invenção é proporcionar uma acabadoraacionada de finalização de concreto que satisfaça o primeiro aspectoprincipal e que elimine substancialmente ou pelo menos reduzasignificativamente a fadiga do operador.
Ainda outro aspecto da invenção é proporcionar umaacabadora acionada de finalização de concreto que satisfaça o primeiroaspecto e que não exija fluidos pressurizados nem de outra formacontidos para sua operação e, conseqüentemente, exiba possibilidadereduzida de derramamentos de fluidos, quando comparada comsistemas que exigem fluidos pressurizados para sua operação.
Um ou mais destes aspectos são realizados por um sistemade direcionamento para uma acabadora acionada que inclui ummecanismo de assistência ao direcionamento que impõe uma pré-cargasobre a ligação de direcionamento para reduzir as forças de atuaçãosobre o manipulo, exigidas para deslocar o manipulo para uma posiçãoparticular. O mecanismo de ajuda de direcionamento também reduz asforças de retenção sobre o manipulo, exigidas para manter o manipulonuma posição particular depois de mover o manipulo para aquelaposição, a menos do que aproximadamente 10 quilogramas ao longo docurso operacional do manipulo. De fato, têm sido demonstrados comsucesso sistemas que reduzem as forças de retenção máximas a menosdo que 7 quilogramas e até a cerca de 5 quilogramas. Numamodalidade, uma ligação de desvio está encaixada na ligação dedirecionamento e estende-se a partir de uma barra de torção entreextremidades geralmente opostas da barra de torção. Uma ligação decarga é conectada à barra de torção e dá uma pré-carga na barra detorção de tal forma que a barra de torção carrega uma parte da cargaassociada com a inclinação da montagem de rotor.
Outro aspecto da invenção relaciona-se com umaacabadora de concreto tendo primeira montagem e segunda montagemde rotor fixadas numa armação. Cada montagem de rotor inclui umeixo construído para suportar várias lâminas. Um motor dirige o eixodas montagens de rotor de tal forma que cada uma das lâminas giraatravés de uma superfície do concreto. Uma ligação de direcionamentoestá operativamente conectada às montagens de rotor para inclinar amontagem de rotor em relação à armação. O primeiro e o segundomanípulos, cada um dos quais está acoplado a uma montagem de rotorassociada, pode ser operado através de um curso operacional que variadesde uma posição neutra em que o eixo do rotor associado se estendeverticalmente até uma posição de curso máximo em que o eixo damontagem de rotor associada é inclinado de uma quantidade máximapossível. O primeiro e o segundo mecanismos de ajuda dedirecionamentos, cada um dos quais está acoplado a uma ligação dedirecionamento associada, reduzem as forças de retenção sobre omanipulo associadas exigidas para segurar o manipulo associado numaposição particular, depois de deslocar o manipulo para aquela posição, a menos do que aproximadamente 6,7 quilogramas ao longo do cursodo manipulo operacional.
Um aspecto adicional da invenção descreve um sistema dedirecionamento de acabadora de montar tendo uma barra de torção,uma alavanca de carga, uma barra de direção e uma alavanca detransferência. A barra de direção é suportada por uma armação deuma acabadora e é rotativo em relação a ela. A alavanca de carga éconectada à barra de torção e a alavanca de transferência estende-se apartir da barra de torção e é montada de forma a se ligar à barra dedireção. O sistema de direcionamento inclui uma montagem deengrenagem disposta entre a alavanca de transferência e a barra dedireção para isolar seletivamente uma carga da barra de torção a partirda rotação da barra de direção.
Ainda outro aspecto da invenção reside num método dedirigir manualmente uma acabadora de montar com esforço do operador reduzido em comparação com o que é exigido para acabadorasde montar previamente conhecidas.Estes e outros aspectos, vantagens e características dainvenção ficarão evidentes para aquela pessoa qualificada na técnica apartir da descrição detalhada e os desenhos anexos. Deve ficarentendido, porém, que a descrição detalhada e os desenhos anexos,embora indiquem modalidades preferidas da presente invenção, sãodados por via de ilustração e não de limitação. Muitas mudanças emodificações podem ser feitas dentro do âmbito da presente invençãosem partir do espírito da mesma. É por este meio descrito que ainvenção inclui todas estas modificações.
Breve Descrição dos Desenhos
As modalidades exemplificativas preferidas da invenção sãoilustradas nos desenhos anexos em que números de referênciasemelhantes representam partes semelhantes e em que:
a Figura 1 é uma vista em perspectiva de umaacabadora acionada de montar equipada com a presente invenção;
a Figura 2 é uma vista em projeção frontal daacabadora acionada mostrada na Figura 1 com uma parte central deuma gaiola da acabadora sendo mostrada como cortada de maneira aexpor mais uma montagem de direção da acabadora;
a Figura 3 é vista em perspectiva frontal damontagem de direção mostrada na Figura 2;
a Figura 4 é uma vista em perspectiva lateral damontagem de direção mostrada na Figura 3;
a Figura 5 é uma vista em seção do sistema dedirecionamento ao longo da linha 5-5 mostrada na Figura 4;
a Figura 6 é uma representação esquemática damontagem de direção mostrada na Figura 3;a Figura 7 é uma vista de em projeção lateral damontagem de direção mostrada na Figura 3;
a Figura 8 ilustra esquematicamente outramodalidade de uma montagem de direção para uma acabadoraacionada de montar, de acordo com a presente invenção;
a Figura 9 ilustra esquematicamente ainda outramodalidade de uma montagem de direção para uma acabadoraacionada de montar, de acordo com a presente invenção;
a Figura 10 ilustra esquematicamente umamodalidade adicional de uma montagem de direção para umaacabadora acionada de montar, de acordo com a presente invenção;
a Figura 11 é uma representação gráfica decomparação da operação das montagens de direcionamento mostradasnas Figuras 2-7 e 9 com outras montagens de direção conhecidas; e
a Figura 12 é uma representação gráfica dacomparação das forças de sustentação exigidas da montagem dedirecionamento mostrada nas Figura 2-7 com aquelas exigidas para umsistema de direcionamento assistido anteriormente conhecido.
Descrição Detalhadadas Modalidades Preferidas
A Figura 1 mostra uma acabadora de montar de finalizaçãode concreto auto-propulsada 20 equipada com um sistema dedirecionamento 22 de acordo com presente invenção. O sistema dedirecionamento 22 guia a máquina 20 inclinando os eixos direcionados das montagens de rotor 24, 26 da máquina 20 sem exigir a imposiçãode forças de atuação fatigantes pelo operador da máquina. O sistemade direcionamento 22 inclui um e, de preferência dois braços oumanípulos de controle 28, 30 que se estendem além de uma proteçãoou gaiola 32 da acabadora 20. Os manípulos 28, 30 são orientadoscom respeito à acabadora 20 de forma a serem manipulados por umoperador posicionado numa cadeira 34.
Os manípulos 28, 30 são operacionalmente acoplados àsmontagens de rotor 24, 26 de tal maneira que a manipulação dosmanípulos 28, 30 manipulam a posição da montagem de rotor 24, 26em relação a uma armação 36 da acabadora 20, respectivamente. Nocaso típico em que a máquina é lateralmente guiada por rotação de umacaixa de engrenagens de pelo menos uma montagem de rotor em tornode dois eixos, pelo menos um dos manípulos 28, 30 é montado de modoa ser móvel nas direções para a frente e para trás, assim como tambémnas direções de um lado para o outro. Embora mostradas segundo oque é comumente entendido como uma acabadora de montar, éobservado que a presente invenção é aplicável a qualquer acabadoraacionada de finalização de concreto que seja dirigida inclinando uma oumais montagens de rotor com respeito a uma armação da acabadora. Éconcebível que acabadoras de andar atrás poderiam ser dirigidas destaou de uma maneira semelhante.
Com referência às Figuras 1-7 e inicialmente à Figura 1 emparticular, a acabadora de concreto 20, de acordo com uma modalidadepreferida da invenção, inclui como seus componentes principais umaarmação metálica rígida 36, uma plataforma superior 38 montada sobrea armação 36, uma plataforma ou pedestal de operador 40 providasobre a plataforma e montagens direita e esquerda de rotor 24, 26,respectivamente, que se estendem descendentemente a partir daplataforma 38 e que suportam a máquina de acabamento 20 sobre asuperfície a ser finalizada. As montagens de rotor 24 e 26 rodam nadireção do operador, em sentido oposto ou no sentido dos ponteiros dorelógio, respectivamente, para realizar uma operação de acabamento. Agaiola 32 fica posicionada no perímetro exterior da máquina 20 eestende-se descendentemente a partir da armação 36 até as imediaçõesda superfície a ser acabada. O pedestal 40 é em geral posicionadolongitudinalmente no centro da plataforma 38 numa parte posterior damesma e suporta o assento 34 do operador. Um tanque de combustível44 está disposto adjacente ao lado esquerdo do pedestal 40 e umtanque de retardante de água 46 fica disposto sobre o lado direito dopedestal 40. Uma montagem de gaiola de elevação 48, melhor vista naFigura 1, é fixada à superfície superior da plataforma 38 em baixo dopedestal 40 e do assento 34.
Com referência às Figuras 1, 3 e 6, cada montagem de rotor24, 26 inclui uma caixa de engrenagens 58, um eixo acionado 60, quese estende descendentemente a partir da caixa de engrenagens, e umapluralidade de lâminas circunferencialmente espaçadas 62, suportadassobre o eixo dirigido 60 via braços de suporte radial 64 e estendendo-se radialmente para fora a partir da extremidade inferior do eixo acionado60, para descansar sobre a superfície de concreto. Cada caixa deengrenagens 58 é montada sobre a superfície inferior da plataforma 38de maneira a ser inclinável em relação à plataforma 38 e à armação 36,por razões detalhadas abaixo.
A inclinação das lâminas 62 de cada uma das montagensdireita e esquerda dos rotores 24 e 26 pode ser individualmenteajustada por uma montagem dedicada de ajuste de inclinação delâmina 70. Cada montagem de ajuste de inclinação de lâmina 70 incluiuma haste geralmente vertical 72 e uma manivela 74 que é montada emcima da haste 72 e que pode ser girada por um operador posicionado noassento 34 para variar a inclinação das lâminas da acabadora 62. Naconfiguração típica, um colar de impulso (não mostrado) coopera comum balancim 78 que é móvel para forçar o colar de impulso 76 numaposição de rotação das lâminas da acabadora 62 em torno de um eixo que se estende perpendicular ao veio do eixo direcionado 60. Um cabode tensão 80 estende-se a partir da manivela 74, através da haste 72 epara o balancim 78 para interconectar o balancim 78 com a manivela74. A rotação da manivela 74 ajusta o ângulo do balancim para movero colar de impulso 76 para cima ou para baixo, proporcionando, assim,um grau desejado de ajuste da inclinação da lâmina acabadora. Ainclinação das lâminas 62 é freqüentemente variada, à medida que omaterial que está sendo acabado cura e se torna mais resistente paraser trabalhado pelas lâminas. Uma acabadora acionada de finalizaçãode concreto tendo este tipo de montagem de ajuste de inclinação delâmina é descrito, por exemplo, na Patente US 2.887.934 paraWhiteman, cuja revelação é por este meio incorporada por referência.
Tanto as montagens de rotor 24 e 26 como também outroscomponentes da acabadora de finalização 20 são acionados por umafonte de energia tal como um motor de combustão interna 42 montadosob o assento 34 do operador. O tamanho do motor 42 variará com otamanho da máquina 20 e o número de montagens de rotor acionadaspelo motor. A máquina ilustrada de dois rotores de 121 centímetros(48") empregará tipicamente um motor de cerca de 35 HP. Asmontagens de rotor 24 e 26 são conectadas ao motor 42 e podem serinclinadas para propósitos de direcionamento via sistema dedirecionamento 22 (Figuras 2-7).
Como é típico das acabadoras de montar de finalização deconcreto deste tipo, a máquina 20 é guiada inclinando uma parte outodas de cada uma das montagens de rotor 24 e 26, de forma que arotação das lâminas 62 gere forças horizontais que propulsionam amáquina 20. A direção de guiar é geralmente perpendicular à direçãoda inclinação da montagem do rotor. Conseqüentemente, a inclinaçãoda montagem de rotor de um lado para o outro e da frente para trásocasiona que a máquina 20 se desloque para frente e para trás e para aesquerda e para a direita, respectivamente. A forma mais expedita de efetuar a inclinação exigida para o controle de direção é inclinar asmontagens de rotor inteiras 24 e 26, incluindo as caixas deengrenagens 58. A discussão que se segue descreverá, portanto, umamodalidade preferida em que as caixas de engrenagens inteiras 58 seinclinam, ficando entendido que a invenção é igualmente aplicável asistemas em que outros componentes das montagens de rotor 24 e 26são também inclinados para controle da direção.
Mais especificamente, a máquina 20 é guiada de forma adeslocar-se para diante inclinando as caixas de engrenagens 58lateralmente para aumentar a pressão sobre as lâminas internas decada montagem de rotor 24, 26 e é guiada para mover-se para trásinclinando as caixas de engrenagens 58 lateralmente para aumentar apressão sobre as lâminas exteriores de cada montagem de rotor 24, 26.O direcionamento de caranguejo ou de um lado para o outro exige ainclinação apenas de uma caixa de engrenagens (a caixa deengrenagens da montagem de rotor direita 24, na modalidadeilustrada), com inclinação para diante da montagem de rotor direita 24aumentando a pressão sobre as lâminas dianteiras da montagem derotor 24 para guiar a máquina 20 para a direita. De modo semelhante,a inclinação para trás da montagem de rotor 24 aumenta a pressãosobre as lâminas posteriores da montagem de rotor 24, guiando, assim,a máquina 20 para a esquerda.
O sistema de direcionamento 22 inclina as caixas deengrenagens 58 das montagens de rotor direita e esquerda 24, 26 emresposta ao acionamento dos manípulos 28, 30 pelo operador. Comreferência às Figuras 2-4, o sistema de direção 22 inclui geralmenteuma ligação de direcionamento do rotor esquerdo 82 e uma ligação dedirecionamento do rotor direito 84. Como melhor mostrado na Figura2, (com exceção do fato que a ligação de direcionamento direito contémcomponentes adicionais que possibilitam o direcionamentoesquerdo/direito) as ligações de direcionamento do rotor esquerdo edireito 82, 84 são geralmente imagens no espelho uma da outra. Cadabarra de direção 86, 88 inclui uma primeira extremidade 90 e umasegunda extremidade 92 que são rotativamente acopladas na armação36 da máquina 20. O rolamento 94 suporta cada uma dasextremidades geralmente opostas das barras de direção 86, 88 de talmodo que as barras de direção possam ser giradas em relação àarmação 36. Um braço 96 estende-se geralmente para trás a partir decada barra de direção 86, 88 de tal forma que a rotação da barra dedireção pivote o braço respectivo 96 em torno de um eixo da barra dedireção respectiva 86, 88.
Uma ligação 98 é conectada a cada braço dedirecionamento 96 numa localização atrás da barra de direção 86, 88.A ligação 98 inclui uma primeira extremidade 100 tendo um pivô 102para conectar articuladamente a primeira extremidade 100 da ligação98 ao braço de direção 96. Outro pivô 104 conecta articuladamenteuma segunda extremidade 106 da ligação 98 ao braço de báscula 108.
De preferência, a ligação 98 inclui um ajustador 110 para ajustar umcomprimento de ligação 98, reduzindo, assim, o jogo no sistema dedirecionamento 22 e facilitando ajustes prévios. Como melhormostrado nas Figuras 3 e 6, um pivô 112 segura o braço de báscula108 na armação 36 de tal forma que o braço de báscula 108 pode sergirado em torno do pivô 112. Um pino de pivô 114 conecta outraligação 116 a uma extremidade do braço de báscula 108 geralmenteoposto à ligação 98. A ligação 116 inclui um munhão 118 conectado auma montagem de alavanca de pivô 120 associada a cada caixa deengrenagens 58. Como mostrado na Figura 6, a translação domanipulo 28 nas direções para diante e para trás, indicada pela seta122, comunica uma força rotacional, indicada pela seta 124, sobre abarra de direção 88. A rotação 124 pivota o braço 96 em torno do eixo126 da barra de direção 88. Esse movimento translaciona a ligação 98de modo geralmente vertical, conforme indicado pela seta 128. Omovimento da ligação 98 é transladado através do braço de báscula 108de tal forma que, quando a ligação 98 é elevada ou abaixada, o braço debáscula 108 gira em torno do pivô 112 para abaixar ou elevar a ligaçãodo pivô 116.
A extremidade superior da ligação 116 é conectada de modorotativo a uma extremidade exterior de uma barra que se estendelateralmente 117. As extremidades opostas da barra 117 são ligadaspor munhão nos suportes de bloco de mancai 119 fixados na superfíciesuperior da caixa de engrenagens 58. Uma parte central da barra 117 ésoldada ou de outra forma fixada numa barra que se estendelongitudinalmente 121 tendo as extremidades opostas ligadas emmunhão nos suportes de bloco de mancai 123. Os suportes de bloco demunhão 123 são aparafusados sobre o lado inferior da armação.
Com esta disposição, a translação da ligação 116 ao longoda direção indicada pela seta 130 inclina a caixa de engrenagens 58 emtorno de um eixo longitudinal 132 de montagem de alavanca de pivô120. Conseqüentemente, a translação para diante do manipulo 28inclina a caixa de engrenagens 58 na direção indicada pela seta 134 detal modo que as lâminas 62 contatam o material que está sendoacabado de maneira a deslocar a máquina numa direção para diante.De uma maneira semelhante, a translação para trás do manipulo 28inclina a caixa de engrenagens 58 na direção indicada pela seta 136 detal modo que as lâminas 62 contatam o material que está sendoacabado de forma a deslocar a máquina numa direção para trás. O eixo121 gira em suportes de bloco de mancai 123 para acomodar estemovimento.
Com referência às Figuras 3, 5 e 6, o sistema de direção 22inclui adicionalmente uma ligação de direcionamento de caranguejo oulateral 200. A ligação de direcionamento lateral 200 estende-se atéapenas uma das montagens de rotor 24, 26 e é construída de forma agirar, indicada pela seta 202 (Figura 6), uma das montagens de rotor24, 26 em torno de um eixo 204 que está geralmente alinhado com umeixo longitudinal da máquina 20. Essa construção resulta em que aslâminas 62 conferem à máquina uma força lateral, de caranguejo ou deum lado para o outro 20 sobre o movimento lateral ou de um lado parao outro dos manípulos 28, 30 em relação à armação 36. Comomostrado na Figura 3, a ligação de direcionamento lateral 200 incluiuma ligação de caixa de engrenagens 206 e uma ligação de manipulo208. A ligação da caixa de engrenagens 206 estende-se entre um dosmanípulos 28 ou 30 e a respectiva montagem de rotor 24 ou 26. Comoapenas uma caixa de engrenagens é inclinável em torno de um eixogeralmente alinhado com um eixo longitudinal da máquina 20, umaligação de manipulo 208 segura o manipulo 28, 30 de tal forma que omovimento lateral da máquina 20 pode ser realizado com translaçãolateral quer do manipulo 28 quer do manipulo 30.
Embora a ligação de manipulo 208 conecte a operação dosmanípulos 28, 30 para movimento lateral, a ligação de manipulo 208pivota em relação tanto ao manipulo 28 como ao manipulo 30, de talmodo que cada manipulo 28, 30 pode ser movido para a frente e paratrás independentemente do outro manipulo. Essa construção permiteque qualquer manipulo 28, 30 controle o movimento lateral da máquina20 e cada manipulo 28, 30 controle a direção para diante e para trás deinclinação de deslocamento da montagem de rotor 24, 26. Dependendodo tamanho da máquina e do grau de inclinação pretendido, as forçasexigidas para proporcionar a inclinação pretendida da caixa deengrenagens podem ser consideráveis.
Com referência às Figuras 2-4, o sistema de direção 22inclui um sistema de assistência 140 associado a cada manipulo 28,30. Cada sistema de assistência 140 é construído de forma a superarpelo menos uma parte da carga associada à inclinação das caixas deengrenagens 58. Cada sistema de assistência 140 inclui umdispositivo de desvio que é operacionalmente conectado à barra dedireção respectiva 86, 88. Na modalidade das Figuras 1-6, o dispositivode desvio compreende uma barra de torção 142. Como melhormostrado na Figura 4, uma extremidade exterior 144 da barra de torção142 passa através de uma abertura 146 formada na armação 36 esegura de modo solto uma posição da barra de torção 142 em relação àarmação 36. Uma barra de ancoragem da extremidade superior 148está rigidamente fixada na extremidade exterior 144 da barra de torção142 próximo da abertura 146. Uma extremidade superior 150 da barrade ancoragem 148 inclui uma braçadeira 152 que segura a orientaçãoda barra de ancoragem 148 em relação à barra de torção 142. A barra de ancoragem 148 inclui um ajustador 154 posicionado próximo deuma extremidade oposta, inferior 156 da barra de ancoragem 148. Oajustador 154 inclui uma barra rosqueada 158 que se liga à barra deancoragem 148 e à armação 36 de tal modo que a posição da barra deancoragem 148 em relação à armação 36 pode ser ajustada. A posição do ajustador 154 e da barra de ancoragem 148 determina a pré-cargada barra de torção 142. Outra extremidade interna 160 da barra detorção 142 é livremente suportada por uma sela 162 que está fixada naarmação 36. Esta construção permite que a barra de torção 142 sedesloque independentemente da armação 36 e proporcione carga variável da barra de torção 142 de tal maneira que a carga variável éseletivamente comunicada aos manípulos 28, 30.
Uma alavanca rígida 164 está rigidamente fixada na barrade torção 142 geralmente entre as extremidades 144, 160. A primeiraextremidade 166 da alavanca rígida 164 é fixada na barra de torção 142 de tal maneira que a alavanca rígida 164 não gire independentementeda barra de torção 142. Como melhor visto na Figura 3, umamontagem de ligação 168, 170 conecta a extremidade frontal da ligaçãode âncora 164 ao eixo 86, 88. A ligação superior 168 compreende umgrampo fixo na barra de direção 86 ou 88 numa extremidade superior.
A ligação inferior 170 compreende um esticador preso de modo rotativona parte inferior da ligação superior 168 na sua extremidade superior ena alavanca 164 em sua extremidade inferior. A rotação da barra dedireção 86 ou 88 ocasiona que a ligação superior 168 se torça,resultando num movimento sobre o centro da ligação inferior 170 emtorno de sua extremidade superior com a assistência da pré-carga imposta na barra de torção 142. Essa construção comunicaseletivamente a pré-carga da barra de torção 142 ao respectivomanipulo 28, 30 do sistema de direcionamento 22 para ajudar asuperar as forças experimentadas nos manípulos 28, 30 devido à cargagravitacional das montagens de rotor 24, 26 durante a inclinação dasmontagens de rotor. Conseqüentemente, a torção da barra de torção142 através do pivotamento da barra de ancoragem 148 comunica umapré-carga sobre a alavanca 164 que ajuda o operador a superar umaparte da força de outra forma associada à inclinação das montagens derotor 24, 26 para efetuar o direcionamento da máquina 20.
As Figuras 5 e 7 mostram as várias posições dos manípulos28, 30. Para clareza, apenas a posição do manipulo 28 é variada.Como mostrado na Figura 7, quando os manípulos 28, 30 sãoorientados na posição neutra, como indicado pela seta 180, a ligaçãofixa 168 e a ligação ajustável 170 são orientadas numa posição sob o centro com respeito a um eixo da barra de direção 86, 88. Essaorientação isola os manípulos 28, 30 a partir do desvio da barra detorção 142, quando os manípulos 28, 30 são orientados na posiçãoneutra 180. A translação dos manípulos 28, 30 em direção a umaposição dianteira, indicada pela seta 182, translaciona a ligação fixa 168 para trás da posição neutra 180 de tal forma que o desvio ou a pré-carga da barra de torção 142, indicada pela seta 184, é comunicada apartir da barra de torção 142 à barra de direção 86, 88 via a alavancarígida 164 e ligações fixa e ajustável 168, 170. De modo semelhante, atranslação do manipulo 28 em direção a uma posição traseira, indicada pela seta 186, translaciona a ligação fixa 168 para diante da posiçãoneutra 180. Essa orientação também translaciona a pré-carga 184 dabarra de torção 142 para a barra de direção 86, 88.Conseqüentemente, a carga da barra de torção 142 é comunicada àbarra de direção 86, 88 tanto para translação para diante como paratrás dos manípulos 28, 30, ajudando, assim, tanto na direção paradiante como para trás da máquina 20 e montagens de rotor 24, 26,respectivamente. Isto é, o sistema de assistência 140 assiste nasuperação da carga associada à inclinação das montagens de rotor 24,26 da máquina 20para ambos os deslocamentos para frente e para trás.A mesma pré-carga resiste ao retorno dos manípulos 28, 30 para a suaposição neutra, mas não o suficiente para superar a gravidade.Conseqüentemente, a pré-carga amortece o retorno dos manípulos 28 e30 para as suas posições neutras.
O ajustador 154 e a barra de ancoragem 148 também sãoconstruídos de forma a proporcionar carga variável da barra de torção142. Essa construção permite que o sistema de direcionamento 22 sejarápida e eficazmente adaptado para qualquer número de máquinas evárias configurações de máquina. O ajustador 154 também permiteque o sistema de assistência 140 seja configurado de forma única paraas preferências individuais do operador. Isto é, o sistema de assistência140 pode ser configurado para permitir que tanta resistência àinclinação do rotor seja comunicada aos manípulos 28, 30 quanto umoperador deseje. Compreensivelmente, é encarado que o sistema deassistência de direcionamento 140 suporta a maioria, se não toda, acarga comumente comunicada aos manípulos 28, 30 através das barrasde direção 86, 88 durante uma operação de inclinação de rotor.Conseqüentemente, é encarado que o sistema de assistência 140 sejaconfigurado para suportar algo desde 22 até 362 ou mais quilogramas.Compreensivelmente estes valores são apenas dependentes daquantidade de resistência que um operador deseja superar e aquantidade total de resistência gerada pela operação de inclinação. Éencarado que o sistema de assistência 140 e a barra de torção 142poderiam ser configurados para proporcionar qualquer valor dentre umcerto número de valores de assistência de direcionamento.
As Figuras 8-10 mostram representações simplificadas demodalidades alternadas de sistemas de assistência de direcionamentopara uso com acabadoras de montar 20, de acordo com a presenteinvenção. Como mostrado na Figura 8, um sistema de assistência dedirecionamento 220, de acordo com outra modalidade da invenção,inclui uma barra de direção 222 que é rotativamente conectada a ummanipulo de direcionamento 224. Um braço 226 estende-se a partir dabarra de direção 222 de tal forma que a rotação da barra 222 gira obraço 226 em torno de um eixo 227 da barra 222. Uma ligação 228está acoplada entre um braço de báscula 230 e o braço 226. O braçode báscula 230 é construído para pivotar sobre um pino de pivô 232fixado numa armação da máquina. O braço de báscula 230 éconectado a uma montagem de alavanca de pivô 234 de tal modo que omovimento do braço de báscula 230 manipula uma caixa deengrenagens 236 geralmente semelhante à operação do braço debáscula 108. Uma alavanca de desvio ou barra de torção 238 incluiuma primeira extremidade 240 que é presa a uma armação da máquinae outra extremidade 242 tendo um braço 244 que se estende a partirdela. Uma ligação 246 conecta o braço 244 e o braço 226 da barra dedireção 222. A ligação 246 é ajustável para definir o grau relativo derotação ou carga, indicado pela seta 248, da barra de torção 238. Aligação 246 é geralmente alinhada sob o centro de eixo 227 da barra dedireção 222 de tal modo que a manipulação do manipulo 224, quernuma direção para a frente, quer para trás, permite a comunicação dacarga da barra de torção 238 à barra de direção 222. Além disso, éobservado que qualquer uma das barras de torção 142, 238 é providana forma de uma mola de torção ou outro membro configurado parareter energia rotacional.
A Figura 9 mostra outra modalidade alternada de umsistema de assistência de direcionamento 260, de acordo com apresente invenção. A conexão entre a barra de direção 222 e amontagem da alavanca de pivô é substancialmente semelhante àquelajá descrita com respeito a sistemas de assistência de direcionamento140 e 220. O sistema de assistência 260 inclui uma primeira ligação262 fixada na barra de direção 222 e outra ligação 264 articuladamentefixada na armação 36. Cada ligação 262, 264 inclui um primeiro braço266, 268 interconectados por uma barra 270. Um segundo braço 272,274 de cada ligação 262, 264 encaixa-se na ligação de desvio ou molade compressão 276. O braço 266 inclui vários orifícios 278 construídospara se conectarem à ligação 270 de tal forma que uma pré-carga damola de compressão 276 é manipulada pela manipulação da conexão deligação 270 e o braço 266. Os braços 272, 274 ficam geralmentealinhados com o eixo da barra de direção 222, quando o manipulo 224está localizado numa posição neutra. A rotação do manipulo 224 quernuma direção para diante ou para trás pressiona a orientação da molade compressão 276 e do braço de direção 222, permitindo, assim, acomunicação da pré-carga da mola de compressão 276 à barra dedireção 222. Conseqüentemente, sistema de assistência dedirecionamento 260 também assiste o operador a superar as forçasassociadas com a inclinação de qualquer uma das montagens de rotor24, 26.
A Figura 10 mostra uma modalidade adicional de umsistema de assistência de direcionamento 280, de acordo com a presente invenção. O manipulo 224 está acoplado à barra de direção222 e conectado na montagem da alavanca de pivô 234 e montagens derotor 24, 26 geralmente semelhantes a sistemas 220, 260. O braço 226estende-se a partir da barra de direção 222 e está conectado ao braçouma ligação 282 montada de forma a girar sobre um pivô 284 tendouma posição que é fixa em relação ao braço de báscula 230. Umaligação de desvio ou mola de tensão 286 estende-se entre a ligação 282e uma posição fixa 288. Uma ligação de conexão ajustável 290 estende-se entre o braço 226 e a ligação 282. A ligação 290 encaixa na ligação282 geralmente entre a mola de tensão 286 e o pivô 284. A ligação 290está geralmente orientada sobre o centro da barra de direção 222 de talforma que a manipulação do manipulo 224, quer numa direção paradiante, quer para trás, comunica a carga da mola de tensão 286 à barrade direção 222 na direção de rotação da barra de direção. A ligaçãoajustável 290 permite que o sistema de assistência 280 também sejaconfigurado de maneira a proporcionar qualquer de uma variedade decondições de pré-carga para a mola de tensão 286 de tal forma que ousuário pode rápida e eficazmente configurar o sistema de assistênciapara proporcionar o nível pretendido de assistência de direcionamento.
Cada sistema de assistência de direcionamento 140, 220,260 e 280 proporciona um sistema de assistência de direcionamento deacabadora acionada que ajuda o operador a superar a resistênciaassociada com a translação dos manípulos de direcionamento parainclinar as montagens de rotor. Os sistemas de assistência dedirecionamento assistem o operador a realizar tanto a translação paradiante como para trás de cada um dos manípulos de direcionamento damáquina. Além disso, com referência à Figura 11, foi determinado quemuito poucos sistemas de assistência de direcionamento de acabadoraacionada proporcionam uma assistência relativamente uniforme esubstancial para superar as forças anti-inclinação das montagens derotor sobre uma maioria da faixa de movimentos do manipulo de taisdispositivos.
A Figura 11 mostra graficamente que uma acabadora demontar equipada com um sistema de assistência de direcionamento, deacordo com a segunda modalidade preferida da presente invenção,indicada pelo rumo 300, exige menor quantidade de esforço do operadoratravés de aproximadamente 25 centímetros de deslocamento domanipulo. Uma acabadora de montar equipada com um sistema deassistência de direcionamento de acordo com a segunda modalidadepreferida da presente invenção, indicada pelos rumos 304, exigiaesforços de operador semelhantemente baixos através da faixa plena decurso do manipulo. Estes esforços são proporcionais àqueles exigidospara a operação de uma acabadora manualmente guiada fabricada porAllen Engineering, conforme representado pela curva 302. O sistema deAllen Engineering alcança estas baixas forças de atuação utilizandouma ligação especialmente projetada com elevada vantagem mecânica.Todavia, como ao sistema de Allen Emgineering falta um mecanismo deassistência de direcionamento que armazene energia potencial e a liberepara assistir no direcionamento, as forças exigidas para segurar omanipulo de direcionamento numa posição particular depois dodeslocamento para essa posição são proporcionais àquelas exigidaspara deslocar o manipulo para aquela posição. Contudo, como osistema de assistência de direcionamento inventivo usa energiapotencial liberada para assistir no direcionamento, as forças exigidaspara manter o manipulo numa posição particular depois de alcançaressa posição são relativamente baixas, como será discutido abaixo emconjunção com a Figura 12.
O esforço exigido do operador para ambos os sistemasinventivos providos referenciados acima é muito menos do que é exigidopara operar uma acabadora do estado da técnica que é fabricada porWacker Corporation e que tem um sistema de direcionamento que ébastante semelhante àqueles aqui descritos, mas para o mecanismoinventivo de assistência de direcionamento. Comparem-se as curvas300 ou 304 com a curva 306.
O esforço exigido do operador para ambos os sistemasinventivos referenciados acima é também comparável ou menor do queum sistema de direcionamento assistido do estado da técnicacomercializado por Whiteman e descrito na Patente US 5.899.631através de cerca dos primeiros 16 centímetros do curso do manipulo,conforme representado por uma comparação dos vales 300 ou 304 coma curva 310. Depois disso, os esforços exigidos aumentam apenasgradualmente para os sistemas construídos de acordo com a presente invenção. Em contraste, as forças de atuação exigidas aumentamdrasticamente para o sistema Whiteman depois de cerca dos primeiros16 centímetros do curso do manipulo devido ao fato de que omecanismo de assistência de direção de Whiteman reduz drasticamentea assistência para além daquele curso. (Note-se o ponto de ruptura 312na curva 310). De fato, o sistema de Whiteman exige mais esforço doque o sistema de Wacker não assistido em cursos para além de cerca de24 centímetros. Este ponto de ruptura 312 na curva de força deatuação de Whiteman 310 está também refletido num ponto de ruptura318 na curva 316 de forças de retenção retiradas numa posiçãoparticular do manipulo, conforme representado na Figura 12. Segundopode ser visto pela curva 314, que representa forças de retenção para aacabadora acima referenciada, construída de acordo com a primeiramodalidade preferida da invenção, as forças de retenção exigidas para aacabadora inventiva são menores do que aqueles exigidas para aacabadora assistida de direcionamento Whiteman em cerca dos últimos7,5 centímetros ou 25% do curso do manipulo. A força de retençãomáxima exigida para a acabadora inventiva acima descrita é de mais oumenos 5 quilogramas. Isto é drasticamente menos do que a força deretenção máxima exigida de aproximadamente 17 quilogramas do sistema de direcionamento assistido de Whiteman e substancialmentemenos do que é exigido em todos os sistemas conhecidos semassistência em que as forças de retenção são proporcionais às forças deatuação. Este diferencial é muito significativo, porque, sobre grandessuperfícies, um operador pode ter que segurar o manipulo numaposição particular durante um período de tempo relativamente longopara propelir a máquina para diante a uma velocidade pretendida,constante, resultando em fadiga do operador.Conseqüentemente, o sistema inventivo reduz o esforço dooperador para impor e manter forças de direção através do cursooperacional das alavancas de direção.
É observado que muitas mudanças e modificaçõespoderiam ser feitas na invenção sem sair do espírito da mesma.Algumas destas mudanças, tais como a sua aplicabilidade a acabadorasde montar de finalização de concreto tendo um número diferente de doisrotores e mesmo para outras acabadoras de finalização auto-propulsadas, são discutidas acima. Outras mudanças ficarão evidentesa partir das Reivindicações anexadas. Pretende-se que todas essasmudanças e/ou modificações sejam incorporadas nas Reivindicaçõesanexas.

Claims (20)

"Acabadora de Concreto, Sistemas de Direcionamento da Mesmae Método de Acabamento de Concreto"
1. - Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Montar, tendo a acabadora pelo menos uma montagem de rotor que incluium eixo rotativo e uma pluralidade de lâminas, sendo a montagem derotor inclinável para guiar a acabadora acionada, caracterizado porque compreende:pelo menos um punho que pode ser manipulado por umoperador, tendo o punho um curso operacional que varia desde umaposição neutra em que o eixo do rotor se estende pelo menos de modosubstancialmente vertical até uma posição de curso máximo em que oeixo da montagem de rotor fica inclinado de uma quantidade máximapossível;uma ligação de direcionamento que conecta pelo menos umpunho a uma montagem de rotor e que inclina a montagem de rotor pormanipulação do punho; eum mecanismo de ajuda de direcionamento que impõe umapré-carga sobre a ligação de direcionamento para reduzir as forças deatuação sobre o punho exigidas para deslocar o punho para umaposição particular, em que o mecanismo de ajuda de direcionamentoreduz as forças de retenção do punho, exigidas para manter o punhonuma posição particular, depois de deslocar o punho para aquelaposição, a menos do que cerca de 9 quilogramas ao longo do cursooperacional do punho.
2. - Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Mon-tar, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o meca-nismo de ajuda de direcionamento reduz as forças de retenção sobre opunho a menos do que aproximadamente 6 quilogramas ao longo docurso operacional do punho.
3. - Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Montar, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o mecanismo de ajuda de direcionamento reduz as forças de retenção sobre opunho a não mais do que cerca de 4,5 quilogramas ao longo do cursooperacional do punho.
4. - Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Montar, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o mecanismo de ajuda de direcionamento compreende uma barra de torçãoque, por movimento do punho em afastamento da posição neutra,impõe uma carga sobre o punho que ajuda o movimento do punho emafastamento a partir da posição neutra.
5. - Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Montar, de acordo com a Reivindicação 4, caracterizado por que compreende ainda uma ligação de desvio encaixada na ligação de direcionamento e que se estende a partir da barra de torção entre extremidadesgeralmente opostas da barra de torção; e uma ligação de carga que é conectada à barra de torção eque confere uma pré-carga à barra de torção.
6.- Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Montar, de acordo com a Reivindicação 5, caracterizado por que compreende ainda um ajustador que se encaixa na ligação de carga e que podeser operado de forma a ajustar uma quantidade da pré-carga.
7.- Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Montar, de acordo com a Reivindicação 5, caracterizado por que a précarga é ajustável entre aproximadamente 22,6 e aproximadamente 340quilogramas.
8. - Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Mon-tar, de acordo com a Reivindicação 5, caracterizado por que a ligaçãode direcionamento compreende ainda uma montagem de ligação conec-tada pelo menos a um punho e à ligação de desvio, alinhando a monta-gem de ligação uma carga da ligação de desvio com um eixo de rotaçãoda ligação de direcionamento para isolar pelo menos um punho a partirda pré-carga, quando pelo menos um punho está na posição neutra domesmo.
9. - Sistema de Direcionamento Para Acabadora Acionada de Mon-tar, de acordo com a Reivindicação 1, caracterizado por que o meca-nismo de ajuda de direcionamento inclui uma mola que contraria osefeitos das forças de gravitação sobre o movimento do punho em afas-tamento da posição neutra.
10. - Acabadora de Concreto, caracterizada por que compreende:uma armação;uma primeira e uma segunda montagens de rotor que seestendem descendentemente a partir da armação, tendo cada monta-gem de rotor um eixo que suporta uma pluralidade de lâminas, sendocada uma da primeira e da segunda montagens de rotor inclinável paraguiar a acabadora;um motor que direciona os eixos das montagens de rotorpara transladar as lâminas através de um material de concreto;primeiro e segundo punhos, cada um dos quais está aco-piado a uma montagem de rotor associada, tendo cada um dos punhosum curso operacional que varia desde uma posição neutra em que oeixo do rotor associado se estende pelo menos geralmente na verticalaté uma posição de curso máximo em que o eixo da montagem de rotorassociada é inclinado de uma quantidade máxima possível;primeira e segunda ligações de direção, cada uma das quaisconecta um punho associado a uma montagem de rotor associada parainclinar a montagem de rotor associada em relação à armação;primeiro e segundo mecanismos de ajuda de direcionamen-to, cada um dos quais está acoplado a uma ligação de direcionamentoassociada e que reduz as forças de retenção sobre o punho exigidaspara segurar o punho associado a uma posição particular, depois demover o punho para essa posição, até menos que cerca de 6,8 quilo-gramas ao longo do curso do punho operacional.
11. - Acabadora de Concreto, de acordo com a Reivindicação 10,caracterizada por que cada mecanismo de ajuda de direcionamentocompreende uma barra de torção e uma alavanca que está rigidamenteconectada à barra de torção e se estende entre a barra de torção e aligação de direcionamento.
12. - Acabadora de Concreto, de acordo com a Reivindicação 10,caracterizada por que cada mecanismo de ajuda de direcionamentocompreende ainda ligações que se estendem entre o elemento de desvioe a ligação de direcionamento, isolando as ligações a carga da ligação apartir do punho de operador associado, quando o punho de operadorassociado fica posicionado na posição neutra do mesmo.
13. - Acabadora de Concreto, de acordo com a Reivindicação 10,caracterizada por que cada mecanismo de ajuda de direcionamentocompreende ainda um ajustador que ajusta a pré-carga imposta pelomecanismo de ajuda de direcionamento.
14. - Acabadora de Concreto, de acordo com a Reivindicação 10,caracterizada por que apenas uma da primeira e da segunda monta-gens de rotor é inclinável em torno de mais de um eixo.
15. - Sistema de Direcionamento de Acabadora de Montar, caracte-rizado por que compreende:uma armação;pelo menos uma montagem de rotor que se estende parabaixo a partir da armação, tendo a montagem de rotor um eixo quesuporta uma pluralidade de lâminas, sendo a montagem de rotorinclinável em relação à armação para dirigir a acabadora;um motor que dirige o eixo da montagem de rotor paratransladar as lâminas através de um material de concreto;um punho de direcionamento conectado operativamente àmontagem de rotor para inclinar a montagem de rotor por manipulaçãomanual do punho de direcionamento;um barra de torção operativamente conectada ao punho dedirecionamento;uma alavanca de carga conectada à barra de torção;uma barra de direção suportada por uma armação de umaacabadora e rotativa em relação a ela;uma alavanca de transferência que se estende a partir da barra de torção e montada de modo a se ligar à barra de direção; euma montagem de intertravamento disposta entre a ala-vanca de transferência e a barra de direção para isolar seletivamenteuma carga da barra de torção a partir da rotação da barra de direção.
16.- Sistema de Direcionamento de Acabadora de Montar, de acordo com a Reivindicação 15, caracterizado por que o intertravamentocompreende uma primeira ligação articuladamente conectada a umasegunda ligação, sendo a primeira e a segunda ligações configuradas demodo a ficarem geralmente alinhadas durante o isolamento da carga dabarra de torção a partir da barra de direção.
17.- Sistema de Direcionamento de Acabadora de Montar, de acordocom a Reivindicação 16, caracterizado por que a alavanca de carga e aalavanca de transferência são ligadas à barra de torção sobre ladosgeralmente opostos de uma parte de uma armação da acabadora.
18. - Sistema de Direcionamento de Acabadora de Montar, de acordo com a Reivindicação 15, caracterizado por que compreende ainda umamontagem de ajustador encaixada na alavanca de carga e configuradapara se ajustar a uma posição da alavanca de carga em relação àalavanca de transferência.
19.- Método de Acabamento de Concreto, caracterizado por quecompreende:prover uma acabadora acionada tendo pelo menos umamontagem de rotor que inclui um eixo rotativo e uma pluralidade delâminas, sendo a montagem de rotor inclinável para guiar a acabadoraacionada, um punho que pode ser manipulado por um operador e umaligação de direcionamento que conecta o punho à montagem de rotor eque inclina a montagem de rotor por manipulação do punho,dirigir a acabadora deslocando o punho através de um curso operacional que varia desde uma posição neutra em que o eixo dorotor se estende verticalmente até uma posição de curso máximo noeixo da montagem de rotor que é inclinada de uma quantidade máximapossível; edurante a etapa de direção, ajudar o direcionamento impondo uma pré-carga sobre a ligação de direcionamento, em que a pré-carga reduz as forças de retenção sobre o punho, exigidas para mantero punho numa posição particular depois de pivotar o punho para essaposição, a menos do que cerca de 9 quilogramas ao longo do curso dopunho operacional.
20. - Método de Acabamento de Concreto, de acordo com a Reivindicação 19, caracterizado por que a etapa de ajuda compreende impor uma pré-carga sobre a ligação de direcionamento via uma barra detorção trançada.
BRPI0804450-3A 2007-07-25 2008-07-24 acabadora de concreto, sistemas de direcionamento da mesma e método de acabamento de concreto BRPI0804450A2 (pt)

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