BRPI0805127A2 - desinfectora automática para endoscópios e similares - Google Patents

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BRPI0805127A2
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automatic
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Inventor
Luis Augusto Iba
Gilberto Janolio
Gerhard Ett
Volkmar Ett
Angelo Massatochi Ebesui
Original Assignee
Luis Augusto Iba
Angelo Massatochi Ebesui
Gilberto Janolio
Gerhard Ett
Volkmar Ett
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Abstract

DESINFECTORA AUTOMáTICA PARA ENDOSCóPIOS E SIMILARES. Compreendendo: meios mecânicos, químicos, elétricos e eletrónicos cooperantes para caracterização de um equipamento automático para desinfecção de diferentes endoscópios e, para tanto, integra uma unidade geradora de líquido desinfetante (250), mediante o uso de pelo menos uma célula eletroquímica, onde a produção do dito desinfetante é realizada em quantidade controlada condizente com o processo de desinfecção realizado em um tanque (300); meios químicos para neutralizar o desinfetante em um tanque (500) para que o mesmo possa ser descartado sem agredir o meio ambiente, tomando-se um resíduo ecologicamente correto; uma central eletrónica de comando (700) com recursos de hardware e software para minimizar o tempo de processamento de um endoscópio e, em testes realizados, o tempo estimado se aproximou dos 7 minutos para a etapa de desinfecção e entre 10 à 15 minutos para o processamento total.

Description

DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOSE SIMILARES.
Campo da Invenção.
A presente Invenção refere-se à DESINFECTORAAUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS E SIMILARES, especialmenteprojetada com meios mecânicos, elétricos e eletrônicos cooperantes paracaracterização de um equipamento totalmente automático para desinfecção dediferentes endoscópios, com aplicação extensiva em instrumentais cirúrgicos,acessórios para assistência ventilatória, máquinas de Hemodiálise e seusacessórios, e dispositivos médicos em geral. O equipamento apresentadetalhes inovadores, não só no que se refere ao processo de desinfecçãoautomático, mas também no que se refere ao próprio líquido desinfetante, poiseste, além de ser produzido automaticamente pelo próprio equipamento,também é neutralizado pelo mesmo. Esta neutralização, igualmenteautomática, ocorre após o uso do desinfetante, de modo que o mesmo possaser descartado em condições ecologicamente corretas. A desinfectora irádescartar uma solução com PH praticamente neutro e com potencial redoxque não agride o meio ambiente.
Estado da técnica.
Os endoscópios são aparelhos que, embora sejam fabricados pordiferentes fabricantes, apresentam construções e funções similares,caracterizando os meios necessários para serem utilizados em diferentesexames de endoscopia, tal como, por exemplo, no trato gastrointestinal e nasvias aéreas.
De um modo geral, os órgãos de saúde classificam este tipo deaparelho como "artigo semi-crítico", pois entra em contato com mucosas, masnão penetra em vasculaturas ou na superfície do corpo.
Os endoscópios são artigos semi-críticos e por isso requerem umalto nível de desinfecção, sendo largamente utilizado para isso o glutaraldeído2%, que possui vários aspectos negativos e desvantajoso, entre os quais são osmais importantes:
a) irritante para mucosas, causando processos inflamatórios deconjuntiva, vias aéreas e demais mucosas em que houver contato;
b) provoca epistase, dermatite de contato, asma, rinite;
c) causa outras doenças ocupacionais no funcionário;
d) exige que o funcionário utilize luvas, óculos protetores emáscara facial específica para vapores;
e) exige instalações e ambientes especiais, principalmente bemventilados, incluindo-se ainda recipientes lacrados e enxágüe copioso dosaparelhos desinfetados, para evitar qualquer resíduo; e
f) descartado sem a inativação causa prejuízos ao meio ambiente.
A desinfecção do endoscópio exige o cumprimento de diferentesetapas obrigatórias:
1) limpeza: remoção dos resíduos orgânicos, microorganismos esuj idades;
2) secagem com ar comprimido;
3) desinfecção química;
4) enxágüe final com água corrente filtrada; e
f) secagem com ar comprimido.
Portanto, no processo manual de desinfecção de um endoscópio,a enfermeira realiza um grande número de operações, tais como remoção deválvulas, encaixes de seringa, preparação do detergente, ativação dodesinfetante, cronometragem de tempos.
Assim, por exigir rigor na realização destas etapas, o processo dedesinfecção automatizada é desejável e torna-se uma solução interessante paraa endoscopia.
Logicamente existem equipamentos automáticos para realizaçãodas etapas de desinfecção de um endoscópio, porém, mesmo assim, não sealcançou os objetivos desejados, principalmente na metodologia adotada parao líquido desinfetante, tempo de processamento e descarte do líquidodesinfetante.
Objetivos da Invenção.
O primeiro objetivo da invenção é a concretização de meiosmecânicos, químicos, elétricos e eletrônicos cooperantes para caracterizaçãode um equipamento totalmente automático para desinfecção de diferentesendoscópios.
Opcionalmente, o equipamento poderá processar tambéminstrumentais cirúrgicos, acessórios de assistência ventilatória, máquinas dehemodiálise e seus acessórios e outros dispositivos médicos.
O segundo objetivo da invenção é integrar ao conjunto umaunidade geradora de líquido desinfetante, mediante o uso de pelo menos umacélula eletroquímica, onde a produção do dito líquido desinfetante é realizadaem quantidade controlada condizente com o processo de desinfecçãorealizado pelo equipamento.
O terceiro objetivo da invenção é a configuração de meiosquímicos para neutralizar o líquido desinfetante para que o mesmo possa serdescartado sem agredir o meio ambiente, tornando-se um resíduoecologicamente correto.
O quarto objetivo da invenção é a concretização combinada detodos os meios acima, incluindo-se uma central eletrônica de comando comrecursos de hardware e software para minimizar o tempo de processamento dedesinfecção de um endoscópio. Nos testes realizados, o tempo estimado seaproximou dos 7 minutos para desinfecção, com tempo total deprocessamento variando entre 10 à 15 minutos (dependendo da programaçãoselecionada).
O quinto objetivo da invenção é um projeto compacto que, emum gabinete de dimensões reduzidas, todas as partes do equipamento sãomontadas adequadamente.
O sexto objetivo da invenção é a concretização de umequipamento com um processo de desinfecção de baixa toxicidade para osusuários, médicos, pacientes e outros que, de uma maneira ou de outra,participam do uso de tal tipo de equipamento.
O sétimo objetivo da invenção foi criar meios, tanto de controlecomo também químico, para reduzir consideravelmente o processo decorrosão do endoscópio pelo próprio agente desinfetante.
Logicamente, os entendidos no assunto poderão encontrar muitasoutras vantagens no funcionamento e uso da presente desinfectora,principalmente custo de fabricação e custo operacional.
Descrição dos desenhos.
Para melhor compreensão da presente Invenção, é feita emseguida uma descrição detalhada da mesma, fazendo-se referências aosdesenhos esquemáticos em anexo, onde a:
FIGURA 1 representa uma vista esquemática de todo conjunto;
FIGURAS 2 a 6 mostram partes ampliadas da figura 1;
FIGURA 7 ilustra uma vista esquemática da parteeletroeletrônica do conjunto; e a
FIGURA 8 é um diagrama de blocos funcional.
Descrição detalhada da invenção.
De acordo com estas ilustrações e em seus pormenores, maisparticularmente a figura 1, a presente Invenção, DESINFECTORAAUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS E SIMILARES, estácaracterizada pelo fato de compreender:
- um primeiro conjunto hidráulico de alimentação de águafiltrada (50) que, por um lado, possui uma conexão de entrada (51) deacoplamento com um ponto qualquer de fornecimento de água, enquanto, pelolado oposto, este circuito hidráulico é dividido em dois ramos (52-53) defornecimento de água filtrada;
- um primeiro tanque de salinização (100) em cujo interior émantida uma quantidade de sal, como também neste tanque desemboca oramo de alimentação de água filtrada (52), de modo que no seu interior possaser mantida preparada uma solução saturada de água e cloreto de sódio (H2O+ NaCl), prevista para sair através da tubulação (101). No tanque há ummotor hidráulico destinado a movimentar o líquido, facilitando a manutençãodo ponto de saturação de sal na solução. Além do NaCl, há possibilidade deuso de outros sais, como por exemplo....X e Y.
- um segundo tanque de água filtrada (150) que, por um lado,está previsto para ser abastecido pelo ramo da tubulação (52) que, para tanto,é bifurcada novamente (54), formando terceiro ramo de alimentação (55) e,por outro lado, este mesmo tanque possui uma saída controlada (56) de águafiltrada. O controle de entrada de água é realizado por uma bóia de nível,mecânica. O equipamento monitora o nível máximo e mínimo de água;
- as duas tubulações de saída de água doce (56) e de saída desolução saturada (101) formam um segundo circuito hidráulico de soluçãosalina com concentração controlada (200), onde as tubulações são unificadaspor uma conexão em Y (201) formando um único circuito de solução salinacom concentração controlada (202) que, por sua vez, através de um "T" (203),é dividido em dois circuitos hidráulicos de fornecimento de solução salinacom concentração controlada (204-205);
- pelo menos uma célula eletroquímica (250) com duas entradasinferiores (251a - 251b) e duas saídas superiores (252a 252b), em que asprimeiras são de entrada para solução salinizada controlada e, para tanto, sãoconectadas, respectivamente, com a tubulação (204) e a tubulação (205),enquanto as duas saídas superiores são, respectivamente, de solução ácidadesinfectora (252a) e de solução alcalina neutralizadora (252b), ambas com asrespectivas tubulações (253-254). Na célula há ligações elétricas no anôdo eno cátodo, que atuarão em conjunto no processo eletroquímico na soluçãosalina para obtenção do desinfetante.
- um tanque de desinfecção (300) contentor do endoscópio a serdesinfetado e, para tanto, inicialmente está conectado com a tubulação desolução ácida desinfectora (252a-253) e com a tubulação de águafiltrada/enxágüe (53), como também está conectado com outro tanque (350) erespectiva tubulação condutora (351) de substância anticorrosiva e, ainda,inclui uma tubulação de saída (352) de descarte da solução desinfectorautilizada.
- faz parte integrante do tanque de desinfecção (300) umconjunto de recirculação (400) e respectiva tubulação (401), que interliga amáquina aos canais internos do endoscópio (canais de ar e água, canais deaspiração e outros orifícios internos).
- um circuito injetor de ar (450) e respectiva tubulação (451) estáintegrado à tubulação (401) do conjunto de recirculação (400).
- para neutralização e descarte da solução desinfectora utilizada éprevisto um tanque neutralizador (500), onde a entrada de soluçãodesinfectora utilizada vem por duas tubulações, uma delas é a tubulação desaída (352) proveniente do tanque de desinfecção (300), enquanto a outra éuma tubulação (501) que, por uma extremidade, está interligada à tubulaçãode recirculação (401) através de uma válvula solenóide (502), enquanto pelaextremidade oposta dita tubulação (501) se unifica através de um "T" (503)com a tubulação de solução alcalina (254), onde os líquidos ácido e alcalinose misturam para neutralização e, em seguida, a tubulação única (504) conduza solução neutralizada para o interior do tanque neutralizador (500).
Com relação à figura 2, conjunto hidráulico de alimentação deágua filtrada (50) da desinfectora, além de incluir um registro (57), possuiuma entrada de água dividida em dois circuitos de distribuição (52-53). Noprimeiro circuito a passagem da água ocorre por pelo menos um filtro decarvão ativado (58) e por pelo menos um filtro resina de troca iônica (59) e,em seguida, a água filtrada abastece o tanque de salinização (100) e o tanquede água filtrada doce (150). No segundo circuito (53) a água passa por pelomenos um filtro de 5,0 micra (60) e por pelo menos um filtro de 0,2 mícron(61), como também esta passagem é controlada por uma válvula solenóide(62) de controle da água filtrada de enxágüe do endoscópio posicionado nointerior do tanque de desinfecção (300).
No interior do tanque de salinização (100) é mantida umaquantidade de sal (NaCl)5 como também neste tanque desemboca o ramo dealimentação de água filtrada (52), de modo que no seu interior possa sermantida preparada uma solução saturada de água e cloreto de sódio (H2O +NaCl), prevista para sair através da tubulação (101). Para tanto, o tanque desalinização (100) possui internamente um controlador mecânico de nível deágua (102) proveniente da tubulação (52) e um sensor de nível eletrônico(103) de solução saturada, como também inclui um agitador (104) adequadopara manter um turbilhonamento da solução e a conseqüente mistura do salcom a água. O tanque de salinização (100) também possui uma tubulaçãoadicional (105) com um registro (106), configurando, ao mesmo tempo, umladrão (107) e uma saída de esgotamento/limpeza (108) que, além de sercontrolada pelo registro (106), também se une com a anterior (107) paraformar uma saída única (109) que desemboca no tanque neutralizador (500).
Como já foi dito, o tanque de salinização (100) possui umatubulação de saída para solução saturada (101), onde o controle de vazão evelocidade de saída do líquido é realizado, primeiramente, por uma bomba(110) e, em seguida, por uma válvula agulha (111) e uma válvula solenóide(112).
O tanque de água filtrada doce (150) é igualmente equipadointernamente com um controlador mecânico de nível de água (151)proveniente da tubulação (55-52) e um sensor de nível eletrônico (152) deágua filtrada, como também inclui uma tubulação adicional (153) com umregistro (154), configurando, ao mesmo tempo, um ladrão (155) e uma saídade esgotamento/limpeza (156) que se une com a anterior (155) para formaruma saída única (157) que desemboca no tanque neutralizador (500).
Com relação a figura 3, como já foi dito, o circuito hidráulico desolução salina com concentração controlada (200) é dividido através de um"T" (203) em dois circuitos hidráulicos de fornecimento de solução salinacom concentração controlada (204-205), sendo que o segundo circuito (205)possui, inicialmente, um medidor eletrônico de condutividade (206) e, após o"T" (203), este circuito inclui uma válvula de agulha (207) e uma válvulasolenóide (208), de modo que estes três componentes possam fornecer osparâmetros necessários para controle de fluxo da solução salina que entra nacélula eletroquímica (250) através da sua conexão (251b), enquanto oprimeiro circuito (204), também monitorado por (206), inclui inicialmenteuma bomba (209) seguida por um rotâmetro (210), respiro (211) e válvulasolenóide (212), onde a combinação de tais componentes concorrem parafornecer os parâmetros necessários para controle de fluxo da solução salinaque entra na célula eletroquímica (250) através da sua conexão (251a).
Com relação a figura 4, a célula eletroquímica (250) é umgerador de solução desinfetante que, através da tubulação (253) é levada sobpressão até o tanque de desinfecção (300), para ser aplicado ao fibroscópio.Desta maneira, a solução desinfetante tem as suas características devidamentecontroladas e monitoradas, porém, para tanto, dita tubulação (253) é equipadacom por uma unidade de controle e monitoramento (600), composta por umacuba de amostragem (601) equipada com sensor redox (602), sensor de PH(603) e dispositivo de medição para o potencial de redução (604), finalizandoassim os meios de leitura das características químicas da solução desinfetantea ser injetada no interior do tanque de desinfecção (300).
Para melhorar a eficiência de desinfecção, tal como ilustra afigura 5, faz parte integrante do tanque de esterilização (300), além de umsensor de nível (301), um conjunto de recirculação (400), o qual é compostopor uma bomba (402) e uma válvula solenóide de três vias (403), onde aprimeira mantém a pressão necessária na tubulação de recirculação (401) dasolução no interior do tanque de desinfecção (300), enquanto a válvula de trêsvias configura ponto de injeção de ar acoplado ao circuito injetor de ar (450).
O circuito injetor de ar (450) é constituído por uma bomba de ar(452) conectada em uma das extremidades da sua respectiva tubulação (451),cuja outra extremidade está acoplada à válvula de três vias (403).
Com relação a figura 6, para neutralização e descarte da soluçãodesinfectora utilizada, tal como já foi dito, é previsto um tanque neutralizador(500), onde a entrada de solução desinfectora utilizada vem por duastubulações, uma delas é a tubulação de saída (352) proveniente do tanque dedesinfecção (300), enquanto a outra é uma tubulação (501) que, por umaextremidade, está interligada à tubulação de recirculação (401) através de umaválvula solenóide (502), enquanto pela extremidade oposta dita tubulação(501) se unifica através de um "T" (503) com a tubulação de solução alcalina(254), após o que forma-se a tubulação única (504) que desemboca no interiordo tanque neutralizador (500), o qual inclui um sensor de nível eletrônico(505) e uma saída (506) equipada com válvula solenóide (507), após a qualum complemento de tubulação (508) e um registro (509) formam o ladrão(510) e a saída (511) que se une direto com a tubulação de descarte (506).Logicamente a saída (511) é utilizada para esgotamento e limpeza do tanquede descarte (500) sem que o equipamento esteja em operação.
Conforme ilustra equematicamente as figuras 7 e 8, faz parteintegrante do conjunto uma central eletrônica de monitoração e controle (700)composta por placas C.I. (701), placas de reles (702) e controlador lógicoprogramável (703), uma das placas com display (704) e botoeira (705),incluindo também um microcontrolador (706) e drivers (707). O diagrama deblocos da figura 8, também ilustra o funcionamento elétrico básico do conjunto.
A Fonte de alimentação possui duas alimentações distintas, sendouma de potência mais elevada e outra para fornecimento de energia para omicrocontrolador. A primeira fonte possui tensão regulável máxima de12VDC e tem corrente contínua controlada, com potência máxima de 25VA.A segunda fonte de alimentação de baixa tensão (5V) é regulada para evitarinterferência de ruídos eletromagnéticos espúrios.
Microcontrolador (706) é responsável pelo controle de todas asfunções eletromecânicas, além de manter a interface usuário/máquina e ocontrole da corrente no circuito de potência. Resolve ainda as operaçõesaritméticas para manutenção da estabilidade do sistema, monitora sinais detensão, corrente, condutividade e temporização. Ele funciona com uma basede tempo de 200ns, e possui 24 entradas ou saídas configuráveis. Aprogramação deste componente, firmware, é residente.
O circuito de potência controla a corrente que circula peloequipamento, sendo comandado pelo microcontrolador (706).
A interface homem/máquina é constituída por botoeira (705) edisplay de cristal líquido (704), preferivelmente com 4 linhas e 20 colunasalfanuméricas, para mostrar as etapas e mensagens de funcionamento.
Os drivers (707) funcionam como um controle final paraacionamento dos dispositivos de controle, para evitar que haja falhas emfunção de incompatibilidades elétricas.
O firmware está estruturado para verificação das etapas a seremcumpridas pela central, fazendo uma leitura das variáveis de entrada paradeterminação do procedimento a ser efetuado. As variáveis são o tempo,condutividade, tensão, corrente e temperatura. Como saída o programaescreve as mensagens no display, aciona as saídas elétricas para acionamentodos drivers na seqüência preestabelecida.
O programa ainda considera condições de segurança para evitaracidentes que podem ser críticos ao usuário.
Funcionamento.
O funcionamento da presente DESINFECTORAAUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS E SIMILARES baseia-se nosseus quatro conjuntos: central eletrônica de monitoração (700), geradoreletrolítico de desinfetante (250), tanque de desinfecção do endoscópio (300)e tanque de neutralização do desinfetante (500).
A central eletrônica de monitoração (700) realiza o controle dosprocessos automatizados que ocorrem no gerador eletrolítico (250), no tanquede desinfecção do endoscópio (300) e no tanque de neutralização dodesinfetante (500). Recebe os dados de temperatura, PH e redox da unidadede controle e monitoramento (600) através de sinais analógicos, que serãotransformados em digitais. Realiza o 'condicionamento' dos sinais,promovendo a sua estabilização independente da temperatura e outroselementos físicos, tais como variações de tensão, ruídos elétricos einterferências.
O) diagrama de bloco da figura 8 descreve o funcionamentoelétrico da central eletrônica de monitoração (700).
a) Fonte de alimentação: para este equipamento é utilizada fonteconstituída de duas alimentações, sendo uma de potência mais elevada e outrapara fornecimento de energia para o microcontrolador (706). a primeira fontepossui tensão regulável máxima de 12VDC e tem corrente contínuacontrolada, com potência máxima de 25va. A segunda fonte de alimentaçãode baixa tensão (5v) é regulada para evitar interferência de ruídoseletromagnéticos espúrios;
b) O microcontrolador (706) é responsável pelo controle de todasas funções eletromecânicas da central, além de manter a interfaceusuário/máquina e o controle da corrente no circuito de potência. Resolveainda as operações aritméticas para manutenção da estabilidade do sistema,monitora sinais de tensão, corrente, condutividade e temporização. Elefunciona com uma base de tempo de 200ns, e possui 24 entradas ou saídasconfiguráveis.
c) O circuito de potência controla a corrente que circula peloequipamento, sendo comandado pelo microcontrolador.
d) A interface homem/máquina é constituída de botoeira (705 edisplay (707) de cristal líquido preferivelmente com 4 linhas e 20 colunasalfanuméricas, para mostrar as etapas e mensagens de funcionamento, elafunciona como canal de comunicação entre o operador e a eletrônica demonitoração (700).e) Os drivers (707) funcionam como um controle final paraacionamento dos dispositivos de controle, para evitar que haja falhas emfunção de incompatibilidades elétricas.
f) O gerador eletrolítico de desinfetante (250) é responsável pelatransformação da solução salina preparada no tanque (100) em desinfetante dealto nível para ser utilizado no tanque de desinfecção (300).
g) O tanque de desinfecção do endoscópio (300) é um recipienteaberto na parte superior e com detalhes para acomodação (parcialmenteenrolado) do endoscópio para o processo de desinfecção automática e, paratanto, possui meios para que o endoscópio permaneça praticamente imerso nasolução desinfetante produzida pela célula (250), como também inclui umapluralidade de conexões internas variáveis que, por um lado, estãointerligadas ao circuito de recirculação (400-450) e, por outro lado, possuemdetalhes variáveis para acoplamento com as partes correspondentes doendoscópio, de modo que se possa realizar a desinfecção interna do mesmo(canais de ar e água, canais de aspiração, compartimentos de válvulas, etc).
h) O firmware residente - estruturado para verificação das etapasa serem cumpridas pela central eletrônica (700), fazendo uma leitura dasvariáveis de entrada para determinação do procedimento a ser efetuado, sendoas variáveis o tempo, condutividade, tensão, corrente e temperatura e, ainda,como saída o programa escreve as mensagens no display (707), aciona assaídas elétricas para acionamento dos drivers (702) na seqüênciapreestabelecida.
O gerador eletrolítico de desinfetante (250) é uma célulaeletroquímica que trabalha em conjunto com os componentes auxiliares, taiscomo as bombas hidráulicas e de ar, as válvulas solenóides, fluxômetros,tubulações, sensores de nível, reservatórios de água e NaCl, leitores de PH,temperatura e potencial redox. O gerador eletrolítico apresenta meios paraprodução contínua de desinfetante oxidante e, para tanto, é abastecido comuma solução salina saturada (NaCl) proveniente do tanque (100) e, atravésdos ditos dispositivos de controle, gera eletroquimicamente os seguintesoxidantes: HClO, CIO-, C102, H202, 03, 02, C104, HC103, Cl-, OH-, 02H-O-, sendo que o ácido hipocloroso, o peróxido de hidrogênio, o cloro, oozônio e o ácido perclórico são os oxidantes de maior ação bactericida damistura, dando assim origem de um desinfetante de alto nível.
Este desinfetante é injetado no tanque (300) para promoverautomaticamente a desinfecção do endoscópio, em conjunto com os motoreshidráulicos, válvulas solenóides, sensores, tubulações, conexões e bombas dear e outros componentes e, antes do enxágüe (53), o desinfetante utilizado éconduzido para o tanque neutralizador (500).
O tanque neutralizador (500) é um recipiente onde o desinfetanteoxidante é neutralizado para descarte no esgoto. A eletrólise da solução salinaresulta em dois subprodutos, que são a água ácida (desinfetante oxidante) e aágua básica. Esta cuba serve para armazenar a água básica enquanto se utilizaa água ácida para a desinfecção. Na hora do descarte, os dois líquidos sãomisturados, ocorrendo a neutralização do PH e a diminuição do PotencialRedox, permitindo a eliminação segura para o esgoto, sem prejuízo para omeio ambiente.
Fabricação do desinfetante oxidante.
Como primeira etapa na fabricação do desinfetante, a centraleletrônica (700) automaticamente produz a solução de água e NaCl, de acordocom a concentração exigida, sendo esta mistura controlada em diversosparâmetros, como PH, condutividade, potencial redox e temperatura. Estasolução é enviada para a célula eletroquímica (250), onde percorrerá asmembranas seletivas, ânodos e cátodos do equipamento. Durante este trajeto,a central eletrônica irá submeter a água salina a um potencial elétrico, o queprovocará a sua eletrólise. O resultado será a geração de compostos como H+,O2, O3 e cloro livre como HOCL, C2, CL"' CLO2, H2O2, CLO4, HCLO3.
Teremos as seguintes reações eletroquímicas e produtos geradosna após a célula eletrolítica (250):A oxidação do cloro gera o ácido hipocloroso (HOC1).
Hoci <—^+ocrti]
O cloro livre é muito eficiente na morte dos microrganismos, porser um agente oxidante potente. O contato deste com o oxigênio pode levar adecomposição:
2HOC1 -> 2 H+ + 2C1" + O2 [2]
Outro composto da desinfectora automática, como o dióxido decloro (ClO2), que em água ácida ocorrem duas reações de oxidação:
ClO2+ 4H* + 5é <—> Cl" + 2H20 [3]
ClO2 + é<—> ClO2" [4]
Como age o desinfetante contra as bactérias.
O mecanismo de ação da do Desinfetante gerado está baseado noefeito de óxido-redução.
Como é a desinfecção automática do endoscópio.
O equipamento possui meios específicos destinados aoreprocessamento automático para endoscópios de diferentes fabricantes,entretanto, as determinações das etapas de limpeza e desinfecção seguem asexigências e cuidados para todos eles, como também atende as exigências,normas e outros padrões de saúde, sendo que, independentemente de taisaspectos, as etapas automáticas de desinfecção são:
a) produção do desinfetante através do gerador eletrolítico (250);
b) enchimento do tanque (300) do endoscópio com desinfetante fabricado.
c) Início da circulação forçada de desinfetante pelos canais de ar,de água e biópsia do endoscópio;
d) cronometragem do tempo de desinfecção.
e) eliminação do desinfetante para o tanque de neutralização (500).
f) enxágüe final dos canais internos e da parte externa doendoscópio com água corrente filtrada (53); ef) secagem dos canais internos com ar comprimido (450)controlado (a origem deste ar poderá ser através de bombas internas ouoriundo de um pressurizador externo).
Como é a neutralização do desinfetante (para descarte).
Durante o processo de eletrólise na célula (250), há a produçãode dois líquidos: a água ácida e a alcalina. De um lado da célula eletroquímica(250) sai a água ácida (desinfetante oxidante) (251a) e do outro (251b), a águaalcalina (que fica reservada). Para que não haja danos ao meio ambiente, oequipamento realiza a neutralização destes 2 subprodutos. Antes de odesinfetante ser descartado para o esgoto, é adicionado à água alcalina, o queorigina uma solução com PH praticamente neutro e com potencial Redox quenão apresenta riscos ao ambiente. Com isso, a solução apresentará um padrãode qualidade aceitável para o descarte ecologicamente correto.

Claims (13)

1.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, caracterizada pelo fato de compreender:- um primeiro conjunto hidráulico de alimentação de água filtrada (50) que,por um lado, possui uma conexão de entrada (51) de acoplamento com umponto qualquer de fornecimento de água, enquanto, pelo lado oposto, estecircuito hidráulico é dividido em dois ramos (52-53) de fornecimento de águafiltrada;- um primeiro tanque de salinização (100) em cujo interior é mantida umaquantidade de sal, como também neste tanque desemboca o ramo dealimentação de água filtrada (52), de modo que no seu interior possa sermantida preparada uma solução saturada de água e cloreto de sódio (H2O +NaCl), prevista para sair através da tubulação (101);um segundo tanque de água filtrada/enxágüe (150) que, por um lado, estáprevisto para ser abastecido pelo ramo da tubulação (52) que, para tanto, ébifurcada novamente (54), formando terceiro ramo de alimentação (55) e, poroutro lado, este mesmo tanque possui uma saída controlada (56) de águafiltrada;- as duas tubulações de saída de água doce (56) e de saída de solução saturada(101) formam um segundo circuito hidráulico de solução salina comconcentração controlada (200), onde as tubulações são unificadas por umaconexão em Y (201) formando um único circuito de solução salina comconcentração controlada (202) que, por sua vez, através de um "T" (203), édividido em dois circuitos hidráulicos de fornecimento de solução salina comconcentração controlada (204-205);- pelo menos uma célula eletroquímica (250) com duas entradas inferiores(251a - 251b) e duas saídas superiores (252a 252b), em que as primeiras sãode entrada para solução salinizada controlada e, para tanto, são conectadas,respectivamente, com a tubulação (204) e a tubulação (205), enquanto as duassaídas superiores são, respectivamente, de solução ácida desinfectora (252a) ede solução alcalina neutralizadora (252b), ambas com as respectivastubulações (253-254);- um tanque de desinfecção (300) contentor do endoscópio a ser desinfetado e,para tanto, inicialmente está conectado com a tubulação de solução ácidadesinfectora (252a-253) e com a tubulação de água filtrada/enxágüe (53),como também está conectado com outro tanque (350) e respectiva tubulaçãocondutora (351) de substância anticorrosiva e, ainda, inclui uma tubulação desaída (352) de descarte da solução desinfectora utilizada;- faz parte integrante do tanque de esterilização (300) um conjunto derecirculação (400) e respectiva tubulação (401);- um circuito injetor de ar (450) e sua tubulação (451) estão integrados àtubulação (401) do conjunto de recirculação (400);- um tanque (500) de neutralização e descarte da solução desinfectorautilizada proveniente de duas tubulações, uma delas é a tubulação de saída(352) do tanque de desinfecção (300), enquanto a outra é uma tubulação (501)que, por uma extremidade, está interligada à tubulação de recirculação (401)através de uma válvula solenóide (502), enquanto pela extremidade opostadita tubulação (501) se unifica através de um "T" (503) com a tubulação desolução alcalina (254), onde os líquidos, ácido e alcalino, se misturam paraneutralização e, em seguida, a tubulação única (504) conduz a soluçãoneutralizada para o interior do tanque neutralizador (500);
2.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de oconjunto hidráulico de alimentação de água filtrada (50) da desinfectora, alémde incluir um registro (57), possui uma entrada de água dividida em doiscircuitos de distribuição (52-53), no primeiro circuito a passagem da águaocorre por pelo menos um filtro de carvão ativado (58) e por pelo menos umfiltro resina de troca iônica (59) e, em seguida, a água filtrada abastece otanque de salinização (100) e o tanque de água filtrada doce (150), enquantoque no segundo circuito (53) a água passa por pelo menos um filtro de 5,0micra (60) e por pelo menos um filtro de 0,2 mícron (61), como também estapassagem é controlada por uma válvula solenóide (62) de controle da águafiltrada de enxágüe do endoscópio posicionado no interior do tanque dedesinfecção (300).
3.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de nointerior do tanque de salinização (100) ser mantida uma quantidade de sal(NaCl), como também neste tanque desemboca o ramo de alimentação deágua filtrada (52), de modo que no seu interior possa ser mantida preparadauma solução saturada de água e cloreto de sódio (H2O + NaCl), prevista parasair através da tubulação (101).
4.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de otanque de salinização (100) possuir internamente um controlador mecânico denível de água (102) proveniente da tubulação (52) e um sensor de níveleletrônico (103) de solução saturada, como também inclui um agitador (104)de turbilhonamento da solução e a conseqüente mistura do sal com a água;possui também uma tubulação adicional (105) com um registro (106),configurando, ao mesmo tempo, um ladrão (107) e uma saída deesgotamento/limpeza (108) que, além de ser controlada pelo registro (106),também se une com a anterior (107) para formar uma saída única (109) quedesemboca no tanque neutralizador (500).
5.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de dea saída para solução saturada (101) do tanque de salinização (100) possuiruma tubulação com controle de vazão e velocidade definido por uma bomba(110), válvula agulha (111) e uma válvula solenóide (112).
6.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato deO tanque de água filtrada doce (150) ser igualmente equipado internamentecom um controlador mecânico de nível de água (151) proveniente datubulação (55-52) e um sensor de nível eletrônico (152) de água filtrada,como também inclui uma tubulação adicional (153) com um registro (154),configurando, ao mesmo tempo, um ladrão (155) e uma saída deesgotamento/limpeza (156) que se une com a anterior (155) para formar umasaída única (157) que desemboca no tanque neutralizador (500).
7.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato docircuito hidráulico de solução salina com concentração controlada (200) ter asua ramificação (205) dotada de um medidor eletrônico de condutividade(206) e, após o "T" (203), este circuito inclui uma válvula de agulha (207) euma válvula solenóide (208), de modo que estes três componentes possamfornecer os parâmetros necessários para controle de fluxo da solução salinaque entra na célula eletroquímica (250) através da sua conexão (251b),enquanto a outra ramificação (204), também monitorado por (206), incluiinicialmente uma bomba (209) seguida por um rotâmetro (210), respiro (211)e válvula solenóide (212), onde a combinação de tais componentes concorrempara fornecer os parâmetros necessários para controle de fluxo da soluçãosalina que entra na célula eletroquímica (250) através da sua conexão (251a).
8.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de atubulação (253) da célula eletroquímica (250) possuir uma unidade decontrole e monitoramento (600), composta por uma cuba de amostragem(601) equipada com sensor redox (602), sensor de PH (603) e dispositivo demedição para o potencial de redução (604).
9.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato defazer parte integrante do tanque de esterilização (300), além de um sensor denível (301), um conjunto de recirculação (400), o qual é composto por umabomba (402) e uma válvula solenóide de três vias (403), onde a primeiramantém a pressão necessária na tubulação de recirculação (401) da solução nointerior do tanque de desinfecção (300), enquanto a válvula de três viasconfigura ponto de injeção de ar acoplado ao circuito injetor de ar (450).
10.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de ocircuito injetor de ar (450) ser constituído por uma bomba de ar (452)conectada em uma das extremidades da sua respectiva tubulação (451), cujaoutra extremidade está acoplada à válvula de três vias (403).
11.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de notanque neutralizador (500) a solução desinfectora utilizada ser conduzida porduas tubulações, uma delas é a tubulação de saída (352) proveniente dotanque de desinfecção (300), enquanto a outra é uma tubulação (501) que, poruma extremidade, está interligada à tubulação de recirculação (401) através deuma válvula solenóide (502), enquanto pela extremidade oposta ditatubulação (501) se unifica através de um "T" (503) com a tubulação desolução alcalina (254), após o que forma-se a tubulação única (504) quedesemboca no interior do tanque neutralizador (500), o qual inclui um sensorde nível eletrônico (505) e uma saída (506) equipada com válvula solenóide(507), após a qual um complemento de tubulação (508) e um registro (509)formam o ladrão (510) e a saída (511) que se une direto com a tubulação dedescarte (506).
12.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato defazer parte integrante do conjunto uma central eletrônica de monitoração econtrole (700) composta por placas C.I. (701), placas de reles (702) econtrolador lógico programável (703), uma das placas com display (704) ebotoeira (705), incluindo também um microcontrolador (706) e drivers (707).
13.) DESINFECTORA AUTOMÁTICA PARA ENDOSCÓPIOS ESIMILARES, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato depossuir acessórios opcionais, pode ser destinada ao reprocessamento (limpezae desinfecção) automático de instrumentais cirúrgicos, acessórios deassistência ventilatória, máquinas de hemodiálise e seus acessórios e outrosdispositivos médicos.
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