BRPI0805315A2 - método de seleção e difusão por uma freqüência de transmissão e dispositivo para o mesmo - Google Patents
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Abstract
MéTODO DE SELEçãO E DIFUSãO POR UMA FREQüêNCIA DE TRANSMISSãO E DISPOSITIVO PARA O MESMO. Em algumas modalidades, um método de identificação de pelo menos uma freqúência de transmissão em um conjunto de freqúências portadoras pode incluir: (a) a determinação de uma primeira intensidade de sinal para cada freqúência portadora no conjunto de freqúências portadoras; (b) a escolha de uma primeira freqúência de transmissão a partir do conjunto de freqúências portadoras pelo menos parcialmente com base na primeira intensidade de sinal de cada uma das freqúências portadoras do conjunto de freqúências portadoras; e (c) a difusão de sinais elétricos pela primeira freqúência portadora. Outras modalidades são mostradas aqui.
Description
MÉTODO DE SELEÇÃO E DIFUSÃO POR UMA FREQÜÊNCIA DETRANSMISSÃO E DISPOSITIVO PARA O MESMO
REFERÊNCIA CRUZADA A PEDIDOS RELACIONADOS
Este pedido reivindica prioridade para o Pedido dePatente Provisória U.S. N° 60/959.092, depositado em 10 dejulho de 2007.
CAMPO DA INVENÇÃO
Esta invenção se refere geralmente a métodos edispositivos para a transmissão de sinais elétricos e serefere, mais particularmente, a métodos, dispositivos esistemas para a seleção de uma freqüência de transmissão edifusão de sinais elétricos pela freqüência de transmissãoou outras freqüências.
DESCRIÇÃO DOS ANTECEDENTES
Com a crescente popularidade de tocadores de mídiaportáteis, as pessoas querem ouvir música ou outra mídiaarmazenada nos seus tocadores de mídia portáteis enquantoconduzem seus veículos. Em particular, as pessoas queremusar o rádio do seu veículo e o sistema de alto-falantepara ouvirem música ou outra mídia armazenada nos seustocadores de mídia portáteis. A maioria dos rádios emveículos, contudo, não se acopla facilmente a tocadores demídia portáteis. Ao invés disso, alguns veículos têmconectores de entrada ou tocadores de cassete aos quais ostocadores de mídia portáteis podem ser acoplados.
Em veículos que não têm conectores de entrada outocadores de cassete, as pessoas têm que encontrar outrasformas de envio dos sinais de áudio de seus tocadores demídia portáteis para o sistema de rádio ou alto-falante dosveículos. Um método comum envolve o acoplamento de umtocador de mídia portátil a um transmissor, o qualtransmite de forma sem fio os sinais de áudio para o rádiodo veículo por uma freqüência portadora.
Embora usar um transmissor resolva o problema deacoplamento do tocador de mídia portátil ao sistema derádio e alto-falante do veículo, isso cria novos problemase riscos para o motorista do veículo. Por exemplo, ummotorista deve encontrar uma freqüência portadora não usadapela qual transmitir os sinais de áudio. Encontrar umafreqüência não usada pode ser difícil e distrair omotorista. Devido ao fato de o veículo estar se movendo, asfreqüências portadoras não usadas estão constantementemudando, conforme o veículo se mover para e para fora dafaixa de estações de rádio diferentes. Mais ainda, prédiosaltos, colinas e outras estruturas grandes podemtemporariamente bloquear os sinais elétricos em umafreqüência portadora e fazer uma freqüência portadora usadaparecer vazia por um período de tempo curto. Estes fatorespodem tornar encontrar uma freqüência portadora não usadafrustrante e potencialmente perigoso, se um motorista setornar distraído enquanto tenta encontrar uma freqüênciaportadora não usada.
Assim sendo, existe uma necessidade de um dispositivoelétrico, um sistema e um método que permitam a uma pessoaencontrar facilmente freqüências portadoras não usadas paratransmissão de sinais de áudio e outros elétricos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Para facilitar uma descrição adicional dasmodalidades, os desenhos a seguir são providos, nos quais:a FIG. 1 é um diagrama de blocos que ilustra umexemplo de um dispositivo elétrico configurado para recebersinais elétricos a partir de pelo menos uma fonte e paratransmitir sinais elétricos para pelo menos um dispositivode recepção, de acordo com uma primeira modalidade;
a FIG. 2 é um fluxograma que ilustra um exemplo de ummétodo de identificação de pelo menos uma freqüênciaportadora a partir de um conjunto de freqüências portadoraspara uso com o dispositivo elétrico da FIG. 1, de acordocom a primeira modalidade;
a FIG. 3 é um fluxograma que ilustra um exemplo de umaatividade de identificação de uma ou mais freqüênciasportadoras não usadas no conjunto de freqüênciasportadoras, de acordo com a primeira modalidade;
a FIG. 4 é um fluxograma que ilustra um exemplo de umprocedimento de varredura do conjunto de freqüênciasportadoras, de acordo com a primeira modalidade;
a FIG. 5 é um fluxograma que ilustra um exemplo de umaatividade de determinação de uma freqüência portadoravazia, de acordo com a primeira modalidade;
a FIG. 6 é um fluxograma que ilustra um exemplo de uma
atividade de classificação das freqüências portadorasvazias, de acordo com a primeira modalidade;
a FIG. 7 é um fluxograma que ilustra um exemplo de umaatividade de obtenção de uma freqüência portadora para umusuário, de acordo com a primeira modalidade;
a FIG. 8 é um fluxograma que ilustra um exemplo de umprocedimento de provisão da freqüência portadora para umusuário, de acordo com a modalidade;
a FIG. 9 é uma vista em perspectiva representativafrontal que ilustra um exemplo do dispositivo elétrico daFIG. 1 acoplado à fonte da FIG. 1, de acordo com a primeiramodalidade;
a FIG. 10 é um diagrama de blocos que ilustra umexemplo do acoplamento de um receptor do dispositivoelétrico da FIG. 1 a uma antena externa, de acordo com aprimeira modalidade; e
a FIG. 11 é um diagrama de circuito que ilustra umexemplo de um circuito de combinação de antena externa eoutros circuitos no dispositivo elétrico da FIG. 1, deacordo com a primeira modalidade.
Por simplicidade e clareza de ilustração, as figurasde desenho ilustram a maneira geral de construção, edescrições e detalhes de recursos bem conhecidos e técnicaspodem ser omitidos para se evitar obscurecerdesnecessariamente a invenção. Adicionalmente, os elementosnas figuras de desenho não estão necessariamente desenhadosem escala. Por exemplo, as dimensões de alguns doselementos nas figuras podem ser exageradas em relação aoutros elementos, para ajudar a melhorar o entendimento demodalidades da presente invenção. Os mesmos números dereferência em figuras diferentes denotam os mesmoselementos.
Os termos "primeiro", "segundo", "terceiro", "quarto"e similares na descrição e nas reivindicações, se houver,são usados para distinção entre elementos similares e nãonecessariamente para descrição de uma ordem seqüencial oucronológica em particular. É para ser entendido que ostermos assim usados são intercambiáveis, sob circunstânciasapropriadas, de modo que as modalidades da invençãodescritas aqui sejam capazes, por exemplo, de operação emoutras seqüências além daquelas ilustradas ou descritasaqui de outra forma. Mais ainda, os termos "incluir" e"ter" e quaisquer variações dos mesmos são pretendidos paracobrirem uma inclusão não exclusiva, de modo que umprocesso, método, sistema, artigo ou aparelho quecompreenda uma lista de elementos não seja necessariamentelimitado àqueles elementos, mas possa incluir outroselementos não expressamente listados ou inerentes a esseprocesso, método, artigo ou aparelho.
Os termos "direita", "esquerda", "dianteira","traseira", "topo", "fundo", "sobre", "sob" e similares nadescrição e nas reivindicações, se houver, são usados parafins descritivos e não necessariamente para a descrição deposições relativas permanentes. É para ser entendido que ostermos assim usados são intercambiãveis sob circunstânciasapropriadas, de modo que as modalidades da invençãodescritas aqui sejam capazes, por exemplo, de operação emoutras orientações além daquelas ilustradas ou descritas deoutra forma aqui.
Os termos "acoplar", "acoplado", "acopla","acoplamento" e similares devem ser amplamente entendidos ese referem à conexão de dois ou mais elementos ou sinais,elétrica e/ou mecanicamente, direta ou indiretamenteatravés de circuitos e/ou elementos intervenientes. Dois ou mais elementos elétricos podem ser eletricamente acoplados,direta ou indiretamente, mas não ser mecanicamenteacoplados; dois ou mais elementos mecânicos podem sermecanicamente acoplados, direta ou indiretamente, mas nãoser eletricamente acoplados; dois ou mais elementoselétricos podem ser mecanicamente acoplados, direta ouindiretamente, uma não ser eletricamente acoplados. Umacoplamento (seja apenas mecânico, apenas elétrico ouambos) pode ser por qualquer extensão de tempo, porexemplo, permanente ou semipermanente ou apenas por uminstante.
"Acoplamento elétrico" e similares devem seramplamente entendidos e incluem um acoplamento envolvendoqualquer sinal elétrico, seja um sinal de potência, umsinal de dados, e/ou outros tipos ou combinações de sinaiselétricos. Um "acoplamento mecânico" e similares devem seramplamente entendidos e incluem um acoplamento mecânico detodos os tipos.
A ausência das palavras "de forma removível","removível" e de similares próximas da palavra "acoplado" esimilares não significa que o acoplamento, etc. em questãoé ou não removível.
Conforme usado aqui, "veículo" e similares devem seramplamente entendidos e se referem a veículos de todos ostipos e projetos, incluindo, embarcações, aeronaves (maisleves que o ar e mais pesadas que o ar) , automóveis,caminhões, carrinhos, carrinhos de golfe, motocicletas,etc.
DESCRIÇÃO DETALHADA DE EXEMPLOS DE MODALIDADES
Em várias modalidades, um método de identificação depelo menos uma freqüência de transmissão em um conjunto defreqüências portadoras pode incluir: (a) a determinação deuma primeira intensidade de sinal para cada freqüênciaportadora no conjunto de freqüências portadoras; (b) aescolha de uma primeira freqüência de transmissão a partirdo conjunto de freqüências portadoras pelo menosparcialmente com base na primeira intensidade de sinal decada uma das freqüências portadoras do conjunto defreqüências portadoras; e (c) a difusão de sinais elétricospela primeira freqüência portadora.
Nas mesmas modalidades ou em diferentes, um método deseleção de uma ou mais freqüências de transmissão a partirde duas ou mais freqüências portadoras pode incluir: (a) aidentificação de uma ou mais primeiras freqüênciasportadoras não usadas a partir de duas ou mais freqüênciasportadoras; (b) a determinação das primeiras
características de uma ou mais freqüências portadorasadj acentes a cada uma de uma ou mais primeiras freqüênciasnão usadas; (c) a seleção de uma primeira freqüência detransmissão de uma ou mais freqüências de transmissão apartir de uma ou mais primeiras freqüências não usadas pelomenos parcialmente com base nas primeiras característicasde uma ou mais freqüências portadoras adjacentes a cada umade uma ou mais primeiras freqüências não usadas; e (d) adifusão de sinais elétricos pela primeira freqüência detransmissão de uma ou mais freqüências de transmissão.
Em várias modalidades, um método de seleção automáticade uma freqüência de transmissão a partir de três ou maisfreqüências portadoras potenciais pode incluir (a) avarredura de três ou mais freqüências portadoras potenciaispara se determinar uma indicação de primeira imagem digitalde cada uma das três ou mais freqüências portadoraspotenciais; (b) uma nova varredura de três ou maisfreqüências portadoras potenciais para se determinar umaindicação de segunda intensidade de sinal de cada uma dastrês ou mais freqüências portadoras potenciais; (c) aescolha da freqüência de transmissão a partir de três oumais freqüências portadoras potenciais pelo menosparcialmente com base na indicação de primeira intensidadede sinal e na indicação de segunda intensidade de sinal decada uma das três freqüências portadoras potenciais; e
(d) a transmissão de sinais elétricos na freqüência detransmissão.
Em muitas modalidades, um método de identificação deuma freqüência de transmissão pode incluir: (a) em umaprimeira localização, a identificação de uma primeirafreqüência como uma primeira freqüência de transmissãopossível; (b) a identificação da primeira freqüência como afreqüência de transmissão; (c) em uma segunda localização,a identificação automática de uma segunda freqüência comouma freqüência de transmissão possível; e (d) aidentificação da segunda freqüência como a freqüência detransmissão.
Algumas modalidades concernem a um método de difusãode um ou mais sinais elétricos a partir de um dispositivoelétrico. O método pode incluir (a) o uso do dispositivoelétrico para a seleção de uma primeira freqüência detransmissão vazia a partir do conjunto de freqüênciasportadoras; (b) o uso do dispositivo elétrico parafl atransmissão de uma informação de identificação para aprimeira freqüência de transmissão vazia para o receptorpor uma segunda freqüência portadora no conjunto defreqüências portadoras; e (c) o uso do dispositivo elétricopara a transmissão de um ou mais sinais elétricos pelaprimeira freqüência portadora vazia.
Numerosas modalidades concernem a um método de difusãode dois ou mais sinais elétricos usando-se um primeiro dispositivo elétrico. Cada um de um ou mais sinais elétricos inclui dados de sistema de dados de difusão por radio em uma freqüência subportadora. O método inclui: (a) o uso do primeiro dispositivo elétrico para a identificação de uma primeira freqüência de radio a partir de uma ou mais freqüências de rádio em uma primeira localização pela primeira vez, usando-se pelo menos um dentre: (1) características de pelo menos duas freqüências de rádio de uma ou mais freqüências de rádio; e (2) características de uma ou mais freqüências de rádio adjacentes a cada uma de pelo menos duas freqüências de rádio de uma ou mais freqüências de rádio; (b) uso do primeiro dispositivo elétrico para a transmissão de uma informação de identificação para a primeira freqüência de rádio como parte dos dados de sistema de dados de difusão por rádio de pelo menos um primeiro sinal elétrico dos dois ou mais sinais elétricos, a informação de identificação transmitida por uma segunda freqüência de rádio de uma ou mais freqüências de rádio; e (c) o uso do primeiro dispositivo elétrico para a transmissão de pelo menos um segundo sinal elétrico dos dois ou mais sinais elétricos pela primeira freqüência de rádio.
Em algumas modalidades, um dispositivo elétrico configurado para a seleção de uma freqüência de transmissãoa partir de um conjunto de freqüências portadoras para um usuário pode incluir: (a) um receptor; (b) um módulo de varredura configurado para medir uma indicação de intensidade de sinal de cada freqüência portadora no conjunto de freqüências portadoras; (c) um módulo decriação de pontuação configurado para determinar pelo menos uma freqüência vazia com base pelo menos parcialmente na indicação de intensidade de sinal de cada freqüência portadora no conjunto de freqüências portadoras; (d) um módulo de seleção configurado para escolher a freqüência de transmissão a partir de pelo menos uma freqüência vazia; e (e) um transmissor configurado para transmitir sinais elétricos.
As mesmas modalidades ou modalidades diferentes também podem concernir a um dispositivo elétrico configurado para ser acoplado a um veículo. O veículo pode ter um plugue de potência com um conector de aterramento. O dispositivo elétrico pode incluir (a) um conector que compreende um eletrodo de aterramento e configurado para se acoplar eletricamente ao veículo; e (b) um transmissor eletricamente acoplado ao conector e configurado para a transmissão de primeiros sinais elétricos usando-se o veículo como uma antena de rádio. Quando o eletrodo de aterramento do conector é acoplado ao conector de aterramento do plugue de potência do veículo, o transmissor pode ser configurado para usar o veículo como a antena de rádio.
Várias modalidades podem concernir a um aparelho de recepção de freqüência de rádio configurado para acoplamento a um acendedor de cigarros de um veículo. O acendedor de cigarros pode incluir um primeiro terminal e um terminal de aterramento com o terminal de aterramento do acendedor de cigarros eletricamente acoplado à carroceria do veículo. O aparelho de recepção de freqüência de rádio pode incluir: (a) um adaptador de acendedor de cigarros quepode ter: (1) um primeiro contato configurado para acoplamento ao primeiro terminal do acendedor de cigarros, quando o adaptador de acendedor de cigarros for inserido no acendedor de cigarros; e (2) um segundo contato configurado para acoplamento ao terminal de aterramento do acendedor de cigarros, quando o adaptador de acendedor de cigarros for inserido no acendedor de cigarros; e (c) um receptor de freqüência de rádio eletricamente acoplado ao segundo contato do adaptador de acendedor de cigarros, de modo que a carroceria do veículo atue como uma antena para o receptor de freqüência de rádio, quando o adaptador de acendedor de cigarros for inserido no acendedor de cigarros.
Voltando-nos para os desenhos, a FIG. 1 é um diagrama de blocos de um exemplo de dispositivo elétrico 100 configurado para receber um ou mais sinais elétricos a partir de pelo menos uma fonte 190 e para transmitir um ou mais sinais elétricos para pelo menos um dispositivo de recepção 195 de acordo com uma primeira modalidade. 0dispositivo elétrico 100 é meramente de exemplo e a invenção não está limitada a modalidades específicas ou exemplos apresentados aqui. O dispositivo elétrico 100 pode ser empregado em muitas modalidades diferentes ou exemplos não mostrados ou descritos especificamente aqui.
Como um exemplo, o dispositivo elétrico 100 pode incluir: (a) um sistema de identificação de freqüência de transmissão 101; (b) pelo menos um receptor 102; (c) pelo menos um transmissor 103; (d) um componente de comunicações de usuário 104; (e) um circuito de combinação de antena externa 105; (f) uma unidade de potência 106; e (g) pelomenos uma antena 107. Em algumas modalidades, o dispositivo elétrico 100 pode ser acoplado (de forma removível ou de outra forma) a uma antena externa 108, além da ou ao invés da antena 107. Nos mesmos exemplos ou em diferentes, o componente de comunicações de usuário 104 pode incluir: (a) um visor 121; (b) um acoplamento de entrada 122; e (c) controles de usuário 125.
Falando amplamente, e conforme explicado em detalhes abaixo, em algumas modalidades, o dispositivo elétrico 100pode ser acoplado a e receber sinais de áudio e/ou elétricos a partir da fonte 190 através do acoplamento de entrada 122. Antes ou enquanto recebe sinais de áudio e/ou elétricos a partir da fonte 190, o sistema de identificação 101 pode identificar uma freqüência de transmissão a partir de um conjunto de freqüências portadoras. A freqüência de transmissão pode ser uma freqüência portadora selecionada para se garantir que os sinais de áudio e/ou outros elétricos a partir da fonte 190 sejam transmitidos por uma freqüência portadora não usada ou vazia.
Após a seleção da freqüência de transmissão, o visor 121 exibe a freqüência de transmissão para o usuário, e o transmissor 103 começa a transmitir os sinais de áudio e/ou outros elétricos pela freqüência de transmissão usando a antena 107 ou a antena externa 108. O usuário pode sintonizar o rádio do veículo para a freqüência de transmissão exibida sendo exibida pelo visor 121 para o recebimento dos sinais de áudio e/ou outros elétricos. Assim sendo, o dispositivo elétrico 100 permite que um usuário execute sinais de áudio e/ou outros elétricos a partir da fonte 190 através de seu sistema de rádio e alto-falante de veículo, sem a distração e a frustração de tentar localizar manualmente uma freqüência portadora não usada ou vazia.
Em algumas modalidades, a fonte 190 é um dispositivo elétrico configurado para produzir sinais elétricos. Por exemplo, a fonte 190 pode ser um telefone móvel (ou celular), um computador laptop, um dispositivo de reexecução de áudio, um rádio portátil de AM (amplitude modulada) e de FM (freqüência modulada), um rádio por satélite, um tocador de CD (disco compacto), um dispositivo de armazenamento de dados, um tocador de áudio, um tocador audiovisual, e/ou um tocador de MP3 portátil (camada de Áudio de MPEG 3) . Em outras modalidades, a fonte 190 pode fazer parte ou ser formada integralmente com o dispositivo elétrico 100. Por exemplo, o dispositivo elétrico 100 poderia incluir um tocador de MP3.
Mais ainda, os sinais elétricos podem ser sinais de áudio, sinais de vídeo, sinais de dados ou outros tipos de sinais elétricos. 0 termo "fonte 190" inclui dispositivos eletrônicos de todos os tipos e projetos, incluindo, mas não limitando, tocadores de áudio e tocadores de mídia audiovisual. O dispositivo de recepção 195 pode ser qualquer dispositivo elétrico que inclua um receptor capaz de receber sinais de freqüência de rádio (ou outra freqüência alta). Em algumas modalidades, o dispositivo de recepção 195 pode ser um rádio ou, mais especificamente, um rádio de carro.
Em algumas exemplos, o conjunto de freqüências portadoras pode incluir a banda completa de FM. Nos Estados Unidos (US), a banda de FM inclui as freqüências ou canais entre 87,5 MHz (megahertz) e 108 MHz. No Japão, a banda deFM inclui as freqüências entre 76 MHz e 90 MHz. Na Europa, a banda de FM inclui as freqüências entre 87,6 MHz e 107,9 MHz. Em outros países, a banda plena de FM pode varrer outras faixas de freqüências portadoras.
Nos Estados Unidos, há um espaçamento de 0,2 MHz entre freqüências portadoras adjacentes. Isto é, o conjunto de freqüências portadoras inclui as freqüências com um espaçamento de 0,2 MHz (87,5 MHz, 87,7 MHz, 87,9 MHz, etc.) .
No Japão e na Europa, o espaçamento entre freqüências portadoras adjacentes é de 0,1 MHz. Em outras modalidades, o conjunto de freqüências portadoras inclui um subconjunto da banda de FM plena. Em outras modalidades, o conjunto de freqüências portadoras inclui outros conjuntos ou bandas de freqüência portadora (por exemplo, banda de AM (amplitude modulada), a de VHF (freqüência muito alta) ou a de UHF (freqüência ultra-alta)).
Retornando à FIG. 1, o visor 121 pode ser usado para a provisão de uma informação para o usuário do dispositivo elétrico 100. Em alguns exemplos, o visor 121 é um visor de cristal líquido (LCD) ou luzes indicadoras. O visor 121 pode ser acoplado ao sistema de identificação 101 e configurado para visualmente exibir a freqüência de transmissão, antes e durante a transmissão de sinais elétricos pela freqüência de transmissão pelo transmissor 103.
O acoplamento de entrada 122 pode ser configurado para acoplar o dispositivo elétrico 100 à fonte 190. Em alguns exemplos, o acoplamento de entrada 122 pode receber sinais elétricos (por exemplo, de áudio ou outra mídia) a partir da fonte 190. O componente de comunicações de usuário 104pode comunicar os sinais elétricos para o transmissor 103.
Nas mesmas modalidades ou em diferentes, o acoplamento de entrada 122 pode transferir sinais de comunicação, potência e áudio entre o dispositivo elétrico 100 e a fonte 190. O tipo de acoplamento de entrada 122 depende do tipo de fontes de conector que o dispositivo elétrico 100 é projetado para aceitar. Por exemplo, o acoplamento de entrada 122 pode incluir um conector serial macho de 30 pinos configurado para ser plugado em e acoplado eletricamente a um dispositivo iPod® da Apple®. Em um outro exemplo, a fonte 190 tem um conector USB (porta serial universal) fêmea para acoplamento a dispositivos externos. Em um outro exemplo, o acoplamento de entrada 122 é um conector USB macho.
Os controles de usuário 125 permitem que o usuário interaja com e controle o dispositivo elétrico 100. Em alguns exemplos, os controles de usuário 125 podem ser configurados para permitirem que um usuário selecione uma nova freqüência não usada. Os controles de usuário 125 devem ser amplamente entendidos como se referindo a qualquer tipo de mecanismo (com ou sem partes móveis) com os quais o usuário pode introduzir uma informação e/ou instruções para o dispositivo elétrico 100. Por exemplo, os controles de usuário 125 podem ser um botão de apertar mecânico, um botão de apertar eletrostático, um arranjo eletrostático, um componente ativado por voz, uma tela de toque, ou qualquer outro componente de entrada de qualquer tipo.
O transmissor 103 pode transmitir sinais elétricos usando a antena 107. Em alguns exemplos, o receptor 102recebe sinais elétricos usando a antena 107. Em outras modalidades, o dispositivo elétrico 100 envia e/ou recebe sinais elétricos usando a antena externa 108.
Para conformidade com a FCC (Federal Communications Commission) e outras exigências de corpo regulamentar, a saída do transmissor 103 pode ser acoplada a um circuito de atenuação (não mostrado). A quantidade de atenuação que é necessária para conformidade com a FCC e outras exigências de corpo regulamentar é ditada pela saída do transmissor em particular, pela qualidade e pelo tipo de antena que estiver sendo utilizada, e pelo ambiente no qual o transmissor 103 estiver sendo usado. Conseqüentemente, o projeto específico de circuito de atenuação é uma questão de escolha de projeto, dependendo das necessidades da aplicação em particular. Para alguns tipos de sinais elétricos a serem difundidos pelo transmissor 103, um circuito de atenuação não será necessário. Em algumas modalidades, o circuito de atenuação pode ser uma porção de circuito de combinação de antena externa 105.
O sistema de identificação 101 pode ser configuradopara selecionar uma freqüência de transmissão a partir de um conjunto de freqüências portadoras. O sistema de identificação 101 também pode ser considerado um sistema configurado para a identificação de pelo menos uma 25 freqüência portadora em um conjunto de freqüências portadoras para uso com o transmissor 103. Isto é, o sistema de identificação 101 (ou o dispositivo elétrico 100) pode ser um sistema para a seleção de uma freqüência de transmissão usada para a transmissão de um sinal elétrico a partir da fonte 190 para o dispositivo derecepção 195. O sistema de identificação 101 é meramente de exemplo e a invenção não está limitada às modalidades específicas ou aos exemplos apresentados aqui. O sistema de identificação 101 pode ser empregado em muitas modalidades diferentes ou exemplos não especificamente mostrados ou descritos aqui.
Como um exemplo, o sistema de identificação 101 pode incluir: (a) um módulo de inicialização 111 configurado para inicialização do dispositivo elétrico 100; (b) um módulo de varredura 112 configurado para a medição da indicação de intensidade de sinal de cada freqüência portadora no conjunto de freqüências portadoras; (c) um módulo de criação de pontuação 113 configurado para determinar pelo menos uma freqüência vazia, com base pelo menos parcialmente nas indicações de intensidade de sinal de cada freqüência portadora no conjunto de freqüências portadoras; (d) um módulo de seleção 114 configurado para escolha da freqüência de transmissão a partir de pelo menos uma freqüência vazia; (e) um módulo de comunicações 115 configurado para comunicação da freqüência de transmissão para o usuário; e (f) uma memória 116.
Em algumas modalidades, o módulo de inicialização 111, o módulo de varredura 112, o módulo de criação de pontuação 113, um módulo de seleção 114 e o módulo de comunicações 115 podem ser implementados por instruções de programaarmazenadas na memória 116, e executadas em um microprocessador (não mostrado), um microcontrolador (não mostrado) ou um outro circuito eletrônico (não mostrado) no dispositivo elétrico 100. Em outros exemplos, um ou maisdentre o módulo de inicialização 111, o módulo de varredura112, o módulo de criação de pontuação 113, o módulo de seleção 114 e o módulo de comunicações 115 podem ser implementados por um circuito lógico no dispositivo elétrico 100.
A memória 116 pode armazenar um ou mais elementos dedados usados pelo dispositivo elétrico 100 ou pelo sistema de identificação 101. Por exemplo, a memória 116 pode armazenar, dentre outras coisas, uma ou mais variáveis, valores, arranj os ou elementos de dados relacionados à seleção de uma freqüência de transmissão. Em vários exemplos, a memória 116 pode incluir uma memória flash ou uma RAM (memória de acesso randômico).
A FIG. 2 é um fluxograma que ilustra um exemplo de um método 200 de identificação de pelo menos uma freqüência detransmissão a partir do conjunto de freqüências portadoras a usar com o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) , de acordo com a primeira modalidade. O método 200 ou uma porção do mesmo também pode ser considerado um método para a seleção automática de duas ou mais freqüências de transmissão a partir de três ou mais freqüências de transmissão potenciais. O método 200 ou uma porção do mesmo ainda pode ser considerado um método de seleção de uma freqüência de transmissão a partir de duas ou mais freqüências portadoras. O método 200 é meramente ilustrativo de uma técnica para implementação dos vários aspectos de certas modalidades descritas aqui, e o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) e o método 200 não estão limitados às modalidades particulares descritas aqui, já que numerosas outras modalidades são possíveis.
Em alguns exemplos, quando o dispositivo elétrico 100(FIG. 1) está funcionando, instruções de programa,armazenadas na memória 116 (FIG. 1) são executadas por ummicroprocessador, um microcontrolador ou um outro circuitoeletrônico. Uma porção das instruções de programa pode seradequada para a realização de um método de identificação depelo menos uma freqüência de transmissão a partir doconjunto de freqüências portadoras com o dispositivoelétrico 100 (FIG. 1), conforme descrito abaixo comrespeito às FIG. 2 a 7. Em outros exemplos, o método 200 ouporções do mesmo podem ser implementados usando-se umcircuito lógico no dispositivo elétrico 100.
No exemplo ilustrado na FIG. 2, uma primeira atividadeno método 20 0 é uma atividade 251 de determinar se odispositivo elétrico 100 (FIG. 1) está acoplado à fonte 190(FIG. 1) . Com referência, de novo, ao exemplo mostrado naFIG. 1, o módulo de inicialização 111 é configurado paratentar se comunicar com a fonte 190 através do acoplamentode entrada 122, como parte (não mostrada), antena 107 ouantena 108. Em alguns exemplos, um acoplamento com umafonte 190 é detectado pelo módulo de inicialização 111,quando uma rotina de inicialização ou de cumprimento com afonte 190 for iniciada ou completada.
Com referência, de novo, à FIG. 2, se o dispositivoelétrico 100 (FIG. 1) não for acoplado à fonte 190 (FIG.1) , a próxima atividade no método 2 00 será uma atividade253 de o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) ir para umestado inativo. O dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) fica noestado inativo até o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1)detectar um acoplamento à fonte 190 (FIG. 1) . Em umexemplo, o módulo de inicialização 111 (FIG. 1) pode tentarse comunicar com a fonte 190 (FIG. 1) pela repetição daatividade 251 em intervalos de tempo predeterminados (porexemplo, de dois ou cinco segundos) até uma conexão com afonte 190 (FIG. 1) ser detectada.
Se o dispositivo elétrico 100 (FIG. .1) for acoplado àfonte 190 (FIG. 1) , a próxima atividade no método 200 seráuma atividade 252 de determinar se o dispositivo elétrico100 (FIG. 1) esta sendo ligado pela primeira vez. Em algunsexemplos, se o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) estivessesendo ligado pela primeira vez, o dispositivo elétrico 100(FIG. 1) poderia precisar ser inicializado. Em variasmodalidades, ser ligado pela primeira vez pode incluircomeçar o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) pela primeiravez ou recomeçar o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1), após o dispositivo elétrico 100 ter sido desligado oureinicializado. Em outros exemplos, ligado pela primeiravez inclui apenas começar o dispositivo elétrico 100 (FIG.1) pela primeira vez após a fabricação ou após umareinicialização de sistema.
Se o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) estiver sendoligado pela primeira vez, a próxima atividade no método 200da FIG. 2 será uma atividade 254 de inicialização dosistema de identificação 101 (FIG. 1). Em alguns exemplos,a inicialização do sistema de identificação 101 (FIG. 1) inclui a regulagem de uma ou mais variáveis para valorespredeterminados. Por exemplo, todas as variáveis, graus ouclassificações em um arranjo de intensidade de sinal podemser regulados para um ou mais valores predeterminados (porexemplo, zero ou -6 ou -4).
O arranjo de intensidade de sinal é uma lista defreqüências portadoras no conjunto de freqüênciasportadoras e um valor correspondente, grau ou classificaçãoda intensidade de sinal das freqüências portadoras. Em umexemplo, a cada uma das freqüências portadoras é atribuídoum valor de intensidade de sinal ponderado de -6 a +5. Emoutros exemplos, outros sistemas de atribuição de valor, degrau ou classificação das inserções para incontinência dasfreqüências portadoras podem ser usados.
Em alguns exemplos, uma freqüência portadora pode serconsiderada como tendo um sinal na freqüência portadora ouser um canal usado, se o valor de intensidade de sinalestiver entre -3 e +5. Uma freqüência portadora pode serconsiderada uma freqüência portadora não usada e/ou vazia,se o valor de intensidade de sinal estiver entre -6 e -4. Afaixa de valores de intensidade de sinal e o que qualificacomo não usada e/ou vazia uma freqüência portadora podemvariar a partir dos exemplos providos aqui. Em algunsexemplos, um valor de RSSI (indicação de intensidade desinal recebido) para cada freqüência portadora também éarmazenado no arranjo de intensidade de sinal. O valor deRSSI é uma medida da intensidade de sinais elétricos em umafreqüência portadora.
Com referência, de novo, à FIG. 2, a próxima atividadeno método 200 é uma atividade 255 de identificação de umaou mais freqüências portadoras não usadas no conjunto defreqüências portadoras. A FIG. 3 é um fluxograma queilustra um exemplo de atividade 255 de identificação de umaou mais freqüências portadoras não usadas no conjunto defreqüências portadoras, de acordo com a primeiramodalidade.Com referência à FIG. 3, o primeiro procedimento naatividade 255 é um procedimento 371 de ajuste dos valoresde arranjo de intensidade de sinal. Em um exemplo, cadavalor de intensidade de sinal no arranjo de intensidade desinal que esteja acima de um valor mínimo é diminuído deum, e cada valor de intensidade de sinal no arranjo deintensidade de sinal que seja menor do que ou igual aovalor mínimo não é mudado. Por exemplo, se o valor dearranjo de intensidade de sinal para uma freqüênciaportadora for -1 e se o valor mínimo for -3, o valor deintensidade de sinal será diminuído para -2. Em algunsexemplos, o módulo de varredura 112 (FIG. 1) pode ajustaros valores de arranjo de intensidade de sinal armazenadosna memória 116 (FIG. 1).
O ajuste dos valores de intensidade de sinal permiteque os resultados de tentativas prévias de identificação defreqüências portadoras não usadas sejam considerados nadeterminação de freqüências portadoras não usadas, mas comaos resultados das tentativas prévias sendo proporcionadoum peso diminuído. Para a primeira tentativa deidentificação de freqüências não usadas, os valores dearranjo de intensidade de sinal são diminuídos de um apartir do valor inicial. Contudo, em iteraçõessubseqüentes, os valores de arranjo de intensidade de sinalnão são reinicializados para o valor inicial e, ao invésdisso, têm valores determinados pelas tentativas prévias.Assim sendo, os resultados de tentativas prévias podemafetar os valores de intensidade de sinal armazenados noarranjo de intensidade de sinal. Em modalidadesalternativas, os valores de intensidade de sinal sãoreinicializados para um valor padrão predeterminado nocomeço de cada tentativa de identificação de freqüênciasportadoras não usadas, e os resultados das iteraçõesprévias não afetam os resultados atuais.
Com referência, novamente, à FIG. 3, o próximoprocedimento na atividade 255 é um procedimento 372 devarredura do conjunto de freqüências portadoras. Em algumasmodalidades, o procedimento 372 pode ser considerado avarredura do conjunto de freqüências portadoras quanto afreqüências portadoras não usadas. A FIG. 4 é um fluxogramaque ilustra um exemplo de procedimento 372 de varredura doconjunto de freqüências portadoras, de acordo com aprimeira modalidade.
Com referência à FIG. 4, o primeiro processo no procedimento 372 é um processo 481 de sintonizar em umafreqüência portadora inicial no conjunto de freqüênciasportadoras. Com referência de volta à FIG. 1, em algumasmodalidades, o módulo de varredura 112 pode instruir oreceptor 102 para sintonizar para a freqüência portadora mais alta no conjunto de freqüências portadoras. Quando oconjunto de freqüências portadoras é a banda FM plena dosEstados Unidos, o módulo de varredura 112 pode instruir oreceptor 102 para sintonizar para 107,9 MHz. Em outrasmodalidades, o módulo de varredura 112 pode instruir oreceptor 102 para sintonizar para a freqüência portadoramais baixa ou para uma outra freqüência portadorapredeterminada. Por exemplo, a freqüência portadora podeser sintonizada para a freqüência 0,2 MHz abaixo dafreqüência mais alta, quando o conjunto freqüências portadoras for a banda FM plena dos Estados Unidos.Com referência, de novo, à FIG. 4, o próximo processono procedimento 3 72 é um processo 4 82 de buscar a próximafreqüência portadora no conjunto de freqüências portadoras.A busca inclui sintonizar o receptor 102 (FIG. 1) para apróxima freqüência portadora no conjunto de freqüênciasportadoras e medir o valor de RSSI. Em alguns exemplos, oreceptor 102 (FIG. 1) mede o valor de RSSI para afreqüência portadora. Em alguns exemplos, o valor de RSSIinverso pode ser medido, ao invés do valor de RSSI.Conforme apropriado aqui, "valor de RSSI" se refere aovalor de RSSI e/ou ao valor de RSSI inverso.
Em algumas modalidades, se a varredura tiver recémcomeçado, o receptor 102 (FIG. 1) será sintonizado para asegunda freqüência portadora mais alta (por exemplo, 107,7MHz nos Estados Unidos) no procedimento 372, e o valor deRSSI na freqüência de 107,7 MHz será medido.
Nas mesmas modalidades ou em diferentes, o valor deRSSI para a freqüência portadora mais alta (ou mais baixa)no conjunto de freqüências portadoras não é medido, porquea freqüência portadora mais alta pode ser propensa ainterferência com outras freqüências portadoras. Emmodalidades alternativas, o receptor 102 pode medir o valorde RSSI para a banda de freqüência portadora mais alta noprocesso 482.
O próximo processo no procedimento 372 é um processo484 de determinar se a busca está completa. A busca estácompleta se o valor de RSSI medido no processo 4 82 formaior do que um valor predeterminado (por exemplo, o limitede RSSI). O limite de RSSI é o valor máximo de intensidadede sinal aceitável em uma freqüência portadora para afreqüência portadora ser considerada usável, disponível ouvazia. Se o valor de RSSI for maior do que o limite de RSSIpara uma freqüência portadora, uma estação de rádio ou umoutro dispositivo elétrico provavelmente já estarádifundindo nesta freqüência portadora, ou um sinal em umafreqüência portadora adjacente está sangrando para estafreqüência portadora. Em alguns exemplos, o limite de RSSIpode ser de 100 dBuV (decibéis em relação a 1 microvolt) .
Em alguns exemplos, o receptor 102 (FIG. 1) determinase o valor de RSSI é maior do que o limite de RSSI. Emoutros exemplos, o receptor 102 (FIG. 1) comunica o valorde RSSI para o módulo de varredura 112 (FIG. 1) e o módulode varredura 112 (FIG. 1) determina se o valor é maior doque o limite de RSSI.
Se uma busca for completada (processo 484), o próximoprocesso no procedimento 372 será um processo 485 deleitura da freqüência portadora atual. Em um exemplo, oreceptor 102 (FIG. 1) determina a freqüência portadoraatual e se comunica a freqüência portadora para o módulo devarredura 112 (FIG. 1).
O próximo processo no procedimento 372 é um processo486 de ajuste do valor de arranjo de intensidade de sinalcorrespondente à freqüência portadora atual. Em algunsexemplos, o processo 4 86 pode ser considerado provendo umgrau, valor ou classificação para a freqüência portadorapelo menos parcialmente com base nos resultados da ver doconjunto de freqüências portadoras. Em algumas modalidades,o módulo de varredura 112 (FIG. 1) pode ler o valor deintensidade de sinal para esta freqüência portadora apartir do arranjo de valores de intensidade de sinalarmazenados na memória 116 (FIG. 1) e ajustar o valor deintensidade de sinal de modo conforme.
Por exemplo, como parte do processo 486, se o valor dearranjo de intensidade de sinal correspondente à freqüênciaportadora atual for menor do que quatro, o módulo devarredura 112 (FIG. 1) poderá aumentar o valor deintensidade de sinal em dois. Se o valor de intensidade desinal correspondente for igual a ou maior do que quatro, omódulo de varredura 112 (FIG. 1) poderá regular o valor deintensidade de sinal igual a cinco. Em outros exemplos, omódulo de varredura 112 (FIG. 1) ou outros módulos noreceptor 102 (FIG. 1) podem ajustar os valores de arranjode intensidade de sinal por outras quantidades.
O processo subseqüente no procedimento 372 é oprocesso 483 de determinar se o fim do conjunto defreqüências portadoras foi atingido. Por exemplo, o fim doconjunto de freqüências portadoras pode ser atingido quandoo receptor 102 (FIG. 1) e/ou o módulo de varredura 112(FIG. 1) tiver determinado o valor de RSSI para todafreqüência portadora no conjunto de freqüências portadoras.Como um outro exemplo, o fim do conjunto de freqüênciasportadoras é atingido quando o receptor 102 (FIG. 1) e/ou omódulo de varredura 112 (FIG. 1) atingirem a freqüênciaportadora mais baixa (por exemplo, 87,5 MHz) . Em algunsexemplos, o receptor 102 (FIG. 1) determina se o fim doconjunto de freqüências portadoras é atingido. Em outrosexemplos, o módulo de varredura 112 (FIG. 1) determina se ofim do conjunto de freqüências portadoras foi atingido.
Se o fim do conjunto de freqüências for atingido, oprocedimento 3 72 e a atividade 255 (FIG. 2) estarãocompletados, e a próxima é a atividade 256 (FIG. 2) . Se aúltima freqüência portadora não tiver sido atingida, osprocessos 482 e 4 83 serão repetidos para a próximafreqüência portadora. Por exemplo, nos Estados Unidos, se afreqüência atual for de 107,7 MHz, a próxima freqüênciaportadora será de 107,5 MHz. Em uma modalidade diferente,os processos 481 a 486 podem varrer as freqüências a partirda freqüência mais baixa para a freqüência mais alta ouusando qualquer ordem predeterminada.
Retornando ao processo 484, se a busca não estivercompletada (isto é, o valor de RSSI for menor do que ouigual a um valor predeterminado), então, o valor de arranjode intensidade de sinal para a freqüência portadora atualnão será ajustado. Ao invés disso, o processo 4 83 érealizado.
Com referência, de novo, à FIG. 2, após a atividade2 55 ser completada, a próxima atividade no método 2 00 é umaatividade 256 de determinação das freqüências portadorasvazias. A FIG. 5 é um fluxograma que ilustra um exemplo deatividade 256 de determinação das freqüências portadorasvazias de acordo com a primeira modalidade.
Com referência à FIG. 5, o primeiro procedimento naatividade 256 é um procedimento 570 de seleção de umafreqüência não usada de teste. Em algumas modalidades, o módulo de criação de pontuação 113 (FIG. 1) pode selecionara freqüência portadora não usada mais alta (por exemplo,107,9 MHz) como a primeira freqüência não usada de teste.
Em alguns exemplos, a freqüência portadora não usada maisalta (ou mais baixa) é desconsiderada, porque umafreqüência adjacente mais alta (por exemplo, 108,1 MHz) nãoestá no conjunto de freqüências portadoras e/ou porque afreqüência mais alta (ou mais baixa) é mais propensa a umainterferência. Em outros exemplos, a freqüência não usadamais alta (ou mais baixa) é tratada como a mesma quequaisquer outras freqüências portadoras não usadas. Emprocedimentos de seleção subseqüentes, freqüências de testepodem ser selecionadas ao se checar cada freqüênciaportadora em uma ordem predeterminada quanto a se afreqüência é não usada. Por exemplo, se o valor deintensidade de sinal para a freqüência portadora estiverentre -6 e -4, a freqüência portadora poderá serconsiderada como uma freqüência portadora não usada.
Após a seleção da freqüência portadora não usada deteste, o próximo procedimento na atividade 256 é umprocedimento 571 de determinar se as freqüências portadorasadjacentes à freqüência não usada de teste também sãofreqüências portadoras não usadas. Por exemplo, se afreqüência não usada de teste for de 107,1 MHz, o módulo decriação de pontuação 113 (FIG. 1) poderá determinar se106,9 MHz e 107,3 MHz são freqüências não usadas. Conformemencionado acima, em algumas modalidades, uma freqüênciaportadora é considerada não usada se o valor de intensidadede sinal para a freqüência portadora estiver entre -6 e -4.
Em alguns exemplos, o módulo de criação de pontuação 113(FIG. 1) lê o valor de intensidade de sinal das freqüênciasadjacentes a partir da memória 116 (FIG. 1).
Se as freqüências adjacentes não forem freqüências nãousadas, o próximo procedimento na atividade 256 será umprocedimento 572 de determinar se a freqüência não usada deteste é a última freqüência não usada de teste. Se afreqüência não usada de teste for a última freqüência nãousada de teste, a atividade 256 estará completada, e apróxima atividade é a atividade 257 (FIG. 2) . Em algumasmodalidades, o módulo de criação de pontuação 113 (FIG. 7)determina se a freqüência não usada de teste é a últimafreqüência não usada de teste ao checar a intensidade desinal para valores no arranjo de intensidade de sinal.
Se a freqüência não usada de teste não for a últimafreqüência não usada de teste, o próximo procedimento naatividade 256 será o procedimento 573 de seleção da próximafreqüência não usada de teste. Após a próxima freqüêncianão usada de teste ser selecionada, o próximo procedimentona atividade 256 será o procedimento 571.
Retornando ao procedimento 571, se as freqüênciasportadoras adjacentes à freqüência não usada de testetambém forem freqüências portadoras não usadas, o próximoprocedimento na atividade 256 será o procedimento 574 dedeterminar se o valor de RSSI da freqüência não usada deteste e das freqüências adjacentes está em uma faixarelativa aceitável. Em um exemplo, o valor de RSSI dafreqüência não usada de teste e os valores de RSSI dasfreqüências portadoras adjacentes devem estar em umaquantidade predeterminada um de cada outro. Por exemplo, sea freqüência não usada de teste tiver um RSSI igual a 25,se as freqüências portadoras adjacentes tiverem um RSSIigual a 5, e se a quantidade predeterminada for igual a 10,a freqüência não usada de teste será desqualificada, porqueo RSSI (25) da freqüência não usada de teste não está naquantidade predeterminada (10) de RSSI (5) das freqüênciasportadoras adjacentes. Se o RSSI das freqüências adjacentesfosse de 23, ao invés de 5, então, a freqüência não usadade teste seria aceitável. Este teste é realizado porque afreqüência não usada de teste ou as freqüências adjacentespoderiam não ser um canal claro quando comparadas com cadaoutra. Isto é, se uma freqüência adjacente tiver um sinalrelativamente forte, este sinal forte poderia sangrar einterferir com a freqüência portadora não usada de teste.
Em vários exemplos, o módulo de criação de pontuação113 (FIG. 1) pode determinar se o valor de RSSI dafreqüência não usada de teste está na faixa relativaaceitável. Nas mesmas modalidades ou em diferentes, se ovalor de RSSI da freqüência não usada de teste não estiverem uma faixa relativa aceitável, ele será desqualificadocomo uma freqüência de transmissão potencial, e o próximoprocedimento na atividade 256 será o procedimento 572.
Se o valor de RSSI da freqüência não usada de teste edas freqüências adjacentes estiver em uma faixa relativaaceitável, o próximo procedimento na atividade 256 será umprocedimento 575 de determinar se os valores de RSSI dafreqüência não usada de teste e das freqüências adjacentesestão em uma faixa absoluta aceitável. Por exemplo, se afreqüência não usada de teste tiver um RSSI igual a 6, seas freqüências portadoras adjacentes tiverem um RSSI iguala 17 e 19, e se o valor de RSSI absoluto máximo predeterminado for igual a 10, a freqüência não usada deteste será desqualificada, porque o RSSI (17 e 19) dasfreqüências portadoras adjacentes está acima do valor deRSSI absoluto máximo predeterminado (10) . Se o RSSI dasfreqüências portadoras adjacentes fosse 10, a freqüência não usada de teste seria aceitável. Este teste é realizadoporque a freqüência portadora poderia ser um canal claro,quando comparada com as freqüências portadoras adjacentes,mas não quando comparada com um valor de RSSI absoluto. Emvários exemplos, o módulo de criação de pontuação 113 (FIG.1) pode determinar se os valores de RSSI de freqüência nãousada de teste e de freqüências portadoras adjacentes estãoem uma faixa aceitável.
Em algumas modalidades, a ordem dos procedimentos 574e 575 pode ser revertida ou apenas um dos procedimentos 574e 57 5 pode ser realizado.
Se os valores de RSSI de freqüências portadorasadjacentes não estiverem em uma faixa absoluta aceitável noprocedimento 575, o próximo procedimento na atividade 256será o procedimento 572 de determinar se a freqüência nãousada de teste é a última freqüência não usada de teste.
Se os valores de RSSI de freqüências portadorasadjacentes estiverem em uma faixa absoluta aceitável noprocedimento 575, o próximo procedimento na atividade 256será um procedimento 576 de armazenamento da freqüência nãousada de teste em uma lista de freqüências disponíveis. Emvários exemplos, o módulo de criação de pontuação 113 (FIG.1) pode salvar a freqüência não usada de teste na lista defreqüências disponíveis armazenada na memória 116 (FIG. 1).Em algumas modalidades, o valor de RSSI para a freqüêncianão usada de teste é salvo juntamente com a freqüência nãousada de teste na lista de freqüências disponíveis.
Após o armazenamento da freqüência não usada de testena lista de freqüências disponíveis, o próximo procedimentona atividade 256 é o procedimento 572 de determinar se afreqüência não usada de teste é a última freqüência nãousada de teste. Se a freqüência não usada de teste for aultima freqüência portadora não usada, a atividade 256estará completada e a próxima atividade será a atividade257 (FIG. 2).
Com referência, de novo, à FIG. 2, após a atividade256 ser completada, a próxima atividade no método 200 seráa atividade 257 de classificação das freqüências portadorasvazias. A classificação das freqüências ajuda a garantirque a um usuário sejam providas as freqüências mais claraspara uso com o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) . Ainda emoutras modalidades, a atividade 257 pode ser desviada, e afreqüência de transmissão pode ser selecionada a partir dasfreqüências portadoras na lista de freqüências disponíveis.
A FIG. 6 é um fluxograma que ilustra um exemplo de atividade 257 de classificação das freqüências portadorasvazias, de acordo com a primeira modalidade.
Com referência à FIG. 6, um primeiro procedimento naatividade 257 é um procedimento 671 de sintonizar aprimeira freqüência portadora vazia na lista de freqüênciasportadoras disponíveis. Em alguns exemplos, o módulo deseleção 114 (FIG. 1) pode instruir o receptor 102 (FIG. 1)para sintonizar na primeira freqüência portadora vazia.
O próximo procedimento na atividade 257 é umprocedimento 672 de determinar as propriedades dafreqüência portadora vazia. Em um exemplo, pelo menos umdentre o valor de RSSI, a SNR (relação de sinal para ruído)e o valor de detecção de impulso para a freqüênciaportadora vazia pode ser medido. Em alguns exemplos, oreceptor 102 (FIG. 1) pode determinar estes valores e comunicar as propriedades para o módulo de seleção 114(FIG. 1) . Em outras modalidades, um ou mais destes valoresforam previamente determinados no processo 482 (FIG. 4) .
A SNR é a relação da potência de sinal para a potênciade ruído corrompendo o sinal. Isto é, a SNR compara o níveldo sinal desejado com o nível de sinal de fundo. Quantomais alta a relação, menor o ruído de fundo. Assim sendo, olimite de SNR é o valor mínimo da relação de potência desinal para potência de ruído que é aceitável em umafreqüência portadora para a freqüência portadora serconsiderada usável, disponível ou vazia.
Um ruído de impulso pode interferir com sinais defreqüência de rádio e pode tornar uma freqüência de rádionão usável. Assim sendo, as freqüências de rádio com ruídode impulso mais baixo são freqüências de transmissãomelhores. Um ruído de impulso pode ser causado por váriosfatores ambientais, incluindo o sistema de ignição de umveículo ou outros motores DC (corrente contínua). Assimsendo, o limite de detecção de impulso é o valor máximo doruído de impulso aceitável em uma freqüência portadora paraa freqüência portadora ser considerada usável, disponívelou vazia.
Em alguns exemplos, o limite de SNR pode ser reguladopara um, e o limite de detecção de impulso pode serregulado para zero. Em outras modalidades, outros valoresou variáveis podem ser usados.
Após a determinação desses valores no procedimento672, o próximo procedimento na atividade 257 é umprocedimento 673 de determinar se a relação de SNR é menordo que um limite de SNR. Em alguns exemplos, o módulo deseleção 114 (FIG. 1) pode determinar se a relação de SNR émaior do que a SNR de limite. Se a relação de SNR for altademais, a freqüência portadora será inadequada para uso como dispositivo elétrico 100 (FIG. 1).
Se o valor de SNR for maior do que o limite de SNR, opróximo procedimento na atividade 257 será um procedimento675 de remoção da freqüência portadora vazia da lista defreqüências portadoras disponíveis. Em alguns exemplos, omódulo de seleção 114 (FIG. 1) pode remover a freqüênciaportadora vazia da lista de freqüências portadorasdisponíveis.
Após a remoção da freqüência portadora vazia, opróximo procedimento na atividade 257 é um procedimento 676de determinar se a freqüência portadora vazia foi a últimafreqüência portadora na lista de freqüências portadorasdisponíveis. Se a freqüência portadora vazia não foi aúltima freqüência portadora na lista de freqüênciasportadoras disponíveis, o próximo procedimento na atividade257 é um procedimento 677 de sintonizar para a próximafreqüência portadora na lista de freqüências portadorasdisponíveis. Após sintonizar para a próxima freqüênciaportadora (procedimento 677), o próximo procedimento é oprocedimento 672 de determinar as propriedades destapróxima freqüência portadora vazia.
Se a relação de SNR for menor do que o limite de SNR no procedimento 673, o próximo procedimento na atividade257 será o procedimento 674 de determinar se o valor dedetecção de impulso para a freqüência portadora é menor doque o limite de detecção de impulso. Em um exemplo, omódulo de seleção 114 (FIG. 1) pode determinar se o valor de detecção de impulso para a freqüência vazia é maior doque o limite de detecção de impulso.
Se o valor de detecção de impulso para a freqüênciaportadora vazia for maior do que o limite de detecção deimpulso, o próximo procedimento na atividade 257 será oprocedimento 675 de remoção da freqüência portadora vaziada lista de freqüências portadoras disponíveis.
Em outras modalidades, a ordem de procedimentos 673 e674 pode ser revertida, ou apenas um dos procedimentos 673e 674 pode ser realizado. Ainda em outras modalidades, umou ambos os procedimentos 673 e 674 podem ser realizadoscomo parte da atividade 256. Ainda em uma outra modalidade,ambos os procedimentos 673 e 674 podem ser omitidos daatividade 257, e, ao invés disso, a atividade 257 podecomeçar com o procedimento 678.
Se o valor de detecção de impulso para a freqüênciaportadora vazia for menor do que o limite de detecção deimpulso, o próximo procedimento na atividade 257 será oprocedimento 676 de determinar se a freqüência portadoravazia foi a última freqüência portadora vazia na lista defreqüências portadoras disponíveis. Se a freqüênciaportadora vazia não foi a última na lista de freqüênciasportadoras disponíveis, o próximo procedimento na atividade257 será o procedimento 677 de sintonizar na próximafreqüência portadora na lista de freqüências portadorasdisponíveis.
Se a freqüência portadora vazia foi a últimafreqüência portadora na lista de freqüências portadorasdisponíveis, o próximo procedimento na atividade 257 será oprocedimento 678 de reordenar a lista de freqüênciasportadoras disponíveis. Em alguns exemplos, o módulo deseleção 114 (FIG. 1) pode reordenar a lista de freqüênciasportadoras disponíveis em ordem ascendente de valores deRSSI. As freqüências portadoras disponíveis podem serreordenadas para se garantir que a freqüência portadoramais clara seja provida primeiramente para o usuário.
Após o procedimento 67 8, o próximo procedimento naatividade 257 é o procedimento 679 de eliminação defreqüências portadoras com diferenças de RSSI inaceitáveisdas listas de freqüências portadoras disponíveis. Em váriasmodalidades, as freqüências portadoras com um valor de RSSImaior em mais do que uma quantidade predeterminada do que omenor valor de RSSI são removidas da lista. Por exemplo, sea lista de freqüências portadoras disponíveis tivesse cincofreqüências portadoras, se seus valores de RSSI foremrespectivamente 2, 3, 5, 6 e 11, e se a quantidadepredeterminada for quatro, então, o canal com RSSI igual a11 será eliminado do arranjo, porque o valor de RSSI (11)daquela freqüência portadora era maior do que o menor valorde RSSI inverso (2) em mais do que a quantidadepredeterminada (4) . As outras freqüências com valores deRSSI de 3, 5 e 6 estão na faixa aceitável e, assim sendo,deixadas na lista de freqüências portadoras disponíveis,juntamente com a freqüência com o valor de RSSI de 2. Esteprocedimento eliminará freqüências portadoras que tenhamvalores de RSSI aceitáveis, quando comparadas com
freqüências portadoras adjacentes, ou valores de RSSIabsolutos aceitáveis, mas ainda sejam inaceitáveis porqueseus valores de RSSI são grandes demais, quando comparadoscom os valores de RSSI de outras freqüências portadorasatualmente disponíveis.Em alguns exemplos, o módulo de seleção 114 (FIG. 1)pode remover as freqüências portadoras da lista defreqüências portadoras disponíveis. Em outras modalidades,outros critérios podem ser usados para remoção dasfreqüências portadoras com valores de RSSI comparativamentegrandes. Por exemplo, as freqüências portadoras com valoresde RSSI maiores do que a média ou os valores de RSSI demediana para as freqüências portadoras na lista defreqüências portadoras disponíveis poderiam ser removidas.
Após o procedimento 679, o próximo procedimento naatividade 257 é um procedimento 680 de copiar a da lista defreqüências portadoras disponíveis em uma lista defreqüências portadoras de trabalho. O uso de um bufferduplo para a lista de freqüências portadoras disponíveispermite que o sistema de identificação 101 (FIG. 1)atualize a lista, enquanto mantém uma lista de valoresdisponíveis para uso imediato pelo usuário. Como resultadodo sistema de buffer duplo e da rodada do método 200 comouma tarefa de fundo, uma freqüência portadora sempre estáimediatamente disponível para o usuário após a configuraçãoinicial. Em outras modalidades, um sistema de buffer duplonão é usado, e apenas uma lista (isto é, a lista defreqüências portadoras disponíveis) é usada.
Após a cópia da lista de freqüências portadorasdisponíveis, a atividade 257 está completada e a próximaatividade no método 200 (FIG. 2) é uma atividade 258 (FIG.2) de determinar se o usuário requisitou uma freqüência detransmissão. Em um exemplo, um usuário pode usar oscontroles de usuário 125 (FIG. 1) no componente decomunicações de usuário 104 (FIG. 1) para requisição de umafreqüência de transmissão. Em um exemplo, se o usuáriorequisitar uma freqüência de transmissão através decontroles de usuário 125 (FIG. 1) (por exemplo, aopressionar um botão), o componente de comunicações deusuário 104 (FIG. 1) poderá comunicar a requisição para omódulo de comunicações 115 (FIG. 1),
Com referência, de novo, à FIG. 2, se o usuáriorequisitar uma freqüência de transmissão, a próximaatividade no método 200 será uma atividade 260 de obtençãode uma freqüência de transmissão para o usuário. A FIG. 7 éum fluxograma que ilustra um exemplo de atividade 260 deobtenção de uma freqüência de transmissão para o usuário,de acordo com a primeira modalidade.
Com referência à FIG. 7, o primeiro procedimento naatividade 260 é um procedimento 771 de recuperação de umafreqüência de transmissão a partir da lista de freqüênciasportadoras de trabalho. Em algumas modalidades, se estarequisição for a primeira requisição para uma freqüência detransmissão, a freqüência portadora com o valor de RSSImais baixo (isto é, a primeira freqüência portadora nalista de freqüências portadoras de trabalho) serárecuperada. Em algumas modalidades, a freqüência portadorarecuperada é a freqüência portadora com o valor de RSSImais baixo não usada previamente. Em alguns exemplos, omódulo de comunicações 115 (FIG.1) pode recuperar afreqüência de transmissão a partir da lista de freqüênciasportadoras de trabalho armazenada na memória 116 (FIG. 1),
Após a recuperação da freqüência de transmissão, opróximo procedimento na atividade 260 é um procedimento 772de provisão da freqüência de transmissão para o usuário.Com referência à FIG. 1, em alguns exemplos, o módulo decomunicações 115 pode instruir o componente de comunicaçõesde usuário 104 para exibir a freqüência de transmissão parao usuário. A freqüência de transmissão pode ser exibidapelo visor 121. Nestes exemplos, após a freqüência detransmissão ser exibida pelo visor 121, o usuário podemanualmente sintonizar o rádio para a freqüência detransmissão. Em uma outra modalidade, o componente decomunicações de usuário 104 pode prover a freqüência detransmissão em uma forma audível.
Em outros exemplos, outros métodos podem ser usadospara a provisão da freqüência de transmissão para ousuário. Por exemplo, o dispositivo de recepção 195 podeser automaticamente sintonizado para a freqüência de transmissão. Por exemplo, a FIG. 8 é um f luxograma queilustra um exemplo de procedimento 772 de provisão dafreqüência de transmissão para o usuário, de acordo com umamodalidade.
Com referência à FIG. 8, o primeiro processo noprocedimento 772 é um processo 881 de exibição dafreqüência de transmissão. Em algumas modalidades, ocomponente de comunicações de usuário 104 (FIG. 1) podeexibir a freqüência de transmissão para o usuário. Afreqüência de transmissão pode ser exibida pelo visor 121(FIG. 1) .
Um processo subseqüente no procedimento 772 é umprocesso 882 de decidir se esta requisição para umafreqüência de transmissão é a primeira requisição para umafreqüência de transmissão. Em algumas modalidades, o módulo de seleção 114 pode determinar se esta requisição para umafreqüência de transmissão é a primeira requisição para umafreqüência de transmissão.
Se esta requisição for a primeira requisição para umafreqüência de transmissão, o próximo processo noprocedimento 772 é o processo 883 de sintonizar odispositivo de recepção para a freqüência de transmissão.
Em alguns exemplos, o usuário sintoniza manualmente odispositivo de recepção 195 (FIG. 1) para a freqüência detransmissão. Isto é, o usuário do dispositivo de recepção195 (FIG. 1) pode ler a freqüência de transmissão a partirdo visor 121 (FIG. 1) e manualmente sintonizar odispositivo de recepção 195 (FIG. 1) na freqüência detransmissão.
Se a requisição por uma freqüência de transmissão nãofor a primeira requisição para uma freqüência detransmissão, o dispositivo de recepção 195 (FIG. 1) poderáser automaticamente sintonizado para a freqüência detransmissão em alguns exemplos. Nestes exemplos, o próximoprocesso no procedimento 772 é um processo 884 detransmissão de uma informação de identificação para afreqüência de transmissão para um receptor ou umdispositivo de recepção por uma freqüência portadora apartir do conjunto de freqüências portadoras. Comreferência, de novo, à FIG. 1, o transmissor 103 podetransmitir uma informação de identificação (por exemplo, osnúmeros de chamada da freqüência de transmissão) para odispositivo de recepção 195.
Em muitos exemplos, a informação de identificação podeser transmitida a partir do transmissor 103 para odispositivo de recepção 195 pela freqüência de transmissãoantiga. Isto é, o usuário tinha requisitado previamente umafreqüência de transmissão, antes da requisição atual. Otransmissor 103 atualmente está difundindo o sinal elétricopor esta freqüência de transmissão antiga. Neste exemplo, otransmissor 103 transmite a informação de identificaçãopela freqüência de transmissão antiga para o dispositivo derecepção 195.
Nos mesmos exemplos ou em diferentes, a informação deidentificação é transmitida usando-se uma freqüênciasubportadora de uma freqüência portadora específica. Umafreqüência subportadora é um sinal analógico ou digitalseparado portado na freqüência portadora, o qual podetransmitir uma informação extra além da informaçãotransmitida pela freqüência portadora principal. Em umexemplo, a freqüência subportadora de 57 kHz (quilohertz)de uma freqüência FM padrão pode ser usada para atransmissão da informação de identificação para a novafreqüência de transmissão.
Nas mesmas modalidades ou em diferentes, a informação de identificação pode ser transmitida usando-se o padrão de
Sistema de Dados de Rádio Europeu ou o padrão de Sistema deDados de Difusão de Rádio dos Estados Unidos(coletivamente, os "padrões de RDS") . Os padrões de RDSincluem o padrão de Sistema de Dados de Rádio Europeu, opadrão de Sistema de Dados de Difusão de Rádio dos EstadosUnidos e quaisquer padrões similares em outros países. Ospadrões de RDS também incluem quaisquer padrõessubseqüentes, sucessivos ou competidores em relação aospadrões de RDS.
Os padrões de RDS são padrões para o envio de pequenasquantidades de informação digital em difusões de rádio FMconvencionais usando-se uma freqüência subportadora. Emalgumas versões dos padrões de RDS, a informaçãotransmitida inclui uma informação de AF (FreqüênciaAlternativa) . Tipicamente, os dados de AF incluem umainformação sobre freqüências alternativas nas quais aestação de rádio atual pode ser ouvida. Convencionalmente,as rádios podem usar os dados de AF para sintonização darádio na freqüência alternativa, difundindo o mesmoconteúdo quando o sinal na freqüência portadora atual ficarfraco demais.
Em algumas modalidades do processo 884 da FIG. 8, aoinvés de codificar uma informação referente a outrasfreqüências portadoras difundindo a mesma estação de rádionos dados de AF, o módulo de comunicações 115 (FIG. 1) podecodificar uma informação de identificação para a freqüênciade transmissão recém requisitada nos dados de AF dafreqüência de transmissão antiga (isto é, atual).
Após a codificação dos dados de AF com a freqüência detransmissão, o sinal elétrico com os dados de AF pode serdifundido pela freqüência de transmissão antiga (isto é,usada atualmente). Em outras modalidades, os dados de AFsão codificados e transmitidos por uma freqüência portadorapredeterminada diferente.
Com referência ainda à FIG. 8, o próximo processo noprocedimento 772 é um processo 885 de recebimento dainformação de identificação usando-se um receptor. Emalgumas modalidades, o dispositivo de recepção 195 já estásintonizado para a freqüência de transmissão antiga erecebe a informação de identificação codificada nos dadosde AF para a freqüência de transmissão antiga. Em outrosexemplos, a informação de identificação pode ser codificadano sinal elétrico transmitido por outros métodos, e odispositivo de recepção 195 pode ser projetado e programadopara receber a informação de identificação.
Após o recebimento da informação de identificação, oprocesso subseqüente do procedimento 772 é um processo 886de sintonizar o receptor para a freqüência de transmissão.Isto é, o dispositivo de recepção 195 (FIG. 1) podeautomaticamente sintonizar na freqüência de transmissão. Emalgumas modalidades, o dispositivo de recepção 195 (FIG. 1)tem uma opção de AF ativada e, quando a informação deidentificação é recebida como parte dos dados de AF, odispositivo de recepção 195 (FIG. 1) automaticamente sintoniza o dispositivo de recepção 195 (FIG. 1) para afreqüência de transmissão. Se a opção de AF não forativada, o usuário do dispositivo de recepção 195 (FIG. 1)poderá sintonizar manualmente o dispositivo de recepção 195(FIG. 1) para a freqüência de transmissão, de uma maneirasimilar ou idêntica ao processo descrito no processo 883.
Após o processo 886 da FIG. 8, o procedimento 772 estácompletado e o próximo procedimento na atividade 260 é umprocedimento 773 de regulagem (por exemplo, de sintonia) deum transmissor tal como, por exemplo, o transmissor 103(FIG. 1) para transmitir na freqüência de transmissão. Emalgumas modalidades, o transmissor 103 (FIG. 1)automaticamente começa a transmitir na freqüência detransmissão após ser regulado para transmitir. Em outrosexemplos, o transmissor 103 (FIG. 1) espera por instruções a partir do usuário para começar a transmitir. Em algunsexemplos, o módulo de comunicações 115 (FIG. 1) podeinstruir o transmissor 103 (FIG. 1) para começar atransmitir na freqüência de transmissão. Em modalidadesdiferentes, o procedimento 773 (FIG. 7) pode ocorrer antesdo procedimento 772 (FIG. 7).
Com referência de novo à FIG. 7, após prover afreqüência de transmissão para o usuário no procedimento774, a atividade 260 também pode marcar a nova freqüênciade transmissão como usada. Em alguns exemplos a lista defreqüências portadoras de trabalho permite que asfreqüências portadoras sejam marcadas como usadas. Emalgumas modalidades, se uma freqüência portadora formarcada como usada, esta freqüência portadora não seráprovida para o usuário de novo. Em uma modalidadediferente, uma freqüência portadora a partir da lista defreqüências portadoras de trabalho não será provida de novopara um usuário, a menos que o método 2 00 (FIG. 2) sejarepetido, começando na atividade 255 (FIG. 2) , conformeexplicado aqui adiante. Em alguns exemplos, o módulo de comunicações 115 (FIG. 1) pode marcar a freqüência de
transmissão como usada. Em outras modalidades, a marcaçãoda freqüência de transmissão como usada pode ser realizadapela remoção da freqüência portadora da lista defreqüências portadoras de trabalho.
Com referência, de novo, à FIG. 2, após o procedimento774 (FIG. 7) , a atividade 260 está completada, e a próximaatividade no método 200 é uma atividade 259 de determinarse um período de tempo predeterminado passou. Em váriosexemplos, o tempo predeterminado é de sete segundos. Se o tempo predeterminado tiver passado, a próxima atividade nométodo 200 será a atividade 255 de identificação defreqüências portadoras não usadas. Isto é, se o tempopredeterminado tiver passado, as atividades necessáriaspara a identificação de novas freqüências de transmissão ouadicionais ou para confirmar a usabilidade das freqüênciasportadoras na lista de freqüências portadoras de trabalhoserão repetidas (isto é, as atividades 255 a 257) .
Para garantir uma freqüência de transmissão clara, épreferível repetir as atividades 255 a 257 em intervalosregulares. Se o dispositivo elétrico 100 (FIG. 1) estiverse movendo (por exemplo, em um veículo) , as freqüênciasportadoras disponíveis para uso estarão mudandocontinuamente. Por exemplo, se o dispositivo elétrico 100(FIG. 1) estivesse na base de um prédio alto durante avarredura inicial, o prédio poderia ter bloqueado um sinalforte em uma ou mais freqüências portadoras. Assim que odispositivo elétrico 100 (FIG. 1) se mova para fora dasombra do prédio alto, esta freqüência portadora poderianão ser mais uma freqüência aceitável para transmissão.
Assim sendo, uma atualização da lista de freqüênciasportadoras de trabalho após um tempo predeterminado curtoassegura que a melhora freqüência de transmissão sejaapresentada para o usuário.
Para alguém de conhecimento comum na técnica, seráprontamente evidente que o dispositivo, sistema, aparelho emétodo de uso discutidos aqui podem ser implementados emuma variedade de modalidades e que a discussão precedentede certas modalidades como estas não necessariamenterepresenta uma descrição completa de todas as modalidades possíveis. Por exemplo, o sistema de identificação 101(FIG. 1) não tem que usar todos os critérios de filtração(por exemplo, os procedimentos 574-575 (FIG. 5) , 673-674(FIG. 6) e 678-679 (FIG. 6)) discutidos aqui para a escolhade uma freqüência de transmissão. Em algumas modalidades,apenas um subconjunto dos critérios de filtração ou deoutros critérios pode ser usado. Por exemplo, o sistema deidentificação 101 (FIG. 1) poderia usar apenas a relação deSNR e/ou o valor de detecção de impulso para a filtraçãodas freqüências portadoras usadas. Em outras modalidades, osistema de identificação 101 (FIG. 1) poderia usar apenas ovalor de RSSI (ou o RSSI inverso) . Em ainda outrasmodalidades, o sistema de identificação 101 poderia ignoraros valores de RSSI das freqüências portadoras adjacentes ouusar a SNR ou o valor de detecção de impulso para asfreqüências portadoras adjacentes como critérios defiltração.
Em algumas modalidades, conforme explicadopreviamente, todo ou uma porção do método 200 pode serconsiderado um método para escolha de pelo menos umafreqüência portadora pelo menos parcialmente com base naindicação de intensidade de sinal de pelo menos uma ou maisfreqüências portadoras não usadas. Nas mesmas modalidadesou em diferentes, todo ou uma porção do método 200 pode serconsiderado um método para seleção de uma freqüência detransmissão a partir de pelo menos uma primeira freqüênciapelo menos parcialmente com base nas características dasfreqüências portadoras adjacentes a cada uma de pelo menosuma primeira freqüência. Mais ainda, todo ou uma porção dométodo 200 pode ser considerado um método para seleção depelo menos uma primeira freqüência com base nasclassificações de uma ou mais freqüências portadoras.Também, o método 200 pode ser considerado o método paraescolha de uma primeira freqüência de transmissão de uma oumais primeiras freqüências portadoras potenciais noconjunto de freqüências portadoras potenciais pelo menosparcialmente com base em uma indicação de intensidade desinal recebido de cada uma de uma ou mais freqüênciasportadoras potenciais e características de freqüênciasvizinhas de cada uma de uma ou mais freqüências portadoraspotenciais.
A FIG. 9 é uma vista em perspectiva é uma vista emperspectiva representativa dianteira ilustrando um exemplode dispositivo elétrico 100 acoplado a uma fonte 190, deacordo com a primeira modalidade. A FIG. 10 é um diagramade blocos que ilustra um exemplo do acoplamento do receptor102 à antena externa 108, de acordo com a prime iramodalidade. A FIG. 11 é um diagrama de circuito que ilustraum exemplo de um circuito de combinação de antena externa eoutros circuitos no dispositivo elétrico 100, de acordo coma primeira modalidade.
Em alguns exemplos, o dispositivo elétrico 100 podeser considerado um aparelho de recepção de freqüência derádio configurado para acoplamento a um acendedor decigarros em um veículo 1070 (FIG. 10) . Na mesma modalidadeou em diferentes, o dispositivo elétrico 100 pode serconsiderado um dispositivo elétrico configurado para seracoplado ao veiculo 1070.
Em algumas modalidades, conforme ilustrado na FIG. 10,o veículo 1070 pode incluir: (a) uma antena externa 108; e(b) um plugue de potência 1071. O plugue de potência 1071pode incluir: (a) um terminal positivo 1072; e (b) umterminal de aterramento 1073. Em muitos veículos, oterminal de aterramento 1073 do plugue de potência 1071 éeletricamente acoplado à carroceria externa do automóvel.
Em várias modalidades, o plugue de potência 1071 pode serum acendedor de cigarros.
Em vários exemplos, a antena externa 108 pode incluira carroceria externa do veículo 1070. Nas mesmasmodalidades ou em diferentes, a antena externa 108 podeincluir o chassi do veículo 1070. Usualmente, os veículostêm uma antena separada que se projeta a partir do veículoque é usado para o recebimento de sinais de FM paraquaisquer rádios afixados, ao invés de se usar a carroceriaexterna do veículo como uma antena.
Em vários exemplos, a unidade de potência 106 (FIG. 1)pode incluir: (a) um eletrodo ou contato positivo 1022configurado para acoplamento ao terminal positivo 1072,quando a unidade de potência 106 ou uma porção da mesma forinserida em ou acoplada de outra forma ao plugue depotência 1071. Em alguns exemplos, a unidade de potência106 pode ser ou incluir um conector (por exemplo, umadaptador de acendedor de cigarros) configurado paraacoplamento ao plugue de potência 1071.
O receptor 102 (FIG. 1) é eletricamente acoplado aocircuito de combinação de antena externa 105 (FIG. 1) . Ocircuito de combinação de antena externa 105 (FIG. 1) podeser eletricamente acoplado entre o receptor 102 (FIG. 1) eo veículo 1070. Em alguns exemplos, o circuito decombinação de antena externa 105 e o transmissor 103 sãoeletricamente acoplados ao contato de aterramento 1023.Quando o contato de aterramento 1023 é acoplado aoterminal de aterramento 1073, o transmissor 103 e/ou oreceptor 102 são configurados e acoplados de modo que aantena externa 108 (por exemplo, a carroceria do veículo107 0) atue como a antena para o transmissor 103 e/ou oreceptor 102. Isto é, em algumas modalidades, o veículo1070 é usado como uma antena de rádio de freqüênciamodulada para o transmissor 103 e/ou o receptor 102.
Embora a invenção tenha sido descrita com referência amodalidades específicas, será entendido por aquelesversados na técnica que várias mudanças podem ser feitas,sem se desviar do conceito inventivo ou do escopo dainvenção. Os exemplos adicionais dessas mudanças foramdados na descrição precedente. Assim sendo, a exposição demodalidades da invenção é pretendida para ser ilustrativado escopo da invenção e não é pretendida para serlimitativa.
Pretende-se que o escopo da invenção seja limitadoapenas até a extensão requerida pelas reivindicações emapenso. Ao invés disso, a descrição detalhada dos desenhose os desenhos em si mostram pelo menos uma modalidadepreferida da invenção, e podem mostrar modalidadesalternativas da invenção.
Todos os elementos reivindicados em qualquerreivindicação em particular são essenciais para a invençãoreivindicada naquela reivindicação em particular.Conseqüentemente, uma substituição de um ou mais elementosreivindicados constitui uma reconstrução e não um reparo.Adicionalmente, benefícios, outras vantagens e soluçõespara os problemas foram descritos com respeito amodalidades específicas. Os benefícios, vantagens, soluçõespara problemas e qualquer elemento ou elementos que possamfazer com que qualquer benefício, vantagem ou soluçãoocorra ou se torne mais pronunciada, contudo, não devem serconstruídos como recursos críticos, requeridos ouessenciais ou elementos de qualquer uma ou de todas asreivindicações.
Mais ainda, modalidades e limitações mostradas aquinão são dedicadas ao público sob a doutrina de dedicação,se as modalidades e/ou limitações: (1) não foremexpressamente reivindicadas nas reivindicações; e (2) foremou forem potencialmente equivalentes a elementos expressose/ou limitações nas reivindicações, sob a doutrina deequivalentes.
Claims (22)
1. Método de identificação de pelo menos umafreqüência de transmissão em um conjunto de freqüênciasportadoras, caracterizado pelo fato de compreender:a determinação de uma primeira intensidade de sinalpara cada freqüência portadora no conjunto de freqüênciasportadoras;a escolha de uma primeira freqüência de transmissão apartir do conjunto de freqüências portadoras pelo menosparcialmente com base na primeira intensidade de sinal decada uma das freqüências portadoras do conjunto defreqüências portadoras; ea difusão de sinais elétricos pela primeira freqüênciaportadora, onde:pelo menos uma freqüência de transmissão compreende aprimeira freqüência de transmissão.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de ainda compreender:a determinação de uma segunda intensidade de sinal decada freqüência portadora no conjunto de freqüênciasportadoras;a escolha de uma segunda freqüência de transmissão apartir do conjunto de freqüências portadoras pelo menosparcialmente com base na segunda intensidade de sinal decada uma das freqüências portadoras no conjunto defreqüências portadoras; ea difusão dos sinais elétricos pela segunda freqüênciade transmissão,onde:a primeira intensidade de sinal é determinada em umprimeiro tempo;a segunda intensidade de sinal é determinada em umsegundo tempo diferente do primeiro tempo; epelo menos uma freqüência de transmissão aindacompreende a segunda freqüência de transmissão.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2,caracterizado pelo fato de:a escolha da segunda freqüência de transmissãocompreender:a escolha da segunda freqüência de transmissão apartir do conjunto de freqüências portadoras pelo menosparcialmente com base na segunda intensidade de sinal e nasegunda imagem digital de cada uma das freqüênciasportadoras no conjunto de freqüências portadoras.
4. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2 ou 3, caracterizado pelo fato de:a determinação da primeira intensidade de sinalcompreender:a medição de uma indicação de primeiraintensidade de sinal recebido para cada freqüênciaportadora no conjunto de freqüências portadoras; ea atribuição da primeira intensidade de sinal de umaprimeira freqüência portadora do conjunto de freqüênciasportadoras pelo menos parcialmente com base na primeiraimagem digital recebido da primeira freqüência portadora noconjunto de freqüências portadoras.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4,caracterizado pelo fato de:a atribuição da primeira intensidade de sinalcompreender:a atribuição da primeira intensidade de sinal daprimeira freqüência portadora do conjunto de freqüênciasportadoras pelo menos parcialmente com base na primeiraintensidade de sinal recebido da primeira freqüênciaportadora do conjunto de freqüências portadoras e umaintensidade de sinal previamente medida da primeirafreqüência portadora do conjunto de freqüências portadoras.
6. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4 ou 5, caracterizado pelo fato deainda compreender:a criação de uma lista de freqüência de transmissãopotencial pelo menos parcialmente pela classificação daprimeira intensidade de sinal de cada uma das freqüênciasportadoras do conjunto de freqüências portadoras,onde:a escolha da primeira freqüência de transmissãocompreende:a escolha como a primeira freqüência detransmissão de uma freqüência portadora classificada maisalta a partir da lista de freqüência de transmissãopotencial.
7. Método, de acordo com a reivindicação 6,caracterizado pelo fato de ainda compreender:antes da escolha da primeira freqüência detransmissão, a remoção de uma freqüência portadorapotencial da lista de freqüência de transmissão potencialcom base nas características de uma ou mais freqüênciasportadoras adjacentes à freqüência portadora potencial.
8. Método, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de:a remoção das freqüências portadoras potenciaiscompreende:a remoção da freqüência portadora potencial dalista de freqüência portadora potencial quando pelo menosum dos seguintes for verdadeiro:uma indicação de intensidade de sinal recebido depelo menos uma de uma ou mais freqüências portadorasadjacentes à freqüência portadora potencial estiver acimade uma primeira quantidade predeterminada; ea indicação de intensidade de sinal recebido dafreqüência portadora potencial for maior do que ou menor doque a indicação de intensidade de sinal recebido de pelomenos uma das freqüências portadoras adjacentes ã primeirafreqüência portadora por uma segunda quantidadepredeterminada.
9. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8, caracterizado pelofato de ainda compreender:a provisão da primeira freqüência de transmissão pelousuário pela exibição visual da primeira freqüência detransmissão para o usuário.
10. Método, de acordo com a reivindicação 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8, caracterizado pelo fato de ainda compreender:a provisão da primeira freqüência de transmissão compreendendo:a transmissão da primeira freqüência detransmissão para um receptor de freqüência de rádio; ea sintonia automática do receptor de freqüênciade rádio na primeira freqüência de transmissão.
11. Método de seleção de uma ou mais freqüências detransmissão a partir de duas ou mais freqüênciasportadoras, o método caracterizado pelo fato decompreender:a identificação de uma ou mais primeiras freqüênciasportadoras não usadas a partir de duas ou mais freqüênciasportadoras;a determinação das primeiras características de uma oumais freqüências portadoras adjacentes a cada uma de uma oumais primeiras freqüências portadoras não usadas;a seleção de uma primeira freqüência de transmissão deuma ou mais freqüências de transmissão a partir de uma oumais primeiras freqüências não usadas pelo menosparcialmente com base nas primeiras características de umaou mais freqüências portadoras adjacentes a cada uma de umaou mais primeiras freqüências não usadas; ea difusão de sinais elétricos pela primeira freqüênciade transmissão de uma ou mais freqüências de transmissão.
12. Método de seleção automática de uma freqüência detransmissão a partir de três ou mais freqüências portadoraspotenciais, o método caracterizado pelo fato decompreender:a varredura de três ou mais freqüências portadoraspotenciais para se determinar uma indicação de primeiraintensidade de sinal de cada uma das três ou maisfreqüências portadoras potenciais;uma nova varredura de três ou mais freqüênciasportadoras potenciais para se determinar uma indicação desegunda intensidade de sinal de cada uma das três ou maisfreqüências portadoras potenciais;a escolha da freqüência de transmissão a partir detrês ou mais freqüências portadoras potenciais pelo menosparcialmente com base na indicação de primeira intensidadede sinal e na indicação de segunda intensidade de sinal decada uma das três freqüências portadoras potenciais; ea transmissão de sinais elétricos na freqüência detransmissão.
13. Método de identificação de uma freqüência detransmissão, o método caracterizado pelo fato decompreender:em uma primeira localização, a identificação de umaprimeira freqüência como uma primeira freqüência detransmissão possível;a identificação da primeira freqüência como afreqüência de transmissão;em uma segunda localização, a identificação automáticade uma segunda freqüência como uma freqüência detransmissão possível; ea identificação da segunda freqüência como afreqüência de transmissão.
14. Método de difusão de um ou mais sinais elétricos apartir de um dispositivo elétrico, o método caracterizadopelo fato de compreender:o uso do dispositivo elétrico para a seleção de uma primeira freqüência de transmissão vazia a partir doconjunto de freqüências portadoras;o uso do dispositivo elétrico para a transmissão deuma informação de identificação para a primeira freqüênciade transmissão vazia para o receptor por uma segundafreqüência portadora no conjunto de freqüências portadoras;eo uso do dispositivo elétrico para a transmissão de umou mais sinais elétricos pela primeira freqüência portadoravazia.
15. Método, de acordo com a reivindicação 14,caracterizado pelo fato de ainda compreender:a codificação da informação de identificação na porçãode freqüência alternativa de dados de sistema de dados dedifusão por radio da segunda freqüência portadora.
16. Método, de acordo com a reivindicação 14 ou 15,caracterizado pelo fato de ainda compreender:a recepção da informação de identificação para aprimeira freqüência de transmissão vazia usando-se umreceptor;a sintonia automática do receptor para a primeirafreqüência de transmissão vazia, após a recepção dainformação de identificação; ea recepção de um ou mais sinais elétricos transmitidospela primeira freqüência de transmissão vazia usando-se oreceptor.
17. Método de difusão de dois ou mais sinais elétricosusando-se um primeiro dispositivo elétrico, cada um de umou mais sinais elétricos incluindo dados de sistema dedados de difusão por rádio em uma freqüência subportadora,o método caracterizado pelo fato de compreender:o uso do primeiro dispositivo elétrico para aidentificação de uma primeira freqüência de rádio a partirde uma ou mais freqüências de rádio em uma primeiralocalização pela primeira vez, usando-se pelo menos umdentre: (a) características de pelo menos duas freqüênciasde radio de uma ou mais freqüências de radio; e (b)características de uma ou mais freqüências de radioadjacentes a cada uma de pelo menos duas freqüências derádio de uma ou mais freqüências de rádio;o uso do primeiro dispositivo elétrico para atransmissão de uma informação de identificação para aprimeira freqüência de rádio como parte dos dados desistema de dados de difusão por rádio de pelo menos umprimeiro sinal elétrico dos dois ou mais sinais elétricos,a informação de identificação transmitida por uma segundafreqüência de rádio de uma ou mais freqüências de rádio; eo uso do primeiro dispositivo elétrico para atransmissão de pelo menos um segundo sinal elétrico dosdois ou mais sinais elétricos pela primeira freqüência derádio.
18. Método, de acordo com a reivindicação 17,caracterizado pelo fato de:o uso do primeiro dispositivo elétrico para atransmissão da informação de identificação compreender:o uso do primeiro dispositivo elétrico para atransmissão da informação de identificação para a primeirafreqüência de rádio como parte de uma informação defreqüência alternativa nos dados de sistema de dados dedifusão por rádio da segunda freqüência de rádio de uma oumais freqüências de rádio.
19. Dispositivo elétrico configurado para a seleção deuma freqüência de transmissão a partir de um conjunto defreqüências portadoras para um usuário, o dispositivoelétrico caracterizado pelo fato de compreender:um receptor;um módulo de varredura configurado para medir umaindicação de intensidade de sinal de cada freqüênciaportadora no conjunto de freqüências portadoras;um módulo de criação de pontuação configurado paradeterminar pelo menos uma freqüência vazia com base pelomenos parcialmente na indicação de intensidade de sinal decada freqüência portadora no conjunto de freqüênciasportadoras;um módulo de seleção configurado para escolher afreqüência de transmissão a partir de pelo menos umafreqüência vazia; eum transmissor configurado para transmitir sinaiselétricos.
20. Dispositivo elétrico, de acordo com areivindicação 19, caracterizado pelo fato de aindacompreender:um conector eletricamente acoplado ao transmissor econfigurado para acoplamento elétrico a um veículo;onde: quando o conector é acoplado ao veículo, o transmissoré configurado para uso do veículo como uma antena para atransmissão de sinais elétricos.
21. Dispositivo elétrico configurado para ser acopladoa um veículo, o veículo compreendendo um plugue de potênciacom um conector de aterramento, o dispositivo elétricocaracterizado pelo fato de compreender:um conector que compreende um eletrodo de aterramentoe configurado para se acoplar eletricamente ao veículo; eum transmissor eletricamente acoplado ao conector e configurado para a transmissão de primeiros sinaiselétricos usando-se o veículo como uma antena de rádio,onde:quando o eletrodo de aterramento do conector éacoplado ao conector de aterramento do plugue de potênciado veículo, o transmissor é configurado para usar o veículocomo a antena de rádio.
22. Aparelho de recepção de freqüência de rádioconfigurado para acoplamento a um acendedor de cigarros deum veículo, o acendedor de cigarros compreendendo umprimeiro terminal e um terminal de aterramento com oterminal de aterramento do acendedor de cigarroseletricamente acoplado à carroceria do veículo, o aparelhode recepção de freqüência de rádio caracterizado pelo fatode compreender:um adaptador de acendedor de cigarros que compreende:um primeiro contato configurado para acoplamentoao primeiro terminal do acendedor de cigarros, quando oadaptador de acendedor de cigarros for inserido noacendedor de cigarros; eum segundo contato configurado para acoplamentoao terminal de aterramento do acendedor de cigarros, quandoo adaptador de acendedor de cigarros for inserido noacendedor de cigarros; eum receptor de freqüência de rádio eletricamenteacoplado ao segundo contato do adaptador de acendedor decigarros, de modo que a carroceria do veículo atue como umaantena para o receptor de freqüência de rádio, quando oadaptador de acendedor de cigarros for inserido noacendedor de cigarros.
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