BRPI0806240A2 - fluido de tratamento para o tratamento de uma formação subterránea para melhorar a produção de gás da mesma, e, métodos de tratamento de uma formação subterránea para melhorar a produção de gás da mesma e de tratamento de um leito de carvão para melhorar a produção de gás do mesmo - Google Patents

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Abstract

FLUIDO DE TRATAMENTO PARA O TRATAMENTO DE UMA FORMAçãO SUBTERRáNEA PARA MELHORAR A PRODUçãO DE GáS DA MESMA, E, MéTODOS DE TRATAMENTO DE UMA FORMAçãO SUBTERRáNEA PARA MELHORAR A PRODUçãO DE GáS DA MESMA E DE TRATAMENTO DE UM LEITO DE CARVãO PARA MELHORAR A PRODUçãO DE GáS DO MESMO. A invenção refere-se a fluidos de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma. Realizações de exemplo dos fluidos de tratamento são constituídas de um fluido básico e um poliorganosiloxano catiónico, onde o poliorganosiloxano catiónico é constituído pelo menos de dois grupos de amónio quaternário. A invenção também se refere a métodos para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma.

Description

"FLUIDO DE TRATAMENTO PARA O TRATAMENTO DE UMA FORMAÇÃO SUBTERRÂNEA PARA MELHORAR A PRODUÇÃO DE GÁS DA MESMA, E, MÉTODOS DE TRATAMENTO DE UMA FORMAÇÃO SUBTERRÂNEA PARA MELHORAR A PRODUÇÃO DE GÁS DA MESMA E DE TRATAMENTO DE UM LEITO DE CARVÃO PARA MELHORAR A PRODUÇÃO DE GÁS DO MESMO"
FUNDAMENTOS A invenção atual refere-se a composições para o aumento da produção de gás de uma formação subterrânea. Mais especialmente, a invenção atual refere-se a fluidos de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma, os fluidos de tratamento são constituídos de um poliorganosiloxano catiônico composto pelo menos de dois grupos de amônio quaternário.
A invenção atual também se refere a métodos para o aumento da produção de gás de uma formação subterrânea. Mais especialmente, a invenção atual refere-se ao tratamento de uma formação subterrânea com um poliorganosiloxano catiônico composto pelo menos de dois grupos de amônio quaternário para reduzir os blocos de água na porção tratada da formação.
Gases de hidrocarbonetos (por exemplo, gás natural) são encontrados em formações subterrâneas embaixo da superfície da Terra. Para a obtenção destes gases, são perfurados poços na formação contendo o gás, através do qual o gás é produzido para a superfície. A produção de gás destas formações, no entanto, com freqüência, é menor do que o esperado ou desejado devido a vários fatores. Um fator comum para produções de gás menores é a presença de água nos canais de escoamento disponíveis para o escoamento do gás. Esta água reduz a permeabilidade efetiva da formação para o gás natural e é comumente referida como "blocos de água".
A fonte de água que contribui para os blocos de água geralmente depende do local dos próprios blocos de água. Por exemplo, próximo do furo de poço, os blocos de água poderão ser o resultado da invasão da água presente no furo de poço decorrente das operações do poço ou de água produzida. Esta água do furo de poço poderá ser absorvida pelas zonas permeáveis próximas do furo do poço para dentro dos canais de escoamento e, portanto, reduzir a produção de gás. Se os blocos de água estão presentes nos canais de escoamento longe do furo de poço, a fonte de água poderá ser devida à água inerente mantida em zonas de formação permeáveis devido a alta pressão capilar. Como esta água inerente se move na direção do furo de poço com a continuação da produção do gás, ela poderá ser retida em algumas zonas permeáveis, tais como as zonas de baixa permeabilidade, bloqueando dessa forma o fluxo de gastos. A fonte de água poderá ser também proveniente de operações de estimulação do reservatório (por exemplo, acidulação da matriz, fratura, tratamentos de controle de água com modificadores de permeabilidade relativa, e semelhantes), nos quais os fluidos injetados penetram para dentro da formação. No entanto, em todos estes exemplos, se as vazões de drenagem natural (por exemplo, devido à gravidade) e as vazões induzidas de drenagem (por exemplo, devido à pressão de gás) da água são baixas, os blocos de água tipicamente permanecerão nos canais de escoamento do gás. Como resultado, os blocos de água reduzirão, ou em alguns casos irão interromper completamente a produção de gás da formação. Em alguns casos, os blocos de água poderão mesmo retardar a produção de gás durante um período significativo de tempo depois dos tratamentos de estimulação.
SUMÁRIO
A invenção atual refere-se a composições para o aumento da produção de gás natural a partir de uma formação subterrânea. Mais especialmente, a invenção atual refere-se a fluidos de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma, os fluidos de tratamento sendo constituídos de um poliorganosiloxano catiônico composto pelo menos de dois grupos de amônio quaternário. A invenção atual também se refere a métodos para o aumento da produção de gás natural a partir de uma formação subterrânea. Mais especialmente, a invenção atual refere-se ao tratamento de uma formação subterrânea com um poliorganosiloxano catiônico composto pelo menos de dois grupos de amônio quaternário para reduzir os blocos de água na porção tratada da formação.
Em um aspecto, a invenção atual apresenta um fluido de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma. O fluido de tratamento é composto de um fluido básico e um poliorganosiloxano catiônico, onde o poliorganosiloxano catiônico é constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário catiônicos. Em uma realização de exemplo, o fluido básico é composto de um fluido aquoso e o poliorganosiloxano catiônico é solúvel em água. Em outra realização de exemplo, o fluido básico é composto de um fluido não aquoso e o poliorganosiloxano catiônico é um fluido solúvel não aquoso.
Em outro aspecto, a invenção atual apresenta um método para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma. O método é composto da introdução de um poliorganosiloxano catiônico para dentro da formação subterrânea, onde o poliorganosiloxano catiônico é constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário.
Em outro aspecto, a invenção atual apresenta um método para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma. O método é constituído da introdução de um fluido de tratamento em uma perfuração de poço que penetra na formação subterrânea para contatar a formação subterrânea com o fluido de tratamento. O fluido de tratamento é composto de um fluido básico e um polidimetilsiloxano catiônico, onde o polidimetilsiloxano catiônico é constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário. O tratamento da formação subterrânea com o polidimetilsiloxano catiônico melhora a produção de gás da formação subterrânea.
Em outro aspecto, a invenção atual apresenta um método para o tratamento de um leito de carvão para melhorar a produção de gás do mesmo. O método é composto da introdução de um fluido de tratamento em uma perfuração de poço que penetra no leito de carvão para contatar o leito de carvão com o fluido de tratamento. O fluido de tratamento é composto de metanol e um polidimetilsiloxano catiônico, onde o polidimetilsiloxano catiônico é constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário.
As características e vantagens da invenção atual ficarão aparentes para aqueles adestrados na técnica com a leitura da descrição que se segue das realizações específicas relativas aos desenhos anexos.
DESENHOS
A figura 1 é um gráfico da embibição percentual de salmoura para o núcleo de arenito Berea tratados com certos materiais em um fluido de veículo com base em querosene;
A figura 2 é um gráfico da saturação percentual de água residual para núcleos de arenito Berea tratados com certos materiais em um fluido veículo com base em salmoura;
A figura 3 é um gráfico da embibição de salmoura e da saturação percentual da água residual para núcleos de arenito Berea tratados com certos materiais em um fluido veículo com base em salmoura;
A figura 4 é um gráfico da saturação residual de água em função do tempo para núcleos de arenito Berea tratados com certos materiais em um fluido veículo com base em salmoura;
A figura 5 é um gráfico da embibição do percentual de salmoura para núcleos de arenito Berea tratados com certos materiais em um fluido veículo com base em metanol;
A figura 6 é um gráfico da embibição percentual de salmoura para núcleos de arenito Berea tratados com certos materiais em um fluido veículo com base em metanol; e
A figura 7 é um gráfico da saturação residual de água em função do tempo para núcleos de arenito Berea tratados com certos materiais em um fluido veículo com base em metanol.
DESCRIÇÃO DAS REALIZAÇÕES ESPECÍFICAS
A invenção atual refere-se a composições para o aumento da produção de gás natural de uma formação subterrânea. Mais especialmente, a invenção atual refere-se a fluidos de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma, os fluidos de tratamento sendo constituídos de um poliorganosiloxano catiônico composto pelo menos de dois grupos de amônio quaternário.
A invenção atual também se refere a métodos para o aumento da produção de gás natural de uma formação subterrânea. Mais especialmente, a invenção atual refere-se ao tratamento de uma formação subterrânea com um poliorganosiloxano catiônico constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário para reduzir os blocos de água na porção tratada da formação.
Conforme utilizado aqui, o termo "poliorganosiloxano" é utilizado para referir-se a um polímero contendo uma estrutura polimérica de ligações Si-O- Si5 onde os átomos de silício na estrutura básica polimérica são ligados a grupos alquila através das ligações Si-C, exceto nas extremidades de cadeia e nos pontos de ramificação, onde os átomos de silício poderão estar ligados a carbonos ou outros átomos, tais como oxigênio, nitrogênio ou enxofre e semelhantes.
Conforme será visto por aqueles com conhecimento normal na técnica, as realizações de exemplo das composições e métodos da invenção atual poderão ser utilizadas em qualquer formação subterrânea que contenha gás. Este gás poderá ser gás comprimido contido dentro dos poros da formação e/ou gás que é adsorvido nas superfícies dentro da formação. Para fins de exemplo, as técnicas descritas aqui poderiam ser utilizadas para o tratamento de leitos de carvão para melhorar a recuperação do gás natural encontrado nos mesmos. Aqueles com conhecimento normal na técnica verificarão que o gás encontrado em leitos de carvão é comumente referido como "metano de leito de carvão". De acordo com as realizações de exemplo da invenção atual, um fluido de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás geralmente é composto de um fluido veículo e tem um polioiganosiloxano catiônico constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário. O poliorganosiloxano catiônico deve melhorar a produção de gás através da redução da ocorrência de blocos de água na porção tratada da formação. Sem sermos limitados pela teoria, tão logo ele é introduzido na formação, o poliorganosiloxano catiônico deve ser adsorvido nas superfícies da porção tratada da formação. Tão logo ele seja adsorvido, acredita-se que o poliorganosiloxano catiônico poderá aumentar o ângulo de contato entre a água e as superfícies da formação. Isto poderá levar diretamente ou indiretamente a uma pressão capilar reduzida na porosidade da formação. A pressão capilar reduzida poderá levar a vazões de drenagem de água aumentadas. Conforme será visto, as vazões de drenagem de água melhoradas devem permitir uma redução nos blocos de água existentes, assim como a uma redução na formação de blocos de água. Além disso, acredita-se também que o poliorganosiloxano catiônico possa reduzir a tendência da formação para embeber a água nos canais de escoamento do gás. Em outras palavras, acredita-se que o poliorganosiloxano catiônico deva reduzir as taxas de embibição de água da porção tratada da formação. Como tal, acredita-se que o tratamento da formação com o poliorganosiloxano possa reduzir a formação de blocos de água na porção de tratamento.
Qualquer fluido veículo adequado poderia ser utilizado para a introdução de realizações de exemplo do poliorganosiloxano catiônico para dentro da formação subterrânea, incluindo fluidos aquosos, fluidos não aquosos, e combinações dos mesmos. Exemplos de fluidos aquosos adequados incluem água fresca e água salgada. Conforme será visto, a água salgada refere-se à água contendo um ou mais sais dissolvidos na mesma, por exemplo, salmouras e água do mar. Exemplos de fluidos não aquosos adequados incluem solventes oxigenados, solventes de hidrocarbonetos, e combinações dos mesmos. Solventes oxigenados de exemplo que poderiam ser utilizados, incluem álcoois, glicóis, ésteres, éteres, e combinações dos mesmos. Exemplos específicos de solventes oxigenados incluem metanol, etanol, isopropanol, etileno glicol, glicerol, etileno glicol monometil éter, etileno glicol monobutil éter, di-isotridecil éter e isobutil oleato éster. Solventes de hidrocarbonetos de exemplo que poderiam ser utilizados, incluem gasolina, querosene, tolueno, xileno, alfa-olefinas e óleos minerais. Aqueles com conhecimento normal na técnica verificarão que, quando uma combinação de um fluido aquoso e um fluido não aquoso ou uma combinação de um fluido não aquoso polar (por exemplo, um álcool) e um fluido não aquoso não polar (por exemplo, um hidrocarboneto) é utilizada, poderá ser incluído um agente na mesma para facilitar a mistura dos fluidos. Além disso, aqueles com conhecimento normal na técnica devem ser capazes de escolher um fluido veículo apropriado para o poliorganosiloxano catiônico com base em vários fatores, incluindo as condições do poço, as características da formação, a solubilidade do poliorganosiloxano catiônico, e outros fatores conhecidos por aqueles com conhecimento normal na técnica. Por exemplo, em certas realizações, poderá ser utilizado metanol, quando se trata um leito de carvão.
Conforme mencionado anteriormente, as realizações de exemplo do poliorganosiloxano catiônico poderão ser introduzidas na formação subterrânea para aumentar a produção de gás da mesma. Em geral, poliorganosiloxanos adequados são constituídos pelo menos de dois grupos de amônio quaternário. Os grupos de amônio quaternário poderão estar presentes nos grupos pendentes (ver a estrutura 1 abaixo) ou nas extremidades de cadeia das cadeias de polímero de organosiloxano (ver a estrutura 1 abaixo). O número de grupos quaternários por cadeia do organosiloxano, de preferência, é 2, e poderá variar de 2 a 150, ou de 2 a 70. Em algumas realizações de exemplo, cerca de 10% dos átomos de silício na cadeia polimérica contêm grupos de amônio quaternário. Os pesos moleculares dos polímeros poderão estar na faixa de cerca de 1000 a cerca de 150.000. Em algumas realizações de exemplo da invenção atual, os pesos moleculares dos polímeros poderão variar de cerca de 1500 a cerca de 50.000.
Embora uma larga variedade de poliorganosiloxanos possa ser adequada para uso com a técnica atual, uma realização de exemplo de poliorganosiloxano catiônico é composta de polidimetilsiloxano constituído pelo menos de dois grupos de arnônio quaternário. Grupos de amônio quaternário de exemplo poderão ser constituídos de grupos de dialquil metil amônio quaternário. O grupo alquila dos grupos dialquil metil amônio quaternários poderá conter cerca de 1 a cerca de 18 carbonos. Outro exemplo de um grupo de amônio quaternário adequados é constituído de dois grupos hidroxialquila e um grupo metila. Exemplos de grupos hidroxialquila adequados incluem grupos hidroximetila e hidroxipropila. Um exemplo é o silicone quaternário Silquat® 0283A, um produto experimental da Siltech Corporation que contém grupos metil diidroxietil amônio quaternários. Outro exemplo de grupo amônio quaternários adequados é constituído de amida e um ou mais dos substituintes do átomo de nitrogênio quaternário (ver a estrutura 3 abaixo). Exemplos de tais materiais incluem o silicone quaternário Silquat® AC e o silicone quaternário Silquat® AD disponíveis da SilTech Corporation. Em uma realização, o poliorganosiloxano catiônico é constituído de um polidimetilsiloxano.
Polidimetilsiloxanos de exemplo que são constituídos de um grupo dialquil amônio quaternário são disponíveis comercialmente da Siltech Corporation, Toronto, Ontário, Canadá, incluindo o silicone quaternário Silquat® AO, o silicone quaternário Silquat® D2, o silicone quaternário Silquat® AO, o Silquat® J2, e o Silquat® Jl5. Os polidimetilsiloxanos catiônicos da Siltech Corporation geralmente são constituídos de 70% em peso de soluções ativas do polidimetilsiloxano catiônico em hexileno glicol, dipropileno glicol ou álcool isopropílico, ou eles poderão ser totalmente isentos de solvente. A solubilidade dos polímeros em água ou solventes orgânicos geralmente é determinada pelo número de ramificação, comprimento de cadeia, grupos polares, por exemplo, grupos hidroxila, éster ou éter sobre os grupos pendentes ou de final de cadeia, e os grupos funcionais ligados no nitrogênio de amônio quaternário.
Para fins de exemplo, um polidimetilsiloxano catiônico adequado constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário poderá ter a estrutura mostrada abaixo:
<formula>formula see original document page 10</formula>
Estrutura 1
onde R1 e R2 são independentemente grupos alquila compostos de 1 a 18 carbonos, ou grupos hidroxialquila, tais como os grupos hidroximetila ou hidroxipropila, R3 é um grupo metila, n é um número inteiro na faixa de 2 a 150, m é um número inteiro na faixa de 20 a 2000, e Xˉ é um ânion compatível, como fluoreto, cloreto, brometo, iodeto, nitrato, ou nitrito.
Para fins de exemplo, outro polidimetilsiloxano adequado constituído pelo menos de dois grupos de dialquilamônio quaternário poderão ter a estrutura mostrada abaixo:
<formula>formula see original document page 10</formula>
Estrutura 2
onde R4 e R5 são independentemente, grupos alquila compostos de 1 a 18 carbonos, ou grupos hidroxialquila, tais como grupos hidroximetila ou hidroxipropila, a é um número inteiro na faixa de 10 a 2000, e Xˉ é um ânion compatível, como fluoreto, cloreto, brometo, iodeto, nitrato, ou nitrito.
Para fins de exemplo, outro polidimetilsiloxano adequado composto pelo menos de dois grupos dialquil amônio quaternários poderão ter a estrutura mostrada abaixo:
<formula>formula see original document page 11</formula>
Estrutura 3
onde R é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, como um grupo hidroximetila ou hidroxipropila, x é um número inteiro na faixa de 10 a 2000, e Xˉ é um ânion compatível, como fluoreto, cloreto, brometo, iodeto, nitrato, ou nitrito.
Realizações de exemplo do poliorganosiloxano catiônico poderão estar presentes no fluido de tratamento em uma quantidade suficiente para produzir o resultado final desejado. Em uma realização de exemplo da invenção atual, o poliorganosiloxano catiônico poderá estar presente no fluido de tratamento em uma quantidade na faixa de cerca de 0,1% a cerca de 10% em peso do fluido de tratamento. Em certas realizações de exemplo, o poliorganosiloxano catiônico poderá estar presente no tratamento em uma quantidade na faixa de cerca de 0,5% a cerca de 5% em peso do fluido de tratamento.
Aqueles com conhecimento normal na técnica reconhecerão que outros aditivos adequados para uso em tratamentos subterrâneos também poderão ser incluídos nas realizações de exemplo dos fluidos de tratamento da invenção atual. Exemplos de tais aditivos poderão incluir inibidores de corrosão, aditivos de viscosidade, tais como polissacarídeos e gomas, polímeros hidrofílicos, agentes de reticulação, ácidos minerais orgânicos, tensoativos, particulados, tais como materiais de areia ou propelente, e combinações dos mesmos.
Conforme mencionado anteriormente, as realizações de exemplo dos poliorganosiloxanos poderão ser utilizadas para o tratamento de formações subterrâneas para a redução de blocos de água nas mesmas, dessa forma melhorando a produção de gás. Um exemplo de um método de tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma é constituído da introdução de um poliorganosiloxano catiônico na formação subterrânea. Conforme mencionado anteriormente, o poliorganosiloxano catiônico é constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário. Aqueles com conhecimento normal na técnica verificarão que o poliorganosiloxano catiônico poderia ser introduzido dentro da formação em qualquer ponto na vida do poço para se obter o resultado final desejado. Para fins de exemplo, o poliorganosiloxano catiônico poderia ser utilizado como um tratamento de correção de uma formação subterrânea na qual as vazões de produção de gás são menores do que o desejado ou esperado devido, entre outras coisas, aos blocos de água. Em outro exemplo, o poliorganosiloxano catiônico poderia ser utilizado para tratar uma formação subterrânea antes da produção inicial de gás da mesma. Por exemplo, o poliorganosiloxano catiônico poderia ser usado para tratar a formação depois da perfuração do furo do poço, mas antes do poço ser colocado em produção. Em um exemplo, o poliorganosiloxano catiônico poderia ser introduzido na formação em conjunto com outro tratamento executado no furo do poço. Por exemplo, o poliorganosiloxano catiônico poderia ser incluído em um fluido de tratamento (como um fluido de fratura, um fluido de complementação, etc) que é introduzido no furo do poço. Em uma realização de exemplo, um fluido de fratura composto do poliorganosiloxano catiônico poderia ser introduzido na formação subterrânea em uma pressão suficiente para criar ou melhorar uma ou mais fraturas na formação. O fluido constituído do poliorganosiloxano catiônico poderia ser introduzido antes, ou posteriormente à operação de fratura. Em outras palavras, o poliorganosiloxano catiônico poderia ser incluído em um fluido de pré- fratura que é referido como "prepad" ou ele poderia ser parte de um fluido imediatamente após o fluido de fratura.
Para facilitar um melhor entendimento da técnica atual, são apresentados os seguintes exemplos de algumas realizações específicas. De forma alguma os exemplos seguintes devem ser lidos para limitar, ou definir o escopo da invenção.
EXEMPLO 1
Uma série de testes foi executada para analisar os efeitos de vários metais sobre as vazões de embibição de água e de drenagem de água de núcleos de arenito com um hidrocarboneto como o fluido veículo. Em cada um destes testes, o fluido de tratamento era constituído de 1,0%, peso/volume, do material testado, em querosene. Para um controle, também foram executados testes somente com o próprio querosene.
Estes testes foram executados utilizando-se núcleos de arenito Berea de permeabilidade elevada (200 - 300 milidarcy) de acordo com o seguinte procedimento. Os núcleos de arenito Berea mediam cerca de 1 polegada (2,54 cm) de diâmetro e cerca de 2,8 - 3,3 polegadas de comprimento (7,1 a 8,4 cm). Primeiramente, um núcleo seco foi saturado a vácuo com o fluido de tratamento durante 2h submergindo-se o núcleo seco no fluido de teste colocado em um recipiente com a tampa solta, que é mantido em uma câmara de vácuo. Foi determinado que o núcleo estava totalmente saturado com o fluido de tratamento quando não se podiam ver mais bolhas de ar saindo do núcleo. O núcleo foi então pesado para se determinar o peso do núcleo saturado. Utilizando-se a densidade do fluido de veículo, o volume de poros do núcleo foi determinado com base na diferença entre o peso do núcleo saturado e o peso do núcleo não saturado.
A seguir, o núcleo saturado foi enrolado ao longo do seu comprimento em um filme plástico e colocado em um conjunto de frasco de sucção. Tão logo o núcleo saturado foi colocado no conjunto do frasco de sucção, o núcleo saturado foi submetido a vácuo de laboratório em ambas as extremidades, até não sair mais fluido através do núcleo (cerca de 30 minutos). O núcleo foi então removido do conjunto de frasco de sucção e foi pesado. Utilizando-se a densidade do fluido veículo, a saturação residual de óleo (Sor) do núcleo foi determinada com base na diferença entre o peso do núcleo saturado e o peso depois do tratamento do vácuo de laboratório. O Sor era representativo da vazão de drenagem do núcleo depois do tratamento. Com base nestes dados, foram determinados o volume de poros ocupado e o volume de poros não ocupado pelo fluido veículo residual.
Posteriormente, o núcleo foi colocado em 10 ml de uma solução de cloreto de potássio a 7% em uma xícara pequena de forma que a superfície inteira de uma extremidade do núcleo fosse exposta na salmoura para facilitar a embebição da salmoura. Depois de três minutos de exposição na salmoura, o núcleo foi pesado outra vez. Com base na diferença entre o peso do núcleo depois da exposição na salmoura e o peso do núcleo depois do tratamento a vácuo de laboratório, o volume de salmoura embebido no núcleo pode ser determinado. Dividindo-se o volume da salmoura embebida e o volume de poros não ocupados, foi calculado um valor percentual para a embebição de salmoura na porosidade disponível.
A percentagem de embebição de salmoura na porosidade disponível para cada um dos materiais testados é mostrada na tabela 1 abaixo e também é mostrada na figura 1. A saturação residual de óleo (% Sor) para cada um dos materiais testados é também mostrada na tabela 1 abaixo. Conforme será visto, as taxas de drenagem (representadas pela Sor percentual) para esta série de testes são menos relevantes porque elas não são para um fluido com base aquosa e não indicam como os materiais testados executariam as drenagem de um fluido com base aquosa.
Depois dos testes de embebição de salmoura serem completados, uma gota de água foi colocada em uma extremidade do núcleo e foi estimado o tempo requerido para a absorção da gota de água no núcleo. Os valores destas medições são apresentados na tabela 1 abaixo e espera-se que sejam um reflexo da natureza úmida do óleo da superfície tratada. Se a gota de água demora muito a ser absorvida, ela retém o seu formato por períodos maiores, indicando ângulos de contato que refletem a natureza úmida do óleo aumentada da superfície tratada.
TABELA 1 Tratamentos com base em querosene
<table>table see original document page 15</column></row><table> Os resultados desta série de testes indica que as taxas de embebição de salmoura são menores para certos destes poliorganosiloxanos catiônicos. Acredita-se que uma quantidade menor de embebição indique que as capacidade de umidificação do núcleo foi modificada para uma condição menos úmida, que é consistente com o período de tempo aumentado observado para as gotas de água serem absorvidas no núcleo. A última observação é também consistente com ângulos de contato aumentados (não medidos) devido à superfície do núcleo umidificada pela água. Além disso, os dados de ângulo de contato para a superfície do núcleo eram maiores para os materiais com as menores taxas de embebição por salmoura, exceto para o condicionador de lama de óleo OMC®2. Assim sendo, este resultado sugere que os materiais que apresentam quantidades de embebição de salmoura menores são caracterizados pela sua habilidade para modificar a superfície do núcleo para ter ângulos de contato maiores para a interface entre a água e a formação.
EXEMPLO 2
Uma série adicional de testes foi executada para se analisar ainda mais os efeitos de vários materiais sobre a embebição de água e as taxas de drenagem dos núcleos de arenito utilizando-se um fluido veículo com base aquosa. Os fluidos de tratamento utilizados nesta série de testes são constituídos de 1,0%, peso/volume, do material testado em uma solução de cloreto de potássio a 7%, exceto para o aditivo químico HPT®-1, que foi utilizado em uma quantidade de 0,2%, peso/volume. Para um controle, os testes foram também executados somente com a própria solução de cloreto de potássio.
Estes testes foram executados utilizando-se núcleos de arenito Berea com alta permeabilidade (200-300 milidarcy) de acordo com o seguinte procedimento. Os núcleos de arenito Berea mediram cerca de 1 polegada de diâmetro (2,54 cm) e cerca de 2,8 - 3,3 polegadas de comprimento e (7,1 a 8,4 cm). Primeiramente, um núcleo seco foi saturado a vácuo com o fluido de tratamento durante 4h. Foi determinado que o núcleo estava totalmente saturado com o fluido de tratamento quando não se podiam ver mais bolhas de ar saindo do núcleo. O núcleo foi então pesado para se determinar o peso do núcleo saturado. Utilizando-se a densidade do fluido veículo, o volume de poros do núcleo foi determinado com base na diferença entre o peso do núcleo saturado e o peso do núcleo não saturado.
A seguir, o núcleo saturado foi centrifugado durante 20h em cada extremidade a 1440 rpm. O núcleo foi então removido da centrífuga e foi pesado. Utilizando-se a densidade do fluido veículo, a saturação residual de água (Swt) do núcleo foi determinada com base na diferença entre o peso do núcleo saturado e o peso depois do tratamento com a centrífuga. A %Swr para este primeiro teste de drenagem de água é mostrada abaixo na tabela 2, assim como nas figuras 2 e 3. A saturação residual de água é representativa da quantidade de drenagem de água do núcleo depois do tratamento. A partir destes dados, foram determinados o volume de poros ocupado e o volume de poros não ocupado pelo fluido de tratamento residual.
Posteriormente, o núcleo foi colocado em 10 ml de uma solução a 7% de cloreto de potássio em uma xícara pequena de tal forma que a superfície inteira de uma extremidade do núcleo foi exposta à salmoura para facilitar a embebição da salmoura. Este conjunto inteiro foi colocado em uma garrafa fechada. Depois de 2h de exposição à salmoura, o núcleo foi pesado outra vez. Com base na diferença entre o peso do núcleo depois da exposição à salmoura e o peso do núcleo depois do tratamento pela centrífuga, o volume de salmoura embebida no núcleo pode ser determinado. Dividindo-se o volume de salmoura embebida e o volume de poros não ocupados, foi calculado um valor percentual para a embebição de salmoura na porosidade disponível. A % de embebição de salmoura para este teste é mostrada abaixo na tabela 2 assim como na figura 3.
Depois do teste de embebição de salmoura, um segundo teste de drenagem de água foi executado sobre o núcleo. O núcleo foi imerso em 100 ml de uma solução a 7% de cloreto de sódio e foi submetido a vácuo durante 3h. Então, o núcleo foi centrifugado a 1440 rpm, e a quantidade de drenagem de água foi calculada como uma função do tempo ao longo de um período de 2Ih para produzir resultados da drenagem dinâmica de água. As medições do peso do núcleo foram feitas periodicamente, removendo-se o núcleo da centrífuga. Foi registrada uma medição final do peso do núcleo depois de 21h. A partir destas medições, foi determinada a percentagem de Swt conforme descrito acima. A percentagem final de Swt para este segundo teste de drenagem de água é mostrada abaixo na tabela 2 assim como na figura 2. Além disso, os resultados da drenagem de água dinâmica são apresentados na figura 4 como percentagem Swt em função do tempo.
Conforme mencionado anteriormente, a percentagem Swt para o primeiro teste de drenagem de água, a percentagem Swt para o segundo teste de drenagem de água, e a percentagem de embebição de salmoura para cada um dos materiais testados são mostrados na tabela 2. Conforme mencionado anteriormente, a percentagem Swt representa a quantidade de drenagem de água.
Tabela 2
Tratamentos com base em salmoura
<table>table see original document page 18</column></row><table> Os resultados desta série de testes mostram que as quantidades de drenagem de água (representadas pelo Swt) são consistentemente menores para os poliorganosiloxanos catiônicos que são constituídos pelo menos de dois grupos catiônicos amônio quaternários quando comparados com os outros materiais testados. Conforme ilustrado pelas quantidades de drenagem de água dinâmica mostradas na figura 4, os quatro poliorganosiloxanos catiônicos testados têm as taxas de drenagem de água mais rápidas. Com relação à embebição de água, esta série de testes também indica que as quantidades de embebição de água dos núcleos tratados com os poliorganosiloxanos catiônicos tinham valores menores do que os outros materiais testados. Além disso, com surpresa, foi verificado que a percentagem de embebição de salmoura aumentou para os tensoativos de amônio quaternário sem a estrutura com base em silício, como para o CTAB e o Arquad® DMBCB-80. Esta observação indica que o uso de sais monoméricos de amônio quaternário com cadeias alquila longas não é suficiente para reduzir as taxas de embebição. Eles necessitam ser parte de uma cadeia polimérica poliorganosiloxano para serem efetivos na redução das taxas de embebição.
EXEMPLO 3
Uma série adicional de testes foi executada para se analisar ainda mais os efeitos de vários materiais sobre a embebição de água e as taxas de drenagem de água de núcleos de arenito. Os fluidos de tratamento utilizados nesta série de testes eram constituídos de 1,0%, peso/volume, do material testado em metanol, exceto para o aditivo químico HPT®-1, que foi usado em uma quantidade de 0,2%, peso/volume. Para um controle, foram executados também testes somente com o próprio metanol.
Estes testes foram executados utilizando-se núcleos de arenito Berea com uma alta permeabilidade ( 200 - 300 milidarcy) de acordo com o seguinte procedimento. Os núcleos de arenito Berea mediram cerca de 1 polegada de diâmetro (2,54 cm) e cerca de 2,8 - 3,3 polegadas de comprimento (7,1 a 8,4 cm). Primeiramente, um núcleo seco foi saturado a vácuo com o fluido de tratamento durante 2h. Foi verificado que o núcleo estava totalmente saturado com o fluido de tratamento quando não podiam mais ser vistas bolhas de ar saindo do núcleo. O núcleo foi então pesado para se determinar o peso do núcleo saturado. Utilizando-se a densidade do fluido veículo, foi determinado o volume de poros do núcleo com base na diferença entre o peso do núcleo saturado e o peso do núcleo não saturado. O núcleo foi então deixado em repouso na temperatura e pressão ambientes durante a noite.
A seguir, o núcleo saturado foi centrifugado alternativamente durante 10 minutos em cada extremidade durante um total de 40 minutos por núcleo a 1440 rpm. O núcleo foi então removido da centrífuga e foi pesado. Utilizando-se a densidade do fluido veículo, foi determinada a saturação residual de metanol (Smr) do núcleo com base na diferença entre o peso do núcleo saturado e o peso depois do tratamento na centrífuga. A % Smr para este primeiro teste de drenagem é mostrada abaixo na tabela 3. A saturação residual de metanol é representativa da taxa de drenagem para o núcleo depois do tratamento. Com base nestes dados, foram determinados o volume de poros ocupado e o volume de poros não ocupado pelo fluido residual de tratamento.
Posteriormente, o núcleo foi colocado em 10 ml de uma solução a 7% de cloreto de potássio em uma xícara pequena, de tal forma que a superfície inteira de uma extremidade do núcleo foi exposta à salmoura para facilitar a embebição de salmoura. Este conjunto inteiro foi colocado em uma garrafa fechada. Depois de dez minutos de exposição à salmoura, o núcleo foi pesado outra vez. Com base na diferença entre o peso do núcleo depois da exposição à salmoura e o peso do núcleo depois do tratamento na centrífuga, pode ser determinado o volume de salmoura embebida no núcleo. Dividindo- se o volume de salmoura embebida e o volume não ocupado de poros, foi calculado um valor percentual de embebição de salmoura na porosidade disponível. A % de embebição de salmoura para este teste é mostrada abaixo na tabela 3, assim como nas figuras 5 e 6.
Depois do teste de embebição de salmoura, foi executado outro teste de drenagem de água sobre o núcleo. O núcleo foi imerso em 100 ml de uma solução a 7% de cloreto de potássio e foi submetido a vácuo durante 3h. Então, o núcleo foi centrifugado a 1440 rpm e a quantidade de água drenada foi calculada como função do tempo ao longo de um período de 22h para apresentar os resultados de drenagem dinâmica de água. As medições de peso do núcleo foram tomadas periodicamente removendo-se o núcleo da centrífuga. Foi registrada uma medição final do peso do núcleo depois de 22h. A partir destas medições, foi determinada a percentagem SWt conforme descrito acima. A percentagem final Swt para este segundo teste de drenagem é mostrada abaixo na tabela 3. Além disso, os resultados da drenagem dinâmica de água são apresentados na figura 7 como percentagem Swt em função do tempo.
Conforme mencionado anteriormente, a percentagem Smr para o primeiro teste de drenagem, a percentagem Swt para o segundo teste de drenagem e a percentagem de embebição de salmoura para cada um dos materiais testados são mostradas na tabela 3 abaixo. Conforme será visto, as taxas de drenagem (representadas pela percentagem Smr) para o primeiro teste de drenagem são menos relevantes porque elas não são para um fluido com base aquosa e não indicam como os materiais testados executariam a drenagem de um fluido com base aquosa.
Tabela 3
<table>table see original document page 21</column></row><table> <table>table see original document page 22</column></row><table> <table>table see original document page 23</column></row><table>
Os resultados desta série de teste mostram que as taxas de embebição de salmoura para os núcleos são consistentemente menores para os poliorganosiloxanos que são constituídos pelo menos de dois grupos amônio quaternário quando comparados com os outros materiais testados. Com surpresa, estes poliorganosiloxanos apresentaram taxas de embebição superiores, mesmo quando comparados com os materiais testados com base em flúor- polímero, tais como o FC 4430, o aditivo ENWAR® 288, e o tensoativo SuperFlo®, que se esperava terem uma redução elevada de tensão superficial interfacial além de aumentarem os ângulos de contato.
Assim sendo, a invenção atual é bem adaptada para atingir as finalidades e vantagens mencionadas, assim como aquelas que são inerentes às mesmas. As realizações específicas apresentadas acima são somente ilustrativas, porque a invenção atual poderá ser suscetível a várias modificações e formas alternativas. No entanto, deve ser entendido que a invenção não se destina a ser limitada nas realizações específicas apresentadas. Ao contrário, a invenção atual se destina a cobrir todas as modificações, equivalentes e alternativas que se enquadrarem dentro do escopo e do espírito da invenção atual, conforme definido pelas reivindicações anexas.

Claims (52)

1. Fluido de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma, caracterizado pelo fato de ser composto de: um fluido básico e um poliorganosiloxano catiônico, onde o poliorganosiloxano catiônico é constituído pelo menos de dois grupos catiônicos de amônio quaternário.
2. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do fluido básico ser constituído pelo menos de um fluido escolhido do grupo consistindo de água fresca, água salgada, solventes oxigenados, solventes de hidrocarbonetos, e combinações dos mesmos.
3. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato dos grupos de amônio quaternário estarem presentes em um ou mais grupos pendentes do poliorganosiloxano ou em uma ou mais terminações do poliorganosiloxano.
4. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de estar presente na faixa de 2 a 150 grupos de amônio quaternário por cadeia do organosiloxano no poliorganosiloxano.
5. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ter um peso molecular na faixa de cerca de 1000 a cerca de 150.000.
6. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ser constituído de um polidimetilsiloxano composto pelo menos de dois grupos de amônio quaternário.
7. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser composto de um grupo de dialquil metil amônio quaternário.
8. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação Iv caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de dois grupos hidroxialquila e um grupo metila.
9. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de amida em um ou mais dos substituintes no átomo de nitrogênio quaternário do grupo amônio quaternário.
10. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ser representado pela seguinte estrutura: <formula>formula see original document page 25</formula> onde Ri é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, R2 é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos ou um grupo hidroxialquila, R3 é um grupo metila, e η é um número inteiro na faixa de 2 a 150, m é um número inteiro na faixa de 20 a 2000, e X" é um ânion compatível.
11. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ser representado pela seguinte estrutura: <formula>formula see original document page 25</formula> onde R4 é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, R5 é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, a é um número inteiro na faixa de 10 a 2000, e X" é um ânion compatível.
12. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ser representado pela seguinte estrutura: <formula>formula see original document page 26</formula> onde R é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, um grupo hidroxialquila, χ é um número inteiro na faixa de 2 a 150, y é um número inteiro na faixa de 10 a 2000, z é um número inteiro na faixa de 10 a -2000, e X" é um ânion compatível.
13. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o poliorganosiloxano catiônico estando presente no fluido de tratamento em uma quantidade na faixa de cerca de 0,1% a cerca de 10% em peso do fluido de tratamento.
14. Fluido de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma, caracterizado pelo fato de que compreende: um fluido não aquoso e um polidimetilsiloxano catiônico solúvel em óleo, o polidimetilsiloxano catiônico sendo composto pelo menos de dois grupos catiônicos de amônio quaternário.
15. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato do fluido não aquoso ser constituído pelo menos de um solvente escolhido do grupo consistindo de um solvente oxigenado, um solvente de hidrocarbonetos e combinações dos mesmos.
16. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato dos grupos de amônio quaternário estarem presentes em um ou mais grupos pendentes do polidimetilsiloxano ou em uma ou mais terminações de cadeia do polidimetilsiloxano.
17. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de pelo menos um grupo de amônio quaternário ser constituído de um grupo de dialquil metil amônio quaternário.
18. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de dois grupos hidroxialquila e um grupo metila.
19. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de amida e um ou mais dos substituintes no átomo de nitrogênio quaternário do grupo de amônio quaternário.
20. Fluido de tratamento para o tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma, caracterizado pelo fato de que compreende: um fluido aquoso e um polidimetilsiloxano catiônico solúvel em água, o polidimetilsiloxano catiônico sendo composto pelo menos de dois grupos de amônio quaternário catiônicos.
21. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato dos grupos de amônio quaternário estarem presentes em um ou mais grupos pendentes do polidimetilsiloxano ou em uma ou mais terminações de cadeia do polidimetilsiloxano.
22. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de um grupo de dialquil metil amônio quaternário.
23. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de dois grupos hidroxialquila e um grupo metila.
24. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de amida em um ou mais dos substituintes em um átomo de nitrogênio quaternário do grupo de amônio quaternário.
25. Fluido de tratamento de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato do fluido aquoso ser composto pelo menos de um fluido escolhido do grupo consistindo de água fresca, água salgada e combinações das mesmas.
26. Método de tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma, caracterizado pelo fato de que compreende: introdução de um poliorganosiloxano catiônico na formação subterrânea, onde o poliorganosiloxano catiônico é constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário.
27. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de ser composto da produção de gás a partir da formação subterrânea.
28. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de ter sido produzido gás da formação subterrânea antes da introdução do poliorganosiloxano catiônico na formação subterrânea.
29. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato da introdução do poliorganosiloxano catiônico dentro da formação subterrânea aumentar o ângulo de contato entre a água e uma ou mais superfícies da formação.
30. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato dos grupos de amônio quaternário estarem presentes em um ou mais grupos pendentes do poliorganosiloxano ou em uma ou mais terminações de cadeia do poliorganosiloxano.
31. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato estarem presentes na faixa de 2 a 150 grupos de amônio quaternário por cadeia do organosiloxano no poliorganosiloxano.
32. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ser constituído de polidimetilsiloxano composto pelo menos de dois grupos de amônio quaternário.
33. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de um grupo de dialquil metil amônio quaternário.
34. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de dois grupos hidroxialquila e um grupo metila.
35. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de amida em um ou mais dos substituintes no átomo de nitrogênio quaternário do grupo de amônio quaternário.
36. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ser representado pela seguinte estrutura: <formula>formula see original document page 29</formula> onde R1 é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, R2 é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, R3 é um grupo metila, η é um número inteiro na faixa de 2 a 150, m é um número inteiro na faixa de 20 a 2000, e X- é um ânion compatível.
37. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ser representado pela seguinte estrutura: <formula>formula see original document page 30</formula> onde R4 é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, R5 é um grupo alquila constituído de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, a é um número inteiro na faixa de 10 a -2000, e X" é um ânion compatível.
38. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato do poliorganosiloxano catiônico ser representado pela seguinte estrutura: <formula>formula see original document page 30</formula> onde R é um grupo alquila composto de 1 a 18 carbonos, ou um grupo hidroxialquila, χ é um número inteiro na faixa de 2 a 150, y é um número inteiro na faixa de 10 a 2000, ζ é um número inteiro na faixa de 10 a -2000, e X" é um ânion compatível.
39. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato da introdução do poliorganosiloxano catiônico para dentro da formação subterrânea ser constituída da introdução de um fluido de tratamento para dentro da formação, onde o fluido de tratamento é composto de um fluido básico e onde o poliorganosiloxano catiônico está presente no fluido de tratamento em uma quantidade na faixa de cerca de 0,1% a cerca de -10% em peso do fluido de tratamento.
40. Método de acordo com a reivindicação 39, caracterizado pelo fato do fluido de tratamento ser introduzido na formação na, ou acima de uma pressão suficiente para criar ou aumentar uma ou mais fraturas na formação subterrânea.
41. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de ser constituído da introdução de um fluido de fratura para dentro da formação subterrânea na, ou acima de uma pressão suficiente para criar ou aumentar uma ou mais fraturas na formação subterrânea.
42. Método de tratamento de uma formação subterrânea para melhorar a produção de gás da mesma, caracterizado pelo fato de que compreende: introdução de um fluido de tratamento no furo de poço, que penetra na formação subterrânea para fazer o contato da formação subterrânea com o fluido de tratamento, onde o fluido de tratamento é composto de um fluido básico e um polidimetilsiloxano catiônico, onde o polidimetilsiloxano catiônico é constituído pelo menos de dois grupos de amônio quaternário, onde o tratamento da formação subterrânea com o polidimetilsiloxano catiônico melhora a produção de gás da formação subterrânea.
43. Método de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato do fluido básico ser constituído pelo menos de um fluido escolhido do grupo consistindo de água fresca, água salgada, solventes oxigenados, solventes de hidrocarbonetos, e combinações dos mesmos.
44. Método de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato dos grupos de amônio quaternário estarem presentes em um ou mais grupos pendentes do polidimetilsiloxano ou em uma ou mais terminações de cadeia do polidimetilsiloxano.
45. Método de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser composto de um grupo de dialquil metil amônio quaternário.
46. Método de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser composto de dois grupos hidroxialquila e um grupo metila.
47. Método de acordo com a reivindicação 42, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de amida em um ou mais dos substituintes no átomo de nitrogênio quaternário do grupo de amônio quaternário.
48. Método de tratamento de um leito de carvão para melhorar a produção de gás do mesmo, caracterizado pelo fato de que compreende: introdução de um fluido de tratamento em um furo de poço, que penetra no leito de carvão para fazer o contato do leito de carvão com o fluido de tratamento, onde o fluido de tratamento é constituído de metanol e um polidimetilsiloxano catiônico, onde o polidimetilsiloxano é composto pelo menos de dois grupos amônio quaternário.
49. Método de acordo com a reivindicação 48, caracterizado pelo fato dos grupos de amônio quaternário estarem presentes em um ou mais grupos pendentes do polidimetilsiloxano ou em uma ou mais terminações de cadeia do polidimetilsiloxano.
50. Método de acordo com a reivindicação 48, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser composto de um grupo dialquil metil amônio quaternário.
51. Método de acordo com a reivindicação 48, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de dois grupos de hidroxialquila e um grupo metila.
52. Método de acordo com a reivindicação 48, caracterizado pelo fato de pelo menos um dos grupos de amônio quaternário ser constituído de amida em um ou mais dos substituintes de um átomo de nitrogênio quaternário do grupo de amônio quaternário.
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