BRPI0806752A2 - processo para a produção de frangos - Google Patents

processo para a produção de frangos Download PDF

Info

Publication number
BRPI0806752A2
BRPI0806752A2 BRPI0806752-0A BRPI0806752A BRPI0806752A2 BR PI0806752 A2 BRPI0806752 A2 BR PI0806752A2 BR PI0806752 A BRPI0806752 A BR PI0806752A BR PI0806752 A2 BRPI0806752 A2 BR PI0806752A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
chicken
feed
level
energy
standardized
Prior art date
Application number
BRPI0806752-0A
Other languages
English (en)
Inventor
Inge Knap
Bente Lund
Nelson Carvalho
Original Assignee
Chr Hansen As
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Chr Hansen As filed Critical Chr Hansen As
Publication of BRPI0806752A2 publication Critical patent/BRPI0806752A2/pt

Links

Classifications

    • AHUMAN NECESSITIES
    • A23FOODS OR FOODSTUFFS; TREATMENT THEREOF, NOT COVERED BY OTHER CLASSES
    • A23KFODDER
    • A23K50/00Feeding-stuffs specially adapted for particular animals
    • A23K50/70Feeding-stuffs specially adapted for particular animals for birds
    • A23K50/75Feeding-stuffs specially adapted for particular animals for birds for poultry
    • AHUMAN NECESSITIES
    • A23FOODS OR FOODSTUFFS; TREATMENT THEREOF, NOT COVERED BY OTHER CLASSES
    • A23KFODDER
    • A23K10/00Animal feeding-stuffs
    • A23K10/10Animal feeding-stuffs obtained by microbiological or biochemical processes
    • A23K10/16Addition of microorganisms or extracts thereof, e.g. single-cell proteins, to feeding-stuff compositions
    • A23K10/18Addition of microorganisms or extracts thereof, e.g. single-cell proteins, to feeding-stuff compositions of live microorganisms

Landscapes

  • Life Sciences & Earth Sciences (AREA)
  • Chemical & Material Sciences (AREA)
  • Polymers & Plastics (AREA)
  • Microbiology (AREA)
  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Zoology (AREA)
  • Animal Husbandry (AREA)
  • Food Science & Technology (AREA)
  • Birds (AREA)
  • Biochemistry (AREA)
  • Health & Medical Sciences (AREA)
  • Biomedical Technology (AREA)
  • Biotechnology (AREA)
  • Molecular Biology (AREA)
  • Physiology (AREA)
  • Fodder In General (AREA)
  • Feed For Specific Animals (AREA)

Abstract

PROCESSO PARA A PRODUçãO DE FRANGOS. A presente invenção refere-se a um processo para a produção de frangos para produção de carne que compreende alimentar os frangos com uma ração para frangos que compreende desde 10^3^ até 10^11^ CFU de bactérias Baclilus por grama de ração, caracterizado pelo fato de que a ra- ção para frangos tem um nível reduzido de energia metabolizável (ME) de desde 85 % até 98 % da ME em uma ração para frangos padronizada (total 100 % de ME).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSO PARA A PRODUÇÃO DE FRANGOS".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um processo para a criação de frangos para produção de carne que compreende alimentar os frangos com uma ração para frangos que compreende desde 103 até 1011 CFU de bacté- rias Bacillus por grama de ração, caracterizado pelo fato de que a ração para frangos tem um nível reduzido de energia metabolizável (ME) de desde 85 % até 98 % da ME em uma ração para frangos padronizada utilizada (total ~ 100% de ME).
Descrição dos Antecedentes
A produção industrial de frangos é uma atividade comercial gi- gantesca que alcançou um volume em torno de 6,7 toneladas em 2007. A alimentação mais eficiente dos frangos é um fator importante no processo de produção de frangos.
O livro de referência "Commercial Poultry Nutrition" (3a edição, 2005, ISBN 0-9695600-5-2) é um compêndio padronizado [1] que se refere à área de aspectos de nutrição da produção de frangos. A seguir, encontra-se um sumário considerado relevante como um antecedente da presente inven- ção.
As dietas para frangos são tipicamente denominadas "dietas ini- ciais" e "dietas para crescimento". Os principais ingredientes que fornecem energia em dietas são milho, soja, óleo de soja e aminoácidos. O milho é o principal contribuinte de energia metabolizável. O amido do endosperma, que é principalmente composto de amilopectina e o germe que é principal- mente óleo constituem o valor de energia do milho. Os valores de energia típicos de milho apenas expressos em kcal/kg a 85 % de matéria seca estão na faixa de desde 3014 até 3313 (página 12 [1]). Os níveis de energia de dietas iniciais e para crescimento estão tipicamente na faixa de 3000 a 3100 Kcal/kg. Em muitos países o trigo também é comumente usado em dietas para frangos. Tais dietas apresentam níveis de energia similares ao mencio- nado acima. Como uma fonte de proteína a soja tornou-se o padrão mundial em relação ao qual são comparadas outras fontes de proteína. O seu perfil de aminoácido é excelente para a maioria dos tipos de galináceos e quando combinado com milho ou sorgo, a metionina é geralmente o único fator em quantidades inadequadas. Adicionalmente, as gorduras e os óleos fornecem uma fonte de energia concentrada nas dietas e até mesmo variações relati- vamente pequenas nos níveis podem ter efeitos significativos sobre a dieta ME. Finalmente, a dieta é suplementada com aminoácidos sintéticos tais como metionina e lisina. Outras fontes importantes usadas são cevada, sor- go e outros cereais e subprodutos que contribuem para energia.
Em relação ao custo de produção, a energia metabolizável (ME) é o nutriente mais oneroso em um ingrediente ou na dieta [5]. A determina- ção de energia metabolizável é derivada por extrapolação até 100 % de in- clusão de uma equação de regressão que se refere a valores de ME da die- ta-teste para a proporção de ingrediente do teste em tais dietas. A ração é dosada para energia bruta e nitrogênio e os excrementos são secos e simi- larmente dosados. Todos os dados analíticos estão em uma base livre de umidade. A referência [5] descreve isto precisamente com exemplos de tais cálculos para se obter o valor final de ME.
O nível de energia metabolizável padrão recomendado para ra- ção de frangos é bem-estabelecido na técnica e os produtores de frangos usam um tal produto de ração para garantir o crescimento mais adequado dos frangos. Na data do depósito do presente pedido de patente, um produ- tor de frango geralmente não utilizaria uma ração com o nível de energia metabolizável padronizado menor do que o recomendado, pois uma tal ra- ção resultaria em um crescimento insuficiente dos frangos ou os frangos comeriam uma quantidade exagerada de ração.
Na data do depósito do presente pedido de patente, o nível de energia metabolizável padronizado usado para ração para frangos é apre- sentado na tabela 5.12, página 243 do livro de referência [1]. Neste caso os dados mais relevantes desta tabela 5.12 são: Inicial de Crescimento
<table>table see original document page 4</column></row><table>
Hubbard1 Ross e Cobb são os nomes das raças de frangos mais usadas comumente para a criação de frangos para produção de carne.
GalliPro® (Chr. Hansen) é um produto comercial de Bacillus subtilis usado na produção de frangos. Este produto é um probiótico e como discutido no compêndio de referência [1] (páginas 91-92) sabe-se que tal produto é usado como um probiótico na produção de frangos. O livro de refe- rência [1] descreve dois tipos principais de produtos probióticos: culturas mi- crobianas viáveis e produtos de fermentação microbiana. A maior parte da pesquisa foi centralizada em Lactobacilli, Bacillus subtilis e em algumas es- pécies de Streptococcus. Foi sugerido que o uso de probióticos resultasse em a) variação vantajosa na flora intestinal com redução na população de E.Coli; b) produção de Iactato com variação subsequente no pH intestinal; c) produção de substâncias bacteriocinas e d) redução de liberação de toxina.
Tem sido usada levedura em ração animal e na indústria de ali- mentos para seres humanos durante muitos anos. Um artigo da Bulgária [2] menciona o uso de Saccharomyces cerevisiae e a adição desta levedura à dieta. A adição de BioPro-I (que compreende levedura) à forragem combina- da levou à melhoria da proteína da forragem e a adição de 0,1 % de S. cere- visiae levou à utilização aperfeiçoada da energia na forragem comparada ao grupo sem aditivo probiótico algum. Os dados no artigo [2] apresentam au- mento de peso do corpo por utilização de dietas padronizadas de grande eficiência (inicial e final).
O compêndio [1] e este artigo [2] não descrevem a utilização de probióticos tal como espécie de Bacillus para melhorar a utilização da ener- gia metabolizável da ração.
A informação comercial de distribuição de material referente ao produto da Chr. Hansen, GalliPro® pode ser encontrada em um artigo por Nelson Carvalho [3] intitulado "Prospects for probiotics in broilers" na Inter- net.
O artigo de Nelson Carvalho [3] indica que pode haver alguma melhoria no aumento do peso do corpo do frango por utilização de GalliPro® em associação com um produto não especificado de ração para frangos. Em relação ao produto de ração para frangos o artigo menciona simplesmente "sob condições do tipo comercial". O artigo de Nelson Carvalho não descre- ve nada a respeito de uma possível melhoria relacionada a GalliPro® de uti- lização da energia metabolizável da ração. O artigo descreve as vantagens da utilização de probióticos com a finalidade de substituir o uso de antibióti- cos, como também descrito no compêndio [2], Objetivamente, a pessoa ver- sada na técnica entenderia que os produtos de ração para frangos mencio- nados no artigo de Nelson Carvalho [3] seriam um produto de ração com um nível padronizado de energia metabolizável como discutido acima (isto é, 100 % de ME)
Sumário da Invenção
O problema a ser resolvido pela presente invenção pode ser ob- servado na provisão de um novo método de redução de custos para a pro- dução de frangos, que resulta ainda em um crescimento aceitável dos fran- gos.
A solução está baseada no fato de que os presentes inventores identificaram surpreendentemente que a utilização de Bacillus subtilis (Galli- Pro®) em combinação com um produto para dieta de ração de frango que tenha um nível de energia metabolizável menor do que o padronizado reco- mendado (por exemplo, 96 % de ME) obtém-se uma melhoria significativa- mente maior, induzida por GalliPro® de utilização da energia metabolizável na ração comparada ao uso de dieta de ração de frango padronizada (por exemplo, definida como 100 % de energia).
Esta identificação abre a possibilidade de combinar, por exem- plo, de um produto de ração para frangos com um nível de energia de 96 % de ME com o uso de Bacillus subtilis (GalliPro®) na produção de frangos. O produtor de frangos não consideraria esta opção como descrita neste caso, pois ele acreditaria que por utilização de, por exemplo, um produto de fran- gos com um nível de energia ME de 96 %, ele não obteria um crescimento aceitável dos frangos. Vide os exemplos de trabalho para outras explicações (dados experimentais).
Sem ser limitado à teoria, não há razão para que se acredite que o efeito positivo aqui descrito fosse relevante apenas para o Bacillus subtilis. Uma vez identificado como pela primeira vez aqui apresentado, a pessoa versada na técnica esperaria que isto também funcionasse para outras es- pécies de Bacillus tal como, por exemplo, para o Bacillus Iicheniformis.
Acredita-se que o uso combinado de ração de baixa energia e Bacillus fosse industrialmente relevante para ração correspondente a 85 % de ME comparado ao nível de energia padronizado definido como 100 % de ME. Desse modo, pode ser obtida uma redução de "custos de EM de ali- mentação" por 15 % na produção de frangos utilizando-se o ensinamento da presente invenção.
Consequentemente, um primeiro aspecto da invenção refere-se a um processo para a criação de frangos para produção de carne que com- preende alimentar os frangos com uma ração para frangos que compreende desde 103 até 1011 CFU de bactérias Bacillus por grama de ração, caracteri- zado pelo fato de que a ração para frangos tem um nível de energia de ali- mentação metabolizável (ME) reduzida de desde 85 % até 98 % ME da ME em uma ração para frangos padronizada usada (total ~ 100 % de ME), em que a ração para frangos padronizada (100 %) usada tem o seguinte nível de ME:
i): se o frango for um frango Hubbard o nível de ME na ração inicial padronizada (100 %) é de 3000 kcal/kg e o nível de ME na ração de
crescimento é de 3080 kcal/kg;
ii): se o frango for um frango Ross o nível de ME na ração inicial padronizada (100 %) é de 3040 kcal/kg e o nível de ME na ração de cresci- mento é de 3140 kcal/kg;
iii): se o frango for um frango Cobb o nível de ME na ração inicial padronizada (100 %) é de 3023 kcal/kg e o nível de ME na ração de cresci- mento é de 3166 kcal/kg; e em que o nível de energia metabolizável é determinado de acor- do com o ensaio padronizado de ME (com e sem o marcador Cr2O3) como descrito na seção "Ensaio padronizado do nível de energia metabolizável (ME) da ração" aqui.
No número absoluto do nível de ME, a energia de ração para frangos reduzida desde 85 % até 98 % como usado neste caso tem o se- guinte nível de ME absoluto:
i): se o frango for um frango Hubbard o nível de energia metabo- lizável de alimentação da ração inicial é de desde 2550 kcal/kg até 2940 kcal/kg e o nível de energia metabolizável de alimentação da ração de cres- cimento é de desde 2618 kcal/kg até 3018 kcal/kg;
ii): se o frango for um frango Ross o nível de energia metaboli- zável de alimentação da ração inicial é de desde 2584 kcal/kg até 2979 kcal/kg e o nível de energia metabolizável de alimentação da ração de cres- cimento é de desde 2669 kcal/kg até 3077 kcal/kg;
iii): se o frango for um frango Cobb o nível de energia metaboli- zável de alimentação da ração inicial é de desde 2570 kcal/kg até 2963 kcal/kg e o nível de energia metabolizável de alimentação da ração de cres- cimento é de desde 2691 kcal/kg até 3103 kcal/kg.
Definições
Antes de uma discussão das modalidades detalhadas da inven- ção é fornecida uma definição de termos específicos relacionados aos as- pectos principais da invenção.
O termo "bactérias Bacillus" é um termo bem-conhecido e bem- definido para um grupo específico de bactérias. Para mais detalhes, por fa- vor vide, por exemplo, o livro de referência padronizado Bergey1S Manual of Systematic Bacteriology [4]. As bactérias Bacillus podem, por exemplo, estar na forma de esporos bacterianos ou de células bacterianas vegetativas.
O termo "dieta" devia ser entendido de acordo com a técnica como nutrição necessária para produzir frangos.
O termo "energia" é a expressão geral usada para descrever a "energia bruta" em uma dada ração ou em um dado produto de ra- ção/ingrediente. A "energia metabolizável" é a parte da energia bruta que pode ser realmente utilizada pelo animal.
O termo "energia de crescimento" usado em associação com
ração para frangos é um termo padronizado conhecido do versado na técni- ca em relação à produção de frangos. A ração de crescimento é usada de- pois da ração inicial durante a produção de frangos. Ela pode, por exemplo, ser usada depois de 20 dias de produção. A ração de crescimento pode às vezes ser denominada "ração de finalização". Ambos os termos podem ser usados intercambiavelmente neste caso.
Entende-se pelo termo "energia metabolizável" como citado na referência [5] e é definido como um valor calculado em que é dosada a e- nergia bruta (quilocalorias / grama) e nitrogênio (gramas / grama) é dosado com e sem Cromo como um marcador.
O termo "probiótico" é um termo bem-definido na técnica e refe- re-se a um micro-organismo vivo que confere benefícios a um ser humano ou a um animal quando este esteve em contato físico (por exemplo, quando usado como alimentação, por ingestão) pelo ser humano ou pelo animal.
O termo "ração inicial" usado em associação com ração para frangos é um termo-padrão conhecido pela pessoa versada na técnica em relação à produção de frangos. A ração inicial é usada no início de uma pro- dução de frangos e até que ela geralmente seja mudada para uma ração de crescimento.
A seguir são descritas as modalidades da presente invenção, por meio de exemplos apenas.
Descrição Detalhada da Invenção
Ensaio padronizado do nível de energia metabolizável (ME) da ração
Neste caso o nível de ME da ração para frangos deve ser de- terminado de acordo com o ensaio de ME padronizado bem-conhecido como discutido a seguir.
O compêndio de referência padronizado [5] descreve nas pági- nas 529 - 530 o método de determinação de ME padronizada global que inclui as equações relevantes de determinação de ME apresentadas na ta- bela 9.2 e discutidas a seguir.
O valor específico de ME do ingrediente teste é derivado por ex- trapolação até 100 % de uma equação de regressão que se relacionada a uma dieta para teste e os valores de ME para a proporção do ingrediente teste em tais dietas. Durante o bioensaio, as dietas são portanto fornecidas como alimento durante um período de aclimatação de 3-4 dias, seguido por um período de coleta de 2-4 dias.
Foram usados dois ensaios - um no qual o marcador O2O3 é adicionado à ração e um sem. O valor final medido da ME da ração é a mé- dia dos dois métodos usados, isto é, com ou sem Cr2Oaadicionado à ração.
A ração é dosada para energia bruta e nitrogênio e os excre- mentos são secos e similarmente dosados. A energia bruta é determinada pelo Adiabatic bomb Calorimeter (ASTM Standards 1984. Subscript). O ni- trogênio é determinado pelo método de Kjeldahl (AOAC. 2000, 17a. edição N00 984.13, Total nitrogen in Animal feed. Método de Kjeldahl). O cromo é determinado por espetrofotômetro de absorção atômica (Avanta sigma - modelo GBC) que usa o método descrito por Williams, C.H., D.J. ; ISMAA1O, "The determination of chromic oxide in faeces samples by atomic absorption spectrophotometry" [7].
Ambas as equações (um método que não usa Cromo e o outro que usa Cromo) podem ser generalizadas como a seguir: Sem o uso de um marcador Cr?Oi ME de uma dieta - Equação geral: ME de uma dieta (Coleta Total de Excrementos): ME kcal/g = Dieta de ingestão de ração(g) χ dieta GE (kcal/g) - Produção de excrementos (g) χ excrementos GE (kcal/g) /Ingestão de ração Com o uso de um marcador Cr?Q3
No caso de marcador, não há necessidade de se medir a inges- tão de ração ou a produção de excrementos. ME de uma dieta (marcador de Cr):
Fator de Indigestibilidade (IF) = Dieta de Cr (g/g) / Excrementos de Cr (g/g) ME de uma dieta (marcador de Cr): dieta GE (kcal/g) - excrementos de GE (kcal/g) χ IF = ME kcal/g
A precisão do método para calcular ME descrito acima está sig- nificativamente abaixo de 2 % e geralmente em torno de 1 %.
Consequentemente, a pessoa versada na técnica pode por este método identificar nitidamente e precisamente se ou não ela está usando um nível de ME padrão (100 %) na ração para frangos ou se está usando, por exemplo, um nível reduzido de 98 % como descrito neste caso. A referência [8] descreve as metodologias acima e suas precisões. Este estudo concluiu especialmente a medição altamente precisa de energia metabolizada pelo método descrito nesta patente.
Ração para frangos
As dietas com ração para frangos consistem geralmente em pro- teínas brutas, gorduras, açúcares, aminoácidos, minerais, amido e vitami- nas. As composições típicas de dietas são apresentadas na tabela 1 sob exemplos de trabalho. Há muitos ingredientes disponíveis e o capítulo 2 no livro de referência [1] descreve em detalhes as vantagens e desvantagens dos ingredientes comuns em tais dietas.
Os principais ingredientes que liberam energia em dietas são milho, trigo, soja, óleo de soja e aminoácidos. O milho pode ser um principal agente de contribuição de energia metabolizável.
Em uma modalidade preferida a ração para frangos tem um nível reduzido de energia metabolizável (ME) de desde 88 % até 97 % de ME da ME na ração para frangos padronizada usada (total -100 % de ME) como definido acima no primeiro aspecto da invenção, mais preferivelmente a ra- ção para frangos tem um nível reduzido de energia metabolizável (ME) de desde 90 % até 96 % de ME da ME na ração para frangos padronizada usa- da (total ~ 100 % de ME) e mais preferivelmente ainda a ração para frangos tem um nível reduzido de energia metabolizável (ME) de desde 92 % até 96 % de ME da ME na ração para frangos padronizada usada (total -100 % de ME) como definido acima no primeiro aspecto da invenção.
Como descrito acima, uma vantagem da presente invenção é que o produtor de frangos pode usar uma ração de energia reduzida e ainda obter um bom crescimento dos frangos.
Consequentemente, a modalidade preferida é um método como descrito neste caso, em que um produtor de frangos usa uma ração para frangos padronizada (de 100c % de ME) e então varia ativamente a ração para frangos para uma ração para frangos com nível de energia reduzido como definido no primeiro aspecto e então usa esta ração para frangos com nível de energia reduzido juntamente com bactérias Bacillus. Frangos
Como mencionado acima, Hubbard, Ross e Cobb são tipos de raças de frangos mais comumente usadas para produção de carne. A pes- soa versada na técnica pode identificar rotineiramente se um frango é um frango Hubbard, Ross e/ou Cobb ou não.
Nos exemplos de trabalho neste caso foram demonstrados efei- tos positivos sobre os frangos do tipo Ross. Um frango Ross é uma modali- dade preferida no presente contexto. Probiótico bactérias Bacillus
De preferência, o probiótico bactérias Bacillus é uma bactéria selecionada de pelo menos uma bactéria do grupo que consiste em B. subti- lis, B. licheriiformis, B. coagulans e B. cereus. Também podem ser usadas combinações de diferentes espécies de Bacillus.
Mais preferivelmente ainda a bactéria Bacillus é um B. subtilis.
O produto GalliPro® (Chr. Hansen) compreende o B. subtilis DSM17299. Esta cepa de B. subtilis é aqui uma modalidade preferida.
O produto de ração para frangos também pode compreender outros micro-organismos r\ão-Bacillus.
GalliPro® é normalmente incluído na ração para frangos em uma quantidade em torno de 3,2 χ 106 CFU de probiótico bactérias Bacillus por grama de ração. (CFU/g de ração).
Consequentemente, no presente contexto a ração para frangos de preferência compreende desde 104 até 1010 CFU de probiótico bactéria Bacillus por grama de ração, mais preferivelmente desde 105 até IO8CFU de probiótico bactéria Bacillus por grama de ração e mais preferivelmente ainda desde 105 até 107 CFU de probiótico bactéria Bacillus por grama de ração, até mesmo mais e mais preferivelmente de desde 106 até 107.
Como mencionado acima, o probiótico bactéria Bacillus pode, por exemplo, estar na forma de esporos bacterianos ou de células bacteria- nas vegetativas. De preferência, as bactérias Bacillus probióticas estão na forma de esporos bacterianos.
Exemplos
Exemplo 1 - Experimento de Desempenho com Frangos para produção de carne
Material e Métodos
Um total de 800 frangos macios de um dia de idade para produ- ção de carne de uma ração comercial (Ross 308) foram usados em cercados com piso de 1,0 m χ 1,5 m de tamanho, resultando em uma densidade do dia 20 até o dia 41 de 13,3 ave/m2 e aproximadamente de 33,3 kg/m2 no dia 41 (2,5 kg/ave). O período experimental durou 41 dias, consistindo na fase inicial, do dia 1 até o dia 20 e na fase de crescimento do dia 20 até o dia 41.
As aves foram distribuídas aleatoriamente em um experimento fatorial 2x2 (dieta χ probiótico) com 4 tratamentos, 8 réplicas e 25 aves por unidade experimental (cercado) na fase inicial e 20 aves nas fases de cres- cimento/final. Os tratamentos experimentais foram: a adição de um probióti- co (GaIIiPro a uma taxa de inclusão de 500 g/ton) até dietas de 100 % de ME (C)1 de início e de crescimento - e outra com uma redução de 4 % no nível nutricional de energia (NC). Foram incluídas dietas similares sem a adição de GalliPro como tratamentos de controle. Todas as dietas experimentais que incluem pré-misturas de vitamina e minerais não continham substância promotora de crescimento ou enzimas.
Tratamentos Experimentais - Dietas Inicial e de Crescimento:
<table>table see original document page 12</column></row><table>
As dietas no tratamento 1 e 2 foram formuladas para conter mi- lho e farinha de soja com níveis adequados de nutriente, seguido as reco- mendações das Brazilian Tables [6]. As dietas dos tratamentos 3 e 4 foram calculadas com uma redução de apenas 4 % em energia metabolizável. As dietas básicas foram analisadas para matéria seca, energia, proteína e ami- noácidos.
A tabela 1 a seguir apresenta a composição de um exemplo típi- co de uma dieta completa para 100 % de ME com os ingredientes citados como conhecido na técnica e uma dieta com ração reduzida analisada para ser uma dieta de 96 % de ME.
Tabela 1. Composição das Dietas Experimentais Básicas
<table>table see original document page 13</column></row><table> <table>table see original document page 14</column></row><table>
1- Mineral Premix - Quantidade por kg de dieta: Mn, 65 mg; Fe, 50,0 mg; Zn, 60,0 mg; Cu, 10,0 mg; I, 0,8 mg; Se, 0,3 mg.
2- Vitamina Premix - Quantidade por kg de dieta: Vitamina A, 10.000 Ul; Vitamina D3, 2.000 Ul; Vitamina E, 35 Ul; Vitamina K3, 1,7 mg; Vitamina B1, 1,5 mg; Vitamina B6, 2,4 mg; Vitamina B12, 12 mcg; Ácido Pantotênico, 12,0 mg; Biotina, 0,07 mg; Ácido Fólico., 0,7 g ; Ácido Nicotínico, 35 g.
3- GalliPro® substituiu a mesma quantidade de Amido nas dietas experi- mentais
Os valores de ME (kcal/kg) foram valores calculados dosados pelos dois métodos (com e sem óxido de cromo) como descrito acima. O coeficiente de variação foi avaliado como sendo 1,69 %.
As aves e a ração foram pesadas, em uma base por cercado a 20 e 41 dias de idade para determinar o desempenho (ganho de peso, in- gestão de alimentação e conversão de alimentação (isto é, a proporção en- tre a ração consumida e o peso ganho), mortalidade, perdas e índice de pro- dução (Ganho de Peso Diário, kg) χ (100 - Mortalidade)/(Conversão de Ra- ção) χ 10. Ração e água foram fornecidas ad Iibitum durante todo o expe- rimento.
Resultados Experimentais - Fase Inicial.
Os parâmetros de desempenho das aves no período do dia 1 ao dia 20 são apresentados nas tabelas 2 e 3.
Tabela 2. Ingestão de Alimento e Peso do Corpo (g/ave) de Frangos para produção de carne de 1 a 20 dias de idade
<table>table see original document page 15</column></row><table>
Uso de GalliPro® em uma dieta de milho/soja não melhorou o peso do corpo no período do dia 1 até o dia 20, porém reduziu a ingestão de alimento. O uso de GalliPro® em uma dieta com energia metabolizada redu- zida melhorou o peso do corpo das aves 2,5 %.
Tabela 3. Ganho de Peso (g/ave) e Conversão de Alimento (g/g) de frangos para produção de carne de 1 dia até 20 dias de idade
<table>table see original document page 15</column></row><table>
Uso de GalliPro® em uma dieta nutriente adequada de mi- lho/soja para frango para a produção de carne melhorou 2,4 % a conversão da alimentação. GalliPro® em uma dieta com energia metabolizável reduzi- da melhorou a conversão da alimentação ainda mais como apresenta a ta- bela de 3,5 %.
Resultados Experimentais - Fase Inicial e de Crescimento.
Os parâmetros de desempenho das aves no período desde o dia 1 até o dia 41 são apresentados nas tabelas 4 a 6. Tabela 4. Ingestão de Alimentação e Peso do Corpo (g/ave) de frangos para produção de carne de 1 a 41 dias de idade.
<table>table see original document page 16</column></row><table>
Uso de GalliPro® em uma dieta nutriente adequada de mi- lho/soja melhorou 0,9 % o peso do corpo no período do dia 1 até o dia 41. O uso de GalliPro em uma dieta de energia metabolizada reduzida melhorou 1,8 % o peso do corpo das aves.
Tabela 5. Ganho de Peso (g/ave) e Conversão de Ração (g/g) e Conversão de Ração (g/g) de Frangos para produção de carne de 1 a 41 dias de idade.
<table>table see original document page 16</column></row><table>
Tabela 6. índice de Eficiência de Produção (PEI) de Frangos para a produ- ção de carne de 1 a 41 dias de idade.
<table>table see original document page 16</column></row><table>
O uso de GalliPro® em uma dieta com energia metabolizada reduzida me- lhorou 1,6 % o índice de Eficiência de Produção (PEI) de frangos para a pro- dução de carne de 1 a 41 dias de idade quando o efeito de GalliPro® em uma dieta nutriente adequada de milho/soja para frangos para a produção de carne influencia o PEI com - 0,4 % comparado à dieta de controle sem GalliPro®.
Exemplo 2 - Energia metabolizável
Um total de 128 pintinhos machos para a produção de carne (com 26 dias de idade) de uma variedade comercial (Ross 308) foram trans- feridos para gaiolas metabólicas. O período experimental durou desde o dia 26 até o dia 37. As aves foram alimentadas com dietas iniciais experimentais (tratamentos 1 a 4) de 1 a 20 dias de idade e dietas de crescimento de 20 a 37 dias de idade (vide a tabela 7).
As aves foram distribuídas aleatoriamente em um experimento fatorial de 2 x 2 (dieta x probiótico) com 4 tratamentos, 8 réplicas e 4 aves por unidade experimental (gaiola). Os tratamentos experimental foram: a adi- ção de um probiótico (GalliPro®) a duas dietas de crescimento (uma nutricio- nalmente adequada e uma com uma redução de 4 % dos níveis de energia).
As dietas no tratamento 1 e 2 foram formuladas para conter fari- nha de milho e de soja com níveis de nutriente adequados, seguindo as re- comendações das Brazilian Tables [6], As dietas de tratamento 3 e 4 foram formuladas com uma redução de 4 % em energia metabolizável.
O oxido crômico (Cr2O3) foi adicionado às dietas experimentais ao nível de 0,50 %, como um marcador não digerível. Ração e água foram fornecidas ad Iibitum durante todo o experimento. Tratamentos experimentais:
<table>table see original document page 17</column></row><table>
A fase do dia 26 até o dia 31 (5 dias) foi considerada como uma adaptação às dietas e gaiolas. Então desde o dia 31 até o dia 36 (5 dias), o consumo de ração e a produção total de excrementos por cercado foram medidos para determinar os valores de energia metabolizável (ME Aparente e ME Aparente com Correção de Nitrogênio) das dietas de crescimento ex- perimentais.
Tabela 7. Composição das Dietas Basais experimentais <table>table see original document page 18</column></row><table> <table>table see original document page 19</column></row><table>
1 -Premix Mineral - Quantidade por kg de dieta: Mn1 65 mg ; Fe1 50,0 mg; Zn1 60,0 mg; Cu, 10,0 mg ; I, 0,8 mg; Se, 0,3 mg.
2 - Vitamina Premix - Quantidade por kg de dieta: vitamina A, 10.000 Ul; Vita- mina D3, 2.000 Ul; Vitamina E1 35 Ul; Vitamina K3, 1,7 mg; Vitamina B1, 1,5 mg; Vitamina B6, 2,4 mg; Vitamina B12, 12 mcg; Ácido Pantotênico., 12,0 mg; Biotina, 0,07 mg; Ácido Fólico, 0,7 g; Ácido Nicotínico., 35 g.
3 - GalliPro® substituiu a mesma quantidade de amido nas dietas experimen- tais.
Os valores de ME (kcal/kg) foram valores calculados dosados pelos dois métodos (com ou sem óxido de cromo) como descrito acima. O coeficiente de variação foi avaliado como sendo de 1,69 %.
Resultados Experimentais
Os valores de Energia metabolizável Aparente e de Energia me- tabolizável com Correção de Nitrogênio Aparente das dietas determinadas com frangos para produção de carne com 31 a 36 dias de idade são apresen- tados na Tabela 8.
Tabela 8. Valores de Energia metabolizável (ME) (kcal/kg de Matéria Seca) das Dietas de Crescimento Determinados com Frangos para produção de carne.
<table>table see original document page 19</column></row><table>
O uso de GalliPro® em uma dieta nutriente adequada de milho / soja para frangos para corte melhora 1,9 % a energia metabolizável (corrigi- da com Ν). O uso de GalliPro® em uma dieta com energia metabolizada aumenta ainda mais a energia metauoiizada (corrigida com N) obíenuo me- Ihorias de 3,6%. Referência Bibliográfica
1. Commercial Poultry nutrition, 3a. Edição, University books, Steven Leeson, John D. Summers, P.O. Box 1326 Guelph1 Ontario1 Canada N1H6N8.
2. M.Ignatova1 H. Stanchev, International centre of Nauki, Shi- votnovbni Nauki 4 -5/2002.; páginas 89-92.
3. Prospects for antibiotics in broilers, www.stocarstvo.com. Nel- son Carvalho, DVM1 Steffen Hansen1 MCS. Feed international, vol. 26, #10,
Novembro/Dezembro 2005. Watt publishing Co.; USA www.feedindustrynetwork.com
4. Bergey's Manual of Systematic Bacteriology Volume 2; 1986 páginas N^os 1104-1139
5. Nutrition of the chicken, 4a. edição, 2001 by Steven Leeson 15 and John D. Summers, University books P.O. box 1326, Guelg, Ontario, Ca- nada Ν1H6N8.
6. Rostagno, H., L. Albino, J. Donzele1 P. Gomes1 R. Oliveira, D. Lopes, A. Ferreira & S. Barreto (2005) "Brazilian tables for poultry and swine. Composition of feedstuffs and nutritional requirements". 2a. edição, Univ. Fe- deral de Viçosa, Viçosa MG, Brazil, 181p.
7. The determination of chromic oxide in faeces samples by ato- mic absorption spectrophotometry. J. Agri. Sci., vol 59, página 381-385, 1962.
8. Comparison of metabolizable energy and productive energy determinations with growing chicks. F.W. Hill and D.L Andersen. Hill and An- derson (1958). Comparison of metabolizable energy and productive energy determination with growing chicks. Journal of nutrition, 64: 587-603.

Claims (8)

1. Processo para a produção de frangos para produção de carne que compreende alimentar os frangos com uma ração para frangos que compreende desde 103 até 1011 CFU de bactérias Bacillus por grama de ra- ção, caracterizado pelo fato de que a ração para frangos tem um nível redu- zido de energia de alimentação metabolizável (ME) de desde 85 % até 98 % de ME da ME em uma ração para frangos padronizada usada (total -100 % de ME), em que a ração para frangos padronizada usada (100 %) é a que tem o seguinte nível de ME: i): se o frango for um frango Hubbard o nível de ME na ração inicial padronizada (100 %) é de 3000 kcal/kg e o nível de ME na ração de crescimento é de 3080 kcal/kg; ii): se o frango for um frango Ross o nível de ME na ração inicial padronizada (100 %) é de 3040 kcal/kg e o nível de ME na ração de cresci- mento é de 3140 kcal/kg; iii): se o frango for um frango Cobb o nível de ME na ração inicial padronizada (100 %) é de 3023 kcal/kg e o nível de ME na ração de cresci- mento é de 3166 kcal/kg; e em que o nível de energia metabolizável é determinado de a- cordo com o ensaio padronizado de ME (com e sem o marcador C^Cb) co- mo descrito na seção "Ensaio padronizado do nível de energia metabolizável (ME) da ração" aqui.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, em que a ração para frangos é a ração para frangos que compreende milho, trigo, soja e/ou óleo de soja.
3. Processo de acordo com as reivindicações 1 ou 2, em que a ração para frangos tem um nível de energia de alimentação metabolizável (ME) reduzida de desde 92 % até 96 % ME da ME na ração para frangos padronizada (total -100 % de ME) como definida na reivindicação 1.
4. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que o frango é um frango Ross.
5. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que a bactéria Bacillus é um B. subtilis.
6. Processo de acordo com a reivindicação 5, em que o B. subti- lis é o B. subtilis DSM17299.
7. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que a ração para frangos compreende desde 105 até 107 CFU de bactérias Bacillus por grama de ração.
8. Processo de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, em que um produtor de frangos usa uma ração para frangos pa- dronizada (100 % ME) e então muda ativamente a ração para frangos para uma ração para frangos com um nível de energia reduzido como definido na reivindicação 1, e usa esta ração para frangos com um nível de energia re- duzido juntamente com as bactérias Bacillus como definidas na reivindicação -1.
BRPI0806752-0A 2007-01-17 2008-01-17 processo para a produção de frangos BRPI0806752A2 (pt)

Applications Claiming Priority (3)

Application Number Priority Date Filing Date Title
DKPA200700070 2007-01-17
DKPA200700070 2007-01-17
PCT/EP2008/050480 WO2008087173A1 (en) 2007-01-17 2008-01-17 Method to produce chickens

Publications (1)

Publication Number Publication Date
BRPI0806752A2 true BRPI0806752A2 (pt) 2011-09-13

Family

ID=59063778

Family Applications (1)

Application Number Title Priority Date Filing Date
BRPI0806752-0A BRPI0806752A2 (pt) 2007-01-17 2008-01-17 processo para a produção de frangos

Country Status (7)

Country Link
US (1) US8420138B2 (pt)
EP (1) EP2124604B1 (pt)
BR (1) BRPI0806752A2 (pt)
DK (1) DK2124604T3 (pt)
ES (1) ES2618836T3 (pt)
PL (1) PL2124604T3 (pt)
WO (1) WO2008087173A1 (pt)

Families Citing this family (13)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
EP2379704B1 (en) * 2008-12-19 2013-02-20 Chr. Hansen A/S A bile resistant bacillus composition secreting high levels of essential amino acids
BRPI0923022A2 (pt) 2008-12-19 2015-08-04 Chr Hansen As Composição de bacilos resistentes a bile
CN102293349A (zh) * 2011-09-09 2011-12-28 合肥工业大学 复合益生菌肉鸡饲料添加剂及其应用
CN103005195B (zh) * 2012-12-14 2013-12-04 海宁市浙农饲料有限公司 肉用中鸡料
US10006073B2 (en) * 2013-05-24 2018-06-26 Chr, Hansen A/S Use of Bacillus composition for increasing the amount of available sugars in animal feed
RU2601580C2 (ru) * 2015-03-11 2016-11-10 Федеральное Государственное Бюджетное Образовательное Учреждения Высшего Профессионального Образования Уральский Государственный Аграрный Университет (УрГАУ) (отдел по научной работе и инновациям) Способ кормления несушек родительского стада во второй фазе продуктивности
US20160286833A1 (en) * 2015-04-06 2016-10-06 Asahi Calpis Wellness Co., Ltd. Methods for improving feed conversion ratio of poultry and for breeding poultry
US10201574B1 (en) 2015-09-16 2019-02-12 Church & Dwight Co., Inc. Methods of microbial treatment of poultry
US11298383B2 (en) 2016-05-20 2022-04-12 Church & Dwight Co., Inc. Lactobacillus and bacillus based direct fed microbial treatment for poultry and method of use
CN117004520A (zh) 2016-05-25 2023-11-07 丘奇和德怀特有限公司 芽孢杆菌属组合物及用于反刍动物的方法
US11622569B2 (en) 2017-07-24 2023-04-11 Church & Dwight Co., Inc. Bacillus microbial terroir for pathogen control in swine
MY202181A (en) 2018-01-24 2024-04-14 Omnigen Res Llc Bacillus combination for administration to animals
WO2022040590A1 (en) * 2020-08-21 2022-02-24 Kent Corporation Products and methods for increasing nitric oxide production and managing oxidative stress

Family Cites Families (4)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
JPS63209580A (ja) 1987-02-25 1988-08-31 Karupisu Shokuhin Kogyo Kk バチルス・ズブチリスc−3102
JP3028214B2 (ja) 1997-06-03 2000-04-04 カルピス株式会社 鳥類用生菌剤の投与方法
US20030099624A1 (en) 2001-07-05 2003-05-29 Microbes, Inc. Administering bacilus laterosporus to increase poultry feed conversion and weight gain
WO2004080200A1 (en) 2003-03-11 2004-09-23 Inatech International Inc. Probiotic micro-organisms and uses thereof

Also Published As

Publication number Publication date
US20100062102A1 (en) 2010-03-11
WO2008087173A1 (en) 2008-07-24
EP2124604A1 (en) 2009-12-02
US8420138B2 (en) 2013-04-16
PL2124604T3 (pl) 2017-07-31
ES2618836T3 (es) 2017-06-22
EP2124604B1 (en) 2017-01-11
DK2124604T3 (en) 2017-03-06

Similar Documents

Publication Publication Date Title
BRPI0806752A2 (pt) processo para a produção de frangos
Laudadio et al. Effect of reducing dietary protein level on performance responses and some microbiological aspects of broiler chickens under summer environmental conditions
Akinola et al. Growth performance, apparent nutrient digestibility, intestinal morphology and carcass traits of broiler chickens fed dry, wet and fermented-wet feed
Sa'aci et al. Effect of Aqueous Ginger (Zingiber officinale) Extract on Growth Performance, Nutrient Digestibility and Economy of Feed Conversion of Broiler Chicken
CN104837359B (zh) 用于陪伴动物的抗衰老食品
Abbas et al. The Effects of Germination of Low-Tannin Sorghum Grains on its Nutrient Contents and Broiler Chicks Performance
Lojanica et al. The effects of probiotic Enterococcus faecium DSM 7134 in the weaned pigs nutrition
Piva et al. Free versus microencapsulated organic acids in medicated or not medicated diet for piglets
Ghahri et al. Effect of dietary crude protein level on performance and lysine requirements of male broiler chickens
Pasupathy et al. Effect of lactobacillus supplementation on growth and nutrient utilization in mongrel pups
Saki et al. Effect of mannanase on broiler performance, ileal and in-vitro protein digestibility, uric acid and litter moisture in broiler feeding
Dillard et al. Assessing dried black soldier fly larva as a feed component for poultry production
Arparjirasakul et al. Effects of liquid methionine and capsaicin supple mentation in diets on growth and intestinal morphology of broilers
Fatufe et al. Effect of probiotics, organic acids or their mix on the growth performance of starting cockerels
ADEGBOYEGA FATUFE et al. The effect of probiotics supplementation on the growth performance of two strains of cockerels
CA3034376A1 (en) Animal feed and methods to provide such feed
Pavlović et al. Estimation of apparent and true total tract digestibility of phosphorus from monocalcium phosphate in broiler diets
Ravindran et al. Nutritive value of horse gram (Dolichos biflorus) for egg type chicks and growers
Buba et al. Performance of broiler chickens fed varying levels of baker’s yeast (Saccharomyces cerevisiae) during the hot season in the northern guinea savannah of Nigeria
Prandini et al. High-protein maize in diets for growing pigs
Olayemi et al. Effects Of Some Leafy Vegetables And Their Combinations AS Feed Additives On Performance, Egg Quality And Shelf-Life
Mateos et al. Advances in poultry nutrition
Salem et al. The impact of probiotic and prebiotic on egg production, egg quality and retention of nutrients in laying hens reared under desert conditions in Egypt.
CN109588559A (zh) 丙酮酸乙酯的应用及饲料
Hamed et al. Effect of diet containing different levels of dried Azolla meal on some economic evaluation parameters of broiler chickens

Legal Events

Date Code Title Description
B06F Objections, documents and/or translations needed after an examination request according [chapter 6.6 patent gazette]
B15K Others concerning applications: alteration of classification

Ipc: A23K 10/18 (2016.01), A23K 50/75 (2016.01)

B07A Application suspended after technical examination (opinion) [chapter 7.1 patent gazette]
B09B Patent application refused [chapter 9.2 patent gazette]
B09B Patent application refused [chapter 9.2 patent gazette]