BRPI0807049A2 - Equipamento para interceptar e desviar o fluxo de circulação de líquido, e, processo para a inserção de uma nova coluna de perfuração de um poço. - Google Patents

Equipamento para interceptar e desviar o fluxo de circulação de líquido, e, processo para a inserção de uma nova coluna de perfuração de um poço. Download PDF

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BRPI0807049A2
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Angelo Calderoni
Giorgio Girola
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Eni Spa
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Description

“EQUIPAMENTO PARA INTERCEPTAR E DESVIAR O FLUXO DE CIRCULAÇÃO DE LÍQUIDO, E, PROCESSO PARA A INSERÇÃO DE UMA NOVA COLUNA DE PERFURAÇÃO DE UM POÇO”
A presente invenção refere-se a equipamento para interceptar e desviar um fluxo de circulação de líquido e o processo de intersecção e desvio relativos.
Este equipamento pode ser usado para exercer a função de desvio, para finalidades de segurança, durante a inserção de uma nova coluna de perfuração, do fluxo de lama em direção ao dispositivo, chamado E-CD, descrito in pedido de patente IT-MI2005A001108 da mesma depositante, sem influenciar o Coletor de Bomba de Equipamento do contratante de equipamento, o qual, por seguinte, mantém suas características funcionais intactas (ele não se desgasta e não é modificado).
Desde o início da perfuração chamada "perfuração rotativa", que remonta há mais de um século atrás e que substituiu a técnica avançada chamada "percussão" em uso naquela época, a introdução do princípio de novidade do uso de hastes de perfuração para transmitir o movimento de rotação à broca (associado com o bombeamento de um fluido no poço através da mesma "bateria" de hastes), existiu o problema de interrupção do processo de bombeamento cada vez que foi necessário acrescentar uma nova haste à bateria, para perfuração.
Esse transitório de tempo, identificado do momento no qual o bombeamento de fluido ao interior do poço é interrompido até o momento no qual a ação de bombeamento para dentro do poço é reiniciada, depois da adição de um novo elemento único à bateria de hastes, sempre foi considerado um período crítico. Este período crítico permanece até que a condição que existe no momento antes da interrupção do bombeamento de fluido para dentro do poço foi restabelecida.
Alguns dos efeitos indesejados causados pela interrupção convencional da circulação de fluido em poços, durante a inserção e conexão, ou desconexão, processo de um elemento em uma bateria de perfuração, são listados abaixo:
• existe uma falta de pressão dinâmica induzida no poço pela circulação e seu efeito convencionalmente definido ECD (Densidade de Circulação Equivalente) diminui;
• a pressão dinâmica induzida no fundo de poço é anulada, favorecendo a entrada em potencial de fluidos em camada no poço (recuo);
• quando a circulação é reiniciada, depois de a haste ter sido adicionada usando um método convencional, sobrecargas perturbadoras podem ser criadas das formações mais receptivas, ou perdas de circulação em potencial nas formações mais fracas;
• em poços de alta verticalidade, a queda desobstruída e rápida de cascalhos de perfuração pode causar condições de "bloqueio mecânico" da bateria de perfuração (BHA);
• na presença de poços com um alto ângulo de inclinação, em poços de grande alcance e em poços com um desenvolvimento horizontal, os cascalhos de perfuração têm tempo suficiente para se depositarem sobre a parte inferior do furo.
• no reinicio de perfuração, depois da inserção de uma nova haste, a broca é "compelida" a re-perfurar o leito dos cascalhos depositados no fundo de poço, antes de ser capaz de atingir a formação virgem mais uma vez.
Como especificado acima, no pedido de patente IT- MI2005A001108, a mesma depositante reivindicou um dispositivo, chamado E-CD, que permite que o bombeamento e, consequentemente, a circulação de fluido no poço, sejam mantidos constantemente ativos, durante todas as etapas de operação, necessárias para efetuar a adição de um novo "elemento único" à bateria de hastes, que permite que a perfuração seja efetuada até uma maior profundidade. Com o mesmo procedimento, é possível efetuar o processo reverso, permitindo que a broca seja extraída sem interromper o bombeamento de fluido para dentro do poço.
O resultado-chave que é obtido desta oportunidade operativa oferecida pelo dispositivo é a eliminação (ou redução) de todos os aspectos críticos implicados no processo tradicional para adicionar ou subtrair hastes da bateria de perfuração.
Uma descrição é provida abaixo do dispositivo E-CD e do processo para a inserção de uma nova coluna de perfuração já descrita no pedido de patente IT-MI2005A001108, citado acima.
O dispositivo para a inserção de uma nova coluna de perfuração essencialmente consiste de um corpo curto (C) na forma de um tubo, tendo, em suas extremidades, meios apropriados para ser atarraxados em hastes de perfuração, no qual duas válvulas são alojadas, uma (A) das quais é radial ao dito corpo curto, que pode ser interceptado a partir do exterior por meio de um adaptador e equipada com um topo de segurança apropriado, preferivelmente selado a pressão, a outra (B) axial ao dito corpo.
O resultado é um sistema de válvulas, o qual permite que contato direto seja feito com o fluido bombeado para dentro do poço através da bateria de perfuração, em qualquer momento desejado e em ambas as direções do fluido descendente (radialmente e axialmente).
O corpo curto do dispositivo preferivelmente tem um comprimento variando de 50 a 100 cm.
A válvula (A), que é radial à bateria de perfuração, pode ser interceptada a partir do exterior por meio de um adaptador apropriado (por exemplo, um conector rápido), por sua vez acoplado com um tubo flexível, cuja função é interconectar o dispositivo com o sistema de bombeamento de poço ("Coletor de Bomba de Equipamento"), da unidade de perfuração propriamente dita. Como uma conseqüência, a válvula (B) que é axial à bateria de perfuração e tem características de "sensibilidade de reatividade bidirecional" à pressão à qual ela é sujeita (por conseguinte, sensível ao estado de fluxo do fluido de perfuração bombeado para dentro do poço), por sua vez se fecha e se abre direcionalmente com respeito ao fluido.
Tanto a válvula radial (A) quanto a válvula axial (B) são preferivelmente válvulas de borboleta, mais preferivelmente pré-carregadas com molas, que estão fechadas quando em espera.
Em suma, a configuração das duas válvulas alojadas em um corpo curto, como descrito até agora, permite que um fluxo do fluido de perfuração seja facilmente mantido ininterrupto em direção ao poço, durante todas as etapas de operação, necessárias para efetuar a adição de um novo "elemento único de haste” (ou série de hastes) à bateria de perfuração, o que permite que a perfuração seja efetuada até uma maior profundidade.
Além da simplicidade conceituai e construtiva, uma das vantagens intrínsecas do dispositivo descrito acima é que ele pode ser imediatamente usado por qualquer unidade de perfuração, sem requerer modificações pesadas no circuito hidráulico da instalação propriamente dita, ou problemas associados com a "espacialidade vertical" para a inserção da ferramenta na bateria de perfuração.
O dispositivo pode ser usado em qualquer tipo de instalação existente no mundo - sem nenhuma exceção - quer ela seja extremamente obsoleta ou completamente moderna, quer seja equipada com o tradicional "Sistema de Mesa Rotativa" ou o mais moderno "Sistema de Acionamento Superior", tanto na perfuração de poço na costa quanto fora da costa.
Pressões de operação mais altas podem ser obviamente obtidas pela seleção de componentes únicos de qualidade mais alta, para montar o componente desejado. Existem inúmeros benefícios que derivam do fato da não interrupção da circulação, e eles podem variar cada vez em relação ao tipo de poço no qual o procedimento é aplicado.
Em qualquer caso, o benefício que é comum a todos os tipos de poços é o resultante estado de pressão constante sobre as paredes do furo e no fundo de poço, que provê segurança intrínseca valiosa.
Examinemos, em particular, Poços de Alta Pressão e Poços de Alta Temperatura (HPHT).
Neste tipo de poço, o gradiente de fraturamento das formações penetradas, próximas à rocha mineralizada (reservatório), é geralmente próximo ao valor do gradiente de poro. Por esta razão, um controle cuidadoso da ECD (Densidade de Circulação Equivalente) é compulsório para evitar perdas de circulação e enfraquecimento estrutural da formação propriamente dita.
Durante interrupções na circulação (necessárias para efetuar uma conexão convencional), a ECD é anulada, criando uma condição ideal para a entrada indesejada de fluido de estado no poço (influxo).
O influxo pode vir diretamente do reservatório (porosidade primária) ou de microfraturas induzidas; em qualquer caso, a observação do fenômeno (e a identificação da condição necessária para uma nova conexão) implica em um desperdício de tempo de operação e, consequentemente, tempo não produtivo.
A "circulação ininterrupta" por meio do dispositivo descrito acima, pelo contrário, garante condições dinâmicas não perturbadas, permitindo a inserção segura e imediata de uma nova haste, sem quaisquer perdas de tempo.
Examinemos em particular a aplicação para perfuração definida como Perfuração sob Equilíbrio/Próxima ao Equilíbrio (UBD).
Para perfuração sob equilíbrio (UBD) e seus derivados, é crucial manter uma condição estável e controlada do regime de pressão, distribuído sobre as paredes do furo como também sobre o fundo de poço.
A perda desta condição pode por em risco o que foi até agora efetuado a montante para a perfuração UBD. A adição de uma haste à bateria de perfuração é um momento particularmente crítico; o uso do dispositivo descrito acima elimina todos os aspectos críticos tão logo eles apareçam, pois ele sempre garante condições dinâmicas não perturbadas, permitindo a inserção segura e imediata de uma nova haste, sem qualquer perda de tempo. A garantia de manutenção de um regime de pressão estável e constante sobre as paredes do furo e fundo de poço, evita o acúmulo de colchões de ar e "pacotes" de cascalhos, os quais iriam requerer tempo não produtivo para eliminá-los e restabelecer as condições estabilizadas anteriores à interrupção da circulação. Um erro na execução do processo conduz ao risco de frustrar todo o projeto de poço USB, ativando um aniquilamento acidental indesejado do poço.
Uma alternativa ao uso do dispositivo pode ser integrar diretamente o sistema de válvula formando o dispositivo propriamente dito na fase de construção duma haste de perfuração; esta alternativa permite que o comprimento da combinação (haste + dispositivo) seja mantido idêntico àquele uma haste nua, caso apareça a necessidade.
Em qualquer caso, comprimentos compostos de hastes de perfuração equipadas com o dispositivo alojarão o sistema no cabeçote de qualquer comprimento. Uma alternativa para o dispositivo pode ser, por conseguinte, uma haste de perfuração essencialmente consistindo de um tubo 25 tendo roscas apropriadas nas extremidades a serem atarraxadas em outras hastes de perfuração, nas quais duas válvulas são alojadas, uma das quais (A) é radial ao dito tubo, que pode ser interceptado a partir do exterior por meio de um adaptador e equipado com um topo de segurança apropriado, preferivelmente selado a pressão, a outra (B) axial ao dito tubo. Tanto a válvula radial (A) quanto a válvula axial (B) alojadas na haste são preferivelmente válvulas de borboleta, mais preferivelmente pré- carregadas com molas, as quais estão fechadas, em descanso.
O processo para a inserção de uma nova coluna de perfuração em usar os dispositivos descritos acima ou, alternativamente, as hastes de perfuração descritas acima, nos quais estão presentes válvulas radiais e axiais.
Mais especificamente, este processo preferivelmente compreende as seguintes etapas:
• interceptar a partir do exterior e conectar por meio de
dispositivos apropriados com o sistema de bombeamento da unidade de
perfuração, a válvula radial (A) do corpo curto ou haste de perfuração por meio de um conector apropriado;
• interromper voluntariamente o fluxo de fluido primário, através do cabeçote de injeção, na entrada na bateria de perfuração com a
conseqüente passagem do fluxo somente a partir da válvula radial (A) e com o conseqüente fechamento da válvula axial (B);
• inserir uma nova coluna de perfuração sobre o corpo curto ou haste de perfuração, acoplado com outro corpo curto, no qual ditas válvulas são alojadas ou uma nova coluna de perfuração contendo uma haste de
perfuração, na qual ditas válvulas são alojadas;
• restabelecer o fluxo do fluido primário com a conseqüente abertura da válvula axial (B) e conseqüente fechamento da válvula radial (A);
• desconectar o conector e proteger a válvula radial (A) com um topo de segurança;
· abaixar a bateria de perfuração.
Por fim, o resultado final das etapas de operação descritas permite que o processo de inserção e conexão de um elemento em uma bateria de perfuração (haste ou comprimento único) seja obtido, com uma vazão total e sem qualquer interrupção da continuidade. A partir do que é indicado acima, o termo dispositivo E-CD no presente pedido de patente compreende tanto o dispositivo quanto as hastes de perfuração, em que válvulas radiais e axiais estão presentes, as quais formam uma alternativa reivindicada no pedido de patente ΓΓΜΙ2005Α001108.
5 Para não colocar em risco a funcionalidade das válvulas de sonda
do sistema de bombeamento de poço (Coletor de Bomba de Equipamento) presentes na unidade de perfuração durante o uso do dispositivo E-CD, uma nova peça de equipamento é agora descrita para interceptar e desviar um fluxo de circulação de líquido que exerce a função de desviar seguramente o fluxo 10 de lama, durante a mudança das hastes, em direção às válvulas E-CDs, sem influenciar o Coletor de Bomba de Equipamento do contratante de equipamento, que consequentemente mantém suas características funcionais intactas.
O equipamento, objeto da presente invenção, para interceptar e desviar o fluxo de circulação de líquido, chamado "Coletor E-C”, consiste de três câmaras de fluxo e uma série de válvulas, ditas câmaras equipadas com meios de conexão com linhas de chegada ou fornecimento, comunicando-se umas com as outras, das quais somente uma (I) se comunica com ambas das outras duas (II) (III), a comunicação entre ditas câmaras, cada, sendo obtida por meio de pelo menos duas válvulas, das quais uma é uma válvula de vazão (Q) e pelo menos um equalizador (E), cada válvula equalizadora (E) sendo acoplada, a montante ou a jusante da mesma, com dispositivos de bloqueio de fluxo fixos ou ajustáveis (D), as duas câmaras que não se comunicam tendo uma válvula (V) ou uma válvula de três vias em comum, ou uma em cada, uma válvula de uma via em contraposição, uma sendo aberta quanto a outra é fechada e vice-versa, dita válvula (V) sendo acoplada com uma válvula de descarga (S).
Os dispositivos de bloqueio de fluxo (D) estão preferivelmente a jusante das válvulas equalizadoras. As válvulas de uma via in contraposição uma com respeito à outra ou a válvula de três vias (V) podem ser opcionalmente acopladas a jusante com dispositivos de bloqueio de fluxo fixos ou ajustáveis (D).
A instalação do equipamento de acordo com a invenção não requer modificações estruturais na unidade de perfuração. Este equipamento funciona com ar comprimido em cada unidade de perfuração (o ar comprimido ativa um motor a ar, que por sua vez entra em uma bomba hidráulica, gerando assim uma fonte de fluido de óleo hidráulico sob pressão, que por sua vez ativa as válvulas).
O uso recomendado de uma mesa de controle facilita o controle das várias válvulas formando o equipamento reivindicado.
No final da operação com o dispositivo E-CD, o equipamento reivindicado é removido e a configuração da unidade de perfuração retoma para seu estado original.
Em operações a alta pressão, onde é essencial manter a pressão de circulação de poço absolutamente constante, um implemento para configuração padrão foi concebido, que considera a possibilidade de encher o "lado de Acionamento Superior" com um fluido de baixa pressão, antes da abertura da válvula E2 que equaliza as pressões entre as câmaras I e II.
Esta função é importante quando da adição de um novo comprimento de haste de perfuração à bateria, pois o comprimento é atarraxado "vazio" na válvula E-CD, no poço, no nível de sonda. O enchimento anterior à equalização de pressão (efetuada por meio da abertura da válvula E2) elimina o martelo d’água, evita subtração de uma vazão útil de fluido dirigido para dentro do poço, reduz o tempo total necessário para adicionar um novo comprimento de hastes de perfuração à bateria.
Os pistões hidráulicos que operam as válvulas recebem energia hidráulica a partir de uma bomba de óleo, por sua vez alimentada por um motor de ar comprimido, que é ativado para cada uso. A energia hidráulica pode, em um desenvolvimento futuro, ser fornecida por meio de uma acumulação hidráulica (cilindro de pressão de hidrogênio, com uma membrana de separação entre nitrogênio e óleo hidráulico) que permitirá inúmeras operações antes de ter que ser recarregada. Seu recarregamento será 5 efetuado por meio de um sistema de bomba/motor de ar comprimido, tal como aquele correntemente usado.
Um outro objetivo da presente invenção refere-se ao processo para a inserção de uma nova coluna de perfuração de um poço usando um dispositivo E-CD, ou essencialmente consistindo de um corpo curto (C) tendo 10 a forma de um tubo ou contido em hastes de perfuração essencialmente consistindo de um tubo, dito corpo ou dito tubo tendo, em suas extremidades, roscas apropriadas para ser atarraxadas a outras hastes de perfuração e em que duas válvulas são alojadas, das quais uma (A) é radial ao dito corpo ou tubo, que pode ser interceptado a partir do exterior por meio de um adaptador e 15 equipado com um topo de segurança apropriado, a outra (B) axial ao dito corpo ou tubo, que é caracterizado pelo fato de que também usa o equipamento descrito acima, que forma o objetivo primário da invenção.
O processo para a inserção de uma nova coluna de perfuração usando o equipamento descrito acima compreende as seguintes etapas:
· interceptar a partir do exterior e conectar por meio de
dispositivos apropriados com o sistema de bombeamento da unidade de perfuração, a válvula radial (A) do corpo curto ou haste de perfuração por meio de um conector apropriado;
• interromper voluntariamente o fluxo de fluido primário, através do cabeçote de injeção, na entrada na bateria de perfuração com a
conseqüente passagem do fluxo somente a partir da válvula radial (A) e com o conseqüente fechamento da válvula axial (B);
• inserir uma nova coluna de perfuração sobre o corpo curto ou haste de perfuração, acoplado com outro corpo curto em que ditas válvulas são alojadas ou uma nova coluna de perfuração contendo uma haste de perfuração na qual ditas válvulas são alojadas;
• restabelecer o fluxo de fluido primário com a conseqüente abertura da válvula axial (B) e conseqüente fechamento da válvula radial (A);
· desconectar o conector e proteger a válvula radial (A) com um
topo de segurança;
• abaixar a bateria de perfuração.
O processo para interceptar e desviar o fluxo de circulação de fluido que vem das bombas de unidade (Coletor de Tubo Vertical ou Coletor de Bomba de Equipamento) preferivelmente usa as seguintes etapas, em seqüência:
• circulação "normal" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) por meio da entrada na câmara (I) de dito equipamento e saída da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o
cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através do equalizador e válvulas de vazão abertos que colocam ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com a outra, tanto as válvulas que permitem comunicação entre as câmaras (I) e (III) quanto a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas;
· início da circulação “duplo" de dito fluxo para o cabeçote de
injeção (Acionamento Superior) e dispositivo E-CD por meio da entrada na câmara (I) e saída tanto a partir da câmara (II) conectada com linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através do equalizador e válvulas de vazão abertos que colocam ditas câmaras (I) e 25 (II) em comunicação uma com a outra, quanto também a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através da válvula equalizadora aberta que coloca as câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, tanto a válvula de vazão que permite comunicação entre as câmaras (I) e (III) quanto a válvula ou válvulas de descarga das câmaras (II) e (III) estando fechadas;
• transitório de circulação "duplo" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e para o dispositivo E-CD pela entrada na câmara (I) e saída tanto da câmara (II) conectada com a linha que conduz para
o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através das válvulas de equalizador e de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com a outra, quanto também a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através das válvulas de vazão de equalizador abertas que colocam as câmaras (I) e (III) em comunicação uma 10 com a outra, a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) sendo fechadas;
• circulação de dito fluxo somente para o dispositivo E-CD pela entrada na câmara (I) e saída a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através das válvulas de equalizador e válvulas de
vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, tanto as válvulas que permitem comunicação entre as câmaras (I) e (II) quanto a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas;
• circulação de dito fluxo somente para o dispositivo E-CD como na etapa prévia e despressurização contemporânea da câmara (II) efetuada
pela abertura da válvula de descarga (S) da câmara (II);
• início da circulação “duplo" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e dispositivo E-CD pela entrada na câmara
(I) e saída tanto da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o
cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através da válvula equalizadora aberta que coloca ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com a outra, e também a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E- CD passando através das válvulas equalizadora e de vazão que colocam as câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, tanto a válvula de vazão que permite comunicação entre as câmaras (I) e (III) quanto a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas;
• transitório de circulação “duplo" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e para o dispositivo E-CD pela entrada na
câmara (I) e saída tanto da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através de as válvulas de equalizador e de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e
(II) em comunicação uma com a outra, quanto também a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através das válvulas equalizadora e de vazão que colocam as câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas;
• restabelecimento da circulação "normal" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e despressurização
contemporânea da câmara (III) efetuada pela abertura da válvula de descarga (S) da câmara (III), pela entrada na câmara (I) de dito equipamento e saída a partir da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através da válvula equalizadora e válvulas de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (II) em 20 comunicação uma com a outra, a válvulas que permitem comunicação entre as câmaras (I) e (III) estando fechadas.
Uma descrição do dispositivo E-CD descrito no acima mencionado pedido de patente IT- MI2005A001108 é agora provida, com a ajuda das figuras 1, 2 e 3.
A figura 1 mostra o dispositivo E-CD durante a fase de
perfuração em que somente o fluxo primário (F) passa axialmente através do dispositivo.
A figura 2 mostra o dispositivo E-CD durante a fase de perfuração em que o fluxo primário (F) é interrompido, enquanto o fluxo secundário entra no dispositivo radialmente.
A figura 3 mostra o sistema de conexão do dispositivo E-CD com o sistema de bombeamento de poço.
O dispositivo na figura 1 tem um corpo curto (C) que essencialmente consiste de um tubo em que duas válvulas são alojadas, das quais uma (A) é radial ao dito corpo curto, fechada, e a outra (B), aberta, é axial ao corpo curto.
Dito dispositivo é atarraxado em uma haste de perfuração tradicional (P). Nas figuras 2 e 3, o mesmo dispositivo tem a válvula axial 10 fechada, enquanto a válvula radial é aberta, interceptada a partir do exterior por meio de um adaptador, que pode ser um conector rápido, por sua vez acoplado com um tubo flexível (F), cuja função é interconectar o dispositivo com o sistema de bombeamento de poço (Coletor de Bomba de Equipamento), da unidade de perfuração propriamente dita.
Para efetuar a conexão, ou seja, a adição de uma única haste (ou
um comprimento integral de hastes) à bateria de perfuração, sem interrupção do bombeamento do fluido de perfuração para dentro do poço, é necessário interromper esse fluxo primário com uma estratégia particular, no começo do processo, e simultaneamente substituí-lo por com um fluxo equivalente, que 20 entra na bateria de hastes de perfuração abaixo do ponto de segregação d o fluxo, gerado pelo dispositivo.
Essa necessidade é ajudada pela combinação das duas válvulas dentro do dispositivo propriamente dito, adequadamente posicionadas axialmente e radialmente com respeito à bateria de perfuração.
Uma vez quando a válvula (A) radial à bateria de perfuração foi
interceptada a partir do exterior e conectada ao tubo flexível, e, por conseguinte, a todo o sistema de bombeamento de poço da unidade de perfuração (Coletor de Bomba de Equipamento), o fluido de perfuração na entrada do poço pode interceptar dois cursos de fluxo independentes e distintos, um axial e o outro radial à bateria de perfuração.
Por meio da subsequente interrupção voluntária do fluxo de fluido primário na entrada da bateria de perfuração, obtida pelo fechamento da correspondente válvula no Coletor de Bomba de Equipamento, a válvula 5 "B" do dispositivo consequentemente se fecha e todo o fluxo que vem do sistema de bombeamento de unidade é compelido a passar da válvula radial "A" do dispositivo, sem qualquer outra intervenção direta a partir do exterior.
Nesse ponto do processo, a pressão segregada a montante da válvula axial "B" do dispositivo pode ser relaxada na pressão atmosférica (por 10 exemplo, através da válvula de descarga do Coletor de Bomba de Equipamento), obtendo a condição necessária para seguramente efetuar a conexão de uma única haste (ou um comprimento total de hastes) na bateria de perfuração.
Uma vez quando a conexão foi efetuada, a repetição em uma ordem inversa da seqüência, restabelecerá o fluxo em direção ao percurso primário, ou seja, através da válvula "B" do dispositivo.
Uma forma de concretização da presente invenção é agora descrita com a ajuda das figuras 4, 5 e 6.
A figura 4 mostra o equipamento chamado coletor E-CD.
Para interceptar e desviar um fluxo de circulação de líquido, o
equipamento consiste de três câmaras de fluxo (I) (II) e (III) e de uma série de válvulas montadas sobre patins e ativadas hidraulicamente.
Ditas câmaras são equipadas com meios de conexão com linhas de chegada (a partir das bombas para a câmara (I) ou linhas de fornecimento (para o Acionamento Superior da câmara (II) e dispositivo E-CD para a câmara (III).
Ditas câmaras se comunicam uma com a outra, mas somente uma
(I) se comunica com ambas das outras (II) (III): a comunicação entre as câmaras (I) e (II) e (I) e (III) são, cada, efetuada por meio de duas válvulas, das quais uma é uma válvula de vazão (Q) e outra é uma válvula equalizadora (E) (Q2 e E2 com a câmara (II) e Q3 e E3 com a câmara (III))
As válvulas equalizadoras E2 e E3 são acopladas com dispositivos de bloqueio de fluxo fixos ou ajustáveis (D).
As duas câmaras que não se comunicam (II) e (III) têm uma válvula de três vias (V) em comum entre si, acoplada com uma válvula de descarga (S).
A figura 5 mostra o sistema de conexão do dispositivo E-CD com o sistema de bombeamento de poço com a ajuda do coletor E-CD.
A figura 6 mostra graficamente o envolvimento das câmaras (I),
(II) e (III) e válvulas gerindo o fluxo de fluido de perfuração (lama), sob pressão, no curso das bombas de unidade de perfuração para o Acionamento Superior, alternativamente no curso das bombas de unidade de perfuração para a válvula E-CD, e nas transições entre os dois cursos.
a) Circulação "normal" para o acionamento superior: o fluido entra na câmara (I) e abandona a câmara (II) passando através das válvulas Q2 e E2.
As válvulas Q3, E3 e S estão fechadas.
A câmara (III) não está pressurizada.
b) Início da circulação “duplo" para o Acionamento Superior e válvula E-CD: a válvula E3 foi aberta, o fluido predominantemente entra na câmara (I) e abandona a câmara (II); a pressurização é iniciada da câmara
(III), que conduz para a válvula E-CD, que, no meio tempo, foi conectada com a câmara (III) com o tubo flexível.
c) transitório de circulação “duplo" para o acionamento superior e válvula E-CD: o fluido entra na câmara (I) e si- simultaneamente abandona ambas as câmaras (II) e (III), sem distinção. As válvulas Q2, E2 C3 e E3 estão, todas, abertas, enquanto a válvula (S) está fechada.
d) circulação para a válvula E-CD sozinha: o fluido entra na câmara (I) e abandona completamente a câmara (III). A câmara (II) é interceptada pelas válvulas Q2 e E2, que estão fechadas; pressão segregada permanece em seu interior. A válvula (S) é fechada.
e) circulação para a válvula E-CD sozinha e despressurização da câmara (II) efetuada pela abertura da válvula (S). (A válvula de três vias (V)
está em uma posição apropriada para interceptar a câmara (II) e isolar (III)). Quando a operação foi completada, é possível adicionar um novo comprimento de hastes, que é atarraxado acima da válvula E-CD.
f) Início de circulação “duplo" para a válvula E-CD e Acionamento Superior; a válvula E2 foi aberta, o fluido entra na câmara (I) e
predominantemente abandona a câmara (III); a pressurização da câmara (II), que conduz para o Acionamento Superior (que no meio tempo foi atarraxado no cabeçote do novo comprimento de hastes, previamente atarraxado acima da válvula E-CD), é iniciada através da válvula E2: a válvula (S) é fechada. As câmaras (I) (II) (III) são pressurizadas.
g) transitório de circulação “duplo" para a válvula E-CD e Acionamento Superior: o fluido entra na câmara (I) e simultaneamente abandona ambas as câmaras (II) e (III), sem distinção. As válvulas Q2, E2, Q3 e E3 estão, todas, abertas, enquanto a válvula (S) está fechada. A válvula de
três vias (V) foi manobrada para uma posição que é apropriada para interceptar a câmara (III) e isolar a câmara (II) (isto pode ser efetuado também antes da etapa (f)).
h) Restabelecimento da circulação "normal" para o Acionamento Superior: o fluido entra na câmara (I) e abandona completamente a câmara
(II). A câmara (III) é interceptada pelas válvulas Q3 e E3 que estão fechadas. Pressão segregada permanece em seu interior. A válvula (V) intercepta a câmara (III) e isola a câmara (II). A válvula (S) é aberta para descarregar a pressão segregada na câmara (III).
Retomo para etapa (a) e fim da seqüência de operação: a operação de perfuração pode agora ser restabelecida e continuará até que o comprimento de hastes, que foi recém adicionado, tenha sido inteiramente perfurado.
Uma nova válvula E-CD é posicionada no cabeçote do comprimento, como para todos os comprimentos que são subsequentemente adicionados, e a seqüência descrita é repetida.

Claims (7)

1. Equipamento para interceptar e desviar o fluxo de circulação de líquido, caracterizado pelo fato de consistir de três câmaras de fluxo e uma série de válvulas, ditas câmaras, equipadas com meios de conexão com linhas de chegada ou fornecimento, comunicando-se umas com as outras, das quais somente uma (I) se comunica com ambas das outras duas (II) (III), a comunicação entre ditas câmaras, cada, sendo obtida por meio de pelo menos duas válvulas, das quais uma é uma válvula de vazão (Q) e pelo menos uma válvula equalizadora (E), cada válvula equalizadora (E) sendo acoplada, a montante ou a jusante da mesma, com dispositivos de bloqueio de fluxo fixos ou ajustáveis (D), as duas câmaras que não se comunicam tendo uma válvula (V) ou uma válvula de três vias em comum, ou uma cada, uma válvula de uma via em contraposição, uma sendo aberta quanto a outra é fechada e vice- versa, dita válvula (V) sendo acoplada com uma válvula de descarga (S).
2. Equipamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os dispositivos de bloqueio de fluxo (D) estão a jusante das válvulas equalizadoras.
3. Equipamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a válvula de uma via em contraposição ou a válvula de três vias (V) é acoplada a jusante da mesma com dispositivos de bloqueio de fluxo fixos ou ajustáveis (D).
4. Equipamento de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a câmara (II) tem uma válvula contrária (Z).
5. Processo para a inserção de uma nova coluna de perfuração de um poço usando um dispositivo chamado E-CD, ou essencialmente consistindo de um corpo curto (C) na forma de um tubo ou contido em hastes de perfuração essencialmente consistindo de um tubo, dito corpo ou dito tubo tendo roscas nas extremidades, apropriadas para serem atarraxadas em outras hastes de perfuração, e alojando duas válvulas, das quais uma (A) é radial ao dito corpo ou tubo e pode ser interceptada a partir do exterior por meio de um adaptador e equipada com um topo de segurança apropriado, a outra (B) sendo axial ao dito corpo ou tubo, caracterizado pelo fato de que também usa o equipamento como definido em uma das reivindicações de 1 a 4.
6. Processo para a inserção de uma nova coluna de perfuração de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que compreende as seguintes etapas: • interceptar a partir do exterior e conectar por meio de dispositivos apropriados com o sistema de bombeamento da unidade de perfuração, a válvula radial (A) do corpo curto ou haste de perfuração por meio de um conector apropriado; • interromper voluntariamente o fluxo de fluido primário, através do cabeçote de injeção, na entrada na bateria de perfuração com a conseqüente passagem do fluxo somente a partir da válvula radial (A) e com o conseqüente fechamento da válvula axial (B); • inserir uma nova coluna de perfuração no corpo curto ou haste de perfuração, acoplado com outro corpo curto em que ditas válvulas são alojadas ou uma nova coluna de perfuração contendo uma haste de perfuração na qual ditas válvulas são alojadas; • restabelecer o fluxo de fluido primário com a conseqüente abertura da válvula axial (B) e conseqüente fechamento da válvula radial (A); • desconectar o conector e proteger a válvula radial (A) com um topo de segurança; • abaixar a bateria de perfuração, em que usa o equipamento como definido em uma das reivindicações de 1 a 4 para interceptar e desviar o fluxo de circulação de fluido a partir das bombas da unidade.
7. Processo de acordo com a reivindicação 5 ou 6, caracterizado pelo fato de que, para interceptar e desviar o fluxo de circulação de fluido que vem a partir das bombas de unidade (Coletor de Tubo Vertical ou Coletor de Bomba de Equipamento), as seguintes etapas são efetuadas em seqüência: • circulação "normal" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) pela entrada na câmara (I) de dito equipamento e saída a partir da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através das válvulas equalizadoras e válvulas de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com a outra, tanto as a válvulas que permitem comunicação entre as câmaras (I) e (III) quanto a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas; • início da circulação “duplo" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e dispositivo E-CD pela entrada na câmara (I) e saída tanto a partir da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através das válvulas equalizadoras e válvulas de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com outra, quanto também a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através da válvula equalizadora aberta que coloca as câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, tanto a válvula de vazão que permite comunicação entre as câmaras (I) e (III) quanto a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas; • transitório de circulação “duplo" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e para o dispositivo E-CD pela entrada na câmara (I) e saída tanto a partir da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através das válvulas equalizadoras e válvulas de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com a outra, quanto também a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através das válvulas de vazão equalizadoras que colocam as câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas; • circulação de dito fluxo somente para o dispositivo E-CD pela entrada na câmara (I) e saída a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através das válvulas equalizadoras e válvulas de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, tanto as válvulas que permitem comunicação entre as câmaras (I) e (II) quanto a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas; · circulação de dito fluxo somente para o dispositivo E-CD como na etapa prévia e despressurização contemporânea da câmara (II) efetuada pela abertura da válvula de descarga (S) da câmara (II); • início da circulação “duplo" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e dispositivo E-CD pela entrada na câmara (I) e saída tanto a partir da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através da válvula equalizadora aberta que coloca ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com a outra, quanto também a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através das válvulas equalizadoras e válvulas de vazão que colocam as câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, tanto a válvula de vazão que permite comunicação entre as câmaras (I) e (III) quanto a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas; • transitório de circulação “duplo" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e para o dispositivo E-CD pela entrada na câmara (I) e saída tanto da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através das válvulas equalizadoras e válvulas de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com a outra, quanto também a partir da câmara (III) conectada com o dispositivo E-CD passando através das válvulas equalizadoras e válvulas de vazão que colocam as câmaras (I) e (III) em comunicação uma com a outra, a válvula ou válvulas de descarga (S) das câmaras (II) e (III) estando fechadas; · restabelecimento da circulação "normal" de dito fluxo para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior) e despressurização contemporânea da câmara (III) efetuada pela abertura da válvula de descarga (S) da câmara (III), pela entrada na câmara (I) de dito equipamento e saída a partir da câmara (II) conectada com a linha que conduz para o cabeçote de injeção (Acionamento Superior), passando através das válvulas equalizadoras e válvulas de vazão abertas que colocam ditas câmaras (I) e (II) em comunicação uma com a outra, a válvulas que permitem comunicação entre as câmaras (I) e (III) estando fechadas.
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