BRPI0807722A2 - Instrumentos médicos dentários. - Google Patents

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BRPI0807722A2
BRPI0807722A2 BRPI0807722-3A BRPI0807722A BRPI0807722A2 BR PI0807722 A2 BRPI0807722 A2 BR PI0807722A2 BR PI0807722 A BRPI0807722 A BR PI0807722A BR PI0807722 A2 BRPI0807722 A2 BR PI0807722A2
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BR
Brazil
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vibration
housing
sprinkler
battery
needle
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Application number
BRPI0807722-3A
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Pieter Johannes Wouter Brokx
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Vibringe B V
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "INSTRU- MENTOS MÉDICOS DENTÁRIOS".
A presente invenção refere-se, em geral, a instrumentos médi- cos dentários.
Quando um dentista vai preencher um molar e, particularmente,
ao tratar um canal radicular, é comum que ele enxágüe a cavidade do molar ou o canal radicular, respectivamente, por exemplo, para remover grãos e/ou detritos (por exemplo, bactérias), que resultam durante as ações de perfura- ção ou das ações de raspagem precedentes. Para esse fim, ele tem um tipo 10 de seringa, isto é, um êmbolo em um cilindro, com uma agulha fina cuja ex- tremidade é colocada no molar ou no canal radicular, respectivamente. O dentista pressiona o êmbolo, que pressiona o líquido de enxágüe para fora do cilindro, e asperge um pequeno jato de líquido de lavagem através da agulha dentro da cavidade do canal radicular. A qualidade do resultado finai 15 do tratamento, por exemplo, o preenchimento do canal radicular, depende dentre outras coisas de uma ação de lavagem bem executada: no caso da lavagem não ser realizada corretamente e desordens ou bactérias permane- cerem no local, é possível que, por exemplo, surjam inflamações.
Tem-se revelado que a qualidade da ação de lavagem depende 20 de um importante grau da habilidade do dentista em questão. Se ele produz um jato de lavagem que é muito forte, por exemplo, usando técnicas de la- vagem ultrassônica, existe a chance de danificar o tecido mole do dente. Por outro lado, um jato insuficientemente forte tem uma insuficiente ação de lim- peza.
Verificou-se que, sob circunstancias normais, o efeito de limpeza
de uma ação de lavagem não é geralmente 100%, mas que o efeito da lim- peza pode ser melhorado pela vibração do jato de limpeza. Esta melhoria no efeito da limpeza é conhecida por si só, e o estado da técnica envolve um aparelho volumoso, complicado e dispendioso para gerar uma vibração ul- 30 trassônica, vibração esta que é transferida para a combinação êmbolo / ci- lindro por meio de uma ou mais mangueiras.
Estas mangueiras dificultam o fácil manuseio das seringas de Ia- vagem.
Além disso, um problema de uma abordagem de acordo com o estado da técnica é que a ponta terminal da agulha fina aspersora vibra de- sordenadamente na direção transversal, e assim pode atingir desordenada- mente a parede do canal radicular a ser tratado, que não é somente desa- gradável, mas pode levar também a danificar os tecidos saudáveis.
A presente invenção visa eliminar, ou pelo menos reduzir os problemas mencionados. Mais particularmente, a presente invenção visa proporcionar uma simplificação e uma relativa redução do custo do instru- mental, que pode facilmente ser manuseado e seja capaz de fornecer efeti- vamente um jato de limpeza vibrante com um bom efeito de limpeza.
De acordo com um aspecto importante da presente invenção, a seringa de lavagem é fornecida com um motor de vibração simples, que é alimentado por uma bateria. Experimentos têm mostrado que bons resulta- dos podem ser alcançados desta forma.
Estes e outros aspectos, características e vantagens da presen- te invenção, serão mais esclarecidos pelas seguintes descrições, com refe- rência aos desenhos nos quais as mesmas referências numerais indicam a mesma ou peça similar, e nos quais:
a figura 1 mostra esquematicamente uma seção longitudinal de
uma possível modalidade de um instrumento de lavagem proposto pela pre- sente invenção;
a figura 2 mostra esquematicamente uma vista em perspectiva de uma modalidade preferencial de um instrumento de lavagem de acordo com a presente invenção;
a figura 3 é uma vista em perspectiva esquemática de uma peça vibratória; as figuras 4A e 4B ilustram uma estação base;
a figura 5 é uma vista em perspectiva esquemática mostrando detalhes de um acoplamento entre o êmbolo e a peça vibratória.
Um instrumento de lavagem 1 de acordo com a presente inven-
ção é mostrado esquematicamente na figura 1, para ilustrar o seu princípio operacional. O instrumento de lavagem 1 compreende duas peças que po- dem ser acopladas entre si, isso é, uma peça de aspersão 20 e uma peça de vibração 30.
A peça de aspersão 20, que pode ser feita de pelo menos um plástico parcialmente transparente, compreende um corpo cilíndrico oco 21 com um êmbolo de deslocamento axial 22 acomodado no seu interior. O corpo cilíndrico 21, também indicado como "o cilindro", possui uma extremi- dade de entrada 23 com asas ou flanges que se estendem exteriormente 24, tipicamente adequado para o usuário (dentista) colocar os dois dedos atrás delas, em lados opostos do corpo cilíndrico 21. No lado oposto, o corpo ci- líndrico 21 tem um bocal de saída 29, com uma agulha aspersora 25 acopla- da a ele, tipicamente aparafusada, tipicamente adequada para colocação em um canal radicular oco (e também indicado como bocal de aspersão ou agu- lha). O bocal de aspersão é mostrado apenas esquematicamente no dese- nho, pois o seu desenho já é conhecido por si só. Em mais detalhes, pode ser notado que o bocal de aspersão é tipicamente aparelhado com uma agu- lha metálica oca fina, a qual é fixada ao bocal de saída 29 momentos antes do uso. Como as agulhas e a fixação disso no bocal de saída 29, são co- nhecidos por si só, e as agulhas usuais e os corpos cilíndricos podem ser usados quando se implanta a presente invenção. Como ficará mais claro adiante, a única adaptação necessária para as peças usuais de aspersão é a facilidade de acoplamento a ser disposta para o êmbolo e para o acopla- mento ao gerador de vibração.
O líquido de lavagem 26 fica localizado no corpo cilíndrico 21, entre a saída 25 e o êmbolo 22. O líquido de lavagem comprovado para esta 25 finalidade é o hipoclorito de sódio, mas outras composições são também concebíveis. Se uma força de pressão for exercida no êmbolo 22 na direção das agulhas 25, o êmbolo 22 é deslocado no sentido da agulha 25, pressio- nando o líquido de lavagem 26 para fora da agulha 25, de tal forma que um jato de lavagem (não mostrado) flui para fora da agulha 25, como ficará claro 30 para pessoa versada na técnica.
Em sua lateral livre, direcionado para fora da agulha 25, o êmbo- lo 22 é provido com um membro de acoplamento 27, que neste exemplo é implementado como um furo com rosca interna. Outras modalidades tam- bém serão possíveis, como ficará claro para pessoa competente na técnica, a titulo de exemplo, um engate baioneta é mencionado aqui. Uma modalida- de preferida e particularmente favorável será discutida mais adiante.
5 A peça vibrante 30 compreende um alojamento 31 que de um
lado (neste exemplo a extremidade direita) é fornecido com um segundo membro de acoplamento 32 para acoplar-se com o primeiro membro de a- coplamento 27 do êmbolo 22. Nesta modalidade, este segundo membro de acoplamento 32 é implementado como uma caneta provida com rosca exter- na, que assim pode ser parafusada no êmbolo 22.
O formato do alojamento 31 não é crucial. Entretanto, para maior conforto de utilização, o alojamento, por exemplo, tem a forma cilíndrica a- longada, com um diâmetro na ordem de cerca de 2 a 5 cm. O comprimento está preferencialmente na ordem de cerca de 10 a 15 cm. Durante o uso, o 15 usuário pode então colocar seu polegar sobre a face traseira 33 oposta à caneta 32.
A caneta 32 é preferencialmente alinhada substancialmente com o eixo geométrico do alojamento 31. Como resultado, quando a peça asper- sora 20 e a peça vibrante 30 estão acopladas entre si, estas peças alonga- das estão mutuamente alinhadas.
Um motor de vibração 34 é montado no alojamento 31. O motor de vibração é um motor relativamente pequeno, com dimensões na ordem de alguns centímetros. O motor de vibração pode ser implantado como um motor com um peso montado excentricamente no eixo de saída. Em uma 25 modalidade apropriada, a utilização pode ser feita de motores de vibração como são conhecidos para a utilização em escovas de dente elétricas.
No lugar de um motor (isto é, um aparelho com um eixo de saída rotativo), pode ser feito o uso de um gerador de vibração de um outro tipo. Por exemplo, um gerador de vibração na base de um elemento do piezo é mencionado aqui, ou um gerador de vibração na base de uma bobina do alto-falante (vibração linear em um campo elétrico).
Além disso, uma bateria 35 é montada em uma câmara da bate- ria do alojamento 31, que fornece a energia elétrica ao gerador de vibração 34. O tamanho da bateria (e assim como o tipo de bateria) é adaptado às exigências da voltagem do gerador de vibração 34 e às dimensões do alo- jamento 31. O alojamento 31 pode ser fornecido com uma tampa destacável 5 ou similar no sentido de estar habilitado a substituir a bateria 35 quando descarregada, mas isto não está mostrado. Alternativamente, é possível que a bateria 35 seja uma bateria recarregável, e que o alojamento esteja muni- do de um conector elétrico conectando um aparelho carregador externo, mas isto também não está mostrado. Finalmente, é possível que a peça de vibra- 10 ção 30 esteja utilizada como uma peça descartável, que é segregada quan- do a bateria está descarregada.
Para ativar o motor 34, um interruptor 36 é montado no aloja- mento 31, que pode ser operado por um usuário. Para acionar o interruptor 36, o alojamento tem uma abertura 37, com um membro selante flexível 38 montado nele, por exemplo, feito de borracha ou de silicone.
A fiação elétrica exigida no alojamento 31 não é mostrada em benefício da simplicidade. Só a relação funcional entre a bateria 35, o inter- ruptor 36 e o motor 34 é esquematicamente mostrada, e, portanto, o inter- ruptor 36 é mostrado entre a bateria 35 e o motor 34, mas pode ficar claro 20 que isto não significa que o interruptor 36 tenha que estar colocado fisica- mente entre a bateria 35 e o motor 34.
A operação é a seguinte. O dentista tem disponível uma provi- são de múltiplas peças de aspersão 20, embaladas individualmente em uma embalagem hermeticamente fechada, por razões de higiene. Quando o den- 25 tista está, por exemplo, fazendo o tratamento de um canal radicular e se ele pretende lavar este canal, ele pega uma peça de aspersão 20 da sua emba- lagem hermética e conecta o estilete 32 da peça de vibração 35 ao êmbolo 22 da peça de aspersão 20. Depois, ele aplica a agulha 25. Para encher o cilindro 21, ele pressiona o êmbolo 22 para a peça de trás do cilindro 21, 30 coloca a agulha em um recipiente com o líquido de lavagem a ser utilizado, e puxa o êmbolo 22 em direção à extremidade de entrada 23, sugando o líqui- do 26 através da agulha 25 dentro do cilindro 21. Ele aciona o interruptor 36 para ligar o motor 34.0 motor proporciona uma vibração de baixa freqüência na peça de vibração 30, cuja a freqüência pode, por exemplo, ser na faixa de cerca de 1 Hz até cerca de 3000 Hz, embora freqüências maiores ou meno- res não estejam descartadas, em qualquer caso, a vibração é substancial- 5 mente menor do que a ultrassônica. A vibração gerada é transferida para a peça de aspersão 20 através do estilete 32 e os membros de acoplamento 28, 27 cooperando uns com os outros, resultando eventualmente em uma vibração da agulha 25.
O tratamento da lavagem é agora aplicado de maneira usual. A 10 agulha 25 é colocada no canal radicular a ser tratado e o dentista pressiona o alojamento 31, fazendo com que êmbolo 32 seja pressionado no sentido da agulha 25 e um jato do líquido de lavagem sai da agulha 25. Devido às vibrações geradas na peça de aspersão 20 e a agulha 25, também o jato do líquido de lavagem irá vibrar, resultando na melhoria desejada no efeito da 15 limpeza.
Se desejado, o acima é repetido uma ou mais vezes.
Depois de realizar a ação de lavagem, o dentista pode desligar o motor de aspersão 34 novamente e desconectar a peça de aspersão 20 da peça de vibração 30. A peça de aspersão 20, incluindo a agulha 25 podem ser segregadas, a peça de vibração 30 pode ser utilizada para o tratamento de lavagens múltiplas.
A figura 2 mostra esquematicamente uma vista em perspectiva de uma modalidade preferencial do instrumento de lavagem, geralmente in- dicado com a referência numérica 100. Nesta modalidade preferencial, a 25 peça de vibração, indicada por referência numérica 130, é implementada como uma peça do alojamento cilíndrica e alongada 101, com o seu lado de trás formando um anel 102, adequado para um dentista para colocar seu polegar através dele. Na peça da frente do anel 102, onde o anel 102 acopla a peça do alojamento 101, o anel 102 em sua face interior é fornecido com 30 um interruptor de pressão 103, controlando o motor (não mostrado). Por meio deste, as vantagens importantes são combinadas para que o dentista tenha uma boa empunhadura sobre o instrumento de lavagem, e para que o motor seja atuado automaticamente quando o dentista exercer uma pressão suficiente sobre a peça de vibração 130, e assim para o interruptor de pres- são 103, pressione o êmbolo 22 em direção à agulha 25.
De preferência, uma bateria recarregável é incorporada na peça de vibração 130. Em princípio, é possível que uma bateria "comum" seja uti- lizada, mas considera-se uma desvantagem ser necessário abrir, regular- mente, a peça de vibração 130 para substituir a bateria. Também no caso de uma bateria recarregável pode-se escolher trocar a bateria, quando descar- regada, mas de preferência se faça uso de um carregamento remoto. Para este fim, a peça de vibração 130 é preferencialmente fornecida com uma bobina de recepção para a energia eletromagnética, e o anel 102 oferece a vantagem de ser perfeitamente adequado para acomodar a bobina de re- cepção. Desde que o carregamento remoto de baterias recarregáveis atra- vés de uma bobina de transmissão e uma bobina de recepção é conhecido por si só, não é necessária nenhuma outra explicação.
A figura 3 é uma vista em perspectiva da peça de vibração 130, retirada do cilindro 21. Em volta da peça frontal 110 da peça cilíndrica do alojamento 101, que é pressionada no cilindro 21 durante a sua utilização, uma luva de metal 111 é providenciada preferencialmente, para proteção. 20 Na extremidade frontal da peça de alojamento cilíndrica 101, um membro de acoplamento 120 é disposto, o qual será descrito posteriormente.
Para carregar a bateria recarregável na peça de vibração 130, a presente invenção propõe uma estação de base 200, da qual a figura 4A mostra uma vista esquemática em perspectiva. A figura 4B mostra uma vista 25 em perspectiva comparável, agora com a peça de vibração 130 aplicada. Nesta modalidade, a estação base 200 em geral tem um formato retangular, com uma superfície superior 205, na qual uma reentrância alongada 201 é formada para acomodar a peça de alojamento cilíndrica 101.
Em uma extremidade, a reentrância alongada 201 se conecta a uma reentrância circular 202 para acomodar o anel 102. Centralmente den- tro da reentrância circular 202, a estação base 200 tem a mesa 203 esten- dendo-se acima da superfície superior 205, em cuja mesa está localizada uma bobina de transmissão (não mostrada) para a transferência de energia eletromagnética. Uma conexão para a eletrônica na estação base 200 é mostrada em 204. Devido à concepção da mesa 203 estender-se por dentro do anel 102, no qual a bobina de transmissão é disposta, um bom acopla- 5 mento eletromagnético é alcançado.
A figura 5 é uma vista esquemática em perspectiva mostrando detalhes de um projeto preferido para o acoplamento entre a peça frontal 110 da peça do alojamento cilíndrico 101 da peça de vibração 130 e o êmbo- lo 22 no cilindro 21. Neste projeto preferido, o êmbolo 22, na sua peça poste- rior (direcionado para fora da agulha 25) é fornecido com membros de aco- plamento 150 compreendendo um transportador em formato de disco 151 com braços de preensão 152 dispostos ao longo da circunferência, mutua- mente opostos, e dirigidos substancialmente paralelos a eixos geométricos do cilindro 21, os braços de preensão 152 nas suas extremidades sendo munidos de projeções moldadas em rebarba ou moldadas em forma de seta estendidas internamente 153. O número de braços de preensão 152 na figu- ra, nas variantes AeBe apresentado como sendo igual a 2, mas este nú- mero pode ser ainda maior. Os braços de preensão podem ficar livremente (variante A) ou podem ser flanqueados por um par de membros de apoio 154 (variante B). Para cooperação com este par de membros de acoplamen- to 150, um membro de acoplamento 120 arrumado na extremidade da peça do alojamento cilíndrico 101 preferencialmente tem a forma de um estilete axial 121 com uma face oblíqua e arredondada 122 e uma borda de preen- são 123, atrás da qual as projeções moldadas em rebarba ou moldadas em forma de seta 153 dos braços de preensão 152 podem se acoplar.
Uma vantagem deste projeto é que ele é um projeto relativamen- te simples e econômico, o que torna possível que a peça de vibração 130 seja acoplada ao êmbolo 22 por uma força que pressiona direta e axialmente (ver detalhes C, onde o cilindro 21 é deixado para fora por questão de sim- 30 plicidade). Durante a utilização, o êmbolo 22 é preso firmemente no e pelo cilindro 21, ele não pode solta-se com a vibração. Após a utilização, a peça de vibração 130 com o êmbolo 22 é puxada para fora do cilindro 21. Na mo- dalidade com dois braços de preensão 152 opostos entre si, onde as super- fícies interiores 155 direcionadas para cada um dos outros braços de preen- são 152 são superfícies mutuamente paralelas, o êmbolo 22 pode então ser simplesmente desengatado do membro de acoplamento 120 da peça de vi- 5 bração 130 por um deslocamento paralelo a estas superfícies interiores 155, assim, perpendicularmente ao plano do desenho no detalhe C.
Percebe-se que o êmbolo 22 compreende um encaixe 160, ao longo da face frontal do êmbolo, por exemplo, feito de borracha ou de silico- ne ou outro material adequado, e que esteja em contato com o líquido de 10 lavagem e efetue uma vedação do líquido em relação ao cilindro 21. Este encaixe 160 é anexado ao transportador em formato de disco 151, como ilustrado no detalhe C.
Em uma modalidade preferida, um elemento de iluminação, tipi- camente um LED, é disposto na peça frontal 110 da peça do alojamento ci- líndrico 101 da peça de vibração 130. Este LED pode ser alimentado a partir da mesma bateria que alimenta o motor, e pode ser comutado em LIGA / DESLIGA simultaneamente com o motor ou através de um interruptor distin- to (não mostrado). O elemento de iluminação pode ser disposto em qualquer posição na peça frontal 110 da peça do alojamento cilíndrico 101 mais van- tajosamente, o LED está localizado na face de extremidade 112 da peça frontal 110 da peça do alojamento cilíndrico 101, como mostrado na figura 4B e na figura 5 no detalhe A. Com essa finalidade, um furo pode ser provi- denciado na face de extremidade 112, em que o LED se encaixa, se desejar, uma placa com tampa transparente (não mostrada) pode ser disposta sobre o LED.
O elemento de iluminação 140 oferece ao dentista Iuz adicional na boca do paciente, para que assim ele possa enxergar bem onde ele colo- ca a agulha 25. Além disso, o elemento de iluminação 140 oferece a ilumi- nação do nível do líquido no cilindro (transparente) 21, de modo que o den- 30 tista possa ver muito bem o quanto ele pressionou o êmbolo 22 para dentro do cilindro 21. É vantajoso se o corpo do êmbolo 22, especialmente o trans- portador em formato de disco 151 e o encaixe 160, forem feitos de um mate- < rial transparente.
Vai ser claro para uma pessoa competente na técnica, que a in- venção não se limita às modalidades exemplificativas e discutidas anterior- mente, mas que diversas modalidades e modificações são possíveis dentro 5 do âmbito de proteção da invenção, tal como definida nas reivindicações anexas.
Por exemplo, é possível que um jato de líquido vibrante seja uti- lizado por outra razão que não a lavagem de um canal radicular. É possível também que o instrumento com a agulha vibratória seja destinado a ser utili- 10 zado para aplicar injeções.

Claims (17)

1. Peça de vibração (30) de um instrumento (1), que compreen- de um corpo cilíndrico oco (21) com um pedaço do bocal de saída (29) e uma agulha aspersora (25) presa na mesma, bem como um êmbolo (22) deslocável neste corpo cilíndrico (21), em que a peça de vibração compre- ende: o alojamento (31), que em uma extremidade é fornecido com um membro de acoplamento (32) para o acoplamento ao dito êmbolo; um gerador de vibração (34) montado no alojamento; uma câma- ra da bateria (39) para receber uma bateria (35) que fornece energia elétrica ao gerador de vibração (34), um interruptor (36) montado no alojamento, po- de ser operado por um usuário para atuar o gerador de vibração (34).
2. Peça de vibração, de acordo com a reivindicação 1, em que o membro de acoplamento (32) é implementado como um encaixe de estilete no corpo cilíndrico (21).
3. Membro de vibração, de acordo qualquer uma das reivindica- ções 1 a 2, em que gerador de vibração (34) compreende um motor de vi- bração.
4. Membro de vibração, de acordo com qualquer uma das reivin- dicações 1 a 3, que compreende adicionalmente uma ou mais das seguintes características de a) até j): a) o membro de acoplamento (32) é fornecido com uma rosca; b) O gerador de vibração (34) compreende um elemento piezo, c) O gerador de vibração (34) compreende uma bobina de alto- falante; d) O alojamento (31) é fornecido com uma tampa removívelou similar, a fim de possibilitar a substituição da bateria (35); e) O alojamento (31) é fornecido com um conector elétrico para ligar um aparelho externo de carga; f) O alojamento (31) é implementado como uma peça descartá- vel que é descartada quando a bateria está vazia; g) O alojamento (31) tem um formato cilíndrico alongado; h) O alojamento (31) tem um diâmetro na ordem de cerca de 1 a5 cm; i) O alojamento (31) tem um comprimento da ordem de cerca de 10 a 15 cm; j) O alojamento (31), na localização do interruptor (36), tem uma abertura (37) com um membro de vedação flexível (38) montado no mesmo, a fim de permitir a atuação do interruptor.
5. Peça de vibração (130) de um instrumento (100) que compre- ende um corpo cilíndrico oco (121) com um bocal de saída (29) e uma agu- Iha aspersora (25) presa a ele, bem como um êmbolo (22) deslocável no dito corpo cilíndrico (21), a peça de vibração compreendendo: uma peça do alojamento cilíndrico alongado (101) encaixada no dito corpo (21) tendo uma peça em anel (102) formada no seu lado posterior, em que a peça de alojamento (101), na sua extremidade afastada da peça do anel (102) é fornecida com uma peça de acoplamento (120) para o aco- plamento com o dito êmbolo (22); um gerador de vibração (34) montado na peça do alojamento (101); um compartimento de bateria (39) na peça do alojamento (101) para receber uma bateria (35) que fornece energia elétrica ao gerador de vibração (34); um interruptor controlável por usuário (103) localizado no lado frontal interno do anel (102), para atuar o gerador de vibração (34).
6. Peça de vibração, de acordo com a reivindicação 5, em que o gerador de vibração (34) compreende um motor de vibração, de preferência, um motor com um peso excêntrico sobre o eixo de saída.
7. Peça de vibração, de acordo com a reivindicação 5 ou 6, que compreende adicionalmente um circuito elétrico de carga para carregar uma bateria recarregável incorporada na peça do alojamento (101), cujo circuito de carga compreende uma bobina de recepção para receber energia eletro- magnética sem-fios, em que a bobina de recepção está acomodada no anel (102).
8. Peça de vibração, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações anteriores 5 a 7, em que o êmbolo (22) no seu lado dirigido para fora da agulha (25) é fornecido com membros de acoplamento (150) compreen- dendo um transportador em formato de disco (151) com braços de preensão (152) dispostos ao longo de sua circunferência, nas suas extremidades pro- vidas com projeções direcionadas interiormente, moldadas em rebarba ou moldadas em forma de seta (153); e em que a peça de acoplamento (120) tem a forma de um estilete axial (121) com uma face oblíqua e arredondada (122) e uma borda de preensão (123), atrás da qual podem se acoplar as extensões moldadas em rebarba ou moldadas em forma de seta (153) dos braços de preensão (152).
9. Peça de vibração, de acordo com qualquer uma das reivindi- cações anteriores 5 a 8, em que um elemento de iluminação (140) está situ- ado na peça do alojamento cilíndrico (101), de preferência, em uma face de extremidade (112) da peça do alojamento cilíndrico (101).
10. Estação base (200) para carregar uma bateria de uma peça de vibração, como definida na reivindicação 7, através da transferência sem- fio de energia eletromagnética, que compreende uma mesa (203) elevada de uma superfície superior (205) e que se encaixa no anel (102), em cuja mesa, uma bobina de transmissão para a transferência de energia eletromagnética está situada; em que preferencialmente a estação base adicionalmente tem uma reentrância alongada (201) formada na superfície superior (205) para acomodara peça do alojamento cilíndrico (101), bem como uma reentrância circular (202) que se estende ao redor da dita mesa elevada (203) para a- comodaro anel (102).
11. Peça de aspersão (20) de um instrumento (1), que compre- ende: um corpo cilíndrico oco (21) com uma extremidade de entrada (23) e um bocal de saída (29) para fixar uma agulha aspersora (25) na mes- ma; um êmbolo deslocável axialmente (22) disposto no interior do corpo (21), cujo êmbolo, no seu lado livre dirigido para fora, do bocal de saí- da (29) é fornecido com um membro de acoplamento (27, 150) para o aco- plamento com uma peça de vibração (30), como definida em qualquer uma das reivindicações 1-9.
12. Peça de aspersão, de acordo com a reivindicação 11, em que o corpo (21) perto da extremidade de entrada (23) é fornecido com asas ou flanges prolongados externamente (24).
13. Peça de aspersão, de acordo com a reivindicação 11 ou 12, em que o membro de acoplamento (150) compreende um transportador em forma de disco (151) com braços de preensão (152) dispostos ao redor de sua circunferência, sendo que os braços de preensão em suas extremidades são munidos de projeções (153) moldadas em rebarba ou moldadas em for- ma de seta dirigidas internamente; em que o número de braços de preensão (152) é de preferência igual a 2; em que as superfícies interiores (155) dispostas uma na direção da outra, destes braços de preensão (152) são preferencialmente superfícies paralelamente mútuas.
14. Peça de aspersão, de acordo com a reivindicação 13, em que o transportador em forma de disco (151) é feito de um material transpa- rente; em que o transportador é provido com um encaixe (160) que efe- tua uma vedação líquida com relação ao cilindro (21), cujo encaixe (160), de preferência também é feito de um material transparente.
15. Instrumento (1; 100) compreendendo uma peça de vibração (30; 130), como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 9 e uma peça de aspersão (20), como definida em qualquer uma bdas reivindicações 11 a 14, com uma agulha aspersora (25) acoplada ao bocal de saída (29).
16. Sistema de instrumento, compreendendo uma peça de vi- bração (30; 130), como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 9, bem como uma pluralidade de peças de aspersão (20), como definidas em qualquer uma das reivindicações 11 a 14 e uma pluralidade de agulhas as- persoras (25) conectáveis às peças de aspersão (20).
17. Método para proporcionar um jato de vibração de líquido, compreendendo as etapas de: fornecer uma peça de aspersão (20), como definida em qualquer uma das reivindicações 11 a 14; acoplara agulha aspersora (25) ao corpo (21); proporcionar uma peça de vibração (130) como definida em qualquer uma das reivindicações 5 a 9; acoplar a peça de aspersão (20) e a peça de vibração (130) uma na outra; exercer pressão para o lado frontal interno do anel (102) da peça de vibração (130), a fim de Iigaro gerador de vibração (34) e para pressionar o êmbolo (22) em direção da agulha aspersora (25).
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