BRPI0808228A2 - "método e aparelho para a desidratação de água não reagida contida em uma pasta de gás hidrato gerada através do contato gás-liquido entre a água materia prima e o gás matéria -prima". - Google Patents
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Description
“MÉTODO E APARELHO PARA A DESIDRATAÇÃO DE ÁGUA NÃO REAGIDA CONTIDA EM UMA PASTA DE GÁS HIDRATO GERADA ATRAVÉS DO CONTATO GÁS-LÍQUIDO ENTRE A ÁGUA MATÉRIA PRIMA E O GÁS MATÉRIA PRIMA”,
5 A presente invenção relata um aparelho de desidratação para uma pasta fluída de gás hidrato, e mais especificamente, à uma aparelho de desidratação em uma usina de produção de gás hidrato na qual a pasta fluída de gás hidrato é gerada por estar sujeita à uma reação de hidratação do gás matéria prima, como metano ou similar, e água como matéria prima.
Nos recentes anos, gás natural contendo metano ou outro similar como principal componente tem capturado muito de refletores como uma fonte de energia limpa. Então, para propósito de transporte e armazenamento, uma prática de transformar o referido gás natural em um gás natural liqüefeito (doravante referido como LNG) é sendo conduzida. Uma vez, entretanto, que o transporte e 15 o armazenamento de uma gás na forma de um LNG requerer mantê-lo em estado cirogênico, não somente um sistema de geração, mas também um sistema de transporte e um sistema de armazenamento tem se tornado muito oneroso. Como uma conseqüência, eles ficam Iimitadso somente ao campo de gás em grande escala, e sendo economicamente inviáveis para campos de gás 20 de pequena escala.
Sob essas circunstâncias, estudos na fabricação de gás hidrato natural (doravante simplesmente referido como gás hidrato) pela motivação do gás natural para reagir com água, e o seu transporte ou armazenamento através do gás hidrato sendo realizado. Com relação à este gás hidrato, é muito conhecido 25 no estado da técnica que o gás matéria prima e a água matéria prima sejam introduzidos em um reator no qual uma predeterminada temperatura e pressão selecionada entre eles, por exemplo, temperatura de 1 à 10° C e pressões atmosféricas de 30 à 100 atmosferas são retidas, para gerar uma pasta fluída que contenha gás hidrato como cristalino. Dessa forma, esta pasta fluída é 30 introduzida em um aparelho de desidratação para separar e remover água não reagida, e sendo subseqüentemente novamente trazido em contato com o gás matéria prima para a fabricação de um gás hidrato pulverizado tendo baixo conteúdo de água. Em uma usina de produção para o referido gás hidrato, um aparelho de desidratação do tipo imprensa de parafuso horizontal são propostos como aparelhos de desidratação (ver por exemplo Documento Patente 1).
Um aparelho de desidratação do tipo imprensa de parafuso horizontal como descrito 5 no Documento Patente 1 é feito de uma construção dupla combinadas com uma parede interna de malha processada, e um corpo cilíndrico constituindo uma concha externa situada no lado externo da parede interna, e sendo configurada de modo que p gás hidrato seja drenado à partir das malhas processadas na parede interna pelo avanço do gás hidrato enquanto forçosamente comprimindo-o pela haste 10 parafusada montada no interior da parede interna.
No referido aparelho de desidratação, o gás hidrato foi consolidado e então aderido à superfície de um parafuso, durante o referido processo o de desidratação do referido gás hidrato. Como um resultando, uma carga da haste parafusada foi aumentada, e assim o referido aparelho de desidratação solicitado para ser direcionado em um alto torque.
Assim, no sentido de solucionar o problema com o referido aparelho de desidratação, os presentes inventores estudaram um aparelho de desidratação no qual a pasta fluída do gás hidrato é fornecida no corpo cilíndrico por uma bomba de lodo, e a água sendo drenada naturalmente a partir de uma parte 20 porosa do corpo cilíndrico enquanto motivando-a a se mover para cima, na sucessão, através do uso de um aparelho de desidratação do tipo vertical tendo uma seção de separação formada para ser porosa em uma seção intermediária de um corpo cilíndrico (por exemplo, Documentos Patentes 2, 3).
O aparelho de desidratação do tipo vertical como descrito no Documento 25 Patente 2, os presentes inventores previamente propuseram, a inclusão de um corpo principal cilíndrico com orifícios de drenagem formados substancialmente na seção intermediária, e uma seção de coleta da desidratação (câmara de drenagem) provida em torno dos referidos orifícios de drenagem (drenos). Então, a pasta fluída do gás hidrato suprida ao aparelho de desidratação é designada 30 para ser desidratada resultando da água não reagida sendo drenada dos orifícios de drenagem.
Ainda um aparelho de desidratação do tipo vertical como descrito no Documento Patente 3, os presentes inventores previamente propuseram sendo configurado de modo que a coluna de desidratação seja feita de uma construção cilíndrica dupla consistindo de dois corpos cilíndricos de um tubo interno e um tubo externo, e elementos de filtragem de desidratação sendo providos em ambas paredes laterais do tubo interno e do tubo externo respectivamente, e dessa 5 forma a água não reagida sendo motivada para escoar da coluna através de ambos os elementos de filtragem providos no tubo interno e no tubo externo. Incidentalmente, uma vez que o aparelho de desidratação como descrito no Documento Patente 2 é configurado de modo que a água e o hidrato sejam separados pela ação da gravidade, havia um problemas de baixos índices nos 10 quais a água não reagida era drenada pelos orifícios de drenagem. Em adição, a coluna de desidratação deveria ser alta o suficiente para alcançar a desidratação eficiente, e então havia um problema com o aumento no tamanho do aparelho. Uma coluna de desidratação como descrita no outro Documento Patente 3, inclui uma chapa inferior de formato anular, uma chapa blindada em formato anular, 15 um dispositivo de compressão do gás hidrato, e uma pluralidade de lâminas tubulares providas na forma radial na extremidade inferior de modo a formar uma construção complicada. Assim sendo, havia um problema de que um período requerido para fabricar a coluna de desidratação se tornava longo, além de ter alto custo.
Documento Patente 1: Pedido de Patente Japonês Kokai Publicação No. 2003- 105362;
Documento Patente 2: Pedido de Patente Japonês Kokai Publicação No. 2006- 111769;
Documento Patente 3: Pedido de Patente Japonês Kokai Publicação No. 2006- 257359.
Assim, os presentes inventores, tendo em vista os problemas apontados nos Documentos Patentes 2 e 3, tem procurado para prover uma coluna de desidratação de um corpo principal cilíndrico da coluna de desidratação aperfeiçoando a capacidade de drenagem na parte mediana de uma camada de gás hidrato.
A presente invenção foi feita para solucionar os acima-descritos problemas, e um método de desidratação em uma usina de produção de um gás hidrato de acordo com a presente invenção sendo um método para a desidratação de água não reagida contida em uma pasta fluída de gás hidrato gerada através do contato do gás-líquido entre a água material prima e do gás matéria prima, caracterizada pelo fato de um tubo externo ser harmonizado em torno do tubo interno do referido aparelho de desidratação paras formar uma seção de drenagem, e uma 5 diferença de pressão entre a referida seção de drenagem e uma camada de gás hidrato formada no nível superior de uma seção de drenagem do referido tubo interno sendo gerado por exaustão de um gás da referida seção de drenagem e/ou introduzindo um gás da parte superior do referido tubo interno.
Então, o aparelho de desidratação na usina de produção do gás hidrato de 10 acordo com a invenção é um aparelho para desidratar a água não reagida contida na pasta do gás hidrato purificado através do contato do gás-líquido entre a água matéria prima e o gás matéria prima, caracterizado por ser configurado de maneira que um tubo externo seja harmonizado em torno de um tubo interno do referido aparelho de desidratação para formar uma seção de 15 drenagem, e uma diferença de pressão entre a referida seção de drenagem e a camada de gás hidrato formada no nível superior da seção de drenagem do referido tubo interno sendo gerado pela exaustão de um gás na referida seção de drenagem e/ou introduzindo um gás de uma parte superior do referido tubo interno.
Com o método de desidratação para um gás hidrato de acordo com a invenção da reivindicação 1, uma diferença entre uma pressão interna de uma câmara de drenagem e uma pressão no interior de um tubo in terno onde o gás hidrato vindo é detectado por um detector de pressão diferencial, e uma operação de uma ventoinha de entrada e/ou uma ventoinha alimentadora do gás sendo 25 controladas de acordo com seu sinal. Assim sendo, uma diferença de pressão entre o interior da câmara de drenagem e o interior do tubo interno poderá ser retida à um predeterminado valor e sua pressão diferencial poderá ser aumentada, e como a água não reagida contida no gás hidrato é comprimida à partir da seção de drenagem, a eficiência da desidratação é aperfeiçoada.
Com o aparelho de desidratação do gás hidrato de acordo coma reivindicação 2 da invenção, uma diferença entre uma pressão interna da câmara de drenagem e uma pressão interna em um tubo interno onde o gás hidrato surge sendo detectado por um reator de pressão diferencial, e uma operação de uma ventoinha de entrada e/ou uma ventoinha de alimentação do gás sendo controladas de acordo com seu sinal. Assim sendo, uma diferença de pressão entre o interior da câmara de drenagem e o interior do tubo interno poderá ser retida à um predeterminado valor, e sua pressão diferencial poderá ser aumentada, e a água não reagida contida no gás hidrato sendo comprimida e drenada na seção de drenagem. Como um resultado, um aparelho de desidratação tendo bom desempenho e de pequeno tamanho poderá ser provido.
A presente invenção será melhor compreendida fazendo-se detalhada referência aos desenhos em anexo, apresentados em caráter exemplificativo e não limitativo, nos quais:
- A Figura 1 é uma vista esquemática da primeira configuração exemplar de um aparelho de desidratação em uma usina de produção de um gás hidrato de acordo com a presente invenção;
- A Figura 2 é uma vista esquemática da segunda configuração exemplar de um aparelho de desidratação em uma usina de produção de um gás hidrato de acordo com a presente invenção;
- A Figura 3 é uma vista esquemática da terceira configuração exemplar de um aparelho de desidratação em uma usina de produção de um gás hidrato de acordo com a presente invenção.
EXPRESSÃO DOS NÚMEROS REFERENCIAIS
1 reator 2 linha de fornecimento do gás 3 linha de fornecimento da água 4 líquido refrigerante linha da pasta fluída 6 aparelho de desidratação 7 seção de separação 8 tubo interno 9 tubo externo câmara de drenagem 11 linha de exaustão 12 linha de drenagem 13 camada de hidrato 14 seção de armazenamento hélice espiral transportadora 16 linha de suprimento de gás 17 primeiro tubo externo 18 segundo tubo externo 19 parede divisional câmara de comunicação B1 ventoinha fornecedora de gás matéria prima B2 ventoinha de exaustão B3 ventoinha alimentadora de gás P1 bomba de lodo S pasta fluida G gás W água H gás hidrato x1 detector de pressão diferencial x2 escala de nível A seguir, exemplares configurações do um aparelho de desidratação em uma usina de produção de um gás hidrato de acordo com a presente invenção serão descritas com referência à Figura 1 à Figura 3.
Exemplo 1
A Figura 1 é uma vista esquemática para ilustrar a primeira configuração exemplar de um aparelho de desidratação em uma usina de produção de um gás hidrato de acordo com a presente invenção. Na Figura 1, um reator 1 é retido em predeterminada pressão e temperatura. Um gás matéria prima G1 de uma linha de fornecimento de gás 2 ao reator 3 e a água matéria prima W1 da linha de fornecimento de água são respectivamente introduzidos, e assim uma pasta de gás hidrato S é gerada.
Então a pasta fluída S é suprida através de uma linha de pasta fluída 5 tendo uma bomba de lodo P1 para um aparelho de desidratação 6, onde será separada na água não reagida W2 e no gás hidrato H. Para descreve-lo em detalhes, o aparelho de desidratação 6 é configurado de modo que um tubo interno 8 tendo uma seção de separação 7 constituída de, por exemplo, elementos porosos ou similares, e um tubo externo 9 harmonizado para ter um predeterminado espaçamento do tubo interno 8 formando uma câmara de drenagem 10, uma extremidade de uma linha de gás de exaustão 11 tendo uma ventoinha de 5 exaustão B2 sendo conectada à parte superior da referida câmara de drenagem 10, uma extremidade de uma linha de drenagem 12 tendo uma bomba de drenagem P2 sendo conectada à parte inferior da referida câmara de drenagem 10, e então um detector de pressão diferencial x1 para detectar a pressão diferencial entre uma pressão no interior do tubo interno 10 sendo provido, e 10 dessa forma a referida ventoinha de exaustão B2 sendo conectada de acordo com o sinal do detector de pressão diferencial x1.
Em adição, é provida uma linha de fornecimento 16 para o gás matéria prima conectado à parte superior de um reator onde uma pasta fluída de gás hidrato S é gerada, bem como sendo conectado à lateral da extremidade superior do tubo 15 interno 8, e uma ventoinha de alimentação do gás B3 sendo provida na linha de fornecimento 16, e configurada para ser controlada de acordo com o sinal do detector de pressão diferencial x1.
Nesta configuração, a pressão no tubo interno 8 é mantida maior por uma valor predeterminado da pressão do que na câmara de drenagem 10 por direcionar tanto uma ou ambas ventoinhas de exaustão B2 e a ventoinha alimentadora do gás B3 sob a ação do detector de pressão diferencial x1.
Então, quando a pasta fluída do gás hidrato S gerada no referido reator 1 é introduzida na parte inferior do tubo interno 8 constituindo o aparelho de desidratação 6, a pasta fluída se move para cima no tubo interno 8 para alcançar uma seção de separação 7, onde a água não reagida W2 formando a pasta fluída S é drenada na câmara de drenagem 10.
O gás hidrato H do qual a água não reagida W2 tem sido drenada se move ainda para cima no tubo interno 8, que forma uma camada de gás hidrato 13 na lateral superior do tubo interno 8. Neste momento, uma parte da água não reagida W2 30 sobe para a parte inferior da camada de gás hidrato 13 (próxima da seção de separação 7) devido à capilaridade e ela sendo habilitada para formar uma camada de gás hidrato tendo um alto conteúdo de água. Então, como um gás matéria prima G1 é introduzido no tubo interno 8 e assim a pressão no interior do tubo interno 8 se torna maior do que a pressão no interior da câmara de drenagem 10, a água não reagida W2 é comprimida nos orifícios da seção de separação 7, estando pronta para ser drenada na câmara de drenagem 10.
A água não reagida W2 que tenha sido drenada na câmara de drenagem 10 é 5 sugada por uma bomba de drenagem P2, e retornada através de uma linha de drenagem 12 ao reator 1. Um aferidor de nível x2 é equipado na referida câmara de drenagem 10, e a bomba de drenagem P2 sendo controlada de acordo com o sinal do aferidor de nível x2 de modo que o nível do fluído da água não reagida W2 que tenha sido drenada na câmara de drenagem 10 seja controlada para ser 10 mantida em uma predeterminada posição.
Então, o gás hidrato H que tenha sido desidratado é fornecido ao equipamento na lateral descendente do mesmo por uma hélice espiral transmissora 15 como um dispositivo de descarga.
De acordo com o presente Exemplo, a pressão interna na câmara de drenagem poderá ser reduzida inferiormente do que a pressão no interior do tubo interno 8 pela sucção de um gás na câmara de drenagem 10 com o uso da ventoinha de exaustão B2, que possibilita sugar a água não reagida W2 contida na pasta fluída.
Em adição, um gás matéria prima G1 é circulado pela ventoinha alimentadora do 20 gás B3 na parte superior do tubo interno 8 à câmara de drenagem 10, e então o gás matéria prima poderá ser trazido em contato contracorrente com a camada do hidrato 13 e a água não reagida W2 poderá ser purgada e removida. Neste caso, ela será suficiente para colocar a ventoinha de exaustão B2 em pausa de maneira a permitir o gás matéria prima fluir em uma linha secundária (não mostrado).
No caso do processo de desidratação, uma parte da água não reagida W2 é sujeita à uma reação de hidratação de modo a se tornar hidratada através do contato com o gás matéria prima G1, que então exerce efetividade de modo que
o conteúdo de água da camada do hidrato 13 possa ainda ser reduzido. Em adição, será fácil controlar a pressão no interior do tubo interno 8 de modo a não ser inferior do que no interior de um gerador 1, onde não há risco que o hidrato possa ser decomposto durante o processo de desidratação.
Além disso, o gás na câmara de drenagem 10 poderá ser sugado pela ventoinha de exaustão B2, enquanto circulando o gás matéria prima G1 pela ventoinha alimentadora do gás B3 da parte superior do tubo interno 8 para a câmara de drenagem 10. Neste caso, uma vez que a referida efetividade possa ser obtida ao mesmo tempo, uma excelente efetividade de desidratação poderá ser obtida. Exemplo 2
5 A Figura 2 é uma vista esquemática para ilustrar a segunda configuração exemplar de um aparelho de desidratação de um gás hidrato de acordo com a presente invenção, sendo que as mesmas letras e números daqueles da Figura
1 denotam os mesmos nomes a assim suas descrições serão omitidas.
Na Figura 2, um aparelho de desidratação 6 inclui um tubo interno 8 tendo uma 10 seção de separação 7, um tubo externo 9 harmonizado para ter um predeterminado espaçamento do tubo interno 8, e uma parede divisional 19 situada entre o tubo externo 9 e o tubo interno 8 e fixada na parte superiro da referida seção de separação 7, onde uma câmara de comunicação que se comunica com o interior do tubo interno 8 sobre a parede divisional 19 e 15 uma câmara de drenagem 10 abaixo da câmara de comunicação 20 são formadas.
Um detector de pressão diferencial x1 é designado para detectar uma pressão diferencial entre o interior da câmara de comunicação 20 e o interior da câmara de drenagem 10 e para controlar a ventoinha de exaustão B2 e/ou a ventoinha de alimentação do gás B3.
Um aferidor de nível x2 é provido na referida câmara de drenagem 10, e a bomba de drenagem 10 P2 sendo controlada de acordo com o sinal do aferidor de nível x2 de modo que um nível líquido da água não reagida W2 drenada na câmara de drenagem 10 será mantido em uma predeterminada posição.
No aparelho de desidratação 6 configurado desta forma, uma pressão no interior do tubo interno 8 é mantida superior por um predeterminado valor de pressão do que a pressão no interior da câmara de drenagem 10 pelo direcionamento da ventoinha alimentadora do gás B3, enquanto estiver sob a ação do referido detector de pressão diferencial x1. Então, quando a pasta fluída do gás hidrato S 30 gerada no referido reator 1 é introduzida na parte inferior do tubo interno 8 constituindo o aparelho de desidratação 6, a pasta fluída S sobe no tubo interno 8 para atingir a seção de separação 7, onde a água não reagida W2 formando a pasta fluída S é drenada na câmara de drenagem 10. O gás hidrato H do qual a água não reagida W2 tem sido drenada sobre no tubo interno 8, que forma uma camada de gás hidrato 13 na lateral superior do tubo interno 8. Neste momento, uma parte da água não reagida W2 se move para a parte inferior da camada de gás hidrato 13 (próxima da seção de separação 7) 5 devido à capilaridade , sendo apropriada para formar uma camada de gás hidrato tendo um lato conteúdo de água. Entretanto, como um gás matéria prima G1 é introduzido no tubo interno 8 e então a pressão interior do tubo interno 8 se torna maior do que a pressão no interior da câmara de drenagem 10, a água não reagida sendo comprimida nos orifícios da seção de separação 7, estando assim 10 para ser drenada na câmara de drenagem 10.
A água não reagida W2 que tem sido drenada na câmara de drenagem 10 é sugada por uma bomba de drenagem P2, e sendo retornada através de uma linha de drenagem 12 ao reator 1. Um calibrador de nível x2 é equipado na referida câmara de drenagem 10, e a bomba de drenagem P2 sendo controlada 15 de acordo com o sinal do calibrador de nível x2 de modo que o nível do fluído da água não reagida W2 que tenha sido drenada na câmara de drenagem 10 seja controlada para ser mantida em uma predeterminada posição.
Então, o gás hidrato H que tenha sido desidratado é suprido ao equipamento na lateral descendente por uma hélice espiral transportadora 15 como um dispositivo de descarga.
De acordo com o presente Exemplo, o aparelho de desidratação 6 é feito de uma construção com um tubo duplo com a câmara de drenagem 10 na lateral externa e o tubo interno 8 na lateral interna, que tenha aperfeiçoado a resistência da pressão comparada com a construção na qual o tubo externo é provido em uma 25 parte do tubo interno. Assim sendo, uma diferença de pressão (pressão diferencial) entre o interior da câmara de drenagem 10 e o interior do tubo interno 8 poderá tomar um valor maior pela ativação da ventoinha de exaustão B2 e/ou da ventoinha alimentadora do gás B3, e a água não reagida W2 da pasta fluída poderá ser drenada mais fortemente do que no Exemplo acima descrito.
Além disso, uma vez que uma coluna de desidratação é feita de uma construção com tubo duplo, a seção de separação 7 poderá ser provida da lateral inferior à lateral superior do tubo interno, e então a performance de desidratação da pasta fluída será aperfeiçoada. Assim sendo, o tamanho do aparelhe de desidratação poderá ser feito significantemente menor do que um aparelho de desidratação do tipo gravidade vertical convencional.
No presente Exemplo também, um gás contido na câmara de drenagem 10 é sugado através de uma linha de exaustão de gás 11, e o gás matéria prima G1 5 poderá ser introduzido no tubo interno 8 através da linha de suprimento 16. Em adição, pela sucção do gás contido na câmara de drenagem 10 através do uso da ventoinha de exaustão B2, uma pressão interna na câmara de drenagem 10 poderá ser reduzida inferior à da pressão interior do tubo interno 8, e a água não reagida W2 contida na pasta fluída poderá também ser sugada.
Exemplo 3
A Figura 3 é uma vista esquemática ilustrando a terceira configuração exemplar de um aparelho de desidratação de um gás hidrato de acordo com a presente invenção. Na Figura 3, as mesmas referências de letras e de números como aquelas das Figuras 1 e 2 denotam os mesmos nomes e suas descrições serão omitidas.
Na Figura 3, um primeiro tubo externo 17 é uma parede divisional em formato de borda na qual a parte superior é uma periferia de um tubo in terno 8 e sendo fixado à parte superior da seção de separação 7, e a parte inferior sendo aberta. O primeiro tubo externo 17 e o tubo interno 8 forma uma câmara de drenagem 20 10 e uma câmara de comunicação 20 cujas partes inferiores são abertas. A diferença entre a pressão no interior da câmara de comunicação 20 e a pressão no interior da câmara de drenagem 10 é detectada por um detector de pressão diferencial x1, e uma ventoinha de exaustão B2 e/ou uma ventoinha alimentadora de gás B3 são controladas de acordo com seu sinal.
Em adição, uma operação de uma bomba de sucção 14 é controlada por um aferidor de nível 18 de modo que a extremidade inferior do primeiro tubo externo 17 poderá se tornar inferior do que um nível de fluído da água não reagida W2 que tenha sido drenada de uma pasta fluída S. O interior do primeiro tubo externo 17 (câmara de drenagem 10) e o da câmara de comunicação 20 são 30 vedados pela água não reagida W2.
No aparelho de desidratação 6 configurado desta forma, a pressão interna em um segundo tubo externo 18 é mantida mais alta por um valor predeterminado da pressão do que da pressão interior de um primeiro tubo externo 17 pelo direcionamento da ventoinha alimentadora de gás B3, enquanto estiver sob a ação do detector de pressão diferencial x1. Então, quando uma pasta fluída do gás hidrato S gerada no reator 1 é introduzida na parte inferior do tubo interno 8, a pasta fluída sobe no tubo interior para alcançar a seção de separação 7, onde 5 a água não reagida W2 formando a pasta fluída S é drenada no primeiro tubo externo 17.
O gás hidrato H do qual a água não reagida W2 tenha sido drenada se move ainda para cima no tubo interno 8, que forma uma camada de gás hidrato 13 na lateral superior do tubo interno 8. Neste momento, uma parte da água não 10 reagida W2 sobe para a parte inferior da camada de gás hidrato 13 (próxima da seção de separação 7) devido à capilaridade estando adequada para formar uma camada de gás hidrato tendo alto conteúdo de água. Entretanto, como um gás matéria prima G1 é introduzido no tubo interno 8 e então a pressão interior do tubo interno 8 se torna mais alta que a pressão no interior do primeiro tubo 15 externo 17, a água não reagida W2 é comprimida nos orifícios da seção de separação 7, e desta forma poderá ser drenada no primeiro tubo externo 17.
A água não reagida W2 drenada no primeiro tubo externo 17 é sugada por uma bomba de drenagem P2 e retornada através de uma linha de drenagem 12 à um reator 1. Um aferidor de nível x2 é, provido no referido primeiro tubo externo 17, 20 e a bomba de drenagem P2 é controlada de acordo com o sinal do aferidor de nível x2 de maneira que um nível de fluído da água não reagida W2 que tenha sido drenada no primeiro tubo externo 17 seja controlada para ser mantida em uma predeterminada posição.
Então, o gás hidrato H que tenha sido desidratado é fornecido ao equipamento na lateral descendente do mesmo por uma hélice espiral de transporte 15 como um dispositivo de descarga.
Na configuração exemplar, uma vez que ela é designada para detectar uma diferença entre a pressão interior da câmara de comunicação 20 e a pressão interior na câmara de drenagem 10, uma bomba de drenagem P2 será ativada 30 de modo a se atingir a uma predeterminada pressão diferencial que tenha sido pré-estabelecida em um aferidor de nível x2, por exemplo, mesmo se a pressão no interior do tubo interno 8 for alterada pela alteração do status da operação. Como uma conseqüência, o aparelho poderá continuar a operar sem deterioração do raio de desidratação ou pela velocidade da desidratação, ou algo similar. Em adição, se a referida pressão diferencial for alterada, um nível de fluído da água não reagida W2 que veda o interior da câmara de drenagem 10 e o da câmara de comunicação 20 é designado para ser alterado no nível da água 5 dependendo da magnitude de sua pressão diferencial. Conseqüentemente, possíveis danos ao aparelho de desidratação quando a alteração da pressão esporádica ocorrer serão prevenidos.
Claims (2)
1. “MÉTODO PARA A DESIDRATAÇÃO DE ÁGUA NÃO REAGIDA CONTIDA EM UMA PASTA DE GÁS HIDRATO GERADA ATRAVÉS DO CONTATO GÁSLÍQUIDO ENTRE A ÁGUA MATÉRIA PRIMA E O GÁS MATÉRIA PRIMA”, caracterizado por compreender as etapas de: harmonização de um tubo externo em torno de um tubo interno do referido aparelho de desidratação para formar uma seção de drenagem; e a exaustão de uma gás na referida seção de drenagem e/ou pela introdução de um gás na parte superior do referido tubo interno de modo a gerar uma pressão diferencial entre a referida seção de drenagem e uma camada de gás hidrato formada no nível superior da seção de drenagem do referido tubo interno.
2. “APARELHO PARA A DESIDRATAÇÃO DE ÁGUA NÃO REAGIDA CONTIDA EM UMA PASTA DE GÁS HIDRATO GERADA ATRAVÉS DO CONTATO GÁS-LÍQUIDO ENTRE A ÁGUA MATÉRIA PRIMA E O GÁS MATÉRIA PRIMA”, caracterizado por um tubo externo ser harmonizado em torno de um tubo interno do referido aparelho de desidratação para formar uma seção de drenagem, e uma diferença de pressão entre a referida seção de drenagem e a camada de gás hidrato formada no nível superior da seção de drenagem do referido tubo interno sendo gerada pela exaustão de uma gás da referida seção de drenagem e/ou pela introdução de um gás da parte superior do referido tubo interno.
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