BRPI0808670A2 - Esquema de mensagem para contrôle de potência - Google Patents

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BRPI0808670A2
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different
interference
indications
traffic
power control
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Tingfang Ji
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Qualcomm Inc
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Description

"ESQUEMA. DE TROCA DE MENSAGENS PARA CONTROLE DE POTÊNCIA". Reivindicação de Prioridade de acordo com 35 U.S.C. §119
Este pedido reivindica o benefício do e prioridade para o pedido de patente provisório No. 60/894 5 184, de propriedade do cessionário do presente pedido, depositado a 9 de março de 2007, intitulado Método e Equipamento para Habilitar Algoritmo de Controle de Potência de Baixo Overhead, cuja revelação é por este aqui incorporada à guisa de referência.
Campo da Invenção
Este pedido refere-se de maneira geral a comunicações sem fio e, mais especificamente, mas não exclusivamente, a um esquema de troca de mensagens para controlar a potência de transmissão de um aparelho sem fio. Descrição da Técnica Anterior
Um aparelho eletrônico pode suportar uma ou mais tecnologias de comunicação para transmitir informações para e receber informações de outros aparelhos eletrônicos. Por exemplo, um aparelho eletrônico pode suportar tecnologias 20 sem fio tais como WiMAX, WiFi e CDMA para comunicação através de ondas aéreas com outro aparelho.
Em um aparelho sem fio, a seleção de um nível de potência no qual sinais são transmitidos pode basear-se em diversos fatores. Por exemplo, quando um sinal é 25 transmitido a uma potência de transmissão mais elevada, um aparelho de recepção afim pode recuperar mais prontamente quaisquer dados por meio desse sinal. Entretanto, a transmissão a níveis de potência elevados pode causar interferência nos aparelhos sem fio vizinhos e pode 30 resultar em vida útil de bateria reduzida para o aparelho de transmissão (para um aparelho móvel, por exemplo). Em vista do exposto acima, diversos esquemas foram desenvolvidos em uma tentativa de manter um equilíbrio ótimo entre transmissões de alta qualidade e níveis de potência de transmissão aceitáveis. Por exemplo,
o padrão IEEE 802.16 descreve um esquema de potência no qual uma estação de assinante pode determinar a potência de transmissão para um link reverso utilizando um procedimento de controle de potência de malha fechada, uma estação base transmite mensagens de controle de potência para a estação 10 de assinante e a estação de assinante seleciona o nível de potência de transmissão especificado por estas mensagens. Sob o controle de potência de malha aberta, a estação de assinante seleciona um nível de potência de transmissão com base em uma equação de controle de potência. Aqui, a 15 estação de assinante pode determinar alguns dos parâmetros para a equação de controle de potência por sua própria conta e pode obter outros parâmetros da estação base.
Resumo da Invenção
Segue-se um sumário de aspectos de amostra da revelação. Deve ficar entendido que qualquer referência aqui ao termo aspectos pode ser a um ou mais aspectos da revelação.
A revelação refere-se sob alguns aspectos ao controle de potência para comunicação sem fio. Em 25 particular, a revelação refere-se ao fornecimento de informações a um aparelho sem fio que o aparelho sem fio pode utilizar para selecionar uma potência de transmissão. Por exemplo, o aparelho sem fio pode utilizar as informações recebidas para fornecer um ou mais parâmetros 30 para uma equação de controle de potência.
Sob alguns aspectos, um aparelho sem fio, tal como uma estação base, transmite informações relacionadas com controle de potência que são vetorizadas com base em um ou mais fatores de classificação. Por exemplo, a estação base pode enviar informações diferentes para classes diferentes de qualidade de serviço, atribuições diferentes dentro de um quadro, zonas de permuta diferentes,
diferenças de canal diferentes, localizações diferentes de um nó sem fio, tipos de canal diferentes, valores de interferência de outros setores diferentes, tamanhos de atribuição diferentes ou alguma combinação destes fatores de classificação. Outro aparelho sem fio, tal como uma 10 estação de assinante que recebe estas informações vetorizadas, pode utilizar as informações associadas a um fator de classificação específico ou a fatores específicos para definir a potência de transmissão de um fluxo de tráfego (tráfego de uplink, por exemplo).
Sob alguns aspectos, uma estação base monitora a
interferência e transmite informações (valores de NI) referentes a essa interferência observada para uma estação de assinante, que utiliza as informações para fixar sua potência de transmissão. Aqui, a estação base pode 20 transmitir informações de interferência diferentes para fatores de classificação diferentes (como, por exemplo, referentes a classes de qualidade de serviço diferentes, zonas de permuta diferentes e assim por diante). Por exemplo, a estação base pode transmitir um conjunto de 25 valores de interferência referente à interferência observada durante a transmissão de tráfego associada a uma classe de qualidade de serviço. Além disto, a estação base pode transmitir outro conjunto de valores de interferência referentes à interferência observada durante a transmissão 30 de tráfego associada a outra classe de qualidade de serviço. Da mesma maneira, a estação base pode transmitir um conjunto de valores de interferência referente à interferência observada para uma zona de permuta, e transmitir outro conjunto de valores de interferência referente à interferência observada para outra zona de permuta.
Sob alguns aspectos, uma estação base transmite 5 comandos de controle de potência para uma estação de assinante, que utiliza as informações fornecidas por estes comandos de modo a fixar sua potência de transmissão. Sob alguns aspectos, uma mensagem de controle de potência pode tomar a forma de informações de deslocamento (como, por 10 exemplo, um parâmetro de tabela C/N ou informações
4- · i · ^ ~ , , Offset BSperss
utilizadas para gerar um parametro de . Neste
caso, a estação base pode transmitir informações de
deslocamento diferentes associadas a fatores de
classificação diferentes. Por exemplo, a estação base pode
transmitir informações de portadora-ruido diferentes
baseadas em classes de qualidade de serviço diferentes,
atribuições de quadros diferentes e assim por diante.
Sob alguns aspectos, um aparelho sem fio transmite uma mensagem de controle de potência para outro 20 aparelho sem fio por meio de uma mensagem de atribuição. Por exemplo, a mensagem de controle de potência pode ser enviada por meio de um mapa de uplink da mensagem de atribuição.
Breve Descrição das Figuras Estes e outros aspectos de amostra da revelação
serão descritos na descrição detalhada e nas reivindicações anexas que se seguem, e nos desenhos anexos, nos quais:
A Figura 1 é um diagrama simplificado de vários aspectos de amostra de um sistema de comunicação;
A Figura 2 é um fluxograma de vários aspectos de
amostra de operações de controle de potência; A Figura 3 é um diagrama de blocos simplificado de vários componentes de amostra de um sistema de comunicação;
A Figura 4 é um fluxograma de vários aspectos de amostra de operações que podem ser executadas para fornecer informações de controle de potência;
A Figura 5 é um fluxograma de vários aspectos de amostra de operações que podem ser executadas para controlar a potência de transmissão;
A Figura 6 é um diagrama simplificado de
atribuições de amostra dentro de uma permuta para um quadro;
A Figura 7 é um diagrama simplificado de zonas de permuta de amostra de um quadro;
A Figura 8 é um diagrama simplificado que mostra
uma dependência de amostra de uma indicação vetorizada em diversos fatores de classificação;
A Figura 9 é um diagrama de blocos simplificado de vários aspectos de amostra de aparelhos sem fio de um 2 0 sistema de comunicação; e
As Figuras 10-17 são diagramas de blocos simplificados de vários aspectos de amostra de equipamentos configurados para prover funcionalidade relacionada com controle de potência, conforme aqui ensinada.
De acordo com a prática comum, as diversas
características mostradas nos desenhos podem não ser desenhadas em escala. Por conseguinte, as dimensões das diversas características podem ser arbitrariamente expandidas ou reduzidas para maior clareza. Além disto, 30 alguns dos desenhos podem ser simplificados para maior clareza. Assim os desenhos podem não mostrar todos os componentes de um dado equipamento (um aparelho, por exemplo) ou método. Finalmente, os mesmos números de referência podem ser utilizados para denotar as mesmas características em todo o relatório e nas figuras.
Descrição Detalhada da Invenção
Diversos aspectos da revelação são descritos a seguir. Deve ser evidente que os presentes ensinamentos podem ser corporifiçados em uma ampla variedade de formas e que qualquer estrutura, função específica, ou ambas, que são aqui reveladas, são meramente representativas. Com base nos presentes ensinamentos, os versados na técnica devem entender que um aspecto aqui revelado pode ser implementado independentemente de quaisquer outros aspectos e que dois ou mais destes aspectos podem ser combinados de diversas maneiras. Por exemplo, um equipamento pode ser implementado ou um método pode ser posto em prática utilizando-se qualquer número de aspectos aqui apresentados. Além disto, tal equipamento pode ser implementado ou tal método pode ser posto em prática utilizando-se outra estrutura, funcionalidade, ou estrutura e funcionalidade além dos, ou outros que não um ou mais dos aspectos aqui apresentados. Além disso, um aspecto pode compreender pelo menos um elemento de uma reivindicação.
Para fins de ilustração, a discussão que se segue descreve diversos componentes e operações de um sistema sem fio em que uma estação de assinante determina uma potência 25 de transmissão a ser utilizada para transmissões para uma estação base através de um uplink (também aqui referido como link reverso). Deve ficar entendido que os presentes ensinamentos podem ser aplicados a outros tipos de aparelho sem fio e/ou sistema de comunicação.
Com referência à Figura 1, é mostrado um sistema
de comunicação sem fio de acesso múltiplo. Uma estação base 100 (um ponto de acesso, por exemplo) inclui vários grupos de antenas: um grupo que inclui as antenas 104 e 106, outro grupo que inclui as antenas 108 e 110 e um grupo adicional que inclui as antenas 112 e 114. Na Figura 1, apenas duas antenas são mostradas para cada grupo de antenas. Na prática, contudo, mais ou menos antenas podem ser 5 utilizadas para cada grupo de antenas. Uma estação de assinante 116 (um terminal de acesso, por exemplo) fica em comunicação com as antenas 112 e 114, em que as antenas 112 e 114 transmitem informações à estação de assinante 116 através de um link reverso 118. Uma estação de assinante 10 122 fica em comunicação com as antenas 106 e 108, em que as antenas 106 e 108 transmitem informações à estação de assinante 122 através de um link direto 126 e recebe informações da estação de assinante 122 através de um link reverso 124. Em um sistema duplex por divisão de frequência 15 ("FDD"), os links de comunicação 118, 120, 124 e 126 podem utilizar frequências diferentes para comunicação. Por exemplo, o link direto 120 e o link reverso 118 podem utiliza frequências diferentes.
Cada grupo de antenas e/ou a área na qual elas são projetadas para comunicação podem ser referidos com um setor da estação base. Assim, cada grupo de antenas pode ser projetado para comunicar-se com estações de assinante em um setor das áreas cobertas pela estação base 100.
Para comunicação através dos links diretos 120 e 25 126, as antenas de transmissão da estação base 100 podem utilizar formação de feixes para aperfeiçoar a relação sinal-ruido dos links diretos para as diferentes estações de assinante 116 e 122. Além disto, uma estação base que utilize formação de feixes para transmitir para estações de 30 assinante espalhadas aleatoriamente através da sua área de cobertura pode provocar menos interferência nas estações de assinante em células vizinhas do que em uma estação base que utiliza uma única antena para transmitir para todas as estações de assinante em sua área de cobertura.
Operações e componentes de amostra relacionados com controle de potência de um sistema de comunicação, tal 5 como o sistema da Figura 1, serão agora descritos em conjunto com as Figuras 2 - 5. Resumidamente, a Figura 2 mostra como uma estação base e uma estação de assinante podem cooperar para controlar a potência na estação de assinante. A Figura 3 mostra componentes de uma estação 10 base e uma estação de assinante. A Figura 4 mostra operações de amostra de uma estação base e uma estação de assinante. A Figura 5 mostra operações de amostra de uma estação de assinante.
Por conveniência, as operações dos fluxogramas 15 das Figuras 2, 4 e 5 (ou quaisquer outras operações aqui discutidas ou ensinadas) podem ser descritas como sendo executadas por componentes específicos (componentes de um sistema 300 mostrado na Figura 3, por exemplo). Deve ficar entendido, contudo, que estas operações podem ser 20 executadas por outros tipos de componente e podem ser executadas com a utilização de um número diferente de componentes. Deve ficar também entendido que uma ou mais das operações aqui descritas podem não ser utilizadas em uma dada implementação.
Inicialmente com referência à Figura 2, conforme
representado pelo bloco 202, em diversos pontos no tempo uma estação base (a estação base 302 da Figura 3, por exemplo) monitora uma ou mais condições que podem ter impacto sobre transmissões no uplink. Por exemplo, um 30 controlador de interferência 306 da estação base 302 pode determinar se qualquer transmissão por aparelhos sem fio vizinhos interferiu ou pode interferir com a recepção de transmissões de uplink na estação base 302. Aqui, a estação base 302 pode alocar determinadas frequências e partições de tempo para uma estação de assinante (uma estação de assinante 304, por exemplo) para transmitir para a estação base 302. Esta alocação pode ser baseada, por exemplo, em 5 procedimentos definidos por uma especificação sem fio, como, por exemplo, o WiMAX (o IEEE 802.16, por exemplo), o Wi-Fi (802.11, por exemplo) e assim por diante. Assim, o controlador de interferência 306 pode cooperar com o receptor 308 de um transceptor 310 para monitorar as 10 frequências designadas em uma tentativa de quantificar qualquer interferência que ocorra durante os períodos de tempo alocados para transmissões de uplink.
Conforme representado pelo bloco 204, a estação base 302 (um controlador de potência 312, por exemplo) pode 15 gerar informações a serem enviadas à estação de assinante 304. Conforme descrito a seguir, as informações podem compreender uma indicação de interferência que é baseada nas informações sobre interferência obtidas no bloco 202. Em algumas implementações, estas informações compreendem um 20 valor de ruído e interferência ("NI") que se refere à interferência observada na estação base 302.
Alternativamente ou além disso, as informações geradas no bloco 204 podem compreender um valor de deslocamento de ajuste de potência que indica, por exemplo, 25 quanto a estação de assinante deve ajustar sua potência de transmissão. Por exemplo, estas informações podem incluir uma tabela de deslocamentos portadora-ruído ("C/N") e/ou informações que podem ser utilizadas para fornecer um
„ . , Offset_BSperss _ ,
parametro de para uma equaçao de potência de
malha aberta.
Em alguns casos, a estação base 302 pode gerar informações incrementais que são baseadas em uma ou mais variações em condições (variações de interferência, por exemplo) que ela observa. Por exemplo, se o controlador de interferência 306 detectar um aumento na interferência, o controlador de potência 312 pode gerar uma indicação que instrui a estação de assinante 304 a aumentar incrementai a potência de transmissão. Inversamente, se o controlador de interferência 306 detectar uma diminuição na interferência, a indicação pode instruir a estação de assinante a diminuir incrementalmente a potência de transmissão.
Conforme será descrito mais detalhadamente em conjunto com a Figura 4, sob alguns aspectos as informações geradas no bloco 204 podem ser vetorizadas com base em diversos fatores de classificação (como, por exemplo, diversas condições associadas à transmissão sem fio e/ou à recepção sem fio de informações). Em outras palavras, as informações vetorizadas podem compreender diferentes valores (diferentes valores de NI, por exemplo), cada um dos quais está associado a um conjunto especifico (um ou mais, por exemplo) de fatores de classificação. Por conseguinte, a estação base 302 pode incluir um componente classificador 316 que compreende diversos componentes (como, por exemplo, mapas de bits ou componentes ativos) que são utilizados para identificar um fator de classificação especifico ou fatores de classificação específicos associados às informações a serem enviadas à estação de assinante 304. Para habilitar a estação de assinante 304 a determinar cada fator de classificação associado às informações que recebe da estação base 302, as informações geradas no bloco 204 podem incluir uma indicação do fator ou fatores de classificação afins (um mapa de bits, por exemplo).
Conforme representado pelo bloco 206, a estação base 302 (um transmissor 314, por exemplo) transmite as informações geradas no bloco 204 em diversos tempos. Por exemplo, a estação base 302 pode transmitir as informações a intervalos regulares, com cada quadro transmitido, sempre que as informações se alterem, quando outras mensagens são enviadas, ou em outros tempos.
A estação base 302 pode transmitir as informações no bloco 206 de diversas maneiras. Por exemplo, o transmissor 314 pode enviar as informações em uma mensagem de broadcast, uma mensagem de multicast ou uma mensagem de 10 unicast. Além disto, a estação base 302 pode incluir estas informações em outra mensagem.
Conforme representado pelo bloco 208, a estação de assinante 302 (um componente de receptor 318 de um transceptor 320) recebe as informações transmitidas pela 15 estação base 302 no bloco 206. Conforme representado pelo bloco 210, a estação de assinante 304 (um componente de controlador de potência 322) pode então utilizar estas informações recebidas de modo a definir (especificar ou ajustar incrementalmente, por exemplo) a potência de 20 transmissão da estação de assinante 304.
Conforme mencionado acima, as informações recebidas podem compreender diversos vetores de informação, cada um dos quais está associado a um conjunto específico de fatores de classificação. De maneira semelhante, um 25 fluxo de tráfego (um fluxo de tráfego associado a uma dada conexão, por exemplo) da estação de assinante 304 pode estar associado a um conjunto específico de fatores de classificação. Consequentemente, o controlador de potência 322 pode ser configurado para determinar qual vetor de 30 informações recebidas está associado ao mesmo fator de classificação fixado como o fluxo de tráfego. Para isto, a estação de assinante 304 pode incluir um componente de classificador 324, que identifica os fatores de classificação associados a um dado fluxo de tráfego da estação de assinante 304. Uma vez que o vetor apropriado é identificado, a estação de assinante 304 pode utilizar esse vetor de informação para controlar a potência de transmissão para esse fluxo de tráfego.
Em alguns casos, a estação de assinante 304 pode utilizar uma equação de potência de malha aberta de modo a determinar a potência de transmissão que utilizará para uma transmissão de uplink. Nestes casos, no bloco 210 a estação 10 de assinante 304 determina os parâmetros da equação de potência de malha aberta a serem utilizados para calcular a potência de transmissão. Em algumas implementações, esta equação de potência assume a forma da Equação 1:
P = L + C/N + NI - IOlogi0(R) + Offset SSperss + Offset_BSperss (1)
Segue-se uma descrição resumida dos parâmetros da 15 Equação I. P é a densidade espectral de potência de transmissão em dBm. L é a perda de percurso de link direto (uma estimativa da perda de percurso, por exemplo). C/N é o deslocamento portadora-ruido para o esquema de codificação selecionado (a taxa de modulação/FEC selecionada, por 20 exemplo) . NI é um nivel de potência médio estimado em dBm de ruido e interferência na estação base. R é a taxa de repetição (para a taxa de modulação/FEC selecionada, por
OffsetSSperss
exemplo). é um parâmetro de deslocamento
fornecido pela estação de assinante 304 (ajustado dependendo dos erros vistos pela estação de assinante 304,
OffsetBSperss
por exemplo). é um parâmetro de deslocamento
mantido na estação de assinante 304 que é baseado nas
informações fornecidas pela estação base 302. Por exemplo, Offset_BSPerss _
um valor de pode representar a acumulaçao de
todos os comandos de controle de potência reunidos pela
estação de assinante 304 em conjunto com o recebimento de
diversas mensagens de controle de potência (definidas pelo
padrão IEEE 802.16, por exemplo). Conforme será discutido
mais detalhadamente a seguir, este parâmetro de
deslocamento pode ser baseado, pelo menos em parte, nas
informações recebidas no bloco 208.
A estação de assinante 304 pode utilizar a equação de potência de modo a determinar a potência de transmissão para o link reverso (uplink) em uma base repetida. Por exemplo, a estação de assinante 304 pode recalcular a potência de transmissão sempre que receber uma mensagem de controle de potência da estação base 302.
Com referência agora à Figura 4, várias operações que a estação base 302 pode executar para fornecer informações vetorizadas serão agora descritas mais detalhadamente. Em uma implementação típica, a estação base 302 executará uma ou mais destas operações em uma base repetida. Por exemplo, a estação base 302 pode gerar informações vetorizadas sempre que detectar uma variação na interferência. Neste caso, o procedimento pode ser limitado de alguma maneira a impedir que a operação seja executada com demasiada frequência. Em algumas implementações, a estação base 302 pode gerar informações vetorizadas toda vez que transmite dados (cada quadro, por exemplo) ou espera receber dados. Em algumas modalidades, a estação base 302 pode gerar periodicamente as informações vetorizadas.
Conforme mencionado acima, a estação base 302 pode fornecer informações relacionadas com controle de potência que são vetorizadas com base em um ou mais fatores de classificação. Por exemplo, a interferência observada para o tráfego associado a um fator de classificação (uma zona de permuta, por exemplo) pode ser diferente da interferência observada para o tráfego associado a outro 5 fator de classificação (uma zona de permuta diferente, por exemplo). A estação base 302 pode assim fornecer indicações vetorizadas de interferência, cada uma das quais corresponde à interferência associada a um fator de classificação diferente dentre os fatores de classificação. 10 Desta maneira, uma estação de assinante cujas transmissões estão associadas a um fator de classificação especifico pode ajustar sua potência de transmissão com base em uma indicação recebida de interferência que é especifica desse fator de classificação. Assim, esta abordagem pode prover 15 um controle de potência mais eficaz em oposição a, por exemplo, uma abordagem que utiliza uma única indicação de interferência que se refere a toda a interferência observada em uma estação base.
Por conseguinte, conforme representado pelo bloco 402, a estação base 302 (o classificador 316, por exemplo) identifica os fatores de classificação associados a diferentes fluxos de tráfego sem fio (os fluxos que estão sendo atualmente processados pela estação base 302, por exemplo). Tais fatores de classificação podem incluir, por exemplo, uma classe de qualidade de serviço associada a um fluxo de tráfego, uma atribuição de quadro para um fluxo de tráfego, uma zona de permuta atribuída a um fluxo de tráfego, diferenças de canal em um nó sem fio, a localização de um nó sem fio, o tipo de canal provido por um fluxo de tráfego, interferência de outros setores em um nó sem fio, ou o tamanho de atribuição associado a um fluxo de tráfego. Cada um destes fatores será discutido por sua vez. Em alguns casos, a estação base 302 pode vetorizar informações com base em classes de qualidade de serviço. Para isto, o classificador 316 pode compreender um componente de qualidade de serviço ("QoS") 332, que identifica (define ou determina, por exemplo) as classes de qualidade de serviço associadas a diferentes fluxos de tráfego. Em algumas implementações, uma classe de qualidade de serviço pode referir-se a, por exemplo, um determinado nivel de capacidade de transmissão ou uma latência especifica. Por exemplo, um fluxo de tráfego (tráfego de voz, por exemplo) pode ter requisitos de latência relativamente rigorosos, enquanto outro fluxo de tráfego (tráfego de melhor esforço tal como e-mail e navegação na Web, por exemplo) pode não ter tais requisitos de latência rigorosos. De maneira semelhante, diferentes fluxos de tráfego (tráfego de video e tráfego de áudio, por exemplo) podem ter diferentes requisitos de capacidade de transmissão.
0 esquema de vetorização acima pode ser utilizado, por exemplo, no caso de ser desejável ajustar separadamente a potência de transmissão para diferentes fluxos de tráfego associados a estas diferentes classes de qualidade de serviço. Por exemplo, algumas classes de qualidade de serviço podem não ser afetadas mais adversamente por interferência do que outras classes. Além disto, o tráfego associado a diferentes classes de qualidade de serviço pode experimentar diferentes niveis de interferência. Portanto, conforme discutido a seguir, a estação base 302 pode adquirir separadamente informações (informações sobre interferência, por exemplo) associadas a diferentes classes de qualidade de serviço de modo a fornecer informações que são vetorizadas (diferentes valores de NI, por exemplo) de acordo com as diferentes classes. Quando do recebimento destas informações vetorizadas, a estação de assinante 304 pode selecionar o vetor de informação apropriado para ajustar a potência de transmissão para o tráfego associado a uma classe de qualidade de serviço especifica.
Em alguns casos, a estação base 302 pode vetorizar informações com base em atribuições dentro de um quadro. Para isto, o classificador 316 pode compreender um componente de atribuição de quadros 334, que identifica (define ou determina, por exemplo) as atribuições de quadros associadas a diferentes fluxos de tráfego (quadros de uplink, por exemplo). Em algumas implementações, uma atribuição de quadro pode referir-se a, por exemplo, uma atribuição dentro de uma dada zona de permuta. Por exemplo, um conjunto de especifico de sub-portadoras e simbolos (ou partições de tempo) dentro de um quadro pode ser atribuído a uma dada zona de permuta IEEE 802.16. Além disto, diversas atribuições podem ser feitas dentro da zona de permuta para definir, por exemplo, determinados fluxos de tráfego dessa zona de permuta.
A Figura 6 mostra um exemplo de uma zona de permuta 600 (definida dentro de um quadro WiMAX, por exemplo). Neste caso, diferentes atribuições 602, 604, 606 e 608 referem-se a diferentes subconjuntos das sub25 portadoras (eixo geométrico vertical) e símbolos ou partições de tempo (eixo geométrico horizontal) designados para essa zona de permuta. Deve ficar entendido que diversos tipos de zonas (que incluem zonas de permuta, por exemplo) podem ser definidos para alocar recursos sem fio e 30 que estas zonas podem ser utilizadas para vetorização, conforme aqui ensinado. Tais zonas podem ser baseadas, por exemplo, em uma ou mais de uma dimensão de tempo (partições de tempo, por exemplo), uma dimensão de frequência (subportadoras, por exemplo) , uma dimensão de espaço (posição, por exemplo) e uma dimensão de código (codificação de comunicação, por exemplo).
Este esquema de vetorização pode ser utilizado,
por exemplo, no caso de ser desejável ajustar separadamente a potência de transmissão para diferentes fluxos de tráfego associados a estas diferentes atribuições de quadros. Por exemplo, os fluxos de tráfego associados a algumas atribuições de quadros podem ser afetados mais adversamente 10 pela interferência do que os fluxos de tráfego associados a outras atribuições de quadros. Além disto, o tráfego associado a diferentes atribuições de quadros pode experimentar diferentes níveis de interferência (devidos à interferência dos canais de controle duplexados por divisão 15 de frequência, por exemplo) . Portanto, a estação base 302 pode adquirir separadamente informações (informações sobre interferência, por exemplo) associadas às diferentes atribuições de quadros para fornecer informações que são vetorizadas (diferentes valores de NI, por exemplo) de 20 acordo com as diferentes atribuições de quadros. Quando do recebimento destas informações vetorizadas, a estação de assinante 304 pode selecionar o vetor de informação apropriado para ajustar a potência de transmissão para o tráfego associado a um atribuição de quadro específica.
Em alguns casos, a estação base 302 pode
vetorizar informações com base em diferentes zonas de permuta (zonas de permuta IEEE 802.16, por exemplo). Neste caso, um componente de zona de permuta 336 pode identificar as zonas de permuta associadas a diferentes fluxos de 30 tráfego. Conforme mencionado acima, um conjunto específico de sub-portadoras e símbolos (ou partições de tempo) dentro de um quadro pode ser atribuído a uma dada zona de permuta. A Figura 7 mostra um exemplo simplificado de um quadro 700 que define diversas zonas de permuta. Especificamente, uma zona de permuta com plena utilização de sub-canais ("FUSC") 702 é definida para uma parte de downlink ("DL") do quadro 7 00, enquanto uma zona de permuta com utilização parcial de sub-canais ("PUSC") 704 é definida para uma parte de uplink ("UL") do quadro 700. Deve ficar entendido que várias zonas de permuta podem ser definidas dentro do quadro 700 (como, por exemplo, para ou uma ou a outra ou ambas as partes UL e DL) . Além disto, outros tipos de zonas de permuta (uma PUSC opcional, por exemplo) ou outras zonas, tais como uma zona de longo alcance ("RNG") e uma zona de codificação de modulação adaptativa ("AMC"), podem ser definidos dentro do quadro 700 e utilizados para vetorização.
0 esquema de vetorização acima pode ser utilizado, por exemplo, no caso de ser desejável para ajustar separadamente a potência de transmissão para diferentes fluxos de tráfego associados a estas diferentes 20 zonas de permuta. Por exemplo, fluxos de tráfego (de controle, por exemplo) associados a algumas zonas de permuta podem ser afetados mais adversamente por interferência do que fluxos de tráfego (dados, por exemplo) associados a outras zonas de permuta. Além disto, a 25 interferência observada em uma zona de permuta pode ser diferente da interferência observada em outra zona de permuta. Portanto, a estação base 302 pode adquirir separadamente informações (informações sobre interferência, por exemplo) associadas às diferentes zonas de permuta para 30 fornecer informações que são vetorizadas (diferentes valores de NI, por exemplo) de acordo com as diferentes zonas de permuta. Quando do recebimento das informações vetorizadas, a estação de assinante 304 pode selecionar o vetor de informação apropriado para ajustar a potência de transmissão para o tráfego associado a uma zona de permuta especifica.
Em alguns casos, a estação base 302 pode vetorizar informações com base em diferenças de canal. Neste caso, um componente de diferença de canal 338 pode identificar as diferenças de canal associadas a diferentes nós sem fio e/ou fluxos de tráfego. Aqui, uma diferença de canal pode referir-se a uma diferença entre uma perda de percurso até ou de um setor servidor (de uma estação base afim, por exemplo) e uma perda de percurso até ou de outro setor. Em alguns casos, a diferença de canal para um dado nó sem fio pode depender da localização do nó sem fio dentro de um dado setor. Por exemplo, um nó sem fio localizado próximo de uma borda do setor pode ter uma diferença de canal relativamente pequena, enquanto um nó sem fio localizado próximo do centro do setor pode ter uma diferença de canal relativamente grande.
Tal esquema de vetorização pode ser utilizado, por exemplo, no caso de ser desejável ajustar separadamente a potência de transmissão para diferentes fluxos de tráfego para o e/ou do nó associado a estas diferenças de canal. Por exemplo, quando se tenta compensar a interferência de uplink, a potência de transmissão de um primeiro nó sem fio que tem uma diferença de canal relativamente pequena pode não ser aumentada tanto quanto a potência de transmissão de um segundo nó sem fio que tem uma diferença de canal relativamente grande. Isto pode ser feito, por exemplo, para reduzir a probabilidade de transmissão do primeiro nó sem fio que interfere com a recepção por um nó sem fio de um setor vizinho.
Assim, neste caso, a estação base 302 pode fornecer informações que são vetorizadas (diferentes valores de deslocamento de potência, por exemplo) de acordo com as diferentes diferenças de canal. Por exemplo, quando se tenta aumentar a potência de transmissão, um valor de deslocamento de potência relativamente pequeno pode estar associado a uma pequena diferença se canal, e um valor de deslocamento de potência relativamente grande pode estar associado a uma diferença de canal maior.
Em alguns casos, a estação base 303 pode vetorizar informações com base em informações de localização. Por exemplo, um componente de localização 340 pode identificar a localização de um nó sem fio associado a um fluxo de tráfego específico. Tal esquema de vetorização pode ser utilizado, por exemplo, no caso de ser desejável ajustar separadamente a potência de transmissão para diferentes fluxos de tráfego para e/u de nós sem fio em diferentes localizações. Por exemplo, um primeiro nó sem fio que esteja localizado em uma área de alta congestão (um prédio de apartamentos, por exemplo) pode ser controlado de uma maneira diferente da de um segundo nó sem fio que esteja localizado em uma área de baixa congestão (uma área rural, por exemplo). Aqui, quando se tenta reduzir a probabilidade de que as transmissões do primeiro nó sem fio interfiram com a recepção por um nó sem fio vizinho, a potência de transmissão do primeiro nó sem fio pode não ser aumentada tanto quanto seria, de outro modo, o caso de o nó estar localizado em uma área de baixa congestão.
No exemplo acima, a estação base 302 pode, portanto, fornecer informações que são vetorizadas (diferentes valores de deslocamento de potência, por exemplo) de acordo com as diferentes localizações. Por exemplo, um valor de deslocamento de potência relativamente pequena pode ser associado a uma localização, e um valor de deslocamento de potência relativamente grande pode ser associado a outra localização.
Em alguns casos, a estação base 302 pode vetorizar informações com base no tipo de canal. Por exemplo, um componente de tipo de canal 342 pode identificar o tipo de canal provido por um fluxo de tráfego. Diversos tipos de podem ser utilizados aqui. Por exemplo, diferentes tipos de canal lógico podem incluir um canal de confirmação, um canal de realimentação de indicação de qualidade de canal ("CQI"), um canal de longo de alcance e um canal de dados. Tal esquema de vetorização pode ser utilizado, por exemplo, no caso de ser desejável ajustar separadamente a potência de transmissão para diferentes tipos de canal. Por exemplo, quando a interferência está presente, em um canal de uplink, para assegurar a segurança de determinados tipos de canal de controle (um canal de confirmação, por exemplo), pode ser desejável utilizar, para esses canais, potência de transmissão mais elevada do que para outros tipos de canal de controle (um canal CQI, por exemplo) . Assim, a estação base 302 pode fornecer informações que são vetorizadas (diferentes valores de NI ou de deslocamento de potência, por exemplo) de acordo com os diferentes tipos de canal. Por exemplo, valores de NI separados podem ser apresentados para os canais de confirmação, CQI, de longo alcance e de dados.
Em alguns casos, a estação base 302 pode vetorizar informações com base na interferência de outros setores. Por exemplo, um componente de interferência de 30 outros setores 344 pode identificar a interferência de outros setores associada a diferentes nós sem fio e/ou fluxos de tráfego. Aqui, a interferência de outros setores pode referir-se à interferência que um dado nó recebe de outro setor ou causa em outro setor. Como exemplo deste último caso, quando uma estação base está tentando compensar a interferência de uplink enviando uma mensagem que solicita um aumento na potência de transmissão em uma estação de assinante, a estação base pode não aumentar a potência de transmissão de uma primeira estação de assinante que provoca interferência de outro setor significativa tanto quanto a estação base pode aumentar a potência de transmissão de uma segunda estação de assinante que não provoca interferência de outro setor significativa. Assim, este esquema de vetorização pode ser utilizado para ajustar separadamente a potência de transmissão para diferentes fluxos de tráfego com base na interferência de outro setor associada a um nó sem fio que transmite ou recebe fluxos de tráfego.
Em alguns casos, a estação base 302 pode vetorizar informações com base no tamanho da atribuição. Aqui, um componente de tamanho de atribuição 34 6 pode identificar tamanhos referentes, por exemplo, às atribuições de quadros descritas acima. Por exemplo, um tamanho de atribuição pode referir-se ao número de tons de frequência designados por uma dada atribuição. 0 esquema de vetorização pode ser assim utilizado para ajustar separadamente a potência de transmissão para diferentes fluxos de tráfego com base no tamanho de atribuição associado a um tamanho de atribuição grande, mais potência de transmissão pode ser necessária para satisfazer a densidade espectral de potência designada para o tráfego afim. Assim, um valor de deslocamento de potência maior (fornecido por uma tabela C/N, por exemplo) pode estar associado a um tamanho de atribuição maior, e um valor de deslocamento de potência menor pode estar associado a um tamanho de atribuição menor. Novamente com referência à Figura 4, nos blocos 404-410 a estação base 302 obtém (gera e adquire, por exemplo) informações e gera informações vetorizadas que são baseadas nas informações adquiridas. Especificamente, os 5 blocos 404 e 406 referem-se à obtenção de informações de interferência e à geração de indicações de interferência vetorizadas baseadas nessas informações obtidas. De maneira semelhante, os blocos 408 e 410 referem-se à obtenção de informações para definir deslocamentos de potência e gerar 10 comandos de deslocamento de ajuste de potência vetorizados baseados nessas informações obtidas. Em diversas modalidades, uma estação base pode executar ou um ou o outro ou ambos estes conjuntos de operações.
Inicialmente com referência aos blocos 404 e 406, conforme representado pelo bloco 404, o controlador de interferência 306 obtém informações de interferência associadas a diversos fluxos de tráfego. Aqui, a estação base 302 pode determinar se está experimentando qualquer interferência e, se este for o caso, a extensão dessa interferência. Por exemplo, o controlador de interferência 306 pode monitorar as sub-portadoras designadas em uma base repetida durante os periodos de tempo designados para tráfego de uplink. Adicional ou alternativamente, em alguns casos, a estação base 302 pode estimar a interferência de maneira indireta (com base na taxa de erros de dados recebida, por exemplo).
Conforme mencionado acima, o controlador de interferência 306 pode obter diferentes informações sobre interferência associadas a diferentes fatores de 30 classificação. Por exemplo, os diversos componentes do classificador 316 discutido acima podem identificar (definir ou adquirir, por exemplo) o(s) fator (es) de classificação associado(s) a diversos fluxos de tráfego. 0 controlador de interferência 306 pode obter então as informações sobre interferência para cada fluxo de tráfego e associar essas informações ao conjunto correspondente de fatores de classificação (utilizando-se um mapa de bits,
por exemplo).
Sob alguns aspectos, o controlador de interferência 306 pode determinar se há uma variação na interferência observada na estação base 302 com relação à interferência observada anteriormente. Por exemplo, em um 10 dado ponto no tempo a estação base 302 pode medir a magnitude (o nivel de potência, por exemplo) da interferência atualmente observada pela estação base 302 e designar esta magnitude como nível de linha base. A estação base 302 pode então continuar o monitoramento de modo a 15 determinar se há variações na magnitude da interferência observada com relação ao valor do nível de linha base. Esta variação na interferência pode então ser utilizada no bloco 406 de modo a se definir uma indicação de interferência incrementai.
Conforme representado pelo bloco 406, a estação
base 302 pode gerar indicações relacionadas com interferência vetorizadas a serem enviadas à estação de assinante 304. Por exemplo, o controlador de interferência 306 pode gerar vários valores de N/I, cada um dos quais 25 está associado a um conjunto diferente dos conjuntos de fatores de classificação. Aqui, cada valor de NI pode ser gerado com base nas informações sobre interferência obtidas no bloco 304 que são associadas ao conjunto correspondente de fatores de classificação. Conforme mencionado, em alguns 30 casos o controlador de interferência 306 pode gerar uma indicação que especifica uma alteração incrementai relativa à última indicação que foi gerada ou relativa a um valor de linha base. Aqui, deve ficar entendido que a indicação de interferência (ou qualquer outra indicação ou mensagem aqui ensinada) pode depender de vários fatores de classificação. Por exemplo, conforme representado pela Figura 8, um valor de NI 802 pode depender da classe de qualidade de serviço afim, da interferência de outros setores e da zona de permuta.
Com referência agora aos blocos 408 e 410, conforme representado pelo bloco 408, a estação base 302 obtém informações utilizadas para definir valores de deslocamento de potência vetorizados. Em alguns casos, estas informações são as mesmas informações sobre interferência obtidas no bloco 404. Por exemplo, um deslocamento C/N pode ser ajustado com base no nível atual de interferência observado pelo controlador de interferência 306. Também conforme discutido no bloco 404, diferentes informações podem ser obtidas no bloco 408, que correspondem a diferentes conjuntos de fatores de classificação.
Conforme representado pelo bloco 410, a estação base 302 (o controlador de potência 312, por exemplo) gera mensagens de controle de potência (informações de deslocamento de ajuste de potência, por exemplo) a serem enviadas à estação de assinante 304. Estas informações podem incluir, por exemplo, uma tabela C/N ou informações que a estação de assinante 304 utiliza para definir o parâmetro de deslocamento Of f set_BSperss · De maneira semelhante à discutida acima, estas mensagens podem ser baseadas nas informações vetorizadas obtidas no bloco 408, de modo que as diferentes mensagens (valores de deslocamento, por exemplo) correspondam a diferentes conjuntos de fatores de classificação. Por exemplo, a tabela C/N para cada formato de pacote suportado pelo sistema pode incluir entradas separadas para diferentes classes de qualidade de serviço (para visar diferentes terminações-alvo, por exemplo), diferentes atribuições de quadros, diferentes diferenças de canal (para limitar a 5 interferência a setores próximos, por exemplo), diferentes interferências observadas na estação base 302, diferentes tamanhos de atribuição (para satisfazer restrições de potência máxima, por exemplo) e assim por diante.
Conforme representado pelo bloco 412, a estação base 302 transmite as informações vetorizadas para a estação de assinante 304 (por meio de uma ou mais mensagens, por exemplo). Tal mensagem pode assumir diversas formas. Em algumas implementações, a mensagem pode compreender uma mensagem de unicast especificamente direcionada para a estação de assinante 304 (por meio de um elemento de informação). Em algumas implementações, a mensagem pode compreender uma mensagem de controle de potência dedicada. Em algumas implementações, uma mensagem não específica de potência pode ser utilizada para enviar uma indicação de controle de potência juntamente com outras informações. Por exemplo, informações da tabela C/N podem ser enviadas por uma mensagem de descritor de canal de downlink ("DCD").
Em algumas implementações, a estação base 302 25 transmite uma mensagem de controle de potência para a estação de assinante 304 por meio de uma mensagem de atribuição. Por exemplo, a mensagem de controle de potência (os valores de ajuste de potência incrementais vetorizados, por exemplo) pode ser incluída em um mapa de uplink. 0 mapa 30 de uplink, por sua vez, pode ser incluído em uma mensagem de atribuição para a transmissão de uplink que a estação base 302 envia à estação de assinante 304. Tal mapa de uplink pode ser utilizado, por exemplo, em sistemas nos quais os esquemas de codificação de modulação têm níveis de potência definidos (pré-definidos, por exemplo) afins. Aqui, o mapa de uplink pode definir, por exemplo, quais partições de tempo a estação de assinante 304 pode utilizar e informações sobre esquema de codificação de modulação.
A estação base 302 pode enviar uma mensagem de atribuição em diversos tempos. Por exemplo, em algumas implementações a estação base 302 envia uma mensagem de atribuição com cada quadro transmitido.
Sob alguns aspectos, a estação base 302 pode
economizar energia enviando a mensagem de controle de energia com outra mensagem, e não uma mensagem separada (uma mensagem de controle de potência de potência separada, por exemplo) . Neste caso, por exemplo, a estação base 302 15 pode transmitir o identificador de conexão ("CID") correspondente em uma mensagem periódica em vez de duas mensagens periódicas.
Uma economia de energia também pode ser obtida em algumas implementações com a utilização de uma mensagem de 20 controle de potência compactada. Por exemplo, em vez de se utilizar um CID de tamanho total (de 16 bits, por exemplo), pode ser utilizada uma técnica pela qual os aparelhos sem fio em um sistema identificam de maneira única uns aos outros com a utilização de CIDs reduzidos (de 7 bits, por 25 exemplo). Em algumas implementações, esta técnica pode ser utilizada para uma mensagem de controle de potência que é transmitida independentemente de outras mensagens apresentem um CID (em alguns casos, estas outras mensagens podem utilizar também um CID reduzido). Em algumas 30 implementações, esta técnica pode ser utilizada para outra mensagem (uma mensagem de atribuição, por exemplo) que inclui uma mensagem de controle de potência, conforme discutido acima. Com referência agora à Figura 5, várias operações que a estação de assinante 304 pode executar para controlar a potência de transmissão para um fluxo de tráfego (uma dada conexão, por exemplo) serão descritas mais 5 detalhadamente. Conforme representado pelo bloco 502, a estação de assinante 304 recebe as informações vetorizadas enviadas pela estação base 302, conforme discutido acima.
Conforme representado pelo bloco 504, o controlador de potência 322 determina qual fator de classificação está ou quais fatores de classificação estão associados ao fluxo de referência. Para isto, o componente de classificador 324 pode incluir vários componentes (mapas de bits ou componentes ativos, por exemplo) que identificam o(s) fator(es) de classificação associado(s) a um dado fluxo de tráfego da estação de assinante 304. Assim, os componentes 348, 350, 354, 356, 358, 360 e 362 podem executar operações que são semelhantes às operações executadas pelos componentes 332, 334, 336, 338, 340, 342, 344 e 346, respectivamente, conforme discutido acima em conjunto com o bloco 402.
Conforme representado pelo bloco 506, a estação de assinante 304 determina qual vetor de informações recebidas está associado ao mesmo conjunto de fatores de classificação do fluxo de tráfego. Para isto, a estação de 25 assinante 304 pode incluir um seletor de indicação de interferência 326, que identifica o vetor de indicação de interferência recebido que está associado ao(s) fator(es) de classificação identificado(s) no bloco 504 (isto é, o conjunto de fatores de classificação associado ao fluxo de 30 tráfego). De maneira semelhante, a estação de assinante 304 pode incluir um seletor de deslocamento de potência 328, que identifica o vetor de mensagem de controle de potência recebido (o valor de deslocamento de ajuste de potência, por exemplo) que está associado ao(s) fator(es) de classificação identificado(s) no bloco 504 (isto é, o conjunto de fatores de classificação associado ao fluxo de tráfego).
Conforme representado pelo bloco 508, o
controlador de potência 322 define a potência de transmissão (a densidade espectral de potência, por exemplo) para o fluxo de tráfego utilizando o vetor identificado no bloco 506. Um transmissor 330 da estação de 10 assinante 304 pode assim transmitir informações (para um fluxo de tráfego correspondente, por exemplo) com base na densidade espectral de potência definida no bloco 508. Estas operações podem assim ser semelhantes às operações descritas acima em conjunto com o bloco 210.
Um sistema de comunicação sem fio conforme aqui
ensinado pode ser utilizado para prover diversos tipos de conteúdo de comunicação, tais como voz, vídeo, dados e assim por diante. Tal sistema sem fio pode compreender sistemas de acesso múltiplo capazes de suportar a 20 comunicação com vários usuários pelo compartilhamento dos recursos de sistema disponíveis (largura de banda e potência de transmissão, por exemplo). Exemplos de tais sistemas de acesso múltiplo incluem sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Código ("CDMA"), sistemas de Acesso 25 Múltiplo por Divisão de Tempo ("TDMA"), sistemas de Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo ("TDMA"), sistemas de acesso múltiplo por divisão de frequência ("FDMA"), sistemas LTE 3GPP, sistemas de acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal ("OFDMA") e assim por diante. Um sistema de 30 comunicação de acesso múltiplo sem fio pode suportar simultaneamente comunicação para vários terminais sem fio. Cada terminal comunica-se com uma ou mais estações base através de transmissões nos links direto e reverso. O link direto (ou downlink) refere-se ao link de comunicação das estações base para os terminais, e o link reverso (ou uplink) refere-se ao link de comunicação dos terminais para as estações base. Este link de comunicação pode ser 5 estabelecido através de um sistema de única entrada e única saida, várias entradas e saída única ou de várias entradas e várias saídas (MIMO).
Um sistema MIMO utiliza várias (AJr) antenas de transmissão e várias (Nr) antenas de recepção para 10 transmissão de dados. Um canal MIMO formado pelas Nt antenas de transmissão e pelas Nr antenas de recepção pode ser decomposto em Ns canais independentes, que são também referidos como canais espaciais, onde Ns ^ min{NT, NR} . Cada um dos Ns canais independentes corresponde a uma dimensão. 15 O sistema MIMO pode apresentar um desempenho aperfeiçoado (maior capacidade de transmissão e/ou maior segurança, por exemplo) se as dimensionalidades adicionais criadas pelas várias antenas de transmissão e recepção forem utilizadas.
Um sistema MIMO suporta um sistema de duplexação 20 por divisão de tempo ("TDD") e um sistema de duplexação por divisão de frequência ("FDD"). Em um sistema TDD, as transmissões nos links direto e reverso estão na mesma região de frequência, de modo que o princípio de reciprocidade permita a estimação do canal de link direto a 25 partir do canal de link reverso. Isto permite que o ponto de acesso extraia ganho de formação de feixes de transmissão no link direto quando várias antenas estiverem disponíveis no ponto de acesso.
Os presentes ensinamentos podem ser incorporados a um aparelho que utiliza diversos componentes para comunicação com pelo menos um outro aparelho sem fio. A Figura 9 mostra vários componentes de amostra que podem ser utilizados para facilitar a comunicação entre aparelhos. Especificamente, a Figura 9 mostra um aparelho 910 (ponto de acesso, por exemplo) e um aparelho 950 (uma estação de assinante, por exemplo) de um sistema MIMO 900. No aparelho 910, dados de tráfego para vários fluxos de dados são enviados de uma fonte de dados 912 a um processador de dados de transmissão (''TX") 914.
Sob alguns aspectos, cada fluxo de dados é transmitido através de uma respectiva antena de transmissão. 0 processador de dados TX 914 formata, codifica e intercala os dados de tráfego para cada fluxo de dados com base em um esquema de codificação específico selecionado para esse fluxo de dados, de modo a se obterem dados codificados.
Os dados codificados para cada fluxo de dados podem ser multiplexados com dados-piloto utilizando-se técnicas de multiplexação por divisão de frequência ortogonal (OFDM). Adicional ou alternativamente, os símbolos-piloto podem ser multiplexados por divisão de frequência (FDM), multiplexados por divisão de tempo (TDM) ou multiplexados por divisão de código (CDM). Os dadospiloto constituem tipicamente um padrão de dados conhecido que é processado de maneira conhecida e podem ser utilizados no aparelho móvel 850 para estimar resposta ao canal. Os dados-piloto e codificados multiplexados para cada fluxo de dados podem ser modulados (mapeados em símbolos, por exemplo) com base em um esquema de modulação específico (chaveamento por deslocamento de fase binário (BPSK), por exemplo), chaveamento por deslocamento de fase pela quadratura (QPSK), chaveamento por deslocamento de fase M (M-PSK), modulação de amplitude pela quadratura M (M-QAM), etc.) selecionado para o fluxo de dados, de modo a se gerarem símbolos de modulação. A taxa de dados, a codificação, e a modulação para cada fluxo de dados podem ser determinadas por instruções executadas ou fornecidas pelo processador 930. Uma memória de dados 932 podem armazenar um código de programa, dados e outras informações utilizadas pelo processador 930 ou outros componentes do aparelho 910.
Os símbolos de modulação para os fluxos de dados podem ser enviados a um processador MIMO 820, que pode processar também os símbolos de modulação (para OFDM, por exemplo) . 0 processador MIMO TX 820 em seguida envia Nt 10 fluxos de símbolos de modulação a Nt transmissores (TMTR) 822a a 822t. Em diversas modalidades, o processador MIMO TX aplica pesos de formação de feixes aos símbolos dos fluxos de dados e à antena da qual o símbolo está sendo transmitido.
Cada transceptor 922 recebe e processa um
respectivo fluxo de símbolos de modo a se obter um ou mais sinais analógicos e também condiciona (amplifica, filtra e efetua conversão ascendente, por exemplo) os sinais analógicos de modo a se obter um sinal modulado adequado 20 para transmissão através do canal MIMO. Além disto, Nt sinais modulados dos transmissores 922A a 922T são então transmitidos das antenas Nt antenas 924A a 924T, respectivamente.
No aparelho 950, os sinais modulados transmitidos 25 são recebidos pelas Nr antenas 952A a 952R e o sinal recebido de cada antena 952 é enviado a um respectivo transceptor ("XRCVR") 954A a 954R. Cada transceptor 954 condiciona (filtra, amplifica e efetua conversão descendente, por exemplo) um respectivo sinal, digitaliza o 30 sinal condicionado de modo a obterem amostras e também processa as amostras de modo a se obter um fluxo de símbolos "recebido" correspondente. Um processador de dados de recepção ("RX") 960 em seguida recebe e processa os Nr fluxos de símbolos recebidos de Nr transceptores 954 com base em uma técnica de processamento no receptor específica para obter Nt 5 fluxos de símbolos "detectados". O processador de dados RX 960 pode demodular, desintercalar e decodificar cada fluxo de símbolos detectado para recuperar os dados de tráfego para o fluxo de dados. O processamento pelo processador de dados RX 960 é complementar ao executado pelo processador 10 MIMO TX 920 e pelo processador de dados TX 914 no aparelho 910.
Um processador 970 pode determinar periodicamente qual matriz de pré-codificação utilizar, conforme discutido acima. Além disto, o processador 97 0 pode formular uma mensagem de link reverso que compreende uma parte de índice de matriz e uma parte de valor de classificação.
A mensagem de link reverso pode compreender diversos tipos de informação referentes ao link de comunicação e/ou ao fluxo de dados recebido. A mensagem de 20 link reverso pode ser processada por um processador de dados TX 938, que também recebe dados de tráfego para fluxos de dados de uma fonte de dados 93 6, modulados por um modulador 980, condicionados pelos transceptores 954A a 954R e transmitidos de volta ao aparelho 910.
Na estação base 910, os sinais modulados do
aparelho 950 são recebidos pelas antenas 924, condicionados pelos transceptores 922, demodulados por um demodulador ("DEMOD") 940 e processados por um processador de dados RX 942 de modo a se extrair a mensagem de link reverso 30 transmitida pelo aparelho 950. O processador 930 em seguida determina qual matriz de pré-codificação utilizar para determinar os pesos de formação de feixes e em seguida processa a mensagem extraída. A Figura 9 mostra também que os componentes de comunicação podem incluir um ou mais componentes que executam operações de controle de potência conforme aqui ensinadas. Por exemplo, um componente de controle de potência 990 pode cooperar com o processador 930 e/ou outros componentes do aparelho 910 para enviar/receber sinais para/de outro aparelho (o aparelho 950, por exemplo), conforme aqui ensinado. De maneira semelhante, um componente de controle de potência 992 pode cooperar com o processador 970 e/ou outros componentes do aparelho 950 para enviar/receber sinais para/de outro aparelho (o aparelho 910, por exemplo) . Deve ficar entendido que, para cada aparelho 910 e 950, a funcionalidade de dois ou mais dos componentes descritos pode ser proporcionada por um único componente. Por exemplo, um único componente de processamento pode prover a funcionalidade do componente de controle de potência 990 e do processador 930, e um único componente de processamento pode prover a funcionalidade do componente de controle de potência 992 e do processador 970.
Os presentes ensinamentos podem ser incorporados a (implementados dentro ou executados por) diversos equipamentos (aparelhos, por exemplo). Por exemplo, alguns aparelhos sem fio podem ser configurados ou referidos como 25 Estação Base ("BS"), ponto de acesso ("AP"), NóB, RádioControlador de Rede ("RNC"), eNóB, Controlador de Estação Base ("BSC"), Estação Transceptora Base ("BTS"), Função de Transceptor ("TF"), Rádio-Roteador, Rádio-Transceptor, Conjunto de Serviços Básicos ("BSS"), Conjunto de Serviços 30 Estendidos ("ESS"), Rádio-Estação Base ("RBS"), ou alguma outra terminologia. Outros aparelhos sem fio (terminais sem fio, por exemplo) podem ser referidos como estações de assinante. Uma estação de assinante também pode ser conhecida como unidade de assinante, estação móvel, estação remota, terminal remoto, terminal de acesso, terminal de usuário, agente de usuário, aparelho de usuário ou equipamento de usuário. Em algumas implementações, uma estação de assinante pode compreender um telefone celular, um telefone sem fio, um telefone do Protocolo de Iniciação de Sessão ("SIP"), uma estação de Ioop local sem fio ("WLL"), um assistente digital pessoal ("PDA"), um aparelho de mão que tem capacidade de conexão sem fio ou algum outro aparelho de processamento adequado conectado a um modem sem fio. Por conseguinte, um ou mais aspectos aqui ensinados podem ser incorporados a um telefone (um telefone celular ou telefone inteligente, por exemplo), um computador (um laptop, por exemplo) , um aparelho de comunicação portátil, um aparelho de computação portátil (um assistente de dados pessoal, por exemplo) , um aparelho de entretenimento (um aparelho de música ou video ou um rádio-satélite, por exemplo), aparelho de sistema global de posicionamento ou qualquer outro aparelho adequado que seja configurado para comunicar-se por meio de um meio sem fio.
Conforme mencionado acima, sob alguns aspectos um aparelho sem fio pode compreender um aparelho de acesso (um celular, Wi-Fi ou ponto de acesso WiMAX) para um sistema de comunicação. Tal aparelho de acesso pode, por exemplo, 25 prover conectividade para ou com uma rede (como, por exemplo, uma rede de área estendida como a Internet ou uma rede celular) por meio de um link de comunicação cabeado ou sem fio. Por conseguinte, o aparelho de acesso pode habilitar outro aparelho (uma estação Wi-Fi ou WiMAX, por 30 exemplo) para acessar a rede ou alguma outra funcionalidade.
Um aparelho sem fio pode comunicar-se por meio de um ou mais links de comunicação sem fio que são baseados em ou então suportam qualquer tecnologia de comunicação sem fio adequado. Por exemplo, sob alguns aspectos um aparelho sem fio pode associar-se a uma rede. Sob alguns aspectos, a rede pode compreender uma rede de área local ou uma rede de área estendida. Um aparelho sem fio pode suportar ou então utilizar uma ou mais de diversas tecnologias de comunicação sem fio, protocolos ou padrões, tais como, por exemplo, CDMA, TDMA, OFDM, OFDMA, WiMAX e Wi-Fi. De maneira semelhante, um aparelho sem fio pode suportar ou então utilizar um ou mais de diversos esquemas de modulação ou multiplexação. Um aparelho sem fio pode incluir assim componentes apropriados (interfaces aéreas, por exemplo) para estabelecer e comunicar-se por meio de um ou mais links de comunicação sem fio utilizando as tecnologias de comunicação acima ou outras. Por exemplo, um aparelho pode compreender um transceptor sem fio com componentes de transmissor e receptor afins (os transmissores 314 e 330 e os receptores 308 e 318, por exemplo) que podem incluir diversos componentes (geradores de sinais e processadores de sinais, por exemplo) que facilitam a comunicação através de um meio sem fio.
Os componentes aqui descritos podem ser implementados de diversas maneiras. Com referencia as Figuras de 10-17, os equipamentos 1000, 1100, 1200, 1300, 1400, 1500, 1600 e 1700 são representados como uma serie de blocos funcionais inter-relacionados. Sob alguns aspectos, a funcionalidade destes blocos pode ser implementada como um sistema de processamento que inclui um ou mais componentes de processador. Sob alguns aspectos, a funcionalidade destes blocos pode ser implementada usandose, por exemplo, pelo menos uma parte de um ou mais circuitos integrados (um ASIC, por exemplo). Conforme aqui discutido, um circuito integrado pode incluir um processador, um software, outros componentes conexos ou alguma combinação deles. A funcionalidade destes blocos pode ser também implementada de alguma outra maneira conforme aqui ensinada.
Os equipamentos 1000, 1100, 1200, 1300, 1400,
1500, 1600 e 1700 podem incluir um ou mais módulos que podem executar uma ou mais funções descritas acima com relação a diversas figuras. Por exemplo, um dispositivo de identificação de QoS 1002 um dispositivo de identificação 10 de localização de atribuição 1202 ou um dispositivo de identificação de fatores de classificação 1402 pode corresponder ao, por exemplo, classificador 316, conforme aqui descrito. Um dispositivo de obtenção de informações sobre interferência 1004 ou 1204 pode corresponder ao, por 15 exemplo, controlador de interferência 306 conforme aqui discutido. Um dispositivo gerador de indicação 1006 ou 1206 pode corresponder ao, por exemplo, controlador de interferência 306 conforme aqui discutido. Um dispositivo de transmissão 1008, 1208, 1406 ou 1604 pode corresponder 20 ao, por exemplo, transmissor 314 conforme aqui discutido. Um dispositivo de recepção 1102, 1302, 1502 ou 1702 pode corresponder ao, por exemplo, receptor 318 conforme aqui descrito. Um dispositivo de identificação de QoS 1104, um dispositivo de identificação de localização de atribuição 25 1304 ou um dispositivo de identificação de fatores de classificação 1504 pode corresponder ao, por exemplo classificador 324 conforme aqui discutido. Um dispositivo seletor de indicação 1106 ou 1306 pode corresponder ao, por exemplo, seletor de indicação de interferência 326 conforme 30 aqui discutido. Um dispositivo de definição de potência de transmissão 1108, 1308 ou 1704 ou um dispositivo de ajuste de potência de transmissão 1508 pode corresponder ao controlador de potência 322 conforme aqui discutido. Um dispositivo gerador de deslocamentos de ajuste de potência 1404 ou um dispositivo gerador de mensagem de controle de potência 1602 pode corresponder ao, por exemplo, controlador de potência 312 conforme aqui discutido. Um 5 dispositivo seletor de deslocamento de ajuste de potência 1506 pode corresponder ao, por exemplo, seletor de deslocamento de potência 328 conforme aqui discutido.
Deve ficar entendido que qualquer referencia a um elemento aqui apresentado com a utilização de uma designação tal como "primeiro", "segundo" e assim por diante geralmente não limita a quantidade ou a ordem desses elementos. Em vez disso, estas designações podem ser aqui utilizadas como um método adequado para distinguir entre dois ou mais elementos ou ocorrências de um elemento. Assim, uma referencia a um primeiro e um segundo elementos não significa que apenas dois elementos podem ser ali utilizados ou que o primeiro elemento deve receber o segundo elemento de alguma maneira. Além disso, a menos que afirmado de outro modo, um conjunto de elementos pode compreender um ou mais elementos.
Os versados na técnica entenderiam que as informações e os sinais podem ser representados utilizandose qualquer uma de diversas tecnologias e técnicas diferentes. Por exemplo, os dados, instruções, comandos, 25 informações, sinais, bits, símbolos e chips referidos ao longo de toda a descrição acima podem ser representados por tensões, correntes, ondas eletromagnéticas, campos ou partículas magnéticas, campos ou partículas ópticas ou qualquer combinação deles.
Os versados na técnica entenderiam também que os
diversos blocos, módulos, circuitos e etapas de algoritmo lógicos ilustrativos descritos em conexão com a presente revelação podem ser implementados como hardware eletrônico, software de computador ou combinações de ambos. Para ilustrar claramente esta intercambialidade de hardware e software, diversos componentes, blocos, módulos, circuitos e etapas ilustrativas foras descritos acima genericamente em termos de sua funcionalidade. Se tal funcionalidade é implementada como hardware ou software depende da aplicação especifica e das limitações de desenho impostas ao sistema como um todo. Os versados na técnica podem implementar a funcionalidade descrita de diversas maneiras para cada aplicação específica, mas tais decisões de implementação não devem ser interpretadas como provocando um afastamento do alcance da presente revelação.
Os diversos blocos, módulos e circuitos lógicos ilustrativos descritos em conexão com a presente revelação podem ser implementados ou executados com um processador para fins gerais, um processador de sinais digitais (DSP), um circuito integrado específico de aplicação (ASIC), um arranjo de portas programável no campo (FPGA) ou outro dispositivo lógico programável, porta discreta ou lógica de transistor, componentes de hardware discretos ou qualquer combinação deles projetada para executar as funções aqui descritas. Um processador para fins gerais podem ser um microprocessador, mas alternativamente o processador pode ser qualquer processador, controlador, microcontrolador ou máquina de estado convencional. Um processador pode ser também implementado como uma combinação de dispositivos de computação, como, por exemplo, uma combinação de DSP e microprocessador, uma série de microprocessadores, um ou mais microprocessadores em conjunto com um núcleo de DSP ou qualquer outra configuração que tal.
Em uma ou mais modalidades exemplares, as funções descritas podem ser implementadas em hardware, software, firmware ou qualquer combinação deles. Se implementadas em software, as funções podem ser armazenadas como uma ou mais instruções em um meio passível por computador. Um meio passível de leitura por computador pode ser qualquer meio disponível que possa ser acessado por um computador. A 5 título de exemplo, e não de limitação, um meio passível de leitura por computador pode compreender RAM, ROM, EEPROM, CD-ROM ou outro armazenamento em disco óptico, aparelhos de armazenamento em disco magnético ou qualquer outro meio que possa ser utilizado para portar ou armazenar código de 10 programa desejado sob a forma de instruções ou estruturas de dados que possam ser acessada por um computador. Discos (disc e disk), conforme aqui utilizados, incluem disco compacto (CD), disco de laser, disco óptico, disco versátil digital (DVD), disco flexível e disco Blu-ray®, em que os 15 discos (disks) usualmente reproduzem dados magneticamente, enquanto discos (discs) reproduzem dados opticamente com lasers. Combinações dos elementos acima devem ser também incluídas dentro do alcance dos meios passíveis de leitura por computador. Em resumo, deve ficar entendido que um meio 20 passível de leitura por computador pode ser implementado em qualquer produto de programa de computador adequado.
A descrição anterior das modalidades reveladas é apresentada para permitir que qualquer pessoa versada na técnica fabrique ou utilize a presente invenção. Diversas 25 modificações nestas modalidades serão prontamente evidentes aos versados na técnica, e os princípios genéricos aqui definidos podem ser aplicados a outras modalidades sem que se abandone o espírito ou alcance da invenção. Assim, a presente invenção não pretende estar limitada às 30 modalidades aqui mostradas, mas deve receber o mais amplo alcance compatível com os princípios e aspectos inéditos aqui revelados.

Claims (55)

1. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: identificar classes de qualidade de serviço diferentes associadas a fluxos de tráfego diferentes; obter informações sobre interferência associadas aos diferentes fluxos de tráfego; gerar diferentes indicações de interferência para as diferentes classes de qualidade de serviço com base nas informações sobre interferência obtidas; e transmitir as diferentes indicações de interferência associadas aos diferentes niveis de qualidade de serviço.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, no qual as indicações de interferência compreendem valores de ruído e interferência para uma equação se potência de malha aberta.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, no qual cada indicação de interferência compreende um valor de interferência incrementai.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, que compreende também identificar diferentes fatores de classificação associados aos diferentes fluxos de tráfego, no qual: os diferentes fatores de classificação compreendem pelo menos um do grupo que consiste em: diferentes atribuições dentro de um quadro, diferentes zonas de permuta, diferentes diferenças de canal, diferentes localizações de um nó sem fio, diferentes tipos de canal, diferentes valores de interferência de outros setores e diferentes tamanhos de atribuição; e as diferentes indicações de interferência são também geradas com base nos diferentes fatores de classificação identificados.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4, no qual os diferentes tipos de canal compreendem pelo menos dois do grupo que consiste em: um canal de confirmação, um canal de realimentação CQI e um canal de longo alcance.
6. Método, de acordo com a reivindicação 4, no qual as zonas de permuta definem alocações de recursos com base em pelo menos um do grupo que consiste em: uma dimensão de tempo, uma dimensão de frequência, uma dimensão de espaço e uma dimensão de código.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, no qual as indicações de interferência são transmitidas por meio de mensagens de unicast.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, no qual os fluxos de tráfego compreendem fluxos de tráfego de uplink.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1, no qual os diferentes fluxos de tráfego estão associados a diferentes conexões.
10. Equipamento para controle de potência em uma comunicação sem fio, que compreende: um classificador configurado para identificar classes de qualidade de serviço diferentes associadas a fluxos de tráfego diferentes; um controlador de interferência configurado para obter informações sobre interferência associadas aos diferentes fluxos de tráfego e gerar diferentes indicações de interferência para as diferentes classes de qualidade de serviço com base nas informações sobre interferência obtidas; e um transmissor configurado para transmitir as diferentes indicações de interferência associadas aos diferentes niveis de qualidade de serviço.
11. Equipamento, de acordo com a reivindicação 10, no qual as indicações de interferência compreende valores de ruído e interferência para uma equação se potência de malha aberta.
12. Equipamento, de acordo com a reivindicação 10, no qual: o classificador é também configurado para identificar diferentes fatores de classificação associados aos diferentes fluxos de tráfego; os diferentes fatores de classificação compreendem pelo menos um do grupo que consiste em: diferentes atribuições dentro de um quadro, diferentes zonas de permutam diferentes diferenças de canal, diferentes localizações de um nó sem fio, diferentes tipos de canal, diferentes valores de interferência de outros setores e diferentes tamanhos de atribuição; e o controlador de interferência é também configurado para gerar as diferentes indicações de interferência com base nos diferentes fatores de classificação identificados.
13. Equipamento, de acordo com a reivindicação 10, no qual o transmissor é também configurado para transmitir as indicações de interferência por meio de mensagens de unicast.
14. Equipamento, de acordo com a reivindicação 10, no qual os fluxos de tráfego compreendem fluxos de tráfego de uplink.
15. Equipamento para controle de potência em uma comunicação sem fio, que compreende: um dispositivo para identificar classes de qualidade de serviço diferentes associadas a fluxos de tráfego diferentes; um dispositivo para obter informações sobre interferência associadas aos diferentes fluxos de tráfego um dispositivo para gerar diferentes indicações de interferência para as diferentes classes de qualidade de serviço com base nas informações sobre interferência obtidas; e um dispositivo para transmitir as diferentes indicações de interferência associadas aos diferentes níveis de qualidade de serviço.
16. Equipamento, de acordo com a reivindicação15, no qual as indicações de interferência compreendem valores de ruído e interferência para uma equação de potência de malha aberta.
17. Equipamento, de acordo com a reivindicação15, no qual: o dispositivo para identificar identifica diferentes fatores de classificação associados aos diferentes fluxos de tráfego; os diferentes fatores de classificação compreendem pelo menos um do grupo que consiste em: diferentes atribuições dentro de um quadro, diferentes zonas de permuta, diferentes diferenças de canal, diferentes localizações de um nó sem fio, diferentes tipos de canal, diferentes valores de interferência de outros setores e diferentes tamanhos de atribuição; e o dispositivo para gerar gera as diferentes indicações de interferência também com base nos diferentes fatores de classificação identificados.
18. Equipamento, de acordo com a reivindicação15, no qual o dispositivo para transmitir também transmite as indicações de interferência por meio de mensagens de unicast.
19. Equipamento, de acordo com a reivindicação15, no qual os fluxos de tráfego compreendem fluxos de tráfego de uplink.
20. Produto de programa de computador para controle de potência em uma comunicação sem fio, que compreende: um meio passível de leitura por computador que compreende um código para fazer com que um computador: identifique classes de qualidade de serviço diferentes associadas a fluxos de tráfego diferentes; obtenha informações sobre interferência associadas aos diferentes fluxos de tráfego; gere diferentes indicações de interferência para as diferentes classes de qualidade de serviço com base nas informações sobre interferência obtidas; e transmita as diferentes indicações de interferência associadas aos diferentes níveis de qualidade de serviço.
21. Produto de programa de computador, de acordo com a reivindicação 20, no qual as indicações de interferência compreendem valores de ruído e interferência para uma equação de potência de malha aberta.
22. Produto de programa de computador, de acordo com a reivindicação 20, no qual: o meio passível de leitura por computador compreende também um código para fazer com que o computador identifique diferentes fatores de classificação associados aos diferentes fluxos de tráfego; os diferentes fatores de classificação compreendem pelo menos um do grupo que consiste em: diferentes atribuições dentro de um quadro, diferentes zonas de permuta, diferentes diferenças de canal, diferentes localizações de um nó sem fio, diferentes tipos de canal, diferentes valores de interferência de outros setores e diferentes tamanhos de atribuição; e o meio passivel de leitura por computador compreende também um código para fazer com que o computador gere as diferentes indicações de interferência também com base nos diferentes fatores de classificação identificados.
23. Produto de programa de computador, de acordo com a reivindicação 20, no qual o meio passivel de leitura por computador compreende também um código para fazer com que o computador transmita as indicações de interferência por meio de mensagens de unicast.
24. Produto de programa de computador, de acordo com a reivindicação 20, no qual os fluxos de tráfego compreendem fluxos de tráfego de uplink.
25. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: receber diferentes indicações de interferência associadas a diferentes classes de qualidade de serviço; identificar uma classe de qualidade de serviço associada a um fluxo de tráfego; selecionar uma indicação de interferência pela determinação de qual das indicações de interferência recebidas está associada à classe de qualidade de serviço identificada; e definir a potência de transmissão para o fluxo de tráfego com base na indicação de interferência selecionada.
26. Método, de acordo com a reivindicação 25, no qual as indicações de interferência compreendem valores de ruído e interferência para uma equação de potência de malha aberta.
27. Método, de acordo com a reivindicação 25, no qual cada indicação de interferência compreende um valor de interferência incrementai.
28. Método, de acordo com a reivindicação 25, no qual: as indicações de interferência são também associadas a diferentes fatores de classificação que compreendem pelo menos um do grupo que consiste em: diferentes atribuições dentro de um quadro, diferentes zonas de permuta, diferentes diferenças de canal, diferentes localizações de um nó sem fio, diferentes tipos de canal, diferentes valores de interferência de outros setores e diferentes tamanhos de atribuição; e o fluxo de tráfego é também associado a pelo menos um dos diferentes fatores de classificação; e a seleção da indicação de interferência compreende também determinar qual das indicações de interferência recebidas está associada ao pelo menos um dos diferentes fatores de classificação.
29. Método, de acordo com a reivindicação 28, no qual os diferentes tipos de canal compreendem pelo menos dois do grupo que consiste em: um canal de confirmação, um canal de realimentação CQI e um canal de longo alcance.
30. Método, de acordo com a reivindicação 28, no qual as zonas de permuta definem alocações de recursos com base em pelo menos uma do grupo que consiste em: uma dimensão de tempo, uma dimensão de frequência, uma dimensão de espaço e uma dimensão de código.
31. Método, de acordo com a reivindicação 25, no qual as indicações de interferência são recebidas por meio de mensagens de unicast.
32. Método, de acordo com a reivindicação 25, no qual o fluxo de tráfego compreende um fluxo de tráfego de uplink.
33. Equipamento para controle de potência em uma comunicação sem fio, que compreende: um receptor configurado para receber diferentes indicações de interferência associadas a diferentes classes de qualidade de serviço; um classificador configurado para identificar uma classe de qualidade de serviço associada a um fluxo de tráfego; um seletor de indicação configurado para selecionar uma indicação de interferência pela determinação de qual das indicações de interferência recebidas está associada à classe de qualidade de serviço identificada; e um controlador de potência configurado para definir a potência de transmissão para o fluxo de tráfego com base na indicação de interferência selecionada.
34. Equipamento, de acordo com a reivindicação 33, no qual as indicações de interferência compreendem valores de ruído e interferência para uma equação de potência de malha aberta.
35. Equipamento, de acordo com a reivindicação 33, no qual: as indicações de interferência estão também associadas a diferentes fatores de classificação que compreendem pelo menos um do grupo que consiste em: diferentes atribuições dentro de um quadro, diferentes zonas de permuta, diferentes diferenças de canal, diferentes localizações de um nó sem fio, diferentes tipos de canal, diferentes valores de interferência de outros setores e diferentes tamanhos de atribuição; e o classificador é também configurado para identificar pelo menos um dos diferentes fatores de classificação como estando associado ao fluxo de tráfego; e o seletor de indicação é também configurado para selecionar a indicação de interferência determinando qual das indicações de interferência recebidas está associada ao pelo menos um dos diferentes fatores de classificação.
36. Equipamento, de acordo com a reivindicação 33, no qual as indicações de interferência são recebidas por meio de mensagens de unicast.
37. Equipamento, de acordo com a reivindicação 33, no qual o fluxo de tráfego compreende um fluxo de tráfego de uplink.
38. Equipamento para controle de potência em uma comunicação sem fio, que compreende: um dispositivo para receber diferentes indicações de interferência associadas a diferentes classes de qualidade de serviço; um dispositivo para identificar uma classe de qualidade de serviço associada a um fluxo de tráfego; um dispositivo para selecionar uma indicação de interferência pela determinação de qual das indicações de interferência recebidas está associada à classe de qualidade de serviço identificada; e um dispositivo para definir a potência de transmissão para o fluxo de tráfego com base na indicação de interferência selecionada.
39. Equipamento, de acordo com a reivindicação 38, no qual as indicações de interferência compreendem valores de ruido e interferência para uma equação de potência de malha aberta.
40. Equipamento, de acordo com a reivindicação 38, no qual: as indicações de interferência estão também associadas a diferentes fatores de classificação que compreendem pelo menos um do grupo que consiste em: diferentes atribuições dentro de um quadro, diferentes zonas de permuta, diferentes diferenças de canal, diferentes localizações de um nó sem fio, diferentes tipos de canal, diferentes valores de interferência de outros setores e diferentes tamanhos de atribuição; e o dispositivo para identificar identifica pelo menos um dos diferentes fatores de classificação como estando associado ao fluxo de tráfego; e o dispositivo para selecionar seleciona a indicação de interferência determinando também qual das indicações de interferência recebidas está associada ao pelo menos um dos diferentes fatores de classificação.
41. Equipamento, de acordo com a reivindicação 38, no qual as indicações de interferência são recebidas por meio de mensagens de unicast.
42. Equipamento, de acordo com a reivindicação 38, no qual o fluxo de tráfego compreende um fluxo de tráfego de uplink.
43. Programa de produto de computador para controle de potência em uma comunicação sem fio, que compreende: um meio passível de leitura por computador que compreende um código para fazer com que um computador: receba diferentes indicações de interferência associadas a diferentes classes de qualidade de serviço; identifique uma classe de qualidade de serviço associada a um fluxo de tráfego; selecione uma indicação de interferência pela determinação de qual das indicações de interferência recebidas está associada à classe de qualidade de serviço identificada; e defina a potência de transmissão para o fluxo de tráfego com base na indicação de interferência selecionada.
44. Produto de programa de computador, de acordo com a reivindicação 43, no qual as indicações de interferência compreendem valores de ruído e interferência para uma equação de potência de malha aberta.
45. Produto de programa de computador, de acordo com a reivindicação 43, no qual: as indicações de interferência estão também associadas a diferentes fatores de classificação que compreendem pelo menos um do grupo que consiste em: diferentes atribuições dentro de um quadro, diferentes zonas de permuta, diferentes diferenças de canal, diferentes localizações de um nó sem fio, diferentes tipos de canal, diferentes valores de interferência de outros setores e diferentes tamanhos de atribuição; o meio passível de leitura por computador compreende também um código para fazer com que o computador identifique pelo menos um dos diferentes fatores de classificação como estando associado ao fluxo de tráfego; e o meio passível de leitura por computador compreende também um código para fazer com que o computador selecione a indicação de interferência determinando também qual das indicações de interferência recebidas está associada ao pelo menos um dos diferentes fatores de classificação.
46. Produto de programa de computador, de acordo com a reivindicação 43, no qual as indicações de interferência são recebidas por meio de mensagens de unicast.
47. Produto de programa de computador, de acordo com a reivindicação 43, no qual o fluxo de tráfego compreende um fluxo de tráfego de uplink.
48. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: identificar diferentes localizações de atribuição dentro de um quadro para uma dada zona de permuta; obter informações sobre interferência associadas às diferentes localizações de atribuição; gerar diferentes indicações de interferência para as diferentes localizações de atribuição com base nas informações sobre interferência obtidas; e transmitir as diferentes indicações de interferência associadas às diferentes localizações de atribuição.
49. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: receber diferentes indicações de interferência associadas a diferentes classes de qualidade de serviço; identificar uma classe de qualidade de serviço associada a um fluxo de tráfego; selecionar uma indicação de interferência pela determinação de qual das indicações de interferência recebidas está associada à classe de qualidade de serviço identificada; e definir a potência de transmissão para o fluxo de tráfego com base na indicação de interferência selecionada.
50. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: identificar diferentes fatores de classificação associados a tráfego de comunicação sem fio; gerar diferentes deslocamentos de ajuste de potência com base nos diferentes fatores de classificação; e transmitir mensagens de controle de potência que compreendem os deslocamentos de ajuste de potência.
51. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: receber diferentes deslocamentos de ajuste de potência que estão associados a diferentes fatores de classificação para tráfego de comunicação sem fio; identificar um fator de classificação associado a um fluxo de tráfego; selecionar um deslocamento de ajuste de potência pela determinação de qual dos deslocamentos de ajuste de potência recebidos está associado ao fator de classificação identificado; e ajustar a potência de transmissão para o fluxo de tráfego com base no deslocamento de ajuste de potência selecionado.
52. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: gerar uma mensagem de controle de potência; e transmitir a mensagem de controle de potência em uma mensagem de atribuição para transmissões de uplink, em que as transmissões de uplink estão associadas a um esquema de codificação de modulação que tem níveis de potência definidos.
53. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: receber uma mensagem de controle de potência em uma mensagem de atribuição para transmissões de uplink, em que as transmissões de uplink estão associadas a um esquema de codificação de modulação que tem níveis de potência definidos; e definir a potência de transmissão para pelo menos uma das transmissões de uplink com base na mensagem de controle de potência recebida.
54. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: gerar uma mensagem de controle de potência que compreende um identificador de conexão reduzida, em que o identificador de conexão reduzida tem um tamanho menor que o de um identificador de conexão afim; e transmitir a mensagem de controle de potência.
55. Método de controle de potência para uma comunicação sem fio, que compreende: receber uma mensagem de controle de potência que compreende um identificador de conexão reduzida, em que o identificador de conexão reduzida tem um tamanho menor que o de um identificador de conexão afim; e definir a potência de transmissão com base na mensagem de controle de potência recebida.
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