BRPI0808877A2 - Elevador - Google Patents

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BRPI0808877A2
BRPI0808877A2 BRPI0808877-2A2A BRPI0808877A BRPI0808877A2 BR PI0808877 A2 BRPI0808877 A2 BR PI0808877A2 BR PI0808877 A BRPI0808877 A BR PI0808877A BR PI0808877 A2 BRPI0808877 A2 BR PI0808877A2
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BR
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fixed point
carriage
guide rail
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Daniel Fischer
Dave Mauldin
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Inventio Ag
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ELEVADOR". A presente invenção refere-se a um elevador constituído de uma cabine de elevador, deslocável em uma caixa de elevador ao longo de triIhos-guia, e de um contrapeso, sendo que a cabine de elevador e o contra5 peso estão ligados por meio de um meio de suporte guiado por roldanas, e para cada extremidade de meio de suporte é previsto um ponto de fixação e um dispositivo de acionamento aciona o meio de suporte segundo a definição da reivindicação independente.
Pelo documento de patente US 5 878 847 tornou-se conhecido 10 um ponto fixo para um meio de suporte de elevador. O meio de suporte consiste em vários cabos de sustentação, sendo que cada cabo de sustentação termina em uma conexão de extremidade de cabo, a qual apresenta um prolongamento configurado como barra de tração, o qual se encontra apoiado em um console em forma de L por meio de uma mola de pressão. A mola de 15 pressão serve para a compensação de comprimento do meio de suporte. O console que sustenta as molas de pressão está fixado em um trilho-guia.
A invenção, tal como está caracterizada na reivindicação 1, alcança o objetivo de, em uma situação de parada de emergência, atenuar os retardamentos em uma cabine de elevador para uma medida que seja tolerável para os passageiros de elevador.
Desdobramentos vantajosos da invenção são apresentados nas reivindicações dependentes.
Os coeficientes de atrito de correias ou cabos de fibras sintéticas na polia motriz são substancialmente mais elevados do que os coeficientes 25 de atrito de cabos de aço. No caso de queda dos freios de acionamento, por exemplo no caso de uma parada de emergência ativada pelo circuito de segurança, o deslizamento na polia motriz no caso de meios de suporte revestidos com material sintético é muito menor do que no caso de cabos de aço. Com conseqüência disso ocorrem valores de retardamento muito mais ele30 vados e na cabine de elevador. Com o ponto fixo de acordo com a invenção para as conexões de extremidade de meio de suporte, é possível manter o conforto de viagem mesmo no caso de meios de suporte modernos em uma situação de parada de emergência. Especialmente no caso de elevadores que se deslocam rapidamente, é preciso garantir uma parada de emergência suave; retardamentos muito elevados causariam acidentes na cabine de elevador e lesões nos passageiros do elevador. No caso de funcionamento 5 normal, o ponto fixo de acordo com a invenção fica ligado fixamente com o trilho-guia ou com a caixa de elevador. No caso de uma parada de emergência ativada pelo circuito de segurança, o ponto fixo será liberado por meio de um mecanismo, sendo que o mecanismo e o freio de acionamento são disparados ao mesmo tempo. No entanto, o mecanismo libera o ponto fixo an10 tes que o momento de frenagem gerado pelo freio de acionamento seja formado para o retardamento da cabine de elevador. Com o momento de frenagem formado ocorre um retardamento da cabine de elevador, sendo que um elemento de amortecimento do ponto fixo liberado flexiona-se e atenua o retardamento para uma medida que seja tolerável para os passageiros do 15 elevador. O circuito de segurança monitora funções essenciais do elevador que são relevantes para a segurança e inclui, de preferência, um circuito em série de contatos para o monitoramento de posições de porta, por exemplo, da porta da cabine ou das portas do pavimento, para o monitoramento do excesso de velocidade da cabine de elevador, para o monitoramento da ali20 mentação de corrente para o controle do elevador, para o monitoramento da detecção do fim da caixa etc. Caso seja aberto um dos contatos do circuito de segurança, então, conforme explicado acima, será ativada uma parada de emergência e o freio de acionamento será puxado e o ponto fixo será liberado.
No caso do elevador de acordo com a invenção, constituído por
uma cabine de elevador que é deslocável em uma caixa de elevador ao longo de trilhos-guia, e por um contrapeso, a cabine de elevador e o contrapeso estão ligados por meio de um meio de suporte guiado por roldanas, e para cada extremidade de meio de suporte é previsto um ponto fixo, sendo que 30 um dispositivo de acionamento aciona o meio de suporte e sendo que pelo menos um ponto fixo apresenta um carro que carrega a extremidade do meio de suporte, carro este que, no caso de uma situação de parada de emergência, pode ser liberado, e forças de retardamento da cabine de elevador e do contrapeso produzem um deslocamento do carro contra a capacidade de amortecimento de um elemento de amortecimento.
A presente invenção será explicada em detalhes com base nas figuras correspondentes.
Mostra-se:
figura 1: um elevador com o ponto fixo de acordo com a invenção;
figura 2: uma vista lateral do ponto fixo;
figura 3: o ponto fixo ao final de uma situação de parada de e
mergência;
figura 4: uma vista do ponto fixo desde a perna livre de um trilho
guia;
figura 4a: um corte horizontal A-A do ponto fixo;
figura 5: um mecanismo para a liberação do ponto fixo;
figuras 6 e 7: o processo de liberação do ponto fixo;
figuras 8 a 11: variantes de execução de elementos de amortecimento.
Nas figuras 1 e 8 é mostrado um elevador designado por 1, o 20 qual apresenta uma cabine de elevador 3 deslocável em uma caixa de elevador 2 e um contrapeso 4. A cabine de elevador 3 é guiada por meio de um primeiro trilho-guia 5 e por meio de um segundo trilho-guia 6. O contrapeso 4 é guiado por meio de um terceiro trilho-guia 7 e por meio de um quarto trilhoguia que não é mostrado. Os trilhos-guia estão apoiados em um poço de 25 caixa 8, sendo que as forças verticais são conduzidas para o poço de caixa
8. Os trilhos-guia 5, 6, 7 estão ligados com a parede de caixa 2.2 por meio de arcos 5.1, 6.1, 7.1. No poço de caixa 8 estão dispostos amortecedores 9, sobre os quais podem ser assentadas placas de amortecedores 10 da cabine de elevador 3, respectivamente o contrapeso 4.
Como meio de suporte e meio motriz é previsto pelo menos um
cabo de aço ou um cabo de fibra sintética ou uma correia 11, revestida com material sintético, que apresenta um suporte de tração metálico, como por exemplo uma correia plana ou uma correia com estrias longitudinais, com uma guia de correia de 2:1. Também são possíveis outras guias de correia, como por exemplo de 4:1. Como meios de suporte são concebíveis várias correias 11 guiadas paralelamente, sendo que uma única correia pode ser 5 constituída por várias pequenas correias. Polia motriz 13, roldanas de desvio 16, 18, 20, roldanas perfiladas 17 e pontos fixos 14, 15 estão, portanto, configuradas de modo correspondente para a admissão das correias 11 guiadas paralelamente.
Quando uma unidade de acionamento 12, disposta no segundo 10 trilho-guia 6 e no terceiro trilho-guia 7, por exemplo no topo de caixa 2.1, impulsionar em uma unidade a correia 11 por meio de uma polia motriz 13, então a cabine de elevador 3, respectivamente o contrapeso 4, se moverá pela metade da unidade. A primeira extremidade da correia 11 está disposta em um primeiro ponto fixo 14 e a segunda extremidade da correia 11 está dis15 posta em um segundo ponto fixo 15. O primeiro ponto fixo 14 é constituído por um mecanismo 31 para a liberação de um carro 19 e por pelo menos um elemento de amortecimento 25 para o amortecimento das forças de retardamento da cabine de elevador 3 e do contrapeso 4. Na figura 8 é previsto um mecanismo 31 configurado como dispositivo de aperto, o qual, por e20 xemplo, pode ser ativado eletricamente e aperta o meio de suporte de modo a fixá-lo no caso de um funcionamento normal. O elemento de amortecimento 25 pode ser uma mola 25.1 e/ou um amortecedor 25.2. A correia 11 é guiada através de uma primeira roldana de desvio 16, através de uma roldana perfilada 17, através de uma segunda roldana de desvio 18, através da polia 25 motriz 13 e através de uma terceira roldana de desvio 20. A primeira roldana de desvio 16, a segunda roldana de desvio 18 e a terceira roldana perfilada 17 acham-se integradas ao fundo 21 da cabine de elevador 3, sendo que a correia evolui em um canal de fundo 21.1. A roldana perfilada 17 também pode ser suprimida.
O canal de fundo 21.1 evolui então horizontalmente. A roldana
perfilada 17 apresenta uma endentação correspondente às estrias longitudinais da correia 11. A primeira roldana de desvio 16 e a segunda roldana de desvio 18 guiam a correia 11 pelo lado sem endentação por meio de flanges dispostos pelo lado frontal. A polia motriz 13, por meio de sua endentação correspondente às estrias longitudinais da correia 11, encontra-se engrenada com as estrias longitudinais da correia 11. A unidade de acionamento 12 5 apresenta um freio para o funcionamento normal e para o funcionamento de parada de emergência. Não é mostrado ou não são mostrados o motor ou os motores para a polia motriz 13. A quarta roldana de desvio 20 está disposta no contrapeso e é comparável, na estrutura, à primeira roldana de desvio 16 ou à segunda roldana de desvio 18.
A figura 2 mostra uma vista lateral do primeiro ponto fixo 14, que
é previsto na extremidade superior do primeiro trilho-guia 5. O primeiro ponto fixo 14 também pode estar disposto na parede de caixa 2.2 ou no teto de caixa 2.3. Conforme mostrado na figura 1, o segundo ponto fixo 15 está munido de molas de compensação de comprimento 15.1, as quais compensam 15 comprimentos diferentes das correias 11 guiadas paralelamente. O segundo ponto fixo 15 pode ser construído igual ao primeiro ponto fixo e pode ser munido de molas de compensação de comprimentos 15.1. O primeiro ponto fixo 14 consiste, no essencial, em um carro 19 móvel ao longo do trilho-guia
5, carro este que é conduzido, por meio de sapatas de guia 22, na perna 20 livre 5.2 do trilho-guia 5 e que porta um cavalete 23. No trilho-guia 5 está disposto um console 24, no qual se apoia um elemento de amortecimento 25. A extremidade da correia 11 encontra-se retida por meio de um elemento de ligação 26, sendo que a correia 11 encontra-se guiada, por exemplo, através de uma cunha, a qual é fixada por aperto em uma caixa. A caixa do 25 elemento de ligação 26 encontra-se suspensa no cavalete 23 por meio de uma barra de tração 27 e de porcas 28.
A figura 3 mostra o ponto fixo 14 ao final de uma situação de parada de emergência disparada pelo circuito de segurança, na qual o freio da unidade de acionamento 12 retardou a cabine de elevador 3 até a sua 30 parada. As forças de retardamento que aí ocorreram são transmitidas para o cavalete 23 por meio da correia 11, do elemento de ligação 26 e da barra de tração 27 e provocam um deslocamento do carro 19 pelo curso B para a posição de flexão para dentro, contra a capacidade de amortecimento do elemento de amortecimento 25. O elemento de amortecimento 25 pode ser, por exemplo, uma mola ou um amortecedor ou um amortecedor hidráulico ou um amortecedor hidráulico com uma mola. No caso de elementos de amortecimento que após a flexão para dentro novamente flexionam para fora, como por exemplo uma mola de pressão, pode ser previsto um dispositivo de retenção, que retém fixamente o carro 19 na posição de flexão para dentro que é mostrada na figura 3. Com o carro 19 na posição mostrada na figura 3, a cabine de elevador só pode ser deslocada com uma velocidade de arrasto. Entre o console 24 e o cavalete 23 pode ser prevista uma mola auxiliar que leva o carro 19 de novo para a posição inicial, depois que a correia 11 tiver sido aliviada por meio de uma viagem sobre amortecedor da cabine de elevador. A posição de flexão para dentro como é mostrada na figura 3 e a posição inicial como é mostrada na figura 2 do carro 19 podem ser monitoradas, por exemplo, por meio de detectores de limites.
A figura 4 mostra uma vista do ponto fixo 14, observado desde a perna livre 5.2 do trilho-guia 5, e a figura 4a mostra um corte ao longo da linha A-A. O ponto fixo 14 acha-se projetado para quatro correias 11 guiadas paralelamente. Uma única correia 11 também pode ser constituída por mui20 tas correias pequenas, sendo que cada correia pequena está ligada com o cavalete por meio do elemento de ligação e da barra de tração. O cavalete 23 está disposto entre a parede de caixa 2.2 e o trilho-guia 5 e desliza no trilho-guia 5. O carro 19 é constituído por paredes laterais 29 que sustentam o cavalete 23, as quais estão ligadas com segmentos 30. Para cada seg25 mento 30 está disposto um sapato de guia 22 que pode ser guiado por meio da perna livre 5.2.
A figura 5 mostra um mecanismo 31 disposto sobre o trilho-guia
5, para a liberação do ponto fixo 14. No cavalete 23 está disposta uma tala 32 com um primeiro pino 33, sendo que um trinco em forma de gancho, giratório em torno de um primeiro ponto de rotação 34, agarra por baixo o primeiro pino 33. Uma alavanca em forma de joelho 36 está articulada, por uma extremidade, ao trinco em forma de gancho 35 e, pela outra extremidade, ela é giratória em torno de um segundo ponto de rotação 37. Na posição de repouso mostrada, a alavanca de joelho encosta em um batente 38. Uma alavanca 40 de dois braços, giratória em torno de um terceiro ponto de rotação 39, serve para o travamento e para o acionamento da alavanca de joelho 36.
5 Na posição mostrada, a alavanca 40 de dois braços trava a alavanca de joelho 41 por meio de uma saliência 41, e assim a alavanca de joelho 41 não pode dobrar em nenhuma direção. Uma bobina 42 libera o segundo pino 43, o qual, por meio da força de mola de uma mola de pressão 44, gira a alavanca 40 de dois braços em torno do terceiro ponto de rotação 39. Nesse 10 processo, a alavanca 40 de dois braços, por meio de sua saliência 41, libera a alavanca de joelho 36 e flexiona a alavanca de joelho 26 ao mesmo tempo, tal como mostrado na figura 6. Devido à força de gravidade da cabine de elevador 3, o primeiro pino 33 sai do trinco em forma de gancho 35 e pressiona este mais para trás, tal como mostrado na figura 7. Nessa posição, a 15 alavanca de joelho 36 encontra-se totalmente flexionada.
As figuras de 9 a 11 mostram variantes de execução de elementos de amortecimento 25 e de mecanismos de disparo 31. Tal como mostrado na figura 9, o elemento de amortecimento 25 consiste em uma mola 25.1, que pode flexionar para dentro após a liberação de uma haste impulsora 20 25.3 em uma situação de parada de emergência. No caso de um funcionamento normal da cabine de elevador 3, a haste impulsora 25.3 é fixada por retenção por meio do mecanismo 31. Nesse caso, o mecanismo 31 pode ser, por exemplo, um trinco que pode ser acionado eletricamente, o qual impede, respectivamente libera, a haste impulsora 25.3 no movimento em dire25 ção vertical. Depois da flexão para dentro da mola 25.1, a haste impulsora 25.3 é novamente fixada por retenção por meio do mecanismo 31. O dispositivo da figura 10 corresponde ao dispositivo da figura 9, com a diferença de que em vez da mola 25.1 é previsto um amortecedor 25.2, como por exemplo um amortecedor descartável, o qual transforma em calor a energia a ser 30 absorvida e tem que ser substituído depois de uma situação de parada de emergência. A figura 11 mostra um elemento de amortecimento 25 com um cilindro hidráulico 25.4 e um recipiente de expansão 25.5, sendo que o cilindro hidráulico 25.4 e o recipiente de expansão 25.5 estão ligados por meio de-úm'^(^nisrn^3ílTsol)· 'a. fdrfna ;cfe'üma válvula 25.6. No caso de um funcionamento normal; da cabine de elevador 3, a válvula 25.6 encontra-se fechada, o cilindro hidráulico 25.4 encontra-se separado hidraulicamente do recipiente de expansão 25.5. Em uma situação de parada de emergência, a válvula 25.6 encontra-se aberta e o êmbolo, respectivamente a haste impulsora 25.3 do cilindro hidráulico 25.4, pode impulsionar o meio hidráulico 25.7 para fora do êmbolo e para o recipiente de expansão 25.5.

Claims (11)

1. Elevador (1) constituído por uma cabine de elevador (3), que é deslocável em uma caixa de elevador (2) ao longo de trilhos-guia (5, 6, 7), e por um contrapeso (4), sendo que a cabine de elevador (3) e o contrapeso (4) estão ligados por meio de um meio de suporte (11) guiado por roldanas (13, 16, 18, 20), e para cada extremidade de meio de suporte é previsto um ponto fixo (14, 15) e uma unidade de acionamento (12) aciona o meio de suporte (11), caracterizado pelo fato de que no mínimo um ponto fixo (14) apresenta um carro (19) que carrega a extremidade de meio de suporte, o qual, em uma situação de parada de emergência, pode ser liberado por meio de um mecanismo (31), sendo que as forças de retardamento da cabine de elevador (3) e do contrapeso (4) provocam um deslocamento do carro (19) contra a capacidade de amortecimento de um elemento de amortecimento (25).
2. Elevador de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o ponto fixo (14) está disposto em um trilho-guia (5, 6, 7).
3. Elevador de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que no carro (19) está disposto um cavalete (23), o qual sustenta elementos de ligação (26, 27) da extremidade de meio de suporte.
4. Elevador de acordo com a reivindicação 2 ou 3, caracterizado pelo fato de que o carro (19) é deslocável por meio de sapatos de guia (22) ao longo da perna livre (5.2) do trilho-guia (5).
5. Elevador de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que o elemento de amortecimento (25) está disposto entre um console (24) do trilho-guia (5) e o cavalete (23) do carro (19).
6. Elevador de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o mecanismo (31) para a liberação do carro (19) está disposto no trilho-guia (5).
7. Elevador de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que no caso de um funcionamento normal, um trinco em forma de gancho (35) do mecanismo (31) engata com um pino (33) de uma tala (32) disposta no cavalete (23), e no caso de uma situação de parada de emergência, o trinco em forma de gancho (35) libera o pino (33).
8. Elevador de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o trinco em forma de gancho (35) pode ser acionado por meio de uma alavanca de joelho (36), sendo que a alavanca de joelho (36) pode ser flexionada por meio de uma alavanca de dois braços (40).
9. Elevador de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que a alavanca de dois braços (40) pode ser acionada por meio de uma bobina (42) e de uma mola de pressão (44), sendo que a alavanca de dois braços (40) bloqueia a alavanca de joelho (36) na posição de repouso contra flexão.
10. Processo para a liberação do ponto fixo (14) de um elevador como definido em qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ponto fixo (14) é liberado por meio de um mecanismo (31) antes que se forme o momento de frenagem para o retardamento da cabine de elevador (3), sendo que juntamente com o momento de frenagem em formação ocorre um retardamento da cabine de elevador (3) e o ponto fixo (14) liberado atenua o retardamento para uma medida que seja tolerável para os passageiros do elevador.
11. Processo de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que o meio de suporte (11) é aliviado por meio de uma viagem sobre amortecedor da cabine de elevador, sendo que uma força de mola atuante entre o console (24) e o cavalete (23) leva o carro para a posição inicial.
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