BRPI0809090A2 - Co-cristal, processo para preparar um co-cristal, composição fungicida, e, método para prevenir/controlar infecção fúngica em plantas - Google Patents

Co-cristal, processo para preparar um co-cristal, composição fungicida, e, método para prevenir/controlar infecção fúngica em plantas Download PDF

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Pauline Theresa Gavan
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Description

I “CO-CRISTAL, PROCESSO PARA PREPARAR UM CO-CRISTAL, COMPOSIÇÃO FUNGICIDA, E, MÉTODO PARA PREVENIR/CONTROLAR INFECÇÃO FÚNGICA EM PLANTAS”
A presente invenção diz respeito a novos co-cristais de 5 ciprodinil e pirimetanil, e seu uso em composições fungicidas, em particular composições agroquímicas.
Tanto o ciprodinil quanto o pirimetanil são fungicidas de anilinopirimidina e se julga atuem inibindo a biossíntese da metionina e a secreção de enzimas hidrolíticas fungicas. O ciprodinil é usado como um fungicida foliar nos cereais, uvas, frutas pomo, drupas, morangos, legumes, culturas do campo e ornamentais e, como um adubo da semente na cevada, para controlar uma ampla faixa de patógenos tais como Tapesia yallundae e T. acuformis, Erysiphe spp., Pyrenophora teres, Rhynchosporium secalis, Botrytis spp., Alternaria spp., Venturia spp. e Monilinia spp. O pirimetanil é usado para controlar o mofo cinzento (Botrytis cinered) nas videiras, frutas, legumes e ornamentais e no controle da crosta das folhas (Venturia inaequalis ou V. pirina) na fruta pomo. Ambos acham-se disponíveis comercialmente e são descritos no The Pesticide Manual [The Pesticide Manual - A World Compendium\ Décima Terceira Edição; Editor: C. D. S. Tomlin; The British Crop Protection Council].
Duas formas polimórficas do ciprodinil são conhecidas como existentes, ambas as quais apresentando faixas de fusão características, mas diferentes: a forma A apresenta entre 70 e 72 0C e a forma B, entre 74 e 76 °C. A estabilidade termodinâmica das formas polimórficas A e B é 25 enantiotropicamente relacionada e apresenta uma temperatura de transição de fase, que, embora sensível a outras condições, situa-se tipicamente entre 15 e 40 0C - certamente dentro da faixa de flutuações de temperatura que podem ocorrer durante o processamento e a armazenagem das formulações agroquímicas (tipicamente -10 0C e +50 °C). Abaixo da temperatura de transição de fase, a forma A é a forma termodinamicamente estável e, acima, a forma B é a forma termodinamicamente estável. Portanto, sob as condições de armazenagem, um estado sólido de ciprodinil pode sofrer transformação por recristalização entre as duas formas polimórficas, levando à geração de 5 partículas grandes e indesejáveis, as quais podem, por exemplo, bloquear bocais de pulverização durante a aplicação do produto. Além disso, tais eventos de recristalização significam que pode ser difícil manter o produto como uma formulação homogênea, e isto pode levar a problemas durante a transferência para tanques de diluição e na garantia da concentração correta 10 na diluição. Consequentemente, este comportamento correntemente limita a formulação de ciprodinil em formatos nos quais o ciprodinil é solubilizado, por exemplo concentrados de emulsão. Problemas semelhantes existem com o pirimetanil, o qual pode também cristalizar-se sob formulação e condições de armazenagem normais. Além disso, o pirimetanil é um composto muito 15 volátil. Estes problemas tomam a formulação, por exemplo um concentrado de suspensão, difícil e restrito de se usar, ou o pirimetanil em certas situações. Como tal, portanto, estas questões significam que problemas semelhantes àqueles observados com o ciprodinil ocorrem durante a formulação, armazenagem e aplicação do pirimetanil.
A formação de novos estados sólidos do ciprodinil e do
pirimetanil que não apresentem transformação de fase dentro da janela de flutuação da temperatura de armazenagem e/ou que não sofram cristalização na formulação e armazenagem e/ou que sejam menos voláteis, deve permitir a formulação como dispersões sólidas (isto é, concentrados de suspensão, 25 suspo-emulsões e granulações úmidas) que podem ter propriedades desejáveis de toxicologia, liberação controlada ou estabilidade química.
Consequentemente, a presente invenção provê novas formas co-cristalinas de ciprodinil ou pirimetanil com propriedades melhoradas, em comparação com as versões comercialmente disponíveis destes fungicidas. Em particular, a invenção provê um co-cristal de ciprodinil ou de pirimetanil com um composto de formação de co-cristais que tenha pelo menos um grupo funcional de ácido orgânico. Mais adequadamente, a invenção provê um co-cristal de ciprodinil com um composto de formação de 5 co-cristais que tenha pelo menos um grupo funcional de ácido orgânico. Adequadamente, o ácido orgânico contém pelo menos um grupo funcional de ácido sulfônico ou ácido carboxílico.
Compostos de formação de co-cristais adequados contendo pelo menos um grupo funcional de ácido sulfônico, incluem, porém sem limitar, o ácido 1,5-naftaleno-dissulfônico, o ácido 1,2-naftaleno-dissulfônico, o ácido 4-clorobenzenossulfônico, o ácido benzenossulfônico, o ácido ciclâmico, o ácido metanossulfônico e o ácido p-toluenossulfônico.
Compostos de formação de co-cristais adequados contendo pelo menos um grupo funcional de ácido carboxílico, incluem, porém sem 15 limitar, o ácido l-hidróxi-2-naftóico, o ácido 4-aminobenzóico, o ácido acético, o ácido trimetilacético, o ácido (2-metilfenóxi)acético, o ácido adípico, alanina, arginica, ácido ascórbico, asparagina, ácido aspártico, ácido azeláico, ácido benzenossulfônico, ácido benzóico, ácido 4- metilaminobenzóico, ácido 2-fenoxibenzóico, ácido 2-acetoxibenzóico, ácido 20 canfórico, ácido cáprico, ácido cinâmico, ácido cítrico, cisteína, dimetilglicina, ácido fórmico, ácido fumárico, ácido galactárico, ácido gentísico, ácido glicônico, ácido glucarônico, ácido glutâmico, glutamina, ácido glutárico, glicina, ácido glicólico, ácido hexanodióico, ácido hipúrico, histidina, isoleucina, ácido láctico, ácido lactobiônico, ácido láurico, leucina, 25 ácido levulínico, lisina, ácido maleico, ácido málico, ácido malônico, ácido mandélico, metionina, ácido nicotínico, ácido orótico, ácido oxálico, ácido palmítico, ácido pamóico, fenilalanina, ácido pimélico, prolina, ácido propiônico, ácido piroglutâmico, ácido pirazina carboxílico, ácido pirúvico, ácido 4-amino salicílico, ácido salicílico, ácido sebácico, serina, ácido esteárico, ácido subérico, ácido succínico, ácido tartárico, ácido tiociânico, treonina, ácido tricloroacético, ácido trifluoroacético, triptofano, tirosina, valina, ácido bifenil-4-carboxílico, ácido bifenil-2-carboxílico, ácido 4’-metil2-bifenilcarboxílico, ácido 4-bifenilacético, ácido 4’-hidróxi-4- 5 bifenilcarboxílico e fenbufen. Compostos de formação de co-cristais adequados contendo dois grupos funcionais de ácido carboxílico incluem, porém sem limitar, o ácido adípico, o ácido aspártico, o ácido azeláico, ácido canfórico, ácido fumárico, ácido glutâmico, ácido glutárico, ácido maleico, ácido málico, ácido malônico, ácido oxálico, ácido pimélico, ácido sebácico, 10 ácido subérico, ácido succínico e ácido tartárico.
Mais adequadamente, o composto de formação de co-cristais é o ácido benzóico, ácido succínico, ácido fumárico, ácido maleico, ácido oxálico, ácido pirazina carboxílico, ácido glicólico, ácido levulínico, ácido (2- metilfenóxi)acético, ácido hexanodióico, ácido 4-(metilamino)benzóico, ácido 15 trimetilacético, ácido pirúvico, ácido glicólico ou ácido 4-hidróxi-4’-bifenil carboxílico. Muitíssimo adequadamente, o composto de formação de cocristais é o ácido benzóico ou o ácido succínico, especialmente o ácido succínico.
A forma co-cristalina do ciprodinil ou do pirimetanil e o composto de formação de cristais podem ser caracterizados por uma morfologia de cristal ou por picos selecionados do padrão de difração de raios-X em pó expresso nos termos dos ângulos 2 teta.
Em uma forma de realização da invenção, é fornecida uma forma de co-cristais de ciprodinil e ácido benzóico, que é caracterizada por 25 um padrão de difração de raios-X em pó expresso em termos de ângulos 2 teta, em que o padrão de difração de raios-X em pó compreende os valores dos ângulos 2 teta listados na Tabela 1 ou na Tabela 2. Estas tabelas mostram os valores 2 teta, os espaçamentos d, e a intensidade relativa das posições de pico selecionadas do padrão de difração de raios-X em pó dos dois co-cristais de ciprodinil-ácido benzóico, o primeiro dos quais na forma de cristais de agulha brancos, o segundo na forma de cristais rômbicos brancos.
TABELA 1
2Θ (°) espaçamento d (Â) Intensidade Relativa (%) 9,034 9,780 43,9 10,266 8,610 64,4 11,234 7,870 64,7 13,704 6,456 46,2 17,081 5,187 42,1 17,962 4,934 100,0 21,717 4,089 50,1 23,436 3,793 47,1 24,888 3,575 66,1 28,476 3,132 43,7 TABELA 2
2Θ (°) espaçamento d (Á) Intensidade Relativa (%) 11,201 7,893 56,7 11,660 7,584 64,4 13,978 6,331 55,9 15,050 5,882 52,2 18,584 4,771 59,2 19,297 4,596 58,3 20,793 4,269 58,2 23,865 3,726 100,0 25,697 3,464 60,9 26,765 3,328 56,6 Foi surpreendentemente observado que, quando o ciprodinil e
um ácido orgânico, em particular o ácido benzóico, ácido succínico, ácido fumárico, ácido maleico, ácido oxálico ou ácido pirazina carboxílico, são deixados formar co-cristais, os co-cristais resultantes dão origem a propriedades melhoradas do ciprodinil em comparação com o ciprodinil na 10 forma livre. Em particular, os co-cristais não apresentam a mesma transição de fase que o ciprodinil sozinho apresenta. Isto é claramente importante, já que traz benefícios durante a fabricação, a formulação e a armazenagem. Em particular, postula-se que este novo estado sólido do ciprodinil não sofrerá eventos de recristalização durante sua formulação ou armazenagem tanto do 15 material de graduação técnica quanto do material formulado - o material técnico e a formulação conservarão, portanto, sua homogeneidade. Além disso, esta forma estável do ciprodinil possibilitará novos formatos de formulação sólida, tais como os concentrados de suspensão, as suspoemulsões e as granulações úmidas, a serem desenvolvidos, e levará aos benefícios de pureza potencial (por causa da capacidade de isolar o estado 5 sólido, ao invés de um líquido) bem como a características de manipulação melhoradas (por exemplo, a toxicidade reduzida).
Como aqui usado, ‘co-cristal’ significa um material cristalino que compreende dois ou mais componentes únicos em uma relação estequiométrica, cada um contendo características físicas distintas tais como 10 estrutura, ponto de fusão e calor de fusão. O co-cristal pode ser construído através de várias formas de realização de reconhecimento molecular, incluindo a ligação de hidrogênio, empilhamento Π (pi), complexação de hóspede-hospedeiro, e interações de Van-Der-Waals. Das interações listadas acima, a ligação de hidrogênio é a interação dominante na formação do co15 cristal, por meio do que uma ligação não covalente é formada entre um doador da ligação de hidrogênio de um dos componentes e um aceitador da ligação de hidrogênio do outro. Co-cristais preferidos da presente invenção são aqueles em que a ligação de hidrogênio ocorre entre o composto de formação do co-cristal e o ciprodinil ou o pirimetanil.
Observa-se que a ligação de hidrogênio pode resultar em
várias montagens intermoleculares diferentes e, como tal, os co-cristais da presente invenção podem existir em uma ou mais formas poliméricas - como, por exemplo, é o caso com os cristais de ciprodinil-ácido benzóico detalhados acima e nos Exemplos. Um co-cristal polimórfico pode conter qualquer 25 relação molar do ciprodinil ou pirimetanil para co-formador, mas tipicamente se situará na faixa de 5:1 a 1:5. Nos sistemas em que o ciprodinil, o pirimetanil ou o coformador apresentem isomerismo, uma forma polimórfica pode ser definida por uma ou mais técnicas analíticas de estado sólido, incluindo a difração de raio-X de cristal único, a difração de raio-X de pó, DSC, a espectroscopia de Raman ou de Infra-vermelho.
Adequadamente, a relação molar do ciprodinil ou do pirimetanil para o composto de formação do co-cristal no co-cristal situa-se na faixa de 5:1 a 1:5. Mais adequadamente, a relação do ciprodinil ou do 5 pirimetanil para o composto de formação do co-cristal no co-cristal situa-se na faixa de 3:1 a 1:3. Ainda mais adequadamente, a relação do ciprodinil ou do pirimetanil para o composto de formação do co-cristal situa-se na faixa de 2:1 a 1:1. Muitíssimo adequadamente, a relação do ciprodinil ou do pirimetanil para o composto de formação do co-cristal no co-cristal é de 10 aproximadamente 1:1.
Os co-cristais da presente invenção são formados pelo contato do ciprodinil ou do pirimetanil com o composto de formação do co-cristal. Isto pode ser feito por (1) moagem de dois sólidos juntos, (ii) fusão de um ou de ambos os componentes, e deixá-los recristalizar-se, (iii) solubilização do 15 ciprodinil ou do pirimetanil e adição do composto de formação dos cocristais, ou (iv) solubilização do composto de formação dos co-cristais e adição do ciprodinil ou do pirimetanil. Pode também ser possível solubilizar o ciprodinil ou o pirimetanil no composto de formação dos co-cristais, e viceversa. A cristalização é então deixada ocorrer sob condições adequadas. Por 20 exemplo, a cristalização pode requerer alteração de uma propriedade das soluções, tal como o pH ou a temperatura, e pode requerer concentração do soluto, usualmente pela remoção do solvente e, tipicamente, pela secagem da solução. A remoção do solvente resulta no aumento da concentração do ciprodinil ou do pirimetanil no decorrer do tempo de modo a facilitar a 25 cristalização. Uma vez a fase sólida compreendendo quaisquer cristais seja formada, esta pode ser testada como aqui descrito.
Consequentemente, a presente invenção provê um processo para a produção de um co-cristal da invenção, compreendendo:
(a) moer, aquecer ou proceder ao contato na solução do ciprodinil ou do pirimetanil com o composto de formação do co-cristal, sob condições de cristalização, de modo a formar uma fase sólida;
(b) isolar os co-cristais contendo o ciprodinil ou o pirimetanil, e o composto de formação dos cristais.
5 O ensaio da fase sólida quanto à presença dos co-cristais do
ciprodinil ou do pirimetanil e o composto de formação dos co-cristais pode ser realizado por métodos convencionais conhecidos na técnica. Por exemplo, é conveniente e de rotina usar as técnicas de difração de raios-X em pó para avaliar a presença dos co-cristais. Isto pode ser efetuado pela comparação dos 10 espectros do ciprodinil ou do pirimetanil, do composto de formação dos cocristais e dos co-cristais putativos, de modo a estabelecer se, ou não, os cocristais verdadeiros foram formados. Outras técnicas usadas de uma forma análoga, incluem a calorimetria de varredura diferencial (DCS), a análise termogravimétrica (TGA) e a espectroscopia de Raman. A difração de raios-X 15 de cristal único é especialmente útil em identificar estruturas de co-cristal.
Os co-cristais da invenção podem ser facilmente incorporados nas composições füngicas (incluindo as composições agroquímicas) por meios convencionais. Consequentemente, a invenção também provê uma composição fungica compreendendo um co-cristal da invenção, como 20 definido acima. Em uma forma de realização, a composição fungica é uma composição agroquímica.
As composições agroquímicas contendo os co-cristais da presente invenção podem ser usadas para o controle dos fungos patogênicos das plantas em várias espécies de plantas. Consequentemente, a invenção 25 também fornece um método de prevenir/controlar infecção füngica nas plantas, ou material de propagação das plantas compreendendo tratar a planta ou o material de propagação das plantas com uma quantidade fungicidamente eficaz de uma composição agrícola da invenção. Por ‘material de propagação das plantas’ denotam-se sementes de todas as espécies (frutos, tubérculos, bulbos, grãos etc.), mudas, rebentos e outros.
Em particular, as composições agroquímicas da invenção podem ser usadas para controlar, por exemplo, Cochliobolus sativus, Erysiphe spp. incluindo E. graminis, Leptosphaeria nodorum, Puccinia spp., 5 Pyrenophora teres, Pyrenophora tritici-repentis, Rhynchosporium secalis, Septoria spp, Mycosphaerella musieola, Mycosphaerella fijiensis var. difformis, Selerotinia homoeoearpa, Rhizoetonia solani, Puceinia spp., Rhizoetonia solani, Helminthosporium oryzae, complexo de panícula suja, Hemileia vastatrix, Cercospora spp., Monilinia spp., Podosphaera spp., 10 Sphaerotheea spp., Tranzsehelia spp. e Helminthosporium spp., Tapesia yallundae e T. aeuformis, Botrytis spp., Alternaria spp. e Venturia spp.
As composições agroquímicas da presente invenção são adequadas para controlar tais doenças em várias plantas e seu material de propagação, incluindo, porém sem limitar, os seguintes cultivos alvo: cereais 15 [trigo, cevada, centeio, aveia, milho (incluindo o milho do campo, milho para pipoca e o milho doce), arroz, sorgo e cultivos relacionados); beterraba (beterraba sacarina e beterraba de forragem); plantas leguminosas (feijões, lentilhas, ervilhas, feijões soja); plantas oleosas (colza, mostarda, girassóis); pepineiros (espécie de abóbora, pepinos, melões); plantas fibrosas (algodão, 20 linho, cânhamo, juta); verduras (espinafre, alface, aspargo, repolhos, cenouras, berinjelas, cebolas, pimenta, tomates, batatas, pimentão doce, quiabo); plantações de cultivo (bananas, árvores frutíferas, seringueira, viveiros de cultivos), ornamentais (flores, arbustos, árvores de folhas largas e sempre verdes, tais como as coníferas); assim como outras plantas tais como 25 as videiras, bagas (tais como os vacínios), cana, oxicoco, hortelã-pimenta, ruibarbo, hortelã, cana de açúcar e gramas de relvado incluindo, porém sem limitar, as gramas de relvado de estação fria (por exemplo as gramíneas de hastes azuladas (Poa L.), tais como as gramíneas de hastes azuladas de Kentucky (Poa pratensis L.), as gramíneas de hastes azuladas brutas (Poa trivialis L.), as gramíneas de hastes azuladas do Canadá {Poa compressa L.) e as gramíneas de hastes azuladas anuais {Poa annua L.); agróstides (Agrostis L.), tais como as agróstides rastejantes (Agrostis palustris Huds.), agróstides coloniais (Agrostis tenius Sibth.), agróstides de veludo (Agrostis canina L.) e capim-panasco (Agrostis alba L.); festuca (Festuca L.), tal como a festuca alta (Festuca arundinacea Schreb.), festuca da campina {Festuca elatior L.) e festucas finas tais como a festuca vermelha rastejante {Festuca rubra L.), festuca de mascar {Festuca rubra var. commutata Gaud.), festuca de carneiro {Festuca ovina L.) e festuca dura {Festuca longifolia)', e azevém {Lolium L.), tal como o azevém perene {Lolium perenne L.) e o azevém anual (italiano) {Lolium multiflorum Lam.)] e gramas de relvado de estação quente (por exemplo, capim-de-burro {Cynodon L. C. Rich), incluindo o capim-de-burro híbrido e comum; Zoysiagrasses {Zoysia Willd.), grama de Santo Agostinho [Stenotaphrum secundatum (Walt.) Kuntze]; e grama de centopéia [Eremochloa ophiuroides (Munro.) Hack.)].
Além disso, os ‘cultivos’ devem ser entendidos como incluindo aqueles cultivos que tenham sido tomadas tolerantes às pragas e aos pesticidas, incluindo herbicidas ou classes de herbicidas, como um resultado de métodos convencionais de reprodução ou engenharia genética. A 20 tolerância, por exemplo, aos herbicidas significa uma suscetibilidade reduzida aos danos causados por um herbicida particular em comparação com as reproduções convencionais dos cultivos. Os cultivos podem ser modificados ou reproduzidos de modo a que sejam tolerantes, por exemplo, aos inibidores de HPPD, tais como a mesotriona, ou inibidores de EPSPS tais como o 25 glifosato.
A taxa em que a composição agroquímica da invenção é aplicada dependerá do tipo particular de fungo a ser controlado, do grau de controle requerido e do ajuste de tempo e do método de aplicação e podem ser facilmente determinados pela pessoa versada na técnica. Em geral, as composições da invenção podem ser aplicadas segundo um índice de aplicação entre 0,005 quilograma/hectare (kg/ha) e de cerca de 5,0 kg/ha, com base na quantidade total do fungicida ativo na composição. Um índice de aplicação entre cerca de 0,1 kg/ha e cerca de 1,5 kg/ha é preferido, com um 5 índice de aplicação entre cerca de 0,3 kg/ha e 0,8 kg/ha sendo especialmente preferido.
Na prática, as composições agroquímicas compreendendo os co-cristais da invenção são aplicadas como uma formulação contendo vários adjuvantes e carreadores conhecidos ou usados na indústria. Elas podem, assim, ser formuladas como grânulos, como pós umectáveis, como concentrados emulsificáveis, como concentrados em suspensão (incluindo as dispersões oleosas), como pós ou polvilhos, como circuláveis, como soluções, como suspensões ou emulsões, suspo-emulsões ou como formas de liberação controlada, tais como microcápsulas. Adequadamente, a composição agroquímica da invenção pode ser formulada como um concentrado em suspensão, uma suspo-emulsão ou uma granulação úmida. Estas formulações são descritas em mais detalhes abaixo, e podem conter tão pouco quanto cerca de 0,5 % a tanto quanto cerca de 95 % ou mais em peso do ingrediente ativo na forma do co-cristal. A quantidade ótima dependerá da formulação, do equipamento de aplicação e da natureza dos fungos patogênicos das plantas a serem controlados.
Os pós umectáveis acham-se na forma de partículas finamente divididas que se dispersam facilmente na água ou em outros carreadores líquidos. As partículas contêm o ingrediente ativo retido em uma matriz 25 sólida. Matrizes sólidas típicas incluem a terra de fuller, argilas de caulim, sílicas e outros sólidos orgânicos ou inorgânicos facilmente úmidos. Os pós umectáveis normalmente contêm cerca de 5 % a cerca de 95 % do ingrediente ativo mais uma pequena quantidade de agente umectante, dispersante ou emulsificante. Concentrados emulsificáveis são composições líquidas homogêneas dispersáveis em água ou outro líquido, e podem consistir inteiramente do composto ativo com um agente emulsificante líquido ou sólido, ou podem também conter um carreador líquido, tal como xileno, naftas 5 aromáticas pesadas, isoforona e outros solventes orgânicos não voláteis. Em uso, estes concentrados são dispersos em água ou outro líquido e, normalmente, são aplicados como uma pulverização à área a ser tratada. A quantidade de ingrediente ativo pode variar de cerca de 0,5 % a cerca de 95 % do concentrado.
Os concentrados em suspensão são formulações aquosas nas
quais as partículas sólidas finamente divididas do composto ativo se acham estavelmente em suspensão. As partículas sólidas podem ser colocadas em suspensão em uma solução aquosa ou em um óleo (como uma dispersão oleosa). Tais formulações incluem agentes anti-sedimentação e agentes 15 dispersantes, e podem ainda incluir um agente umectante para intensificar a atividade, bem como um antiespuma e um inibidor do crescimento de cristais. Em uso, estes concentrados são diluídos em água e normalmente são aplicados como uma pulverização à área a ser tratada. A quantidade de ingrediente ativo pode variar de cerca de 0,5 % a cerca de 95 % do 20 concentrado.
As formulações granulares incluem tanto extrusados quanto partículas relativamente grossas e podem ser aplicadas sem diluição à área em que o controle dos fungos patogênicos das plantas é requerido ou disperso em um tanque de pulverização antes da aplicação, por exemplo. Carreadores 25 típicos para formulações granulares incluem areia, terra de fuller, argila de attapulgita, argilas de bentonita, a argila de montmorilonita, vermiculita, perlita, carbonato de cálcio, tijolo, pedra-pomes, pirofilita, caulim, dolomita, gesso, serragem, sabugos de cereais moídos, cascas de amendoim moídas, açúcares, cloreto de sódio, sulfato de sódio, silicato de sódio, borato de sódio, magnésia, mica, óxido de ferro, óxido de zinco, óxido de titânio, óxido de antimônio, criolita, gesso, terra diatomácea, sulfato de cálcio e outros materiais orgânicos ou inorgânicos que absorvam ou que possam ser revestidos com o composto ativo. As formulações granulares para uso sem 5 diluição normalmente contêm cerca de 5 % a cerca de 25 % de ingredientes ativos que podem incluir agentes com atividade de superfície, tais como as naftas aromáticas pesadas, o querosene e outras frações do petróleo, ou óleos vegetais; e/ou espessantes tais como as dextrinas, cola ou resinas sintéticas.
Os polvilhos são misturas de circulação livre do ingrediente ativo com sólidos finamente divididos, tais como o talco, as argilas, as farinhas e outros sólidos orgânicos e inorgânicos que atuem como dispersantes e carreadores.
As microcápsulas são tipicamente gotículas ou grânulos do ingrediente ativo incluídas em uma casca porosa inerte que possibilite o 15 escape do material incluído para as vizinhanças em índices controlados. As gotículas encapsuladas são tipicamente de cerca de 1 a 50 mícrons de diâmetro. O líquido incluído tipicamente constitui cerca de 50 a 95 % do peso da cápsula e pode incluir solvente além do composto ativo. Os grânulos encapsulados são geralmente grânulos porosos com membranas porosas 20 selando as aberturas dos poros dos grânulos, retendo a espécie ativa na forma líquida dentro dos poros dos grânulos. Os grânulos tipicamente variam de 1 milímetro a 1 centímetro e, preferivelmente, de 1 a 2 milímetros de diâmetro. Os grânulos são formados por extrusão, aglomeração ou pastilhamento, ou são de ocorrência natural. Exemplos de tais materiais são a vermiculita, a 25 argila sinterizada, o caulim, a argila attapulgita, serragem de madeira e carbono granular. Os materiais da casca ou da membrana incluem borrachas naturais e sintéticas, materiais celulósicos, copolímeros de estireno-butadieno, poliacrilonitrilas, poliacrilatos, poliésteres, poliamidas, poliuréias, poliuretanos e xantatos de amido. Outras formulações úteis para aplicações agroquímicas incluem soluções simples do ingrediente ativo em um solvente em que ele seja completamente solúvel na concentração desejada, tal como a acetona, os naftalenos alquilados, o xileno e outros solventes orgânicos. Pulverizadores 5 pressurizados, em que o ingrediente ativo seja disperso na forma finamente dividida como um resultado da vaporização de um carreador solvente dispersante de baixo ponto de ebulição, podem também ser usados.
Muitas das formulações descritas acima incluem agentes umectantes, dispersantes ou emulsificantes. Exemplos são os sulfonatos e sulfatos de alquila e de alquilarila e seus sais, álcoois poliídricos, álcoois, ésteres e aminas graxas polietoxilados. Estes agentes, quando usados, normalmente compreendem de 0,1 % a 40 % em peso da formulação.
Adjuvantes e carreadores agrícolas adequados que são úteis em se formular as composições da invenção nos tipos de formulações descritos acima, são bem conhecidos daqueles habilitados na técnica. Exemplos adequados das diferentes classes são encontrados na lista não limitativa abaixo.
Carreadores líquidos que podem ser empregados incluem a água, o tolueno, xileno, nafta de petróleo, óleo de cultivo, acetona, cetona 20 metiletílica, cicloexanona, anidrido acético, acetonitrila, acetofenona, acetato de amila, 2-butanona, clorobenzeno cicloexano, cicloexanol, acetatos de alquila, diacetonálcool, 1,2-dicloropropano, dietanolamina, p-dietilbenzeno, dietileno glicol, abietato de dietileno glicol, éter butílico de dietileno glicol, éter etílico de dietileno glicol, éter metílico de dietileno glicol, N,N-dimetil 25 formamida, sulfóxido de dimetila, 1,4-dioxano, dipropileno glicol, éter metílico de dipropileno glicol, dibenzoato de dipropileno glicol, diproxitol, pirrolidinona alquílica, acetato de etila, 2-etil hexanol, carbonato de etileno, 1,1,1-tricloroetano, 2-heptanona, alfa pineno, d-limoneno, etileno glicol, éter butílico de etileno glicol, éter metílico de etileno glicol, gama-butirolactona, glicerol, diacetato de glicerol, monoacetato de glicerol, triacetato de glicerol, hexadecano, hexileno glicol, acetato de isoamila, acetato de isobomila, isooctano, isoforona, isopropil benzeno, miristato de isopropila, ácido láctico, laurilamina, óxido de mesitila, metóxi-propanol, cetona metil isoamílica, cetona metil isobutílica, laurato de metila, octanoato de metila, oleato de metila, cloreto de metileno, m-xileno, n-hexano, n-octilamina, ácido octadecanóico, octil acetato de amina, ácido oléico, oleilamina, o-xileno, fenol, polietileno glicol (PEG400), ácido propiônico, propileno glicol, éter monometílico de propileno glicol, p-xileno, tolueno, fosfato de trietila, trietileno glicol, ácido xileno sulfônico, parafina, óleo mineral, tricloroetileno, percloroetileno, acetato de etila, acetato de amila, acetato de butila, metanol, etanol, isopropanol, e álcoois de peso molecular superior, tais como o álcool amílico, o álcool tetraidrofurfurílico, hexanol, octanol etc., etileno glicol, propileno glicol, glicerina, N-metil-2-pirrolidinona, e outros. A água é geralmente o carreador de escolha para a diluição dos concentrados.
Carreadores sólidos adequados incluem o talco, o dióxido de titânio, argila de pirofilita, sílica, argila de attapulgita, kieselguhr. giz, terra diatomácea, cal, carbonato de cálcio, argila de bentonita, terra de fuller, cascas de sementes de algodão, farinha de trigo, farinha de soja, pedra-pomes, serragem, farinha de casca de nozes, lignina e outros.
Uma ampla faixa de agentes com atividade de superfície é vantajosamente empregada nas ditas composições tanto líquidas quanto sólidas, especialmente aquelas destinadas a serem diluídas com carreador antes da aplicação. Os agentes ativos de superfície podem ser aniônicos, 25 catiônicos, não iônicos ou poliméricos no caráter, e podem ser empregados como agentes emulsificantes, agentes umectantes, agentes de suspensão, ou para outras finalidades. Agentes de atividade de superfície típicos incluem sais de sulfatos de alquila, tais como o lauril sulfato de dietanolamônio; os sais de alquilarilsulfonato, tais como o dodecilbenzenossulfonato de cálcio; produtos de adição de alquilfenol-óxido de alquileno, tais como o nonilfenolC.sub 18 etoxilato; os produtos de adição de álcool-óxido de alquileno, tais como o tridecil álcool-C.sub. 16 etoxilato; sabões, tais como o estearato de sódio; sais de alquilnafltalenossulfonato, tais como o 5 dibutilnaftalenossulfonato de sódio; ésteres dialquílicos de sais de sulfossuccinato, tais como o di(2-etilexil)sulfossuccinato de sódio; ésteres de sorbitol, tais como o oleato de sorbitol; aminas quaternárias, tais como o lauril cloreto de trimetilamônio; ésteres de polietileno glicol de ácidos graxos, tais como o estearato de polietileno glicol; copolímeros de bloco de óxido de 10 etileno e óxido de propileno; e sais de ésteres fosfatos mono- e dialquílicos.
Outros adjuvantes comumente utilizados nas composições agrícolas incluem os inibidores da cristalização, os modificadores da viscosidade, agentes de suspensão, modificadores das gotículas de pulverização, pigmentos, antioxidantes, agentes espumantes, agentes 15 bloqueadores da luz, agentes de compatibilização, agentes antiespuma, agentes sequestrantes, agentes neutralizantes e tampões, inibidores da corrosão, corantes, odorantes, agentes de espalhamento, auxiliares da penetração, micronutrientes, emolientes, lubrificantes, agentes de aderência, e outros.
Além disso, ainda, outros ingredientes ou composições
biocidamente ativos podem ser combinados com a composição agroquímica desta invenção. Por exemplo, as composições podem conter outros fungicidas, herbicidas, inseticidas, bactericidas, acaricidas, nematicidas e/ou reguladores do crescimento das plantas, a fim de ampliar o espectro de atividade.
Cada uma das formulações acima pode ser preparada como
uma embalagem contendo os fungicidas junto com outros ingredientes da formulação (diluentes, emulsificantes, tensoativos etc.). As formulações podem também ser preparadas por um método de mistura de tanque, em que os ingredientes são obtidos separadamente e combinados no sítio de cultivo. Estas formulações podem ser aplicadas às áreas em que o controle seja desejado, por métodos convencionais. As composições em pó e líquidas, por exemplo, podem ser aplicadas pelo uso de pulverizadores acionados a motor, vassoura e pulverizadores manuais e atomizadores de 5 pulverização. As formulações podem também ser aplicadas de aeroplanos como um pó ou uma pulverização ou por aplicações de pavio viscoso. Tanto as formulações sólidas quanto as líquidas podem também ser aplicadas ao solo no local da planta a ser tratada, possibilitando que o ingrediente ativo penetre na planta através das raízes. As formulações da invenção também 10 podem ser usadas para preparar as aplicações sobre o material de propagação das plantas para proporcionar proteção contra as infecções de fungos no material de propagação das plantas, bem como contra fungos fitopatogênicos que ocorram no solo. Adequadamente, o ingrediente ativo pode ser aplicado ao material de propagação da planta a ser protegido, mediante impregnação 15 do material de propagação da planta, em particular sementes, ou com uma formulação líquida do fungicida ou cobrindo-o com uma formulação sólida. Nos casos especiais, outros tipos de aplicação são igualmente possíveis, por exemplo o tratamento específico das mudas das plantas ou brotos servindo de propagação.
Adequadamente, as composições e formulações agroquímicas
da presente invenção são aplicadas antes do desenvolvimento da doença. Os índices e a frequência de uso das formulações são aqueles convencionalmente usados na técnica e dependerão do risco de infestação pelo patógeno fungico.
A presente invenção será agora descrita por meio dos seguintes exemplos e figuras não limitativos.
EXEMPLOS
1. Preparação dos co-cristais de ciprodinil com ácido benzóico
4 g de ciprodinil (forma B) e 2,4 g de ácido benzóico foram adicionados a 200 ml de isoexano em 60 0C em um frasco de fundo redondo; eles se dissolveram instantaneamente e foram mantidos com agitação nos 60 0C por 30 minutos. A solução foi esfriada em 10 0CVhora até 25 °C, e depois foi mantida nos 25 0C durante a noite. O produto (cristais agulha brancos) foi isolado por filtração.
4 g de pirimetanil (forma B) e 2,4 g de ácido benzóico foram
adicionados a 250 ml de isoexano em 60 0C em um frasco de fundo redondo; eles se dissolveram instantaneamente e foram mantidos com agitação nos 60 0C por 30 minutos. A solução foi esfriada pela remoção da fonte de calor e adição de água fria ao banho de água em que se mantinha o frasco de fundo redondo. O produto (cristais rômbicos brancos) foi isolado por filtração.
A Figura 1 mostra os padrões de difração de raios-X em pó de
(a) forma A de ciprodinil, (b) forma B de ciprodinil, (c) cristais de ciprodinilácido benzóico (cristais agulha brancos) e (d) ácido benzóico.
A Figura 2 mostra os padrões de difração de raios-X em pó de (a) forma A de ciprodinil, (b) forma B de ciprodinil, (c) cristais de ciprodinilácido benzóico (cristais rômbicos brancos) e (d) ácido benzóico.
A Figura 3 mostra os traços da Calorimetria de Varredura Diferencial de (a) forma B de ciprodinil, (b) cristais de ciprodinil-ácido benzóico (cristais agulha brancos) e (c) ácido benzóico.
A Figura 4 mostra os traços da Calorimetria de Varredura
Diferencial de (a) forma B de ciprodinil, (b) cristais de ciprodinil-ácido benzóico (cristais rômbicos brancos) e (c) ácido benzóico.
A análise de difração de raios-X em pó claramente mostra que os produtos não apresentam nenhuma semelhança a qualquer das fases constituintes, sugerindo que um novo estado sólido tenha sido formado.
Os traços da calorimetria de varredura diferencial dos dois produtos mostram que os cristais agulha brancos apresentam um endoterma de fusão único em 104 0C e os cristais rômbicos brancos, em 109 °C. As fases constituintes se fundem em 79 0C para a forma B do ciprodinil, e em 126 0C para o ácido benzóico.
2. Co-cristal de ciprodinil-ácido maleico
Figura 5: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A de Ciprodinil (a), da Forma B de Ciprodinil (b), da Forma A de Co-Cristais de Ciprodinil-Ácido Maleico (c) e da Forma B de Co-Cristais de Ciprodinil
r r
Acido Maleico (d) e Acido Maleico (e).
Figura 6: Traços de DSC da Forma B do Ciprodinil (a), da Forma A dos Co-Cristais de Ciprodinil-Ácido Maleico (b), da Forma B de Co-Cristais de Ciprodinil-Acido Maleico (c) e Ácido Maleico (d).
Tabela 3: valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos
padrões de difração de raios-X em pó da forma a e da forma b dos co-cristais de ciprodinil-ácido maleico.
TABELA 3
Forma A dos Co-Cristais de Forma B dos Co-Cristais de Ciprodinil-Ácido Maleico Ciprodinil-Ácido Maleico 2Θ 2Θ 5,2 7,3 9,2 8,9 10,0 9,5 16,8 12,0 17,6 14,7 18,8 15,5 20,2 16,0 21,8 18,9 25,2 20,2 29,3 22,8 Experimental
Para Co-cristal a 2 para I: 1 g de Ciprodinil e 5 ml de
Acetonitrila foram carregados a um frasco de 30 ml com um agitador magnético, e aquecidos a 50 °C. Logo que todo o Ciprodinil se dissolvera,
r
1,03 g de Acido Maleico foi adicionado ao frasco em 50 0C com agitação. A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
Para um Co-cristal a 1 para 1: 2 g de Ciprodinil e 5 ml de Isoexano foram carregados a um frasco de 30 ml com um agitador magnético e aquecidos a 50 °C. Uma vez todo o Ciprodinil havia sido dissolvido, 1,03 g de Ácido Maleico foi adicionado ao frasco em 50 0C com agitação. A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
3. Co-cristal de ciprodinil-ácido fumárico
Figura 7: Padrões de difração de raios-X em pó da Forma A de Ciprodinil (a), Forma B de Ciprodinil (b), Forma A de Co-Cristais de
r __r _
Ciprodinil-Acido Fumárico (c) e Acido Fumárico (d).
Figura 8: Traços de DSC da Forma B de Ciprodinil (a), Forma
r __r
A dos Co-Cristais de Ciprodinil-Acido Fumárico (b) Acido Fumárico (c).
Tabela 4: valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos
padrões de difração de raios-X em pó da forma a dos co-cristais de ciprodinil
ácido fumárico.
TABELA 4
Forma A dos Co-Cristais de Ciprodinil-Ácido Fumárico
_2Θ_ _9^3_ _12,0_
_KO_
_I4fi_
_183_
_1^9_
_19j5_
_20j0_
____22J_
_23^2_
Experimental
Para um Co-cristal a 2 para I: 1 g de Ciprodinil e 5 ml de Xileno foram carregados em um frasco de 30 ml com um agitador magnético, e aquecidos a 50 °C. Logo que todo o Ciprodinil se havia dissolvido, 1,03 g de Ácido Fumárico foi adicionado ao frasco em 50 0C com agitação. A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
Para um Co-cristal a 1 para 1: 2 g de Ciprodinil e 5 ml de Xileno foram carregados a um frasco de 30 ml com um agitador magnético e aquecidos a 50 °C. Uma vez todo o Ciprodinil havia sido dissolvido, 1,03 g de
Γ
Acido Fumárico foi adicionado ao frasco em 50 0C com agitação. A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
4 Co-cristal de ciprodinil-ácido oxálico
Figura 9: Padrões de difração de raios-X em pó da Forma A de Ciprodinil (a), Forma B de Ciprodinil (b), Forma A de Co-Cristais de
r r
Ciprodinil-Acido Oxálico (c) e Acido Oxálico (d).
Figura 10: Traços de DSC da Forma B de Ciprodinil (a),
__r f
Forma A dos Co-Cristais de Ciprodinil-Acido Oxálico (b) Acido Oxálico (c).
Tabela 5: Valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos padrões de difração de raios-X em pó da forma a dos co-cristais de ciprodinilácido oxálico.
TABELA 5 Forma A dos Co-Cristais de Ciprodinil_Ácido Oxálico_
_2Θ_
__IOsO_
_U2O_
_13J?_
_14,6_
_15j3_
_ITJ_
_18j3_
_2^2_
_22/7_
_23,8_
Experimental
Para um Co-cristal a 2 para 1: 2 g de Ciprodinil e 5 ml de THF foram carregados em um frasco de 30 ml com um agitador magnético, e aquecidos a 50 °C. Logo que todo o Ciprodinil se havia dissolvido, 0,4 g de r
Acido Oxálico foi adicionado ao frasco em 50 0C com agitação. A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
Para um Co-cristal a 1 para 1: 2 g de Ciprodinil e 5 ml de THF 5 foram carregados a um frasco de 30 ml com um agitador magnético e aquecidos a 50 °C. Uma vez todo o Ciprodinil havia sido dissolvido, 0,8 g de Ácido Oxálico foi adicionado ao frasco em 50 0C com agitação. A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
5. Co-cristal de ciprodinil-ácido pirazina carboxílico
Figura 11: Padrões de difração de raios-X em pó da Forma A de Ciprodinil (a), Forma B de Ciprodinil (b), Forma A de Co-Cristais de
r r
Ciprodinil-Acido Pirazina Carboxílico (c) e Acido Pirazina Carboxílico (d).
Figura 12: Traços de DSC da Forma B de Ciprodinil (a),
r r
Forma A dos Co-Cristais de Ciprodinil-Acido Pirazina Carboxílico (b) Acido
Pirazina carboxílico (c).
Tabela 6: valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos
padrões de difração de raios-X em pó da forma a dos co-cristais de ciprodinil
ácido pirazina carboxílico.
_TABELA 6_
Forma A dos Co-Cristais de Ciprodinil_Ácido Pirazina Carboxílico._
_ 2Θ_
_43_
_^5_
_M_
_93_
_ 12,7_
_- 13,1_
_Ie2O_
_18/7_
_19j5_
_25$_
Experimental Para um Co-cristal a 1 para 1: 2 g de Ciprodinil e 5 ml de Etanol foram carregados a um frasco de 30 ml com um agitador magnético, e aquecidos a 50 °C. Uma vez todo o Ciprodinil se havia dissolvido, 1,10 g de Ácido Pirazina Carboxílico foi adicionado ao frasco em 50 0C com agitação.
A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
Para um Co-cristal a 2 para I: 1 g de Ciprodinil e 5 ml de Acetonitrila foram carregados a um frasco de 30 ml com um agitador magnético e aquecidos a 50 °C. Uma vez todo o Ciprodinil havia sido dissolvido, 0,55 g de
r
Acido Pirazina Carboxílico foi adicionado ao frasco em 50 0C com agitação. A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
6. Co-cristal de ciprodinil-ácido succínico
Figura 13: Padrões de difração de raios-X em pó da Forma A de Ciprodinil (a), Forma B de Ciprodinil (b), Forma A de Co-Cristais de
r r
Ciprodinil-Acido Succínico (c) e Forma B de Co-Cristais de Ciprodinil-Acido Succínico (d) e Ácido Succínico (e).
Tabela 7: valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos padrões de difração de raios-X em pó da forma a e da forma b dos co-cristais de ciprodinil-ácido succínico.
TABELA 7
Forma A dos Co-Cristais de Ciprodinil- Forma B dos Co-Cristais de CiprodinilÁcido Succínico Ácido Succínico 2Θ 2Θ 7,3 12,5 10,8 17,3 11,5 18,7 11,9 21,0 16,1 22,4 16,9 24,0 19,1 25,4 20,2 28,8 20,7 29,3 22,0 Experimental
Para um Co-cristal a 1 para 1: 2 g de Ciprodinil e 5 ml de Metanol foram carregados a um frasco de 30 ml com um agitador magnético, e aquecidos a 50 °C. Logo após todo o Ciprodinil ter sido dissolvido, 2,0 g de
r
Acido Succínico foram adicionados ao frasco em 50 0C com agitação. A mistura de reação foi esfriada e deixada em agitação por 48 horas na temperatura ambiente. Qualquer produto foi isolado por filtração de Buchner.
7. Co-cristal de ciprodinil-ácido levulínico
Figura 14: Padrões de difração de raios-X em pó da Forma A de Ciprodinil (a), Forma B de Ciprodinil (b), Forma B de Co-Cristais de Ácido Ciprodinil- Levulínico (c) e Ácido Levulínico (d).
Tabela 8: valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos padrões de difração de raios-X em pó do co-cristal de ciprodinil-ácido levulínico.
Tabela 8:
Co-Cristal de Ciprodinil-Ácido Levulínico 2Θ
5,9
9.8
11.8
14.2
15,8
16.7
19.3
22,2
23.6
24.0
25.1
26,0
27.8
29.7
30.8
33,7
Figura 15: Traços de DSC da Forma B do Ciprodinil (a) e da Forma B dos Co-Cristais de Ciprodinil-Ácido Levulínico (b)
Experimental
Para um Co-Cristal a 2:1 por cristalização evaporativa 2,0 g de Ciprodinil foram adicionados a um frasco de 40 ml com 5 ml de Acetona.
1,9 g de ácido levulínico em 5 ml de acetato de etila foi adicionado a esta mistura.
A amostra foi mantida em 50 0C por 2 horas e depois deixada
esfriar, e evaporar, antes de ser filtrada em um Buchner.
8 Co-cristal de ciprodinil-ácido 4-hidróxi-4-bifenil-carbocílico
Figura 16: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A do Ciprodinil (a), Forma B do Ciprodinil (b), Forma B dos Co-Cristais de Ciprodinil - ácido 4-hidróxi-4-bifenilcarboxílico (c) e ácido 4-hidróxi-4- bifenilcarboxílico (d).
Tabela 9: Valores 2Θ Das Posições De Pico Selecionadas Dos
Padrões De Difração de raios-X em pó Do Co-Cristal De Ciprodinil-Ácido 4-
Hidróxi-4-Bifenilcarboxílico
TABELA 9
Co-Cristal de ciprodinil-ácido 4-hidróxi-4-bifenilcarboxílico.
6,3
9.2
10,0 12,6
15.2
16,0
16.9
18,8
20.3
21.4
22,1
23.1
24,3
24.9
26,8
27,7
28.1
Figura 17: Traços de DSC da Forma B do Ciprodinil (a), Forma B dos Co-cristais de Ciprodinil-ácido 4-hidróxi-4-bifenilcarboxílico
(b) e ácido 4-hidróxi-4-bifenilcarboxílico (c). Experimental Para um Co-Cristal a 1:1 por cristalização de esfriamento
1.0 de ciprodinil foi adicionado a um frasco de 40 ml com 5 ml
de Acetona.
1.1 g de ácido 4-hidróxi-4-bifenilcarboxílico em 5 ml de metanol foi adicionado a esta mistura.
A amostra foi mantida em 50 0C por 2 horas, depois mantida em 40 0C por uma hora, depois mantida em 30 0C por uma hora, e depois, finalmente, mantida em 20 0C por uma hora, antes de ser deixada durante a noite no refrigerador. O produto foi então isolado em um Buchner.
9. co-cristal de ciprodinil-ácido (2-metoxifenóxiVacético
Figura 18: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A do Ciprodinil (a), Forma B do Ciprodinil (b), Forma B dos Co-Cristais de Ciprodinil-ácido (2-metoxifenóxi)acético (c) e ácido (2-metoxifenóxi)-acético (d)·
Tabela 10: valores 2Θ Das Posições De Pico Selecionadas Dos
r
Padrões De Difração de raios-X em pó Do Co-Cristal De Ciprodinil-Acido (2- Metoxifenóxi)Acético
TABELA 10 Co-cristal de Ciprodinil-ácido (2-metoxifenóxi)acético.
14,1
15.0
16.0
23.6
24,1
27,0
29.7
32.7
Experimental
Para um Co-Cristal a 1:2 por cristalização de esfriamento
100 μΐ de uma solução de 27,5 % de ciprodinil em acetona foram adicionados a um reservatório em uma placa de 96 reservatórios. 101 μΐ de uma solução de 10 % de ácido (2-metoxifenóxi)acético em metanol foram adicionados a esta mistura com 75 μΐ de xileno. A amostra foi mantida em 50 0C por 2 horas, depois foi esfriada até 10 0C durante a noite, e o líquido remanescente foi removido.
10. Co-cristal de ciprodinil-ácido hexadecanóico
Figura 19: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A de Ciprodinil (a), Forma B de Ciprodinil (b), Forma B de Co-Cristal de ciprodinil-ácido hexadecanóico (c) e ácido hexadecanóico (d).
Tabela 11: valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos padrões de difração de raios-X em pó do co-cristal de ciprodinil-ácido hexadecanóico.
TABELA 11 Co-cristal de ciprodinil-ácido hexadecanóico 2Θ
12,2
18.9
20,2 21,0
23,3
24,0
24,5
27.9
Experimental
Para um co-cristal a 2:1 por cristalização de esfriamento 100 μΐ de uma solução de 27,5 % de Ciprodinil em acetona
foram adicionados a um reservatório em uma placa de 96 reservatórios.
311 μΐ de uma solução de 5 % de ácido hexadecanóico em metanol foram adicionados a esta mistura com outros 75 μΐ de metanol. A amostra foi mantida em 50 0C por 2 horas, depois foi esfriada até 10 0C durante a noite, e o líquido remanescente foi removido.
11. Co-cristal de ciprodinil-ácido 4-fmetilamino)-benzóico
Figura 20: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A de Ciprodinil (a), Forma B de Ciprodinil (b), Forma B de Co-Cristal de Ciprodinil-ácido 4-(metilamônio)benzóico (c)
Tabela 12: valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos
padrões de difração de raios-X em pó do co-cristal de ciprodinil-ácido
4(metilamônio)benzóico.
TABELA 12
Co-cristal de ciprodinil-ácido 4-(metil-amônio)benzóico 2Θ
13.0
17.7
20.0
21.7
22,6
23.8
25.0
26.1
28,3
31,7
Experimental
Para um co-cristal a 1:1 por cristalização de esfriamento
100 μΐ de uma solução de 27,5 % de Ciprodinil em acetona foram adicionados a um reservatório em uma placa de 96 reservatórios.
366 μΐ de uma solução de 5 % de ácido 4-(metilamônio)
benzóico em metanol foram adicionados a esta mistura com outros 75 μΐ de xileno. A amostra foi mantida em 50 0C por 2 horas, depois foi esfriada até 10 0C durante a noite.
12 Co-cristal de ciprodinil-ácido trimetilacético Figura 21: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A
de Ciprodinil (a), Forma B de Ciprodinil (b), Forma B de Co-Cristal de Ciprodinil-ácido trimetilacético (c)
Tabela 13: valores 2Θ das posições de pico selecionadas dos padrões de difração de raios-X em pó do co-cristal de ciprodinil-ácido trimetilacético. TABELA 13 Co-cristal de Ciprodinilácido trimetilacético 2Θ
13.2
14.2
15.9
16,8
18,0
18,8
19.9
20.9
21.5
23.7
24.6
25.4
26.5
27,4 28,1
29,1
31.8
37,0
Experimental
Para um co-cristal a 1:1 por cristalização evaporativa
100 μΐ de uma solução de 27,5 % de Ciprodinil em acetona foram adicionados a um reservatório em uma placa de 96 reservatórios.
124 μΐ de uma solução de 10 % de ácido trimetilacético em metanol foram adicionados a esta mistura com outros 500 μΐ de acetonitrila. A amostra foi mantida em 50 0C por 2 horas e depois foi deixada esfriar e evaporar-se.
13. Co-cristal de ciprodinil-ácido pirúvico
Figura 22: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A do Ciprodinil (a), da Forma B do Ciprodinil (b) e da Forma B dos Co-Cristais de Ciprodinil-Ácido Pirúvico (c).
Tabela 14: valores 2Θ Das Posições Dos Picos Selecionados Dos Padrões De Difração de raios-X em pó Do Co-Cristal De Ciprodinil
r
Acido Pirúvico TABELA 14 Co-cristal de ciprodinil-ácido pirúvico.
16,2
18.3
22.5
23.4
25.6
26,3
Experimental
Para um Co-Cristal a 1:2 por cristalização evaporativa
100 μΐ de uma solução de 27,5 % de Ciprodinil em acetona
foram adicionados a um reservatório em uma placa de 96 reservatórios.
195 μΐ de uma solução de 10 % de ácido trimetilacético em etanol foram adicionados a esta mistura com outros 500 μΐ de xileno. A amostra foi mantida em 50 0C por 2 horas e depois foi deixada esfriar e evaporar-se.
14. Co-cristal de ciprodinil-ácido glicólico Figura 23: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A
do Ciprodinil (a), da Forma B do Ciprodinil (b) da Forma B dos Co-Cristais
r r
de Ciprodinil-Acido Glicólico (c) e Acido Glicólico (d).
Tabela 15: valores 2Θ Das Posições Dos Picos Selecionados Dos Padrões De Difração de raios-X em pó Do Co-Cristal De CiprodinilÁcido Glicólico
TABELA 15 Co-cristal de ciprodinilÁcido Glicólico.
13,8
17.0
20.1 21,2 22,0
25.5
26.5
27.0
30.5
31.6
32.1 EXPERIMENTAL Para um Co-Cristal a 1:2 por cristalização de esfriamento
100 μΐ de uma solução de 27,5 % de Ciprodinil em acetona foram adicionados a um reservatório em placa de 96 reservatórios.
168 μΐ de uma solução de 10 % de ácido glicólico em metanol foram adicionados a esta mistura com outros 50 μΐ de acetato de etila. A amostra foi mantida em 50 0C por 2 horas e depois foi esfriada até 10 0C durante a noite e o líquido remanescente foi removido.
Figura 24: Padrões de Difração de raios-X em pó da Forma A do Ciprodinil (a), da Forma B do Ciprodinil (b) da Forma B dos Co-Cristais de Ciprodinil-Ácido Glicólico (c) e Ácido Glicólico (desenvolvido no D8) (d) e Ácido Glicólico (e).
Não obstante a invenção tenha sido descrita com referência às suas formas de realização e exemplos preferidos, o escopo da presente invenção não fica limitado apenas àquelas formas de realização descritas. Como será evidente às pessoas versadas na técnica, modificações e adaptações à invenção acima descrita poderão ser feitas sem que se afaste do espírito e do escopo da invenção, a qual é definida e circunscrita pelas reivindicações anexas. Todas as publicações aqui citadas ficam por este meio incorporadas como referência em sua totalidade, para todos os fins, na mesma extensão como se cada publicação individual fosse específica e individualmente indicada como sendo incorporada como referência.

Claims (10)

REIVINDICAÇÕES
1. Co-cristal, caracterizado pelo fato de que compreende ciprodinil ou pirimetanil e um composto de formação de co-cristais que tem pelo menos um grupo funcional de ácido orgânico.
2. Co-cristal de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende ciprodinil.
3. Co-cristal de acordo com a reivindicação 1 ou com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que o composto de formação de co-cristais é um ácido carboxílico.
4. Co-cristal de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o composto de formação de co-cristais é um ácido dicarboxílico.
5. Co-cristal de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que o ácido carboxílico é ácido benzóico, ácido succínico, ácido fumárico, ácido maleico, ácido oxálico, ácido pirazina carboxílico, ácido glicólico, ácido levulínico, ácido (2-metilfenóxi)acético, ácido hexanodióico, ácido 4-(metilamino)benzóico, ácido trimetil acético, ácido pirúvico ou ácido 4-hidróxi-4’-bifenil carboxílico.
6. Co-Cristal de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que o ácido carboxílico é ácido succínico.
7. Processo para preparar um co-cristal como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que compreende: a) moer, aquecer ou colocar em contato em solução o ciprodinil ou o pirimetanil com o composto de formação de co-cristais, sob condições de cristalização de modo a formar uma fase sólida; b) isolar co-cristais contendo ciprodinil ou pirimetanil e o composto de formação de co-cristais.
8. Composição fungicida, caracterizada pelo fato de que compreende o co-cristal como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 6.
9. Composição de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelo fato de que é uma composição agroquímica.
10. Método para prevenir/controlar infecção fóngica em plantas, caracterizado pelo fato de que compreende tratar da planta com uma quantidade fungicidamente eficaz de uma composição agrícola como definido na reivindicação 9.
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