BRPI0809633A2 - Cilindro de freio combinado compacto - Google Patents
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Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CILINDRO DO FREIO COMBINADO COMPACTO".
A presente invenção refere-se a um cilindro do freio para freios de veículos acionáveis pneumaticamente, em particular, para veículos utilitá5 rios de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1.
No caso de veículos utilitários pesados, os freios de estacionamento são acionados por meio dos denominados cilindros do acumulador de mola. Neste caso, a força de acionamento do freio é produzida por meio de uma mola tensa, de tal modo que, é suficiente às exigências de um freio de estacionamento que atua mecanicamente.
Uma vez que, em geral, os cilindros do acumulador de mola são projetados para produzir forças muito altas, não é mais razoável uma liberação manual no caso de operação. Por isto, em freios acionados pneumaticamente, a liberação do freio de estacionamento ocorre por meio de ar comprimido.
Para tornar isto possível, em geral, os cilindros do acumulador de mola são equipados com um êmbolo de liberação. Com este êmbolo é possível, durante uma introdução de ar comprimido, comprimir a mola até que o freio seja liberado. Para que, durante a viagem, o freio de estaciona20 mento não entre em operação, o êmbolo é admitido continuamente com ar comprimido, de tal modo que, a mola não possa ser aliviada e, com isto, o freio de estacionamento não entre em ação.
A forma de construção mais usual é o chamado cilindro combinado. Um cilindro combinado é constituído ou combina dois tipos de cilindros de freio distintos, isto é, um cilindro do acumulador de mola, para o sistema de freio de estacionamento (FBA) e um cilindro de ar comprimido (em geral, um cilindro de membrana) para o sistema de freio de serviço (BBA).
Normalmente os dois cilindros estão dispostos um após o outro, na direção axial. Atrás da parte de membrana do cilindro combinado está disposta a parte do acumulador de mola que, com sua haste do êmbolo, atua sobre o disco do êmbolo do cilindro de membrana e deste atua sobre a alavanca do freio. Esta forma de construção necessita de relativamente muito espaço de construção. Contudo, através da introdução de sistemas de chassi mais dispendiosos como, por exemplo, suspensões de roda individuais, eixos de construção leve, etc., o espaço de construção fica limitado de modo crescente.
Por isto, existem esforços para minimizar a necessidade de espaço para o cilindro do freio de estacionamento, através de outras formas de construção e modos de atuação.
Com respeito a isto, uma forma de construção compacta é ofe10 recida pelo denominado cilindro do freio combinado compacto. Um cilindro do freio deste tipo está descrito na patente DE 10 2005 044 708 Al. De acordo com esta invenção a função do cilindro do freio de estacionamento é integrada diretamente no cilindro do freio de serviço. Neste caso, a mola do acumulador de mola não é mais acionada através de um êmbolo do acumu15 Iador de mola separado, mas, do mesmo modo, através do êmbolo do cilindro do freio de serviço.
A fim de liberar o freio de estacionamento, por um curto período de tempo o êmbolo do BBA é admitido com ar comprimido, por meio de um controle especial. Uma vez que, com isto, a força do êmbolo surgida é maior 20 que a força máxima de pressão da mola do acumulador, esta mola é comprimida. Para a parada da mola é necessário um mecanismo de bloqueio acionado pneumaticamente.
Este mecanismo pode ser representado de modos distintos. Uma possibilidade consiste em parar a mola do acumulador de mola através de um fuso com rosca não autobloqueável. Para isto, é necessário parar o fuso com rosca através do mecanismo de bloqueio acionável pneumaticamente.
A invenção tem a tarefa de equipar o cilindro do freio de acordo com o gênero, com um mecanismo de bloqueio acionável pneumaticamente, de construção compacta, que opera de modo confiável.
A invenção soluciona esta tarefa através do objeto da reivindicação 1. Execuções vantajosas da invenção devem ser retiradas das reivindicações subordinadas.
A invenção aproveita o efeito a seguir. Durante a compressão da mola do acumulador através do êmbolo do cilindro é necessário que, o fuso com rosca possa girar. Portanto, nesta fase, o fuso com rosca não pode estar bloqueado pelo mecanismo de bloqueio.
Para isso, é necessário um determinado decorrer de funcionamento, durante a liberação do freio do acumulador de mola. Neste caso, o cilindro é controlado, de tal modo que, durante a compressão da mola do 10 acumulador, o mecanismo de bloqueio não é admitido com ar comprimido. Somente quando a mola do acumulador é comprimida para a dimensão definida o mecanismo de bloqueio é ativado.
Certamente este decorrer de funcionamento não pode ser garantido com um controle externo sob todas as condições de operação. Por isto, de acordo com a invenção é possível comprimir a mola do acumulador através do êmbolo do cilindro também com o mecanismo de bloqueio ativado.
Uma vez que a força da mola atua sempre na mesma direção independente da direção de movimento, é suficiente se o mecanismo de bloqueio for ativo somente na direção de expansão da mola.
Através da integração de um acoplamento dependente da direção, no caso do mecanismo de bloqueio ativado, o fuso com rosca somente pode ser girado em uma direção. Neste caso, a roda livre ou o acoplamento de catraca precisa ser orientado, de tal modo que, o efeito de bloqueio atue na direção de expansão da mola do acumulador.
Para o funcionamento do cilindro combinado compacto é importante uma parada segura da mola do acumulador de mola. Em particular, não deverá ocorrer nenhum prejuízo da parada do fuso devido a cargas de sacudidas e vibrações. Por isto, um acoplamento de direção baseado em fecho devido à forma parece ser o sistema apropriado para esta aplicação.
De acordo com uma variante particularmente vantajosa, a invenção é realizada de modo compacto e fácil de montar através de um mecanismo de catraca, que foi integrado no êmbolo do mecanismo de bloquei
o.
A seguir a invenção será esclarecida em mais detalhes, com referência ao desenho, por meio de um exemplo de execução. São mostrados:
Na figura 1 um cilindro do freio em semicorte, à esquerda na posição de liberação, e à direita na posição do freio de estacionamento; para a ilustração exemplar da função de um cilindro de freio combinado compacto;
Na figura 2 uma vista de detalhe da figura 1;
Nas figuras de 3 a 6 uma representação interrompida parcialmente de elementos de um dispositivo de liberação, acionável manualmente, do cilindro de freio compacto das figuras 1 e 2 em diversos estados de operação;
Na figura 7 um cilindro do freio de acordo com a invenção em
semicorte, à esquerda na posição de liberação;
Na figura 8 uma vista em detalhe de componentes do cilindro do freio da figura 7 em diversos estados de funcionamento; e
Nas figuras de 9 a 13 diversas vistas de grupos de construção ou seções de outros cilindros do freio de acordo com a invenção.
A figura 1 mostra um corte através de um cilindro de freio compacto 100 de acordo com a invenção, sendo que, na metade esquerda do desenho, o acumulador de mola está representado na posição liberada, e na metade direita do desenho, o acumulador de mola está representado na posição engatada.
O cilindro de freio 100 representado nas figuras de 1 a 3 apresenta uma carcaça 101 em formato de pote - de preferência, em essência, cilíndrica.
Em uma de suas extremidades a carcaça 101 é fechada por uma tampa 102, que está equipada com, pelo menos, uma ou várias conexões de ar comprimido 103.
Na carcaça 101 em formato de pote está disposto um êmbolo 104 com um anel de vedação do êmbolo 105, cujo diâmetro corresponde no todo ao anel de vedação do êmbolo 105 ao diâmetro interno da carcaça 101.
O êmbolo 104 pode ser admitido com ar comprimido através da conexão de ar comprimido 103, que também pode descarregar através desta conexão.
Como mostra a figura 1, o êmbolo 104 está afundado na área central, de tal modo que, forma-se uma câmara de pressão 106.
Através do êmbolo 104 é limitada mais uma outra câmara 107, na qual está colocada uma mola de retrocesso 108 cônica e uma mola do acumulador de mola 109.
A mola do acumulador de mola 109 está colocada entre o êmbolo 104 e um êmbolo do acumulador de mola 110, cujo diâmetro é menor que o diâmetro interno da carcaça.
A mola de retrocesso 108 está colocada entre o lado do êmbolo
do acumulador de mola 110, afastado do acumulador de mola, e a área final interna da carcaça 101 afastada da tampa.
Em sua circunferência interna, o êmbolo do acumulador de mola 110 está colocado em um colar 111 de uma haste do êmbolo 112, que atravessa uma abertura 113 executada na carcaça 101 em sua extremidade afastada da tampa 102, e serve para o acionamento de um dispositivo de tensão de um freio.
Um mecanismo de bloqueio 116 acionável pneumaticamente está alojado em uma câmara de recepção 117 central do êmbolo 104, em seu lado do êmbolo 104 voltado para a tampa 102, que recebe o mecanismo de bloqueio.
A haste do êmbolo 112 é executada em forma de cápsula, e está provida de uma rosca interna, na qual engrena um fuso com rosca 114 provido de uma rosca externa. O fuso com rosca 114 não é projetado com 30 autobloqueio. De preferência, em uma de suas extremidades ele é acoplado, diretamente ou através de elementos intermediários, com o mecanismo de bloqueio acionável pneumaticamente que, neste caso, é executado em forma de um acoplamento ou freio acionável pneumaticamente. No exemplo de execução representado, este mecanismo de bloqueio é executado como acoplamento 116 com fecho devido à forma.
Neste caso, o acoplamento 116 é executado, de forma construtiva vantajosa e compacta, entre as superfícies axiais de um disco do mancai 132, ainda a ser esclarecido, que está acoplado à prova de torção com o fuso com rosca, e um êmbolo do mecanismo de bloqueio 121.
Em sua circunferência interna e externa, o êmbolo do mecanismo de bloqueio 121 está vedado, por meio de vedações em anel do êmbolo 122, 123 em relação ao fuso com rosca 114 e à câmara de recepção 117.
O êmbolo do mecanismo de bloqueio 121 pode ser admitido com ar comprimido através de uma câmara de pressão 124, através de um condutor de ar comprimido (de modo não representado aqui), pelo que o acoplamento 116 pode ser engatado. De modo correspondente, o fuso com 15 rosca 114 é impedido de girar devido à admissão de ar comprimido da câmara de pressão 124 abaixo do êmbolo do mecanismo de bloqueio 121, de tal modo que, o freio de FBA pode ser colocado fora de funcionamento.
O fuso com rosca 114 está apoiado no êmbolo 104 através de corpos de rolamento 118.
Na posição do lado esquerdo da figura 1 o acoplamento 116
está fechado ou o dispositivo de bloqueio acionável pneumaticamente está ativado, de tal modo que, o fuso com rosca 114 está seguro contrarrotações.
Se agora o êmbolo do acumulador de mola 110 tiver que ser conduzido à posição do freio de estacionamento, representada no lado direi25 to da representação da figura 1, então, a força introduzida no acoplamento 116 pelo êmbolo do mecanismo de bloqueio 121 é reduzida através do abaixamento da pressão na câmara 124, de tal modo que, a força aplicada pela mola do acumulador de mola 109 atue para que o fuso com rosca 114 gire, sendo que, o êmbolo do acumulador de mola 110 é deslocado com a 30 haste do êmbolo 112 na posição de frenagem.
O número de rotações é regulável através da força de frenagem do acoplamento 116, de tal modo que, o movimento linear do êmbolo do acumulador de mola 110 também pode ser controlado.
Para a liberação da posição de frenagem a câmara de pressão 106 é admitida com pressão correspondente à execução anterior. Uma vez que, agora o êmbolo do mecanismo de bloqueio 121 está sem pressão, o 5 fuso com rosca 114 pode girar e o êmbolo do acumulador de mola 110 é deslocado de volta para a posição de saída, ao contrário da atuação da mola do acumulador de mola 109.
No caso de frenagens de serviço, o acoplamento 116 permanece na posição de frenagem, de tal modo que, os dois êmbolos 104, 110 são 10 movimentados juntos para a posição de frenagem, sem alterar sua posição relativa entre si. Nesta condição, a atuação da mola do acumulador de mola 109 não pode se desenvolver. O mesmo vale para a liberação do freio após as frenagens de serviço.
No caso do cilindro combinado compacto 100, o funcionamento 15 do cilindro de freio de estacionamento está integrado no cilindro do freio de serviço. Neste caso, a mola do acumulador de mola 109 não é mais acionada através de um êmbolo do acumulador de mola separado, mas através do êmbolo 104 do cilindro do freio de serviço. A fim de liberar o freio de estacionamento, por um curto período de tempo o êmbolo de BBA é admitido 20 com ar comprimido por meio de um controle especial.
Como descrito anteriormente, em geral, a liberação do freio de estacionamento ou da seção do freio de estacionamento ocorre por meio de ar comprimido.
Além disso, de acordo com a invenção, porém, também é possível, no caso de uma perda de pressão, liberar a seção do freio de estacionamento com um dispositivo de liberação acionável manualmente.
No caso de cilindros combinados convencionais, além disso, a mola é retraída com auxílio de um fuso com rosca (o chamado fuso de liberação). Neste caso o funcionamento do cilindro do freio de serviço não é prejudicado.
No caso do cilindro combinado compacto, isto não pode ser representado de modo tão simples, uma vez que, o êmbolo de BBA e a mola do acumulador de mola estão ligados entre si. Caso a mola do acumulador de mola 109 seja retraída através de um fuso com rosca acessível por fora, então, o êmbolo de BBA também ficaria bloqueado e em conseqüência disso o funcionamento do cilindro de BBA também não ocorreria mais.
Para a liberação manual da mola do acumulador de mola, por
tanto, é vantajoso um dispositivo de liberação acionável manualmente, que possibilita suspender a ação do acumulador de mola no caso de perda de pressão sem prejuízo do funcionamento do BBA. Além disso, deve ser possível, após o processo de liberação, estabelecer de novo a ação do FBA 10 através de um processo manual. Isto é obtido, pelo fato de que, ao dispositivo de liberação acionável manualmente está coordenado um dispositivo de bloqueio, do mesmo modo, acionável manualmente. O dispositivo de bloqueio representado e descrito em detalhes em seguida se baseia em um mecanismo de catraca.
O mecanismo de catraca apresenta um disco do mancai 132,
que está acoplado à prova de torção com o fuso com rosca 114, ou é formado em uma só peça com ele. O disco está apoiado com corpos de rolamento 125 em um disco de pote 135 e, de acordo com a posição de funcionamento do dispositivo de bloqueio, que atua entre estes dois elementos 20 132, 135, pode girar, um em relação ao outro. Este disco do mancai 132 apresenta um recesso 119 para uma Iingueta de bloqueio 133 e um pino 137, que serve para a transmissão do momento de torção. A Iingueta de bloqueio 133 está colocada no disco do mancai 132, podendo girar, está ligada, através de um pino moldado 120, com o disco de controle 134, e é 25 comprimida radialmente para fora através de uma mola plana 138.
O mecanismo de catraca abrange, além disso, um disco de controle 134 com um contorno de controle 139, um furo oval 140 em forma de arco, e uma abertura de forma sextavada disposta no centro.
O contorno de controle 139 serve para o engate e desengate da Iingueta de bloqueio 133. O furo oval 140 em forma de arco, em contrapartida, a partir de um certo trecho angular, serve para a transmissão do momento de torção ao disco do mancai 132. O sextavado interno serve para a introdução do momento de torção no disco de controle 134.
Um mandril de acionamento 136 perfilado serve para a introdução do momento de torção aplicado manualmente.
Além disso, ele serve para o engate e o desengate do mecanismo. O mandril de acionamento 136 está apoiado na carcaça 101 do cilindro do freio podendo girar e rodar.
O mecanismo de catraca abrange, além disso, um disco de pote 135 com denteação interna que, no caso do processo manual de liberação, engrena com a Iingueta de bloqueio 133 com denteação correspondente. O disco de pote 135 se apoia no êmbolo 104 e não pode girar em relação a este.
Uma vez que se trata de um mecanismo de catraca com fecho devido à forma, é garantida uma parada da mola do acumulador de mola segura e sem escorregamento.
O funcionamento desta disposição é como a seguir.
No caso de liberação manual da mola do acumulador de mola 109, o fuso com rosca 114 precisa ser girado para trás com auxílio de uma chave de parafuso.
Neste caso, o momento de torção é transmitido para o disco de 20 controle 134 através do mandril de acionamento 136. Através do giro do disco de controle 134 em relação ao disco do mancai 132, a Iingueta de bloqueio 133 é liberada para a engrenagem na denteação do disco de pote 135, através do contorno de controle 139. Neste caso, a Iingueta de bloqueio 133 é comprimida elasticamente contra a denteação interna do disco 25 de pote 135 à prova de torção através da mola plana 138. Ao mesmo tempo, após o giro em excesso do ângulo de controle através do furo oval 140 em forma de arco, e um correspondente pino 137 no disco do mancai 132, o momento de torção é transmitido do disco de controle 134 para o disco do mancai 132 e dali para o fuso com rosca 114.
Uma vez que, devido à ação de bloqueio dependente da dire
ção, a Iingueta de bloqueio 133 impede um giro para trás automático do fuso com rosca 114, a chave de parafuso pode ser mudada sem girar o fuso com rosca 114.
Este processo pode ser repetido até que a mola do acumulador de mola tenha alcançado a posição de liberação para o freio de estacionamento.
Se a mola do acumulador de mola tiver que ser colocada manu
almente da posição "acumulador de mola liberado" para a posição "acumulador de mola engatado", então, com a chave de parafuso deve ser realizado um movimento de giro na direção de bloqueio do mecanismo de catraca. Neste caso, em primeiro lugar o disco de controle 134 é girado em relação 10 ao disco do mancai 132 até que a Iingueta de bloqueio 133 seja puxada da denteação interna do disco de pote 135 através do contorno de controle 139. Assim que este estado é alcançado, o fuso com rosca 114 pode ser girado.
A figura 5 mostra um ajuste manual do freio do acumulador de mola. Nesta figura, o disco de controle 134 é girado para a esquerda, pelo que a Iingueta de bloqueio 133 é puxada da denteação através do contorno 139. Com isto, o disco do mancai 132 pode girar até o próximo engate da Iingueta de bloqueio 133.
Uma vez que, o fuso com rosca 114 se movimenta mais rápido 20 que o disco de controle 134 conduzido pela chave de parafuso, ocorre um movimento relativo entre o disco do mancai 132 e o disco de controle 134 e, em seguida, de novo um engate da Iingueta de bloqueio 133 na denteação interna do disco de pote 135 à prova de torção. Com isto é garantido que, o fuso com rosca 114 só gira tanto e tão rápido como predeterminado pelo 25 movimento de giro da chave de parafuso.
Para isto é necessário girar o mandril de acionamento 136 com auxílio de uma chave de parafuso na direção "engatar o freio do acumulador de mola" até que não seja mais possível um outro giro. Com isto é alcançado que, o disco de controle 134 é girado em relação ao disco do mancai 30 132, e o pino de engate da Iingueta de bloqueio 133 é colocado em uma posição de engate no contorno de controle 139.
Na figura 6 o dispositivo de liberação manual está representado em sua posição desativada. A Iingueta de bloqueio 133 fica encaixada em sua posição de repouso.
A figura 4 mostra a posição de bloqueio da roda livre. O disco do mancai 132 é girado para a direita por meio do disco de controle 134 através do pino 137. Nesta posição o disco do mancai 132 não pode girar automaticamente para a esquerda.
Como descrito anteriormente, durante o processo de liberação manual do freio do acumulador de mola com auxílio do chamado mandril de acionamento 136 e do mecanismo de catraca 126, o fuso com rosca 114 é girado com uma chave de parafuso para puxar de volta a mola do acumulador de mola 109.
No processo de liberação manual o mandril de acionamento 136 está em contato com o dispositivo de rotação 127 manual, para a colocação de uma ferramenta de acionamento, em particular, de uma chave de parafu15 so. O dispositivo de rotação 127 é executado, de tal modo que, por exemplo, durante o giro para trás, isto é, liberação do acumulador de mola, devido a uma moldagem especial na direção axial, uma bucha 128 externa realiza um trajeto (curso) até que seja possível uma introdução do momento de torção.
Através deste curso axial, entre a bucha 128 externa e um pino 129 interno resulta uma graduação no lado frontal. Devido a esta evidente alteração de contorno, o estado de liberação manual do freio do acumulador de mola pode ser reconhecido ou explorado visualmente.
As figuras anteriores serviram para a ilustração do princípio de funcionamento de um novo tipo de cilindro do freio compacto, que nas figuras seguintes será equipado com mecanismos de bloqueio acionáveis pneumaticamente desenvolvidos de acordo com a invenção.
Nas figuras de 7 a 12 estão representadas diversas forma de execução para o emprego no cilindro combinado compacto.
A figura 7 mostra um semicorte de uma forma de execução do cilindro combinado compacto, com um mecanismo de catraca 142 integrado no êmbolo do mecanismo de bloqueio 121.
O êmbolo do mecanismo de bloqueio 121 está disposto no êmbolo envolvente 104 deslocável, mas, em todo caso, não podendo girar em uma posição de operação em relação a esse êmbolo na direção da circunferência.
Como pode ser reconhecido na figura 8, estão inseridos radialmente nos pistões 3 elementos de bloqueio 144 de uma mola 143, que possuem denteação.
Estes elementos de bloqueio 144 engrenam em uma denteação 145 correspondente, neste caso, na circunferência externa do fuso com rosca 114.
Uma vez que, no caso de admissão por ar comprimido, o êmbo
lo do mecanismo de bloqueio 121 é pressionado em uma denteação 146 do êmbolo 104 no lado do êmbolo (na câmara de recepção 117), não é possível um giro do êmbolo do mecanismo de bloqueio 121. Com isto, o fuso com rosca 114 só pode girar na direção de liberação do mecanismo de catraca. Com isto, portanto, é garantida uma fixação segura da mola do acumulador.
As figuras de 9 a 12 mostram outras formas de execução.
Enquanto que, na figura 2 é mostrado um mecanismo de catraca com denteação externa e elementos de bloqueio 144 atuando radialmente para dentro, na figura 9 está representado um sistema ao contrário, isto é, 20 a mola 143 comprime os elementos de bloqueio, aqui, radialmente para fora em uma denteação na circunferência interna de uma seção anular do fuso com rosca 114 ou do êmbolo do mecanismo de bloqueio 121.
Nesta execução, as forças que atuam sobre os elementos de bloqueio 144 são menores, uma vez que, o diâmetro de atuação é compara25 tivamente maior. Por isto, os elementos de bloqueio 144 podem ser reduzidos na quantidade ou dimensionados menores. Nos dois exemplos de execução, de preferência, as molas planas 143 servem para a compressão dos elementos de bloqueio 144.
A figura 10 mostra um mecanismo de catraca com força que atua excentricamente. Uma Iingueta de bloqueio 147 engrena com vários dentes 148 no contraperfil 149 do fuso com rosca 114. A força no dente individual, com isso, é reduzida, e é obtida, com isso, uma capacidade de carga maior.
Devido à superfície de apoio passando inclinada a Iingueta de bloqueio 147 é comprimida no perfil de denteação 149. Com isto, é dada uma ação de bloqueio segura. A Iingueta de bloqueio 147 é pretensionada com uma mola moldada 148, com isto, é garantida uma resposta rápida e segura.
A figura 11 mostra o sistema inverso. A carga sobre a Iingueta de bloqueio 147 é menor devido ao diâmetro de atuação maior.
A figura 12 mostra um sistema com Iingueta de bloqueio 147 10 que pode girar. Na direção de bloqueio a Iingueta de bloqueio 147 é comprimida na denteação 149 correspondente do fuso com rosca 114, através da força de contorno. Neste caso é importante que, na direção radial, a distância do ponto de giro à linha de aplicação da força seja a maior possível para alcançar uma ação de aperto segura.
Na figura 13 está representado um sistema de acoplamento que
atua na direção axial. Neste exemplo, a tensão prévia do êmbolo 121 ocorre com uma mola de disco 150. Ao mesmo tempo, com esta mola 150 também é realizada a transmissão do momento de torção do êmbolo 121 para o êmbolo 104.
Como acoplamento 116 é empregado um acoplamento cônico
151 com esferas 152.
O êmbolo do mecanismo de bloqueio é executado dividido, e apresenta duas seções 153 e 154 que se engrenam axialmente entre si, através de uma denteação de serra 155 com flancos claramente mais inclinados em uma direção da circunferência.
A ação de alinhamento é obtida através da forma de dente de serra da denteação 155 entre as seções 153 e 154 do êmbolo do mecanismo de bloqueio 121.
Nesta execução todos os dentes se encontram ao mesmo tempo em engrenagem, portanto, a carga para a denteação é relativamente pequena.
Listagem de Referência cilindro de freio compacto 100
carcaça 101
tampa 102
conexões de ar comprimido 103
êmbolo 104
anel de vedação da circunferência 105
câmara de pressão 106
câmara 107
mola de retrocesso 108
mola do acumulador de mola 109
êmbolo do acumulador de mola 110
colar 111
haste do êmbolo 112
abertura 113
fuso com rosca 114
mecanismo de bloqueio 116
câmara de recepção 117
corpo de rolamento 118
recesso 119
pino 120
êmbolo do mecanismo de bloqueio 121
vedações do êmbolo 122, 123
câmara de pressão 124
corpo de rolamento 125
mecanismo de catraca 126
dispositivo de rotação 127
bucha 128
pino 129
disco do mancai 132
Iinguetadebloqueio 133
disco de controle 134
disco de pote 135 mandril de acionamento 136 pino 137 mola plana 138 contorno de controle 139 furo oval 140 mecanismo de catraca 142 mola 143 elementos de bloqueio 144 denteação 145 denteação 146 Iingueta de bloqueio 147 dentes 148 contraperfil 149 mola moldada 141 mola de disco 150 acoplamento cônico 151 esfera 152 seções 153e154 denteação de serra 155
Claims (18)
1. Cilindro do freio, para freios de veículos acionáveis pneumaticamente, em particular, para veículos utilitários, com: a. uma seção do freio do acumulador de mola, para a realização de processos de frenagem de estacionamento por meio de uma mola do acumulador de mola (109), e com uma seção do freio de serviço, para a realização de frenagens de serviço, acionadas por ar comprimido, sendo que, a seção do freio do acumulador de mola e a seção do freio de serviço estão reunidas para formar uma unidade de construção em uma carcaça (101), b. sendo que, a carcaça (101) de um êmbolo (104) está dividida em duas câmaras (106, 107), das quais uma das duas câmaras (106) serve como câmara de pressão, para o acionamento da seção do freio de serviço, e sendo que, a mola do acumulador de mola (109) da seção do acumulador de mola na outra câmara (107) está disposta no lado oposto do êmbolo (104), c. sendo que, a mola do acumulador de mola (109) atua na câmara (107) sobre um outro êmbolo do acumulador de mola (110), que pode ser parado em relação ao êmbolo (104) por meio de um mecanismo de bloqueio (116) acionável pneumaticamente e, através da liberação do mecanismo de bloqueio pode se soltar dele, e o qual está ligado diretamente ou através de outros elementos com uma haste do êmbolo (112) para o acionamento do freio do veículo, d. sendo que, após a liberação do mecanismo de bloqueio, a mola do acumulador de mola (109) atua entre os dois êmbolos (104, 110), e durante uma frenagem de estacionamento desloca esses êmbolos, um em relação ao outro, caracterizado pelo fato que, e. o mecanismo de bloqueio acionável pneumaticamente é projetado de tal modo que, ele é atuante somente na direção de expansão da mola.
2. Cilindro do freio de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que, o mecanismo de bloqueio acionável pneumaticamente apresenta uma roda livre dependendo da direção ou um acoplamento dependendo da direção.
3. Cilindro do freio de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que, o acoplamento dependendo da direção é projetado para acoplamento de direção baseado em fecho devido à forma.
4. Cilindro do freio de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que, o acoplamento dependendo da direção é projetado como acoplamento de catraca.
5. Cilindro do freio de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que, a roda livre ou o acoplamento de catraca é orientado de tal modo que, o efeito de bloqueio atua na direção de expansão da mola do acumulador.
6. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, o êmbolo do acumulador de mola (110) carregado pela mola do acumulador de mola (109) está engatado com um fuso com rosca (114), que está em ligação efetiva com o acoplamento (116) como mecanismo de bloqueio acionável pneumaticamente, de tal modo que no estado liberado do cilindro do freio, o fuso (114) está seguro contra rotação, e pelo fato de que, através da redução ou eliminação do engate 20 do acoplamento (116) o fuso com rosca (114) é capaz de girar, de tal modo que devido à expansão da mola do acumulador de mola (109), o êmbolo do acumulador de mola (110) pode ser deslocado na direção longitudinal do fuso com rosca (114).
7. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, o fuso com rosca (114) não é de autobloqueio, e pelo fato de que, a força de atrito do acoplamento (116) é regulável por meio de um êmbolo do mecanismo de bloqueio (121) que pode ser admitido por ar comprimido.
8. Cilindro do freio de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que, o acoplamento de catraca está integrado no êmbolo do mecanismo de bloqueio.
9. Cilindro do freio de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que, o êmbolo do mecanismo de bloqueio está disposto deslocável em uma posição de operação no êmbolo (104) circundante, mas não podendo girar em relação a esse êmbolo na direção da circunferência.
10. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, no êmbolo do mecanismo de bloqueio (121) de uma mola (143) está/estão inseridos, respectivamente, um ou vários elemento(s) de bloqueio (144) carregado(s) por mola, que apresenta(m) uma denteação, que atua em conjunto com a denteação (145) do fuso com rosca (114).
11. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, no êmbolo do mecanismo de bloqueio (121) estão inseridos vários, de preferência, três elementos de bloqueio (144), carregados por mola (143) na direção radial para dentro.
12. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, os elementos de bloqueio (144) engrenam em uma denteação (145) na circunferência externa do fuso com rosca (114).
13. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, no êmbolo do mecanismo de bloqueio (121) estão inseridos vários, de preferência, três elementos de bloqueio (144), carregados por mola (143) na direção radial para fora.
14. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, os elementos de bloqueio (144) engrenam em uma denteação (145) correspondente na circunferência interna de uma seção do anel do fuso com rosca (114).
15. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, o pelo menos um, elemento de bloqueio (144) é executado como Iingueta de bloqueio (147) móvel, em particular, giratória, que engrena com vários dentes (148) em um contraperfil (149) do fuso com rosca (114).
16. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, o acoplamento é projetado como sistema que atua na direção axial.
17. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, o acoplamento apresenta uma mola de disco (150) que tensiona inicialmente o êmbolo (121) em relação ao êmbolo (104), a qual também produz a transmissão do momento de torção para o êmbolo (104).
18. Cilindro do freio de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, o êmbolo do mecanismo de bloqueio (121) é executado dividido, e apresenta duas seções (153 e 154), que engrenam axialmente uma na outra através de uma denteação de serra (155) reta.
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