BRPI0809639A2 - Seção de asa-fuselagem de uma aeronave - Google Patents

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BRPI0809639A2
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Guenter Pahlo
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Airbus Operations Gmbh
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“SEÇÃO DE ASA-FUSELAGEM DE UMA AERONAVE” Referência a Pedidos Relacionados
Este pedido reivindica o benefício da data de depósito do pedido de patente alemão 2007 019 692.1-22, depositado em 26 de abril de 2007, pedido cuja divulgação é por meio deste aqui incorporada pela referência
Campo Técnico
A invenção diz respeito a uma seção de asa-fuselagem de uma aeronave de acordo com a parte de pré-caracterização da reivindicação 1.
Antecedentes da Invenção
Conexões de asa-fuselagem de aeronave atuais compreendem componentes separados que são unidos durante a montagem. Por exemplo, há asas que são anexadas por cima ou por baixo da fuselagem por meio de conectores, sem diminuir o espaço na cabine de passageiros ou no compartimento de carga. São comuns estruturas nas quais a asa é instalada na forma de uma solução de duas partes, assim denominada solução de junta central, ou na forma de uma solução de três partes que compreende uma caixa de asa em seção central através do compartimento de carga. A instalação exige a conexão de elementos nas regiões mais intensamente carregadas de uma aeronave.
Os vários componentes ou montagens (asas, seções centrais das asas, fuselagem) que, em alguns casos, podem mesmo ser desenvolvidos e produzidos em diferentes fábricas antes de ser unidos durante a montagem final, resultam em gastos de construção e instalação muito consideráveis, a fim de controlar com segurança as problemáticas regiões de união supramencionadas. Por exemplo, são exigidos enormes conectores para as conexões, cujas tolerâncias devem ser satisfeitas com altos gastos e cuja instalação exige uma grande quantidade de mão de obra.
É o objetivo da presente invenção criar uma melhor seção de asa-fuselagem de uma aeronave. Em particular, deve ser criada uma seção de asa-fuselagem que contribui para uma diminuição nos gastos gerais da produção de uma aeronave, bem como contribui para uma redução no peso.
Sumário da Invenção
Este objetivo é satisfeito por uma seção de asa-fuselagem com as características da reivindicação 1.
A invenção fornece uma seção de asa-fuselagem de uma aeronave, seção de asafuselagem esta que compreende uma raiz da asa na qual a asa da aeronave é conectada na fuselagem, uma região da fuselagem com elementos de estrutura da fuselagem que se estendem através da direção longitudinal da aeronave, e uma região da asa com Iongarinas que se estendem na direção da envergadura. A invenção fornece as Iongarinas da região da asa e os elementos de estrutura da fuselagem da região da fuselagem para formar partes de um conjunto integral que se estende pelo menos sobre uma parte média da asa e da região da fuselagem, incluindo as raízes da asa.
Melhorias a modalidades vantajosas da seção de asa-fuselagem de acordo com a invenção são apresentadas nas reivindicações subordinadas.
Descrição Resumida dos Desenhos
A seguir, uma modalidade exemplar da seção de asa-fuselagem de acordo com a invenção é descrita em relação aos desenhos.
Os seguintes são mostrados:
a figura 1 é uma vista em perspectiva dos componentes essenciais de uma aeronave, na qual uma seção de asa-fuselagem de acordo com uma modalidade exemplar da invenção é concebida;
a figura 2 é uma vista em perspectiva da seção de asa-fuselagem da aeronave mostrada na figura 1 de acordo com a modalidade exemplar da invenção compreendendo uma estrutura de reforço interior feita de longarinas, elementos da estrutura e traves, e um revestimento externo ali aplicado;
a figura 3 é uma vista em perspectiva da estrutura de reforço interna da seção de asa-fuselagem mostrada na figura 2 da modalidade exemplar da invenção, em que, além do mais, para maior objetividade, os motores da aeronave mostrados na figura 1 também são mostrados;
as figuras 4a) até c) são ilustrações isométricas de uma vista frontal, uma vista lateral e uma vista de topo da estrutura de reforço interna, mostrada na figura 3, da seção de asa-fuselagem, com uma vista diagramática de um trem de pouso principal e da sua conexão e acomodação na seção de asa-fuselagem de acordo com uma modalidade exemplar da invenção;
as figuras 5a) até c) são ilustrações isométricas de uma vista frontal, uma vista lateral e uma vista de topo da estrutura de reforço interna, mostrada na figura 3, da seção de asa-fuselagem, com uma vista diagramática de um trem de pouso principal e sua conexão e acomodação na seção de asa-fuselagem de acordo com uma modalidade exemplar adicional da invenção;
as figuras 6a) e b) são uma vista de base e uma vista de topo da seção de asafuselagem da figura 2;
a figura 7 é uma vista de topo diagramática da estrutura de reforço interna da seção de asa-fuselagem, mostrada na figura 3, de acordo com a modalidade exemplar da invenção;
as figuras 8 até 11 são vistas diagramáticas para explicar um método de produção relacionado à seção de asa-fuselagem de acordo com uma modalidade exemplar da invenas figuras 12a) e b) são vistas diagramáticas dos elementos de interseção ou elementos em T que podem ser usados de acordo com uma modalidade exemplar adicional da invenção para a produção da seção de asa-fuselagem;
a figura 13a é uma vista diagramática do arranjo dos elementos de interseção mostrados na figura 12a) para a produção da seção de asa-fuselagem de acordo com a modalidade exemplar adicional da invenção;
as figuras 14 e 15 são vistas diagramáticas para explicar a produção de uma seção de asa-fuselagem de acordo com a modalidade exemplar adicional da invenção com o uso dos elementos de interseção e dos elementos em T mostrados nas figuras 12 e 13; e a figura 16 é uma vista diagramática de um elemento estrutural que compreende
elementos de interseção e elementos em T, que podem ser produzidos de acordo com uma modalidade exemplar da invenção, de uma forma integrada por meio de materiais de fibra têxtil.
Descrição Detalhada das Modalidades Preferidas A figura 1 mostra uma vista em perspectiva dos componentes essenciais de uma
aeronave moderna, na qual uma seção de asa-fuselagem de acordo com uma modalidade exemplar da invenção é concebida. A aeronave compreende uma fuselagem 2 e uma asa 1 que, por meio das raízes da asa 7, 8, é conectada na fuselagem 2. Na asa 1, os motores 31, 32 são conectados por meio dos elementos de suporte 37, 38 (pilões). Uma seção de asafuselagem, designada, no geral, pelo caractere de referência 40, compreende a raiz da asa
7, 8, pela qual a asa 1 da aeronave é conectada na fuselagem 2 em ambos os lados, bem como uma região de fuselagem 3 com elementos de estrutura da fuselagem 11-15, 21-25 que se estendem através da direção longitudinal da aeronave, e, em cada lado, uma região de asa 5, 6 com Iongarinas 16-19 que se estendem na direção da envergadura, em um lado, e Iongarinas 26-29 no outro lado da aeronave.
A seção de asa-fuselagem 40 é concebida na forma de um conjunto integral, que compreende as Iongarinas 16-19 e 26-29 das regiões de asa 5, 6 e os elementos de estrutura da fuselagem 11-15 e 21-25 da região da fuselagem 3 como elementos estruturais essenciais. Estes elementos estruturais formam uma estrutura de reforço interna integral (isto 30 é, incluída como parte do todo) da seção de asa-fuselagem, com um revestimento da fuselagem 90 e um revestimento da asa 80 também sendo aplicados na dita estrutura de reforço.
As figuras 2 e 3 mostram a seção de asa-fuselagem, produzida na forma do dito conjunto integral 40, com e sem o revestimento da asa 80 e o revestimento da fuselagem 90. Juntamente com o revestimento da asa 80 e o revestimento da fuselagem 90, que formam um componente adicional do conjunto integral 40, a seção de asa-fuselagem pode absorver e distribuir todas as cargas estáticas e dinâmicas que ocorrem nesta região da aeronave.
A seção de asa-fuselagem integrada da modalidade exemplar mostrada nas figuras
1 até 3 se estende na direção longitudinal da aeronave de uma interface frontal 104, que é fornecida para conectar uma seção de fuselagem frontal 4, até uma interface traseira 109, 5 que é fornecida para conectar uma seção de fuselagem traseira 9, bem como na direção da envergadura entre as duas interfaces 110 ou 120, que, em cada caso, são fornecidas para conectar as asas exteriores 10 e 20, que formam as partes externas da asa 1, na seção de asa-fuselagem 40. As conexões 104,109 para as seções de fuselagem frontal e traseira 4, 9 podem ser desenhadas, de maneira tal que elas possam fornecer simples conexão das ditas 10 seções de fuselagem de acordo com a atual tecnologia de ponta.
Da forma mostrada na figura 3, na região da asa 5, 6, são fornecidas regiões de união 131, 132 para conectar os motores 31, 32. Os motores 31, 32 são conectados nas ditas regiões de união com seus respectivos elementos de suporte ou pilões 37, 38. Na modalidade exemplar mostrada na figura 3, as regiões de união 131, 132, fornecidas para conectar os motores 31, 32 e as interfaces 110, 120, fornecidas para conectar as asas exteriores 10,
20, são formadas por um elemento de conexão de asa compartilhado 33, 34 que finaliza e delimita o conjunto integral 40 na direção da envergadura.
Da forma mostrada na vista de topo diagramática da estrutura de reforço interior da seção de asa-fuselagem integral 40 da figura 7, no caso da modalidade exemplar atualmen20 te descrita, permite-se que as Iongarinas 16-19 ou 26-29 das respectivas regiões de asa 5, 6 na raiz da asa 7, 8 sejam contínuas de uma maneira integral nos elementos de estrutura da fuselagem 11-15 ou 21-25 da região da fuselagem 3. Em outras palavras, como é claramente mostrado na figura 3, nas raízes da asa 7 e 8, as Iongarinas 16-19 e 26-29, que se estendem no plano da asa, formam uma transição integral ou de peça única até os elementos de 25 estrutura da fuselagem 11-15 e 21-25, em que, na modalidade exemplar mostrada, os ditos elementos de estrutura da fuselagem 11-15 e 21-25 se estendem ao redor de toda a circunferência da fuselagem da aeronave 2 e, ao mesmo tempo, formam um conjunto de piso 30 e uma estrutura de suporte da cabine intermediária 30a da região da fuselagem 3 (compare as figuras 2 e 3).
Da forma mostrada, em particular, nas figuras 3 e 7, em cada caso, um elemento de
suporte 35 e 36, que se estende na direção longitudinal da aeronave, é fornecido nas raízes da asa 7 e 8, em que as Iongarinas 16-18 de uma região da asa 5, e as Iongarinas 26-28 da outra região da asa 6, Iongarinas estas que continuam nos elementos de estrutura da fuselagem 11-15 e 21-25, se estendem no conjunto de piso 30, em cada caso, até o elemento de 35 suporte 36 e 25 do outro lado respectivo e são conectadas no dito elemento de suporte 36 ou 35. Desta maneira, a estrutura de reforço interior do conjunto integral 40 que forma a seção de asa-fuselagem pode introduzir, absorver e distribuir todas as cargas que ocorrem nesta região, ainda, ao mesmo tempo, sendo de construção leve.
Da forma adicionalmente mostrada na figura 7, as Iongarinas 16-19 ou 26-29, que se estendem na direção da envergadura das asas ou das regiões da asa 5, 6, seguem a curva da asa 1 em um ângulo em relação ao eixo geométrico longitudinal da aeronave, ânguio este que difere de 90 °. Na região da fuselagem 3, onde elas fazem uma transição até os elementos de estrutura da fuselagem 11-15 ou 21-25, ou onde elas formam os ditos elementos de estrutura da fuselagem 11-15 ou 21-25, elas são assim interconectadas pelas interseções, da forma mostrada na vista de topo da figura 7. Da forma já explicada em relação às figuras 2 e 3, os elementos de estrutura da fuselagem 11-15 e 21-25 são desenhados, de maneira tal que eles se estendam sobre toda a circunferência da fuselagem e, ao mesmo tempo, formem o conjunto de piso 30 da região da fuselagem 3 e a estrutura de suporte da cabine intermediária 30a da mesma. Assim, cada elemento da estrutura da fuselagem 11-15, 21-25 em si é fornecido na forma de uma unidade integral que compreende os ditos componentes estruturais do conjunto de piso 30 e da estrutura de suporte da cabine intermediária 30a.
A seguir, em relação às figuras 8 até 11, é fornecida uma explicação sobre como a seção de asa-fuselagem de acordo com uma modalidade exemplar pode ser produzida na forma do dito conjunto integral 40.
Da forma mostrada na figura 9, as Iongarinas 16-19 e 26-29 ou os elementos da es20 trutura 11-15 ou 21-25 são formados pelos elementos estruturais 46, 46a, 47, 48, 49 que, na direção da envergadura, continuam de uma região da asa 5 até a outra região da asa 6 ou, expressado mais precisamente, de uma interface da asa 110 até a outra interface da asa 120, isto é, sobre toda a extensão da seção de asa-fuselagem integral na sua direção da envergadura. Para poder mais bem distinguir os elementos estruturais individuais 46-49, os 25 últimos são mostrados na figura 9 de diferentes maneiras, a saber, como linhas tracejadas, pontilhadas ou cheias.
Entre duas interseções nas quais as Iongarinas ou estruturas 11-15, 16-19, 21-25, 26-29 são interconectadas na região da fuselagem 3 da maneira supradescrita, os ditos eIementos estruturais 46-49 se estendem alternadamente no ângulo da respectiva Iongarina 30 11, 12, 13, 14, 15 de um lado, e no ângulo da respectiva Iongarina 26, 27, 28, 29 do outro lado respectivo, e, nas interseções, são conectados nos elementos estruturais contínuos que, em cada caso, formam as Iongarinas ou elementos da estrutura adjacentes ou em interseção que, por sua vez, se estendem entre duas interseções alternadamente no ângulo da Iongarina 16-19 de um lado, e no ângulo da Iongarina 26-29 do outro lado. Na figura 8, os 35 ditos elementos estruturais 46-49 são mostrados na forma ainda estirada.
Da forma adicionalmente mostrada na figura 9, na região de fuselagem 3, são fornecidos elementos estruturais adicionais 51-58 que formam parte dos elementos de estrutura da fuselagem 11-15 e 21-25, com a extensão dos ditos elementos estruturais adicionais 51-58 sendo limitada na região da fuselagem 3. Estes elementos estruturais adicionais 51- 58 são fornecidos além dos supradescritos elementos estruturais 46-49, ou como um complemento a eles, que se estendem continuamente de uma região de asa 5 até a outra região de asa 6.
Da forma mostrada na figura 10, as Iongarinas 16-19, 26-29 e alguns dos elementos da estrutura 11-15, 21-25 são interconectados pelas nervuras 61-64, 71-74 que se estendem essencialmente na direção longitudinal da aeronave. Na modalidade exemplar mostrada, as nervuras exteriores 64, 74, ao mesmo tempo, formam os elementos de conexão da asa 33, 34 nas interfaces da asa 110,120.
Os elementos estruturais 46-49, 51-58 podem ser interconectados pelos elementos de interseção adicionais 41 ou elementos em T 42, ou eles podem ser reforçados pelos ditos elementos, da forma mostrada nas figuras 14 e 15. Tais elementos de interseção e em T 41 e 42 são mostrados individualmente nas figuras 12(a) e (b), embora a figura 13 mostre a posição dos seus arranjos.
O conjunto integral 40 que forma a seção de asa-fuselagem pode ser uma construção de metal, uma construção de plástico reforçado com fibra (GFRP, CFRP) ou uma construção de compósito. Por exemplo, no último caso mencionado, a estrutura de reforço interior mostrada na figura 3 pode ser uma construção de plástico reforçada com fibra, enquanto
que o revestimento da asa 80 e o revestimento da fuselagem 90 podem ser feitos como uma construção de metal ou como uma construção de compósito que combina plásticos reforçados com metal e com fibra, construção esta que é colocada sobre a estrutura de reforço interior.
O revestimento da asa 80 e o revestimento da fuselagem 90 compreendem painéis
ou larguras paralelos, da forma mostrada como um exemplo em relação aos painéis 81-83 e 91-93 na figura 11.
Nas construções de plástico reforçado com fibra, os elementos estruturais 46-49 e 51-58 que formam as Iongarinas 16-19, 26-29 e os elementos de estrutura da fuselagem 11- e 21-25 podem ser fornecidos na forma de tramas de fibra ou de tramas de fibra tecida. Estas tramas podem ser costuradas juntas nas interseções e/ou reforçadas pelos elementos de interseção 41 e elementos em T 42.
Da forma mostrada nas figuras 12a) e b), os elementos estruturais 46-49, 51-58 ou os supramencionados elementos de interseção 41 ou elementos em T 42 podem ser feitos de tramas de fibra tecida que são tecidas juntas de uma maneira correspondente. A figura 16 mostra diversos tais elementos de interseção 41 ou elementos em T 42 tecidos em um elemento estrutural, tal como um dos elementos estruturais 46-49, 51-58.
Depois que o revestimento da asa 80 e o revestimento da fuselagem 90 forem aplicados, a seção de asa-fuselagem, que é uma construção de plástico reforçado com fibra, é finalizada pela cura em um processo de autoclave.
As figuras 4 e 5 mostram duas modalidades exemplares da maneira na qual um trem de pouso principal pode ser conectado na seção de asa-fuselagem 40 e pode ser ali
acomodado. A modalidade exemplar mostrada nas vistas isométricas das figuras 4a) até c) permite que o trem de pouso principal 400 seja retraído para o interior da região de fuselagem 3 de uma maneira convencional. Com este propósito, é fornecida uma seção de fuselagem 410 que forma um compartimento do trem de pouso que acomoda o trem de pouso no seu estado retraído. Ele compreende uma trave de quilha 440 que transfere as forças na
direção longitudinal da fuselagem na região das seções da fuselagem.
A modalidade exemplar alternativa mostrada nas figuras 5a) até c) permite que o trem de pouso 500 seja articulado para frente para baixo da região da asa 5, 6. Desta maneira, o desenho estrutural da fuselagem 2 pode ocorrer de uma maneira ideal em virtude de sua estrutura não ser interrompida por um compartimento de trem de pouso e, assim, não
há necessidade de fornecer uma trave de quilha. Neste conceito, é possível conceber um compartimento de carga contínuo também na região do trem de pouso 500. Neste arranjo, deve ser fornecida uma carenagem (não mostrada na figura 5) que acomoda o trem de pouso 500 no seu estado retraído.
35
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25
20
Lista de Caracteres de Referência
1 Asa
2 Fuselagem
3 Região da fuselagem
4 Seção de asa-fuselagem
Região da asa
6 Região da asa
7 Raiz da asa
8 Raiz da asa
9 Seção de fuselagem traseira
Asa exterior
11 Elemento de estrutura da fuselagem
12 Elemento de estrutura da fuselagem
13 Elemento de estrutura da fuselagem
14 Elemento de estrutura da fuselagem
Elemento de estrutura da fuselagem
16 Longarina
17 Longarina
18 Longarina 19 Longarina
20 Asa exterior
21 Elemento de estrutura da fuselagem
22 Elemento de estrutura da fuselagem 23 Elemento de estrutura da fuselagem
24 Elemento de estrutura da fuselagem
25 Elemento de estrutura da fuselagem
26 Longarina
27 Longarina 28 Longarina
29 Longarina
30 Conjunto de piso
30a Estrutura de suporte da cabine intermediária
31 Motor 32 Motor 33 Elemento de conexão da asa 34 Elemento de conexão da asa 35 Elemento de suporte 36 Elemento de suporte 37 Pilão 38 Pilão 39 Braçadeira do motor 40 Conjunto integral 41 Elemento de interseção 42 Elemento em T 46 Elemento estrutural contínuo 46a Elemento estrutural contínuo
47 Elemento estrutural contínuo
48 Elemento estrutural contínuo 49 Elemento estrutural contínuo
51 Elemento estrutural adicional
52 Elemento estrutural adicional
53 Elemento estrutural adicional
54 Elemento estrutural adicional 55 Elemento estrutural adicional
56 Elemento estrutural adicional
57 Elemento estrutural adicional 58 Elemento estrutural adicional 61 Nervuras
62 Nervuras
63 Nervuras
64 Nervuras
71 Nervuras
72 Nervuras
73 Nervuras
74 Nervuras
80 Revestimento da asa
81 Painel do revestimento
82 Painel do revestimento
83 Painel do revestimento
90 Revestimento da fuselagem
91 Painel do revestimento
92 Painel do revestimento
93 Painel do revestimento 104 Interface frontal
109 Interface traseira
110 Interface da asa 120 Regiões de união
131 Regiões de união
132 Regiões de união 400 Trem de pouso
410 Seção de fuselagem 440 Trave de quilha 500 Trem de pouso

Claims (24)

1. Seção de asa-fuselagem de uma aeronave, CARACTERIZADA pelo fato de que a seção de asa-fuselagem compreende uma raiz de asa (7, 8) na qual a asa (1) da aeronave é conectada na fuselagem (2), uma região de fuselagem (3) com elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21-25) que se estendem através da direção longitudinal da aeronave, e uma região de asa (5, 6) com Iongarinas (16-19, 26-29) que se estendem na direção da envergadura, em que as Iongarinas (16-19, 26-29) da região da asa (5, 6) e os elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21-25) da região da fuselagem (3) formam parte de um conjunto integral (40) que se estende pelo menos sobre uma parte média da asa (1) e da região da fuselagem (3), incluindo as raízes da asa (7, 8).
2. Seção de asa-fuselagem, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto integral (40) se estende na direção longitudinal da aeronave de uma interface frontal (104), que é fornecida para conectar uma seção da fuselagem frontal (4), até uma interface traseira (109), que é fornecida para conectar uma seção da fuselagem traseira (9).
3. Seção de asa-fuselagem, de acordo com as reivindicações 1 ou 2, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto integral (40) se estende na direção da envergadura entre duas interfaces (110, 120), que, em cada caso, são fornecidas para conectar asas exteriores (10, 20) na seção de asa-fuselagem.
4. Seção de asa-fuselagem, de acordo com as reivindicações 1, 2 ou 3, CARACTERIZADA pelo fato de que o conjunto integral (40) na região da asa (5, 6) compreende regiões de união (131, 132) para conectar os motores (31, 32).
5. Seção de asa-fuselagem, de acordo com as reivindicações 3 e 4, CARACTERIZADA pelo fato de que a região de união (131, 132), fornecida para conectar os motores (31, 32), e a interface (110,120), fornecida para conectar as asas exteriores (10, 20), são formadas por um elemento de conexão de asa compartilhado (33, 34) que delimita o conjunto integral (40) na direção da envergadura.
6. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até 5, CARACTERIZADA pelo fato de que as Iongarinas (16-19, 26-29) da região da asa (5, 6) na raiz da asa (7, 8) continuam de uma maneira integral nos elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21-25) da região da fuselagem (3).
7. Estrutura de asa-fuselagem, de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADA pelo fato de que, em cada caso, um elemento de suporte (35, 36) que se estende na direção longitudinal da aeronave é fornecido na raiz da asa (7, 8), e em que as Iongarinas (16-19, 26-29) da região da asa (5, 6), cujas Iongarinas (16-19, 26-29) continuam nos elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21-25) em um lado, se estendem até o elemento de suporte (36) ou (35) no outro lado, e são conectadas no dito elemento de suporte (36 ou 35).
8.Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até 7, CARACTERIZADA pelo fato de que as Iongarinas (16-19, 26-29), que se estendem na direção da envergadura da região da asa (5, 6), seguindo essencialmente a curva da asa (1), se estendem em um ângulo em relação ao eixo geométrico longitudinal da aeronave, ângulo este que difere de 90 ° e, na região da fuselagem (3), são interconectadas por interseções e formam parte dos elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21-25).
9. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até 8, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21-10 25) formam um conjunto de piso (30) da região da fuselagem (3).
10. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até 9, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21- 25) formam uma estrutura de suporte da cabine intermediária (30a).
11. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até 10, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21- 25) são desenhados de maneira tal que eles se estendam sobre toda a circunferência da fuselagem.
12. Seção de asa-fuselagem, de acordo com as reivindicações 9, 10 ou 11, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21-25) formam uma unidade que compreende integralmente o conjunto de piso (30) e a estrutura de suporte da cabine intermediária (30a).
13. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 até 12, CARACTERIZADA pelo fato de que as Iongarinas ou elementos de estrutura (11-15, 16- 19, 21-25, 26-29) são formados pelos elementos estruturais contínuos (46-49) que se estendem na direção da envergadura de uma região da asa (5) até a outra região da asa (6), eIementos estruturais (46-49) estes que se estendem entre duas interseções alternadamente no ângulo da Iongarina (16-19) de um lado, e no ângulo da Iongarina (26-29) do outro lado, e, nas interseções, são conectados nos elementos estruturais contínuos (46-49) que, em cada caso, formam as Iongarinas ou elementos de estrutura (11-15, 16-19, 21-25, 26-29) adjacentes, que, por sua vez, se estendem entre duas interseções alternadamente no ângulo da Iongarina (16-19) de um lado, e no ângulo da Iongarina (26-29) do outro lado, respectivamente.
14. Seção de asa-fuselagem, de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADA pelo fato de que, na região da fuselagem (3), são fornecidos elementos estruturais adicionais (51-58), que complementam os elementos estruturais (46-49) que se estendem continuamente de uma região de asa (5) até a outra região de asa (6), que formam parte dos elementos de estrutura da fuselagem (11-15, 21-25) e que, em sua extensão, são limitados na região da fuselagem (3).
15. Seção de asa-fuselagem, de acordo com as reivindicações 13 ou 14, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos estruturais (46-49, 51-58) são interconectados pelos elementos de interseção (41) ou elementos em T (42) adicionais.
16. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até15, CARACTERIZADA pelo fato de que Iongarinas adjacentes (16-19, 26-29) e/ou elementos de estrutura (11-15, 21-25) são interconectados por nervuras (61-64, 71-74) que se estendem na direção longitudinal da aeronave.
17. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até 16, CARACTERIZADA pelo fato de que, nas Iongarinas (16-19, 26-29) e nos elementos de estrutura (11-15, 21-25) ou nas nervuras (61-64, 71-74), é arranjado um revestimento externo (80, 90) que, firmemente conectado nas supracitadas partes, forma parte do conjunto integral (40).
18. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até 17, CARACTERIZADA pelo fato de que a seção de asa-fuselagem é uma construção de metal.
19. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até17, CARACTERIZADA pelo fato de que a seção de asa-fuselagem é uma construção de plástico reforçado com fibra.
20. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 até17, CARACTERIZADA pelo fato de que a seção de asa-fuselagem é uma construção de compósito.
21. Seção de asa-fuselagem, de acordo com qualquer uma das reivindicações 17 ou 19 em conjunto com qualquer uma das reivindicações 8 até 16, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos estruturais (46-49, 51-58) são fornecidos na forma de tramas de fibra ou de tramas de fibra tecida que são costuradas juntas nas interseções.
22. Seção de asa-fuselagem, de acordo com a reivindicação 21 em conjunto com a reivindicação 15, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos estruturais (46-49, 51-58) são reforçados nas interseções pelos elementos de interseção (41) ou elementos em T (42).
23. Seção de asa-fuselagem, de acordo com as reivindicações 17 ou 19 em conjunto com qualquer uma das reivindicações 8 até 16, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos estruturais (46-49, 51-58) são fornecidos na forma de tramas de fibra ou tramas de fibra tecida que são tecidas juntas nas interseções.
24. Seção de asa-fuselagem, de acordo com a reivindicação 21 em conjunto com a reivindicação 15, CARACTERIZADA pelo fato de que os elementos estruturais (46-49, 51- 58) são reforçados nas interseções pelos elementos de interseção (41) ou elementos em T (42).
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