BRPI0812092B1 - Bomba de mistura de gases com seção de injeção variável - Google Patents
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Description
(54) Título: BOMBA DE MISTURA DE GASES COM SEÇÃO DE INJEÇÃO VARIÁVEL (51) Int.CI.: G05D 11/00 (30) Prioridade Unionista: 25/05/2007 FR 0703717 (73) Titular(es): LIEBHERR-AEROSPACE TOULOUSE SAS (72) Inventor(es): STÉPHANE FAUQUE; CHRISTINE STEPHAN
RELATÓRIO DESCRITIVO
Pedido de patente de invenção para “BOMBA DE MISTURA DE GASES COM SEÇÃO DE INJEÇÃO VARIÁVEL”
A invenção se refere a uma bomba de mistura de gases - em especial de ar - com área de injeção variável.
Uma bomba de mistura de ar é utilizada, por exemplo, em sistemas de condicionamento de ar de aeronaves para fornecer um fluxo de ar de pressão constante na saída da bomba, a partir de dois fluxos de ar com pressões distintas.
Já é conhecida uma bomba (ver, por exemplo US 2003/0205049) com ação de injeção variável que compreende:
uma cabine de mistura de ar, levando até a cabine de mistura, um primeiro conduto de alimentação da cabine de mistura com ar, chamado ar AP (alta pressão), que possui uma primeira pressão, levando até a cabine de mistura, um segundo conduto de alimentação da cabine com ar, chamado ar BP (baixa pressão), que possui uma segunda pressão, sendo a referida segunda pressão inferior à referida primeira pressão, e um acionador pneumático que compreende um pistão móvel disposto no primeiro conduto de alimentação de ar AP, sendo o pistão móvel adaptado para ser deslocado entre uma posição, chamada posição fechada, na qual se impede a circulação de ar AP até a cabine de mistura, e uma posição chamada posição aberta, na qual é permitida a circulação de ar AP para a cabine de mistura.
Tal bomba permite modificar a qualidade do ar AP fornecido à cabine de mistura de maneira que se possa obter, na saída da bomba, um ar
2/27 misturado com pressão constante, seja qual for a fase do vôo da aeronave, isto é, quaisquer que sejam os valores das pressões de ar nos condutos AP e BP.
Além disso, tal bomba permite limitar a quantidade de ar AP tirado dos motores principais da aeronave, o que em particular por sua vez melhora os desempenhos da confiabilidade dos motores principais, limitar os consumos de combustível, e melhorar os desempenhos gerais de uma aeronave equipada com tal bomba de mistura.
A pressão de ar na saída da bomba da cabine de mistura depende das proporções de ar AP e BP fornecidas à cabine de mistura. Essas proporções dependem da posição do pistão móvel no conduto de alimentação da cabine com ar AP. O valor da pressão na saída da bomba depende então diretamente da posição do pistão móvel sem o conduto de alimentação de ar AP.
Segundo US 2003/0205049, a posição do pistão móvel do acionador com controle pneumático no conduto de alimentação da cabine com ar AP é regulada de maneira automática pela pressão do ar misturado na saída da cabine de mistura. Para este fim, US 2003/0205049 propõe um pistão móvel levado a se deslocar por um acionador que compreende um corpo de acionador adaptado para assegurar a orientação do pistão móvel. Esse corpo de acionador compreende igualmente uma câmara de fechamento alimentada pelo ar tirado da saída da cabine de mistura por intermédio de um conduto de retroação disposto entre a saída da cabine de mistura e essa câmara de fechamento. O acionador compreende igualmente uma mola de fechamento disposta entre o pistão móvel e o corpo de acionador, e um escape. Desta forma, o pistão móvel apresenta, a cada instante, uma posição de equilíbrio resultante principalmente da pressão da câmara de fechamento, da rigidez da mola, das dimensões do escape, etc.
3/27
Tal bomba permite obter uma pressão nominal constante na saída da bomba, independentemente dos valores de pressões de ar que circulem nos condutos de alimentação da cabine de mistura de ar AP e BP.
Além disso, tal bomba permite irá limitar automaticamente o recurso ao ar AP quando a pressão nominal for atingida graças a um deslocamento do pistão móvel para a posição fechada, acionado por ar tirado da saída da bomba.
Por fim, tal bomba, e em particular o acionador pneumático, permite, de um lado, resistir às temperaturas do ar AP tirado dos motores, que podem atingir 500°C, e, de outro lado, utilizar recursos energéticos disponíveis que permitem limitar o recurso ao ar AP tirado dos motores quando a pressão de ar na saída da bomba atingir um valor nominal.
Contudo, tal bomba conhecida não pode ser controlada para fornecer uma pressão na saída da cabine de mistura que seja diferente da pressão nominal. Essa pressão depende da área dos condutos, da rigidez da mola do acionador, e da maneira geral de construção das características da bomba. Em outros termos, uma bomba segundo US 2003/0205049 deve ter suas dimensões projetadas durante a sua fabricação para permitir o fornecimento, na saída da bomba, de um ar que apresente, independentemente do valor das pressões AP e BP, uma pressão nominal determinada, que é por conseguinte não ajustável.
Além disso, a pressão disponível na saída da bomba depende muito das características da bomba - área transversal dos condutos, rigidez da mola, dimensão da descarga, etc. Essas características são determinadas na unidade de projetos, por exemplo, pela elaboração de maquetes virtuais. Qualquer variação entre uma característica teórica e a característica real correspondente leva a uma modificação da pressão nominal realmente
4/27 obtida na saída da bomba. Em outras palavras, tal bomba não apresenta uma boa tolerância para as suas características.
A invenção visa superar esses inconvenientes e a propor uma bomba de mistura de gases com seção de injeção variável com a qual seja possível modificar o valor da pressão do ar fornecido na saída da bomba segundo um valor de referência.
A invenção visa igualmente propor uma bomba que forneça na saída da bomba uma pressão de ar independente dos valores das pressões de alimentação da bomba.
A invenção visa igualmente propor uma bomba de mistura de gases com seção de injeção variável que apresente uma boa tolerância para as suas características.
A invenção visa igualmente propor uma bomba que possa ser instalada e adaptada à montagem em quaisquer tipos de aeronaves.
A invenção visa igualmente propor uma bomba que possa ser alimentada por gases a temperaturas bem altas.
A invenção visa igualmente fornecer uma bomba com seção de injeção variável que possa ser fabricada em série e regulada para a montagem em qualquer tipo de aeronave.
A invenção visa igualmente fornecer uma bomba com seção de injeção variável que possa permitir uma regulagem fina e precisa da pressão na saída da bomba.
Para estes fins, a invenção se refere a uma bomba de mistura de gases - em especial de ar - com área de injeção variável que compreende:
uma cabine de mistura de gases,
5/27 levando até a referida cabine de mistura, um primeiro conduto de alimentação da referida cabine com um gás, chamado gás AP, possuindo uma primeira pressão, levando até a referida cabine de mistura, um segundo 5 conduto de alimentação da referida cabine com um gás, chamado gás BP, possuindo uma segunda pressão diferente da primeira pressão, conectado à referida cabine, um conduto de saída de gases misturados, chamados gás de saída, pela referida cabine de mistura, o referido gás de saída apresentando uma primeira pressão intermediária entre a referida primeira pressão e a referida segunda pressão que depende das proporções de gases AP e BP fornecidas à referida cabine de mistura, um acionador pneumático disposto no referido primeiro conduto de alimentação de gás AP, o referido acionador compreendendo;
• um pistão móvel que interage com um obturador 15 cuja posição no referido conduto de alimentação determina a área de fluxo de gás AP para a referida cabine de mistura, com uma variação de posição do referido pistão ocasionando uma variação dessa área de fluxo, e • uma câmara de comando do referido pistão móvel alimentada com pressão por um conduto de pressurização, sendo que a pressão predominante na câmara de controle determina a posição do referido pistão móvel, um circuito pneumático, chamado circuito de potência, disposto entre uma fonte de pressão, chamada primeira fonte de pressão, e o conduto de pressurização, sendo o circuito de potência adaptado para fomecer uma pressão, chamada pressão de controle, à câmara de controle pelo conduto de pressurização, sendo que o circuito de potência compreende ao menos uma válvula de descarga disposta entre a primeira fonte de pressão e o conduto
6/27 de pressurização, adaptada para gerar uma descarga no circuito de potência com um fluxo de descarga ajustável cujo valor determina a pressão fornecida à câmara de controle do acionador.
Uma bomba segundo a invenção permite modificar as proporções de AP/BP da mistura de gases na cabine de mistura atuando sobre a pressão fornecida à câmara de controle do acionador. Essa pressão é fornecida por um circuito de potência que compreende uma válvula de descarga adaptada para gerar uma descarga no circuito de potência que permite ajustar o valor da pressão fornecida à câmara de controle do acionador pneumático, e assim o valor da pressão da mistura de gases presente na saída da bomba.
Vantajosamente e segundo a invenção, a referida válvula de descarga é adaptada para ser deslocada entre ao menos uma posição, chamada posição aberta, e ao menos outra posição, chamada posição fechada, sendo a pressão fornecida pelo circuito de potência à câmara de controle do referido acionador mais baixa quando a referida válvula de descarga estiver na posição aberta do que quando a referida válvula de descarga estiver na posição fechada.
Se a pressão na saída da bomba deve ser diminuída, a descarga do circuito de potência é diminuída - colocando-se a válvula de descarga na posição fechada - de maneira que a pressão fornecida à câmara de controle do acionador pneumático seja aumenta, o que irá dilatar essa câmara de controle e causar um deslocamento do pistão móvel para uma posição na qual a área de fluxo do gás AP é reduzida pelo obturador, limitando assim a quantidade de ar AP fornecida à câmara de mistura. A nova mistura, na saída da bomba, apresenta então uma proporção de gás AP menor do que antes do fechamento da válvula de descarga, o que leva a uma diminuição da pressão da mistura. Analogamente, se a pressão na saída da bomba deve ser aumentada, a descarga do circuito pneumático
7/27 pode ser aumentada - colocando-se a válvula de descarga na posição aberta - de maneira que a pressão fornecida à câmara de controle do acionador seja diminuída, o que irá contrair essa câmara de controle e causar um deslocamento do pistão móvel para uma posição na qual a área de fluxo do gás AP é maior, aumentando assim a quantidade de gás AP fornecida à câmara de mistura. A nova mistura, na saída da bomba, apresenta então uma proporção de gás AP mais elevada do que antes da abertura da válvula de descarga, o que leva a um aumento da pressão da mistura.
Vantajosamente e segundo a invenção, a referida válvula de descarga é adaptada para ser deslocada entre uma posição fechada, chamada posição totalmente fechada, na qual a pressão fornecida à câmara de controle é a pressão da referida primeira fonte de pressão, e uma posição aberta, chamada posição totalmente aberta, correspondente à área máxima da válvula de descarga.
Uma bomba segundo a invenção, equipada com um circuito pneumático de alimentação da câmara de controle do acionador pneumático que compreende ao menos uma válvula de descarga, permite então fornecer na saída da bomba uma pressão de referência configurável.
O circuito pneumático de uma bomba segundo a invenção pode compreender uma ou várias válvulas de descarga. Cada válvula de descarga pode ser realizada por diversas formas e estruturas. Uma válvula de descarga segundo a invenção pode ser uma válvula de descarga qualquer ou uma válvula proporcional.
Todavia, vantajosamente e segundo a invenção, ao menos uma válvula de descarga é uma válvula proporcional adaptada para poder ser deslocada continuamente entre uma posição aberta, chamada posição de abertura máxima, e a referida posição fechada, de modo a permitir variações contínuas do fluxo de descarga.
8/27
Uma bomba segundo essa variante da invenção permite modular contínua e precisamente o fluxo de descarga gerado por tal válvula de descarga, o que permite ajustar contínua e precisamente a pressão fornecida à câmara de controle do acionador, e assim posicionar contínua e precisamente o obturador no conduto de alimentação de gás AP. A mistura de gases obtida na saída da bomba pode então ser dosada precisamente em gás AP e gás BP, o que permite obter uma pressão determinada, que pode assumir qualquer valor, ajustável continuamente, compreendido no intervalo entre um valor próximo à pressão do gás AP e a pressão do gás
BP.
O gás na saída da bomba pode apresentar uma pressão igual à pressão do gás BP, obstruindo completamente o conduto de alimentação de gás AP. Contudo, como o conduto de gás BP não pode ser obstruído, a pressão máxima que tal bomba pode fornecer na saída da bomba é inferior ao valor da pressão do gás AP.
A abertura e o fechamento de uma válvula de descarga podem ser assegurados por diferentes meios mecânicos, pneumáticos, elétricos, etc.
Vantajosamente, uma bomba segundo a invenção compreende 20 um motor elétrico adaptado para permitir deslocamentos da referida válvula de descarga entre a referida posição totalmente aberta e a referida posição totalmente fechada e reciprocamente.
Vantajosamente, uma bomba segundo a invenção compreende:
um sensor de pressão disposto na saída da bomba e 25 adaptado para enviar um sinal, chamado sinal de medição de pressão, representativo da pressão do referido gás de saída, uma unidade elétrica de controle adaptada para receber um sinal de referência representativo de um valor de pressão de referência
9/27 que deve ser fornecido na saída da bomba e o sinal de medição de pressão enviado pelo sensor de pressão, sendo a referida unidade elétrica de comando adaptada para provocar uma abertura/fechamento da(s) referida(s) válvula(s) de descarga, de maneira a modificar o valor da pressão fornecida à câmara de controle de modo que o obturador possa se deslocar no conduto de alimentação de gás AP e que a bomba forneça, na saída da bomba, um gás de saída com a referida pressão de referência.
Tal bomba compreende uma unidade elétrica de controle adaptada para receber uma pressão de referência e uma medição da pressão na saída da bomba permite a concepção de um comando de motor a ser transmitido ao motor elétrico de maneira que o motor cause um deslocamento de cada válvula de descarga que permita que a bomba forneça, na saída da bomba, uma mistura de gases com a pressão de referência.
Tal bomba permite então uma regulagem da pressão na saída da bomba. Essa regulagem pode ser fina e precisa pela utilização de um motor elétrico adaptado para colocar direta ou indiretamente cada válvula de descarga em abertura e fechamento.
Uma bomba segundo esse modo de realização compreende então um motor elétrico e um comando elétrico que permite ajustar a pressão emitida por cada bomba, podendo ela ser submetida a temperaturas da ordem de 500°C. Isto foi possível ao se dissociar o comando elétrico do comando pneumático. Em particular, o circuito de potência envia uma pressão à câmara de controle do acionador pneumático. Esse circuito de potência apresenta uma válvula de descarga com fluxo ajustável por ajuste da área da descarga. Essa área de descarga é controlada, direta ou indiretamente, por um motor elétrico. Desta forma, o motor elétrico não é submetido ao ambiente hostil em termos de pressão e de temperatura da bomba de mistura.
10/27
Uma bomba segundo essa variante é acionada por pressão. No entanto, nada impede que se conceba um acionamento térmico.
Para esse fim, vantajosamente, uma bomba segundo a invenção compreende:
um sensor de temperatura disposto na saída da bomba e adaptado para enviar um sinal, chamado sinal de medição de temperatura, representativo da temperatura do referido gás de saída, uma unidade elétrica de controle adaptada para receber um sinal de referência que a bomba deve fornecer na saída da bomba e o sinal de medição da temperatura enviado pelo sensor de temperatura, sendo a referida unidade elétrica de controle adaptada para fornecer ao motor elétrico um comando adaptado para causar uma abertura/fechamento da(s) referida(s) válvula(s) de descarga, de maneira a modificar o valor da pressão fornecida à câmara de controle de modo que o referido obturador possa se deslocar no referido primeiro conduto, e que a bomba forneça, na saída da bomba, um gás de saída na referida temperatura de referência.
Segundo uma outra variante, a bomba pode compreender tanto um sensor de pressão como um sensor de temperatura e a unidade de controle pode computar uma função de comando de medições de temperatura e de pressão.
Vantajosamente e segundo a invenção, a referida válvula de descarga é uma válvula de três vias: uma primeira via ligada ao referido conduto de pressurização; uma segunda via ligada à referida primeira fonte de pressão; e uma terceira via, ligada a um reservatório de descarga, de pressão inferior à referida primeira fonte de pressão.
11/27
Tal válvula de descarga de três vias permite modular o valor da pressão fornecida à câmara de controle do acionador entre dois valores de pressão.
Vantajosamente e segundo a invenção, a referida válvula de descarga de três vias compreende um bloqueio adaptado para ser deslocado continuamente entre uma posição, correspondente à referida posição totalmente fechada, na qual a referida primeira via está em comunicação direta com a referida segunda via, de maneira que a pressão fornecida à referida câmara de controle seja a pressão da referida primeira fonte de pressão, e uma posição, correspondente à referida posição totalmente aberta, na qual a primeira via está em comunicação direta com a terceira via de maneira que a pressão fornecida à câmara de controle seja a pressão do referido reservatório de descarga.
Vantajosamente e segundo a invenção, o referido motor elétrico é adaptado para permitir um deslocamento do referido bloqueio de maneira a assegurar uma variação da referida pressão fornecida à referida câmara de controle do referido acionador, intermediária entre a pressão da referida primeira fonte de pressão e a pressão do referido reservatório de descarga.
Segundo essa variante da invenção, a posição da válvula de descarga é determinada pela posição de um bloqueio disposto no interior da válvula de descarga. O deslocamento desse bloqueio é condicionado pelo motor elétrico.
O motor elétrico pode agir diretamente sobre o bloqueio ou agir indiretamente sobre o bloqueio por intermédio de um circuito de controle ou fazer parte de um circuito de controle da válvula de descarga.
12/27
Vantajosamente, uma bomba segundo a invenção compreende um circuito de controle da referida válvula de descarga, o referido circuito de controle compreendendo um regulador pneumático que compreende:
uma membrana que delimita duas câmaras, uma câmara de regulagem adaptada para ser alimentada com uma pressão, chamada pressão de regulagem, e uma câmara de calibragem que compreende uma mola calibrada ligada à referida membrana, com a posição de equilíbrio da referida membrana dependendo da referida pressão de regulagem e da rigidez da referida mola calibrada, e uma haste rígida ligada à referida membrana e ao referido bloqueio da referida válvula de descarga, de maneira que um deslocamento da referida membrana acarrete um deslocamento do referido bloqueio.
O deslocamento da membrana resulta do equilíbrio entre a força fornecida pela mola calibrada e a pressão exercida pela pressão de regulagem. O equilíbrio da membrana define a posição do bloqueio da válvula de descarga. A posição do bloqueio define a pressão de controle fornecida à câmara de controle.
Um regulador de uma bomba segundo a invenção pode ser um regulador de efeito simples ou um regulador de efeito duplo.
Vantajosamente e segundo a invenção, o circuito de controle da referida válvula de descarga compreende:
uma fonte de pressão, chamada terceira fonte de pressão, ao menos um conduto disposto entre a referida terceira fonte de pressão e a referida câmara de regulagem e adaptada para fornecer à referida câmara de regulagem uma pressão, chamada pressão de regulagem, e
13/27 ao menos uma válvula de descarga adaptada para gerar uma descarga nesse conduto que permita fazer variar a referida pressão de regulagem fornecida à referida câmara de regulagem.
A válvula de descarga do circuito de controle pode, como a válvula de descarga do circuito de potência de alimentação da câmara de controle do acionador, ser realizada por diversas estruturas.
Vantajosamente e segundo a invenção, a referida válvula de descarga do referido circuito de controle é formada por um orifício disposto em um conduto e por uma palheta móvel colocada à frente desse orifício, com um deslocamento da referida palheta assegurando uma variação da referida pressão de regulagem entregue à referida câmara de regulagem.
O princípio do fornecimento de uma pressão de regulagem à câmara de regulação do regulador é idêntico ao princípio de fornecimento de uma pressão de controle à câmara de controle do acionador. Em particular, esse circuito de controle compreende uma válvula de descarga disposta entre uma fonte de pressão e a câmara de regulagem, sendo essa válvula de descarga do circuito de controle adaptada para gerar uma descarga no circuito de controle, o que permite modificar o valor da pressão fornecida à câmara de regulagem. Essa válvula de descarga do circuito de controle é de preferência realizada por um sistema do tipo bico/palheta.
Vantajosamente e segundo a invenção, o referido motor elétrico é adaptado para assegurar, sob o comando da referida unidade de controle, um deslocamento da referida palheta que permite fazer variar a pressão fornecida à referida câmara de regulagem do referido regulador de maneira a permitir uma abertura/fechamento da referida válvula de descarga.
14/27
Segundo essa variante vantajosa, o motor elétrico põe diretamente a palheta em rotação. Esta é de preferência fixa sobre o eixo do motor elétrico.
O circuito de controle compreende um certo número de condutos colocados entre a referida terceira fonte de pressão e a câmara de regulagem do regulador. Esse circuito de controle compreende, segundo essa variante da invenção, um orifício disposto em um dos condutos, sendo esse orifício obstruído ao menos em parte por uma palheta. O deslocamento da palheta permite fazer variar a área de descarga do circuito de controle, e portanto faz variar a pressão de regulagem entregue à referida câmara de regulagem.
Segundo essa variante da invenção, o motor elétrico compreende um eixo no qual é colocada a palheta. Uma rotação do eixo do motor elétrico acarreta uma articulação da palheta, o que permite aumentar ou diminuir a área desta descarga e então diminuir ou aumentar a pressão entregue à câmara de regulagem.
Desta forma, o comando da válvula de descarga do circuito de potência é o resultado das duas etapas seguintes: o motor elétrico modifica a posição da palheta do circuito de controle; essa modificação de posição acarreta uma modificação do valor da pressão de regulagem destinada à câmara de regulagem; essa modificação de valor de pressão causa um deslocamento da membrana do regulador; o deslocamento da membrana causa um deslocamento do bloqueio da válvula de descarga do circuito de potência ligado a essa membrana.
A unidade elétrica de controle de uma bomba segundo a invenção, que é adaptada para receber uma pressão de referência e uma medição da pressão na saída da bomba, pode ainda computar um comando de motor a ser transmitido ao motor elétrico.
15/27
O motor elétrico de uma bomba segundo a invenção pode ser de qualquer tipo.
Todavia, vantajosamente e segundo a invenção, o referido motor elétrico é um motor de torque de corrente contínua. O controle de tal motor de torque é particularmente fácil. A unidade de controle transmite uma referência de corrente ao referido motor, o que acarreta uma rotação do eixo do motor, e assim uma variação da área de descarga.
Em uma bomba segundo a invenção que compreenda um circuito de potência adaptado para fornecer uma pressão à câmara de controle do acionador e que compreenda uma válvula de descarga, e um circuito de controle adaptado para controlar a posição desta válvula de descarga, a potência e o controle são dissociados.
Essa dissociação apresenta um certo número de vantagens que não são possíveis no estado da técnica. Em particular, a dissociação do controle pneumático da potência pneumática permite em especial permite que se tenha um circuito de controle que compreenda um gás de controle com pressão menor que a pressão do gás de potência, destinado a alimentar a câmara do acionador. Essa pressão menor permite a utilização de um motor elétrico simples que desenvolva uma potência limitada, o que não seria o caso se o motor elétrico fosse confrontado com as pressões do gás de potência que alimenta a câmara do acionador. Tal dissociação permite igualmente superar as diferenças de pressão dos gases AP e BP que circulam nos condutos da bomba. Geralmente, uma bomba segundo a invenção equipa uma aeronave e o gás AP é ar tirado dos motores dessa aeronave. Sendo assim, o ar AP é sensível às variações da rotação do motor.
A terceira fonte de pressão que alimenta o circuito de controle pode ser de qualquer tipo.
16/27
Todavia, vantajosamente e segundo a invenção, a referida terceira fonte de pressão do referido circuito de controle é fornecida por um regulador adaptado para fornecer uma pressão predeterminada, a partir do gás tirado da saída da bomba.
As fontes de pressão - uma pressão alta e uma pressão baixa que permitem à válvula três vias de fornecimento à câmara de controle do acionador pneumático, com uma pressão intermediária entre a referida pressão alta e a pressão baixa, podem ser de quaisquer tipos.
Vantajosamente e segundo a invenção, as referidas fontes de pressão ligadas à referida válvula de três vias são o ar ambiente e o referido gás AP.
Segundo essa variante, a fonte de alta pressão é o gás AP e a fonte de baixa pressão é o ar ambiente.
O acionador pneumático de uma bomba segundo a invenção pode ser de qualquer tipo.
De preferência, o acionador é um acionador pneumático de efeito simples.
Vantajosamente e segundo a invenção, o referido acionador pneumático compreende:
- um corpo de acionador que possui o referido obturador com pistão móvel, o referido corpo de acionador compreendendo meios de orientação do referido pistão móvel, a referida câmara de controle, delimitada pelo referido corpo de acionador e pelo referido pistão móvel,
- uma segunda câmara adaptada para ser alimentada pelo referido gás AP, delimitada pelo referido corpo de acionador e pelo referido pistão móvel, oposta à referida câmara de controle, e
17/27 uma mola de fechamento disposta na referida câmara de controle e adaptada para exercer sobre o referido pistão móvel uma força que interage com a pressão da câmara de controle para deslocar o pistão móvel.
A mola de fechamento pode essencialmente interagir com a pressão de controle fornecida à câmara de controle para assegurar as operações de deslocamento do pistão móvel.
A bomba segundo a invenção pode apresentar diversas formas e dimensões. Da mesma forma, os condutos de alimentação da cabine de mistura e gás AP e gás BP podem apresentar diversas formas e dimensões.
Vantajosamente e segundo a invenção, os referidos condutos de alimentação de gases AP e BP conduzem de maneira concêntrica à referida cabine de mistura.
Para este fim, o conduto de alimentação da cabine de mistura com gás AP é alojado no interior do conduto de alimentação da cabine com gás BP. Desta forma, a seção do conduto de alimentação de gás BP é anular.
Tal construção permite limitar o congestionamento de uma bomba com área de injeção variável e favorecer a mistura de gases na entrada da cabine de mistura.
Vantajosamente e segundo a invenção, o referido conduto de alimentação da referida cabine de mistura é cônico e o referido obturador ligado rigidamente ao referido pistão móvel do acionador pneumático é uma ponta cônica que se estende no referido conduto de alimentação cônico.
Tal interação de formas permite variar a área de injeção de gás AP na cabine de mistura.
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A bomba segundo a invenção é particularmente destinada a equipar um sistema de condicionamento de ar de uma aeronave.
Desta forma, vantajosamente e segundo a invenção, o referido gás AP é ar de alta pressão tirado dos motores de uma aeronave e o referido gás BP é ar de pressão interna tirado da cabine da aeronave.
A invenção se refere ainda a uma bomba com área de injeção variável caracterizada em combinação com todas ou parte das características mencionadas acima ou abaixo.
Outras características, recursos e vantagens da invenção aparecerão a partir da leitura da descrição a seguir, que apresenta a título de exemplo não limitativo um modo de realização da invenção, com referência aos desenhos anexos, nos quais:
a figura 1 é uma vista esquemática de uma bomba segundo um modo de realização da invenção que compreende um acionador, uma válvula de descarga e um circuito de controle desta válvula de descarga, a figura 2 é uma vista esquemática de uma bomba segundo um outro modo de realização da invenção, a figura 3 é uma vista esquemática de um acionador e de uma válvula de descarga de uma bomba segundo um modo de realização da invenção cuja válvula de descarga está em uma posição aberta, a figura 4 é uma vista esquemática de um acionador e de uma válvula de descarga de uma bomba segundo um modo de realização da invenção cuja válvula de descarga está em uma posição fechada, e a figura 5 é uma vista esquemática de uma bomba segundo um outro modo de realização da invenção.
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Uma bomba segundo a invenção compreende, tal como ilustrado na figura 1, uma cabine de mistura de gases 1. Essa cabine de mistura de gases 1 é alimentada com um gás de alta pressão, chamado gás AP, por um conduto 2 vai até a cabine 1, e com um gás de baixa pressão, chamado gás BP, por um conduto 3 que vai até a cabine 1.
A cabine de mistura 1 fornece, a um conduto de saída 4, um gás de saída, resultante da mistura de gases AP e BP entregues à cabine de mistura 1 pelos condutos 2, 3. Esse gás de saída fornecido pelo conduto de saída 4 apresenta uma pressão intermediária entre as pressões BP e AP.
A bomba segundo a invenção compreende ainda um acionador pneumático 10 disposto no conduto 2. Esse acionador pneumático 10 compreende um pistão móvel 11 que interage com um obturador 12 cuja posição no conduto 2 determina a área de fluxo de gás AP através da cabine de mistura 1. Uma variação de posição do pistão 11 acarreta uma variação dessa área de fluxo. O acionador 10 compreende ainda uma câmara de controle 13 do pistão móvel 11. Cada câmara de controle 13 é adaptada para ser alimentada de pressão por um conduto de pressurização
14. A pressão predominante nessa câmara de controle 13 determina a posição do pistão móvel 11, e então a posição do obturador 12 no conduto
2. Como uma variação de posição do obturador 12 acarreta uma variação da área de fluxo de ar AP através da cabine, e portanto uma variação da pressão do gás de saída, a pressão predominante na câmara de controle 13 determina a pressão do gás de saída.
A bomba segundo a invenção compreende ainda um circuito pneumático, chamado circuito de potência 20, disposto entre uma fonte de pressão, chamada primeira fonte de pressão 21, e o referido conduto de pressurização 14. Esse circuito de potência 20 é adaptado para fornecer uma pressão, chamada pressão de controle, à câmara de controle 13 através do conduto de pressurização 14.
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O circuito de potência 20 compreende ao menos uma válvula de descarga 22 disposta entre a primeira fonte de pressão 21 e o conduto de pressurização 14. Essa válvula de descarga 22 é adaptada para gerar uma descarga no circuito de potência 20 que permite modificar a pressão entregue à câmara de controle 13 do acionador 10.
A válvula de descarga 22 do circuito de potência 20 pode ser de qualquer tipo conhecido. Todavia, de preferência, a válvula de descarga 22 é uma válvula proporcional, por exemplo uma válvula proporcional de três vias. Cada válvula proporcional de três vias 22 compreende, como ilustrado nas figuras, uma primeira via 23 ligada ao conduto de pressurização 14; uma segunda via 24 ligada à primeira fonte de pressão 21; e uma terceira via 25 que atua como via de descarga.
Essa terceira via 25 pode dar, tal como ilustrado na figura 1, na atmosfera ambiente que envolve a válvula de descarga 22.
Segundo um outro modo de realização, tal como ilustrado na figura 2, essa terceira via 25 pode ser ligada a um reservatório de descarga 26, de pressão inferior à pressão da primeira fonte de pressão 21. Esse reservatório de descarga 26 atua como a segunda fonte de pressão.
Assim, uma válvula de descarga 22 de uma bomba segundo esse modo de realização pode fornecer uma pressão à câmara de controle 33 do acionador pneumático 10, uma pressão de controle intermediária entre a pressão da primeira fonte de pressão 21 e a pressão do reservatório de descarga 26.
O controle da válvula de descarga 22 na três vias é de preferência transmitido por intermédio de um bloqueio 27 adaptado para ser deslocado continuamente entre uma posição, que corresponde a uma posição totalmente fechada da válvula de descarga 22, na qual a primeira via 23 está em comunicação direta com a segunda via 24, e uma posição
21/27 correspondente a uma posição totalmente aberta da válvula de descarga 22, na qual a primeira via 23 está em comunicação direta com a terceira via 25.
Quando a válvula de descarga 22 está na posição totalmente fechada, a pressão fornecida à câmara de controle 13 é a pressão da primeira fonte de pressão 21.
Quando a válvula de descarga 22 está na posição totalmente aberta, a pressão fornecida à câmara de controle 13 é a pressão do reservatório de descarga 26.
Quando a válvula de descarga 22 está em uma posição 10 intermediária entre a posição totalmente aberta e a posição totalmente fechada, a pressão fornecida à câmara de controle 13 é intermediária entre a pressão da primeira fonte de pressão 21 e a pressão do reservatório de descarga 26.
Segundo um modo de realização particularmente vantajoso da 15 invenção, o deslocamento do bloqueio 27 da válvula de descarga 22 é controlado por um circuito de controle 40 da válvula de descarga 22.
Esse circuito de controle 40 da válvula de descarga 22 compreende um regulador pneumático 31. Esse regulador pneumático 31 compreende, tal como ilustrado nas figuras, uma membrana 32 que delimita duas câmaras: uma câmara de regulagem 33 adaptada para ser alimentada por uma pressão, chamada pressão de regulagem, e uma câmara de calibragem 34 que compreende uma mola 35 calibrada ligada à membrana 32. A posição de equilíbrio da membrana 32 depende da pressão de regulagem e da rigidez da mola calibrada 35. Essa mola 35 pode ser de qualquer tipo, por exemplo de arame liso enrolado.
Tal regulador 31 compreende igualmente uma haste rígida 30 que interage com a membrana 32 e com o bloqueio 27 da válvula de descarga 22.
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Assim, um deslocamento da membrana 32 acarreta um deslocamento do bloqueio 27. O deslocamento do bloqueio 27 depende então da pressão de regulagem fornecida à câmara de regulagem 33.
Para este fim, o circuito de controle 40 compreende 5 igualmente uma fonte de pressão, chamada terceira fonte de pressão 28, ao menos um conduto 15 disposto entre a terceira fonte de pressão 28 e a câmara de regulagem 33, e uma válvula de descarga 41 para gerar uma descarga no conduto 15 do circuito de controle 40 que permita fazer variar a pressão fornecida à câmara de regulagem 33.
Esta válvula de descarga 41 do circuito de controle 40 é, segundo um modo de realização vantajoso, e tal como ilustrado nas figuras, formada por um orifício 42 disposto no conduto 15 e por uma palheta móvel 43 colocada à frente desse orifício 42. Um deslocamento da palheta 43 assegura uma variação da área de descarga, e então uma variação da pressão de regulagem fornecida à câmara de regulagem 33.
Os deslocamentos desta palheta 43 são conforme um modo de realização vantajoso da invenção assegurados por um motor elétrico 7.
Por exemplo, a palheta 43 pode ser montada no eixo do motor elétrico 7 de tal modo que uma ignição do eixo do motor possa assegurar uma articulação da palheta 43 de ao menos alguns graus de maneira a aumentar ou diminuir a área da descarga do circuito de controle 40.
Segundo um modo de realização vantajoso da invenção, a bomba compreende ainda uma unidade de controle 8 adaptada para fornecer ao motor elétrico 7 um comando adaptado para causa um deslocamento da palheta 43. O deslocamento da palheta 43 permite modificar a pressão entregue à câmara de regulação 33 do regulador 31. Essa modificação de pressão acarreta um deslocamento da membrana 32. Esse deslocamento da membrana 32 acarreta um deslocamento da haste
23/27 rígida 30. Esse deslocamento da haste 30 causa um deslocamento do bloqueio 27. Esse deslocamento do bloqueio 27 permite modificar a pressão fornecida à câmara de controle 13. Essa modificação de pressão acarreta um deslocamento do obturador 12 no conduto 2. Esse deslocamento do obturados causa uma modificação nas proporções de gases AP/BP na cabine de mistura 1. Essa modificação de proporção causa uma modificação da pressão do gás de saída presente na região do conduto 4 de saída.
O motor elétrico 7 é por exemplo um motor de torque adaptado para receber um comando em corrente contínua fornecido pela unidade de controle 8. A unidade de controle é por exemplo uma unidade de controle de um motor elétrico de corrente contínua adaptado para emitir uma corrente contínua dentro de uma faixa de poucos miliamperes até 350 mA.
O comando fornecido ao motor elétrico 7 pela unidade de controle 8 permite efetuar uma regulagem de pressão da bomba segundo esse modo de realização da invenção.
A bomba segundo esse modo de realização, e tal como ilustrada nas figuras, compreende ainda um sensor de pressão 45 disposto na saída da bomba e adaptado para enviar à referida unidade de controle 8 um sinal, chamado sinal de medição de pressão, representativo da pressão do gás presente na saída da bomba. Esse sensor de pressão 45 pode ser de qualquer tipo conhecido.
A unidade de controle 8 é ainda adaptada para receber um sinal de referência veiculado por uma ligação 46. Esse sinal de referência pode ser representativo de um valor de pressão de referência que a bomba deve fornecer na saída da bomba. A ligação 46 pode ser uma ligação por
24/27 fios, uma ligação sem-fio e de maneira geral qualquer tipo de ligação adaptada para transmitir um sinal elétrico a uma unidade de controle.
A unidade de controle 8 pode então comparar o valor da pressão fornecida pelo sensor de pressão 45 e o valor da pressão de referência e determinar um comando de motor que permite ao motor elétrico 7 iniciar a série de ações que permitem modificar a pressão na saída da bomba.
Segundo um modo de realização da invenção, o acionador 10 compreende um corpo 16 de acionador no interior do qual está alojado o pistão 11 que interage com o obturador 12. O corpo 16 de acionador compreende ainda meios de orientação em translação livre do pistão móvel 11.
O acionador compreende ainda a câmara de controle 13 delimitada pelo corpo de acionador 16 e pelo pistão móvel 11. Essa câmara de controle 13 é equipada com uma mola 17 adaptada para exercer sobre o pistão móvel 11 uma força que interage com pressão fornecida à câmara de controle 13 pelo conduto de pressurização 14.
O acionador compreende igualmente uma segunda câmara 18 oposta à câmara de controle 13 em relação ao pistão móvel 11. Essa segunda câmara 18 é adaptada para ser alimentada de gás AP.
A posição do pistão móvel 11 depende então da pressão na câmara de controle 13, da rigidez da mola 17 e da pressão AP da segunda câmara 18.
As figuras 3 e 4 apresentam dois exemplos de relações entre a 25 posição do bloqueio 27 da válvula de descarga 22 e a posição do pistão móvel 11 do acionador 10.
Na figura 3, o bloqueio 27 está em uma posição na qual o conduto de pressurização 14 é alimentado diretamente pela alta pressão da
25/27 fonte de pressão 21. A câmara de controle 13 é então alimentada por essa alta pressão. O pistão móvel 11 está então em uma posição completamente instalada. O obturador 12 reduz então ao máximo a área de fluxo de gás AP através da cabine de mistura 1, o que permite reduzir a pressão do gás AP na saída da bomba.
Na figura 4, o bloqueio 27 está em uma posição na qual o escape é máximo. A pressão dada à câmara de controle 13 é então mínima. A diferença de pressão entre a câmara de controle 13, de um lado, e a segunda câmara 18 acumulada para o campo de pressão dinâmica aplicado sobre o obturador 12, de outro lado, desloca o pistão móvel 11 para uma posição totalmente retraída. O obturador se desloca então para uma posição na qual a área de fluxo de gás AP através da cabine de mistura 1 é máxima. A pressão do gás na saída de gás é então diminuída.
O conduto 2 e o obturador 12 podem apresentar diversas formas.
Segundo um modo de realização vantajoso da invenção, e tal como ilustrado nas figuras, o conduto de alimentação 2 da cabine de mistura 1 é cônico e o obturador 12 é uma ponta cônica que se estende nesse conduto 2, de maneira que um deslocamento do obturador modifica de forma contínua a área de fluxo de gás AP através da cabine de mistura 1.
A bomba segundo a invenção permite a mistura de diversos gases de pressões diferentes.
A bomba segundo a invenção é particularmente destinada a equipar um circuito de condicionamento de ar de uma aeronave. Portanto, o gás AP é o ar de alta pressão tirado dos motores da aeronave e o gás BP é o ar tirado da cabine da aeronave.
Nada impede no entanto que se forneça outras fontes de ar para alimentar uma bomba segundo a invenção.
26/27
Da mesma forma, a primeira, a segunda e a terceira fontes de pressão podem ser de quaisquer tipos.
Segundo um modo vantajoso de realização da invenção, a primeira fonte de pressão é o conduto 2 no qual circula o gás AP, a segunda fonte de pressão é o ar ambiente nas proximidades da bomba, e a terceira fonte de pressão é derivada do gás misturado na saída da bomba.
Essa terceira fonte de pressão é, de maneira vantajosa, e tal como ilustrado na figura 5, obtida por intermédio de um regulador 48 adaptado para fornecer uma pressão constante a partir do gás de saída da bomba. Esse regulador 48 pode ser realizado por quaisquer meios conhecidos para fornecer uma pressão regulada a partir de uma fonte de alta ou média pressão.
A bomba segundo a invenção pode ter por objeto numerosas variantes não descritas.
Em particular, a bomba segundo a invenção pode compreender uma pluralidade de válvulas de escape e uma pluralidade de comandos de motor dessas válvulas de escape.
A bomba segundo a invenção permite regular precisamente a pressão na saída da bomba. Em particular, a bomba segundo a invenção permite fornecer uma pressão constante na saída da bomba a partir de duas fontes de pressão variáveis.
A bomba segundo a invenção permite então limitar o recurso de tirada de ar AP dos motores, o que permite em especial limitar o consumo excessivo de combustível. Além disso, sendo tal bomba destinada a equipar um sistema de condicionamento de ar, ela é passível de ter suas dimensões projetadas para o pré-refrigerador disposto geralmente entre os motores da aeronave e um trocador de calor primário.
27/27
A bomba segundo a invenção permite igualmente aumentar a potência dos motores da aeronave, sendo as tiradas de ar nestes limitadas por tal bomba.
A bomba segundo a invenção permite igualmente aumentar a 5 duração da vida útil dos motores da aeronave em razão de uma diminuição da temperatura induzida por uma diminuição das tiradas de ar que permite tal bomba.
A bomba segundo a invenção permite igualmente uma diminuição do peso de acessórios pneumáticos em razão de uma pressão mais forte disponível durante o funcionamento dos motores da aeronave.
Claims (17)
- REIVINDICAÇÕES1. Bomba de mistura de gases com seção de injeção variável, compreendendo:uma cabine de mistura de gases (1), levando até a cabine de mistura (1), um primeiro conduto de alimentação (2) da cabine de mistura (1) com ar, chamado ar AP, que possui uma primeira pressão, levando até a cabine de mistura (1), um segundo conduto de alimentação (3) da cabine com ar (1), chamado ar BP, que possui uma segunda pressão diferente da referida primeira pressão, conectado à cabine de mistura (1), um conduto de saída (4) de gases misturados, chamados gás de saída, pela cabine de mistura (1), apresentando uma pressão intermediária entre a referida primeira pressão e a referida segunda pressão, que depende das proporções de gás AP e BP fornecidas à cabine de mistura (1), um acionador pneumático (10) disposto no referido primeiro conduto de alimentação (2) de gás AP, sendo que o acionador pneumático (10) compreende:• um pistão móvel (11) que interage com um obturador (12) cuja posição no referido primeiro conduto de alimentação (2) determina uma área de fluxo de gás AP em direção à cabine de mistura (1), com uma variação de posição do referido pistão (11) resultando em uma variação dessa área de fluxo, • uma câmara (13) de comando do referido pistão móvel (11) abastecido de pressão por um conduto de pressurização (14), sendo a pressão predominante na câmara de controle (13) determinante da posição do referido pistão móvel (11),
- 2/7 um circuito pneumático, chamado circuito de potência (20), disposto entre uma fonte de pressão, chamada primeira fonte de pressão (21), e o referido conduto de pressurização, sendo o circuito de potência (20) adaptado para enviar uma pressão, chamada pressão de comando, à câmara de controle (13) pelo referido conduto de pressurização (14), e caracterizada por:o circuito de potência (20) compreender ao menos uma válvula de descarga (22) disposta entre a primeira fonte de pressão (21) e o conduto de pressurização (14), adaptado para gerar uma descarga no circuito de potência (20) com um fluxo de descarga ajustável cujo valor determina a pressão entregue à câmara de controle (13) do acionador pneumático (10), e por compreender um motor elétrico (7) adaptado para permitir o deslocamento da referida válvula de descarga (22) entre uma posição, chamada posição totalmente aberta, correspondente à abertura máxima da válvula de descarga, e uma outra posição, chamada posição totalmente fechada, na qual a pressão entregue à câmara de controle é a pressão da referida primeira fonte de pressão, um sensor de pressão (45) disposto na saída da bomba e adaptado para enviar um sinal, chamado sinal de medição de pressão, representativo do referido gás de saída, uma unidade elétrica de controle (8) adaptada para receber um sinal de referência representativo de um valor de pressão de referência que deve abastecer a bomba na saída da bomba e o sinal de medição de pressão enviado pelo sensor de pressão (45), sendo a referida unidade elétrica de controle (8) adaptada para fornecer ao motor elétrico (7)
- 3/7 um comando adaptado para controlar uma abertura/fechamento da(s) referida(s) válvula(s) (22) de descarga, de maneira a modificar o valor da pressão entregue à câmara de controle (13) para que o referido obturador (12) possa se deslocar no referido primeiro conduto (2), e que a bomba5 forneça, na saída da bomba, um gás de saída com a referida pressão de referência.2. Bomba de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pela referida válvula de descarga (22) ser uma válvula proporcionalmente adaptada para poder ser deslocada continuamente entre a referida posição10 totalmente aberta, correspondente à abertura máxima da válvula de descarga (22), e a referida posição totalmente fechada, correspondente ao fechamento máximo da referida válvula de descarga (22), de modo a permitir variações contínuas do fluxo de descarga.3. Bomba de acordo com a reivindicação 1 ou 2,15 caracterizada por compreender:um sensor de temperatura disposto na saída da bomba e adaptado para enviar um sinal, chamado sinal de medição de temperatura, representativo da temperatura do referido gás de saída, uma unidade elétrica de controle (8) adaptada para 20 receber um sinal de referência representativo de um valor de temperatura de referência que deve abastecer a bomba na saída da bomba e o sinal de medição da temperatura enviado pelo sensor de temperatura, sendo a referida unidade elétrica de controle (8) adaptada para fornecer ao motor elétrico (7) um comando adaptado para controlar uma abertura/fechamento25 da(s) referida(s) válvula(s) de descarga (22), de maneira a modificar o valor da pressão entregue à câmara de controle (13) para que o referido obturador (12) possa se deslocar no referido primeiro conduto (2), e que a bomba
- 4/7 forneça, na saída da bomba, um gás de saída com a referida temperatura de referência.4. Bomba de acordo com a reivindicação 1, 2 ou 3, caracterizada pela referida válvula de descarga (22) ser uma válvula de três vias: uma primeira via (23) ligada ao referido conduto de pressurização (14); uma segunda via (24) ligada à referida primeira fonte de pressão (28); e uma terceira via (25) ligada a um reservatório de descarga (26), de pressão inferior à pressão da referida primeira fonte de pressão (21).
- 5. Bomba de acordo com a reivindicação 4, caracterizada pela referida válvula de descarga (22) compreender um bloqueio (27) adaptado para ser deslocado continuamente entre uma posição, correspondente à referida posição totalmente fechada, na qual a referida primeira via (23) está em comunicação direta com a referida segunda via (24) , de maneira que a pressão fornecida à câmara de controle (13) seja a pressão da referida primeira fonte de pressão (21), e uma posição, correspondente à referida posição totalmente aberta, na qual a referida primeira via (23) está em comunicação direta com a referida terceira via (25) de maneira que a pressão fornecida à câmara de controle (13) seja a pressão do referido reservatório de descarga (26).
- 6. Bomba de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelo referido motor elétrico (7) ser adaptado para permitir o deslocamento do referido bloqueio (27) de maneira a assegurar uma variação da pressão fornecida à câmara de controle (13) do acionador (10), intermediária entre a pressão da referida primeira fonte de pressão (21) e a pressão do referido reservatório de descarga (26).
- 7. Bomba de acordo com a reivindicação 5 ou 6, caracterizada por compreender um circuito de controle (40) da referida5/7 válvula de descarga (22), sendo que o referido circuito de controle (40) compreende um regulador pneumático (31) que compreende:uma membrana (32) que delimita duas câmaras, uma câmara de regulagem (33) adaptada para ser abastecida de pressão,5 chamada pressão de regulagem, e uma câmara de calibragem (34) que compreende uma mola calibrada (35) ligada à referida membrana (32), com a posição de equilíbrio da referida membrana (32) dependendo da pressão de regulagem e da rigidez da referida mola calibrada (35), e uma haste rígida (30) ligada à membrana (32) e ao10 bloqueio (27) da referida válvula de descarga (22), de maneira que um deslocamento da membrana (32) leve a um deslocamento do bloqueio (27).
- 8. Bomba de acordo com a reivindicação 4, caracterizada pelo circuito de controle (40) compreender:uma fonte de pressão, chamada terceira fonte de pressão15 (28), ao menos um conduto (15) disposto entre a referida terceira fonte de pressão (28) e a referida câmara de regulagem (33), e adaptado para fornecer à referida câmara de regulagem (33) uma pressão de regulagem, e20 - uma válvula de descarga (41) adaptada para gerar uma descarga no referido conduto (15) do circuito de controle (40) que permite fazer variar a pressão de regulagem fornecida à referida câmara de regulagem (33).
- 9. Bomba de acordo com a reivindicação 8, caracterizada25 pela referida válvula de descarga (41) do referido circuito de controle (40) ser formada por um orifício (42) disposto no referido conduto (15) e de uma palheta móvel (43) disposta à frente desse orifício (42).6/7
- 10. Bomba de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo motor elétrico (7) ser adaptado para assegurar, sob o comando da unidade de controle (8), um deslocamento da referida palheta (43) de maneira a fazer variar a pressão fornecida à referida câmara de regulagem5 (33) do regulador (31) de modo a permitir uma abertura/fechamento da referida válvula de descarga (22) do referido circuito de potência (20).
- 11. Bomba de acordo com a reivindicação 8, 9 ou 10, caracterizada pela referida terceira fonte de pressão (28) do referido circuito de controle (40) ser fornecida com um regulador (48) adaptado10 para fornecer uma pressão predeterminada, a partir do gás tirado na saída da bomba.
- 12. Bomba de acordo com uma das reivindicações 8 a 11, caracterizada pela referida primeira fonte de pressão (21) ligada à referida válvula de descarga (22) ser do referido gás AP.15
- 13. Bomba de acordo com uma das reivindicações 1 a 12, caracterizada pelo referido acionador pneumático (10) compreender:um corpo de acionador (16) no interior do qual é disposto um pistão móvel (11), o referido corpo de acionador (16) compreendendo meios de orientação em translação livre do referido pistão20 móvel (11), a referida câmara de controle (13) delimitada pelo referido corpo de acionador e pelo referido pistão móvel, uma segunda câmara (18) adaptada para ser alimentada pelo referido gás AP, delimitada pelo referido corpo de acionador e pelo25 referido pistão móvel (11), oposta à referida câmara de controle (13), uma mola de fechamento (17) disposta na referida câmara de controle (13) e adaptada para exercer sobre o referido pistão móvel (11) uma força que interage com a referida pressão entregue à7/7 referida câmara de controle (13) para assegurar os deslocamentos do referido pistão móvel (11).
- 14. Bomba de acordo com uma das reivindicações 1 a 13, caracterizada pelos condutos de alimentação (2, 3) de gás AP e BP5 entrarem de modos concêntricos na cabine de mistura (1).
- 15. Bomba de acordo com uma das reivindicações 1 a 14, caracterizada pelo referido gás AP ser ar de alta pressão tirado dos motores de uma aeronave e pelo referido gás BP ser ar de pressão interna tirado da cabine de uma aeronave.10
- 16. Bomba de acordo com uma das reivindicações 1 a 15, caracterizada pelo referido conduto de alimentação (2) da cabine de mistura (1) ser cônico e pelo referido obturador (12) ser uma ponta cônica que se estende no referido primeiro conduto de alimentação (2).
- 17. Bomba de acordo com uma das reivindicações 1 a 16,15 caracterizada pelo referido motor elétrico (7) ser um motor de torque de corrente contínua.1/42/4Fig 23/44/4Fig 5
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