BRPI0816783B1 - Cabo compreendendo um ou mais condutores isolados e uso da composição de subestrutura - Google Patents

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Bernt-Âke Sultan
Wendy Loyens
Herbert Baur
James Elliott Robinson
Susanna Lieber
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Borealis Technology Oy
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Abstract

cabo compreendendo um ou mais condutores isolados e uso da composição de subestrutura. a presente invenção refere-se a um cabo que compreende um ou mais condutores isolados que são embebidos em uma composição de subestrutura, que compreende (a) uma resina de polímero (a) e (b) um enchimento inorgânico (b), em que a resina de polímero (a) compreende uma olefina homo- e/ou um copolímero (a.1) que tem uma média de peso de peso molecular mw de 10.000 g/mol ou mais e uma distribuição de peso molecular mwd de 4,5 ou mais baixa e, em um segundo aspecto, a um cabo que compreende um ou mais condutores isolados que são embebidos em uma composição de subestrutura, que compreende a) uma resina de poliolefina (a) e b) um enchimento inorgânico (b), em que a taxa de liberação de calor hrr da composição em qualquer tempo dentro do período de 0 s a 200 s depois da ignição não exceda a um máximo de 80 kw medido através de calorimetria de cone de acordo com a iso 5660-1. a subestrutura também pode compreender uma camada de subestrutura provida entre os referidos um ou mais condutores isolados e uma camada de bainha externa, em que a camada de subestrutura compreende a composição de subestrutura acima.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para CABO COMPREENDENDO UM OU MAIS CONDUTORES ISOLADOS E USO DA COMPOSIÇÃO DE SUBESTRUTURA.
[001] A presente invenção refere-se a um cabo que compreende um ou mais condutores isolados que estão embebidos em uma composição de subestrutura compreendendo um polímero e um enchimento inorgânico com propriedades aperfeiçoadas de retardador de chama.
[002] Um cabo típico de energia elétrica compreende um ou mais condutores em um núcleo do cabo, que é opcionalmente envolvido por varias camadas de materiais poliméricos. Especificamente, a construção de cabos para energia elétrica para baixa voltagem, isto é, voltagem abaixo de 6 kV, ou controle ou cabos de computador e de telecomunicação compreendem usualmente um condutor que é envolvido por uma camada de isolamento de material polimérico. Opcionalmente, um ou mais desses condutores isolados são evolvidos por uma camada de bainha externa comum, a jaqueta.
[003] Especialmente nos cabos que compreendem mais do que um condutor isolado usualmente uma chamada subestrutura (bedding) está presente entre os condutores isolados e a camada de bainha externa comum. A finalidade dessa subestrutura é múltipla. Por exemplo, ela preenche os intervalos entre os condutores isolados e a bainha externa de tal modo a permitir um corte transversal redondo do cabo, ela é usada para embeber telas, fitas etc., ela protege o cabo contra danos mecânicos e ela veda o cabo contra a penetração de água.
[004] Uma subestrutura no sentido da presente invenção também pode compreender uma camada presente entre um ou mais condutores isolados e uma camada de bainha externa comum. Pode haver uma camada semicondutora por cima da camada de isolamento.
[005] Em geral, para cabos e fios usados em construções tais
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2/27 como edifícios, veículos, navios, túneis, etc. boa resistência ao fogo é requerida. No entanto os polímeros, especialmente as poliolefinas, que são usadas nos cabos e fios, são inerentemente materiais combustíveis.
[006] É por esse motivo um objetivo da presente invenção o de aumentar as propriedades de retardador de chama de um cabo que compreenda um condutor isolado e uma subestrutura que envolve o condutor ou condutores. Usualmente o cabo tem uma bainha externa, também chamada de jaqueta para proteção mecânica. Ao mesmo tempo, o cabo deve ter custos de produção baixos e boa capacidade de processamento bem como propriedades mecânicas.
[007] No passado, uma atenção comparativamente pequena foi dada para a subestrutura com relação aos efeitos da mesma sobre as propriedades de retardação de chama de um cabo. Foi verificado agora que as propriedades de retardação de chama de um cabo compreendendo um ou mais condutores isolados e subestrutura podem ser melhorados se a presença de voláteis inflamáveis e/ou de espécies de baixo peso molecular na subestrutura for reduzida.
[008] Por esse motivo, a presente invenção de acordo com um primeiro aspecto proporciona um cabo que compreende um ou mais condutores isolados que estão embebidos em uma composição de subestrutura que compreende:
[009] (a) uma resina de polímero (A) e [0010] (b) um enchimento inorgânico (B) [0011] em que a resina de polímero (A) compreende uma olefina homo- e/ou um copolímero (A.1) que tem uma media de peso de peso molecular Mw de 10.000 g/mol ou mais e uma distribuição de peso molecular MWD de 5 ou mais baixa.
[0012] De acordo com um segundo aspecto, a presente invenção proporciona um cabo que compreende um ou mais condutores isolaPetição 870180148896, de 07/11/2018, pág. 6/38
3/27 dos que são cobertos por uma camada de subestrutura provida entre os referidos um ou mais condutores isolados e uma camada externa de bainha, em que a camada de subestrutura compreende uma composição de subestrutura compreendendo [0013] (a) uma resina de polímero (A) e [0014] (b) um enchimento inorgânico (B) [0015] em que a resina de polímero (A) compreende uma olefina homo- e/ou um copolímero (A.1) que tem uma média de peso de peso molecular Mw de 10.000 g/mole ou mais e uma distribuição de peso molecular MWD de 5 ou mais baixa.
[0016] De acordo com um terceiro aspecto, a presente invenção proporciona um cabo que compreende um ou mais condutores isolados que são embebidos em uma composição de subestrutura, que compreende [0017] (a) uma resina de polímero (A) e [0018] (b) um enchimento inorgânico (B), [0019] em que a taxa de liberação de calor HRR da composição da subestrutura em qualquer tempo dentro do período a partir de 0 até 200 s depois da ignição não exceda a um máximo de 80 kW medidos com a calorimetria de cone de acordo com a ISO 5660-1.
[0020] De acordo com um quarto aspecto, a presente invenção proporciona um cabo que compreende um ou mais condutores isolados que são cobertos por uma camada de subestrutura provida entre os referidos um ou mais condutores isolados e uma camada externa de bainha, em que a camada de subestrutura compreende uma composição de subestrutura compreendendo [0021] (a) uma resina de polímero (A) e [0022] (b) um enchimento inorgânico (B), [0023] em que a taxa de liberação de calor HRR da composição da subestrutura em qualquer tempo dentro do período a partir de 0 até
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200 s depois da ignição não exceda a um máximo de 80 kW medidos com a calorimetria de cone de acordo com a ISO 5660-1.
[0024] Em uma modalidade de preferência do cabo de acordo com os terceiro e quarto aspectos da invenção, a resina de polímero (A) compreende uma olefina homo- e/ou um copolímero (A.1) que tem uma média de peso de peso molecular Mw de 10.000 g/mol ou mais e uma distribuição de peso molecular MWD de 5 ou mais baixa.
[0025] No que se segue, as características e a modalidade de preferência do cabo de acordo com ambos o primeiro e o segundo aspectos da invenção serão descritas.
[0026] A expressão, resina de polímero é destinado a designar todos os componentes orgânicos poliméricos da composição da subestrutura. Os componentes orgânicos poliméricos adequados para a formação da resina (A) incluem poliolefinas, poliésteres, poliéteres, poliuretanos e polímeros elastoméricos como, por exemplo, borracha de etileno e propileno (EPR), borracha de etileno-propileno-dieno (EPDN), elastômeros termoplásticos (TPE), borracha butílica (BR) e borracha de acrilonitrila (NBR).
[0027] Os polímeros que podem ser reticulados com silano também podem ser usados, isto é, polímeros preparados com a utilização de monômeros de silano que tenham grupos hidrolisáveis capazes de reticulação por hidrólise e condensação para a formação de grupos de silanol na presença de água e, opcionalmente um catalisador de condensação de silanol.
[0028] Além disso, componentes de baixo peso molecular tais como ceras, óleos parafínicos, estearatos etc., podem ser adicionados à composição acima mencionada, a fim de melhorar a processabilidade. No entanto, de preferência, tais materiais não são usados, na medida em que eles têm um impacto negativo sobre as propriedades retardantes de chama.
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5/27 [0029] Em uma modalidade de preferência, a resina de polímero (A) compreende homo- e/ou copolímeros de olefina. Esses são, por exemplo, homo- e/ou copolímeros de etileno, propileno, alfa-olefinas e polímeros de butadieno ou isopreno. Os homo e/ou copolímero de olefina (A. I), de preferência tem um uma media de peso molecular Mw de 15.000 g/mol ou mais, mais preferivelmente tem um peso médio de molecular Mw de 25.000 g/mol ou mais, e ainda de mais preferência um peso médio de peso molecular de 35.000, ou mais.
[0030] Além disso, os homo e/ou copolímeros de olefinas (A.1), de preferência tem uma distribuição de peso molecular de 4,5 ou mais baixa, de mais preferência de 4,0 ou mais baixa, ainda de mais preferência de 3,5 ou mais baixa, e de maior preferência de 3 ou mais baixa.
[0031] De preferência, homo- e/ou copolímero de olefina (A.1) é produzido em um processo que utiliza um catalisador de polimerização de metaloceno.
[0032] A proporção em peso do homo- e/ou copolímero (A.1) com relação a todos os outros constituintes da resina de polímero (A) é de preferência a partir de 5:1 até 1:5, de mais preferência a partir de 3:1 até 1:3.
[0033] Os homo- e/ou copolímeros adequados de etileno incluem polietileno de baixa densidade, polietileno linear de baixa, media ou alta densidade e polietileno de densidade muito baixa.
[0034] Em outra modalidade de preferência da invenção, a resina de polímero (A) compreende, de mais preferência consiste de um copolímero polar (A.2) que tenha grupos polares selecionados a partir de ácido acrílico, ácido metacrílico, acrilatos, metacrilatos, acrilonitrila, acetatos ou acetatos e similares.
[0035] Os copolímeros polares são produzidos de preferência através da copolimerização dos monômeros de olefina, de preferência
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6/27 etileno, propileno ou buteno, com monômeros que compreendam átomos de Ci até C20. No entanto, eles também podem ser produzidos pelo enxerto de uma poliolefina com os grupos polares. O enxerto está descrito, por exemplo, na U.S. 3.646.155 e U.S. 4.117.195.
[0036] Além disso, a resina de polímero (A) compreende de preferência uma borracha (A.3) tal como uma borracha de butila, borracha de nitrila, EPDM, EPR, estireno-etileno-butileno-estireno (SEBS), poliisobutileno (PIB) ou um elastômero termoplástico (TPE).
[0037] Em modalidades de preferência específicas, a resina de polímero (A) compreende um homo- e/ou copolímero de olefina (A.1) e uma borracha (A.3) ou uma resina de polímero (A) compreende um copolímero polar (A.2), que tenha grupos polares selecionados a partir de ácido acrílico, ácido metacrílico, acrilatos, metacrilatos, acrilonitrila, acetatos ou acetatos ou acetatos de vinila e uma borracha (A.3), ou resina de polímero (A) compreende um homo- e/ou copolímero de olefina (A.1) e um copolímero molar (A.2) que tenha grupos polares selecionados a partir de ácido acrílico, ácido metacrílico, acrilatos, metacrilatos, acrilonitrila, acetatos ou acetatos ou acetatos de vinila e uma borracha (A.3). De preferência, a resina (A) compreende 90% em peso ou mais, de mais preferência consiste de qualquer uma das misturas acima mencionadas. A mistura pode ser produzida através de qualquer método conhecido na técnica.
[0038] De preferência a quantidade de resina de polímero (A) é a partir de 5 até 60% em peso, com base no peso total da composição de subestrutura, de mais preferência é a partir de 10 até 30% em peso, e de maior preferência é a partir de 12 até 20% em peso.
[0039] A composição da subestrutura do cabo de acordo com a invenção compreende um enchimento inorgânico (B). A expressão enchimento inorgânico designa o total de todos os compostos inorgânicos presentes na composição.
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7/27 [0040] A quantidade do enchimento inorgânico (B) na composição da subestrutura é a partir de 40 até 95% em peso, de mais preferência a partir de 50 até 95% em peso, ainda de mais preferência a partir de 60 até 90% em peso, e de maior preferência a partir de 70 até 85% em peso com base no peso total da composição da subestrutura.
[0041] O enchimento inorgânico (B) da composição da subestrutura compreende, de preferência, um hidróxido ou um composto hidratado (B.1). De preferência o enchimento inorgânico (B.1) é um hidróxido ou um composto hidratado de um metal do Grupo II ou III do Sistema Periódico de Elementos. De mais preferência, o enchimento inorgânico (B.1) é um hidróxido. No entanto, é de mais preferência que o enchimento inorgânico (B.1) da composição de subestrutura seja o trihidróxido de alumínio (ATH), hidróxido de magnésio ou boehmita. O tri-hidróxido de alumínio é o de maior preferência.
[0042] O hidróxido inorgânico ou enchimento de composto hidratado (B.1) da composição da subestrutura é usado de preferência em uma quantidade a partir de 10 até 95% em peso, de mais preferência a partir de 10 até 75% em peso, ainda de mais preferência a partir de 15 até 6% em peso, e de maior preferência a partir de 20 até 55% em peso com base no peso total da composição da subestrutura.
[0043] A composição de subestrutura de cabo da invenção pode ainda compreender um composto inorgânico (B.2) que não é um hidróxido ou um composto hidratado. O composto inorgânico (B.2) é de preferência um carbonato inorgânico, de mais preferência um carbonato de metal do Grupo II do Sistema Periódico de Elementos, alumínio, zinco e/ou uma mistura dos mesmos, e de maior preferência carbonato de cálcio ou carbonato de magnésio.
[0044] A quantidade de preferência do composto inorgânico (B.2) é a partir de 10% em peso até 85% em peso, de mais preferência a partir de 15 até 60% em peso, de maior preferência a partir de 20 até
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45% em peso, com base na composição total da subestrutura.
[0045] Em uma modalidade de preferência, a proporção em peso do hidróxido e/ou do composto ou compostos hidratados (B.1) para o composto ou compostos não-hidróxi e/ou não-hidratados (B.2) no enchimento inorgânico (B) é de (100:0) até (0:100), de mais preferência a partir de (15:85) até (85:15), ainda de mais preferência a partir de (25:75) até (75:25), e de maior preferência a partir de (40:60) até (60:40), de preferência a partir de 0,2 até 5, de mais preferência a partir de 0,4 até 2,0.
[0046] Em uma modalidade de preferência, o enchimento inorgânico (B) compreende, de mais preferência consiste dos compostos inorgânicos (B.1) e/ou (B.2).
[0047] A subestrutura é estabilizada de preferência com antioxidantes e desativadores de metal com relação às propriedades melhoradas de envelhecimento.
[0048] De acordo com uma modalidade de preferência, a subestrutura pode compreender um ou mais, de preferência uma combinação de aditivos (C) para aumentar ainda mais as propriedades mecânicas de um cabo. Essa subestrutura que compreende os aditivos ou a combinação de aditivos também é denominada de uma subestrutura estabilizada. O aditivo ou a combinação de aditivos (C) pode ser selecionado a partir do grupo que consiste de aminas que podem ser aminas retardadas, hidrazinas que podem ser hidrazinas retardadas, fenóis que podem ser fenóis retardados, hidroxilaminas, lactonas, fosfitos e tioéteres. É de preferência especifica uma combinação de aditivos de pelo menos um fosfito, pelo menos uma hidrazina e pelo menos um tioéter. Um exemplo de uma tal combinação de aditivos é uma mistura de diestearil-tiodipropionato, N,N'-bis-(3,5-dibutil-4-hidroxil-fenilpropionil) hidrazina e tri-(2,4-di-terc-butil-fenil)- fosfito.
[0049] O aditivo ou a combinação de aditivos pode estar contida
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9/27 na subestrutura em uma quantidade a partir de mais do que 0 até 3% em peso, de mais preferência de 0,01 até 1% em peso, com base no peso total da subestrutura.
[0050] Surpreendentemente, essa combinação de aditivos em uma subestrutura estabilizada aumenta de modo significativo a resistência contra falhas ou rachaduras em um condutor isolado em um teste de mandril (teste de rabicho) de acordo com a IEC60811-4-2 (1990) e a IEC60811-4-1 (1985) como descrito abaixo.
[0051] Também é de preferência que o cabo da presente invenção compreenda uma camada de bainha retardadora de chama. A camada de bainha retardadora de chama é usada como uma camada de jaqueta, que envolve os condutores isolados embebidos na composição de subestrutura acima descrita.
[0052] A camada de bainha resistente ao fogo pode ser feita de qualquer composição retardadora de chama conhecida na técnica. Essas composições de polímero retardadoras de chama estão descritas, por exemplo, nas EP 02 029 663, EP 06 011 267 ou EP 06 011 269, que são incorporadas como referência.
[0053] Na presente invenção, é de preferência que uma camada de bainha retardadora de chama seja feita de uma composição de polímero, que compreenda [0054] (i) uma resina polimérica de base (I), [0055] (ii) um grupo de silicone que contenha o composto (II),e [0056] (iii) um componente inorgânico (III) [0057] De preferência, como a resina de base poliomérica (I) é usado um homo- e/ou copolímero de olefina, a escolha e a composição da qual pode variar. Por certo, o polímero de olefina também pode compreender uma mistura de polímeros de olefina diferentes.
[0058] O componente (I) é formado por homo- e/ou copolímeros de olefina, de preferência etileno. Esses incluem, por exemplo, homo
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10/27 polímeros ou copolímeros de etileno, propileno e buteno e polímeros de butadieno ou isopreno. Os homopolímeros e copolímeros adequados de etileno incluem o polietileno de baixa densidade, polietileno linear de baixa, média ou alta densidade e polietilenos de densidade muito baixa. Os copolímeros de etileno adequados incluem tais com C3 - até C20 -alfa-olefinas, acrilatos de C1 até Οθ alquila, metacrilatos de C1 até Οθ alquila, ácidos acrílicos, ácidos metacrílicos e acetatos de vinila. Os exemplos de preferência para as alfa-olefinas de alquila são propileno, 1-buteno, 4-metil-1-penteno, 1-hexenoe 1-octeno.
[0059] Os polímeros de silano que podem ser reticulados também podem ser usados, isto é, polímeros preparados com a utilização de monômeros não saturados de silano que tenham grupos hidrolisáveis capazes de reticulação através de hidrólise e condensação para a formação de grupos silanol na presença de água e, opcionalmente um catalisador de condensação de silanol.
[0060] Em outra modalidade de preferência, o componente (I) compreende, de preferência consiste em um copolímero de olefina, de preferência um copolímero polar de olefina.
[0061] Os grupos polares são definidos como sendo grupos funcionais que compreendam pelo menos outro elemento do que carbono e hidrogênio.
[0062] De preferência, o teor de comonômero do copolímero de olefina é a partir de 2 até 40% em peso, de mais preferência é a partir de 4 até 20% em peso e de maior preferência é a partir de 6 até 12% em peso.
[0063] Ainda de preferência, o copolímero polar é uma olefina/ acrilato, de preferência etileno/ acrilato e/ou olefina/ acetato, de preferência um copolímero de etileno/acetato.
[0064] É também de preferência que o copolímero polar compreenda um copolímero de uma olefina, de preferência etileno, com um
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11/27 ou mais comonômeros selecionados a partir de acrilatos de Ci até Οθ alquila, metacrilatos de Ci até Οθ alquila, ácidos acrílicos, ácidos metacrílicos e acetato de vinila. O copolímero pode também conter estruturas isométricas (tais como, por exemplo, em tipos Dupont Surlyn). [0065] Também de preferência, o polímero polar compreende um copolímero de etileno com Ci até C4 alquila, tais como acrilatos de metila, etila, propila ou acetato de vinila.
[0066] Também é de preferência que o polímero polar compreenda um copolímero de uma olefina, de preferência etileno, com um copolímero acrílico, tal como um copolímero de etileno e ácido acrílico e um copolímero de etileno e ácido metacrílico.
[0067] Além do etileno e dos comonômeros definidos, os copolímeros também podem conter outros monômeros. Por exemplo, podem ser usados terpolímeros entre acrilatos ou metacrilatos e ácido acrílico ou ácido metacrílico, ou acrilatos e metacrilatos com vinil silanos, ou acrilatos ou metacrilatos com siloxano ou ácido acrílico ou ácido metacrílico com siloxano.
[0068] O copolímero polar pode ser produzido através de copolimerização do polímero como, por exemplo, olefina, monômeros com comonômeros polares porém também podem ser um polímero enxertado, como por exemplo uma poliolefina na qual um ou mais dos comonômeros é enxertado sobre o esqueleto do polímero, como por exemplo, ácido acrílico ou polietileno ou polipropileno enxertado em anidrido do ácido maléico.
[0069] Em uma modalidade de preferência específica, o componente (I) da composição do polímero usado para a camada de retardamento de chama compreende, de preferência faz parte de pelo menos 25% em pero, de mais preferência de pelo menos 35% em peso e de maior preferência consiste em um copolímero ou uma mistura de copolímeros de uma olefina, de preferência etileno, com um ou mais
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12/27 comonômeros selecionados a partir do grupo de ácidos acrílicos nãosubstituídos ou substituídos de acordo com a fórmula (I):
H2C=CR-COOH (I) [0070] na qual R e H ou um substituinte orgânico, de preferência R é H ou um substituinte de hidrocarboneto.
[0071] De mais preferência, o tipo de comonômero é selecionado a partir do grupo de ácido acrílico de acordo com a fórmula (I), na qual R é H ou um grupo alquila, ainda de mais preferência R é G ou um substituinte de Ci até Οθ alquila.
[0072] É de preferência específica que o tipo de comonômero seja selecionado a partir de ácido acrílico e de ácido metacrílico, e de maior preferência o comonômero é o ácido metacrílico.
[0073] Esses copolímeros podem ser reticulados depois da extrusão, por exemplo, através de irradiação. Os polímeros que podem ser reticulados com silano também podem ser usados, isto é, polímeros preparados com a utilização de monômeros de silano não saturados que tenham grupos hidrolisáveis capazes de serem reticulados através de hidrolise e condensação para a formação dos grupos de silanol na presença de água e, opcionalmente, um catalisador de condensação de silanol.
[0074] Além da olefina, de preferência etileno, monômeros e os comonômeros acima definidos, os copolímeros também podem conter monômeros adicionais. Por exemplo, terpolímeros com outros comonômeros de alfa olefina diferentes, tais como o propileno, 1-buteno, 4metil-1-penteno, 1-hexeno e 1-octeno, ou vinil silanos e/ou siloxanos, podem ser usados.
[0075] O copolímero (I) pode ser produzido através da copolimerização de monômeros de olefina com os comonômeros acima descritos, porém também pode ser um polímero enxertado, como por exemplo, uma poliolefina na qual um ou mais dos comonômeros são enxer
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13/27 tados dobre a estrutura do polímero, como por exemplo, o polietileno enxertado no ácido acrílico ou ácido metacrílico.
[0076] É de preferência que o componente (I) do polímero esteja presente na composição em uma quantidade de 30 até 70% em peso, de mais preferência de 40 a 70% em peso da composição total.
[0077] A composição retardadora de chama usada no fio de acordo com a invenção compreende ainda um composto que contenha um grupo silicone (II).
[0078] Em uma modalidade de preferência, o componente (II) é um fluido ou uma goma de silicone, ou uma olefina, de preferência etileno, um copolímero compreendendo pelo menos um comonômero que contenha um grupo silicone, ou uma mistura de qualquer um de tais compostos.
[0079] De preferência, o referido comonômero é um polissiloxano de vinila, tal como por exemplo, um polibis-hidrocarbilsiloxano de vinila não-saturado.
[0080] Os fluidos e gomas de silicone adequados para uso na presente invenção são conhecidos e incluem por exemplo, polímeros de organopolissiloxano que compreenda, unidades silóxi quimicamente combinadas, unidades de silóxi selecionadas a partir do grupo que consiste em unidades de RaSiOo.s, R2S1O, R1SiOi-s, R1R2SiOos, RR1SiO, R2S1O, RSiOi,5 e S1O2 e as misturas das mesmas em que cada R representa independentemente um hidrocarboneto monovalente saturado ou não-saturado e cada R1 representa um radical tal como R ou um radical selecionado a partir do grupo que consiste em radicais hidrogênio, hidroxila, alcóxi, arila, vinila ou alila.
[0081] O organopolissiloxano tem, de preferência um peso molecular numérico médio Mn de aproximadamente 10 até 10.000.000. As medições da distribuição do peso molecular (MWD) foram executadas com a utilização de GPC. O CHCI3 foi usado como o solvente. Um con
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14/27 junto de coluna Shodex-Mikrostyragel (105, 104, 103, 100 Á), um detector de RI e uma calibração e poliestireno NMWD foram usados. Os testes de GPS foram realizados em temperatura ambiente.
[0082] O fluido ou a goma de silicone pode conter enchimentos de sílica defumada do tipo comumente usada para o endurecimento das borrachas de silicone, como por exemplo, até cerca de 50% em peso.
[0083] Os copolímeros de uma olefina, de preferência etileno e pelo menos um grupo silicone que contenha o comonômero são de preferência um polibis-hidrocarbilsiloxano ou uma hidrocarbila modificada com um acrilato ou um metacrilato de acordo com as fórmulas (2) e(3).
Rh R'
II (SiQ)r—Si—R(2)
R R1R
R1 R‘
I I
H.C^C-COO-íSiOq-Si-R(3)
Ií I
R R' R' [0084] em que em ambas (2) e (3) n = 1 a 1000 e [0085] R e R1 são independentemente vinila, alquila ramificada ou não-ramificada, com de 1 até 10 átomos de carbono; arila com 6 até 10 átomos de carbono, alquil arila com 7 até 10 átomos de carbono; ou aril alquila com 7 até 10 átomos de carbono. R é hidrogênio ou uma cadeia de alquila.
[0086] Esses compostos, por exemplo, estão descritos na WO 98/12253 o conteúdo da qual é incorporado aqui, neste pedido de patente por referência.
[0087] De preferência, o componente (II) é polidimetilsiloxano que tenha um Mn de aproximadamente 1.000 até 1.000.000, de mais preferência de 200.000 até 400.000, e/ou um copolímero de etileno e polidimetilsiloxano de vinila. Esses componentes (B) são os preferidos dePetição 870180148896, de 07/11/2018, pág. 18/38
15/27 vido a sua disponibilidade comercial.
[0088] O termo copolímero na forma como usado aqui, neste pedido de patente é destinado a incluir os copolímeros produzidos através da copolimerização ou pelo enxerto de monômeros sobre uma estrutura de polímero.
[0089] É de preferência que o grupo silicone que contenha o composto (II) esteja presente na composição em uma quantidade de 0,5 até 40%, de mais preferência de 0,5 até 10% e ainda de mais preferência de 1 até 5% em peso da composição total.
[0090] É, ainda mais de preferência que o grupo silicone que contenha o composto seja adicionado em uma quantidade tal que a quantidade dos grupos de silicone na composição total seja a partir de 1 até 20% em peso, de mais preferência a partir de 1 até 10% em peso.
[0091] O componente (III) da composição de retardador de chama usada para a camada de bainha possa compreender todo o material de enchimento como conhecido na técnica. O componente (III) também pode compreender uma mistura de qualquer um de tais materiais de enchimento. Os exemplos com relação a esses materiais de enchimento são óxidos, hidróxidos e carbonatos de alumínio, magnésio, cálcio e/ou bário.
[0092] De preferência, o componente (III) compreende um composto inorgânico de um metal dos Grupos 1 a 13, de mais preferência dos Grupos 1 a 3, ainda de mais preferência dos grupos 1 e 2 da Tabela Periódica de Elementos.
[0093] A numeração dos grupos químicos, na forma usada aqui, neste pedido de patente, está de acordo com o sistema IUPAC no qual os grupos do sistema periódico dos elementos são numerados de 1 até 18.
[0094] De preferência, o componente (III) de enchimento inorgânico compreende um composto que nem é um composto de hidróxi nem
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16/27 um composto hidratado, de mais preferência compreende um composto selecionado a partir de carbonatos, óxidos e sulfatos, e de maior preferência compreende um carbonato.
[0095] Os exemplos de preferência de tais compostos são o carbonato de cálcio, óxido de magnésio e Mg3Ca(CO3)4 huntita, com o exemplo de preferência específica sendo o carbonato de cálcio.
[0096] Embora o enchimento inorgânico (III) não seja de preferência um hidróxido, ele pode conter quantidades pequenas de hidróxido de tipicamente menos do que 5% em peso do enchimento, de preferência menos do que 3% em peso. Por exemplo, podem existir quantidades pequenas de hidróxido de magnésio no óxido de magnésio. Além disso, embora o enchimento (III) não seja um composto hidratado, ele pode conter quantidades pequenas de água, usualmente menos do que 3% em peso do enchimento, de preferência menos do que 1% em peso. No entanto, é de maior preferência que o componente (III) seja completamente isento de hidróxido e/ou água.
[0097] De preferência o componente (III) da composição do polímero retardador de chama compreenda 50% em peso ou mais de carbonato de cálcio e mais preferência é substancialmente feito completamente de carbonato de cálcio.
[0098] O enchimento inorgânico pode compreender um enchimento que tenha a superfície tratada com um organossilano, um polímero, um ácido carboxílico ou um sal, etc., para auxiliar o processamento e prover uma melhor dispersão do enchimento no polímero orgânico. Esses revestimentos usualmente não compõem mais do que 3% em peso do enchimento.
[0099] De preferência, a composição de acordo com a presente invenção contém menos do que 3% em peso de revestimentos de um sal organometálico ou de polímero.
[00100] É de preferência que o enchimento inorgânico (III) esteja
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17/27 presente na composição em uma quantidade de mais do que 10% em peso, de mais preferência de 20% em peso ou mais, ainda de mais preferência de 25% em peso ou mais.
[00101] Também é de preferência que o enchimento inorgânico (III) esteja presente na composição em uma quantidade de até 70% em peso, de mais preferência de até 55% em peso e de maior preferência de até 50% em peso.
[00102] De preferência, o tamanho médio de partícula do enchimento inorgânico é de 3 micrômetros ou abaixo, de mais preferência de 2 micrômetros ou abaixo, ainda de mais preferência de 1,5 micrômetro ou abaixo, e de maior preferência de 0,8 micrômetro ou abaixo.
[00103] Além dos componentes (I), (II) e (III), acima mencionados, a composição usada para a camada de bainha pode conter outros ingredientes, tais como, por exemplo, antioxidantes e estabilizadores de UV, em pequenas quantidades.
[00104] Além disso, também outros minerais tais como fibras de vidro podem fazer parte da composição da camada da bainha.
[00105] De preferência, a quantidade total de quaisquer outros ingredientes ou aditivos para as composições da camada de bainha, isto é, a quantidade total de todos os componentes além dos (I), (II) ou (III), é de 10% em peso ou menos, de mais preferência de 5% em peso ou menos.
[00106] As composições usadas na presente invenção podem ser reticuláveis e, por consequência reticuladas depois da extrusão da camada de polímero sobre o condutor. É bastante conhecida a reticulação de composições termoplásticas de polímeros com a utilização de irradiação ou com agentes de reticulação tais como os peróxidos orgânicos e desse modo as composições de acordo com a presente invenção podem conter um agente de reticulação em uma quantidade convencional. Os polímeros de reticulação de silano podem conter um
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18/27 catalisador de condensação de silanol.
[00107] Os condutores no cabo da invenção são envolvidos por uma camada de isolamento, como por exemplo, camada termoplástica ou reticulada. Qualquer material adequado conhecido na técnica pode ser usado para a produção dessa camada de isolamento, como por exemplo, polipropileno, polietileno termoplástico ou reticulado com a utilização de silanos, peróxidos ou irradiação.
[00108] A camada de isolamento em uma modalidade de preferência é uma camada retardadora de chama, feita de mais preferência a partir de uma composi'ção já descrita com relação à camada de bainha retardadora de chama.
[00109] Mais comumente a camada de isolamento é de silano reticulado como ela está descrita, por exemplo, nas Especificações das Patentes U. S. 4.413.066, 4.297.310, 4.351.876, 4.397.981, 4.446.283 e 4.456.704.
[00110] Os condutores usados nos cabos da presente invenção são de preferência condutores de cobre ou de alumínio [00111] Os cabos da presente invenção podem ser produzidos através de qualquer método conhecido na técnica. De modo mais comum, os condutores isolados são produzidos separadamente na medida em que eles necessitam ser torcidos (em geral os cabos consistem de muitos- mais comumente de 3 condutores isolados, nos quais a camada de isolamento tem cores diferentes). Os condutores isolados são torcidos juntos em uma etapa de produção separada. As partes torcidas são em seguida revestidas por uma camada de subestrutura extrudada, que comumente é revestida diretamente com a bainha extrudada. Também pode ser que isso seja feito em duas etapas, provavelmente devido ao produtor não ter um equipamento moderno. Com a finalidade de impedir que a subestrutura se cole às camadas que circundam a mesma, quase sempre é polvilhado talco em forma de pó
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19/27 por cima dos condutores isolados e das camadas de subestrutura imediatamente antes das etapas de subestrutura e de extrusão da bainha.
[00112] A camada de subestrutura também pode estar presente na forma de uma camada adicional aplicada entre os uma ou mais condutores isolados e uma camada de bainha exterior.
[00113] O cabo da presente invenção é de preferência um cabo de caixa voltagem usado, por exemplo, como um cabo de controle, energia ou de telecomunicações.
[00114] A presente invenção também é ilustrada com referência às figuras e aos exemplos que se seguem:
[00115] a figura 1: distribuição do peso molecular de um aPP, BrPO e PrPO usados como polímeros (A.1) nos exemplos e nos exemplos comparativos;
[00116] a figura 2: taxa de liberação de calor HRR como uma função do tempo de placas produzidas com a composição da subestrutura de 1 a 8 medida de acordo com a ISO 5660-1;
[00117] a figura 3: ampliação da figura 2;
[00118] a figura 4: distribuição do peso molecular de aPP e PE como os polímeros (A.1) nos exemplos.
Método e Exemplos
1. Moldagem por compressão [00119] Os compostos da subestrutura foram prensados em placas (100 X 100X 3 mm3) em uma prensa Collins (baixa pressão (2000 KPa (20 bars)) a 100Ό durante um minuto seguida por pressão elevada (30000 KPa (300 bars)) durante 5 minutos na mesma temperatura). A taxa de resfriamento foi de 10Ό/ minuto sob pressã o elevada.
2. Calorimetria de cone [00120] As placas prensadas (100 X 100X 3 mm3) foram testadas em um calorímetro de cone de acordo com a ISO 5660-1.0 cone estaPetição 870180148896, de 07/11/2018, pág. 23/38
20/27 va em uma posição horizontal. Uma capacidade de queima de 50 kW/m2 foi usada. Foi usada uma estrutura de retenção.
3. Medição do Mw e MWD [00121] Mw é definido como o meso médio do peso molecular, Mn é definido como sendo o peso molecular numérico médio, e a distribuição do peso molecular MWD é definida como Mw/ Mn. Mw, Mn e MWD foram medidos com GPC, usando os seguintes equipamentos e parâmetros:
Condições de teste para a medição de GPC em aPP, BrPO e PrPO (figura 1).
[00122] Equipamento: Alliance 2000GPCV no. W^11 (C 1115) [00123] Detector: Detector de índice de refração (RI) e de Vise. [00124] Calibração: PS MWD Estreito (C1115_122006C) [00125] Colunas: 3 x PLgel 10 Am MIXED-B, 300* 7,5 mm de Polymer Lab (140Ό).
[00126] Método de processamento: GPC
Condições de teste com relação às medições de GPC em aPP e PE (figura4):
[00127] Equipamento: Alliance 2000GPCV no. W^11 (C 1115) [00128] Detector: Detector de índice de refração (RI) e de viscosidade;
[00129] Calibração:PS MWD Estreito (C1115_test_HARM) [00130] Colunas: 1 x TSK-GEL G7000H e 2 x TSK-GEL GMHxlHT, 300 x 7,8 mm da Tosoh Bioscience (140Ό) [00131] Método de processamento: Somente dRI.
4. Formação dos compostos das composições.
[00132] As composições das subestruturas de acordo com a invenção e para finalidades de comparação foram produzidas através da misturação em conjunto dos componentes em um amassador Banbury (375 dm3). Ao materiais foram processados até ser conseguido um
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21/27 material fundido homogêneo e em seguida misturados durante outros 2 minutos. Os materiais ainda quentes foram tomados do misturados Bambury em um moinho de dois cilindros para ser produzida uma placa, a partir da qual as placas para o teste foram preparadas.
5. Composições dos polímeros [00133] As composições de subestrutura usadas (da invenção e comparativas) estão explicadas em mais detalhes nas Tabelas 1 e 2 e em suas notas de rodapé.
[00134] As resinas (A) usadas nos exemplos são dadas na Tabela
1.
[00135] Como o enchimento inorgânico (B.1) foi usado o trihidróxido de alumínio (ATH).
[00136] Como o enchimento inorgânico (B.2) foi usado o carbonato de cálcio.
[00137] Como a combinação de aditivos (C) foi usada uma mistura de Irganox® PS802, Irganox® MD 1024 e Irgafos® 168.
[00138] Como a camada de isolamento e de bainha foram usados compostos comerciais destinados para aplicações em fios e cabos os quais são todos produzidos pela Borealis.
[00139] Ins 1 é um retardador de chama com base na tecnologia Borealis Carsico ® que consiste em uma combinação de polietileno, carbonato de cálcio e elastômero de silicone e tem uma taxa de fluxo derretida, MFR (2,16 kg, 190Ό) de 0,9 g/10 minutos e uma densidade de 1150 kg/m3.
[00140] Ins 2 é um isolamento para aplicações em cabo, que é uma combinação de um polietileno reticulável com silano de acordo com a tecnologia Visico® da Borealis que tem um MFR2-I6, 190Ό de 1,0 g/10 minutos e uma densidade de 923 kg/m3 com uma bateladamestre com base no produto Ambicat® da Borealis que contém um catalisador de condensação. 5 % em peso da batelada-mestre do ca
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22/27 talisador foram misturados a seco com 95% em peso do polietileno de base do silano que pode ser reticulado descrito acima. Os cabos preparados de fresco foram suficientemente condicionados para reticular a resina.
[00141] Como uma bainha, um polietileno retardador de chama foi usado com base na tecnologia Casico®, que consistiu em uma combinação de polietileno, carbonato de cálcio e elastômero de silicone, que tinha um MFR2.16, 190Ό de 0,4 g/10 minutos e uma densidade de 1150 kg/m3.
6. Velocidade de fluxo do material fundido.
[00142] As taxas de fluidez do material fundido foram medidas em conformidade com a norma ISO 1133 nos níveis e temperaturas indicadas.
7. Produção de cabos.
[00143] A camada de isolamento feito de Ins 2 com uma espessura de 0,7 ± 0,1 mm foi extrudada sobre um condutor de cobre de 1,5 mm2 em uma linha de fio Francis Shaw 60mm/24D. Três núcleos foram torcidos juntos com a utilização de uma Northampton Twister. As camadas da subestrutura (extrusora: Maillefer 45mm/30D) e a bainha (extrusora Mapre 60mm/24D) foram aplicadas por um processo de extrusão tandem. Para evitar a aderência entre a subestrutura as camadas que envolviam a mesma, foi pulverizado talco em pó entre os núcleos e a subestrutura, imediatamente antes da aplicação das camadas de subestrutura e de bainha serem aplicadas, a camada de isolamento feita de Ins 1 tinha uma espessura de 0,5 ± 0,1 mm. Todas as outras condições foram as mesmas.
8. Envelhecimento das amostras de cabo.
[00144] Os cabos foram envelhecidos um forno de células a 100Ό com um ventilador. O tempo de envelhecimento variou de 0, 28, 42, 56 a 100 dias. Os cabos foram pendurados no forno e não tinha contato
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23/27 direto uns com os outros nem com qualquer outra parte do forno, exceto com a vara de suspensão.
9. Teste de mandril.
[00145] O teste de mandril (também conhecido como teste pigta//),foi realizado no condutor isolado após a remoção de qualquer revestimento restante, talco e resíduos da subestrutura. O teste foi realizado de acordo com a IEC60811-4-2 (1990) e a IEC60811-4-1 (1985). Os resultados foram classificados em passar ou falhar em passar, após a inspeção visual das amostras com um microscópio de luz. Se não puderam ser observadas rachaduras ou qualquer outra falha a amostra tinha passado no teste.
[00146] A camada de isolamento foi alargada em torno de um mandril. A forte flexão dos condutores isolados ocasionou um estresse muito elevado o que levou, no caso das amostras de comparação, a defeitos mecânicos. Todos os defeitos mecânicos foram classificados de acordo com as normas acima indicadas.
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24/27
CO
o ω α> ο E α> ω ο Ώ C0 Ώ ω ο ω ο Ώ 2 C0 α> C0 Subestrutura 9 IO 00 1,5 1,5 32 52 1000 g/ mol, Mn = 18.000 g/mol, MWD = 2,2. )0 g/mol, MWD = 6,3. ]/ mol, Mn = 10.000 g/mol, MWD = 7,0. ros), teor de CaCO3 88% em peso (MgCOa: 1 % em peso. Fe2O
Subestrutura 8 (comparativa) 1,5 32,1 49,4 8,6 3,4 IO
Subestrutura 7 (comparativa) 1,5 32,1 49,4 11,6 3,4
Subestrutura 6 1,5 32,1 49,4 13,6 3,4
Subestrutura 5 1,5 32,1 49,4 13,6 3,4
Subestrutura 4 1,5 32,1 49,4 13,6 3,4 propileno atático produzido com um catalisador de metaloceno. Mw = 4( poli-alfa-olefina amorfa rica em buteno 1, Mw = 50.000 g/ mol, Mn = 8.3Í poli-alfa-olefina amorfa rica em propileno da Degusa AG, Mw = 70.000 < Borracha de butila, viscosidade Mooney ML(i+8) (125Ό) = 50 CaCO3, tamanho médio de partícula 2,3 micrômetros (0-10 micrômeti
Subestrutura 3 (comparativa) 00 IO 1,5 1,5 32 52
Subestrutura 2 (comparativa) 00 IO 1,5 1,5 32 52
Subestrutura 1 CO IO 1,5 1,5 32 52
0. 0. CO CN O 0. 00 CO O 0. 0. Borracha de butila4 CN LU 0. Zn Esterato Zn-borato LO CO O o co O CO T I— < EMA-17 co OI < LU σ> < m LU O ot m z aditivo FR11
CN CO í LO
OO cn oo CN
SD OS
OO
O oo o ΓΟΟ o l o
a25/27 [00147] As composições das subestruturas 1, 4, 5, 6 e 9 estão de acordo com a invenção. Elas mostram um HRR mais baixo do que 80 kW dentro dos primeiros 200 segundos. Isso é mostrado na figura 3 (diagrama ampliado de HRR). A figura também mostra que as composições de subestrutura comparativas 2, 3, 7 e 8 têm um HRR significativamente mais alto do que as composições de subestrutura da invenção.
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26/27 φ
ο.
Subestrutura 17 00 ΙΌ 1,5 1,5 00 00 52 0,12 00 o o 0,02
Subestrutura 16 00 ΙΌ 1,5 85,28 0,12 00 o o 0,02
Subestrutura 15 00 ΙΌ 1,5 84,95 0,3 0,2 0,05
Subestrutura 14 00 ΙΌ 1,5 00 0,6 0,4 0,1
Subestrutura 13 (comparativa) 00 ΙΌ 1,5 85,5
Subestrutura 12 00 ΙΌ 1,5 1,5 00 00 52 0,12 00 o o 0,02
Subestrutura 11 00 ΙΌ 1,5 1,5 31,45 52 0,3 0,2 0,05
Subestrutura 10 00 ΙΌ 1,5 1,5 30,9 52 0,6 0,4 0,1
Subestrutura 1 (comparativa) 00 ΙΌ 1,5 1,5 32 52
aPP PE Borracha de butila Zn Esterato Zn-borato CO o o Φ o CO CO o o Φ o ATH Irganox PS80214 m CXI O Q X o c Φ E5 Irgafos 16816
ΙΌ
Ο)
Ο) φ 0
Ο φ φ
φ ZJ ο t φ ο.
φ 0 ο ‘φ Ε
ΟΧΙ ο 00 ω Οχ ο C φ 0)
2?
W
Ε φ -C ω £ φ Ό φ ο. ω φ _q ω φ φ ο.
ΙΓΧΟ/ΑΓΟΟ ΙΟΟ. I
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27/27
Tabela 3: Resultado do teste piatail (x = falha, rachaduras visíveis depois do teste piatail, λ/: passa, nenhuma rachadura visível depois do teste piatail)
Pigtail »lns 1» »lns 2»
28 dias 42 dias 56 dias 28 dias 42 dias 56 dias 100 dias
Subestrutura 1 (comparativa) X X
Subestrutura 10
Subestrutura 11
Subestrutura 12
Subestrutura 13 (comparativa) - - X
Subestrutura 14
Subestrutura 15
Subestrutura 16
Subestrutura 17 -
[00148] O teste pigtail de isolamento mostra que as composições de subestrutura não-estabilizada (Exemplos comparativos: Subestrutura 1 e subestrutura 13) já exibem rachaduras depois de 56 dias de envelhecimento (8 semanas). Em contraste com as mesmas, as subestruturas estabilizadas (de acordo com a invenção: subestruturas 10 a 12e14a17) exibiram bom desempenho mecânico mesmo depois de 56 dias.
[00149] Os resultados acima mostram que uma subestrutura estabilizada de acordo com a presente invenção aumenta de forma significativa a resistência a rachaduras no teste de pigtail quando comparadas com as composições de subestrutura que não são estabilizadas com uma combinação de aditivos.

Claims (17)

1. Cabo compreendendo um ou mais condutores isolados, caracterizado pelo fato de que os um ou mais condutores isolados estão embebidos em uma composição de subestrutura, que compreende:
(a) uma resina de polímero (A) e (b) um enchimento inorgânico (B) em que a resina de polímero (A) compreende uma olefina homo- e/ou um copolímero (A.1) que tem uma média de peso de peso molecular Mw de 10.000 g/mol ou mais e uma distribuição de peso molecular MWD de 5 ou mais baixa.
2. Cabo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende ainda uma camada provida entre os referidos um ou mais condutores isolados e uma camada de bainha externa, sendo o um ou mais cabos são recobertos por essa camada.
3. Cabo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a taxa de liberação de calor HRR da composição da subestrutura em qualquer tempo dentro do período a partir de 0 s até 200 s depois da ignição não exceda a um máximo de 80 kW medidos com a calorimetria de cone de acordo com a ISO 5660-1.
4. Cabo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que a olefina homo- e/ou um copolímero (A.1) tem uma distribuição de peso molecular MWD de 4,5 ou mais baixa.
5. Cabo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que a quantidade de resina de polímero (A) é a partir de 5 até 60% em peso.
6. Cabo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que a quantidade da resina de polímero (A) é a partir de 5 até 30% em peso.
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2/3
7. Cabo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que a proporção em peso da olefina homo- e/ou copolímero (A.1) com relação a todos os outros constituintes da resina de polímero (A) é a partir de 5:1 até 1:5.
8. Cabo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que a quantidade do enchimento inorgânico (B) é a partir de 40 até 95% em peso com base no total da composição da subestrutura.
9. Cabo de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que a quantidade de enchimento inorgânico (B) é a partir de 50 até 95% em peso, com base no total da composição da subestrutura.
10. Cabo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o enchimento inorgânico (B) compreende um hidróxido e/ou um composto hidratado (B.1).
11. Cabo de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que o enchimento inorgânico (B) também compreende um não-hidróxido e/ou um composto não- hidratado (B.2).
12. Cabo de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a proporção em peso do hidróxido e/ou do(s) composto(s) hidratado(s) (B.1) para o(s) composto(s) não-hidróxi e/ou nãohidratado(s) (B.2) no enchimento inorgânico (B) é de (85:15) até (15:85).
13. Cabo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o cabo compreende ainda uma combinação aditiva (C) selecionada a partir do grupo que consiste em ser aminas retardadas, hidrazinas retardadas, fenóis retardados, hidroxilaminas, lactonas, fosfitos e tioéteres.
14. Cabo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o cabo compreende ainda
Petição 870180148896, de 07/11/2018, pág. 33/38
3/3 uma camada de bainha retardadora de chama.
15. Cabo de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que a camada de bainha retardadora de chama compreende uma composição de polímero que compreende:
(i) uma resina polimérica de base (I), (jj) um grupo silicone que contenha o composto (II),e (iii) um componente inorgânico (III).
16. Cabo de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que o cabo é um cabo de baixa voltagem.
17. Uso da composição de subestrutura como definida em qualquer uma das reivindicações precedentes, caracterizado pelo fato de que é empregado como uma subestrutura para um ou mais condutores isolados de um cabo.
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