BRPI0822060B1 - Tubo e processo para produzir um tubo revestido - Google Patents

Tubo e processo para produzir um tubo revestido Download PDF

Info

Publication number
BRPI0822060B1
BRPI0822060B1 BRPI0822060-3A BRPI0822060A BRPI0822060B1 BR PI0822060 B1 BRPI0822060 B1 BR PI0822060B1 BR PI0822060 A BRPI0822060 A BR PI0822060A BR PI0822060 B1 BRPI0822060 B1 BR PI0822060B1
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
weight
molecular weight
ethylene copolymer
mol
tube
Prior art date
Application number
BRPI0822060-3A
Other languages
English (en)
Inventor
Mats Bãckman
Markku Vahteri
Martin Anker
Siw Bodil Fredriksen
Leif Leiden
Petri Rekonen
Original Assignee
Borealis Technology Oy
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Family has litigation
First worldwide family litigation filed litigation Critical https://patents.darts-ip.com/?family=39357965&utm_source=google_patent&utm_medium=platform_link&utm_campaign=public_patent_search&patent=BRPI0822060(B1) "Global patent litigation dataset” by Darts-ip is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Application filed by Borealis Technology Oy filed Critical Borealis Technology Oy
Publication of BRPI0822060A2 publication Critical patent/BRPI0822060A2/pt
Publication of BRPI0822060B1 publication Critical patent/BRPI0822060B1/pt

Links

Images

Classifications

    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C08ORGANIC MACROMOLECULAR COMPOUNDS; THEIR PREPARATION OR CHEMICAL WORKING-UP; COMPOSITIONS BASED THEREON
    • C08LCOMPOSITIONS OF MACROMOLECULAR COMPOUNDS
    • C08L23/00Compositions of homopolymers or copolymers of unsaturated aliphatic hydrocarbons having only one carbon-to-carbon double bond; Compositions of derivatives of such polymers
    • C08L23/02Compositions of homopolymers or copolymers of unsaturated aliphatic hydrocarbons having only one carbon-to-carbon double bond; Compositions of derivatives of such polymers not modified by chemical after-treatment
    • C08L23/04Homopolymers or copolymers of ethene
    • C08L23/06Polyethylene
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C08ORGANIC MACROMOLECULAR COMPOUNDS; THEIR PREPARATION OR CHEMICAL WORKING-UP; COMPOSITIONS BASED THEREON
    • C08LCOMPOSITIONS OF MACROMOLECULAR COMPOUNDS
    • C08L23/00Compositions of homopolymers or copolymers of unsaturated aliphatic hydrocarbons having only one carbon-to-carbon double bond; Compositions of derivatives of such polymers
    • C08L23/02Compositions of homopolymers or copolymers of unsaturated aliphatic hydrocarbons having only one carbon-to-carbon double bond; Compositions of derivatives of such polymers not modified by chemical after-treatment
    • C08L23/04Homopolymers or copolymers of ethene
    • C08L23/08Copolymers of ethene
    • C08L23/0807Copolymers of ethene with unsaturated hydrocarbons only containing four or more carbon atoms
    • C08L23/0815Copolymers of ethene with unsaturated hydrocarbons only containing four or more carbon atoms with aliphatic 1-olefins containing one carbon-to-carbon double bond
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C08ORGANIC MACROMOLECULAR COMPOUNDS; THEIR PREPARATION OR CHEMICAL WORKING-UP; COMPOSITIONS BASED THEREON
    • C08LCOMPOSITIONS OF MACROMOLECULAR COMPOUNDS
    • C08L2205/00Polymer mixtures characterised by other features
    • C08L2205/02Polymer mixtures characterised by other features containing two or more polymers of the same C08L -group
    • C08L2205/025Polymer mixtures characterised by other features containing two or more polymers of the same C08L -group containing two or more polymers of the same hierarchy C08L, and differing only in parameters such as density, comonomer content, molecular weight, structure
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C08ORGANIC MACROMOLECULAR COMPOUNDS; THEIR PREPARATION OR CHEMICAL WORKING-UP; COMPOSITIONS BASED THEREON
    • C08LCOMPOSITIONS OF MACROMOLECULAR COMPOUNDS
    • C08L2308/00Chemical blending or stepwise polymerisation process with the same catalyst
    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
    • Y10TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC
    • Y10TTECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER US CLASSIFICATION
    • Y10T428/00Stock material or miscellaneous articles
    • Y10T428/13Hollow or container type article [e.g., tube, vase, etc.]
    • Y10T428/1352Polymer or resin containing [i.e., natural or synthetic]
    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
    • Y10TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC
    • Y10TTECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER US CLASSIFICATION
    • Y10T428/00Stock material or miscellaneous articles
    • Y10T428/13Hollow or container type article [e.g., tube, vase, etc.]
    • Y10T428/1352Polymer or resin containing [i.e., natural or synthetic]
    • Y10T428/1355Elemental metal containing [e.g., substrate, foil, film, coating, etc.]
    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
    • Y10TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC
    • Y10TTECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER US CLASSIFICATION
    • Y10T428/00Stock material or miscellaneous articles
    • Y10T428/13Hollow or container type article [e.g., tube, vase, etc.]
    • Y10T428/1352Polymer or resin containing [i.e., natural or synthetic]
    • Y10T428/1355Elemental metal containing [e.g., substrate, foil, film, coating, etc.]
    • Y10T428/1359Three or more layers [continuous layer]
    • YGENERAL TAGGING OF NEW TECHNOLOGICAL DEVELOPMENTS; GENERAL TAGGING OF CROSS-SECTIONAL TECHNOLOGIES SPANNING OVER SEVERAL SECTIONS OF THE IPC; TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC CROSS-REFERENCE ART COLLECTIONS [XRACs] AND DIGESTS
    • Y10TECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER USPC
    • Y10TTECHNICAL SUBJECTS COVERED BY FORMER US CLASSIFICATION
    • Y10T428/00Stock material or miscellaneous articles
    • Y10T428/13Hollow or container type article [e.g., tube, vase, etc.]
    • Y10T428/1352Polymer or resin containing [i.e., natural or synthetic]
    • Y10T428/139Open-ended, self-supporting conduit, cylinder, or tube-type article
    • Y10T428/1393Multilayer [continuous layer]

Landscapes

  • Chemical & Material Sciences (AREA)
  • Health & Medical Sciences (AREA)
  • Chemical Kinetics & Catalysis (AREA)
  • Medicinal Chemistry (AREA)
  • Polymers & Plastics (AREA)
  • Organic Chemistry (AREA)
  • Laminated Bodies (AREA)
  • Addition Polymer Or Copolymer, Post-Treatments, Or Chemical Modifications (AREA)
  • Rigid Pipes And Flexible Pipes (AREA)

Abstract

tubo e processo para produzir um tubo revestido a presente invenção trata de tubos revestidos, com uma camada de polietileno multimodal. o copolímero de etileno multimodal é um copolímero de etileno com um ou mais comonômeros de alfa-olefinas tendo de 4 a 10 átomos de carbono, e tem um peso molecular ponderal médio de 70.000 g/mol a 250.000 g/mol, a razão do peso molecular ponderal médio para o peso molecular numérico médio, mw/mn, de 15 a 50, um índice de fusão mfr2 de 0,05 g/10 min a 5 g/10min, um índice de fusão mfr5 de 0,5 a 0 g/10 min, e uma densidade de 930 kg/m3 a 955 kg/m3. os tubos podem ser revestidos com alta produtividade e boa economia de produção. os revestimentos têm boas propriedades mecânicas.

Description

OBJETIVO DA INVENÇÃO
[0001] A presente invenção é dirigida a tubos revestidos com polímeros. Mais especificamente, a presente invenção é dirigida a tubos metálicos revestidos tendo uma alta resistência mecânica, e que podem ser produzidos a uma alta produtividade. Além disso, a presente invenção é dirigida a um processo de produção desses tubos metálicos revestidos com uma alta produtividade e uma boa economia de produção.
ANTECEDENTES TÉCNICOS E TÉCNICA ANTERIOR
[0002] O uso de polímeros de etileno bi- ou multimodais no revestimento de tubos de aço é conhecido a partir do documento EP-A-837915. No entanto, ainda que o documento ensine que a composição tem uma boa processabilidade, ainda resta um desejo de aperfeiçoar ainda mais a processabilidade, como produtividade máxima e estrangulamento.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
[0003] A presente invenção proporciona tubos metálicos revestidos com polietileno, compreendendo uma composição de revestimento que pode ser processada no tubo, a uma alta produtividade e com boa economia.
[0004] O primeiro aspecto da invenção é proporcionar um tubo, compreendendo uma superfície interna, uma camada superficial externa (A) e uma camada de revestimento (B) cobrindo a dita camada superficial externa (A), em que a camada de revestimento (B) compreende uma composição de revestimento (B-2), compreendendo um copolímero multimodal de etileno e um ou mais comonômeros de alfa-olefinas, tendo de 4 a 10 átomos de carbono (B-1), em que o copolímero de etileno multimodal (B-1) tem um peso molecular ponderal médio de 70.000 g/mol a 250.000 g/mol, a razão do peso molecular ponderal médio para o peso molecular numérico médio, Mw/Mn, de 15 a 50, um índice de fusão MFR2 de 0,05 g/10 min a 5 g/10 min, um índice de fusão MFR5 de 0,5 a 10 g/10 min, e uma densidade de 930 kg/m3 a 955 kg/m3.
[0005] O segundo aspecto da invenção é proporcionar tubos compreendendo uma superfície interna e uma camada superficial externa (A), e uma camada de revestimento (B) cobrindo a dita camada superficial externa (A), cuja camada de revestimento (B) compreende uma composição de revestimento (B-2), compreendendo um copolímero multimodal de etileno e um ou mais comonômeros de alfa-olefinas, tendo de 4 a 10 átomos de carbono (B-1), em que o copolímero de etileno multimodal (B-1) compreende ainda: (B-1-1) de 40 a 60%, com base no peso do copolímero de etileno multimodal, de um componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular, o dito homopolímero de etileno de baixo peso molecular tendo um peso molecular ponderal médio de 5.000 g/mol a 35.000 g/mol; e (B-1-2) de 60 a 40%, com base no peso do copolímero de etileno multimodal, de um componente de copolímero de etileno de alto peso molecular, o dito copolímero de etileno de alto peso molecular tendo um peso molecular ponderal médio de 100.000 g/mol a 700.000 g/mol, o copolímero de etileno multimodal (B-1) tendo um peso molecular ponderal médio de 70.000 g/mol a 250.000 g/mol, a razão do peso molecular ponderal médio para o peso molecular numérico médio, Mw/Mn, de 15 a 50, um índice de fusão MFR2 de 0,05 g/10 min a 5 g/10 min, um índice de fusão MFR5 de 0,5 a 10 g/10 min, e uma densidade de 930 kg/m3 a 955 kg/m3.
[0006] O terceiro aspecto da presente invenção proporciona um processo para produção de tubos revestidos, como descrito acima. O processo compreende as etapas de: proporcionar um tubo tendo uma camada superficial externa (A); aplicar uma composição de revestimento (B-2) na camada superficial externa (A) do tubo, para formar uma camada de revestimento (B), em que a composição de revestimento (B-2) compreende um copolímero multimodal de etileno e um ou mais comonômeros de alfa-olefinas, tendo de 4 a 10 átomos de carbono (B- 1), em que o copolímero de etileno multimodal (B-1) tem um peso molecular ponderal médio de 70.000 g/mol a 250.000 g/mol, a razão do peso molecular ponderal médio para o peso molecular numérico médio, Mw/Mn, de 15 a 50, um índice de fusão MFR2 de 0,05 g/10 min a 5 g/10 min, um índice de fusão MFR5 de 0,5 a 10 g/10 min, e uma densidade de 930 kg/m3 a 955 kg/m3.
[0007] O quarto aspecto da presente invenção é proporcionar um processo compreendendo as etapas de: (i) polimerizar, em um primeiro estágio de polimerização, um homopolímero de etileno de baixo peso molecular (B-1-1), na presença de um catalisador de polimerização, hidrogênio, etileno, e, opcionalmente, um diluente inerte, para produzir um homopolímero de etileno tendo um peso molecular ponderal médio de 5.000 g/mol a 35.000 g/mol, e que constitui de 40 a 60% em peso do copolímero de etileno multimodal (B-1); e (ii) polimerizar, em um segundo estágio de polimerização, um copolímero de alto peso molecular de etileno e um ou mais comonômeros de alfa-olefinas, tendo de 4 a 10 átomos de carbono (B-1-2), na presença de um catalisador de polimerização, etileno, pelo menos um comonômero de alfa-olefina tendo de 4 a 10 átomos de carbono, e, opcionalmente, hidrogênio e/ou um diluente inerte, para produzir um copolímero de etileno e um ou mais comonômeros de alfa-olefinas, tendo um peso molecular ponderal médio de 200.000 g/mol a 700.000 g/mol, cujo componente de etileno de alto peso molecular (B-1-2) constitui de 40 a 60% em peso do copolímero de etileno multimodal (B-1); e em que as ditas primeira e segunda etapas de polimerização são conduzidas como etapas de polimerização sucessivas, com o produto polímero produzido em qualquer etapa prévia estando presente na uma ou mais etapas subsequentes, e em que a dita primeira etapa e a dita segunda etapa podem ser conduzidas em qualquer ordem, e em que o copolímero de etileno multimodal (B-1) resultante tem um peso molecular ponderal médio de 70.000 g/mol a 250.000 g/mol, a razão do peso molecular ponderal médio para o peso molecular numérico médio, Mw/Mn, de 15 a 50, um índice de fusão MFR2 de 0,05 g/10 min a 5 g/10 min, um índice de fusão MFR5 de 0,5 a 10 g/10 min, e uma densidade de 930 kg/m3 a 955 kg/m3; (iii) recuperar o dito copolímero de etileno multimodal (B-1); (iv) obter a composição de revestimento (B-2) compreendendo de 80 a 100% em peso, de preferência, de 85 a 100% em peso, e, em particular, de 90 a 99% em peso do copolímero de etileno multimodal (B-1), aditivos opcionais e outros polímeros opcionais; e (v) aplicar a dita composição de revestimento (B-2) na camada superficial externa (A) do tubo, para formar a camada de revestimento (B).
[0008] O processo de revestimento de tubos propicia a preparação de tubos revestidos tendo boas propriedades mecânicas com uma alta produtividade.
DESCRIÇÃO DETALHADA Copolímero de etileno multimodal
[0009] O copolímero de etileno multimodal (B-1) compreende um componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular e um componente de copolímero de etileno de alto peso molecular. O copolímero de etileno multimodal (B-1) tem um peso molecular ponderal médio de 70.000 g/mol a 250.000 g/mol, a razão do peso molecular ponderal médio para o peso molecular numérico médio, Mw/Mn, de 15 a 50, um índice de fusão MFR2 de 0,05 g/10 min a 5 g/10 min, de preferência, de 0,1 a 1,2 g/10 min, e, particularmente, de 0,2 a 1,0 g/10 min. De preferência, tem ainda uma MFR5 de 0,5 a 10 g/10 min, particularmente, de 1,0 a 5,0 g/10 min. Além do mais, o copolímero de etileno multimodal (B-1) tem uma densidade de 930 kg/m3 a 955 kg/m3, de preferência, de 935 kg/m3 a 955 kg/m3, e, particularmente, de 935 kg/m3 a 953 kg/m3.
[0010] De preferência, o copolímero de etileno multimodal (B-1) tem uma distribuição de peso molecular ampla, como indicado pela razão do peso molecular ponderal médio para o peso molecular numérico médio, Mw/Mn, de 20 a 50, particularmente, de 25 a 45, e, em particular, de 28 a 40.
[0011] O copolímero de etileno multimodal (B-1) compreende vantajosamente de 40 a 60%, com base no peso do copolímero de etileno multimodal (B1), de um componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular (B-1-1). O componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular (B-1-1) tem um peso molecular ponderal médio de 5.000 g/mol a 35.000 g/mol, de preferência, de 10.000 a 30.000 g/mol. De preferência, o componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular (B-1-1) tem um índice de fusão MFR2 de 500 a 1.500 g/10 min, particularmente, de 700 a 1.500 g/10 min. Os inventores verificaram que quando o homopolímero de etileno de baixo peso molecular (B-1-1) tem o índice de fusão dentro da faixa mencionada acima, o copolímero de etileno multimodal (B-1) pode ser produzido convenientemente.
[0012] Ainda preferivelmente, o copolímero de etileno multimodal (B-1) compreende de 49 a 59% em peso do copolímero de etileno multimodal (B-1) do componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular (B-1-1), que tem, de preferência, um índice de fusão MFR2 de 500 a 1.500 g/10 min. Os inventores verificaram que a combinação mencionada acima facilita ainda mais a produção do copolímero de etileno multimodal (B-1) específico.
[0013] Deve-se entender que dentro do significado da presente invenção, o termo "homopolímero" é usado para significar um polímero de etileno linear, que consiste, essencialmente, de unidades repetitivas de etileno. Pode conter uma proporção de nível de traço de unidades derivadas de outros monômeros polimerizáveis, mas deve conter pelo menos cerca de 99,9% por mol de unidades repetitivas de etileno, com base em todas as unidades repetitivas presentes no componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular.
[0014] O copolímero de etileno multimodal (B-1) também compreende vantajosamente de 40 a 60% em peso, com base no copolímero de etileno multimodal (B-1), um copolímero de alto peso molecular de etileno e alfa-olefinas tendo de 4 a 10 átomos de carbono (B-1-2). O componente de copolímero de alto peso molecular (B-1-2) tem um peso molecular ponderal médio de 100.000 g/mol a 700.000 g/mol, de preferência, de 150.000 a 300.000 g/mol. De preferência, tem ainda um teor de comonômeros de alfa-olefina tendo de 4 a 10 átomos de carbono de 0,5 a 10% por mol, de preferência, de 1 a 5% por mol, com base no número total de moles de unidades repetitivas no componente de copolímero de alto peso molecular (B-1-2).
[0015] Ainda preferivelmente, o copolímero de etileno multimodal (B-1) compreende de 41 a 51% em peso do copolímero de etileno multimodal (B-1) do componente de copolímero de etileno de alto peso molecular (B-1-2). Os inventores verificaram que a proporção mencionada acima do componente de alto peso molecular facilita ainda mais a produção do copolímero de etileno multimodal (B-1) específico.
[0016] Deve-se entender que dentro do significado da presente invenção o termo "copolímero de etileno e alfa- olefinas tendo de 4 a 10 átomos de carbono" é usado para significar um polímero de etileno, que consiste, essencialmente, de unidades repetitivas de etileno e unidades repetitivas derivadas de alfa-olefinas, tendo de 4 a 10 átomos de carbono. Pode conter uma proporção de nível de traço de unidades derivadas de outros monômeros polimerizáveis, mas deve conter pelo menos cerca de 99,9% por mol das unidades repetitivas mencionadas acima, com base em todas as unidades repetitivas presentes no componente de copolímero de etileno de alto peso molecular.
[0017] Além dos dois componentes referidos acima, o copolímero de etileno multimodal (B-1) pode conter até 20%, de preferência, até 10% em peso de outros componentes poliméricos. A proporção e as propriedades destes componentes poliméricos adicionais podem ser selecionadas livremente, desde que as propriedades do copolímero de etileno multimodal (B-1) e dos dois componentes mencionados acima sejam aquelas discutidas previamente. Processo de polimerização
[0018] O copolímero de etileno multimodal pode ser produzido em qualquer processo de polimerização adequado conhecido na técnica. De preferência, o copolímero de etileno multimodal é produzido em um processo de polimerização sequencial, compreendendo pelo menos duas zonas de polimerização operando em diferentes condições, para produzir o copolímero multimodal. As zonas de polimerização podem operar em lama, solução, ou em condições de fase gasosa, ou suas combinações. Os processos adequados são descritos, entre outros, nos pedidos de patentes internacionais WO-A-92/12182 e WO-A-96/18662. Catalisador
[0019] A polimerização é conduzida na presença de um catalisador de polimerização de olefina. O catalisador pode ser qualquer catalisador que seja capaz de produzir todos os componentes do copolímero de etileno multimodal. Os catalisadores adequados são, entre outros, os catalisadores Ziegler-Natta à base de um metal de transição, tal como titânio, zircônio e/ou vanádio, ou catalisadores de metaloceno ou catalisadores de metais de transição mencionados acima, bem como suas misturas. Especialmente os catalisadores Ziegler- Natta e os catalisadores de metaloceno são úteis, pois podem produzir polímero dentro de uma ampla gama de pesos moleculares, com uma alta produtividade.
[0020] Os catalisadores Ziegler-Natta contêm, de preferência, um composto de magnésio, um composto de alumínio e um composto de titânio, suportados em um suporte particulado.
[0021] O suporte particulado pode ser um suporte de óxido inorgânico, tal como sílica, alumina, titânia, sílica-alumina e sílica-titânia. De preferência, o suporte é sílica.
[0022] O tamanho de partícula médio do suporte de sílica pode ser, tipicamente, de 10 a 100 μm. No entanto, mostrou-se que vantagens especiais podem ser obtidas se o suporte tiver um tamanho de partícula médio de 15 a 30 μm, de preferência, de 18 a 25 μm. Alternativamente, o suporte pode ter um tamanho de partícula médio de 30 a 80 μm, de preferência, de 30 a 50 μm. Os exemplos de materiais de suporte disponíveis são, por exemplo, o ES747JR, produzido e comercializado pela Ineos Silicas (antes Crossfield), e o SP9-491, produzido e comercializado pela Grace.
[0023] O composto de magnésio é um produto de reação de um dialquil magnésio e um álcool. O álcool é um monoálcool alifático linear ou ramificado. De preferência, o álcool tem de 6 a 16 átomos de carbono. Os álcoois ramificados são especialmente preferidos, e 2-etil-1-hexanol é um exemplo dos álcoois preferidos. O diaquilmagnésio pode ser qualquer composto de magnésio ligado a dois grupos alquila, que podem ser iguais ou diferentes. Butiloctilmagnésio é um exemplo dos dialquilmagnésios preferidos.
[0024] O composto de alumínio é cloro contendo alquil alumínio. Os compostos especialmente preferidos são os dicloretos de alumínio e alquila e os sesquicloretos de alumínio e alquila.
[0025] O composto de titânio é um composto de titânio contendo halogênio, de preferência, composto de titânio contendo cloro. É especialmente preferido o composto de titânio de tetracloreto de titânio.
[0026] O catalisador pode ser preparado por contato sequencial do veículo com os compostos mencionados acima, como descrito nos documentos EP-A-688794 ou WO-A-99/51646. Alternativamente, pode ser preparado por, primeiramente, preparação de uma solução dos componentes e depois contato da solução com um veículo, como descrito no pedido de patente internacional WO-A-01/55230.
[0027] Em outro grupo especialmente preferido, os catalisadores Ziegler-Natta contêm um composto de titânio, conjuntamente com um composto de halogeneto de magnésio sem um suporte inerte. Desse modo, o catalisador contém um composto de titânio em um dialogeneto de magnésio, como dicloreto de magnésio. Estes catalisadores são descritos, por exemplo, nos pedidos de patentes WO-A-2005/118655 e EP-A-810235.
[0028] O catalisador Ziegler-Natta é usado conjuntamente com um ativador. Os ativadores adequados são os compostos de metais e alquila e, especialmente, os compostos de alumínio e alquila. Estes compostos incluem os halogenetos de alquila e alumínio, tais como dicloreto de etila e alumínio, cloreto de dietila e alumínio, sesquicloreto de etila e alumínio, cloreto de dimetila e alumínio e assemelhados. Podem também incluir compostos de trialquilalumínio, tais como trimetilalumínio, trietilalumínio, triisobutilalumínio, triexilalumínio e tri-n- octilalumínio. Além do mais, incluem oxicompostos de alquilalumínio, tais como metilaluminoxano, hexaisobutilaluminoxano e tetraisobutilaluminoxano. Também outros compostos de alumínio e alquila, tal como isoprenilalumínio, podem ser usados. Os ativadores especialmente preferidos são os trialquilalumínios, dos quais trietilalumínio, trimetilalumínio e triisobutilalumínio são particularmente usados.
[0029] A proporção na qual o ativador é usado depende do catalisador e do ativador específicos. Tipicamente, trietilalumínio é usado em uma proporção tal que a razão molar de alumínio para o metal de transição, como Al/Ti, é de 1 a 1.000, de preferência, de 3 a 100, e, em particular, de cerca de 5 a cerca de 30 mol/mol.
[0030] Como discutido acima, também os catalisadores de metaloceno podem ser usados para produzir o copolímero de etileno multimodal. Os catalisadores de metaloceno adequados são conhecidos na técnica e descritos, entre outros, nos pedidos de patentes WO-A-95/12622, WO-A-96/32423, WO-A-97/28170, WO-A-98/32776, WO-A-99/61486, WO-A-03/010208, WO-A-03/051934, WO-A-03/051514, WO-A-2004/085499, EP-A-1752462 e EP-A-1739103. Polimerização
[0031] A zona de polimerização, na qual o homopolímero de etileno de baixo peso molecular é produzido, opera, tipicamente, a uma temperatura de 20 a 150°C, de preferência, de 50 a 110°C, e, especialmente, de 60 a 100°C. A polimerização pode ser conduzida em lama, fase gasosa ou solução.
[0032] O catalisador pode ser transferido para a zona de polimerização por qualquer meio conhecido na técnica. É, desse modo, possível suspender o catalisador em um diluente e mantê-lo como uma lama homogênea. É especialmente preferido o uso de um óleo, tendo uma viscosidade de 20 a 1.500 mPa.s, como um diluente, como descrito no pedido de patente internacional WO-A-2006/063771. É também possível misturar o catalisador com uma mistura viscosa de graxa e óleo, e alimentar a pasta resultante na zona de polimerização. Ainda mais, é possível deixar o catalisador sedimentar e introduzir partes dessa lama de catalisador assim obtida na zona de polimerização, de uma maneira descrita, por exemplo, no pedido de patente europeia EP-A-428054. A zona de polimerização pode ser também precedida por uma zona de pré-polimerização, em cujo caso a mistura retirada da zona de pré-polimerização é dirigida à zona de polimerização.
[0033] Na zona de polimerização, também introduz-se etileno, opcionalmente, um diluente inerte, e, opcionalmente, hidrogênio e/ou comonômero. O componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular é produzido em uma primeira zona de polimerização e o componente de copolímero de etileno de alto peso molecular é produzido em uma segunda zona de polimerização. A primeira zona de polimerização e a segunda zona de polimerização podem ser ligadas em qualquer ordem, isto é, a primeira zona de polimerização pode preceder a segunda zona de polimerização, ou a segunda zona de polimerização pode preceder a primeira zona de polimerização, ou, alternativamente, as zonas de polimerização podem ser ligadas em paralelo. No entanto, prefere-se operar as zonas de polimerização em um modo em cascata.
[0034] Como foi descrito acima, o homopolímero de baixo peso molecular é produzido na primeira zona de polimerização. Na primeira zona de polimerização, são introduzidos etileno, hidrogênio e, opcionalmente, um diluente inerte. O comonômero não é introduzido na primeira zona de polimerização. A polimerização na primeira zona de polimerização é conduzida a uma temperatura dentro da faixa de 50 a 115°C, de preferência, de 80 a 110°C, e, em particular, de 90 a 105°C. A pressão na primeira zona de polimerização é de 1 a 300 bar, de preferência, de 5 a 100 bar.
[0035] A polimerização na primeira zona de polimerização pode ser conduzida em lama. Depois, as partículas poliméricas, formadas na polimerização, conjuntamente com o catalisador fragmentado e disperso dentro das partículas, são suspensas no hidrocarboneto fluido. A lama é agitada para propiciar a transferência de reagentes do fluido para as partículas.
[0036] A polimerização usualmente ocorre em um diluente inerte, tipicamente, um diluente de hidrocarboneto, tais como metano, etano, propano, n-butano, isobutano, pentanos, hexanos, heptanos, octanos, etc., ou suas misturas. De preferência, o diluente é um hidrocarboneto de baixo ponto de ebulição, tendo de 1 a 4 átomos de carbono, ou uma mistura destes hidrocarbonetos. Um diluente especialmente preferido é propano, contendo possivelmente uma pequena proporção de metano, etano e/ou butano.
[0037] O teor de etileno na fase fluida da lama pode ser de 2 a cerca de 50% por mol, de preferência, de cerca de 3 a cerca de 20% por mol, e, em particular, de cerca de 5 a cerca de 15% por mol. O benefício de ter-se uma alta concentração de etileno é que a produtividade do catalisador é aumentada, mas a deficiência é que mais etileno precisa ser então reciclado do que se a concentração fosse mais baixa.
[0038] A polimerização em lama pode ser conduzida em qualquer reator conhecido para polimerização em lama. Estes reatores incluem um reator de tanque agitado contínuo e um reator em circuito fechado. Prefere-se, especialmente, conduzir a polimerização em um reator em circuito fechado. Nestes reatores, a lama é circulada com uma alta velocidade ao longo de um tubo fechado, por uso de uma bomba de circulação. Os reatores em circuito fechado são geralmente conhecidos na técnica, e exemplos são apresentados, por exemplo, nos pedidos de patentes US-A-4582816, US-A-3405109, US-A-3324093, EP-A- 479186 e US-A-5391654.
[0039] Algumas vezes, é vantajoso conduzir a polimerização em lama acima da temperatura e da pressão críticas da mistura fluida. Esta operação é descrita no pedido de patente US-A- 5391654.
[0040] A proporção de hidrogênio é ajustada com base na taxa de escoamento em fusão desejada, e também depende do catalisador específico usado. Para muitos dos catalisadores Ziegler-Natta geralmente usados, a razão molar de hidrogênio para etileno é de 100 a 1.500 mol/kmol, de preferência, de 200 a 1.200 mol/kmol, e, em particular, de 300 a 1.000 mol/kmol.
[0041] A polimerização na primeira zona de polimerização pode ser também conduzida em fase gasosa. A concretização preferida do reator de polimerização em fase gasosa é um reator de leito fluidizado. Nele, as partículas poliméricas, formadas na polimerização, são suspensas em um gás movimentando-se ascendentemente. O gás é introduzido na parte de fundo do reator. O gás movimentando-se ascendentemente passa pelo leito fluidizado, no qual uma parte do gás reage, na presença do catalisador, e o gás não reagido é retirado da parte de topo do reator. O gás é então comprimido e resfriado para remover o calor de polimerização. Para aumentar a capacidade de resfriamento, deseja-se algumas vezes reciclar o gás, a uma temperatura na qual uma parte do gás condense. Após resfriamento, o gás de reciclagem é reintroduzido no fundo do reator. Os reatores de polimerização de leito fluidizado são descritos, entre outros, nos documentos US-A-4994534, US-A- 4588790, EP-A-699213, EP-A-628343, FI-A-921632, FI-A-935856, US-A-4877587, FI-A-933073 e EP-A-75049.
[0042] Na polimerização em fase gasosa usando um catalisador Ziegler-Natta, hidrogênio é tipicamente adicionado em uma proporção tal que a razão de hidrogênio para etileno é de 500 a 10.000 mol/kmol, de preferência, de 1.000 a 5.000 mol/kmol, para obter o peso molecular desejado do componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular.
[0043] O copolímero de alto peso molecular de etileno e a pelo menos uma alfa-olefina, tendo 4 a 10 átomos de carbono, são produzidos na segunda zona de polimerização. Na segunda zona de polimerização, são introduzidos etileno, alfa-olefina tendo 4 a 10 átomos de carbono, hidrogênio e, opcionalmente, um diluente inerte. A polimerização na segunda zona de polimerização é conduzida a uma temperatura dentro da faixa de 50 a 100°C, de preferência, de 60 a 100°C, e, em particular, de 70 a 95°C. A pressão na segunda zona de polimerização é de 1 a 300 bar, de preferência, de 5 a 100 bar.
[0044] A polimerização na segunda zona de polimerização pode ser conduzida em lama. A polimerização pode ser então conduzida ao longo das linhas, como foi discutido para a primeira zona de polimerização.
[0045] A proporção de hidrogênio é ajustada com base na taxa de escoamento em fusão desejada, e também depende do catalisador específico usado. Para muitos dos catalisadores Ziegler-Natta geralmente usados, a razão molar de hidrogênio para etileno é de 0 a 50 mol/kmol, de preferência, de 10 a 35 mol/kmol. Além do mais, a proporção de alfa-olefina tendo de 4 a 10 átomos de carbono é ajustada para atingir a densidade alvo. A razão da alfa-olefina para etileno é tipicamente de 100 a 500 mol/kmol, de preferência, de 150 a 350 mol/kmol.
[0046] A polimerização na segunda zona de polimerização pode ser também conduzida em fase gasosa. Na polimerização em fase gasosa usando um catalisador Ziegler-Natta, hidrogênio é tipicamente adicionado em uma proporção tal que a razão de hidrogênio para etileno é de 5 a 500 mol/kmol, de preferência, de 30 a 150 mol/kmol, para obter o peso molecular desejado do componente de copolímero de etileno de alto peso molecular (B-1-2). A proporção de alfa-olefina tendo de 4 a 10 átomos de carbono é ajustada para atingir a densidade alvo. A razão da alfa-olefina para etileno é tipicamente de 10 a 300 mol/kmol, de preferência, de 30 a 200 mol/kmol. Composição de revestimento
[0047] A composição de revestimento (B-2) compreende o copolímero de etileno multimodal (B-1) e eventuais aditivos e outros polímeros. De preferência, a composição de revestimento (B-2) compreende de 80 a 100% em peso, particularmente, de 85 a 100% em peso, e, em particular, de 90 a 99% em peso do copolímero de etileno multimodal (B-1).
[0048] Além do copolímero de etileno multimodal (B-1), a composição de revestimento (B-2) contém, tipicamente, aditivos convencionais conhecidos na técnica. Estes aditivos são, entre outros, antioxidantes, estabilizadores de processamento, estabilizadores de raios ultravioleta (UV), pigmentos e removedores de ácido.
[0049] Os antioxidantes e estabilizadores adequados são, por exemplo, 2,6-di-terc-butil-p-cresol, tetracis-[metileno-3- (3',5-di-terc-butil-4'hidroxifenil)propionato]metano, octadecil-3-3(3'5'-di-terc-butil-4'-hidroxifenil)propionato, dilauriltiodipropionato, diesteariltiodipropionato, tris- (nonilfenil)fosfato, diestearil-pentaeritritol-difosfonito e tetracis(2,4-di-terc-butilfenil)-4,4'-bifenileno-difosfonito.
[0050] Alguns fenóis impedidos são vendidos com os nomes comerciais de Irganox 1076 e Irganox 1010. As misturas comercialmente disponíveis de antioxidantes e estabilizadores de processamento são também disponíveis, tal como Irganox B225, comercializado pela Ciba-Geigy.
[0051] Os antioxidantes e os estabilizadores são tipicamente usados em uma proporção de cerca de 500 ppm a cerca de 5.000 ppm.
[0052] Os removedores de ácido adequados são, por exemplo, os estearatos metálicos, tais como estearato de cálcio e estearato de zinco. São usados em proporções geralmente conhecidas na técnica, tipicamente, de 500 ppm a 10.000 ppm, e, de preferência, de 500 a 5.000 ppm.
[0053] O negro de fumo é um pigmento geralmente usado, que também age como um filtro de raios ultravioleta (UV). Tipicamente, o negro de fumo é usado em uma proporção de 0,5 a 5% em peso, de preferência, de 1,5 a 3,0% em peso. De preferência, o negro de fumo é adicionado como uma mistura- padrão, na qual é pré-misturado com um polímero, de preferência, polietileno de alta densidade (HDPE), em uma proporção específica. As misturas-padrões adequadas são, entre outras, HD4394, vendida pela Cabot Corporation, e PPM1805 pela Poly Plast Muller. Também, óxido de titânio pode ser usado como um filtro de raios ultravioleta (UV).
[0054] Além disso, a composição de revestimento (B-2) pode conter outros polímeros, tais como polímeros de veículo usados em misturas-padrões aditivas. A proporção e a natureza destes polímeros podem ser selecionadas livremente dentro dos limites discutidos acima, desde que as propriedades da composição de revestimento não sejam afetadas negativamente.
[0055] É também possível incorporar uma proporção adequada do polímero de adesão na composição de revestimento (B-2), para aperfeiçoar a adesão entre a superfície do tubo (A) e a camada de revestimento (B). Deste modo, a proporção do polímero usado na camada adesiva (D) pode ser reduzida, e, em alguns casos, pode ser possível eliminar totalmente a camada adesiva (D).
[0056] De preferência, a composição de revestimento (B-2) tem uma razão de taxas de escoamento, FFR5/2, de 2 a 10, de preferência, de 2 a 6, e, em particular, de 3 a 5. Ainda de preferência, tem uma razão de taxas de escoamento, FFR21/5, de 15 a 40, de preferência, de 20 a 35, e/ou um índice de afinamento por cisalhamento, SHI2,7/210, de 30 a 100, particularmente, de 35 a 100, e, especialmente, de 50 a 90.
[0057] A composição de revestimento (B-2) tem, de preferência, uma alta resistência à fendimento por tensão ambiental. Desse modo, de preferência, a composição de revestimento (B-2) tem uma resistência a fendimento por tensão, medida por CTL (Carga de Tensão Constante) a 60°C e 5 MPa de pelo menos 10 h, particularmente, de pelo menos 15 h.
[0058] Especialmente, a composição de revestimento (B-2) tem um índice de afinamento por cisalhamento, SHI2,7/210, de 35 a 100, e o copolímero de etileno multimodal (B-1), contido na composição de revestimento (B-2), tem uma razão de Mw/Mn de 25 a 50. Mais vantajosamente, a composição de revestimento (B-2) tem um SHI2,7/210 de 50 a 90, e o copolímero de etileno multimodal (B-1) tem uma Mw/Mn de 28 a 40. Estas combinações foram verificadas como proporcionando uma excelente processabilidade, combinada com boas propriedades mecânicas. Composição de revestimento
[0059] O tubo revestido tem uma camada de revestimento (B), que compreende uma composição de revestimento (B-2). A camada de revestimento (B) compreende pelo menos 75% em peso, de preferência, pelo menos 80% em peso e, particularmente, pelo menos 90% em peso da composição de revestimento (B-2), com base no peso total da camada de revestimento (B). Especialmente, a camada de revestimento (B) consiste da composição de revestimento (B-2). Revestimento de tubo e tubo revestido
[0060] É preferível preparar adequadamente a superfície do tubo, antes do revestimento, como é conhecido na técnica. A superfície do tubo é tipicamente inspecionada para qualquer ferrugem, sujeira, falhas, descontinuidades, e defeitos metálicos. Todo o material em excesso precisa ser removido da superfície do tubo, para que se tenha certeza de que o revestimento está aderido adequadamente ao tubo. Os processos de limpeza adequados incluem lavagem de alta pressão com água e ar, jateamento abrasivo ou com granalha e escovação mecânica. Também, lavagem com ácido e pré-tratamento com cromato são algumas vezes usados.
[0061] Tipicamente, os tubos são aquecidos com aquecimento por indução até cerca de 200°C. A temperatura é ajustável, dependendo da velocidade da linha e do material sendo usado na camada anticorrosiva (C). Quando o epóxi Teknos AR8434 é usado, o tubo de aço é preferivelmente aquecido a 190°C. A temperatura diminui ligeiramente durante o processo de revestimento.
[0062] Se pó de epóxi (a 23°C) for usado, é tipicamente aspergido com pistolas de epóxi, quando a velocidade do tubo rotativo é cerca de 9 m/min. A espessura do epóxi e de outros materiais de revestimento é ajustada de acordo com os requisitos específicos do uso final. O valor de espessura normal para a camada de epóxi, (instalação em terra firme) é de 70 a 200 μm, tal como 135 μm.
[0063] Os materiais, que podem ser usados na camada anticorrosiva (C) são, por exemplo, as resinas epóxi e os compostos de organossilício. Os exemplos de resinas epóxi são os epóxis à base de fenol e os epóxis à base de aminas. Estes tipos de epóxis são vendidos, entre outros, com os nomes comerciais de AR8434 (da Teknos), Scotchkote 226N (da 3M) e PE50-7191 (da BASF). Os compostos de organossilício adequados foram descritos no pedido de patente EP-A-1859926.
[0064] A extrusão das camadas adesiva (D) e de revestimento (B) pode ser feito, por exemplo, com duas extrusoras de rosca única. Podem ter um diâmetro de, por exemplo, 30 a 100 mm, tal como 60 mm, e um comprimento de 15 a 50 L/D, tal como 30 L/D. A temperatura é controlada tipicamente em várias zonas, e a temperatura das camadas adesiva PE e de revestimento, após a matriz, é de 190 a 300°C, tal como de 225 a 250°C, respectivamente. As larguras da matriz são de 50 a 300 mm, tal como 110 mm e 240 mm para a camada adesiva (D) e a camada de revestimento (B), respectivamente, Ambas as camadas adesiva e de revestimento são usualmente ligeiramente laminadas no tubo, com um rolo de pressão de silicone. A espessura da camada de adesiva (D) é tipicamente de 200 a 400 μm, tal como 290 μm. A espessura da camada de revestimento (B) é tipicamente de 1 a 5 mm, de preferência, de 2 a 4 mm, tal como 3,2 mm.
[0065] Os materiais adequados, a serem usados na camada adesiva (D), são, por exemplo, polímeros de olefinas enxertados com ácido ou anidrido de ácido, como polietileno ou polipropileno. Os polímeros adequados são, entre outros, polietileno modificado por ácido fumárico, polietileno modificado por anidrido de ácido fumárico, polietileno modificado por ácido maleico, polietileno modificado por anidrido de ácido maleico, polietileno modificado por ácido fumárico, polietileno modificado por anidrido de ácido fumárico, polipropileno modificado por ácido maleico e polipropileno modificado por anidrido de ácido maleico. Os exemplos de plásticos adesivos especialmente adequados são apresentados no pedido de patente EP-A-1316598.
[0066] Após o revestimento, o tubo revestido é resfriado, por exemplo, proporcionando-se um fluxo de água na superfície do tubo revestido.
[0067] O uso da composição de revestimento (B-2) permite que o processo de revestimento seja operado com uma alta produtividade sem problemas operacionais, tais como quebras de linha. Além do mais, o problema de estrangulamento, após a matriz, é reduzido com as presentes composições de revestimento, em comparação com as composições da técnica anterior. Ainda mais, revestimentos lisos, tendo boas propriedades mecânicas, são obtidos. EXEMPLOS Métodos CTL
[0068] CTL é determinado por uso de um método similar ao da norma ISO 6252:1992, como se segue.
[0069] As amostras são preparadas por prensagem de uma placa a 180°C e a uma pressão de 10 MPa, com um comprimento total de 125 a 130 mm, e uma largura nas suas extremidades de 21 ± 0,5 mm. A placa é então fresada nas dimensões corretas em um quadro em dois dos seus lados com uma distância central de ambos os prendedores de 90 mm e um diâmetro do furo de 10 mm. A parte central da placa tem um comprimento paralelo de 30 ± 0,5 mm, uma largura de 9 ± 0,5 mm e uma espessura de 6 ± 0,5 mm.
[0070] Um entalhe frontal de 2,5 mm de profundidade é então cortado na amostra com uma lâmina de barbear equipada em uma máquina de entalhamento (PENT-NOTCHER, Norman Brown Engineering), a velocidade de entalhamento sendo de 0,2 mm/min. Nos dois lados remanescentes, são cortadas ranhuras de 0,8 mm, que devem ficar coplanares com o entalhe. Após feitura dos entalhes, a amostra é condicionada a 23 ± 1°C e a uma umidade relativa de 50%, por pelo menos 48 h. As amostras são então moldadas em uma câmara de teste, na qual a solução ativa (solução a 10% de IGEPAL CO-730 em água deionizada, substância química: 2-(4-nonilfenóxi)etanol) é mantida a uma temperatura de 60°C. As amostras são carregadas com um peso morto correspondente a uma tensão inicial de cerca de 5 MPa, e, no momento da quebra, um sincronizador automático é desligado. A média de pelo menos duas medidas é registrada.
[0071] A amostra e o entalhe aplicados à amostra são mostrados na Figura 1, na qual: A: comprimento total do corpo de prova de 125 a 130 mm; B: distância entre os pontos centrais dos prendedores de 90 mm; C: largura do corpo de prova na extremidade de 21 ± 0,5 mm; D: diâmetro do furo de 10 mm; E: ranhuras laterais de 0,8 mm; F: espessura da placa de 6 ± 0,2 mm; G: largura da parte paralela estreita de 9 ± 0,5 mm; e H: entalhe principal de 2,5 ± 0,02 mm.
[0072] O comprimento da seção estreita do corpo de prova foi de 30 ± 0,5 mm. GPC
[0073] O peso molecular ponderal médio Mw e a distribuição de pesos moleculares (MWD = Mw/Mn, em que Mn é o peso molecular numérico médio e Mw é o peso molecular ponderal médio) são medidos por um método baseado nas normas ISO 160144:2003 e ASTM D 6474-99. Um instrumento Water GPCV2000, equipado com detector de índice de refração e viscosímetro em linha, foi usado com colunas 2 x GMHXL-HT e 1 x G7000H da Tosoh Bioscience e 1,2,4-triclorobenzeno (TCB, estabilizado com 250 mg/L de 2,6-di-terc-butil-4-metilfenol), como solvente, a 140°C e a uma vazão constante de 1 mL/min. 209,5 μL de solução de amostra foram injetados por análise. O conjunto de colunas foi calibrado por uso de calibração universal (de acordo com a norma ISO 16014-2:2003) com 15 padrões de poliestireno (OS) de MWD estreita, na faixa de 1 kg/mol a 12.000 kg/mol. As constantes de Mark Houwink foram usadas para poliestireno e polietileno (K: 19 x 10-3 mL/g e a: 0,655 para PS, e K: 39 x 10-3 mL/g e a: 0,725 para PE). Todas as amostras foram preparadas por dissolução de 0,5 - 3,5 mg de polímero em 4 mL (a 140°C) de TCB estabilizado (igual ao da fase móvel) e mantido por um máximo de 3 horas a 160°C, com agitação contínua, antes de amostragem no instrumento GPC. Índice de fusão, taxa de escoamento em fusão, razão de taxas de escoamento (MI, MFR, FRR): Índice de fusão (MI) ou taxa de escoamento em fusão (MFR)
[0074] A taxa de escoamento em fusão (MFR) é determinada de acordo com a norma ISO 1133 e é indicada em g/10 min. A MFR é uma indicação da viscosidade em fusão do polímero. A MFR determinada a 190 °C por PE. A carga sob a qual a taxa de escoamento em fusão é determinada é indicada usualmente como um subscrito, por exemplo, MFR2 é medida sob uma carga de 2,16 kg, a MFR5 é medida sob uma carga de 5 kg, ou a MFR21 é medida sob uma carga de 21,6 kg. Razão de taxas de escoamento (FRR)
[0075] A quantidade FRR (razão de taxas de escoamento) é uma indicação da distribuição de pesos moleculares e denota a razão de taxas de escoamento a diferentes cargas. Desse modo, FRR21/2 denota o valor de MFR21 / MFR2. Estrangulamento
[0076] O estrangulamento foi apresentado como uma largura do filme, após a matriz de 110 mm, em mm. Nesta série de testes, o estrangulamento é registrado na velocidade periférica máxima do tubo que o filme em fusão pode ser controlado, sem variações em largura. O estrangulamento foi medido em velocidades de enrolamento de 15 e 20 rpm e velocidade de rosca de 25 rpm. Resistência ao desprendimento
[0077] A adesão de polímero em aço foi testada pelo equipamento de teste de resistência ao desprendimento 1122 Instron, de acordo com a norma DIN 30670. Uma tira de 3 cm de largura é cortada da camada de revestimento. A outra extremidade da tira é presa no equipamento de puxamento, e a resistência ao puxamento é medida durante o desprendimento da tira do aço, com uma velocidade de puxamento de 10 mm/min. Os resultados são expressos como N por cm. A resistência ao desprendimento foi medida dos revestimentos produzidos a uma velocidade de rosca de 50 rpm. Revestimento de tubo
[0078] Um tubo de aço com um diâmetro de 114 mm foi limpo, para remover o excesso de material da sua superfície. O tubo foi depois aquecido com aquecimento por indução a 190°C. Epóxi em pó (Teknos AR8434) foi depois aspergido na superfície do tubo, com a velocidade rotativa da linha de 9 m/min, de modo que a espessura da camada de epóxi fosse de 135 μm. Depois, um plástico adesivo, um adesivo de polietileno enxertado com anidrido de ácido maleico, preparado de acordo com a composição 2 no pedido de patente EP 1 316 598 A1, foi extrudado no tubo por uso de uma extrusora de rosca única Barmag, com uma razão L/D de 24 e um diâmetro de 45 mm, e em que a temperatura do banho líquido, após a matriz, foi de 225°C. A largura da matriz foi de 110 mm. Simultaneamente, a composição do Exemplo 1 foi então extrudada na camada adesiva por uso de uma extrusora Krauss-Maffei, tendo um diâmetro de 45 mm e a razão L/D de 30. A largura da matriz foi de 240 mm e a temperatura do banho líquido, após a matriz, foi de 250°C. O revestimento foi conduzido em velocidades da rosca da extrusora de 25, 50 e 100 rpm. Na velocidade da rosca de 25 rpm, cinco diferentes velocidades de enrolamento foram executadas, isto é, 9, 15, 20, 25 e 30 rpm. A saída máxima foi determinada a uma velocidade da rosca de 50 rpm. Reologia
[0079] Os parâmetros reológicos, tais como Índice de Afinamento por Cisalhamento, SHI, e viscosidade, foram determinados por uso de um reômetro Anton Paar Phisica MCR 300 em amostras moldadas sob compressão, sob uma atmosfera de nitrogênio a 190°C, usando placas de diâmetro de 25 mm, e geometria placa a placa com um vão de 1,2 mm. Os experimentos de cisalhamento oscilatório foram feitos dentro da faixa de viscosidade linear de deformação, em frequências de 0,05 a 300 rad/s (ISO 6721-1). Cinco pontos de medida por década foram feitos.
[0080] Os valores do módulo de armazenamento (G'), módulo de perda (G''), módulo complexo (G*) e viscosidade complexa (*) foram obtidos em função da frequência (). 100 é usada como abreviação para a viscosidade complexa na frequência de 100 rad/s.
[0081] O Índice de Afinamento por Cisalhamento (SHI), que se correlaciona com a MWD e é independente de Mw, foi calculado de acordo com Heino ("Rheological characterization of polyethylene fractions" Heino, E.L., Lehtinen, A., Tanner J., Seppala, J., Neste Oy, Porvoo, Finland, Theor. Appl. Rheol., Proc. Int. Congr. Rheol, 11th (1992), 1, 360-362, e "The influence of molecular structure on some Theological properties of polyethylene", Heino, E.L., Borealis Polymers Oy, Porvoo, Finland, Annual Transactions of the Nordic Rheology Society, 1995.).
[0082] O valor de SHI é obtido por cálculo das viscosidades complexas, a determinados valores de módulo complexo, e cálculo da razão das duas viscosidades. Por exemplo, por uso dos valores do módulo complexo de 1 kPa e 100 kPa, depois n*(1 kPa) e rçl*(100 kPa) são obtidos a um valor constante do módulo complexo de 1 kPa e 100 kPa, respectivamente. O índice de afinamento por cisalhamento, SHI1/100 é então definido como a razão das duas viscosidades n*(1 kPa) e rçl*(100 kPa), isto é, n(1)/nl(100).
[0083] Não é sempre prático medir, diretamente, a viscosidade complexa a um baixo valor da frequência. O valor pode ser extrapolado por condução de medidas até a frequência de 0,126 rad/s, fazendo-se a representação gráfica da viscosidade complexa vs. a frequência em uma escala logarítmica, desenhando uma linha de melhor ajustagem pelos cinco pontos correspondentes aos valores mais baixos de frequência e leitura do valor de viscosidade desta linha. Densidade:
[0084] A densidade do polímero foi medida de acordo com as normas ISO 1183-2 / 1872-2B. Exemplo 1
[0085] Um reator em circuito fechado tendo um volume de 50 dm3 foi operado continuamente, a uma temperatura de 60°C e a uma pressão de 62 bar. Foram introduzidos no reator 42 kg/h de diluente de propano, 2 kg/h de etileno e 35 g/h de hidrogênio. Além disso, 6,3 g/h de um componente de catalisador de polimerização sólido, vendido pela BASF, com um nome comercial de Lynk 200, foram introduzidos no reator, conjuntamente com cocatalisador de trietilalumínio, de modo que a razão de alumínio para titânio fosse 30 mol/mol. A taxa da produção do polímero foi cerca de 1,8 kg/h.
[0086] A lama do reator em circuito fechado de 50 dm3 foi retirada e transferida continuamente a outro reator em circuito fechado, tendo um volume de 500 dm3, e que foi operado a uma temperatura de 95°C e a uma pressão de 60 bar. Foram introduzidos no reator mais diluente de propano, etileno de hidrogênio. A concentração de etileno na mistura fluida foi de 3,4 mol por cento, com base no número total de moles na mistura fluida, e a taxa de produção do polímero foi cerca de 32 kg/h. As condições e os dados podem ser vistos na Tabela 1.
[0087] A lama do reator em circuito fechado foi retirada por uso de pernas de sedimentação em um recipiente operado a uma baixa pressão, mantido a uma temperatura de 50°C e a uma pressão de 3 bar, no qual o hidrogênio e grande parte dos hidrocarbonetos foram removidos do polímero. O homopolímero de etileno foi dirigido a um reator em fase gasosa de leito fluidizado, operado a uma temperatura de 85°C e a uma pressão de 20 bar. Foram introduzidos no reator mais etileno, comonômero de 1-hexeno, hidrogênio, e nitrogênio, como um gás inerte. A concentração de etileno foi de 11 mol por cento, com base no número total de moles na mistura gasosa, e as outras condições e dados são apresentados na Tabela 1.
[0088] O polímero em pó resultante foi seco dos hidrocarbonetos e misturado com 3.000 ppm de Irganox B225, 1.000 ppm de estearato de cálcio e 2,4% de negro de fumo, com base na composição final. A mistura foi depois extrudada em pelotas por uso de uma extrusora de rosca dupla CIM90P (manufaturada pela Japan Steel Works). As propriedades e a composição do polímero são apresentadas na Tabela 2.
[0089] A composição resultante foi usada no revestimento de um tubo de aço, como descrito acima na descrição dos métodos sob o título "Revestimento de tubo". Os dados são apresentados na Tabela 2. Exemplos 2 a 5
[0090] O procedimento do Exemplo 1 foi repetido, exceto que as condições foram alteradas como indicado na Tabela 1. Os dados do polímero e da composição são apresentados na Tabela 2. Exemplo Comparativo 6R
[0091] O polímero de etileno multimodal era similar ao Polietileno #3 do Exemplo 2 da patente europeia EP 837915. Tabela 1: Condições de polimerização
Figure img0001
Figure img0002
[0092] Pode-se notar dos dados que nos Exemplos 1 a 5, nos quais o copolímero de etileno multimodal (B-1) de acordo com a presente invenção foi usado, apresentaram claramente uma maior saída na linha de revestimento, bem como um filme mais amplo após a matriz, em comparação com o Exemplo de Referência 6R.

Claims (14)

1. Tubo caracterizado pelo fato de que compreende uma superfície interna, uma camada superficial externa (A) e uma camada de revestimento (B) cobrindo a dita camada superficial externa (A), em que a camada de revestimento (B) compreende uma composição de revestimento (B-2), que compreende um copolímero multimodal de etileno (B-1), sendo um copolímero de etileno e um ou mais comonômeros de alfa-olefinas, tendo de 4 a 10 átomos de carbono, em uma quantidade de 80 a 100% em peso, com base no peso da composição de revestimento (B-2), em que o copolímero multimodal de etileno (B-1) compreende (B-1-1) de 40 a 60% com base no peso do copolímero multimodal de etileno (B-1), um componente homopolímero de etileno de baixo peso molecular, o referido componente homopolímero de etileno de baixo peso molecular tendo um peso molecular médio ponderado de 5.000 g/mol a 35.000 g/mol e (B-1-2) de 60 a 40% com base no peso do copolímero multimodal de etileno (B-1), um componente de copolímero de etileno de alto peso molecular sendo um copolímero de etileno e uma ou mais alfa-olefinas com 4 a 10 átomos de carbono, o referido componente de copolímero de etileno de alto peso molecular tendo um peso molecular médio em peso de 100.000 g/mol a 700.000 g/mol, e, em que o copolímero multimodal de etileno (B-1) tem um peso molecular ponderal médio de 70.000 g/mol a 250.000 g/mol, a razão do peso molecular ponderal médio para o peso molecular numérico médio, Mw/Mn, de 15 a 50, um índice de fusão MFR2, sob uma carga de 2,16 kg, de 0,05 g/10 min a 5 g/10 min, um índice de fusão MFR5, sob uma carga de 5 kg, de 1 a 10 g/10 min, e uma densidade de 930 kg/m3 a 955 kg/m3.
2. Tubo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o copolímero de etileno multimodal (B-1) tem um razão de peso molecular ponderal médio para peso molecular numérico médio, Mw/Mn, de 20 a 50, de preferência, de 25 a 45, e, em particular, de 28 a 40.
3. Tubo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que a composição de revestimento (B-2) tem um índice de fusão MFR2, sob uma carga de 2,16 kg, de 0,1 g/10 min a 1,2 g/10 min, de preferência, de 0,2 a 1,0 g/10 min, e um MFR5, sob uma carga de 5 kg, de 1,0 a 5,0 g/10 min.
4. Tubo, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que o componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular (B-1-1) tem um índice de fusão MFR2, sob uma carga de 2,16 kg, de 500 g/10 min a 1.500 g/10 min.
5. Tubo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 4, caracterizado pelo fato de que o copolímero de etileno multimodal (B-1) compreende de 49 a 59% em peso do componente de homopolímero de etileno de baixo peso molecular (B-1-1) e de 51 a 41% em peso do componente de copolímero de etileno de alto peso molecular (B-1-2).
6. Tubo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o componente de copolímero de etileno de alto peso molecular (B-1-2) é um copolímero de etileno e uma ou mais alfa-olefinas tendo de 6 a 10 átomos de carbono.
7. Tubo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 6, caracterizado pelo fato de que o tubo é um tubo metálico.
8. Tubo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fato de que a camada superficial externa (A) é coberta pela camada anticorrosiva (C), que é ainda coberta pela camada de revestimento (B).
9. Tubo, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que a camada anticorrosiva (C) é coberta por uma camada adesiva (D), que é ainda coberta pela camada de revestimento (B).
10. Tubo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fato de que a camada superficial externa (A) é coberta por uma camada adesiva (D), que é ainda coberta pela camada de revestimento (B).
11. Tubo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 10, caracterizado pelo fato de que a camada de revestimento (B) compreende de 75 a 100% em peso, de preferência, de 80 a 100% em peso, particularmente, de 90 a 100% em peso, e, em particular, 100% em peso, com base no peso total da camada de revestimento (B) da composição de revestimento (B-2), compreendendo um copolímero de etileno multimodal (B-1).
12. Processo para produzir um tubo revestido, conforme definido em qualquer uma das reivindicações de 1 a 11, caracterizado pelo fato de que compreende as etapas de: proporcionar um tubo tendo uma camada superficial externa (A); e aplicar a referida composição de revestimento (B-2), que compreende o referido copolímero multimodal de etileno (B-1), em uma quantidade de 80 a 100% em peso, com base no peso da composição de revestimento (B-2), na camada superficial externa (A) do tubo, para formar uma camada de revestimento (B).
13. Processo, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que uma camada anticorrosiva (C) é aplicada na camada superficial externa (A) do tubo, antes do revestimento dela com a camada de revestimento (B).
14. Processo, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que uma camada adesiva (D) é aplicada na camada anticorrosiva (C), antes do revestimento dela com a camada de revestimento (B).
BRPI0822060-3A 2007-12-20 2008-12-08 Tubo e processo para produzir um tubo revestido BRPI0822060B1 (pt)

Applications Claiming Priority (3)

Application Number Priority Date Filing Date Title
EP07024738.2 2007-12-20
EP07024738A EP2072588B1 (en) 2007-12-20 2007-12-20 Process for coating a pipe with high throughput using multimodal ethylene copolymer, and coated pipes obtained thereof
PCT/EP2008/010406 WO2009080195A1 (en) 2007-12-20 2008-12-08 Process for coating a pipe with high throughput using multimodal ethylene copolymer, and coated pipes obtained thereof

Publications (2)

Publication Number Publication Date
BRPI0822060A2 BRPI0822060A2 (pt) 2015-06-23
BRPI0822060B1 true BRPI0822060B1 (pt) 2021-05-25

Family

ID=39357965

Family Applications (1)

Application Number Title Priority Date Filing Date
BRPI0822060-3A BRPI0822060B1 (pt) 2007-12-20 2008-12-08 Tubo e processo para produzir um tubo revestido

Country Status (10)

Country Link
US (1) US8361578B2 (pt)
EP (1) EP2072588B1 (pt)
KR (1) KR20100087762A (pt)
CN (1) CN101903479B (pt)
AR (1) AR069913A1 (pt)
AU (1) AU2008340819B2 (pt)
BR (1) BRPI0822060B1 (pt)
CA (1) CA2706983C (pt)
RU (1) RU2453569C2 (pt)
WO (1) WO2009080195A1 (pt)

Families Citing this family (8)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
EP2366936B1 (en) 2010-03-18 2015-05-06 Borealis AG Method of repairing a pipe coating
EP2520625A1 (en) 2011-05-06 2012-11-07 Borealis AG Coating composition
EP2620472B1 (en) * 2012-01-24 2018-05-30 Borealis AG Poyethylene composition with improved low temperature perssure resistance
RU2525031C1 (ru) * 2013-02-14 2014-08-10 Открытое акционерное общество "Северсталь" (ОАО "Северсталь") Способ нанесения защитного покрытия на внутреннюю поверхность магистральной трубы
EP2818508A1 (en) * 2013-06-25 2014-12-31 Basell Polyolefine GmbH Polyethylene composition having high impact and stress cracking resistance
CN106589515B (zh) * 2015-10-20 2020-09-04 中国石油化工股份有限公司 分子量分布宽的乙烯聚合物组合物、生产方法及其应用
PL3519444T3 (pl) 2016-09-28 2021-05-04 Borealis Ag Proces wytwarzania powlekanej rury
CN111344366A (zh) * 2017-11-16 2020-06-26 陶氏环球技术有限责任公司 用于涂覆管道现场接头的方法

Family Cites Families (45)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
US3405109A (en) 1960-10-03 1968-10-08 Phillips Petroleum Co Polymerization process
US3324093A (en) 1963-10-21 1967-06-06 Phillips Petroleum Co Loop reactor
EP0075049B1 (en) 1981-09-21 1985-01-09 Mitsui Petrochemical Industries, Ltd. Anchor agitator for gaseous phase polymerisation vessel
US4588790A (en) 1982-03-24 1986-05-13 Union Carbide Corporation Method for fluidized bed polymerization
US4588780A (en) * 1984-02-09 1986-05-13 Polysar Limited Fibre containing polymers and process for production thereof
US4877587A (en) 1984-08-24 1989-10-31 Union Carbide Chemicals And Plastics Company Inc. Fluidized bed polymerization reactors
US4582816A (en) 1985-02-21 1986-04-15 Phillips Petroleum Company Catalysts, method of preparation and polymerization processes therewith
US4994534A (en) 1989-09-28 1991-02-19 Union Carbide Chemicals And Plastics Company Inc. Process for producing sticky polymers
FI84319C (fi) 1989-11-14 1991-11-25 Neste Oy Anordning foer matning av en slammig katalytblandning till en polymerisationsreaktor.
US5565175A (en) 1990-10-01 1996-10-15 Phillips Petroleum Company Apparatus and method for producing ethylene polymer
FI86867C (fi) 1990-12-28 1992-10-26 Neste Oy Flerstegsprocess foer framstaellning av polyeten
FI89929C (fi) 1990-12-28 1993-12-10 Neste Oy Foerfarande foer homo- eller sampolymerisering av eten
FI91971C (fi) 1992-04-10 1994-09-12 Borealis Holding As Leijupetireaktori
FR2705252B1 (fr) 1993-05-19 1995-07-21 Bp Chemicals Snc Procédé d'introduction d'un solide dans un réacteur et appareillage.
ZA943399B (en) 1993-05-20 1995-11-17 Bp Chem Int Ltd Polymerisation process
FI96745C (fi) 1993-07-05 1996-08-26 Borealis Polymers Oy Menetelmä olefiinien polymeroimiseksi leijupetipolymerointireaktorissa
FI96866C (fi) 1993-11-05 1996-09-10 Borealis As Tuettu olefiinipolymerointikatalyytti, sen valmistus ja käyttö
FI96867C (fi) 1993-12-27 1996-09-10 Borealis Polymers Oy Leijupetireaktori
FI942949A0 (fi) 1994-06-20 1994-06-20 Borealis Polymers Oy Prokatalysator foer producering av etenpolymerer och foerfarande foer framstaellning daerav
FI96216C (fi) 1994-12-16 1996-05-27 Borealis Polymers Oy Prosessi polyeteenin valmistamiseksi
FI104975B (fi) 1995-04-12 2000-05-15 Borealis As Menetelmä katalyyttikomponenttien valmistamiseksi
PT837915E (pt) * 1995-07-10 2001-12-28 Borealis Tech Oy Composicao de revestimento
FI108452B (fi) * 1996-06-07 2002-01-31 Borealis Polymers Oy Etyleenipolymeerituote, jolla on leveõ moolimassajakauma, sen valmistus ja kõytt÷
FI104826B (fi) 1996-01-30 2000-04-14 Borealis As Heteroatomilla substituoituja metalloseeniyhdisteitä olefiinipolymerointikatalyytti-systeemejä varten ja menetelmä niiden valmistamiseksi
US5767034A (en) 1996-05-31 1998-06-16 Intevep, S.A. Olefin polymerization catalyst with additive comprising aluminum-silicon composition, calixarene derivatives or cyclodextrin derivatives
FI972230A7 (fi) 1997-01-28 1998-07-29 Borealis As Uusi homogeeninen olefiinien polymerointikatalysaattorikoostumus
SE520000C2 (sv) * 1998-01-02 2003-05-06 Borealis Polymers Oy Isolerande komposition för en elektrisk kraftkabel samt kraftkabel innefattande den isolerande kompositionen
FI111372B (fi) 1998-04-06 2003-07-15 Borealis Polymers Oy Olefiinien polymerointiin tarkoitettu katalyyttikomponentti, sen valmistus ja käyttö
FI981148A7 (fi) 1998-05-25 1999-11-26 Borealis As Uusia aktivaattorijärjestelmä metalloseeniyhdisteitä varten
GB0001914D0 (en) 2000-01-27 2000-03-22 Borealis Polymers Oy Catalyst
GB0118010D0 (en) 2001-07-24 2001-09-19 Borealis Tech Oy Catalysts
EP1316598B1 (en) 2001-11-29 2010-05-19 Borealis Technology Oy Adhesive polymer composition
EP1323747A1 (en) 2001-12-19 2003-07-02 Borealis Technology Oy Production of olefin polymerisation catalysts
ATE422508T1 (de) 2001-12-19 2009-02-15 Borealis Tech Oy Herstellung von geträgerten katalysatoren für die olefinpolymerisation
SE0300195D0 (sv) * 2003-01-28 2003-01-28 Borealis Tech Oy Coating composition, method of preparation thereofand substrate coated therewith
EP1462464A1 (en) 2003-03-25 2004-09-29 Borealis Technology Oy Metallocene catalysts and preparation of polyolefins therewith
FI20040755A0 (fi) 2004-06-02 2004-06-02 Borealis Tech Oy Menetelmä olefiinipolymerointikatalyytin valmistamiseksi ja tällä menetelmällä valmistettu katalyytti
ATE401123T1 (de) 2004-12-17 2008-08-15 Borealis Tech Oy Verfahren zur polymerisation von olefinen in gegenwart eines olefin polymerisationskatalysators
EP1739103A1 (en) 2005-06-30 2007-01-03 Borealis Technology Oy Catalyst
DE602005013376D1 (de) 2005-08-09 2009-04-30 Borealis Tech Oy Siloxy substituierte Metallocenkatalysatoren
US7595364B2 (en) * 2005-12-07 2009-09-29 Univation Technologies, Llc High density polyethylene
US8039073B2 (en) * 2005-12-20 2011-10-18 E.I. Du Pont De Nemours And Company Pipe preformed liner comprising metal powder
ATE554917T1 (de) 2006-05-26 2012-05-15 Borealis Tech Oy Beschichtete röhre mit einer polyolefinschicht mit verbesserter haftung
ES2332058T3 (es) * 2006-06-06 2010-01-25 Borealis Technology Oy Capa de recubrimiento final de pe para baja temperatura.
PL2072587T3 (pl) * 2007-12-20 2020-11-02 Borealis Technology Oy Powlekane rury o ulepszonych właściwościach mechanicznych w wysokich temperaturach i sposób ich wytwarzania

Also Published As

Publication number Publication date
US8361578B2 (en) 2013-01-29
AU2008340819B2 (en) 2011-11-17
KR20100087762A (ko) 2010-08-05
RU2010125249A (ru) 2011-12-27
CN101903479B (zh) 2014-05-21
US20100313986A1 (en) 2010-12-16
RU2453569C2 (ru) 2012-06-20
WO2009080195A1 (en) 2009-07-02
CA2706983C (en) 2013-02-19
EP2072588A1 (en) 2009-06-24
BRPI0822060A2 (pt) 2015-06-23
EP2072588B1 (en) 2012-10-10
CA2706983A1 (en) 2009-07-02
AU2008340819A1 (en) 2009-07-02
AR069913A1 (es) 2010-03-03
CN101903479A (zh) 2010-12-01

Similar Documents

Publication Publication Date Title
AU2008340746B2 (en) Coated pipes having improved mechanical properties at elevated temperatures and a method of production thereof
US8623482B2 (en) Coated pipe with high throughput using multimodal ethylene copolymer
EP2285896B1 (en) High density polymer compositions, a method for their preparation and pressure-resistant pipes made therefrom
BRPI0822060B1 (pt) Tubo e processo para produzir um tubo revestido
CA2706310C (en) Coated pipes having improved mechanical properties and a method of production thereof
EP3224303B1 (en) Film layer
EP2285897B2 (en) Polymer compositions and pressure-resistant pipes made therefrom
US10899942B2 (en) Process for producing a coated pipe
BR112013028639B1 (pt) composição de revestimento, tubo, processo para o revestimento de um tubo
BRPI0821374B1 (pt) Tubo e processo para produzir um tubo revestido

Legal Events

Date Code Title Description
B06F Objections, documents and/or translations needed after an examination request according [chapter 6.6 patent gazette]
B06U Preliminary requirement: requests with searches performed by other patent offices: procedure suspended [chapter 6.21 patent gazette]
B07A Application suspended after technical examination (opinion) [chapter 7.1 patent gazette]
B09A Decision: intention to grant [chapter 9.1 patent gazette]
B16A Patent or certificate of addition of invention granted [chapter 16.1 patent gazette]

Free format text: PRAZO DE VALIDADE: 20 (VINTE) ANOS CONTADOS A PARTIR DE 08/12/2008, OBSERVADAS AS CONDICOES LEGAIS. PATENTE CONCEDIDA CONFORME ADI 5.529/DF