BRPI0900816B1 - tubo de evaporador com cortes por baixo otimizados no fundo da ranhura - Google Patents
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Abstract
Tubo do evaporador com cortes por baixo otimizados no fundo da ranhura. A presente invenção refere-se a um tubo de trocador de calor metálico com aletas forma-das integralmente e executadas continuamente, que circundam o lado externo do tubo em forma de espiral, cujo pé de aleta em essência projeta-se radialmente a partir da parede do tubo, e com ranhuras primárias que se encontram entre aletas respectivamente vizinhas. Na região do fundo de ranhura das ranhuras primárias é disposta pelo menos uma ranhura secundária com corte por baixo. Esta ranhura secundária é delimitada peran-te a ranhura primária por meio de um par de protuberâncias de material mutuamente opostas, formadas de material de pés de aletas respectivamente vizinhos. Estas protube-râncias de material estendem-se continuamente ao longo da ranhura primária. A seção transversal da ranhura secundária é variada em intervalos regulares, sem que com isso a forma das aletas seja influenciada. Entre as protuberâncias de material opostas existe uma distância, sendo que esta distância é variada em intervalos regulares, formando cavidades localizadas.
Description
A presente invenção refere-se a um tubo metálico de „ trocador de calor com aletas formadas integralmente, que circundam a face externa do tubo em forma de espiral, de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1.
Tais tubos de trocador de calor metálicos servem em especial para a evaporação de líquidos de matérias puras no lado externo do tubo.
A evaporação é aplicada em muitos ramos da técnica de refrigeração e da técnica de condicionamento do ar e na técnica de processos e de energia. Freqüentemente são usados trocadores de calor de feixes de tubo, onde líquidos 10 de substâncias puras ou de misturas evaporam na face externa do tubo, esfriando nisso no lado interno do tubo uma salmoura ou água. Estes equipamentos são denominados de evaporadores inundados.
Através da intensificação da transferência de calor no lado externo e no lado interno do tubo, o tamanho dos evaporadores pode ser fortemente 15 reduzido. Isto diminui os custos de fabricação desses equipamentos. Além disso diminui a quantidade de enchimento necessária de agentes de refrigeração que no caso de agentes de refrigeração de segurança sem cloro, predominantemente usados hoje em dia, pode ser uma percentagem não negligenciável dos custos de toda a instalação. No caso de agentes de refrigeração tóxicos ou inflamáveis, uma redução da quantidade de enchimento 20 pode ainda diminuir o potencial de risco. Os tubos de alto rendimento hoje usuais são mais potentes pelo fator quatro do que tubos lisos com o mesmo diâmetro.
Faz parte do estado da técnica produzir tubos com este alto rendimento na base de tubos de aletas laminados integralmente. Tubos de aletas integralmente laminados são tubos de aletas, onde as aletas foram formadas do material de 25 parede de um tubo liso. Vários processos são conhecidos com os quais os canais que se encontram entre aletas vizinhas são fechados de tal modo, que permanecem ligações entre o canal e o meio ambiente na forma de poros ou fendas. Em especial, estes canais em essência fechados são feitos por meio de dobras ou viradas (US 3 696 861; US 5 054 548; US 7 178 361 B2), por meio de divisão e recalque das aletas (DE 2 758 526 C2; US 4 577 30 381) e através de entalhar e recalcar as aletas (US 4 660 630; EP 0 713 072 B1; US 4 216 826).
Os tubos de aletas de maior rendimento comercialmente disponíveis para evaporadores inundados possuem no lado externo do tubo uma estrutura de aletas com uma densidade de aletas de cerca 55 a 60 aletas por polegada (US 5 669 35 441; US 5 697 430; DE 197 57 526 C1). Isto corresponde a uma divisão de aletas de cerca de 0,45 a 0,40 mm. A princípio é possível melhorar a rentabilidade desses tubos por uma densidade de aletas maior ainda ou uma divisão de aletas menor, pois assim será aumentada a densidade de pontos de origem de bolhas. Uma divisão de aletas menor, tobrigatoriamente exige também ferramentas mais finas. Porém, ferramentas mais finas são sujeitas a um risco de ruptura maior e desgaste mais rápido. As ferramentas atualmente „ disponíveis possibilitam uma produção segura de tubos de aletas com densidades de aletas de no máximo 60 aletas por polegada. Além disso, com uma divisão de aletas diminuindo, a 5 velocidade de produção dos tubos é menor e, por conseguinte, os custos de produção se tornam mais altos.
Também é de conhecimento geral que no lado externo do tubo podem ser geradas estruturas de evaporação de rendimento incrementado com a densidade de aletas constante, colocando-se elementos estruturais adicionais na região do 10 fundo da ranhura entre as aletas. Uma vez que na região do fundo da ranhura a temperatura da aleta é maior do que na região da ponta da aleta, elementos estruturais para a intensificação da formação de bolhas nesta região são especialmente eficazes. Exemplos disso podem ser encontrados em EP 0 222 100 B1; US 5 186 252; JP 04 039 596 A e US 2007/015 1715 A1. Estas invenções têm em comum que os elementos estruturais não 15 possuem nenhuma forma com corte por baixo no fundo da ranhura, razão pela qual não intensificam suficientemente a formação de bolhas. Na patente EP 1 223 400 B1 é sugerido, gerar no fundo das ranhuras entre as aletas ranhuras secundárias com corte por baixo que se estendem continuamente ao longo da ranhura primária. A seção transversal dessas ranhuras secundárias pode permanecer constante ou ser variada em distâncias regulares.
A presente invenção tem a tarefa de fornecer um tubo de trocador de calor com rendimento incrementado para a evaporação de líquidos no lado externo do tubo com a mesma transferência de calor no lado do tubo e queda de pressão.
A presente invenção é representada pelas características da reivindicação 1. As reivindicações dependentes referem-se a realizações e 25 aperfeiçoamentos vantajosos da presente invenção.
A presente invenção compreende um tubo metálico de trocador de calor com aletas formadas integralmente e de modo contínuo que circundam o lado externo do tubo em forma de espiral, cujo pé de aletas em essência projeta-se radialmente a partir da parede do tubo, e com ranhuras primárias que se encontram entre 30 aletas respectivamente vizinhas. Na região do fundo de ranhura das ranhuras primárias está disposta pelo menos uma ranhura secundária com corte por baixo. Esta ranhura secundária é delimitada face à ranhura primária por meio de um par de protuberâncias de material oposta uma à outra, formadas do material de pés de aletas respectivamente vizinhas. Estas protuberâncias de material estendem-se de modo contínuo ao longo da ranhura primária. A 35 seção transversal da ranhura secundária é variada em intervalos regulares, sem que nisso a forma das aletas seja influenciada. Entre as protuberâncias de material opostas existe uma distância, sendo que esta distância é variada em intervalos regulares, formando cavidades localizadas.
A presente invenção parte da idéia de que para o aumento da transferência de calor durante a evaporação, o processo da ebulição com bolhas é „ intensificado. A formação de bolhas começa em pontos de origem. Estes pontos de origem na maioria das vezes são pequenas inclusões de gás ou de vapor. Quando a 5 bolha crescente atingiu um determinado tamanho, ela se solta da superfície. Se durante a formação de bolhas o ponto de origem for inundado com líquido, então o ponto de origem é desativado. Portanto, a superfície precisa ser configurada de tal modo que no soltar da bolha permanece uma pequena bolha que então serve como ponto de origem para um novo ciclo de formação de bolhas. Isto se consegue, colocando-se na superfície 10 cavidades com aberturas. A abertura da cavidade vai adelgaçando-se em sentido ao espaço oco que se encontra abaixo da abertura. Através da abertura ocorre a troca de líquido e vapor.
Na presente invenção, através da distância entre as protuberâncias de material opostas, é realizada uma ligação entre a ranhura primária e a 15 ranhura secundária, de modo que a troca de líquido e vapor entre ranhura primária e ranhura secundária se torne possível. A vantagem especial da presente invenção reside no fato de que o efeito da ranhura secundária com corte por baixo sobre a formação de bolhas é especialmente grande quando a distância entre as protuberâncias de material opostas é variada de acordo com a presente invenção em intervalos regulares. Dessa forma, a troca 20 de líquido e vapor é controlada de modo dirigido e a inundação do ponto de origem de bolhas na cavidade é impedida. A posição das cavidades na proximidade do fundo da ranhura primária é especialmente apropriada para o processo de evaporação, já que no fundo de ranhura o excesso de temperatura de calor é o maior e por esta razão há lá a maior diferença de temperatura propulsora para a formação de bolhas.
Em uma realização especialmente preferida da presente invenção, a distância entre as protuberâncias de material opostas pode assumir o valor de zero a intervalos regulares. Dessa forma, a ranhura secundária é fechada contra a ranhura primária em determinadas regiões. Nestas áreas, as protuberâncias de material opostas se tocam mutuamente sem que haja um fecho devido ao material. Neste caso, as bolhas 30 escapam novamente através das cavidades abertas em sentido ao centro da ranhura primária, o liquido flui preferencialmente a partir do lado perto das áreas fechadas da r ranhura secundária para dentro da cavidade. Nisso, a bolha que escapa não é impedida pelo meio de trabalho líquido que vai entrando e pode expandir-se na ranhura primária sem ser prejudicada. Nisso, as respectivas zonas de fluxo para o líquido e o vapor são 35 localmente separados. Além disso, também na área fechada da ranhura secundária fica mantido um pequeno canal entre as cavidades, que, porém, não apresenta nenhuma ligação para a ranhura primária. Não obstante, através desses canais podem ser compensadas, por exemplo, diferenças de pressão entre as cavidades vizinhas.
De preferência, nas áreas, onde a distância entre as protuberâncias de material opostas apresenta o valor zero, a ranhura secundária pode ser „ em essência fechada. Nesta realização não há mais nenhuma ligação das cavidades entre si através dos segmentos parciais da ranhura secundária.
Em uma forma de execução preferida da presente invenção, a distância máxima entre as protuberâncias de material opostas pode ser de 0,03 mm a 0,1 mm. Além disso, com vantagem, a distância máxima entre as protuberâncias de material opostas pode ser de 0,06 mm a 0,09 mm.
Em uma realização preferida, o comprimento das áreas em 10 direção de circulação, onde a distância das protuberâncias de material opostas não apresenta o valor de zero, pode ser entre 0,2 mm e 0,5 mm. Assim sendo é alcançada um ajuste otimizado das cavidades subsequentes e das áreas entre alas.
Em uma outra execução vantajosa da presente invenção, as pontas das aletas podem ser de tal modo deformadas, que encobrem as ranhuras primárias 15 em direção radial e as fecham parcialmente, formando assim um espaço oco circundando em forma de espiral, parcialmente fechado. As pontas das aletas podem ter uma seção transversal em essência em forma de T, com desbastes tipo poros, através dos quais podem escapar as bolhas de vapor.
O documento EP 1 223 400 B1 é incluído no presente relatório 20 descritivo com todo seu teor para a realização de outras combinações preferidas e vantajosas com a solução de acordo com a presente invenção.
Exemplos de execução da presente invenção são explicados detalhadamente com a ajuda dos desenhos esquemáticos.
- A figura 1 é uma vista parcial do lado externo de um segmento de tubo de acordo com a presente invenção.
- A figura 2 é uma vista frontal do segmento de tubo de acordo com a figura 1.
- A figura 3 é uma vista parcial do lado externo de um segmento de tubo de acordo com a presente invenção, com uma ranhura secundária parcialmente fechada.
- A figura 4 é uma vista frontal do segmento de tubo de acordo com a figura 3.
- A figura 5 é uma vista parcial do lado externo de um segmento de tubo de acordo com a presente invenção, com uma ranhura secundária parcialmente fechada por aperto entre as cavidades.
- A figura 8 é uma vista frontal do segmento de tubo de acordo com a figura 5.
As partes correspondentes levam as mesmas referências em todas as figuras.
A figura 1 mostra uma vista do lado externo de um segmento de tubo de acordo com a presente invenção. O tubo de aletas 1 integralmente laminado possui no lado externo do tubo aletas 2 perimetrais em forma de parafuso, entre as quais é formada uma ranhura primária 6. As aletas 2 estendem-se continuamente, sem interrupção, „ ao longo de uma linha espiral no lado externo do tubo. O pé de aleta 3 projeta-se em essência radialmente a partir da parede do tubo 5. A presente invenção sugere um tubo de 5 aletas 1 onde na região do fundo da ranhura 7 que se estende entre as ranhuras primárias 6 que se encontram respectivamente entre duas aletas 2 vizinhas, está disposta uma ranhura secundária 8 com corte por baixo. Esta ranhura secundária 8 é delimitada contra a ranhura primária 6 por meio de um par de duas protuberâncias de material 9 opostas, formadas de material de pés de aletas 3 respectivamente vizinhas. Estas protuberâncias de material 9 10 estendem-se continuamente ao longo da ranhura primária 6, sendo que entre as protuberâncias de material 9 opostas é formada uma distância S que é variada em intervalos regulares. No caso de variação da seção transversal da ranhura secundária 8, a forma das aletas 2 não é influenciada. Através da alteração da seção transversal junto com a variação da distância S formam-se localmente cavidades 10 que favorecem 15 especialmente a formação de bolhas.
Devido à distância 6 entre as protuberâncias de material 9 opostas é criada uma ligação entre a ranhura primária 6 e a ranhura secundária 8, de modo que a troca de líquido e vapor entre a ranhura primária 6 e a ranhura secundária 8 se torna possível. Em áreas que apresentam uma distância S pequena entre as protuberâncias de 20 material 9, preferencialmente o líquido da ranhura primária 6 chega á ranhura secundária 8.
O líquido evapora dentro da ranhura secundária 8. O vapor emergente sai da ranhura secundária 8 preferencialmente naqueles pontos que apresentam uma distancia grande entre as protuberâncias de material 9, isto é, na área das cavidades 10. Estas bolhas de vapor que lá saem formam pontos de origem para a posterior evaporação de líquido na 25 ranhura primária 6. Para a evaporação posterior de líquido na ranhura primária 6 é vantajoso que as aletas 2 se estendam continuamente no lado externo do tubo ao longo da ranhura primária 6. Devido á variação dirigida da largura de abertura da ranhura secundária 8, a troca de líquido e vapor entre a ranhura primária 6 e a ranhura secundária 8 é controlada de modo que o abastecimento de líquido e a saída de vapor acontecem em áreas separadas 30 uma da outra. Esta propriedade vantajosa, os tubos do estado da técnica, por exemplo, os produzidos de acordo com EP 1 223 400 B1, não apresentam, uma vez que no caso deles r na verdade a forma da seção transversal da ranhura secundária 8 é variada, porém, não sua largura de abertura, e assim não existem áreas respectivamente para o abastecimento com líquido e saída de vapor. A extensão da ranhura secundária 8 em direção radial, 35 medido a partir do fundo da ranhura 7, possui nas áreas com grande distância entre as protuberâncias de material 9 no máximo 15 % da altura H das aletas 2. A altura das aletas H é medida no tubo de aletas 1 acabado a partir do ponto mais profundo do fundo da ranhura 7 até a ponta da aleta 4 do tubo de aletas completamente formado.
A figura 2 mostra uma vista frontal do segmento de tubo de acordo com a figura 1. Nesta vista parcial, as aletas 2 que circundam o lado externo do tubo em forma de espiral, estendem-se para dentro do plano do desenho. Entre as aletas 2 é formada a ranhura primária 6. O pé de aleta 3 projeta-se em essência radialmente a partir 5 da parede do tubo 5. Na área do fundo da ranhura 7 que se estende entre ranhuras primárias 6 que se encontram entre respectivamente duas aletas 2 vizinhas, é formada a ranhura secundária 8 com corte por baixo. Esta ranhura secundária 8 é delimitada contra a ranhura primária 6 através das protuberâncias de material 9 opostas.
Estas protuberâncias de material 9 estendem-se 10 continuamente ao longo da ranhura primária 6 verticalmente ao plano do desenho, sendo que entre protuberâncias de material 9 opostas é formada uma distância S que é variada em intervalos regulares. Em planos diferentes, S na área entre as cavidades 10 assume o valor mínimo Smin, e no ponto mais alto de uma cavidade 10 assume o valor Smax. Devido a esta alteração da seção transversal, são localmente formadas cavidades 10 com uma largura de 15 abertura que favorecem especialmente uma formação de pontos de origem para bolhas.
A figura 3 mostra uma vista do lado externo de um segmento de tubo 1 de acordo com a presente invenção, com a ranhura secundária 8 parcialmente fechada. Nisso, a ranhura secundária 8, em intervalos regulares, é completamente fechada em direção à ranhura primária 6. Isto corresponde ao caso de que em determinadas áreas a 20 distância entre as protuberâncias de material 9 é reduzida para zero. A ranhura secundária 8 possui então apenas nas respectivas áreas intermediárias aberturas em direção para a ranhura primária 6, sendo que a largura dessas aberturas reduz-se nas suas respectivas bordas.
A figura 4 mostra uma vista frontal do segmento de tubo de 25 acordo com a figura 3. As protuberâncias de material 9 estendem-se novamente de modo contínuo ao longo da ranhura primária 6, verticalmente ao plano do desenho, com uma distância S entre as protuberâncias de material 9 opostas que é variada em intervalos regulares.
Ao passo que na área de uma cavidade no ponto mais alto o 30 valor Smax relativamente à figura 2 fica inalterado, S entre as cavidades 10 assume o valor mínimo de Smin = 0. Nestas áreas, as protuberâncias de material 9 opostas tocam-se mutuamente, sem que ocorra um fecho devido ao material. As bolhas novamente escapam através das cavidades 10 abertas para dentro do centro da ranhura primária 6. O líquido flui pelas bordas das aberturas para dentro da cavidade. Na área fechada da ranhura 35 secundária 8 permanece um pequeno canal entre as cavidades 10 que apresenta nenhuma ligação à ranhura primária 6. Porém, através desses canais podem ser compensadas, por exemplo, diferenças de pressão entre as cavidades 10 vizinhas. O comprimento L das áreas, onde a ranhura secundária não é fechada, é com vantagem entre 0,2 mm e 0,5 mm.
A figura 5 mostra uma vista parcial do lado externo de um segmento de tubo de acordo com a presente invenção, com uma ranhura secundária completamente fechada entre as cavidades. Como é mostrado, também é vantajoso, nas áreas onde a distância entre as protuberâncias de material 9 é reduzida para o valor zero, 5 deformar as protuberâncias de material 9 até o ponto de que são deslocados até o fundo da ranhura secundária 8, e assim a ranhura secundária 8 é fechada por aperto nesta área. Dessa forma gera-se nas áreas intermediárias cavidades 10 locais, em direção circunferencial do tubo estendidas de modo completamente delimitado como espaços ocos com cortes por baixo no fundo da ranhura primária 6. Estas cavidades agem como pontos 10 de origem para a formação de bolhas extremamente eficientes, uma vez que nestas estruturas a complementação do fluxo pode ocorrer de uma maneira muito controlada e até mesmo bolhas especialmente pequenas não são deslocadas. As bolhas novamente escapam através das cavidades 10 abertas para o centro da ranhura secundária 8. O líquido continua fluindo para dentro da cavidade nas bordas das aberturas. O comprimento L 15 das áreas, onde a ranhura secundária não é fechada, com vantagem têm entre 0,2 mm e 0,5 mm.
A figura 6 mostra uma vista frontal do segmento de tubo de acordo com a figura 5. Como é mostrado, novamente é esclarecido como nas áreas, onde a distância entre as protuberâncias de material 9 é reduzida para o valor de zero, as 20 protuberâncias de material 9 são deformadas. Estas são deslocadas até o fundo da ranhura secundária 8, fazendo com que a ranhura secundária 8 nesta área esteja fechada por aperto.
A distância S entre as protuberâncias de material 9 opostas varia entre 0 mm e 0,1 mm. Nas regiões onde esta distância assume seu valor máximo Smax, 25 este valor fica tipicamente entre 0,03 mm e 0,1 mm, de preferência, entre 0,06 mm e 0,09 mm.
Adicionalmente á formação das ranhuras secundárias 8 com corte por baixo no fundo da ranhura 7 das ranhuras primárias 6, apropriadamente as pontas das aletas como região distai 4 das aletas 2 são de tal modo deformado que fecham 30 parcialmente as ranhuras primárias 6 em direção radial, assim formando um espaço oco parcialmente fechado. A ligação entre a ranhura primária 6 e o meio ambiente é formada na forma de poros 11 ou fendas, para que as bolhas de vapor possam escapar da ranhura primária 6. A deformação das pontas das aletas 4 acontece com métodos que podem ser obtidos do estado da técnica. As próprias ranhuras primárias 6 são então ranhuras com 35 cortes por baixo.
Devido á combinação das cavidades 10 de acordo com a presente invenção com uma ranhura primária 6 fechada, exceto os poros 11 ou fendas, é obtida uma estrutura que ainda se destaca pelo fato de que em uma faixa muito ampla de condições operacionais apresenta um rendimento muito alto na evaporação de líquidos. Em especial, na variação da densidade do fluxo de calor ou da diferença de temperatura propulsora, o coeficiente de transferência de calor da estrutura permanece quase que constante em um nível muito alto.
A solução de acordo com a presente invenção refere-se a tubos estruturados onde o coeficiente de transferência de calor é aumentado no lado externo do tubo. A fim de não transferir a parte maior da resistência de passagem de calor para o lado interno, o coeficiente de transferência de calor no lado interno também pode ser intensificado através de uma estruturação interna apropriada.
Os tubos de trocadores de calor para trocadores de calor de feixes de tubos usualmente possuem pelo menos uma região estruturada e extremidade lisas e eventualmente partes intermediárias lisas. As partes extremas ou intermediárias lisas delimitam as áreas estruturadas. Para que o tubo possa ser montado sem problemas no trocador de calor de feixe de tubos, o diâmetro externo das áreas estruturadas não pode 15 ser maior do que o diâmetro externo das partes extremas e intermediárias lisas. LISTA DE REFERÊNCIAS 1 Tubo de trocador de calor metálico, tubo de aletas 2 Aletas 3 Pé de aleta 4 Pontas da aleta, regiões distais das aletas 5 Parede do tubo 6 Ranhura primária 7 Fundo da ranhura 8 Ranhura secundária 9 Protuberância de material 10 Cavidade 11 Poros S Distância entre protuberâncias de material opostas. Smax Distância máxima entre protuberâncias de material opostas Smin Distância mínima entre protuberâncias de material opostas L Comprimento das regiões em direção de circulação, onde a distância S não é igual a zero.
Claims (7)
1. Tubo de trocador de calor metálico (1) com aletas (2) formadas integralmente e executadas continuamente, que circundam o lado externo do tubo em forma de espiral, cujo pé de aleta (3) em essência projeta-se radialmente a partir da parede do tubo (5), e com ranhuras primárias (6) que se encontram entre aletas (2) respectivamente vizinhas, sendo que na região do fundo da ranhura (7) das ranhuras primárias (6) é disposta pelo menos uma ranhura secundária (8) com corte por baixo, esta ranhura secundária (8) é delimitada perante a ranhura primária (6) por meio de um par de protuberâncias de material (9) mutuamente opostas, formadas de material de pés de aletas (3) respectivamente vizinhos, estas protuberâncias de material (9) estendem-se continuamente ao longo da ranhura primária (6), a seção transversal da ranhura secundária (8) é variada em intervalos regulares, sem que nisso a forma das aletas (2) seja influenciada, fato pelo qual as cavidades (10) locais estão formadas como espaços ocos rebaixados no fundo da ranhura (6) primária, e que entre protuberâncias de material (9) opostas existe uma distância (S) , caracterizado pelo fato de que esta distância (S) é variada em intervalos regulares, sendo que em diferentes planos a distância (S) assume um valor minimo(Smin) na zona entre as cavidades (10) e um valor máximo (Smax) no local mais alto das cavidades (10), fato pelo qual a largura de abertura da ranhura secundária (8) é variada.
2. Tubo de trocador de calor metálico, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a distância (S) entre as protuberâncias de material (9) opostas em intervalos regulares assume o valor zero.
3. Tubo de trocador de calor metálico, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que nas regiões onde a distância entre as protuberâncias de material (9) opostas assume o valor zero, a ranhura secundária (8) é fechada, em essência por aperto.
4. Tubo de trocador de calor metálico, de acordo com uma das reivindicações de 1 a 3, caracterizado pelo fato de que a distância máxima (Smax) entre as protuberâncias de material (9) opostas é de 0,03mm a 0,Imm.
5. Tubo de trocador de calor metálico, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a distância máxima (Smax) entre as protuberâncias de material (9) opostas é de 0,0 6mm a 0,09mm.
6. Tubo de trocador de calor metálico, de acordo com uma das reivindicações 2 a 5, caracterizado pelo fato de que o comprimento (L) medido em direção de circulação das regiões, onde a distância (S) das protuberâncias de material (9) opostas não tem o valor zero, fica entre 0,2 mm e 0,5 mm.
7. Tubo de trocador de calor metálico, de acordo com uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que as pontas das aletas (4) são de tal modo deformadas que cobrem as ranhuras primárias (6) em direção radial e as fecham parcialmente, dessa forma formando um espaço oco parcialmente fechado, circundando o em forma de espiral.
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