BRPI0900854B1 - limpador de pára-brisa, especialmente para veículos automóveis - Google Patents

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arm
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Nacamuli Marc
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Abstract

limpador de pra-brisa, especialmente para veículos automóveis. objetivo da presente invenção são limpadores de pára-brisa (1), especialmente para vidros de veículos automóveis. um limpador de pára-brisa (1) é composto por um braço acionável (2) e uma palheta do limpador (4), conectada a este de forma articulada. na extremidade do braço do limpador (3) estão dispostos como meios de conexão, respectivamente apontando transversalmente para o sentido longitudinal, um pino (5) e uma ponte (7) . na palheta do limpador (4) é realizada a conexão através de um elemento conector (10), colocado na posição centralizada, que possui uma estrutura em forma de caixa e que apresenta, nas duas paredes laterais opostas (11), furos de passagem (6) alinhados entre si. como meio de conexão adicional há uma peça de junção (12) que pode ser fixada ao elemento conector (10). esta peça de junção (12) possui um furo cego (14), em alinhamento perfeito com os furos (6) do elemento conector, que aloja o pino (5) da extremidade do braço do limpador (3) até o encosto, e um recesso em forma de fenda (15), no qual entra a extremidade angular (8) da ponte (7) como meio de travamento. no estado montado há uma distância (16) entre os dois lados longitudinais voltados para si, da extremidade do braço do limpador (4) e da palheta do limpador (4)

Description

LIMPADOR DE PÁRA-BRISA, ESPECIALMENTE PARA VEÍCULOS AUTOMÓVEIS
Descrição:
A presente invenção refere-se a um limpador de pára-brisa, especialmente para o vidro de um veículo automóvel, com um braço acionável do limpador de pára-brisa e uma palheta do limpador de pára-brisa, conectada a este braço de forma articulada, de acordo com as características no preâmbulo da reivindicação 1.
Um braço de limpador de pára-brisa desse tipo é conhecido pela EP 1 098 796 e possui, para a fixação de uma palheta do limpador de pára-brisa, em sua extremidade livre um pino articulado e uma ponte, disposta em sentido paralelo ao pino articulado, com uma extremidade angular.
Uma palheta do limpador de pára-brisa conectável a um braço de limpador desse tipo está descrita na EP 1 098 795. Na palheta do limpador de pára-brisa reivindicada neste documento trata-se de uma palheta plana de limpador. Palhetas planas de limpador de pára-brisa pertencem há muito tempo ao estado atual da técnica. Elas consistem numa barra plana goma-elástica, alongada, encostável no vidro, e em pelo menos um elemento de suporte, elástico como mola, que se estende como suporte acima da referida barra plana em sentido longitudinal paralelo, havendo uma peça de acoplamento conectada no centro do elemento de suporte.
Na palheta plana de limpador de pára-brisa, descrita na EP 1 098 795, está prevista, no lado longitudinal da peça de acoplamento central, uma segunda metade articulada, preferencialmente em forma de um furo de assento, no qual é α' ιΧ inserido ο pino articulado de um braço do limpador de pára-brisa conforme a EP 1 098 796, de maneira que seja estabelecida uma conexão girável entre o braço e a palheta de limpador. Para evitar a soltura indesejada da palheta do braço do limpador, a peça de acoplamento central possui uma ranhura que se estende em sentido transversal ao comprimento longitudinal da palheta de limpador. Esta ranhura transversal aloja uma ponte na extremidade do braço do limpador, sendo que a extremidade angular da ponte fica encostada no lado longitudinal da peça de acoplamento que está afastado do braço do limpador. Dessa maneira, a palheta do limpador está encerrada, em direção ao eixo articulado para o braço do limpador, entre duas superfícies de encosto. A primeira superfície de encosto é formada pelo lado longitudinal, direcionado para a palheta do limpador, da extremidade do braço do limpador, que está encostado diretamente na lateral no lado longitudinal, virado para o braço do limpador, da peça de acoplamento. A segunda superfície de encosto é formada pela área interna da extremidade angular da ponte saindo da extremidade do braço do limpador, que está encostada no lado longitudinal, afastado do braço do limpador, da peça de acoplamento. Através da ponte do braço do limpador que encerra a palheta do limpador, é obtido o travamento axial contra a soltura no estado operacional. Devido ao movimento relativo da palheta e o braço do limpador entre si ocorre, no entanto, também um movimento relativo entre as superfícies de encosto, fato pelo qual ocorre atrito e desgaste nessas áreas do braço e da palheta do limpador.
Na configuração observada, o braço do limpador está disposto, no estado montado, ao lado da palheta do limpador.
Fala-se de um assim-denominado sistema side-lock. Essa disposição oferece vantagens aerodinâmicas, uma vez que esse sistema de limpador de pára-brisa é construído com pouca altura, oferecendo, portanto, pouca resistência ao vento relativo, o que tem, por exemplo, um efeito redutor de ruídos.
Ao contrário de palhetas planas de limpador, as palhetas com um sistema de estribo de suporte são estruturadas com vários elementos e possuem um estribo central onde são acoplados estribos subordinados, dos quais pelo menos alguns seguram uma barra plana limpadora com garras em suas extremidades. Para a conexão com o braço do limpador, o estribo central possui uma caixa suspensa, aberta para cima, com duas paredes laterais estendidas em sentido longitudinal da palheta do limpador, que estão ligadas entre si por meio de um pino articulado, sendo que em posição defasada a estes pinos articulados há ainda furos de passagem alinhados entre si, colocados nessas paredes laterais.
A fim de tirar proveito do método simples de montagem e desmontagem do braço de limpador side-lock de conexão lateral acima descrito conforme a EP 1 098 796 também para estas palhetas de limpador tradicionais com sistema de estribo de suporte, é conhecida, do estado atual da técnica, uma variedade de adaptadores, com ajuda dos quais a palheta do limpador pode ser adaptada na área da conexão de tal maneira que seja possibilitada uma ligação articulada com o braço do limpador conforme a EP 1 098
796.
A EP 1 458 600 descreve, por exemplo, um adaptador basicamente em forma de U, feito de material sintético, com lâminas flexíveis laterais, nas quais estão anexadas luvas de apoio tubulares. No lado interno da parede de cobertura do adaptador está previsto, além disso, um clipe. Para a montagem, este adaptador é inserido, do lado de cima, para dentro da caixa suspensa do estribo central, até que as luvas de apoio laterais entram nos furos de passagem das paredes laterais da caixa suspensa e o clipe engata no pino articulado. 0 adaptador possui em sua superfície, conforme a peça de acoplamento da palheta plana do limpador que é a base revelada na EP 1 098 795, uma ranhura transversal na qual a ponte do braço do limpador, no estado montado, está apoiada. 0 adaptador sobressai às respectivas paredes laterais da caixa suspensa com um colar, formando assim, também de acordo com a peça de acoplamento da palheta plana do limpador descrita na EP 1 098 795, em ambos os lados superfícies de encosto com o braço do limpador e com a extremidade angular da ponte, de maneira que seja obtido o travamento em sentido axial.
Na EP 1 461 235 há descrito um outro adaptador para a conexão de um braço de limpador de pára-brisa conforme a EP 1 098 796 com uma palheta de limpador de sistema de estribo. O adaptador é composto basicamente de uma peça central em forma de bloco com áreas de guia laterais que estão separadas da peça central por fendas. No estado montado, essas fendas engrenam nas paredes laterais da caixa suspensa no estribo central, sendo que a parte central do adaptador se apóia no lado interno nas paredes laterais da caixa suspensa. A parede de cobertura do adaptador possui, por sua vez, uma ranhura transversal em sua superfície na qual é contida, no estado montado, a ponte da extremidade do braço do limpador. De acordo com peça de acoplamento da palheta plana do limpador descrita na EP 1 098 795, os colares do adaptador, que se sobressaem nas paredes laterais da caixa suspensa na área da ponte, formam também aqui superfícies de encosto e de guia nas quais encostam, no estado montado, numa área lateral do braço do limpador e na extremidade angular da ponte.
Em todos os sistemas descritos até aqui, de conexão de palheta e de braço do limpador, há um contato direto entre o lado longitudinal da extremidade do braço do limpador, virado para a palheta do limpador, e o lado longitudinal da peça de acoplamento da palheta, virado para a extremidade do braço do limpador, respectivamente, o adaptador usado na palheta do limpador. Esta superfície de contato é obrigatoriamente necessária, nas soluções conhecidas, como segunda área de encosto para o travamento axial.
Superfície de contato significa aqui, por causa do movimento oscilante de compensação que no estado operacional ocorre constantemente entre a palheta e o braço do limpador em torno do eixo articulado, necessariamente também superfície de atrito. Porém, tais áreas de atrito são indesejadas porque efeitos de atrição como, por exemplo, desgaste do material, podem surgir e porque o movimento pendular da palheta do limpador é freado.
Por esta razão é sempre vantajoso reduzir as superfícies de contato entre a palheta e o braço do limpador que, como foi explicado acima, são sempre também superfícies de atrito.
Consequentemente, a presente invenção tem a tarefa de conectar, ao braço do limpador conhecido pela EP 1 098 796, uma palheta de limpador de forma articulada, de maneira que não haja mais presença de superfícies de atrito desfavoráveis nesta região.
Esta tarefa é solucionada, de acordo com a presente invenção, através das características da reivindicação 1.
Outras configurações vantajosas estão apresentadas nas reivindicações secundárias.
Para solucionar esta tarefa é usada, como palheta do limpador, uma palheta plana com um elemento conector posicionado no centro, sendo que este elemento conector possui uma estrutura em forma de caixa, aberta para o lado superior, com quatro paredes frontais e laterais. A adaptação dessa palheta plana para o tipo side-lock de braço de limpador conforme a EP 1 098 795 é obtida, de acordo com a presente invenção, através da colocação de uma peça de junção no elemento conector descrito da palheta plana do limpador, onde as peças de acoplamento da extremidade do braço do limpador conhecido, ou seja, o pino articulado e a ponte, cooperam com o elemento conector conforme a invenção de tal maneira que seja obtida uma conexão articulada, de operação segura, entre o braço e a palheta do limpador.
A vantagem da presente invenção consiste no fato que a peça de junção está adaptada, em termos construtivos, ao elemento conector da palheta do limpador e às peças de acoplamento do braço do limpador de tal maneira que, em estado montado, não haja mais contato direto entre a parede lateral da extremidade do braço do limpador, virada para a palheta do limpador, e as paredes laterais da palheta do limpador, viradas para o braço do limpador, e a peça de junção. Na presente invenção, o travamento transversal da palheta do limpador é obtido, ao contrário do estado atual da técnica, de tal forma que o pino do braço do limpador é inserido primeiramente até o encosto num furo cego da peça de junção, e depois é introduzida a extremidade angular da ponte do braço do limpador num recesso paralelo ao eixo longitudinal dentro da peça de junção. Portanto, a área frontal do pino articulado e as duas superfícies laterais da extremidade angular da ponte formam agora as superfícies de encosto contra a peça de junção, respectivamente, contra a palheta de limpador conectada a esta.
Graças à guia precisa do pino articulado, respectivamente da extremidade da ponte, no furo ou recesso dimensionado correspondentemente da peça de junção, não é mais
necessário apoiar a ponte transversal do braço do limpador
adicionalmente numa ranhura transversal do adaptador, como é
conhecido pelo estado atual da técnica.
Numa configuração vantajosa da presente invenção
há uma nervura plana de cobertura no lado superior da peça de
junção, formando uma curva do corpo básico para o lado em ângulo reto. Em estado montado, a nervura de cobertura está apoiada com seu lado inferior sobre uma parede lateral do elemento conector. Este encosto facilita não apenas a montagem, mas permite também uma conexão resistente à torção da peça de junção com o elemento conector. Dessa maneira não ocorrem forças de atrito indesejadas entre a peça de junção e o elemento conector.
Numa outra configuração vantajosa da presente invenção, é possível que o usuário consiga concluir uma montagem rápida e de ajuste preciso da peça de junção e do elemento conector, principalmente no que se refere ao alinhamento perfeito dos respectivos furos da peça de junção e do elemento conector, pelo fato de a peça de junção possuir uma nervura lateral. Esta nervura lateral parte da nervura de cobertura em ângulo reto para baixo e, em estado montado, entra no elemento conector, sendo que suas dimensões estão ajustadas ao espaço interno vazio do elemento conector. Dessa forma podem ser dispensados, de maneira vantajosa, elementos elásticos como mola, por exemplo, lâminas de engate, clipes, na peça de junção, como são usados, no estado atual da técnica, para a conexão de posição estável e resistente à torção com a palheta do limpador.
Em mais uma outra configuração vantajosa da presente invenção, a parede do furo cego na peça de junção é parcialmente removida, de forma que o furo cego fique aberto, numa determinada região, para um lado longitudinal. Dessa maneira, a área de contato entre o pino articulado do braço do limpador e as paredes do furo e, consequentemente, a superfície de atrito entre o braço do limpador e a peça de junção, é reduzida ainda mais.
Uma outra vantagem da presente invenção consiste no fato de que, pelo uso da peça de junção segundo a invenção, uma palheta plana de limpador pode ser adaptada, com um elemento conector antes não compatível, num braço de limpador do tipo comercializado. A extensão do campo de aplicação para um produto, como a palheta plana de limpador aqui usada, significa sempre uma redução dos custos, beneficiando o consumidor.
Com os desenhos apresentados a seguir, pretendese descrever mais detalhadamente a presente invenção com base num exemplo de execução.
Apresentam
Fig. la a Id quatro representações de uma peça de junção,
Fig. 2a e 2b duas representações, em
perspectiva da montagem, da peça de junção no elemento conector da
palheta do limpador,
Fig. 2 c uma visão de um corte feito ao longo da
linha II-II na Fig. 2b,
Fig. 3a a 3d quatro representações, em
perspectiva da montagem, do braço do limpador na palheta do
limpador com a peça de junção,
Fig. 4a e 4d um dispositivo conector montado em
duas representações em perspectiva.
As Fig. la a Id mostram um exemplo de execução para a peça de junção 12 conforme a invenção em quatro visões diferentes. A Fig. Ia mostra a peça de junção 12 numa visão isométrica, a Fig. 1b numa visão lateral na posição de montagem, a Fig. 1c na visão posterior na posição de montagem, e a Fig. ld na visão inferior na posição de montagem.
Posição de montagem significa que a peça de junção 12 está mostrada no alinhamento em que será inserida depois, conforme Fig. 2a a 2c, num elemento conector 10, fixado sobre a palheta do limpador. A visão lateral na Fig. lb representa, portanto, a peça de junção 12 no sentido paralelo à extensão longitudinal da palheta do limpador 4.
A estrutura da peça de junção 12 pode ser dividida em duas seções. A visão da Fig. 1c mostra claramente que o volume principal da peça de junção 12 está concentrado num corpo básico 13 que se estende, na Fig. lc, à direita de uma fenda longitudinal 21. Este corpo básico 13 possui, como mostram as representações das Fig. lb e ld, uma forma externa aproximadamente cúbica, estirada ao comprido.
Separado deste corpo básico 13 por uma fenda longitudinal 21, encontra-se uma nervura lateral 18, de parede fina em proporção ao corpo básico 13. Esta nervura lateral 18 estende-se paralelamente deslocada para o corpo básico 13, de maneira que a fenda longitudinal 21 possui uma largura uniforme.
A nervura lateral 18 está ligada ao corpo básico por meio de uma nervura de cobertura 17 que termina a fenda longitudinal 21 para cima. O comprimento da nervura de cobertura 17 e, consequentemente a largura da fenda longitudinal 21, corresponde aproximadamente à espessura da parede lateral do elemento conector 10, no qual a peça de junção 12 é introduzida conforme Fig. 2a a 2c.
A nervura de cobertura 17 está juntada rente à borda superior do corpo básico 13 e à nervura lateral 18, sendo que a nervura lateral 18 está posicionada em ângulo reto para baixo da nervura de cobertura 17 e se estende para baixo de tal forma que a borda inferior da nervura lateral 18 se encontra um pouco abaixo da borda inferior do corpo básico 13 (vide Fig. lc).
A nervura lateral 18 possui recortes radiais 22 nas duas extremidades inferiores que, como será explicado mais à frente, cooperam com respectivos contra-elementos do elemento conector 10.
O corpo básico 13 é, conforme mostram as Fig. lb e Id, nitidamente mais comprido que a nervura lateral 18. O corpo básico 13 possui aproximadamente o dobro do comprimento da nervura lateral 18.
A nervura lateral 18 com a nervura de cobertura conectiva está juntada rente a uma extremidade longitudinal do corpo básico 13, de maneira que o corpo básico 13 pode ser dividido, por sua vez, em duas seções, a saber, numa seção situada à frente da nervura lateral 18, e numa seção que se prolonga, em sua extensão longitudinal, além do comprimento da nervura lateral 18. Nesta última região mencionada, o corpo básico 13 possui várias aberturas verticais de passagem. Por um lado, o corpo básico 13 apresenta aqui uma estrutura celular aberta, delimitada por nervuras longitudinais e transversais. O corpo básico 13 possui, além dessas células abertas, um recesso 15 paralelo à extensão longitudinal que, como mostra a visão inferior da Fig. ld de maneira especialmente nítida, tem sua seção transversal delimitada em forma retangular.
O referido recesso 15 estende-se quase pelo comprimento inteiro do segmento do corpo básico que se prolonga além da extensão longitudinal da nervura lateral 18. Por outro
lado, o recesso 15 possui uma largura pequena em relação ao
comprimento.
A parte do corpo básico 13 que se prolonga em
sentido longitudinal além da nervura lateral 18 possui ainda em
sua superfície uma inclinação oblíqua em relação à linha horizontal, como mostra a Fig. lc claramente. Esta inclinação oblíqua 20 é de 6 a 8 graus e, no estado montado, deve compensar a flexão da palheta plana do limpador 4 pelo encosto ao vidro de tal maneira que a superfície do corpo básico 13 esteja então em alinhamento paralelo à ponte 7 da extremidade do braço do limpador 3.
A nervura lateral 18 da peça de junção 12 possui, em sentido transversal, um furo de passagem cilíndrico 19.
Alinhado em sentido transversal com este furo de passagem 19, e
separado deste furo de passagem pela fenda longitudinal 21, há um
furo cego 14 no corpo básico 13. Este furo cego 14 é também
cilíndrico e possui o mesmo diâmetro que o furo de passagem 19
atravessando a nervura lateral 18 .
Como mostra a Fig. ld, o furo cego 14 é
parcialmente aberto para um lado longitudinal, uma vez que a
altura do corpo básico 13 nessa região não é suficiente para alojar todo o diâmetro do furo. O furo cego 14 ainda é formado aproximadamente pela metade no corpo básico 13. A largura da peça de junção 12 que, de acordo com as Fig. lc e ld é medida a partir do lado externo da nervura lateral 18, afastado do corpo básico, até o lado externo do corpo básico 13, situado à maior distância deste, estendendo-se em paralelo do mesmo e afastado da nervura lateral 18, é menor que 16 mm, preferencialmente 15,5 mm.
As Fig. 2a e 2b mostram através de duas representações em perspectiva como a peça de junção 12, mostrada ainda individualmente nas Fig. la a ld, é montada num elemento conector 10 de uma palheta de limpador 4.
Na palheta de limpador 4 empregada aqui trata-se de uma palheta plana, que consiste numa borracha limpadora 9, encostável no vidro, e num meio de suporte que é colocado acima da borracha limpadora 9 e o sustenta, sendo este meio de suporte preferencialmente uma barra elástica elongada, esticada em forma de fita. Nas figuras aqui apresentadas, este meio de suporte não é visível, pois está coberto por uma cobertura de spoiler.
Em posição central na palheta de limpador 4 há um elemento conector 10, fixado de forma inseparável no meio de suporte, por exemplo, através de uma união por rebite. Na região do elemento conector 10, a cobertura em forma de spoiler da palheta limpadora está interrompida. Por meio deste elemento conector 10 é feita a ligação com a extremidade do braço do limpador 3 (vide Fig. 3a a 3d) . Mas para poder realizar esta ligação com a extremidade do braço do limpador 3 aqui apresentado, é primeiramente necessário acoplar a peça de junção 12 ao elemento conector 10. Este processo de pré-montagem está mostrado nas Fig. 2a a 2c.
O elemento conector 10 é simétrico em relação ao eixo central transversal e longitudinal e foi composto por duas metades longitudinais. Esta divisão em duas partes pode ser identificada ainda na linha de separação que corresponde ao eixo central longitudinal. As paredes laterais 11 do elemento conector 10 possuem um comprimento aproximadamente 3 a 4 vezes maior que a largura das paredes frontais.
As paredes laterais 11 e frontais do elemento conector 10 não estão configuradas com superfície plana, mas possuem na extremidade superior uma respectiva saliência em forma de colar.
No centro da região configurada em forma de colar das paredes laterais do elemento conector 10 há um respectivo furo de passagem cilíndrico 6, sendo que os dois furos 6 estão alinhados em sentido transversal entre si. O diâmetro desses furos 6 corresponde aproximadamente ao diâmetro dos furos 14, 19 na nervura lateral 18 e no corpo básico 13 da peça de junção 12.
De acordo com as Fig. 2a e 2b, a peça de junção 12 é inserida pelo lado de cima para dentro do elemento conector
10. Nessa operação é introduzida uma parede lateral 11 do elemento conector 10 dentro da fenda longitudinal 21 da peça de junção 12, até que o lado inferior da nervura de cobertura 17 da peça de junção 12 esteja apoiado sobre o lado superior da parede lateral 11 do elemento conector 10.
A peça de junção 12 é alinhada de tal forma que a nervura lateral 18 entra no espaço interno vazio do elemento conector 10, enquanto o corpo básico 13 fica encostado lateralmente no lado externo.
A largura da fenda longitudinal 21 da peça de junção 12 é ajustada aqui à largura da parede lateral do elemento conector 10 de tal maneira que, após a introdução, haja mais folga ou a menor folga possível entre o elemento conector 10 e a peça de junção 12.
Após a inserção da peça de junção 12 dentro do elemento conector 10 é muito importante que os furos 6 nas paredes laterais 11 do elemento conector 10 estejam alinhados com os furos 14, 19 na peça de junção 12. Esta condição deve estar preenchida para que posteriormente seja possível introduzir um pino articulado 5, previsto na extremidade do braço do limpador 3, conforme mostrado nas Fig. 3a a 3d.
A fim de facilitar para o usuário este posicionamento indispensável de ajuste preciso dos furos 6, 14, 19, a nervura lateral 18 da peça de junção 12 possui recortes característicos 22 em seus cantos inferiores.
A Fig. 2c apresenta um corte longitudinal ao longo da linha II-II da Fig. 2b e mostra como a nervura lateral 18 entra no espaço interno vazio do elemento conector 10. O contorno externo 22 da nervura lateral 18 é configurado de forma complementar ao contorno interno do elemento conector 10, de maneira que a peça de junção 12 possa ser inserida somente numa determinada posição longitudinal para o elemento conector 10. Nesta posição longitudinal definida, os furos 6, 14, 19 do elemento conector 10 e da peça de junção 12 estão alinhados entre si em sentido transversal, e o braço do limpador 2 pode ser montado agora.
Através da Fig. 2c torna-se evidente também a função da nervura lateral 18. Ela funciona como ajuda para a montagem, não sendo, porém, um elemento funcional indispensável da peça de junção 12 conforme a invenção. Seria imaginável também utilizar uma peça de junção 12 sem nervura lateral 18 e apenas com
a nervura de cobertura 17, onde, para efetuar a montagem, a
nervura de cobertura 17 seria então encostada no lado superior de
uma parede lateral 11 do elemento conector 10 . No entanto, o
usuário teria de deslocar o elemento conector 10 até que o furo cego 14 da peça de junção 12 estivesse posicionado em alinhamento para os furos 6 da parede lateral do elemento conector 10. Este procedimento seria executado apenas a olho e consequentemente um tanto mais dispendioso. Também uma solução dessa configuração é reivindicada pela presente invenção.
Finalmente seria possível dispensar não apenas a nervura lateral 18, mas também a nervura de cobertura 17. Nesse caso, a peça de junção 12 estaria composta somente pelo corpo básico 13 encostado na parte externa, com furo cego 14 e recesso longitudinal 15. O posicionamento longitudinal seria efetuado também nesse caso conforme descrito acima. Não havería, porém, uma ligação de união positiva, por causa da ausência da nervura de cobertura 17, com respeito ao movimento compensador giratório em torno do eixo do furo transversal. As vantagens de uma ligação resistente à torção tornam-se evidentes pelas descrições das Fig. 3a a 3d. Apesar disso é reivindicada também uma solução dessa configuração pela presente invenção.
As Fig. 3a a 3d mostram como, num limpador de pára-brisa 1 conforme a invenção, é montada a palheta do limpador 4, equipada com a peça de junção 12, num braço do limpador 2 de acordo com a EP 1 098 796.
Na Fig. 3a, o braço do limpador 2 e a palheta do limpador 4 estão representados separadamente entre si. A palheta do limpador 4 está equipada, de acordo com o procedimento de montagem explicado pelas Fig. 2a a 2c, com a peça de junção 12. O braço do limpador 2 conforme a EP 1 098 796 possui, para a fixação lateral a uma palheta do limpador 4, meios de acoplamento correspondentes em sua extremidade 3. Fazem parte dos meios de acoplamento um pino articulado cilíndrico 5 que sai da extremidade do braço do limpador 3 em direção transversal e que tem um diâmetro menor ou igual aos diâmetros dos furos 6, 14, 19 da peça de junção 12 e do elemento conector 10, e uma ponte 7 paralelamente deslocado, que possui uma extremidade angular 8, direcionada para baixo em forma de L. A distância da extremidade livre do braço do limpador 2 para o pino articulado 5 é menor que a distância da extremidade livre do braço do limpador 2 para a ponte 7.
Para ligar a palheta do limpador 4 com o braço do limpador 2, a palheta do limpador 4 deve ser primeiramente posicionada, conforme mostra a Fig. 3a, de maneira que a extremidade angular 8 da ponte 7 não dificulte a inserção do pino articulado 5 do braço do limpador 2 nas aberturas 6, 14, 19, da palheta do limpador 4. Essa posição girada de montagem do braço do limpador 2 e da palheta do limpador 4 é mostrada nas Fig. 3a e 3b.
De acordo com a Fig. 3b é possível somente nessa posição do braço do limpador 2 e da palheta do limpador 4 introduzir o pino articulado 5 no furo 6 da palheta do limpador 4. Consequentemente, o pino articulado 5 atravessa, ao deslizar o braço do limpador 2 sobre a palheta do limpador 4, primeiramente o furo de passagem 6 da parede lateral livre 11 do elemento conector 10, depois o espaço interno vazio livre do elemento conector 10, em seguida o furo de passagem 19 da nervura lateral da peça de junção 12, e depois o furo de passagem 6 da parede lateral 11 do elemento conector 10 que é encerrada pela peça de junção, antes de entrar no furo cego 14 no corpo básico 13 da peça de junção 12. O pino articulado 5 é introduzido lateralmente até que encoste no fundo do furo cego 14. Essa posição intermediária de montagem é apresentada na Fig. 3b.
A Fig. 3b mostra, além disso, que o comprimento do furo cego 14 está ajustado ao comprimento do pino articulado 5 de tal forma que permanece uma distância 16 entre o lado longitudinal da extremidade do braço do limpador 3, virado para a palheta do limpador 4, e o lado longitudinal do elemento conector 10, virado para a extremidade do braço do limpador 3.
O diâmetro interno dos furos 6, 14, 19 no elemento conector 10 e na peça de junção 12 é dimensionado, além disso, de ajuste preciso ou aproximadamente preciso em relação ao diâmetro externo do pino 5 na extremidade do braço do limpador, de maneira que a palheta do limpador 4 seja fixada, com posição centrada em sentido longitudinal para o braço do limpador 2, já após a inserção do pino 5.
A partir dessa posição intermediária de montagem conforme a Fig. 3b, o braço do limpador 2 pode ser agora girado de volta em torno do eixo articulado para atingir a posição definitiva de operação conforme a Fig. 3d. Também aqui as dimensões da peça de junção 12 são ajustadas à extremidade do braço do limpador de tal maneira que, ao girar o braço do limpador 2 de volta, a extremidade angular 8 em L da ponte 7 do braço do limpador 2 entra no recesso 15 no corpo básico 13 da peça de junção 12. A altura da extremidade da ponte 8 é dimensionada de maneira que saia parcialmente para baixo do recesso 15 do corpo básico 13.
Pode ser visto que o encosto do pino articulado 5 no fim do furo cego 14 deve estar ajustado precisamente com a posição do recesso 15, para que a extremidade da ponte 8 possa entrar ali sem resistência durante a montagem.
A Fig. 3d finalmente mostra, numa visão em perspectiva do lado de cima em direção inclinada, o limpador de pára-brisa 1 em sua posição operacional, na qual a borracha limpadora 9 da palheta do limpador 4 está encostada no vidro do automóvel. A soltura axial, isto é, a soltura em direção do pino articulado 5, da palheta 4 do braço do limpador 2 não é mais possível porque a extremidade da ponte 8 está contida no recesso 15 da peça de junção 12, impossibilitando assim o movimento lateral entra a palheta 4 e o braço do limpador 2. A peça de junção 12 está sujeita a uma força de retenção pela ponte 7 da extremidade do braço do limpador 3, respectivamente em sentido oposto da força vertical de soltura. Dessa maneira é estabelecida uma união operacional segura entre a palheta do limpador 4 e o braço do limpador 2 na posição de operação.
Um movimento oscilante de compensação que ocorre principalmente durante a operação de limpeza do vidro entre a palheta do limpador 4 e o braço do limpador 2 em torno do eixo do pino articulado, porém, continua sendo possível. Devido ao fato de
não haver mais contato direto entre o lado longitudinal da
extremidade do braço do limpador 3 e o lado longitudinal da
palheta do limpador 4, respectivamente do elemento conector 10,
esse movimento oscilante pode ocorrer com forças de atrito reduzidas e, consequentemente, de operação mais suave.
As Fig. 4a e 4b mostram um dispositivo de conexão montado, conforme a presente invenção, do braço do limpador 2 e da palheta do limpador 4 em posição operacional, primeiramente numa visão inferior conforme Fig. 4a, ou seja, visto do lado da borracha limpadora 9, e depois numa visão isométrica do lado de cima conforme Fig. 4b.
Aqui é novamente possível visualizar claramente a distância 16 entre a extremidade do braço do limpador 3 e a palheta do limpador 4. As paredes laterais do recesso 15 limitam, na interação com as duas áreas laterais da extremidade angular inserida da ponte 8, o movimento lateral nos dois sentidos entre o braço do limpador 2 e a palheta do limpador 4, providenciando, portanto, o travamento axial e o posicionamento lateral definido do braço do limpador 2 e da palheta do limpador 4 entre si.
A disposição aqui descrita da conexão trata-se de um exemplo preferido de execução, para o qual a presente invenção não deve ser limitada de maneira alguma. Com a presente invenção pretende-se configurar o travamento transversal em sistemas de conexão lateral entre braço do limpador 2 e palheta do limpador 4. Este travamento deve ser executado somente pela ponte 7, 8 da extremidade do braço do limpador 3, introduzindo sua extremidade angular 8 dentro da abertura correspondentemente configurada 15 da peça de junção 12.
A Fig. 4a mostra de forma especialmente clara que o furo cego 14 no corpo básico 13 da peça de junção 12 limita a inserção transversal do braço do limpador 2 dentro da palheta do limpador 4, sendo que a área frontal do pino introduzido 5 da extremidade do braço do limpador 3 encosta no fundo do furo cego 14. O diâmetro dos furos 6, 14, 19 no elemento conector 10 e na peça de junção 12 é ajustado, além disso, ao diâmetro externo do pino introduzido de tal maneira que a palheta do limpador 4 esteja mantida na posição centrada em relação ao braço do limpador 2 em sentido longitudinal.
Através do encosto do pino articulado 5 da extremidade do braço do limpador 3 no fim do furo cego 14 da peça de junção 12 é evitada, em qualquer caso, uma montagem incorreta que eventualmente usaria as áreas tradicionais de encosto entre o lado longitudinal do braço do limpador e o lado interno da ponte 7. Devido ao encosto do pino articulado 5 no furo cego 14, permanece sempre uma distância 16 entre a extremidade do braço do limpador 3 e a peça de junção 12, respectivamente a palheta do limpador 4.

Claims (10)

REIVINDICAÇÕES.
1. Limpador de pára-brisa (1), especialmente para o vidro de um veiculo automóvel, com um braço acionável do limpador de pára-brisa (2), em cuja extremidade livre (3), na lateral, transversalmente ao sentido longitudinal e apontando para uma palheta do limpador de pára-brisa (4), está fixado um pino (5) para estabelecer uma conexão articulada da palheta do limpador (4), sendo que o referido pino está encaixado numa abertura de passagem (6) da palheta do limpador (4) e travado, numa posição montada, axialmente através de uma ponte (7) que está disposta em sentido paralelo ao pino (5) no braço do limpador (2) e que sobrepõe a palheta do limpador (4) com uma extremidade angular (8), sendo a palheta do limpador (4) colocável no braço do limpador (2) uma palheta plana que é composta por uma borracha limpadora (9), um meio de suporte, configurado preferencialmente como barra elástica elongada, esticada em forma de fita, para apoiar a borracha limpadora (9), e um elemento conectar (10), colocado em posição central na palheta do limpador (4), tem as seguintes propriedades:
- o elemento conectar (10) da palheta do limpador (4) possui uma estrutura em forma de caixa aberta para cima, de quatro paredes frontais e laterais (11), caracterizado pelo fato de que as duas paredes laterais (11) do elemento conector (10), alinhadas em paralelo à extensão longitudinal da palheta do limpador (4) e situadas em posição oposta entre si, apresentam furos de passagem (6) alinhados entre si,
- para estabelecer a conexão de operação segura da palheta do limpador (4) com o braço (2), há uma peça de junção (12) que pode ser colocada no elemento conector (10) da palheta do limpador (4), sendo que a referida peça de junção (12) inclui um corpo básico (13) o qual
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2. Limpador de pára-brisa conforme reivindicação 1, caracterizado pelo fato que no corpo básico (13) da peça de junção (12) esteja anexada uma nervura de cobertura (17) que se estende em sentido transversal ao eixo longitudinal da palheta do limpador (4) em direção à extremidade do braço do limpador (3), sendo que, em estado montado, a referida nervura de cobertura (17) está apoiada sobre o elemento conector (10).
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- encosta no lado externo do elemento conector (10) que está afastado do braço do limpador (2),
- possui um furo cego (14), alinhado com os furos de passagem (6) do elemento conector (10), que aloja o pino (5) da extremidade do braço do limpador (3), sendo que, no estado montado, a área frontal do pino (5) encosta no fundo do furo cego (14), e
- possui um recesso (15), de trajeto paralelo ao eixo longitudinal da palheta do limpador (4), que aloja a extremidade angular (8) da ponte (7) da extremidade do braço do limpador (3),
- no estado montado há uma distância (16) entre o lado longitudinal da extremidade do braço do limpador (3), virado para a palheta do limpador (4), e o lado longitudinal do elemento conector (10) da palheta do limpador (4), virado para o braço do limpador (2).
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3 Limpador de pára-brisa conforme reivindicação 2, caracterizado pelo fato que a partir da nervura de cobertura (17) da peça de junção (12) sai uma nervura lateral (18), em ângulo vertical, que entra no elemento conector (10).
4/4 extremidade angular (8) da ponte (7) do braço do limpador (2) se estende para baixo, parcialmente para fora da peça de junção (12).
11. Limpador de pára-brisa conforme as reivindicações 1, 2, 4, 7, 8 e
4. Limpador de pára-brisa conforme reivindicação 3, caracterizado pelo fato que a nervura lateral (18) possui um furo de passagem (19) que está em alinhamento com o furo cego (14) no corpo básico (13).
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5. Limpador de pára-brisa conforme reivindicação 4, caracterizado pelo fato que as dimensões da nervura lateral (18) estão ajustadas ao elemento conector (10) de tal maneira que, no estado montado, os furos (6, 14, 19) do elemento conector (10) e da peça de junção (12) estejam posicionados com ajuste preciso entre si.
6. Limpador de para-brisa conforme a reivindicação 1, caracterizado pelo fato que o diâmetro interno dos furos (6, 14, 19) no elemento conector (10) e na peça de junção (12) está dimensionado de ajuste preciso ou aproximadamente preciso em relação ao diâmetro externo do pino (5) na extremidade do braço do limpador (3).
7. Limpador de pára-brisa conforme as reivindicações 1 e 2 caracterizado pelo fato que a superfície do corpo básico (13) da peça de junção (12) possui, em estado montado, uma inclinação obliqua (20) apontando para baixo em direção à borracha limpadora (9), de forma que, no estado operacional do limpador de pára-brisa (1) com a palheta do limpador (4) pressionada para o vidro, a superfície do corpo básico (13) esteja aproximadamente em linha paralela com o plano da ponte (7).
8. Limpador de para-brisa conforme as reivindicações 1, 4, 5 e 6 caracterizado pelo fato que a parede do furo cego (14) no corpo básico (13) da peça de junção (12) esteja parcialmente removida, de maneira que o furo cego (14) esteja parcialmente aberto para um lado longitudinal.
9. Limpador de para-brisa conforme as reivindicações 1, 2, 5, 6 e 7 caracterizado pelo fato que a largura (B) da peça de junção (12) seja menor que 16 mm.
10. Limpador de para-brisa conforme a reivindicação 1, caracterizado pelo fato que o recesso (15) no corpo básico (13) da peça de junção (12), de trajeto paralelo ao eixo longitudinal da palheta do limpador (4), seja uma abertura passando verticalmente pelo corpo básico (13), de maneira que, em estado montado, a
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10, caracterizado pelo fato que o corpo básico (13) da peça de junção (12) possui uma estrutura celular aberta com nervuras longitudinais e transversais.
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