BRPI0901535A2 - retentor para coxas de aves - Google Patents
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Abstract
RETENTOR PARA COXAS DE AVES. Um dispositivo para amarrar e/ou reter as coxas de carcaças de aves em justaposição e próximas a carcaça durante o processamento, embalagem, transporte e/ou cozimento. A presente invenção, incluindo o membro de retenção das coxas pode ser construída como um membro unitário de material resiliente em forma de placa, pode incluir um par de aberturas para encaixe e retenção das coxas, uma âncora para ser presa na carcaça, e meios de ligação entre o membro de retenção das coxas e à âncora. Os membros de ligação fornecem uma força elástica para manter as coxas e assim, as patas das aves justapostas á carcaça e entre si.
Description
Relatório Descritivo de Patente de Invenção
Retentor para Coxas de Aves
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um dispositivo para amarrar e/ou reteras coxas de carcaças de aves, mais particularmente, a um retentor que podeenvolver as extremidades das coxas de carcaças de aves para manter aspernas em justaposição durante o processamento, embalagem, transporte e,possivelmente, cozimento.
Antecedentes da Invenção
Como apreciados por técnicos no assunto, o processamento,embalagem e transporte de carcaças de aves pode ser facilitado pela criaçãode relativa uniformidade na amarração das carcaças de aves. Por exemplo, seas coxas da carcaça da ave estiverem salientes da carcaça do animal, estesmembros estendidos poderão interferir na máquina de embalagem e rasgar omaterial da embalagem, que muitas vezes é um polímero fino. Amarrar ascoxas das aves, conseqüentemente, prendendo as pernas juntas ao corpo,ajuda a evitar esse problema. Além disso, amarrar as coxas das aves puxa aspernas para trás e criam uma impressão visual de que o peito das aves sãomaiores, conseqüentemente, tornando a ave amarrada mais atraente para oconsumidor. Além disso, é mais fácil de cozinhar uma carcaça de aveamarrada, especialmente em uma assadeira, já que as pernas são mantidasjunto ao corpo, e não soltas em volta dele. Dessa forma, como as carcaças deaves podem ser cozidas mais facilmente, há vantagem adicional nas carcaçasde aves estarem amarradas para os consumidores, e isso poderá serexplorado pelas propagandas de venda.
Ao longo dos anos, muitos suportes, presilhas, retentores e dispositivossemelhantes foram desenvolvidos para reter ou amarrar as coxas das carcaçasde aves durante o cozimento, transporte e processamento, alguns no passado,como fios e metal, porém mais recentemente usando nylon ou plástico. Destaforma, não é de se estranhar, que o estado da arte divulgue vários meios paraamarrar as coxas das carcaças de aves. Embora o conhecimento anterior daarte tenha vantagens em certas situações, existe ainda uma necessidadeconstante de dispositivos de amarra para aves que sejam mais baratos e fáceisde produzir, mais fáceis de montar nas extremidades das coxas das aves, maisfáceis de desmontar, menos onerosos no transporte, que segurem as coxasdas aves de maneira mais segura e que possa ser montado automaticamente,se desejado, ou em combinações a estas necessidades. Alguns exemplos dedispositivos de amarra estão discutidos abaixo.
O documento US 4,739,538 descreve um retentor para patas de avescom um membro de fechamento central agindo com cintas para segurar aspatas das aves contra cada uma das coxas, juntamente com âncoras emaberturas na coluna vertebral das aves na altura dos rins. O documento US5,102,370 descreve uma capa para coxas que cobre toda a extremidade dacoxa, onde cada capa possui uma estrutura em "8" com tornozeleira possuindouma porção inferior que envolve a parte de trás do tornozelo. O documento US5,112,274 descreve uma tornozeleira de encaixe para a amarra de aves,possuindo uma porção inferior com uma curvatura que se estende para cimaentre as coxas da carcaça da ave. Essa tornozeleira desliza sobre as coxas daave, agarrando os tornozelos da carcaça de ave, e mantendo-os juntos. Odocumento US 5,181,880 divulga um método de amarra de aves, fazendofendas na pele e passando as coxas da ave através das fendas e, em seguidaprendendo uma capa para a extremidade da coxa para segurá-las juntas.
O documento US 5,498,201 divulga um retentor para coxas de aves queé formado por um anel oblongo de um plástico único. O anel tem umapluralidade de porções pontudas estendendo-se para o interior do anel. Ascoxas das aves são inseridas através do anel e as porções pontudas prendemas coxas das aves, de modo a mantê-los em justaposição. O documento US5,735,736 descreve um retentor para coxas de aves, que é formado por umanel oblongo de um único plástico fino. O anel tem uma pluralidade de porçõespontudas estendendo-se para o interior do anel. As coxas das aves sãoinseridas através do anel e as porções pontudas prendem as patas das aves,de modo a mantê-las substancialmente perpendiculares ao retentor, e paralelasuma com a outra. O documento US 5,749,778 divulga um retentor para coxasde aves, que é formado por um anel de um material plástico fino unitário e quepossui abas dobráveis estendendo-se para o interior a partir de lados opostosdo anel. As coxas das aves são inseridas através do anel fazendo com que asabas curvem-se para fora e, em seguida, parcialmente voltem para trás, deforma que as bordas das abas prendam-se atrás da articulação das coxas,segurando as coxas perto do corpo da ave. O documento US 7,175,518descreve um retentor para coxas de aves que é formado por um membrounitário em forma de placa de material resiliente, que inclui duas aberturas parao encaixe das extremidades das coxas.
O documento US 7,014,553 divulga um dispositivo de retenção e amarrade coxas de carcaças de aves em justaposição e proximal ao corpo durante oprocessamento, embalagem, transporte, armazenagem, e/ou cozimento. Odispositivo pode ser construído por um membro unitário em forma de placa dematerial resiliente e inclui duas aberturas para o encaixe e retenção das coxas,uma âncora para ser fixada na carcaça da ave, e um meio de ligação entre omembro retentor e a âncora. Os membros de ligação fornecem uma forçaelástica para manter as extremidades das coxas e assim, as patas das avesjustapostas à carcaça e entre si.
Assim, ainda há uma necessidade de um retentor para coxas e/ouextremidades das coxas, geralmente para amarrar as carcaças de aves e,especificamente para encaixar-se em volta das extremidades das coxas, demodo a manter as patas próximas entre si e do corpo da carcaça. Tambémexiste a necessidade de um dispositivo relativamente simples, que possa serfabricado de modo simples e barato, fácil e ser montado e desmontado nasextremidades das coxas das aves. Ainda há uma necessidade adicional de umretentor para coxas que gaste menos mão-de-obra para encaixá-lo asextremidades das coxas das aves e que permita maior produtividade portrabalhador. Também há a necessidade de um retentor para coxas que tenhamenos interação ou contato com materiais da embalagem. É para estasnecessidades e outras que a presente invenção é dirigida.
Sumário da Invenção
Como brevemente citado, a presente invenção é um dispositivo paraamarrar e/ou reter as extremidades das coxas de carcaças de avesevisceradas em justaposição umas as outras e próximas ao corpo durante oprocessamento, embalagem, transporte, armazenagem, e/ou cozimento. Oretentor da presente invenção pode ser construído como um membro unitáriode material resiliente em forma de placa. O retentor inclui uma rédea possuindoum membro superior resilientemente flexível ligado à terminação oposta poruma longarina semi-rígida inferior, com um separador interligando o membrosuperior e a longarina em pontos comuns aos mesmos. O membro superior, alongarina, e o separador definem um par de aberturas receptoras ou um par dealças adaptadas para receber as extremidades das coxas das patas das aves.O retentor é preferencialmente segurado nas extremidades das coxas dascarcaças de aves por uma âncora possuindo terminações encurvadas que sãoadaptados para que fiquem encaixadas/presas no interior da cavidade dascarcaças de aves. A âncora é ligada numa relação dependente da rédea porpernas extensíveis.
Cada alça compreende uma cinta resiliente extensível, que se estendeem forma de serpente pela alça e possui uma primeira ligação ao membrosuperior e uma segunda ligação à longarina. As cintas são adaptadas paraserem encaixadas/presas a fissura ou a fenda entre a terminação articulada doosso da perna no pé. Preferencialmente, cada alça inclui ainda uma presilhaprojetando-se para dentro a partir do membro superior na abertura das alçaspara guiar as extremidades das pernas ao encaixe com as cintas resilientes epara impedir que as extremidades das pernas se expandam através das alças.A presilha está localizada na periferia exterior da respectiva alça de modo queas extremidades das pernas sejam guiadas interiormente. A presilha passasobre a articulação das coxas e fica apoiada/presa por trás da articulação dascoxas no tornozelo de modo a reter as coxas de maneira mais segura dentrodas alças e para criar e completar, de um modo geral, uma estruturasemelhante a uma cesta fora das alças e da cinta resiliente quando estiverposicionada de maneira adequada nas coxas das carcaças de ave.
Um apêndice, preferencialmente um anel, está disposto numa relaçãodependente com a longarina para permitir a manipulação do retentor. Maisespecificamente, o apêndice fornece uma alavanca para o giro da rédea emrelação às pernas extensíveis e a âncora. Durante o uso, após a âncora serinserida e ancorada na cavidade da ave, o usuário segura e puxa o apêndicepara cima (geralmente afastando-o) em relação à ave, assim girando a rédeapor aproximadamente 180 graus. As extremidades das coxas são colocadas narédea de modo que a cinta resiliente coopere com os cortes na articulação dasextremidades das coxas, e a rédea seja liberada. As tentativas de retorno darédea (giro de volta) à sua posição original, devido à elasticidade do material daconstrução, prendem as extremidades das coxas na rédea. As cintas resilientesencaixam-se no corte da articulação, as partes exteriores da rédea encaixam-se ao longo das coxas, o separador se encaixa entre os tornozelos, e aspresilhas encaixam-se atrás das articulações das coxas nos tornozelos,contribuindo assim para segurar as coxas.
A estrutura da presente invenção aumenta a facilidade de prender ainvenção na ave e reduz o número de aplicações incorretas, aumentandoassim o número de aves por trabalhador. Por exemplo, a colocação doseparador entre as extremidades das coxas e o encaixe do separador entre ostornozelos é automático, o que é uma característica vantajosa da presenteinvenção em relação aos dispositivos de amarra conhecidos. Em outroexemplo, a presilha desliza facilmente por trás das coxas para o tornozelo, parasegurar as coxas dentro do dispositivo da invenção.
Estas e outras características e vantagens da presente invenção, setornarão mais evidentes para os técnicos na arte relevante quando a seguintedescrição detalhada for lida em conjunto com as figuras em anexo onde osnumerais de referência representam tais componentes em várias vistasBreve Descrição das Figuras
A FIG. 1 mostra a vista em perspectiva de uma carcaça de aveeviscerada típica como freqüentemente vista pelo consumidor.
A FIG. 2 mostra a vista em perspectiva de uma configuração preferencialdo retentor da presente invenção.
A FIG. 3 mostra a vista frontal do retentor da FIG. 2.
A FIG. 4 mostra a vista lateral do retentor das FIGs. 2 e 3.
A FIG. 5 mostra a vista lateral do retentor ilustrando a flexão da porçãoda rédea em relação ao eixo A da FIG. 3.
A FIG. 6 mostra a vista da pré-aplicação do retentor inserido na cavidadede uma carcaça de ave eviscerada.
A FIG 7 mostra a vista durante a aplicação do retentor em relação a umacarcaça de ave eviscerada.
A FIG. 8 mostra a vista da pós-aplicação do retentor segurando asextremidades das coxas de uma carcaça de ave eviscerada.
Descrição Detalhada da Invenção
A presente invenção fornece um dispositivo de amarra ou retentoraperfeiçoado para as patas de aves evisceradas. O retentor aperfeiçoado dapresente invenção pode melhorar a eficiência da amarração em 4% ou maisem relação aos dispositivos do estado da arte. A presente invenção épreferencialmente formada por uma unidade integral única de nylon, plástico oumateriais similares que possam ser facilmente produzidos por técnicas deinjeção e moldagem de polímeros. A FIG. 1 mostra a vista em perspectiva deuma carcaça de ave eviscerada típica como freqüentemente vista peloconsumidor. A FIG. 2 mostra a vista em perspectiva, a FIG. 3 é uma vistafrontal, e a FIG. 4 é uma vista lateral de uma configuração preferencial doretentor da presente invenção. A FIG. 5 mostra a vista lateral do retentorilustrando a flexão da porção da rédea em relação ao eixo A da FIG. 3. As FIG.6 a 8 mostram a vista de pré-aplicação, durante e pós-aplicação,respectivamente, do retentor segurando as extremidades das coxas de umacarcaça de ave eviscerada.
A FIG. 1 mostra a vista em perspectiva de uma carcaça de aveeviscerada 51 com a cavidade abdominal aberta 66. A figura mostra a carcaçade ave eviscerada 51 com patas 52, 53 com os pés removidos, culminado comas extremidades inferiores da tíbia expostas ou extremidades das coxas 56, 57,respectivamente. Neste documento o termo "extremidade(s) inferior(es) da tíbiaexposta(s)" ou "extremidade(s) da(s) coxa(s)", em determinados momentospoderão ser entendido como sinônimos ao termo "coxa(s)" da carcaça e/ou daave. Esta vista mostra as patas 52, 53 apontando para baixo e o peito na partesuperior da figura. Em uma linha de processamento de aves, geralmente acarcaça 51 é transportada pendurada pelas coxas 56, 57 com patas 52, 53apontando para cima e o peito suspenso para baixo.
A FIG. 2 mostra a vista em perspectiva de uma configuração preferencialdo retentor da presente invenção. O retentor 10 da presente invenção possuiuma âncora 11 para ancorar o retentor 10 na cavidade 66 da ave eviscerada51, e meios de retenção das coxas ou rédea 20, que se destinam areter/segurar juntamente as coxas 56, 57 da carcaça 51 da FIG. 1, que éparticularmente mais vantajoso durante o processamento, embalagem,transporte, armazenagem, e/ou cozimento.
As FIGs. 3 e 4 mostram uma configuração preferencial do retentor 10incluindo uma rédea 20 e âncora 11, que estão ligadas entre si por um par depernas extensíveis resilientes 45. A rédea 20 compreende uma longarina 21definindo uma porção inferior da rédea 20, uma tira curvilínea superior oumembro 22 definindo a porção superior da rédea 20, com membro 22 tendoextremidades para baixo que se prolongam em extremidades para cimaopostas na rédea 20. Preferencialmente, a longarina 21 compreende uma barra23 e placas de junção 24 dispostas nas extremidades para cima opostas dalongarina 21. A barra 23 pode ter uma costela 19, que se estende ao longo dassuperfícies frontal e traseira da barra 23 e termina próxima da terminaçãovirada para cima 35 nas placas de junção 24 para proporcionar reforço eresiliência controlada da longarina 21, em relação ao membro 22. Ou seja, omembro 22 é preferencialmente mais resiliente do que a longarina 21. Quandoconsiderada em combinação com as diferenças de uma porção mais estreita32 do separador 30, a porção superior da rédea 20, o membro primário 22, émais resistente do que a porção inferior da rédea 20, principalmente da barra23.
O separador 30 é preso em um ponto em comum da barra 23 e estendepara prender-se em um ponto em comum do membro superior 22,preferencialmente na depressão ou vale 25 formado pela curvatura do membrosuperior 22 dobrando-se para o interior na longarina 21. Os pontos em comumda longarina 21 e barra 23 geralmente estão localizados em um ponto médioentre as placas de junção 24. O separador 30 divide a rédea 20 em direita eesquerda recebendo aberturas ou alças 26, 27, de tal forma que o membro 22,longarina 21, e separador 25 aparentem, geralmente, com uma moldura deóculos. O separador 30 pode ter uma porção ampla em sua base 31 adjacentea longarina 21, e uma porção estreita 32, na sua extremidade superior,adjacente ao membro superior 22.
Dentro de cada alça 26, 27, a rédea 20 também inclui uma cinta 28 seestendendo por entre o membro superior 22 e longarina 21, e fundindo-se alongarina 21 entre, a respectiva, placa de junção 24 e separador 30. As cintas28 são formadas por uma configuração torcida ou "em serpente" no plano daFIG. 3 tipicamente como imagens em espelho uma da outra e cada uma incluiuma série de curvas, de modo que as cintas 28 sejam capazes de alongarem-se resilientemente pela arrumação das porções curvas da mesma. O objetivodesta configuração torcida é descrito em mais detalhes abaixo.
Cada alça 26, 27 ainda compreende uma presilha 29 projetando-sedentro do membro superior 22 para o interior de cada alça 26, 27.Preferencialmente, a presilha 29 está localizada no membro 22 entre a cinta 28e o membro 22 e a placa de junção 24 e, em geral, no plano da FIG. 3. Apresilha 29 pode ser formada por uma chapa unitária, que pode ser plana eresiliente, ou por uma pluralidade de barras interligadas em suas extremidadesdistais por uma aresta da presilha, sendo este último mostrado nas figuras, querepresenta uma economia de material quando comparado a chapa unitária. Apresilha 29 facilita o envolvimento das coxas 56, 57 com as cintas 28 pelaorientação das coxas 56, 57 ao encaixe com as cintas 28 conforme as coxas56, 57 são inseridos nas alças 26, 27. A presilha 29 também orienta as coxas56, 57 ao envolvimento pela base 31 do separador 30, que auxilia na retençãodas pernas 52, 53 na devida posição. Uma vez que as coxas 56, 57 foramrecebidas pelas alças 26, 27, conforme descrito abaixo, as presilhas 29deslizam para trás das coxas 56, 57 aos tornozelos 70, 71 e auxiliam naretenção das coxas 56, 57 na rédea 20.
O apêndice 40, tal como um anel, no plano da FIG. 3 é posicionadocentralmente sob a rédea 20 e ligado a longarina 21. Como pode ser visto emreferência à FIG. 5, a aplicação de uma força F contra o apêndice 40 (oulongarina 21) permite a rotação da rédea 20 como um corpo plano em relaçãoao eixo A. Se o apêndice 40 for definido como um anel para formar um puxadorpara dedos para segurar e manipular o retentor 10 durante a aplicação eremoção do retentor 10 das pernas 52, 53, um ou mais reforços 43 adjacente alongarina 21 poderão ser fornecidos para reforçar o apêndice em anel 40. Osreforços 43 podem ser formados por uma chapa unitária ou um par de placas,como ilustrado, a fim de evitar a ruptura do apêndice em anel 40 e manter,substancialmente, uma relação plana da barra 23 quando puxando o apêndiceem anel 40 durante a inserção e/ou remoção do retentor 10 em uma ave. Oapêndice em anel 40 também pode ter um par de ranhuras 42 em ladosopostos da mesma para servir como meio de padronização para oempilhamento ou manipulação dos retentores 10, em uma determinadaorientação, tal como em um suporte localizado perto de um trabalhador doprocessamento de aves, ou em um carregador que alimenta automaticamentecom o retentor 10 um equipamento para o processamento de aves.
As placas 24 servem como componentes de ligação entre as pernasextensíveis 45 e a rédea 20. Embora as pernas extensíveis 45 possam seconectar diretamente ao lado da rédea 20 criadas na convergência dalongarina 21 e membro superior 22, próximas da terminação virada para cima35, o uso de material adicional sob a forma de placas 24 acrescenta força aoretentor 10 no ponto onde ocorre a flexão e o tensionamento. Especificamente,conforme a rédea 20 é girada sobre o eixo A e puxada da âncora 11 durante oprocesso de amarração das pernas 52, 53, o esforço rotacional e tensional écolocado sobre a ligação entre as pernas extensíveis 45 e rédea 20. As pernas45 dão assistência ao confrontar este esforço.
As pernas extensíveis 45 ligando a rédea 20 à âncora 11 podem terporções inclinadas para dentro 46 que se estendem uma em direção a outraabaixo da rédea 20 e em seguida para o exterior, ao encontro com o feixe daâncora 12 para formar um joelho em forma de V ou uma junção flexível 47. Asporções menores ou inclinadas para fora das pernas extensíveis 45 tambémpodem ter uma secção transversal aumentada ou maior para evitar a flexãodas mesmas, de modo que a porção rígida menor melhora a ação de pegadado feixe da âncora 12. As pernas extensíveis 45 poderão se alongarresilientemente na junção 47 para ajudar na extensão da rédea 20, quando oretentor 10 estiver sendo colocado nas coxas 56, 57. Além disso, o joelho emforma de V 47 se adequa melhor a forma da ave, especialmente o estreitoespaço entre as pernas 45 corresponde com a abertura da cavidade 66.
O feixe da âncora 12 é substancialmente inflexível, ou pelo menosrelativamente inflexível quando comparado ao membro superior 22 e pernasextensíveis 45. O feixe da âncora 12 é formado de uma porção central 13,incluindo geralmente uma placa retangular 14 com costelas de reforço 15 aolongo de toda extensão da mesma. As terminações exteriores 16 do feixe daâncora 12 são extensões encurvadas/arqueadas da porção central 13 e cadauma tem um recorte dentado encurvada para cima. As costelas 15 podem seestender ao longo das superfícies encurvadas ao longo das terminações 16,conforme ilustrado na FIG. 3. Conforme citado aqui, as terminações exteriores16 encaixam-se/prendem-se no interior da carcaça eviscerada 51, tipicamentenas cavidades dos rins (FIG. 8), ou das costelas (não apresentado), paraancorar o retentor 10 dentro da cavidade 66.FIG. 6 mostra uma carcaça eviscerada 51 de um peru, por exemplo, comas pernas 52, 53 presas pelo retentor 10. O retentor 10 é destinado para usocom carcaças evisceradas 51, tais como de peru, frango, ou outras aves e éempregado para manter as pernas 52, 53 dessas aves bem presas junto aocorpo da ave. Preferencialmente, o retentor 10 estende-se ao longo da aberturatraseira do corpo com as coxas 56, 57 das pernas 52, 53 prensadas juntas. Acarcaça 51 tem os pés e as pernas inferiores removidos das coxas 56, 57 depernas 52, 53. As coxas 56, 57 são maiores em uma secção transversal(diâmetro) do que os ossos da perna imediatamente atrás das extremidadesdas coxas 56, 57 (tornozelos 70, 71) e cada uma inclui um par de articulações58, 59 com fissura ou fenda 61 entre as articulações 58, 59. Com as pernas 52,53 presas firmemente contra a carcaça 51 na parte traseira, a fenda daarticulação na extremidade da coxa 61 será vista um pouco inclinada emrelação à vertical.
A aplicação do retentor 10 em uma ave é primeiramente realizada pelainserção do feixe da âncora 12 no retentor 10 preferencialmente na aberturados rins adjacentes a espinha dorsal da carcaça 51 através de uma aberturatraseira na cavidade corporal 66. O retentor 10 é girado e uma terminaçãoexterior 16 do feixe da âncora 12 é inserido em uma das aberturas dos rins naestrutura traseira da carcaça 51. Será melhor se o acesso à estrutura daespinha dorsal ou semelhante for alcançado através da abertura traseira nacavidade corporal 66 após as aves 51 serem evisceradas. Após a inserção daterminação exterior 16 do feixe da âncora 12 em uma das aberturas dos rins, oretentor 10 é então movido substancialmente, tanto quanto possível em direçãoa abertura do rim, onde toda uma terminação exterior 16 da viga da âncora 12estenda-se através dessa abertura. Será apreciado, se a porção em forma de Vdas pernas extensíveis 45 permitirem o movimento do retentor 10suficientemente até a abertura do rim de modo que a outra terminação exterior16 da viga da âncora 12 possa então ser girada para baixo acima da estruturaóssea da coluna vertebral, de forma a alinhar a outra terminação exterior 16 daviga da âncora 12 com a abertura do rim oposta. O retentor 10 é então movidoaté que a outra terminação exterior 16 estenda-se através da outra abertura dorim. Nesta posição, o retentor 10 está totalmente inserido, conforme ilustradona FIG. 8, onde será visto que o retentor 10 está firmemente encaixado/presocom a estrutura da espinha dorsal da carcaça 51. Isso fornece uma ancoragemmuito segura para o retentor 10 para que a rédea 20 possa ser fixada sobre ascoxas 56, 57 para amarra com firmeza as mesmas contra o corpo da ave 51,em estreita relação com a abertura corporal traseira 66. Alternativamente, aviga da âncora 12 também pode ser fixada à parte interna da carcaça 51, comona região das costelas.
A FIG. 6 mostra a presente invenção em um estado pré-aplicação. Maisespecificamente, a FIG. 6 mostra o retentor 10 ancorado dentro da cavidade66. Como pode ser visto, a viga da âncora 12 está ancorada dentro dacavidade 66. As pernas extensíveis 45 estendem-se para fora da cavidade 66com a junção em forma de V 47 cooperando com os componentes do corpo dacarcaça 51 correspondente à abertura da cavidade 66. A rédea 20 permanecefora da carcaça 51.
A FIG. 7 mostra a presente invenção em um estado durante a aplicação.Mais especificamente, a rédea 20 tendo sido girada em relação às placas dejunção 24, causando uma torção na ligação entre as pernas extensíveis 45 eplacas 24. Como o material do retentor 10 tem uma propriedade elástica, arédea 20 tende a retornar à sua posição original. Assim, em virtude dessaposição torcida não ser a posição de fabricação, o retentor 10 é forçado poressas deformações da torção a sua posição plana original, e quando o retentor10 é colocado nas coxas 56, 57, as forças presentes forçam as coxas 56, 57 amanterem sua posição contra carcaça 51 e em justaposição umas as outras.Um vez que as coxas 56, 57 estejam substancialmente dentro das alças 26, 27,a rédea 20 irá tentar voltar à sua posição original e, como ela é impedida defazê-lo pela presença das pernas 52, 53, a rédea 20 mantém as coxas 56, 57e, assim, as pernas 52, 53 sob força constante e, assim, presas contra acarcaça 51. Além disso, as pernas extensíveis 45 agem como uma mola e deforma que se um súbito solavanco forçar as pernas 52, 53 a subirem, as pernasextensíveis 45 vão reagir como uma mola, proporcionando assim uma forçapara as pernas 52, 53 para devolvê-las a sua posição próxima original. Estesistema é especialmente útil no processamento de aves em que as carcaçassão tombadas em uma spin chill para esfriar as aves e as pernas não forçadasestarem aptas a serem danificadas.
A costela de reforço 19 da longarina 21 permitirá a rédea 20 inclinarnuma relação geralmente plana em relação ao eixo A mostrado na FIGs. 3 e 5,uma vez que as pernas extensíveis 45 relativamente finas irão se flexionar nasadjacências das placas de junção 24. A rédea 20 é puxada geralmente pralonge da carcaça 51 e as pernas 52, 53 são trazidas para dentro, normalmenteum de cada vez, sobre as pernas extensíveis 45. As coxas 56, 57, em seguidasão inseridas, preferencialmente de maneira individual dentro das alças 26, 27,respectivamente. Desta forma, a longarina 21 do membro superior 22 pode serfacilmente posicionada ao longo de uma linha geralmente acima e atrás dascoxas 56, 57, de modo que as presilhas 29 forcem as coxas 56, 57 emenvolvimento com as cintas 28 conforme as coxas 56, 57 são prensadas nasalças 26, 27. As cintas 28 esticam-se para estender-se ao longo das fendasentre as articulações 61 entre as articulações 58, 59. Ao contrário dosdispositivos de amarra atuais em que o separador deve ser manipuladoindependentemente entre as coxas, devido à configuração estrutural dapresente invenção, o separador 30 escorrega entre as coxas 56, 57, com aporção ampla 31 auxiliando na manutenção das coxas 56, 57 justapostas aindaque separadas umas das outras.
Conforme as coxas 56, 57 escorregam nas alças 26, 27, as presilhas 29deslizam atrás das coxas 26, 27 aos tornozelos 70, 71, cada uma das presilhas29 encaixa-se/prende-se as coxas 56, 57 atrás das articulações 58, 59 paraauxiliar na retenção das coxas 56, 57, em suas respectivas alças 26, 27. Serávisto que o membro superior 22 circunda as coxas 56, 57 na parte inferior e noslados da mesma para puxar resilientemente as coxas 56, 57, juntas na posiçãomostrada na FIG. 8 com a longarina 21 estendendo-se acima e atrás dasarticulações 58, 59, para que as coxas 56, 57 sejam retidas na posiçãoilustrada, e prendas as pernas 52, 53 firmemente contra o corpo da ave,preferencialmente através da abertura corporal traseira 66. O separador 30,assim é disposto entre as respectivas pernas separadas 52, 53 e é posicionadona posição correta pela deformação resiliente de outras porções do retentor 10,a fim de evitar possíveis movimentos de pernas 52, 53. A liberação doapêndice 40 permite aumentar a base 31 do separador 30 a ficar entre ascoxas 56, 57 para posicionar a longarina 21 acima e atrás das articulações 58,59.
Será melhor se a capacidade da rédea 20 de girar em torno do eixo Aem uma orientação plana, em combinação com a flexibilidade relativa daporção superior da rédea 20 relativa à longarina 21 na parte inferior da rédea20, representar uma vantagem diferencial da presente invenção. Essaconfiguração permite a longarina 21 ser facilmente posicionada acima e atrásdas coxas 56, 57, de modo que as coxas 56, 57 possam ser capturadas oulaçadas pela rédea 20 conforme a longarina 21 é estabelecida abaixo sobtensão resiliente do retentor 10 em posição acima e atrás coxas 56, 57,forçando assim as pernas 52, 53 para baixo contra a carcaça 51.Paralelamente, o membro superior 22 fica em baixo e atrás das coxas 56, 57para auxiliar na retenção das coxas 56, 57 dentro das alças 26, 27. A FIG. 8ilustra uma carcaça 51 devidamente amarrada.
Precedendo o encaixe do retentor 10 nas pernas 52, 53, a cauda da aveé preferencialmente dobrada sob as pernas 52, 53 e através da aberturaposterior corporal a cavidade 66, para assim, pelo menos em parte selarabertura posterior corporal a cavidade 66 de pressão das pernas 52, 53 retidasna mesma. Alternativamente, devido à resiliência dos elementos do retentor 10,a cauda pode ser dobrada/enfiada sob pernas 52, 53 subseqüente ao seuencaixe/aprisionamento na rédea 20. A ave amarrada está, então, em condiçãopara posterior processamento ou venda. Este processamento freqüentementeinclui o congelamento das aves e embalagem dos mesmos por um pelepolimérica transparente ou capa moldada para o exterior da ave. A condiçãoamarrada das pernas 52, 53, na condição descrita acima com a caudadobrada/enfiada por baixo fornece uma configuração relativamente boa queestá bem adaptada para receber o invólucro de plástico ou similares. Quandodo uso, o invólucro é removido e após o descongelamento da ave a caudapoderá ser removida da posição de ilustrada na FIG. 8 para encher a ave e, emseguida, novamente dobrada/enfiada sob as pernas 52, 53 para selar aabertura posterior corporal para reter o recheio ou enchimento dentro dacavidade corporal 66 da ave.
O retentor 10 também pode ser facilmente removido para o enchimentodas aves e, posteriormente recolocado para cozinhar. Para remover o retentor10, o usuário pode simplesmente agarrar o apêndice 40 e puxar para cima deforma que a rédea 20 irá se flexionar, como descrito anteriormente, e liberar alongarina 21 de trás das articulações 58, 59 das coxas, libertando assim aspernas 52, 53 da rédea 20.
Tal como referido acima, algumas etapas do processamento de avespode resultar na ave amarrada ferindo elementos do processamento ou sendoferida por eles, e esses golpes podem ocorrer às pernas 52, 53, amarradascomo, por exemplo, nas coxas 56, 57 das mesmas. Qualquer um destes golpesterá a tendência para forçar uma das pernas 52, 53 para dentro da outra perna53, 52 em direção ao corpo da ave e isto pode fazer com que uma das pernas52, 53 seja removida do retentor 10. A presente invenção, porém, impede estapossibilidade através da presilha 29 e separador 30, que se encaixamresilientemente por entre as coxas 56, 57, particularmente a porção aumentadada base do separador 31. Conseqüentemente as coxas 56, 57 ficam bempresas e mantidas na sua posição retida apesar dos golpes que podem ferir ascoxas 56, 57. Os tipos de golpes que as aves amarradas poderão recebernormalmente não irão soltar o retentor 10. Assim o retentor 10 da presenteinvenção fornece um material melhorado em relação aos retentores do estadoda arte. Além disso, as características melhoradas do retentor 10 aumentam aeficiência da amarra das coxas 56, 57 durante as operações de processamentodas aves.Assim, uma configuração preferencial da presente invenção é umretentor para pernas de aves para uso em carcaças de aves possuindo pernascom coxas, o retentor compreendendo uma rédea possuindo um membrosuperior resiliente flexível ligado nas terminações opostas da e a uma longarinainferior semi-rígida, um separador interligando o membro superior e a longarinaem pontos comuns dos mesmos, o membro superior, a longarina e o separadordefinindo um par de alças adaptadas para receber as coxas; cintas extensíveisencaixadas na primeira terminação ao membro superior e em uma segundaterminação à rédea e se estendendo geralmente através de cada uma dasalças, as cintas extensíveis adaptadas para cooperarem com as fendas dasarticulações nas coxas; presilhas projetando-se do membro superior paradentro em cada uma das alças, as presilhas para a cooperação com as coxas,a fim de auxiliarem na retenção das coxas dentro das alças, e uma âncorapossuindo terminações exteriores adaptadas para o encaixe com uma cavidadeinterior das carcaças de aves, a âncora conectada por pernas numa relaçãodependente a rédea, onde a rédea e as cintas extensíveis formam umaestrutura em cesta para reter as coxas e onde a rédea é ligada de maneiraelástica rotativa às pernas, de modo que a rédea possa ser rotacionada a partirde uma primeira posição para a colocação das coxas dentro da estrutura emcesta e a qualidade elástica força a rédea de volta para a primeira posição demaneira que as pernas amarradas fiquem contra a carcaça das aves.
Em outra configuração preferencial, o separador compreende umaprimeira porção estreita e uma segunda porção ampla para a separação eretenção das coxas em uma posição desejada, de maneira que a estrutura doseparador em combinação com a estrutura do retentor fazem com que oseparador se deslize por entre as coxas sem manipulação manual.
Em uma outra configuração preferencial, a presilha é localizada ao longodo membro superior entre a primeira e a segunda terminação da cintaextensível. A presilha pode compreender uma pluralidade de barras resilientesinterligadas por uma borda. As presilhas podem ser presas a uma porçãoarqueada exterior do membro superior, a qual a estrutura permite para umaflexão para dentro das presilhas e da porção arqueada do membro superiorirem à direção das coxas, a fim de melhor cooperar com as pernas e as coxaspara reter as coxas no retentor.
Uma outra configuração preferencial da presente invenção é um retentorpara pernas de aves para uso em uma carcaça de aves possuindo pernas comcoxas, o retentor compreendendo uma rédea pivotante com um membrosuperior flexível resiliente ligado a terminação oposta de e para uma longarinainferior semi-rígida, um separador interligando o membro superior e a longarinaem pontos comuns dos mesmos, o membro superior, a longarina, e oseparador definindo um par de alças adaptadas para receber as coxas, onde oseparador compreende uma primeira porção estreita e uma segunda porçãoampla para a separação e retenção das coxas em uma posição desejada, demaneira que a estrutura do separador em combinação com a estrutura doretentor fazem com que o separador se deslize por entre as coxas semmanipulação manual; cintas extensíveis presas na primeira terminação aomembro superior e na segunda terminação à longarina e estendendo-segeralmente através de cada uma das alças, as cintas extensíveis adaptadaspara cooperarem com as fendas das articulações nas coxas; presilhasprojetando-se do membro superior para dentro em cada uma das alças, aspresilhas para a cooperação com as coxas, a fim de auxiliarem na retenção dascoxas dentro das alças, onde as presilhas estão localizadas ao longo domembro superior entre a primeira e a segunda terminação da cinta extensível eas presilhas são presas a uma porção arqueada exterior do membro superior eas presilhas compreendem uma pluralidade de barras resilientes interligadaspor uma borda da presilha, a qual a estrutura permite para uma flexão paradentro das presilhas e da porção arqueada do membro superior irem à direçãodas coxas, a fim de melhor cooperar com as pernas e as coxas para reter ascoxas no retentor, e uma âncora possuindo terminações exteriores encurvadaspara cima adaptadas para o encaixe com uma cavidade interior das carcaçasdas aves, a âncora conectada por pernas numa relação dependente a rédea,onde a rédea e as cintas extensíveis formam uma estrutura em cesta para reteras coxas e onde a rédea é ligada de maneira elástica rotativa às pernas, demodo que a rédea possa ser rotacionada a partir de uma primeira posição paraa colocação das coxas dentro da estrutura em cesta e a propriedade elásticaforça a rédea de volta para a primeira posição de maneira que as pernasamarradas fiquem contra a carcaça das aves.
A estrutura relativamente simples do retentor 10 pode permitir a este queseja fabricado de maneira relativamente fácil e com materiais baratos.Preferencialmente, o retentor 10 pode ser moldado a partir de uma única peçade material resiliente, que possa suportar temperaturas de cozimento eprocessamento (que podem se aproximar e ultrapassar os 260 °C). O retentor10 pode ser formado de plástico resiliente ou outro material que lhe permitadeformar e retomar a sua forma original. Esses plásticos e outros materiais sãoevidentes e conhecidos por aqueles com habilidade na arte. Na operação, odispositivo de amarra da presente invenção pode ser aplicado às carcaças deforma tão rápida e fácil como qualquer outro dispositivo atualmente nomercado. O dispositivo de amarra da presente invenção proporciona ummecanismo positivo e seguro para reter as coxas juntas.
O material preferencial para a presente invenção é o nylon com umaespessura de até cerca de 0,76 cm, e preferencialmente entre 0,08 e 0,38 cm.
Esta faixa de espessura proporciona rigidez suficiente para o retentor 10enquanto permite aos componentes resilientes do retentor 10 que se deformemadequadamente através de sua seção transversal estreita. Plásticos e outrospolímeros também são adequados e podem ser escolhidos por técnicos noassunto com base no uso do retentor 10. Por exemplo, um material paraelevadas temperaturas pode ser utilizado para retentores 10 utilizados nocozimento, enquanto materiais para baixas temperaturas podem ser utilizadospara retentores 10 destinados exclusivamente à embalagem e mostruário.Além disso, a estrutura da presente invenção permite o uso de menos materialdo que antes dispositivos de amarra antecedentes, economizando no custo domaterial, eliminando gastos e o volume.A descrição detalhada acima das configurações preferenciais e asfiguras em anexo foram apresentadas apenas para fins descritivos eilustrativos. Estes não pretendem ser exaustivas e não têm a intenção de limitaro escopo e o espírito da presente invenção. As configurações foramselecionadas e descritas para melhor explicar os princípios da invenção e suasaplicações práticas. Um técnico no assunto irá reconhecer que muitasvariações podem ser feitas a partir da invenção divulgada neste documentosem se afastar do escopo e do espírito da presente invenção.
Claims (13)
1. Retentor para Coxas de AvesRetentor para coxas de aves para o uso em carcaças de aves possuindopernas com coxas, caracterizado pelo o retentor compreender:a) uma rédea com um membro superior flexível resiliente ligado aterminação oposta de e a uma longarina inferior semi-rígida, umseparador interligando o membro superior e a longarina em pontoscomuns dos mesmos, o membro superior, a longarina, e o separadordefinindo um par de alças adaptadas para receber as coxas;b) cintas extensíveis presas na primeira terminação ao membro superiore na segunda terminação à longarina e estendendo-se geralmenteatravés de cada uma das alças, as cintas extensíveis adaptadas paracooperarem com as fendas das articulações nas coxas;c) presilhas projetando-se do membro superior para dentro em cadauma das alças, as presilhas para a cooperação com as coxas, a fimde auxiliarem na retenção das coxas dentro das alças; ed) uma âncora possuindo terminações exteriores encurvadas para cimaadaptadas para o encaixe com uma cavidade interior das carcaçasdas aves, a âncora conectada por pernas numa relação dependentea rédea,onde a rédea e as cintas extensíveis formam uma estrutura em cesta parareter as coxas e onde a rédea é ligada de maneira elástica rotativa àspernas, de modo que a rédea possa ser rotacionada a partir de umaprimeira posição para a colocação das coxas dentro da estrutura em cestae a propriedade elástica força a rédea de volta para a primeira posição demaneira que as pernas amarradas fiquem contra a carcaça das aves.
2. Retentor de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo separadorcompreender uma primeira porção estreita e uma segunda porção amplapara a separação e retenção das coxas em uma posição desejada, demaneira que a estrutura do separador em combinação com a estrutura doretentor fazem com que o separador se deslize por entre as coxas semmanipulação manual.
3. Retentor de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelas presilhasestarem localizadas ao longo do membro superior entre a primeira e asegunda terminação da cinta extensível.
4. Retentor de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelas presilhascompreenderem uma pluralidade de barras resilientes interligadas poruma borda da presilha.
5. Retentor de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelas presilhasserem presas a uma porção arqueada exterior do membro superior, a quala estrutura permite para uma flexão para dentro das presilhas e da porçãoarqueada do membro superior irem à direção das coxas, a fim de melhorcooperar com as pernas e as coxas para reter as coxas no retentor.
6. Retentor de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pela presilhacompreender um chapa plana resiliente.
7. Retentor de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreenderum apêndice numa relação dependente com a longarina.
8. Retentor de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo apêndiceser um anel.
9. Retentor de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pela rédea girarsubstancialmente como um corpo plano sobre uma conexão entre aspernas dependentes e as terminações da longarina.
10. Retentor para coxas de aves para o uso em carcaças de aves possuindopernas com coxas, caracterizado pelo o retentor compreender:a) uma rédea pivotante com um membro superior flexível resilienteligado a terminação oposta da e a uma longarina inferior semi-rígida,um separador interligando o membro superior e a longarina empontos comuns dos mesmos, o membro superior, a longarina, e oseparador definindo um par de alças adaptadas para receber ascoxas, onde o separador compreende uma primeira porção estreita euma segunda porção ampla para a separação e retenção das coxasem uma posição desejada, de maneira que a estrutura do separadorem combinação com a estrutura do retentor fazem com que oseparador se deslize por entre as coxas sem manipulação manual;b) cintas extensíveis presas na primeira terminação ao membro superiore na segunda terminação à longarina e estendendo-se geralmenteatravés de cada uma das alças, as cintas extensíveis adaptadas paracooperarem com as fendas das articulações nas coxas;c) presilhas projetando-se do membro superior para dentro em cadauma das alças, as presilhas para a cooperação com as coxas, a fimde auxiliarem na retenção das coxas dentro das alças, onde aspresilhas estão localizadas ao longo do membro superior entre aprimeira e a segunda terminação da cinta extensível e as presilhassão presas a uma porção arqueada exterior do membro superior e aspresilhas compreendem uma pluralidade de barras resilientesinterligadas por uma borda da presilha, a qual a estrutura permitepara uma flexão para dentro das presilhas e da porção arqueada domembro superior irem à direção das coxas, a fim de melhor cooperarcom as pernas e as coxas para reter as coxas no retentor; ed) uma âncora possuindo terminações exteriores encurvadas para cimaadaptadas para o encaixe com uma cavidade interior das carcaçasdas aves, a âncora conectada por pernas numa relação dependentea rédea,onde a rédea e as cintas extensíveis formam uma estrutura em cesta parareter as coxas e onde a rédea é ligada de maneira elástica rotativa àspernas, de modo que a rédea possa ser rotacionada a partir de umaprimeira posição para a colocação das coxas dentro da estrutura em cestae a propriedade elástica força a rédea de volta para a primeira posição demaneira que as pernas amarradas fiquem contra a carcaça das aves.
11. Retentor de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pela rédea girarsubstancialmente como um corpo plano sobre uma conexão entre aspernas dependentes e as terminações da longarina.
12. Retentor de acordo com a reivindicação 11, caracterizado porcompreender um apêndice numa relação dependente com a longarina.
13. Retentor de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo apêndiceser um anel.
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| US7591719B1 (en) | 2009-09-22 |
| CA2666479C (en) | 2016-05-17 |
| CA2666479A1 (en) | 2009-11-23 |
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Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
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| B03A | Publication of a patent application or of a certificate of addition of invention [chapter 3.1 patent gazette] | ||
| B06F | Objections, documents and/or translations needed after an examination request according [chapter 6.6 patent gazette] | ||
| B06A | Patent application procedure suspended [chapter 6.1 patent gazette] | ||
| B11B | Dismissal acc. art. 36, par 1 of ipl - no reply within 90 days to fullfil the necessary requirements |