BRPI0902065A2 - secador vertical de bandejas para café e similares - Google Patents

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SECADOR VERTICAL DE BANDEHAS PARA CAFé E SIMILARES", refere-se a Patente de Invenção a um equipamento de secagem em bandejas de alta eficiência aplicado em grãos e sementes, particularmente em café, que objetiva a secagem uniforme de pequenos a grandes fluxos de produtos, utilizando ventilação forçada e movimentação do produto por gravidade e por elevação verticalintercalando com períodos de descanso para permitir a migração da umidade do interior grão. O equipamento de secagem é constituído de substitui etapas de secagem de grãos e sementes em terreiro ou outros processos convencionais, trazendo vantagens de possibilitar agilidade na secagem, segurança alimentar não estar sujeito às intempéries do clima, ser auto- limpante, possuir versatilidade, realizar a secagem de produtos sem limites de umidade inicial e reduzir perdas e custos.

Description

"SECADOR VERTICAL DE BAN-DEJAS PARA CAFÉ E SIMILARES".
Refere-se a presente Patente de Invenção aum equipamento de secagem em bandejas de alta eficiência aplicado emgrãos e sementes, particularmente em café, que objetiva a secagem uniformede pequenos a grandes fluxos de produtos, utilizando ventilação forçada emovimentação do produto por gravidade e por elevação vertical,intercalando com períodos de descanso para permitir a migração da umidadedo interior grão. O equipamento de secagem da presente patente substituietapas de secagem de grãos e sementes em terreiro ou outros processosconvencionais, trazendo vantagens de possibilitar agilidade na secagem,segurança alimentar não estar sujeito às inlempéries do clima, ser auto-limpante, possuir versatilidade, realizar a secagem de produtos sem limitesde umidade inicial e reduzir perdas e custos.
Como é de conhecimento dos meiostécnicos ligados à secagem de grãos e sementes, particularmente o café,atualmente são utilizados processos de secagem inicial em terreiros de chãoou suspenso e final em secadores rotativos ou vibratórios verticais. Noprimeiro processo, os grãos são espalhados e revolvidos por rastelosconstantemente sobre piso de cimento, tijolo, chão batido, asfalto, ou similar,exigindo mão-de-obra constante e lonas para recobrimento em casos dechuvas; em precárias condições sanitárias, nos terreiros suspensos, os grãossão espalhados e revolvidos sobre uma ou mais telas que permitem umasecagem mais dinâmica devido à passagem de ar também por baixo, noentanto é um processo que também exige mão-de-obra constante e estásujeito às intempéries do clima. Os processos por equipamentos, secadoresrotativos e vibratórios verticais, utilizam ar aquecido por queima de lenha oucarvão vegetal e realizam a passagem de ar pela massa de grãos. Sãoprocessos relativamente ineficazes já que requerem uma pré-secagem emterreiros, isso porque os grãos de café, nos estágios iniciais da secagem,eliminam uma substância pegajosa sobre o tegumento capaz de formar umaglomerado de massa de grãos que prejudica toda a dinâmica do processo; e,como nos terreiros a secagem é mais lenta e os grãos são constantementerevolvidos por rastelo, a aglomeração da massa de grãos não vai ocorrer.Somente após a secagem parcial dos grãos e eliminação da substânciapegajosa nos terreiros, o tegumento dos grãos tornar-se-ão mais rígidas ecom maior resistência mecânica, para então poderem ser submetidos àsecagem em secadores rotativos e vibratórios verticais, por apresentar maiorfluidez e resistência mecânica.
Fazendo-se buscas nos bancos de patentesbrasileiros e internacionais, encontramos no estado da arte as seguintespatentes:
Patente Brasileira MU 8601842-6, querevela um pré-secador rotativo vertical termo-aerado para café e outros grãoscomposto por escorredor aerado, peneira de escorrimento, ventilador deaeração e sarda do produto escorrido, elevador, cone rotativo termo-aerado,cone interno, anéis de contenção, prato de descarga, anel de escoamento,raspador, ventilador de termo-aeração, e forno para aquecimento do ar depré-secagem. O equipamento pode executar as funções de escorrer, pré-secarou secar o produto.
Patente Brasileira PI 0403421-0 que revelaum secador de grãos de fluxo concorrente para a secagem e de fluxocontracorrente para o resfriamento, com sistema de sucção ou de insuflaçãode ar que proporciona uma secagem uniforme, demandando baixa entalpiaespecífica, sem causar danos por estresse térmico aos grãos, preservandosuas características originais. Tem aplicação comercial em secagem de café ede arroz em fazendas com unidade de processamento com alta capacidade desecagem.
Patente Brasileira PI 0404242-5 que revelasistema de secagem de produtos agrícolas em leito fluidizado que utilizacomo fonte energia térmica a combustão de lenha, óleo ou gás, ou ainda águaquente, fluido térmico ou vapor. O sistema realiza a recirculação de ar e degrãos de café de forma a reduzir o consumo de energia térmica e elétrica.
Este sistema é tecnicamente inviável pois não remove umidade do ar esimplesmente acrescenta calor sensível ao mesmo, sendo que nas sucessivaspassagens do ar pela massa de grãos ocorrerá a saturação do mesmo,acarretando no mínimo efeito (ou nenhum) na secagem de grãos, devido aofato de que as propriedades psicrométricas deste ar já não permitirão aabsorção de umidade.
Patente Brasileira PI 0104244-0 que revelauma estrutura de secador tubular vertical de sementes, principalmente deculturas tipo café e outras, composta por um reservatório secador, uma basecônica central, uma câmara para distribuição de ar, aerodutos, um funil decarregamento e dois tubos concêntricos centrais. No carregamento, assementes escoam pelos tubos concêntricos e entram no reservatório de modouniforme. A descarga é realizada por um duto central no processo inverso aocarregamento. Um conjunto de aerodutos helicoidais verticais lateraisdistribuem o fluxo de ar uniforme em toda a área do secador com a mesmavazão e pressão, proporcionando um sistema de distribuição de arconvergente/ divergente.
Patente Estadunidense US 6,202,321 querevela um aparelho de secagem de fluxo de ar convectivo para grãos de cafée culturas similares, que inclui um recipiente de matéria-prima removível eempilhável que possui uma estrutura de passagem de ar interior seestendendo de preferência da superfície de fundo e da parede lateral parapróximo do topo do recipiente. A estrutura de fluxo de ar é configurada paraadmitir, fluir e transferir ar livremente, através de um orifício ourespiradouro no fundo ou na parede lateral, sobre seu comprimento e largurapara dentro e para fora da matéria-prima a ser secada, e para fora do topo dorecipiente.
Patente Estadunidense US 6,438,862 querevela um sistema secador com distribuição de fluxo de ar para grãos de caféou culturas similares. O recipiente interior do secador que estoca os grãos épreenchido por uma estrutura de rede de passagem de ar que fornececaminhos de passagem de fluxo de ar uniformemente distribuídos. Apassagem de fluxo de ar comunica com as aberturas de fluxo de ar nasparedes ou no fundo do recipiente para dividir e admitir o fluxo de ar desecagem por toda a massa de grãos com um grande número de correntes dear individuais. O resultado do processo é uma secagem mais rápida e commaior uniformidade em toda massa de grãos.
Os processos existentes para secagem porequipamentos, bem como os processos revelados nas patentes citadas nãoforam desenvolvidos para eliminar a necessidade da pré-secagem emterreiros, e apresentam construtividades distintas, com eficiência limitada ecom restrições de umidade inicial.
"SECADOR VERTICAL DE BANDEJASPARA CAFÉ E SIMILARES", objeto da presente patente foi desenvolvidopara superar os inconvenientes e limitações dos dispositivos atuais, poisrealiza a secagem eliminando a necessidade da pré-secagem em terreiro, nãoestá sujeito às intempéries do clima, proporciona segurança alimentar é umequipamento otimizado e com alta eficiência, que permite uma secagemhomogênea, causa danos mínimos ao produto, não tem restrição de umidadeinicial do produto a ser seco, reduz perdas e custos, é compacto e versátil,auto-limpante e de fácil higienização.
Para melhor compreensão da presentepatente são anexadas as seguintes figuras:
Figura 1., que mostra a vista perspectivasuperior do secador vertical de bandejas para café e similares da presentepatente;
Figura 2., que mostra a vista lateral dosecador vertical de bandejas para café e similares com todos os componentesda presente patente ligado a uma unidade geradora de calor, transportadorhorizontal e transportador vertical;
Figura 3., que mostra a vista superior dosecador vertical de bandejas para café e similares da presente patente;
Figura 4., que mostra vista frontal dosecador vertical de bandejas para café e similares da presente patente;
Figura 5., que mostra a vista traseira dosecador vertical de bandejas para café e similares da presente patente sem aschapas de fechamento traseiro;
Figura 6., que mostra a vista perspectivasuperior explodida do secador vertical de bandejas para café e similares dapresente patente;
Figura 7., que mostra a vista perspectivasuperior explodida da coifa superior do secador vertical de bandejas paracafé e similares da presente patente;
Figura 8., que mostra a vista perspectivasuperior explodida da cinta de emparelhamento do secador vertical debandejas para café e similares da presente patente;
Figura 9., que mostra a vista perspectivasuperior explodida da bandeja de aeração do secador vertical de bandejaspara café e similares da presente patente;
Figura 10., que mostra a vista perspectivasuperior explodida da cinta da eclusa do secador vertical de bandejas paracafé e similares da presente patente;
Figura 11., que mostra a vista perspectivasuperior explodida do colarinho de eclusa de descarga do secador vertical debandejas para café e similares da presente patente;
Figura 12., que mostra a vista aumentadadas peças menores do secador vertical de bandejas para café e similares dapresente patente; e
Figura 13., que mostra o fluxograma doprocesso de secagem realizado pelo secador vertical de bandejas para café esimilares da presente patente.
As pesquisas e desenvolvimentos dosecador da presente patente objetivaram resolver os seguintes problemas osquais foram resolvidos conforme a seguir descritos:
O café cereja não se comporta bem emsecadores rotativos e vibratórios, sendo necessário pré-secar em terreiroconvencional ou suspenso, pois a resistência mecânica do tegumento é baixa,podendo esmagar, liberando substância pegajosa e colar um fruto ao outro,aglomerando.A utilização do terreiro suspenso com telainferior, embora tenha sido uma evolução, pois aumenta a eficiência devido aentrada inferior ainda não apresenta uma alta troca térmica e mássica com oar ambiente ventilado naturalmente e pelo revolvimento manual comrastelos, necessitando de muita mão de obra, de área de tela muito grande econsequentemente instalações enormes e grande investimento para maioresproduções decorrentes de colheitas mecanizadas.
O café despolpado e desmucilado possuiuma camada de proteção denominada pergaminho que na saída da lavagemapós desmucilação necessita ir ao terreiro para eliminar a água superficialpara permitir a secagem nos secadores convencionais e portanto com osmesmos problemas de mão de obra e eficiência e higiene já citados. Nestecaso os cuidados devem ser redobrados, pois o fruto já está despolpado e asemente se encontra desprotegida. Na atualidade há uma grande tendênciados processos migrarem para este sistema, pois agiliza a secagem.
Face aos problemas citados projetou-se econstruiu-se um protótipo do secador vertical da presente patente, buscandonão ter os mesmos problemas observados, porém em um primeiro testeobservou que a fluidez vertical do café cereja é dificultada pela presença desuportes de sustentação, pois forma um bloco úmido que com qualquermínima área de apoio mantêm-se preso não descendo. A solução para esteproblema foi modificar o projeto, adotando-se um nível de coluna de café namesma altura do vértice da pirâmide do suporte distribuidor de ar eretirando-se todos suportes horizontais que estavam no caminho de descidado café. Observou-se ainda que para fluir em descida o café necessitava deum ângulo mínimo da pirâmide do suporte distribuidor de ar, solucionando-se este problemas com ensaios práticos de determinação deste ângulo,concluindo-se por adotar ângulo de escoamento mínimo de 50 graus, comângulo preferido de 60 graus. Em um primeiro teste adotou-se perfuraçõesem toda a altura das faces da pirâmide do suporte distribuidor de ar parapassagem de ar e em conseqüência das soluções adotadas e comentadascriou-se, com a limitação do nível de café até o cume da pirâmide, umproblema de que o ar de secagem poderia sair preferencialmente pela partemais alta das faces da pirâmide, devido a redução de mais de 40% do volumedo café durante a secagem (pequena camada de café a ser vencida nestaparte). A solução para este problema foi ampliar a área cega partindo dovértice para baixo e perfurando-se a chapa da eclusa, criando-se caminhosequivalentes do ar na base da camada e nas laterais da pirâmide, através deadoção de distâncias otimizadas entre as bases da pirâmide. Foi calculada aredução de volume esperada e com isto dimensionada em aproximadamente15 cm a altura da área cega.
O projeto otimizado do secador da presentepatente trouxe as seguintes vantagens adicionais:
- versatilidade e flexibilidade nos tempos ecapacidades;
- secagem de produtos com baixa fluidez;
- pré-secagem de produtos em substituição aprocessos e secadores estáticos;
- secagem de produtos sem limitação deumidade inicial;
- uso de qualquer fonte de ar de secagem;
- permite secagem homogênea pelamovimentação;
- causa mínimo dano ao produto, por nãohaver atritos; e
- facilidade de limpeza por ser autolimpante.
O equipamento para o processo de secagemda presente patente, conforme mostrado nas figuras é composto por umaunidade geradora de calor (UC), dotada um duto de ar quente (TA), com umbocal de conexão (BC); por uma moega de alimentação de produto a serrecirculado (1) de formato prismático tronco-piramidal oco; por umtransportador horizontal (2) convencional para alimentação e recirculação doproduto, dotada de um motor de acionamento (2-A) convencional; por umtransportador vertical (3) convencional para o transporte vertical do produto,dotado de um duto de alimentação superior (3-A), de um motor deacionamento (3-B) convencional, e de um duto de saída de produto seco (3-C); por uma coifa superior (4) de formato prismático tronco-piramidal oco,dotada de um bocal de alimentação de produto (4-A) e de quatro aberturas desaída de ar exausto (4-B) distribuídas radialmente na coifa (4), cada umacom uma tampa (4-B-l) com abertura na frente; por uma cinta deemparelhamento (5) de formato prismático retangular, dotada de duas chapaslaterais (5-A), de duas chapas frontais (5-B), de duas chapas perfil laterais(5-C) de formato em "U" posicionadas na parte frontal das chapas laterais(5-A), de quatro mancais (5-D) do tipo flange convencionais, cada uminstalado próximo da borda das chapas frontais (5-B), de dois pinhões comdentes únicos (5-E) instalados nos mancais (5-D), de um pinhão central (5-F)com dentes duplos instalado na parte central, de um suporte do redutor (5-G)de formato em "U" com abas extensoras nas extremidades para instalação dopinhão central (5-F), de um redutor (5-H) instalado no suporte do redutor (5-G) e conectado no pinhão central (5-F), de um motor (5-1) instalado noredutor (5-G), de três vigas de sustentação (5-J) de formato prismáticoretangular posicionadas na parte superior das chapas frontais (5-B), de duasbarras de rosca trapezoidal (5-K) de formato cilíndrico, cada uma compontas conectadas nos dois mancais de chapa (5-D) e nos pinhões de denteúnico (5-E), de quatro porcas flange (5-L) posicionadas de duas em duasenvolventes das barras de rosca trapezoidal (5-K) com rosca interna, cadauma com uma haste de fixação (5-L-l) de formato prismático em "L"inclinado e conectada a uma plaina emparelhadora (5-M) de formatoprismático retangular, de um sensor de nível (5-N) posicionado na mesmalinha do lado inferior da plaina emparelhadora (5-M), de uma chave deposição direita (5-O) posicionada no final do curso direito de uma das porcasflange (5-L) da direita e de uma chave de posição esquerda (5-P) posicionadano final do curso esquerdo de uma das porcas flange (5-L) da esquerda; poruma bandeja de aeração (6) de formato prismático retangular, dotada de trêschapas laterais (6-A) de formato em "U" nos lados maiores, de uma chapafrontal (6-B) de formato retangular com uma dobra em "U" nos ladosmaiores, e com cinco furos (6-B-l) em formato de trapézio distribuídoslongitudinalmente na chapa, de duas tampas de limpeza (6-C) de formatoretangular com uma dobra perpendicular no lado superior, e com elementosde articulação (6-C-l) no lado inferior instalados na chapa frontal (6-B) quepossibilitam abertura e fechamento da tampa de limpeza (6-C) instalada nafrente da chapa frontal (6-B), de um suporte e distribuidor de ar (6-D) comsuportes principais de produto (6-D-l) de formato prismático triangular ococom o ângulo da lateral (escorregamento) podendo variar de 50° a 70°,preferentemente 60°, com as bordas arredondadas e com furos na chapa atédeterminada altura para passagem de ar, com suporte secundário direito deproduto (6-D-2) de formato retangular inclinado no mesmo ângulo da lateraldos suportes principais, com uma dobra estreita na borda superior e comfuros na chapa até determinada altura para passagem de ar suportesecundário esquerdo de produto (6-D-3) de formato retangular inclinado nomesmo ângulo da lateral dos suportes principais, com uma dobra larga naborda superior e com furos na chapa até determinada altura para passagemde ar, e com rampas de auxílio (6-D-4) de formato trapezoidal com umadobra perpendicular no lado maior e conectado nas placas (6-A) e (6-B), e deum sensor de nível (6-E) posicionado na parte inferior do suporte edistribuidor de ar (6-D); por uma cinta da eclusa (7) dotada de duas chapaslaterais (7-A) de formato prismático retangular com dobras paralelas defixação de formato em "L" nas extremidades menores, de duas chapasfrontais (7-B) com dobras perpendiculares de fixação nas extremidadesmenores, de duas chapas perfil (7-C) de formato prismático retangular comuma dobra de formato em "S" na extremidade maior superior e uma dobra deformato em "L" na extremidade maior inferior, de dois mancais de chapa (7-D) do tipo flange convencionais, cada um instalado no centro de cada chapafrontal (7-B), de um suporte do redutor (7-E) de formato em "IJ" nãoarredondado com abas extensoras nas extremidades instalado na frente deum dos mancais (7-D), de um redutor (7-F) instalado no suporte do redutor(7-E) e conectado em um dos mancais (7-D), de um motor (7-G) conectadono redutor (7-F), de uma barra de rosca trapezoidal (7-H) de formatocilíndrico com engrenagem instalada nos dois mancais de chapa (7-D), nosuporte do redutor (7-E) e no redutor (7-F), de uma tampa da eclusa (7-1) deformato de estrado, com vigas longitudinais (7-1-1) de formato prismáticoretangular com furos nas suas superfícies superiores e inferiores, com doisperfis (7-1-2) inteiriças na tampa da eclusa (7-1) de formato em "L"instaladas nas extremidades menores das vigas longitudinais (7-1-1) comuma cremalheira na parte inferior, e com rodinhas (7-1-3) instaladas sob asdobras (7-1-2) que rolam sobre as dobras de formato em "S" das chapasperfil (7-C), de três vigas de sustentação (7-J) de formato prismáticoretangular posicionadas sob a tampa da eclusa (7-1), de uma chave deposição de abertura (7-K) posicionada no final do curso de abertura da tampada eclusa (7-1), e de uma chave de posição de fechamento (7-L) posicionadano final do curso de fechamento da tampa da eclusa (7-1); por uma bandejade aeração (61) com a mesma construtividade da bandeja de aeração (6); poruma cinta da eclusa (71) com a mesma construtividade da cinta da eclusa (7);por uma bandeja de aeração (62) com a mesma construtividade da bandejade aeração (6); por uma cinta da eclusa (72) com a mesma construtividade dacinta da eclusa (7), e assim por diante compondo módulos que variam emquantidade de acordo com o dimensionamento do equipamento para cadaprocesso de secagem; por uma câmara de descanso (8) de formato prismáticotronco-piramidal oco; por uma eclusa de descarga (9) de formato prismáticoretangular, dotado de duas laterais (9-A), com dobra inclinada no ladosuperior, de duas cabeceiras (9-B) de formato retangular, com uma abalateral (9-B-l), e com um furo (9-B-2) circular localizado no centro da abalateral (9-B-l), de um mancai (9-C) do tipo flange, instalado em uma dascabeceiras (9-B), de um redutor (9-D) instalado na outra cabeceira (9-B), deum motor (9-E) instalado no redutor (9-D), de um rotor (9-F) com um eixo(9-F-l) de formato cilíndrico instalado no mancai de chapa (9-C) e noredutor (9-D), e com um anteparo (9-F-2) de formato prismático triangular;por quatro pés da estrutura (10) para sustentação; e por um controladorlógico programável (11).
O processo de secagem realizado pelosecador vertical de bandejas da presente patente ocorre em regimedescontínuo e intermitente, sendo que não há restrição de umidade inicial doproduto a ser seco. Conforme mencionado anteriormente, o secador éconstituído por módulos que variam em quantidade de acordo com odimensionamento, e, para a descrição do processo, serão considerados oscinco módulos ilustrados nas figuras. O processo de secagem realizado pelosecador vertical de bandejas da presente patente ocorre pelas seguintesetapas:
1) Alimenta-se manual ou automaticamenteos produtos a serem secos na moega de alimentação (1) que caem porgravidade diretamente no transportador horizontal (2);
2) Fecha-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (6-D) através do fechamento da tampa da eclusa(7-1), de forma que as vigas longitudinais (7-1-1) permaneçam posicionadasexatamente sob os vãos presentes no suporte e distribuidor de ar (6-D); estaoperação ocorre através da emissão de um sinal elétrico do controladorlógico programável (11) para o motor (7-G) que ao girar em sentido horáriotem sua rotação reduzida pelo redutor (7-F) que transmite o movimentorotacional para a barra de rosca trapezoidal (7-H) cuja rotação daengrenagem sobre as cremalheiras das dobras (7-1-2) da tampa da eclusa (7-1) transforma o movimento radial em movimento axial da tampa da eclusa(7-1) que desloca-se para a direita, fechando a passagem dos produtos pelosuporte e distribuidor de ar (6-D) quando as vigas longitudinais (7-1-1) ficamposicionadas sob o suporte e distribuidor de ar (6-D); o movimento éencerrado quando a tampa da eclusa (7-1) encosta na chave de posição deabertura (7-K) que emite um sinal para o controlador lógico programávél(11), este que então cessa de emitir sinal elétrico para o motor (7-G);3) Aciona-se a alimentação dos produtos nosuporte e distribuidor de ar (6-D); para ocorrer esta alimentação, ocontrolador lógico programável (11) envia sinal elétrico para os motores (2-A) e (3-B) para que o transportador horizontal (2) e o transportador vertical(3) conduzam os produtos até o bocal de alimentação de produto (4-A) dacoifa (4) que caem por gravidade e desordenadamente no suporte edistribuidor de ar (6-D); ao mesmo tempo o conjunto de emparelhamento éacionado pelo controlador lógico programável (11) que envia sinal elétricopara o motor (5-1) que ao girar em sentido horário tem seu torque ampliadopelo redutor (5-H) que transmite o movimento rotacional para o pinhãocentral (5-F) cuja rotação aciona, por correias ou outro componente similar,os pinhões de dente único (5-E) que transmitem o movimento para as barrasde rosca trapezoidal (5-K) e, conseqüentemente, para as porcas flange (5-L)que devido às roscas internas passam a ter movimento axial para a direita; omovimento das porcas flange (5-L) causa o deslocamento também das hastesde fixação (5-L-l) e da plaina emparelhadora. (5-M); quando a porca flange(5-L) da direita encosta na chave de posição direita (5-Q)5 a chave (5-0)emite um sinal para o controlador lógico programável (11) que cessa aemissão do sinal elétrico para o motor (5-1) e passa a emitir novo sinalelétrico para o motor (5-1) de forma que o motor (5-1) passe a girar emsentido oposto fazendo com que o deslocamento do conjunto deemparelhamento seja para a esquerda até que a porca flange (5-L) daesquerda encoste na chave de posição esquerda (5-P) que emite sinal para ocontrolador lógico programável (11), cessando novamente a emissão do sinalelétrico para o motor (5-1) e passando a emitir novo sinal elétrico para omotor (5-1) de forma que o motor (5-1) passe a girar em sentido oposto,seguindo assim consecutivamente; esta operação ocorrer durante um tempodeterminado quando o controlador lógico programável (11) cessa a emissãodos sinais elétricos para os motores (2-A), (3-B) e (5-1) e ativa o sensor denível (5-N) para que este realize a medição da presença ou ausência dematéria sólida no vão do nível da mesma linha do lado inferior da plainaemparelhadora (5-M); se não houver detecção de matéria sólida pelo sensorde nível (5-N), o controlador lógico programável (11) desativa o sensor denível (5-N) e reinicia a emissão dos sinais elétricos para os motores (2-A),(3-B) e (5-1), realizando novamente a alimentação dos produtos por tempodeterminado; quando o sensor de nível (5-N) detecta a presença de matériasólida, a etapa de alimentação dos produtos no suporte e distribuidor de ar(6-D) está encerrada;
4) Fecha-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (64-D) através do fechamento da tampa da eclusa(74-1), de forma que as vigas longitudinais (74-1-1) permaneçamposicionadas exatamente sob os vãos presentes no suporte e distribuidor dear (64-D); esta operação ocorre através da emissão de um sinal elétrico docontrolador lógico programável (11) para o motor (74-G) que ao girar emsentido horário tem sua rotação reduzida pelo redutor (74-F) que transmite omovimento rotacional para a barra de rosca trapezoidal (74-H) cuja rotaçãoda engrenagem sobre as cremalheiras das dobras (74-1-2) da tampa da eclusa(74-1) transforma o movimento radial em movimento axial da tampa daeclusa (74-1) que desloca-se para a direita, fechando a passagem dosprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (64-D) quando as vigaslongitudinais (74-1-1) ficam posicionadas sob o suporte e distribuidor de ar(64-D); o movimento é encerrado quando a tampa da eclusa (74-1) encostana chave de posição de abertura (74-K) que emite um sinal para ocontrolador lógico programável (11), este que então cessa de emitir sinalelétrico para o motor (74-G);5) Abre-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (6-D) para que os produtos caiam por gravidadepelo equipamento até permanecerem contidos no suporte e distribuidor de ar(64-D); esta operação ocorre através da emissão de um sinal elétrico docontrolador lógico programável (11) para o motor (7-G) que ao girar emsentido anti-horário tem sua rotação reduzida pelo redutor (7-F) quetransmite o movimento rotacional para a barra de rosca trapezoidal (7-H)cuja rotação da engrenagem sobre as cremalheiras das dobras (7-1-2) datampa da eclusa (7-1) transforma o movimento radial em movimento axial datampa da eclusa (7-1) que desloca-se para a esquerda, abrindo a passagemdos produtos pelo suporte e distribuidor de ar (6-D) quando as vigaslongitudinais (7-1-1) ficam posicionadas sob os suportes principais deproduto (6-D-l), o suporte secundário direito de produto (6-D-2), e o suportesecundário esquerdo de produto (6-D-3); o movimento é encerrado quando atampa da eclusa (7-1) encosta na chave de posição de fechamento (7-L) queemite um sinal para o controlador lógico programável (11), este que entãocessa de emitir sinal elétrico para o motor (7-G);
6) Fecha-se novamente a passagem deprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (6-D) conforme a etapa 2 e aciona-se novamente a alimentação dos produtos no suporte e distribuidor de ar (6-D) conforme a etapa 3;
7) Fecha-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (63-D) através do fechamento da tampa da eclusa(73-1), de forma que as vigas longitudinais (73-1-1) permaneçamposicionadas exatamente sob os vãos presentes no suporte e distribuidor dear (63-D); esta operação ocorre através da emissão de um sinal elétrico docontrolador lógico programável (11) para o motor (73-G) que ao girar emsentido horário tem sua rotação reduzida pelo redutor (73-F) que transmite omovimento rotacional para a barra de rosca trapezoidal (73-H) cuja rotaçãoda engrenagem sobre as cremalheiras das dobras (73-Ϊ-2) da tampa da eclusa(73-1) transforma o movimento radial em movimento axial da tampa daeclusa (73-1) que desloca-se para a direita, fechando a passagem dosprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (63-D) quando as vigaslongitudinais (73-1-1) ficam posicionadas sob o suporte e distribuidor de ar(63-D); o movimento é encerrado quando a tampa da eclusa (73-1) encostana chave de posição de abertura (73-K) que emite um sinal para ocontrolador lógico programável (11), este que então cessa de emitir sinalelétrico para o motor (73-G);
8) Abre-se novamente a passagem deprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (6-D) para que os produtos caiampor gravidade pelo equipamento até permanecerem contidos no suporte edistribuidor de ar (63-D), conforme a etapa 5;
- Repete-se o processo de alimentação deprodutos para os demais suportes e distribuidores de ar (62-D, 61-D e 6-D);apesar de ser o processo mais recomendado, não é necessário haver aalimentação de todos os suportes e distribuidores de ar;
9) Fecha-se a eclusa de descarga (9); paraesta operação o controlador lógico programável emite sinal elétrico para omotor (9-E) que ao girar em sentido horário tem seu torque ampliado peloredutor (9-D) fazendo o rotor (9-F) girar até o fechamento da eclusa dedescarga (9);
10) Inicia-se a secagem dos produtos; paraesta operação, o controlador lógico programável (11) envia sinal de início efuncionamento da unidade geradora de calor (UC); a secagem dos produtosocorre através da passagem de ar quente e seco pelos furos existentes nasvigas longitudinais (7-1-1, 71-1-1, 72-1-1, 73-1-1 e 74-1-1) e nos suportes edistribuidores de ar (6-D, 61-D, 62-D, 63-D e 64-D); a linha de altura dosfuros existentes nos distribuidores de ar (6-D, 61-D, 62-D, 63-D e 64-D) nãovai até o final das chapas para não haver caminho preferencial do ar sem apassagem do mesmo pelos produtos; a secagem ocorre por tempopreviamente determinado, quando o controlador lógico programável (11)envia sinal de desligamento da unidade geradora de calor (UC);
11) Abre-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (64-D) para que os produtos caiam por gravidadepelo equipamento até permanecerem contidos na câmara de descanso (8);esta operação ocorre através da emissão de um sinal elétrico do controladorlógico programável (11) para o motor (74-G) que ao girar em sentido anti-horário tem seu torque ampliado pelo redutor (74-F) que transmite omovimento rotacional para a barra de rosca trapezoidal (74-H) cuja rotaçãoda engrenagem sobre as cremalheiras das dobras (74-Ϊ-2) da tampa da eclusa(74-1) transforma o movimento radial em movimento axial da tampa daeclusa (74-1) que desloca-se para a esquerda, abrindo a passagem dosprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (64-D) quando as vigaslongitudinais (74-1-1) ficam posicionadas sob os suportes principais deproduto (64-D-l), o suporte secundário direito de produto (64-D-2), e osuporte secundário esquerdo de produto (64-D-3); o movimento é encerradoquando a tampa da eclusa (74-1) encosta na chave de posição de fechamento(74-L) que emite um sinal para o controlador lógico programável (11), esteque então cessa de emitir sinal elétrico para o motor (74-G);
- Repete-se o processo de abertura dapassagem de produtos para que os produtos caiam por gravidade peloequipamento até permanecerem contidos na câmara de descanso (8) para osdemais suportes e distribuidores de ar (63-D, 62-D, 61-D e 6-D); os produtospermanecem na câmara de descanso por tempo determinado para que ocorraa migração da umidade dos produtos mais úmidos para os mais secos deforma a obter uma umidade mais homogênea da massa de produtos;
12) Fecha-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (6-D) conforme a etapa 2;
13) Abre-se a eclusa de descarga (9); paraesta operação o controlador lógico programável emite sinal elétrico para omotor (9-E) que ao girar em sentido anti-horário tem sua rotação reduzidapelo redutor (9-D) fazendo o rotor (9-F) girar até a abertura da eclusa dedescarga (9);
- Reinicia-se todo o processo a partir daetapa 2 de forma a obter a re-homogeneização e a recirculação dos produtosquantas vezes forem necessárias até que a umidade média dos produtos atinjao valor desejado, que, no caso do café é de 11%; a remoção dos produtossecos ocorre através do duto de saída (3-C) do transportador vertical.

Claims (4)

1. "SECADOR VERTICAL DE BAN-DEJAS PARA CAFÉ E SIMILARES", composto por uma unidadegeradora de calor (UC), dotada um duto de ar quente (TA), com um bocal deconexão (BC); por uma moega de alimentação de produto a ser recirculado(1) de formato prismático tronco-piramidal oco; por um transportadorhorizontal (2) para alimentação e recirculação do produto, dotada de ummotor de acionamento (2-A); por um transportador vertical (3) para otransporte vertical do produto, dotado de um duto de alimentação superior(3-A), de um motor de acionamento (3-B), e de um duto de saída de produtoseco (3-C), caracterizado por, por uma coifa superior (4) de formatoprismático tronco-piramidal oco, dotada de um bocal de alimentação deproduto (4-A) e de quatro aberturas de saída de ar exausto (4-B) distribuídasradialmente na coifa (4), cada uma com uma tampa (4-B-l) com abertura nafrente; por uma cinta de emparelhamento (5) de formato prismáticoretangular, dotada de duas chapas laterais (5-A), de duas chapas frontais (5-B), de duas chapas perfil laterais (5-C) de formato em "U" posicionadas naparte frontal das chapas laterais (5-A), de quatro mancais (5-D) do tipoflange convencionais, cada um instalado próximo da borda das chapasfrontais (5-B), de dois pinhões com dentes únicos (5-E) instalados nosmancais (5-D), de um pinhão central (5-F) com dentes duplos instalado naparte central, de um suporte do redutor (5-G) de formato em "U" com abasextensoras nas extremidades para instalação do pinhão central (5-F), de umredutor (5-H) instalado no suporte do redutor (5-G) e conectado no pinhãocentral (5-F), de um motor (5-1) instalado no redutor (5-G), de três vigas desustentação (5-J) de formato prismático retangular posicionadas na partesuperior das chapas frontais (5-B), de duas barras de rosca trapezoidal (5-K)de formato cilíndrico, cada uma com pontas conectadas nos dois mancais dechapa (5-D) e nos pinhões de dente único (5-E), de quatro porcas flange (5-L) posicionadas de duas em duas envolventes das barras de rosca trapezoidal(5-K) com rosca interna, cada uma com uma haste de fixação (5-L-l) deformato prismático em "L" inclinado e conectada a uma plainaemparelhadora (5-M) de formato prismático retangular, de um sensor denível (5-N) posicionado na mesma linha do lado inferior da plainaemparelhadora (5-M), de uma chave de posição direita (5-0) posicionada nofinal do curso direito de uma das porcas flange (5-L) da direita, e de umachave de posição esquerda (5-P) posicionada no final do curso esquerdo deuma das porcas flange (5-L) da esquerda; por uma bandeja de aeração (6) deformato prismático retangular, dotada de três chapas laterais (6-A) deformato em "U" nos lados maiores, de uma chapa frontal (6-B) de formatoretangular com uma dobra em "U" nos lados maiores, e com cinco furos (6-B-1) em formato de trapézio distribuídos longitudinalmente na chapa, deduas tampas de limpeza (6-C) de formato retangular com uma dobraperpendicular no lado superior, e com elementos de articulação (6-C-l) nolado inferior instalados na chapa frontal (6-B) que possibilitam abertura efechamento da tampa de limpeza (6-C) instalada na frente da chapa frontal(6-B), de um suporte e distribuidor de ar (6-D) com suportes principais deproduto (6-D-l) de formato prismático triangular oco com o ângulo da lateral(escorregamento) podendo variar de 50° a 70°, com as bordas arredondadas ecom furos na chapa até determinada altura para passagem de ar, com suportesecundário direito de produto (6-D-2) de formato retangular inclinado nomesmo ângulo da lateral dos suportes principais, com uma dobra estreita naborda superior e com furos na chapa até determinada altura para passagemde ar, suporte secundário esquerdo de produto (6-D-3) de formato retangularinclinado no mesmo ângulo da lateral dos suportes principais, com umadobra larga na borda superior e com furos na chapa até determinada alturapara passagem de ar, e com rampas de auxílio (6-D-4) de formato trapezoidalcom uma dobra perpendicular no lado maior e conectado nas placas (6-A) e(6-B), e de um sensor de nível (6-E) posicionado na parte inferior do suportee distribuidor de ar (6-D); por uma cinta da eclusa (7) dotada de duas chapaslaterais (7-A) de formato prismático retangular com dobras paralelas defixação de formato em "L" nas extremidades menores, de duas chapasfrontais (7-B) com dobras perpendiculares de fixação nas extremidadesmenores, de duas chapas perfil (7-C) de formato prismático retangular comuma dobra de formato em "S" na extremidade maior superior e uma dobra deformato em "L" na extremidade maior inferior, de dois mancais de chapa (7-D) do tipo flange convencionais, cada um instalado no centro de cada chapafrontal (7-B), de um suporte do redutor (7-E) de formato em "U" nãoarredondado com abas extensoras nas extremidades instalado na frente deum dos mancais (7-D), de um redutor (7-F) instalado no suporte do redutor(7-E) e conectado em um dos mancais (7-D), de um motor (7-G) conectadono redutor (7-F), de uma barra de rosca trapezoidal (7-H) de formatocilíndrico com engrenagem instalada nos dois mancais de chapa (7-D), nosuporte do redutor (7-E) e no redutor (7-F), de uma tampa da eclusa (7-1) deformato de estrado, com vigas longitudinais (7-1-1) de formato prismáticoretangular com furos nas suas superfícies superiores e inferiores, com doisperfis (7-1-2) inteiriças na tampa da eclusa (7-1) de formato em "L"instaladas nas extremidades menores das vigas longitudinais (7-1-1) comuma cremalheira na parte inferior, e com rodinhas (7-1-3) instaladas sob asdobras (7-1-2) que rolam sobre as dobras de formato em "S" das chapasperfil (7-C), de três vigas de sustentação (7-J) de formato prismáticoretangular posicionadas sob a tampa da eclusa (7-1), de uma chave deposição de abertura (7-K) posicionada no final do curso de abertura da tampada eclusa (7-1), e de uma chave de posição de fechamento (7-L) posicionadano final do curso de fechamento da tampa da eclusa (7-1); por uma bandejade aeração (61) com a mesma construtividade da bandeja de aeração (6); poruma cinta da eclusa (71) com a mesma construtividade da cinta da eclusa (7);por uma bandeja de aeração (62) com a mesma construtividade da bandejade aeração (6); por uma cinta da eclusa (72) com a mesma construtividade dacinta da eclusa (7), e assim por diante compondo módulos que variam emquantidade de acordo com o dimensionamento do equipamento para cadaprocesso de secagem; por uma câmara de descanso (8) de formato prismáticotronco-piramidal oco; por uma eclusa de descarga (9) de formato prismáticoretangular, dotado de duas laterais (9-A), com dobra inclinada no ladosuperior, de duas cabeceiras (9-B) de formato retangular, com uma abalateral (9-B-l), e com um furo (9-B-2) circular localizado no centro da abalateral (9-B-l), de um mancai (9-C) do tipo flange, instalado em uma dascabeceiras (9-B), de um redutor (9-D) instalado na outra cabeceira (9-B), deum motor (9-E) instalado no redutor (9-D), de um rotor (9-F) com um eixo(9-F-l) de formato cilíndrico instalado no mancai de chapa (9-C) e noredutor (9-D), e com um anteparo (9-F-2) de formato prismático triangular;por quatro pés da estrutura (10) para sustentação; e por um controladorlógico programável (11).
2. "SECADOR VERTICAL DE BAN-DEJAS PARA CAFÉ E SIMILARES", de acordo com a reivindicação 1,caracterizada por, suportes principais de produto (6-D-l), suporte secundáriodireito de produto (6-D-2) e suporte secundário esquerdo de produto (6-D-3)com o ângulo da lateral ( escorregamento ) preferentemente ser de 60°.
3. "SECADOR VERTICAL BE BAN-DEJAS PARA CAFÉ E SIMILARES", de acordo com a reivindicação 1,caracterizado por, processo de secagem na seguinte seqüência:- 1) Alimenta-se manual ou automaticamenteos produtos a serem secos na moega de alimentação (1) que caem porgravidade diretamente no transportador horizontal (2);- 2) Fecha-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (6-D) através do fechamento da tampa da eclusa(7-1), de forma que as vigas longitudinais (7-1-1) permaneçam posicionadasexatamente sob os vãos presentes no suporte e distribuidor de ar (6-D); estaoperação ocorre através da emissão de um sinal elétrico do controladorlógico programável (11) para o motor (7-G) que ao girar em sentido horáriotem sua rotação reduzida pelo redutor (7-F) que transmite o movimentorotacional para a barra de rosca trapezoidal (7-H) cuja rotação daengrenagem sobre as cremalheiras das dobras (7-1-2) da tampa da eclusa (7-I) transforma o movimento radial em movimento axial da tampa da eclusa(7-1) que desloca-se para a direita, fechando a passagem dos produtos pelosuporte e distribuidor de ar (6-D) quando as vigas longitudinais (7-1-1) ficamposicionadas sob o suporte e distribuidor de ar (6-D); o movimento éencerrado quando a tampa da eclusa (7-1) encosta na chave de posição deabertura (7-K) que emite um sinal para o controlador lógico programável(11), este que então cessa de emitir sinal elétrico para o motor (7-G);- 3) Aciona-se a alimentação dos produtos nosuporte e distribuidor de ar (6-D); para ocorrer esta alimentação, ocontrolador lógico programável (11) envia sinal elétrico para os motores (2-A) e (3-B) para que o transportador horizontal (2) e o transportador vertical(3) conduzam os produtos até o bocal de alimentação de produto (4-A) dacoifa (4) que caem por gravidade e desordenadamente no suporte edistribuidor de ar (6-D); ao mesmo tempo o conjunto de emparelhamento éacionado pelo controlador lógico programável (11) que envia sinal elétricopara o motor (5-1) que ao girar em sentido horário tem seu torque ampliadopelo redutor (5-H) que transmite o movimento rotacional para o pinhãocentral (5-F) cuja rotação aciona, por correias ou outro componente similar,os pinhões de dente único (5-E) que transmitem o movimento para as barrasde rosca trapezoidal (5-K) e, conseqüentemente, para as porcas flange (5-L)que devido às roscas internas passam a ter movimento axial para a direita; omovimento das porcas flange (5-L) causa o deslocamento também das hastesde fixação (5-L-l) e da plaina emparelhadora (5-M); quando a porca flange(5-L) da direita encosta na chave de posição direita (5-0), a chave (5-0)emite um sinal para o controlador lógico programável (11) que cessa aemissão do sinal elétrico para o motor (5-1) e passa a emitir novo sinalelétrico para o motor (5-1) de forma que o motor (5-1) passe a girar emsentido oposto fazendo com que o deslocamento do conjunto deemparelhamento seja para a esquerda até que a porca flange (5-L) daesquerda encoste na chave de posição esquerda (5-P) que emite sinal para ocontrolador lógico programável (11), cessando novamente a emissão do sinalelétrico para o motor (5-1) e passando a emitir novo sinal elétrico para omotor (5-1) de forma que o motor (5-1) passe a girar em sentido oposto,seguindo assim consecutivamente; esta operação ocorrer durante um tempodeterminado quando o controlador lógico programável (11) cessa a emissãodos sinais elétricos para os motores (2-A), (3-B) e (5-1) e ativa o sensor denível (5-N) para que este realize a medição da presença ou ausência dematéria sólida no vão do nível da mesma linha do lado inferior da plainaemparelhadora (5-M); se não houver detecção de matéria sólida pelo sensorde nível (5-Ν), o controlador lógico programável (11) desativa o sensor denível (5-N) e reinicia a emissão dos sinais elétricos para os motores (2-A),(3-B) e (5-1), realizando novamente a alimentação dos produtos por tempodeterminado; quando o sensor de nível (5-N) detecta a presença de matériasólida, a etapa de alimentação dos produtos no suporte e distribuidor de ar(6-D) está encerrada;
4.) Fecha-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (64-D) através do fechamento da tampa da eclusa(74-1), de forma que as vigas longitudinais (74-1-1) permaneçamposicionadas exatamente sob os vãos presentes no suporte e distribuidor dear (64-D); esta operação ocorre através da emissão de um sinal elétrico docontrolador lógico programável (11) para o motor (74-G) que ao girar emsentido horário tem sua rotação reduzida pelo redutor (74-F) que transmite omovimento rotacional para a barra de rosca trapezoidal (74-H) cuja rotaçãoda engrenagem sobre as cremalheiras das dobras (74-1-2) da tampa da eclusa(74-1) transforma o movimento radial em movimento axial da tampa daeclusa (74-1) que desloca-se para a direita, fechando a passagem dosprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (64-D) quando as vigaslongitudinais (74-1-1) ficam posicionadas sob o suporte e distribuidor de ar(64-D); o movimento é encerrado quando a tampa da eclusa (74-1) encostana chave de posição de abertura (74-K) que emite um sinal para ocontrolador lógico programável (11), este que então cessa de emitir sinalelétrico para o motor (74-G);5.) Abre-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (6-D) para que os produtos caiam por gravidadepelo equipamento até permanecerem contidos no suporte e distribuidor de ar(64-D); esta operação ocorre através da emissão de um sinal elétrico docontrolador lógico programável (11) para o motor (7-G) que ao girar emsentido anti-horário tem sua rotação reduzida pelo redutor (7-F) quetransmite o movimento rotacional para a barra de rosca trapezoidal (7-H)cuja rotação da engrenagem sobre as cremalheiras das dobras (7-1-2) datampa da eclusa (7-1) transforma o movimento radial em movimento axial datampa da eclusa (7-1) que desloca-se para a esquerda, abrindo a passagemdos produtos pelo suporte e distribuidor de ar (6-D) quando as vigaslongitudinais (7-1-1) ficam posicionadas sob os suportes principais deproduto (6-D-l), o suporte secundário direito de produto (6-D-2), e o suportesecundário esquerdo de produto (6-D-3); o movimento é encerrado quando atampa da eclusa (7-1) encosta na chave de posição de fechamento (7-L) queemite um sinal para o controlador lógico programável (11), este que entãocessa de emitir sinal elétrico para o motor (7-G);6.) Fecha-se novamente a passagem deprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (6-D) conforme a etapa 2 e aciona-se novamente a alimentação dos produtos no suporte e distribuidor de ar (6-D) conforme a etapa 3;7.) Fecha-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (63-D) através do fechamento da tampa da eclusa(73-1), de forma que as vigas longitudinais (73-1-1) permaneçamposicionadas exatamente sob os vãos presentes no suporte e distribuidor dear (63-D); esta operação ocorre através da emissão de um sinal elétrico docontrolador lógico programável (11) para o motor (73-G) que ao girar emsentido horário tem sua rotação reduzida pelo redutor (73-F) que transmite omovimento rotacional para a barra de rosca trapezoidal (73-H) cuja rotaçãoda engrenagem sobre as cremalheiras das dobras (73-1-2) da tampa da eclusa(73-1) transforma o movimento radial em movimento axial da tampa daeclusa (73-1) que desloca-se para a direita, fechando a passagem dosprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (63-D) quando as vigaslongitudinais (73-1-1) ficam posicionadas sob o suporte e distribuidor de ar(63-D); o movimento é encerrado quando a tampa da eclusa (73-1) encostana chave de posição de abertura (73-K) que emite um sinal para ocontrolador lógico programável (11), este que então cessa de emitir sinalelétrico para o motor (73-G);- 8) Abre-se novamente a passagem deprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (6-D) para que os produtos caiampor gravidade pelo equipamento até permanecerem contidos no suporte edistribuidor de ar (63-D), conforme a etapa 5;- Repete-se o processo de alimentação deprodutos para os demais suportes e distribuidores de ar (62-D, 61-D e 6-D);apesar de ser o processo mais recomendado, não é necessário haver aalimentação de todos os suportes e distribuidores de ar;- 9) Fecha-se a eclusa de descarga (9); paraesta operação o controlador lógico programável emite sinal elétrico para omotor (9-E) que ao girar em sentido horário tem seu torque ampliado peloredutor (9-D) fazendo o rotor (9-F) girar até o fechamento da eclusa dedescarga (9);- 10) Inicia-se a secagem dos produtos; paraesta operação, o controlador lógico programável (11) envia sinal de início efuncionamento da unidade geradora de calor (UC); a secagem dos produtosocorre através da passagem de ar quente e seco pelos furos existentes nasvigas longitudinais (7-1-1, 71-1-1, 72-1-1, 73-1-1 e 74-1-1) e nos suportes edistribuidores de ar (6-D, 61-D, 62-D, 63-D e 64-D); a linha de altura dosfuros existentes nos distribuidores de ar (6-D, 61-D, 62-D, 63-D e 64-D) nãovai até o final das chapas para não haver caminho preferencial do ar sem apassagem do mesmo pelos produtos; a secagem ocorre por tempopreviamente determinado, quando o controlador lógico programável (11)envia sinal de desligamento da unidade geradora de calor (UC);11.) Abre-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (64-D) para que os produtos caiam por gravidadepelo equipamento até permanecerem contidos na câmara de descanso (8);esta operação ocorre através da emissão de um sinal elétrico do controladorlógico programável (11) para o motor (74-G) que ao girar em sentido anti-horário tem seu torque ampliado pelo redutor (74-F) que transmite omovimento rotacional para a barra de rosca trapezoidal (74-H) cuja rotaçãoda engrenagem sobre as cremalheiras das dobras (74-1-2) da tampa da eclusa(74-1) transforma o movimento radial em movimento axial da tampa daeclusa (74-1) que desloca-se para a esquerda, abrindo a passagem dosprodutos pelo suporte e distribuidor de ar (64-D) quando as vigaslongitudinais (74-1-1) ficam posicionadas sob os suportes principais deproduto (64-D-l), o suporte secundário direito de produto (64-D-2), e osuporte secundário esquerdo de produto (64-D-3); o movimento é encerradoquando a tampa da eclusa (74-1) encosta na chave de posição de fechamento(74-L) que emite um sinal para o controlador lógico programável (11), esteque então cessa de emitir sinal elétrico para o motor (74-G);- Repete-se o processo de abertura dapassagem de produtos para que os produtos caiam por gravidade peloequipamento até permanecerem contidos na câmara de descanso (8) para osdemais suportes e distribuidores de ar (63-D, 62-D, 61-D e 6-D); os produtospermanecem na câmara de descanso por tempo determinado para que ocorraa migração da umidade dos produtos mais úmidos para os mais secos deforma a obter uma umidade mais homogênea da massa de produtos;- 12) Fecha-se a passagem de produtos pelosuporte e distribuidor de ar (6-D) conforme a etapa 2;- 13) Abre-se a eclusa de descarga (9); paraesta operação o controlador lógico programável emite sinal elétrico para omotor (9-E) que ao girar em sentido anti-horário tem sua rotação reduzidapelo redutor (9-D) fazendo o rotor (9-F) girar até a abertura da eclusa dedescarga (9);- Reinicia-se todo o processo a partir daetapa 2 de forma a obter a re-homogeneização e a recirculação dos produtosquantas vezes forem necessárias até que a umidade média dos produtos atinjao valor desejado; a remoção dos produtos secos ocorre através do duto desaída de produto seco (3-C) do transportador vertical (3).4. "SECADOR VERTICAL DE BAN-DEJAS PARA CAFÉ E SIMILARES", de acordo com as reivindicações 1e 3, caracterizado por, processo de secagem sem restrição de umidade inicialdo produto a ser seco.
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