BRPI0902619A2 - aparelho para revestimento de fita dental - Google Patents

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BRPI0902619A2
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BR
Brazil
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tape
coating
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BRPI0902619-3A
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English (en)
Inventor
Ochs Harol
Chodzko John
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Mcneil-Ppc, Inc.
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Publication of BRPI0902619B1 publication Critical patent/BRPI0902619B1/pt
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    • A61C15/04—Dental floss; Floss holders
    • A61C15/043—Containers, dispensers, or the like, e.g. with cutting means
    • D—TEXTILES; PAPER
    • D06—TREATMENT OF TEXTILES OR THE LIKE; LAUNDERING; FLEXIBLE MATERIALS NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
    • D06B—TREATING TEXTILE MATERIALS USING LIQUIDS, GASES OR VAPOURS
    • D06B3/00—Passing of textile materials through liquids, gases or vapours to effect treatment, e.g. washing, dyeing, bleaching, sizing, impregnating
    • D06B3/04—Passing of textile materials through liquids, gases or vapours to effect treatment, e.g. washing, dyeing, bleaching, sizing, impregnating of yarns, threads or filaments
    • D06B3/045—Passing of textile materials through liquids, gases or vapours to effect treatment, e.g. washing, dyeing, bleaching, sizing, impregnating of yarns, threads or filaments in a tube or a groove

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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHOPARA REVESTIMENTO DE FITA DENTAL".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um aparelho para revestir umafita dental de forma nivelada e uniforme.
Antecedentes da Invenção
O fio dental vem sendo usado há mais de 100 anos para remo-ver placa e partículas de comida aprisionadas entre os dentes, bem comopara fornecer uma sensação de limpeza na boca. A redução de bactérias naboca é importante porque as bactérias podem causar cáries e doenças nagengiva. O uso do fio dental tem sido mostrado com objetivo de removerbactérias nas superfícies próximas de dentes adjacentes bem como nas re-giões subgengivais da boca.
O fio dental original consistia em seda torcida colocada em umpote. Desde então, muitas melhorias têm. sido feitas para fazer o fio dentalmais conveniente e menos problemático. A maioria das melhorias tem aju-dado a resolver os aspectos negativos do uso do fio dental. Estas incluem aredução do desgaste e quebra, proporcionar fácil inserção entre dentes eproporcionar um uso mais suave e amigável aos dedos e gengiva. O nylon,um fio de alta tenacidade e resistente ao desgaste, foi primeiramente usadopara substituir a seda, proporcionando maior resistência ao desgaste. A adi-ção de cera ao fio multifilamento torcido ajudou a segurar as fibras juntas,visto que fornece um revestimento lubrificado para facilitar a inserção. O fioPTFE monofilamento de baixa fricção revestido com cera proporiona umainserção boa e fácil, dependendo da grossura e ausência de torções e rugas,bem como da resistência melhorada do fio. Infelizmente, os monofilamentosPTFE não limpam bem, eles também não removem facilmente as partículasde comida dos espaços entre os dentes devido ao baixo coeficiente de fric-ção do PTFE.
Foram feitos melhoramentos adicionais aos fios pelo fornecimen-to de fitas de monofilamento feitas de materiais elastômeros que se compri-mem quando passam pelo espaço interdental e então se expandem com oalívio da tensão. As fitas dentais de monofilamento feitas de materiais elas-toméricos têm sido consideradas difíceis de trabalhar.
Um problema encontrado com produtos de fita dental elastomé-ricos do tipo descrito é chamado "telescopagem". Em um rolo de fita dentalou bobina de fita dental que sofre com telescopagem, as sucessivas cama-das de fita enroladas no núcleo são liberadas axialmente. Desta forma, abobina de fita toma, em geral, uma forma cônica em vez da forma cilíndricade um produto de fita que não sofre de telescopagem. Uma bobina de fitadental sofrendo de um caso severo de telescopagem geralmente não podeser montada no ou dentro de um dispensador.
A telescopagem pode ser o resultado de propriedades elastomé-ricas do material que compreende a fita dental. As bobinas de fita elastomé-rica produzidas sob alta tensão a partir de rolos de suprimento são maissuscetíveis a sofrer telescopagem porque a tensão aumentada aumenta acarga na bobina. Alta tensão durante o processo de produção da bobina ge-ralmente provêm da alta tensão da fita durante o processo de produção dorolo de suprimento. A alta tensão durante o processo de produção rolo desuprimento pode resultar de não-uniformidades na velocidade ou tensão (porexemplo, acelerações ou desacelerações) na fita quando esta está sendoprocessada ou de processamento adicional da fita tal como do processo derevestimento. Durante o processo de revestimento a fita tipicamente é esti-cada e relaxada conforme ela se move através do aparelho de revestimento,o que contribui adicionalmente para uma tensão aumentada. Sem seremlimitados pela teoria, os presentes inventores constataram que pela diminui-ção da tensão na qual os rolos de suprimento são produzidos, a tensão éproporcionalmente reduzida durante o processo de produção da bobina.
Existe uma contínua necessidade por fitas de monofilamentorevestidas que não têm problemas de telescopagem, bem como de métodospara processar estas fitas dentais.
Sumário da Invenção
Esta presente invenção refere-se a um aparelho para revestiruma fita dental de forma nivelada e uniforme.Em uma modalidade, a presente invenção refere-se a uma ma-triz de revestimento, compreendendo:
a. uma base;
b. um bloco de entrada que tem uma extensão presa à base, obloco de entrada compreendendo:
i. uma fenda para orientar uma fita para revestimento com umaorientação vertical tal que a fita tem uma parte superior e uma parte inferior,a fenda se estende através da extensão do bloco de entrada, a fenda temum primeiro lado e um segundo lado, o primeiro lado é oposto ao segundo lado;e
ii. pelo menos dois orifícios que tem uma entrada e uma saídapara receber uma composição de revestimento, a saída dos orifícios de pas-sagem em comunicação fluida com a fenda para distribuir a composição decobertura na fita conforme ela se move através do orifício, os pelo menosdois orifícios de passagem compreendendo:
A. um primeiro orifício de passagem que se estende através doprimeiro lado da fenda e;
B. um segundo orifício de passagem que se estende através dosegundo lado da fenda.
Em outra modalidade, a presente invenção está relacionada auma matriz de revestimento, compreendendo:
a. uma fenda de entrada longitudinal para receber e/ou orientaruma fita para revestir em uma orientação vertical, a fenda de entrada tem umprimeiro lado e um segundo lado, o primeiro lado é oposto ao segundo lado;
b. pelo menos dois orifícios de passagem de entrada e de saídapara receber uma composição de revestimento, os orifícios de passagem emcomunicação com o fluido com a fenda de entrada para distribuir o materialde revestimento na fita conforme ela se move através da fenda de entrada,os pelo menos dois orifícios de passagem compreendendo:
i. um primeiro orifício de passagem se estendendo através doprimeiro lado da fenda de entrada;
ii. um segundo orifício de passagem se estendendo através dosegundo lado da fenda de entrada;
c. opcionalmente, pelo menos dois roletes posicionados parareceber a fita revestida da fenda de entrada; e
d. opcionalmente, uma fenda de saída posicionada para recebera fita revestida dos roletes e para distribuir o revestimento uniformemente nafita.
Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma ilustração esquemática de uma modalidade dalinha de manufatura para desenrolar, revestir e reenrolar a fita dental da pre-sente invenção.
A figura 2 é uma ilustração esquemática de uma modalidade domecanismo de reenrolar da presente invenção.
A figura 3 é uma vista em perspectiva de uma matriz de revesti-mento com roletes de acordo com uma modalidade ilustrativa da presenteinvenção.
A figura 4 é uma visão perspectiva explodida de uma matriz derevestimento com roletes de acordo com uma modalidade ilustrativa da pre-sente invenção.
A figura 5 é uma visão perspectiva mostrando o movimento dafita de monofilamento através dos blocos de entrada e saída e roletes deuma matriz de revestimento com roletes de acordo com uma modalidadeilustrativa da presente invenção.
A figura 6 é uma visão plana superior de uma matriz de revesti-mento com roletes de acordo com uma modalidade ilustrativa da presenteinvenção.
A figura 7 é uma visão de uma seção de transversal de uma ma-triz de revestimento com roletes de acordo com uma modalidade ilustrativada figura 6 ao longo do plano 7-7.
A figura 8 é uma visão de uma seção de transversal do conjuntode roletes de uma matriz de revestimento de acordo com uma modalidadeilustrativa da figura 6 ao longo do plano 8-8.
A figura 9 é uma visão plana inferior de uma matriz de revesti-mento de acordo com uma modalidade ilustrativa da presente invenção.
A figura 10 é uma visão plana superior de um bloco de entradade uma matriz de revestimento de acordo com uma modalidade ilustrativa dapresente invenção.
A figura 11 é uma visão de elevação lateral direita de um blocode entrada de uma matriz de revestimento de acordo com uma modalidadeilustrativa da presente invenção.
A figura 12 é uma visão plana inferior de um bloco de entrada deuma matriz de revestimento de acordo com uma modalidade ilustrativa dapresente invenção.
A figura 13 é uma visão de elevação frontal de um bloco de en-trada de uma matriz de revestimento de acordo com uma modalidade ilustra-tiva da presente invenção.
A figura 14 é uma visão de uma seção transversal de um recipi-ente e orifícios de revestimento de um bloco de entrada de uma matriz derevestimento de acordo com uma modalidade ilustrativa da figura 10 ao lon-go do plano 14-14.
A figura 15 é uma visão plana de cima de um bloco de saída deuma matriz de revestimento de acordo com uma modalidade ilustrativa dapresente invenção.
A figura 16 é uma de elevação lateral direita de um bloco de saí-da de uma matriz de revestimento de acordo com uma modalidade ilustrativada presente invenção.
A figura 17 é numa visão plana de baixo de um bloco de saídade uma matriz de revestimento de acordo com uma modalidade ilustrativa dapresente invenção.
A figura 18 é de elevação traseira de um bloco de saída de umamatriz de revestimento de acordo com uma modalidade ilustrativa da presen-te invenção.
A figura 19 é uma ilustração esquemática tridimensional de umamodalidade de um rolo revestido de fita dental mostrando o ângulo 9 da héli-ce formado pelo elemento de fita dental e o plano rO perpendicular ao eixolongitudinal z do carretei.
A figura 20 é uma ilustração esquemática bidimensional de umamodalidade de um rolo revestido de fita dental mostrando o ângulo 0 da héli-ce formado pelo elemento de fita dental e o lado r do plano rO e o espaçoentre os elementos individuais da fita dental em cada camada da fita dental.
A figura 21 é uma visão perspectiva de um núcleo de um carreteide bobina.
A figura 22a é uma visão de elevação lateral direita de uma bo-bina de fita com fita enrolada ao redor do núcleo do carretei da bobina.
A figura 22b é uma visão de elevação frontal de uma bobina defita com fita enrolada ao redor do núcleo do carretei da bobina mostrando alargura do núcleo do carretei da bobina relativa à largura da fita da bobina.
A figura 23a é uma visão de elevação lateral direita de uma bo-bina de fita posicionada com mobilidade dentro de um dispensador (linhatracejada).
A figura 23b é uma visão de elevação frontal de uma bobina defita móvel posicionada com mobilidade dentro de um dispensador (linha tra-cejada) retratando as larguras relativas do núcleo do carretei da bobina, dafita da bobina e do dispensador.
Descrição Detalhada da Invenção
-— As fitas dentais da presente invenção são na forma de monofi-lamento único. Tal como usados aqui, os termos, "fita", "fio" e "seda" sãointercambiáveis. As fitas podem ser, por exemplo, circulares ou retangularesem seção transversal com uma superfície homogênea. Uma fita de monofi-lamento em forma retangular tipicamente tem uma largura variando de apro-ximadamente 1,0 mm a 2,0 mm, uma espessura variando de aproximada-mente 0,03 mm a aproximadamente 0,09 mm, e umo denier variando de a-proximadamente 600 a aproximadamente 1800. Em um exemplo específico,um substrato monofilamento retangular tem uma largura de aproximadamen-te 1,8 mm, uma espessura de aproximadamente 0,05 mm, e umo denier deaproximadamente 940.
Alternativamente, a fita dental de monofilamento da presenteinvenção pode ser uma fita de área de superfície maior ou ter uma área desuperfície substancialmente maior do que as fitas com superfícies homogê-neas ou não-texturadas discutidas acima. Uma fita de área de superfície altaou uma fita de uma área de superfície substancialmente mais alta é definidacomo uma fita na qual a área de superfície é 15% (ou aproximadamente15%), ou opcionalmente 20% (ou aproximadamente 20%), ou opcionalmente25% (ou aproximadamente 25%) maior do que a área de superfície de umafita lisa, homogênea ou fita não-texturada de dimensões de tamanho de su-perfície, altura e largura, equivalentes. O significado de "não-texturada" éque a superfície não tem áreas elevadas ou rebaixadas que (1) sejam capa-zes de serem sentidas pela mão humana e/ou (2) formem contornos quesejam discerníveis pelo olho humano sem ampliação. Por exemplo, um milí-metro de uma fita de monofilamento A de 1,8 mm de largura e 0,05 mm deespessura tem uma área de superfície de 3,7 mm2. Um milímetro de uma fitaB da presente invenção poderia ter as mesmas dimensões de uma fita demonofilamento de 1,8 mm de largura e 0,05 de espessura, mas também temprojeções e/ou dentes (por exemplo, estrias) de forma que a fita B tem umasuperfície maior do que a fita A. Se houverem 11 estrias adicionadas emcada lado da fita A e cada estria tiver 0,04 mm de altura e 0,04 mm de ex-tensão, a área de superfície da nova fita (no exemplo, a fita B) é aumentadapara 5,46mm2 ou 48%. Estas fitas têm a capacidade de fixar um revestimen-to de superfície que pode ser requerido para prover a fita dental com outrasfunções além daquelas de limpeza interdental, tais como sabor, bactericida,abrasiva, sentido, sialagogo, coloração, aromatização, terapêutica, etc, emrelação às mesmas características das fitas homogêneas de monofilamento.
Em uma modalidade as fitas dentais podem compreender umnúcleo de corpo que tem uma primeira face externa e uma segunda faceexterna oposta à primeira face externa, sendo que pelo menos uma da pri-meira ou segunda face externa compreende uma pluralidade de dentes pro-jetando-se para dentro do núcleo da fita dental. Os dentes podem ser res-ponsáveis por aproximadamente 5% a aproximadamente 95% da área totalde pelo menos uma das primeira e segunda faces externas, e podem teruma profundidade dentro do núcleo do corpo, em relação a pelo menos umadas primeira e segunda faces externas compreendendo a pluralidade dedentes, correspondendo de aproximadamente 0,1% a aproximadamente50% da espessura do núcleo do corpo, tomado transversalmente a pelo me-nos uma das faces externas que compreende a pluralidade de dentes. Fitascomo estas são descritas no Pedido de Patente N° U.S. 12/026.839, que éaqui incorporado por referência.
Em outra modalidade, as fitas dentais de monofilamento de a-cordo com a presente invenção podem compreender um núcleo de corpoque tem uma primeira e segunda superfícies lisas, onde pelo menos umadas superfícies lisas compreende uma pluralidade de estrias dispostas aolongo do comprimento da mesma. Como usado aqui, o termo "estria" signifi-ca um elemento estrutural integrado com e projetado a partir do núcleo docorpo da fita dental, elemento este que tem uma configuração e dimensãoefetiva para proporcionar a remoção da placa e/ou restos de comida dos es-paços interdentais de um mamífero. As estrias podem projetar-se substanci-almente perpendicularmente a partir do núcleo do corpo da fita dental ou aum ângulo. Fitas tais como estas são descritas no Pedido de Patente N°11/937.025, que é aqui incorporado por referência.
Em certas modalidades, a fita é feita usando um material elas-tomérico. O material elastomérico fornece um alto grau de compressibilidadequando extrudado nas configurações de seção de transversal desta inven-ção, permitindo-lhe deslizar através dos espaços apertados entre os dentes.Uma vez dentro da cavidade entre os dentes e dentro do espaço interdental,a fita se recupera substancialmente da compressão, fornecendo superfíciesde limpeza que atuam como raspadores para remover a placa e partículasde comida de entre os dentes. Os materiais elastoméricos que podem serusados para produzir a fita dental de monofilamento multiestriada da presen-te invenção incluem, mas não estão limitados a copolímeros do bloco polia-mido-poliéter vendidos sob o nome comercial PEBAX (Ato Chimie, Hauts-de-Seine França), tais como PEBAX 7033, 5533 MX1205, 4033, 3533 e 2533,copolímeros do bloco poliéster-poliéter e copolímeros do bloco poliéster-poliéster vendidos sob o nome comercial TECOFLEX (Lubrizol AdvancedMaterials, Inc., Cleveland OH), elastômeros aromáticos termoplásticos poliu-retanos vendidos sob o nome comercial PELLETHANE (Dow Chemical Co.,Midland, Ml), e elastômero termoplastico poliolefina vendidos sob o nomecomercial MULTI-FLEX (Dow Chemical Co., Midland, Ml). Uma discussãomais detalhada sobre tais materiais elastoméricos e seus usos na manufatu-ra de fitas dentais pode ser achada nas Patentes U.S. 6.591.844 para Bar-low e outros depositada em 23/8/2001 e U.S. 6.029.678 para Tsao e outros,depositada em 21/1/1998, ambas as quais são aqui incorporadas por refe-rência em sua integridade.
A fita dental de invenção também pode ser feita de um substratoreferenciado como um fio pseudomonofilamento. As fitas pseudomonofila-mento são feitas por extrusão de fibras bicomponente que tipicamente temum núcleo de um polímero e um invólucro de um polímero diferente, entãoderretidos ou parcialmente ou totalmente os invólucros das fibras, para liga-rem-se ou fundirem-se as fibras, que resultam em uma aparência e sensa-ção de monofilamento.
Em modalidades preferenciais da presente invenção.os revesti-mentos podem ser colocados no primeiro ou segundo lados da superfície delimpeza da fita dental. As composições de revestimento para uso na presen-te invenção têm que aderir com segurança à superfície da fita dental de mo-nofilamento elastomérica bem como as fitas não-elastoméricas, seja a fitaum fio de monofilamento ou pseudomonofilamento. O significado de "comsegurança" como usado aqui, é de que a composição tem que ter aderênciasuficiente para manter aproximadamente 95%, opcionalmente aproximada-mente 90%, opcionalmente aproximadamente 85% do revestimento na su-perfície da fita durante o revestimento, enrolamento, expedição e desenro-lamento da fita. "Pseudomonofilamento" significa fitas feitas pela extrusão defibras multi- e/ou bicomponente tipicamente compreendendo um núcleo deum polímero e um invólucro de um polímero diferente e, então, ou o derreti-mento total ou parcial do invólucro de fibras para ligarem-se e/ou fundirem-se as fibras resultando em uma aparência e/ou sensação de monofilamento.Revestimentos insolúveis adequados incluem, mas não estãolimitados a, cera microcristalina, cera de abelha, cera parafina, polietilenosde peso molecular baixo, óleos silicones, óleos essenciais, e óleo mineral.Tipicamente, os revestimentos de cera insolúvel têm temperaturas de derre-timento variando de aproximadamente 25°C a aproximadamente 100°C, op-cionalmente de aproximadamente 35°C a aproximadamente 80°C. As ceraspodem ser combinadas com corantes insolúveis em água que são aprova-dos FD&C para uso na boca. Corantes adequados incluem, mas não estãolimitados a, corantes derivados sinteticamente tais como FD&C Blue #1 La-ke, FD&C lue #2 Lake, FD&C Red #40 Lake, Erythrosin Lake, Amaranth La-ke, Ponceau 4R Lake, Carmoisosine Lake, Carmine Lake e corantes gera-dos pela conversão de um pigmento derivado naturalmente para um sal ba-seado em alumínio ou cálcio. Corantes naturais tais como dióxido de titânioe similares também podem ser usados.
A composição do revestimento aplicado à fita dental pode serum revestimento solúvel, isto é, o revestimento é tal que ele tende a dissol-ver ou dispersar na saliva presente na cavidade bucal. Tais revestimentossolúveis incluem ceras solúveis ou similares, as quais incluem, mas não es-tão limitadas a, glicóis polietilenos de baixo peso molecular ("PGEs"), taiscomo PEG 1000 e PEG 1450. Combinações de PEGs com peso molecularmaior e PEGs com peso molecular menor, tal como uma mistura de PEG3350 e PEG 1000 podem ser usadas. Misturas de PEGs líquidos com PEGsde alto peso molecular também podem ser usadas.
Outros revestimentos incluem surfactantes derretíveis tais comoPolioxâmero 407, sialagogos, estimulantes olfativos, sentidos, óleos essen-ciais, ativos tais como fluorido, cloreto cetilpiridínio (CPC), pirofosfato tetrasódio, agentes branqueadores tais como peróxido e cálcio, peróxido de hi-drogênio, peróxido de carbamida e outros peróxidos compostos capazes degerar peróxido de hidrogênio no local, antimicrobiais, antivirais e misturasdos mesmos.
Tais ingredientes podem ser empregados como sólidos, líquidos,partículas, géis, ou similares, e podem ser encapsulados em materiais poli-méricos convencionais por técnicas de encapsulamento convencionais paraproduzir materiais encapsulados que têm uma casca polimérica e um núcleoque compreende o ingrediente em uma das formas descritas, conforme ocaso. Tais ingredientes também podem ser aplicados diretamente às fitasdentais da presente invenção sem a necessidade de um revestimento porta-dor, onde apropriado.
Um revestimento que compreende uma cera insolúvel pode seraplicado, sendo que o revestimento contém componentes encapsulados taiscomo sabores secos por pulverização , óleos essenciais, ou outros ingredi-entes protegidos e liberados de esferas solúveis dentro da cera insolúvel, ouum revestimento solúvel pode ser diretamente aplicado ao fio ou sobre orevestimento insolúvel. O revestimento solúvel pode conter ingredientes quesão colocados diretamente na cera ou através do uso de secagem por pulve-rização ou outro tipo de tecnologia comumente praticada na técnica.
Em certas modalidades, dois revestimentos insolúveis são apli-cados ao substrato de fibra. Nestas modalidades, a segunda composição derevestimento teria um ponto de derretimento menor do que a primeira com-posição de revestimento.
Um revestimento solúvel pode ser sozinho ou como um segundorevestimento sobre um revestimento insolúvel. Um ou mais revestimentos-podem conter corantes, sabores, adoçantes, abrasivos, agentes antitártaro,ativos tais como sais fluoretos, e aditivos similares como conhecidos na téc-nica.
Componentes adicionais podem ser adicionados aos revesti-mentos para vários benefícios. Estes incluem sistemas de sabor, tais comosabores secos por pulverização, ativadores de sabor, e adoçantes, tais comosacarina. A quantidade de sabor adicionada tipicamente varia de 10 por cen-to a 25 por cento, baseada no peso total da composição de revestimento. Aquantidade de adoçante tipicamente varia de 0,1 por cento a 1 por cento,baseada no peso total da composição de revestimento.
Outros componentes podem ser adicionados aos revestimentospara auxiliar na limpeza dos dentes. Estes incluem ativos incluindo abrasivostais como sílica ou fosfato bicálcio, e agentes antitártaro tal como pirofosfatotetrasódio. Onde dois revestimentos são usados, os ativos são usualmenteadicionados no segundo revestimento solúvel para garantir que uma altaporcentagem do ativo será liberada do fio durante o uso.
Na formulação de um revestimento, é desejável limitar a quanti-dade de aditivos sólidos na composição de revestimento abaixo de 30% porpeso. Revestir uma fita dental com uma composição que tem um conteúdoaditivo sólido acima desta quantidade, pode causar dificuldades em obteruniformidade do revestimento e reduzir a habilidade de o revestimento aderirà superfície da fita. Os revestimentos contendo altos volumes de aditivossólidos podem tender a escamar durante o processo e durante o uso do pro-duto final.
A fita dental revestida pode ser anidro ou hidro. Quando o reves-timento é hidro, a água é evaporada na secagem.
O revestimento pode ser aplicado como um suplemento tipica-mente variando de aproximadamente 10 por cento a aproximadamente 60por cento, opcionalmente de aproximadamente 20 por cento a aproximada-mente 50 por cento, baseado no peso do substrato de fibra.
Em certas modalidades, a fita dental é manufaturada usandoequipamentos e processos capazes de fazerem o seguinte:
1. Alimentar a matriz de revestimento com fitas de monofilamen-to a uma velocidade e tensão controladas para assim evitar problemas detelescopagem,
2. Bombear a composição de uma maneira uniforme em umamatriz de revestimento,
3. Aplicar a composição de revestimento uniformemente e simul-taneamente a ambos os lados, e
4. Proporcionar um período de tempo suficiente durante o qual acomposição de revestimento fica substancialmente em repouso na fita dentalaté ela estar solidificada intacta.
O significado de "uniforme" ou "substancialmente uniforme" éque, quando manualmente (sem a ajuda de instrumentação de medição) ouvisualmente (sem a necessidade de dispositivos de ampliação além de dis-positivos corretivos de visão) inspecionado, o revestimento deveria ter umaespessura uniforme (ou relativamente [ou, substancialmente] uniforme) e serlivre de (ou suficientemente [ou substancialmente] livre de) defeitos (tais co-mo buraquinhos ou lacunas) na área revestida. O processo acima mencio-nado para manufatura de fita dental de monofilamento da invenção, é ilus-trado na figura 1. Na primeira etapa, a composição 5, tipicamente uma cera,é liqüefeita se necessário, como por aquecimento, em um recipiente de mis-tura 40. Um forte misturador agitador 42, tal como um Rotostat High SheerMixer Model #XPBL, fabricado por Admix, pode ser usado para manter acomposição de revestimento 5 homogênea. Tipicamente, uma cabeça delâmina Rotosolver é usada no forte misturador agitador e é operada a, porexemplo. 1700 rpm.
A composição de revestimento então é liberada para fluir do re-cipiente de mistura 40, através de um primeiro tubo 44 dentro de uma bombade deslocamento positivo 46 a qual, quando acionada a uma dada velocida-de, passa uma quantidade constante de revestimento, através de um segun-do tubo 48, para uma matriz de revestimento 50. A bomba de deslocamentopositivo pode ser uma bomba de deslocamento positivo tipo ventoinha, bom-ba pistão, ou tipos similares de bombas. Em certas modalidades, é usadauma bomba pistão Kerr, fornecida pela Kerr Corp. Sulfur. Ok. Bombas pistãogeralmente facilitam o nivelamento e uniformidade dos revestimentos onde acomposição de revestimento 5 contém partículas sólidas tais como abrasivos
Em certas modalidades, bombas de deslocamento positivo são usadasdesde os orifícios de passagem, canos, canais ou saídas usadas em taismodalidades para distribuir composição de revestimento 5, são geralmenteposicionadas ou orientadas tal que o trajeto ou pista direcional dos orifícios,canos, canais ou pontos de saída apontem para cima e na direção ou nive-ladas horizontalmente e na direção da posição da fita dental 10 a ser reves-tida tal que a gravidade não tenha efeito ou mínimo efeito no fluxo de com-posição de revestimento do recipiente de mistura 40 até a fita dental 10.
Em certas modalidades, a fita dental 10 é simultaneamente ali-mentada e puxada através do processo por uma combinação de sistema dedesenrolamento motorizado 20 e um sistema de reenrolamento de fio 70. Afita dental 10 é alimentada ou desenrolada a uma baixa tensão e, em certasmodalidades, puxada perpendicularmente do carretei de alimentação 22 a-través do ou pelo conjunto de braço sensor 30. O conjunto de braço sensor30 é fornecido para monitorar a tensão da fita dental 10 conforme ela entrana matriz de revestimento 50. Em certas modalidades, o conjunto de braçosensor 30 tem um braço 32, um ponto pivotante 34, e roletes 36 sobre osquais a fita dental passa. O conjunto de braço sensor é usado para manteruma tensão de alimentação ou desenrolamento substancialmente constantee baixa na fita dental 10 por ajustar a velocidade do sistema de desenrola-mento motorizado 20 conforme ele é simultaneamente alimentado e puxadopara dentro do sistema de processo de revestimento. Em certas modalida-des, onde a fita dental passa pelo processo de revestimento em velocidadede linha maior do que aproximadamente 304,8 m/s (1000 pés/min.), ou op-cionalmente de aproximadamente 457,2 m/s (1500 pés/min.)a aproximada-mente 762 m/s (2500 pés/min.), ou opcionalmente de aproximadamente609,6 m/s (2000 pés/min.), a tensão de desenrolamento baixa e constante égeralmente mantida em aproximadamente 50 gramas-força a aproximada- mente 60 gramas-força para a fita dental que tem denier de aproximadamen-te 400 a aproximadamente 1200.
Após o revestimento a fita dental 10 é coletada em um carreteide recepção 72. A velocidade na qual o carretei de recepção 72 opera é con-trolada por um sistema controlador eletrônico. O controlador pode ser umcomputador, um controlador de lógica programável ou dispositivo similar. Namodalidade mostrada na figura 1, um rolo sensor de velocidade 74 mantémo controle na superfície da fita no carretei de recepção 72. O rolo sensor develocidade 74 gera um sinal que é alimentado para um controlador eletrôni-co, tal como um Fenner M-drive. O controlador controla a voltagem do motor80 (mostrado na figura 2) o qual controla a velocidade do carretei de recep-ção 72. O uso do sinal gerado pelo rolo sensor de velocidade 74 no controleda velocidade do carretei de recepção 72 ajuda a manter uma velocidadeconstante ou velocidade da fita dental 10 pelo processo de revestimento,controlando e mantendo a tensão da fita dental 10 para menos de 250 (ouaproximadamente 250) gramas-força. O controlador eletrônico também con-trola a velocidade da bomba de deslocamento positivo 46. Assim a velocida-de da fita dental 10 é mantida, enquanto uma quantidade constante de com-posição de revestimento 5 é bombeada dentro da matriz de revestimento 50.
Em certas modalidades, não mostradas na figura 1, a matriz derevestimento 50 contém pelo menos dois roletes, em torno dos quais a fitadental 10 tem pelo menos algum enrolamento. Em certas modalidades onúmero de roletes pode variar de 2, opcionalmente 3, opcionalmente 4, oumais roletes, ou opcionalmente de 2 a 7 roletes ou, opcionalmente, de 3 a 5roletes. Geralmente, a fita dental 10 enrola ao redor dos roletes de aproxi-madamente 90° a aproximadamente 270°. Os roletes ajudam na aplicaçãoda composição de revestimento 5 à fita dental 10. A jusante dos roletes estátipicamente uma região de fenda na matriz onde a composição de revesti-mento 5 é alisada na superfície da fita dental 10. Em certas modalidades, afenda na matriz é na forma de uma ranhura que tem lados paralelos ou pa-redes, a ranhura tem opcionalmente um raio no seu fundo paro guiar a fitadental para dentro de uma fenda. Em certas modalidades, a fenda é dimen-sionada tal que o excesso de revestimento é removido da fita dental 10 con-forme passa pela matriz (como mostrado na figura 8) enquanto, ao mesmotempo é minimizada qualquer tensão adicional na fita dental 10 causada pelafenda na matriz quando a fita 10 passa pela matriz. Como ficará visível paraos indivíduos versados na técnica, as dimensões da ranhura e fenda irãodepender de alguns fatores como o denier e tipo da fita dental 10 e a quanti-dade de composição de revestimento 5 que é aplicada a ela.
Em certas modalidades, uma matriz de revestimento útil no re-vestimento de fitas dentais de área da superfície superior pode ser usada.
Tais matrizes de revestimento são adaptadas para receber ou orientar a fitadental 10 tal que a superfície planar da fita dental 10 fique em uma posiçãovertical (ou orientada tal que a dimensão de largura da fita dental 10 fiqueperpendicular ao plano horizontal da base da matriz de revestimento) (comodescrito na figura 5). Sem ser limitado pela teoria, acredita-se que uma ori-entação vertical facilita mais o nivelamento e uniformidade do revestimentoatravés dos lados da superfície planar da fita dental 10, do que faz um mo-vimento de uma fita horizontalmente orientada pela matriz de revestimento.
Uma modalidade de uma matriz de revestimento útil no revesti-mento de fitas dentais de área de superfície alta é mostrada nas figuras de 3a 18. A figura 3 é uma visão perspectiva da matriz de revestimento com role-tes 110, incluindo a base da matriz com roletes 120 e placa de cobertura140. A fita dental não-revestida 250 entra na matriz de revestimento 110 talque a superfície planar da fita dental 250 é perpendicular à base da matrizcom roletes 120. A fita dental 250 atravessa verticalmente ao longo da fendada placa de cobertura da matriz de revestimento 144 e os conjuntos de role-tes 200, e sai como fita dental revestida 252, verticalmente orientada. A figu-ra 3 mostra três seções da fenda da placa de cobertura. A fenda 144a atra-vessa da entrada da matriz à janela do bloco de entrada 142. A fenda 144batravessa da janela do bloco de entrada 142 até os conjuntos de roletes 200.
A fenda 144c atravessa dos conjuntos de roletes 200 até a saída da matriz.
Opcionalmente, aquecedores podem ser incorporados dentro ouassociados com as matrizes de revestimento da presente invenção. Os a-quecedores são usados para fornecer temperatura suficiente para manter acomposição, Jipicamente um material ceroso, fluido ou em estado líquido.
Tais temperaturas tipicamente variam entre 82,2°C e 93,3°C. A figura 3 mos-tra uma modalidade ilustrativa da presente invenção que tem dois aquecedo-res de cartucho 134, que podem ser usados para aquecer os roletes e/ououtros componentes da matriz de revestimento 50.
A figura 4 é uma visão perspectiva explodida de uma matriz derevestimento com roletes 110, mostrando mais detalhes da base da matrizcom roletes 120 e a placa de cobertura 140. Adicionalmente a estas três se-ções da fenda da placa de cobertura 144 e janela da placa de cobertura 142,cinco janelas de rodas de roletes 146, e quatro furos de fixação da placa decobertura 152 são mostrados na placa de cobertura 140. Os furos de fixaçãoda placa de cobertura 152 alinham com os furos de fixação da base da ma-triz com roletes 132. Os furos de fixação da base da matriz com roletes 132são rosqueados. A manivela rosqueadora 154 é usada para prender juntas,a base da matriz com roletes 120 e a placa de cobertura 140.
A base da matriz com roletes 120 inclui o vão do bloco deentrada 122, os vãos dos conjuntos de roletes 126, o vão do bloco de saída128, furos de fixação da base da matriz com roletes 132, e furos de fixaçãodos blocos de entrada e saída 136. A figura 4 mostra duas seções da fendada base 124. A fenda da base 124a atravessa do vão do bloco de entrada122 até os vãos dos conjuntos de roletes 126. A fenda 124b atravessa dosvãos dos conjuntos de roletes 126 até o vão do bloco de saída 128. Os furosde fixação dos blocos de entrada e saída 136 são rosqueados.
A figura 4 também mostra o bloco de entrada 160, o bloco desaída 180, bem como os cinco roletes 202. O bloco de entrada 160 e o blocode saída 180 são posicionados entre a base da matriz com roletes 120 e aplaca de cobertura 140, e são usados paro guiar a fita dental não-revestida250 da entrada da matriz de revestimento 110 até os conjuntos de roletes200, e fita dental revestida 252 dos conjuntos de roletes até a saída da ma-triz de revestimento 110.
A figura 5 é uma visão perspectiva mostrando detalhes de comoa matriz de revestimento com roletes 110 transforma fita dental não-revestida 250 em fita dental revestida 252. A figura 5 mostra a fita dentalnão-revestida 250 ao passar dentro do bloco de entrada 160 com uma orien-tação vertical e viajando ao longo e entre as paredes (ou lados opostos) dafenda do bloco de entrada 162. A fenda do bloco de entrada 162 é dimensi-onada com amplitude suficiente para produzir uma tensão mínima na fitadental não-revestida 250 verticalmente orientada, mas estreita o suficientepara que a gravidade não faça a parte inferior da fita dental não-revestida250 receber mais revestimento do que a parte superior da fita dental não-revestida 250. O revestimento viaja verticalmente pelo furo de passagem dabase 238 para o recipiente do bloco de entrada 172, e divide-se em duascavidades (ou passagens) de revestimento 174. Em uma modalidade, a fitadental não-revestida 250 é revestida simultaneamente em ambos os ladosconforme passa pelas cavidades de revestimento 174. A fita dental revestida252 então passa ao redor dos roletes 202 com pelo menos algum enrola-mento enquanto mantida na sua orientação vertical. Geralmente a fita dentalrevestida 252 enrola-se ao redor dos roletes de 90° a 270°. Os roletes 202ajudam na aplicação uniforme da composição de revestimento a fita dentalrevestida 252. Embora a figura 5 mostre cinco roletes, é entendido que a fitadental revestida 252 pode passar ao redor de apenas um rolete, ou tantosquantos aproximadamente vinte ou mais roletes. A jusante dos roletes 202está o bloco de saída 180. A fita dental revestida 252 passa dentro do blocode saída 180 ainda verticalmente orientada e viaja ao longo da fenda do blo-co de saída 182 a qual auxilia na manutenção da orientação vertical da fitadental 252. Como mencionado acima, a largura 182a da fenda do bloco desaída 182 é dimensionada para fornecer à composição de cobertura 5 umaoportunidade adicional para ser alisada na superfície da fita dental revestida252 e também remover os excessos da composição de revestimento 5 en-quanto ao mesmo tempo minimiza qualquer tensão adicional causada pelomovimento da fita dental 252 pelo bloco de saída 180.
Nota-se que todas as fendas discutidas acima, incluindo fendasda placa de cobertura (144a, 144b, 144c), fendas da base (124a, 124b), fen-da do bloco de entrada 162, e fenda do bloco de saída 182 podem ser emforma de um-vão tendo lados ou paredes paralelas, o vão opcionalmentetem um raio no seu fundo. Como ficará visível para os indivíduos versadosna técnica, as dimensões do vão irão depender de alguns fatores como odenier e tipo da fita dental não-revestida 250 e da quantidade de composiçãode revestimento sendo aplicada a ela.
A figura 6 é uma visão superior de uma modalidade de matriz derevestimento 110 mostrando detalhes da placa de cobertura 140 e do trajetodo revestimento do monofilamento. A figura 6 mostra a fita dental não-revestida 250 passando dentro do bloco de entrada 160 onde ela é revesti-da. A fita dental revestida 252 passa ao redor dos conjuntos de roletes 200para o bloco de saída 180 e saída da matriz de revestimento 110. O bloco deentrada 160 é parcialmente escondido pela placa de cobertura 140, mas évisível através da janela da placa de cobertura 142. Os conjuntos de roletes200 podem ser vistos através das janelas da roda de roletes 146. O bloco desaída 180 é escondido pela placa de cobertura 140, mas a fita dental reves-tida 252 é visível pela fenda da placa de cobertura 144c. A figura 6 tambémmostra a manivela de rosqueamento 154, a qual é usada para prender a pla-ca de cobertura 140 a base da matriz de revestimento com roletes 120, bemcomo os furos de alinhamento 156 para alinhar a placa de cobertura 140 àbase da matriz de revestimento com roletes 120 antes de fixar as duas.
A figura 7 é uma visão transversal da modalidade da matriz derevestimento 110 da figura 6 ao longo do plano 7-7. A figura 7 mostra a fitadental não-revestida 250 ao passar pelo bloco de entrada 160. O revesti-mento viaja verticalmente do segundo cano 48 (ou cano dispensador de re-vestimento que recebe revestimento da bomba de deslocamento 46) pelofuro da base 138 para o recipiente do bloco de entrada 172, e divide-se emduas cavidades de revestimento 174. A figura 7 também mostra a fita dentalrevestida 252 que viaja pelo bloco de saída 180 e saída de uma matriz derevestimento 110. As manivelas de rosqueamento 154, as quais são usadaspara prender a placa de cobertura 140 à base da matriz de revestimentocom roletes 120, bem como os aquecedores de cartucho 134, que podemser usados se necessário para manter a composição de revestimento em umestado líquido também são mostradas na figura.
A figura 8 é uma visão transversal da modalidade da figura 6 aolongo do plano 8-8. A figura 8 mostra a placa de cobertura 140, a base damatriz de revestimento com roletes 120, os aquecedores de cartucho 134,bem como visão detalhada do conjunto de roletes 200. O conjunto de roletes200 inclui roletes 202 que auxiliam na aplicação uniforme da composição derevestimento na fita dental revestida 252. Em certas modalidades, uma pon-ta do eixo do embolo 210 é disposta no centro do rolete 202, e fixada ao ro-lete 202 por um parafuso de cabeça 204, uma arruela lisa 206, e uma arrue-Ia de pressão 208. A parte central do eixo do embolo 210 é disposta no anelinterno de blindagem do rolamento 212. A ponta oposta do eixo do embolo210 é disposta no retentor do rolamento 220, e fixada ao retentor do rola-mento 220 pelo parafuso de cabeça 204, arruela lisa 206, e arruela de pres-são 208. O retentor do rolamento 220 é fixado à base da matriz de revesti-mento 120 pelo parafuso de cabeça do retentor do rolamento 222 e arruelade pressão do retentor de rolamento 224. Em uma modalidade, três conjun-tos de parafusos de cabeça 222 e arruelas de pressão 224 são usados parafixar o retentor do rolamento 220 à base da matriz de revestimento com role-tes 120. Entretanto, o indivíduo versado na técnica, poderia usar mais oumenos parafusos para fixar os dois, ou outros meios de fixação conhecidosna técnica. Finalmente, o anel interno de blindagem do rolamento 212 émantido aproximadamente centrado no vão do conjunto de roletes 126 e ja-nela da roda do rolete 146, pelo espaçador de corrediça externa 214.
A figura 9 é uma vista inferior de uma modalidade de uma matrizde revestimento com roletes da presente invenção. A figura 9 mostra cincoconjuntos de roletes 200, furos da base 138, aquecedores de cartucho 134,e furos de alinhamento 156 na base da matriz de revestimento com roletes120. Um anel-0 139, é usado para prevenir a perda de composição de re-vestimento entre a bomba de deslocamento positivo e a base da matriz derevestimento com roletes 120. Os furos de alinhamento 156 são usados paraalinhar a placa de cobertura 140 à base da matriz de revestimento com role-tes 120 antes de fixar as duas.
As figuras de. 10 a 14 mostram detalhes do bloco de entrada 160.
A figura 10 mostra a fenda do bloco de entrada 162 e o guia da fenda do blo-co de entrada 164. O guia da fenda do bloco de entrada 164 é um corte emformato de V ou afunilado no bloco de entrada 160 paro guiar a fita dentalnão-revestida 250 para dentro da fenda do bloco de entrada 162. A fenda dobloco de entrada 162 é dimensionada em uma largura 162a tal que ela man-tenha a orientação vertical da fita dental não-revestida 250 pelo bloco de en-trada 160, bem como para facilitar, como mencionado acima, com pouca anenhuma tensão adicional na fita dental 250. A fita dental não-revestida 250viaja ao longo da fenda do bloco de entrada 162 para onde ela é revestida. Orevestimento viaja verticalmente do recipiente do bloco de entrada 172 dentrode duas cavidades de revestimento 174. A fita dental não-revestida 250 é re-vestida simultaneamente em ambos os lados conforme ela passa pelas cavi-dades de revestimento 174. As figuras 10 a 12 mostram dois furos opcionaisde entrada no bloco 166 os quais podem ser usados para fixar o bloco de en-trada 160 a base da matriz de revestimento com roletes 120.
As figuras de 15 a 18 mostram detalhes do bloco de saída 180.
A figura 15 mostra a fenda do bloco de saída 182 e guia da fenda do blocode saída 184. O guia da fenda do bloco de saída 184 é um corte em formatode V ou afunilado no bloco de saída 180 paro guiar a fita dental revestida252 para dentro da fenda do bloco de saída 182. A fenda do bloco de saída182 dá à composição uma oportunidade adicional para ser alisada na super-fície da fita dental revestida 252. A largura 182a da fenda do bloco de saída182 é dimensionada para proporcionar a composição de revestimento 5 umaoportunidade adicional para ser alisada na superfície da fita dental revestida252 e também remover excessos da composição de revestimento 5 enquan-to ao mesmo tempo minimiza qualquer tensão adicional causada pelo movi-mento da fita dental 252 através do bloco de saída 180. A fita dental revesti-da 252 viaja ao longo da fenda do bloco de saída 182 até ela deixar a matrizde revestimento com roletes 110. As figuras de 15 a 17 mostram dois furosopcionais no bloco de saída 186 que podem ser usados para fixar o bloco desaída 180 à base da matriz de revestimento com roletes 120.
Enquanto ilustrada como componentes separados, deve serprontamente entendido pelo versado na técnica que o bloco de entrada 160e o bloco de saída 180 (junto com suas características estruturais distintas)podem ser uma peça única com a base da matriz de revestimento com role-tes 120 e/ou placa de cobertura 140 sem mudar o desempenho ou função damatriz de revestimento 110. Entretanto, manter o bloco de entrada 160 e obloco de saída 180 como componentes separados, proporciona a conveni-ência da intercambiabilidade. Por exemplo, componentes separados do blo-co de entrada 160 e bloco de saída 180 permitem o intercâmbio do bloco deentrada 160 e/ou bloco de saída 180 com blocos de entrada e saída de dife-rentes tamanhos de fendas (162, 182) e guias de fenda (164, 184).
A composição de revestimento 5 uma vez aplicada à fita dental10 precisa ser solidificada. A solidificação pode ser obtida por ter uma áreade resfriamento 60. A área de resfriamento pode ser uma área aberta onde orevestimento 5 esfria sob condições ambientais. Alternativamente, a área deresfriamento 60 pode ser uma câmara onde ar refrigerado ou ambiente ésoprado sobre a fita dental 10 para aumentar a taxa de resfriamento. Paraevitar descontinuidades indesejadas no revestimento 5, a fita dental não de-veria ter contato com qualquer superfície até que o revestimento 5 tenha sesolidificado.
Uma vez que a composição de revestimento 5 é resfriada o sufi-ciente para evitar qualquer ruptura da superfície externa, ela é reenrolada nosistema de reenrolamento de fio 70. O sistema de reenrolamento 70, mos-trado na figura 2, tem carretei de reenrolar 72 e rolo sensor de velocidade 74como descrito anteriormente, bem como um motor de impulsão 80, uma sé-rie de cintas de temporização (todas rotuladas como 84) e polias de cinta detemporização (todas rotuladas como 82), e umo guia de carne de movimentotransversal 76 disposta em uma barra de carne transversal 86. Para rolos de2,72 Kg (6 polegadas) ou menos, opcionalmente 2,27 Kg (5 plegadas) oumenos, ou opcionalmente 1,81 Kg (4 polegadas) ou menos de fita dentalenrolada no carretei 72, a tensão da fita dental 10 é monitorada usando dis-positivos convencionais de medição de tensão (tal como Checkline, forneci-do pela Eletromatic Equipmento Co.,.Dedarhurst, NY) antes de reenrolar, e avelocidade ajustada de tal maneira que a tensão da fita dental 10 durante oprocesso de reenrolamento seja menor do que 300 (ou aproximadamente300) gramas- força, opcionalmente menor do que 250 (ou aproximadamente250) gramas-força ou opcionalmente de aproximadamente 190 gramas-forçaa aproximadamente 200 gramas-força. O guia de carne de movimento trans-versal 76 e a barra de carne transversal 86 são dispostas em um suporte doguia de carne transversal 78 que tem uma fenda do suporte do guia de carnetransversal 79.
O sistema de reenrolamento 70 é um reenrolador de movimentotransversal em que conforme o carretei de recepção 72 roda, o guia de carnede movimento transversal 76 é movimentada transversalmente para frente epara trás ao longo de sua extensão (vide figura 2). O carretei de recepção 72tem um eixo longitudinal z, um plano rO o qual é perpendicular ao eixo longi-tudinal z e uma circunferência C (igual ao produto do diâmetro do núcleo docarretei ds e tt) como mostrado na figura 19. O sistema de reenrolamento 70funciona como se segue: a haste 81 do motor 80 roda para impulsionar apolia da cinta de temporização 82a, a qual, pela cinta de temporização 84a,impulsiona as polias 82b e 82c. A polia da cinta de temporização 82b, a qual,pela cinta de temporização 84a, impulsiona a polia da cinta de temporização82d, a qual, por sua vez, impulsiona a polia da cinta de temporização 82eatravés de cinta de temporização 84b. A polia da cinta de temporização 82eé disposta no final do carretei de recepção 72, assim quando ela roda, o car-retei de recepção 72 roda. A polia da cinta de temporização 82c, via cinta detemporização 84c, impulsiona as polias das cintas de temporização 82f e82g. A polia da cinta de temporização 82g impulsiona a polia da cinta detemporização 82h através da cinta de temporização 84d. A polia da cinta detemporização 82h é disposta no final da barra de carne transversal 86, assimquando a polia 82h roda, a barra de carne transversal 86 roda. O guia decarne de movimento transversal 76 é disposto em uma barra de carne trans-versal 86 tal que quando a barra de carne transversal 86 roda, o guia de ca-me de movimento transversal 76 se movimenta transversalmente para frentee para trás ao longo de sua extensão. Reenroladores transversais adequa-dos podem ser prontamente construídos ou comprados de companhias taiscomo Leesona Corporation.
Em algumas modalidades, os tamanhos das polias e barras decarne transversais são selecionados para o sistema de reenrolamento comodescrito abaixo:
a) as polias são selecionadas (ou ajustadas) tal que o produtodas razões das polias ou Razão A (a qual determina o movimento transver-sal do guia de carne de movimento transversal (cm) por revolução do Carre-tel 72 (cm)) é como segue:
Razão A = P1/P2XP3/P4X PzVPz
em que Pi até Pz são os tamanhos das polias na ordem sequen-ciai das polias a partir da polia rodando o carretei de recepção 72 ou Pi até apolia rodando a barra de carne transversal 86 ou Pz associada a ela.
b) a barra de carne transversal 86, a qual é selecionada tal que oproduto do avanço de carne (ou, tamanho total [fim a fim] cruzado pelo guiade carne transversal 76 dividido pelas voltas da barra de carne transversal86 necessárias para obter o movimento transversal total do guia de carne demovimento tranversal 76) e a Razão A quando dividido pela circunferência Cdo núcleo do carretei de recepção 72 (no exemplo, carretei de recepção 72sem fita 10) produz a Razão B, emq ue
Razão B = (avanço de carne X Razão A)/ Circunferência Ce em que a Razão B fornece um ângulo de hélice 0 de aproximadamente 3,5graus a aproximadamente 5 graus, onde o ângulo de hélice 9 é formado porum elemento da fita dental e o plano rO do carretei 72 o qual é perpendicularao eixo longitudinal z do carretei 72 como mostrado nas figuras 19 e 20 e édeterminado pela fórmula:
sen-1 (ângulo de hélice 0)= RazãoB
Sem ser limitado pela teoria, acredita-se que ao se obter um ân-gulo de hélice 0 de aproximadamente 3,5 graus a aproximadamente 5,5graus fornece rolos de carretei de recepção 72 de fita dental 10 tais que:
i) em qualquer dada camada da fita dental, os elementos de fitadental 10 formando aquela camada não recobrem, ou opcionalmente nãotocam, ou opcionalmente tem um espaço entre eles ts de até 0,08 cm (1/32de uma polegada) (ou aproximadamente 0,08 cm (1/32 de uma polegada)) e
ii) os elementos de fita dental 10 formando cada camada da fitadental 10 recobrem com os elementos de fita dental 10 que formam a cama-da precedente de fita dental 10 para formar ângulos de aproximadamente 7a aproximadamente 11 graus (ou aproximadamente o dobro do ângulo dehélice 0)
Se for desejado aplicar-se um segundo revestimento a fita dental10, isto pode ser feito colocando outra linha de revestimento a câmara deresfriamento a jusante à área de resfriamento 60.
Em certas modalidades, o carretei 72 de fita dental 10 então éremovido para posterior processamento em bobinas 90. Bobinas de fita co-mo mostradas nas figuras 22a e 22b são produzidas de fita dental 10, de-senrolada do carretei 72, nos núcleos de carretei de bobina 92 de largura wcselecionada como mostrado na figura 21, e embaladas dentro de dispensa-dores 95 de largura selecionada wd para uso pelos consumidores, comomostrado nas figuras 23a e 23b. Em certas modalidades, o núcleo do carre-tei da bobina 92 tem uma razão de aspecto de grandeza de aproximadamen-te 2:1, opcionalmente aproximadamente 3:1, onde a razão de aspecto degrandeza é a razão do diâmetro para a largura da bobina. A fita dental 10enrolada do carretei 72 para o núcleo do carretei da bobina 92 para produzirbobinas de fita onde a largura de fita enrolada é wb tal que a largura da fitaenrolada wb excede a largura do núcleo do carretei da bobina wc por nãomais do que 10% (ou aproximadamente 10%), opcionalmente 5% (ou apro-ximadamente 5%), opcionalmente 2,5% (ou aproximadamente 2,5%), opcio-nalmente 1% (ou aproximadamente 1%). Consequentemente, o sistema 70que produz ângulos de hélice 9 de aproximadamente 3,5 graus a aproxima-damente 5,5 graus garante que as larguras de fita enrolada wb das bobinasde fita acabadas formadas por carretei 72 não sofram telescopagem e assimnão interfiram com a embalagem da bobina de fita em dispensadores 95 pro-jetados especificamente para acomodar com mobilidade os núcleos de car-reteis de bobina 92 de larguras wc. De forma mais geral, o inventivo sistemade reenrolamento 70 permite o uso de dispensadores mais estreitos, particu-larmente nos casos onde a fita ou fio é feito de material elastomérico.
Alguns exemplos da presente invenção são apresentados abai-xo, para ilustrar adicionalmente a natureza da invenção e a maneira de exe-cutá-la. Entretanto, a invenção não deveria ser considerada limitada aos de-talhes dos mesmos.
Nos exemplos seguintes, as porcentagens mencionadas sãoporcentagens em peso.
Exemplo 1
Rolos de carretei de fita dental foram produzidos de acordo comprocessos de revestimento e enrolamento da presente invenção e com o usodos componentes de tamanhos e/ou tipos descritos abaixo e sumarizados natabela I
TABELA I
<table>table see original document page 27</column></row><table>
Ordenou-se os tamanhos de polia acima seqüencialmente (porexemplo, 82e foi conectada a 82d que foi conectada a 82c etc. como mos-trado na figura 2) e determinado o produto das razões dos tamanhos daspolias ordenadas seqüencialmente, ou Razão A (como mostrado em I abai-xo).
Razão A = P1/P2XP3/P4X Pz.i/Pz I
em que Pi a Pz são tamanhos de polias seqüencialmente ordenados do car-retei à barra de carne transversal 86 do sistema de reenrolamento 70, e re-sultam na seguinte razão:
Razão A = (Polia82e/Polia82d)X(Polia82c/Polia82f)X(Polia82g/Polia82h)=(14/17)X(19/14)X(16/2Õ) = 0,8941
Uma barra de carne transversal foi selecionada para fornecer umguia de carne transversal com movimento transversal de 29,2 cm(11,5 pole-gadas) fim a fim para cada 6 voltas da barra de carne transversal 86. Istoresulta em um avanço de carne igual ao que segue:
Avanço de carne = Guia de carne Transversal/6 Revoluções da Barra decarne Transversal
= 29,2/6 (11,5 polegadas/6)
= 4,867 cm (1,9166 polegada) por volta da Barra de carne Transversal
A Razão A indica que para cada volta do carretei 72, a barra decarne transversal 86 percorre 0,8941 da volta do carretei. Isto resulta na se-guinte distância percorrida para o guia de carne transversal 76 por volta docarretei 72:
distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta do carretei= Razão Polia de Carne X Avanço de carne = 0,8941 X 4,867 cm (1,9166 polegada)
= 4,35 cm (1,71 polegada) por volta do carretei
O diâmetro do núcleo ds do carretei 72 foi medido para ser 15,77cm (6,21 polegadas), portanto, a distância percorrida por qualquer ponto nasuperfície externa do núcleo do carretei 72 após uma volta do carretei 72 oucircunferência C pode ser calculado como segue:
circunferência C = 15,77 cm (6,21 polegadas) X tt = (15,77)3,1411= 49,54cm (19,5 polegadas)
O ângulo de hélice 0 (o ângulo formado por um elemento da fitadental e o plano rO do carretei o qual é perpendicular ao eixo longitudinal zdo carretei, como mostrado na figura 19) formado pela fita dental 10 confor-me ela é inicialmente enrolada ao redor do núcleo do carretei 72 pode entãoser calculado como segue:
Distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta docarretei/Circunferência C = 4,35 cm (1,71 polegada)/49,54 cm (19,5 polegadas)
= 4,35 cm/49,54 cm = 0,0876 = sen"1 9 (ângulo de Hélice)Onde Ângulo de Hélice 6 = 5,03°
Como será entendido por uma pessoa versada na técnica, con-forme o rolo do carretei 72 cresce, o ângulo de hélice decresce. Por exem-pio, quando 2,54 cm (1 polegada) de fita dental são enrolados no núcleo docarretei 72, o ângulo de hélice 6 decresce. Isto é exemplificado como segue:O diâmetro do carretei após adicionar camada de 2,54 cm (1polegada) de fita = 15,77 cm (6,21 polegadas)+ 5,08 cm (2 polegadas) (ca-mada de 2,54 cm (1 polegada) adicionada resulta em um aumento de diâme-tro de 5,08 cm (2 polegadas) = 20,85 cm (8,21 polegadas), portanto:
circunferência do carretei com fita = diâmetro do carretei com fita X tt =(20,85 cm (8,21 polegadas)) 3,1411= 65,49 cm (25,7 polegadas)
Distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta do carretei/ gir-cunferência do carretei com fita
= 4,35 cm/65,49 cm (1,71 polegada/25,7 polegadas) = 0,066 = sen"1 0' (ân-guio de Hélice)
Onde Ângulo de Hélice 0' = 3,8°
Portanto, quando aproximadamente 2,54 cm (1 libra) de materialestá enrolado ao redor do carretei, o ângulo de hélice muda aproximada-mente 1o (0 - 0'=5,O3O-3,8O=1,23O).
Usando a barra de carne transversal e os tamanhos das polias,os rolos de 1 a 7 (representativos dos carreteis 72 na figura 1) foram produ-zidos e subseqüentemente usados para produzir bobinas de fita separadas(bobinas representativas produzidas no carretei de bobina 90 na figura 1).
Os parâmetros dos rolos produzidos e processos de revestimento e reenro-lamento estão sumarizados nas tabelas II e III.
TABELA II (formulação do revestimento de cera)
<table>table see original document page 29</column></row><table><table>table see original document page 30</column></row><table>
1Cera Adicionada = Peso Fita - Peso Fita Revestida.
2Cera Adicionada % = (Cera Adicionada / Peso Fita Revestida) (100)
3Peso Rolo = Peso Fita Revestida /1000 gramas/kg (454g/polegada).
As bobinas produzidas em carreteis de bobina de 10,3 mm de largura e ospercentuais de bobinas rejeitadas por exibirem telescopagem insatisfatóriaestão sumarizados na tabela IV
TABELA IV _
<table>table see original document page 30</column></row><table>1 Rolos de bobina rejeitados são rolos de bobina nos quais a largura da fitaenrolada na bobina excedeu a largura do dispensador da bobina 11,2 mm.
Total de Bobinas Produzidas = 1711
Total de Rejeitadas = 9% Rejeitadas = 0,5%
Exemplo 2
Os rolos de carreteis de fita dental são produzidos de acordocom os processos de revestimento e enrolamento da presente invenção eusando os tamanhos e/ou tipos de componentes descritos abaixo e sumari-zados na tabela V.
TABELA V
<table>table see original document page 31</column></row><table>
Os tamanhos de polia acima poderiam ser ordenados seqüenci-
almente (como ilustrado na figura 2) onde 82e (que seria Pi) é conectada a82d (que seria P2) que foi conectada a 82c (que seria P3) etc). O produtodas razões dos tamanhos das polias ordenadas seqüencialmente, ou RazãoA pode ser determinado como mostrado em I abaixo:
Razão A = P1/P2XP3/P4X Pz.i/P2 IUsando os valores de tamanho da tabela resulta na seguinte Razão A:Razão A = P1/P2 X P3/P4 X P5/P6) = (14/14) X (15/19) X (17/20) = 0.671
Uma barra de carne transversal pode ser selecionada para for-necer um guia de carne transversal com movimento transversal de 30,48 cm(12 polegadas) fim a fim para cada 6 voltas da barra de carne transversal 86.
Isto resulta em um avanço de carne igual ao que segue:Avanço de carne = Guia de carne Transversal/6 Revoluções daBarra de carne Transversal = 30,48 cm/6 = 5,08 cm (12 polegadas/6 = 2 po-legadas) por volta da Barra de carne Transversal
A Razão A indica que para cada volta do carretei 72, a barra decarne transversal 86 percorre 0,671 da volta do carretei. Isto resulta na se-guinte distância percorrida para o guia de carne transversal 76 por volta docarretei 72:
Distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta do carretei
= Razão Polia de carne X Avanço de carne = 0,671 X 5,08 (2 polegadas)
= 3,40 cm (1,342 polegadas) por volta do carretei
O diâmetro do núcleo ds do carretei 72 foi medido para ser 12,7cm (5 polegadas), portanto, a distância percorrida por qualquer ponto na su-perfície externa do núcleo do carretei 72 após uma volta do carretei 72 oucircunferência C pode ser calculado como segue:
Circunferência C = 12,7 cm (5 polegadas) X tt = (12,7)3,14 = 39,89 cm 15,7polegadas)
O ângulo de hélice 0 (o ângulo formado por um elemento da fitadental e o plano rO do carretei o qual é perpendicular ao eixo longitudinal zdo carretei, como mostrado na figura 19) que é formado pela fita dental 10como ela é inicialmente enrolada ao redor do núcleo do carretei 72 pode en-tão ser calculado como segue:
Distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta do carre-tei/Circunferência C
= 3,40 cm/39,89 cm (1,342 polegada/15,7 polegadas) = 0,085 = sen"1 9 (ânguio de Hélice)
Onde Ângulo de Hélice 0 = 4,9°
Quando 2,54 cm (1 polegada) de fita dental são enrolados nonúcleo do carretei 72, o ângulo de hélice 0 decresce. Isto pode ser calculadocomo segue:
O diâmetro do carretei após adicionar camada de 2,54 cm (1polegada) de fita = 12,7 cm (5 polegadas)+ 5,08 cm (2 polegadas) (camadade 2,54 cm (1 polegada) adicionada resulta em um aumento de diâmetro de5,08 cm (2 polegadas)) = 17,78 cm (7 polegadas), portanto:
Circunferência do Carretei com Fita = diâmetro do carretei com fita X tt =(17,78 cm)3,14
= 55,85 cm ((7 polegadas)3,14=21,98 polegadas)
Distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta do carretei/ Cir-cunferência do Carretei com Fita
= 3,40/55,85(1,342 polegada/21,98 polegadas) = 0,061 = sen"1 0' (ângulo deHélice)
Onde Ângulo de Hélice 9' = 3,5°
Portanto, quando aproximadamente 2,54 cm (1 polegada) dematerial estão enrolados ao redor do carretei, o ângulo de hélice muda apro-ximadamente 1o (6 - 0'= 4,9°-3,5°= 1,4o).
Usando os tamanhos acima de barra de carne transversal e poli-as, os rolos (representativos dos carreteis na figura 1) podem ser produzi-dos, rolos estes que podem subseqüentemente ser usados para produzirbobinas de fita separadas (bobinas representativas produzidas em carreteide bobina 90 na figura 1).
Exemplo 3
Os rolos de carreteis de fita dental são produzidos de acordocom os processos de revestimento e enrolamento da presente invenção eusando os tamanhos e/ou tipos de componentes descritos abaixo e sumari-zados na tabela VI.
TABELA VI
<table>table see original document page 33</column></row><table>Os tamanhos de polia acima poderiam ser ordenados seqüenci-almente (como ilustrado na figura 2 onde 82e (que seria P-i) é conectada a82d (que seria P2) que foi conectada a 82c (que seria P3) etc). O produtodas razões dos tamanhos das polias ordenadas seqüencialmente, ou Razão
A pode ser determinado como mostrado em I abaixo:
Razão A = P1/P2XP3/P4X PzVPz I
Usando os valores de tamanho da tabela resulta na seguinte
Razão A:
Razão A = P1/P2 X P3/P4 X P5/P6) = (14/14) X (14/14) X (16/20) = 0.80
Uma barra de carne transversal pode ser selecionada para for-necer um guia de carne transversal com movimento transversal de 30,48 cm(12 oplegadas) fim a fim para cada 5 voltas da barra de carne transversal 86.Isto resulta em um avanço de carne igual ao que segue:Avanço de carne = Guia de carne Transversal/5 Revoluções da Barra decarne Transversal
= 30,48 cm/5
= 6,1 cm (12 polegadas/5 = 2,4 polegadas) por volta da Barra de carne Transversal
A Razão A indica que para cada volta do carretei 72, a barra de carne trans-versai 86 percorre 0,80 da volta do carretei. Isto resulta na seguinte distânciapercorrida para o guia de carne transversal 76 por volta do carretei 72:
Distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta do carretei
= Razão Polia de carne X Avanço de carne = 0,80 X 6,1 cm (2,4 polegadas)
= 4,88 cm (1,9 polegada) por volta do carretei
O diâmetro do núcleo ds do carretei 72 foi medido para ser 17,78 cm (7 pole-gadas), portanto, a distância percorrida por qualquer ponto na superfície ex-terna do núcleo do carretei 72 após uma volta do carretei 72 ou circunferên-cia C pode ser calculado como segue:
Circunferência C = 17,78 cm (5 polegadas) X tt = (17,78)3,14 ((7 polega-das)3,14)= 55,85 cm (21,9 polegadas)
O ângulo de hélice 9 (o ângulo formado por um elemento da fitadental e o plano rO do carretei o qual é perpendicular ao eixo longitudinal zdo carretei, como mostrado na figura 19) que é formado pela fita dental 10como ela é inicialmente enrolada ao redor do núcleo do carretei 72 pode en-tão ser calculado como segue:
Distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta do carre-tel/Circunferência C
= 4,88/55,85 (1,92 polegada/21,98 polegadas)= 0,0873 = sen"1 9 (ângulo deHélice)
Onde Ângulo de Hélice 6 = 5,01°
Quando 2,54 cm (1 polegada) de fita dental são enrolados nonúcleo do carretei 72, o ângulo de hélice 0 decresce. Isto pode ser calculadocomo segue:
O diâmetro do carretei após adicionar camada de 2,54 cm (1polegada) de fita = 17,78 cm + 5,08 cm (7 polegadas + 2 polegadas) (cama-da de 2,54 cm (1 polegada) adicionada resulta em um aumento de diâmetrode 5,08 cm(2 polegadas)) = 22,86 cm (9 polegadas), portanto:
Circunferência do Carretei com Fita = diâmetro do carretei com fita X tt =(22,86 cm)3,14
= 71,80 cm ((9 polegadas)3,14 = 28,26 polegadas)
Distância percorrida pelo guia de carne transversal por volta do carretei/ Cir-cunferência do Carretei com Fita
= 4,88 cm/71,80 cm (1,92_polegada/22,26 polegadas) = 0,068 = sen"1 0" (ân-gulo de Hélice)
Onde Ângulo de Hélice 0' = 3,9°
Portanto, quando aproximadamente 2,54 cm (1 polegada) dematerial estão enrolados ao redor do carretei, o ângulo de hélice muda apro-ximadamente 1°(0-0'= 5,01o-3,9°= 1,11°).
Usando os tamanhos acima de barra de carne transversal e poli-as, os rolos (representativos dos carreteis na figura 1) podem ser produzi-dos, rolos estes que podem subseqüentemente ser usados para produzirbobinas de fita separadas (bobinas representativas produzidas em carreteide bobina 90 na figura 1).

Claims (16)

1. Matriz de revestimento que compreende:a. uma base;b. um bloco de entrada que tem uma extensão presa à base, obloco de entrada compreendendo:i. uma fenda para orientar uma fita para revestimento com umaorientação vertical tal que a fita tenha uma parte superior e uma parte inferi-or, a fenda se estende através da extensão do bloco de entrada, a fenda temum primeiro lado e um segundo lado, o primeiro lado é oposto ao segundo10 lado;eii. pelo menos dois orifícios de passagem que têm uma entrada euma saída para receber uma composição de revestimento, a saída dos orifí-cios de passagem em comunicação fluida com a fenda para distribuir a com-posição de cobertura na fita conforme ela se move através da fenda, os pelomenos dois orifícios de passagem compreendendo:A. um primeiro orifício de passagem que se estende pelo primei-ro lado da fenda e;B. um segundo orifício de passagem que se estende pelo se-gundo lado da fenda.
2. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 1, emque o bloco de entrada é fixado à base de forma removível.
3. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 2, emque a base compreende pelo menos um orifício de passagem tendo umaentrada e uma saída, a saída em comunicação fluida com a entrada de pelomenos dois orifícios de passagem do bloco de entrada.
4. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 1, emque o bloco de entrada é integralmente fixado à base.
5. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 1, quecompreende adicionalmente pelo menos dois roletes posicionados para re-ceber a fita revestida da fenda do bloco de entrada.
6. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 5, quecompreende pelo menos três roletes.
7. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 6, quecompreende pelo menos quatro roletes.
8. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 1, quecompreende adicionalmente um bloco de saída tendo uma extensão fixada àbase, o bloco de saída compreendendo uma fenda posicionada para recebera fita revestida dos roletes e para fornecer um revestimento uniforme na fita.
9. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 8, emque o bloco de saída é fixado à base de forma removível.
10. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 8, emque o bloco de saída é integralmente fixado à base.
11. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 1, emque a fenda do bloco de entrada é dimensionada tal que a gravidade nãofaça com que a parte inferior da fita receba mais revestimento do que a partesuperior da fita.
12. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 1, emque os pelo menos dois orifícios de passagem do bloco de entrada são ori-entados tal que o trajeto ou pista direcional dos orifícios apontem para cimae na direção ou em nível com e na direção da posição da fita dental.
13. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 1, queadicionalmente compreende um aquecedor em associação com os roletespara aquecer o revestimento e auxiliar a aderência do revestimento na fita.
14. Matriz de revestimento que compreende:a. uma fenda de entrada longitudinal para receber e/ou orientaruma fita para revestimento em uma orientação vertical, sendo que a fendade entrada tem um primeiro lado e um segundo lado, o primeiro lado sendooposto ao segundo lado;b. pelo menos dois orifícios de passagem de entrada e de saídapara receber uma composição de revestimento, os orifícios de passagem emcomunicação fluida com a fenda de entrada para distribuir o material de re-vestimento na fita conforme ela se move através da fenda de entrada, ospelo menos dois orifícios de passagem compreendendo:i. um primeiro orifício de passagem se estendendo pelo primeirolado da fenda de entrada; eii. um segundo orifício de passagem se estendendo pelo segun-do lado da fenda de entrada.
15. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 14,que adicionalmente compreende pelo menos dois roletes posicionados parareceber fita revestida da fenda de entrada.
16. Matriz de revestimento de acordo com a reivindicação 15,que adicionalmente compreende uma fenda de saída posicionada para re-ceber a fita revestida dos roletes e para distribuir o revestimento uniforme-mente na fita.
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Free format text: PRAZO DE VALIDADE: 10 (DEZ) ANOS CONTADOS A PARTIR DE 10/12/2019, OBSERVADAS AS CONDICOES LEGAIS. (CO) 10 (DEZ) ANOS CONTADOS A PARTIR DE 10/12/2019, OBSERVADAS AS CONDICOES LEGAIS

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