BRPI0903322A2 - dispositivo de dosagem de grão individual - Google Patents

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BRPI0903322A2
BRPI0903322A2 BRPI0903322-0A BRPI0903322A BRPI0903322A2 BR PI0903322 A2 BRPI0903322 A2 BR PI0903322A2 BR PI0903322 A BRPI0903322 A BR PI0903322A BR PI0903322 A2 BRPI0903322 A2 BR PI0903322A2
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BR
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BRPI0903322-0A
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Thomas Horsch
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Horsch Maschinen Gmbh
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Abstract

A presente invenção refere-se a um dispositivo de dosagem de grão individual (10), abrangendo uma carcaça (12) com uma alimentação de grão e, pelo menos, um elemento de transporte (22) rotativo na área de uma câmara de coleta de grãos (20), o qual é formado por um disco de transporte (22) fino e que em uma área lateral apresenta um grande número de aberturas (24), regularmente distanciadas uma da outra que podem ser admitidas, respectivamente, com uma diferença de pressão, para a recepção, isolamento e transporte do grão na direção da circunferência do elemento de transporte (22) para uma área de entrega (26). Em uma área de recepção, de isolamento e de transporte dentro da carcaça (12), as aberturas (24) apresentam uma circunferência fechada. Além disso, as aberturas (24) que se estendem através de toda a espessura do elemento de transporte ou do disco de transporte (22) são atravessadas pela corrente de ar, pelo menos temporariamente. Na área de entrega (26), a seção transversal de abertura das aberturas (24) do elemento de transporte (22) rotativo ou do disco de transporte (22) rotativo se abre na direção radial.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVO DE DOSAGEM DE GRÃO INDIVIDUAL".
A presente invenção refere-se a um dispositivo de dosagem degrão individual com as características do preâmbulo da reivindicação 1.
Dispositivos de dosagem de grão individual são utilizados, emparticular, para disseminação de sementes e colocação com posição exatados grãos de semente previamente isolados mecanicamente em intervalospredeterminados dentro de fileiras no campo. Dispositivos de dosagem degrão individual devem separar com segurança e economia as sementes in-dividuais a partir de um estoque de sementes, e entregar do aparelho deseparação em intervalo de tempo ou comprimento o mais exato possível.
O isolamento pode ser realizado, por exemplo, por um métodomecânico, por meio das denominadas rodas de células e/ou por meio deapoio pneumático, ou de muitas outras formas. Todos os dispositivos dedosagem de grão individual utilizados atualmente se baseiam no fato de queos grãos de semente individuais são separados de um estoque de semen-tes, e são entregues ao solo em um intervalo uniforme, dependendo da ve-locidade de operação. O isolamento das sementes é realizado através deuma recepção de sementes individuais em aberturas (células) correspon-dentemente grandes durante a passagem pelo estoque de sementes e des-carga em seguida. As aberturas são furos ou ranhuras, que estão dispostosregularmente em um suporte de células. No caso de aparelhos mecânicos,as sementes são introduzidas nas células através da força de gravidade emparte com ou contra o apoio da força centrífuga. No caso de aparelhospneumáticos, as diferenças de pressão realizam o isolamento. Os suportesde células podem ser: rodas de células, tiras perfuradas ou similares. A des-carga da célula ocorre livremente através da força de gravidade e ou forçacentrífuga, em parte apoiada de um desvio.
A maioria dos sistemas de células pneumática conduzidos pordisco tem a peculiaridade que, durante a entrega, a semente executa umcurto movimento perpendicular a uma direção principal de movimento, parapoder se soltar da célula, o que pode causar imprecisões de entrega nadireção e em intervalos de tempo. A partir de um movimento de rotação, osgrãos de sementes são soltos de uma célula e liberados, o que por sua vezprovoca pequenas imprecisões na direção tangencial de soltura, especial-mente em discos perfurados menores. No caso de sistemas operando me-canicamente, os furos da célula são relativamente grandes, em relação àsemente de grão individual, no caso de sistemas pneumáticos os furos dacélula são menores que o diâmetro do grão, em geral, também executadocomo furo. Também existem aparelhos de dosagem com fendas de guia(compare com a patente DE 3103101), sendo que, contudo, as células nãose abrem ao ar livre.
Em virtude das velocidades de operação cada vez maiores, comisto, também aumentam a passagem de sementes necessária e a precisãoda entrega de grãos de semente. A fim de obter isto, a recepção e o isola-mento de grãos nos agregados de isolamento precisam ser acelerados, e apassagem deles precisa ser aumentada. Este problema pode ser soluciona-do, por exemplo, por meio de uma recepção de grãos mais rápida atravésde uma corrente de ar maior possível ou seção transversal de corrente de armaior possível e, com isto, uma entrega de grãos uniforme.
A patente DE 31 03 101 A1 divulga uma máquina de semear grãoindividual com um disco de semear acionável, que forma a parede traseira deum reservatório de sementes, conectado a um ventilador de aspiração, queapresenta aberturas de aspiração para os grãos de semente e descarrega, aolongo de uma linha que conduz, da área do fundo do reservatório para cima,para fora da área das sementes, os grãos de semente aspirados para fora doreservatório de sementes, através de uma abertura no reservatório. O discode semear é formado por duas partes, isto é, por um corpo do disco conecta-do ao ventilador de aspiração, e por uma folha do disco adjacente ao corpo dodisco, que cobre o corpo do disco em relação às sementes. Uma destas par-tes está fixa e forma uma fenda de guia que passa ao longo da linha de des-carga. A outra parte apoiada, podendo girar, apresenta fendas de arraste, dis-tribuídas ao longo da circunferência, que se estendem, respectivamente, atra-vés da área de expansão radial da fenda de guia.Um outro dispositivo para o isolamento de sementes tem origemna patente DE 34 00 121 A1. O dispositivo apresenta uma roda de célulasapoiada, podendo girar, em uma carcaça, que está equipada com furos emforma de funil, para a recepção de sementes, e que é atravessada por umacorrente de ar que sai de um bocal. Em sua circunferência, a roda de célulasestá provida de um anel, que encerra aproximadamente rente com a roda decélulas, e se projeta até a metade para dentro dos funis da roda de células.Na área dos funis o anel está equipado com furos, cujos diâmetros são me-nores que o menor grão.
Da patente DE 410 440 B é conhecida uma máquina de semearcom rodas de células para a colocação de grãos individuais. As células daroda de células estão ligadas entre si através de ranhuras do lançador, detal modo que, os grãos são colocados em queda livre no sulco, em interva-los iguais de uma ou mais fileiras de células através do lançador. Entre asfileiras de células estão dispostas paredes de separação em formato de on-da, que devem proporcionar um movimento permanente das sementes.
Outros dispositivos de dosagem e isolamento para máquinas desemear são conhecidos, por exemplo, da patente US 3 888 387 A, da paten-te US 6 176 393 B1, bem como, da patente US 6 634 522 B2.
O campo de aplicação de dispositivos de dosagem de grão indi-vidual deste tipo é, em geral, a máquina de semear agrícola para o cultivodos campos e para o espalhamento uniforme de sementes.
Pode ser visto como uma meta da invenção em questão a cria-ção de um dispositivo de dosagem de grão individual que, por um lado, pos-sibilita uma passagem mais alta possível. Contudo, por outro lado, tambémno caso de uma alta passagem de grãos, também deve ser garantido umisolamento de grãos e uma entrega de grãos uniformes, precisos e semproblemas, também em velocidade de operação mais alta. Além disso, se-mentes com formas consideravelmente regulares como, em particular, milhoou girassol, devem alcançar um isolamento exato em alta freqüência, nosintervalos de tempo desejados (no caso de trabalhos no campo, adaptadosà velocidade de operação) em uma qualidade de entrega mais exata possí-vel, no tempo e no local.
Esta meta da invenção é alcançada com o objeto da reivindica-ção independente. Características de aperfeiçoamentos vantajosos da in-venção resultam das reivindicações dependentes.
A invenção abrange um dispositivo de dosagem de grão indivi-dual, com uma carcaça, com uma alimentação de grãos, que desemboca nacarcaça e com, pelo menos, um elemento de transporte que gira dentro ouna área de uma câmara de coleta de grãos. Este elemento de transporte éexecutado como disco de transporte fino rotativo, que em sua área lateral ouárea de revestimento apresenta um grande número de aberturas, regular-mente distanciadas uma da outra, que podem ser admitidas, respectivamen-te, com vácuo, para a recepção, isolamento e transporte do grão na direçãoda circunferência do elemento de transporte para uma área de entrega. Emuma área de recepção, de isolamento e de transporte dentro da carcaça, asaberturas apresentam uma circunferência fechada. As aberturas se esten-dem através de toda a espessura do elemento de transporte ou do disco detransporte, e são atravessadas por corrente de ar, pelo menos, temporaria-mente, o que proporciona uma aderência confiável dos grãos no elementode transporte durante seu movimento de giro. Na área de entrega, a seçãotransversal de abertura, das aberturas do elemento de transporte rotativo seabre na direção radial, pelo que a entrega de grãos individuais provenientesda carcaça do dispositivo de dosagem de grão individual desemboca dire-tamente em um condutor de sementes e/ou em uma corrente de transporte,para a transferência dos grãos de sementes individuais para os condutoresde sementes ou tubos de queda das relhas de semear.
O elemento de transporte é formado por um disco de transporterotativo com uma multiplicidade de aberturas atravessadas por corrente dear dispostas nele. Neste caso, as aberturas estão dispostas, respectivamen-te, em um anel circular em uma superfície lateral do disco de transporte. Aolongo do percurso da área de recepção, de isolamento e de transporte asaberturas são fechadas, ou possuem uma seção transversal fechada na cir-cunferência, o que é necessário para um arraste e transporte sem problemados grãos. De preferência, a entrega de grãos para os condutores de se-mentes ocorre na direção aproximadamente tangencial em relação ao eixode rotação do elemento de transporte ou do disco de transporte. Para alcan-çar isto, as aberturas se abrem na área de entrega na direção radial. Alémdisso, é vantajoso se, em relação aos grãos de semente a serem isoladose/ou dosados, uma seção transversal de abertura apresenta um tamanho,que deixa os grãos a serem dosados parcialmente afundados nas aberturas.Ao elemento de transporte ou ao disco de transporte está coordenado umcanto de guia externo de um disco de guia, sendo que, na circunferência, odisco de transporte se sobressai ao canto de guia externo. Além disso, oelemento de transporte ou o disco de transporte está disposto antes do can-to de guia externo em um lado voltado para os grãos, de tal modo que, asaberturas para a recepção e para a retenção dos grãos estão definidas atra-vés do disco de transporte e do canto de guia externo. Além disso, uma va-riante de execução do dispositivo de dosagem de grão individual de acordocom a invenção pode apresentar um desvio de grãos na área de entregaque define um movimento de grãos aproximadamente linear na área de en-trega. As aberturas se alargam e abrem na área de entrega na direção radi-al, de tal modo que, a entrega de grãos é garantida na direção desejada.
Opcionalmente, na área da circunferência externa do disco detransporte, o canto que está à frente do respectivo grão pode ser arredon-dado, cortado ou chanfrado, o que impede que, durante a soltura do discode transporte, de forma involuntária, o grão ainda possa ser influenciadopelo canto que está à frente na direção de rotação.
De preferência, a área de entrega do disco de guia passa parabaixo e forma, neste caso, um elemento de desvio para os grãos a seremseparados pelo disco de transporte rotativo. Neste caso, a entrega de grãospode ser realizada para baixo, para evitar, neste caso, uma colisão com seções de parede.
Uma outra variante de execução do dispositivo de dosagem degrão individual de acordo com a invenção prevê que, na área de entrega adiferença de pressão nas aberturas do disco de guia rotativo seja cortada. Asfendas de transporte do disco de guia se estendem, respectivamente, parafora em forma de estrela e, além disso, podem apresentar, respectivamente,um percurso curvado em relação à direção de rotação do disco de transporte.
Na área de recepção, para o transporte de grãos as aberturassão limitadas por três lados, através do disco de transporte, e em um ladosão limitadas para fora, através do disco de guia e através do elemento deisolamento. Elas passam, então, para uma área, na qual, em dois lados asaberturas são limitadas através do disco de transporte, e em um até doislados são limitadas através do disco de guia.Opcionalmente, o dispositivo de dosagem de grão individual po-de apresentar, pelo menos, em áreas parciais sob as aberturas formadasatravés do disco de transporte e do canto de guia, um limite de profundida-de, que passa paralelo e distanciado das aberturas para a definição da pro-fundidade de afundamento dos respectivos grãos. Este limite de profundida-de pode colaborar para que, diferentes formas e/ou tamanhos de grãos pos-sam ser bem transportados da mesma maneira. Por outro lado, com isto, éevitado que grãos menores possam escorregar através das aberturas nadireção da área de aspiração do ar. Neste caso, às aberturas está coorde-nado, de preferência, paralelo ou parcialmente paralelo e distanciado emrelação ao elemento de transporte, um limite de profundidade para a defini-ção da profundidade de afundamento dos respectivos grãos. No caso destavariante, o elemento de transporte ou o disco de transporte está dispostorotativo entre dois elementos de função, que são formados através do limitede profundidade e de um canto de guia interno.
A seção transversal de abertura das aberturas opcionalmentepode variar durante uma rotação do disco de transporte. Além disso, na áreade entrega a diferença de pressão nas aberturas do disco de guia rotativopode ser cortada, sendo que, a barreira da diferença de pressão é ligadaantes nas aberturas da área de entrega de grãos.
Com isto, as aberturas atravessadas pela corrente de ar estãolimitadas ou definidas através de, pelo menos, dois elementos de função.Estes, pelo menos dois, elementos de função podem estar dispostos sobre-postos, de tal modo que, na área de entrega pode ser realizado um movi-mento de grãos aproximadamente linear. Além disso, pode estar previstoque, pelo menos, um dos elementos de função limitadores funcione comodesvio de grãos na área de entrega. Neste caso, o elemento de transporteou o disco de transporte está disposto girando entre os dois elementos defunção. Deste modo, o disco de transporte pode estar disposto entre o limitede profundidade parcial e um canto de guia externo ou interno, sendo que, odisco de transporte se sobressai ao canto de guia externo na circunferência.
Neste caso, os grãos estão nas aberturas, afundam parcialmente nelas, esão conduzidos adicionalmente em sua posição, através do canto de guiaexterno estacionário, bem como, do limite de profundidade parcial, dispostodistanciado em relação ao disco de guia, e paralelo a esse disco, e mantidoem sua posição, até que eles cheguem à área de entrega.
Em outra execução pode estar previsto que, as aberturas atra-vessadas pela corrente de ar, dispostas no disco de transporte estejam limi-tadas ou definidas através de, pelo menos, três elementos de função, quesão formados pelo limite de profundidade, por, pelo menos, um canto deguia, bem como, pelo elemento de transporte. Além disso, o elemento detransporte está disposto móvel na entrega entre o limite de profundidadeparcial e, pelo menos, um dos cantos de guia.
Em princípio, como já foi mencionado acima, no caso do ele-mento de transporte pode se tratar opcionalmente de um disco (plano ouabaulado na direção convexa ou côncava), ou de um tambor, que pode girarem torno do limite de profundidade para os grãos, de tal modo que, nestecaso, os grãos são transportados na direção da área de entrega, e ali elessão entregues, sendo que, eles podem ter uma direção de movimento apro-ximadamente linear.
Uma seção transversal de abertura das aberturas do disco detransporte rotativo de acordo com a invenção é variável e se abre, pelo me-nos, na área de entrega. De preferência, a seção transversal das aberturasdo disco de transporte rotativo se abre na área de entrega na direção radial.
Dessa forma pode ser garantida uma recepção rápida e segura, bem como,fixa dos grãos de semente, o que pode ser apoiado por uma alta corrente dear. A fim de trabalhar com pressões mais baixas possíveis, e com isso, sur-gir o menos possível de perda de pressão devido à resistência à corrente érazoável trabalhar com seções transversais relativamente grandes.
Como já mencionado muitas vezes anteriormente, no caso dodispositivo de dosagem de grão individual, de acordo com a invenção, asaberturas fechadas na circunferência são formadas por, pelo menos, umdisco de guia estacionário e pelo disco de transporte rotativo. Neste caso, odisco de transporte está disposto, de preferência, paralelo e distanciado es-treitamente em relação a, pelo menos, um disco de guia. Os discos podemdeslizar opcionalmente, um sobre o outro, com suas superfícies laterais vol-tadas uma para a outra. A fim de realizar, na área de entrega, as seçõestransversais das aberturas de transporte que se abrem, o disco de transpor-te apresenta uma ranhura em formato de segmento anular, através do de-curso da área de recepção, isolamento e transporte com cantos de guia, quedescrevem um trajeto de transporte dos grãos isolados, transportados pormeio do disco de transporte rotativo. De preferência, esses cantos do discode guia em formato de segmento anular desembocam tangencialmente emum traçado em linha reta ou ligeiramente curvado, que define a área de en-trega. Pelo menos, na área de entrega, então, o canto de guia interno podefuncionar simultaneamente como dispositivo de desvio para os grãos, umavez que o decurso da área de transporte da curvatura desemboca em umalinha reta, que providencia para que os grãos movimentados antes em umavia circular sejam forçados em uma linha reta, até que eles sejam entreguesno final da área de entrega na direção reta de movimento. Neste caso, elessão desviados pelo elemento de transporte por meio do canto de guia inter-no em linha reta.
O disco de transporte está disposto, de preferência, paralelo edistanciado estreitamente em relação a, pelo menos, um disco de guia. Nes-te caso, é razoável se, uma vedação estiver prevista entre o disco de guia edisco de transporte, em grande parte sem contato, por meio de uma veda-ção de fenda.De acordo com uma outra forma de execução da invenção, aárea de entrega do disco de guia passa aproximadamente perpendicularpara baixo. A área de entrega e, em particular, o canto de guia interno for-mam um elemento de desvio para os grãos a serem separados pelo discode transporte rotativo. Durante a entrega de grão as aberturas fechadas sãoabertas pelo fato de que, o disco de transporte gira para longe sob o discode guia, de tal modo que, o canto interno do disco de guia desvia os grãosda abertura formada. Através da abertura radial das aberturas que podemser admitidas pela corrente de ar durante a entrega de grãos, os grãos nãoprecisam executar um movimento axial em relação ao disco de transporte.
De acordo com o mesmo princípio, também pode estar previsto um tamborde transporte rotativo, de cuja circunferência externa os grãos são desviadospara um movimento em linha reta e, em seguida, são desviados.
Opcionalmente, o disco de guia também pode ser executadomoldado ou como elemento de desvio moldado de qualquer forma. Tipica-mente o canto de guia é formado de tal modo que, a guia formada destemodo para os grãos mantidos e transportados pelo disco de transporte sofreum alargamento de raio na área da câmara de entrega no raio externo. Alémdisso, o disco de guia pode ser executado, de tal modo que, antes da entre-ga de grãos, os grãos executam um movimento reto, linear até a entrega degrãos, em virtude da forma do disco de guia na combinação com o disco deguia. Adicionalmente, na área de entrega o vácuo nas aberturas é cortadodo disco de transporte rotativo, de tal modo que os grãos podem ser entre-gues perpendicularmente para baixo. A área de entrega que passa linear-mente, a partir dessa barreira de vácuo ou de sobrepressão pode apresen-tar um comprimento razoável de cerca de 10 mm, sendo que, esse compri-mento pode diferir para cima ou para baixo, dependendo dos grãos a seremisolados, e de outras condições marginais construtivas.
O disco de transporte pode ser executado, em particular, comodisco redondo giratório, que apresenta fendas de transporte, que são aber-tas para fora, e que em atuação conjunta com o disco de guia formam aber-turas de transporte. De preferência, as fendas de transporte se estendem,respectivamente, para fora em forma de estrela, e eventualmente apresen-tam, respectivamente, um percurso curvado em relação à direção de rota-ção do disco de guia. Através da forma das fendas de transporte no disco detransporte, na área movimentada linearmente, durante a rotação uniformedo disco de transporte, os grãos executam um movimento uniforme com ve-locidade em grande parte constante, e com isso, podem ser entregues demodo uniforme e ser melhor desviados. A entrega uniforme dos grãos pelodisco de transporte é aperfeiçoada pelo fato de que, o disco de transportecom sua circunferência externa e com o comprimento de suas fendas detransporte curvadas se sobressai através do canto do disco de guia em for-mato de segmento anular e, com isso, se sobressai através de uma circun-ferência de transporte externa.
Além disso, uma entrega exata dos grãos de semente é melho-rada pelo fato de que, cada abertura que transporta os grãos individuais levaao ar livre. Isto é, os lados, que formam o furo de abertura terminam sim-plesmente, e liberam o grão para o plano de movimento até o momento.Com isso, é possível um decurso de movimento uniforme, durante a entregade grãos, e os grãos não precisam fazer nenhum movimento perpendicularcurto, para o dispositivo de entrega principal, o que eles precisariam fazer,se aprofundados em um furo ou similar, eles tivessem que ser entreguestangencialmente, por um disco de transporte. Além disso, durante a entregade grãos os grãos de sementes são entregues em uma via direcionada reta,e na verdade de tal modo que, os grãos são conduzidos um certo tempo enão apenas através do termino repentino da força centrifuga. Isso é obtidoatravés da combinação de, pelo menos, três partes e uma ligeira corrente dear. Em primeiro lugar, o limite de profundidade, sobre o qual o grão de se-mente desliza. Em segundo lugar, um elemento de desvio estacionário, queno final apresenta um percurso em linha reta, que mantém o movimento dogrão em uma via reta, e que forma um lado da abertura. Em terceiro lugar,um elemento de abertura com, pelo menos, um lado, que desloca o grão desemente para frente. A corrente de ar mantém o grão no limite de profundi-dade, eventualmente também no elemento de desvio, que no final é reto(caso não exista nenhuma contra-guia paralela para o elemento de desvioestacionário), até que a corrente de ar seja tão fraca que o grão segue seumovimento de inércia acoplado com a força gravitacional da terra.
A fim de realizar o movimento de guia reto um pouco mais longodurante uma soltura do disco (a fim de dar um pouco de espaço tambémpara a redução da corrente de ar), e alcançar rapidamente a resolução daabertura fechada, o que leva a uma entrega mais exata, o disco de transpor-te pode possuir um raio externo maior que o canto de guia externo da aber-tura de transporte, sendo que, o disco apresenta fendas de transporte umpouco mais alongadas. A fim de obter um movimento de abertura uniformereto durante a soltura do disco, neste caso, as fendas de transporte alonga-das sobre o disco precisam ter uma curvatura contra a direção de rolamen-to. Além disso, é vantajoso se, as fendas de transporte curvadas forem ligei-ramente mais largas para fora, o que impede um possível encalhe do grão.A fim de obter uma boa recepção durante a soltura do disco, na área de re-cepção do grão são formados três lados da abertura (em observação simpli-ficada de quatro lados) pelo disco. Só na área de entrega são formados doislados ou um lado da abertura pelo disco giratório. Na entrega de guia dolado do raio interno da abertura, um elemento de desvio estacionário (que éreto na extremidade) se ajusta quase ao circuito do raio interno da abertura,neste caso, o raio do circuito externo da abertura se alarga, a fim de impedirum encalhe do grão.
De acordo com uma outra forma de execução da invenção, odisco de transporte gira paralelo e distanciado em relação a um limite deprofundidade, para a definição da profundidade de afundamento dos respec-tivos grãos nas aberturas. Opcionalmente, contudo, o disco de transportetambém pode girar somente por seção ou parcialmente paralelo em relaçãoao limite de profundidade. Além disso, também é concebível uma variantede execução, na qual o disco de transporte passa ligeiramente inclinado emrelação ao limite de profundidade, de tal modo que, esse disco pode causaruma profundidade de afundamento variável. De modo conveniente, o mes-mo vale para uma forma de observação radial em um tambor de transporte,que gira concêntrico em relação a um limite de profundidade de formatoanular, com raio menor que o tambor.
A seção transversal de corrente maior possível para uma aco-modação do grão é obtida pelo fato de que, se coloca o grão de sementeem cerca da metade de uma cavidade, e em volta se tem uma diferença depressão ou corrente de ar.
Assim, em particular, na direção axial, distanciado em relação àsaberturas do disco de transporte pode estar prevista uma alma de desliza-mento, que apresenta, pelo menos, parcialmente, um percurso em formatode segmento de anel circular, paralelo em relação ao canto em formato desegmento anular do disco de guia. Neste caso, o limite de profundidade éexecutado, pelo menos, sob uma área parcial da abertura. Eventualmente olimite de profundidade também pode ser executado somente em uma de-terminada área do trecho de transporte. A fim de obter isso, e impedir umapassagem do grão de semente com a corrente de ar, pode ser razoável umlimite de profundidade para o grão no furo ou na abertura limitada por diver-sos componentes. Por sua vez, a fim de prejudicar a corrente de ar o menospossível, o limite de profundidade abaixo da abertura precisa passar o maisrápido possível para um volume maior, a fim de manter pequena a resistên-cia da corrente de ar, o que é obtido através de uma outra sedimentação dolimite de profundidade longe do plano da abertura. Uma corrente de ar aindamaior é obtida se isto for realizada em ambos os lados ou em vários lados.
O limite de profundidade precisa passar abaixo e ao longo docírculo de abertura, com grãos maiores eventualmente também somente naárea de entrega, e dependendo da semente a ser isolada, pode ser mantidodiferentemente estreito. O limite de profundidade também pode ser maisestreito que a abertura que fica acima, bem como, também pode ser maislargo ou também da mesma largura, dependendo de como os grãos a seremisolados e o sistema todo exigem isso.
Em um lado do limite de profundidade existe uma cavidade (ca-nal de corrente). Opcionalmente, também pode existir uma cavidade (canalde corrente) em ambos os lados para o limite de profundidade. Na área deentrega precisam ser previstas almas transversais ou similares, que atuamcomo barreira da corrente de ar, e cortam o vácuo na área de entrega, de talmodo que os grãos podem ser desviados pelo canto de guia interno.
Um exemplo de execução também pode prever um fuso. Nestecaso, desde o início, os lados de abertura de cada dois lados são formadospor uma fenda de guia fixa, e os dois lados de abertura móveis são forma-dos por um fuso móvel. Neste caso, o limite de profundidade também preci-sa ser dado, por exemplo, através de um eixo geométrico do eixo do fusoaumentado.
Na área de transporte pode estar previsto, opcionalmente, umdesvio de grãos para o isolamento e a entrega regular dos grãos para umaárea de transporte. Em princípio, para o desvio são possíveis aquelas for-mas de conformação, por exemplo, desvio de grão mecânico, desvio degrão pneumático, ou desvio de grão mecânico-pneumático.
A câmara de coleta de grãos também pode apresentar, por e-xemplo, uma alimentação de ar para a turbulência e/ou para o apoio de umarecepção de grãos através do disco de transporte dentro da câmara de cole-ta de grãos. A turbulência apoiada pelo ar pode ocorrer, em particular, atra-vés de uma ou de várias alimentações de ar. A turbulência apoiada pelo artambém pode ocorrer através da corrente de ar do isolamento. Nessa vari-ante de execução, a câmara de coleta de grãos forma um tipo de câmara deturbulência, que é admitida constantemente com ar alimentado, a fim de ob-ter, dessa forma, um movimento de grãos constante, que impede entupi-mentos ou bloqueios, de tal modo que todas as aberturas do elemento detransporte, respectivamente, são admitidas com grãos individuais. Uma ou-tra execução da invenção prevê na câmara de coleta de grãos uma saliênciade turbulência admitida por ar alimentado. Uma guia da corrente de ar dacorrente de ar de isolamento ocorre na saliência de turbulência.
A formação do furo de abertura precisa ocorrer de material fino,a fim de dar espaço suficiente para a corrente de ar necessária em torno daabertura, e não limite demais um desvio de grãos em excesso, bem como,durante a solução do disco obtenha uma seção transversal de retorno dodisco menor possível para a área do ar de corrente direcionada.
O canal do ar de corrente resultante devido ao limite de profun-didade depositado pode possuir barreiras do ar de corrente na direção daárea de entrega de grãos, de tal modo que a corrente na borda da aberturana recepção de grãos seja maior que na entrega de grãos, de preferência,antes da partida para o ar livre.
De preferência, a vedação entre o disco de guia e de transporteocorre sem contato (vedação de fenda). A saída do ar de corrente se encon-tra no lado da alma de deslizamento, na área da recepção de grãos ou dosdesvios de grãos.
Uma outra variante de execução do dispositivo de dosagem degrão individual de acordo com a invenção prevê, por exemplo, que uma câ-mara de turbulência com uma conexão de pressão para a alimentação de arpara a turbulência e/ou para o apoio de uma recepção de grãos esteja pre-vista dentro da câmara de coleta de grãos e/ou da câmara de turbulência,através do disco de transporte. Além disso, na câmara de turbulência podeexistir uma saliência de turbulência admitida por ar para a condução da cor-rente de ar na câmara de turbulência. Além disso, entre a câmara de turbu-lência, acima da saliência de turbulência e da área de entrega, pode estarprevista uma passagem estreita, que providencia um vácuo constante naárea da câmara de turbulência, e providencia para que, os grãos que voamem torno da câmara de turbulência não deixem essa câmara. Depois dapassagem estreita ocorre um alargamento da seção transversal na área dacâmara de entrega. Na passagem estreita a corrente de ar é contrária à di-reção de transporte do grão com o disco. Deste modo, só é possível umaforma de construção muito pequena. Ao mesmo tempo, essa passagemprovidencia para que, o volume de ar necessário para a função de isolamen-to seja reduzido. A passagem estreita pode ser reduzida, em particular, nadireção axial, em relação a uma altura axial da câmara de turbulência. A sa-liência de turbulência serve para a divisão da corrente de ar proveniente daconexão de alimentação, e para uma recirculação constante dos grãos nacâmara de turbulência. A saliência de turbulência é executada, de preferên-cia, de tal modo que, com isso, a corrente de ar seja dividida na saliência deturbulência ou, por exemplo, aproximadamente na metade. Além disso, umelemento de mistura pode ser ligado com o elemento de transporte, queprovidencia para que, na área da recepção de grãos os grãos sejam manti-dos em movimento.
Além disso, para impedir uma aspiração de sujeira pode estarprevista uma conexão de alimentação de ar externa, que realiza a compen-sação de ar no agregado de isolamento, de tal modo que ali não é estabele-cido nenhum vácuo desnecessário.
A câmara de estoque pode ser preenchida, por exemplo, porum reservatório maior ligado antes. A câmara de estoque pode ser preen-chida através de um sistema de transporte pneumático. Além disso, podeser previsto um desvio de ar dos grãos, para retirar da abertura os grãoslevados junto em excesso durante a recepção, de tal modo que, na aberturasó fique preso um grão. Uma corrente de ar serve para o apoio da recepçãode grãos, onde as aberturas puderem receber os grãos de sementes. Nestecaso, são possíveis de modo considerável várias formas de execução para odesvio de grãos, por exemplo, desvio mecânico de grãos, desvio pneumáti-co de grãos ou desvio de grãos pneumático e mecânico.
Uma outra variante de execução do dispositivo de dosagem degrão individual prevê que, na área de recepção, para o transporte de grãos aabertura seja limitada por três lados, através do disco de transporte, e emum lado seja limitada para fora, através do disco de guia e, então, passepara uma área, na qual, em dois lados a abertura é/são limitada(s) atravésdo disco de transporte, e em um até dois lados seja/sejam limitadas atravésdo disco de guia.
É vantajoso que, devido à abertura radial das aberturas admiti-das por corrente de ar, os grãos não precisem realizar nenhum movimentoaxial em relação ao disco de transporte durante a entrega de grãos. De mo-do apropriado, o diâmetro do disco de transporte é maior que o diâmetro docanto externo do disco de guia. Além disso, durante uma rotação do discode transporte, a seção transversal de abertura, das aberturas pode variar. Àárea de entrega de grãos pode ser ligada antes uma barreira de vácuo adi-cional.
A entrega de grãos individual da carcaça pode desembocar di-retamente em uma fenda de semente ou em um tubo de queda. Contudo, aentrega de grãos individual da carcaça também pode desembocar direta-mente em uma corrente de ar de transporte.
O acionamento do dispositivo de dosagem pode ser executadode qualquer modo, por exemplo, através de um acionamento de corrente, decorreia ou de cardã, ou também ser acionado diretamente por meio de acio-namentos pneumáticos, hidráulicos ou elétricos.
Outras características, metas e vantagens da invenção emquestão resultam da descrição detalhada a seguir de um exemplo de execu-ção preferido da invenção, que não serve como exemplo restritivo, e estárelacionado ao desenho anexo.
A Figura 1 mostra uma representação em perspectiva de umavariante de execução de um dispositivo de dosagem de grão individual deacordo com a invenção.
A Figura 2 mostra uma outra vista em perspectiva do dispositivode dosagem de grão individual de acordo com a figura 1.
A Figura 3 mostra uma carcaça parcialmente aberta do disposi-tivo de dosagem de grão individual de acordo com a Figura 1.
A Figura 4 mostra uma representação esquemática de um discode transporte que gira na carcaça, e seus componentes essenciais.
A Figura 5 mostra uma metade de carcaça com disco de trans-porte e de guia retirados e, com isto, os canais de corrente tornados visíveis.
A Figura 6 mostra uma vista lateral de um lado estreito da car-caça em forma de tambor, para a elucidação de uma vedação da fenda en-tre o disco de transporte e de guia.
A Figura 7 mostra em duas vistas uma variante de execução dodispositivo de dosagem de grão individual, no qual o disco de transporte es-tá disposto antes do disco de guia.
A Figura 8 mostra em duas outras vistas uma alma de desliza-mento, executada relativamente curta, disposta na proximidade da área deentrega, que forma um limite de profundidade para os grãos.
A Figura 9 mostra diversas variantes de execução de um discode transporte.
Por meio das representações esquemáticas das figuras de 1 a 9é esclarecida, em mais detalhes, uma variante de execução preferida de umdispositivo de dosagem de grão individual 10 de acordo com a invenção.Neste caso, as partes iguais nas figuras estão, em princípio, designadascom os mesmos números de referência, razão pela qual pode ser dispensa-do parcialmente um esclarecimento múltiplo. O dispositivo de dosagem degrão individual 10, a seguir descrito em mais detalhes, e esclarecido em su-as particularidades por meio das figuras é apropriado, em particular, para adisseminação de milho, girassol ou sementes de forma e/ou dimensões si-milares.
As representações em perspectiva das figuras 1 e 2 mostramuma carcaça 12 em formato de tambor do dispositivo de dosagem de grãoindividual 10, que em um lado superior apresenta um tubo de conexão maiorcomo conexão de vácuo 14, e um tubo de conexão menor como conexão depressão 16, para um isolamento e/ou turbulência dos grãos conduzidos parauma câmara de estoque por meio de um tubo de transporte 15. Em um ladoplano da carcaça 12 (compare com a Figura 1) está disposto um pinhão deacionamento 18, para um acionamento rotacional de um disco de transpor-te, esclarecido em mais detalhes nas figuras a seguir, apoiado, podendogirar, na carcaça 12. O pinhão de acionamento 18 serve para a transmissãode rotação por meio de uma corrente de rolos (não representada), que podeestar acoplada, por exemplo, com um eixo de acionamento central ou comum motor de acionamento separado.
A representação em perspectiva da figura 3 mostra a carcaça12, aberta em um lado, do dispositivo de dosagem de grão individual 10, porum lado plano, situado no lado oposto, afastado do pinhão de acionamento18. A tampa, normalmente disposta ali, com alimentação de grãos para acâmara de estoque 20 foi deixada de lado por motivo da melhor visibilidade.A câmara de estoque 20 serve como reservatório intermediário, ou comocâmara de coleta de grãos para a alimentação de grãos individuais para odisco de transporte 22 rotativo, e pode ser enchida apoiando com um eixode agitação, fixado no eixo giratório. Em sua superfície lateral o disco detransporte 22 apresenta um grande número de aberturas 24, regularmentedistanciadas uma da outra, que podem ser admitidas, respectivamente, comvácuo proveniente da conexão de vácuo 14, para a recepção, isolamento etransporte do grão na direção da circunferência R do disco de transporte 22para uma área de entrega 26. Em uma área de recepção, de isolamento ede transporte coordenada à frente da área de entrega 26 dentro da carcaça12, as aberturas 24 apresentam uma circunferência fechada. Uma seçãotransversal de abertura, das aberturas 24 do disco de transporte 22 rotativoé variável e se abre na área de entrega 26, de tal modo que, os grãos sejamentregues em intervalos regulares pelo disco de transporte 22 e podem cairperpendicularmente para baixo da área de entrega 26.
Como pode ser reconhecido por meio da representação esque-mática da Figura 4, a seção transversal de abertura das aberturas 24 dodisco de transporte 22 rotativo se abre na área de entrega 26 na direçãoradial. Neste caso, as aberturas 24 são formadas através de um disco deguia 28 estacionário, e do disco de transporte 22 rotativo. Este disco de guia28 está disposto paralelo e bem distanciado em relação ao disco de trans-porte, como pode ser elucidado por meio das figuras 2 e 3. Através do per-curso da área de recepção, de isolamento e de transporte o disco de guia 28apresenta um canto de guia 31 em forma de segmento anular, que descreveum traieto de transDorte dos arãos isolados transDOrtados Dor meio do discode transporte 22 rotativo. Este canto de guia 31 em forma de segmento aneldo disco de guia 28 desemboca tangencialmente em um percurso em linhareta que leva para baixo o qual define a área de entrega 26. A seção da ra-nhura 30 na área de entrega 26 que passa em linha reta para baixo forma,com isto, ao mesmo tempo, um desvio para os grãos a serem separadospelo disco de transporte 22 rotativo, de tal modo que, esses grãos caem emintervalos regulares para baixo. Ao mesmo tempo, na área de entrega 26 ovácuo existente nas aberturas 24 do disco de guia 22 rotativo é cortado.
A ranhura de guia 30 apresenta um canto interno 29 de diâme-tro menor e um canto externo 31 de diâmetro maior.
Como esclarecido com a Figura 4, o disco de transporte 22 éexecutado como disco redondo giratório, que apresenta fendas de transpor-te 32, que são abertas para fora, e que em colaboração com o disco de guia28 formam as aberturas de transporte. As fendas de transporte 32 se esten-dem respectivamente para fora em forma de estrela, e apresentam, alémdisso, respectivamente, um percurso curvado em relação à direção de rota-ção R do disco de transporte 22. O disco de transporte 22, com sua circun-ferência externa e com o comprimento de suas fendas de transporte 32, sesobressai além da ranhura em forma de segmento de anel ou do canto deguia 31 externo do disco de guia 28 e, com isto, além de um círculo da cir-cunferência de transporte externo.
No caso da representação esquemática em perspectiva da Fi-gura 5, tanto o disco de transporte 22, como também, o disco de guia 28foram retirados, de tal modo que, possa ser reconhecida uma alma de desli-zamento 34 em formato de segmento de anel circular, que forma um limitede profundidade para a definição da profundidade de afundamento dos res-pectivos grãos nas aberturas 24 do disco de transporte 22. Neste caso, umintervalo axial entre a alma de deslizamento 34, passando paralela ao canto31 e apresentando aproximadamente a mesma largura que a largura da a-bertura na ranhura 30, define esta profundidade de afundamento dos grãos.Em ambos os lados desta alma de deslizamento 34 se encontram, respecti-vamente, canais de corrente 36 e 38 nos quais está em contato o vácuo daconexão de vácuo 14. Os canais de corrente 36 e 38 providenciam paraque, em cada ponto do percurso curvado do canto de guia 30, antes da áreade entrega 26 em linha reta, existe o vácuo para a fixação dos grãos nasaberturas 24.
A câmara de coleta de grãos ou a câmara de estoque 20 apre-sentam, com a conexão de pressão 16, uma alimentação de ar para a turbu-lência e/ou para o apoio de uma recepção de grãos, através do disco detransporte 22 dentro da câmara de coleta de grãos 20 (compare com a Figu-ra 3). Neste caso, na câmara de coleta de grãos 20 está prevista uma sali-ência de turbulência 40 admitida pelo ar alimentado. Por meio desta saliên-cia de turbulência 40 ocorre uma alimentação da corrente de ar, da correntede ar de isolamento. A área abaixo da saliência de turbulência 40 forma acâmara de estoque 20, enquanto que uma área acima da saliência de turbu-lência 40 forma uma câmara de turbulência 42. Entre a câmara de turbulên-cia 42 e a área situada à esquerda dela se encontra uma passagem 46 rela-tivamente estreita. Esta passagem 46 estreita está reduzida na direção axialem relação a uma altura axial da câmara de turbulência 42, de tal modo que,a corrente de ar esteja limitada através desta passagem 46.
No exemplo de execução mostrado, a extremidade do eixo, doeixo de acionamento pode estar equipada com um pino ou similar dispostode modo excêntrico, que pode servir como elemento de agitação, de tal mo-do que, os grãos existentes ali são agitados de modo permanente.
Como está indicado meramente por meio da Figura 6, pode sergarantida uma vedação entre o disco de guia 28 e o disco de transporte 22,de preferência sem contato, por meio de uma vedação da fenda 44.
No dispositivo de dosagem de grão individual 10 mostrado, demodo opcional, a entrega de grãos individual da carcaça 12 pode desembo-car diretamente em uma fenda de semente ou em um tubo de queda (nãorepresentado). Contudo, a entrega de grãos individual da carcaça 12 tam-bém pode desembocar diretamente em uma corrente de ar de transporte(do mesmo modo, não representada).
As duas representações das figuras 7a e 7b mostram, em duasvistas, uma variante de execução do dispositivo de dosagem de grão indivi-dual, na qual o disco de transporte 22 está disposto à frente do disco deguia 28. Na vista de cima da Figura 7a, esse disco está quase coberto pelodisco de transporte 22, nas vistas das figuras 7a e 7b, portanto, ele se en-contra atrás do disco de transporte. Neste caso, não é necessário um limitede profundidade na área da recepção de grãos de acordo com a variante deexecução descrita anteriormente, uma vez que, a profundidade de afunda-mento dos grãos de milho ou de girassol, dimensionados aproximadamenteiguais, depende consideravelmente somente do dimensionamento das aber-turas 24. Além disso, na Figura 7a pode ser reconhecido um desvio degrãos mecânico 50, que está indicado como linha em ziguezague entre umaposição de 12 horas e uma posição de 4 horas do disco central.
As duas representações da Figura 8 mostram, em duas outrasvistas, uma alma de deslizamento 34, executada relativamente curta, dis-posta na proximidade da área de entrega 26, que forma um limite de pro-fundidade para os grãos. Em conexão com a disposição do disco de trans-porte 22 e do disco de guia 28 de acordo com a Figura 7, o comprimento daalma de deslizamento 34 é suficiente, como representado na Figura 8, paradar a condução desejada aos grãos na área de entrega.
As representações da Figura 9 mostram duas variantes de exe-cução distintas de um disco de transporte 22. Enquanto que o disco detransporte 22 de acordo com a Figura 9 apresenta o contorno já descritoanteriormente, com as fendas de transporte 32, que podem ser passadas,de larguras consideravelmente constantes, no disco de transporte 22 de a-cordo com a Figura 9b os cantos 48 que estão à frente do respectivo grãosão cortados ou chanfrados, o que impede que, durante a soltura do discode transporte 22, ainda que de forma involuntária, o grão possa ser influen-ciado em sua direção de vôo, pelo canto que está à frente na direção derotação. De modo apropriado, o grau do chanfro e o dimensionamento de-vem ser determinados em experiências.
A invenção não está restrita aos exemplos de execução anterio-res. Pelo contrário, pode ser imaginado um grande número de variantes emodificações que fazem uso do pensamento de acordo com a invenção e,por isto, do mesmo modo se enquadram na área de proteção.Lista de Números de Referência:
10 dispositivo de dosagem de grão individual
12 carcaça
14 conexão de vácuo
15 tubo de transporte
16 conexão de pressão18 pinhão de acionamento
20 câmara de estoque
22 disco de transporte/elemento de transporte
24 abertura
26 área de entrega
28 disco de guia
29 canto de guia interno
30 canto de guia
31 canto de guia externo
32 fenda de transporte
34 alma de deslizamento/limite de profundidade
36 canal de corrente
38 canal de corrente
40 saliência de turbulência
42 câmara de turbulência
44 vedação da fenda
46 passagem
48 canto chanfrado
50 desvio de grãos mecânico
R direção de rotação (disco de transporte)

Claims (14)

1. Dispositivo de dosagem de grão individual (10), abrangendouma carcaça (12) com uma alimentação de grão e, pelo menos, um elemen-to de transporte (22) rotativo na área de uma câmara de coleta de grão (20),o qual é formado por um disco de transporte (22) fino, e que em uma árealateral apresenta um grande número de aberturas (24), regularmente distan-ciadas uma da outra, que podem ser admitidas, respectivamente, com umadiferença de pressão, para a recepção do grão, isolamento e transporte nadireção da circunferência do elemento de transporte (22), para uma área deentrega (26), sendo que, em uma área de recepção, de isolamento e detransporte dentro da carcaça (12), as aberturas (24) apresentam uma circun-ferência fechada, sendo que, as aberturas (24) que se estendem através detoda a espessura do elemento de transporte ou do disco de transporte (22)são atravessadas pela corrente de ar, pelo menos, temporariamente, e sen-do que, na área de entrega (26), a seção transversal de abertura, das aber-turas (24) do elemento de transporte (22) rotativo ou do disco de transporte(22) rotativo se abre na direção radial.
2. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo com areivindicação 1, no qual ao elemento de transporte ou ao disco de transporte(22) está coordenado um canto de guia externo (31) de um disco de guia(28), sendo que, na circunferência, o disco de transporte (22) se sobressaiao canto de guia externo (31).
3. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo com areivindicação 1, no qual o elemento de transporte ou o disco de transporte(22) está disposto antes do canto de guia externo (31), em um lado voltadopara os grãos.
4. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 3, que apresenta um desvio de grãosna área de entrega (26), que define um movimento de grãos aproximada-mente linear na área de entrega (26).
5. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações de 1 a 4, no qual, na área da circunferên-cia externa do disco de transporte (22), o canto que está à frente do respec-tivo grão é arredondado, cortado ou chanfrado.
6. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 5, no qual, a área de entrega (26) dodisco de guia (28) passa para baixo e forma um elemento de desvio para osgrãos a serem separados pelo disco de transporte (22) rotativo.
7. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 6, no qual, a entrega de grãos pode serrealizada para baixo para evitar uma colisão com seções de parede.
8. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 7, no qual, na área de entrega (26) adiferença de pressão nas aberturas (24) é cortada do disco de guia rotativo(22).
9. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 8, no qual, as fendas de transporte (32)do disco de guia (22) se estendem, respectivamente, para fora em forma deestrela, e apresentam, respectivamente, um percurso curvado em relação àdireção de rotação (R) do disco de guia (22).
10. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 9, no qual, na área de recepção, para otransporte de grãos as aberturas (24) são limitadas por três lados, atravésdo disco de transporte (22), e em um lado são limitadas para fora, atravésdo disco de guia (28) e, então, passam para uma área, na qual, em dois la-dos as aberturas são limitadas através do disco de transporte (22), e em umaté dois lados são limitadas através do disco de guia (28).
11. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 10, que, pelo menos, em áreas parci-ais, entre as aberturas (24) formadas pelo disco de transporte (22) e pelocanto de guia (31) apresenta um limite de profundidade (34), que passa pa-ralelo e distanciado das aberturas (24) para a definição da profundidade deafundamento dos respectivos grãos.
12. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 11, no qual o elemento de transporteou o disco de transporte (22) está disposto girando entre dois elementos defunção, que são formados pelo limite de profundidade (34) e por um cantode guia interno (29).
13. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 12, no qual, a seção transversal deabertura das aberturas (24) varia durante uma rotação do disco de transpor-te (22).
14. Dispositivo de dosagem de grão individual de acordo comqualquer uma das reivindicações 1 a 13, no qual, na área de entrega (26) adiferença de pressão nas aberturas (24) do disco de guia rotativo (22) é cor-tada, sendo que, uma barreira da diferença de pressão é ligada nas abertu-ras (24) antes da área de entrega de grãos.
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