BRPI0903328A2 - método e aparelho para analisar transceptores de sistema de comunicação - Google Patents
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Abstract
Métodos e aparelho para monitorar transceptores de sistemas de comunicação. Por exemplo, o sistema divulgado pode determinar o número e as localizações de estações celulares disponíveis. Um método de exemplo inclui o recebimento de uma primeira mensagem de uma estação base, recebimento de uma segunda mensagem da estação base, extração de um primeiro parâmetro da primeira mensagem, extração de um segundo parâmetro diferente do primeiro parâmetro da segunda mensagem, determinação se a primeira mensagem e a segunda mensagem foram recebidas da mesma estação base, baseado no primeiro parâmetro e no segundo parâmetro e relato de que a primeira mensagem e a segunda mensagem eram da mesma estação base, se a primeira mensagem e a segunda mensagem foram recebidas da mesma estação base. Algumas implementações dos métodos e aparelho divulgados permitem que códigos de números pseudorandómicos recebidos através do ar das estações base a serem agrupadas pela estação base.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO EAPARELHO PARA ANALISAR TRANSCEPTORES DE SISTEMA DE COMUNICAÇÃO".
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente descrição refere-se à análise de sistemas de comu-nicação e, mais particularmente, a métodos e aparelho para analisar trans-ceptores de sistemas de comunicação.
ANTECEDENTES
Provedores de serviços de comunicações móveis estabelecemestações base de comunicação através de suas áreas de cobertura parapermitir aos usuários dos serviços de comunicação se comunicarem com oserviço de comunicação por toda a área de cobertura. Enquanto os usuáriosse movem por toda a área de cobertura, uma sessão de comunicação entreum dispositivo móvel e o sistema de comunicação é manipulada por uma oumais das estações Base. A colocação dessas estações base de comunica-ção, tipicamente, não é divulgada pelos provedores de serviços de comuni-cações móveis e com freqüência é mantida como um segredo, intencionalmente.
As comunicações (por exemplo, mensagens) transmitidas porestações base nem sempre, unicamente, identificam a estação base. Porexemplo, embora comunicações de acordo com o padrão de comunicaçãode acesso múltiplo por divisão de código (CDMA) incluem um número pseu-do-randômico (PN) associado com a estação base, cada estação base podeincluir múltiplos números PN (por exemplo, aqui, a estação base inclui múlti-pios setores de comunicação (por exemplo, antenas)) e os números PN po-dem não ser únicos por todo o sistema de comunicação (por exemplo, duasestações base podem usar o mesmo número PN).
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é um diagrama em blocos de um sistema de exemploem que um sistema de monitoração é usado para analisar transceptores desistemas de comunicação.
A figura 2 é um diagrama em blocos de uma implementação deexemplo do analisador de sistema de comunicação da figura 1.
A figura 3 é um fluxograma representativo de instruções legíveisem máquina que podem ser realizadas para implementar a combinação dodispositivo móvel e do registrador cronológico de comunicação da figura 1.
A figura 4 é um fluxograma representativo de instruções legíveisem máquina que podem ser realizadas para implementar o analisador desistema de comunicação da figura 1.
A figura 5 ilustra instruções legíveis em máquina de exemploque podem ser realizadas para identificar setores adjacentes.
A figura 6 é um fluxograma representativo de instruções legíveisem máquina que podem ser realizadas para determinar quando um identifi-cador foi usado.
A figura 7 é um diagrama de estado ilustrando um fluxo de esta-do de exemplo para comunicação entre o dispositivo móvel e as estaçõesbase da figura 1.
A figura 8 é um fluxograma representativo de instruções legíveisem máquina que podem ser realizadas para determinar a reutilização do i-dentificador.
A figura 9 é outro fluxograma representativo de instruções legí-veis em máquina que podem ser realizadas para determinar a reutilização doidentificador.
A figura 10 é outro fluxograma ilustrado representativo de instru-ções legíveis em máquina que podem ser realizadas para determinar a reuti-lização do identificador.
A figura 11 é outro fluxograma representativo de instruções legí-veis em máquina que podem ser realizadas para determinar a reutilização doidentificador.
A figura 12 é uma ilustração de uma base de dados de exemplopara armazenar mensagem e informação de análise para o registrador cro-nológico de comunicação e/ou o analisador de sistema de comunicação dafigura 1.
A figura 13 é uma ilustração de como a informação de identifi-cador é agrupada para determinar o número de estações base.
A figura 14 é um diagrama em blocos de uma plataforma decomputador de exemplo capaz de executar as instruções legíveis em máqui-na ilustradas nas figuras 3 - 6 e 8 - 11 para implementar os métodos e/ouaparelho aqui divulgados.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A figura 1 é um diagrama em blocos de um sistema de exemplo100 em que um sistema de monitoração 106 é usado para analisar transcep-tores de sistemas de comunicação. O sistema de monitoração 106 de exem-pio pode ser usado, por exemplo, para determinar o número de estaçõesbase em um sistema de comunicação particular e/ou uma porção do mesmo.Por exemplo, todo ou parte do sistema de monitoração 106 pode ser movidapor toda a área geográfica em que o sistema de comunicação está localiza-do (por exemplo, todo ou parte do sistema de monitoração 106 pode ser a-cionada por toda uma cidade em veículo). Enquanto o sistema de monitora-ção 106 é movido por toda a cidade, mensagens recebidas das estaçõesbase do sistema de comunicação são armazenadas. Uma vez que um nú-mero suficiente e desejado de mensagens tenha sido armazenado, as men-sagens são analisadas para determinar quantas estações base transmitirammensagens para o sistema de monitoração 106. Os resultados da análisesão armazenados e/ou relatados pelo sistema de monitoração 106 de exemplo.
O sistema 100 de exemplo inclui uma estação base 102, umaestação base 104 e o sistema de monitoração 106.
A estação base de exemplo 102 e a estação base de exemplo104 são estações base de transceptores de telefones móveis que enviam erecebem mensagens de telefones móveis (por exemplo, dispositivo móvel108) de acordo com o padrão de comunicação de acesso múltiplo por divi-são de código (CDMA). As estações base de exemplo 102 e 104 incluemtrês setores ilustrados pelo círculo dividido acima de cada uma das estaçõesbase 102 e 104. Cada setor inclui circuito de comunicação (por exemplo,uma ou mais antenas) para se comunicar com dispositivos em uma regiãoque se estende radialmente das estações base 102 e 104. As regiões cober-tas por cada setor podem ser exclusivas e/ou podem se sobrepor. Emboraas estações base de exemplo 102 e 104 incluam três setores, qualquer nú-mero de setores pode ser incluído (isto é, um ou mais setores) em cada umadas estações base 102 e 104. Além disso, embora as duas estações baseestejam ilustradas no sistema de comunicação de exemplo, qualquer núme-ro de estações base pode existir. As estações base 102 e 104 podem serqualquer tipo de estação base para comunicação com dispositivos e siste-mas sem fio, tais como, por exemplo, para comunicação com um sistema decomunicação de pager, um sistema de comunicação de rede sem fio, umsistema de radiocomunicação em banda do cidadão (CB), um sistema deradiodifusão, um sistema de teledifusão, etc. Além disso, as estações base102 e 104 podem se comunicar com qualquer tipo de sistema de telefonemóvel (por exemplo, um sistema de acesso múltiplo por divisão de tempo(TDMA), um sistema global para sistema de comunicação móvel (GSM),etc.).
Um tipo de mensagem que as estações base 102 e 104 transmi-tem e recebem do dispositivo móvel 108 na implementação de exemplo dosistema 100 que implementa o padrão de CDMA são as mensagens de ca-mada três (L3). As mensagens de L3 proporcionam informação acerca dosistema de comunicação móvel para o dispositivo móvel 108. O tipo de in-formação incluída em uma mensagem de L3 depende do estado de comuni-cação entre as estações base 102 e 104 e o dispositivo móvel 108. O siste-ma de monitoração 106 de exemplo classifica as comunicações em três es-tados: inativo, tráfego e início. Os estados e as transições entre estados sãodescritos em novos detalhes em conjunto com o diagrama de estado da figu-ra 8. Durante o estado inativo, mensagens de L3 são mensagens de parâ-metros (Mensagens de Parâmetros de Sistema (SPM)) que incluem os se-guintes parâmetros:
a. BASE LAT - A latitude de localização da estação base trans-mitindo a mensagem de L3.
b. BASE LONG - A longitude de localização da estação basetransmitindo a mensagem de L3.
c. PILOT PN - Um deslocamento pseudo-randômico atribuído aosetor da estação base transmitindo a mensagem de L3.
d. BASE ID - Um identificador único para o setor da estação ba-se que enviou a mensagem de L3.
e. SID - Um identificador de sistema para o sistema de comuni-cação.
f. NID - Um identificador de rede para a rede de comunicaçãodentro do sistema de comunicação
g. SRC WIN A - Uma janela em chips (isto é, distância máxima)usada pelo dispositivo móvel para buscar pilotos candidatos (isto é, sinaisdos transmissores de estações base).
Durante os estados de início e tráfego, mensagens de L3 sãomensagens de força (Pilot Strength Measurement Messages (PSMM) e Pe-riodic Pilot Strength Measurement Messages (PPSMM)) e mensagens detransferência (Handoff Direction Messages (HDM)). As mensagens de forçaincluem os seguintes parâmetros:
a. REF PN - Um deslocamento pseudo-randômico atribuído aosetor da estação base que transmite a mensagem de L3.
b. PILOT_PN_PHASE - A fase relativa ao deslocamento zero dopiloto.
c. PILOT STRENGTH - Energia de chip do piloto com relação àdensidade espectral de energia total.
Mensagens de transferência incluem os seguintes parâmetros:
a. PILOT_PN - Um deslocamento pseudo-randômico atribuídoao setor da estação base que transmite a mensagem de L3.
b. PWR_COMB_IND - Indica se o Canal de Tráfego Direto as-sociado com um piloto conduz os mesmos bits de sub-canal de controle deenergia de laço fechado que o piloto anterior na mensagem.
c. SRC_WIN_A - Uma janela em chips (isto é, distância máxima)usados pelo dispositivo móvel para buscar pilotos candidatos (isto é, sinaisdos transmissores das estações base).Embora o sistema de exemplo 100 e, mais particularmente, asestações base 102 e 104 utilizem as estruturas de mensagens antes men-cionadas, o sistema de exemplo 100 pode ser implementado, alternativa-mente, usando qualquer tipo de mensagens para qualquer padrão de comu-nicação. Por exemplo, como é descrito aqui em mais detalhes, o sistema100 pode ser implementado por um sistema que transmite e/ou recebe qual-quer tipo de mensagens que incluem um identificador semiúnico (por exem-plo, único para um subconjunto particular de uma rede, mas não necessari-amente único por todo o sistema de comunicação) para uma estação basee/ou setor de uma estação base.
O sistema de monitoração 106 do exemplo ilustrado se comuni-ca com as estações base 102 e 104 e monitora essas comunicações paraanalisar os transceptores do sistema de comunicação 100. O sistema demonitoração de exemplo 106 inclui o dispositivo móvel 108, um registradorde eventos de comunicação 110, um analisador de sistemas de comunica-ção 112 e um armazenamento de dados 114.
O dispositivo móvel 108 do exemplo ilustrado é um telefone mó-vel que se comunica com as estações base 102 e 104. O dispositivo móvelde exemplo 108 é um telefone móvel que não foi modificado substancial-mente (fora de operação normal do usuário) de outra forma que não tendo oregistrador de eventos de comunicação 110 preso a um orifício disponível dodispositivo móvel 108. Como o dispositivo móvel 108 do exemplo ilustradopode ser utilizado sem modificação substancial, muitos tipos diferentes dedispositivos móveis podem ser facilmente usados. Contudo, em algumasimplementações, a modificação do dispositivo móvel 108 pode ser desejadae/ou requerida.
Como o dispositivo móvel 108 se comunica com as estaçõesbase 102 e 104 durante operação normal do dispositivo móvel 108, o regis-trador de eventos de comunicação 110 recebe e armazena algumas ou to-das as comunicações (por exemplo, mensagens de L3) no armazenamentode dados 114. O dispositivo móvel 108 pode ser usado em qualquer maneiradesejada durante essa operação. Por exemplo, o dispositivo móvel 108 podeser usado em qualquer maneira desejada durante essa operação. Por e-xemplo, o dispositivo móvel 108 pode ser ligado, mas inativo, pode estar re-cebendo uma comunicação (por exemplo, uma chamada telefônica, umamensagem de texto, uma mensagem de e-mail, etc.) das estações base 102e/ou 104, pode estar colocando ou estar no meio de uma chamada telefôni-ca, etc.
De acordo com o exemplo ilustrado, o dispositivo móvel 108 étransportado por toda uma área geográfica e, assim, entra e deixa as váriasáreas de sinais dos setores das estações base 102 e 104. Por exemplo, odispositivo móvel 108 pode ser colocado em um veículo que segue uma rotapré-mapeada que é projetada para maximizar a exposição a um sistema decomunicação ou cobertura de uma área geográfica. De acordo com o exem-plo ilustrado, o registrador de eventos de comunicação 110 é conectado aodispositivo móvel 108, enquanto o dispositivo móvel 108 é transportado. Demodo alternativo, o dispositivo móvel 108 pode incluir armazenamento e serconfigurado com a capacidade de armazenar mensagens de comunicação.
De acordo com esse exemplo, o registrador de eventos de comunicação 110é conectado em um momento mais tarde para recuperar (isto é, baixar) asmensagens de comunicação armazenadas.
O registrador de eventos de comunicação 110 é um sistema querecupera, captura e/ou monitora mensagens de comunicação no dispositivomóvel 108 e armazena as mensagens de comunicação no armazenamentode dados 114. Um registrador de eventos de comunicação 110 de exemplo éo sistema de teste, sem fio, de acionamento de rede lnvex3G® de Wireless
Solutions de Andrew®. Contudo, qualquer dispositivo, software ou sistemaque seja capaz de recuperar, capturar e/ou monitorar comunicações no dis-positivo móvel 108 pode ser usado. Por exemplo, o registrador de eventosde comunicação 110 pode ser software, dispositivos ou sistemas que sejamintegrados no dispositivo móvel 108. Inversamente, o dispositivo móvel 108pode ser integrado com o registrador de eventos de comunicação 110 (istoé, o sistema de monitoração 106 pode não incluir um dispositivo móvel 108separado do registrador de eventos de comunicação 110). Embora o sistemade monitoração 106 de exemplo inclua um único dispositivo móvel 108 e umúnico registrador de eventos de comunicação 110, outras implementaçõespodem incluir qualquer número de cada um. Por exemplo, um sistema demonitoração 106 de exemplo pode incluir múltiplos dispositivos móveis 108 eum único registrador de eventos de comunicação 110.
O armazenamento de dados 114 de exemplo pode ser qualquertipo de memória que seja capaz de armazenar mensagens e quaisquer ou-tros dados de registro de eventos do dispositivo móvel 108 e/ou registradorde eventos de comunicação 110. Por exemplo, o armazenamento de dados114 pode ser uma base de dados, uma memória rápido, um dispositivo dedisco rígido, um dispositivo de disco flexível, um dispositivo de disco com-pacto, um dispositivo de disco versátil digital, etc. O armazenamento de da-dos 114 de exemplo pode ser integrado com e/ou anexável de modo comu-nicável ao dispositivo móvel 108, ao registrador de eventos de comunicação110 e/ou ao analisador de sistemas de comunicação 112. O armazenamentode dados 114 de exemplo pode proporcionar a recuperação de dados peloanalisador de sistemas de comunicação 112 e/ou pode transmitir para o ana-lisador de sistemas de comunicação 112.
O analisador de sistemas de comunicação 112 do exemplo ilus-trado recebe e/ou recupera mensagens de comunicação do armazenamentode dados 114 (por exemplo, diretamente e/ou via o registrador de eventos decomunicação 110) e analisa as mensagens de comunicação para determinarinformação a cerca das estações base 102 e 104 (por exemplo, para deter-minar o número de estações base e seus setores). O analisador de sistemasde comunicação 112 armazena a informação determinada e/ou relata a in-formação determinado. Uma implementação de exemplo do analisador desistemas de comunicação 112 é descrita em conjunto com as figuras 2 e 4 -12.
O sistema de monitoração 106 de exemplo pode ser usado, porexemplo, por uma companhia de busca do consumidor ou provedor de sis-tema de comunicação para analisar a densidade de estações base e alcan-çar essas estações base em um sistema de comunicação proporcionado porum provedor de sistema de comunicação. Por exemplo, a companhia ou a-gência de relato do consumidor pode analisar os sistemas de comunicaçãode dois provedores de serviços de telefone móvel competidores para deter-minar que serviço tem mais estações base em uma área particular.
A figura 2 é um diagrama em blocos de uma implementação deexemplo do analisador de sistemas de comunicação 112 da figura 1. O ana-lisador de sistemas de comunicação 112 de exemplo inclui um recuperador204, um armazenamento de dados, um extrator 208, um analisador 210, umarmazenamento de dados 212 e um relator 214.
O recuperador 204 do exemplo ilustrado recupera mensagensarmazenadas no armazenamento de dados 114 pelo registrador de eventosde comunicação 110 da figura 1. O recuperador 204 de exemplo armazenaas mensagens no armazenamento de dados 206. Alternativamente, o recu-perador 204 pode transmitir as mensagens para o extrator 208 para análise.
De acordo com o exemplo ilustrado, o recuperador 204 recupera todas asmensagens armazenadas no armazenamento de dados 114. Alternativa-mente, o recuperador 204 pode recuperar mensagens para análise à medidaque elas são armazenadas.
O armazenamento de dados 206 de exemplo pode ser qualquertipo de memória que seja capaz de armazenar mensagens e quaisquer ou-tros dados de registro do recuperador 204. Por exemplo, o armazenamentode dados 206 pode ser uma base de dados, uma memória rápida, um dispo-sitivo de disco rígido, um dispositivo de disco flexível, um dispositivo de discocompacto, um dispositivo de disco versátil digital, etc. O armazenamento dedados 206 de exemplo pode ser integrado com e/ou anexável de modo co-municável ao recuperador 204 e/ou o extrator 208. Embora o analisador desistemas de comunicação 112 inclua o armazenamento de dados 206 e oarmazenamento de dados 212, os armazenamentos de dados 206 e 212podem, alternativamente, ser implementadas como um único armazenamen-to de dados. Adicional ou alternativamente, um ou ambos os armazenamen-tos de dados 206 e 212 podem ser implementados pelo armazenamento dedados 114 da figura 1.O extrator 208 do exemplo ilustrado recupera mensagens doarmazenamento de dados 206 e/ou recebe mensagens do recuperador 204e extrai valores de parâmetros das mensagens. O extrator 208 de exemplotransmite os parâmetros para o analisador 210. Por exemplo, o extrator 208do exemplo ilustrado extrai deslocamentos de PN (por exemplo, PILOT_PN)de mensagens para análise. Em algumas implementações, as mensagenspodem ser mensagens de texto normal das quais os parâmetros podem serlidos. Em outras implementações, as mensagens podem ser criptografadase/ou codificadas e, assim, o extrator 208 descriptografa e/ou decodifica asmensagens apropriadamente para extrair os parâmetros.
O analisador 210 de exemplo analisa parâmetros recebidos doextrator 208 para determinar a informação desejada a cerca do sistema decomunicação (por exemplo, o número de estações base 102 e 104). O anali-sador 210 do exemplo ilustrado recebe deslocamento de PN e agrupa osdeslocamentos de PN por estação base para determinar o número de esta-ções base. O analisador 210 de exemplo armazena os resultados da análiseno armazenamento de dados 212 e/ou transmite os resultados para o relator214. Um método de exemplo para implementar o analisador 210 é descritoem conjunto com as figuras 4-12.
O armazenamento de dados 212 de exemplo pode ser qualquertipo de memória que seja capaz de armazenar informação e resultados doanalisador 210. Por exemplo, o armazenamento de dados 212 pode ser umabase de dados, uma memória rápida, um dispositivo de disco rígido, um dis-positivo de disco flexível, um dispositivo de disco compacto, um dispositivode disco versátil digital, etc. O armazenamento de dados 212 de exemplopode ser integrado com e/ou anexável, comunicavelmente, ao analisador210 e/ou ao relator 214.
O relator 214 do exemplo ilustrado recebe resultados e/ou in-formação do analisador 210 e/ou recupera os resultados e/ou informação doarmazenamento de dados 212 e gera e/ou apresenta um relato da informa-ção. O relator 214 pode proporcionar a informação via uma interface decomputador (por exemplo, uma página da web na internet), via um relatórioem papel, etc. Além disso, o relator 214 pode transmitir o relato e/ou infor-mação para qualquer outra fonte, tal como, por exemplo, um cliente que co-missionou uma análise de rede, um provedor de rede, cuja rede foi analisa-da, etc. Embora um analisador de sistemas de comunicação 212 de exemploda figura 2 inclua o armazenamento de dados 212 e o relator 214, o analisa-dor de sistemas de comunicação 212 pode incluir, alternativamente, um den-tre o armazenamento de dados 212 e o relator 214, quando apenas um den-tre armazenamento dos resultados e relato dos resultados é desejado.
As figuras 3-6e8-11 são fluxogramas representativos de ins-truções legíveis em máquina de exemplo que podem ser executadas paraimplementar a estação base 102, a estação base 104, o sistema de monito-ração 106,o dispositivo móvel 108, o registrador de eventos de comunicação110, o analisador de sistemas de comunicação 112 e/ou o armazenamentode dados 114 da figura 1 e/ou o recuperador 204, o armazenamento de da-dos 206, o extrator 208, o analisador 210, o armazenamento de dados 212e/ou o relator 214 da figura 2. As instruções legíveis em máquina do exem-plo das figuras 3-6e8-11 podem ser concretizadas em instruções codifi-cadas armazenadas em um meio tangível, tal como uma memória rápida oumemória de acesso randômico (RAM) associada com um processador (porexemplo, o processador 1412 mostrado na plataforma de processador deexemplo 1400 e discutido abaixo em conjunto com a figura 14.
Alternativamente, os fluxogramas de exemplo das figuras 3 - 6 e8-11 podem ser implementados usando um circuito integrado de aplicaçãoespecífica (ASIC), um dispositivo lógico programável (PLD), um dispositivológico programável de campo (FPLD), lógica discreta, hardware, firmware,etc. Além disso, os fluxogramas de exemplo das figuras 3-6e8-11 podemser implementados manualmente ou como combinações de qualquer umadas técnicas precedentes. Por exemplo, qualquer um ou todos dentre a es-tação base 102, a estação base 104, o sistema de monitoração 106, o dis-positivo móvel 108, o registrador de eventos de comunicação 110, o analisa-dor de sistemas de comunicação 112 e/ou o armazenamento de dados 114da figura 1 e/ou o recuperador 204, o armazenamento de dados 206, o ex-trator 208, o analisador 210, o armazenamento de dados 212 e/ou o relator214 da figura 2 podem ser implementados por uma combinação de firmware,software e/ou hardware.
Ainda, embora no exemplo a estação base 102, a estação base104, o sistema de monitoração 106, o dispositivo móvel 108, o registrador deeventos de comunicação 110, o analisador de sistemas de comunicação 112e/ou o armazenamento de dados 114 da figura 1 e/ou o recuperador 204, oarmazenamento de dados 206, o extrator 208, o analisador 210, o armaze-namento de dados 212 e/ou o relator 214 da figura 2 sejam implementadospela execução das instruções legíveis em máquina de exemplo, representa-das pelos fluxogramas das figuras 3 - 6 e 8 - 11, muitos outros métodos deimplementação de instruções representadas pelas figuras 3 - 6 e 8 - 11 po-dem ser empregados. Por exemplo, a ordem de execução dos blocos podeser mudada e/ou alguns dos blocos descritos podem ser mudados, elimina-dos, subdivididos e/ou combinados. Adicionalmente, as instruções legíveisem máquina de exemplo das figuras 3 - 6 e 8 - 11 podem ser realizadas se-qüencialmente e/ou conduzidas em paralelo, por exemplo, através de orde-namentos de processamento separados, processadores, dispositivos, circui-tos, etc. Quando qualquer uma das reivindicações anexas é lida para cobriruma implementação puramente de software, pelo menos um dentre a esta-ção base 102, a estação base 104, o sistema de monitoração 106, o disposi-tivo móvel 108, o registrador de eventos de comunicação 110, o analisadorde sistemas de comunicação 112 e/ou o armazenamento de dados 114 dafigura 1 e/ou o recuperador 204, o armazenamento de dados 206, o extrator208, o analisador 210, o armazenamento de dados 212 e/ou o relator 214 dafigura 2 é aqui expressamente definido para incluir um meio tangível, tal co-mo uma memória, DVD, CD, etc.
A figura 3 é um fluxograma representativo das instruções legí-veis em máquina que podem ser realizadas para implementar a combinaçãodo dispositivo móvel 108 e do registrador de eventos de comunicação 110da figura 1. Embora o dispositivo móvel 108 e o registrador de eventos decomunicação 110 sejam tratados como um aparelho único para os fins dofluxograma da figura 3, os dispositivos podem operar independentementeum do outro. Por exemplo, o dispositivo móvel 108 pode receber mensagensque são recuperadas pelo registrador de eventos de comunicação 110 emum momento após esse recebimento.
As instruções legíveis em máquina de exemplo da figura 3 co-meçam quando o dispositivo móvel 108 recebe uma ou mais mensagens deuma ou mais das estações base 102 e 104 em uma primeira localização ge-ográfica (bloco 302). O registrador de eventos de comunicação 110 de e-xemplo armazena a(s) mensagem(ns) no armazenamento de dados 114 dafigura 1 (bloco 304). Além disso, o registrador de eventos de comunicação110 pode armazenar qualquer informação adicional que esteja disponível, talcomo, por exemplo, uma localização corrente identificada por um dispositivode sistema de posicionamento global GPS) integrado com o registrador deeventos de comunicação 110 ou anexado ao mesmo.
O dispositivo móvel 108 e/ou o registrador de eventos de comu-nicação 110 são, então, movidos para uma nova localização (bloco 306).Embora o exemplo ilustrado ilustre que as instruções legíveis em máquinamovem o dispositivo móvel 108 e/ou o registrador de eventos de comunica-ção 110 para uma nova localização, movimento para uma nova localizaçãopode ser realizado por qualquer outro processo. A movimentação do disposi-tivo móvel 108 faz com que o dispositivo móvel 108 se mova para dentro epara fora da faixa de comunicação dos setores das estações base 102 e104. Por exemplo, uma pessoa pode conduzir o dispositivo móvel 108 emtorno de uma área geográfica, um veículo pode transportar o dispositivo mó-vel 108 em torno de uma área geográfica, etc.
Após o dispositivo móvel 108 de exemplo e/ou registrador deeventos de comunicação 110 de exemplo serem movidos para uma novalocalização, o controle retorna para o bloco 302 a fim de receber outra(s)mensagem(ns) das estações base 102 e 104.
A figura 4 é um fluxograma representativo de instruções legíveisem máquina que podem ser realizadas para implementar o analisador desistemas de comunicação 112 da figura 1. O fluxograma da figura 4 começaquando o recuperador 204 da figura 2 recupera uma ou mais mensagens doregistro cronológico de mensagens armazenadas no armazenamento de da-dos 114 da figura 1 (bloco 402). De acordo com o exemplo ilustrado, asmensagens são recuperadas uma de cada vez enquanto são processadas.Alternativamente, todas, ou um subconjunto das mensagens, podem ser re-cuperadas e, então, processadas. Por exemplo, as mensagens recuperadaspodem ser armazenadas no armazenamento de dados 206 e, então, proces-sadas.
Após a(s) mensagem(ns) ser(em) recuperada(s) (bloco 402), oanalisador 210 determina o tipo da mensagem (por exemplo, mensagem detransferência (por exemplo, HDM)), uma mensagem de medição de força(por exemplo, PSMM ou PPSMM), uma mensagem de parâmetro (por e-xemplo, SPM) ou uma mensagem desconhecida) (bloco 404). Por exemplo,o extrator 208 pode extrair um parâmetro indicativo do tipo da mensagem e oanalisador 210 pode analisar o parâmetro. Se a mensagem for uma mensa-gem desconhecida (bloco 404), a mensagem é ignorada e o controle retornapara o bloco 402 para processar a mensagem seguinte.
Se a mensagem for uma mensagem de transferência (bloco404), o analisador 210 identifica setores adjacentes com base na mensagem(bloco 406). Um processo de exemplo para identificar setores adjacentes(bloco 406) é descrito em conjunto com a figura 5. Em outras palavras, o a-nalisador 210 determina se identificadores (por exemplo, deslocamentos PN)de duas ou mais mensagens estão associados com setores da mesma deuma das estações base 102 e 104 (por exemplo, os setores são adjacentesum ao outro em uma das estações base 102 ou 104). O controle, então,prossegue para o bloco 412, que é descrito abaixo.
Se a mensagem for uma mensagem de medição de força (bloco404), o analisador 210 elimina identificadores espúrios (bloco 408). Por e-xemplo, o analisador 210 pode receber um deslocamento PN e uma distân-cia ou localização da estação base que está enviando a mensagem extraídada mensagem pelo extrator 208. Se a distância ou localização indica que aestação base estava além de uma distância limite, a mensagem é ignorada.Por exemplo, a mensagem pode comparar o PILOT_PN_PHASE de umamensagem de L3 com uma fração (por exemplo, 80%) de SRC_WIN_A erotular a mensagem como espúria no armazenamento de dados 114, se Pl-LOT_PN_PHASE for maior do que a fração de SRC_WIN_A. O controle, en-tão, prossegue para o bloco 410, que é descrito abaixo.
Se a mensagem for uma mensagem de medição de força (bloco404) ou após a eliminação de identificadores espúrios (bloco 408), o anali-sador 210 determina se o identificador é reutilizado (bloco 410). Por exem-plo, o analisador 210 recebe o deslocamento PN extraído do extrator 208 edetermina se o deslocamento PN foi usado para outro setor que foi monito-rado (por exemplo, um PN foi usado para o setor 1 da estação base 102 e osetor 3 da estação base 104). O controle, então, prossegue para o bloco412, que é descrito abaixo. Um processo de exemplo para identificar setoresadjacentes (bloco 406) é descrito em conjunto com a figura 6.
Após a identificação dos setores adjacentes (bloco 406) ou de-terminação de reutilização do identificador (bloco 410), o analisador 210 ar-mazena o resultado da análise no armazenamento de dados 212 (bloco412). Por exemplo, o analisador 210 pode armazenar um registro para odeslocamento PN e rotular o registro como adjacente a um setor e/ou umdeslocamento PN reutilizado quando apropriado. Alternativamente, em umaimplementação onde os dados da mensagem são acessados de um únicoarmazenamento de dados 114 (por exemplo, onde os armazenamentos dedados 114, 206 e 212 são implementados por uma única base de dados), oanalisador 210 pode atualizar um registro que já está armazenado no arma-zenamento de dados combinado. Uma ilustração de exemplo de uma basede dados implementada de acordo com esse exemplo é descrita em conjun-to com a figura 12.
Após o armazenamento dos resultados e/ou atualização da ba-se de dados (bloco 412), o analisador 210 e/ou o extrator 208 determinam sehá mensagens adicionais no registro cronológico (bloco 414). Se houvermensagens adicionais no registro cronológico (bloco 414), o controle retornapara o bloco 402 a fim de processar as mensagens restantes.Se não houver outras mensagens no registro cronológico (bloco414), o analisador 210 agrupa os identificadores recuperados por estaçãobase com base nos resultados armazenados ou atualizados no armazena-mento de dados 212 no bloco 412 (bloco 416). Por exemplo, todos os identi-ficadores determinados serem adjacentes são agrupados e rotulados comouma estação base única e atribuídos ao identificador de célula consecutivaseguinte. Os resultados são, então, armazenados no armazenamento dedados 114 212 e/ou relatados pelo relator 214 (bloco 418). Uma tabela deexemplo para armazenamento dos resultados do agrupamento é ilustrada nafigura 13.
A figura 5 ilustra instruções legíveis em máquina de exemploque podem ser realizadas para identificar setores adjacentes (bloco 406 dafigura 4). O fluxograma de exemplo da figura 5 começa quando o recupera-dor 204 recupera a mensagem que era anterior à mensagem corrente (bloco502). Por exemplo, a mensagem pode ser a mensagem imediatamente ante-rior à mensagem corrente no armazenamento de dados 114 e/ou pode ser amensagem que é, temporariamente, anterior à mensagem corrente (por e-xemplo, quando o armazenamento de dados 114 inclui mensagens associa-das com mais de um sistema de comunicação). O extrator 208, então, extraium parâmetro de combinação da mensagem corrente (bloco 504). Por e-xemplo, o parâmetro de combinação pode ser PWR_COMB_IND de umamensagem de L3 de CDMA. O parâmetro de PWR_COMB_IND é um bitque, quando estabelecido, indica se o canal de tráfego direto, associado coma mensagem corrente conduz os mesmos bits de subcanal de controle deforça de laço fechado que a mensagem anterior.
O analisador 210 determina se o parâmetro de combinação estáestabelecido (por exemplo, indicando que a mensagem corrente e a mensa-gem anterior foram enviadas pela mesma estação base) (bloco 506), as ins-truções legíveis em máquina da figura 5 são completadas e o controle retor-na para as instruções legíveis em máquina da figura 4.
Se o parâmetro de combinação for estabelecido (bloco 506), oextrator 208 extrai o identificador (por exemplo, deslocamento PN) da men-sagem corrente (bloco 508). O extrator 208, então, extrai o identificador damensagem anterior (bloco 512). Por exemplo, o armazenamento de dados210 pode incluir (ou ser atualizado para incluir) um registro para cada identi-ficador da primeira mensagem e o identificador da segunda mensagem. Oregistro para o identificador da primeira mensagem pode ser atualizado paraidentificar o identificador da segunda mensagem como um identificador adja-cente (isto é, os setores associados com os identificadores são adjacentes).Além disso, o registro para o identificador da segunda mensagem pode seratualizado para identificar o identificador da primeira mensagem. Em conse-qüência, pode ser determinado que, embora dois identificadores diferentesfossem recebidos, apenas uma única estação base será contada. As instru-ções legíveis em máquina da figura 5 terminam e o controle retorna para asinstruções legíveis em máquina da figura 4.
A figura 6 é um fluxograma representativo de instruções legíveisem máquina que podem ser realizadas para determinar quando um identifi-cador (por exemplo, um deslocamento PN) foi usado (bloco 410 da figura 4).O fluxograma da figura 6 começa quando o analisador 210 determina o es-tado da mensagem anterior (bloco 602). Por exemplo, o analisador 210 poderastrear o estado da mensagem (por exemplo, o estado de comunicaçãoclassificado pelo sistema de monitoração 106) com base no diagrama deestado da figura 7. Alternativamente, o extrator 208 pode recuperar a men-sagem anterior do armazenamento de dados 206 e extrair um identificadorindicativo do estado de mensagem. O analisador 210, então, determina oestado da mensagem corrente (isto é, o estado que o dispositivo móvel 108está em transição) (bloco 604). Por exemplo, o extrator 208 pode extrair umtipo de mensagem da mensagem corrente e o analisador 210 pode determi-nar o estado seguinte com base no estado anterior e o tipo de mensagemusando o diagrama de estado da figura 7. O diagrama de estado da figura 7é descrito abaixo.
O analisador 210, então, determina a combinação de estado(por exemplo, a combinação particular do estado anterior e do estado se-guinte (bloco 608). Com base na combinação de estado, uma(s) opera-ção(ões) particulares) é(são) realizada(s) para determinar se o identificadorfoi reutilizado (isto é, determinar se o identificador foi recebido de uma esta-ção base diferente). Embora o seguinte descreva operações separadas paracada combinação de estados, a mesma operação pode ser realizada paramúltiplos estados.
Se o estado anterior era inativo e o estado seguinte é inativo(bloco 608), a operação A, uma implementação de exemplo da qual é descri-ta em conjunto com a figura 8, é realizada e o controle, então, retorna para obloco 412 da figura 4. Se o estado anterior era tráfego e o estado seguinte éinativo (bloco 608), a operação C, uma implementação de exemplo da qual édescrita em conjunto com a figura 8, é realizada e o controle, então, retornapara o bloco 412 da figura 4. Se o estado anterior era tráfego e o estado se-guinte é tráfego (bloco 608), a operação C, uma implementação de exemploda qual é descrita em conjunto com a figura 8, é realizada e o controle, en-tão, retorna para o bloco 412 da figura 4.
A figura 7 é um diagrama em blocos ilustrando um fluxo de es-tado de exemplo para comunicação entre o dispositivo móvel 108 e as esta-ções base 102 e 104. O diagrama de estado de exemplo inclui três estados:um estado de início 702, um estado inativo 704 e um estado de tráfego 706.
De acordo com o diagrama de estado de exemplo da figura 7, a comunica-ção começa no estado de início 702. Quando uma mensagem de parâmetroé transmitida, a comunicação faz a transição para o estado inativo 704. Al-ternativamente, embora no estado de início 702, quando uma mensagem deforça ou mensagem de transferência é transmitida, a comunicação faz atransição para estado de tráfego 706.
Quando no estado inativo 704, uma mensagem de parâmetronão causa uma transição para outro estado. De acordo com o exemplo ilus-trado, uma mensagem de força ou uma mensagem de transferência causauma transição do estado inativo 704 para o estado de tráfego 706.
Quando no estado de tráfego 706, uma mensagem de força ouuma mensagem de transferência não causa uma transição para outro esta-do. De acordo com o exemplo ilustrado, uma mensagem de parâmetro cau-sa uma transição do estado de tráfego 706 para o estado inativo 704.
Voltando agora à figura 8, um fluxograma representativo de ins-truções legíveis em máquina, que podem ser realizadas para determinar reu-tilização de identificadores, é ilustrado. De acordo com o exemplo ilustradona figura 6, as instruções legíveis em máquina da figura 8 são realizadasquando uma ou mais mensagens entre o dispositivo móvel 108 e uma oumais das estações base 102 e 104 fazem com que o dispositivo móvel 108que está no estado inativo permaneça no estado inativo. O fluxograma dafigura 8 começa quando o extrator 208 extrai um identificador de estaçãobase (por exemplo, BASEJD) da mensagem corrente (isto é, um identifica-dor de estação base associado com o identificador (por exemplo, desloca-mento PN) (bloco 802).
O analisador 210, então, recupera um conjunto de um ou maisidentificadores de estações base previamente armazenados (por exemplo,identificadores de estações base de mensagens que foram analisadas previ-amente) do armazenamento de dados 212 (bloco 804). O analisador 210compara o identificador de estação base extraído com o conjunto de um oumais identificadores de estações base previamente armazenados (bloco806). Se o identificador de estação base extraído estiver relacionado no con-junto de um ou mais identificadores de estações base previamente armaze-nados (bloco 806), as instruções legíveis em máquina da figura 8 terminam eo controle retorna para a figura 6. Em outras palavras, o identificador (porexemplo, deslocamento PN) não foi reutilizado.
Se o identificador de estação base extraído não está relaciona-do no conjunto de um ou mais identificadores de estações base armazena-dos previamente (bloco 806), o identificador (por exemplo, deslocamentoPN) é marcado como reutilizado por outra estação base (bloco 808). Por e-xemplo, uma nova tabela de base de dados pode ser criada cada vez queum identificador reutilizado é determinado rastrear um novo caso do identifi-cador. As instruções legíveis em máquina da figura 8, então, terminam e ocontrole retorna para a figura 6.
A figura 9 é um fluxograma representativo de instruções legíveisem máquina que podem ser realizadas para determinar reutilização de iden-tificador. De acordo com o exemplo ilustrado na figura 6, as instruções legí-veis em máquina da figura 9 são realizadas quando uma ou mais mensa-gens entre o dispositivo móvel 108 e uma ou mais estações base 102 e 104fazem com que o dispositivo móvel 108 que está no estado inativo realize atransição para o estado de tráfego. O fluxograma da figura 9 começa quandoo extrator 208 determina a localização do dispositivo móvel 108 (por exem-plo, o extrator 208 pode operar em conjunto com o recuperador 204 pararecuperar informação de localização de um sistema de posicionamento glo-bal proporcionado pelo registrador de eventos de comunicação 110 e/ou po-de recuperar informação de localização do armazenamento de dados 206armazenado em associação com mensagens) (bloco 902). O extrator 208,então, extrai informação de localização para uma ou mais estações baseassociadas com o identificador da mensagem corrente (por exemplo, o des-locamento PN) (por exemplo, as estações base 102 ou 104) que transmitiu amensagem (bloco 904). Por exemplo, o extrator 208 pode recuperar infor-mação de localização armazenada no armazenamento de dados 206.
O analisador 210 de exemplo, então, determina uma ou mais di-ferenças (por exemplo, uma distância) entre a iluminação de localização as-sociada com o dispositivo móvel 108 e uma ou mais estações base quetransmitiram mensagens com o identificador da mensagem corrente (bloco906). Então, o analisador 210 determina se alguma da uma ou mais diferen-ças excede um limite (bloco 908). Em outras palavras, o analisador 210 de-termina se algumas das estações base que enviaram mensagens tendo omesmo identificador que a mensagem corrente estão além de uma distâncialimite do dispositivo móvel. No exemplo ilustrado, o analisador 210 determinase a distância entre o dispositivo móvel 108 e a estação base é maior do que5 milhas. Se nenhuma das diferenças excede o limite (por exemplo, a umaou mais estações base estão dentro de uma distância predeterminada dodispositivo móvel 108), as instruções da figura 9 terminam e o controle retor-na para a figura 6. Em outras palavras, é determinado que o identificadornão foi reutilizado com base na suposição de que o mesmo identificador nãoé usado para sobreposição de áreas geográficas (por exemplo, duas esta-ções base dentro da distância limite não serão configuradas pelo provedorpara usar o mesmo identificador para qualquer um dos setores das estaçõesbase.
Se a diferença excede o limite (bloco 908), o analisador 210marca o identificador como reutilizado (bloco 910). Em outras palavras, édeterminado que uma estação base, diferente da estação base correntemen-te em comunicação, mais longe do que a distância limite, usou o mesmo i-dentificador. Por exemplo, uma nova tabela de base de dados pode ser cria-da cada vez que um identificador reutilizado é determinado rastrear o novoexemplo do identificador. As instruções legíveis em máquina da figura 9, en-tão, terminam e o controle retorna para a figura 6.
Voltando agora para a figura 10, um fluxograma representativode instruções legíveis em máquina que podem ser realizadas para determi-nar reutilização de identificador é ilustrado. De acordo com o exemplo ilus-trado na figura 6, as instruções legíveis em máquina da figura 10 são reali-zadas quando uma ou mais mensagens entre o dispositivo móvel 108 e umaou mais das estações base 102 e 104 fazem com que o dispositivo móvel108, que está no estado de tráfego realize a transição para o estado inativo.O fluxograma da figura 10 começa quando o extrator 208 extrai um identifi-cador de estação base (por exemplo, BASEJD) da mensagem corrente (istoé, um identificador de estação base associado com o identificador (por e-xemplo, deslocamento PN)) (bloco 1002).
O analisador 210, então, recupera um conjunto de um ou maisidentificadores de estações base previamente armazenados (por exemplo,identificadores de estação base de mensagens que foram previamente ana-lisados) do armazenamento de dados 212 (bloco 1004). O analisador 210compara o identificador de estação base extraído com o conjunto de um oumais identificadores de estações base previamente armazenados para de-terminar se o identificador de estação base está relacionado no conjunto deum ou mais identificadores de estações base previamente armazenados(bloco 1006). Se o identificador de estação base extraído estiver relacionadono conjunto de um ou mais identificadores de estações base previamentearmazenados (boco 1006), as instruções legíveis em máquina da figura 8terminam e o controle retorna para a figura 6. Em outras palavras, o identifi-cador (por exemplo, deslocamento PN) não foi reutilizado.
Se o identificador de estação base extraído não está relaciona-do no conjunto de um ou mais identificadores de estações base previamentearmazenados (bloco 1006), o extrator 208 determina a localização do dispo-sitivo móvel 108 (por exemplo, o extrator 208 pode operar em conjunto como recuperador 204 para recuperar informação de localização de um sistemade posicionamento global proporcionado por registrador de eventos de co-municação 110 e/ou pode recuperar informação de localização do armaze-namento de dados 206 armazenados em associação com mensagens) (blo-co 1008). O extrator 208, então, extrai informação de localização para umaou mais estações base associadas com o identificador da mensagem corren-te (por exemplo, o deslocamento PN) (por exemplo, as estações base 102 e104 que transmitiram a mensagem (bloco 1010). Por exemplo, o extrator 208pode recuperar informação de localização armazenada no armazenamentode dados 206.
O analisador 210 de exemplo, então, determina uma diferença(por exemplo, uma distância) entre a informação de localização associadacom o dispositivo móvel 108 e cada uma das estações base que transmiti-ram as mensagens com o identificador da mensagem corrente (bloco 1012).
Então, o analisador 210 determina se alguma das estações base excede umlimite (bloco 1014). Em outras palavras, o analisador 210 determina se al-gumas das estações base que enviaram mensagens tendo o mesmo identifi-cador que a mensagem corrente estão além de uma distância limite do dis-positivo móvel 108. No exemplo ilustrado, o analisador 210 determina se adistância entre o dispositivo móvel 108 e a estação base é maior do que 5milhas. Se a diferença não excede o limite (por exemplo, a estação baseestá dentro de uma distância predeterminada do dispositivo móvel 108), asinstruções da figura 10 terminam e o controle retorna para a figura 6. Emoutras palavras, é determinado que o identificador não foi reutilizado combase na suposição de que o mesmo identificador não é usado para sobrepo-sição de áreas geográficas (por exemplo, duas estações base dentro da dis-tância limite não serão configuradas pelo provedor para usar o mesmo iden-tificador para qualquer um dos setores das estações base).
Se a diferença excede o limite (bloco 1014), o analisador 210marca o identificador como reutilizado (bloco 1016). Em outras palavras, édeterminado que uma estação base, diferente da estação base correntemen-te em comunicação, mais longe do que a distância limite, usou o mesmo i-dentificador. Por exemplo, uma nova tabela de base de dados pode ser cria-da cada vez que um identificador reutilizado é determinado rastrear o novoexemplo do identificador. As instruções legíveis em máquina da figura 10,então, terminam e o controle retorna para a figura 6.
A figura 11 é um fluxograma representativo de instruções legí-veis em máquina que podem ser realizadas para determinar reutilização deidentificador. De acordo com o exemplo ilustrado na figura 6, as instruçõeslegíveis em máquina da figura 11 são realizadas quando uma ou mais men-sagens entre o dispositivo móvel 108 e uma ou mais das estações base 102e 104 fazem com que o dispositivo móvel 108 que está no estado de tráfegopermaneça no estado de tráfego. O fluxograma da figura 11 começa quandoo extrator 208 determina a localização do dispositivo móvel 108 (por exem-plo, o extrator 208 pode operar em conjunto com o recuperador 204 pararecuperar informação de localização de um sistema de posicionamento glo-bal proporcionado pelo registrador de eventos de comunicação 110 e/ou po-de recuperar informação de localização do armazenamento de dados 206armazenado em associação com mensagens) (bloco 1102). O extrator 208e/ou o analisador 210, então, determinam se informação de localização paraestações base associadas com o identificador na mensagem corrente estáarmazenada no armazenamento de dados 206 (bloco 1104).
Se a informação de localização para estações base associadascom o identificador na mensagem corrente for armazenada no armazena-mento de dados 206, o extrator 208 recupera a informação de localização(bloco 1106). O analisador 210 de exemplo, então, determina uma diferença(por exemplo, uma distância entre a informação de localização associadacom o dispositivo móvel 108 e cada uma das estações base que transmiti-ram as mensagens com o identificador da mensagem corrente (bloco 1108).
Então, o analisador 210 determina se diferença excede um primeiro limite(bloco 1110). Em outras palavras, o analisador 210 determina se alguma dasestações base que enviaram as mensagens tendo o mesmo identificadorque a mensagem corrente está além de uma distância limite do dispositivomóvel. No exemplo ilustrado, o analisador 210 determina se a distância entreo dispositivo móvel 108 e a estação base é maior do que 5 milhas. Se a dife-rença não excede o limite (por exemplo, a estação base está dentro de umadistância predeterminada do dispositivo móvel 108), as instruções da figura11 terminam e o controle retorna para a figura 6. Em outras palavras, é de-terminado que o identificador não foi reutilizado com base na suposição deque o mesmo identificador não é usado para sobreposição de áreas geográ-ficas (por exemplo, duas estações base dentro da distância limite não serãoconfiguradas pelo provedor para usar o mesmo identificador para qualquerum dos setores das estações base).
Se todas as diferenças excedem o limite (bloco 1110), o anali-sador 210 marca o identificador como reutilizado (bloco 1112). Em outraspalavras, é determinado que uma estação base, diferente da estação baseque está em comunicação correntemente, mais distante do que a distâncialimite, usou o mesmo identificador. Por exemplo, uma nova tabela de basede dados pode ser criada cada vez que um identificador reutilizado é deter-minado rastrear o novo exemplo do identificador. As instruções legíveis emmáquina da figura 11 então terminam e o controle retorna para a figura 6.
Voltando ao bloco 1104, se nenhuma informação de localizaçãopara as estações base associadas com o identificador na mensagem corren-te é armazenada no armazenamento de dados 206 (bloco 1104), o extrator208 extrai os últimos parâmetros vistos de localização móvel (por exemplo,um parâmetro identificando a última localização vista de dispositivo móveltransmitida em uma mensagem de força) para cada um de um ou mais regis-tros tendo o mesmo identificador que o identificador na mensagem correntedo armazenamento de dados 206 (bloco 1114. O analisador 210 de exem-plo, então, determina uma diferença (por exemplo, uma distância) entre ainformação de localização associada com o dispositivo móvel 108 e cadauma das últimas localizações de estação móvel vistas (bloco 1116).
Então, o analisador 210 determina se a diferença excede umsegundo limite (bloco 1118). Em outras palavras, o analisador 210 determinase todas as últimas estações móveis vistas estão além de uma distância limi-te do dispositivo móvel 108. No exemplo ilustrado, o analisador 210 determi-na se a distância entre o dispositivo móvel 108 e a estação base é maior doque 10 milhas. Se pelo menos uma diferença não excede o segundo limite(por exemplo, a última estação móvel vista está dentro de uma distânciapredeterminada do dispositivo móvel 108), as instruções da figura 11 termi-nam e o controle retorna para a figura 6. Em outras palavras, é determinadoque o identificador não foi reutilizado.
Se todas as diferenças excedem o segundo limite (bloco 1118),o analisador 210 marca o identificador como reutilizado (bloco 1120). Porexemplo, uma nova tabela de base de dados pode ser criada cada vez queum identificador reutilizado é determinado rastrear o novo exemplo do identi-ficador. As instruções legíveis em máquina da figura 11, então, terminam ocontrole retorna para a figura 6.
A figura 12 é uma ilustração de uma base de dados de exemplopara armazenamento de mensagem e informação de análise para o regis-trador de eventos de comunicação 110 e/ou o analisador de sistemas decomunicação 112. Os campos de bases de dados de exemplo e camposvariantes no tempo. Os campos invariantes no tempo armazenam dados quenão mudam com o tempo (por exemplo, à medida que o dispositivo móvel108 é movido por todo um sistema de comunicação). Os campos variantesno tempo armazenam dados que mudam com o tempo (isto é, os camposvariantes no tempo armazenam o último valor observado para um parâmetro particular).
Um campo de deslocamento PN 1202 armazena um valor dedeslocamento PN extraído de uma mensagem (isto é, o identificador para osetor que transmitiu a mensagem). Um primeiro campo PN adjacente 1204,um segundo campo PN adjacente 1206, um terceiro campo PN adjacente1208, um quarto campo PN adjacente 1210 e um quinto campo PN adjacen-te 1212 armazenam valores de deslocamento PN que são determinados es-tarem adjacentes ao deslocamento PN identificados no campo de desloca-mento PN 1202.
Um campo BASEJD 1214 armazena um identificador de esta-ção base para a estação base que transmitiu a mensagem registrada na ba-se de dados da figura 12. Um campo de SID 1218 armazena um identifica-dor de sistema para o sistema de comunicação associado com a mensagem.Um campo de NID 1218 armazena um identificador de rede para a rede dosistema de comunicação associado com a mensagem. Um campo BS_LAT1220 armazena um valor de latitude para identificação da localização da es-tação base que transmitiu a mensagem. Um campo BS_LONG 1222 arma-zena um valor de longitude para identificar a localização da estação baseque transmitiu a mensagem.
Um campo de contagem PN 1224 armazena um valor de incre-mento representando o número de vezes que o deslocamento PN identifica-do no campo de deslocamento PN 1202 foi analisado. Um campo Ec/lo 1226armazena a última relação de densidade espectral de energia para força dechip piloto vista por último. Um campo de fase PN 1228 armazena a últimafase PN. Um campo de contagem espúrio 1230 armazena um valor de in-cremento representando o número de vezes que o deslocamento PN foi re-conhecido como PN espúrio.
Um campo SRC_WIN_A 1232 armazena o último tamanho dejanela de busca. Um PWR_COMB_IND 1234 armazena o valor do ultimoindicador de combinação de potência. Um campo Call State 1236 armazenao último estado de processamento de chamada (por exemplo, inicialização,inativo, tráfego). Um campo MS_LAT 1238 armazena uma latitude de esta-ção móvel para a localização da última estação móvel vista.
A base de dados ilustrada na figura 12 inclui dez tabelas (isto é,primeira tabela 1242, segunda tabela 1244, tabelas 3 - 9 (não ilustradas),décima tabela 1246) para armazenamento de múltiplos exemplos de umdeslocamento PN. A segunda tabela 1244 armazena dados associados comum segundo exemplo do deslocamento PN (por exemplo, para um desloca-mento PN que é reutilizado e reconhecido em uma segunda localização nosistema de comunicação). Em outras palavras, a segunda tabela 1244 ar-mazena dados associados com a primeira reutilização; A décima tabela1246 armazena dados associados com um décimo exemplo de um desloca-mento PN (isto em uma nona reutilização).
Embora dez tabelas estejam ilustradas na figura 12, qualquernúmero de tabelas pode ser usado. Por exemplo, a base de dados pode serprojetada para uso como tantas tabelas quanto necessárias para proporcio-nar uma tabela separada para cada exemplo de um identificador. De modoalternativo, a base de dados pode usar uma tabela única com múltiplas en-tradas para cada deslocamento PN (por exemplo, pode incluir um campoincluindo um identificador de exemplo).
A figura 13 é uma ilustração de como a informação de identifi-cador é agrupada para determinar o número de estações base (por exemplo,células). O exemplo da figura 13 inclui a tabela 1302 e a tabela 1304. Deacordo com o exemplo ilustrado, a tabela 1302 é uma tabela temporária ar-mazenada na memória (por exemplo, memória de acesso randômico 1418da figura 14) e é usada para gerar a tabela 1304, que é armazenada no ar-mazenamento de dados 206 e/ou no armazenamento de dados 212 s figura2. De modo alternativo, a tabela 1302 e/ou a tabela 1304 podem ser arma-zenadas em qualquer combinação de memória, armazenamento de dados206, armazenamento de dados 212 e/ou qualquer outra base de dados ouarmazenamento de dados.
A tabela 1302 inclui o campo de deslocamento PN 1202, o pri-meiro campo PN adjacente 1204, o segundo campo PN adjacente 1206, oterceiro campo PN adjacente 1208, o quarto campo PN adjacente 1210, oquinto campo PN adjacente 1212 e o campo de contagem PN 1224. Em ou-tras palavras, a tabela 1302 ilustra um subconjunto dos dados na base dedados da figura 12.Os dados na tabela 1302 são usados pelo analisador 210 da fi-gura 2 para gerar a tabela 1304 (por exemplo, nos blocos 416 e 418 da figu-ra 4). A tabela 1302 inclui um campo de identificador de célula 1306, umcampo PN de setor 1 1308, um campo PN de setor 2 1310, um campo PNde setor 3 1312, um campo PN de setor 4 1314, um campo PN de setor 51316 e um campo PN de setor 6 1318. Para gerar os dados para a tabela1302, o analisador 210 localiza o primeiro deslocamento PN onde o campode contador de PN 1224 identifica um valor maior do que zero (por exemplo,o deslocamento PN 0 no exemplo ilustrado). O analisador 210 insere o des-locamento PN no campo PN de setor 1 1308 da primeira célula disponível(por exemplo, célula 1 no exemplo ilustrado). O analisador 210, então, inserequaisquer valores dos campos adjacentes (1204 - 1212) nos campos dossetores restantes (1310 - 1318). O analisador 210, então, se move para odeslocamento PN seguinte que tem um campo de contagem PN 1224 maiordo que zero. Cada deslocamento PN apenas será adicionado a um doscampos de setores (1308 - 1318) uma vez. Portanto, se o deslocamento PN0 for adjacente ao deslocamento PN 144 (conforme ilustrado), o analisador210 não adicionará o deslocamento PN 144 a uma nova célula em adição àcélula 1, que foi iniciada para o deslocamento PN 0. Em conseqüência, onúmero de células indica a determinação do número de estações base queforam encontradas.
Embora a tabela de exemplo 1304 inclui campos para até seissetores, qualquer número de campos pode ser proporcionado. Por exemplo,a base de dados pode ser projetada para incluir o mesmo número de cam-pos que o número de setores na estação base com o maior número de setores.
A figura 14 é um diagrama em blocos de uma plataforma decomputador de exemplo 1400 capaz de executar as instruções legíveis emmáquina ilustradas nas figuras 3 - 6 e 8 - 11 para implementar a estação ba-se 102, a estação base 104, o sistema de monitoração 106, o dispositivomóvel 108, o registrador de eventos de comunicação 110, o analisador desistemas de comunicação 112 e/ou o armazenamento de dados 114 da figu-ra 1 e/ou o recuperador 204, o armazenamento de dados 206, o extrator208, o analisador 210, o armazenamento de dados 212 e/ou o relator 214 dafigura 2 e/ou o outro aparelho e/ou métodos aqui divulgados.
A plataforma de computador 1400 do presente exemplo incluium processador 1412 tal como um processador programável para fins ge-rais. O processador 1412 inclui uma memória local 1414 e executa instru-ções codificadas 1416 presentes na memória de acesso randômico 1418,instrução codificada 1417 presente na memória de leitura somente 1420e/ou instruções presentes em outro dispositivo de memória. O processador1412 pode executar, entre outras coisas, as instruções legíveis em máquinarepresentadas nas figuras 3-6e8-11.0 processador 1412 pode ser qual-quer tipo de unidade de processamento, tal como um microprocessador dafamília de processadores Intel® Centrino®, da família de processadores Intel®Pentium®, da família de processadores Intel® Itanium® e/ou da família deprocessadores Intel XScale®. Naturalmente, outros processadores de outrasfamílias também são apropriados.
O processador 1412 está em comunicação com uma memóriaprincipal, incluindo uma memória de acesso randômico volátil 1418 e umamemória de leitura somente não volátil 1420 via um barramento 1422. Amemória de acesso randômico 1418 pode ser implementada por Synchro-nous Dynamic Random Access Memory (SDRAM)- (Memória de AcessoRandômico Dinâmica Síncrona, Dynamic Random Access Memory (DRAM) -(Memória de Acesso Randômico Dinâmica), RAMBUS Dynamic RandomAccess Memory (RDRAM)- (Memória de Acesso Randômico DinâmicaRAMBUS e/ou qualquer outro tipo de dispositivo de memória de acesso ran-dômico. A memória de leitura somente 1420 pode ser implementada pormemória rápida e/ou qualquer outro tipo desejado de dispositivo de memó-ria. Acesso à memória principal 1418, 1420 é controlado, tipicamente, porum controlador de memória (não mostrado) de maneira convencional.
O computador 1400 também inclui um circuito de interface con-vencional 1424. O circuito de interface 1424 pode ser implementado porqualquer tipo de padrão de interface bem conhecido, tal como uma interfacede Ethernet, um barramento serial universal (USB) e/ou uma interface deentrada/saída de terceira geração (3GIO).
Um ou mais dispositivos de entrada 1426 são conectados aocircuito de interface 14224. O(s) dispositivo(s) de entrada 1426 permite(m) aum usuário introduzir dados e comandos no processador 1412. O(s) disposi-tivo(s) de entrada pode(m) ser implementado(s), por exemplo, por meio deum teclado, mouse, tela de toque, trackpad, trackball, isopoint e/ou um sis-tema de reconhecimento de voz.
Um ou mais dispositivos de saída 1428 também são conectadosao circuito de interface 1424. Os dispositivos de saída 1428 podem ser im-plementados, por exemplo, por dispositivos de exposição (por exemplo, umvisor de cristal líquido, um visor de tubo de raios catódicos (CRT), uma im-pressora e/ou alto-falantes). O circuito de interface 1424, assim, inclui, tipi-camente, um graphics driver card.
O circuito de interface 1424 também inclui um dispositivo decomunicação, tal como um modem ou cartão de interface de rede para facili-tar a troca de dados com computadores externos via uma rede (por exemplo,uma conexão com a Ethernet, uma linha de assinante digital (DSL), uma li-nha telefônica, um cabo co-axial, um sistema de telefone celular, etc).
O computador 1400 também inclui um ou mais dispositivos dearmazenamento em massa 1430 para armazenamento de software e dados.Exemplos desses dispositivos de armazenamento em massa 1430 incluemdrives de discos flexíveis, drives de discos rígidos, drives de discos compac-tos e drives de discos versáteis digitais (DVD).
Os métodos e aparelho de exemplo para analisar transceptoresde sistemas de comunicação são capazes de realizar monitoração durantequalquer estado de comunicação (por exemplo, inicialização, inativo, tráfe-go). Em conseqüência, os métodos e aparelho de exemplo podem ser usa-dos para determinar o número de estações base, por exemplo, durante oestado de tráfego, quando os identificadores de estações base não sãotransmitidos por estações base. Portanto, os métodos e aparelho de exem-plo podem ser usados com um sistema de monitoração que está realizandooutra análise de sistema de comunicação (por exemplo, análise de qualidadede chamada, que é realizada no estado de tráfego). Contudo, em outras im-plementações dos métodos e aparelho divulgados, a monitoração de trans-ceptores de sistemas de comunicação só pode ser realizada na inicializaçãoe no estado inativo.
Embora certos métodos, aparelho e artigos de fabricação tenhasido aqui descritos, o escopo de cobertura desta patente não está limitado aeles. Ao contrário, esta patente cobre todos os métodos, aparelho e artigosde fabricação que estejam dentro do escopo das reivindicações anexas, lite-ralmente ou sob a doutrina de equivalentes.
Claims (25)
1. Método para análise de um sistema de comunicação, o méto-do compreendendo:recebimento de uma primeira mensagem de uma estação base;recebimento de uma segunda mensagem da estação base;extração de um primeiro parâmetro da primeira mensagem;extração de um segundo parâmetro diferente do primeiro parâ-metro da segunda mensagem;determinação se a primeira mensagem e a segunda mensagemforam recebidas da mesma estação base com base no primeiro parâmetro eno segundo parâmetro; erelato de que a primeira mensagem e a segunda mensagem e-ram da mesma estação base, se a primeira mensagem e a segunda mensa-gem forem recebidas da mesma estação base.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que pelo menosum dentre o primeiro parâmetro ou o segundo parâmetro é um número deidentificação.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2, em que o númerode identificação é um número pseudo-randômico.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o primeiroparâmetro está associado com um primeiro setor da estação base e o se-gundo parâmetro está associado com um segundo setor da estação base.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a determi-nação se a primeira mensagem e a segunda mensagem foram recebidas damesma estação base compreende:extração de um terceiro parâmetro da primeira mensagem;determinação se o terceiro parâmetro indica que o primeiro pa-râmetro e o segundo parâmetro estão associados com a mesma estaçãobase; edeterminação que a primeira mensagem e a segunda mensa-gem foram recebidas da mesma estação base, quando o terceiro parâmetroindica que o primeiro parâmetro e o segundo parâmetro estão associadoscom a mesma estação base.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, ainda compreen-dendo:determinação se uma distância entre a estação base e uma lo-calização para receber a primeira mensagem é maior do que um limite; erelato de que um primeiro parâmetro é espúrio, quando a dis-tância é maior do que um limite.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o relato deque a primeira mensagem e a segunda mensagem eram da mesma estaçãobase compreende armazenamento do primeiro parâmetro e do segundo pa-râmetro em um primeiro registro de uma base de dados.
8. Método, de acordo com a reivindicação 7, ainda compreen-dendo:recebimento de uma terceira mensagem;extração de um terceiro parâmetro da terceira mensagem, o ter-ceiro parâmetro sendo o mesmo que o primeiro parâmetro;determinação que a terceira mensagem e a primeira mensagemnão foram recebidas da mesma estação base; earmazenamento do terceiro parâmetro em um segundo registro,diferente do primeiro registro, na base de dados.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8, em que o primeiroregistro é armazenado em uma primeira tabela da base de dados e o segun-do registro é armazenado em uma segunda tabela da base de dados.
10. Aparelho compreendendo:um receptor para receber uma primeira mensagem e uma se-gunda mensagem de uma estação base;um extrator para extrair um primeiro parâmetro de uma primeiramensagem e um segundo parâmetro da segunda mensagem;um analisador para determinar se a primeira mensagem e a se-gunda mensagem foram recebidas da mesma estação base com base noprimeiro parâmetro e no segundo parâmetro; eum relator para armazenar uma indicação em uma memória deque a primeira mensagem e a segunda mensagem eram da mesma estaçãobase, quando é determinado que a primeira mensagem e a segunda mensa-gem foram recebidas da mesma estação base.
11. Aparelho, de acordo com a reivindicação 10, em que pelomenos um dentre o primeiro parâmetro ou o segundo parâmetro é um núme-ro de identificação.
12. Aparelho, de acordo com a reivindicação 11, em que o nú-mero de identificação é um número pseudo-randômico.
13. Aparelho, de acordo com a reivindicação 10, em que o pri-meiro parâmetro está associado com um primeiro setor da estação base e osegundo parâmetro está associado com um segundo setor da estação base.
14. Aparelho, de acordo com a reivindicação 10, em que, paradeterminar se a primeira mensagem e a segunda mensagem foram recebi-das da mesma estação base, o analisador deve:extrair um terceiro parâmetro da primeira mensagem;determinar se o terceiro parâmetro indica ou não que o primeiroparâmetro e o segundo parâmetro estão associados com a mesma estaçãobase; edeterminar que a primeira mensagem e a segunda mensagemforam recebidas da mesma estação base, quando o terceiro parâmetro indi-ca que o primeiro parâmetro e o segundo parâmetro estão associados com amesma estação base.
15. Aparelho, de acordo com a reivindicação 10, em que o ana-lisador é ainda para determinar se uma distância entre a estação base euma localização que recebe a primeira mensagem é maior do que um limitee o relator deve ainda relatar que o primeiro parâmetro é espúrio, quando adistância é maior do que o limite.
16. Aparelho, de acordo com a reivindicação 10, em que pararelatar que a primeira mensagem e a sistema de monitoração 106 eram damesma estação base o relator deve armazenar o primeiro parâmetro e o se-gundo parâmetro em um primeiro registro de uma base de dados.
17. Aparelho, de acordo com a reivindicação 16, em que:o receptor deve ainda receber uma terceira mensagem;o extrator deve ainda extrair um terceiro parâmetro da terceiramensagem, o terceiro parâmetro sendo o mesmo que o primeiro parâmetro;o analisador deve ainda determinar que a terceira mensagem ea primeira mensagem não foram recebidas da mesma estação base; eo relator deve ainda armazenar o terceiro parâmetro em um se-gundo registro, diferente do primeiro registro, na base de dados.
18. Aparelho, de acordo com a reivindicação 17, em que o pri-meiro registro é armazenado em uma primeira tabela da base de dados e osegundo registro é armazenado em uma segunda tabela da base de dados.
19. Meio legível em máquina armazenando instruções que,quando executadas, fazem a máquina:receber uma primeira mensagem de uma estação base;receber uma segunda mensagem da estação base;extrair um primeiro parâmetro da primeira mensagem;extrair um segundo parâmetro diferente do primeiro parâmetroda segunda mensagem;determinar se a primeira mensagem e a segunda mensagem fo-ram recebidas da mesma estação base baseado no primeiro parâmetro e nosegundo parâmetro; erelatar que a primeira mensagem e a segunda mensagem eramda mesma estação base, se a primeira mensagem e a segunda mensagemforam recebidas da mesma estação base.
20. Meio legível em máquina, de acordo com a reivindicação 19,em que pelo menos um dentre o primeiro parâmetro ou o segundo parâme-tro é um número de identificação.
21. Meio legível em máquina, de acordo com a reivindicação 20,em que o número de identificação é um número pseudo-randômico.
22. Meio legível em máquina, de acordo com a reivindicação 19,em que o primeiro parâmetro está associado com um primeiro setor da esta-ção base e o segundo parâmetro está associado com um segundo setor daestação base.
23. Meio legível em máquina, de acordo com a reivindicação 19,em que, para determinar se a primeira mensagem e a segunda mensagemforam ou não recebidas da mesma estação base, as instruções devem fazercom que a máquina:extraia um terceiro parâmetro da primeira mensagem;determinar se o terceiro parâmetro indica ou não que o primeiroparâmetro e o segundo parâmetro estão associados com a mesma estaçãobase;determinar que a primeira mensagem e a segunda mensagemforam recebidas da mesma estação base, quando o terceiro parâmetro indi-ca que o primeiro parâmetro e o segundo parâmetro estão associados com amesma estação base.
24. Meio legível em máquina, de acordo com a reivindicação 19,ainda compreendendo:determinação se uma distância entre a estação base e uma lo-calização que recebe a primeira mensagem é maior do que um limite; erelato de que o primeiro parâmetro é espúrio quando a distânciaé maior do que o limite.
25. Meio legível em máquina, de acordo com a reivindicação 19,em que, para relatar que a primeira mensagem e a segunda mensagem e-ram da mesma estação base, as instruções devem armazenar o primeiroparâmetro e o segundo parâmetro em um primeiro registro de uma base dedados.
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