BRPI0903351A2 - corpo estrutural, método para a produção do mesmo, dispositivo de liberação de vapor, método de liberação de vapor e kit para liberação de vapor - Google Patents

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BRPI0903351A2
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Mitsuko Yamada
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    • A—HUMAN NECESSITIES
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Abstract

A presente invenção refere-se a um corpo estrutural que é composto de um corpo estrutural fibroso e partículas das quais pelo menos parte está presente na forma de um agregado ligado ao corpo estrutural fibroso. O corpo estrutural pode absorver e então vaporizar liquido rapidamente e estavelmente. O corpo estrutural pode ser usado como um pavio de dispositivo de liberação de vapor, tal como um dispositivo inseticida de liberação de vapor quente do tipo absorção de líquido.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CORPO ES-TRUTURAL, MÉTODO PARA A PRODUÇÃO DO MESMO, DISPOSITIVODE LIBERAÇÃO DE VAPOR, MÉTODO DE LIBERAÇÃO DE VAPOR EKIT PARA LIBERAÇÃO DE VAPOR".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a um corpo estrutural compreen-dendo um material fibroso e partículas aderidas ao material fibroso, a ummétodo para produção do corpo estrutural, a um dispositivo de liberação devapor compreendendo o corpo estrutural, a um método de liberação de va-por e a um kit para liberação de vapor.
Técnica Anterior
Dispositivos inseticidas de liberação de vapor quente do tipo ab-sorção de líquido têm sido convencionalmente usados a fim de vaporizarinseticidas e liberá-los eficientemente para o ar em um ambiente para o pro-pósito de controle de mosquito. Tais dispositivos inseticidas geralmente fun-cionam de maneira tal que um líquido químico que foi absorvido por um pa-vio inserido em um reservatório contendo o líquido químico é vaporizado a-través de aquecimento da extremidade superior do pavio. Em dispositivosinseticidas de liberação de vapor quente do tipo absorção de líquido, um pa-vio de absorção de líquido é usado, o qual é poroso e que tem espaços va-zios contíguos a fim de vaporizar um líquido químico estavelmente. Os dis-positivos são configurados de modo que um líquido químico possa ser ab-sorvido e vaporizado através de tal ação capilar que o líquido químico semove em espaços vazios pequenos no pavio.
A JP 55-58047 A divulga um pavio para dispositivos inseticidasde liberação de vapor quente do tipo absorção de líquido, o pavio sendo umproduto obtido através de fortificação de uma mistura de pó mineral, tal co-mo argila ativada, terra diatomácea e talco, com farinha de madeira ou pó decarvão, com um agente de cola, tal como dextrina ou amido. A JP 5-328884
A e a JP 8-205744 A revelam, cada uma, um pavio tendo em seu centro umacamada de absorção de líquido feita de fibras, camada que é coberta comum trançado de fibras, e também divulga um produto onde o trançado defibra acima mencionado é coberto ainda com verniz de silicone, deste modofixando a camada de absorção de líquido ao trançado.
Descrição da Invenção
Problemas a serem resolvidos pela invenção
No entanto, o pavio divulgado na JP 55-58047 A exibe uma taxade absorção de líquido baixa e precisa de várias horas para absorção de umlíquido químico. Deste modo, ele precisa de muito tempo até que ele absor-va uma quantidade necessária de líquido químico para se tornar pronto paravaporização do líquido.
Os pavios divulgados na JP 5-328884 A ou JP 8-205744 A tam-bém tinham um problema que a taxa de absorção de líquido é baixa e ospavios precisam de um longo tempo até que eles absorvam uma quantidadenecessária de líquido químico para se tornarem prontos para vaporização dolíquido.
A presente invenção foi feita em vista desses problemas, e oobjetivo então é prover um corpo estrutural que possa absorver um líquidorapidamente e estavelmente e que seja excelente em habilidade de libera-ção de vapor, sem usar um agente de colagem ou resina.
Meios para resolver os problemas
A fim de resolver os problemas acima, o corpo estrutural da pre-sente invenção é caracterizado pelo fato de que ele contém partículas e umcorpo estrutural fibroso e que pelo menos parte das partículas está presentena forma de um agregado ligado ao corpo estrutural fibroso.
No corpo estrutural da presente invenção, é desejável que o di-âmetro de partícula médio das partículas seja 1 a 500 um.
No corpo estrutural da presente invenção, é desejável que aspartículas sejam partículas inorgânicas.
No corpo estrutural da presente invenção, é desejável que aspartículas inorgânicas sejam sílica.
No corpo estrutural da presente invenção, é desejável que ocorpo estrutural fibroso seja feito de papel, tecido tecido ou tecido não-tecido.No corpo estrutural fibroso da presente invenção, é desejávelque a estrutura esteja em um formato colunar.
Uma das aplicações preferidas do corpo estrutural da presenteinvenção é um pavio, e o uso do corpo estrutural da presente invenção comoum pavio é uma das modalidades preferidas da presente invenção.
O dispositivo de liberação de vapor da presente invenção é ca-racterizado por ter:
um reservatório contendo um líquido vaporizável, e
um pavio feito do corpo estrutural da presente invenção, o pavioestando localizado de maneira tal que uma parte do pavio é imersa dentrodo líquido vaporizável e outra parte do pavio é exposta para o exterior doreservatório.
É desejável que o dispositivo de liberação de vapor da presenteinvenção tenha ainda dispositivos de aquecimento para aquecimento de umaporção do pavio, a porção não sendo imersa no líquido vaporizável.
No dispositivo de liberação de vapor da presente invenção, édesejável que o líquido vaporizável compreenda um componente inseticida.
No dispositivo de liberação de vapor da presente invenção, édesejável que o líquido vaporizável compreenda ainda um solvente orgânico.
No dispositivo de liberação de vapor da presente invenção, édesejável que o líquido vaporizável compreenda água em adição ao solventeorgânico e o componente inseticida.
No dispositivo de liberação de vapor da presente invenção, édesejável que o componente inseticida seja um composto piretroide.
O método de liberação de vapor da presente invenção é caracte-rizado por incluir as ações que seguem de:
Imersão de uma parte do corpo estrutural da presente invençãodentro de um líquido de vaporização, deste modo fazendo com que o corpoestrutural absorva o líquido, e
liberação, a partir da superfície do corpo estrutural, de vapor ge-rado a partir do líquido vaporizável absorvido.
O kit para liberação de vapor da presente invenção é caracteri-zado por compreender o corpo estrutural da presente invenção.
O método da presente invenção para produção de um corpo es-trutural é caracterizado por incluir:
uma etapa de absorção de trazer pelo menos parte de um corpoestrutural fibroso em contato com um líquido de dispersão onde partículassão dispersas em um meio líquido, deste modo fazendo com que o corpoestrutural fibroso absorva o líquido de dispersão, e
uma etapa de remoção de remoção do meio líquido do corpoestrutural fibroso que absorveu o líquido de dispersão.
No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que na etapa de absorção o ato de trazer pelo menosparte do corpo estrutural fibroso em contato com um líquido de dispersãoseja realizado através de imersão da pelo menos parte do corpo estruturalfibroso no líquido de dispersão.
No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que o corpo estrutural fibroso esteja em um formatocolunar e que na etapa de absorção o ato de trazer pelo menos parte de umcorpo estrutural fibroso em contato com um líquido de dispersão seja reali-zado através da imersão de uma parte da extremidade longitudinal do corpoestrutural fibroso no líquido de dispersão.
No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que a remoção do meio líquido do corpo estruturalfibroso que absorveu o líquido de dispersão seja realizada através de seca-gem do corpo estrutural fibroso.
No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que a etapa de absorção e a etapa de remoção sejamrepetidas até que a proporção das partículas que estavam contidas no corpoestrutural fibroso fique 10 a 95% em peso, contanto que o peso do corpoestrutural seja deixado ser 100% em peso.
No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que a concentração das partículas no líquido de dis-persão seja 1 a 50% em peso.No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que o diâmetro de partícula médio das partículas seja 1 a 500 nm.
No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que o corpo estrutural fibroso seja feito de papel, teci-do tecido ou tecido não-tecido.
No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que as partículas sejam partículas inorgânicas.
No método da presente invenção para produção de um corpoestrutural, é desejável que as partículas inorgânicas sejam sílica.
O corpo estrutural da presente invenção é caracterizado por serproduzido através de qualquer um dos métodos acima.Vantagens da invenção
A presente invenção torna possível prover um corpo estruturalque pode absorver e vaporizar líquido rapidamente e estavelmente.
Breve descrição dos desenhos
A figura 1 é uma vista secional esquemática de um dispositivoinseticida de liberação de vapor quente do tipo absorção de líquido de acor-do com uma modalidade exemplar da presente invenção.
A figura 2 é um diagrama mostrando os resultados de mapea-mento de Si02 por um EPMA (Electron Probe Micro Analyzer) de uma seçãotransversal de um pavio de acordo com uma modalidade exemplar da pre-sente invenção.
A figura 3 é um diagrama mostrando uma imagem de microscó-pio eletrônico de um pavio de acordo com uma modalidade exemplar da pre-sente invenção.
A figura 4 é um diagrama mostrando os resultados do mapea-mento de Si02 por um EPMA (Electron Probe Micro Analyzer) de uma seçãotransversal de um pavio de acordo com outra modalidade exemplar da pre-sente invenção.
A figura 5 é um diagrama mostrando os resultados de mapea-mento de Si02 por um EPMA (Electron Probe Micro Analyzer) de uma seçãotransversal de um pavio de acordo com outra modalidade exemplar da pre-sente invenção.
A figura 6 é um diagrama mostrando uma imagem de microscó-pio eletrônico de um pavio de acordo com outra modalidade exemplar dapresente invenção.
A figura 7 é um gráfico mostrando a habilidade de liberação devapor de um pavio.
A figura 8 é um gráfico mostrando a habilidade de liberação devapor de um pavio.
Descrição de modalidades preferidas da presente invenção[Corpo estrutural]
O corpo estrutural da presente invenção é caracterizado pelofato de que ele contém partículas e um corpo estrutural fibroso e que pelomenos parte das partículas está presente na forma de um agregado ligadoao corpo estrutural fibroso. O corpo estrutural pode ser usado adequada-mente, por exemplo, como um pavio que absorve e então vaporiza líquido. Opavio da presente invenção pode ser usado adequadamente como um pavio1 de um dispositivo inseticida de liberação de vapor quente do tipo absorçãode líquido 5 tal como aquele mostrado na figura 1. Além disso, ele pode serusado adequadamente também como um pavio de um dispositivo de aroma-tização, um dispositivo desodorizante, etc. O dispositivo inseticida de libera-ção de vapor quente do tipo absorção de líquido 5 mostrado na figura 1 édescrito em detalhes mais tarde.
(Corpo estrutural fibroso)
O pavio da presente invenção contém um corpo estrutural fibro-so como um material de base. No presente relatório, um corpo estrutural fi-broso pode ser referido também como um material de base. O corpo estrutu-ral fibroso é constituído de uma pluralidade de objetos lineares finos agrega-dos, que são geralmente chamados fibras, e o corpo estrutural fibroso temespaços vazios circundados pelas fibras agregadas. O corpo estrutural fibro-so contém de preferência fibras hidrofílicas e com mais preferência é papel,tecido tecido ou tecido não-tecido que são excelentes em habilidade de ab-sorção de líquido. Embora o corpo estrutural fibroso em si tenha excelentehabilidade de absorção de líquido, a presença de partículas na forma de umagregado no corpo estrutural fibroso torna o pavio excelente em estabilidadede formato e capaz de absorver líquido estavelmente e rapidamente. Se pa-pel for usado como o corpo estrutural fibroso, o pavio é estável e ele podemanter sua estrutura mesmo se ele for posto em um solvente aquoso. Comoo solvente aquoso, água ou um solvente hidrofílico é pretendido ser usado.
O papel a ser usado como o corpo estrutural fibroso é um produ-to obtido através de dispersão em água de uma substância fibrosa (polpa)isolada de plantas tal como madeiras, espalhamento da dispersão resultanteem uma rede ou tela de modo que uma camada fina possa ser formada, en-trelaçamento das polpas, desidratação e secagem. Dentre os papéis, umpapel que é classificado como papel sanitário inclui papel de seda, papelhigiênico, papel toalha, etc, e esses são caracterizados por sua alta absorvi-dade de água. Especialmente papéis sanitários são preferidos como o papelpara a presente invenção.
Tecidos tecidos ou tecidos não-tecidos a serem usados como umcorpo estrutural fibroso são feitos de fibras naturais, fibras químicas, fibrassintéticas, fibras inorgânicas, ou similar, e qualquer uma de tais fibras podeser escolhida apropriadamente dependendo da aplicação pretendida. As fi-bras naturais conforme aqui referido são fibras obteníveis a partir de materiaisexistentes na natureza. Fibras naturais derivadas de planta incluem algodão,linho, bambu e polpa. Fibras naturais derivadas de animal incluem lã e seda.
As fibras químicas são fibras obtidas através de tratamento quí-mico de materiais existentes na natureza e incluem raion e raion de cupra-mônio, que são obtidos dissolvendo celulose, tal como polpa, em um solven-te e então regeneração de celulose, e acetato de celulose (triacetato) resul-tante de tratamento químico de celulose. As fibras sintéticas são fibras qui-micamente sintetizadas de matérias-primas tal como petróleo, e há muitosexemplos delas, tal como náilon, um poliéster, fibra acrílica, polipropileno,poliuretano e vinilon. Fibras inorgânicas incluem fibras de vidro, fibras demetal e fibras de carbono.(Partículas)
No pavio da presente invenção, as partículas ligadas ao corpoestrutural fibroso não são particularmente restritas com relação à sua com-posição química. Embora vários materiais possam ser usados para as partí-culas, substâncias inorgânicas, substâncias orgânicas e suas misturas sãoadequadamente usadas. Exemplos de partículas que podem ser usadas a-dequadamente para a presente invenção são como segue.
A substância inorgânica inclui metais alcalinos, metais alcalino-terrosos, metais de transição e metais não-ferrosos e exemplos específicosdos mesmos incluem ouro, paládio, platina, prata, e alumínio, ou seus óxi-dos, hidróxidos, sulfetos ou sais, tal como carbonatos e sulfatos, e exemplosadicionais incluem óxidos, hidróxidos, sulfetos ou sais, tal como carbonatose sulfato, de silício, alumínio, zinco, magnésio, cálcio, bário, titânio, zircônio,manganês, ferro, cério, níquel, estanho e similar. Dentre essas partículas,partículas inorgânicas são preferidas, e sílica é particularmente preferida.
A substância orgânica inclui resinas, etc, e exemplos das resinasincluem resinas de poliolefina, tal como polietileno, polipropileno e poliestire-no; resinas acrílicas tal como metacrilato de polimetila; resinas de poliamidatal como policondensado de hexametilenodiamina-ácido adípico; resinas depoliéster tal como tereftalato de polietileno e ácido poliacético; resinas depoliéter, tal como polifenileno éter e polipropileno glicol; resinas de policar-bonato e resinas do tipo cristal líquido.
Com relação a tamanho e à forma das partículas que constituemos agregados ligados ao corpo estrutural fibroso, quaisquer partículas po-dem ser usadas que tenham um tamanho tão pequeno que as partículaspossam ser aceitas dentro de espaços vazios no corpo estrutural fibroso.Partículas preferidas particulares são aquelas que são tão pequenas queelas podem ser fornecidas na forma de uma solução coloidal onde partículassão dispersas em um meio líquido. Quando as partículas são fornecidas apartir de uma solução coloidal, embora as partículas possam estar em qual-quer tamanho de modo que elas possam ser dispersas coloidalmente em ummeio líquido, é preferido usar partículas tendo um diâmetro de partícula mé-dio de 1 a 500 nm, com mais preferência 2 nm a 100 nm e com mais prefe-rência ainda 5 nm a 70 nm porque elas podem ser manuseadas facilmente.O diâmetro da partícula pode ser escolhido dependendo da aplicação pre-tendida. Quanto menores os espaços vazios no corpo estrutural fibroso equanto menor a porosidade, menor é a velocidade de absorção de líquidoquando sendo usado como um pavio.
Soluções coloidais convencionais podem ser usadas como asolução coloidal acima mencionada para a presente invenção. Exemplos detais soluções coloidais incluem soluções coloidais de metal, soluções coloi-dais de oxido, soluções coloidais de hidróxido, soluções coloidais de carbo-nato e soluções coloidais de sulfato. Exemplos de elementos de metal conti-dos em soluções coloidais de metal incluem ouro, paládio, platina e prata.Exemplos dos elementos contidos em soluções coloidais de oxido, soluçõescoloidais de hidróxido, soluções coloidais de carbonato e soluções coloidaisde sulfato incluem silício, alumínio, zinco, magnésio, cálcio, bário, titânio,zircônio, manganês, ferro, cério, níquel e estanho. Em particular, é preferidousar uma solução coloidal de oxido ou uma solução coloidal de hidróxido, eespecialmente uma solução coloidal de oxido de silício é preferida. Quandouma solução coloidal de oxido de silício é usada, um pavio resultante contémsílica como partículas. Tal pavio é preferido porque ele é excelente em resis-tência a calor.
O pavio da presente invenção tem estabilidade de formato sufi-ciente porque ele contém partículas e um corpo estrutural fibroso e pelo me-nos parte das partículas está presente na forma de um agregado ligado aocorpo estrutural fibroso. Deste modo, o pavio exibe habilidade de absorçãode líquido estável. Particularmente quando papel é usado como o corpo es-trutural fibroso, o pavio exibe excelente estabilidade de formato em líquidoaquoso. Deste modo, mesmo se o pavio for induzido a absorver e então va-porizar uma solução química aquosa, o formato do pavio é mantido e absor-ção e vaporização de líquido estáveis e rápidas podem ser realizadas.
Na presente invenção, o formato do pavio é determinado de a-cordo com o formato do corpo estrutural fibroso. Por exemplo, um pavio emum formato colunar tal como um formato cilíndrico pode ser obtido usandoum corpo estrutural fibroso que foi formado em um formato colunar. Um pa-vio em uma forma tipo placa ou uma forma tipo folha pode ser obtido usandoum corpo estrutural fibroso tendo sido formado em uma forma tipo placa ouuma forma tipo folha. Tal configuração que o corpo estrutural fibroso se es-tende em uma direção onde o corpo estrutural fibroso absorve o líquido épreferida porque o líquido pode fluir bem. Por exemplo, quando um corpoestrutural fibroso cilíndrico é formado, uma folha de papel pode ser moldadaem uma forma cilíndrica enrolando-a espiralmente a partir de um lado dela.Neste momento, a direção onde o papel se estende combina com a direçãolongitudinal do cilindro e então a sucção acontece rapidamente.
O pavio da presente invenção pode ser produzido sem usar ade-sivos, tal como verniz. Além disso, uma vez que o tipo, o diâmetro de partícu-la, etc das partículas a serem usadas podem ser mudados, a habilidade deliberação de vapor de um pavio pode ser mudada através da mudança dessesfatores e, como resultado, vaporização pode ser controlada facilmente.[Método para produção de um corpo estrutural]
Através do uso do método da invenção para produção de um cor-po estrutural, um corpo estrutural a ser usado como um pavio pode ser produ-zido. Nesta modalidade exemplar, um método da presente invenção para pro-dução de um corpo estrutural é descrito tomando um método para produçãode um pavio como um exemplo. O método da presente invenção para produ-ção de um pavio é caracterizado por compreender: uma etapa de absorção detrazer pelo menos parte de um corpo estrutural fibroso em contato com umlíquido de dispersão onde partículas são dispersas em um meio líquido, destemodo fazendo com que o corpo estrutural fibroso absorva o líquido, e umaetapa de remoção de remoção do meio líquido do corpo estrutural fibroso queabsorveu o líquido de dispersão. Um pavio pode ser produzido, por exemplo,trazendo um corpo estrutural fibroso feito de fibras em contato com um líquidode dispersão onde partículas são dispersas em um meio líquido para fazer ocorpo estrutural absorver o líquido de dispersão, deste modo enchendo o lí-quido de dispersão em um corpo estrutural fibroso, e simultaneamente remo-vendo o meio líquido dó líquido de dispersão absorvido. Através de tais pro-cedimentos, pelo menos parte das partículas é capturada e ligada às fibras docorpo estrutural fibroso e, como resultado, as partículas podem ser cheias nocorpo estrutural fibroso em uma alta densidade.
Aqui, é suficiente para o líquido de dispersão onde estão disper-sas partículas em um meio líquido ser um líquido de dispersão onde partícu-las estão dispersas no meio líquido sem sedimentar. A fim de dispersar par-tículas para um grau maior, um tensoativo, um emulsificante ou similar podeser adicionado ao líquido de dispersão. Embora o meio líquido onde partícu-las são dispersas não seja particularmente restrito, água é preferida a partirdo ponto de vista da simplificação de instalação de produção, a carga doambiente, etc. Embora a concentração de partículas em um líquido de dis-persão não seja particularmente limitada, ela é geralmente 1 a 50% em pe-so. A fim de encher e agregar partículas rapidamente em uma alta densida-de, uma concentração maior é preferida e uma concentração de 20 a 50%em peso é preferida.
O método para trazer um corpo estrutural fibroso em contatocom um líquido de dispersão pode ser, por exemplo, um método onde pelomenos parte do corpo estrutural fibroso é posta no líquido de dispersão ouum método onde o líquido de dispersão é aplicado ao corpo estrutural fibro-so. Quando um corpo estrutural fibroso é posto em um líquido de dispersão,o corpo estrutural fibroso pode ser imerso totalmente no líquido de disper-são. Alternativamente, o corpo estrutural fibroso pode ser posto parcialmenteno líquido de dispersão, de modo que o líquido de dispersão seja espalhadosobre o corpo estrutural fibroso através de ação capilar.
Se um corpo estrutural fibroso for imerso apenas parcialmenteem um líquido de dispersão, então irá absorver o líquido de dispersão, isto évantajoso porque apenas uma quantidade necessária de líquido é absorvidae então o líquido de dispersão não é desperdiçado. Além disso, a concentra-ção de partículas no corpo estrutural fibroso pode ser aumentada continuan-do a imersão no líquido de dispersão enquanto removendo o solvente ourepetindo a remoção do meio líquido e o contato com o líquido de dispersão.Particularmente, é desejável repetir a etapa de absorção e a etapa de remo-ção até que uma quantidade desejada de partículas esteja contida e um a-gregado desejado seja formado. Neste momento, a etapa de absorção e aetapa de remoção podem ser repetidas até que a proporção das partículasque foram ligadas ao corpo estrutural fibroso fique em 10 a 95% em peso,contanto que o peso do pavio seja 100% em peso. Quando um corpo estru-tural fibroso colunar é usado, absorção de líquido pode ser realizada mergu-lhando uma extremidade longitudinal do corpo estrutural fibroso em um líqui-do de dispersão. Quando um líquido de dispersão é pulverizado com umpulverizador ou similar ou é aplicado com uma escova ou similar a um corpoestrutural fibroso, é desejável fazer com que o líquido de dispersão banhecompletamente o corpo estrutural fibroso.
O método para remoção de um meio líquido a partir de um corpoestrutural fibroso cheio com um líquido de dispersão pode ser, por exemplo,secagem do corpo estrutural fibroso tendo sido feito absorver o líquido dedispersão naturalmente em temperatura ambiente ou através de facilitaçãoda vaporização do meio líquido compulsoriamente através de aquecimentocom um secador. Ao remover o meio líquido, apenas partículas aderem-seàs fibras e as partículas se agregam para endurecerem, de modo que rigideze resistência a líquido que são adequadas como um pavio são dadas aocorpo estrutural fibroso. Neste momento, a proporção das partículas ligadasao corpo estrutural fibroso é de preferência 10 a 95% em peso, e com maispreferência 50 a 90% em peso, contanto que o peso do pavio seja 100%. Ocorpo estrutural fibroso e o líquido de dispersão onde partículas são disper-sas podem, de acordo com a necessidade, conter corantes, pigmentos, anti-oxidantes, absorvedores de UV, conservantes, etc.
No pavio produzido através do método da presente invençãopara produção de um pavio, pelo menos parte das partículas é ligada aocorpo estrutural fibroso e está presente na forma de um agregado e as partí-culas foram enchidas no corpo estrutural fibroso em uma densidade alta.Então, o pavio tem estabilidade de formato suficientemente alta. Deste mo-do, um líquido pode ser absorvido e vaporizado estavelmente e rapidamente.[Dispositivo de liberação de vapor e método de liberação de vapor]
O dispositivo de liberação de vapor da presente invenção é ca-racterizado por ter um reservatório contendo um líquido vaporizável e umpavio feito do corpo estrutural da presente invenção, o pavio estando locali-zado de tal maneira que uma parte do pavio é imersa dentro do líquido vapo-rizável e outra parte do pavio é exposta para o exterior do reservatório. Odispositivo de liberação de vapor da presente invenção pode ser usado, porexemplo, como um dispositivo inseticida usando um líquido inseticida con-tendo um componente inseticida como o líquido vaporizável. Nesta modali-dade exemplar, uma explicação é feita provendo, como um exemplo, umcaso onde o corpo estrutural da presente invenção é usado como um pavio eo dispositivo de liberação de vapor da presente invenção é usado como umdispositivo inseticida. O dispositivo inseticida da presente invenção pode serum dispositivo inseticida de liberação de vapor quente do tipo absorção delíquido tendo ainda um aquecedor (dispositivo de aquecimento) para aque-cer uma porção do pavio, a porção estando fora do líquido inseticida.
Uma modalidade exemplar de um dispositivo inseticida de libe-ração de vapor quente do tipo absorção de líquido compreendendo um pavioda presente invenção é descrita abaixo com referência à figura 1. A figura 1é uma vista em seção esquemática ilustrando um dispositivo inseticida deliberação de vapor quente do tipo absorção de líquido 5 da presente inven-ção. Conforme ilustrado na figura 1, o dispositivo inseticida de liberação devapor quente do tipo absorção de líquido 5 tem um pavio cilíndrico 1, umaquecedor 2 de formato em anel para aquecimento do pavio 1, um apoio deaquecedor 3 que apoia o aquecedor 2 e um reservatório 4 que é enchidocom um líquido inseticida.
O pavio 1 foi inserido em um reservatório 4 com uma extremida-de longitudinal do mesmo projetada a partir do reservatório e com a outraextremidade imersa na solução inseticida. O aquecedor 2 aquece indireta-mente a ponta do pavio 1 se projetando do reservatório 4. O aquecedor 2não é particularmente restrito contanto que ele seja um corpo exotermicoque possa aquecer o corpo estrutural fibroso indiretamente em cerca de 60 a150°C, e ele é tipicamente um aquecedor elétrico de formato em anel normalque gera calor através da aplicação de corrente elétrica. Neste caso, ao a-quecedor 2 é conectada uma corda (não-mostrada) para aplicação de cor-rente elétrica para fazer com que o aquecedor gere calor.
A distância entre o aquecedor 2 e o pavio está geralmente den-tro da faixa de 0,5 mm a 2 mm e é desejável que, em um aspecto de segu-rança, a temperatura de aquecimento do aquecedor 2 seja 150°C ou menos.
O pavio é geralmente ajustado de modo que sua parte inferior inserida noreservatório 4 possa estar localizada 0 mm a cerca de 2 mm do fundo inter-no do reservatório 4. A fim de absorver o líquido inseticida no reservatório 4sem nenhum desperdício e usá-lo até em cima, é desejável localizar a ex-tremidade inferior próximo ao fundo do reservatório o máximo possível.
Embora o material formando o reservatório 4 não seja particu-larmente restrito contanto que ele seja um material através do qual uma so-lução química não vaze ou escape mesmo após passado um longo períodode tempo, materiais transparentes através dos quais a quantidade residualde um líquido químico restante no reservatório pode ser checada a partir doexterior, tal como vidro e plásticos, são preferidos. Além disso, materiaistendo uma propriedade de proteção contra UV são preferidos para o propósi-to de prevenir agentes químicos de fotodecomposição. O dispositivo insetici-da de liberação de vapor quente do tipo absorção de líquido pode ser equi-pado com uma lâmpada-piloto que indica se uma corrente elétrica está sen-do aplicada ou não.
Na presente invenção, vários inseticidas convencionalmente co-nhecidos podem ser usados como um componente inseticida a ser contidoem uma solução inseticida e exemplos dos mesmos incluem inseticidas pire-troides, inseticidas carbamato e inseticidas organofosforosos. Inseticidaspiretroides são usados adequadamente porque eles são geralmente de se-gurança alta, e exemplos dos mesmos incluem aletrina, bioaletrina, praletri-na, metoflutrina, proflutrina, transflutrina, ftaltrina, etofenprox, resmetrin, fu-rametrin, permetrin, fenotrin, fenvalerato, esfenvalerato, cipermetrina, cifeno-trina, fempropatrina, fenflutrina, empentrina, teraletrina, d-tetrametrina, cife-notrina, tralometrina e deltametrina.
Exemplos de inseticidas carbamato incluem fenobucarb (BPMC),metoxadiazona, alanicarb, oxamila, carbosulfano, benfuracarb, metomila,carbarila (NAC), tiodicarb e etiofencarb. Exemplos de inseticidas organofos-forosos incluem fenitrotiona, acefato, diazinona e malationa.
Além disso, o líquido inseticida pode conter um sinergista queaumenta a ação desses inseticidas, por exemplo, butóxido de piperonila. N-octilbiciclo-heptenodicarboxamida, N-(2-etil-hexil)-1-isopropil-4-metilbiciclo[2,2,2]oct-5-eno-2,3-dicarboximida e éter octaclorodipropílico. Oteor do sinergista é de preferência 0,1 a 10 vezes com base no teor do com-ponente inseticida.
A concentração de um componente inseticida em um líquido in-seticida é dé preferência a partir de 0,3% em peso a 20% em peso e é commais preferência uma concentração dentro da faixa a partir de 0,3% em pesoa 5% em peso. Esses componentes inseticidas podem ser usados sozinhosou alternativamente podem ser usados em combinação. Auxiliares, tal comoestabilizadores, desodorantes e corantes, podem, se necessário, ser adicio-nados ao líquido inseticida em uma quantidade pequena. Por outro lado, emuso para o propósito de aromatização, um líquido que contém um ou maisperfumes naturais ou artificiais pode ser usado como o líquido no qual o pa-vio deve ser imerso. Ainda, vários agentes, tal como desodorantes, germici-das e repelentes, podem ser usados também para cada propósito. Essescomponentes podem ser também usados na forma de solução após seremdissolvidos em um solvente orgânico ou um líquido misturado de um solven-te orgânico e água.
No dispositivo inseticida da presente invenção, o líquido insetici-da pode ser uma solução obtida através de dissolução de um componenteinseticida em um solvente orgânico ou um líquido aquoso misturado de umsolvente orgânico e água. Apesar do solvente no líquido inseticida não serparticularmente restrito, exemplos do mesmo incluem líquidos oleaginososcompostos apenas de solventes e líquidos aquosos compostos de solventese água. Solventes a serem usados para líquido oleaginoso geralmente inclu-em solventes orgânicos, e de preferência incluem solventes de hidrocarbonosaturado (isto é, solventes de hidrocarbono saturado alifático e solventes dehidrocarbono saturado alicíclico) e com mais preferência incluem um ou doisou mais membros selecionados de solventes de hidrocarbono saturado ten-do um ponto de ebulição de 180°C a 310°C. Exemplos específicos de taissolventes de hidrocarbono saturado incluem Solvente H No. 0 (produzidopela Nippon Oil Corporation), Solvente M No. 0 (produzido pela Nippon OilCorporation), Solvente L No. 0 (produzido pela Nippon Oil Corporation), Pa-rafina Normal (produzida pela Nippon Oil Corporation), Solvente IP 2028(produzido pela Idemitsu Kosan Co., Ltd.), Norpar 12 (produzido pela Ex-xonMobil Chemical), Norpar 13 (produzido pela ExxonMobil Chemical), Nor-par 15 (produzido pela ExxonMobil Chemical), Isopar M (produzido pela Ex-xonMobil Chemical), Isopar L (produzido pela ExxonMobil Chemical), IsoparV (produzido pela ExxonMobil Chemical), Exxol D80 (produzido pela Exxon-Mobil Chemical), Exxol D110 (produzido pela ExxonMobil Chemical) e ExxolD130 (produzido pela ExxonMobil Chemical).
A fim de controlar a vaporização de um líquido inseticida, umsolvente de ebulição alta tendo um ponto de ebulição de 300°C ou maior,por exemplo, pode ser adicionado ao líquido inseticida. Exemplos específi-cos dos mesmos incluem ésteres ou derivados do ácido graxo, tal como lau-rato de isopropila, ftalato de dibutila, sebacato de dibutila, citrato de acetiltributila e triglicerídeo de ácido graxo de cadeia média, alcoóis superiores talcomo octildodecanol e óleos e gorduras, tal como óleo de milho.
Exemplos dos solventes a serem usados para os líquidos aquo-sos incluem um solvente obtido através da adição, à água, de um tensoativoque vaporiza a 100°C a 180°C, que é uma faixa de temperatura de aqueci-mento com um aquecedor conforme divulgado na JP 3-7207 A, e um líquidoobtido através da adição, à água, de um solvente orgânico hidrofílico quetem um peso molecular relativamente baixo e um ponto de ebulição dentroda faixa de 100°C a 300°C e que vaporiza no momento do aquecimento con-forme divulgado na JP 7-316002 A. Ao líquido misturado de tal solvente or-gânico hidrofílico e água podem ser adicionados compostos dióis hidrofílicos,composto álcool hidrofílico, etc, como um regulador de vaporização.
O dispositivo inseticida da presente invenção tem um pavio dapresente invenção. Então, se o pavio tiver que absorver um líquido inseticida eo líquido absorvido for então aquecido para ser liberado na forma de vapor apartir da superfície do pavio, o formato do pavio é mantido e o dispositivo po-de realizar absorção e vaporização do líquido estavelmente e rapidamente.
O método de liberação de vapor da presente invenção pode serrealizado, por exemplo, como um método inseticida usando um líquido inse-ticida. Nesta modalidade exemplar, um método de liberação de vapor dapresente invenção é descrito tomando um método inseticida como um e-xemplo. No método inseticida da presente invenção, um pavio da presenteinvenção é imerso parcialmente dentro de um líquido inseticida contendo umcomponente inseticida, de modo que o pavio absorva o líquido, e então opavio libere o líquido absorvido na forma de vapor a partir da sua superfície.É desejável, a partir do ponto de vista de eficiência de vaporização, aquecero pavio que absorve o líquido inseticida. Em uma modalidade exemplar, umpavio é imerso parcialmente dentro de um líquido inseticida e uma porçãoimersa do pavio é aquecida parcialmente. O método inseticida da presenteinvenção pode ser realizado também usando o método inseticida acimamencionado da presente invenção. Uma vez que o método inseticida da pre-sente invenção usa um pavio da presente invenção, um efeito inseticida édesenvolvido rapidamente e o efeito inseticida pode durar estavelmente.
[Kit para liberação de vapor]
Um kit para liberação de vapor da presente invenção pode serusado, por exemplo, como um kit para aplicações inseticidas. Nesta modali-dade exemplar, um kit para liberação de vapor da presente invenção é descri-to tomando um kit para aplicações inseticidas como um exemplo. O kit paraaplicações inseticidas é caracterizado por compreender um corpo estruturalda presente invenção a ser usado como um pavio. O kit para aplicações inse-ticidas tem de preferência um líquido inseticida contendo um componente in-seticida. O componente inseticida pode ser um selecionado daqueles providosacima como exemplos do componente inseticida a ser contido no dispositivoinseticida acima mencionado. O kit para aplicações inseticidas da presenteinvenção tem pelo menos um pavio da presente invenção. Isto torna possívelmelhorar a estabilidade do formato de um pavio em líquido enquanto manten-do a habilidade de absorção de líquido do pavio. Como resultado, absorção evaporização estáveis e rápidas de líquido podem ser conseguidas.
A presente invenção será descrita em mais detalhes abaixo comreferência aos Exemplos, mas a invenção não é limitada aos Exemplos.
[Exemplos]
[1. Preparação de pavio]
Um pedaço de KIMWIPES (marca registrada" "WIPER S-200"(100% de polpa, 215 mm x 120 mm de tamanho, produzido pela NIPPONPAPER CRECIA Co., Ltd.) foi dobrado na metade em seus lados mais lon-gos e então foi enrolado firmemente a partir de uma borda dele para um for-mato colunar. Este foi cortado em um comprimento de 73 mm em conformi-dade com a altura do dispositivo de aquecimento. Então, material de base Afoi preparado. O material de base pesava 0,6 g. Ainda, uma película PET foienvolvida em torno do material de base A de modo que a película podia co-brir o material de base, e a extremidade enrolada foi fixada com uma fita a-desiva. Em um tubo de vidro de 50 cm3 foram postos 10 cm3 de líquido desílica coloidal ("SNOWTEX 20" produzido pela Nissan Chemical Industries,Ltd.) tendo um diâmetro de partícula médio de 20 nm e uma concentraçãode sólido de 20% em peso. O material de base A foi deixado com sua extre-midade inferior (1 cm de comprimento) imersa no líquido de sílica coloidal.Trinta minutos mais tarde, o material de base A foi tirado do líquido de sílicacoloidal e foi mantido horizontalmente da noite para o dia. Então, a películaPET foi removida e o material de base foi deixado descansar até que elesecasse completamente. O material então obtido é deixado ser o pavio A. Opavio A pesava 1,2 g após secagem e a quantidade de partículas de sílicaligadas era 50% em peso.
Subseqüentemente, o pavio B foi preparado da mesma maneiraque na preparação do pavio A exceto que um material de base foi imerso emum líquido de sílica coloidal ("SNOWTEX ZL" produzido pela Nissan Chemi-cal Industries, Ltd.) tendo um diâmetro de partícula médio de 70 nm e umaconcentração de sólido de 40% em peso. O pavio B pesava 2,3 g após se-cagem e a quantidade de partículas de sílica ligadas era 74% em peso.
Os resultados de análise do pavio B são mostrados nas figuras 2 e3. A figura 2 é um diagrama mostrando os resultados de mapeamento de SÍO2através de um EPMA (Electron Probe Micro Analyzer) de uma seção transver-sal da porção superior (isto é, a extremidade que não foi imersa no líquido desílica coloidal) do pavio B. Na figura 2, uma imagem de elétron de difusão re-trógrada (BSE) é mostrada à esquerda e uma imagem de mapeamento Si damesma parte é mostrada à direita. Conforme mostrado na figura 2, muitas par-tículas de sílica agregam-se nas fibras do material de base do pavio B.
A figura 3 é um diagrama mostrando uma imagem de microscó-pio eletrônico do pavio B. Na figura 3, uma imagem obtida em uma tensãode aceleração de 10,0 kV e uma ampliação de x10,0 k é mostrada à esquer-da superior, uma imagem obtida em uma tensão de aceleração de 10,0 kV euma ampliação de x50,0 k é mostrada à direita superior, e uma imagem ob-tida em uma tensão de aceleração de 10,0 kV e uma ampliação de x100,0 ké mostrada à esquerda inferior. Conforme mostrado na figura 3, muitas par-tículas de sílica agregam-se e se ligam às fibras no material de base de mo-do que as fibras do material de base não podem ser observadas.
Subseqüentemente, o pavio C foi preparado da mesma maneiraque na preparação do pavio A exceto que um material de base foi imerso emum líquido de sílica coloidal ("SNOWTEX XS" produzido pela Nissan Chemi-cal Industries, Ltd.) tendo um diâmetro de partícula médio de 5 nm e umaconcentração de sólido de 20% em peso. O pavio C pesava 1,4 g após se-cagem e a quantidade de partículas de sílica ligadas era 57% em peso.
Os resultados de análise do pavio C são mostrados nas figuras 4a 6. A figura 4 é um diagrama mostrando os resultados de mapeamento deSi02 por um EPMA de uma seção transversal da porção superior (isto é, aextremidade que não foi imersa no líquido de sílica coloidal) do pavio C. Afigura 5 é um diagrama mostrando os resultados de mapeamento de Si02por um EPMA de uma seção transversal da porção inferior (isto é, a extremi-dade que foi imersa no líquido de sílica coloidal) do pavio C. Nas figuras 4 e5, uma imagem eletrônica de difusão retrógrada (BSE) é mostrada à esquer-da e uma imagem de mapeamento de Si da mesma parte é mostrada à direi-ta. Conforme mostrado nas figuras 4 e 5, muitas partículas de sílica agre-gam-se em ambas a porção superior e a porção inferior nas fibras do mate-rial de base do pavio C.
A figura 6 é um diagrama mostrando uma imagem de microscó-pio eletrônico do pavio C. Na figura 6, uma imagem obtida em uma tensãode aceleração de 10,0 kV e uma ampliação de x10,0 k é mostrada à esquer-da superior, uma imagem obtida em uma tensão de aceleração de 10,0 kV euma ampliação de x50,0 k é mostrada à direita superior e uma imagem obti-da em uma tensão de aceleração de 10,0 kV e uma ampliação de x100,0 k émostrada à esquerda inferior. Conforme mostrado na figura 6, tantas partícu-las de sílica agregam-se e se ligam às fibras do material de base que as fi-bras do material de base não podem ser observadas.
Subseqüentemente, o pavio D foi preparado da mesma maneiraque na preparação do pavio A exceto que um material de base foi imerso emum líquido de sílica coloidal preparado misturando um líquido de sílica coloi-dal ("SNOWTEX 20" produzido pela Nissan Chemical Industries, Ltd.) tendoum diâmetro de partícula médio de 20 nm e um líquido de sílica coloidal("SNOWTEX SX" produzido pela Nissan Chemical Insdustries, Ltd.) tendoum diâmetro de partícula médio de 5 nm em uma razão de 1:1 para ajustar aconcentração de sólido a 20% em peso. O pavio D pesava 1,4 g após seca-gem e a quantidade de partículas de sílica ligadas era 57% em peso no total.
O pavio E foi preparado da mesma maneira que na preparaçãodo pavio A exceto pelo uso de um filtro para cigarro (24 mm de perímetro,cortado em um comprimento de 70 mm, 0,4 g de peso) no lugar do materialde base A. O pavio E pesava 1,2 g após secagem e a quantidade de partícu-las de sílica ligadas era 67% em peso. Como um exemplo comparativo, umpavio de talco comercialmente disponível (7 mm de diâmetro e 73 mm decomprimento) foi usado como pavio F.
[2. Preparação de um solvente para líquido inseticida]Um solvente oleaginoso foi preparado usando um solvente mis-turado (Norpar 13/Norpar 15 = 7peso/3peso) composto de Norpar 13 (produ-zido pela ExxonMobil Chemical Co., Ltd.) e Norpar 15 (produzido pela Ex-xonMobil Chemical Co., Ltd.), ambos sendo solventes de hidrocarbono satu-rado comercialmente disponíveis. Um solvente aquoso foi preparado usandoum solvente misturado (2-(2-butoxietóxi)etanol/água = 7 peso/3 peso) com-posto de 2-(2-butoxietóxi)etanol comercialmente disponível e água.
[3. Dispositivo de liberação de vapor quente]
Medição da taxa de vaporização de cada um dos pavios foi rea-lizada usando um dispositivo de liberação de vapor quente tal como aquelemostrado na figura 1. Aqui, o reservatório 4 usado estava comercialmentedisponível em uma forma cilíndrica de 55 mm de altura feito de plásticotransparente, tendo um diâmetro interno de fundo de 40 mm, uma altura pa-ra a curvatura da garrafa de 35 mm e um diâmetro interno de 16 mm. Comoo apoio de pavio (não-mostrado) para apoio do pavio foi usado um que foifeito de um material plástico macio de formato de tampa provido com umfuro que era de 7 mm de diâmetro em conformidade com o diâmetro externodo pavio 1 e que pode vedar a garrafa de solução química 4 de modo que olíquido químico com o qual a garrafa está cheia não vazaria ou escaparia.
Como um aquecedor em formato de anel 2 para aquecer indire-tamente a superfície superior do pavio 1 se projetando a partir do reservató-rio 4, um pedaço de metal de 15 mm de largura que tinha sido arredondadopara formar um anel tendo um diâmetro interno de 10 mm foi usado. Um a-poio de aquecedor 3 para apoiar o aquecedor 2 foi localizado em uma alturade 60 a 75 mm a partir da parte inferior do fundo do líquido químico, a saber,uma posição que correspondia à porção superior do pavio 1. O aquecedor 2foi ajustado para ter uma temperatura de cerca de 130°C através da aplica-ção de corrente elétrica.
[4. Medição de taxa de vaporização]
O reservatório 4 foi carregado com 30 g do solvente oleaginosopreparado através do procedimento descrito acima. Os pavios A a F foram,cada um, ajustados de modo que a sua extremidade poderia ser imersa nosolvente oleaginoso e entraria em contato com o fundo do reservatório 4.Então, o peso total foi medido. O reservatório 4 foi aquecido a cerca de130°C. Uma taxa de vaporização foi calculada pesando o reservatório 4 emcada momento que passou até que todo o solvente oleaginoso fosse exauri-do. Os resultados são mostrados na Tabela 7. Conforme mostrado na figura7, os pavios A-F, cada um, vaporizaram o solvente oleaginoso em uma taxaconstante até que o solvente na garrafa 4 tivesse sido exaurido.
Em seguida, usando um solvente aquoso ao invés do solventeoleaginoso, a medição da taxa de vaporização foi realizada da mesma ma-neira que acima para os pavios A e F. Os resultados foram mostrados naTabela 1. Conforme mostrado na figura 8, o pavio A vaporizou o solventeaquoso em uma taxa constante até que o solvente na garrafa 4 tivesse sidoexaurido como no caso de uso de um solvente oleaginoso. A taxa de vapori-zação do pavio F não pôde ser medida porque o pavio dissolveu imediata-mente após ser imerso no solvente aquoso.
As taxas de vaporização médias dos respectivos pavios são da-das na Tabela 1.
Tabela 1
<table>table see original document page 23</column></row><table><table>table see original document page 24</column></row><table>
Conforme mostrado na Tabela 1, os pavios A-E, que estão de
acordo com a presente invenção, exibiram habilidade de liberação de vaporequivalente ao pavio F convencional. Ainda, enquanto o pavio F convencio-nal foi dissolvido em um solvente aquoso e então não foi possível ser usado,o pavio A da presente invenção exibiu habilidade de liberação de vapor es-tável e excelente mesmo quando o solvente aquoso foi usado.
Aplicabilidade Industrial
De acordo com a presente invenção, um corpo estrutural quepode absorver e vaporizar líquido estavelmente por um longo período detempo. O corpo estrutural pode, então, ser usado adequadamente para va-porizadores que absorvem e vaporizam várias soluções inseticidas, soluçõesaromatizantes, soluções desodorizantes e similar.

Claims (26)

1. Corpo estrutural compreendendo:partículas, eum corpo estrutural fibroso,em que pelo menos parte das partículas está presente na forma de um a-gregado ligado ao corpo estrutural fibroso.
2. Corpo estrutural de acordo com a reivindicação 1, em que aspartículas têm um diâmetro de partícula médio de 1 a 500 um.
3. Corpo estrutural de acordo com a reivindicação 1 ou 2, emque as partículas são partículas inorgânicas.
4. Corpo estrutural de acordo com a reivindicação 3, em que aspartículas inorgânicas são sílica.
5. Corpo estrutural de acordo com qualquer uma das reivindica-ções 1 a 4, em que o corpo estrutural fibroso é papel, tecido tecido ou tecidonão-tecido.
6. Corpo estrutural de acordo com qualquer uma das reivindica-ções 1 a 5, em que o corpo estrutural fibroso é de formato colunar.
7. Dispositivo de liberação de vapor compreendendo:um reservatório contendo um líquido vaporizável, eum pavio feito do corpo estrutural como definido em qualqueruma das reivindicações 1 a 6, o pavio estando localizado de maneira tal queuma parte do pavio é imersa dentro do líquido vaporizável e a outra parte dopavio é exposta para o exterior do reservatório.
8. Dispositivo de liberação de vapor de acordo com a reivindica-ção 7, compreendendo ainda dispositivos de aquecimento para aquecimentode uma porção do pavio, a porção não sendo imersa no líquido vaporizável.
9. Dispositivo de liberação de vapor de acordo com a reivindica-ção 7 ou 8, em que o líquido vaporizável compreende um componente inse-ticida.
10. Dispositivo de liberação de vapor de acordo com a reivindi-cação 9, em que o líquido vaporizável compreende ainda um solvente orgâ-nico.
11. Dispositivo de liberação de vapor de acordo com a reivindi-cação 10, em que o líquido vaporizável compreende ainda água.
12. Dispositivo de liberação de vapor de acordo com a reivindi-cação 9, em que o componente inseticida é um composto piretroide.
13. Método de liberação de vapor compreendendo as ações queseguem:imersão de uma parte do corpo estrutural como definido emqualquer uma das reivindicações 1 a 6, dentro de um líquido vaporizável,deste modo fazendo com que o corpo estrutural absorva o líquido, eliberação, a partir do corpo estrutural, de vapor gerado a partirdo líquido vaporizável absorvido.
14. Kit para liberação de vapor compreendendo o corpo estrutu-ral como definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 6.
15. Pavio feito do corpo estrutural como definido em qualqueruma das reivindicações 1 a 6.
16. Método para produção de um corpo estrutural, o métodocompreendendo:uma etapa de absorção de trazer pelo menos parte de um corpoestrutural fibroso em contato com um líquido de dispersão, em que partículassão dispersas em um meio líquido, deste modo fazendo com que o corpoestrutural fibroso absorva o líquido de dispersão, euma etapa de remoção de remoção do meio líquido a partir docorpo estrutural fibroso que absorveu o líquido de dispersão.
17. Método de acordo com a reivindicação 16, em que na etapade absorção o ato de trazer pelo menos parte de um corpo estrutural fibrosoem contato com um líquido de dispersão é realizado através de imersão depelo menos parte do corpo estrutural fibroso no líquido de dispersão.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, em que o corpoestrutural fibroso está em um formato colunar e na etapa de absorção o atode trazer pelo menos parte de um corpo estrutural fibroso em contato comum líquido de dispersão é realizado através de imersão de uma parte de ex-tremidade longitudinal do corpo estrutural fibroso no líquido de dispersão.
19. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 18, em que na etapa de remoção a remoção do meio líquido do corpo es-trutural fibroso que absorveu o líquido de dispersão é realizada através desecagem do corpo estrutural fibroso.
20. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 19, em que a etapa de absorção e a etapa de remoção são repetidas atéque a proporção de partículas que ficaram contidas no corpo estrutural fibro-so se torne 10 a 95% em peso, contanto que o peso do corpo estrutural sejadeixado ser 100% em peso.
21. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 20, em que a concentração das partículas no líquido de dispersão é 1 a 50% em peso.
22. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 21, em que o diâmetro de partícula médio das partículas é 1 a 500 nm.
23. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 22, em que o corpo estrutural fibroso é papel, tecido tecido ou tecido não-tecido.
24. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 23, em que as partículas são partículas inorgânicas.
25. Método de acordo com a reivindicação 24, em que as partí-culas inorgânicas são sílica.
26. Corpo estrutural produzido através do método como definidoem qualquer uma das reivindicações 16 a 25.
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