BRPI0903479A2 - sistema de conexão de torre de rotação e guindaste que utiliza o mesmo - Google Patents
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Abstract
A presente invenção refere-se a um guindaste de levantamento móvel que inclui uma torre de rotação feita de dois elementos laterais e dois elementos transversais extremos conectados um ao outro com uma conexão de torre de rotação que pode ser desconectada de tal modo que os elementos laterais e os elementos transversais extremos possam ser transportados individualmente entre locais de trabalho e remontados em um novo local de trabalho. Preferivelmente os dois elementos laterais são intercambiáveis um com o outro ao fazer a torre de rotação e os dois elementos transversais extremos são também intercambiáveis um com o outro. Além disto, cada um dos elementos laterais e elementos transversais extremos preferivelmente, têm uma seção de um trajeto de rolete e uma seção de uma engrenagem em anel presa a eles enquanto sendo transportados e montados.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SISTEMA DECONEXÃO DE TORRE DE ROTAÇÃO E GUINDASTE QUE UTILIZA O MESMO".
Antecedentes
A presente invenção refere-se a um sistema de conexão paraguindastes, tal como guindaste de levantamento móvel que utiliza lagartasmontadas em uma torre de rotação. A invenção fornece um sistema de co-nexão de modo que elementos de torre de rotação podem ser facilmenteseparados e reconectados em cada local de trabalho.
Guindastes de levantamento móveis tipicamente incluem umatorre de rotação que tem elementos móveis que engatam o solo, um leitorotativo conectado de maneira rotativa à torre de rotação de tal modo que oleito rotativo pode oscilar em relação aos elementos que engatam o solo;uma lança montada de maneira pivotante em uma porção frontal do leito ro-tativo com uma linha de levantamento de carga que se estende a partir dele,e contrapeso para ajudar a equilibrar o guindaste quando o guindaste levan-ta uma carga. Existem diferentes tipos de elementos que engatam o solo, demaneira mais notável pneus para guindastes montados em caminhões e la-gartas. As lagartas tipicamente têm uma estrutura, no mínimo um trem deacionamento suportado na estrutura; e uma esteira feita de uma pluralidadede sapatas de esteira conectadas e enroladas ao redor da estrutura e queengatam o trem de acionamento de modo que uma pluralidade das sapatasestão em contato com o trem de acionamento. Diversos guindastes têm du-as lagartas, uma de cada lado do da torre de rotação. Contudo, existem al-guns guindastes que têm quatro lagartas, duas de cada lado da torre de rotação.
Uma vez que um guindaste será muitas vezes utilizado em di-versas localizações, ele precisa ser projetado de modo que ele possa sertransportado de um local de trabalho para o próximo. Movimentar um guin-daste pode ser uma tarefa formidável quando a máquina é grande e pesada.Por exemplo, limites de rodovia em cargas por eixo de veículo devem serobservados e obstáculos superiores podem ditar rotas longas inconvenientesa o local de trabalho. Uma solução para melhorar a mobilidade de grandesmáquinas de construção tais como guindastes é desmontá-las em compo-nentes menores, mais facilmente manipulados. Os componentes separadospodem então ser transportados para o novo local de trabalho onde eles sãomontados novamente. Por exemplo, a prática típica tem sido desconectar,remover e transportar as lagartas separadamente da torre de rotação doguindaste. Para um guindaste muito grande também pode ser necessárioseparar a torre de rotação em elementos individuais. A facilidade com a qualo guindaste possa ser desmontado e montado tem um impacto no custo totalde utilização do guindaste. Assim, na medida em que menos homens-horasão necessários para montar o guindaste, existe uma vantagem direta parao proprietário do guindaste.
Em guindastes convencionais cada uma das lagartas é tipica-mente aparafusada à torre de rotação do guindaste. Uma vez que as cone-xões entre as lagartas e a torre de rotação do guindaste devem suportartremendas cargas, o tamanho e o número de parafusos utilizados nestasconexões podem ser substanciais. Consequentemente, remover cada umadas lagartas da torre de rotação do guindaste requer usualmente o afrouxa-mento e remoção de inúmeros parafusos grandes de cada uma das cone-xões da lagarta para a torre de rotação. Uma vez que os componentes doguindaste estejam distribuídos para o novo local de trabalho, então as lagar-tas devem ser cuidadosamente alinhadas com a torre de rotação e cada umdos parafusos deve então ser reinserido e apertado para cada uma das co-nexões de lagarta para a torre de rotação. Como uma conseqüência, a co-nexão e desconexão das lagartas ao guindaste pode ser um processo difícile consumidor de tempo.
Para a própria torre de rotação houve projetos de guindaste on-de a torre de rotação era montada a partir de partes em um local de trabalho.
Um projeto particular tinha uma seção central com duas seções extremasque prendiam a seção central. Assim, o tamanho da torre de rotação estavalimitado a um tamanho máximo que pudesse ser transportado em três rebo-ques de transporte separados. Um dos outros problemas com projetos pre-cedentes conhecidos é que a engrenagem em anel e o trajeto de rolete quesão tipicamente carregados na torre de rotação quando o guindaste estáoperando, tinham que ser adicionados à torre de rotação depois que ela es-tivesse montada. Isto é um processo consumidor de tempo, uma vez quenormalmente a engrenagem em anel e as seções de trajeto de rolete sãoaparafusadas sobre a torre de rotação. Incluir estas peças nas seções detorre de rotação apresenta uma dificuldade, uma vez que as peças uma vezmontadas têm que casar de maneira muito próxima. Contudo, ao tentar ma-nipular grandes seções de torre de rotação e prendê-las juntas em um localde trabalho é mais fácil fazer a montagem se as seções puderem ser trazi-das juntas abaixando uma peça junto à outra peça, e tendo um sistema deconexão que se apoia no peso da peça que está sendo abaixada, para tra-zer as peças juntas quando a conexão é feita. Contudo, com este tipo deconexão é difícil conseguir a engrenagem em anel e as seções de trajeto derolete já aparafusadas a seções de torre de rotação próximo o suficienteuma da outra para fornecer um trajeto de rolete suave e engrenagem emanel não interrompida. Outra dificuldade surge se os componentes são todosdistintos e devem ser apresentados para a distribuição no local de trabalhona ordem certa, de modo que a próxima peça a ser adicionada ao conjuntochegue em seguida. Assim, permanece uma necessidade por uma torre derotação que possa ser facilmente separada em mais do que três peças etransportada e então remontada em um novo local de trabalho, e uma torrede rotação que possa ser separada em seções transportáveis, cada umaincluindo porções da engrenagem em anel.
Breve Sumário
A presente invenção inclui um guindaste que tem uma torre derotação que pode ser separada em no mínimo quatro peças. A invençãotambém envolve um guindaste que tem uma torre de rotação constituída deelementos transportáveis separadamente, na qual cada um dos elementosda torre de rotação tem uma seção de um trajeto de rolete e seção de umaengrenagem em anel ligada a ela. A invenção também envolve um métodopor meio do qual as seções da torre de rotação podem ser conectadas jun-tas a partir de uma posição lado a lado onde elas estão ambas na mesmaelevação respectiva como em seu estado montado.
Em um primeiro, aspecto a invenção é um guindaste de levan-tamento móvel que compreende uma torre de rotação feita de dois elemen-tos laterais e dois elementos transversais extremos de tal modo que cadaelemento lateral é conectada a cada elemento transversal extremo com umaconexão de torre de rotação que pode ser desconectado de tal modo que oselementos laterais e os elementos transversais extremos podem ser trans-portados individualmente entre locais de trabalho e remontados em um novolocal de trabalho; elementos que engatam o solo elevando a torre de rota-ção; um leito rotativo conectado de maneira rotativa à torre de rotação, de talmodo que o leito rotativo pode oscilar com relação aos elementos que enga-tam o solo, e uma lança montada de maneira pivotante no leito rotativo.
Em um segundo aspecto a invenção é um guindaste de levan-tamento que compreende uma torre de rotação feita de uma pluralidade deelementos com cada elemento conectado a outro elemento com uma cone-xão de torre de rotação que pode ser desconectada de tal modo que os ele-mentos podem ser transportados individualmente entre locais de trabalho eremontados em um novo local de trabalho, cada um dos elementos tendouma seção de um trajeto de rolete e uma seção de uma engrenagem emanel presa a ele; elementos que engatam o solo elevando a torre de rotaçãodo terreno; um leito rotativo conectado de maneira rotativa à torre de rota-ção, que inclui roletes posicionados no trajeto de rolete que suporta o leitorotativo sobre a torre de rotação e no mínimo uma engrenagem de aciona-mento que engata dentes na engrenagem em anel, de tal modo que o leitorotativo pode oscilar em relação aos elementos que engatam o solo terreno;e uma lança montada de maneira pivotante no leito rotativo.
Em um terceiro aspecto a invenção é um método de montar umguindaste de levantamento móvel que tem durante operação i) uma torre derotação, ii) elementos que engatam o solo elevando a torre de rotação dosolo, iii) um leito rotativo conectado de maneira rotativa à torre de rotação,de tal modo que o leito rotativo pode oscilar em relação ao elemento queengata o solo, e iv) uma lança montada de maneira pivotante no leito rotati-vo, com uma linha de guincho de carga que se estende a partir dela; o mé-todo compreendendo a) fornecer primeiro e segundo elementos laterais quesão intercambiaveis uns com os outros ao fazer a torre de rotação, e forne-cer primeiro e segundo elementos transversais extremos que são intercam-biaveis um com o outro ao fazer o conector da torre de rotação, no qual cadaelemento lateral é conectável a cada elemento transversal extremo com umaconexão de torre de rotação que pode ser desconectada de tal modo que oselementos laterais e os elementos transversais extremos podem ser trans-portados individualmente entre locais de trabalho e remontados em um novolocal de trabalho; b) orientar o primeiro elemento lateral e o primeiro elemen-to transversal extremo de modo que eles sejam espaçados separados longi-tudinalmente, porém estejam na mesma posição vertical relativa, um em re-lação ao outro, ao serem uma vez conectados para formar a torre de rota-ção; c) mover o primeiro elemento lateral e o primeiro elemento transversalextremo apenas horizontalmente para uma posição conectada; d) prender oprimeiro elemento lateral ao primeiro elemento transversal extremo e e) co-nectar o segundo elemento lateral e segundo elemento transversal extremoao combinado primeiro elemento lateral e primeiro elemento transversal ex-tremo.
A torre de rotação do guindaste preferido inclui conectores quepermitem à torre de rotação ser separada, em no mínimo dois elementoslaterais e dois elementos transversais extremos transportados para o novolocal de trabalho como elementos separados, e então rapidamente remonta-da no novo local de trabalho. O sistema de conexão permite às seções detorre de rotação serem conectadas a partir de uma posição lado a lado comapenas movimento relativo lateral. Além disto, seções da engrenagem emanel e do trajeto de rolete podem permanecer aparafusadas de maneirapermanente às seções da torre de rotação. Em modalidades preferidas osdois elementos laterais são intercambiaveis um com o outro, como o são osdois elementos transversais extremos, o que simplifica a apresentação dasseções antes da montagem. Estas e outras vantagens da invenção, bemcomo a própria invenção, serão mais facilmente entendidas à vista dos de-senhos anexos.
O guindaste que utiliza a torre de rotação da presente invençãopode também utilizar outra invenção relacionada ao sistema de conexão delagartas à torre de rotação montada através de conexões de munhão. Comoresultado, a especificação descreve ambos, a conexão de torre de rotaçãoda presente invenção juntamente com o sistema de conexão de lagarta. Osdesenhos também mostram ambas as invenções.
Breve descrição dos desenhos
A figura 1 é uma vista lateral em elevação de um guindaste delevantamento móvel que utiliza a presente invenção.
A figura 2 é uma vista em perspectiva do guindaste da figura 1.
A figura 3 é uma vista em perspectiva da torre de rotação e la-gartas utilizadas no guindaste da figura 1.
A figura 3A é uma vista em perspectiva de um elemento trans-versal extremo que constitui a torre de rotação utilizada no guindaste da figu-ra 1.
A figura 3B é uma vista em perspectiva de um elemento lateralque constitui a torre de rotação utilizada no guindaste da figura 1, com con-traventamentos da torre de rotação em uma posição de armazenagem.
A figura 3C é uma vista em perspectiva da conexão entre umelemento lateral e um elemento transversal extremo da torre de rotação noguindaste da figura 1.
A figura 4 é uma vista em perspectiva explodida de um elementolateral e de um elemento transversal extremo e uma lagarta do guindaste dafigura 1.
A figura 5 é uma vista em perspectiva de um combinado lagartae conjunto de munhão do guindaste da figura 1 em um reboque de transpor-te.
A figura 6 é uma vista em perspectiva de quatro munhões doguindaste da figura 1 em um reboque de transporte para transporte de ma-neira separada da lagarta ou elementos da torre de rotação.
A figura 7 é uma vista em perspectiva de um combinado viga detorre de rotação e conjunto de munhão do guindaste da figura 1 em um re-boque de transporte.
A figura 8 é uma vista em seção transversal do munhão e ele-mento da torre de rotação do guindaste da figura 1, que mostra o conjuntoquando o munhão ou está sendo instalado ou sendo removido do elementoda torre de rotação.
A figura 9 é uma vista em seção transversal de um munhão co-mo instalado em um elemento da torre de rotação do guindaste da figura 1.
A figura 9A é uma vista em perspectiva parcialmente em seçãotransversal do munhão instalado no elemento da torre de rotação da figura 9.
A figura 10 é uma vista em seção transversal feita ao longo dalinha 10-10 da figura 8.
A figura 11 é uma vista superior em planta, parcialmente rompi-da e removida, da lagarta e conjunto de munhão utilizados no guindaste dafigura 1 em um modo de transporte, como mostrado na figura 5.
A figura 12 é uma vista em seção transversal feita ao longo dalinha 12-12 da figura 11.
A figura 13 é uma vista superior em planta, parcialmente rompi-da e removida, da lagarta e conjunto de munhão, como utilizados no guin-daste da figura 1 sendo movido de sua configuração de transporte para umaposição de trabalho.
A figura 14 é uma vista em seção transversal feita ao longo dalinha 14-14 da figura 13.
A figura 15 é uma vista em seção transversal e parcialmente ex-plodida como a figura 9, porém que mostra uma primeira etapa da lagartasendo montada ao munhão já no lugar na torre de rotação.
A figura 15A é uma vista em seção transversal como a figura 9,porém que mostra uma segunda etapa da lagarta sendo montada a um mu-nhão já no lugar na torre de rotação.
A figura 16 é uma vista em seção transversal como a figura 8,porém que mostra o combinado lagarta e munhão sendo montado na torrede rotação.
A figura 17 é uma vista em seção transversal como a figura 9,porém que mostra a lagarta no lugar do no munhão com a lagarta e torre derotação em uma posição de trabalho.
A figura 17A é uma vista em perspectiva parcialmente rompida eremovida do munhão instalado na estrutura de lagarta como na figura 17.
A figura 18 é uma vista em seção transversal feita ao longo dalinha 18-18 da figura 17.
A figura 19 é uma vista extrema em elevação feita ao longo dalinha 19- 19 da figura 9, porém mostrando apenas os componentes do mu-nhão.
A figura 20 é uma vista em perspectiva do elemento tubular utili-zado no conjunto de munhão da figura 8.
A figura 21 é uma vista em perspectiva do cilindro hidráulico uti-lizado no conjunto de munhão da figura 8.
A figura 22 é uma vista em seção transversal feita ao longo dalinha 22-22 da figura 21.
A figura 23 é uma vista em perspectiva de uma placa de reten-ção utilizada para conectar o conjunto de munhão à torre rotativa como mos-trado na figura 9A.
A figura 24 é uma vista em perspectiva de um suporte preso àextremidade do elemento tubular do munhão na extremidade da torre rotativa.
A figura 25 é uma vista em perspectiva de um suporte preso àextremidade do elemento tubular do munhão na extremidade da estrutura delagarta.
A figura 26 é uma vista em elevação lateral, parcialmente rompi-da, da guia cilíndrica longitudinal utilizada no conjunto de munhão da figura 9.
A figura 27 é uma vista superior em planta parcialmente rompidada guia cilíndrica longitudinal da figura 26.A figura 28 é uma vista em perspectiva da porção do elementotransversal do conector da estrutura de lagarta da figura 9.
A figura 29 é uma vista em perspectiva do anel de retenção utili-zado para prender o conjunto de munhão à torre de rotação como mostradana figura 9, com o anel de retenção em uma posição fechada.
A figura 30 é uma vista em perspectiva de metade do anel deretenção utilizado para prender a estrutura de lagarta ao conjunto de mu-nhão como mostrada na figura 17, a outra metade sendo idêntica.
A figura 31 é uma vista em perspectiva de um elo curto superiorutilizado para conectar o conjunto de munhão à estrutura de lagarta paramovê-lo para uma posição de trabalho como mostrado na figura 17.
A figura 32 é uma vista em perspectiva de um elo curto inferiorutilizado para conectar o conjunto de munhão à estrutura de lagarta paramovê-lo para uma posição de trabalho como mostrado na figura 17.
A figura 33 é uma vista em perspectiva de um elo de duas partesque juntamente formam o elo longo utilizado para conectar o conjunto demunhão à estrutura de lagarta em uma posição de transporte como mostra-da na figura 11.
A figura 34 é uma vista em perspectiva de um retentor utilizadopara conectar o elemento transversal e o pino capturado para a extremidadedo pistão dos cilindro hidráulico como mostrado na figura 17a.
Descrição detalhada dos desenhos e das modalidades atualmente preferidas
A presente invenção será agora mais descrita. Nas passagensque seguem, diferentes aspectos da invenção estão definidos em mais deta-lhe. Cada aspecto assim definido pode ser combinado com qualquer outroaspecto ou aspectos, a menos que claramente indicado o contrário. Em par-ticular, qualquer aspecto indicado como sendo preferido ou vantajoso, podeser combinado com qualquer outro aspecto ou aspectos indicados comosendo preferidos ou vantajosos.
Embora a invenção venha a ter aplicabilidade em outros tipos deequipamento de construção, ela será descrita em conexão com o guindastede levantamento móvel 10 mostrado em uma configuração operacional nasfiguras 1 e 2. O guindaste de levantamento móvel 10 inclui peças inferiorestambém referidas como uma torre de rotação 12 e elementos móveis de en-gatamento ao solo na forma de lagartas 14 e 16. Existem naturalmente duaslagartas frontais 14 e duas lagartas traseiras 16, somente uma de cada podeser vista na vista lateral da figura 1. Naturalmente lagartas adicionais àque-las mostradas podem ser utilizadas.
Um leito rotativo 20 é conectado de maneira rotativa à torre derotação 12 de tal modo que o leito rotativo pode oscilar com relação aos e-lementos de engatamento ao solo. O leito rotativo é montado à torre de rota-ção 12 com um anel giratório 31, melhor visto na figura 3, de tal modo que oleito rotativo 20 pode oscilar ao redor de um eixo com relação aos elementosde engatamento ao solo 14, 16. O leito rotativo suporta uma lança 22 mon-tada de maneira pivotante em uma porção frontal do leito rotativo; um mastro28 montado em sua primeira extremidade sobre o leito rotativo, e um engatetraseiro 30 conectado entre o mastro e uma porção traseira do leito rotativo euma unidade de contrapeso móvel 34 que tem contrapesos 43 sobre um e-lemento de suporte 33. Os contrapesos podem ser na forma de diversas pi-lhas de elementos contrapesos individuais sobre o elemento de suporte 33(a figura 2 é simplificada para efeito de clareza e não mostra os comprimen-tos completos da lança, mastro e engate traseiro.
Cordame do guincho da lança 25 entre o topo do mastro 28 elança 22 é utilizado para controlar o ângulo da lança e transferir a carga demodo que o contrapeso pode ser utilizado para equilibrar uma carga levan-tada pelo guindaste. Uma linha de guincho de carga 24 se estende desde alança 22 suportando um gancho 26. O leito rotativo 20 também pode incluiroutros elementos encontrados comumente em um guindaste de levantamen-to móvel, tal como uma cabine de operador, e tambores de guincho para ocordame 25 e a linha de guincho de carga 24. Se desejado, a lança 22 podecompreender uma vela montada de maneira pivotante no topo da lança prin-cipal ou outras configurações de lança. O engate traseiro 30 é conectadoadjacente ao topo do mastro 28, porém abaixo do mastro afastado o sufici-ente para que ele não interfira com outros itens conectados ao mastro. Oengate traseiro 30 pode compreender um elemento de treliça projetado paracarregar ambas, cargas de compressão e de tração, como mostrado na figu-ra 1. No guindaste 10 o mastro é mantido em um ângulo fixo em relação aoleito rotativo durante operações do guindaste, tal como uma operação depega, movimentação e colocação.
A unidade de contrapeso é móvel em relação ao restante do leitorotativo 20. Um elemento de tensão 32 conectado adjacente ao topo do mas-tro suporta a unidade de contrapeso em um modo suspenso. Uma estruturade movimento de contrapeso é conectada entre o leito rotativo e a unidadede contrapeso, de tal modo que a unidade de contrapeso pode ser movidapara, e mantida em diversas posições, inclusive uma primeira posição nafrente no topo do mastro (mostrada em linhas cheias na figura 1), e uma se-gunda posição para trás do topo do mastro (mostrada em linhas tracejadas na figura 1).
No mínimo um dispositivo de atuação linear, nesta modalidadeum conjunto de catraca e pinhão 36, e no mínimo um braço conectado demaneira pivotante em uma extremidade ao leito rotativo e em uma segundaextremidade ao conjunto de catraca e pinhão 36, são utilizados na estruturade movimento de contrapeso do guindaste 10 para mudar a posição do con-trapeso. O braço e o conjunto de catraca e pinhão 36 são conectados entreo leito rotativo e a unidade de contrapeso, de tal modo que a extensão e re-tração do conjunto de catraca e pinhão 36 muda a posição da unidade decontrapeso comparada com o leito rotativo. A figura 2 mostra o conjunto decatraca e pinhão 36 parcialmente estendido, o qual move a unidade de con-trapeso para uma posição intermediária tal como quando uma carga estásuspensa do gancho 26.
Uma estrutura do pivô 40, uma estrutura de placa soldada sóli-da, é conectada entre o leito rotativo 20 e a segunda extremidade do conjun-to de catraca e pinhão 36. O engate traseiro 30 tem uma configuração emforma de A com pernas inferiores separadas afastadas, que permite à estru-tura de movimento do contrapeso passar entre as pernas quando necessá-rio. O braço traseiro 38 é conectado entre a estrutura do pivô 40 e a unidadede contrapeso. Um conjunto de pinos 37 é utilizado para conectar o braçotraseiro 38 e a estrutura do pivô 40. O braço traseiro 38 é também uma es-trutura de placa soldada com uma porção inclinada 39 na extremidade queconecta à estrutura do pivô 40. Isto permite ao braço 38 conectar diretamen-te em linha com a estrutura do pivô 40.
O guindaste 10 é equipado com sistema de suporte de contra-peso 9, que pode ser solicitado a atender a regulamentos para guindaste emalguns países, mesmo embora o contrapeso nunca seja ajustado no solodurante uma operação de pega, movimentação e colocação. Uma vez que aunidade de contrapeso 34 pode mover o bastante para a frente em relação àfrente do leito rotativo, os suportes de contrapeso no sistema de suporte po-dem interferir com operações de oscilação, a menos que eles sejam suficien-temente espaçados separados. Contudo, isto torna a própria estrutura desuporte muito larga. O guindaste 10 assim utiliza uma estrutura de suportede contrapeso presa à unidade de contrapeso que inclui um sistema de su-porte telescópico de contrapeso.
O sistema de suporte de contrapeso 9 inclui no mínimo dois e-lementos de engatamento com o solo em forma de pés de suporte 41 quepodem fornecer suporte para o contrapeso no caso de uma liberação súbitada carga. O sistema de suporte compreende uma estrutura telescópica 35conectada aos e entre os elementos de engatamento com o solo 41, de talmodo que a distância entre os elementos que engatam o solo 41 pode serajustada. A unidade de contrapeso 34 é construída de tal modo que o siste-ma de suporte de contrapeso 9 pode ser removido e o guindaste pode fun-cionar ao mesmo tempo com e sem ele.
Como melhor visto nas figuras 3, 3A, 3B, 3C e 4, o guindaste delevantamento 10 compreende uma torre de rotação 12 feita de dois elemen-tos laterais 11 e dois elementos transversais extremos, a saber, conjuntos devigas de torre de rotação frontal e traseira 13. Cada elemento lateral 11 éconectado a cada elemento transversal extremo 13 com uma conexão detorre de rotação que pode ser desconectada, de tal modo que os elementoslaterais 11 e elementos transversais extremos 13 podem ser transportadosindividualmente entre locais de trabalho e serem remontados em um novolocal de trabalho. A torre de rotação 12 ainda compreende um elementotransversal central 15 que pode também ser desmontado dos elementos la-terais 11 e elementos transversais extremos 13. O elemento transversal cen-tral 15 inclui um pino mestre 17 sobre o qual o leito rotativo é montado demaneira pivotante, de tal modo que o leito rotativo 20 pode oscilar com rela-ção às lagartas 14, 16. Contraventamentos diagonais 19 são conectados aoelemento transversal central 15 e aos outros elementos da torre de rotação.Os elementos laterais de torre de rotação 11 são preferivelmente equipadoscom macacos que permitem à torre de rotação ser levantada de modo queas lagartas podem ser conectadas depois que os elementos de torre de ro-tação são conectados juntos. O trajeto do rolete e engrenagem em anel queconstituem o anel oscilante 31 são preferivelmente integrados com os ele-mentos de torre de rotação para reduzir o tempo de montagem.
Cada elemento lateral 11 é conectado a cada elemento trans-versal extremo 13 com uma conexão de torre de rotação que compreendeno mínimo um primeiro flange vertical e no mínimo dois segundos flangesverticais espaçados separados por uma distância maior do que a espessurado primeiro flange vertical, de tal modo que o primeiro flange se ajusta entreos segundos flanges quando os elementos de torre de rotação são conecta-dos. Cada um dos primeiro e segundo flanges tem uma base conectada aseu respectivo elemento lateral 11 ou elemento transversal extremo 13, aoqual eles são presos, e uma superfície frontal saliente. Como mostrado napresente modalidade, as conexões da torre de rotação nos elementos trans-versais extremos 13 compreendem cada uma dois primeiros flanges verticais142 e 144, e as conexões de torre de rotação nos elementos laterais 11compreendem quatro segundos flanges verticais 161, 162, 163 e 164. Cadaum dos primeiro e segundo flanges verticais tem dois furos horizontais atra-vés dos flanges, dimensionados e espaçados de modo que, quando o pri-meiro flange vertical é colocado entre os segundos flanges verticais os furospermitem que dois pinos sejam colocados através dos flanges conectando oelemento lateral ao elemento transversal extremo. Os primeiros flanges ver-ticais 142 e 144 no elemento transversal extremo 13 incluem furos inferiores146 e furos superiores 148. Os segundos flanges verticais 161-164 no ele-mento lateral 11 têm furos similares. Cada conexão de torre de rotação éfeita inserindo quatro pinos 168 através dos furos nos primeiro e segundoflanges verticais.
Elementos laterais 11 são preferivelmente intercambiáveis unscom os outros. Elementos transversais extremos 13 são também preferivel-mente intercambiáveis uns com os outros quando constituindo a torre derotação. Para fazer a torre de rotação 12, um primeiro elemento lateral 11 eum primeiro elemento transversal extremo 13 são primeiramente orientadosde modo que eles sejam espaçados separados longitudinalmente, porémestejam na mesma posição vertical relativa um em relação ao outro na qualeles estarão uma vez conectados para formar a torre de rotação. O primeiroelemento lateral e o primeiro elemento transversal extremo são então movi-dos apenas horizontalmente para uma posição conectada. Em seguida, oprimeiro elemento lateral é preso ao primeiro elemento transversal extremo.Finalmente, um segundo elemento lateral 11 e um segundo elemento trans-versal extremo 13 são conectados ao combinado primeiro elemento lateral eprimeiro elemento transversal extremo. A etapa de conectar um segundoelemento lateral e o segundo elemento transversal extremo ao combinadoprimeiro elemento lateral e primeiro elemento transversal extremo, compre-ende preferivelmente colocar um segundo elemento lateral e o combinadoprimeiro elemento lateral e primeiro elemento transversal extremo, de modoque eles sejam espaçados separados longitudinalmente, porém estejam namesma posição vertical relativa um em relação ao outro na qual eles estarãouma vez conectados para formar a torre de rotação e mover o segundo ele-mento lateral somente horizontalmente para uma posição conectada. Umaetapa de conectar um segundo elemento lateral e o segundo elementotransversal extremo ao combinado primeiro elemento lateral e primeiro ele-mento transversal extremo, preferivelmente ainda compreende colocar umsegundo elemento transversal extremo e o combinado primeiro elementolateral e segundo elemento lateral e o primeiro elemento transversal extremode modo que eles sejam espaçados separados longitudinalmente porém es-tejam na mesma posição vertical relativa um em relação ao outro na qualeles estarão uma vez conectados para formar a torre de rotação, e mover osegundo elemento transversal extremo apenas horizontalmente para umaposição conectada. Naturalmente, um elemento transversal central 15, queinclui um pino mestre sobre o qual o leito rotativo é montado de maneira pi-votante, é conectado aos primeiro e segundo elementos laterais conectadose os primeiro e segundo elementos transversais extremos. Preferivelmente,a etapa de prender o primeiro elemento lateral ao primeiro elemento trans-versal extremo ainda compreende conectar um contraventamento diagonal19 entre pontos intermediários do primeiro elemento lateral e do primeiroelemento transversal extremo.
Para ajudar a alinhar os furos nos primeiro e segundo flangesverticais, e assim conectar rapidamente os elementos da torre de rotaçãojuntos, o sistema de conexão de torre de rotação preferido inclui um aspectode localização. Qualquer dos primeiro ou segundo flanges inclui um entalheformado na superfície frontal saliente do flange em uma elevação entre aelevação dos dois furos, e o outro dos primeiro ou segundo flanges inclui umpino capturado na superfície frontal saliente em uma elevação entre as ele-vações dos dois furos. Na modalidade mostrada, o entalhe 145 é fornecidonos primeiros flanges verticais 142 e 144 e o pino capturado 165 se estendeentre pares dos dois segundos flanges verticais, um entre flanges 161 e 162e outro entre flanges 163 e 164. A profundidade do entalhe 145, a posiçãodo pino 165, e as respectivas elevações dos pinos e entalhes operam emconjunto de modo que quando o elemento lateral 11 é trazido juntamentecom o elemento transversal extremo 13, os pinos 165 se ajustam nos enta-lhes 145 e os furos nos flanges estão alinhados. Um cilindro hidráulico 186(figura 3C) montado entre o suporte 152 no elemento transversal extremo 13e suporte 154 no elemento lateral 11 podem ser ativados para ajudara puxaros elementos 11 e 13 para posição para inserção dos pinos 168. Dois pinossão então inseridos através de furos nas estruturas de conexão da torre derotação do primeiro elemento lateral e do primeiro elemento transversal ex-tremo que são alinhados na posição operacional para prender o primeiroelemento lateral ao primeiro elemento transversal extremo. Além disto, em-purradores hidráulicos do pino são preferivelmente montados nos elementoslaterais 11 adjacentes a cada um dos quatro pinos 168 para empurrar demaneira hidráulica os pinos através dos furos nos primeiro e segundo flan-ges verticais.
O guindaste 10 também inclui elementos que engatam o solo naforma de lagarta 14 e 16 que elevam a torre de rotação do terreno. O siste-ma de conexão de lagarta para as lagartas preferidas presas ao guindasteserá delineado agora. Embora o sistema de conexão de lagarta descritoabaixo seja preferivelmente utilizado com a torre de rotação feita de acordocom a presente invenção, a presente invenção também pode ser utilizadacom guindastes que têm conjuntos de lagarta e sistemas de conexão de la-garta convencionais.
Duas lagartas 14 e 16 têm, cada uma, no mínimo um e preferi-velmente dois trens de acionamento 23 (figura 4) suportados na estrutura delagarta 27; e uma esteira feita de uma pluralidade de sapatas de esteira co-nectadas 29, cada uma tendo uma superfície que engata o solo e uma su-perfície interna oposta à superfície que engata o solo. A esteira é enroladaao redor dos trens de acionamento 23, de modo que uma pluralidade dassapatas estão em contato com o trem de acionamento e a esteira passa aoredor da estrutura.
Como visto na figura 4, um munhão 50 conecta a estrutura delagarta 27 à torre de rotação 12. O munhão 50 pode ser instalado nos con-juntos frontal e traseiro da torre de rotação 13 e também se ajusta dentro deum furo 21 na estrutura de lagarta 27. O munhão 50 tem um eixo longitudinal51. A estrutura de lagarta 27 é presa à torre de rotação 12 de modo a sercapaz de pivotar em relação à torre de rotação 12 ao redor do eixo 51. Comoobservado acima, o munhão 50 pode ser transportado por si mesmo em umreboque de transporte 8, caso em que todos os quatro munhões 50 utiliza-dos no guindaste podem ser transportados no mesmo reboque (figura 6); ouele pode ser transportado enquanto conectado a uma lagarta 14, 16 (figura5), ou ele pode ser transportado enquanto instalado em qualquer dos conjun-tos de viga frontal ou traseira da torre de rotação 13 (figura 7). Naturalmente,um ou mais dos munhões separados 50 pode ser transportados no mesmoreboque 8 que outros componentes do guindaste, desde que os limites depeso máximo sejam observados.
As figuras 8-19 mostram detalhes do munhão 50, como ele seconecta ao conjunto de viga de torre de rotação 13 e a estrutura de lagarta27, e como ele é instalado em qualquer do conjunto de viga de torre de rota-ção ou lagarta, e como todo o arranjo aparece em sua configuração de tra-balho. As figuras 20-34 mostram componentes individuais utilizados paraconstituir o conjunto de munhão e suas conexões à torre de rotação e à es-trutura de lagarta. Como observado acima, o munhão pode ser instaladoprimeiro no conjunto de viga de torre de rotação 13 e então a lagarta presa,ou o munhão pode ser instalado na lagarta e então a combinação de lagartae munhão presa à torre de rotação. Também quando preso à lagarta, o mu-nhão pode ser preso em sua posição de trabalho (figuras 13,14 e 16) ou emuma posição de transporte (figuras 11 e 12), onde a largura do combinadolagarta e munhão é reduzida para atender às limitações de dimensão detransporte.
O munhão 50 tem dois componentes principais, um elementotubular principal central oco 52 e um mecanismo de autofixação que incluium atuador linear, preferivelmente um cilindro hidráulico. O conjunto de mu-nhão também inclui uma guia cilíndrica longitudinal 59 e suportes extremos110 e 112 discutidos em mais detalhe abaixo.
Quando o guindaste é montado ela primeira vez, o atuador linearé conectado entre a estrutura de lagarta e a torre de rotação, e se estendeatravés do elemento principal tubular central oco 52. O elemento tubular 52com o eixo longitudinal 51 tem uma primeira extremidade 53 configuradapara conexão a uma torre de rotação de guindaste e uma segunda extremi-dade 54 configurada para conexão a uma estrutura de lagarta. A figura 20mostra o elemento tubular 52. Preferivelmente, a extremidade 53 é configu-rada para ser capturada na torre de rotação em uma posição fixa enquanto aextremidade 54 é configurada para permitir movimento de rotação da estru-tura de lagarta 27 em relação ao munhão, e daí em relação à torre de rota-ção 12 ao redor do eixo longitudinal 51. Naturalmente, a primeira extremida-de 53 poderia ser configurada para uma conexão rotativa na torre de rotaçãopara fornecer o movimento de rotação relativo da lagarta ao redor do eixo51. A primeira extremidade 53 tem um diâmetro exterior menor do que omeio do elemento tubular 52. Como visto nas figuras 8 e 9, a seção de diâ-metro menor é apenas ligeiramente menor do que um primeiro furo de mon-tagem 61 dentro do conjunto de viga de torre de rotação 13. O diâmetro daseção central é apenas ligeiramente menor do que o furo de montagem exte-rior 62 no conjunto de viga de torre de rotação 13. O elemento tubular 52inclui um entalhe 57 em ambos os lados da primeira extremidade 53 que éutilizado para impedir que o elemento tubular gire como explicado abaixo.
Dois suportes 110 (figura 24) são aparafusados à primeira ex-tremidade do elemento tubular 52 (figura 9A) e dois suportes 112 (figura 25)são aparafusados à segunda extremidade do elemento tubular 52 (figura17A). Estes suportes são utilizados para conectar outros elementos ao ele-mento tubular 52. Os suportes 110 são feitos para serem idênticos, mesmoembora somente um deles seja utilizado para montar a guia cilíndrica longi-tudinal 59 (figuras 26 e 27) dentro do elemento tubular e assim utilizar oflange de montagem interior. Contudo, fazê-los idênticos é preferível de umponto de vista de fabricação. Da mesma maneira, os dois suportes 112 sãoidênticos um ao outro. Os suportes 110 têm dois furos nos flanges de mon-tagem exteriores. O furo inferior é utilizado para conectar à placa de reten-ção 87. O furo superior 113 (melhor visto na figura 9A) é simplesmente umfuro queimado que pode ser utilizado para conectar sobre e levantar o mu-nhão 50.
O mecanismo de autofixação é preferivelmente operado de ma-neira hidráulica e preferivelmente inclui um cilindro hidráulico 70 montadodentro do elemento tubular 52. O cilindro hidráulico 70 tem um furo 101 (verfiguras 21 e 22) , um pistão 102 montado no furo e que forma uma extremi-dade de pistão 71 do cilindro e uma haste 72 conectada ao pistão oposta àextremidade de pistão e que se estende para fora de uma extremidade desaída do furo, formando assim uma extremidade de haste do cilindro. O cur-so do cilindro 70 não precisa ser o comprimento total do tubo do munhão, demodo que a extremidade do pistão do cilindro tem um espaçador 103 cons-truído nele, fechado por um elemento extremo 104. Fluido hidráulico penetrano furo 101 através da linha 107 para atuar contra o pistão 102 e estender ahaste 72 com fluido hidráulico no furo na extremidade da haste do cilindroque sai através da linha hidráulica 106. Quando o cilindro deve ser retraído,fluido é forçado para dentro através da linha 106 e sai da linha 107. O cilin-dro é dotado de orelhas de levantamento 108 em seu exterior para ajudar nolevantamento do cilindro 70 durante montagem no munhão.
Um conector de torre de rotação 80 é preso à extremidade dahaste do cilindro hidráulico, e um conector de estrutura de lagarta 90 é presoà extremidade do pistão do cilindro hidráulico 70. Estes poderiam natural-mente ser invertidos, com o conector de torre de rotação 80 preso à extremi-dade de pistão 71 do cilindro hidráulico. No arranjo mostrado na figura 9 aprimeira extremidade 53 do elemento tubular 52 é conectada de maneiradestacável à a torre de rotação 12 e a extremidade de haste do cilindro hi-dráulico é também conectada à torre de rotação 12 através do conector detorre de rotação 80. Depois que a lagarta está instalada como discutido a-baixo e como mostrado na figura 17, a segunda extremidade 54 do munhãoé conectada de maneira destacável à estrutura de lagarta 27, e a extremida-de do pistão 71 do cilindro hidráulico é conectada à estrutura de lagarta 27adjacente à segunda extremidade do munhão por meio do conector da estru-tura de lagarta 90. O elemento tubular 52 inclui uma primeira ranhura circun-ferencial 55 na superfície exterior do elemento tubular, configurada para a-comodar um anel de retenção 81 (figuras 9A e 29) para manter o munhão nolugar dentro do conjunto de viga de torre de rotação 13. O elemento tubular52 também inclui uma segunda ranhura circunferencial 56 na superfície exte-rior do elemento tubular adjacente à segunda extremidade, também configu-rada para acomodar um anel de retenção 96 (figura 30) como explicado a-baixo. O cilindro hidráulico 70 é conectado a um rolete 58 que pode rolar aolongo da guia cilíndrica longitudinal 59 presa ao interior do elemento tubulardo munhão 52. O conector de torre de rotação 80 é utilizado para co-nectar o cilindro hidráulico à torre de rotação para certas operações. De ou-tra maneira o conector de torre de rotação pode ser preso à primeira extre-midade do elemento tubular do munhão 52.
O conector preferido 80 compreende um elemento de grampo U82 preso em uma primeira extremidade à haste do cilindro hidráulico 72, ogrampo U tendo duas extensões 84, cada uma tendo um furo 83 para conec-tar o grampo U à torre de rotação. Quando o conector de torre de rotação 80está conectado ao conjunto de viga de torre de rotação 13, as extensões 84do elemento de grampo U 82 circundam um elemento tubular 18 que é presoentre placas dentro do conjunto de viga transversal da torre de rotação 13(ver figuras 9A, 10 e 18). Os entalhes 87 no elemento tubular do munhão 52também se estendem ao redor do elemento tubular 18 impedindo assim queo elemento tubular 52 gire. Os pinos são colocados através dos furos 83 noelemento de grampo U 82 e furos 122 em placas de retenção 87 (figura 23)para pinar juntos o elemento de grampo U 82 e as placas de retenção 87. Asplacas de retenção 87 também têm metade de um entalhe circular 124 quese ajusta contra o lado traseiro do elemento tubular 18 (figura 9A) prendendoassim a extremidade de haste do cilindro ao conjunto de viga de torre derotação 13. Furos 126 em orelhas 128 de placas de retenção 87 são utiliza-dos para conectar as placas de retenção 87 aos furos 111 no flange de mon-tagem em suportes 110, prendendo assim ainda mais o elemento tubular domunhão 52 ao elemento tubular 18 e assim o restante do conjunto de vigade torre de rotação 13. A figura 9A mostra a localização de uma orelha delevantamento 120 soldada ao topo do conjunto de viga de torre de rotação13 e um furo de acesso 117 que é feito no material de chapa do conjunto deviga de torre de rotação, para ter acesso aonde furos são usinados para in-serir o elemento tubular 18.
Quando o conector de torre de rotação 80 não está conectado àtorre de rotação, os furos 83 são ainda utilizados para pinar o conector 80 àsplacas de retenção 87 as quais, por sua vez, são pinadas a suportes 110permitindo que o conector 80 seja conectado à primeira extremidade do e-lemento tubular do munhão 52, permitindo assim que o cilindro hidráulicoempurre contra a primeira extremidade 53 do munhão, de modo a estender aextremidade de pistão do cilindro hidráulico para fora da segunda extremida-de do elemento tubular de munhão 52.
Alternativamente, como mostrado na figura 8, as placas de re-tenção 87 e grampos U 82 podem ser pinados juntos ao redor do elementotubular 18 e podem ser "despinados" dos suportes 110, permitindo assimque o munhão seja puxado para dentro ou para fora do conjunto de viga detorre de rotação utilizando o cilindro hidráulico 70.
O conector da estrutura de lagarta preferido 90 é feito de diver-sos componentes, inclusive um elemento de grampo U 92 (figuras 21 e 22)conectado na extremidade de pistão 71 do cilindro hidráulico 70, um elemen-to transversal 91 (figura 28) e retentores 114 (figura 34). Retentores 114 têmum entalhe central 116 e dois furos 118. O elemento de grampo U 92 temuma forma de grampo U diferente do que o elemento de grampo U 82 e éformado de duas placas paralelas com furos 97 nelas.
O elemento transversal 91 tem um elemento principal 134, umelemento transversal 136 e um elemento de reforço 138 que ajuda a prendero elemento transversal 136 ao elemento principal 134. O elemento principal134 tem uma extensão 131 em sua região central com um furo com um pinocapturado 132 no furo. O elemento principal também inclui um par interno defuros 93 e um par externo de furos 133. O elemento transversal 136 tambéminclui um par de furos 137. Furos 93 são utilizados para prender o conectorda estrutura de lagarta 90 à segunda extremidade 54 do elemento tubular 52conectando o elemento transversal 91 a suportes 112 e, assim, ao elementotubular de munhão 52. Furos 133 e 137 são utilizados para pinar o elementotransversal 91 à estrutura de lagarta através de diversos elos.
Dois conjuntos de elos são utilizados dependendo de onde aestrutura de lagarta 27 está em relação ao munhão 50. Na posição das figu-ras 11 e 12 dois elos horizontais longos idênticos 94 (figura 33) são utiliza-dos. Na posição das figuras 15 e 16 dois elos curtos ligeiramente diferentessão utilizados, o elo superior 95 (figura 31) e elo inferior 105 (figura 32).
O conector da estrutura de lagarta 90 é montado colocando opino capturado 132 do elemento transversal 91 no entalhe do grampo U 92.Dois retentores 114 são então colocados paralelos a e em lados opostos doelemento principal 134 de modo que seu entalhe central 116 se ajuste aoredor do pino capturado 132 a partir do lado traseiro. Pinos são colocadosatravés de furos 118 de retentores 114 e furos 97 do elemento de grampo U92. Isto prende o elemento transversal 91 a um cilindro hidráulico com umaconexão pivotante ao redor do pino 132. O elemento transversal 91 é assimconectado em sua porção central à segunda extremidade do atuador linear70 através do pino 132, retentores 114 e grampo U 92 e os pinos atravésdos furos 97 e 118.
O munhão 50 é conectado à torre de rotação 12 como a seguir.Primeiro o munhão 50 é colocado adjacente à torre de rotação 12 como nafigura 8. O conector da estrutura de lagarta 90 é pinado à segunda extremi-dade 54 do munhão por meio de pinos através de furos 93 e dos furos emsuportes 112. O cilindro hidráulico 70 é estendido, o que empurra a haste 72para fora a um ponto no qual o conector de torre de rotação 80 pode ser co-nectado à torre de rotação (figura 8) quando o grampo U 82 circunda o ele-mento tubular 18. O conector de torre de rotação 80 é então conectado àtorre de rotação pinando as placas de retenção 87 através de furos 122 emplacas 87 e furos 83 no elemento de grampo U 82. O cilindro 70 é então re-traído puxando, com isto, o munhão 50 para uma posição de trabalho emrelação à torre de rotação (figura 9). Neste ponto o anel de retenção 81 podeser apertado na ranhura 55 e pinos podem ser colocados através de furos126 em placas de retenção 87 e os furos nos suportes 110.
A lagarta é presa primeiro "despinando" o conector da estruturade lagarta 90 da segunda extremidade do elemento tubular 52 e colocando alagarta adjacente ao munhão. Como mostrado na figura 15, isto preferivel-mente conduz a remover não somente os pinos através dos furos 93 mastambém tirando os pinos de furos 118 através dos retentores 114, de modoque o elemento transversal 91 pode ser removido completamente do grampoU 92. Desta maneira, quando o cilindro hidráulico 70 é estendido o grampo U92 pode passar através do furo 21 na estrutura de lagarta sem temer que oelemento transversal 91 ou seja danificado ou danifique a bucha ao redor daqual a estrutura de lagarta e pinhão pivotam. Como visto na figura 15a, a ex-tensão do cilindro 70 agora força a porção grampo U 92 do conector da es-trutura de lagarta 90 a um ponto no qual o elemento transversal 91 pode serpreso novamente a ambos, ao grampo U 92 e aos suportes 112, e então oconector da estrutura de lagarta 90 pode ser conectado à estrutura de lagar-ta 27. Elos curtos 95 e 105 são conectados entre a estrutura de lagarta 27 eo conector da estrutura de lagarta 90 pinando através dos furos nos elos 95e 105 e os furos 133 no elemento transversal 91.
Retrair o cilindro hidráulico 70 puxa a estrutura de lagarta parauma posição de trabalho em relação ao munhão (figura 17). A etapa de pu-xar a estrutura de lagarta para uma posição de trabalho em relação ao mu-nhão envolve puxar o furo de estrutura de lagarta 21 sobre uma porção ex-trema do elemento tubular central oco 52. Neste ponto um anel de retenção96 (a figura 30 mostra metade do anel, a outra metade sendo idêntica) é co-nectado na ranhura 56, prendendo ainda mais a estrutura de lagarta ao ele-mento tubular do munhão 52 e assim a lagarta à torre de rotação 12. Tam-bém como mostrado em linhas tracejadas na figura 17A, os elos 95 e 105são desconectados do elemento transversal 91. O elo superior 95 tem seusegundo pino puxado enquanto o elo 95 é pivotado para cima, e então rein-serido de modo que o elo 95 permaneça em uma posição levantada. O eloinferior 105 é simplesmente deixado pivotar para baixo. Nestas posições oselos 95 e 105 não irão interferir com o elemento transversal 91. Assim, omunhão e a estrutura de lagarta são conectados juntos, porém a estruturade lagarta 27 é capaz de girar ao redor do eixo 51 do munhão 50.
A etapa de retrair o cilindro hidráulico 70, puxando com isto omunhão para uma posição de trabalho em relação à torre de rotação, podeocorrer em uma etapa precedente da montagem do guindaste, uma vez queo munhão pode ser transportado para um novo local de trabalho enquantoconectado a um elemento da torre de rotação, como visto na figura 7. Nestecaso, como quando seguindo o procedimento delineado acima quando oguindaste é montado no novo local de trabalho, a lagarta é conectada aocombinado munhão e torre de rotação depois que o munhão está conectadoao conjunto de viga de torre de rotação 13, o que ocorreu anteriormente.
As etapas de montagem podem ser invertidas e o munhão co-nectado primeiro à estrutura de lagarta. Neste arranjo, primeiro o munhão 50é colocado adjacente à lagarta 16. O conector de torre de rotação 80 é dei-xado conectado à primeira extremidade 53 do elemento tubular 52 e o co-nector de estrutura de lagarta 90 é desconectado da segunda extremidade54 do elemento tubular 52. O cilindro hidráulico 70 é estendido, o que em-purra a extremidade de pistão 71 para fora a um ponto no qual o conector daestrutura de lagarta 90 pode ser conectado à estrutura de lagarta 27. O co-nector da estrutura de lagarta 90 é conectado com os elos curtos 95 e 105 àestrutura de lagarta 27. O cilindro 70 é retraído puxando com isto a estruturade lagarta para uma posição de trabalho em relação ao munhão. O combi-nado lagarta e munhão é então preso à torre de rotação "despinando" pri-meiro o conector de torre de rotação 80 da primeira extremidade 53 do ele-mento tubular 52, e colocando o munhão adjacente à torre de rotação. Es-tender o cilindro hidráulico 70 agora força o conector de torre de rotação 80para um ponto no qual o conector de torre de rotação pode ser conectado àtorre de rotação. Retrair o cilindro hidráulico 70 puxa o munhão para a torrede rotação depois do que o anel de retenção 81 pode ser colocado na ranhu-ra 55.
Mais freqüentemente, em vez de conectar primeiramente o mu-nhão à estrutura de lagarta em um local de trabalho, a estrutura de lagarta emunhão são deixados em uma posição conectada e transportados juntoscomo mostrado na figura 5. Contudo, quando isto acontece o munhão étransportado para um novo local de trabalho em uma posição de transportedentro da estrutura de lagarta, na qual o elemento tubular 52 é posicionadode maneira mais centralizada dentro da estrutura de lagarta 27 (figuras 11 e12) do que em sua posição de trabalho (figuras 13 e 14). Isto é tornado pos-sível uma vez que o conector da estrutura de lagarta 90 é conectável comdois conjuntos diferentes de elos à estrutura de lagarta, o primeiro conjuntode elos 95 e 105 sendo utilizado quando o munhão é puxado para o furo a-través da estrutura de lagarta e em sua posição de trabalho, e o segundoconjunto de elos 94 sendo utilizado quando o munhão é movido para oupermanece na posição de transporte.
Para conseguir isto, o munhão é primeiramente retirado da torrede rotação. Os pinos que conectam suportes 110 às placas de retenção 87através dos furos 126 são removidos e o anel de retenção 81 é também re-movido. O anel de retenção 81 é feito de duas partes que são similares, ex-ceto que uma das partes tem uma aba mais longa utilizada para aparafusarjuntas as duas partes. Como visto na figura 29 esta aba mais longa forneceuma localização para bater um martelo se necessário para ajudar a abrir oanel uma vez que o parafuso através das abas seja removido.
Em segundo lugar, o cilindro hidráulico 70 é utilizado para em-purrar o munhão para fora dos furos 61 e 62 no conjunto de viga de torre derotação 13 enquanto a lagarta 16 está ainda presa ao munhão (figura 16). Oconector de torre de rotação 80 é então desconectado da torre de rotação"despinando" as placas de retenção 87 do elemento de grampo U 82. Com omunhão desconectado da torre de rotação o cilindro é retraído, e o conectorde torre de rotação 80 é novamente preso à primeira extremidade 53 do e-lemento tubular 52 "repinando" as placas de retenção 87 ao elemento degrampo U 82. Os elos curtos 95 e 105 são "despinados" de furos 133 (oueles estão ainda "despinados" se a lagarta foi deixada em uma relação detrabalho pivotante com o munhão). Como mostrado na figura 14, o cilindrohidráulico 70 é então estendido empurrando a extremidade de pistão do ci-lindro hidráulico para fora do elemento tubular do munhão. Em seguida, oselos longos 94 são conectados ao conector da estrutura de lagarta 90 pinan-do os elos 94 através dos furos 137 no elemento transversal 136 do elemen-to transversal 91. Agora, quando o cilindro hidráulico está retraído o elemen-to tubular do munhão 52 é puxado ainda mais dentro da estrutura de lagartaa a posição mostrada nas figuras 11 e 12. No novo local de trabalho, as últi-mas etapas são invertidas empurrando o munhão de volta para uma posiçãode trabalho. Quando não estão sendo utilizados os elos longos 94 são do-brados em uma posição de armazenagem mostrada na figura 17A e em li-nhas tracejadas nas figuras 11 e 13.
Neste arranjo, a etapa de retrair o cilindro hidráulico, puxandocom isto a estrutura de lagarta para uma posição de trabalho em relação aomunhão, ocorre antes das etapas de colocar o munhão adjacente à torre derotação e puxar o munhão para uma posição de trabalho com a torre de ro-tação. Também a etapa de retrair o cilindro hidráulico, com isto puxando aestrutura de lagarta para uma posição de trabalho em relação ao munhão,ocorre em uma etapa de montagem precedente do guindaste e o munhão étransportado para um novo local de trabalho enquanto conectado a uma es-trutura de lagarta, depois do que o guindaste é montado no novo local detrabalho e a lagarta e munhão são conectados à torre de rotação.
A modalidade preferida invenção fornece um guindaste de levan-tamento móvel que pode ser facilmente desmontado em cinco peças princi-pais, transportado entre locais de trabalho e rapidamente remontado. A torrede rotação pode ser desmontada em elementos laterais individuais e ele-mentos transversais extremos bem como um elemento central. O tamanhodo guindaste global pode ser grande mantendo as seções individuais pe-quenas o suficiente para o transporte normal em uma rodovia. Os elementoslaterais são intercambiáveis uns com os outros e os elementos transversaisextremos são também intercambiáveis uns com os outros tornando mais fácilapresentar a distribuição da seção ao local de trabalho. A engrenagem emanel e o trajeto de rolete são constituídos de seções que permanecem pre-sas às seções da torre de rotação durante o transporte. O sistema de cone-xão permite às seções serem conectadas umas às outras com um movimen-to horizontal, tornando assim possível ter uma engrenagem em anel e trajetode rolete não interrompidos.
Deveria se entendido que diversas mudanças e modificações àsmodalidades presentemente preferidas descritas aqui serão evidentes àque-les versados na técnica. O sistema de conexão de torre de rotação e o sis-tema de transporte de munhão podem ser utilizados separadamente um dooutro. Tais mudanças e modificações podem ser feitas sem se afastar doespírito e escopo da presente invenção, e sem diminuir suas vantagens pro-jetadas. É portanto projetado que tais mudanças e modificações estejamcobertas pelas reivindicações anexas.
Claims (22)
1. Guindaste de levantamento móvel, que compreendea) uma torre de rotação feita de dois elementos laterais e doiselementos transversais extremos de tal modo que cada elemento lateral éconectado a cada elemento transversal extremo com uma conexão de torrede rotação que pode ser desconectada, de tal modo que os elementos late-rais e os elementos transversais extremos possam ser transportados indivi-dualmente entre locais de trabalho e remontados em um novo local de traba-lho;b) elementos que engatam o solo elevando a torre de rotação dosolo;c) um leito rotativo conectado de maneira rotativa à torre derotação, de tal modo que o leito rotativo possa oscilar em relação aos ele-mentos que engatam o solo; ed) uma lança montada de maneira pivotante no leito rotativo.
2. Guindaste de levantamento móvel de acordo com a reivindi-cação 1, no qual a conexão de torre de rotação compreende no mínimo umprimeiro flange vertical que tem uma base conectada a qualquer do elemen-to lateral ou elemento transversal extremo e uma superfície frontal saliente, eno mínimo dois segundos flange verticais espaçados separados por umadistância maior do que a espessura do primeiro falange vertical e cada umtendo uma base conectada ao outro do elemento lateral ou elemento trans-versal e uma superfície frontal saliente, cada um dos primeiro e segundoflanges verticais tendo dois furos horizontais através dos flanges dimensio-nados e espaçados de modo que, quando o primeiro falange vertical é colo-cado entre os segundos flanges verticais, os furos permitem que dois pinossejam colocados através dos flanges, conectando o elemento lateral ao ele-mento transversal extremo.
3. Guindaste de levantamento móvel de acordo com a reivindi-cação 2, ainda compreendendo um cilindro hidráulico montado entre o ele-mento transversal extremo e o elemento lateral, que pode ser ativado parapuxar os elementos para posição para inserção dos dois pinos.
4. Guindaste de levantamento de acordo com qualquer uma dasreivindicações 2 e 3, no qual a conexão de torre de rotação no elementotransversal extremo compreende dois primeiros flanges verticais e a cone-xão de torre de rotação no elemento lateral compreende quatro segundosflanges verticais e a conexão de torre de rotação é feita inserindo quatro pinos.
5. Guindaste de levantamento de acordo com a reivindicação 4,ainda compreendendo empurradores hidráulicos de pino montados no ele-mento lateral adjacente a cada um dos quatro pinos.
6. Guindaste de levantamento de acordo com qualquer uma dasreivindicações 2 a 5, no qual qualquer dos primeiro ou segundo flanges incluium entalhe formado na superfície frontal saliente do flange em uma elevaçãoentre as elevações dos dois furos, e o outro dos primeiro e segundo flangesinclui um pino capturado na superfície frontal saliente em uma elevação en-tre as elevações dos dois furos, a profundidade do entalhe, a posição do pi-no e as respectivas elevações do pino e entalhe operando em conjunto demodo que quando os elementos da torre de rotação são trazido juntos com opino no entalhe os furos nos flanges podem ser alinhados.
7. Guindaste de levantamento de acordo com a reivindicação 6,no qual o entalhe é fornecido no primeiro flange vertical e o pino capturadose estende entre os dois segundos flanges verticais.
8. Guindaste de levantamento de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 7, no qual os elementos que engatam o solo compreen-dem lagartas e o guindaste é um guindaste de levantamento móvel.
9. Guindaste de levantamento móvel de acordo com a reivindi-cação 8, no qual as lagartas compreendem no mínimo quatro lagartas, cadalagarta tendo uma estrutura de lagarta presa à torre de rotação por meio deum munhão que tem um eixo, a estrutura de lagarta sendo presa à torre derotação de modo a ser capaz de pivotar em relação à torre de rotação aoredor do eixo do munhão.
10. Guindaste de levantamento móvel de acordo com a reivindi-cação 9, no qual cada munhão é conectado a um elemento transversal ex-tremo da torre de rotação.
11. Guindaste de levantamento de qualquer uma das reivindica-ções 1 a 10, no qual a torre de rotação compreende um trajeto de rolete euma engrenagem em anel e o trajeto de rolete e a engrenagem em anel sãoconstituídos de quatro segmentos, cada segmento integrado com um doselementos da torre de rotação.
12. Guindaste de levantamento de acordo com qualquer umadas reivindicações 1 a 11, no qual os dois elementos laterais são intercam-biáveis um com o outro.
13. Guindaste de levantamento de acordo com qualquer umadas reivindicações 1 a 12, no qual os dois elementos transversais são inter-cambiáveis um com o outro.
14. Guindaste de levantamento de acordo com qualquer umadas reivindicações 1 a 13, no qual a torre de rotação ainda compreende umelemento transversal central que também pode ser desmontado dos elemen-tos laterais e elementos transversais, o elemento transversal central incluin-do um pino mestre sobre o qual o leito rotativo é montado de maneira pivo-tante.
15. Guindaste de levantamento que compreende:a) uma torre de rotação feita de uma pluralidade de elementos,com cada elemento conectado ao outro elemento com uma conexão de torrede rotação que pode ser desconectada, de tal modo que os elementos po-dem ser transportados individualmente entre locais de trabalho e remonta-dos em um novo local de trabalho, cada um dos elementos tendo uma seçãode um trajeto de rolete e uma seção de uma engrenagem em anel presa aele;b) elementos que engatam o solo elevando a torre de rotação doterreno;c) um leito rotativo conectado de maneira rotativa à torre de ro-tação, que inclui roletes posicionados no trajeto de rolete que suporta o leitorotativo na torre de rotação e no mínimo uma engrenagem de acionamentoque engata dentes na engrenagem em anel, de tal modo que o leito rotativopode oscilar em relação aos elementos que engatam o solo; ed) uma lança montada de maneira pivotante no leito rotativo.
16. Método de montar um guindaste de levantamento móvel, quetem durante operação: i) uma torre de rotação, e ii) elementos que engatamo solo elevando a torre de rotação do solo; iii) um leito rotativo conectado demaneira rotativa à torre de rotação, de tal modo que o leito rotativo pode os-cilar em relação ao elemento que engata o solo, e iv) uma lança montada demaneira pivotante no leito rotativo com uma linha de guincho de carga seestendendo a partir dela, o método compreendendo:a) fornecer primeiro e segundo elementos laterais que são inter-cambiáveis um com o outro ao fazer a torre de rotação, e fornecer primeiro esegundo elementos transversais extremos que são intercambiáveis um como outro ao fazer a torre de rotação, no qual cada elemento lateral é conectá-vel a cada elemento transversal extremo com uma conexão de torre de rota-ção que pode ser desconectada, de tal modo que os elementos laterais e oselementos transversais extremos possam ser transportados individualmenteentre locais de trabalho e remontados em um novo local de trabalho;b) orientar o primeiro elemento lateral e o primeiro elementotransversal extremo de modo que eles sejam espaçados separados longitu-dinalmente porém estejam na mesma posição vertical relativa, um em rela-ção ao outro, uma vez que eles serão conectados para formar a torre de rotação;c) movimentar o primeiro elemento lateral e o primeiro elementotransversal extremo apenas horizontalmente em uma posição conectada;d) prender o primeiro elemento lateral ao primeiro elementotransversal extremo, ee) conectar o segundo elemento lateral e o segundo elementotransversal extremo ao combinado primeiro elemento lateral e primeiro ele-mento transversal extremo.
17. Método de acordo com a reivindicação 16, ainda compreen-dendo a etapa de conectar um elemento transversal central que inclui umpino mestre sobre o qual o leito rotativo é montado de maneira pivotante aosprimeiro e segundo elementos laterais conectados e primeiro e segundo e-lementos transversais extremos.
18. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16e 17, no qual a etapa de prender o primeiro elemento lateral ao primeiro e-lemento transversal extremo ainda compreende conectar um contraventa-mento diagonal entre pontos intermediários do primeiro elemento lateral e doprimeiro elemento transversal extremo.
19. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 18, no qual a etapa de conectar o segundo elemento lateral e o segundoelemento transversal extremo ao combinado primeiro elemento lateral e pri-meiro elemento transversal extremo, compreende colocar o segundo ele-mento lateral e o combinado primeiro elemento lateral e primeiro elementotransversal extremo de modo que eles sejam espaçados separados longitu-dinalmente, porém estejam na mesmo posição vertical relativa, um em rela-ção ao outro, quando serão conectados uma vez para formar a torre de rota-ção e mover o segundo elemento lateral apenas horizontalmente para umaposição conectada.
20. Método de acordo com a reivindicação 19, no qual a etapade conectar o segundo elemento lateral e segundo elemento transversal ex-tremo ao combinado primeiro elemento lateral e primeiro elemento transver-sal extremo ainda compreende colocar o segundo elemento transversal ex-tremo e o combinado primeiro elemento lateral, segundo elemento lateral eprimeiro elemento transversal extremo de modo que eles sejam espaçadosseparados longitudinalmente, porém estejam no mesma posição vertical re-lativa um em relação ao outro quando eles serão uma vez conectados paraformar a torre de rotação, e mover o segundo elemento transversal extremoapenas horizontalmente para uma posição conectada.
21. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 20, no qual um cilindro hidráulico montado entre o primeiro elementotransversal extremo e o primeiro elemento lateral é ativado para puxar oselementos para uma posição operacional.
22. Método de acordo com qualquer uma das reivindicações 16a 21, no qual dois pinos são inseridos através de furos em estruturas de co-nexão de torre de rotação do primeiro elemento lateral e do primeiro elemen-to transversal extremo que são alinhados na posição operacional para pren-der o primeiro elemento lateral ao primeiro elemento transversal extremo.
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Free format text: EM VIRTUDE DO ARQUIVAMENTO PUBLICADO NA RPI 2480 DE 17-07-2018 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDO O ARQUIVAMENTO DO PEDIDO DE PATENTE, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013. |