BRPI0904311A2 - método para otimizar a saìda de energia de um conjunto vibrador sìsmico - Google Patents
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Abstract
MéTODO PARA OTIMIZAR A SAìDA DE ENERGIA DE UM CONJUNTO VIBRADOR SìSMICO. A presente invenção refere-se a um método para gerar energia sísmica para uma sondagem de subsuperfície que inclui a operação de um primeiro vibrador sísmico e a operação de pelo menos um segundo vibrador sísmico em um corpo de água de uma forma substancialmente simultânea à operação do primeiro vibrador sísmico. Cada vibrador tem uma resposta de frequência selecionada diferente, e cada um dos vibradores é operado a uma profundidade na água de tal modo que um fantasma de superfície amplifique uma saída descendente de cada vibrador dentro de uma faixa de frequência selecionada. Um sinal usado para acionar cada vibrador tem uma faixa de frequência correspondente à faixa de frequência de cada vibrador.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODOPARA OTIMIZAR A SAÍDA DE ENERGIA DE UM CONJUNTO VIBRADORSÍSMICO".
REFERÊNCIA CRUZADA A PEDIDO RELACIONADO
Não aplicável.
DECLARAÇÃO RELATIVA À PESQUISA OU DESENVOLVI-MENTO COM PATROCÍNIO FEDERAL
Não aplicável.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se, de modo geral, à exploração ge-ofísica e, em particular, a uma fonte sísmica vibrátória útil na exploração ge-ofísica. Mais particularmente, a presente invenção se refere a métodos parao uso do vibradores para uma aquisição sísmica marinha.
ANTECEDENTES DA TÉCNICA
As fontes de energia sísmica, inclusive os vibradores, são utili-zadas na exploração geofísica terrestre ou em áreas cobertas pela água naterra. A energia acústica gerada por tais fontes faz um caminho no sentidodescendente para dentro da Terra, se reflete a partir das interfaces refletorasno subsolo, e é detectada por receptores sísmicos, tipicamente hidrofonesou geofones, sobre ou próximo à superfície terrestre ou superfície aquática.
Em uma sondagem sísmica marinha, uma fonte de energia sís-mica, como um canhão de ar comprimido ou um conjunto de canhões de arcomprimido, é rebocada junto à superfície de um corpo de água. Um conjun-to de receptores sísmicos, tais como hidrofones, é também rebocado na á-gua, nas proximidades do conjunto de receptores. Em momentos seleciona-dos, o canhão de ar ou conjunto de canhões é atuado no sentido de liberaruma rajada de ar ou gás de alta pressão dentro da água. A rajada de altapressão gera energia sísmica para a investigação das estruturas geológicasdas formações rochosas abaixo do fundo da água.
Nas sondagens sísmicas marinhas, um tipo de fonte de energiasísmica é o vibrador. De modo geral, um vibrador sísmico inclui uma chapade apoio acoplada à água, uma massa reativa, dispositivos hidráulicos ououtros dispositivos a fim de provocar a vibração da massa reativa e da chapade apoio. As vibrações são tipicamente conduzidas através de uma faixa defreqüências em um padrão conhecido como "varredura" ou "chilro" ("chirp").
Os sinais detectados pelos receptores sísmicos se correlacionam transver-salmente a um sinal de um sensor disposto próximo à chapa de apoio. Oresultado desta correlação cruzada é um sinal sísmico que se aproxima doque seria detectado pelos receptores sísmicos quando uma fonte de energiasísmica do tipo impulsiva é usada. Uma vantagem provida pelo uso de vi-bradores para a comunicação de uma energia sísmica a uma subsuperfície éque a energia é distribuída ao longo do tempo, de modo que os efeitos sobreo meio ambiente são reduzidos em comparação aos efeitos ambientais pro-vocados pelo uso de fontes impulsivas.
Não são apenas os possíveis benefícios ambientais do uso devibradores que os tornam desejáveis para uma adaptação aos vibradoressísmicos para uso em sondagens sísmicas marinhas. Ao se utilizar uma fon-te de energia sísmica que pode gerar tipos arbitrários de sinais, pode-se ob-ter o importante benefício de se usar sinais de energia sísmica mais "inteli-gentes" que as varreduras convencionais. Esta fonte de energia sísmica écapaz de gerar sinais, ter mais características de ruído de fundo e, destemodo, ser mais imune à interferência vinda de ruído e, ao mesmo tempo,reduzir o seu impacto ambiental. Um limite prático ao uso de vibradores ma-rinhos para tais esquemas sofisticados de sinal é a estrutura dos vibradoresmarinhos conhecidos na técnica. A fim de gerar sinais arbitrários em umabanda de freqüência sísmica, é necessário ter uma fonte que apresente umaalta eficiência de modo a tornar a fonte controlável dentro de toda a bandade freqüência sísmica de interesse. Com a combinação de diversos vibrado-res marinhos individualmente controláveis com esquemas de sinal mais so-fisticados, seria possível gerar sinais sísmicos a partir de diversas fontesdiscretas e, ao mesmo tempo, se obter uma correlação cruzada muito baixa,deste modo possibilitando uma eficácia maior na aquisição de dados sísmi-cos. Os vibradores hidráulicos marinhos conhecidos na técnica têm uma fre-quência de ressonância maior que o limite superior das freqüências sísmicascomuns em questão. Isto significa que este vibrador apresenta pouca efici-ência energética, principalmente às baixas freqüências, mas, de modo geral,por toda a extensão de uma banda de freqüência sísmica, além do que estesvibradores podem ser difíceis de controlar com relação ao tipo de sinal e aoconteúdo de freqüência. Os vibradores sísmicos marinhos convencionaissão também propensos a uma forte distorção harmônica, o que limita o usode sinais mais complexos. As características de tais vibradores poderão serentendidas mediante o exame da impedância para um vibrador de baixa fre-quência.
A impedância total que será experimentada por um vibrador ma-rinho pode ser expressa, como se segue:
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em que: é a impedância total, é a impedância de radia-ção, e Xr é a impedância reativa.
Em uma análise da transferência de energia de um vibrador ma-rinho, o sistema, incluindo um vibrador e a água, pode ser aproximado comoum pistão defletor. A impedância de radiação R> de um pistão defletor podeser expressa como:
Rr=XU2P0CRl(X) (Eq. 2)
e a impedância reativa pode ser expressa como:
Xr=Ku2P0CX1(X) (Eq. 3)
sendo que:
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em que Po é a densidade da água, ω é a freqüência angular, k é o número
de onda, a é o raio do pistão, c é a velocidade acústica, λ é o comprimento
de onda, e J1 é uma função de Bessel de primeira ordem.A aplicação da expansão em série de Taylor às equações acimaproveem as expressões:
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Para baixas freqüências, quando x=2ka é muito menor que 1, aparte real e imaginária da expressão de impedância total pode ser aproxi-mada com o primeiro termo da expansão em série de Taylor. As expressõespara baixas freqüências, quando o comprimento de onda é muito maior queo raio do pistão, são:
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Segue-se que para as baixas freqüências, a impedância de ra-diação R será pequena em comparação à impedância reativa X, o que suge-re uma geração de sinal de baixa eficiência. Por conseguinte, existe umanecessidade por vibradores marinhos eficazes que possam gerar sinaiscomplexos e existe a necessidade de se melhorar a eficiência do tempo deoperação na aquisição de dados sísmicos a fim de prover uma operaçãomais econômica e minimizar o impacto ambiental das sondagens sísmicasmarinhas.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Um método de acordo com um aspecto da presente invençãopara a geração de energia sísmica para uma sondagem na subsuperfícieinclui a operação de um primeiro vibrador sísmico em um corpo de água e aoperação de pelo menos um segundo vibrador sísmico na água de uma for-ma substancialmente simultânea com a operação do primeiro vibrador sís-mico. Cada qual tem uma resposta de freqüência selecionada diferente, ecada um dos vibradores é operado a uma profundidade de água tal que umespectro de superfície amplifique a saída descendente de cada vibrador den-tro de uma faixa de freqüência selecionada.Um método para uma sondagem sísmica marinha de acordocom um outro aspecto da presente invenção inclui a operação de um conjun-to de vibradores sísmicos em um corpo de água. O conjunto inclui uma plu-ralidade de vibradores sísmicos, cada qual tendo uma resposta de frequên-cia selecionada diferente. Cada um dos vibradores é operado a uma profun-didade de água tal que um espectro de superfície amplifique uma saída des-cendente de cada vibrador dentro de uma faixa de freqüência selecionada.Um sinal usado para acionar cada vibrador tem uma faixa de freqüência cor-respondente ao respectivo vibrador. O método inclui a detecção de sinaissísmicos que se originam a partir do conjunto em cada um dentre uma plura-lidade de receptores sísmicos dispostos em locais espaçados entre si.
Outros aspectos e vantagens da presente invenção tornar-se-ãoaparentes a partir da descrição e reivindicações que se seguem.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 mostra a execução de uma sondagem sísmica mari-nha exemplar com o uso de uma pluralidade de fontes de energia sísmica.
A figura 1A mostra uma implementação exemplar de um geradorde sinal de vibrador sísmico.
A figura 1B mostra um dispositivo de detecção de sinal exemplaracoplado a um receptor sísmico.
A figura 2 mostra uma estrutura exemplar para um vibrador sís-mico hidráulico convencional.
A figura 3 mostra uma estrutura exemplar para um vibrador sís-mico elétrico.
A figura 4 mostra um outro vibrador exemplar em seção trans-versal.
A figura 5 mostra um outro vibrador exemplar em seção trans-versal.
A figura 6 mostra um espectro de amplitude simulado com duasressonâncias.
A figura 7 é uma função de autocorrelação exemplar para um ti-po de sinal de espalhamento de espectro por seqüência direta.A figura 8 é um código de espalhamento de espectro por se-qüência direta (DSSS) exemplar.
A figura 9 é um gráfico de conteúdos de freqüência de umtransmissor de fonte sísmica utilizando um sinal codificado de acordo com afigura 8.
A figura 10 é um código de espalhamento de espectro exemplarusando uma modulação bifásica.
A figura 11 é um gráfico de conteúdos de freqüência de umtransmissor de fonte sísmica utilizando um sinal codificado de acordo com afigura 10.
As Figuras 12A e 12B mostram, respectivamente, um sinal deespalhamento DSSS e a resposta de um vibrador de baixa freqüência paraum sinal transmissor de espalhamento DSSS.
As Figuras 13A e 13B mostram, respectivamente, um sinal deespalhamento DSSS e a resposta de um vibrador de freqüência maior que omostrado na figura 12B para o sinal transmissor de espalhamento DSSS.
As Figuras 14A e 14B mostram, respectivamente, os sinais deespalhamento DSSS combinados e a saída dos dois vibradores, conformemostrados nas Figuras 12A, 12B, 13A e 13B.
A figura 15 mostra uma autocorrelação da soma dos sinais dasFiguras 13A e 14A.
A figura 16 mostra um espectro de freqüência exemplar de trêsfontes de vibrador, cada qual operado a uma profundidade diferente na água.
DESCRIÇÃO DETALHADA
A presente invenção se refere aos métodos de uso de uma plu-ralidade de vibradores marinhos. Cada um dos vibradores marinhos utiliza-dos de acordo com os métodos da presente invenção têm de preferênciapelo menos duas freqüências ressonantes dentro de uma faixa de freqüênciasísmica selecionada, e cada um dos vibradores do conjunto tem, de prefe-rência, uma faixa de freqüência diferente dos demais vibradores. Nos méto-dos de acordo com a presente invenção, a faixa de freqüência ressonante euma profundidade operacional na água para cada vibrador são selecionadasde modo que a saída de cada vibrador seja amplificada em função do efeitoda reflexão de energia vinda da superfície da água (o "espectro de superfí-cie"). Com a operação de uma pluralidade de tais vibradores em tais profun-didades, é possível se obter uma energia sísmica adicional dentro de subs-tancialmente toda uma faixa de freqüência sísmica de interesse, ao contráriodo que seria possível se obter com o uso de um único vibrador, ou com umapluralidade de vibradores não configurados ou operados conforme descritono presente documento. Em alguns exemplos, tipos particulares de sinais detransmissor de vibrador podem ser usados no sentido de aumentar a faixade freqüência efetiva da energia acústica emitida pelos respectivos vibradores.
A descrição a seguir inclui, primeiramente, uma descrição de umtipo particular de vibrador marinho que pode ser usado vantajosamente deacordo com os métodos da presente invenção. Segue-se à descrição umaexplanação a respeito dos tipos particulares de sinais de transmissor quepodem ser usados para aumentar a faixa de freqüência. Finalmente, a des-crição termina com uma explanação sobre a seleção de vibradores com fai-xas de freqüências selecionadas e a operação de tais vibradores em profun-didades de água selecionadas.
Um exemplo de sondagem sísmica marinha utilizando uma plu-ralidade de fontes de energia sísmica de um vibrador marinho é mostradoesquematicamente na figura 1. Um vaso de registro de sondagem sísmicaRV é mostrado movimentando-se ao longo da superfície de um corpo deágua W, por exemplo, um lago ou oceano. O vaso de registro de sondagemsísmica RV tipicamente inclui um equipamento, mostrado em RS e referido,para fins de conveniência, como um "sistema de registro" que, em momentosselecionados, atua uma ou mais fontes de energia sísmica 10, determina aposição geodésica dos vários componentes do sistema de aquisição sísmi-ca, e registra os sinais detectados em cada uma dentre a pluralidade de re-ceptores sísmicos R.Os receptores sísmicos R são tipicamente utilizados em locaisespaçados entre si ao longo de um ou mais calabrotes tipicamente dispostosem locais espaçados entre si ao longo de um ou mais calabrotes S reboca-dos em um padrão selecionado na água W pelo vaso de registro RV (e/oupor um outro vaso). O padrão é mantido por certos equipamentos de rebo-que TE incluindo os dispositivos chamados "paravanas" que provêm umaforça lateral a fim de estender os componentes do equipamento de reboqueTE em posições laterais selecionadas com relação ao vaso de registro RV. Aconfiguração do equipamento de reboque TE, das paravanas P e dos cala-brotes S é provida no sentido de ilustrar o princípio da aquisição de sinaissísmicos de acordo com alguns aspectos da presente invenção e, absoluta-mente, não pretende limitar os tipos de dispositivos de registro que possamser utilizados, a sua maneira de disposição na água ou o número de e o tipode tais componentes.
O vaso de registro RV pode rebocar um vibrador sísmico 10. Noexemplo da figura 1, mais vibradores sísmicos 10 podem ser rebocados emposições relativas selecionadas com relação ao vaso de registro RV por va-sos fontes SV. A finalidade de se prover outros vibradores 10 rebocados porvasos fontes SV é aumentar a cobertura da subsuperfície provida pelos si-nais detectados pelos receptores sísmicos R. O número de tais vibradores10 adicionais e suas posições relativas conforme mostrado na figura 1 nãopretendem limitar o escopo da presente invenção.
Em alguns exemplos, conforme será explicada em mais deta-lhes com relação à figura 16, uma pluralidade de vibradores, tendo, cadaqual, uma faixa de freqüência diferente, poderá ser operada, estando cadavibrador em questão a uma profundidade correspondente à faixa de fre-qüência do próprio vibrador.
A figura 2 mostra um exemplo de vibrador marinho hidráulicoconvencional. A alimentação do óleo hidráulico é mostrada na referêncianumérica 35 e o retorno do óleo é mostrado na referência numérica 36. Umpistão (chapa de apoio) 31 gera uma onda de pressão acústica e é dispostodentro de um alojamento de sino (massa reativa) 38. O ar 32 é disposto en-tre o pistão 31 e ο alojamento de sino 38. O movimento do pistão 31 é regu-lado por uma válvula servo 34. Um acelerômetro 33 é usado para proveruma realimentação ou sinal piloto. Montagens de isolamento 37 são monta-das sobre o alojamento de sino 38 a fim de reduzir as vibrações do sistemade manipulação (não-mostrado) utilizado para dispor o vibrador. Devido aodesenho rígido do vibrador, a primeira freqüência de ressonância de tal vi-brador fica tipicamente acima do limite superior da banda de freqüência sís-mica, e tal vibrador terá uma baixa eficiência em freqüências sísmicas típicas.
A figura 3 mostra um exemplo de um tipo diferente de vibradormarinho que pode ser usado de acordo com a presente invenção. O vibradormarinho 10 compreende uma fonte de vibrador 20 montada dentro de umaestrutura 16. Um suporte 14 é conectado ao topo da estrutura 16 e inclui asaberturas 24 que podem ser usadas para dispor estrategicamente o vibrador10 dentro da água.
A figura 4 mostra um exemplo do vibrador em seção transversalparcial, incluindo um transmissor 8, que pode ser um transmissor magnetos-tritivo, e, em alguns exemplos, pode ser feito de uma liga de térbio, disprósioou ferro. Esta liga pode ter a fórmula Tb(0,3) Dy(0,7) Fe(1,9), tal formulaçãosendo comercialmente conhecida como a marca Terfenol-D. Embora o vi-brador exemplar aqui descrito mostre apenas um único transmissor, umaimplementação na qual uma pluralidade de transmissores é usada se encon-tra dentro do âmbito de aplicação da invenção. O presente exemplo incluiainda uma mola transmissora externa 3 conectada à cada extremidade 13do transmissor 8. Em uma implementação em particular, a mola transmisso-ra 3 pode ter um formato elíptico. No presente exemplo, no qual o transmis-sor 8 compreende Terfenol-D, o transmissor 8 compreende ainda um circuitomagnético (não especificamente mostrado) que irá gerar um campo magné-tico quando a corrente elétrica é aplicada ao mesmo. O campo magnéticofará com que o material de Terfenol-D se alongue. Ao variar a magnitude dacorrente elétrica, e, consequentemente a magnitude do campo magnético, ocomprimento do transmissor 8 é variado. Tipicamente, são utilizados ímãspermanentes para a aplicação de um campo magnético de polarização aomaterial Terfenol-D, e a variação do campo magnético é gerada por meio daaplicação de uma corrente elétrica variada às bobinas elétricas (não-mostradas) formadas em volta do material Terfenol-D. As variações no com-primento do transmissor 8 causarão uma alteração correspondente nas di-mensões da mola transmissora externa 3.
A figura 4 mostra outros componentes vibradores incluindo umamola interna 4, com massas 7 fixadas à mesma. Conforme apresentadomais adiante a seguir, a mola transmissora interna 4 com as massas 7 fixa-das à mesma pode ser incluída de modo a prover um segundo sistema defreqüência de ressonância dentro da faixa de freqüência sísmica de interes-se. Embora um sistema vibrador que inclui apenas a mola externa 3 tipica-mente exiba uma segunda freqüência de ressonância, nos sistemas tendoum tamanho adequado para uso em uma exploração geofísica marinha, asegunda freqüência de ressonância neste caso seria muito maior que as fre-qüências dentro da faixa de freqüência sísmica de interesse (tipicamente de0 a 300 Hz).
Os suportes de montagem 28, mostrados na figura 4, são fixa-mente conectados em suas extremidades superior e inferior às chapas deextremidade superior e inferior 18 (mostradas na figura 3). O transmissor 8 éfirmemente conectado, em um local longitudinal central do mesmo, aos su-portes de montagem 28, a fim de manter um ponto de referência estável pa-ra o transmissor 8. O movimento das extremidades 13 da haste do transmis-sor é ilimitado com relação aos suportes de montagem 28.
O exemplo mostrado na figura 4 inclui ainda um invólucro exter-no 2, ao qual a mola externa 3 é conectada por meio de elementos detransmissão 5. A forma do invólucro 2 é de modo geral referida como flex-tensional. Em uma implementação particular, o invólucro externo 2 compre-ende duas porções laterais que podem ser substancialmente iguais uma àoutra, e inclui duas vigas de extremidade 1, com as porções laterais do invó-lucro 2 sendo conectadas de forma articulada às vigas 1 por meio das do-bradiças 6. A figura 4 mostra uma das porções laterais do invólucro externo2, indicada como a porção lateral do invólucro 2a. Quando totalmente mon-tada, a segunda porção lateral do invólucro (não-mostrada na figura 4),compreendendo substancialmente uma imagem espelhada da porção lateraldo invólucro 2a, fica articuladamente conectada por meio das dobradiças 6às vigas de extremidade 1, a fim de completar o invólucro flextensional emvolta do transmissor montado 8, da mola externa 3 e da mola interna 4.
A figura 5 mostra uma seção transversal da montagem da figura4 disposta no vibrador marinho 10.
Com referência à figura 3, o vibrador marinho 10 compreendeainda as chapas de extremidade de topo e de fundo 18. O invólucro externomontado 2, compreendendo as duas porções laterais de invólucro e as duasvigas de extremidade 1, é fixado de maneira vedante às chapas de extremi-dade de topo e de fundo 18. Embora o invólucro externo 2 seja encaixado deforma vedante às chapas de extremidade de topo e de fundo 18, quando ovibrador marinho 10 se encontra em operação, o invólucro externo 2 permiti-rá um movimento com relação às chapas de extremidade 18, de modo que aconexão entre as chapas de extremidade 18 e o invólucro externo 2 sejauma conexão flexível, o que pode ser provido, por exemplo, por meio deuma membrana flexível 22 (não-mostrada em detalhe).
A figura 6 mostra os resultados de uma simulação de elementofinito de um exemplo de preferência vibrador. Uma primeira freqüência deressonância 11 resulta substancialmente da interação da mola externa 3 e otransmissor. Uma segunda freqüência de ressonância 12 resulta substanci-almente da interação da mola transmissora interna 4 com as suas massasadicionadas 7 e o transmissor 8.
A mola transmissora externa 3 e a mola transmissora interna 4mostrada nas figuras podem ser de tipos diferentes dos mostrados. Por e-xemplo, as molas podem ser molas em espiral ou outro tipo de mola quefuncionam de uma maneira substancialmente similar. Essencialmente, asmolas 3 e 4 são dispositivos de polarização que provêm uma força relativa auma quantidade de deslocamento do dispositivo de polarização. De maneirasimilar, a mola externa 3 e a mola transmissora interna 4 podem usar umdiafragma, um pistão em um cilindro vedado ou um cilindro hidráulico paraobter substancialmente o mesmo resultado.
Ao se introduzir uma ressonância na extremidade inferior do es-pectro de freqüência sísmico, uma energia acústica de baixa freqüência po-derá ser gerada de uma forma mais eficiente. Em ressonância, a parte ima-ginária (reative) da impedância é substancialmente cancelada, e a fonte a-cústica é capaz de eficientemente transmitir energia acústica à água. Naconstrução de qualquer implementação específica do vibrador marinho, umaanálise de elemento finito poderá ser feita, conforme é conhecido pelos ver-sados na técnica, no sentido de determinar a primeira e a segunda freqüên-cias de ressonância. Em qualquer destas análises, os seguintes princípiosde operação são relevantes. Quando o invólucro externo é aproximado comoum pistão, neste caso, para baixas freqüências, a carga de massa, ou amassa fluida equivalente que atua sobre a informação poderá ser expressacomo:
<formula>formula see original document page 13</formula>
(Eq. 11)
em que, M é a carga de massa, Po é a densidade da água, e aé o raio equivalente para um pistão que corresponde ao tamanho do invólu-cro externo.
O invólucro externo 2 tem um fator de transformação sheU entreo eixo geométrico longo e curto de sua elipse, de modo que a deflexão dasduas porções laterais de invólucro (a porção lateral 2a na figura 4 e sua ima-gem espelhada sobre o outro lado do invólucro externo 2) terão uma ampli-tude maior que a deflexão das vigas de extremidade 1 (que interliga as duasporções laterais do invólucro 2) provocada pelo movimento do elemento detransmissão 5. Além disso, a mola externa 3 cria uma carga de massa maiorsobre o transmissor 8, uma vez que a mola externa 3 apresenta também umfator de transformação entre o eixo geométrico longo e o eixo geométricocurto de sua elipse, com o eixo geométrico longo sendo substancialmente ocomprimento do transmissor 8 e o eixo geométrico curto sendo a largura damola de formato elíptico. Com referência a este fator de transformação comoTspring, a carga de massa sobre o transmissor 8 será expressa como:
<formula>formula see original document page 14</formula>
A primeira ressonância, Sresomncei para o vibrador será substanci-almente determinada pela seguinte relação de mola e massa:
<formula>formula see original document page 14</formula>
onde K = constante da mola, e M°u,er = carga da massa sobre otransmissor 8.
K representa a constante de mola para a mola externa 3 combi-nada com o transmissor 8, sendo que a mola externa 3 é conectada ao invó-lucro externo 2, através dos elementos de transmissão 5, viga de extremida-de 1 e dobradiças 6.
A fim de prover uma eficiente transmissão de energia com a fai-xa de freqüência sísmica de interesse, é importante que o vibrador seja con-figurado de modo a apresentar uma segunda freqüência de ressonânciadentro da faixa de freqüência sísmica de interesse. Na ausência da molainterna, a segunda freqüência de ressonância ocorrerá quando a molatransmissora externa 3, que atua em conjunto com o transmissor 8, tem oseu segundo modo de Eigen. Esta freqüência de ressonância, no entanto, énormalmente muito maior que a primeira freqüência de ressonância, e, porconseguinte, ficará fora da faixa de freqüência sísmica de interesse. Con-forme se torna evidente a partir da equação acima, a freqüência ressonanteé reduzida quando a carga de massa sobre a mola externa 3 é aumentada.Esta carga de massa poderá ser aumentada ao se adicionar massa aotransmissor 8, no entanto, a fim de adicionar massa suficiente para se obteruma segunda freqüência de ressonância dentro da faixa de freqüência sís-mica de interesse, a quantidade de massa necessária a ser acrescida notransmissor tornará o sistema impossível para uso em operações sísmicasmarinhas. Em um vibrador prático exemplar, uma segunda mola, a molatransmissora interna 4, é inclusa na mola transmissora externa 3 com asmassas adicionadas 7 sobre a mola interna 3. O efeito de tal massa adicio-nada é equivalente à massa adicionada na extremidade do transmissor 8.
M inner = (Tinner) ·Madded (Eq. 14)
A mola extra, isto é, a mola transmissora interna 4, terá tambémum fator de transformação inner, e será adicionada à carga de massa sobreo transmissor 8. O uso da mola interna 4, com a massa adicionada, permiteque a segunda ressonância do sistema seja sintonizada de modo que a se-gunda ressonância fique dentro da faixa de freqüência sísmica de interesse,deste modo aumentando a eficiência do vibrador na banda de freqüênciasísmica. A segunda ressonância pode ser determinada pela expressão:
<formula>formula see original document page 15</formula>
na qual Kinner = constante de mola da mola interna e Kdnver = constante demola da montagem transmissora externa.
Uma vantagem possível do uso de uma estrutura transmissoraconforme explicada no presente documento é que múltiplas freqüências res-sonantes podem prover uma resposta de largura de banda maior do que se-ria possível com estruturas de vibrador de uma única ressonância. A vanta-gem particular de se usar um vibrador tendo um elemento de força eletrica-mente operado (transmissor) é que a resposta do vibrador a um sinal decontrole entrado será mais linear. Isto torna possível o uso de tipos particula-res de sinais de transmissor, a ser explicado a seguir.
No uso do sistema mostrado na figura 1, pode ser vantajoso seusar mais de um vibrador sísmico 10 de uma forma substancialmente simul-tânea ou ainda totalmente simultânea a fim de aumentar a eficiência com aqual os sinais sísmicos relacionados às formações de subsuperfície (abaixodo fundo da água) poderão ser obtidos. Os sinais sísmicos detectados porcada um dos receptores R em tais circunstâncias resultarão na detecção daenergia sísmica por parte de cada um dos vibradores 10 realmente em ope-ração no momento do registro de um sinal.
Em alguns exemplos, o sinal transmissor usado para operar ca-da um dos vibradores pode ter uma faixa de freqüência que corresponde àfaixa de freqüência do vibrador em particular. Ao se usar tais sinais detransmissor correspondentes, a saída acústica de cada vibrador poderá serotimizada. Estes sinais de transmissor podem incluir "varreduras" ou "chilros"conhecidos na técnica de transmissão de vibradores sísmicos.
Em outros exemplos, a operação dos vibradores de forma simul-tânea pode incluir a transmissão de cada vibrador com um sinal substanci-almente não correlacionado ao sinal usado para acionar cada um dos de-mais vibradores. O uso de tais sinais de transmissor a fim de operar cadaum dos vibradores torna possível se determinar a porção dentre os sinaissísmicos detectados que se originam em cada um dos vibradores sísmicos.Um tipo de sinal transmissor para operar os vibradores marinhos em taisexemplos é conhecido como um sinal de "espalhamento de espectro por se-qüência direta". A geração de um sinal de espalhamento de espectro porseqüência direta ("DSSS") usa um sinal codificado, modulado com uma fre-quência de "chip" selecionada a fim de determinar o conteúdo de freqüência(largura de banda) do sinal transmitido. Um "chip" significa um bit em formade pulso do sinal codificado de seqüência direta. Os sinais de espalhamentode espectro por seqüência direta podem também ser configurados por meioda seleção apropriada da freqüência de chip e da forma de onda de um sinalde banda base de modo que o sinal de espalhamento DSSS resultante a-presente características espectrais similares às de um ruído de fundo. O a-cima pode tornar os sinais de espalhamento DSSS particularmente adequa-dos para uso em áreas ambientalmente sensíveis.
Uma implementação exemplar de um gerador de sinal para criartipos particulares de sinais de vibrador usados na presente invenção é mos-trada esquematicamente na figura 1A. Um oscilador local 30 gera um sinalde portador de banda base. Em um exemplo, o sinal de portadora de bandabase pode ser selecionado durante o pulso de uma corrente direta, ou deuma corrente direta contínua. Em outros exemplos, o sinal de banda basepode ser uma varredura ou um chilro, conforme usado na sondagem sísmicade vibrador - fonte convencional, por exemplo, ao passar por uma faixa de10 a 150 Hz. Um gerador de número pseudoaleatório ("PRN") ou gerador decódigo 32 gera uma seqüência de números +1 e -1 de acordo com certostipos de esquemas de codificação, conforme será explicado a seguir. A saí-da do gerador PRN 32 e a saída do oscilador local 30 são misturadas em ummodulador 34. A saída do modulador 34 é conduzida para um amplificadorde força 36, cuja saída, em última instância, opera um dos vibradores sísmi-cos 10. Uma configuração similar pode ser usada no sentido de operar cadaqual dentre uma pluralidade de vibradores, tal como mostrado na figura 1.
Os sinais gerados pelo dispositivo mostrado na figura 1A podemser detectados usando um dispositivo tal como o mostrado na figura 1B. Ca-da um dos receptores sísmicos R podem ser acoplados a um pré-amplificador 38, diretamente ou através de um multiplexador adequado (não-mostrado). A saída do pré-amplificador 38 pode ser digitalizada em um con-versor analógico para digital ("ADC") 40. Um modulador 42 mistura a saídade sinal do conversor ADC 40 com um código idêntico produzido pelo gera-dor PRN 32. Como será explicado abaixo, o dispositivo gerador de sinalmostrado na figura 1A, e seu correspondente dispositivo de detecção de si-nal mostrado na figura 1B geram e detectam um sinal de espalhamentoDSSS.
A explicação teórica da geração e detecção de sinal de espa-lhamento DSSS pode ser entendida como segue. O sinal de espalhamentoDSSS, representado por ui, pode ser gerado mediante o uso de um "códigode espalhamento", representado por ci e gerado, por exemplo, pelo geradorde número PRN (32 na figura 1A), a fim de modular uma portadora de bandabase. A portadora de banda base pode ser gerada, por exemplo, pelo osci-lador local (30 na figura 1A). A portadora de banda base tem uma forma deonda representada por ψ(t). O código de espalhamento tem elementos indi-viduais cij (chamados "chips"), cada um dos quais tendo um valor +1 ou -1quando 0< j<N e 0 para todos os demais valores de j. Quando um geradorde número PRN adequadamente programado é usado, o código se repetiráapós um número selecionado de chips. N é o comprimento (o número dechips) do código antes de a repetição acontecer. A portadora de banda baseé de preferência centralizada no tempo em t=0 e sua amplitude é normaliza-da de modo que, no momento zero, a amplitude da portadora de banda baseseja igual à unidade, ou (ψ(0)=1). O tempo de ocorrência de cada chip i den-tro do código de espalhamento pode ser representado por Tc. O sinal usadopara acionar cada vibrador pode, assim, ser definido pela expressão:
<formula>formula see original document page 18</formula>
A forma de onda ui(t) é determinística, de modo que a sua fun-ção de autocorrelação seja definida pela expressão:
<formula>formula see original document page 18</formula>
na qual τ é o retardo de tempo entre sinais correlacionados. A função de au-tocorrelação periódica discreta para a = aj é definida por:
<formula>formula see original document page 18</formula>
Usando uma fórmula similar à Equação 17, é possível se deter-minar a correlação cruzada entre dois sinais diferentes por meio da expres-são:
<formula>formula see original document page 18</formula>
A função de correlação cruzada periódica discreta para a = aj eb = bj, é definida pela expressão:
<formula>formula see original document page 18</formula>O sinal detectado pelos receptores (R na figura 1) incluirá a e-nergia sísmica que se origina de um dos vibradores nos quais informaçõessísmicas são coletadas, assim como diversos tipos de interferência, tais co-mo um ruído de fundo, representados por n(t), e da energia que vem de ou-tros vibradores que transmitem ao mesmo tempo, mas com diferentes códi-gos de espalhamento de espectro por seqüência direta (representados porck(t), sendo que k*i). O sinal recebido em cada receptor, representado porxi(t), ou seja, o sinal detectado em cada um dos receptores (R na figura 1)em um sistema com M vibradores sísmicos que operam ao mesmo tempo,pode ser descrito pela expressão:
<formula>formula see original document page 19</formula>
A energia de cada vibrador penetrará nas formações geológicasde subsuperfície abaixo do fundo da água, e os sinais refletidos a partir dasubsuperfície serão detectados nos receptores depois de um tempo de per-curso "bidirecional" dependendo das posições dos vibradores e receptores eda distribuição de velocidade sísmica na água e na subsuperfície abaixo dofundo da água. Quando um sinal de vibrador transmitido para um código deespalhamento de espectro por seqüência direta i ocorre no tempo t = tO, nes-te caso, o sinal recebido resultante do mesmo ocorrerá no tempo t=xk+lkTc
O após a transmissão, sendo que Ik = qualquer número inteiro e Dk = odesalinhamento entre o sinal recebido e o tempo de chip Tc. O sinal recebi-do pode ser misturado com um código de espalhamento idêntico usado paraproduzir o sinal de saída de cada vibrador, ui(tO), conforme mostrado na figu-ra 1B. Tal mistura proverá um sinal que pode ser correlacionado ao sinalusado para acionar cada vibrador em particular. A saída misturada pode serusada para determinar a resposta sísmica dos sinais que se originam de ca-da respectivo vibrador. O acima dito pode ser expresso como se segue paraos sinais detectados:<formula>formula see original document page 20</formula>
A mistura (Figura 1B) do sinal detectado com o código de espa-lhamento resulta em uma correlação. O resultado da correlação é:
<formula>formula see original document page 20</formula>
A simplificação das expressões acima oferece o seguinte resultado:
<formula>formula see original document page 20</formula>
Quando R(O)=N e ψ(0)=1, a seguinte expressão se simplifica para:
<formula>formula see original document page 20</formula>
A Equação (25) mostra que é possível se separar os sinais deespalhamento de espectro por seqüência direta correspondentes a cada có-digo de espalhamento a partir de um sinal tendo os componentes a partir deuma pluralidade de códigos de espalhamento. N em essência representa aautocorrelação do sinal transmitido, e ao usar sinais de espalhamento deespectro substancialmente ortogonais ou não correlacionados para acionarcada vibrador marinho, a correlação cruzada entre os mesmos será muitopequena comparada a N. Uma outra vantagem possível é que qualquer ruí-do que apareça durante uma parte de intervalo de tempo quando os sinaissísmicos são registrados será mediado por todo o comprimento de registro,e, assim, atenuado, como se pode inferir a partir da equação 25.
Em uma implementação prática, uma resposta sísmica da sub-superfície a uma energia sísmica comunicada a partir de cada um dos vibra-dores poderá ser determinada por meio da correlação cruzada dos sinaissísmicos detectados com o sinal usado para acionar cada vibrador, sendoque a correlação cruzada inclui uma gama de retardos de tempo seleciona-dos, tipicamente a partir de zero a um tempo de percurso de energia sísmicabidirecional máximo esperado para as formações de interesse na subsuper-fície (geralmente de cerca de 5 a 6 segundos). O resultado da correlaçãocruzada pode ser armazenado e/ou apresentado em um formato de traçosísmico, com a amplitude de correlação cruzada como uma função de retar-do de tempo.
A portadora de banda base tem duas propriedades que podemser otimizadas. A portadora de banda base deve ser selecionada de modo aprover uma saída do vibrador com um conteúdo de freqüência adequado euma autocorrelação que tenha um pico de correlação bem definido. A Equa-ção (25) também mostra que o comprimento da seqüência de espalhamentode espectro direta irá afetar a razão sinal para ruído do sinal de vibrador. Ospicos de correlação resultantes da correlação cruzada realizada conformeacima explicado aumentará linearmente com o comprimento (o número dechips) do código de espalhamento. Um N maior (seqüências maiores) aper-feiçoará as propriedades da razão sinal para ruído do sinal de vibrador.
Ao se usar apropriadamente as seqüências de código de espa-lhamento selecionadas, torna-se possível gerar sinais sísmicos que se apro-ximam de um ruído de fundo nas estatísticas espectrais. Algumas seqüên-cias úteis que poderão ser usadas para uma pluralidade de vibradores sís-micos são apresentadas a seguir.
As seqüências de "comprimento máximo" são um tipo de códigocíclico que são geradas ao se usar um registro de deslocamento linear comestágios m conectados em série, com a saída de certos estágios de módulo-2 adicionada e alimentada para a entrada do registro de deslocamento. Otermo seqüência de "comprimento máximo" deriva do fato de que tal se-qüência é a seqüência mais longa que pode ser gerada ao se usar um regis-tro de deslocamento. Matematicamente, a seqüência pode ser expressa pelopolinomial h(x)
<formula>formula see original document page 22</formula>
Para 1< j < m, então hj =1 se há uma realimentação no estágio j-th, e hj = 0 se não há nenhuma realimentação no estágio j-th. hO = hm = 1.Qual estágio hj deve ser definido em um ou zero não é uma questão aleató-ria, mas sim deve ser selecionado de modo que h(x) se torne um polinomialprimitivo. "Primitivo" significa que o polinomial h(x) não pode ser fatorado. Onúmero de chips para uma seqüência de comprimento máximo é dado pelaexpressão N = 2m -1, na qual m representa o número de estágios no registrode deslocamento. A seqüência de comprimento máximo tem um mais "1" doque "0". Para uma seqüência de chips 511, por exemplo, há 256 uns e 255zeros.
Um outro tipo de seqüência que pode ser usada é a seqüênciade Gold. A estrutura das seqüências de Gold é descrita em, R. Gold, Optimalbinary sequences for spread spectrum multiplexing, IEEE Trans. InformationTheory, vol. IT-13, pp. 619-621 (1967). As seqüências de Gold possuem bo-as características de correlação cruzada, adequadas para uso quando maisde um vibrador é usado ao mesmo tempo. As seqüências de Gold são gera-das usando-se duas ou mais seqüências de comprimento máximo. É possí-vel gerar N+2 seqüências de Gold a partir das seqüências de comprimentomáximo, nas quais N é o comprimento da seqüência. As seqüências de Goldtêm um período N = 2m-1 e existem para todos os inteiros m não-múltiplosde 4. Uma falha possível das seqüências de Gold é que a autocorrelaçãonão é tão boa quanto as seqüências de comprimento máximo.
Conjuntos de seqüência de Kasami podem ser usados em al-guns exemplos, uma vez que apresentam uma correlação cruzada muitobaixa. Existem dois conjuntos diferentes de seqüências de Kasami. Um pro-cedimento similar ao usado para a geração das seqüências de Gold gerará o"conjunto pequeno" de seqüências de Kasami com seqüências binárias M =2n/2 de período N = 2n - 1, nas quais η é um inteiro par. Tal procedimentose inicia com uma seqüência de comprimento máximo, designada a, e formaa seqüência a' por meio da decimação de a por 2n/2 + 1. Pode ser mostradoque a seqüência resultante a' é uma seqüência máxima com um período2n/2 - 1. Por exemplo, quando η = 10, o período de a é N = 1023 e o perío-do de a' é 31. Deste modo, ao se observar os 1023 bits da seqüência a', se-rá possível notar 33 repetições da seqüência de 31 bits. Neste caso, ao seconsiderar N = 2n - 1 bit de seqüências a e a', será possível formar um novoconjunto de seqüências ao se adicionar ao módulo-2 os bits de a e os bits dea' e todos os deslocamentos cíclicos 2n/2 - 2 dos bits a partir de a'. Ao inclu-ir a no conjunto, o resultado será um conjunto de seqüências binárias 2n/2de um comprimento N = 2n - 1. As funções dê autocorrelação e correlaçãocruzada destas seqüências assumem os valores do conjunto {-1, - (2n/2 +1), 2n/2 -1}. O "conjunto grande" das seqüências de Kasami mais uma vezconsiste de seqüências de período 2n - 1, com η sendo um inteiro par, econtém ambas as seqüências de Gold e o conjunto pequeno de seqüênciasde Kasami como subconjuntos. Vide, por exemplo, Spreading Codes for Di-rect Sequence CDMA and Wideband CDMA Cellular Networks, IEEE Com-munications Magazine, Set. 1998.
Na implementação de códigos de espalhamento para a geraçãode um sinal transmissor para os vibradores, pode ser preferível se usar umamodulação bifásica a fim de gerar os chips do código. Com referência à figu-ra 8, um código de espalhamento exemplar é mostrado, no qual uma altera-ção na polaridade de +1 para -1 representa o número -1, e a alteração depolaridade inversa representa o número +1. O espectro de sinal gerado pelocódigo de espalhamento acima é mostrado na figura 9. Torna-se aparente, apartir da figura 9, que existe uma substancial amplitude de sinal em uma cor-rente DC (freqüência zero). Tal espectro de sinal é de modo geral imprópriopara a geração de um sinal sísmico. Quando a modulação utilizada é bifási-ca, no entanto, a amplitude de sinal em uma freqüência zero é substancial-mente zero. O mesmo código de espalhamento mostrado na figura 8 imple-mentado mediante o uso de uma modulação bifásica é mostrado na figura10. A modulação bifásica pode ser implementada quando cada bit do sinalde entrada original (os chips no código de espalhamento) é representadocomo dois estados lógicos que, em conjunto, formam um bit de saída. Cadalógico "+1" da entrada pode ser representado, por exemplo, como dois bitsdiferentes (10 ou 01) no bit de saída. Cada lógica de entrada "-1" pode serrepresentada, por exemplo, como dois bits iguais (00 ou 11) na saída. Destaforma, cada nível lógico no início de uma célula de bit será uma inversão donível no fim da célula anterior. Na saída de uma modulação bifásica, as lógi-cas +1 e -1 são representadas com a mesma amplitude de tensão, mas compolaridades opostas. O espectro de sinal do código de espalhamento mos-trado na figura 10 é apresentado na figura 11. A amplitude de sinal em umafreqüência zero é muito pequena (abaixo de -50 dB), tornando, assim, estecódigo mais adequado para a geração de uma energia sísmica.
Um exemplo de um código de espalhamento DSSS de baixafreqüência usado para acionar um vibrador adequadamente configurado émostrado na figura 12A. O código de espalhamento DSSS pode ser configu-rado de modo a prover uma saída de freqüência selecionada por meio deuma seleção adequada da taxa de chip. Um espectro de saída de energia deum vibrador adequadamente configurado, utilizando o código da figura 12A,é mostrado na correspondente Figura 12B. A figura 13A mostra um códigode espalhamento DSSS utilizado para acionar um vibrador configurado comuma freqüência maior. As respostas do vibrador (espectro de saída de sinal)de tal vibrador para o código DSS da figura 13A são mostradas na figura13B. Ambos os sinais sísmicos são efetivamente somados. Após a detecçãodos sinais de cada vibrador nos sinais sísmicos recebidos, conforme acimaexplicado, os sinais detectados podem ser somados. Os sinais de espalha-mento DSSS combinados são mostrados na figura 14A, e o espectro de saí-da de vibrador combinado é mostrado na figura 14B. Uma autocorrelaçãodos sinais somados é mostrada na figura 15, indicando dois picos distintosde correlação, um para cada código de espalhamento DSSS. Cada um den-tre os vários vibradores pode ser operado a uma profundidade selecionadana água correspondente à faixa de freqüência de cada vibrador.
Conforme explicado no início da presente descrição, em algunsexemplos, mais de um vibrador poderá ser usado em qualquer local em par-ticular na água, por exemplo, conforme mostrado na figura 1, na referêncianumérica 10, rebocado pelo vaso de sondagem sísmica, e, conforme mos-trado na referência numérica 10 rebocado por um ou mais vasos fonte. Emtais múltiplas configurações de vibrador, cada um dos vibradores mostradosna referência numérica 10 da figura 1 pode ser substituído por dois ou maisvibradores sísmicos marinhos (um conjunto de vibradores) feitos conformedescrito no presente documento com referência às figuras 3 a 6. No presen-te exemplo, cada conjunto de vibradores, em cada localização individual,possui dois ou mais vibradores, cada qual tendo uma resposta de freqüênciadiferente. A resposta de freqüência de um vibrador em particular pode serdeterminada, por exemplo, conforme explicado acima com referência às figu-ras 3, 4 e 5, por meio de uma seleção adequada da massa do invólucro ex-terno, das massas adicionais, e das taxas das molas interna e externa.
De modo geral, a sondagem sísmica marinha usa uma faixa defreqüência de fonte de cerca de 1 a 100 Hz. Em alguns exemplos, um con-junto de vibradores pode incluir um vibrador de baixa faixa de freqüência afim de gerar uma parte de baixa freqüência do sinal sísmico, por exemplo,(de 3 a 25 Hz) e um outro vibrador, de uma faixa de freqüência maior a fimde gerar uma energia sísmica de maior freqüência (por exemplo, de 25 a100 Hz). Conforme explicado acima, o tipo de vibrador marinho apresentadopode ter duas ou mais freqüências de ressonância dentro de uma banda defreqüência sísmica. Para poder obter uma alta eficiência a partir de cada umdos vibradores de um conjunto de vibradores, cada um dos vibradores podeser configurado de modo a apresentar uma resposta de alta eficiência comapenas uma porção selecionada da faixa de freqüência sísmica de interesse.
O uso de uma pluralidade de vibradores, cada qual tendo uma faixa de res-posta de freqüência relativamente estreita, porém, diferente garantirá umaoperação mais eficiente de cada vibrador no conjunto de vibradores. Em umexemplo específico, é possível rebocar cada um dos vibradores do conjuntoem diferentes profundidades selecionadas a fim de aperfeiçoar a saída acús-tica do conjunto.
Além disso, conforme explicado acima, é igualmente possívelacionar cada um dos vibradores em um conjunto com um sinal transmissortendo uma correspondente faixa de freqüência. Ao acionar cada vibradorcom um sinal transmissor com uma faixa de freqüência correspondente àfaixa de freqüência do vibrador, torna-se possível se otimizar a saída de ca-da vibrador no conjunto.
Como um exemplo, um conjunto de vibradores inclui três vibra-dores feitos conforme explicado com referência às figuras 3 a 5, cada qualoperando nas seguintes faixas de freqüências:
Vibrador 1: 5 a 15 HzVibrador 2: 15 a 45 HzVibrador 3: 45 a 120 Hz
No presente exemplo, cada vibrador é rebocado a uma profun-didade tal que a amplitude da energia sísmica que se propaga em um senti-do descendente (para o fundo da água) a partir de cada vibrador seja ampli-ficada em função do efeito da reflexão da energia sísmica da superfície daágua (isto é, o fantasma fonte). Ao se rebocar os vibradores a tais profundi-dades, torna-se possível se obter um aperfeiçoamento de até 6 dB na saídado o conjunto devido ao fantasma de superfície. Uma resposta exemplar deum conjunto de três vibradores com profundidades de vibrador apropriada-mente selecionadas é mostrada graficamente na figura 16. As curves na fi-gura 16 representam a saída dos três vibradores acima rebocados a 30 me-tros, a 15 metros e a 7 metros, respectivamente mostrados nas referênciasnuméricas 50, 52 e 54 na figura 16. O que pode ser observado na figura 16 éque ao se usar os vibradores marinhos com uma resposta de freqüência a-dequadamente selecionada, e por meio da seleção apropriada da profundi-dade operacional de cada vibrador, torna-se possível usar o fantasma desuperfície no sentido de amplificar a energia que se propaga em um sentidodescendente a partir de cada vibrador no conjunto.A fim de fazer com que a saída dos vibradores em cada conjun-to atue como uma única fonte de energia sísmica (e, desta maneira, somar asaída dos vibradores mostrados na figura 16), é também necessário se levarem consideração o retardo que ocorrerá ao operar os vibradores a diferentesprofundidades. O soma das fontes entre si requer o uso de expressões simi-lares a seguir (quando a velocidade acústica na água é presumidamente de1500 metros / segundo) para compensar a diferente profundidade de cadavibrador:
Vibradorl (t) + Vibrador2(t+SOurce2) + Vibrador3(t+ Source3)dtvibrator2= (vibrador_profundidade1 - vibrador_profundidade2)/1500dtvibrator3= (vibrador_profundidade1 - vibrador_profundidade3)/1500
Ao se prover um conjunto de vibradores e ao se selecionar osvibradores no conjunto com uma resposta de freqüência específica e ao seoperar cada vibrador a uma profundidade correspondente à sua resposta defreqüência, o resultado será uma otimização de ambas as respostas de fre-qüência do vibrador e a profundidades na quais se pode rebocar cada vibra-dor a fim de obter a maior força na penetração da subsuperfície.
Em alguns exemplos, os vibradores podem ser acionados pormeio das varreduras ou chilros conhecidos na técnica. Em alguns exemplos,os vibradores em um conjunto podem ser acionados por meio do uso de si-nais de um transmissor de espalhamento de espectro, por exemplo, os si-nais de espalhamento DSSS, conforme acima descrito com referência àsfiguras 8 a 15. Nestes exemplos, a largura de banda (faixa de freqüência) dosinal usado para operar cada vibrador no conjunto pode ser selecionada demodo a corresponder à faixa de freqüência de cada vibrador. O uso de taissinais de transmissor para cada vibrador poderá aumentar a eficiência decada vibrador e do conjunto.
Vibradores sísmicos e métodos para a operação de tais vibrado-res de acordo com os vários aspectos da presente invenção podem proveruma detecção mais robusta de sinais sísmicos, podem reduzir o impactoambiental da sondagem sísmica por meio do espalhamento da energia sís-mica por uma faixa de freqüência relativamente grande, e podem aumentar aeficiência da sondagem sísmica ao permitir uma operação simultânea deuma pluralidade de fontes sísmicas, e ao mesmo tempo permitir a detecçãode energia sísmica dentre fontes sísmicas individuais.
Embora a presente invenção tenha sido descrita com relação aum número limitado de modalidades, os versados na técnica, tendo o bene-fício desta descrição, apreciarão que outras modalidades podem ser conce-bidas sem se afastar do escopo da presente invenção conforme aqui apre-sentada. Por conseguinte, escopo da presente invenção deve se limitar tão-somente às reivindicações em anexo.
Claims (16)
1. Método para a geração de energia sísmica para uma sonda-gem de subsuperfície, compreendendo as etapas de:- operar um primeiro vibrador sísmico em um corpo de água; e- operar pelo menos um segundo vibrador sísmico no corpo deágua de uma forma substancialmente simultânea à operação do primeirovibrador sísmico, cada qual dentre o primeiro e o segundo vibradores tendouma resposta de freqüência selecionada diferente, cada qual dentre o pri-meiro e o segundo vibradores sendo operados a uma profundidade de águatal que um fantasma de superfície amplifique uma saída descendente decada vibrador dentro de uma faixa de freqüência selecionada, cada qualdentre o primeiro e o segundo vibradores sendo acionados por um sinal ten-do uma freqüência correspondente à resposta de freqüência do respectivovibrador.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, no qual o sinaltransmissor compreende uma varredura.
3. Método de acordo com a reivindicação 1, no qual o sinaltransmissor para cada vibrador compreende um código de espalhamento deespectro por seqüência direta.
4. Método de acordo com a reivindicação 3, no qual o códigocompreende pelo menos uma dentre uma seqüência de comprimento máxi-mo, uma seqüência de Gold ou uma seqüência de Kasami.
5. Método de acordo com a reivindicação 1, no qual cada vibra-dor tem pelo menos duas freqüências de ressonância em uma banda de fre-quência selecionada.
6. Método de acordo com a reivindicação 1, compreendendo a-inda as etapas de detectar sinais sísmicos em uma pluralidade de localiza-ções espaçadas entre si e determinar as porções dos sinais sísmicos detec-tados que se originam de cada qual dentre o primeiro e o pelo menos umsegundo vibrador sísmico.
7. Método de acordo com a reivindicação 1, no qual um tempode atuação de cada vibrador corresponde à profundidade na qual cada vi-brador é operado, de tal modo que o primeiro e pelo menos o segundo vi-brador atuem como um conjunto de vibradores.
8. Método de acordo com a reivindicação 1, no qual cada vibra-dor tem pelo menos duas freqüências de ressonância dentro de uma faixacorrespondente a sua resposta de freqüência.
9. Método para sondagem sísmica marinha, compreendendo asetapas de:- operar um conjunto de vibradores sísmicos em um corpo deágua, o conjunto incluindo uma pluralidade de vibradores sísmicos, cadaqual tendo uma resposta de freqüência selecionada diferente, cada um dosvibradores sendo operado a uma profundidade de água tal que um fantasmade superfície amplifique uma saída descendente de cada vibrador dentro deuma faixa de freqüência selecionada, um sinal usado para acionar cada vi-brador correspondente à resposta de freqüência de cada vibrador; e- detectar sinais sísmicos que se originam a partir do conjuntoem cada qual dentre uma pluralidade de receptores sísmicos dispostos emlocais espaçados entre si.
10. Método de acordo com a reivindicação 9, no qual o sinaltransmissor para cada vibrador compreende uma varredura.
11. Método de acordo com a reivindicação 9, no qual o sinaltransmissor para cada vibrador compreende um código de espalhamento deespectro por seqüência direta.
12. Método de acordo com a reivindicação 11, no qual o códigocompreende pelo menos um dentre uma seqüência de comprimento máxi-mo, uma seqüência de Gold ou uma seqüência de Kasami.
13. Método de acordo com a reivindicação 9, no qual cada vi-brador tem pelo menos duas freqüências de ressonância em uma banda defreqüência selecionada.
14. Método de acordo com a reivindicação 9, compreendendoainda as etapas de detectar sinais sísmicos em uma pluralidade de locaisespaçados entre si e determinar as porções dos sinais sísmicos detectadosque se originam a partir de cada qual dentre o primeiro e o pelo menos umsegundo vibrador sísmico.
15. Método de acordo com a reivindicação 9, no qual um tempode atuação de cada vibrador corresponde à profundidade na qual cada vi-brador é operado, de tal modo que os vibradores atuem como um conjuntode vibradores.
16. Método de acordo com a reivindicação 9, no qual cada vi-brador tem pelo menos duas freqüências de ressonância dentro de uma fai-xa correspondente a sua resposta de freqüência.
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