BRPI0904564A2 - equipamento para ceifar feijão e similares - Google Patents
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Landscapes
- Harvesting Machines For Specific Crops (AREA)
Abstract
EQUIPAMENTO PARA CEIFAR FEIJãO E SIMILARES é um arranjo construtivo dos elementos componentes para proceder às fases de colheita de feijão e similares: ceifa, trílhagem, condução e enleiramento. A ceifa é feita por um par de discos giratórios paralelos entre si em um mesmo plano dispostos para cada linha de plantio a ser colhida simultaneamente o material é içado pelas hastes retráteis, devido ao movimento do Conjunto de esteiras receptoras e conduzidos para o conjunto de esteiras condutoras que fazem o enleiramento lateral. A combinação semipantográfica ao arranjo telescópico, por gatilho, no conjunto de ceifa permite regulagens e ajustes operacionais. O arranjo estrutural e o número de linhas de ceifa possibilitam o porte e propulsões em modalidades: 1 - veículo tipo motociclos e similares - de pequeno porte para atender ao pequeno produtor e a produção familiar; 2 - veículo tipo tratores agrícolas - com porte, propulsão e operacionalidade diferenciada pela combinação dos movimentos horizontal e vertical que permite efetuar o trabalho à esquerda/direita do trator condicionado na colheita sempre pela mesma bordadura do talhão; 3 - veículo autopropelido - então condicionado a uma plataforma de colheita; 4 - modalidade especial - trilhadora de milho - que é um arranjo alterado dos elementos: discos de ceifar cones de arrasto, hastes, esteiras, carcaça e estruturas auxiliares, que por reposicionamento desses permite ajustes de espaçamentos do adensado ao convencional,dando funcionalidade e desempenho; dispõe de um nariz telescópico que previne impactos, direciona e captura o milho acamado por ajuste de inclinação.
Description
EQUIPAMENTO PARA CEIFAR FEIJÃO E SIMILARES
Equipamento destinado a mecanização agrícola nasoperações de colheita de feijão e lavouras similares. Capazde realizar as operações de: 1 - ceifar - por meios mecânicos que favorecem e propiciam as fases subseqüentes: 2 - trilhar— por condução e arrasto do material ceifado; 3 - enleirar -deposição do material conduzido lateralmente em relação aosentido da ceifa, formando Ieiras sobre o solo. Ficando omaterial (da lavoura agrícola) em condições favoráveis àdebulha dos grãos e demais ações requeridas, emequipamentos específicos. A prática comum para a colheita dofeijão é o arranquio das plantas, quando consideradas commaturação e umidade adequadas, deposição e espera para asecagem do material e, posteriormente a debulha. Normalmente, essas operações são feitas manualmente porpessoas, em um trabalho árduo, condições desfavoráveis detrabalho e de baixo rendimento. Os processos mecânicosdisponíveis para essas finalidades são equipamentos para adebulha e ações afins, mas para o arranquio são disponíveis equipamentos de grande porte e específicos consistindobasicamente de uma esteira formada por lâminas de corte queexecutam movimentos alternados de vai-vem, requerendosuperfícies de trabalho planas (solo) livres de ondulações eobstáculos. Portanto, os equipamentos disponíveis são específicos, um para cada etapa de trabalho da colheita. Naproposta do Equipamento para Ceifar Feijão e Similares, aoperação de arranquio tem a equivalência por ceifa (corte) domaterial, isto é, com a mesma finalidade do arranquio, só quepor ações e meios mecânicos diferentes; além do que tambémexecuta outras operações como: trilhagem, enleiramento,reviramento e reenleiramento, todas em um único Conjuntosimultânea e seqüencialmente.
O equipamento Equipamento Para Ceifar Feijão eSimilares em análise, tem por objetivo a execução das fases de colheita do feijão e similares, por: 1 - ceifa por meiosmecânicos das plantas, na base do caule próximo do solo,devido aos mecanismos de rotação, dispostos individualmentepara cada linha de plantas; 2 - trilhagem e; 3 - enleiramento,pelos dispositivos específicos para esse fim. Todas essas operações são executadas por um único equipamento,mediante dispositivos específico, montados em um sóConjunto.Vantagens obtidas com o Equipamento para CeifarFeijão e Similares: a - o processo substitui o trabalhomanual; b - não há exigência de condições especiais do solocomo sem irregularidades, ondulações e obstáculos; c - pelaestrutura, montagem, porte, disposição espacial e propulsão;d - por proporcionar melhorias acrescidas com as fasescomplementares, como deposição em leiras; e - possibilitar oreenleiramento e reviramento do material, em paralelo àdeposição anterior, o que facilita a secagem; f - secagem poraeração, exposição ao calor do sol, promovendo a aceleraçãoda perda da umidade; g - antecipação, por redução do temponecessário, da debulha dos grãos, em equipamento própriopara essa finalidade; h - todas essas ações e ou fases deoperação (ceifa, trilhagem, enleiramento, reviramento ereenleiramento) em um único equipamento; i - portanto,acresce em desempenho operacional e em eficiência.
COMPONENTES BÁSICOS
I - Conjunto de Ceifa - formado por uma estruturaguia e elementos cortantes com finalidade principal de ceifare secundarias de içar e guiar o material para as etapasseguintes. 1 - Elementos cortantes formados por um par dediscos de ceifa (ou por variantes), acionados por cabos degiro (semelhante ao de tacômetro de veículos que promovemgiros opostos de tal forma a conduzir a ceifa pela partecentral entre ambos; 2 - a estrutura guia com elementotelescópico que evita dano em caso de impacto e tambémpermite ajustes de alongamento/encurtamento desta; 3 - guiasemipantográfica, formado pelos elementos de roda guia esupinador, que da atuação conjunta e simultânea regula aaltura de ceifa e permite ajustes posicionais e deprofundidade, bem como de amortecimento de oscilaçõesverticais; 4 - encaixe regulável, na base do chassi, permiteajustes de distanciamentos entre linhas e a alinhamento comas linhas de trabalho, ou seja, de plantas.
Para cada linha de ceifa dispõe-se de um conjunto deceifa com a função de coletar o material, ou seja, as plantasde feijão, ceifá-las, içá-las e conduzi-las para as fasesseguintes da operação de colheita.
II - Conjunto de Esteiras Receptoras e Condutoras -com a função de receber e trilhar (conduzir) o materialceifado e transportá-lo para as fases posteriores. Compostode rolos, roletes, eixos, tensores, esteiras transportadoras ecomplementos. As esteiras fazem a triihagem devido ao seuformato geométrico espacial construtivo, composto de correiasplanas formando duas superfícies distintas de atuação: umaenvolvente e outra envolvida, ambas de atuação simultânea.
As esteiras envolvidas contem as hastes perpendiculares ouem ângulos relativos diferenciados, que a depender do pontodo perímetro e da disposição geométrica e da atuaçãosimultânea com as outras esteiras envolventes tornam ashastes retráteis ou não, para atender a necessidade dessa função. As esteiras envolventes têm a função complementarde guiar, alinhar e envolver. Da atuação simultânea dessadisposição conjunta promovem a ação principal que é a detransporte do material ceifado. O acionamento desse conjuntoserá efetivado por correias, ou por cardan, ou por corrente, ou por outros meios e mesmo por combinações destes, demaneira que permitam regulagens de tensão, distâncias doselementos constituintes.
III - Conjunto de Esteiras Depositoras - com a funçãode receber e reconduzir o material, bem como desviá-lo e mudá-lo de direção e sentido do fluxo, promovendo adeposição e o enleiramento lateralmente ao sentido domovimento do avanço do Equipamento Para Ceifar Feijão eSimilares. Esse Conjunto é composto, basicamente, dosmesmos elementos do Conjunto anterior (Conjunto de Esteiras Receptoras e Condutoras) variando apenas nas dimensões egeometria construtiva espacial para atender a suafuncionalidade específica.
IV - Chassi Estrutural - com a função de servir deapoio, união, junção e conexão entre os Conjuntos; de obter o arranjo geométrico espacial e estrutural necessário paragarantir a funcionalidade de todo o Equipamento Para CeifarFeijão e Similares. O Chassi Estrutural é complementado coma Estrutura Auxiliar que depende das características própriasdos veículos propulsores aos quais se destinam.
V- Estruturas Auxiliares - são formadas peloselementos essenciais e complementares para fazer ainterconexão entre o Conjunto e o veículo propulsor. Dessaforma depende mutuamente dessa junção.
FUNCIONALIDADE
O Equipamento para Ceifar Feijão e Similares,funciona como um processador das etapas de colheita dofeijão (e de lavouras similares) do arranquio até ao preparopara a debulha dos grãos, acelerando o processo de secagemdo material, reduzindo os gastos operacionais e o temponecessário, acrescentando qualidade ao produto obtido (osgrãos). A Deposição e Enleiramento do material ceifadoaumentam o contato das vagens com o ar e reduz o contatocom o solo favorecendo a aeração e exposição ao calor dosol, dessa forma reduzindo o tempo de exposição para ocorrera perda de umidade do material (hastes, galhos, folhas evagens e dos grãos) garantindo a qualidade dos grãos. Paraaumentar ainda mais essas vantagens e para o caso de havero aumento de umidade do ambiente (pela umidade relativa doar alta, ou por intempéries) o Equipamento para Ceifar Feijãoe Similares, permite executar uma nova operação - oreenleiramento, ao mesmo tempo em que revira o materialdepositando-o em outra posição formando Ieirasparalelamente à posição anterior. A umidade alta do ambientee das plantas tende a definhar a qualidade dos grãos: altera acor, consistência, textura, tende a apodrecer e a germinar osgrãos. As condições climáticas e ambientais não podem sercontroladas pelo agricultor, mas cabe a ele tirar proveito ouse precaver, pela realização das operações de colheita emmenor tempo e no momento certo de forma prática e eficiente.
Para a operação de Reenleiramento é necessárioapenas a retirada de parte do Equipamento para Ceifar Feijãoe Similares, destacando do chassi, a barra suporte quecontem os Conjuntos de Ceifa ou apenas os própriosConjuntos de Ceifa. Posiciona-se o Equipamento Para CeifarFeijão e Similares na extremidade da letra, inicia-se oprocesso, ou seja, as esteiras receptoras e condutoras, queadquirem, para o caso, a função de içadoras e reviradorasconduzindo o material para o Conjunto de EsteirasDepositoras, que adquirem, no caso, a função de EsteirasReceptoras e Reenleiradoras.
As Modalidades ou Versões apresentadas doEquipamento Para Ceifar Feijão e Similares, com relação àpropulsão, abrem um leque de opções para os produtores,quanto ao seu porte e a sua operacionalidade, ajustando-osàs suas necessidades e realidades de cultivo. A relação custobenefício é favorecida para cada caso e para a realidade doprodutor em função de sua área de cultivo e de Versões deEquipamentos apresentados.Quanto ao veículo de propulsão o Equipamento paraCeifar Feijão e Similares disponibiliza as seguintespossibilidades de propulsão e, por conseguinte, Versões ouModalidades de Equipamentos para Ceifar Feijão e Similares:1 - para veículos propulsor tipo motociclos e similares; 2 -para veículos propulsor tipo trator agrícola; 3 - para veículospropulsor tipo autopropelido; 4 - para veículos propulsor tipocolheitadeiras de cereais.
O veículo propulsor tem a função motora, ou seja,mover os componentes móveis, de transportar e operar oEquipamento Para Ceifar Feijão e Similares. A conexão entrepropulsor o propelido é feita por barras de apoio, rodas desustentação/movimentação, cardan de transmissão, elementosde conexão relativa e adaptados às condições específicas decada modalidade.
Modalidade a Propulsão por veículos de pequenoporte tipo Motociclos e Similares - por ser de pequeno porte oEquipamento Para Ceifar Feijão e Similares é destinado aoprodutor de menor poder aquisitivo e para áreas cultivadasmenores; seus elementos estruturais auxiliares são tambémmais simples: de transporte, de transmissão, de sustentação,de engate ou conexão. Uma variante seria o tracionamentopelas rodas/pneus. O Equipamento para Ceifar Feijão eSimilares tem, então dimensões reduzidas por ter menor número de Conjuntos de Ceifa (um ou dois), tem menor peso oque permite a propulsão por veículos de menor porte(potência).
Modalidade a Propulsão por veículos tipo Trator - oEquipamento para Ceifar Feijão e Similares é caracterizadopor ter dimensões maiores, portanto, com maior número deConjuntos de Ceifa, pode ser propelido por trator agrícola. Oveículo propulsor (externo) tem função básica de darmobilidade, tracionar, operacionalizar por meio dedispositivos auxiliares como: estrutura de engate, e de operação, tornando versátil o Equipamento para Ceifar Feijãoe Similares. Além da função específica de propulsão, essaModalidade ou Versão, promove e altera a concepção de usodo Equipamento para Ceifar Feijão e Similares, ou seja, dáuma nova concepção de operação e uso em um novo arranjo especial com novas opções para executar o trabalho. AEstrutura Auxiliar é constituída por duas partes básicasinterligadas e complementares entre si com funçõesespeciais: 1 - Estrutura Auxiliar que comporta os mecanismoshidráulicos e mecânicos de conexão ao trator; 2 - a EstruturaAuxiliar composta pelos elementos formadores específicos doEquipamento para Ceifar Feijão e Similares. Essas diferemdas do Equipamento propelido por motociclos e similares edemais modalidades por: a - estarem conectadas ao trator; b- por dispor de maior número de Ceifadores; c - por haverdeslocamentos horizontais e verticais, para adequar-se aoprocedimento de trabalho; d - por ter dimensões maioresrequer partes estruturais adequadas tanto ao porte e esforçosquanto a nova disposição de operacionalidade. A novadisposição espacial permite a operacionalidade de inversãode sentido de enleiramento (lateralidade invertida daesquerda para a direita do trator e vice-versa), para ajustar-se à disposição de trabalho (ceifa) pela mesma bordadura dotalhão, exigindo o deslocamento do Equipamento para CeifarFeijão e Similares para a direita/esquerda do tratorrespectivamente. Essas inversões acrescentam aoEquipamento maior versatilidade e desempenho.
Modalidade a Autopropulsão - veículo constituídoespecificamente para essa finalidade, formandoconjuntamente um único veículo agrícola autônomo tipoColheitadeira de feijão e similares Autopropelida. Então oEquipamento para Ceifar Feijão e Similares torna-se umaPlataforma de colheita de feijão e similares, havendo então,ajustes dimensionais e estruturais auxiliares.
Modalidade a Propulsão tipo Colheitadeiras deCereais - nesse caso o Equipamento para Ceifar Feijão eSimilares torna-se uma Plataforma de colheita de feijão esimilares, com os devidos ajustes estruturais auxiliares paraas conexões pertinentes.
Modalidade especial - para a colheita de milho -TRILHADORA DE MILHO - devido às características própriasda cultura do milho exige um arranjo estrutural espacial e defuncionalidade específica para fazer a colheita. O objetivo doarranjo espacial e estrutural apresentado é preencher asnecessidades específicas e inovar no processo de colheita domilho no tocante à disposição dos elementos constituintes quepermite a regulagem do espaçamento entre linhas de ceifa,desde um sistema adensado do plantio até ao convencional deplantio. A modalidade para a colheita de milho destina-se aprocessar as fases de colheita do milho de: ceifa, trilhagem econdução das espigas para posterior debulha em equipamentoespecífico para essa finalidade, ou seja, o equipamentofunciona como uma plataforma para colheita. A altura dasplantas, porte ereto e grãos em espigas (e não em vagenscomo no feijão) implicam que a colheita se processe pelaretirada das espigas, despalhamento da cobertura queenvolve e protege os grãos, e retirada dos grãos do sabugo.Normalmente isso é feito mecanicamente por pressão, tensãoe cisalhamento que provocam a ruptura do invólucro protetordas espigas e conseqüentemente desagregação dos grãos dosabugo e posteriormente separação desses.
O Equipamento Trilhadora de Milho se diferencia dosequipamentos disponíveis no mercado pelo arranjo estruturale espacial e da maneira que faz a ceifa, a trilhagem e acondução das espigas. É uma plataforma que abre a operaçãode colheita e que atrelada a uma máquina operatriz de debulha complementa a esta, em uma maneira diferenciada derecolher as espigas conduzindo-as para as demais ações quecompletam a colheita.
ILUSTRAÇÕES E DESENHOS
As ilu&trações e desenhos apresentados em seguidasão sem escala. Elementos de união como: parafusos, rebites,solda e outros, não estão representados.
As estruturas e elementos mecânicos componentessão em aço, caso contrário, são explicitados para cada caso.
A fig. 01 - 00 - representa o Conjunto de Ceifa emseus elementos componentes básicos para garantirfuncionalidade e desempenho na operação de Ceifa eIçamento das plantas (feijão) destinando esse material paraas operações seguintes. Atua em uma linha de plantas, paraduas linhas de plantas é necessário então dois Conjuntos deCeifa, e assim por diante. São elementos intercambiáveisconstituídos de material resistente aos esforços a que estãosujeitos (tensão, compressão, flexão e cisalhamento).
Variações construtivas para o conjunto de ceifa sãoas substituições ou alterações de elementos ou de partesdesses por outras formas mantendo a mesma espinha dorsalda função. Os discos de ceifa podem ser providos de dentesem suas bordas ou sobrepostos, ou ainda por substituição do par de discos por um elemento em forma de chicote dematerial resistente e flexível semelhantemente aos usados empequenas roçadeiras de jardins; outra possibilidade é asubstituição do par de discos de ceifa por uma lâmina de ceifacom a mesma função.
Outros elementos podem ser substituídos por outrosem formas diferenciadas com funções ligeiramente alteradascomo a haste telescópica ser trocada por uma simples barrade ligação e suporte dos discos de ceifa, e o mecanismo desupinador e roda guia trocados por uma Iongarina ligando oengaste até os discos de ceifa tendo, portanto, perda dascaracterísticas funcionais respectivas dos elementos
substituídos:
01 - disco de ceifa;
02 - haste telescópica;
03 - barra de sustentação;
04 - articulação;
05 - elemento supinador;
06 - roda guia;
07 - engaste e fixador;
08 - gatilho tensor;
09 - cabo de acionamento;
10 - comprimento ajustável;
11 - cavidade;
Engastado ao chassi pela barra de sustentação (03) eengaste (07) que permite reposicionamento relativo deafastamento/aproximação entre linhas de ceifa, por alteraçãoda posição nos furos (por parafusos) da barra de sustentação(03).
A ação simultânea entre a articulação (04), supinador(05), roda guia (06) dá ao Conjunto de Ceifa movimentosemipantográfico. Esses elementos permitem ajustes ecalibragem para as condições de trabalho como altura decorte, obstáculos sobre o solo e irregularidades da superfíciedo solo. Também indica a atuação independente para cadalinha de ceifa. A roda guia (06) e supinador (05) atuamtambém como amortecedores e limitador da altura de corte.
Os detalhes, fig. 01 - 01 e 01 - 02 ilustram, em corte,o gatilho tensor (08). Em 01 - 02, o gatilho (08) disposto pelocentro. Em 01 - 01 (uma variante) o gatilho (08) dispostopelas laterais e externamente, que atribuem, ao gatilhar, afunção telescópica à haste telescópica (02).
O comprimento (10) é ajustável por reposicionamentodos gatilhos (08) e cavidades (11) e ou pela atuaçãotelescópica de segurança provocada por impactoslongitudinais, durante o avanço do Conjunto de Ceifa, emoperação.
O movimento de rotação dos discos de ceifa (01) éfeito por cabos (09) semelhantemente aos cabos detacômetros de veículos, interligados a saídas específicas dodiferencial (25).
A fIg. 02 - 00 - lustra uma disposição do Conjunto de Esteiras Receptoras e Condutoras em seus elementosconstituintes que atuam simultaneamente para executar asfunções de içamento (complementado pela ação de ceifa),trilhagem e condução do material ceifado, depositando-osobre o Conjunto de Esteiras Depositoras.
12 - rolo içador/condutor;
13 - rolo motor;
14 - rolete tensor principal (externo);
15 - rolete tensor (interno);
16 - esteiras internas ou envolvidas;
17 - esteiras externas ou envolventes;
18 - hastes retráteis (dedos);
19 - distância entre centros (13) e (14);
20 - distância entre centros (12) e (13);
OC- ângulo posicionai ou de ajuste;
O movimento de giro faz com que as esteirasexternas (17) sobrepostas às esteiras internas (16) quecontem as hastes retráteis (18) em cujos afastamentospermitem que as hastes retráteis (18) deslizem fazendo opercurso (perímetro) ao mesmo tempo em que içam e conduzem o material ceifado. As esteiras externas (17)distribuídas e espaçadas entre as fileiras de hastes (18)complementam a função de condução e apoio (deposição domaterial) ao mesmo tempo em que giram arrastando-o pelaparte superior. Cada esteira interna (16) contém uma linha (fileira) de hastes (18). As hastes (18) são retraídas (na parteinferior do Conjunto) devido à disposição espacial relativa dorolete tensor principal (14). O rolete tensor principal (14) tema função de promover o afastamento entre as superfícies dasesteiras (16) e (17) pela distância ou afastamento (19) criando o espaço de retratação das hastes retráteis (18); detencionar as esteiras externas (17); e de ajustar angularmente(OC) a face de depósito do material. O rolete tensor interno(15) tem a função de tencionar as esteiras internas (16) e deauxiliar na regulagem da distância entre centros (19). Asesteiras internas (16) são envolvidas pela externas (17)fazendo um conjunto de atuação mútua e funcional.
Na fig. 02 - 02 - o rolete tensor principal (14) éconstituído de alma (eixo) em aço e externamente por roletede borracha ou similar permeado de cavidades, ou revestidointeiramente de borracha como na fig. 02 - 01. Tem afunção de promover o afastamento entre as esteiras internas(16) e externas (17) promovendo a retratação das hastes (18),tornado-as então retráteis pelo afastamento (19). O eixoilustrado na fig. 02 - 02 é uma variante construtiva para oeixo tensor principal (14), melhora a função por reduzir oafastamento (19), suas cavidades permitem a passagem dashastes (18) entre elas sem interferência mútua.
Na fig. 02 - 03 - tem-se a representação da atuaçãosimultânea das esteiras externas (17) sobre o rolete tensorprincipal (14), no caso, esse é segmentado, cujas cavidadesdeixam livre a passagem das hastes retráteis (18) sem causarinterferência mútua, alterando o ajustamento (19) para menor,e da atuação também, simultânea das esteiras internas (16)com suas linhas de hastes retráteis (18) sobre o rolo motor(13).
Na fig. 02 - 04 - tem-se a representação dasobreposição das esteiras externas (17) sobre as esteirasinternas (16), sem haver interferência mútua, atuandoconjuntamente sobre o rolo içador (12). Nessa situação ocorreplenamente a ação simultânea de envolvente/envolvida. Parao caso de haver desalinhamento ou escorregamento ou paramanter o paralelismo entre esteiras e hastes, ranhuras,estrias ou rugosidades alocadas às esteiras nas faces dassuperfícies que entram em contato resolvem o problema.
Nas fig. 02 - 05, 06 e 07 - tem-se representadasvariantes construtivas e de montagens do Conjunto deesteiras Receptoras e Condutoras1 para conduzir materiaisdiversos (semelhantes ou não).Nesses arranjos não há usodo rolete tensor com a mesma função do tensor (14), nãorepresentado nessas ilustrações, mas de rolete tensor da(s)esteira(s). No arranjo da fig. 02 - 05 - tem-se as hastes (18)retráteis não pelo arranjo de sobreposição de esteiras, mas,pela face oposta dos rolos (12) e (13), pois as hastes estãodispostas sobre os rolos. As esteiras seriam apenas guiaslivres para permitir o giro livre das hastes. O arranjo da fig.02 - 06 - difere do arranjo da fig. 02 05 - por ter hastes emapenas um dos rolos. O arranjo da fig. 02 - 07 - dispõe ashastes sobre as esteiras, que poderia ser apenas nervurasdispostas no sentido transversal ao do movimento.
A fig. 03 - 00 - mostra, em detalhe, a açãosimultânea de ceifa e içamento provocadas pelos movimentosde avanço do Equipamento Para Ceifar Feijão e Similares, edos movimentos rotativos de ceifa e ascendente do rolo içadore das hastes retráteis (que nesse ponto não são retráteis) eesteiras.
A fig. 04 - 00 - representa a disposição para oConjunto de Esteiras Depositoras. Esse arranjo espacial éuma variação construtiva do arranjo apresentado na fig. 02 -00 (Conjunto de Esteiras Receptoras e Condutoras). Devido aesse arranjo os componentes adquirem funções especiaisdiferenciadas. É uma combinação diferenciada, devido àfunção peculiar do uso, ou seja, para receber, desviar edepositar o material, advindo do Conjunto anterior, em Ieiraspor uma das extremidades.
A fig. 05 - 00 - tem-se esquematicamente, a disposição simultânea da atuação dos elementos formadoresdo Equipamento Para Ceifar Feijão e Similares, indicatambém, o caminho percorrido pelo material colhido desde aentrada (ceifa) até a deposição lateral (enleiramento).
A fig. 06 - 00 - apresenta uma vista explodida doEquipamento para Ceifar Feijão e Similares, em seuscomponentes essenciais. O arranjo espacial permite visualizare relacionar os espaços ocupados por cada elemento e asinterações relativas entre si:
25 - diferencial;
21 - barra suporte lateral (esquerda e direita);
23 - quadro intermediário;
24 - quadro posterior;
26 - rodas e pneus;
22 - eixo;
A fig. 06 - 01 - ilustra um fluxograma, um resumo querelaciona as interrelações mútuas entre as açõesdesempenhadas pelos respectivos elementos funcionaisformadores do Equipamento Para Ceifar Feijão e Similares.Estabelece a complementariedade dos movimentos principaise secundários representados por suas ações.A fig. 07 - OO - apresenta um esquema simplificadodo Equipamento para Ceifar Feijão e Similares, conectado aum veículo propulsor tipo Motociclo.
A fig. 08 - 00 - ilustra, simplificadamente, umdispositivo de transmissão de rotações conectado a umveículo tipo Motociclo. É um dispositivo formado basicamente,de cabo de transmissão de rotações, pinhão dentado que seajusta à corrente do veículo, mecanismo de controle acionadopor cabo de aço para efetuar o engate/desengate do pinhão,semelhantemente ao comando de marchas de bicicletas, eengaste. O cabo de transmissão de rotações tem aextremidade perfilada por onde será encaixado ao orifíciocorrespondente do pinhão dentado e contrapinado paraimpedir o desengate involuntário:
27 - conjunto de engaste/desengaste;
28 - pinhão dentado;
29 - cabo de transmissão de rotações;
A fig. 09 - 00 - apresenta uma vista explodida doEquipamento para Ceifar Feijão e Similares, com asestruturas auxHiares para a operação propulsão e conexãocom o veículo, tipo trator. Em A, detalha os elementosformadores do Conjunto do Carro Base que faz a ligação entreo trator e o Equipamento para Ceifar Feijão e Similares. EmB, está ilustrado o Equipamento para Ceifar Feijão e Similarescom seus Elementos Auxiliares para a Junção Complementar.
Esses Elementos Auxiliares permitem aoperacionalidade e a propulsão por içamento e por girohorizontal do Equipamento Para Ceifar Feijão e Similares,para um dos lados do trator para executar o trabalho. Nãorepresentados: os atuadores hidráulicos como: pistões, motor,mangueiras e controles que permitem a movimentação lateral,o içamento e outros movimentos necessários.
Variantes de construção e operação podem servircomo alternativas como acoplar o Equipamento diretamenteao trator abrindo mão da operacionalidade inovadora detrabalhar sempre pelo mesmo lado do talhão, já que esseacoplamento não permite o posicionamento à esquerda/direitado trator. Ou substituir o circuito hidráulico por meiosmecânicos como cardan em etapas seqüenciais até aoEquipamento para Ceifar Feijão e Similares.O motor hidráulico será acionado por cardan natomada de potência do trator, os controles dispostos aoalcance do operador do mesmo ponto em que opera o trator,ergonomicamente:
Em A: Carro Base:
35 - castelo I;
34 - base do castelo I;
33 - mesa I;
30 - encaixes dos atuadores (pistões);
31 - três pontos de engate aos três pontos do levantehidráulico do trator;
40 - braço;
Em B: Mesa de Conexão e Equipamento Para CeifarFeijão e Similares:
30 - encaixes dos atuadores (pistões);
36 - mesa II;
38 - base do castelo II;
37 - castelo II;
41 - lança;
39 - barras auxiliares;
OP ERACIO NALIDADE
A Fig. 10 - 00 - mostra, esquematicamente, um dosmovimentos operacionais: o movimento de içamento doEquipamento para Ceifar Feijão e Similares. Esse movimentovertical é devido aos atuadores hidráulicos em torno dospontos articulados (42), (43) e (44) e pontos (31) de engateaos três pontos do levante hidráuli co do Trator; (a) — indica osentido do avanço, obtido pelo deslocamento do trator.
A fig. 11 - 00 - mostra outro movimento operacional: o movimento horizontal de giro parcial, para a esquerda oudireita e vice-versa do Trator formando o ângulo que
permite eficiência na operação de colheita, sempre pelomesmo lado do talhão.
A fig. 12 - 00 - ilustra a operação de colheita com o Equipamento para Ceifar Feijão e Similares com propulsão porMotociclo. Acoplamento à lateral. Detalhe C: ida e no detalheD: retorno. A operação se processa de maneira cíclica em queo talhão (49) fica centralmente, ou seja, o avanço contínuo(50) se processa pelas faces (bordas) opostas do talhão (49):
46 - face de entrada do material ceifado;
47 - face de saída do material ceifado;48 - leiras;
49 - talhão;
50 - avanço contínuo ou resultante;
A Fig. 13 - 00 - ilustra a operação de colheita com oEquipamento Para Ceifar Feijão e Similares com propulsãopor Trator. Demonstra a inovação de sempre operar pelamesma face (borda) do talhão (49) por avanço contínuo(transversal) na ida e no retorno, respectivamente, nosdetalhes EeF; fato conseguido pela movimentação lateral(giro horizontal) e pela inversão de giro das EsteirasReceptoras e Depositoras para que sempre deposite omaterial colhido do lado oposto ao avanço contínuo (50),formando as leiras (48). Quando de ida, opera pelo ladodireito do Trator, quando do retorno, opera pelo lado esquerdodo trator e vice-versa.
A inversão lateral direita/esquerda, sempre pelomesmo lado da área cultivadas e evita o pisoteio sobreplantas ainda não colhidas e manobras em vazio imprimindoagilidade e versatilidade operacional.
A Fig. 14 - 00 - ilustra, esquematicamente, aoperação para o caso de não haver a inversão lateralesquerda/direita do Equipamento para Ceifar Feijão eSimilares. A operação se processa pelas bordaduras dotalhão, cria um problema de entrada inicial no talhão, poishaverá passagem de parte do Equipamento Para Ceifar Feijãoe Similares sobre as linhas de plantas ainda não colhidas,promovendo pisoteio e perdas, caso não se faça um arranquiopreventivo inicial.
A fig. 15 - 00 - ilustra uma disposição espacial paraos elementos formadores da estrutura de uma TRILHADORADE MILHO - diferenciada pela maneira com que seuselementos interagem para proceder à ceifa, trilhagem econdução das espigas e material ceifado para o rotor. A ceifa,trilhagem e condução acontecem quase de forma simultâneapela ação conjunta de todos os elementos componentes e daação de avanço do equipamento. A regulagem da larguraentre linhas de ceifa é feita por um mecanismo inovador, poishá uma tendência para o cultivo adensado do milho e estadisposição dos elementos permite o ajuste para esseespaçamento. A regulagem acrescenta versatilidade pordispor o equipamento ao trabalho em diferentes larguras ouespaçamentos de plantio do cultivo adensado até ao cultivoconvencional do milho. As quilhas dorsais, constituídas dematerial flexível tipo lona, emborrachado ou compósito,funcionam como "dobradiças" para permitir que cada parte dacarcaça se ajuste ao alargamento/estreitamento dos demais elementos; alem de unir as partes da carcaça (que se desejaserem móveis relativamente entre si). A quilha dorsal lateral,entre a parte do bico frontal e o corpo posterior, deve ser fixaem uma parte e solta em outra e ter articulações quepermitam o ajuste entre as formas geométricas espaciais triangular e retangular respectivamente, mantendo asinterações sem interferência nas partes móveis e ajustáveis.Uma alternativa seria uma Iongarina dorsal, do chassi até aextremidade do bico frontal, devidamente ajustada aosespaços e com as articulações necessárias para permitir todos os movimentos das peças móveis e os ajustes decarcaça sem haver interferências mútuas:
55 - bico ou corpo frontal;
56 - corpo posterior;
58 - quilhas frontais;
59 - nariz telescópico;
60 - quilhas dorsais;
57 - carcaça (guia e de proteção);
61 - cones de arrasto;
01 - discos de ceifa;
18 - hastes retráteis;
62 - esteiras condutoras;
63 - rotor;
64 - chassi;
65 - calha;
30 66 - eixo perfilado;
67 - linha de ceifa;
69 - entrada de ceifa;
68 - distância entre linhas de ceifa (regulável);
A fig. 15 - 01 - ilustra o Conjunto de ceifa. O avançodo equipamento e a ação simultânea de giros do par de discosde ceifa (01) capturam os caules do milho e por pressão(devido aos seus rebaixos) cisalha-os por esmagamento,auxiliado pelos cones de arrasto (61) e hastes retráteis (18)que trilham e separam as espigas ao tempo que são aparadas pelas esteiras condutoras (62) que as conduzem (e partes docaule também) para o rotor (63). A disposição e os rebaixosalternados permitem regulagem posicionai entre os discospelo afastamento/aproximação que possibilita a calibrar ograu de ações de esmagamento/cisalhamento/arraste/ceifa/trilhagem do material (pés de milho). As hastes retráteisadquirem essa função (de retratação) quando do movimento edo rasgo na carcaça. Montado aos pares em paralelo.
A fig. 15 - 02 - ilustra uma variante para o par dediscos de ceifa, sem o uso dos cones de arrasto. Os dentes(70) tem a função de capturar e conduzir o material para ocísalhamento:
70 - dentes de ceifa;
A fig. 15 - 03 - apresenta, esquematicamente, umaesteira condutora (62) que tem a função de conduzir e guiar omaterial trilhado, principalmente, as espigas para o rotor (63).Os casquilhos (73) com sua forma, geométrica e a disposiçãoque são fixados à corrente (74) facilitam e permitem acondução horizontal do material ceifado e ao tempo em que seconformam à curvatura das coroas (66 e 72) durante omovimento de rotação:
71 - coroa motora;
72 - coroa movida;
73 - casquilhos;
A fig. -15 - 04 - detalha a composição da esteiracondutora em sua forma geométrica e na interação doscasquilhos com a corrente:
74 - corrente;
A fig. 15- 05 - ilustra uma projeção vertical (planta)detalhando os elementos que formam cada linha de ceifa:
75 - barra de suporte;
A fig. 15 - 06 - ilustra uma projeção frontaldetalhando os elementos que formam cada linha de ceifa.
A fig. 15 - 07 - ilustra uma projeção lateral de umalinha de ceifa.
A fig. 15 - 08 - apresenta disposições para atransmissão dos movimentos para os conjuntos de ceifa: porcorreias e por meio de cabos de rotação. Ilustra também umaluva de união de partes do eixo perfilado o que facilita namanutenção e troca de componentes montados sobre esseeixo:
77 - polias motoras;
78 - polias movidas;
40 79 - correias;
76 - luvas de união;A fig. 15 - 09 - apresenta uma vista frontal com osdispositivos envolvidos na regulagem de espaçamento, pelodeslocamento de aproximação/afastamento dos componentes, inclusive a carcaça de proteção do conjunto de linhas. Osdispositivos de ajustes formados pelos reguladores deslizantehorizontal e vertical que atuam juntamente com a barra desuporte, cones de ceifa, esteiras condutoras e carcaça,configurados de tal forma que o deslocamento simultâneodesses elementos resulte em afastamento/aproximação dadistância de linhas de ceifa, que é por sua vez em função doespaçamento de plantio. A quilha dorsal tem a função depermitir movimentos relativos entre as faces da carcaça queunem-se funcionando como uma articulação tipo dobradiça,que permite o arranjo espacial da carcaça "sintonize-se" aoajuste dos demais elementos; o material deve ser tal quepermita elasticidade, plasticidade e resistência mecânicacomo o emborrachado, a lona e compósitos que dêem essascaracterísticas. O ajuste de afastamento/aproximação determina uma variação entre a distância entre linhas de ceifapara valores entre o máximo e o mínimo, respectivamente. Asquilhas dorsais conjuntamente com os dispositivos deslizantestêm o seu uso estendido para outras aplicações como emvariadores de volumes ou angulares, em estruturas capsularesou invólucros, formatos de cunha e outras formas geométricasespaciais semelhantes, com finalidades de guiar, conduzirmateriais ou ações afins. O mesmo principio se aplica à partefrontal, ou seja, bico ou corpo frontal:
80 - regulador deslizante vertical;
85 - haste de sustentação;
86 - articulação;
90 - regulador deslizante horizontal;
A fig. 15 - 10 - ilustra duas versões de reguladoresdeslizantes verticais (80), um componente essencial que permite a mobilidade da carcaça e conseqüentemente osajustes de calibração das distâncias entre linhas de ceifa. Oparafuso de fixação mantém a direção horizontal para osdeslocamentos da carcaça enquanto o parafuso de regulagemforça a carcaça fechar/abrir no sentido horizontal. As articulações facilitam esses movimentos e sãocomplementados pelas quilhas e pelo regulador deslizantehorizontal. A luva rosqueada é uma alternativa para as hastesde sustentação em que possibilita um ajuste particular paravariar o comprimento desta e conseqüentemente o posicionamento correspondente independentemente dosdemais, ou seja, altera localmente as proporções. A luvarosqueada (esquerda/direita) permite ajustes pontuais emrelação ao do conjunto para especificidades particulares comouma inclinação de uma face ou variações dimensionaisdistintas, pòr tornar o comprimento variável:
81 - parafuso de regulagem;
89 - luva rosqueada;
82 - parafuso de fixação;
83 - haste móvel ou deslizante;
84 - haste fixa;
A fig. 15 - 11 - ilustra duas versões para o reguladordeslizante horizontal (90). Complementa as ações atribuídasdo dispositivo vertical, enquanto dá estabilidade e permite asregulagens de afastamento/aproximação das barras desuporte e conseqüentemente de todo o conjunto de linha deceifa:
87 - barra deslizante;
88 - barra guia;
A fig. 15 - 12 - ilustra, em corte, o conjuntodenominado NARIZ TELESCÓPICO- que tem como atribuiçõesservir de guia, de ponto de partida do processo de colheita domilho, auxiliando na elevação de plantas caídas ou tombadas,redirecionado-as. O movimento telescópico é devido àelasticidade do material componente, das molas de pressão,dos pinos, do formato geométrico. A junção dessaspropriedades dá desempenho ao dispositivo na absorção deimpactos e esforços indesejáveis que possam advir durante aexecução de colheita. A elasticidade do material que compõeos elementos formadores da estrutura (corpo) e das molas,dos deslocamentos relativos e sucessivos dos segmentos(devido aos pinos guias, molas, guias, estrias e da geometria)permite o movimento relativo longitudinal por deformaçãoparcial, por sobreposição, pelo somatório, bem como o retornoà posição inicial, ou seja, o movimento telescópicolongitudinal absorvendo impactos e outros esforçosdecorrentes do processo de colheita. As estrias, os pinos e oformato geométrico, dão a orientação ao movimentotelescópico e as molas, a elasticidade do material dão aenergia de absorção e de retorno ao ponto de origem. Ajunção de cada segmento permite a atuação em efeito cascatae seqüencial do movimento telescópico. O material deveconter as características de elasticidade, plasticidade eresistência mecânica, tal como emborrachados ou compósitoscom essas propriedades para permitir as deformaçõeselásticas necessárias. Cada cápsula pode ser formada deduas partes (conchas) que fechadas complementam-se e quedessa forma permite a montagem dos componentes internos.O gatilho semicircular, unido à carcaça por dispositivo devidamente articulado, melhora ainda mais o desempenhopor permitir ajustes de acordo com o uso e as condições doambiente de trabalho e também como mecanismo de proteçãodo conjunto, que no caso de uma força atuante indesejadaintervir no sentido vertical o gatilho dispara permitindo o deslocamento (o salto) para outra posição evitando eventuaisdanos; além do que, pode-se fazer o ajuste angular doconjunto Nariz Telescópico. Se necessário, para impedir aentrada de material estranho entre as partes móveis dascápsulas, as bordaduras serão revestidas com material flexível como lonados:
91 - cápsula frontal;
92 - cápsula intermediária;
93 - cápsula posterior;
94 - estrias de reforço e guias;
95 - molas tensoras;
96 - pino suporte;
97 - pino guia;
98 - gatilho semicircular;
A fig. 15 - 13 - ilustra uma variante para o Nariz Telescópico - LEME TELESCÓPICO - com atribuiçõessemelhantes às do Nariz Telescópico, mas acrescidas ediferenciadas em alguns aspectos quanto à finalidade e uso,como o seu formato geométrico é mais laminar (na seçãotransversal) adquire propriedades mais próximas às de umleme em navegação (náutica), ou seja, de romper estruturascomo emaranhados de plantas cultivadas, ou daninhas, ouinvasoras de cultura, como no caso de feijoeiro. Posicionadoem extremidades de equipamentos de colheitas, dá-lhesproteção (efeito telescópico e de amortecimento) e acrescentaa atribuição de abrir caminhos e guias. Para o caso decolheita de feijão, seria alocado paralelamente ao Conjunto deCeifa (01) com a finalidade principal de abrir caminho(desembuchando, desembaraçando, guiando) para a colheitaproceder adequadamente. Para a proteção, no sentido vertical, há o dispositivo de engaste acondicionado a umamola helicoidal de torção, que permite o deslocamento de giroparcial (na vertical) e o retorno para a posição inicial;funciona semelhantemente ao do gatilho semicircular (98):
99 - engaste de torção;
100 - guia;A fig. 15 - 14 - ilustra as posições relativas que oengaste por gatilho semicircular do Nariz Telescópico permitepara o ajuste das condições de trabalho: ponta para baixo,ponta horizontal, ponta para cima (arrebitada). O mecanismotambém funciona como dispositivo preventivo de eventuaisesforços acidentais que forcem o conjunto, ou seja, dispara ogatilho semicircular para outra posição, impedindo que causedanos.
AMORTECEDOR PROGRESSIVO
As fig. 16 - xx ilustram variantes construtivas dahaste telescópica por consistir de elementos fusíveis comogatilho. Sendo os gatilhos fusíveis, o conjunto é desse modo aproteção contra choques de veículos ou equipamentos aosquais estejam inseridos. Não retorna à posição original e nãopermitem ajustes ou calibração, depois de fixados os gatilhosà haste telescópica (Amortecedor Progressivo), ou seja, temdeformação plástica permanente. A proteção do veículo ouequipamento que está inserido dá-se pela deformação graduale proporcional ao impacto e ao deslocamento (encurtamento)da haste telescópica, ou seja, é uma deformação permanentee que vai absorvendo a energia do impacto de formapreviamente calculada e estabelecida no arranjo dos gatilhosao longo do Amortecedor Progressivo.
O gatilho é formado de uma cápsula com engaste ecom o elemento fusível que pode ser em formatos diversoscomo: meia lua, esfera, rolete, retangular, planos, circulares,ou ovóide. Oe material que tenha resistência à rupturaproporcional ao esforço. Cada elemento fusível tem umacalibração de absorção diferenciada em relação aos demais,para que ocorra a absorção progressiva da energia deimpactos. Agrupados e dispostos espacialmente de acordocom as características do material e ao esforço resultante aocisalhamento.
Amortecedor Progressivo construído como item desegurança para ser inserido na estrutura de veículosautomotores e ou equipamentos como em longarinas, ouchassi, ou unido ao pára-choque tradicional em esquemas emsérie ou em paralelos, tipo sanduíche, nas bordaduras,transversalmente em esquemas, como em carcaça, lastro, tetoe ou piso. Destinado á proteção de motoristas e passageiros,em casos de impactos acidentais ou involuntários.A fig. 16 - OO - ilustra uma haste telescópica semnenhum dispositivo de gatilho, apenas um ajuste cominterferência entre as faces de contacto guia-haste:
02 - haste telescópica;
11- cavidade;
105 - guia;
106 - elemento fusível;
107 - grampo;
108 - rebaixo;
109 - rasgo;
110 - canal;
A fig. 16 - 01 - ilustra uma construção doAmortecedor Progressivo com gatilhos tipo costura, ao longoda faixa central da guia. O gatilho é um lacre de rupturaagrupado. Com um esforço longitudinal na haste faz com quea interferência do ajuste comece a agir amortecendo porabsorção da energia devido ao atrito até que (se o esforço forsuperior) o avanço alcance um lacre rompendo-o na proporçãoda energia disponível à qual está calibrado cada lacre, eassim sucessivamente em efeito seqüencial de avanço(encurtamento relativo) e progressiva absorção de energia.Enquanto a energia for superior o deslocamento vai atingindoos lacres sucessivos em efeito cascata e seqüencial em que aenergia vai decaindo. Para o caso, o gatilhamento acontece por pressão e ruptura do lacre.
A fig. 16 - 02 - ilustra um Amortecedor Progressivotipo pente no qual o gatilhamento ocorre por pressão rupturae deslocamento do lacre. O gatilho é formado por seqüênciade cavidades e ressaltos nas quais estão engastados e presosos lacres que podem ter formatos de meia lua, cilindro, etc.
A fig. 16 - 03 - ilustra um agrupamento de gatilhosexternamente encapsulados em grampos que são devidamentealocados à guia de acordo com as características de cadaelemento fusível. No caso, o elemento fusível tem o formato de um grampo com inserção de rebaixos que são encaixadosnos orifícios (rasgos) da guia. O gatilhamento ocorre pordeslocamento e pressão que expulsa o grampo à medida queavança. O gatilho é o próprio grampo devido ao seu formato ea elasticidade do material acrescido da inserção na guia e que a haste ao atingi-lo pressiona-o e o engatilha expulsando-opara fora.A fig. 16 - 04 - ilustra um agrupamento de gatilhospor grampos que são alocados pelas bordas da guia. O gatilhoé formado por grampo e elemento fusível (tipo esfera, roletemeia lua, etc.) que é encaixado na cavidade lateral e presopelo grampo e este é engastado por pressão e forma e nocanal longitudinal da guia. O gatilhamento ocorre pordeslocamento e pressão que "expulsa" o grampo à medida queavança. A cada obstáculo há decréscimo de energia, e a cadapasso o gradiente de energia necessário para a "ruptura" serámaior do que o anterior, pois cada grampo é calibrado comuma resistência maior do que o anterior, ou seja, há umaabsorção gradual e seqüencial e progressiva de energia dosistema.
A fig. 16 - 05 - ilustra um agrupamento de gatilhostipo guilhotina composto pro pinos fusíveis que são inseridosà guia, O gatilhamento ocorre por pressão e cisalhamento àmedida que a haste desloca-se e atinge os pinos promovendoo cisalhamento perdendo energia.
A fig. 16 -06 - ilustra graficamente as relações entrea energia necessária para promover a ruptura dos elementosfusíveis e o deslocamento da haste (ocorrendo oencurtamento relativo do conjunto). Para deslocar é precisoter energia superior à necessária para romper os elementosfusíveis do primeiro nível e se sobrou energia para romper osdo segundo nível passa para o nível seguinte e assim pordiante, interrompendo a seqüência quando a energia forinferior à de ruptura. Quando há um agrupamento deelementos fusíveis a curva torna-se mais acentuada e quantomaior for essa energia que cada elemento fusível absorve emrelação ao anterior mais acentuada torna-se a curva:
E+ = energia necessária para avançar;
d = deslocamento relativo da haste (encurtamento);
A fig. 16 - 07 - ilustra graficamente a relação deabsorção de energia e o deslocamento (encurtamentorelativo), ou seja, devido â absorção de energia doselementos fusíveis sucessivamente à medida que odeslocamento da haste atinge os elementos fusíveis. Daenergia inicial a cada fusível que rompe perde certaquantidade de energia que dispunha e a que resta seráabsorvida nos seguintes até ser inferior a energia de rupturado fusível, interrompendo a sequencia. É o efeito cascata deabsorção de energia. Logo para chegar ao "destino" énecessário ter uma quantidade de energia inicial muitogrande:
E = energia absorvida;
d = deslocamento relativo da haste (encurtamento);
Claims (46)
1. - Equipamento para Ceifar Feijão e Similarescaracterizado por ter seus componentes básicos dispostos emum arranjo estrutural espacial para obter as ações principajsde ceifar, trilhar, conduzir, enleirar ou reenleirar o feijão esimilares, permitindo ajustes dos seus elementoscomponentes, de espaçamentos de linhas de ceifa, resultandono seu porte (tamanho) e no seu tipo de propulsão, mantidasas relações mútuas entre os seus elementos formadores eações recíprocas.
2. - Conjunto de ceifa caracterizado por ser formadode um par de discos de ceifa parcialmente sobrepostos, ounão, acionados por cabos giratórios, que fazem a ceifa domaterial, unidos a uma haste telescópica, supinador e rodaguia que protegem o conjunto e permite ajustes e que da açãoconjunta do supinador e roda guia dão caráter de movimentosemipantográfico.
3. - Haste telescópica caracterizada por dispor degatilho tensor que proporciona ajuste dealongamento/encurtamento do conjunto de ceifa paraposicioná-lo às condições do material e do local de trabalhoprotegendo-o e consequentemente o Equipamento para CeifarFeijão e Similares.
4. - Gatilho tensor caracterizado por ter umadisposição geométrica com ressaltos, cavidades, pinos emolas que gatilham por deslocamento linear relativo paraproteger e permite ajuste voluntário da haste telescópica, àqual está inserido.
5. -Conjunto de ceifa caracterizado por ser umavariante construtiva do Conjunto de ceifa por ter lâminas deceifa em substituição aos discos de ceifa.
6. -Conjunto de ceifa caracterizado por ser umavariante do conjunto de ceifa por não dispor de uma haste desustentação em substituição da haste telescópica nacomposição do conjunto de ceifa.
7. -Conjunto de ceifa caracterizado por ser umavariante do conjunto de ceifa por ter uma haste tipo Iongarinaligando os discos de ceifa até o engaste em substituição aodispositivo de movimento semipantográfico desempenhadopelo supinador, roda guia e articulação.
8. -Conjunto de Esteiras Receptoras e Condutorascaracterizado por ter uma composição espacial de esteirassobrepostas, hastes retráteis, rolos, roletes interagindo deforma a promover movimentos rotativos para complementar àceifa, içar e conduzir o material.
9. - Conjunto de Esteiras Depositoras caraterizado porser uma variante construtiva do Conjunto de EsteirasReceptoras e Condutoras com os mesmos componentesajustados para receber, direcionar e depositar o material emIeiras lateralmente ao sentido do avanço.
10. -Conjunto de Esteiras caracterizado por ser umavariante do Conjunto de Esteiras Receptoras e Condutoras porter uso diversificado e em uma nova combinação de elementose com suas hastes retráteis fixadas em um dos rolostornando-as retráteis pela geometria e movimentos.
11. - Esteiras sobrepostas caracterizadas por seuarranjo espacial interativo envolvente/envolvida compondo umajuste com interferência entre as faces de contato e quedisporão de ranhuras ou estrias para manter o paralelismo demodo a engastar as hastes tornando-as retráteis em pontosespecíficos do perímetro pelo afastamento relativo entre asesteiras envolventes/envolvidas promovido pelo rolete tensore seu afastamento posicionai.
12. -Rolete tensor ranhurado caracterizado por terranhuras ou canais circulares transversalmente que permitemque as fileiras de hastes retráteis se interponham livrementeentre esses canais durante o movimento giratório do conjuntode esteiras, reduzindo o espaço entre as esteiras envolventese as envolvidas nas partes do perímetro que se deseja aretração e pelo arranjo geométrico.
13. -Hastes retráteis caracterizado por ter retraçãodescontínua pela disposição entreposta entre o afastamentopromovido pelos roletes e sobreposição das esteiras devidoao arranjo geométrico espacial.
14. - Modalidade a propulsão por motociclos esimilares caracterizada por dispor de um arranjo construtivoadequado a essa propulsão, de pequeno porte e com uma ouduas linhas de ceifa, com suas estruturas auxiiiares ouelementos complementares para obter a condução,tracionamento, e operação.
15. -Disposição mecânica de transmissão de rotaçõescaracterizada por ter engaste e pinhão dentado na corrente detransmissão do motociclo, transmissão de rotações por cabogiratório para o Equipamento para Ceifar Feijão e Similares.
16. - Modalidade a propulsão por motociclos esimilares caracterizada por ser uma variante construtiva paraobter tracionamento independente por rodas/pneus.
17. - Modalidade a propulsão por tratorescaracterizada por ter um arranjo espacial construtivo para ascondições dessa propulsão com seus elementos ecomponentes auxiiiares e específicos para a condução, traçãoe operação por meio de controles ergonômicos de atuadoreshidráulicos (circuito), junções articuladas em duas partes umade união ao trator e dessa ao próprio Equipamento para CeifarFeijão e Similares para permitir os movimentos verticais ehorizontais de operação pela mesma bordadura do talhão.
18. - Modalidade a propulsão por tratorescaracterizada por ser uma variante construtiva tracionada porcardan desde o trator até o equipamento em substituição aocircuito hidráulico.
19. - Modalidade a propulsão por tratorescaracterizada por ser uma variante construtiva para oEquipamento para Ceifar Feijão e Similares, engastado ao tratorcom operação lateralmente por um de seus lados emsubstituição da operacionalidade pela mesma bordadura dotalhão.
20. -Modalidade a autopropulsão caracterizada por terum arranjo construtivo do Equipamento para Ceifar Feijão eSimilares para a forma de uma plataforma atrelada a umacolhetadora de cereais convencional com suas estruturascomplementares para ajustar-se a essa condicionante.
21. -Operacionalidade caracterizada por executar otrabalho pela mesma bordadura do talhão devido àsdisposições construtivas dos elementos auxiiiares ecomplementares e do circuito hidráulico e dispor de controlesergonômicos para o tratorista e que permite os movimentosverticais (içamento) e horizontais (angulares) para inverter aposição à esquerda/direita e de inverter o sentido deenleiramento ou reenleiramento.
22.TriIhadora de milho caracterizada por ser umarranjo espacial construtivo e geométrico para atender àscondições de colheita do milho com uma ou mais de uma linhade ceifa e os elementos cones de arrasto, discos de ceifa,carcaça ajustável, hastes retráteis, esteiras e complementospara ceifar, trilhar e conduzir o milho.
23.Conjunto de ceifa caracterizado por ser umavariante construtiva do conjunto de ceifa com cones dearrasto, hastes retráteis, barra de suporte e discos de ceifacom rebaixos e ressaltos na espessura para proceder à ceifados caules por pressão e cisalhamento.
24.Conjunto de ceifa caracterizado por ser umavariante construtiva do conjunto de ceifa com os discos deceifa com ressaltos e rebaixos e dentes em um na facesuperior e nò outro na face inferior, em substituição ao conede arrasto e hastes retráteis.
25.Esteiras condutoras caracterizada por serformado em um arranjo construtivo com corrente, casquilhos,coroas e complementos que conduzem o material após aceifa.
26.Corpo de linha de ceifa caracterizado por terarranjo espacial construtivo dos elementos estruturais comocarcaça, quilha, e conjunto de ceifa, esteiras condutoras,reguladores deslizantes e da forma ajustável espacialmentede todos esses elementos para espaçamentos adensados atéao convencional (alargamento/encurtamento) progressiva ouregressivamente.
27.Corpo de linha de ceifa caracterizado por ser umavariante construtiva por ter formas ajustáveis por mecanismoshidráulicos, pneumáticos, ou eletrônicos.
28.QuiIhas caracterizadas por ser de materialflexível, elástico, resistente, como uma dobradiça ouarticulação para permitir os ajustes necessários dealargamento/encurtamento da carcaça e consequentemente docorpo de linha de ceifa.
29. -Reguladores deslizantes caracterizados porpermitir os ajustes dos elementos do corpo de linha de ceifaque interagem entre si.
30. - Reguladores deslizantes caracterizados por seruma variante construtiva do regulador deslizante vertical comhaste de sustentação regulável pela luva rosqueada quealtera local e pontualmente a dimensão da haste desustentação e consequentemente do corpo de linha de ceifaao qual está inserido.
31. - Hastes retráteis caracterizadas por ser umavariante construtiva para a retração pelas aberturas oufrestas da carcaça e por ser fixadas no cone de arrasto.
32. -Carcaça ou corpo de proteção caracterizada porser formada de material diverso desde o aço até ao plástico eou similares, com quilhas, reguladores deslizantes e barras desuporte ou de Iongarina estrutural para usos em proteção ouguias para desviar, conduzir materiais, com corpo variável eajustável dimensionalmente, em volumes, formas comocunhas, côncavas, caixas, e invólucros, em usosdiferenciados como em veículos de transporte e máquinasagrícolas diversas.
33. -Carcaça ou corpo de proteção caracterizada porser uma variante construtiva em que os ajustes e controlessão acionados por meios hidráulicos, pneumáticos e oueletrônicos.
34. -Nariz telescópico caracterizado por ser umavariante construtiva da haste telescópica, composto decápsulas, pinos e molas numa disposição geométrica terminale de material elástico, flexível e resistente para amortecer,deformar-se e retornar a posição original para proteger eguiar, dispondo de três posições angulares verticalmentedevido ao gatilho semicircular.
35. -Nariz telescópico caracterizado por ser varianteconstrutiva ajustável ou adaptada para usos em outrosequipamentos e ou veículos com as mesmas atribuições ousimilares como item de segurança, em uso individual ou emgrupos dispostos em arranjos paralelos e ou em série.
36.-Leme telescópico caracterizado por ser umavariante construtiva simplificada do nariz telescópico, com asatribuições desse e acrescidas de ter formato de cunha ou delança para romper e abrir caminhos em situações deembuchamento, emaranhado de plantas daninhas ou dacultura como para o caso do feijão, e dispor de gatilho detorção.
37.-Gatilho semicircular caracterizado por ser umavariante construtiva do gatilho tensor tendo a forma deengaste semicircular com ação angular de amortecimento e dedeslocamento em torno de um ponto fixo (eixo) e o ajuste deposição angular (inclinação vertical) para as condições detrabalho.
38.-Gatilho de torção caracterizado por ser umavariante construtiva do gatilho tensor por ter engaste commola de torção que impõe uma ação angular de amortecimentoem torno de um eixo e com retorno à posição original.
39.-Amortecedor Progressivo caracterizado por seruma variante da haste telescópica em um arranjo construtivopor ter gatilhos fusíveis, em substituição ao gatilho tensor,dispostos e distribuídos de maneira a absorver a energia deimpactos acidentais protegendo o veículo ou equipamento aoqual esteja inserido.
40.-Amortecedor Progressivo caracterizado por seruma variante construtiva em que os gatilhos fusíveis sãoagrupados em conjuntos de atuação em paralelo ou em sérieem partes de veículos e similares para protegê-los porabsorção de energia.
41.-Gatilho fusível caracterizado por ser uma varianteconstrutiva do gatilho tensor por ter elementos fusíveis numarranjo tipo "costura", ou seja, lacres fusíveis distribuídoscentralmente na guia e por engatilhar por pressão e tensão deruptura.
42.-Gatilho fusível tipo "pente" caracterizado por seruma variante construtiva por ter lacres fusíveis em formas deesfera, ou meia lua, ou rolete dispostos lateralmente à guiaem cavidades e ressaltos que engatilham por pressão etensão de ruptura.
43.Gatilho fusível tipo "grampos" caracterizado porser variante construtiva cujos fusíveis são gramposengastados por inserção à guia e que engatilham por pressãoe expulsão.
44.Gatilho fusível tipo "grampos" caracterizado porser variante construtiva em que os fusíveis são lacres tipoesfera, rolete meia lua ou ovóide engastados ao grampo eencaixados à guia e que engatilham por deslocamento,pressão e expulsão do grampo.
45.Gatilho fusível tipo "guilhotina" caracterizado porser variante construtiva com pinos fusíveis inseridos à guia eque engatilham por cisalhamento.
46.Gatilho fusível caracterizado por ser varianteconstrutiva em que cada elemento ou lacre fusível éelaborado para que haja gradiente de dissipação de energiaem relação ao da posição anterior, em seqüência eprogressivamente.
Priority Applications (1)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| BRPI0904564 BRPI0904564A2 (pt) | 2009-11-25 | 2009-11-25 | equipamento para ceifar feijão e similares |
Applications Claiming Priority (1)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| BRPI0904564 BRPI0904564A2 (pt) | 2009-11-25 | 2009-11-25 | equipamento para ceifar feijão e similares |
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| Publication Number | Publication Date |
|---|---|
| BRPI0904564A2 true BRPI0904564A2 (pt) | 2011-07-12 |
Family
ID=44256918
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| BRPI0904564 BRPI0904564A2 (pt) | 2009-11-25 | 2009-11-25 | equipamento para ceifar feijão e similares |
Country Status (1)
| Country | Link |
|---|---|
| BR (1) | BRPI0904564A2 (pt) |
Cited By (1)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| US9392745B2 (en) | 2012-10-08 | 2016-07-19 | Industrias Reunidas Colombo Ltda. | Agricultural implement for reaping and windrowing |
-
2009
- 2009-11-25 BR BRPI0904564 patent/BRPI0904564A2/pt not_active Application Discontinuation
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| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| US9392745B2 (en) | 2012-10-08 | 2016-07-19 | Industrias Reunidas Colombo Ltda. | Agricultural implement for reaping and windrowing |
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