BRPI0904571A2 - transmissão de multiestágios - Google Patents

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BRPI0904571A2
BRPI0904571A2 BRPI0904571-6A BRPI0904571A BRPI0904571A2 BR PI0904571 A2 BRPI0904571 A2 BR PI0904571A2 BR PI0904571 A BRPI0904571 A BR PI0904571A BR PI0904571 A2 BRPI0904571 A2 BR PI0904571A2
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BR
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oscillating
pin
shift
meat
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BRPI0904571-6A
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Shinya Matsumoto
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Honda Motor Co Ltd
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Abstract

TRANSMISSãO DE MULTIESTAGIOS. A presente invenção refere-se a uma transmissão de multiestágio é provida que elimina um espaço axial dedicado ao meio propulsor para impelir de modo oscilável um membro de garra oscilante e que pode usar os membros de garra oscilantes do mesmo tipo no lugar de membros de garra oscilantes de dois tipos que estabelecem o engate entre uma engrenagem e um eixo de engrenagem e liberam o engate em ambas as suas direções de rotação relativas. Meios para Solucionar Problemas Uma transmissão de multiestágios que inclui um membro de garra oscilante (R) tendo um membro receptor de pino (Rq) adaptado para receber um membro de pino (23) e uma porção de garra de engate (Rp) nos respectivos lados opostos uns em relação aos outros com respeito a um centro oscilante e oscilados pelo avanço e retração do membro de pino (23) para permitir a porção de garra de engate (Rp) a estabelecer o engate e liberar o engate; e meio propulsor (22) para impelir o membro de garra oscilante (R) em uma direção oscilante de trazer a porção de garra de engate (Rp) para engate. O meio propulsor (22) é uma mola de compressão interposta entre a superfície interna da porção de garra de engate (Rp) do membro de garra oscilante (R) e a superfície do contraeixo de engrenagem (12) oposta ao mesmo.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "TRANSMISSÃODE MULTIESTÁGIOS".
Campo Técnico
A presente invenção refere-se à uma transmissão de multiestá-gios em que uma pluralidade de engrenagens de acionamento e engrena-gens acionadas são rotativamente suportadas pelos respectivos eixos deengrenagem paralelos em um estado de engrenagem constante para cadaestágio de mudança de velocidade.
Técnica Anterior
Esta transmissão de multiestágios do tipo de engrenagem cons-tante é tal que uma das engrenagens de acionamento e engrenagens acio-nadas é presa a um eixo de engrenagem e a outra é rotativamente suporta-da pelo eixo de engrenagem e a mudança é executada pela comutação deuma engrenagem das engrenagens giráveis engatadas com o eixo de en-grenagem pelo meio de engate.
A configuração seguinte tem previamente sido depositada pelomesmo requerente por meio de exemplo. Na configuração, um membro degarra oscilante operado por um membro de carne é usado para engate daengrenagem e do eixo de engrenagem (ver Documento de Patente 1).
Documento de Patente 1
Pedido de Patente Japonesa N0 2008/093702
O meio de engate de uma transmissão de multiestágios relatadono Documento de Patente 1 é tal que um membro de garra oscilante supor-tado de modo pivotante por um pino em fuso provido em um eixo de engre-nagem é projetado para ser empurrado em uma direção oscilante engatávelpor uma mola helicoidal torcional enrolada em torno do pino em fuso. Emadição, um membro de pino apoiado contra uma face de carne de uma hastede carne axialmente deslizante é avançado e retraído para oscilar o membrode garra oscilante para estabelecer o engate e a liberação do engate.
Descrição da Invenção
Problema a Ser Solucionado pela Invenção
Uma vez que a mola helicoidal torcional é localizada próxima aomembro de garra oscilante e enrolada várias vezes em torno do pino em fu-so, um espaço axial dedicado à mola helicoidal torcional é requerido paraaumentar o eixo de engrenagem na direção axial.
A mola helicoidal torcional é localizada próxima de um lado domembro de garra oscilante. Em adição, uma porção receptora de pino domembro de garra oscilante adaptado para receber o membro de pino apoia-do contra a mesma é cortada e reduzida em largura em um seu lado axial ea garra de engate no outro lado é aumentada em largura para receber umaforça centrífuga largamente atuante sobre a mesma. Assim, o membro degarra oscilante é simétrico em ambos os lados axiais.
Os membros de garra oscilantes de dois tipos em que a porçãoreceptora de pino e o membro de garra de engate são dispostos de modocircunferencialmente oposto entre si, de modo a estabelecer o engate entrea engrenagem e o eixo de engrenagem e liberar o engate em suas ambas asdireções de rotação relativas, são providos no eixo de engrenagem. Todavia,o membro de garra oscilante por si é assimétrico e a mola helicoidal torcionalé configurada para ser disposta próxima a um lado do membro de garra osci-lante. Assim, os membros de garra oscilantes de dois tipos são configuradosdiferentes um do outro. Isto é, os membros de garra oscilantes tendo omesmo formato não podem ser usados.
A presente invenção aperfeiçoa tais aspectos da transmissão demultiestágios previamente aplicada e visa prover uma transmissão de multi-estágios que elimine um espaço axial dedicado ao meio propulsor para im-pelir oscilantemente um membro de garra oscilante e que pode usar osmembros de garra oscilantes do mesmo tipo no lugar de membros de garraoscilantes de dois tipos que estabelecem engate entre uma engrenagem eum eixo de engrenagem e liberam o engate em ambas as suas direções derotação relativas.
Meios para Solucionar Problema
Para atingir o objetivo acima, a invenção mencionada na reivin-dicação 1 é uma transmissão de multiestágios em que uma pluralidade deengrenagens de acionamento e engrenagens acionadas é suportada de mo-do rotativo pelos respectivos eixos de engrenagem paralelos em um estadode engrenagem constante para cada estágios de mudança de velocidade,uma da pluralidade de engrenagens de acionamento, e o engrenagens acio-nadas é presa a um eixo de engrenagem e um meio de engate provido entreas outras da pluralidade de engrenagens de acionamento e engrenagensacionadas e eixo de engrenagem para estabelecer o engate entre os mes-mos é acionado de modo comutável para executar a mudança. O dito meiode engate inclui: uma projeção de engate formada em uma superfície circun-ferencial interna de cada engrenagem para projetar-se daí e tem uma super-fície de engate em uma direção circunferencial; uma haste de carne trazidaem contato deslizável de modo axialmente móvel com uma superfície circun-ferencial interna oca do eixo de engrenagem e formada com uma pluralidadede entalhes de carne em uma superfície de contato deslizável nas posiçõesaxiais desejadas; um membro de pino ajustado de modo inserível em umfuro traspassante que passa radialmente através do eixo de engrenagemnuma posição desejada e que avança e retrai enquanto entrando em contatoalternado com a superfície de contato deslizável e entalhes de carne da has-te de carne axialmente movida; um membro de garra oscilante pivotadamen-te suportado para oscilar por um pino em fuso provido no eixo de engrena-gem, tendo uma porção receptora de pino adaptada para receber o membrode pino e uma porção de garra de engate que entra em contato contra umasuperfície de engate da projeção de engate, nos respectivos lados opostosum do outro com relação ao centro oscilante e oscilados pelo avanço e re-tração do membro de pino para permitir o engate da porção de garra paraestabelecer o engate com e desengate da projeção de engate; e meio pro-pulsor para impelir o membro de garra oscilante em uma direção oscilantede trazer a porção de garra de engate para engate com a superfície de en-gate da projeção de engate; em que o meio propulsor é uma mola de com-pressão interposta entre a superfície interna da porção de garra de engatedo membro de garra oscilante e uma superfície do eixo de engrenagem o-posta à mesma.
A invenção mencionada na reivindicação 2 é caracterizada emque, na transmissão de multiestágios mencionada na reivindicação 1, omembro de garra oscilante é tal que a porção receptora de pino é formadamais estreita em largura do que a porção de garra de engate localizada emum lado oposto à porção receptora de pino com relação ao centro oscilante.
A invenção mencionada na reivindicação 3 é caracterizada emque, na transmissão de multiestágios mencionada na reivindicação 2, a molade compressão é formada em uma figura oval com um eixo principal esten-dendo-se na direção axial do eixo de engrenagem e a mola de compressãode formato oval possui o eixo principal maior do que uma largura da porçãoreceptora de pino do membro de garra oscilante.
Efeito da Invenção
De acordo com a transmissão de multiestágios mencionada nareivindicação 1, o meio propulsor para impelir de modo oscilante o membrode garra oscilante é uma mola de compressão interposta entre a superfícieinterna da porção de garra de engate do membro de garra oscilante e a su-perfície do eixo de engrenagem oposta à mesma. Portanto, um espaço axialdedicado à mola não é necessário, de modo que o alargamento axial do eixode engrenagem pode ser evitado.
A mola de compressão é disposta no centro da largura axial domembro de garra oscilante, de modo que o membro de garra oscilante por sipode ser formado simétrico em ambos os lados na direção axial. Portanto,os membros de garra oscilantes de dois tipos adaptados para estabelecer oengate entre a engrenagem e o eixo de engrenagem e liberação do engateem suas ambas as direções de rotação relativas podem ser feitos para ter omesmo formato. Isto é, não é necessário preparar membros de garra osci-lantes diferentes uns dos outros em formato.
De acordo com a transmissão de multiestágios mencionada nareivindicação 2, o membro de garra oscilante é tal que a porção receptora depino é formada mais estreita em largura do que a porção de garra de engatelocalizada no lado oposto à porção receptora de pino com relação ao centrooscilante. Portanto, a força centrífuga que atua largamente na porção de gar-ra de engate larga pode oscilar o membro de garra oscilante para o lado deengate.
Uma vez que a porção receptora de pino necessita apenas ter alargura suficiente para receber apenas o membro de pino, o membro de gar-ra oscilante pode ser feito menor e a outra porção de garra de engate podefacilmente ser oscilada pela força centrífuga.
De acordo com a transmissão de multiestágios mencionada nareivindicação 3, a mola de compressão é formada em uma figura oval comum eixo principal estendendo-se na direção axial do eixo de engrenagem e amola de compressão de formato oval tem o eixo principal maior do que alargura da porção receptora de pino do membro de garra oscilante. Portanto,mesmo que o entalhe circunferencial adaptado para receber a porção recep-tora de pino do membro de garra oscilante ajustado de modo oscilável àmesma seja formado no eixo de engrenagem para se estender de modo cir-cunferencial em torno de um círculo, a mola de compressão pode ser rece-bida para escarranchar o entalhe.
Assim, a usinagem do eixo de engrenagem pode ser facilitada eo membro de garra oscilante pode ser estavelmente montado no eixo de en-grenagem.
Melhor Modalidade para Realizar a Invenção
Uma concretização da presente invenção será, a seguir descritacom referência às figuras 1 a 20.
Uma transmissão de multiestágios 10 de acordo com a presenteconcretização é configurada para ser construída em um motor de combustãointerna montado em uma motocicleta.
A figura 1 é uma vista seccional transversal da transmissão demultiestágios 10. Como ilustrada na figura 1, a transmissão de multiestágios10 é provida em uma caixa de motor 1 compartilhada pelo motor de combus-tão interna.
Esta caixa de motor 1 é formada pela combinação de uma caixade motor esquerda 1L e uma caixa de motor direita 1R que são separadasuma da outra em direita e esquerda. A caixa de motor 1 forma uma câmarade mudança de velocidade 2. Um eixo de engrenagem principal 11 e umcontraeixo de engrenagem 12 são suportados rotativamente pela câmara demudança de velocidade 2 de modo a se estenderem paralelos entre si emuma direção para direita e para esquerda.
Um eixo de engrenagem principal 11 é rotativamente suportadopor uma parede lateral da caixa do motor esquerda 1L e uma parede lateral1RR da caixa de motor direita 1R via mancais 3L e 3R, respectivamente. Emadição, o eixo de engrenagem principal 11 passa através do mancai direito3R e projeta-se da câmara de mudança de velocidade 2 para formar umaporção da extremidade direita na qual uma embreagem de fricção de multi-discos 5 é provida.
No lado esquerdo da embreagem de fricção 5, uma engrenagemacionada primária 4 é rotativamente suportada pelo eixo de engrenagemprincipal 11 de modo a receber a rotação de um eixo de manivela, não ilus-trado, transmitida daí.
A rotação do eixo de manivela do motor de combustão interna étransmitida da engrenagem acionada primária 4 para o eixo de engrenagemprincipal 11 via a embreagem de fricção 5 no estado de engate.
Por outro lado, também o contraeixo de engrenagem 12 é rotati-vamente suportado pela parede lateral da caixa de motor esquerda 1L e aparede lateral 1RR da caixa de motor direita 1R via mancais 7L e 7R, res-pectivamente. Em adição, o contraeixo de engrenagem 12 passa através domancai esquerdo 7L e projeta-se da câmara de mudança de velocidade 2para formar uma sua porção da extremidade esquerda da mesma a qualuma roda dentada de saída (não ilustrada) é fixamente ajustada com chaveta.
Uma correia acionadora enrolada em torno da roda dentada desaída é enrolada em torno da roda dentada que aciona uma roda traseiranão ilustrada localizada no sentido traseiro. Deste modo, a força rotacionaldo contraeixo de engrenagem 12 é transmitida para a roda traseira para a-cionar o veículo.
Um grupo de engrenagem de mudança de velocidade de acio-namento m é formado entre os mancais esquerdo e direito 3L e 3R no eixode engrenagem principal 11 para rotação integral com o mesmo.
Uma primeira engrenagem de mudança de velocidade de acio-namento ml é formada integral com o eixo de engrenagem principal 11 aolongo do mancai direito 3R. Segunda, terceira, quarta, quinta e sexta engre-nagens de mudança de velocidade de acionamento m2, m3, m4, m5 e m6aumentadas em seqüência em diâmetro na ordem de direita para a esquer-da são ajustadas na chaveta formada entre a primeira engrenagem de mu-dança de velocidade de acionamento do eixo de engrenagem principal 11 eo mancai esquerdo 3L.
Por outro lado, um grupo de engrenagem de mudança de veloci-dade de acionamento η é rotativamente suportado entre os mancais direito eesquerdo 7L, 7R pelo contraeixo de engrenagem 12 via membros de colarde mancai anular 13.
No contraeixo de engrenagem 12, cinco membros de colar demancai 13 são externamente providos a intervalos regulares entre um mem-bro de colar de mancai da extremidade direita 13 e membro de colar demancai da extremidade esquerda 13. O membro de colar de mancai da ex-tremidade direita 13 é externamente provido via o membro de colar 14R pro-vido na esquerda do mancai direito 7R. O membro de colar de mancai daextremidade esquerda 13 é externamente provido via o membro de colar 14Lprovido na direita do mancai esquerdo 7L. Primeira, segunda, terceira, quar-ta,quinta e sexta engrenagens de mudança de velocidade acionadas n1, n2,n3, n4, n5 e n6 reduzidas em diâmetro, em seqüência, na ordem de direitapara a esquerda, são rotativamente suportadas de modo a estarem cadaqual escarranchada entre os membros de colar de mancai adjacente 13, 13dos membros de colar de mancai 13 no total de sete membros.
As primeira, segunda, terceira, quarta, quinta e sexta engrena-gens de mudança de velocidade de acionamento ml, m2, m3, m4, m5 e m6que giram integralmente com o eixo de engrenagem principal 11 engrenam-se constantemente com as primeira, segunda, terceira, quarta, quinta e sex-ta engrenagens de mudança de velocidade acionadas n1, n2, n3, n4, n5 en6, respectivamente, suportadas rotativamente pelo contraeixo de engrena-gem 12.
O engate de engrenamento entre a primeira engrenagem demudança de velocidade de acionamento ml e a primeira engrenagem demudança de velocidade acionada n1 estabelece uma primeira velocidademaior em razão de redução. O engate de engrenamento entre a sexta en-grenagem de mudança de velocidade de acionamento m6 e a sexta engre-nagem de mudança de velocidade acionada n6 estabelece uma sexta velo-cidade menor em razão de redução. As razões de redução entre as mesmassão reduzidas em seqüência para estabelecer segunda, terceira, quarta equinta velocidades.
As engrenagens de estágio enumeradas de ímpar (primeira, ter-ceira e quinta engrenagens de mudança de velocidade acionadas n1, n3 en5) em que os estágios de mudança de velocidade são engrenagens de es-tágios enumerados de ímpar e de estágios enumerados de par (segunda,quarta e sexta engrenagens de mudança de velocidade n2, n4 e n6) em queos estágios da mudança de velocidade são estágios enumerados de par esão alternadamente dispostos no eixo da engrenagem oposto 12.
Os meios de engate 20 capazes de engatar as engrenagens demudança de velocidade acionadas η são embutidos no contraeixo de engre-nagem 12 formado como um cilindro oco como adiante descrito. No total,oito hastes de carne C(Cao, Cao, Cae, Cae, Cbo, Cbo, Cbe, Cbe), que sãoum elemento constituinte do meio de engate 20, são ajustadas de modo axi-almente móvel nos entalhes guias de carne de 12g adiante descritos forma-dos na superfície circunferencial interna oca do contraeixo de engrenagem12. As oito hastes de carne C contêm quatro tipos de hastes de carne: duashastes de came para cada tipo.
Uma haste de controle 51 que é um elemento constituinte demeio de acionamento de mudança 50 para acionar as hastes de came Cpara mudança é inserida no eixo central oco do contraeixo de engrenagem12. O movimento axial da haste de controle 51 move axialmente as hastesde came C através do intertravamento com mecanismos de movimento per-dido 52 e 53.Um mecanismo para mover axialmente a haste de controle 51 éprovido na caixa de motor direita 1R.
O movimento axial da haste de controle 51 move axialmente ashastes de carne C via os mecanismos de movimento perdido 52 e 53. O mo-vimento das hastes de carne C permite que o meio de engate 20 embutidono contraeixo de engrenagem 12 execute o engate seletivo de cada engre-nagem de mudança de velocidade acionada η com o contraeixo de engrena-gem 12 para mudança.
Com referência à figura 6, a haste de controle 51 do meio acio-nador de mudança 50 é formada como uma haste cilíndrica. Em adição, ahaste de controle 51 é formada em duas posições, axialmente direita e es-querda, com seções em recesso circunferencial externas 51a e 51b, cadaqual reduzida em diâmetro e estendendo-se por uma dada extensão.
A haste de controle 51 é formada em uma extremidade esquerdacom uma porção da extremidade de corte transversal de dupla face 51 aaresultante do corte das porções de arco circular por superfícies planas para-lelas. A porção da extremidade de corte transversal de dupla face 51 aa éperfurada com um furo de alfinete 51 h que passa por ambas as superfíciesplanas.
A haste de controle 51 é formada em uma extremidade direitacom uma porção da extremidade de rosca externa 51 bb formada com umparafuso "mail". Em adição, uma porção de porca hexagonal 51 é formadana frente da porção da extremidade roscada externa 51 bb.
Os mecanismos de movimento perdido 52 e 53 são montadosnas seções em recesso circunferenciais externas esquerda e direita 51a e51b, respectivamente , da haste de controle 51.
Os mecanismos de movimento perdido esquerdo e direito 52, 53têm a mesma configuração e são dispostos simetricamente um em relaçãoao outro.
O mecanismo de movimento perdido esquerdo é tal que um re-tentor de mola 52h é configurado por conectar um retentor longo 52hl comum retentor curto 52hs de modo a receber a haste de controle 51 ajustadade modo deslizável no mesmo. Em adição, o retentor de mola 52h é formadoem uma superfície circunferencial interna com uma seção em recesso cir-cunferencial interna 52ha correspondente à seção em recesso circunferenci-al externa 51a da haste de controle 51.
Se a haste de controle 51 for passada através do retentor demola 52h para localizar o retentor da mola 52h na seção em recesso circun-ferencial externa 51a, ambos os espaços da seção em recesso circunferen-cial interna 52ha do retentor de mola 52h e seção em recesso circunferencialexterna 51a da haste de controle 51 formam um espaço comum.
Um par de passadores direito e esquerdo 52c, 52c, que são re-ceptores de mola, é ajustado de modo opostamente inserível para escarran-charem ambos os espaços da seção em recesso circunferencial interna52ha do retentor de mola 52h e seção em recesso circunferencial externa51a da haste de controle 51. Uma mola helicoidal de compressão 52s enro-Iada em torno da haste de controle 51 é provida entre ambos os passadores52c, 52c para impelir os passadores 52c, 52c em tal direção para fazê-los sedistanciar uns dos outros.
Incidentalmente, o passador 52c é formado como um disco ocotendo um diâmetro externo correspondente ao diâmetro interno da seção emrecesso circunferencial interna 52ha do retentor de mola 52h e um diâmetrointerno correspondente ao diâmetro externo da seção circunferencial externa51a da haste de controle 51. Em adição, o passador 52c é meia fenda paramontagem.
Também, o mecanismo de movimento perdido direito 53 (umretentor de mola 53h, um retentor longo 53hl, um retentor curto 53hs, umaseção circunferencial interna 53ha, passadores 53c e uma mola helicoidal decompressão 53s) tem a mesma estrutura que aquela do mecanismo de mo-vimento perdido esquerdo 52. Em adição, o mecanismo de movimento per-dido direito 53 é disposto na seção em recesso circunferencial externa 51bda haste de controle 51.
Deste modo, a haste de controle 51 é axialmente movida paramover axialmente os retentores de mola 52h e 53h via as molas helicoidaisde compressão 52s e 53s dos mecanismos de movimento perdido esquerdoe direito 52, 53, respectivamente.
As oito hastes de carne (Cao, Cao, Cae, Cae1 Cbo1 Cbo, Cbe1Cbe) são radialmente localizadas e apoiadas com as respectivas superfíciescircunferenciais externas dos retentores de mola 52h e 53h dos mecanismosde movimento perdido 52 e 53 fixados, respectivamente, nas seções em re-cesso circunferenciais externas direitas 51a, 51b da haste de controle 51.(ver figura 7).
A haste de carne C é um membro de barra prismático axialmen-te alongado retangular em seção transversal. Em adição, a haste de carne Cé formada com uma face de carne na superfície lateral circunferencial exter-na no lado oposto à superfície lateral circunferencial interna em contato comos retentores de mola 52h e 53h. A face de carne é formada com entalhesde carne V nas três posições desejadas. Em adição, um par de garras deretenção ρ projeta-se da superfície lateral circunferencial interna de modo areter qualquer um dos retentores de mola 52h e 53h em uma maneira comode agarrá-los a partir de qualquer um de seus lados.
A haste de carne C não é formada em um formato especial emseção transversal, isto é, a haste de carne C é um membro de barra prismá-tico com uma delineação geralmente retangular simples; portanto, a haste decarne C pode ser fabricada com facilidade.
As hastes de carne do estágio enumerado de ímpar Cao e Cbocada qual formada com entalhes de carne v1, v3 e v5 nas três posições cor-respondentes, respectivamente, para as engrenagens do estágio enumeradode ímpar (primeira, terceira e quinta engrenagens de mudança de velocidadede acionamento n1, n3 e n5) são de dois tipos. Um dos tipos é para rotaçãonormal (uma direção rotativa em que a força é aplicada da engrenagem demudança de velocidade acionada η ao contraeixo de engrenagem 12 durantea aceleração). O outro tipo é para rotação inversa (uma direção rotativa emque a força é aplicada da engrenagem de mudança de velocidade acionadaη ao contraeixo de engrenagem 12 durante a desaceleração). As hastes decarne do estágio enumerado de ímpar de rotação normal Cao cada qual temuma garra de retenção ρ que retém um retentor de mola direito 53h na su-perfície lateral circunferencial interna. As outras hastes de carne Cbo de es-tágio enumerado de ímpar de rotação inversa cada qual tem uma garra deretenção ρ que retém o retentor de mola esquerdo 52h na superfície lateralcircunferencial interna (ver figuras 7).
Similarmente, as hastes de carne de estágio enumerado de parCae Cbe cada qual formada com entalhes de carne v2, v4 e v6 nas três po-sições correspondentes, respectivamente, para as engrenagens de estágioenumerado de par (segunda, quarta e sexta engrenagens de mudança develocidade de acionamento n2, n4 e n6) são de dois tipos. Um dos tipos épara rotação normal e o outro tipo é para rotação inversa. As hastes de ca-rne Cae do estágio enumerado de par do tipo de rotação normal cada qualtem uma garra de retenção ρ que retém um retentor de mola esquerdo 52hna superfície lateral circunferencial interna. As outras hastes de carne Cbede estágio enumerado de par do tipo de rotação inversa cada qual tem umagarra ρ que retém o retentor de mola direito 53h na superfície lateral circun-ferencial interna (ver figura 7).
Deste modo, o movimento axial da haste de controle 51 movesimultaneamente e de modo axial as hastes de carne Cao do estágio enu-merado de ímpar de rotação normal e as hastes de carne Cbe de estágioenumerado de par de rotação inversa junto com o retentor de mola 53h via amola helicoidal de compressão 53s do mecanismo de movimento perdidodireito 53. Em adição, o movimento axial da haste de controle 51 move si-multaneamente e de modo axial as hastes de carne Cbo de estágio enume-rado de ímpar de rotação inversa e as hastes de carne Cae de estágio enu-merado de par de rotação normal junto com o retentor de mola 52h via a mo-la helicoidal 52s do mecanismo de movimento perdido esquerdo 52.
Como ilustrado na figura 7, um elemento operador de haste decontrole cilíndrico 55 é fixado na porção da extremidade direita no lado direi-to da porção de porca 51c da haste de controle 51 via um mancai de esfera56 ajustado no interior do elemento operador 55.
O mancai de esfera 56 é formado por unir axialmente juntas asduas peças. O mancai de esfera 56 é ajustado em uma porção da extremi-dade direita no lado direito da porção de porca 51c da haste de controle 51,colocado entre a porção de porca 51c e uma porca 57 engatada de modorosqueado com a porção de rosca externa 51 bb e fixado pela porca 57.
Deste modo, o elemento operador da haste de controle 55 retémde modo girável a porção da extremidade direita da haste de controle 51.
Um furo de pino diametricamente perfurado 55h é formado emuma porção cilíndrica do elemento operador da haste de controle 55 que seestende para direita a partir da porca rosqueadamente engatada 57. Um pi-no de mudança 58 passa através do furo de pino 55h.
Incidentalmente, um pino de engate 59 passa através de um furode pino 51 h formado na porção da extremidade de corte transversal de facedupla localizada na extremidade esquerda 51 aa da haste de controle 51.
Como ilustrado na figura 1, o pino de mudança 58 passado atra-vés do elemento operador da haste de controle 55 tem ambas as extremida-des projetando-se daí.
Uma porção guia 1 Ra projeta-se para a direita da parede lateral1RR da caixa de motor direita 1R. A porção guia 1Ra é formada com umentalhe 60 que se estende na direção esquerda-direita. Uma cabeça de umaextremidade projetando-se do pino de mudança 58 é deslizavelmente ajus-tada no entalhe 60 para travar o pino de mudança 58.
Um eixo de suporte 65 é provido na parede lateral 1RR para pro-jetar-se daí para a direita. Um tambor de mudança 67 é suportado de modogirável pelo eixo de suporte 65 via um mancai 66. A outra porção que se pro-jeta da extremidade do pino de mudança 58 é ajustada deslizavelmente noentalhe de mudança 67v do tambor de mudança 67.
O entalhe de mudança 67v do tambor de mudança 67 é formadona superfície circunferencial externa do tambor de modo a estirar um espiralao longo de um círculo geralmente cheio. Em adição, o entalhe de mudança67v é formado com as posições do estágio de mudança de velocidade dasprimeira a sexta velocidades para cada dado ângulo de rotação (por exem-plo, 60 graus) e com uma posição neutra no seu meio.Deste modo, a viragem do tambor de mudança 67 move axial-mente o pino de mudança 58 ajustado no entalhe de mudança 67v junto como elemento operador da haste de controle 55.
Uma vez que o elemento operador da haste de controle 55 re-tém de modo girável a porção da extremidade direita da haste de controle51, eventualmente, a viragem do tambor de mudança 67 move axialmente ahaste de controle 51.
Este tambor de mudança 67 é girado por operar manualmenteuma alavanca seletora de mudança não ilustrada via um meio transmissorde mudança (não ilustrado).
O meio transmissor de mudança é provido com um mecanismotal como um membro de carne de mudança adaptado para reter estavelmen-te o tambor de mudança 67 nas posições de estágio de mudança de veloci-dade para cada dado ângulo. Assim, a força operadora da alavanca seletorade mudança é transmitida para uma engrenagem 67g formada em uma bor-da lateral do tambor de mudança 67 para virar em seqüência o tambor demudança 67 para as posições de estágio de mudança de velocidade.
Como acima descrito, o meio acionador de mudança 50 é ope-rado como abaixo. O tambor de mudança 67 é virado pela operação manualda alavanca seletora de mudança. A viragem do tambor de mudança 67 guiae move axialmente o pino de mudança 58 ajustado no entalhe de mudança67v. O movimento do pino de mudança 58 move de modo axial a haste decontrole 51 via o elemento operador da haste de controle 55. O movimentoda haste de controle 51 move simultaneamente as oito hastes de carne Cao1Cao, Cae, Cae, Cbo, Cbo, Cbe e Cbe do meio de engate 20 via os meca-nismos de movimento perdido 52 e 53.
A haste de controle 51 montada com os mecanismos de movi-mento perdido 52 e 53 é inserida no oco do contraeixo de engrenagem 12 edisposta no seu eixo central.
O contraeixo da engrenagem 12 cilíndrico oco tem um diâmetrointerno geralmente igual ao diâmetro externo de cada um dos retentores demola 52h e 53h dos mecanismos de movimento perdido 52 e 53. O contraei-xo de engrenagem 12 é adaptado para receber os retentores de molas 52h e53h, deslizavelmente ajustados no mesmo, fixados na haste de controle 51.
O contraeixo de engrenagem 12 é formado com oito entalhesguias de carne 12g na superfície circunferencial interna oca em oito posiçõesradiais. Os entalhes guias de carne 12g são cada quais formados em retân-gulo em secção transversal de modo a se estender na direção axial (ver figura 9).
As oito hastes de carne Cao1 Cao1 Cae, Cae1 Cbo1 Cbo1 Cbe eCbe são deslizavelmente ajustadas nos entalhes guias de carne correspon-dentes 12g na disposição como ilustrada na figura 7.
As hastes de carne C do mesmo tipo são dispostas em posiçõessimétricas.
O entalhe guia de carne 12g servindo como um membro de tra-vamento do membro de carne C relativo ao contraeixo de engrenagem 12 éformado simplesmente em um formato de U retangular em seção transver-sal; portanto, pode facilmente ser moldado.
A profundidade do entalhe guia de carne 12g é igual à direção radialda haste de carne C. Portanto, uma face de carne, isto é, uma superfície la-teral circunferencial, da haste de carne C entra em contato deslizável com asuperfície de fundo do entalhe guia de carne 12g. Em adição, sua superfícielateral circunferencial interna entra em contato com as superfícies circunfe-renciais dos retentores de mola 52h e 53h de modo geralmente a nivelaremcom a superfície circunferencial interna oca. As garras de retenção ρ proje-tando-se da superfície lateral circunferencial interna retêm qualquer um dosretentores de mola 52h e 53h a partir de seus ambos os lados.
O contraeixo de engrenagem cilíndrico oco 12 é formado comuma seção cilíndrica esquerda 12b e uma seção cilíndrica direita 12b, ambasreduzidas em diâmetro externo, respectivamente, em ambos os lados, isto é,nos lados esquerdo e direito, respectivamente, de uma seção cilíndrica cen-trai 12a. A seção cilíndrica central 21a suporta de modo rotativo as engrena-gens de mudança de velocidade acionadas η via os membros de colar demancai 13 (ver figura 8).O mancai 7L é ajustado na seção cilíndrica esquerda 12b via omembro de colar 14L. Em adição, uma chaveta parcial 12s é formada naseção cilíndrica esquerda 12b e adaptada para receber a chaveta da rodadentada de saída (não ilustrada) ajustada na mesma. No outro lado, o man-cal 7R é ajustado na seção cilíndrica direita 12c via o membro de colar 14R(ver figuras 1, 2 e 3).
O oco do contraeixo de engrenagem 12 é internamente formadocom uma superfície circunferencial de pequeno diâmetro e uma superfíciecircunferencial interna de grande diâmetro. A superfície circunferencial inter-na de pequeno diâmetro é formada com os entalhes guias de carne 12g epossui um diâmetro interno igual ao diâmetro externo de retentores de mola52h e 53h. A superfície circunferencial interna de grande diâmetro é tal que odiâmetro interno em ambos os lados da superfície circunferencial interna depequeno diâmetro é quase nivelado com a superfície do fundo dos entalhesguias de carne 12g (ver figuras 2 e 3).
O elemento operador de haste de controle 55 é geralmente meioinserido no interior da seção de diâmetro interno ampliado direita.
O pino de engate 59 que passa através do furo de pino 51 h for-mado na porção da extremidade de corte transversal de face dupla 51 aa naextremidade esquerda da haste de controle 51 é engatado em ambas asextremidades com os entalhes guias de carne 12g, 12g localizados em posi-ções simétricas para servir como um membro de travamento. Assim, a hastede controle 51 é restringida da rotação relativa e girada integralmente com ocontraeixo de engrenagem 12 enquanto possibilitando o movimento axialrelativo ao mesmo.
A configuração simples em que os entalhes guias de carne 12gsão usados para engatar o pino de engate 59 pode travar a haste de contro-le 51 relativa ao contraeixo de engrenagem 12.
Como descrito acima, a haste de controle 51, os mecanismos demovimento perdido 52 e 53 e as oito hastes de carne Cao, Cao, Cae, Cae,Cbo, Cbo, Cbe e Cbe são montados no oco do contraeixo de engrenagem12. Todos eles são girados juntos. Se a haste de controle 51 for axialmentemovida, as hastes de carne de estágio enumerado de ímpar de rotação in-versa Cbo e as hastes de carne de estágio enumerado de par de rotaçãonormal Cae são simultaneamente movidas de modo axial via a mola helicoi-dal 52s do mecanismo de movimento perdido esquerdo 52. Em adição, ashastes de carne Cao de estágio enumerado de ímpar de rotação normal e ashastes de carne Cbe de estágio enumerado de par de rotação inversa sãosimultaneamente movidas de modo axial via a mola helicoidal 53s do meca-nismo de movimento perdido direito 53.
Os mecanismos de movimento perdido 52 e 53 são alinhadosuns com relação os outros em uma direção axial do contraeixo de engrena-gem 12 e interpostos entre a superfície circunferencial externa da haste decontrole 51 e as superfícies internas das hastes de carne C. Deste modo, nooco do contraeixo de engrenagem 12, a haste de controle 51, os mecanis-mos de movimento perdido 52 e 53 e as hastes de carne C são configuradospara sobrepor radialmente uns sobre os outros para evitar o alargamentoaxial da transmissão de multiestágios 10. Em adição, os mecanismos demovimento perdido 52 e 53 podem ser alojados de modo compacto no ocodo contraeixo de engrenagem 12 para reduzir em tamanho a transmissão demultiestágios 10 por si.
Dois dos mecanismos de movimento perdido 52 e 53 são axial-mente providos na haste de controle 51 e simultaneamente movem as cor-respondentes hastes de carne diferentes C. Assim, o movimento da haste decontrole simples 51 permite que a pluralidade de hastes de carne C realizemdois tipos de movimentos respectivamente diferentes, possibilitando destemodo uma mudança suave. Em adição, os mecanismos de movimento per-dido 52 e 53 são simetricamente configurados para suprimir o custo de fabri-cação e facilitar o controle das partes durante a montagem.
O mecanismo de movimento perdido 52 é configurado de talmodo que a mola helicoidal 52s seja disposta no espaço definido entre aporção em recesso circunferencial interna 52ha do retentor de molas 52hinterposto entre a superfície circunferencial externa da haste de controle 51e as superfícies internas das hastes de carne Cea seção em recesso cir-cunferencial externa 51a da haste de controle 51. Similarmente, o mecanis-mo de movimento perdido 53 seja configurado de tal modo que a mola heli-coidal 53s é disposta no espaço definido entre a porção em recesso circun-ferencial interna 53ha do retentor de mola 53h interposto entre a superfíciecircunferencial da haste de controle 51 e as superfícies internas das hastesde carne Cea seção em recesso circunferencial externa 51b da haste decontrole 51. Assim, os mecanismos de movimento perdido 52 e 53 tendo omesmo formato podem ser configurados na haste de controle 51.
Como ilustrado na figura 8, a seção cilíndrica central 12a rotati-vãmente suportando as engrenagens de mudança de velocidade acionadasη via os membros de colar de mancai 13 do contraeixo de engrenagem 12 éformada para ter um grande diâmetro e uma grande espessura. Na seçãocilíndrica central 12a, seis entalhes circunferenciais estreitos 12cv circulandointeiramente de modo circunferencial esta porção circunferencial externaespessa são formados a intervalos axialmente iguais, de modo a correspon-derem às primeira, segunda, terceira, quarta, quinta e sexta engrenagens demudança de velocidade acionadas n1, n2, n3, n4, n5 e n6. Em adição, qua-tro entalhes que se estendem axialmente 12av são formados de modo cir-cunferencial a intervalos iguais.
Ainda, a porção circunferencial externa da seção cilíndrica cen-tral 12a do contraeixo de engrenagem 12 é seccionada pelos quatros enta-lhes axiais 12av em quatro seções. Cada uma das quatro seções é formadade modo axialmente alternado com uma porção em recesso retangular longa12p e uma porção em recesso retangular curta 12q. A porção em recessoretangular longa 12p é tal que a largura do entalhe circunferencial 12cv éalargada esquerda-direita igualmente ao longo da distância entre os entalhesaxiais adjacentes 12av em cada entalhe circunferencial 12cv. A porção emrecesso retangular curta 12q é tal que uma largura do entalhe circunferencial12cv é direita-esquerda igualmente alargada ao longo da parte da distânciaentre os entalhes axiais adjacentes 12av em cada entalhe circunferencial12cv.
As porções receptoras da mola ligeiramente em recesso 12d,12d são formadas no fundo da porção em recesso retangular longa 12p emduas posições espaçadas, de modo circunferencial, uma da outra, de modoa terem uma figura oval axialmente longa e estenderem ao longo do entalhecircunferencial 12cv.
Os furos para o pino 12h são, cada qual, perfurados em umaporção da parede espessa entre a porção em recesso retangular curta 12q eo entalhe axial 12av e no entalhe circunferencial 12cv de modo a acabar noentalhe guia de carne 12g.
Especificamente, os furos para pino 12h são perfurados na dire-ção radial dos entalhes guias de carne 12g talhados em oito posições cir-cunferenciais a partir da superfície circunferencial interna oca do contraeixode engrenagem 12.
Os furos para pino 12h são formados em cada entalhe circunfe-rencial 12cv em quatro posições.
A mola de compressão elipticamente enrolada 22 é ajustada pe-la sua porção da extremidade na porção receptora de mola 12d.
Um membro de pino 23 é deslizavelmente ajustado no furo parapino 12h.
Incidentalmente, a largura do entalhe guia de carne 12g comuni-cante com o furo para pino 12g é menor do que a largura diamétrica externado membro de pino 23.
Portanto, o membro de pino 23 em avanço e retração não cairáno entalhe guia de carne 12g, que facilita a montagem do meio de engate 20ao contraeixo de engrenagem 12.
A haste de carne C é deslizavelmente ajustada no entalhe guiade carne 12g. Portanto, o membro de pino 23 ajustado no furo para pino 12hentra em contato com a face do carne de uma haste de carne corresponden-te C na sua porção da extremidade lateral central. Se o movimento da hastede carne C permitir que o entalhe de carne ν se volte para o furo para pino12h, então o membro de pino 23 cai no entalhe de carne v. Se o movimentoda haste de carne C permitir que o entalhe de carne ν seja alinhado comuma superfície de contato deslizável além do entalhe de carne ν, o membrode pino 23 é deixado seguir na superfície de contato deslizável e ser avan-çado e retraído pelo movimento da haste de carne C.
O avanço e retração do membro de pino 23 no furo para pino12h permitem que sua porção da extremidade do lado centrífugo projete-see volte-se da superfície do fundo do entalhe circunferencial 12cv.
Um membro de garra oscilante R é embutido na seção em re-cesso retangular longa 12p, seção em recesso retangular curta 12q e enta-lhe circunferencial 12cv estabelecendo uma conexão comunicativa entreambas as seções formadas na porção circunferencial externa da seção cilín-drica central 12a de contraeixo de engrenagem 12 configurado como acima.
Os pinos em fuso 26 são embutidos em cada um dos entalhes axiais 12avpara suportar pivotadamente os correspondentes membros de garra oscilantes R.
A figura 11 ilustra um estado em que todos os membros de garraoscilantes R são montados como acima descritos.
Uma vista em perspectiva detalhada da figura 10 ilustra um con-junto de quatro membros de garra oscilantes R e outro conjunto de quatromembros de garra oscilantes R com suas posturas mantendo relação daposição de ângulo relativo entre os mesmos. O conjunto de quatro membrosde garra oscilantes R é embutido no entalhe circunferencial 12cv, na seçãoem recesso retangular longa 12p e na seção em recesso retangular curta12q correspondentes às engrenagens de estágio enumerado de ímpar (pri-meira, terceira e quinta engrenagens de mudança de velocidade acionadasn1, n3 e n5). O outro conjunto de quatro membros de garra oscilantes é em-butido no entalhe circunferencial 12cv, na seção em recesso retangular lon-ga 12p e na seção em recesso retangular curta 12q correspondentes às en-grenagens do estágio enumerado de par (segunda, quarta e sexta engrena-gens de mudança de velocidade acionadas n2, n4 e n6). Em adição, estavista ilustra os pinos em fuso 26 suportando os membros de garra oscilantesR e as molas de compressão 22 atuando nos membros de garra oscilantesR e nos membros de pino 23.
A totalidade dos membros de garra oscilantes R usada tem omesmo formato, os quais são formados geralmente em formato de arco cir-cular quando visto na direção axial. O membro de garra oscilante R é forma-do com uma porção em recesso de mancai Rd1 uma porção de garra de en-gate retangular larga Rp1 uma porção receptora de pino estreita Rr e umaporção da extremidade larga Rq. A porção em recesso de mancai Rd é for-mada pelo corte de uma porção circunferencial externa de um furo traspas-sante adaptado para receber o pino em fuso 26 centralmente passado atra-vés do mesmo. A porção de garra de engate retangular larga Rp é formadaem um lado do centro oscilante da porção em recesso de mancai Rd, demodo a ser oscilantemente ajustada na porção em recesso retangular longa12p. A porção receptora de pino estreita Pr estende-se para o outro lado docentro oscilante da porção em recesso de mancai Rd e é oscilantementeajustada no entalhe circunferencial 12cv formado com o furo para pino 12h.
A porção da extremidade larga Rq é formada em uma extremidade da por-ção receptora de pino estreita Rr de modo a alcançar a porção em recessoretangular curta 12q e estende-se no sentido da largura.
O membro de garra oscilante R é tal que a porção receptora depino Rr é ajustada no entalhe circunferencial 12cv formado com os furos pa-ra pino 12h. A porção de garra de engate Rp em um lado é ajustada na por-ção em recesso retangular longa 12p e a porção em recesso de mancai Rd éalinhada com o entalhe axial 12av. A porção da extremidade larga Rq nooutro lado é ajustada na porção em recesso retangular curta 12q.
O pino em fuso 26 é ajustado na porção em recesso de mancaiRd e no entalhe axial 12av alinhado entre si.
O membro de garra oscilante R é formado simétrico com relaçãoao entalhe circunferencial 12cv a ser ajustado ao mesmo. A porção de garraretangular larga Rp em um lado é mais pesada do que a porção receptora depino Rr e a porção da extremidade larga Rq no outro lado. Se o membro degarra oscilante R for pivotadamente suportado pelo pino em fuso 26 e giradojunto com o contraeixo de engrenagem 12, a porção de garra de engate Rpatua como um peso com relação à força centrífuga para oscilar o membro degarra oscilante R enquanto permitindo o mesmo a se projetar na direçãocentrífuga.
O membro de garra oscilante R é formado de tal modo que aporção receptora de pino Rr possui uma largura menor do que aquela daporção de garra de engate Rp no lado oposto ao lado da porção receptorade pino Rr com relação ao centro oscilante.
Uma vez que a porção receptora de pino Rr necessita apenaster uma largura suficiente para receber o membro de pino 23, o membro degarra oscilante R pode ser formado menor e a porção de garra de engate Rpno outro lado pode facilmente ser oscilada por uma força centrífuga.
Os membros de garra oscilantes R adjacentes de modo circunfe-rencial entre si são montados no contraeixo de engrenagem 12 em uma pos-tura simétrica. Portanto, as porções de garra de engate Rp, Rp opostas entresi a um dado intervalo são ajustadas na porção em recesso retangular longacomum 12. Em adição, as porções da extremidade largas Rq próximas umasdas outras no outro lado são ajustadas à porção em recesso retangular curtacomum 12q.
A mola da compressão 22 cuja uma extremidade é suportadapela porção receptora da mola 12d do contraeixo de engrenagem 12 é pro-vida dentro da porção de garra de engate Rp do membro de garra oscilanteR. O membro de pino 23 ajustado no furo para pino 12h é provido dentro daporção receptora de pino Rr e entre a porção receptora de pino Rr e a hastede came C.
Deste modo, o membro de garra oscilante R é oscilantementesuportado pelo pino em fuso 26 e embutido na porção em recesso retangularlonga 12p, na porção em recesso retangular curta 12q e no entalhe circunfe-rencial 12cv do contraeixo de engrenagem 12. A porção de garra de engateRp em um lado é externamente empurrada pela mola de compressão 22 e aporção receptora de pino Rr no outro lado é pressionada pelo avanço e re-tração do membro de pino 23. Assim, o membro de garra oscilante R é osci-lado contra a força propulsor da mola de compressão 22.
Quando o membro de pino 23 avança na direção centrífuga paraoscilar o membro de garra oscilante R, a porção de garra de engate Rp domembro de garra oscilante R afunda na porção em recesso retangular longa12p. Isto é, nada externamente se projeta a partir da superfície circunferen-cial externa da porção cilíndrica central 12a do contraeixo de engrenagem 12.
Quando o membro de pino 23 retrai, a porção de garra de enga-te Rp empurrada pela mola de compressão 22 projeta-se externamente dasuperfície circunferencial externa da seção cilíndrica central 12a do contraei-xo de engrenagem 12 e é capaz de engatar a engrenagem de mudança develocidade acionada n.
A mola de compressão 22 é interposta entre a superfície internada porção de garra de engate Rp do membro de garra oscilantes Rea por-ção em recesso retangular longa do contraeixo de engrenagem 12, oposta àsuperfície interna da porção de garra de engate Rp. Isto elimina um espaçoaxial específico de mola de modo que o alargamento axial do contraeixo deengrenagem 12 pode ser evitado. Em adição, a mola de compressão 22 édisposta no centro axialmente, no sentido da largura do membro de garraoscilante R, de modo que o membro de garra oscilante R por si pode serformado simétrico com relação à direção axial. Portanto, dois tipos de mem-bros de garra oscilante engatados e desengatados em ambas as direçõesdas direções rotacionais relativas da engrenagem de mudança de velocida-de acionada η e o contraeixo de engrenagem 12 podem ser tomados comomembros de garra oscilantes R tendo o mesmo formato. Assim, não é ne-cessário preparar membros de garra oscilantes diferentes em formato unsdos outros.
A mola de compressão 22 é formada em uma figura oval comum eixo maior estendendo-se na direção axial do contraeixo de engrenagem12. Esta mola de compressão de formato oval 22 tem o eixo oval maior doque a largura da porção receptora de pino Rr do membro de garra oscilanteR. Em adição, a mola de compressão 22 é recebida para escarranchar oentalhe circunferencial 12cv formado para se estender de modo circunferen-cial em torno de um círculo e receber a porção receptora de pino Rr oscilan-temente ajustada ao mesmo. Assim, a usinagem do contraeixo de engrena-gem 12 pode ser facilitada e o membro de garra oscilante R pode ser esta-velmente montado no contraeixo de engrenagem 12.
Os quatro membros de garra oscilantes R correspondentes àsengrenagens de estágio enumerado de ímpar (primeira, terceira e quintaengrenagens de mudança de velocidade acionadas n1, n3 e n5) e os quatromembros de garra oscilantes R correspondentes às engrenagens de estágioenumerado de par (segunda, quarta e sexta engrenagens de mudança develocidade acionadas n2, n4 e n6) estão em relação posicionai de ângulorelativo em que eles são girados 90 graus em torno do eixo uns com relaçãoaos outros.
Os quatro membros de garra oscilantes R correspondentes àsengrenagens de estágio enumerado de ímpar (primeira, terceira e quintaengrenagens de mudança de velocidade acionadas n1, n3 e n5) são com-postos de um par de membros de garra oscilantes de estágio enumerado deímpar de rotação normal Rao disposto nas respectivas posições simétricas eum par de membros de engate de estágio enumerado de ímpar de rotaçãoinversa Rbo disposto nas respectivas posições simétricas. Os membros degarra oscilantes acionados de estágio enumerado de ímpar de rotação nor-mal são ancorados na direção rotacional normal das engrenagens para es-tabelecer o engate para girar sincronicamente cada uma das engrenagensde mudança de velocidade acionadas de estágio enumerado de ímpar n1,n3 e n5 e o contraeixo de engrenagem 12. Os membros de engate de está-gio enumerado de ímpar de rotação inversa Rbo são ancorados na direçãorotacional inversa de engrenagens para estabelecer o engate para girar sin-cronicamente cada uma das engrenagens de mudança de velocidade acio-nadas de estágio enumerado de ímpar n1, n3 e n5 e o contraeixo de engre-nagem 12.
Similarmente, os quatros membros de garra oscilantes R corres-pondentes às engrenagens de estágio enumerado de par (segunda, quarta esexta engrenagens de mudança de velocidade n2, n4 e n6) são compostosde um par de membros de garra oscilantes de estágio enumerado de par derotação normal Rae disposto nas respectivas posições simétricas e um parde membros de engate de estágio enumerado de par de rotação inversa Rbedisposto nas respectivas posições simétricas. Os membros de garra oscilan-tes acionados de estágio enumerado de par de rotação normal são ancora-dos na direção rotacional normal das engrenagens para estabelecer o enga-te para sincronicamente girar cada uma das engrenagens de mudança develocidade acionadas de estágio enumerado de par n2, n4, n6 e o contraeixode engrenagem 12. Os membros de engate de estágio enumerado de par derotação inversa Rbe são ancorados na direção rotacional inversa de engre-nagens para estabelecer o engate para girar sincronicamente cada uma dasengrenagens de mudança de velocidade acionadas de estágio enumeradode par n2, n4, n6 e contraeixo de engrenagem 12.
O membro de garra oscilante de estágio enumerado de ímpar derotação normal Rao é oscilado pelo membro de pino 23 avançado e retraídopelo movimento da haste de carne Cao de estágio enumerado de ímpar derotação normal. O membro de engate Rbo de estágio enumerado de ímparde rotação inversa é oscilado pelo membro de pino 23 avançado e retraídopelo movimento da haste de carne Cbo de estágio enumerado de ímpar derotação inversa.
Similarmente, o membro de garra oscilante Rae de estágio enu-merado de par de rotação normal é oscilado pelo membro de pino 23 avan-çado e retraído pelo movimento da haste de carne Cae de estágio enumera-do de par de rotação normal. O membro de engate Rbe de estágio enume-rado de par de rotação inversa é oscilado pelo membro de pino 23 avançadoe retraído pelo movimento da haste de carne Cbe de estágio enumerado depar de rotação inversa.
Quando os meios de engate 20 são montados no contraeixo deengrenagem 12, primeiramente o membro de colar de mancál da extremida-de direita 13 é externamente provido na porção da extremidade circunferen-cial externa da seção cilíndrica central 12a. Enquanto uma extremidade dopino de manga de eixo 26 é ajustada no entalhe axial 12av dentro do mem-bro de colar de mancai 13, o meio de engate da extremidade direita 20 émontado. O membro de colar de mancai seguinte 13 é externamente providopara cobrir a outra extremidade do pino de manga de eixo 26. A seguir, omeio de engate de estágio seguinte 20 é montado na mesma maneira que oestágio prévio. Tal montagem é repetida e por último o membro de colar demancai da extremidade esquerda 13 é externamente provido. Assim, a mon-tagem é completada.
Como ilustrado na figura 12, os membros de colar de mancai 13são externamente providos nas posições axiais da porção cilíndrica central12a que não seja a porção em recesso retangular longa 12p e porção emrecesso retangular curta 12q. Em adição, os membros de colar de mancai 13são dispostos para escarranchar os pinos de manga de eixo adjacentes 26,26 dos pinos de manga de eixo 26 embutidos continuamente em linha noscorrespondentes entalhes axiais 26av. Assim, os pinos de manga de eixo 26e os membros de garra oscilantes R são prevenidos de se desprenderem.
O pino de manga de eixo 26 embutido no entalhe axial 12av daseção cilíndrica central 12a do contraeixo de engrenagem 12 é embutidonuma profundidade em contato com a superfície circunferencial externa daporção cilíndrica central 12a. Portanto, se externamente providos, os mem-bros de colar de mancai 13 ficam presos sem afrouxamento.
Os sete membros de colar de mancai 23 são externamente pro-vidos no contraeixo de engrenagem 12 a intervalos regulares e as engrena-gens de mudança de velocidade acionadas η são rotativamente suportadasde modo a cada qual escarranchar-se entre os membros de colar de mancaiadjacentes 13, 13.
Cada uma das engrenagens de mudança de velocidade aciona-das η é formada com entalhes nas porções da borda circunferencial internasdireita e esquerda (porções da borda circunferencial direita e esquerda dasuperfície circunferencial interna). Em adição, uma crista projetante fina anu-lar 30 é formada entre os entalhes direito e esquerdo. Os membros de colardireito e esquerdo 13, 13 são deslizavelmente engatados com os correspon-dentes entalhes de modo a colocarem a crista projetante 30 entre os mes-mos (ver figuras 2 e 3).
As projeções engatantes 31 são formadas na crista projetante 30da superfície circunferencial interna de cada engrenagem de mudança develocidade acionada η nas seis posições com intervalos circunferencialmen-te regulares (ver figuras 2, 3, 4 e 5).
A projeção engatante 31 é formada como um arco circular finoquando vista em elevação lateral (quando vista da direção axial nas figuras 4e. 5).
Ambas as faces da extremidade circunferencial da projeção en-gatante 31 são faces de engate cada qual engatando a porção de garra deengate Rp do membro de garra oscilante R.
O membro de garra oscilante Rao de estágio enumerado de ím-par de rotação normal (membro de garra oscilante Rae de estágio enumera-do de par de rotação normal) e o membro de engate Rbo de estágio enume-rado de ímpar de rotação inversa (membro de engate Rbe de estágio enu-merado de par de rotação inversa) têm as respectivas porções de garra deengate Rp1 Rp estendendo-se nas direções opostas umas das outra. Omembro de garra oscilante Rao de estágio enumerado de ímpar de rotaçãonormal(membro de garra oscilante Rae de estágio enumerado de par de ro-tação normal) é apoiado contra e engatado com a projeção de engate 31 nadireção de rotação normal da engrenagem de mudança de velocidade acio-nada η (e do contraeixo de engrenagem 12). O membro de engate Rbo deestágio enumerado de ímpar de rotação inversa (membro de engate Rbe deestágio enumerado de par de rotação inversa) é apoiado contra e engatadocom a projeção de engate 31 na direção da rotação inversa da engrenagemde mudança de velocidade acionada n.
Incidentalmente, o membro de garra oscilante de estágio nume-rado de ímpar de rotação normal Rao (membro de garra oscilante Rae deestágio enumerado de par de rotação normal) não é engatado com a proje-ção de engate 31 na direção da rotação inversa da engrenagem de mudançade velocidade acionada η mesmo que a porção de garra de engate Rp proje-te externamente. De modo similar, o membro de engate Rbo de estágio e-numerado de ímpar de rotação inversa (membro de engate Rbe de estágioenumerado de par de rotação inversa) não é engatado com a projeção deengate 31 na direção da rotação normal da engrenagem de mudança de ve-locidade acionada η mesmo que a porção de garra de engate Rp se projeteexternamente.
Uma descrição é feita de um procedimento para montagem demeio de engate acima descrito 20 no contraeixo de engrenagem 12.
Os dois mecanismos de movimento perdido esquerdo e direito52, 53 são montados na haste de controle 51 fixada com o elemento opera-dor de haste de controle 55 e com o pino de engate 59. As oito hastes decarne Cao, Cao1 Cae1 Cae1 Cbo1 Cbo1 Cbe e Cbe são dispostas na circunfe-rência externa dos mecanismos de movimento perdido 52 e 53. Neste esta-do, estas são ajustadas de modo inserível no oco do contraeixo de engrena-gem 12.
Neste caso, as oito hastes de carne Cao, Cao, Cae, Cae1 Cbo,Cbo, Cbe e Cbe são, cada qual, inseridas em um correspondente dos oitosentalhes guias de carne 12g.
Em adição, a posição do movimento esquerda - direita das oitohastes de carne Cao, Cao, Cae, Cae, Cbo1Cbo1Cbe e Cbe com relação aocontraeixo de engrenagem 12 é ajustada para uma posição neutra.
O contraeixo de engrenagem 12 neste estado é elevado verti-calmente para cima com lado esquerdo levantado.
Como ilustrado com linhas sólidas na figura 12, primeiramente, omembro de colar da extremidade direita 13 é externamente provido na ex-tremidade inferior (extremidade direita) da seção cilíndrica central 12a. En-tão, os membros de pino 23 são inseridos nos furos para pino 12h do enta-lhe circunferencial 12cv correspondente à primeira engrenagem de mudançade velocidade n1 mais baixa. Enquanto que uma das extremidades das mo-las de compressão 22 é suportada pelas porções receptoras de mola 12d, osmembros de garra oscilantes R são ajustados nas porções em recesso re-tangulares longas 12p, porções em recesso retangulares curtas 12q e noentalhe circunferencial 12cv. Os pinos da manga de eixo 26 são ajustadosnos entalhes axiais 12av dentro da extremidade direita 13 do membro decolar de mancai. Ao mesmo tempo, os pinos da manga de eixo 26 são ajus-tados nas porções em recesso de mancai Rd dos membros de garra oscilan-tes R para montagem do membro de garra oscilante R.
Quando a haste de carne C é localizada na posição neutra, osmembros de pino 23 entram em contato com e avançam ao longo da super-fície de contato deslizável que não seja dos entalhes de carne e pressionamde dentro as porções receptoras de pino Rq dos membros de garra oscilan-tes R para oscilar contra a força propulsor das molas de compressão 22. Istopermite que as porções de garra de engate Rp a afundem nas porções emrecesso longas 12p. Assim, nada se projeta para fora da superfície circunfe-rencial externa da seção cilíndrica central 12a.
Os quatro membros de garra oscilantes R no entalhe circunfe-rencial 12cv correspondente à primeira engrenagem de mudança de veloci-dade acionada n1 são montados. A seguir, a primeira engrenagem de mu-dança de velocidade acionada n1 é ajustada de modo inserível por cima, demodo a trazer as cristas projetantes 30 da primeira engrenagem de mudançade velocidade acionada n1 em contato contra o membro de colar de mancai13 e em engate com os entalhes para montagem. Em seguida, o segundomembro de colar de mancai 13 é ajustado de modo inserível por cima, demodo a ser engatado com os entalhes da primeira engrenagem de mudançade velocidade acionada n1 e externamente provido no contraeixo de engre-nagem 12 a uma dada posição. Assim, a primeira engrenagem de mudançade velocidade acionada n1 é axialmente posicionada para fixação.
Em seguida, o meio de engate 20 para a segunda engrenagemde mudança de velocidade acionada n2 é montado e a segunda engrena-gem de mudança de velocidade acionada n2 é montada. A seguir, este tra-balho é repetido para montar em seqüência as restantes terceira, quarta,quinta e sexta engrenagens de mudança de velocidade acionadas n3, n4, n5e n6. Por último, o sétimo membro de colar de mancai 13 é externamenteprovido.
No estado em que as seis engrenagens de mudança de veloci-dade acionadas η são montadas no contraeixo de engrenagem 12 como a-cima descrito, o contraeixo de engrenagem 12 é rotativamente suportadopelos mancais esquerdo e direito 7L, 7R ajustados, respectivamente, na cai-xa de motor esquerda 1L e na parede lateral 1RR da caixa de motor direita1R de modo a ser colocado entre os membros de colar 14L e 14R. Assim, asseis engrenagens de mudança de velocidade acionadas η e os sete mem-bros de colar de mancai 13 são alternadamente montados e são seguradosa partir dos lados direito e esquerdo de modo a serem axialmente posicionados.
Os membros de colar de mancai 13 podem carregar a força axialdas engrenagens de mudança de velocidade acionadas n, realizar o seu po-sicionamento axial e receber a sua força de empuxo.
Deste modo, as primeira, segunda, terceira, quarta, quinta e sex-ta engrenagens de mudança de velocidade acionadas, n1, n2, n3, n4, n5 en6 podem ser rotativamente suportadas pelo contraeixo de engrenagem 12via os membros de colar de mancai 13.
Uma vez que as hastes de carne C são, cada qual, localizadasna posição neutra, todas as engrenagens de mudança de velocidade acio-nadas η estão no estado de desengate em que a posição do movimento dashastes de carne C dos correspondentes meios de engate 20 permite que osmembros de pino 23 se projetem e pressionar de dentro as porções recepto-ras de pino Rq dos membros de garra oscilante R, retraindo deste modo pa-ra dentro as porções de garra de engate Rp. Neste estado, todas as engre-nagens de mudança de velocidade acionadas η são giradas livremente docontraeixo de engrenagem 12.
Por outro lado, a engrenagem de mudança de velocidade acio-nada η pode estar no estado engatável em que a posição do movimento,que não a posição neutra, das hastes de carne C do meio de engate 20permite os membros de pino 23 a seguir para os entalhes de carne ν e osci-lar os membros de garra oscilantes R, permitindo deste modo as porções degarra de engate Rp a projetar-se externamente. Em tal caso, as projeçõesde engate 31 da correspondente engrenagem de mudança de velocidadeacionada η entram em contato contra as porções de garra de engate Rp.
Assim, a rotação da engrenagem de mudança de velocidade acionada η étransmitida ao contraeixo de engrenagem 12 ou a rotação do contraeixo deengrenagem 12 é transmitida à engrenagem de mudança de velocidade a-cionada n.
No meio acionador de mudança 50, a alavanca seletora de mu-dança é manualmente operada para girar o tambor de mudança 67 por umadada quantidade. A viragem do tambor de mudança 67 move axialmente ahaste de controle 51 por uma dada quantidade, via o pino de mudança 58ajustado no entalhe de mudança 67v para mover as oito hastes de carneCao, Cao, Cae1 Cae, Cbo, Cbo1 Cbe e Cbe do meio de engate 20 via osmecanismos de movimento perdido 52 e 53.
O movimento axial das hastes de carne C permite os membrosde pino 23 em contato deslizável com a superfície de carne das hastes decarne C a avançar e retrair enquanto seguindo para e vindo dos entalhes decarne ν para oscilar os membros de garra oscilante R. A oscilação do mem-bro de garra oscilante R libera o engate com uma engrenagem de mudançade velocidade acionada η e estabelece o engate com uma outra engrena-gem de mudança de velocidade acionada n, mudando deste modo a engre-nagem de mudança de velocidade acionada η engatada com o contraeixo deengrenagem 12 para a mudança.
Incidentalmente, como meio acionador de mudança, a alavancaseletora de mudança é manualmente operada para girar o tambor de mu-dança 67 para a mudança; todavia, um motor acionador de mudança podeser acionado para girar o tambor de mudança via uma parada de Geneva,etc., para a mudança.
Uma descrição é, a seguir, dada de um processo de passagempara alta velocidade a partir de um estado da primeira velocidade para umestado de segunda velocidade reduzida em razão de redução por um está-gio durante a aceleração resultante do acionamento do motor de combustãointerna com referência às figuras 13 a 17.
As figuras 13 a 17 ilustram em seqüência mudanças temporais.
Em cada desenho, (a) é uma vista seccional transversal em que as engre-nagens, etc. da figura 2(vista seccional transversal tomada ao longo da linhaIl - Il das figuras 4 e 5) são omitidas, (b) é uma vista seccional transversalem que as engrenagens, etc. da figura 3(vista seccional transversal tomadaao longo da linha Ill-Ill das figuras 4 e 5) são omitidas, (c) é uma vista sec-cional transversal tomada ao longo da linha c - c de (a) e (b) (vista seccionaltransversal da primeira engrenagem de mudança de velocidade acionadan1). (d) é uma vista seccional transversal tomada ao longo da linha d - d de(a) e (b) (vista seccional transversal da primeira engrenagem de mudança develocidade n2).
A força do motor de combustão interna é transmitida ao eixo deengrenagem principal 11 via embreagem de fricção 5 para girar integralmen-te as primeira, segunda, terceira, quarta, quinta e sexta engrenagens de mu-dança de velocidade ml, m2, m3, m4, m5 e m6. Assim, as primeira, segunda,terceira, quarta, quinta e sexta engrenagens de mudança de velocidade n1,n2, n3, n4, n5 e n6 constantemente engrenam-se com as engrenagens demudança de velocidade de acionamento ml a m6, respectivamente, e sãogiradas nas respectivas velocidades de rotação.
A figura 13 ilustra o estado de primeira velocidade. Na figura13(c), a primeira engrenagem de mudança de velocidade acionada n1 é gi-rada em uma direção da seta. Na figura 13(d), a segunda engrenagem demudança de velocidade acionada n2 é girada na direção da seta. A segundaengrenagem de mudança de velocidade acionada n2 é girada em velocidademais alta do que a primeira engrenagem de mudança de velocidade aciona-da n1.
Apenas os membros de pino 23 do meio de engate 20 corres-pondentes à primeira engrenagem de mudança de velocidade n1 são colo-cados nos entalhes de carne v1 da haste de carne Cao de estágio enumera-do de ímpar de rotação normal (ver figura 13(a)). Os membros de garra osci-lantes de estágio enumerado de ímpar de rotação normal Rap do meio deengate 20 permitem as porções de garra de engate Rp a projetarem exter-namente. As projeções de engate 31 da primeira engrenagem de mudançade velocidade acionada n1 que gira entram em engate com as porções degarra de engate Rp dos membros de garra oscilantes Rao de estágio enu-merado de ímpar de rotação normal (ver figura 13(c)). Assim, o contraeixode engrenagem 12 é girado junto com a primeira engrenagem de mudançade velocidade acionada n1 na mesma velocidade de rotação que aquela daprimeira engrenagem de mudança de velocidade acionada n1.
Incidentalmente1 nas figuras 13 a 20, o membro de garra oscilan-te R e a projeção de engate 31 que proporciona transmissão de força eficazestão em retículo-hachurado.
Neste estado de primeira velocidade para a segunda engrena-gem de mudança de velocidade acionada n2, os membros de pino 23 docorrespondente meio de engate 20 saem dos entalhes de carne v2 das has-tes de carne Cae1Cbe de estágio enumerado de par (ver figura 13(b)) parapermitir os membros de garra oscilantes Rae , Rbe de estágio enumerado depar do meio de engate 20 a retrair as porções de garra de engate Rp paradentro. Assim, a segunda engrenagem de mudança de velocidade acionadan2 corre em marcha lenta.
Similarmente, também as outras, isto é, as terceira, quarta, quin-ta e sexta engrenagens de mudança de velocidade acionadas n3, n4, n5 en6 correm em marcha lenta (ver (a) e (b) da figura 13).
A seguir, a alavanca seletora de mudança é manualmente ope-rada para o aumento da velocidade para a segunda velocidade. O tambor demudança 67 é girado para começar a mover a haste de controle 51 axial-mente para a direita, que simultaneamente move as oito hastes de carneCao1 Cao, Cae, Cae1 Cbo, Cbo, Cbe e Cbe para a direita axialmente via asmolas helicoidais 52s e 53s dos mecanismos de movimento perdido 52 e 53.
Com referência a (a) e (c) da figura 14, os membros de garraoscilantes Rbo do estágio enumerado de ímpar de rotação inversa operadosvia os membros de pino 23 não engatam com as projeções de engate 31 daprimeira engrenagem de mudança de velocidade acionada n1. Portanto, ashastes de carne Cbo de estágio enumerado de ímpar de rotação inversa emum lado são movidas sem muita resistência para permitir os membros depino se colocarem nos entalhes de carne v1 para saírem daí para projeção(ver figura 14(a)). Estas projeções dos membros de pino 13 oscilam osmembros de garra oscilantes de estágio enumerado de ímpar de rotaçãoinversa para retrair as porções de garra de engate para dentro (ver figura14(c)).
Em contraste, os membros de garra oscilantes numerados deímpar de rotação normal o Rao operados via os membros de pino 23 entramem engate com as projeções de engate 31 da primeira engrenagem de mu-dança de velocidade acionada n1 para receber a força da primeira engrena-gem de mudança de velocidade acionada n1. Portanto, as hastes de carneCao enumeradas de ímpar de rotação normal por outro lado recebem tal re-sistência à fricção significativamente grande para oscilar os membros de gar-ra oscilantes Rao de estágio enumerado de ímpar de rotação normal paradesengatar. Mesmo que a haste de carne Cao de estágio enumerado deímpar de rotação normal fosse tentada a ser movida pela força da mola heli-coidal 53s do mecanismo de movimento perdido 53 para permitir os mem-bros de pino 23 a projetarem ao longo das superfícies laterais inclinadas dosentalhes de carne vl, os membros de garra oscilantes Rao de estágio enu-merado de ímpar de rotação normal não podem ser elevados para oscilar.
Especificamente, as hastes de carne Cao enumeradas de ímpar de rotaçãonormal são paradas quando os membros de pino 23 são trazidos para aca-vaiar nas superfícies laterais inclinadas dos entalhes de carne v1. Isto é, oengate não pode ser liberado no estado inalterado (ver (a) e (c) da figura 14).
No estado ilustrado na figura 14, para a segunda engrenagemde mudança de velocidade acionada n2, enquanto as hastes de carne Caede estágio enumerado de par de rotação normal movem-se sem resistência,os membros de pino 23 não seguem longe o suficiente para entrar nos enta-lhes de carne v2, de modo que os membros de garra oscilantes Rae e Rbede estágio enumerado de par permanecem inalterados (ver (b) e (d) da figura 14).
Incidentalmente, as hastes de carne Cao de estágio enumeradode ímpar de rotação normal são paradas junto com o retentor de mola 53h,engatando-se com o mesmo, do mecanismo de movimento perdido 53. Por-tanto, também as hastes de carne Cbe de estágio enumerado de par de ro-tação inversa engatante com o retentor de mola 53h são paradas.
No estado em que as hastes de carne Cao enumeradas de ím-par de rotação normal são paradas, quando as hastes de controle 51 sãoainda movidas e atingem a posição da segunda velocidade, também as has-tes de carne Cae enumeradas de par de rotação normal são ainda movidaspara a direita junto com as hastes de carne Cbo de estágio enumerado deímpar de rotação inversa. Então, como ilustrado na figura 15(b), os membrosde pino 23 seguem para os entalhes de carne v2 das hastes de carne Caede estágio enumerado de par de rotação normal. Assim, os membros de gar-ra oscilantes Rae de estágio numerado de par de rotação normal são oscila-dos pelas forças implelentes das molas de compressão 22 e forças centrífu-gas das porções de garra de engate Rp para permitir que as porções de gar-ra de engate Rp se projetem para fora (ver figura 15(d)).
Incidentalmente, as hastes de carne Cbe de estágio enumeradode par de rotação inversa permanecem paradas de modo que também osmembros de garra oscilantes de estágio enumerado de par de rotação inver-sa Rbe permitem que as porções de garra de engate Rp permaneçam inter-namente retraídas.
Desta maneira, as projeções de engate 31 da segunda engrena-gem de mudança de velocidade acionada n2 que gira em velocidade maisalta do que o contraeixo de engrenagem 12 que gira junto com a primeiraengrenagem de mudança de velocidade acionada n1 capta com e apóia asporções de garra de engate projetantes para fora Rp dos membros de garraoscilantes Rae de estágio enumerado de par de rotação normal (ver figura16(d)),
Com referência a (c)e (d) da figura 16, neste momento, o apoiodas projeções de engate 31 da segunda engrenagem de mudança de velo-cidade acionada n2 contra os membros de garra oscilantes Rae de estágioenumerado de par de rotação normal ocorre concorrentemente com o apoiodas projeções de engate 31 da primeira engrenagem de mudança de veloci-dade acionada n1 contra os membros de garra oscilantes Rao do estágioenumerado de ímpar de rotação normal.
Deste modo, imediatamente em seguida, a segunda engrena-gem de mudança de velocidade acionada n2 que gira a uma velocidademais alta permite o contraeixo de engrenagem 12 a iniciar a rotação namesma velocidade de rotação que a segunda engrenagem de mudança develocidade acionada n2 (ver figura 17 (d)). Esta rotação leva as porções degarra de engate Rp dos membros de garra oscilantes de estágio enumeradode ímpar de rotação normal Rao a desengatarem das projeções de engate31 das primeiras engrenagens de mudança de velocidade acionadas n1,executando o aumento de velocidade real da primeira velocidade para a se-gunda velocidade.
O desengate das porções de garra de engate Rp dos membrosde garra oscilantes Rao de estágio enumerado de ímpar de rotação normala partir das protrusões de engate 31 da primeira engrenagem de mudançade velocidade acionada n1 elimina a resistência à fricção que atua paraprender os membros de garra oscilantes Rao do estágio enumerado de ím-par de rotação normal. A seguir, as hastes de carne Cao de estágio enume-rado de ímpar de rotação normal empurradas pela mola helicoidal 53s domecanismo de movimento perdido 53 são movidas para a direita de modoque os membros de pino 23 colocados nos entalhes de carne v1 saiam daí.
Assim, os membros de garra oscilantes de estágio enumerado de ímpar derotação normal Rao são oscilados para permitir que as porções de garra deengate Rp sejam retraídas para dentro (ver figura 17(c)).
O movimento das hastes de carne Cao de estágio enumerado deímpar de rotação normal move,também, as hastes de carne Cbe de estágioenumerado de par de rotação inversa via o retentor de mola 53h do meca-nismo de movimento perdido 53. Os membros de pino 23 seguem para osentalhes de carne v2 das hastes de carne Cbe de estágio enumerado de parde rotação inversa para oscilar os membros de garra oscilantes Rbe de es-tágio enumerado de par de rotação inversa, o que permite as porções degarra de engate Rp a projetarem externamente, completando a mudança(ver figura 17(d)).Deste modo, a operação da mudança da primeira velocidadepara a segunda velocidade é completada. O estado ilustrado na figura 17 éum estado de segunda velocidade.
Como acima descrito, quando a mudança de aumento é execu-tada do estado de primeira velocidade para o estado de segunda velocidadereduzida em razão de redução por um estágio, como ilustrado na figura 16,as projeções de engate 31 da primeira engrenagem de mudança de veloci-dade acionada n1 apoiam e engatam com as porções de garra de engate Rpdos membros de garra oscilantes Rao de estágio enumerado de ímpar derotação normal. No estado em que o contraeixo de engrenagem 12 é giradona mesma velocidade que a primeira engrenagem de mudança de velocida-de acionada n1, as projeções de engate 31 da segunda engrenagem de mu-dança de velocidade acionada n2, que gira a uma velocidade maior, captamcom e apoiam as porções de garra de engate Rp dos membros de garra os-cilantes Rae de estágio enumerado de par de rotação normal. O contra eixode engrenagem 12 é girado a uma velocidade maior junto com a segundaengrenagem de mudança de velocidade acionada n2 para executar a mu-dança. As porções de garra de engate Rp dos membros de garra oscilantesRao de estágio enumerado de ímpar de rotação normal movem-se natural-mente distantes das projeções de engate 31 da primeira engrenagem demudança de velocidade acionada n1 para um desengate suave. Assim, amudança para aumento suave pode ser executada através da operação su-ave sem forçar para a liberação de engate.
Similarmente, a mudança para aumento da segunda velocidadepara a terceira velocidade, da terceira velocidade para a quarta velocidade,da quarta velocidade para a quinta velocidade, da quinta velocidade para asexta velocidade é como abaixo. No estado em que a engrenagem de mu-dança de velocidade acionada η é engatada com os membros de garra osci-lantes R, a engrenagem de mudança de velocidade acionada n, reduzida emrazão de redução por um estágio, entra em engate com os membros de gar-ra oscilantes R para executar a mudança para aumento. Desse modo, a mu-dança para aumento suave pode ser executada, sem a necessidade de umaembreagem de mudança, através de uma operação suave sem força paraliberar o engate, sem qualquer perda de tempo de comutação para a mu-dança para aumento, sem o escape da força de acionamento e com um re-duzido choque de mudança.
Por exemplo, no estado da primeira velocidade, como ilustradona figura 13(c), os membros de garra oscilantes enumerados de ímpar derotação normal Rao são engatados com as projeções de engate 31 da pri-meira engrenagem de mudança de velocidade acionada n1 e ao mesmotempo as porções de garra de engate Rp dos membros de garra oscilantesde estágio enumerado de ímpar de rotação inversa Rbo no outro lado sãolocalizadas próximas das projeções de engate 31 em tal estado como a serengatável com o mesmo.
A velocidade de veículo pode ser reduzida de modo que umaforça de acionamento é aplicada da roda traseira para o contraeixo de en-grenagem 12 para mudar a direção da força de acionamento. Em tal caso, oengate das projeções de engate 31 da primeira engrenagem de mudança develocidade acionada n1 é prontamente comutado a partir dos membros degarra Rao enumerados de ímpar de rotação normal para os membros degarra oscilantes de estágio enumerado de ímpar de rotação inversa Rbo.
Assim, o engate pode ser suavemente realizado e mantido.
Uma descrição é, a seguir, dada de um processo para reduzir avelocidade do estado de segunda velocidade para o estado da primeira ve-locidade aumentada em razão de redução por um estágio durante a reduçãoda velocidade de veículo com referência às figuras 18 a 20.
A figura 18 ilustra um estado da mudança de velocidade que é oestado da segunda velocidade imediatamente após a redução da velocidade.
A redução da velocidade permite a força de acionamento a atuarno contraeixo de engrenagem 12 a partir da roda traseira. Como ilustrado nafigura 18(d), as porções de garra de engate Rp dos membros de garra osci-lantes Rbe de estágio enumerado de par de rotação inversa no estado enga-jável são trazidas em engate com as projeções de engate 31 da segundaengrenagem de mudança de velocidade acionada n2 reduzindo em veloci-dade de rotação. Este engate transmite a força rotacional do contraeixo deengrenagem 12 à segunda engrenagem de mudança de velocidade aciona-da n2, isto é, as chamadas trabalhos de freio do motor.
Neste estado, para reduzir a velocidade para a primeira veloci-dade, a alavanca seletora de mudança é manualmente operada para girar otambor de mudanças 67 na direção inversa da descrição acima por uma da-da quantidade para mover a haste de controle 51 axialmente para a esquer-da. Este movimento é próximo para mover simultaneamente as oito hastesde carne Cao1 Cao1 Cae, Cae1 Cbo1 Cbo1 Cbe e Cbe via as molas helicoidais52s e 53s dos mecanismos de movimento perdido 52 e 53 axialmente para aesquerda. Todavia, os membros de garra oscilantes de estágio enumeradode par de rotação inversa Rbe operados com os membros de pino 23 entramem engate com as projeções de engate 31 da segunda engrenagem de mu-dança de velocidade acionada n2 para receber a força da segunda engrena-gem de mudança de velocidade acionada n2. Portanto, as hastes de carneCbe de estágio enumerado de par de rotação inversa recebem a resistênciaà fricção significativamente grande tal como de oscilar os membros de garraoscilantes Rbe de estágio enumerado de par de rotação inversa para Iibera-ção do engate. Quando os membros de pino 23 estão quase passando so-bre a superfície lateral inclinada dos entalhes de carne v2, as hastes de ca-rne Cbe de estágio enumerado de par de rotação inversa são paradas demodo que o engate permanece não liberado (ver (b) e (d) da figura 19).
Incidentalmente, também as hastes de carne de estágio enume-rado de par de rotação normal Cao junto com as hastes de carne Cbe deestágio enumerado de par de rotação inversa ficam no estado parado via oretentor de mola 53h do mecanismo de movimento perdido 53.
Por outro lado, os membros de garra oscilantes Rae de estágioenumerado de par de rotação normal operados via membros de pino 23 nãosão engatados com a projeção de engate 31 da segunda engrenagem demudança de velocidade acionada n2. Portanto, as hastes de carne Cae deestágio enumerado de par de rotação normal são movidas para a esquerdasem tanta resistência para permitir os membros de pino 23 colocados nosentalhes de carne v2 a sair daí para projeção. Isto oscila os membros de gar-ra oscilantes Rae enumerados de ímpar de rotação normal para retrair paradentro as porções de garra de engate Rp (ver figura 19(d)).
Na primeira engrenagem de mudança de velocidade acionadan1, as hastes de carne Cbo de estágio numerado de ímpar de rotação inver-sa são movidas para a esquerda sem resistência para permitir que os mem-bros de pino 23 sigam para os entalhes de carne vl das hastes de carne Cbode estágio enumerado de ímpar de rotação inversa (ver figura 19(a)). Emadição, os membros de garra oscilantes Rbo de estágio enumerado de ím-par de rotação inversa são oscilados pelas forças propulsores das molas decompressão 22 e pelas forças centrífugas das porções de garra de engateRp para permitir as porções de garra de engate Rp a projetarem externa-mente (ver figura 19(c)).
Após os membros de garra oscilantes de estágio enumerdo depar de rotação normal Rae terem retraído as porções de garra de engate Rppara dentro, os membros de garra oscilantes de estágio enumerado de ím-par de rotação inversa Rbo permitem as porções de garra de engate Rp aprojetarem externamente.
Os membros de garra oscilantes Rbo de estágio numerado deímpar de rotação inversa giram juntos com o contraeixo de engrenagem 12 ecaptam com e apoiam as projeções de engate 31 da primeira engrenagemde mudança de velocidade n1. Neste caso, como ilustrado em (c) e (d) dafigura 19, há um momento em que as projeções de engate 31 da segundaengrenagem de mudanças de velocidade acionada n2 e as projeções deengate 31 da primeira engrenagem de mudança de velocidade acionada n1apoiam de modo simultâneo as porções de garra de engate Rp dos mem-bros de garra osiclantes Rbe de estágio enumerado de par de rotação inver-sa e porções de garra de engate Rp dos membros de garra oscilantes Rbode estágio enumerado de ímpar de rotação inversa, respectivamente.
Imediatamente a seguir, o engate com a primeira engrenagemde mudança de velocidade acionada n1 que gira na velocidade mais baixatorna-se efetivo e o engate com a segunda engrenagem de mudança develocidade acionada n2 é liberado, assim executando a redução da veloci-dade da segunda velocidade para a primeira velocidade.
O engate entre as projeções de engate 31 da segunda engrena-gem de mudança de velocidade acionada n2 com as hastes de carne Cbe deestágio numerado de par de rotação inversa é liberado para eliminar a resis-tência à fricção que atua para prender os membros de garra oscilantes Rbede estágio enumerado de par de rotação inversa. Então, as hastes de carneCbe de estágio enumerado de par de rotação inversa empurradas pela molahelicoidal 53s do mecanismo de movimento perdido 53 são movidas para aesquerda para permitir que os membros de pino 23 colocados nos entalhesde carne V2 saiam daí (ver figura 20(b)). Isto oscila os membros de garraoscilantes de estágio enumerado de par de rotação inversa Rbe para retrairos membros de garra de engate Rp para dentro (ver figura 20(d)).
O movimento das hastes de carne Cbe de estágio enumerado depar de rotação inversa move também as hastes de carne Cao de estágioenumerado de ímpar de rotação normal via o retentor de mola 53h do meca-nismo de movimento perdido 53 para permitir que os membros de pino 23sigam para os entalhes de carne vl das hastes de carne Cao de estágio e-numerado de ímpar de rotação normal. Isto oscila os membros de garra osci-lantes Rao de estágio enumerado de ímpar de rotação normal para permitiros membros de garra de engate Rp a projetarem para fora, completandoassim a mudança de velocidade (ver figura 20 (c)).
Neste estado, a operação da mudança de velocidade da segun-da velocidade para a primeira velocidade é completada.
Como acima descrito, quando a mudança para redução da velo-cidade é executada do estado de segunda velocidade para o estado da pri-meira velocidade em razão da redução por um estágio, como ilsutrado nafigura 19, as porções de garra de engate Rp dos membros de garra oscilan-tes Rbe de estágio enumerado de par de rotação inversa apoiam engatamcom as protrusões de engate 31 da segunda engrenagem de mudança develocidade n2. Neste estado, as porções de garra de engate Rp dos mem-bros de garra oscilantes Rbo de estágio enumerado de ímpar de rotaçãoinversa captam com e apoiam as protrusões de engate 31 da primeira en-grenagem de mudança de velocidade n1 que gira na velocidade mais baixapara comutar o engate. O engate entre as protrusões de engate 31 da se-gunda engrenagem de mudança de velocidade acionada n2 e as porções degarra de engate Rp dos membros de garra Rbe de estágio enumerado deímpar de rotação inversa é suavemente liberado. Assim, a mudança parabaixo da velocidade de modo suave pode ser executada através de uma o-peração suave sem a necessidade de força para liberação do engate.
Similarmente, a mudança para baixo da velocidade, da sextavelocidade para a quinta velocidade, da quinta velocidade para a quarta ve-locidade, da quarta velocidade para a terceira velocidade e da terceira velo-cidade para a segunda velocidade é como abaixo. No estado em que a en-grenagem de mudança de velocidade acionada η é engatada com os mem-bros de garra oscilantes R, os membros de garra oscilantes R entram emengate com a engrenagem de mudança de velocidade acionada η aumenta-da em razão de redução por um estágio para execução de mudança pararedução da velocidade. Deste modo, a mudança para baixo da velocidadesuave pode ser executada através de uma operação suave sem a necessi-dade de força para liberação do engate, sem a necessidade de uma embre-agem de mudança, sem qualquer perda do tempo de comutação durante amudança para baixo da velocidade, sem o escape da força de acionamentoe com um reduzido choque de mudança.
Por exemplo, no estado da segunda velocidade, como ilustradona figura 18(d), os membros de garra oscilantes Rbe do estágio enumeradode par de rotação inversa são engatados com as projeções de engate 31 dasegunda engrenagem de mudança de velocidade n2 e ao mesmo tempo osmembros de garra de engate Rp dos membros de garra oscilantes Rae doestágio enumerado de par de rotação normal por outro lado são localizadospróximos às projeções de engate 31 e em tal estado como a ser engatávelcom as projeções 31.
A velocidade de veículo pode ser aumentada de modo que aforça de acionamento é aplicada do motor de combustão interna para a se-gunda engrenagem de mudança de velocidade acionada n2 para mudar adireção da força de acionamento. Em tal caso, o engate das projeções deengate 31 da segunda engrenagem de mudança de velocidade acionada n2é prontamente comutado dos membros de garra oscilantes de estágio enu-merado de par de rotação inversa Rbe para os membros de garra oscilantesRae de estágio enumerado de par de rotação normal. Assim, o engate podeser suavemente realizado e mantido.
Incidentalmente, durante a aceleração causada pelo acionamen-to do motor de combustão interna , mesmo que a haste de controle 51 sejamovida axialmente para a direita a fim de executar a mudança para reduzir avelocidade, a transmissão de multiestágios 10 da presente concretizaçãonão pode liberar o engate entre a engrenagem de mudança de velocidadeacionada η e os membros de garra oscilantes R transmitindo força entre osmesmos se nada for feito. Consequentemente, para executar a mudançapara reduzir a velocidade durante a aceleração, a embreagem de fricção 5 étemporariamente desengatada para reduzir a velocidade antes da operaçãode mudança. Neste estado, a operação de mudança é executada para sua-vemente comutar para o engate entre os membros de garra oscilantes Reaengrenagem de mudança de velocidade acionada η aumentada em razão deredução por um estágio. Então, a embreagem de fricção 5 é engatada para aaceleração.
Se a embreagem de fricção 5 não for usada, a velocidade derotação da engrenagem de mudança de velocidade acionada η é temporari-amente abaixada pelo meio de redução da velocidade de rotação da fontede acionamento tal como controle da regulação de tempo de ignição ou con-trole da quantidade de injeção de combustível. Assim, a redução da veloci-dade pode ser realizada suavemente mesmo durante a aceleração.
Quando a velocidade do veículo for reduzida de modo que umaforça de acionamento fosse aplicada da roda traseira para o contraeixo deengrenagem 12, se a haste de controle 51 for movida axialmente para a es-querda a fim de executar a mudança para aumento da velocidade, tal mu-dança não pode ser executada. A seguir, quando a aceleração é executada,a engrenagem de mudança de velocidade acionada η reduzida em razão deredução por um estágio é engatada com os membros de garra oscilantes Rpara causar um possível choque de mudança. Portanto, a operação de mu-dança para alta velocidade durante a desaceleração é proibida para tornarpossível prevenir a ocorrência do choque de mudança.
As hastes de carne C ajustadas nos entalhes de carne 12g for-mados na superfície circunferencial interna oca do contraeixo de engrena-gem 12 são axialmente movidas para o avanço e retração dos membros depino 23 ajustados nas posições desejadas do contraeixo de engrenagem 12,deste modo oscilando os membros de garra oscilantes R. Deste modo, oengate com e o desengate das projeções de engate 31 da engrenagem demudança de velocidade acionada são executados. As hastes de carne Csão movidas apenas por uma pequena quantidade para deste modo avançare retrair os membros de pino desejados 23 para comutar o engate para amudança. Assim, a configuração pode ser possibilitada em que as engrena-gens de mudança de velocidade acionadas adjacentes η suportadas pelocontraeixo de engrenagem 12 são aproximadas entre si como ilustrado nafigura 1. Isto pode reduzir a largura axial da transmissão de mutiestágios 10.
De acordo com a transmissão de multiestágios 10, o meio pro-pulsor para impelir de modo oscilante o membro de garra oscilante R é amola de compressão 22 interposta entre a superfície interna da porção degarra de engate Rp do membro de garra oscilante Rea porção receptora demola 12d do contraeixo de engrenagem 12. Portanto, o espaço axial dedica-do à mola não é necessário, de modo que o alargamento axial do contraeixode engrenagem 12 pode ser evitado.
A mola de compressão 22 é disposta no centro da largura axialdo membro de garra oscilante R, de modo que o membro de garra oscilanteR por si pode ser formado simétrico em ambos os lados na direção axial.
Portanto, os membros de garra oscilantes de dois tipos, adaptados para es-tabelecer o engate entre a engrenagem de mudança de velocidade acionadaη e o contraeixo de engrenagem 12 e liberar o engate em ambas as suasdireções de rotação relativas, podem ser fabricados para ter o mesmo forma-to. Isto é, não é necessário preparar os membros de garra oscilantes diferen-tes em formato uns dos outros.
O membro de garra oscilante R é tal que a porção receptora depino Rr que recebe o membro de pino 23 é formada mais estreita em largurado que a porção de garra de engate Rp localizada no seu lado oposto comrelação ao centro oscilante. Portanto, uma força centrífuga largamente atu-ante na porção de garra de engate larga Rp pode oscilar o membro de garraoscilante R para o lado do engate.
Uma vez que a porção receptora de pino Rr necessita apenaster a largura suficiente para receber apenas o membro de pino 23, o membrode garra oscilante R pode ser tornado pequeno e a outra porção de garra deengate Rp pode facilmente ser oscilada pela força centrífuga.
A mola de compressão 22 que empurra o membro de garra osci-Iante R é formada em uma figura oval com um eixo principal estendendo-sena direção axial do contraeixo de engrenagem 12. Esta mola de compressãode formato oval 22 possui o eixo principal maior do que a largura da porçãoreceptora de pino Rr do membro de garra oscilante R. Portanto, mesmo queo entalhe circunferencial 12cv adaptado para receber a porção receptora depino Rr do membro de garra oscilante R oscilantemente ajustado no mesmoseja formado no contraeixo de engrenagem 12 para se estender de modocircunferencial em torno de um círculo, a mola de compressão 22 pode serrecebida para escarranchar o entalhe circunferencial 12cv.
Assim, a usinagem do contraeixo de engrenagem 12 pode serfacilitada e o membro de garra oscilante R pode ser estavelmente montadono contraeixo de engrenagem 12.
Breve Descrição dos Desenhos
Figura 1 é uma vista seccional transversal de uma transmissãode multiestágios de acordo com uma concretização da presente invenção.
Figura 2 é uma vista seccional transversal ilustrando um contra-eixo de engrenagem e sua estrutura periférica (uma vista seccional transver-sal tomada ao longo da linha Il-Il das figuras 4 e 5).Figura 3 é uma outra vista seccional transversal ilustrando o con-ta-eixo de engrenagem e sua estrutura periférica (uma vista seccional trans-versal tomada ao longo da linha Ill-Ill das figuras 4 e 5).
Figura 4 é uma vista seccional transversal tomada ao longo dalinha IV-IV das figuras 2 e 3.
Figura 5 é uma vista seccional transversal tomada ao longo dalinha V-V das figuras 2 e 3.
Figura 6 é uma vista em perspectiva detalhada de uma haste decontrole e mecanismos de movimento perdido.
Figura 7 é uma vista em perspectiva detalhada ilustrando umestado em que os mecanismos de movimento perdido são montados na has-te de controle e nas hastes de carne, etc.
Figura 8 é uma vista em perspectiva detalhada, parcial, do con-traeixo de engrenagem, membros de pino e molas.
Figura 9 é uma vista lateral esquerda (uma vista tomada na dire-ção IX da figura 8) do contraeixo de engrenagem.
Figura 10 é uma vista em perspectiva detalhada dos membrosde garra oscilantes, pinos de manga de eixo, membros de pino e molas.
Figura 11 é uma vista em perspectiva ilustrando um estado emque uma porção de meio de acionamento de mudança e meio de engate sãomontados na haste de controle.
Figura 12 é uma vista em perspectiva ilustrando um estado emque um membro de colar de mancai é externamente provido no contraeixode engrenagem do estado ilustrado na figura 11.
Figura 13 inclui vistas explicativas ilustrando um estado da pri-meira velocidade no momento do início da mudança para elevação da velo-cidade.
Figura 14 inclui vistas explicativas ilustrando um processo nomeio da operação da mudança para elevação da velocidade.
Figura 15 inclui vistas explicativas ilustrando o processo seguinte.
Figura 16 inclui vistas explicativas ilustrando o seguinte proces-so.
Figura 17 inclui vistas explicativas ilustrando um estado da se-gunda velocidade no momento da completação da mudança para elevaçãoda velocidade.
Figura 18 inclui vistas explicativas ilustrando um estado da se-gunda velocidade no momento do início da mudança para redução da velo-cidade.
Figura 19 inclui vistas explicativas ilustrando um processo duran-te o meio da operação da mudança para redução da velocidade.
Figura 20 inclui vistas explicativas ilustrando o estado da primei-ra velocidade no momento da completação da mudança para redução davelocidade.
Descrição dos Símbolos de Referência
m...engrenagem de mudança de velocidade de acionamento;
m1 a m6...primeira a sexta engrenagens de mudança de velocidade de acio-namento;
n...engrenagens de mudança de velocidade acionadas;n1 a n6..primeira a sexta engrenagens de mudança de velocidade acionadas;1L...caixa de motor esquerda;1R...caixa de motor direita;
2...câmara de mudança de velocidade;4...engrenagem acionada primária;5...embreagem de fricção;7L, 7R..mancai;10...transmissão de multiestágios;11 ...eixo de engrenagem principal;12...contraeixo de engrenagem;12cv...entalhe circunferencial;12av...entalhe axial;12p...porção em recesso retangular longa;12q...porção em recesso retangular curta;12g...entalhe guia de carne12h...furo para pino;12d...porção receptora de mola;13...membro de colar de mancai;20...meio de engate;22...mola de compressão;23...membro de pino;26...pino de manga de eixo;31 ...protrusão de engate;C...haste de carne;
Cao... haste de carne de estágio enumerado ímpar de rotação normal;Cae...haste de carne de estágio enumerado de par de rotação normal;Cbo...haste de carne de estágio enumerado de ímpar de rotação inversa;Cbe...haste de carne de estágio enumerado de par de rotação inversa;p...garra de engate;v1, v2, v3, v4, v5, v6...entalhes de carne;R...membro de garra oscilante;
Rao...membro de garra oscilante de estágio enumerado de ímpar de rotaçãonormal;
Rae...membro de garra oscilante enumerado de par de rotação normal;Rbo...membro de garra oscilante de estágio enumerado de ímpar de rotaçãoinversa;
Rbe...membro de garra oscilante de estágio enumerado de par de rotaçãoinversa;
Rp...porção de garra de engate;Rr...porção receptora de pino;
Rq...porção da extremidade larga;50...meio acionador de mudança;51...haste de controle;
51a, 51b...porção em recesso circunferencial externa;52, 53...mecanismo de movimento perdido;52h, 53h...retentor de mola;
52ha, 53ha...porção em recesso circunferencial interna;52s, 53s...mola helicoidal;55...elemento operador de haste de controle;56...mancai de esferas;57...porca;58...pino de mudança;59...pino de engate;60...entalhe;65...eixo de suporte;66...mancai;67...tambor de mudança;67v...entalhe de mudança

Claims (3)

1. Transmissão de multiestágios (10), em que uma pluralidadede engrenagens de acionamento e engrenagens acionadas é rotativamentesuportada por respectivos eixos de engrenagem paralelos em um estado deengrenamento constante para cada estágio de mudança de velocidade, umada pluralidade de engrenagens de acionamento e engrenagens acionadas épresa a um eixo de engrenagem (11) e meio de engate (20) provido entre aoutra da pluralidade de engrenagens de acionamento e engrenagens acio-nadas, e o eixo de engrenagem (11) para estabelecer o engate entre asmesmas é acionado de modo comutável para executar a mudança, o meiode engate (20) compreendendo:uma projeção de engate formada em uma superfície circunfe-rencial interna de cada engrenagem para projetar-se daí e que tem uma su-perfície de engate em uma direção circunferencial;uma haste de carne (c) trazida em contato deslizável, de modoaxialmente móvel, com uma superfície circunferencial interna oca do eixo deengrenagem e formada com uma pluralidade de entalhes de carne em umasuperfície de contato deslizável nas posições axiais desejadas;um membro de pino (23) ajustado de modo inserível em um furotraspassante, que passa radialmente através do eixo de engrenagem numaposição desejada e avançando e retraindo-se enquanto entrando em contatoalternante com a superfície de contato deslizável e entalhes de carne (V) dahaste de carne axialmente movida;um membro de garra oscilante (R) suportado de modo pivotantepara oscilar por um pino em fuso (26) provido no eixo da engrenagem, tendoum membro receptor de pino adaptado para receber o membro de pino (23)e uma porção de garra de engate (Rp) que entra em contato topejante contrauma superfície de engate da projeção de engate (31), nos respectivos ladosopostos um do outro com relação ao centro oscilante e oscilada pelo avançoe retração do membro de pino (23) para permitir o engate da porção de garrapara estabelecer o engate com o desengate da projeção de engate (31); emeio propulsor (22) para empurrar o membro de garra oscilante(R) em uma direção oscilante de trazer a porção de garra de engate paraengate com a superfície de engate da projeção de engate (31),caracterizado pelo fato de que o meio propulsor (22) é uma molade compressão interposta entre a superfície interna da porção de garra deengate do membro de garra oscilante e uma superfície do eixo de engrena-gem oposta à mesma.
2. Transmissão de multiestágios de acordo com a reivindicação-1, caracterizada pelo fato de que o membro de garra oscilante (R) é tal que aporção receptora de pino (Pr) é formada mais estreita em largura do que aporção de garra de engate localizada em um lado oposto à porção receptorade pino com relação ao centro oscilante.
3. Transmissão de multiestágios de acordo com a reivindicação-2, caracterizado pelo fato de que a mola de compressão (22) é formada emuma figura oval com um eixo principal estendendo-se na direção axial doeixo de engrenagem, ea mola de compressão (22) em formato oval tem o eixo principalmaior do que uma largura da porção receptora de pino (Pr) do membro degarra oscilante (R).
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