BRPI0904875B1 - Pneu pneumático - Google Patents

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BRPI0904875B1
BRPI0904875B1 BRPI0904875-8A BRPI0904875A BRPI0904875B1 BR PI0904875 B1 BRPI0904875 B1 BR PI0904875B1 BR PI0904875 A BRPI0904875 A BR PI0904875A BR PI0904875 B1 BRPI0904875 B1 BR PI0904875B1
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BR
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zigzag
strip
winding
amplitude
belt
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BRPI0904875-8A
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Inventor
Francois Pierre Charles Gerard Georges
Jean-Michel Alphonse Fernand Gillard
Roland Willibrord Krier
Vincent Benoit Mathonet
Bernand Robert Nicolas
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The Goodyear Tire & Rubber Company
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Abstract

pneu pneumático a presente invenção refere-se a um pneu pneumático que compreende uma banda de rodagem, uma carcaça e uma estrutura de correia em ziguezague interpostas entre a carcaça e a banda de rodagem. a estrutura de correia em ziguezague é formada por pelo menos duas camadas de cordonéis entrelaçados a partir de uma tira de borracha reforçada com um ou mais cordonéis, sendo que a tira que forma a estrutura de correia em ziguezague é armazenada em um primeiro enrolamento em ziguezague que se estende a partir de uma primeira borda de correia lateral até uma segunda borda de correia lateral em um comprimento de onda em ziguezague que tem uma primeira amplitude w1 seguida por uma segunda amplitude w2 e um segundo enrolamento em ziguezague formado por um comprimento de onda em ziguezague que tem uma primeira amplitude w2 seguida por uma segunda amplitude w1.

Description

Campo da invenção
A invenção refere-se a um pneu pneumático que tem uma carcaça e uma estrutura de reforço de correia e, mais particularmente, a pneus radiais para uso em aeronaves, caminhões e outras aplicações de carga alta.
Antecedentes da invenção
Nos pneus que têm cargas pesadas, tais como pneus de caminhão ou pneus de aeronave, camadas de correia em ziguezague têm sido utilizadas para o pacote de correia. As camadas de correia em ziguezague eliminam o trabalho de acabamentos de correia no ombro. Uma porção exemplificativa de um pneu com uma camada de correia em ziguezague 5 é mostrada na Figura 1. A vantagem das camadas de correia em ziguezague consiste no fato de que não existe trabalho das bordas de correia próximas ao ombro, o que aperfeiçoa muito a durabilidade do pneu. A desvantagem das camadas de correia em ziguezague consiste nas bordas próximas ao ombro, que são camadas sobrepostas. Em algumas áreas existem muitas camadas, tais como 4 ou mais camadas, tipicamente, e ainda 6 ou mais camadas em alguns locais. A redução das tiras sobrepostas na área de ombro foi mostrada para aperfeiçoar a durabilidade. Deste modo, deseja-se um pneu com durabilidade de borda de correia aperfeiçoada sem peso em excesso.
Sumário da invenção
A invenção proporciona em um primeiro aspecto um pneu pneumático que compreende uma banda de rodagem, uma carcaça e uma estrutura de correia em ziguezague interpostas entre a carcaça e a banda de rodagem. A estrutura de correia em ziguezague é formada por pelo menos duas camadas de cordonéis entrelaçados a partir de uma tira de borracha reforçada com um ou mais cordonéis, sendo que a tira que forma a estrutura de correia em ziguezague é armazenada em um primeiro enrolamento em ziguezague que se estende a partir de uma primeira borda de correia lateral até uma segunda borda de correia lateral em um comprimento de onda em ziguezague que tem uma primeira amplitude W1 seguida por uma segunda amplitude W2 na direção oposta à dita primeira amplitude. A estrutura de correia em ziguezague é adicionalmente armazenada em um segundo enrolamento em ziguezague que se estende a partir de uma primeira borda de correia lateral até uma segunda borda de correia lateral em um comprimento de onda em ziguezague que tem uma primeira amplitude W2 seguida por uma segunda amplitude W1 na direção oposta da dita primeira amplitude.
A invenção proporciona em um segundo aspecto um pneu pneumático que compreende uma banda de rodagem, uma carcaça e uma estrutura de correia em ziguezague entrelaçada entre a carcaça e a banda de rodagem, sendo que a estrutura de correia em ziguezague é formada por pelo menos duas camadas de cordonéis entrelaçados a partir de uma tira de borracha reforçada com um ou mais cordonéis, e sendo que a estrutura de correia em ziguezague é formada a partir de um primeiro enrolamento em ziguezague que tem uma primeira amplitude WMax em uma primeira extremidade lateral e uma segunda amplitude Wmin em uma segunda extremidade lateral, e a Wmax é maior que a Wmin; e um segundo enrolamento em ziguezague que tem uma primeira amplitude Wmin em uma primeira extremidade lateral e uma segunda amplitude WMax em uma segunda extremidade lateral, e sendo que o segundo enrolamento em ziguezague se situa adjacente ao dito primeiro enrolamento em ziguezague.
Definições
“Ápice" significa um elastômero não reforçado radialmente posicionado acima de um núcleo de talão.
“Razão de aspecto” do pneu significa a razão de sua altura de seção (SH) para sua largura de seção (SW) multiplicada por 100% para a expressão como uma percentagem.
“Axial” e “axialmente” significa linhas ou direções que são paralelas ao eixo geométrico de rotação do pneu
"Talão” significa aquela parte do pneu que compreende um elemento de tensão a- nular envolvido por cordonéis de lona e conformado, com ou sem outros elementos de reforço, tais como cobre-talão, amarração, ápice, protetores e chafers (lona de antifricção), para se ajustar ao aro de projeto.
“Correia de trabalho” ou “estrutura de reforço de amortecedor de corte” significa pelo menos duas camadas de corte de lonas de cordonéis paralelos, tecidos ou não tecidos, que sobrepõem a banda de rodagem, não ancoradas ao talão e que tem os ângulos de cordonéis direito e esquerdo na faixa de 10 graus a 60 graus em relação ao plano equatorial do pneu.
“Pneu com lona inclinada” significa um pneu que tem uma carcaça com cordonéis de reforço na lona de carcaça que se estende diagonalmente ao longo do pneu a partir do núcleo de talão até o núcleo de talão em um ângulo de cerca de 25-50 graus em relação ao plano equatorial do pneu. Os cordonéis atravessam em ângulos opostos em camadas alternadas.
“Carcaça” significa a estrutura de pneu separada da estrutura de correia, banda de rodagem, sub-banda de rodagem e borracha de parede lateral ao longo das lonas incluindo, porém, os talões.
"Circunferencial” significa linhas ou direções que se estendem ao longo do perímetro da superfície da banda de rodagem anular perpendicular à direção axial.
“Chafers” referem-se a tiras estreitas de material situado ao redor da parte externa do talão para proteger as lonas de cordonéis do aro, distribuir flexão acima do aro e vedar o pneu.
“Amarração" significa uma estrutura de reforço situada na porção de talão do pneu.
“Cordonel” significa um filamento de reforço cujas lonas no pneu são compreendidas.
“Plano equatorial (EP)” significa o plano perpendicular ao eixo geométrico do pneu de rotação e que passa através do centro de sua banda de rodagem.
“Cobre-talão” significa um tecido reforçado enrolado ao redor do núcleo de talão e ápice.
“Pegada” significa um painel de contato ou área de contato do pneu banda de rodagem com uma superfície plana a velocidade zero e sob carga e pressão normal.
“Interna” significa a camada ou camadas de elastômero ou outro material que forma a superfície interna de um pneu sem câmara de ar e que contém o fluido de inflação dentro do pneu.
“Razão de líquido para bruto” significa a razão da borracha de banda de rodagem de pneu que faz contato com a superfície de estrada enquanto na pegada, dividida pela área da banda de rodagem na pegada, incluindo porções que não fazem contato, tais como sulcos.
“Pneu de lona radial” significa um pneu pneumático cintado ou circunferencialmente restrito sendo que os cordonéis de lona que se estendem a de talão a talão são colocadas em ângulos de cordonel entre 65-90 graus em relação ao plano equatorial do pneu.
“Altura de seção” (SH) significa a distância radial do diâmetro de aro nominal até o diâmetro externo do pneu em seu plano equatorial.
"Enrolamento” significa o padrão da tira formada em uma primeira revolução da tira ao redor de um tambor de construção de pneu, pneu ou núcleo.
Breve Descrição dos Desenhos
A Figura 1 é uma vista em corte esquemática de uma parte de um pneu da técnica anterior que tem uma correia em ziguezague;
A Figura 2 ilustra um corte transversal parcial de um pneu radial exemplificative 10 da presente invenção;
A Figura 3 é um exemplo de um tambor de construção de pneu que mostra a correia da presente invenção sendo formada;
A Figura 4A é um exemplo de um tambor de construção de pneu circunferencialmente localizado para propósitos de ilustração que ilustram uma primeira revolução completa do armazenamento de tira que forma a correia em ziguezague;
A Figura 4B é o tambor de construção de pneu da Figura 4A que ilustra apenas uma segunda revolução do padrão de cordonel da correia em ziguezague (a primeira revolução foi removida por uma questão de clareza);
A Figura 4C é uma vista de curta distância da tira na borda de correia que passa por uma volta em U;
A Figura 5A é um exemplo de um tambor de construção de pneu circunferencial- mente localizado para propósitos de ilustração que ilustram uma primeira revolução completa ou o primeiro enrolamento do armazenamento de tira que forma a correia em ziguezague para o caso específico de 1 ziguezague por revolução de tambor;
A Figura 5B é o tambor de construção de pneu da Figura 5A que ilustra a segunda revolução do tambor que mostra os primeiro e segundo enrolamentos do armazenamento de tira que forma a correia em ziguezague para o caso específico de 1 ziguezague por revolução de tambor;
A Figura 5C é o tambor de construção de pneu da Figura 5A que ilustra a terceira revolução do tambor que mostra os primeiro, segundo e terceiro enrolamentos do armazenamento de tira que forma a correia em ziguezague;
A Figura 5D é o tambor de construção de pneu da Figura 5A que ilustra a quarta revolução do tambor que mostra os primeiro, segundo, terceiro e quarto enrolamentos do armazenamento de tira que forma a correia em ziguezague para o caso específico de 1 ziguezague por revolução de tambor;
A Figura 6 ilustra a borda de correia em ziguezague;
A Figura 7 ilustra uma vista em corte transversal da borda de correia em ziguezague nas seções A-A, B-B, C-C, D-D e E-E que mostram a sobreposição estimada de camadas;
A Figura 8 ilustra uma vista em corte transversal da borda de correia em ziguezague nas seções A-A, B-B, C-C, D-D e E-E que mostram a sobreposição estimada de camadas para a correia em ziguezague da técnica anterior da Figura 1;
As Figuras 9A-9C ilustram uma correia em ziguezague que tem um desvio transversal de 1 mm, e sendo que o ângulo de desvio de tambor varia de 6,75 graus, mostrado na Figura 9A para 13,5 graus, mostrado na Figura 9B, e 27 graus, mostrado na Figura 9c;
As Figuras 10A-10C ilustram uma correia em ziguezague que tem um desvio transversal de 8 mm, e sendo que o ângulo de desvio de tambor varia de 6,75 graus, mostrado na Figura 10A, para 13,5 graus, mostrado na Figura 10B, e 27 graus, mostrado na Figura 10C;
Descrição Detalhada de uma Modalidade Exemplificativa da Invenção
A Figura 2 ilustra um corte transversal parcial de um pneu radial exemplificative 10 que inclui uma porção de talão 23 que tem um núcleo de talão 22 incorporado no mesmo, uma porção de parede lateral 24 que se estende radialmente para fora da porção de talão 23, e uma porção de banda de rodagem cilíndrica 25 que se estende entre extremidades radialmente externas das porções de parede lateral 24. O pneu 10 é reforçado por uma carcaça 31 que se estende de maneira toroidal a partir de uma porção de talão 23 até a outra porção de talão 23’ (não mostrada). A carcaça 31 pode inclui pelo menos uma lona de carcaça 32. A lona de carcaça 32 é ancorada no núcleo de talão e, por exemplo, pode se enrolar ao redor de cada núcleo de talão 22 a partir da parte interna do pneu 10 longe do plano equatorial EP para formar porções viradas para cima. Uma estrutura de correia 40 é disposta entre a carcaça 31 e a porção de banda de rodagem 25.
A estrutura de correia 40, de acordo com uma modalidade exemplificativa da presente invenção, compreende uma ou mais correias, sendo que pelo menos uma correia é uma estrutura de correia em ziguezague nova e aperfeiçoada 39. A estrutura de correia em ziguezague 39 tem um padrão de armazenamento em ziguezague modificado para reduzir o número de camadas no ombro de pneu. O armazenamento da estrutura de correia em ziguezague é descrito da seguinte maneira.
A Figura 3 ilustra um tambor de construção de pneu 48 que tem bordas circunfe- renciais axiais 44, 45. A fim de formar a estrutura de correia em ziguezague modificada 39 no tambor de construção de pneu, o tambor de construção de pneu é girado à medida que uma tira emborrachada 43 de cordonel é enrolada ao redor do tambor em uma direção geralmente circunferencial, que se estende de uma maneira alternada a partir de uma borda de tambor 44 até a outra borda de tambor 45.
As Figuras 4a e 4b ilustram o tambor de construção de pneu, sendo que a circunferência do tambor é estendida a partir de 0 radianos (graus) a 2πradianos (360 graus). A Figura 4a ilustra um primeiro enrolamento para uma primeira revolução de tambor da correia em ziguezague que é formada no tambor. A invenção também pode ser formada em um núcleo ou pneu, e não se limita a ser formada em um tambor de construção de pneu. Para propósitos de ilustração, o ponto de partida inicial 50 será o plano central circunferencial intermediário do tambor em 0 radianos, entretanto, qualquer local de ponto de partida pode ser usado. A tira é angulada primeiro em um ângulo α até a borda 45 do tambor de construção de pneu. Isto se correlaciona a um local de cerca de π/2 radianos para 1 ziguezague por revolução. A seguinte descrição ilustra o padrão para 1 onda em ziguezague por revolução, e não se limita ao mesmo, como a onda em ziguezague por revolução. Na borda 45 do tambor de construção de pneu, a tira tem uma primeira largura ou amplitude axial W1, conforme medida a partir do plano central ou circunferencial intermediário do tambor. A seguir, a tira pode continuar opcionalmente por uma distância L em uma direção circunferencial (0 grau) na borda 44. Conforme mostrado na Figura 4c, a tira é preferencialmente virada em U sem ângulos agudos e, de preferência, tem raio nos pontos de transição T1 e T2. Conforme mostrado na Figura 4A, a tira, então, é angulada em - α em direção à borda de tambor oposta 44. Em cerca de 3/2 π radianos, a tira tem uma segunda largura ou amplitude axial W2, que é medida a partir do plano central, e é diferente de W1. WT é preferencialmente maior que W2. Deste modo a tira não se estende completamente até a extremidade axial 44 do tambor.
A seguir, a tira pode ser opcionalmente orientada em uma direção substancialmente circun- ferencial (0 graus) para uma distância circunferencial L. Finalmente, a tira é angulada em direção ao plano central circunferencial intermediário em um ângulo a. A tira alcança o plano central circunferencial intermediário em cerca de 2π radianos.
O armazenamento da tira para um segundo enrolamento é mostrado na Figura 4b. Por uma questão de clareza, o primeiro enrolamento foi removido. O ponto de partida 50’ do segundo enrolamento foi axialmente indexado em uma quantidade desejada, dependendo da quantidade de abertura entre sucessivas tiras desejadas. Para propósitos de ilustração, o segundo enrolamento da tira é indexado em uma largura de tira, de modo que a mesma fique em contiguidade com o primeiro enrolamento. Começando em 50', a tira é angulada primeiro em um ângulo α até a borda 45 do tambor de construção de pneu/lsto sé~correla- ciona a uma localização de cerca de π/2 radianos para 1 ziguezague por revolução. Nesta localização, a tira tem uma largura ou amplitude axial W2, conforme medida a partir do plano central ou circunferencial intermediário do tambor. A seguir, a tira pode continuar, de maneira opcional, por uma distância L em uma direção circunferencial (cerca de 0 grau) na borda 44. Conforme mostrado na Figura 4c, a tira é preferencialmente virada na borda de tambor sem ângulos agudos e, de preferência, tem raio nos pontos de transição T1, T2. Conforme mostrado nas Figuras 4b e 4C, a tira é, então, angulada a partir do ponto de transição T2 em - α em direção à borda de tambor oposta 44. Em cerca de 3/2 π radianos, a tira tem uma largura ou amplitude axial Wv A seguir, a tira pode ser opcionalmente orientada em uma direção circunferencial (cerca de 0 grau) por uma distância circunferencial L. Conforme mostrado na Figura 4C, a tira é, de preferência, virada na borda de tambor sem ângulos agudos e, de preferência, tem raio nos pontos de transição T1, T2. Finalmente, a tira é angulada em direção ao plano central circunferencial intermediário em um ângulo a. A tira alcança o plano central circunferencial intermediário em 2π radianos.
Deste modo, em um primeiro enrolamento de tira, a tira atravessada a partir do ponto de partida em uma primeira amplitude W,, então, em uma segunda amplitude W2, e, então, de volta ao ponto de partida. W1 e W1 ficam em direções opostas a partir do plano central, e W2, e, de preferência, Wi > W2. Então, em um segundo enrolamento de tira, a tira atravessada a partir de um ponto de partida indexado em uma primeira amplitude W2, então, em uma segunda amplitude Wi e, então, de volta para ao ponto de partida. Deste modo, os enrolamentos de tira, de preferência, são contíguos, mas, também, podem ser sobrepostos ou separados. A tira também pode ser circunferencialmente desviada nas bordas, sozinha ou em combinação com o padrão em ziguezague de amplitude variável.
Uma terceira modalidade da invenção é descrita agora. A Figura 5A ilustra um primeiro enrolamento da tira que tem uma primeira amplitude W1 seguida por uma segunda amplitude W2 na direção oposta. A Figura 5B ilustra um segundo enrolamento da tira, sendo que a tira tem uma primeira amplitude W2 seguida por uma segunda amplitude W1 na direção oposta. O segundo enrolamento foi indexado em uma distância desejada a partir do primeiro enrolamento e, deste modo, pode ser contíguo (conforme mostrado), sobreposto ou separado.
A Figura 5C ilustra um terceiro enrolamento da tira, sendo que o enrolamento de tira foi circunferencialmente deslocado ou desviado a partir dos dois enrolamentos anteriores da tira, de modo que uma volta na borda seja desviada a partir dos enrolamentos anteriores. Logo após a localização π/2 em uma distância de desvio C, a tira tem uma amplitude W1 e a amplitude W2 logo após a localização 3 π/2. A Figura 5D ilustra um quarto enrolamento de tira, sendo que a tira também é circunferencialmente desviada dos primeiro, segundo enrolamentos, a fim de reduzir o medidor de tira de correia na borda de correta" externa. Conforme mostrado, logo após a localização π/2 em uma distância de desvio D, a tira tem uma amplitude W2 e uma segunda amplitude W1 em uma distância de desvio D. A distância de desvio D é diferente da distância de desvio C. De preferência, a distância de desvio D é menor que a distância de desvio C. A fim de formar a camada de correia completa, a sequência descrita é repetida até a camada de correia ser formada.
A Figura 6 ilustra uma correia de 1 onda em ziguezague por revolução na área próxima à borda de correia que tem múltiplas camadas de tiras. A Figura 7 ilustra as vistas em corte transversal da borda de correia tomadas em diversas localizações A-A a E-E. Conforme mostrado, a quantidade de sobreposição de tira varia de uma camada até um máximo de 4 camadas na seção C-C. A Figura 8 ilustra o armazenamento de correia em ziguezague da técnica anterior, onde existem até 6 camadas sobrepostas entre si Deste modo, a configuração de correia da presente invenção reduziu o número de camadas sobrepostas que se acredita que reduz a durabilidade.
A tira é formada por uma fita emborrachada com um ou mais cordonéis. A largura da tira pode variar e, por exemplo, pode ter 5-14 mm de largura e, mais preferencialmente, cerca de 10-13 mm de largura. Os reforços de cordonel podem ser formados de náilon, poli- éster, aramida ou aço. Todas as modalidades acima foram ilustradas com 1 onda em ziguezague por 1 revolução de tambor. A invenção também pode incluir N ondas em ziguezague por 1 revolução de tambor, sendo que N é 25 ou mais. N também pode ser um número inteiro > 1. Por exemplo, a tira pode ser armazenada, de modo que uma onda em ziguezague completa ocorra em 2 revoluções de tambor totais ou % ziguezague por revolução. A invenção, conforme descrito acima também pode ficar em contiguidade com as tiras, deste modo, não tendo nenhuma abertura no espaçamento de enrolamentos consecutivos. De maneira alternativa, o enrolamento sucessivo de tiras pode ser sobreposto em cerca de 1 % a cerca de 100% da largura de tira. De maneira alternativa, o enrolamento sucessivo de tiras pode ter uma distância de abertura G formada entre as mesmas. G pode variar em cerca de 1% a cerca de 100% da largura de tira.
Outra variável que pode ser utilizada é o desvio de tambor, que é mais bem mostrado na Figura 4c. O desvio de tambor é a distância circunferencial do tambor (medido em graus ou radianos) a partir da borda de tira no ponto Y até o ponto X. Em outras palavras, o 5 desvio de tambor é metade da distância circunferencial através da qual uma volta U, conforme medida a partir do ponto Y mais próximo à borda, até o ponto X onde a volta é concluída. O desvio de tambor ou distância de volta pode ser variado, alongado de maneira eficaz a borda na direção circunferencial se aumentado, ou resultando em um ângulo de volta mais agudo se reduzido. Por exemplo, o desvio de tambor pode variar em cerca de 5 graus a cer- 10 ca de 30 graus e, mais preferencialmente, em cerca de 10 a cerca de 16 graus. À medida que o desvio de tambor aumenta, o ângulo da tira α também ãUmenta. As Figuras 9A-9C ilustram uma tira disposta no tambor em um 1 ziguezague por revolução de tambor. A Figura 9A ilustra um desvio de tambor de 6,75 graus, que resulta em um α de 6,65 graus. Figura 9B ilustra um desvio de tambor de 13,5 graus, que resulta em um α de 7,22 graus. A Figura 9C 15 ilustra um desvio de tambor de 27 graus, que resulta em um α de 8,76 graus. Como pode ser observado a partir de uma revisão de todas as Figuras, à medida que uma distância de desvio é aumentada, o ângulo na reviravolta se alonga ao longo da borda e resulta em uma passagem mais suave. O aumento no desvio de tambor também resulta em um α ligeiramente mais alto. À medida que o desvio de tambor é aumentado, a quantidade de sobrepo- 20 sição de camadas da tira aumenta de 2,83 na Figura 9A, para 3,87 na Figura 9B, e acima de 6 na Figura 9C.
Outra variável que pode ser utilizada no desvio transversal. O desvio transversal é a distância axial da borda de correia a partir da borda da borda de tambor, em mm. Aumentando-se o desvio transversal, a tira começa a virar mais cedo, e pode resultar em bordas de 25 correia irregulares, conforme mostrado nas Figuras 10a e 10b, quando comparadas com as Figuras 9a e 9b. As Figuras 10A-10C ilustram um desvio transversal de 8 mm. A Figura 10A ilustra um desvio de tambor de 6,75 graus, que resulta em um α de 5,96 graus. A Figura 10B ilustra um desvio de tambor de 13,5 graus, que resulta em um α de 6.48 graus. Figura 10C ilustra a desvio de tambor de 27 graus, que resulta em um α de 7,18 graus. O efeito de re- 30 duzir o desvio transversal resulta em uma correia com bordas mais regulares ou mais suaves e uma ligeira redução no ângulo circunferencial α na tira.
As variações na presente invenção são possíveis na luz da descrição proporcionada no presente documento. Embora certas modalidades e detalhes representativos tenham sido mostrados com o propósito de ilustrar a invenção, será aparente para aqueles versados 35 na técnica que diversas alterações e modificações podem ser feitas na mesma sem sair do escopo da invenção. Portanto, deve-se entender que alterações podem ser feitas nas modalidades particulares descritas que se encontram dentro do escopo pretendido da invenção conforme definido pelas reivindicações em anexo a seguir

Claims (14)

1. Pneu pneumático compreendendo uma banda de rodagem (25), uma carcaça (31) e uma estrutura de correia em ziguezague (39) interposta entre a carcaça (31) e a banda de rodagem (25), em que a estrutura de correia em ziguezague (39) compreende ou é formada por pelo menos duas camadas de cordonéis entrelaçados juntos a partir de uma tira (41, 51, 52, 53, 54) de borracha reforçada com um ou mais cordonéis, em que a tira (41, 51, 52, 53, 54) é colocada em um primeiro enrolamento em ziguezague que se estende entre uma primeira borda de correia lateral e uma segunda borda de correia lateral em um comprimento de onda pelo menos substancialmente em ziguezague ou seno tendo uma primeira amplitude (W1) em uma primeira direção seguida por uma segunda amplitude (W2) na direção oposta à dita primeira amplitude (W1), e em que a tira (41, 51, 52, 53, 54) é colocada em um segundo enrolamento em ziguezague que se estende entre a primeira borda de correia lateral e uma segunda borda de correia lateral em um comprimento de onda pelo menos substancialmente em ziguezague ou seno tendo uma primeira amplitude seguida por uma segunda amplitude na direção oposta da dita primeira amplitude; CARACTERIZADO pelo fato de que a estrutura de correia em ziguezague (39) tem N ondas em ziguezague por enrolamento em que N é <1.
2. Pneu pneumático, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o segundo enrolamento em ziguezague encosta no primeiro enrolamento ziguezague.
3. Pneu pneumático, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, CARACTERIZADO pelo fato de cada um dos primeiro e segundo enrolamentos em ziguezague têm voltas em ou próximo às primeiras e segundas bordas laterais (44, 45); e/ou em que a tira (41, 51, 52, 53, 54) em ou próximo à cada borda de correia lateral (44,45) são estendidas em uma direção substancialmente circunferencial ou circunferencial por uma distância L, em que L preferencialmente está em uma faixa de 5 a 80 mm tal como de 20 a 60 mm.
4. Pneu pneumático, de acordo com qualquer uma das reinvindicações anteriores, CARACTERIZADO pelo fato de que o primeiro enrolamento em ziguezague é alternado com o segundo enrolamento em ziguezague .
5. Pneu pneumático, de acordo com qualquer uma das reinvindicações anteriores, CARACTERIZADO pelo fato de que a estrutura de correia em ziguezague (39) é radiada em cada borda de correia lateral (44, 45).
6. Pneu pneumático, de acordo com qualquer uma das reinvindicações anteriores, CARACTERIZADO pelo fato de que a estrutura de correia em ziguezague (39) se entende para um primeiro ponto de borda de correia em ou próximo à uma borda de correia lateral (44, 45) em um primeiro enrolamento e para um segundo ponto de borda de correia em ou próximo à essa borda de correia lateral (44, 45) em um segundo enrolamento, e em que o primeiro ponto de borda de correia é circunferencialmente desviado a uma distância (C, D) a partir do segundo ponto de borda de correia, a distância de desvio preferencialmente sendo em uma faixa de 5 a 120 mm tal como 10 a 60 mm.
7. Pneu pneumático, de acordo com a reivindicação 1 .CARACTERIZADO pelo fato de que N é <0.5 tal como 0,25.
8. Pneu pneumático, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a estrutura de correia em ziguezague (39) compreende adicionalmente um terceiro enrolamento em ziguezague tendo uma primeira amplitude (Wmax) em uma primeira extremidade lateral e uma segunda amplitude (WMin) em uma segunda extremidade lateral, em que as primeira e segunda extremidades laterais dos terceiros enrolamentos são circun-ferencialmente desviadas a partir das primeira e segunda extremidades laterais do primeiro enrolamento em ziguezague e do segundo enrolamento em ziguezague, respectivamente.
9. Pneu pneumático, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a estrutura de correia em ziguezague (39) compreende adicionalmente um quarto enrolamento em ziguezague tendo uma primeira amplitude (Wmax) em uma primeira extremidade lateral, e uma segunda amplitude (Wmin) em uma segunda extremidade lateral, em que cada uma das primeira e segunda extremidades laterais dos quartos enrolamentos em ziguezague é circunferencialmente desviada das primeira e segunda extremidades laterais do primeiro enrolamento em ziguezague e do segundo enrolamento em ziguezague, respectivamente.
10. Pneu pneumático, de acordo com a reivindicação 8 ou 9, CARACTERIZADO pelo fato de que do primeiro ao terceiro ou do primeiro ao quarto enrolamentos em ziguezague são repetidos em ordem até a estrutura de correia (39) ser formada.
11. Pneu pneumático, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, CARACTERIZADO pelo fato de que a tira é uma tira contínua (41, 51, 52, 53 ,54), preferencialmente uma única tira contínua (41, 51, 52, 53 ,54) formando toda a estrutura da correia em ziguezague (39).
12. Pneu pneumático, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, CARACTERIZADO pelo fato de que a tira (41, 51, 52, 53 ,54) tem uma largura lateral em uma faixa de 5 a 40 mm, alternativamente em uma faixa (41, 51, 52, 53 ,54) de 9 mm a 20 mm ou de 12 mm a 16 mm; e/ou em que a tira é reforçada com cordonel de aço ou cordonel de aramida.
13. Pneu pneumático, de acordo com qualquer uma das reinvindicações anteriores, CARACTERIZADO pelo fato de que o pneu (10) adicionalmente compreende uma camada de correia circunferencial enrolada helicoidal.
14. Pneu pneumático, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o pneu é um pneu de caminhão.
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