BRPI0904894A2 - método de fazer um pneumático - Google Patents
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Abstract
MéTODO DE FAZER UM PNEUMáTICO Trata-se a presente invenção de um pneumático compreendendo uma banda de rodagem, uma carcaça e uma estrutura de correia em ziguezague interposta entre a carcaça e a banda de rodagem. A estrutura de correia em ziguezague é formada de pelo menos duas camadas de cordões entrelaçados junto de uma tira de borracha reforçada com um ou mais cordões, em que a tira que forma a estrutura de correia em ziguezague é colocada em um primeiro enrolamento em ziguezague estendendo de uma primeira borda de correia late- ral a uma segunda borda de correia lateral em um comprimento de onda em ziguezague tendo uma primeira amplitude WI seguida por uma segunda amplitude W2, e um segundo enrolamento em ziguezague formado de um comprimento de onda em ziguezague tendo uma primeira amplitude W2 seguida por uma segunda amplitude WI.
Description
"MÉTODO DE FAZER UM PNEUMATICO"
Campo da Invenção
Esta invenção refere-se a um pneumático tendo uma carcaça e uma estrutura dereforço de correia, e, mais particularmente, a pneus de lonas radiais para uso em aeronave,caminhões e outras aplicações de carga alta.
Antecedentes da Invenção
Em pneus que têm cargas pesadas tais como pneus de caminhão ou aeronave,camadas de correia em ziguezague foram utilizadas para o pacote de correia. Camadas decorreia em ziguezague eliminam terminais de correia de funcionamento no ombro. Uma por-ção exemplar de um pneu com uma camada de correia em ziguezague 5 é mostrada naFigura 1. A vantagem das camadas de correia em ziguezague é que não há nenhuma bordade correia de funcionamento próxima do ombro que melhora grandemente a durabilidade dopneu. A desvantagem para camadas de correia em ziguezague é que nas bordas próximasdo ombro, existem camadas sobrepostas. Em algumas áreas há muitas camadas, tais como4 ou mais camadas tipicamente, e até mesmo 6 ou mais camadas em algumas localizações.
A redução das tiras de sobreposição na área do ombro foi mostrada melhorar a durabilida-de. Desse modo, é deseja-se ter um pneu com durabilidade melhorada da borda de correiasem peso de excesso.
Sumário da Invenção
A invenção fornece em um primeiro aspecto um método de fazer um pneumáticotendo uma banda de rodagem, uma carcaça e uma estrutura de correia em ziguezague in-terposta entre a carcaça e a banda de rodagem, e formar a estrutura de correia em zigueza-gue de pelo menos duas camadas de cordões entrelaçados junto de uma tira de borrachareforçada com um ou mais cordões. A estrutura de correia em ziguezague é feita formandoa tira em um primeiro enrolamento em ziguezague tendo uma primeira amplitude W1 segui-da por uma segunda amplitude W2 que se estende em uma direção oposta a dita primeiraamplitude, em que as ditas amplitudes são medidas do plano central axial, em que W1 édiferente de W2, e depois indexar a tira em uma distância axial desejada. O método tambéminclui a etapa de formar a tira em um segundo enrolamento em ziguezague tendo uma pri-meira amplitude W2 seguida por uma segunda amplitude W1 que se estende em uma dire-ção oposta à dita primeira amplitude, e depois repetir cada um dos ditos enrolamentos atéque a estrutura de correia em ziguezague seja formada.
A invenção fornece, em um segundo aspecto, um método de fazer um pneumáticotendo uma banda de rodagem, uma carcaça e formar uma estrutura de correia em zigueza-gue na carcaça, em que a estrutura de correia em ziguezague é formada das etapas a se-guir: fornecer uma tira de borracha reforçada com um ou mais cordões, e colocar a tira emum primeiro enrolamento em ziguezague, em que o comprimento de onda tem uma primeiraamplitude: WMax e uma segunda amplitude Wmin1 em que a segunda amplitude estende-seem uma direção oposta da dita primeira amplitude com relação ao plano central, e depoisaxialmente indexar a tira. Em seguida, colocar a tira em um segundo enrolamento em zigue-zague adjacente ao dito primeiro enrolamento em ziguezague, em que o dito segundo enro-lamento em ziguezague tendo uma primeira amplitude Wmin e uma segunda amplitudeWmax; em que a segunda amplitude se estende em uma direção oposta da dita primeiraamplitude com relação ao plano central; e depois axialmente indexar a tira. Depois, colocara tira em um terceiro enrolamento em ziguezague adjacente ao dito segundo enrolamentoem ziguezague, em que o comprimento de onda tem uma primeira amplitude: WMax e umasegunda amplitude Wmin, e em que cada borda do terceiro enrolamento em ziguezague écircunferencialmente deslocada das bordas dos primeiro e segundo enrolamentos em zigue-zague. Por fim, colocar a tira em um quarto enrolamento em ziguezague adjacente ao ditoterceiro enrolamento em ziguezague em que o dito quarto enrolamento em ziguezague ten-do uma primeira amplitude Wmin e uma segunda amplitude Wmax; em que cada uma dasbordas do quarto enrolamento em ziguezague é circunferencialmente deslocada das bordasdos enrolamentos anteriores.
Definições
"Ápice" significa um elastômero não-reforçado radialmente posicionado acima deum núcleo do talão.
"Relação de aspectos" do pneu significa a razão de sua altura de seção (SH) parasua largura de seção (SW) multiplicada por 100% para expressão como uma porcentagem.
"Axial" e "axialmente" significam linhas ou direções que são paralelas ao eixo geo-métrico de rotação do pneu.
"Talão" significa aquela parte do pneu que compreende um membro elástico anularenvolvido por cordões de lona e modelado, com ou sem outros elementos de reforço taiscomo cobretalões, reforços de fio de aço na área do talão, enchimentos, protetores de unhae telas antifricção, para encaixar a jante destinada.
"Correia de trabalho" ou "estrutura de reforço do amortecedor de corte" significa pe-lo menos duas camadas de corte das lonas de cordões paralelos, tecidos ou não-tecido,subjacente à banda de rodagem, não atracada ao talão, e tendo ângulos de cordão tantoesquerdo como direito na faixa de 10 graus a 60 graus com respeito ao plano equatorial dopneu.
"Pneu de lona diagonal" significa um pneu tendo uma carcaça com cordões de re-forço na lona da carcaça se estendendo diagonalmente ao longo do pneu de núcleo do talãoa núcleo do talão em cerca de um ângulo de 25-50 graus com respeito ao plano equatorialdo pneu. Cordões percorrem em ângulos opostos em camadas alternadas.
"Carcaça" significa a estrutura de pneu além da estrutura de correia, banda de ro-dagem, banda de rodagem inferior, e borracha do flanco nas lonas, mas incluindo os talões.
"Circunferencial" significa linhas ou direções que se estendem ao longo do períme-tro da superfície da banda de rodagem anular perpendicular à direção axial.
"Telas antifricção" referem-se às tiras estreitas de material colocado ao redor do Ia-do de fora do talão para proteger as lonas do cordão da jante, distribuir flexibilidade acimada jante, e vedar o pneu.
"Reforço de fio de aço na área do talão" significa uma estrutura de reforço localiza-da na porção de talão do pneu.
"Cordão" significa um dos filamentos de reforço dos quais as lonas no pneu sãocompreendidas.
"Plano equatorial (EP)" significa o plano perpendicular ao eixo geométrico do pneude rotação e atravessando o centro de sua banda de rodagem.
"Cobretalão" significa que um tecido reforçado envolvido em volta do núcleo do ta-lão e ápice.
"Contato pneu-solo" significa o remendo de contato ou área de contato da banda derodagem do pneu com uma superfície plana em velocidade zero e sob carga e pressãonormais.
"Revestimento interno" significa a camada ou camadas de elastômero ou outro ma-terial que forma a superfície interior de um pneu sem câmara e que contém o fluido insufla-dor dentro do pneu.
"Razão líquido-para-bruto" significa a razão da borracha da banda de rodagem dopneu que faz contato com a superfície da estrada enquanto no contato pneu-solo, divididapela área da banda de rodagem no contato pneu-solo, incluindo porções de não-contato taiscomo sulcos.
"Pneu de lona radial" significa um pneumático com correia ou circunferencialmenterestringido em que os cordões de lona que se estendem de talão a talão são colocados emângulos de cordão entre 65-90 graus com respeito ao plano equatorial do pneu.
"Altura da seção" (SH) significa a distância radial do diâmetro nominal da jante parao diâmetro externo do pneu em seu plano equatorial.
"Enrolamento" significa o padrão da tira formada em uma primeira revolução da tiraao redor de um tambor de construção de pneu, pneu ou núcleo.
Breve Descrição dos Desenhos
FIG. 1 é uma vista secional esquemática da parte de um pneu da técnica anteriortendo uma correia em ziguezague;
FIG. 2 ilustra um corte transversal parcial de um pneu radial 10 exemplar da pre-sente invenção;
FIG. 3 é um exemplo de um tambor de construção de pneu mostrando a correia dapresente invenção sendo formada;
FIG. 4A é um exemplo de um tambor de construção de pneu colocado circunferen-cialmente para propósitos de ilustração ilustrando uma primeira revolução total da colocaçãoda tira formando a correia em ziguezague;
FIG. 4B é o tambor de construção de pneu da FIG. 4A ilustrando apenas uma se-gunda revolução do padrão de cordão da correia em ziguezague (a primeira revolução foiremovida para clareza);
FIG. 4C é uma vista de perto da tira na borda de correia sofrendo uma volta em U;
FIG. 5A é um exemplo de um tambor de construção de pneu colocado circunferen-cialmente para propósitos de ilustração ilustrando uma primeira revolução total ou primeiroenrolamento da colocação da tira formando a correia em ziguezague para o caso específicode 1 ziguezague por revolução de tambor;
FIG. 5B é o tambor de construção de pneu da FIG. 5A ilustrando a segunda revolu-ção do tambor exibindo os primeiro e segundo enrolamentos da colocação da tira formandoa correia em ziguezague para o caso específico de 1 ziguezague por revolução de tambor;
FIG. 5C é o tambor de construção de pneu da FIG. 5A ilustrando a terceira revolu-ção do tambor exibindo os primeiro, segundo e terceiro enrolamentos da colocação da tiraformando a correia em ziguezague para o caso específico de 1 ziguezague por revolução detambor;
FIG. 5D é o tambor de construção de pneu da FIG. 5A ilustrando a quarta revoluçãodo tambor exibindo os primeiro, segundo, terceiro e quarto enrolamentos da colocação datira formando a correia em ziguezague para o caso específico de 1 ziguezague por revolu-ção de tambor;
FIG. 6 ilustra a borda de correia em ziguezague; FIG. 7 ilustra uma vista de corte transversal da borda de correia em ziguezague nasseções A-A1 B-B1 C-C1 D-D e E-E mostrando a sobreposição estimada das camadas;
FIG. 8 ilustra uma vista de corte transversal da borda de correia em ziguezague nasseções A-A1 B-B, C-C1 D-D e E-E mostrando a sobreposição estimada das camadas para acorreia em ziguezague da técnica anterior da Fig. 1;
FIGS. 9A-9C ilustram uma correia em ziguezague tendo uma deslocamento trans-versal de 0,1 mm, e em que o ângulo de deslocamento do tambor é variado de 6,75 grausmostrado na Fig. 9A, a 13,5 graus mostrado na Fig. 9B, e 27 graus mostrado na Fig. 9c;
FIGS. 10A-10C ilustram uma correia em ziguezague tendo uma deslocamentotransversal de 8 mm, e em que o ângulo do tambor deslocado é variado de 6,75 graus mos-trado na Fig. 10A, a 13,5 graus mostrado na Fig. 10B, e 27 graus mostrado na Fig. 10C.
Descrição Detalhada de uma Modalidade Exemplar da Invenção
FIG. 2 ilustra um corte transversal parcial de um pneu radial exemplar 10 incluindouma porção do talão 23 tendo um núcleo do talão 22 embutido na mesma, uma porção doflanco 24 que se estende radialmente para fora da porção do talão 23, e uma porção dabanda de rodagem cilíndrica 25 que se estende entre extremidades radialmente externasdas porções do flanco 24. O pneu 10 é reforçado por uma carcaça 31 toroidalmente se es-tendendo de uma porção do talão 23 à outra porção de talão 23' (não mostrada). A carcaça31 pode incluir pelo menos uma lona de carcaça 32. A lona de carcaça 32 é atracada aonúcleo do talão e por exemplo, pode espiralar ao redor de cada núcleo do talão 22 de dentrodo pneu 10 para longe do plano equatorial EP para formar porções de volta. Uma estruturade correia 40 é disposta entre a carcaça 31 e a porção da banda de rodagem 25.
A estrutura de correia 40, de acordo com uma modalidade exemplar da presente in-venção, compreende uma ou mais correias, em que pelo menos uma correia é uma estrutu-ra de correia em ziguezague nova e melhorada 39. A estrutura de correia em ziguezague 39tem um padrão de colocação em ziguezague modificado para reduzir o número de camadasno ombro do pneu. A colocação da estrutura de correia em ziguezague é descrita como segue.
Figura 3 ilustra um tambor de construção de pneu 48 tendo bordas circunferenciaisaxiais 44, 45. Para formar a estrutura da correia em ziguezague modificada 39 no tambor deconstrução de pneu, o tambor de construção de pneu é girado como uma tira emborrachada43 do cordão é espiralado ao redor do tambor em uma direção em geral circunferencial, es-tendendo-se em uma maneira revezada de uma borda do tambor 44 para a outra borda dotambor 45.
Figuras 4a e 4b ilustram o tambor de construção de pneu em que a circunferênciado tambor é colocada achatada, de 0 radiano (grau) a 2tt radianos (360 graus). Figura 4ailustra um primeiro enrolamento para uma primeira revolução de tambor da correia em zi-guezague sendo formada no tambor. A invenção pode também ser formada em um núcleoou pneu, e não é limitada a ser formada em um tambor de construção de pneu. Para propó-sitos de ilustração, o ponto de partida inicial 50 será o plano central meio-circunferencial dotambor a 0 radiano, porém qualquer localização do ponto de partida pode ser usada. A tira éprimeiro angulada a um ângulo a para a borda 45 do tambor de construção de pneu. Estecorrelata com uma localização de cerca de tt/2 radianos para 1 ziguezague por revolução. Adescrição a seguir ilustra o padrão para 1 onda em ziguezague por revolução, e não é limi-tado ao mesmo, como a onda em ziguezague por revolução. Na borda 45 do tambor deconstrução de pneu, a tira tem uma primeira largura ou amplitude axial W1, como medida docentro ou plano meio-circunferencial do tambor. W1 é preferivelmente a largura axial máxi-ma localizada próxima da borda do tambor. Em seguida, a tira pode opcionalmente continu-ar a uma distância L em uma direção circunferencial (0 grau) para a borda 44. Como mos-trado na Fig. 4c, a tira é preferivelmente virada em U sem ângulos vivos, e preferivelmente éradiado nos pontos de transição T1 e T2. Como mostrado na FIG. 4A, a tira é depois angu-lada a -a em direção à borda oposta do tambor 44. Em aproximadamente 3/2tt radianos, atira tem uma segunda largura ou amplitude axial W2 que é medida do plano central e é dife-rente de W1.W1 é preferivelmente maior que W2. Desse modo a tira não se estende com-pletamente até a extremidade axial 44 do tambor. Em seguida, a tira pode ser opcionalmen-te orientada em uma direção substancialmente circunferencial (0 grau) para uma distânciacircunferencial L. Por fim, a tira é angulada em direção ao plano central meio-circunferenciala um ângulo a. A tira alcança o plano central meio-circunferencial em cerca de 2tt radianos.
A colocação da tira para um segundo enrolamento é mostrada na Fig. 4b. Por razãode clareza, o primeiro enrolamento foi removido. O ponto de partida 50' do segundo enrola-mento foi axialmente indexado a uma quantidade desejada, dependendo da quantidade deafastamento entre as tiras sucessivas desejadas. Para propósitos de ilustração, o segundoenrolamento da tira é indexado a uma largura de tira de forma que toca com o primeiro enro-lamento. Iniciando em 50', a tira é primeiro angulada em um ângulo a para a borda 45 dotambor de construção de pneu. Este correlata a uma localização de cerca de tt/2 radianopara 1 ziguezague por revolução. Nesta localização, a tira tem uma largura ou amplitudeaxial W2, quando medida do centro ou plano meio-circunferencial do tambor. Em seguida, atira pode opcionalmente continuar a uma distância L em uma direção circunferencial (cercade 0 grau) na borda 44. Como mostrado na Fig. 4c, a tira é preferivelmente virada na bordado tambor sem ângulos vivos, e preferivelmente é abaulada nos pontos de transição T1, T2.Como mostrado nas FIGS. 4b e 4C, a tira é depois angulada do ponto de transição T2 em a -a em direção à borda oposta do tambor 44. Em cerca de 3/2 tr radianos, a tira tem uma lar-gura ou amplitude axial W1. Em seguida, a tira pode ser opcionalmente orientada em umadireção circunferencial (cerca de 0 grau) para uma distância circunferencial L. Como mos-trado na Fig. 4C, a tira é preferivelmente virada na borda do tambor sem ângulos vivos, epreferivelmente é abaulada nos pontos de transição T1, T2. Por fim, a tira é angulada emdireção ao plano central meio-circunferencial em um ângulo a. A tira alcança o plano centralmeio-circunferencial em 2tt radianos.
Desse modo em um primeiro enrolamento de tira, a tira atravessada do ponto departida para uma primeira amplitude W1, depois para uma segunda amplitude W2, e depoisde voltar para o ponto de partida. W1 e W1 estão em direções opostas do plano central, eW1 * W2, e preferivelmente W1 > W2. Depois em um segundo enrolamento de tira, a tiraatravessada de um ponto de partida indexado para uma primeira amplitude W2, depois parauma segunda amplitude W1, e depois de voltar para o ponto de partida. Desse modo, osenrolamentos de tira preferivelmente tocam, mas podem também ser sobrepostos ou serespaçados. A tira pode também ser deslocada circunferencialmente nas bordas, sozinhas,ou em combinação com o padrão em ziguezague de amplitude variável.Uma terceira modalidade da invenção é agora descrita. Figura 5A ilustra um primei-ro enrolamento da tira tendo uma primeira amplitude W1 seguida por uma segunda amplitu-de W2 na direção oposta. Figura 5B ilustra um segundo enrolamento da tira em que a tiratem uma primeira amplitude W2 seguida por uma segunda amplitude W1 na direção oposta.
O segundo enrolamento foi indexado a uma distância desejada do primeiro enrolamento, edesse modo pode tocar (como mostrado), a sobreposição ou é espaçada.
Figura 5C ilustra um terceiro enrolamento da tira, em que o enrolamento da tira foicircunferencialmente deslocado ou deslocado dos dois enrolamentos anteriores da tira, deforma que a volta na borda é deslocada das bordas dos enrolamentos anteriores. Logo pas-sando a localização de tt/2 de uma distância de deslocamento C, a tira tem uma amplitudede W1 e uma amplitude de W2 logo passando a localização 3 tt/2. Figura 5D ilustra umquarto enrolamento de tira, em que a tira é também circunferencialmente deslocada do pri-meiro, segundo enrolamentos para reduzir a medida de tira da correia na borda de correiaexterna. Como mostrado, logo passando a localização tt/2 a uma distância de deslocamentoD, a tira tem uma primeira amplitude W2 e uma segunda amplitude W1 a uma distância dedeslocamento D. A distância de deslocamento D é diferente que a distância de deslocamen-to C. Preferivelmente, a distância de deslocamento D é menor que a distância de desloca-mento C. Para formar a camada de correia completa, a seqüência como descrita é repetidaaté que a camada de correia seja formada.
Figura 6 ilustra uma 1 onda em ziguezague por correia de revolução na área próxi-ma da borda de correia tendo camadas múltiplas de tiras. Figura 7 ilustra as vistas de cortetransversal da borda de correia tiradas em várias localizações A-A a E-E. Como mostrado, aquantidade de sobreposição de tira varia de cerca de uma camada para um máximo de 4camadas na seção C-C. Figura 8 ilustra a colocação da correia em ziguezague da técnicaanterior onde há até 6 camadas que se sobrepõem. Desse modo, a configuração da correiada presente invenção reduziu o número de camadas sobrepostas que é acreditado que re-duz durabilidade de pneu.
A tira é formada de uma tira emborrachada de um ou mais cordões. A largura da ti-ra pode variar, e pode ser por exemplo, cerca de 5-14 mm de largura, e mais preferivelmen-te cerca de 10-13 mm de largura. Os reforços de cordão podem ser formados de náilon, po-liéster, aramida ou aço. Todas as modalidades exemplares acima foram ilustradas com 1onda em ziguezague por 1 revolução de tambor. A invenção pode também incluir N ondasem ziguezague por 1 revolução de tambor, em que N tem .25 anos ou maior. N pode tam-bém ser um número inteiro £ 1. Por exemplo, a tira pode ser colocada de forma que umaonda em ziguezague total ocorre em 2 revoluções de tambor totais, ou Vá ziguezague porrevolução. A invenção como descrita acima pode também tocar as tiras, desse modo nãotendo nenhum afastamento no espaçamento dos enrolamentos sucessivos. Alternativamen-te, o enrolamento sucessivo das tiras pode ser sobreposto de cerca de 1 % a cerca de 100%da largura da tira. Alternativamente, o enrolamento sucessivo das tiras pode ter uma distân-cia de afastamento G formada entre as mesmas. G pode variar de cerca de 1% a cerca de100% da largura de tira.
Outra variável que pode ser utilizada é o tambor deslocado que é melhor mostradona Fig. AC. A deslocamento do tambor é a distância circunferencial do tambor (medida emgraus ou radianos) da borda de tira no ponto Y ao ponto X. Em outras palavras, a desloca-mento do tambor é metade da distância circunferencial na qual a tira faz uma volta em U,quando medida do ponto Y mais próximo à borda, ao ponto X onde a volta é completada. Adeslocamento do tambor ou distância da volta pode ser variada, efetivamente alongando aborda na direção circunferencial se aumentada, ou resultando em um ângulo de virada maisvivo se diminuída. Por exemplo, a deslocamento do tambor pode variar de cerca de 5 grausa cerca de 30 graus, e mais preferivelmente de cerca de 10 a cerca de 16 graus. À medidaque o tambor deslocado aumenta, o ângulo da tira a também aumenta. Figuras 9A-9C ilus-tram uma tira colocada no tambor em um 1 ziguezague por revolução do tambor. Figura 9Ailustra uma deslocamento do tambor de 6,75 graus, resultando em um a de 6,65 graus. Figu-ra 9B ilustra uma deslocamento do tambor de 13,5 graus, resultando em um a de 7,22graus. Figura 9C ilustra uma deslocamento do tambor de 27 graus, resultando em um a de8,76 graus. Como pode ser visto de uma revisão de todas as figuras, qualquer medida que adistância de deslocamento do tambor é aumentada, o ângulo na volta alonga-se ao longo daborda e resulta em uma passagem mais lisa. O aumento na deslocamento do tambor tam-bém resulta em um a mais suave, mais alto. À medida que a deslocamento do tambor é au-mentada, a quantidade de sobreposição das camadas da tira aumenta de 2,83 na Fig. 9A, a3,87 na Fig. 9B, e mais de 6 na Fig. 9C.
Outra variável que pode ser utilizada é a deslocamento transversal. A deslocamentotransversal é a distância axial da borda da correia da borda da borda do tambor, em mm.Aumentando a deslocamento transversal, a tira começa a ficar mais prematura, e pode re-sultar em bordas de correia desiguais como mostrado nas Figuras 10a e 10b, quando com-parado às Figuras 9a e 9b. Figuras 10A-10C ilustram uma deslocamento transversal de 8mm. Figura 10A ilustra uma deslocamento do tambor de 6,75 graus, resultando em um a de5,96 graus. Figura 10B ilustra uma deslocamento do tambor de 13,5 graus, resultando emum a de 6,48 graus. Figura 10C ilustra uma deslocamento do tambor de 27 graus, resultan-do em um a de 7,18 graus. O efeito de diminuir a deslocamento transversal resulta em umacorreia com bordas mais planas ou mais lisas e uma redução leve no ângulo a circunferen-ciai na tira.
Variações na presente invenção são possíveis levando em conta a descrição damesma fornecida aqui. Embora certas modalidades representativas e detalhes tenham sidomostrados para o propósito de ilustrar a invenção em questão, será evidente àqueles versa-dos nesta técnica que várias alterações e modificações podem ser feitas na mesma semabandono do escopo da invenção em questão. Portanto, é para ser entendido que altera-ções podem ser feitas nas modalidades particulares descritas como estarão dentro do esco-po intencionado total da invenção definido pelas reivindicações em anexo a seguir.
Claims (10)
1. Método de fazer um pneumático, CARACTERIZADO pelo fato de que compre-ende as etapas de fornecer uma banda de rodagem, uma carcaça e uma estrutura de cor-reia em ziguezague interposta entre a carcaça e a banda de rodagem, e formar a estruturade correia em ziguezague de pelo menos duas camadas de cordões entrelaçados juntos apartir de uma tira de borracha reforçada com um ou mais cordões,a. formar a tira em um primeiro enrolamento em ziguezague tendo uma primeiraamplitude W1 seguida por uma segunda amplitude W2 que se estende em uma direção o-posta à dita primeira amplitude, em que as ditas amplitudes são medidas a partir do planocentral axial, em que W1 é diferente de W2,b. indexar a tira a uma distância axial desejada, e entãoc. formar a tira em um segundo enrolamento em ziguezague tendo uma primeiraamplitude W2 seguida por uma segunda amplitude W1 que se estende em uma direção o-posta à dita primeira amplitude, ed. repetir cada um dos ditos enrolamentos em nenhuma ordem particular até que aestrutura de correia em ziguezague seja formada.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que atira em cada borda lateral é abaulada.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que atira em cada borda lateral estende-se em uma direção substancialmente circunferencial parauma distância especificada L.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que aestrutura de correia em ziguezague tem uma primeira borda de correia em um primeiro enro-lamento, e uma segunda borda de correia em um segundo enrolamento, em que o pontointermediário da primeira borda de correia é circunferencialmente deslocado do ponto inter-mediário da segunda borda de correia.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que oenrolamento em ziguezague tem N ondas em ziguezague por revolução de tambor em queNé<1.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que oenrolamento em ziguezague nas revoluções de tambor ímpares tem bordas de correia quese estendem na direção circunferencial a uma distância L, e nas revoluções de tambor parestem bordas de correia que se estendem na direção circunferencial a uma distância L2, emque L1 * L2.
7. Método de fazer um pneumático, CARACTERIZADO pelo fato de que compre-ende as etapas a seguir: fornecer uma banda de rodagem, uma carcaça e formar uma estru-tura de correia em ziguezague na carcaça, em que a estrutura de correia em ziguezague éformada das etapas a seguir: fornecer uma tira de borracha reforçada com um ou mais cordões,a. colocar a tira em um primeiro enrolamento em ziguezague, em que o comprimen-to de onda tem uma primeira amplitude W1 e uma segunda amplitude W2, em que a segun-da amplitude estende-se em uma direção oposta da dita primeira amplitude com relação aoplano central;b. indexar axialmente a tira,c. colocar a tira em um segundo enrolamento em ziguezague adjacente ao dito pri-meiro enrolamento em ziguezague, em que o dito segundo enrolamento em ziguezaguepossui uma primeira amplitude W2 e uma segunda amplitude W1; em que a segunda ampli-tude estende-se em uma direção oposta da dita primeira amplitude com relação ao planocentral;d. indexar axialmente a tira, e entãoe. colocar a tira em um terceiro enrolamento em ziguezague adjacente ao dito se-gundo enrolamento em ziguezague, em que o comprimento de onda tem uma primeira am-plitude W1 e uma segunda amplitude W2, e em que cada borda do terceiro enrolamento emziguezague é circunferencialmente deslocada das bordas dos primeiro e segundo enrola-mentos em ziguezague;f. colocar a tira em um quarto enrolamento em ziguezague adjacente ao dito tercei-ro enrolamento em ziguezague em que o dito quarto enrolamento em ziguezague possuiuma primeira amplitude W2 e uma segunda amplitude W1; em que cada uma das bordas doquarto enrolamento em ziguezague é circunferencialmente deslocada das bordas dos enro-Iamentos anteriores.
8. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores,CARACTERIZADO pelo fato de que a tira é uma tira contínua.
9. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores,CARACTERIZADO pelo fato de que o pneu é um pneu de caminhão ou um pneu de cami-nhão médio radial.
10. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores,CARACTERIZADO pelo fato de que o pneu adicionalmente compreende uma correia circun-ferencial enrolada helicoidalmente.
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