BRPI0905192A2 - ferramenta elétrica - Google Patents
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Abstract
FERRAMENTA ELéTRICA. Trata-se de uma técnica efetiva para reduzir um efeito adverso de um dispositivo de sucção de poeira na operabilidade de uma ferramenta elétrica, na ferramenta elétrica que pode sugar a poeira gerada durante a operação. A ferramenta elétrica possui um motor 111 e um corpo da ferramenta 103 que aloja o motorlil. Uma broca de ferramenta 119 é acoplada a uma região de extremidade de ponta do corpo da ferramenta e acionada pelo motor 111 para realizar uma operação pré-determinada. A ferramenta elétrica inclui, ainda, uma parte de sucção de poeira 151 através da qual a poeira gerada durante a operação pela broca da ferramenta 119 é sugada e que cobre ao menos uma extremidade de ponta da broca da ferramenta 119, uma passagem de transferência de poeira 153 através da qual a poeira sugada para a parte de sucção de poeira 151 é transferida e que e parcialmente disposta no interior do corpo da ferramenta 103, e a porta de descarga de poeira 174 através da qual a poeira transferida através da passagem de transferência de poeira 153 é descarregada para o exterior. Ademais, a porta de descarga de poeira 174 é disposta no lado oposto do motor 111 a partir da brocada ferramenta 119. Desenhos representativos: Figura 1
Description
"FERRAMENTA ELÉTRICA"
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Campo da invenção
A invenção refere-se a uma técnica de coleta de poeira paraferramentas elétricas.
Descrição da técnica relacionada
A publicação de Patente aberta à inspeção pública JP No. 10-217065revela uma ferramenta elétrica com um dispositivo de sucção de poeira no qualuma trajetória de sucção é fornecida com a formação de uma broca oca. A poeiragerada durante a operação é sugada por uma ventoinha de sucção a partir dotrajeto de sucção em uma câmara de sucção através de uma passagem de sucçãoformada dentro do corpo da ferramenta, e então, é coletada em um recipiente decoleta conectado à câmara de sucção.
Nessa ferramenta elétrica, entretanto, a provisão do dispositivo desucção de poeira pode prejudicar a operabilidade da ferramenta elétrica quandoum usuário segurar uma empunhadura e realizar uma operação.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Em conformidade, proporcionar uma coleta de poeira mais eficaz emuma ferramenta elétrica é um objetivo da invenção.
O objetivo descrito acima pode ser alcançado através da invençãoreivindicada. De acordo com um aspecto da invenção, a ferramenta elétricarepresentativa tem um motor e um corpo da ferramenta que aloja o motor. Umabroca pode ser acoplada a uma região de extremidade apical do corpo daferramenta e acionada pelo motor para realizar uma operação predeterminada. A"ferramenta elétrica", de acordo com a invenção, pode ser representadapreferencialmente por uma ferramenta de impacto como um martelete elétrico oufuradeira de impacto, mas ela também pode ser representada por outrasferramentas elétricas que geram poeira durante operação.
A ferramenta elétrica, de acordo com a invenção, incluiadicionalmente uma parte de sucção de poeira, uma passagem de transferência depoeira e uma porta de descarga de poeira. A poeira gerada pela broca durante aoperação é sugada através da parte de sucção de poeira. A parte de sucção depoeira cobre peio menos uma extremidade da ponta da broca. A poeira sugada naparte de sucção de poeira é transferida através da passagem de transferência depoeira. A passagem de transferência de poeira é disposta dentro do corpo daferramenta. A poeira transferida através da passagem de transferência de poeira édescarregada para fora através da porta de descarga de poeira. A porta dedescarga de poeira é disposta no lado oposto do motor da broca. A "porta dedescarga de poeira", de acordo com a invenção, é preferencialmente usada emconexão com uma mangueira de coleta de poeira de um coletor de poeira. Quandoo coletor de poeira é acionado, a poeira gerada durante a operação é sugadaatravés da parte de sucção de poeira, e então é conduzida através da passagemde transferência de poeira e descarregada no interior da mangueira de coleta depoeira através da porta de descarga de poeira.
Como um aspecto da invenção, enquanto uma empunhadura podeser fornecida para o usuário operar a ferramenta elétrica e conectado ao corpo daferramenta, a porta de descarga de poeira pode ser colocada próxima daempunhadura. Com essa construção, a interferência na operação e aprejudicialidade da operabilidade podem ser minoradas.
De acordo com mais um aspecto da invenção, o motor pode serdisposto de modo que uma extensão de um eixo geométrico rotacional do motorcorra em uma direção transversal em relação à direção axial da broca. Em umaposição horizontal do corpo da ferramenta em que uma direção axial da broca dafuradeira de impacto coincide com uma direção horizontal, a passagem detransferência de poeira pode se estender em uma direção transversal para umadireção axial de um eixo de saída do motor sobre o eixo de saída dentro do corpoda ferramenta. Em uma ferramenta elétrica, como uma ferramenta de impacto emque um motor é disposto de modo que um eixo geométrico rotacional do motor seestenda em uma direção transversal para a direção axial da broca, um mecanismode atuação para converter a saída giratória do motor em um movimento linear epara acionar a broca é disposto sobre o eixo giratório do motor. Nessa disposição,um espaço livre pode ser preso facilmente de maneira estrutural entre omecanismo de atuação e uma extremidade superior do eixo de saída do motor.Portanto, a passagem de transferência de poeira pode ser disposta utilizando oespaço livre dentro da ferramenta elétrica.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, a ferramentaelétrica representativa pode incluir adicionalmente uma empunhadura tendo umaparte de pega que é projetada para ser empunhada por um usuário e se estendeem uma direção transversal para a direção axial da broca. Adicionalmente, ambasas extremidades da empunhadura na direção de extensão da parte de pega sãoconectadas ao corpo da ferramenta, e a porta de descarga de poeira é formada emuma das conexões da empunhadura ao corpo da ferramenta que é remota a partirdo eixo geométrico da broca. A "empunhadura" cujas ambas as extremidades nadireção de extensão da parte de pega são conectadas ao corpo da ferramentarepresenta aqui uma empunhadura com formato de alça (Empunhadura comformato em D). Além disso, a "porta de descarga de poeira" é preferencialmenteaberta em uma direção paralela à direção de extensão da parte de pega (parabaixo).
Com a construção em que a porta de descarga de poeira é formadaem uma das conexões da empunhadura ao corpo da ferramenta que é remoto apartir do eixo geométrico da broca, conforme descrito acima, em um estado deoperação normal em que o usuário segura a empunhadura com essa conexãovoltada para baixo, a mangueira de coleta de poeira pode ser conectada à porta dedescarga de poeira, de modo que ela se localize ao lado do dedo mínimo da mãoque segura a empunhadura e se estende para baixo. Portanto, evita-se que amangueira de coleta de poeira interfira na operação da empunhadura e aoperabilidade é aprimorada.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, a ferramentaelétrica representativa pode incluir adicionalmente um fio elétrico que forneceenergia ao motor, e a porta de descarga de poeira pode ser disposta adjacente aofio elétrico. Com a construção em que a porta de descarga de poeira é adjacenteao fio elétrico, quando é realizada a coleta de poeira conectando, por exemplo, amangueira de coleta de poeira a um coletor de poeira à porta de descarga depoeira, a mangueira de coleta de poeira e o fio elétrico podem ser movidos comouma peça, um em relação ao outro. Portanto, a operabilidade na operação daferramenta elétrica é aperfeiçoada.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, a parte de sucçãode poeira pode cobrir totalmente a broca e pode ter um formato do tipo tampatendo uma extremidade aberta formada como uma porta de sucção de poeira nalateral da broca. No lado oposto à porta de sucção de poeira, a parte de sucção depoeira pode ter uma passagem de conexão através da qual a poeira sugada emum espaço entre a parte de sucção de poeira e a broca através da porta de sucçãode poeira é transferida para a passagem de transferência de poeira. A poeiragerada durante a operação em uma peça de trabalho é sugada na parte de sucçãode poeira através de uma abertura na forma da porta de sucção de poeira, e então,a poeira pode ser transferida para a passagem de transferência de poeira atravésda passagem de conexão.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, a ferramentaelétrica pode incluir adicionalmente uma empunhadura lateral que se estende emuma direção transversal para a direção axial da broca, e a parte de sucção depoeira pode ser montada ao corpo da ferramenta com a empunhadura lateralmontada à região da extremidade apical do corpo da ferramenta. A empunhaduralateral, tipicamente, tem um formato de haste, mas ela pode ter outros formatos.Em uma ferramenta elétrica tendo uma empunhadura lateral, a empunhaduralateral normalmente é disposta em uma região de extremidade apical daferramenta elétrica. A parte de sucção de poeira a ser fornecida para sugar poeiraé colocada de maneira funcional na região de extremidade apical do corpo daferramenta. De acordo com esse, a parte de sucção de poeira pode ser montada àregião de extremidade apical do corpo da ferramenta com a empunhadura lateralmontada nessa região de extremidade apical. Portanto, a parte de sucção depoeira pode ser racionalmente aplicada à ferramenta elétrica tendo umaempunhadura lateral.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, a substituição dabroca pode ser feita com a parte de sucção de poeira montada à região deextremidade apical do corpo da ferramenta. Com essa construção, para cadasubstituição da broca, não é necessário que se tenha o trabalho de separar a partede sucção de poeira do corpo da ferramenta. Portanto, a substituição da brocapode ser realizada de maneira eficiente.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, a parte de sucçãode poeira pode incluir uma região móvel que pode se expandir e se contrair, e queé formada por um fole tubular em uma região que cobre a broca, e em uma regiãofixa que é montada à região de extremidade apical do corpo da ferramenta. Alémdisso, a região móvel é passível de remoção da região fixa para que a substituiçãoda região móvel possa ser feita. De acordo com esse aspecto, a substituiçãosomente da região móvel que é formada por um fole e suscetível a danos pelo fatode ser móvel, ou uma substituição parcial pode ser permitida. Essa construção éeficaz na redução do custo o conserto.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, as aberturaspodem ser formadas na passagem de transferência de poeira e podemproporcionar uma comunicação entre a passagem de transferência de poeira e umespaço interno do corpo da ferramenta. De acordo com esse aspecto, quando ocoletor de poeira é acionado, a poeira gerada durante a operação é sugada pelaparte de sucção de poeira, e então é conduzida através da passagem detransferência de poeira e descarregada no interior da mangueira de coleta depoeira através da porta de descarga de poeira. Nesse caso, o arque flui napassagem de transferência de poeira através das aberturas é gerado dentro deespaço interno do corpo da ferramenta. Portanto, pode-se permitir que o calordentro do espaço interno do corpo da ferramenta escape para o exterior através dapassagem de transferência de poeira, para que o corpo da ferramenta possa serresfriado. Além disso, em uma ferramenta elétrica, a poeira gerada durante aoperação pode entrar no corpo da ferramenta, aderir-se a uma escova de carvãodo motor e exercer um efeito adverso no movimento deslizante da escova decarvão em um comutador. Portanto, de acordo com essa modalidade, a poeira queentra no espaço interno é sugada junto com o ar para a passagem de transferênciade poeira através das aberturas. Portanto, a quantidade de entrada de poeira emdireção à escova de carvão pode ser reduzida, para que a escova de carvão possaser protegida contra o efeito adverso da poeira.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, a ferramentaelétrica pode incluir adicionalmente um mecanismo de acionamento que éacionado pelo motor e faz com que a broca realize ao menos um movimento linearna direção axial. Além disso, o corpo da ferramenta pode ter um alojamento internoque aloja o mecanismo de acionamento, e um alojamento externo que cobre oalojamento interno, e a passagem de transferência de poeira pode ser disposta emum espaço interno entre o alojamento interno e o alojamento externo. De acordocom esse aspecto, o ar dentro do espaço interno entre o alojamento interno e oalojamento externo pode ser sugado através da passagem de transferência depoeira e descarregado para fora.
De acordo com um aspecto adicional da invenção, o corpo daferramenta pode ser formado por uma pluralidade de componentes do corpo daferramenta. A passagem de transferência de poeira pode ter uma estrutura divididaconfigurada de modo correspondente, para que uma única passagem detransferência seja formada quando os componentes do corpo da ferramenta foremmontados no corpo da ferramenta. De acordo com esse aspecto, a passagem detransferência de poeira pode ser formada com a montagem dos componentes docorpo da ferramenta, para que não seja necessário trabalho de montagem dapassagem de transferência de poeira. Portanto, pode ser mais fácil montar apassagem de transferência de poeira. Além disso, quando a passagem detransferência de poeira é obstruída com poeira, na passagem de transferência depoeira que tem uma estrutura dividida, a obstrução pode ser facilmente removida.Outros objetivos, recursos e vantagens da presente invenção serãoprontamente entendidos após a leitura da descrição detalhada a seguir, juntamentecom os desenhos em anexo e as reivindicações.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A FIGURA 1 é uma vista lateral transversal que mostra uma estruturainteira de uma furadeira elétrica de impacto, de acordo com uma primeiramodalidade da invenção.
A FIGURA 2 é também uma vista lateral transversal que umaestrutura inteira da furadeira de impacto no estado em que uma unidade de sucçãode poeira ainda não está anexada à furadeira de impacto.
A FIGURA 3 é uma vista transversal parcialmente aumentada daFIGURA 1.
A FIGURA 4 é uma vista transversal parcialmente aumentada daFIGURA 1.
A FIGURA 5 é uma vista transversal tomada ao longo da linha A-A inFIG. 1.
A FIGURA 6 é uma vista transversal tomada ao longo da linha B-B naFIGURA 1.
A FIGURA 7 é uma vista lateral transversal que mostra uma estruturainteira de uma furadeira elétrica de impacto, de acordo com a segunda modalidadeda invenção.
A FIGURA 8 também é uma vista lateral transversal que mostra aestrutura inteira da furadeira de impacto, no estado em que uma unidade desucção de poeira ainda não está anexada à furadeira de impacto.
A FIGURA 9 é uma vista transversal tomada ao longo da linha C-Cma FIGURA 7.
A FIGURA 10 é uma vista transversal tomada ao longo da linha D-Dna FIGURA 7.A FIGURA 11 é uma vista lateral transversal que mostra umaestrutura inteira de uma furadeira elétrica de impacto, de acordo com uma terceiramodalidade da invenção.
A FIGURA 12 é uma vista transversal parcialmente aumentada daFIGURA 11.
A FIGURA 13 é uma vista conforme observada de uma direção daseta E na FIGURA 11.
A FIGURA 14 é uma vista transversal tomada ao longo da linha F-Fna FIGURA 11.
A FIGURA 15 é uma vista aumentada da parte G na FIGURA 14.
A FIGURA 16 é uma vista transversal tomada ao longo da linha H-Hna FIGURA 11.
A FIGURA 17 é uma vista ilustrando uma estrutura dividida de umapassagem de transferência de poeira de um dispositivo de sucção de poeira.
A FIGURA 18 é uma vista conforme observada da direção da seta Ina FIGURA 17.
A FIGURA 19 é uma vista conforme observada da direção da seta Jna FIGURA 17.
A FIGURA 20 é uma vista ilustrando um dispositivo de sucção depoeira, de acordo com uma quarta modalidade da invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Cada uma das etapas do método e recursos adicionais reveladosacima e abaixo podem ser utilizados separadamente ou em conjunto com outrasetapas do método e recursos para fornecer e fabricar ferramentas elétricasaperfeiçoadas e um método para usar essas ferramentas elétricas e os dispositivosutilizados neste documento. Os exemplos representativos da presente invenção,exemplos esses que utilizaram muitas dessas etapas do método e recursosadicionais em conjunto, serão agora descritos em detalhe com referência aosdesenhos. Essa descrição detalhada destina-se meramente a ensinar uma pessoaversada na técnica, detalhes adicionais para a prática dos aspectos preferenciaisdos presentes ensinamentos e não se destina a limitar o escopo da invenção.Somente as reivindicações definem o escopo da invenção reivindicada. Portanto,as combinações de recursos e etapas descritas dentro da descrição detalhada aseguir podem não ser necessárias para a prática da invenção no sentido maisamplo, e são, em vez disso, ensinadas meramente para descrever particularmentealguns exemplos representativos da invenção, em que a descrição detalhada sedará agora com referência aos desenhos em anexo.
(Primeira Modalidade Representativa)
Uma primeira modalidade representativa da invenção é descritaadora com referência às FIGSURAS de 1 a 6. Na primeira modalidade, umafuradeira elétrica de impacto é explicada como um exemplo representativo de umaferramenta elétrica, de acordo com a invenção. As FIGURAS 1 e 2 mostram,principalmente, uma furadeira elétrica de impacto inteira 101. A FIGURA 2 mostrao estado no qual uma unidade de sucção de poeira 151 ainda não está anexada àfuradeira de impacto 101. As FIGURAS 3 e 4 são vistas transversais parcialmenteaumentadas da FIGURA 1. A FIGURA 5 é uma vista transversal tomada ao longoda linha A-A na FIGURA 1, e a FIGURA 6 é uma vista transversal tomada ao longoda linha B-B na FIGURA 1.
Conforme mostrado nas FIGURAS de 1 a 4, a furadeira de impactorepresentativa 101 inclui um corpo 103 que forma uma carcaça externa dafuradeira de impacto 101, uma broca do martelete 119 acoplada de maneiraseparável a uma região de extremidade apical (extremidade esquerda conformevisto na FIGURA 1) do corpo 103 por meio de um suporte de ferramenta 137, euma pega manual 109 projetada para ser segurada por um usuário e conectada aocorpo 103 no lado oposto à broca da furadeira de impactol 19. O corpo 103, abroca do martelete 119 e a pega manual 109 são recursos que correspondem ao"corpo da ferramenta", à "broca" e à "empunhadura", respectivamente, de acordocom a invenção. A broca do martelete 119 é sustentada pelo suporte de ferramenta137 de um modo que se permita que ela possa ser alternada em relação aosuporte de ferramenta em sua direção axial, e que seja impedido o giro em relaçãoao suporte de ferramenta em sua direção circunferencial, por uma questão deconveniência de explicação, em uma posição horizontal do corpo 103 em que adireção axial da broca da furadeira de impacto119 coincide com uma direçãohorizontal, a lateral da broca da furadeira de impacto119 é tomada como a parteanterior e a lateral da pega manual 109 assim como a parte posterior.
A broca do martelete 119 é impedida de ser removida do suporte deferramenta 137 pelo engate com uma garra de travamento 138 quando inserida emum orifício retentor de broca 137a do suporte de ferramenta 137. Quando o usuáriodesliza uma luva de operação de destravamento 139 disposta na região deextremidade apical do corpo 103 em direção à parte posterior na direção axial dabroca da furadeira de impacto, a garra de travamento 138 desengatada da brocada furadeira de impactol 19. Nesse estado desengatado, a broca do martelete 119pode ser removida do orifício retentor de broca 137a do suporte de ferramenta 137.
O corpo 103 inclui um alojamento de motor 105 que aloja um motorde acionamento 111, um alojamento de engrenagem 107 que aloja um mecanismode acionamento sob a forma de um mecanismo de conversão de movimento 113 eum mecanismo de transmissão de energia 117, um barril geralmente cilíndrico 106que aloja um mecanismo de percussão 115, uma cobertura de alojamento deengrenagem 107A que cobre o alojamento de engrenagem 107, e uma coberturade barril 106A que cobre o barril 106. Em uma posição horizontal do corpo 103 emque a direção axial da broca do martelete 119 coincide com uma direçãohorizontal, o alojamento de engrenagem 107 é coberto a partir do lado de fora pelacobertura do alojamento de engrenagem 107A, e uma região superior doalojamento de motor 105. Portanto, o alojamento de engrenagem 107 que aloja omecanismo de conversão de movimento 113 e o mecanismo de transmissão deenergia 114 forma um alojamento interno, e a cobertura do alojamento deengrenagem 107A que é disposta para cobrir uma parte de fora do alojamento deengrenagem 107, e parte do alojamento de motor 105 formam um alojamentoexterno.O mecanismo de conversão de movimento 113 converte a saídagiratória do motor de acionamento 111 em um movimento linear, e então otransmite ao mecanismo de percussão 115. Então, uma força de impacto é geradana direção axial da broca da furadeira de impacto119 por meio do mecanismo depercussão 115. Além disso, o mecanismo de transmissão de energia 114 servepara reduzir apropriadamente a velocidade da saída giratória do motor deacionamento 111 e para transmiti-la à broca da furadeira de impactol 19 para que abroca do martelete 119 seja motivada a girar em sua direção circunferencial. Omotor de acionamento 111 é disposto abaixo do eixo geométrico da broca dafuradeira de impactol 19 de um modo que a extensão de um eixo geométrico deum eixo de saída 112 atravesse o eixo geométrico da broca do martelete 119. Omotor de acionamento 111 é acionado quando o usuário aperta um gatilho 109a napega manual 109.
O mecanismo de conversão de movimento 113 é formadoprincipalmente por um mecanismo de manivela. O mecanismo de manivela éconstruído de um modo que um elemento de acionamento sob a forma de umpistão 129 que forma um membro móvel final no mecanismo de manivela émotivado a se mover linearmente na direção axial da broca da furadeira de impactodentro de um cilindro 141 quando acionado pelo motor de acionamento 111.0mecanismo de transmissão de energia 117 é formado principalmente por ummecanismo de redução da velocidade de engrenagem que inclui uma pluralidadede engrenagens e transmite o torque do motor de acionamento 111 ao suporte deferramenta 137. Como um resultado, o suporte de ferramenta 137 é motivado agirar em um plano vertical, e deste modo a broca da furadeira de impactol 19mantida pelo suporte de ferramenta 137 também gira. As construções domecanismo de conversão de movimento 113 e o mecanismo de transmissão deenergia 117 são conhecidos e, portanto, sua descrição detalhada é omitida.
O mecanismo de percussão 115 inclui principalmente um elemento depercussão sob a forma de um percussor 143 que é disposto de maneira deslizáveldentro do furo do cilindro 141 junto com o pistão 129, e um elemento intermediáriosob a forma de uma cavilha de impacto 145 que é disposta de modo deslizáveldentro do suporte de ferramenta 137. O percussor 143 é acionado por meio deuma ação da mola de ar (flutuações de pressão) de uma câmara de ar 141a docilindro 141 com o movimento deslizante do pistão 129, e então o percussor 143colide com (percute) a cavilha de impacto 145 e transmite a força de percussãopara a broca da furadeira de impacto119 por meio da cavilha de impacto 145.
A furadeira de impacto 101 pode ser comutada entre um modo demartelete e um modo de furadeira de impacto através da operação apropriada dousuário. No modo de martelete, a furadeira de impacto 101 realiza uma operaçãode martelagem em uma peça de trabalho aplicando somente uma força depercussão à broca do martelete 119 em sua direção axial, e no modo da furadeirade impacto, a furadeira de impacto 101 realiza uma operação de furadeira deimpacto em uma peça de trabalho aplicando uma força de percussão na direçãoaxial e uma força de giro na direção circunferencial à broca do martelete 119. Oacionamento do martelete aplica somente uma força de percussão na broca domartelete 119 em sua direção axial, e o acionador da furadeira de impacto aplicauma força de percussão na direção axial e uma força de giro na direçãocircunferencial à broca da furadeira de impactol 19, e a comutação do modo entremodo de martelete e modo de furadeira de impacto são técnicas conhecidas e nãoestão relacionadas diretamente com a invenção, e, portanto elas não são descritasem mais detalhes.
Quando o motor de acionamento 111 é acionado, a saída giratória domotor de acionamento 111 é convertida em um movimento linear por meio domecanismo de conversão de movimento 113, e então faz com que a broca dafuradeira de impactol 19 realize um movimento linear ou movimento de martelagemna direção axial por meio do mecanismo de percussão 115. Além disso, em adiçãoa esse movimento de martelagem, o giro é transmitido à broca do martelete 119por meio do mecanismo de transmissão de energia 117 que é acionado pela saídagiratória do motor de acionamento 111, para que a broca do martelete 119 sejamotivada a realizar um movimento de perfuração na direção circunferencial.Especificamente, no modo da furadeira de impacto, a broca do martelete 119realiza um movimento de martelagem na direção axial e um movimento deperfuração na direção circunferencial, para que uma furadeira de impacto ou umaoperação de perfuração seja realizada em uma peça de trabalho. Em um modo demartelete, a transmissão da energia de giro do mecanismo de transmissão deenergia 117 é interrompida por um acoplamento. Portanto, a broca da furadeira deimpacto119 realiza somente um movimento de martelagem na direção axial, paraque uma operação de martelagem seja realizada em uma peça de trabalho.
Um dispositivo de sucção de poeira 150 será explicado agora comreferência às FIGURAS de 1 a 6. O dispositivo de sucção de poeira 150 é anexadoà furadeira de impacto 101 tendo a construção descrita acima e serve para sugar apoeira gerada durante a operação em uma peça de trabalho, como concreto.
O dispositivo de sucção de poeira 150 é usado quando uma operaçãode perfuração é realizada em uma peça de trabalho, e inclui principalmente umaunidade de sucção de poeira 151 (ver FIGURAS 1, 2 e 4) que é anexada à regiãode extremidade apical do corpo 103, e uma passagem de transferência de poeira153 (ver FIGURAS de 1 a 3) disposta dentro do corpo 103. A unidade de sucçãode poeira 151 e a passagem de transferência de poeira 153 são recursos quecorrespondem a "parte de sucção de poeira" e à "passagem de transferência depoeira", respectivamente, de acordo com essa invenção. A unidade de sucção depoeira 151 inclui uma tampa geralmente cônica 161 que tem ambas asextremidades abertas em sua direção longitudinal, e produzida, por exemplo, apartir de resina sintética dura, e de um fole de borracha geralmente cilíndrico 165,e pode se expandir e se contrair na direção axial da broca da furadeira deimpacto119, e tem ambas as extremidades abertas na direção axial. A tampa 161 eo fole 165 são recursos que correspondem à "região fixa" e à "região móvel",respectivamente, de acordo com essa invenção.
A tampa 161 é disposta para cobrir a superfície circunferencialexterna da região de extremidade apical do corpo 103 (ver FIGSURAS 1 e 4).
Especificamente, a tampa 161 tem um comprimento na direção axial da broca dafuradeira de impacto que cobre uma região que se estende da extremidade apical(extremidade frontal) do corpo 103 para uma porção frontal da luva dedestravamento 139. Com uma porção posterior da luva de destravamento 139exposta ao exterior, a tampa 161 é montada na cobertura de barril 106A por meiode hastes de montagem da esquerda e da direita 163 fornecidas em umaextremidade posterior aberta 161a. Portanto, o usuário pode operar a luva dedestravamento 139 para anexar e desanexar a broca da furadeira de impactol 19,com a unidade de sucção de poeira 151 mantida montada ao corpo 103.
Cada uma das duas hastes de montagem 163 é um membro que seestende longitudinalmente tendo uma seção circular, e disposta em umaextremidade posterior aberta 161a com um espaçamento de cerca de 180 grausentre as mesmas na direção circunferencial. As hastes de montagem 163 seestendem em uma direção posterior em paralelo uma à outra, passando pelo ladode fora da luva de destravamento 139 e ao longo da lateral da cobertura de barril106A. Os dois orifícios de montagem da esquerda e da direita 106a (ver FIGURA6) são formados através de uma porção de extremidade posterior da cobertura debarril 106A na direção axial da broca da furadeira de impacto a fim de montar ashastes de montagem 163. As extremidades que se estendem (extremidadesposteriores) das duas hastes de montagem 163 são inseridas de maneiraremovível nos orifícios de montagem 106a, para que a unidade de sucção depoeira 151 seja montada de modo separável ao corpo 103.
Os orifícios de montagem 106a são formados em um ressalto 106bque se projeta para fora da cobertura de barril 106A. Além disso, a extremidadefrontal de cada uma das hastes de montagem 163 é fixada à tampa 161 através deencaixe por pressão em um orifício formado na extremidade posterior aberta 161ada tampa161, ou através de moldagem por injeção na tampa 161 no processo deformação da tampa 161. Além disso, um anel em O 164 é encaixado na haste demontagem 163, para que o estado inserido da haste de montagem 163 no orifíciode montagem 106a seja mantido através da fricção entre o anel em O 164 e asuperfície da parede do orifício de montagem 106a.O fole 165 é disposto para cobrir a broca da furadeira de impactol 19(ver FIGURAS 1 e 4) quando a tampa 161 é montada na cobertura de barril 106A.Nesse estado, o fole 165 cobre por completo a broca da furadeira de impactol 19 eforma uma passagem de poeira 166 (espaço) entre o fole e a broca do martelete119. Uma extremidade aberta (extremidade da esquerda conforme observado nasFIGURAS 1 e 2) do fole 165 é designada como uma porta de sucção de poeira165a, e a extremidade apical da broca da furadeira de impacto 119 é localizada naporta de sucção de poeira 165a. Além disso, a outra extremidade aberta do fole165 é designada como uma porta de conexão 165b para a conexão com a tampa161. A porta de conexão 165b é encaixada de maneira separável em umaextremidade aberta 161b da extremidade frontal (extremidade da esquerdaconforme observado nas FIGURAS 1 e 2) da tampa 161. Especificamente, o fole165 é projetado para ser separável da tampa 161.
Além disso, uma passagem de conexão 167 é formada na tampa 161e conecta a passagem 166 no fole 165 e a passagem de transferência de poeira153. A passagem de conexão 167 é um recurso que corresponde à "passagem deconexão", de acordo com essa invenção. A passagem de conexão 167 é ummembro do tipo tubo tendo uma seção circular, e formado integralmente com atampa 161. Uma extremidade da passagem de conexão 167 é aberta para ointerior da porção frontal da tampa 161, e a outra extremidade se comunica com apassagem de transferência de poeira 153.
A passagem de transferência de poeira 153 inclui principalmente umtubo 171 tendo ambas as extremidades abertas, e que se estende, geralmente, emparalelo à direção axial da broca do martelete 119 dentro do corpo 103, e umamangueira flexível 173 conectada ao tubo 171. Nessa modalidade, conformemostrado na FIG. 5, o tubo 171 é posicionado para se estender na direçãolongitudinal através de um espaço S sobre o eixo de saída 112 do motor deacionamento 111, ou particularmente através de um espaço S entre uma superfícieda parede interna do alojamento de motor 105 e uma superfície da parede externade uma região inferior do alojamento de engrenagem 107 coberta pelo alojamentode motor 105. A extremidade frontal aberta do tubo 171 projeta-se para frenteatravés da superfície da parede frontal do alojamento de motor 105, e é exposta aoexterior (ver FIGURA 2). A extremidade posterior aberta da passagem de conexão167 na tampa 161 é conectada à extremidade frontal aberta exposta do tubo 171.
Além disso, a extremidade frontal aberta do tubo 171 é circundada por umacobertura tubular 105a é que formada integralmente com o alojamento de motor105, para que a extremidade frontal aberta seja protegida de ser submetida aforças externas, por exemplo, no estado em que não está conectada à passagemde conexão 167 da tampa 161.
A mangueira 173 é conectada à extremidade posterior do tubo 171, ecurvada dessa maneira para se estender para baixo atrás de um controlador 131,disposto dentro do alojamento de motor 105. O controlador 131 é uma seção decontrole, para o controle relacionado ao fornecimento de energia do motor deacionamento 111. A pega manual 109 inclui uma parte de pega 121 que seestende em uma direção vertical, transversal em relação à direção axial da brocada furadeira de impactol 19, e as partes de conexão 122, 123 se estendem parafrente a partir das extremidades superior e inferior da parte de pega 121. As partesde conexão superiores e inferiores 122, 123, são conectadas à parte posterior doalojamento de motor 105. Portanto, a pega manual 109 forma uma empunhaduracom formato de alça (Empunhadura com formato em D). A parte de pega 121 é umrecurso que corresponde a "parte de pega", de acordo com essa invenção. Alémdisso, a parte de pega 121 e a parte de conexão inferior 123 são ocas.
A mangueira 173 se estende para baixo dentro do alojamento demotor 105 e é curvada adicionalmente de modo a passar através do alojamento demotor 105, e se estende no espaço interno da parte de conexão inferior 123 umadas partes de conexão 123 que é remota a partir do gatilho 109a).Especificamente, a mangueira 173 se estende à parte de conexão 123, ou umadas partes de conexão superior e inferior 121, 123 da pega manual 109 que éremota a partir do eixo geométrico da broca do martelete 119. Uma extremidadeinferior da mangueira 173 forma uma porta de descarga de poeira 174 através daqual a poeira conduzida através da mangueira 173 é descarregada para o exterior.A porta de descarga de poeira 174 é um recurso que corresponde à "porta dedescarga de poeira", de acordo com essa invenção. A porta de descarga de poeira174 se projeta obliquamente para trás e para baixo a partir do interior da parte deconexão inferior 123 da pega manual 109, para o exterior, e é exposta (ver
FIGURA 2). A extremidade exposta ou a porta de descarga de poeira 174 podemser conectadas a uma mangueira de coleta de poeira 175 de um coletor de poeira,inserindo a mangueira de coleta de poeira 175 obliquamente para cima na porta dedescarga de poeira 174. Além disso, a porta de descarga de poeira 174 damangueira 173 é circundada por uma cobertura tubular 123a que é formadaintegralmente com a parte de conexão inferior 123, para que a porta de descargade poeira 174 seja protegida de ser submetida às forças externas no estado emque a mangueira de coleta de poeira 175 não está conectada à porta de descargade poeira 174.
A pega manual 109 é projetada como uma empunhadura à prova devibração em que a parte de conexão inferior 123 é conectada ao corpo de ummodo que ela possa girar em um pivô 124 na direção longitudinal, e a parte deconexão superior 122 é conectada elasticamente ao corpo por meio de ummembro elástico sob a forma de uma mola em espiral 125. Além disso, um protetorde fio 126 é fornecido adjacente à parte de conexão inferior 123 da pega manual109 em uma região inferior do alojamento de motor 105, e um fio CA (nãomostrado) para o fornecimento de energia CA ao motor de acionamento 111, e ocontrolador 131 é inserido através do protetor de fio 126. O protetor de fio 126 seestende linearmente de um modo que o fio CA é inserido na direção vertical. O fioCA é um recurso que corresponde ao "fio elétrico", de acordo com essa invenção.
O dispositivo de sucção de poeira 150, de acordo com essamodalidade, é construído conforme descrito acima. Portanto, quando umaoperação da furadeira de impacto é realizada em uma peça de trabalho, comoconcreto, a mangueira de coleta de poeira 175 do coletor de poeira é conectada àporta de descarga de poeira 174 da mangueira 173. Quando o coletor de poeira éacionado e a furadeira de impacto 101 é acionada com a broca do martelete 119pressionada contra a peça de trabalho a fim de realizar uma operação, motivandoa broca do martelete 119 a realizar um movimento de martelagem na direção axial,e um movimento de perfuração na direção circunferencial, a poeira gerada durantea operação é sugada na porta de sucção de poeira 165a do fole 165 que épressionado contra a peça de trabalho. A poeira sugada na porta de sucção depoeira 165a passa através da passagem 166 dentro do fole 165, da passagem deconexão 167 da tampa 161, do tubo 171, e da mangueira 173, e é então conduzidaa uma caixa de coleta de poeira de um coletor de poeira através da mangueira decoleta de poeira 175 do coletor de poeira que está conectado à porta de descargade poeira 174 da mangueira 173. Quando a broca da furadeira de impacto119perfura a peça de trabalho durante a operação, o fole de borracha 165 é contraídopara trás em relação à broca da furadeira de impacto para que a porta de sucçãode poeira 165a seja mantida em contato com a superfície da peça de trabalho, epara que a poeira possa ser sugada.
Além disso, pelo fato de o motor de acionamento 111 ser disposto deum modo que uma extensão do eixo geométrico rotacional do motor deacionamento 111 corre em uma direção transversal para a direção axial da brocada furadeira de impactol 19, a poeira gerada durante a operação é coletada com ouso de um coletor de poeira através da passagem de transferência de poeira 153formada pelo tubo 171 e a mangueira 173 que se estendem dentro do corpo 103.
Em uma construção, conforme descrito acima, em que o motor de acionamento111 é disposto de um modo que a extensão do eixo geométrico rotacional do motorde acionamento 111 corre em uma direção transversal para a direção axial dabroca do martelete 119, naturalmente, o espaço S que se estende na direção axialda broca do martelete 119 é estruturalmente formado entre a superfície interna doalojamento de motor 105 e a superfície externa da região inferior do alojamento deengrenagem 107 que aloja o mecanismo de conversão de movimento 113 e omecanismo de transmissão de energia 117, ou entre o alojamento interno e oalojamento externo. De acordo com essa modalidade, o tubo 171 que é umacomponente da passagem de transferência de poeira 153 é disposto dentro desseespaço S, para que o espaço S possa racionalmente utilizado. O espaço S é umrecurso que corresponde ao "espaço interno", de acordo com essa invenção.
Além disso, nessa modalidade, a passagem de transferência depoeira 153 é formada como uso da mangueira flexível 173 em uma região em queela se estende a partir de uma parte superior para uma parte inferior do alojamentode motor 105, e se estende adicionalmente através do alojamento de motor 105 naparte de conexão 123 da pega manual 109. Portanto, a flexibilidade éproporcionada no curso do tubo.
Além disso, a extremidade da mangueira 173 ou da porta dedescarga de poeira 174 está localizada na lateral oposta do motor de acionamento111 da broca da furadeira de impactol 19, ou na parte de conexão inferior 123 dapega manual 109. Portanto, em um estado de operação normal em que o usuáriosegura a parte de pega 121 da pega manual 109 com o dedo mínimo voltado parabaixo, a mangueira de coleta de poeira 175 conectada à porta de descarga depoeira 174 se localiza ao lado do dedo mínimo da mão que segura a parte de pega121 voltado para baixo. Portanto, a mangueira de coleta de poeira 175 que estálocalizada ao lado da mão do usuário que segura a pega manual 109 é impedidade interferir na operação da pega manual 109 e não prejudica a operabilidade.
Particularmente, nessa modalidade, a porta de descarga de poeira174 é disposta de modo adjacente a uma parte de entrada ou a um protetor de fio126, através do qual o fio AC é introduzido no corpo 103. Com essa construção, ofio AC e a mangueira de coleta de poeira 175, a qual é conectada à porta dedescarga de poeira 174 pode ser movida de modo inteiriço entre si. Portanto, aoperabilidade na operação da ferramenta elétrica pode ser aperfeiçoada.
Ademais, nessa modalidade, o fole 165 é destacável a partir datampa 161. Portanto, no caso de danos ao fole 165, apenas o fole 165 pode sersubstituído para que o custo de reparo possa ser reduzido.
Além disso, de acordo com essa modalidade, a fim de anexar aunidade de sucção de poeira 151, as ao menos duas hastes de montagem 163, asquais que se estendem lateralmente passando pela luva de destravamento 139,são inseridas nos orifícios de montagem 106a da cobertura de barril 106A. Comessa construção, o usuário pode operar a luva de destravamento 139 para anexare destacar a broca do martelete 119 broca do martelete com a unidade de sucçãode poeira 151 mantida montada à cobertura de barril 106A.
(Segunda modalidade representativa)
Uma segunda modalidade representativa da invenção é agoradescrita com referência às Figuras 7 a 10. Na segunda modalidade, além da pegamanual 109, uma pega IateraM 81 é montada ao corpo 103 da furadeira de impacto101. Nos outros pontos, possui a mesma construção é como a primeira modalidadesupramencionada. Portanto, os componentes e elementos que sãosubstancialmente idênticos àqueles na primeira modalidade possuem numeraissemelhantes e não são descritos ou apenas brevemente descritos. A pega lateral181 é uma característica que corresponder à "empunhadura lateral", de acordocom essa invenção.
A pega lateral 144 é um membro do tipo haste que se estendehorizontalmente em uma direção transversa à direção axial da broca do martelete119 e inclui, principalmente, um corpo de pega 182 que é montado de mododestacável à cobertura de barril 106A e a uma parte de pega a ser segurada pelousuário. A parte de pega 183 é formada por um membro cilíndrico oco conectadoem uma extremidade longitudinal ao corpo da pega 182. Uma parte de montagemde pega 184 é formada na cobertura de barril 106A por uma superfíciecircunferencial que possui uma largura pré-determinada e que se estende de modoparalelo à direção longitudinal do corpo 103.
Uma superfície de engate geralmente semicircular (nãoparticularmente mostrada nos desenhos) é formada em placas laterais anteriores eposteriores do corpo da pega 182 na direção axial da broca do martelete.
Ademais, o corpo da pega 182 possui uma banda de fixação 182a e uma haste decontrole rosqueada 182b para controlar a banda. Uma extremidade da haste decontrole rosqueada 182b é conectada à banda de fixação 182a, e a outraextremidade se estende pelo interior de um furo da parte da pega 183. Uma porçãorosqueada é formada na que extremidade estendida da haste de controle 182b eengatada de modo rosqueável com uma porca (não mostrada), a qual é giradajunto com a parte da pega 183.
A fim de montar a pega lateral 181 à parte de montagem da pega184, em primeiro lugar, o corpo 103 é inserido a partir de sua extremidade apical(na lateral da broca do martelete 119) em uma região circular que é definida pelasuperfície de engate do corpo de pega 182 e a banda de fixação 182a, e a regiãocircular é posicionada na parte de montagem da pega 184 da cobertura de barril106A. Nesse estado, a porca é girada junto com a parte da pega 183 em relaçãoao corpo da pega 182. Portanto, a banda de fixação 182a é movida em direção àsuperfície de engate pela haste de controle rosqueada 182b, com o objetivo de quea parte de montagem da pega 184 seja mantida entre a banda de fixação 182a e asuperfície de engate. Desse modo, a pega lateral 181 é montada à cobertura debarril 106A.
Nessa modalidade, a unidade de sucção de poeira 151 do dispositivode sucção de poeira 150 é montada de modo destacável à região de extremidadeapical do corpo 103, com a pega lateral 181 montada à cobertura de barril 106A.Com esse propósito, conforme mostrado na Figura 10, um orifício atravessadocircular 185 é formado através do corpo da pega 182 da pega lateral 181 no ladode conexão com a parte da pega 183, e uma das duas hastes de montagem 163na unidade de sucção de poeira 151 é inserida de modo frouxo através do orifícioatravessado 185. Os orifícios de montagem direito e esquerdo 106a formados nacobertura de barril 106A são dispostos em um arco circular que possui seu centrono eixo geométrico da broca do martelete 119 de tal modo que as hastes demontagem 163 possam ser montadas. O orifício atravessado 185 do corpo dapega 182 é correspondentemente disposto no mesmo arco circular que os orifíciosde montagem 106a, com a pega lateral 181 montada à parte de montagem dapega 184 da cobertura de barril 106A.Portanto, quando apega lateral 181 é montada à parte de montagemda pega 184, o orifício atravessado 185 é posicionado de frente para uma haste demontagem 163, e, nesse estado, a haste de montagem 163 pode ser inserida noorifício de montagem associado 106a através do orifício atravessado 185. Nessemomento, a outra haste de montagem 163 passa pelo exterior da banda de fixação182a e pode ser inserida em outro orifício de montagem 106a. Portanto, a pegalateral 181 pode ser montada à parte de montagem da pega 184 de tal modo quese estenda lateralmente à esquerda ou à direita, quando vista a partir do ladoposterior da furadeira de impacto 101. Ademais, a própria unidade de sucção depoeira 151 possui a mesma construção como na primeira modalidadesupramencionada.
De acordo com essa modalidade, conforme descrito acima, a hastede montagem 163 da unidade de sucção de poeira 151 é montada através dainserção da mesma no orifício de montagem 106a da cobertura de barril 106Aatravés do orifício atravessado 185 da pega lateral 181, com a pega lateral 181montada à parte de montagem da pega 184 da cobertura de barril 106A. Comessa construção, a unidade de sucção de poeira 151 pode ser anexada edestacada a partir da cobertura de barril 106A, com a pega lateral 181 mantidamontada à parte de montagem da pega 184 da cobertura de barril 106A. Dessemodo, não é necessário o incômodo de anexar ou destacar a pega lateral 181 aoanexar ou destacar a unidade de sucção de poeira 151. O dispositivo de sucção depoeira 150 pode ser aplicado de modo racional à furadeira de impacto 101 comuma pega lateral. Além disso, o dispositivo de sucção de poeira 150, de acordocom essa modalidade, possui o mesmo efeito daquele na primeira modalidaderepresentativa supramencionada.
(Terceira modalidade representativa)
Uma segunda modalidade representativa da invenção é agoradescrita com referência às Figuras 11 a 19. Nessa modalidade, conformemostrado nas Figuras 11 a 15, uma pluralidade de orifícios de sucção 172 sãoformados na passagem de transferência de poeira 153 disposta no interior docorpo 103 da furadeira de impacto 101 e funcionam de modo a fornecer umacomunicação entre o interior da passagem de transferência de poeira 153 e oespaço S do corpo 103 (espaço entre o alojamento interno e o alojamento externo)de modo a permitir que o calor no interior do corpo 103 e a poeira, a qual entra nocorpo 103, escapem para o exterior através dos orifícios de sucção 172.
Especificamente, no tubo 171, o qual é disposto no espaço S formadoentre a superfície de parede interna do alojamento do motor 105 e a superfície deparede externa da região inferior do alojamento de engrenagem 107 coberto porum alojamento de motor 105, os orifícios de sucção 172 são formados parafornecer uma comunicação entre o interior do tubo 171 e o espaço S de modo apermitir que o calor gerado no interior do corpo 103 e a poeira, a qual entra nocorpo 103, escapem para o exterior através dos orifícios de sucção 172. Osorifícios de sucção 172 são características que correspondem às "aberturas", deacordo com essa invenção. Conforme mostrado nas Figuras 14 e 15, o tubo 171 éparcialmente abaulado de maneira radial para fora de modo que uma pluralidadede projeções abauladas 172a seja formada. Nessa modalidade, conformemostrado nas Figuras 11 e 13, quatro projeções abauladas 172a são fornecidas notubo 171 com um espaçamento pré-determinado entre as mesmas nas direçõeslongitudinal e circunferencial do tubo. Conforme mostrado nas Figuras 14 e 15, osdois orifícios de sucção 172 são formados através de cada uma das projeçõesabauladas 172a e se estendem em uma direção transversa à direção deabaulamento da projeção. O número e o tamanho dos orifícios de sucção 172 sãodeterminados de modo que a função de sucção de poeira essencial do coletor depoeira não seja consideravelmente prejudicada. Ademais, toda a construção dafuradeira de impacto 101 é a mesma da primeira modalidade, e os componentesda mesma possuem numerais semelhantes e não são descritos.
Durante a operação da furadeira de impacto 101, quando omecanismo de acionamento na forma do mecanismo de conversão de movimento113, o mecanismo de percussão 115 e o mecanismo de transmissão de movimento177 são acionados, o interior do corpo 103 que aloja esses mecanismos se tornaquente. Nessa modalidade, através da provisão dos orifícios de sucção 172 notubo 171 da passagem de transferência de poeira 153, o ar no interior do espaço Sé sugado para o interior do tubo 171 através dos orifícios de sucção 172 quando ocoletor de poeira é acionado para sugar a poeira gerada durante a operação.
Portanto, no espaço S, o qual é circundado pelo alojamento interno que inclui oalojamento de engrenagem 107 e o barril 106 e o alojamento externo que inclui oalojamento de motor 105 e a cobertura de alojamento de engrenagem 107A, ou noespaço S do corpo 103, o ar que flui para o interior do tubo 171 é gerado.
Portanto, pode-se permitir que o calor no interior do espaço S escape para oexterior, de modo que o corpo 103 possa ser resfriado. Portanto, de acordo comessa modalidade, a passagem de transferência de poeira 153 funciona não sócomo um meio para transferir a poeira, como também pode ser utilizada de modoracional como um mecanismo para refrigeração do espaço S do corpo 103.
Na furadeira de impacto 101, o ar de refrigeração é conduzido a partirde um lado da lado a outro lado da extremidade do motor de acionamento 111 emsua direção axial a fim de resfriar o motor de acionamento 111. Nesse caso, se éconstruído, por exemplo, de modo que o ar de refrigeração flua em direção a umaescova de carvão (não mostrada) que é fornecida para que a corrente elétricapasse por um comutador do motor de acionamento 111, sendo que a poeira entrano corpo 103 e flui em direção à escova de carvão junto com o ar de refrigeração.
Portanto, a poeira pode aderir à escova de carvão e exercer um efeito adverso nomovimento de deslizamento da escova de carvão no comutador. Portanto, nessamodalidade, a poeira que entra no espaço S pode ser sugada junto com ar para ointerior do tubo 171 através dos orifícios de sucção 172. Desse modo, a quantidadede fluxo de poeira em direção à escova de carvão pode ser reduzida para que aescova de carvão possa ser protegida do efeito adverso de poeira.
Além disso, conforme mostrado nas Figuras 12 e 16, a unidade desucção de poeira 151 é montada na pega lateral 181 que é montada na parte demontagem da pega 184 da cobertura de barril 106A. A pega lateral 181 possuisubstancialmente a mesma construção da segunda modalidade supramencionadae, dessa maneira, os mesmos componentes possuem numerais semelhantes e nãosão especificamente descritos. Na Figura 16, entretanto, são mostrados algunsdos componentes da pega lateral 181 que não são mostrados na segundamodalidade, uma porca 188 e uma placa lateral 187 que possui uma superfície deengate 187a para engate com a parte de montagem da pega 184. Ademais, amaneira de montar a pega lateral 181 à parte de montagem da pega 184 também éa mesma da segunda modalidade representativa e, portanto, não é descrita.
Uma estrutura de montagem da unidade de sucção de poeira 151 àpega lateral 181 é agora descrita com referência à Figura 12. Dois pólos 191 quepossuem uma seção circular são fornecidos na extremidade posterior da tampa161 para montar a tampa 161 à pega lateral 181, e os pólos 191 se estendem paraa parte posterior em paralelo entre si e são distanciados em 180 graus entre si nadireção circunferencial. De modo correspondente, os dois orifícios de engate 193que ficam de frente para a tampa 161 são formados no corpo da pega 182 da pegalateral 181. Uma extremidade (extremidade posterior) de cada pólo 191 é inseridaem um orifício de engate 193 associado. Portanto, a tampa 161 é montada comsua extremidade posterior de frente para a extremidade anterior do corpo da pega182 com um espaçamento pré-determinado na direção axial da broca do martelete119.
Portanto, através da montagem da tampa, um espaço é criado entre ocorpo da pega 182 da pega lateral 181 e a tampa 161, com o objetivo de que ousuário possa inserir o dedo no espaço para operar a luva de destravamento 139.
Portanto, como na primeira modalidade, a broca do martelete 119pode ser anexada ou destacada através da operação da luva de destravamento139, com a unidade de sucção de poeira 151 mantida montada à pega lateral 181.
Um membro de engate 195 é fornecido no corpo de pega 182 dapega lateral 181 e possui uma protrusão de engate geralmente semicircular 195aque se projeta radialmente para dentro do orifício de engate 183. Quando o pólo191 da tampa 161 é inserido no orifício de engate 193, a protrusão de engate 195ado membro de engate 195 é elasticamente engatada a uma ranhura de engateanular 191a que é formada na periferia externa do pólo 191. Portanto, o membrode engate 195 é fornecido como um pólo que retém o membro para reter o pólo191 na posição inserida. Quando o pólo 191 é puxado para frente, o membro deengate 195 é elasticamente deformado de modo radial para fora e a protrusão deengate 195a é desengatada a partir da ranhura de engate 191a, para que o pólo191 possa ser removido a partir do orifício de engate 193. Portanto, a unidade desucção de poeira 151 pode ser anexada e destacada a partir da pega lateral 181,conforme necessário.
Ademais, conforme mostrado na Figura 17, o corpo 103 da furadeirade impacto101 possui uma estrutura de fenda que é separada em uma parte decorpo dianteira 103F e uma parte de corpo traseira 103R na direção axial da brocado martelete 119. A parte de corpo dianteira 103F inclui o alojamento de motor105, o alojamento de engrenagem 107, o barril 106, a cobertura de alojamento deengrenagem 107A e a cobertura de barril 106A. A parte de corpo traseira 103R éfornecida como um membro de cobertura traseira que cobre as regiões traseiras doalojamento de motor 105 e o alojamento de engrenagem 107. A parte de corpodianteira 103F é formada como um membro de unidade através da montagem doscomponentes da parte de corpo dianteira 103F, isto é, o alojamento de motor 105,o alojamento de engrenagem 107, o barril 106, a cobertura de alojamento deengrenagem 107A e a cobertura de barril 106A.
Por outro lado, a parte de corpo traseira 103R é formada como umúnico membro de cobertura traseiro. A parte de corpo traseira 103R é montada emcontato da parte traseira até a parte de corpo dianteira 103F formada pelamontagem, incluindo o alojamento de motor 105 e o alojamento de engrenagem107. A pega manual 109 é montada, ainda, à extremidade posterior dessa parte decorpo traseira 103R. A estrutura de montagem da pega manual 109 à parte decorpo traseira 103R é a mesma da primeira modalidade supramencionada e,portanto, não é descrita. A Figura 11 mostra o estado montado. A parte de corpodianteira 103F, a parte de corpo traseira 103R e a pega manual 109 sãocaracterísticas que correspondem à "pluralidade de componentes do corpo daferramenta", de acordo com essa invenção.
A passagem de transferência de poeira 153 do dispositivo de sucçãode poeira 150 possui uma estrutura de fenda que é separada na direção axial dabroca do martelete 119 de tal modo a corresponder à estrutura de fenda do corpo103 supramencionada.
Especificamente, a passagem de transferência de poeira 153 éseparada em três partes, isto é, um tubo anterior 171, um tubo posterior 176 e umaporta de descarga de poeira 178. O tubo anterior 171 é montado à parte de corpodianteira 103F e o tubo posterior 176 é montado à parte de corpo traseira 103Rcom antecedência, e a porta de descarga de poeira 178 é formado de modointegral à pega manual 109. Uma única passagem de transferência de poeira 153 éformada através da montagem da parte de corpo dianteira 103F e a parte de corpotraseira 103R e através da montagem da pega manual 109 à parte de corpotraseira 103R.
O tubo anterior 171 possui os orifícios de sucção 172 que fornecemuma comunicação entre o interior do tubo e o espaço S entre o alojamento externoe o alojamento interno. Conforme mostrado nas Figuras 14 e 15, o tubo anterior171 se estende, em geral, horizontalmente na direção longitudinal através de umespaço acima do eixo de saída 112 do motor de acionamento 111, ou o espaço Sentre a superfície de parede interna do alojamento de motor 105 e a superfície deparede externa da região inferior do alojamento de engrenagem 107 coberta peloalojamento de motor. O tubo anterior 171 é disposto para que seja basicamentelocalizado, em geral, logo abaixo do eixo geométrico central do corpo 103conforme visto a partir da direção vertical, porém, conforme mostrado na Figura 18,na região intermediária na direção longitudinal, o tubo anterior 171 éapropriadamente curvado para se estender ao longo de um lado a fim de impedirque o tubo 171 interfira no eixo de saída 112 do motor de acionamento 111 e noeixo intermediário do mecanismo de transmissão de energia 117. Conformemostrado na Figura 17, o tubo anterior 171 é montado prendendo as partes debaixo e de cima às superfícies compatíveis do alojamento de motor 105 e àcobertura de alojamento de engrenagem 107A. Além disso, conforme mostrado naFigura 18, um par de protrusões 171a é integralmente formado na superfícieexterno da porção de extremidade anterior do tubo anterior 171 e se projetahorizontalmente em uma direção radial do tubo. As protrusões 171a são fixadas auma base de tubo 105b (consultar Figura 12) formada no alojamento de motor 105,por parafusos (não mostrados). Ademais, uma ranhura circunferencial 171b(consulte Figura 18) é formada em ao menos uma superfície inferior de umaporção de extremidade posterior do tubo anterior 171 e engatada à borda deextremidade superior do alojamento de motor 105. Portanto, o tubo anterior 171 émontado de tal modo que seja travado contra o movimento em todas as direçõesem relação à parte de corpo dianteira 103F quando os componentes da parte decorpo dianteiro 103F são montados juntamente (consultar Figura 11).
O tubo posterior 176 possui, em geral, formato de Z, conforme visto apartir da lateral como mostrado na Figura 17, e possui um par de protrusões demontagem 176a integralmente formadas na superfície externa de sua regiãointermediária que se estende verticalmente e que se projeta horizontalmente emsua direção radial, conforme mostrado na Figura 19. O tubo posterior 176 éposicionado em relação à parte de corpo traseira 103R de tal modo que umaextremidade (extremidade anterior) do tubo posterior 176 na direção de extensãose projete para frente e outra extremidade (extremidade posterior) se projete paratrás através da parede anterior da parte de corpo traseira 103R. Então, o tuboposterior 176 é montado de maneira fixa a uma base de tubo 103Ra (consultarFigura 17) formada na parte de corpo traseira 103R, por parafusos (nãomostrados).
Ademais, a porta de descarga de poeira 178 formada integralmentecom a pega manual 109 possui uma porta de conexão dianteira 178a com a qual aparte projetante posterior do tubo 176 pode ser conectada, e uma porta deconexão posterior 178b com a qual a mangueira de coleta de poeira 175 do coletorde poeira pode ser conectado.Conforme descrito acima, a passagem de transferência de poeira 153disposta no interior do corpo 103 possui uma estrutura de fenda na direçãolongitudinal, correspondente à estrutura de fenda do corpo 103. Quando a parte decorpo dianteira 103F e a parte de corpo traseira 103R são montadas juntamente, aextremidade anterior do tubo posterior 176 é conectada através da inserção damesma na abertura de extremidade posterior do tubo 171. Ademais, quando apega manual 109 é montada à parte de corpo traseira, a extremidade posterior 176é conectada através da inserção da mesma na porta de conexão anterior 178b daporta de descarga de poeira 178. Portanto, a passagem de transferência de poeira153 é formada. Desse modo, a passagem de transferência de poeira 153 é
formada através da montagem do corpo 103 e da montagem da pega manual 109.Portanto, comparada a uma construção em que a passagem de transferência depoeira 153 é montada após a conclusão da montagem do corpo 103, a facilidadede montagem da passagem de transferência de poeira 153 é aperfeiçoada.Ademais, a passagem de transferência de poeira 153 pode ser facilmente reparadaquando obstruída por poeira.
Além disso, conforme mostrado na Figura 17, a passagem deconexão 167 que é fornecida na tampa 161 a fim de conectar o fole 165 daunidade de sucção de poeira 161 ao tubo anterior 171 da passagem detransferência de poeira 153 é separadamente formada a partir da tampa 161. Apassagem de conexão 167 é formada por um tubo cuja extremidade (extremidadeanterior) pode ser conectada de modo destacável a uma porta de conexão 161c datampa 161 e a outra extremidade (extremidade posterior) pode ser conectada demodo destacável à abertura da extremidade anterior do tubo anterior 171.Ademais, a passagem de conexão 167 possui uma porção do tipo fole em suaregião intermediária na direção de extensão e é dotada, portanto, de flexibilidadepara que seja facilmente posicionada quando conectada à porta de conexão 161cda tampa 161 e à abertura da extremidade anterior do tubo anterior 171.
Conforme descrito acima, a passagem de conexão 167 pode serremovida não apenas a partir da passagem de transferência de poeira 153, porém,também pela tampa 161. Portanto, através da remoção da passagem de conexão167 da porta de conexão 161c da tampa 161 e da conexão direta da mangueira decoleta de poeira 175 do coleto de poeira à porta de conexão 161c, a poeiratambém pode ser coletada sem o uso da passagem de transferência de poeira 153que se estendem no interior do corpo 103. Nesse caso, a resistência do fluxo de éreduzida devido a não utilização da passagem de transferência de poeira 153, como objetivo de que a poeira possa ser sugada com uma força de sucção maispotente. Nesse caso, preferencialmente, a abertura da extremidade anterior dotubo anterior 171 que é uma porta de sucção de poeira da passagem detransferência de poeira 153 e a porta de conexão posterior 178b da porta dedescarga de poeira 178 são fechadas por buchas.
(Quarta modalidade representativa)
Uma segunda modalidade representativa da invenção é agoradescrita com referência à Figura 20. O dispositivo de sucção de poeira 150 dessamodalidade é fornecido como uma alteração de operação de perfuração para umaoperação de martelagem. O dispositivo de sucção de poeira 150 pode ser aplicadoa um martelete em que uma broca do martelete realiza apenas um movimentolinear e também a uma furadeira de impacto que pode ser comutada entre o modode percussão, no qual a broca do martelete realiza apenas um movimento linear, emodo de furadeira de impacto, no qual realiza um movimento linear e rotação.
Conforme bem conhecido, o martelete possui a mesma construção da furadeira deimpacto, exceto pelo fato de que não tem um mecanismo de transmitir de energiapara a rotação da broca do martelete.
Essa modalidade possui a mesma construção da terceira modalidaderepresentativa, exceto pelo fato de que o fole 165 da unidade de sucção de poeira151, de acordo com a terceira modalidade representativa, é alterado para uma luvade sucção de poeira não extensiva 265. A operação de martelagem é, depreferência, realizada enquanto verifica-se visualmente a posição da extremidadeapical da broca da ferramenta. Portanto, conforme mostrado na Figura 20, aunidade de sucção de poeira 151 do dispositivo de sucção de poeira 150 éconfigurada de tal modo que uma porção da extremidade apical de uma broca domartelete (ponteiro) 219 para a operação de martelagem projete um comprimentopré-determinado através da extremidade da luva de sucção de poeira 265.Ademais, a luva de sucção de poeira 265 possui um formato cônico (formato detrompeta) de modo que seu diâmetro interior aumente em direção à extremidadeapical. Especificamente, a área de abertura da luva de sucção de poeira 265 émaximizada na região de extremidade apical. Com tal configuração, é possívelimpedir que a luva de sucção de poeira 265 interfira na peça de usinagem durantea operação de martelagem e, portanto, na operação de martelagem e, ao mesmotempo, a facilidade com a qual a poeira pode ser coletada (capturada) pela luva desucção de poeira 265 pode ser aperfeiçoada. A construção do dispositivo desucção de poeira 150 para a operação de martelagem é idêntica ao dispositivo desucção de poeira 150 para a operação de perfuração que é descrita na terceiramodalidade, exceto pelo ponto supramencionado. Portanto, todos os componentesdo dispositivo de sucção de poeira 150 para a operação de martelagem diferentesda construção supramencionada possuem números semelhantes, como odispositivo de sucção de poeira 150 para a operação de perfuração, e não sãodescritos ou brevemente descritos.
O dispositivo de sucção de poeira 150 construído conforme descritoacima é aplicado na operação de martelagem. A poeira gerada durante aoperação de martelagem pode ser coletada na luva de sucção de poeira 265 eforçada à sucção por um coletor de poeira. Ademais, a sucção de poeira e aoperação de coleta através da luva de sucção de poeira 265 podem ser realizadassem a necessidade de interrupção da operação de martelagem para que atrabalhabilidade também seja aperfeiçoada.
A fim de aplicar o dispositivo de sucção de poeira 150 desenhadopara a operação de perfuração e o dispositivo de sucção de poeira 150 desenhadopara a operação de martelagem à furadeira de impacto 101, o fole 165 ou a luva desucção de poeira 265 podem ser montados à furadeira de impacto 101 através desubstituição, de acordo com o modo de operação ou, especificamente, de acordocom a possibilidade de ser acionado no modo de percussão ou de ser acionado nomodo de furadeira de impacto ou no modo de perfuração. Nesse caso, o fole 165ou a luva de sucção de poeira 265, os quais são configurados para seremadequados para a operação, podem ser adequadamente usados para coletar apoeira para que a operação de coleta de poeira possa ser realizada de modoeficiente. Ademais, os componentes diferentes do fole 165 ou da luva de sucçãode poeira 265 podem ser racionalmente compartilhados.
Ademais, da primeira à terceira modalidades representativassupramencionadas, a broca do martelete 119 é totalmente coberta pelo 165 daunidade de sucção de poeira 151 e o espaço interno do fole 165 é desenhadocomo a passagem de poeira 166. No entanto, pode ser construído, por exemplo,de modo que somente a porção de extremidade apical da broca do martelete 119 écoberta e a poeira sugada através da porta de sucção de poeira é transferida parao tubo 171 através da passagem de conexão.
Além disso, nas modalidades acima, a furadeira de impacto 101 édescrita, em que a broca do martelete 119 realiza um movimento de martelagemna direção axial e um movimento de perfuração na direção circunferencial, porém,naturalmente, a invenção também pode ser aplicada a um percussor, em que abroca do martelete 119 realiza apenas o movimento de martelagem na direçãoaxial.
Além disso, considerando-se os aspectos supramencionados, ascaracterísticas seguintes podem ser fornecidas. "A parte de sucção de poeira podeter ao menos duas hastes de montagem que se estendem na direção axial dabroca da ferramenta e as hastes de montagem podem ser inserida de modoremovível nos orifícios de montagem formados no corpo da ferramenta, com oobjetivo de que a parte de sucção de poeira seja montada ao corpo de ferramenta."
"Uma luva de destravamento para a substituição da broca daferramenta pode ser disposta na região da extremidade apical do corpo daferramenta e pode ser deslizada por um usuário na direção axial da broca daferramenta, e cada uma das hastes de montagem podem ser estendidas em umadireção oposta à broca de ferramenta, passando pelo exterior da luva dedestravamento, e sua extremidade de extensão é inserida no orifício de montagemassociada do corpo da ferramenta."
"A passagem de transferência de poeira pode inclui um tubo rígido euma mangueira flexível conectada ao tubo."
"Um orifício atravessado pode ser formado através da empunhaduralateral na direção axial da broca da ferramenta e a haste de montagem da parte desucção de poeira pode ser inserida de modo removível no orifício de montagem docorpo da ferramenta através do orifício atravessado."
Descrição dos numerais
101 furadeira de impacto (ferramenta elétrica)
103 corpo
103F parte do corpo anterior
103R parte do corpo posterior
103Ra base do tubo
105 alojamento de motor
105a cobertura tubular
105b base do tubo
106 barril
106A cobertura de barril
106a orifício de montagem
106b ressalto
107 alojamento de engrenagem
107A cobertura de alojamento de engrenagem
109 pega manual (empunhadura)
109a gatilho
111 motor de acionamento
112 eixo de saída
113 mecanismo de conversão de movimentação
115 mecanismo de percussão117 mecanismo de transmissão de energia119 broca do martelete (broca da ferramenta)
121 parte da pega
122 parte de conexão superior
123 parte de conexão inferior
123a cobertura tubular
124 pivô
125 mola espiral
126 protetor de fio
129 pistão
131 controlador
137 retentor de ferramenta
137a orifício de retenção da broca
138 garra de travamento
139 luva de destravamento
141 cilindro141a câmara de ar143 percussor145 parafuso de impacto150 dispositivo de sucção de poeira
151 unidade de sucção de poeira (parte de sucção de poeira)153 passagem de transferência de poeira161 tampa
161a extremidade de abertura posterior161b extremidade de abertura anterior
161c porta de conexão
163 haste de montagem
164 anel O
165 fole
165a porta de sucção de poeira165b porta de conexão
166 passagem
167 passagem de conexão
171 tubo, tubo anterior
171a protrusão de montagem
171b ranhura
172 orifício de sucção (abertura)
172a projeção abaulada
173 mangueira
174 porta de descarga de poeira
175 mangueira de coleta de poeira
176 tubo posterior
176a protrusão de montagem
178 porta de descarga de poeira
178a porta de conexão anterior
178b porta de conexão traseira
181 pega lateral (empunhadura lateral)
182 corpo da pega
182a banda de fixação
182b haste de operação rosqueada
183 parte da pega
184 parte de montagem da pega
185 orifício atravessado
187 placa lateral
187a superfície de engate
188 porca
191 pólo
191a ranhura de engate
193 orifício de engate
195 membro de engate195a protrusão de engate
219 broca do martelete
265 luva de sucção de poeira
Claims (15)
1. Ferramenta elétrica CARACTERIZADA pelo fato de quecompreende:um motor,um corpo da ferramenta que aloja o motor, em que a broca daferramenta é acoplada a uma região de extremidade apical do corpo da ferramentae acionada pelo motor para realizar uma operação pré-determinada,uma parte de sucção de poeira através da qual a poeira geradadurante a operação pela broca da ferramenta é sugada, sendo que a parte desucção de poeira cobre ao menos uma extremidade apical da broca da ferramenta,uma passagem de transferência de poeira através da qual a poeirasugada para o interior da parte de sucção de poeira é transferida, sendo que apassagem de transferência de poeira é disposta no interior do corpo da ferramenta,euma porta de descarga de poeira através da qual a poeira transferidaatravés da passagem de transferência de poeira é descarregada para o exterior,em que a porta de descarga de poeira é disposta no lado oposto do motor a partirda broca da ferramenta.
2. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que o motor é disposto de tal modoque uma extensão de um eixo geométrico rotacional do motor percorre umadireção transversa à direção axial da broca da ferramenta, eem que, em uma posição horizontal do corpo da ferramenta no qual adireção axial da broca do martelete coincide com uma direção horizontal, apassagem de transferência de poeira se estende em uma direção transversa auma direção axial de um eixo de saída do motor acima do eixo de saída no interiordo corpo da ferramenta.
3. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que compreende uma parte da pega a sersegurada por um usuário, sendo que a parte da pega se estende em uma direçãotransversa à direção axial da broca da ferramenta, em que as ambas asextremidades da empunhadura na direção de extensão da parte da pega sãoconectadas ao corpo da ferramenta, em que a porta de descarga de poeira éformada em uma das conexões da empunhadura ao corpo da ferramenta que édistante do eixo geométrico da broca da ferramenta.
4. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que compreende, ainda, um fio elétrico quefornece energia para o motor, em que a porta de descarga de poeira é disposta demodo adjacente ao fio elétrico.
5. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que a parte de sucção de poeira cobre totalmentea broca da ferramenta e possui um formato de tampa que possui uma extremidadeaberta formada como uma porta de sucção de poeira no lado da broca daferramenta e no lado oposto à porta de sucção de poeira, sendo que a parte desucção de poeira possui uma passagem de conexão através da qual a poeirasugada para um local entre a parte de sucção de poeira e a broca da ferramentaatravés da porta de sucção de poeira é transferida para a passagem detransferência de poeira.
6. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 5,CARACTERIZADA pelo fato de que compreende, ainda, uma empunhadura lateralque se estende em uma direção transversa à direção axial da broca da ferramenta,em que a parte de sucção de poeira é passível de ser montada ao corpo daferramenta com a empunhadura lateral montada ao corpo da ferramenta.
7. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 5,CARACTERIZADA pelo fato de que a substituição da broca da ferramenta podeser feita com a parte de sucção de poeira montada à região de extremidade apicaldo corpo da ferramenta.
8. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que a parte de sucção de poeira inclui uma regiãomóvel expansível e contrátil que possui um fole tubular para cobrir a broca daferramenta e uma região fixa montada à região de extremidade apical do corpo daferramenta, sendo que a região móvel é removível da região fixa, de modo que aregião móvel seja substituída.
9. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que as aberturas são formadas na passagem detransferência de poeira para fornecer a comunicação entre a passagem detransferência de poeira e um espaço interno do corpo da ferramenta.
10. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 9,CARACTERIZADA pelo fato de que compreende, ainda, um mecanismo deacionamento que é acionado pelo motor e que faz com que a broca de ferramentarealize ao menos um movimento linear na direção axial, em que o corpo daferramenta possui um alojamento interno que aloja o mecanismo de acionamento eum alojamento externo que cobre o alojamento de interno, e a passagem detransferência de poeira é disposta em um espaço interno entre o alojamentointerno e o alojamento externo.
11. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que o corpo da ferramenta é formado por umapluralidade de componentes do corpo da ferramenta, e a passagem detransferência de poeira possui uma estrutura de fenda configurada de formacorrespondente com o objetivo de que uma única passagem de transferência depoeira seja formada quando os componentes do corpo da ferramenta sãomontados no corpo da ferramenta.
12. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que a parte de sucção de poeira pode ter aomenos duas hastes de montagem que se estendem na direção axial da broca daferramenta, e as hastes de montagem podem ser inseridas de modo removível nosorifícios de montagem formados no corpo da ferramenta, com o objetivo de que aparte de sucção de poeira seja montada ao corpo de ferramenta.
13. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 12,CARACTERIZADA pelo fato de que compreende uma luva de destravamento paraa substituição da broca da ferramenta, em que a luva de destravamento é dispostana região de extremidade apical do corpo da ferramenta e é deslizável por umusuário na direção axial da broca da ferramenta,em que cada uma das hastes de montagem se estende em umadireção oposta à broca da ferramenta, passando pelo exterior da luva dedestravamento, e uma extremidade de extensão de cada haste de montagem éinserida no orifício de montagem associado do corpo da ferramenta.
14. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que a passagem de transferência de poeira incluium tubo rígido e uma mangueira flexível conectada ao tubo.
15. Ferramenta elétrica, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADA pelo fato de que compreende uma empunhadura lateral que seestende em uma direção transversa à direção axial da broca da ferramenta, emque um orifício atravessante é formado através da empunhadura lateral na direçãoaxial da broca da ferramenta, e a haste de montagem da parte de sucção de poeiraé inserida de modo removível no orifício de montagem do corpo da ferramentaatravés do orifício atravessante.
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