BRPI0905397A2 - sistema e mÉtodo de lavagem de filtro a vÁcuo de lama de cal - Google Patents

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BRPI0905397A2
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Kimmo Peltonen
Steve Hendrix
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Abstract

SISTEMA E MÉTODO DE LAVAGEM DE FILTRO A VÁCUO DE LAMA DE CAL. A presente invenção refere-se a um método para limpar o tambor de um secador a vácuo que inclui girar o tambor em torno de um eixo geométrico em uma primeira direção para formar a crosta de material sobre o tambor à medida que se desloca através de uma cuba do material, no qual uma camada externa da crosta é uma camada de pré-revestimento formada a partir do material na cuba; aspirando o filtrado através da crosta e filtro sobre o tambor para uma rede de condutos no tambor, no qual a camada de pré-revestimento se espessa quando o filtrado é removido; mecanicamente raspando pelo menos uma parte da camada de pré-revestimento da crosta; descarregando um líquido de lavagem de uma carreira de bocais de uma estrutura de lavagem, no qual o líquido de lavagem é descarregado em uma sequência na qual um dos bocais na carreira descarrega o líquido de lavagem enquanto outros bocais na carreira não estão aplicando o líquido de lavagem ao tambor.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "SISTEMA EMÉTODO DE LAVAGEM DE FILTRO A VÁCUO DE LAMA DE CAL".
Pedido Relacionado
O presente pedido reivindica prioridade para o pedido de patenteprovisório US SN 01/117.324, depositado em 24 de novembro de 2008, ointeiro teor do qual é incorporado a título de referência.
Antecedentes da Invenção
A presente invenção refere-se em geral à lavagem de tamboresde secadores a vácuo de grande porte e, mais especificamente da remoçãopor lavagem de pequenas partículas do tambor e a lavagem do filtro do tam-bor em secadores de tambor a vácuo da lama de cal.
Um secador de tambor a vácuo remove a água e torna mais es-pessa a lama de cal que é tipicamente adicionalmente processada por umforno de cal. No secador, a lama de cálcio com um teor de sólidos secos decerca de 25% é tornada mais espessa a um teor de sólidos secos de 70 a85%. A lama de cal é aplicada a um tambor filtro do secador a vácuo. Umacrosta de lama de cal se acumula sobre a superfície externa do tambor filtroa uma espessura de 15 mm a 35 mm. Uma camada de lama de cal de pré-revestimento se forma como a camada externa da crosta de lama. A espes-sura da camada de pré-revestimento normalmente de 1 mm a 3 mm. Umaparte inferior do tambor gira através de uma cuba de lama de cal. Quando otambor filtro gira acima da cuba, o líquido filtrado é extraído da crosta e atra-vés do filtro por um sistema a vácuo. A remoção do filtrado seca e espessa alama de cal na camada de pré-revestimento sobre o tambor. Ao término daparte de secagem da rotação do tambor, um raspador remove uma camadaexterna, por exemplo, de cerca de 1 mm, da lama de cal seca da superfícieda camada de filtro de pré-revestimento. A lama de cal seca se precipita doraspador sobre um transportador e é conduzida para um forno.
A parte da camada de filtro de pré-revestimento que deixou deser raspada pode criar uma obstrução com finas partículas de cal. O entupi-mento causado por uma camada de pré-revestimento cria excessiva resis-tência ao fluxo do filtrado através da massa não-compactada de cal quandoo tambor gira através da cuba. Para evitar obstruções, a camada de pré-revestimento é periodicamente removida por uma lavagem na forma de umapulverização e a camada de pré-revestimento se reforma sobre a crosta decal. Além disso, o tambor filtro pode se tornar entupido com partículas de cal.
O tambor filtro é periodicamente limpo por jatos de água sob alta pressãoque cortam fora e limpam o filtro. A crosta se reforma sobre o filtro quando otambor gira através da cuba.
Sistemas de lavagem típicos para secadores da lama de cal sãoexpostos nas patentes US: 5.759.397; 5.897.788 e na publicação do pedidode patente n-2007/0251891. Estes sistemas de lavagem convencionais utili-zam jatos sob alta pressão e pulverizações sob pressão média para aplicarlíquido de lavagem à crosta de cal e tambor filtro. Os jatos de alta pressãoremovem a crosta e lavam o filtro exposto pela remoção da crosta. As pulve-rizações sob pressão média removem a camada de pré-revestimento, porémnão removem a inteira crosta de cal. As pulverizações sob pressão médiasão usadas enquanto os jatos sob alta pressão permanecem inativos, e po-dem ser aplicadas com os jatos sob alta pressão para evitar perda de pres-são de sucção devido à remoção da crosta de cal. Veja-se a patente US n-5.897.788, coluna 4, itens 8 a 56.
Estes sistemas de lavagem típicos não permitem a remoção porraspagem da cal enquanto os jatos sob alta pressão removem a crosta decal e efetuam a limpeza do tambor filtro. A crosta é removida e o filtro é lim-po periodicamente, tal como uma vez a cada quatro (4) a oito (8) horas deoperação do secador de tambor a vácuo. Enquanto a crosta está sendo re-movida e o filtro limpado, a parte superior da camada de pré-revestimento ésimultaneamente raspada e descarregada do tambor. A suspensão da ras-pagem da camada de pré-revestimento interrompe a produção da lama decal espessa pelo secador de tambor a vácuo. De há muito verifica-se a ne-cessidade por técnicas para limpeza do tambor filtro que não envolvam ainterrupção do funcionamento do secador.
Breve Descrição da Invenção
Um sistema de lavagem foi desenvolvido para um filtro em umsecador a vácuo de lama de cal. O sistema de lavagem inclui bocais de pul-verização que lavam a crosta de filtro de lama de cal e o filtro no secador avácuo. Os bocais de pulverização sãO distribuídos em uma ou mais carrei-ras através da largura do tambor de secador cilíndrico. Os bocais em cadacarreira de maneira independente e sucessiva são alimentados com líquidode lavagem, por exemplo, água, através de condutos de aço inoxidável. Á-gua ou outro líquido de lavagem é aplicado sucessivamente aos bocais depulverização de tal maneira que somente um ou dois bocais projetem líquidoa qualquer tempo. Os bocais se deslocam em vai e vem através de uma cur-ta seção do tambor de filtro em um movimento oscilante quando líquido delavagem é aplicado a uma região em anel tubular estreita do tambor. Apósos bocais selecionados terem aplicado líquido de lavagem à região em aneltubular sobre o tambor, outros bocais são selecionados e aplicam líquido delavagem à outra região de anel tubular do tambor. A seleção de bocais seprocessa sucessivamente de tal maneira que com o passar do tempo a intei-ra largura do tambor receba uma pulverização de um dos bocais.
Condutos, tais como tubos, ministrando líquido de lavagem aosbocais são contidos em uma travessa em aço inoxidável disposta adjacenteao tambor a vácuo. Os bocais podem ser afixados à travessa e posicionadospara projetar líquido de lavagem sobre a crosta de cal suportada pelo filtro etambor. A travessa se movimenta em vai e vem para direcionar a pulveriza-ção de lavagem pelo bocal ou bocais selecionados sobre uma região de aneltubular sobre a crosta de cal. A travessa é movida em vai e vem por um mo-tor e engrenagens montadas em uma extremidade da travessa. As extremi-dades da travessa são suportadas por rolos ou outras e estruturas de man-cai que permitem a movimentação da travessa em vai e vem. Os rolos oumancais podem ser encerrados por uma vedação em forma de coberta deborracha para serem protegidos contra o pó de lama de cal.
Água é fornecida aos condutos na travessa por uma bomba dealta pressão que de preferência opera a uma velocidade e pressão de des-carga variável. Alguns dos condutos ministram líquido de lavagem sob altapressão a bocais de jato distribuídos ao longo da extensão da travessa. Ou-tros condutos ministram líquido de lavagem sob pressão média a bocais deventilador também distribuídos ao longo do comprimento da travessa.
Válvulas a solenoide dirigem água da bomba às médias ou altaspressões necessárias para o ventilador e bocais de jato.
Um dispositivo de controle de fluxo, por exemplo válvulas de so-lenoide, de preferência posicionadas no exterior do tambor dirigem líquido delavagem para bocais selecionados. As válvulas a solenoide distribuem o lí-quido de lavagem sucessivamente para os bocais. A operação das válvulasde solenoide é controlada por um algoritmo de controle de fluxo que podeser executado por um sistema central de controle distribuído (DCS)1 um cir-cuito lógico de programa local (PLC) ou outro processador de computador ousistema de controle de circuito eletrônico.
A invenção pode ser incorporada como o um método de limpezade um tambor de um secador a vácuo, em que o tambor tem uma superfíciecircunferente incluindo um filtro coberto por uma crosta de um material a sersecado e uma rede de condutos que recebem o filtrado passando através dacrosta e filtro, uma cuba do material no qual o tambor é parcialmente assen-tado, um raspador mecânico adjacente a um primeiro lado do tambor e umaestrutura de lavagem incluindo pelo menos uma carreira de bocais adjacen-tes a um segundo lado do tambor, o método compreendendo: girar o tambore torno de um eixo geométrico em uma primeira direção para formar a crostado material sobre a superfície circunferente quando o tambor circula atravésda cuba, em que uma camada externa da crosta é uma camada de pré-revestimento formada do material na cuba, aspirando o filtrado através dacrosta e filtro e para o interior da rede de condutos, em que a camada depré-revestimento se espessa quando o filtrado é removido; mecanicamenteraspando pelo menos uma parte da camada de pré-revestimento da crostapelo raspador, no qual o primeiro lado do tambor gira para baixo no sentidoda cuba; e descarregando um líquido de lavagem de uma carreira de bocaisda estrutura de lavagem para o segundo lado do tambor, no qual o líquido delavagem é descarregado em uma seqüência em que um dos bocais na car-reira está descarregando o líquido de lavagem ao passo que outros bocaisna carreira não estão aplicando o líquido de lavagem ao tambor.
Um secador a vácuo compreendendo: um tambor girável incluin-do uma superfície circunferente coberta por um filtro e uma crosta de ummaterial a ser secado; uma rede de condutos que recebem o filtrado pas-sando através da crosta e filtro; uma cuba do material no qual o tambor estáparcialmente assentado; um raspador mecânico adjacente a um primeirolado do tambor, e uma estrutura de lavagem incluindo bocais adjacentes aum segundo lado do tambor e os bocais são distribuídos lateralmente atra-vés da superfície do tambor; e um controlador acionando pelo menos umaválvula para selecionar um ou mais dos bocais para descarregar um fluidocontra a crosta enquanto o raspador remove uma camada externa da crosta.
Descrição Sucinta dos Desenhos
A figura 1 é um diagrama esquematizado mostrando em seçãotransversal um secador de tambor a vácuo para lama de cal;
A figura 2 é um diagrama esquemático mostrando um sistemade lavagem para direcionar jatos de água sob alta pressão e pulverizaçõesde água sob pressão média para a crosta de cal e tambor filtro no secador avácuo de lama de cal;
A figura 3 é uma vista em perspectiva de um lado frontal do con-junto de motor e engrenagens típico afixado a uma travessa de curso alter-nativo suportando bocais para o sistema de lavagem;
A figura 4 é uma vista extrema da travessa com o conjunto demotor e engrenagens mostrado na figura 3;
A figura 5 é uma vista em perspectiva de um lado traseiro doconjunto de motor e engrenagens e a travessa de curso alternativo mostradana figura 3;
A figura 6 é uma vista em perspectiva de outra modalidade dosistema de lavagem que inclui uma válvula giratória para de maneira suces-siva direcionar líquido de lavagem sob alta e média pressão de bocais dirigi-dos contra a crosta de cal;
A figura 7 é uma vista em perspectiva de componentes rotativose estacionários da válvula reguladora mostrada na figura 6 que dirigem emsucessão líquido de lavagem para cada um dos bocais de lavagem.
A figura 8 é um diagrama esquemático de outra modalidade desistema de lavagem para aplicar água sob alta e sob média pressão suces-sivamente para uma carreira de bocais de jato e uma carreira de bocais deventilador, respectivamente.
Descrição Detalhada da Invenção
A figura 1 ilustra um sistema de tambor a vácuo incluindo umtambor rotativo 2 montado sobre um eixo 3 se estendendo através de umeixo geométrico rotativo longitudinal do tambor. O casco cilíndrico do tamboré construído de uma armação porosa cilíndrica 4, placa perfurada ou outrasuperfície de apoio que forme um suporte em malha, poroso ou perfuradopara um pano de filtro 5. O casco é coberto com o pano de filtro 5, tal comoum pano de tela ou polipropileno. Imediatamente para dentro do casco cilín-drico 4 existe uma rede de compartimentos de drenagem de filtro 6 (somenteum deles é mostrado) cada um tendo um duto de filtrado 7 (mostrado demaneira esquemática na figura 1) para direcionar o filtrado para uma válvulade descarga de filtrado 8 na extremidade do tambor ou para uma parte ocado eixo 3;
O filtrado passando através da armação cilíndrica 4 para o inte-rior dos compartimentos de drenagem 6 é descarregado pela válvula 8 oueixo 3 através de um sistema de descarga induzido por ação da gravidadeou por um sistema de descarga induzido por uma bomba 9. A descarga dofiltrado gera um vácuo em cada dos compartimentos de drenagem 6. O vá-cuo extrai o líquido através da armação 4 e do pano filtro 5, ao passo que opano filtro bloqueia os particulados, por exemplo, particulados de cal. Devidoao bloqueio dos particulados, uma crosta cilíndrica 10 de lama de cal se for-ma sobre a superfície externa do pano filtro. A crosta de cal 10 tem tipica-mente uma espessura de 15 mm a 35 mm.
Uma parte inferior do tambor 2, por exemplo, entre as posiçõesde 4 a 8 horas de relógio de rotação do tambor, e é parcialmente imersa emuma cuba 11 contendo lama de cal 12. O tambor gira no sentido horário con-forme indicado seta 19 sobre o tambor na figura 1. Uma entrada 13 para oalojamento de cuba 11 recebe um fluxo de lama de cal de preferência a umteor de sólidos secos de 20% a 25% de partículas de cal para o líquido. Alama de cal 12 na cuba se afixa à crosta de lama 10 a medida que o tamborsecador gira através do alojamento da cuba.
Quando o tambor 2 gira, a lama de cal 12 na cuba é aspiradasobre a crosta de lama pela ação de sucção aplicada ao pano filtro 5 e com-partimentos de drenagem 6 abaixo da crosta de cal. O vácuo parcial domi-nante nos dutos de filtrado 7 apresenta um diferencial de pressão aspirandoa lama de cal para a crosta e filtra o líquido através da crosta e do filtro. Alama de cal se acumula sobre a crosta de lama a medida que o tambor giraatravés da cuba. Quando o tambor gira e a crosta de lama espessa se elevada cuba, o vácuo parcial continua a remover líquido da crosta de lama e efe-tuar sua transferência para os compartimentos de drenagem 6. A remoçãode líquido da crosta de cal eleva o teor de sólidos secos da lama de cal nacamada de pré-revestimento 17 da crosta de cal. O líquido filtrado, isto é, olicor fraco, separado da lama de cal e aspirado através do pano de filtro epassado para o interior dos compartimentos de drenagem.
A camada externa de lama de cal sobre a crosta de cal 10 é de-signada de uma camada de pré-revestimento 17. A lama de cal na camada de pré-revestimento 17 se engrossa à medida que a água é aspirada da ca-mada e através da parte subjacente da crosta de cal e filtro. A camada depré-revestimento tem tipicamente uma espessura de 1 a 3 mm. A camada depré-revestimento é reformada sobre a crosta de lama à medida que o tamborgira através da cuba 11 que contém a lama de cal.
Um raspador 14 remove a camada de pré-revestimento 17 ouuma parte, por exemplo, 1 mm da camada de pré-revestimento. O raspadorde lama de cal 14 estende ao longo do lado da crosta de cal 10 de uma ex-tremidade longitudinal do tambor para a outra. O raspador 14 pode removeruma camada externa delgada, por exemplo, de um milímetro de espessura, da camada de pré-revestimento. O raspador guia a lama de cal seca remo-vida para uma correia transportadora 15 (mostrada em seção transversal nafigura 1) ao lado do transportador ou um mecanismo correspondente quetransporta a lama de cal seca para um forno de re-calcinar.
A camada de pré-revestimento 17 inclui finas partículas de calque podem obstruir os poros do pano de filtro 5. Um pano de filtro obstruídoreduz o grau de sucção aplicado para aspirar o líquido através da crosta decal 10 aplicado para extrair a lama de cal 12 da cuba para a crosta de cal.
Para evitar excessivo entupimento do pano de filtro, tiras anulares da cama-da de pré-revestimento da crosta de cal são periodicamente removidas pelaação de bocais pulverizadores dirigindo o líquido de lavagem que se infiltrana crosta de cal e remove a lama de cal da crosta. A lama de cal removidacai no interior da lama de cal da crosta 12 no alojamento de cuba. A camadade pré-revestimento e a crosta de lama se reformam quando o tambor giraatravés da cuba.
Os bocais pulverizadores 16, 18 são incluídos em um sistema delavagem de líquido 20, disposto adjacente e em paralelo com o tambor 2. Osistema de lavagem inclui uma travessa 22 ou outra estrutura de apoio paraos bocais de lavagem. A travessa se estende pelo comprimento do tambor ede preferência é posicionada adjacente em torno da posição de 9 horas dotambor, e próxima do ponto onde o tambor se eleva da cuba. A travessa 22suporta uma carreira de bocais de lavagem sob alta pressão 16 que são depreferência montados sobre a travessa para aplicar jatos de líquido de lava-gem sob alta pressão à crosta de cal e ao filtro. Os bocais de lavagem sobalta pressão podem ser distribuídos para aplicar jatos de líquido de lavagemde maneira geral no sentido perpendicular à crosta de cal ou a um ângulooposto à rotação do tambor. Os bocais de lavagem sob alta pressão podemser dispostos em uma única fileira ou de preferência em duas fileiras nasquais os bocais de cada fileira são verticalmente alinhados para formar umpar de bocais sob alta pressão que aplicam jatos de líquido de lavagem si-multâneos à crosta de cal e ao filtro. Um primeiro jato corta uma estreita tira,por exemplo de 10 a 20 mm de largura, através da crosta de cal para exporo filtro. O segundo jato limpa o filtro exposto.
Uma carreira de bocais sob pressão média 18 é montada sobrea travessa 22 e de preferência imediatamente acima das carreiras de bocaissob alta pressão. Cada bocal de pressão média pode ser verticalmente ali-nhado com um correspondente bocal sob alta pressão 16 ou par de bocais.De preferência, um bocal sob pressão média pulveriza líquido de lavagemsobre a crosta de cal enquanto o bocal sob alta pressão (imediatamente a-baixo do bocal sob pressão média) pulveriza um jato sob alta pressão queremove uma tira anular da crosta de cal e expõe o filtro. O bocal de pressãomédia é aplicado à crosta de cal acima do jato sob alta pressão e causa alama de cal a se formar nos lados da tira a formar os lados da tira cortada nacrosta pelos jatos sob alta pressão da camada de pré-revestimento adjacen-te. A lama de cal que enche a tira anular cortada pelo jato sob alta pressão.O rápido enchimento da tira anular na crosta previne uma perda de vácuoque poderia de outro modo resultar da tira e do filtro exposto.
A figura 2 é uma vista esquemática do sistema de lavagem 20para o secador de tambor a vácuo 21. O sistema de lavagem 20 fornece Ii-quido de lavagem aos bocais 16, 18 dirigidos contra a crosta de cal 10 sobreo tambor rotativo 2. Os sistemas de lavagem 20 incluem uma travessa decurso alternativo 22 ou outra longa armação que suporta os bocais 16, 18 eos condutos 25 que administram líquido de lavagem aos bocais. Os bocaisde pressão média 18 (An, Bn, Cn, Dn, En e Fn) direcionam correntes de líqui-do de lavagem sob pressão média contra a crosta de cal e os bocais de altapressão 16 (GN, Hn In, Jn,, Kn e Ln) direcionam correntes de lavagem de lí-quido sob alta pressão contra a crosta de cal. Os condutos 25 na travessa 25são mostrados por linhas descontínuas na figura 2 que representam dutosou tubos montados sobre a travessa e se estendendo para cada bocal 16,18, a partir de um respectivo duto 28, 29 que se estende de um respectivosolenoide de válvula de pressão média 30 ou de um solenoide de válvula dealta pressão 32. A travessa 22 é paralela e próxima ao tambor. A travessapode posicionar os bocais 16, 18 de tal maneira que os bocais situem-secontíguos ao tambor tal como por uma distância de 2 mm a 50 mm do tam-bor.
A travessa 22 se desloca reciprocamente 33, por exemplo emvai e vem por uma distância de 0,60 m para mover os bocais 16, 18 em ummovimento oscilante, em vai e vem através da face da crosta de lama e dotambor. A distância de cada bocal percorre em vai e vem de preferência àdistância entre bocais do tipo similar. Por exemplo, a distância do movimentoem vai e vem da travessa 22 é de cerca de 0,60. De modo similar, a distân-cia entre os bocais de pressão média é de cerca de 0,60 m, assim como adistância entre os bocais de alta pressão. Outrossim1 a distância entre osbocais de tipo similar pode ser de cerca de 25 a 50 mm menor que a distân-cia do curso em vai e vem da travessa.
O curso em vai e vem 33 da travessa desloca os bocais 16, 18através de uma parte anular do tambor. Como mostrado na figura 2, o tam-bor é dividido (para fins de ilustração e não literalmente) em seções de aneltubulares longitudinais (A, B, C, D, E e F) do tambor. As seções de anel tu-bular têm uma largura correspondente ao movimento em vai e vem dos bo-cais. Cada seção de anel tem um grupo associado 2 de um bocal de pressãomédia 16 e de bocais de alta pressão 18 distribuídos em uma locação aolongo da extensão da viga adjacente à seção de anel. Cada grupo 24 de bo-cais se estende pela largura (w) da correspondente seção de anel enquantoa travessa se desloca em vai e vem. Por exemplo, o grupo 24 de bocais cor-respondente à seção de anel F sobre o tambor é posicionado para confron-tar a seção de anel F e atravessar a largura (w) de seção de anel F enquan-to os bocais 16, 18, e a travessa 22 se movimentam em vai e vem. De ma-neira similar, o grupo 24 de bocais adjacente à seção de anel E se deslocouem vai e vem através da parte do tambor correspondente à seção de anel E;o grupo 24 de bocais adjacente à seção de anel D se desloca em vai e vematravés da parte do tambor correspondente à seção de anel D e assim pordiante. Os grupos 24 de bocais são de tal maneira dispostos que coletiva-mente os bocais percorrem a inteira largura da crosta de lama 10 sobre otambor 2.
Um grupo 24 de bocais compreende, por exemplo, um bocal dealta pressão 16 (ou par de bocais de alta pressão) e um bocal de pressãomédia 18, no qual os bocais 16, 18 podem ser alinhados verticalmente. Afigura 1 mostra o bocal de pressão média 18 acima do(s) bocal(is) de altapressão 16 para um tambor girando no sentido horário. O bocal de pressãomédia 18 pode situar-se abaixo dos bocais de alta pressão se a rotação dotambor é no sentido anti-horário. O bocal, de pressão média 18 de preferên-cia é um bocal pulverizador descarregando uma pulverização de líquido delavagem sob uma pressão entre dois (2) a vinte (20) bares. O bocal de pres-são média pode descarregar uma pulverização de líquido de lavagem queincide sobre uma tira da largura de 120 mm a 250 mm da crosta de cal sobreo tambor. O bocal de ventilador de pressão média 18 remove uma seção emanel tubular da camada de pré-revestimento, porém, não remove o restanteda crosta de cal. A remoção da camada de pré-revestimento elimina as par-tículas em pó finas que se acumulam na camada de pré-revestimento. Casonão sejam periodicamente removidas, estas partículas podem tornar a ca-mada de pré-revestimento impermeável e prevenir o fluxo de ar através dacrosta de cal e para o interior do sistema de vácuo. O anel da camada depré-revestimento 17 é reformado sobre a crosta enquanto o tambor gira a-través da cuba 11.
As pulverizações sob pressão média podem ser aplicadas pararemover a camada de pré-revestimento seqüencialmente em sucessivos a-néis (A a F) enquanto o raspador continua a remover partes secas do pré-revestimento. O bocal de pressão média 18 de preferência é um bocal pulve-rizador descarregando uma pulverização de água de lavagem que incidesobre uma tira de 120 mm a 250 mm de largura da crosta de cal sobre otambor. Os bocais de pressão média 18 são de preferência posicionadosimediatamente acima da cuba e adjacentes à parte do tambor que se elevaacima da cuba. O raspador 14 de preferência é posicionado sobre o ladooposto do tambor em relação ao sistema de lavagem e imediatamente acimada cuba. A camada de pré-revestimento removida pelo bocal forma uma se-ção em anel relativamente estreita (A a F) como uma depressão na crostade cal. Esta depressão em anel continua enquanto o tambor gira para o ras-pador. Quando o tambor gira para o raspador, a camada de pré-revesti-mento é secada.
A depressão em anel na crosta de cal formada pelo bocal depressão média pode passar sob o raspadõr sem entrar em contato com oraspador. Quando a depressão é imersa na cuba de lama de cal, a depres-são em anel é preenchida com a lama de cale reforma a camada de pré-revestimento. Quando o tambor continua a girar, a parte preenchida do pré-5 revestimento de preferência não volta a ser lavada imediatamente com osbocais, porém de preferência é secada e então removida pelo raspador. Aparte preenchida do pré-revestimento de preferência não volta a ser lavadaaté o restante de o tambor receber pulverizações de pressão média do sis-tema de lavagem.
Cada grupo de bocais 24 de preferência também inclui um parde bocais de alta pressão 18 que individualmente descarregam uma correnteou jato de líquido de lavagem sob uma alta pressão de preferência entre 3 a7 MPa (30 a 70 bar). Os bocais de alta pressão descarregam uma estreitacorrente ou jato de líquido de lavagem que remove a crosta de cal inteira-mente e expõe uma estrita faixa do filtro subjacente. A corrente ou jato dobocal de alta pressão 18 também limpa o pano de filtro exposto 5 (figura 1).De preferência, um primeiro bocal de alta pressão remove uma estreita tirada crosta de cal e um segundo bocal de alta pressão, operando a uma pres-são mais alta, efetua a limpeza do filtro exposto. Além disso, o bocal de pressão média imediatamente acima dos bocós de alta pressão pulverizalíquido de lavagem sobre o filtro exposto e a crosta de cal adjacente.
Imediatamente após os bocais de alta pressão ter removido acrosta de lama de cal e efetuado a limpeza do pano de filtro, os bocais depressão média dirigem uma pulverização de líquido de lavagem contra a tiraremovida de crosta e as partes adjacentes da crosta para causar a lama decal a preencher a tira cortada pelos bocais de alta pressão. O preenchimentoda tira com lama de cal previne que ar excessivo seja aspirado através datira e filtro exposto e dessa forma previne uma perda de sucção no tambor.Os jatos de alta pressão aplicados com menor freqüência ao tambor do quesão aplicadas as pulverizações sob pressão média quando aplicadas sem osjatos de alta pressão. O raspador continua a remover uma camada externada camada de pré-revestimento enquanto os bocais de alta pressão remo-vem um anel da crosta de cal e limpam o pano de filtro.
Líquido de lavagem é administrado aos bocais 16, 18 e ao con-duto 25 na travessa acoplada com os bocais pelos tubos ou outros condutos28, 29 ligados com as válvulas de solenoide 30, 32. Um conduto de pressãomédia 28 se estende entre cada válvula a solenoide de pressão média (Ae ,Be, Ce, De. Ee e Fe) e o correspondente tubo de pressão média 28 e bocal depressão média 16. De modo similar, um tubo de alta pressão 29 se estendeentre cada válvula a solenoide de alta pressão (G, Hs, Is, Js, Ks e Ls) e o cor-respondente tubo de alta pressão 29 e bocais de alta pressão 18. O líquidode lavagem sob média pressão fornecido ao banco 30 de válvulas a solenoi-de de pressão média pode ser alimentado a uma pressão média, por exem-plo, de 2 a 4,5 MPa (300 a 650 psi ou 20 a 45 bar); O líquido de lavagem sobalta pressão administrado ao banco 32 de válvulas a solenoide de alta pres-são, pode ser administrado à uma alta pressão de 5,5 a 6,5 MPa (800 a 950psi ou 55 a 65 bar).
As válvulas a solenoide de pressão média 30 podem ser dispos-tas em um banco 34 tendo um tubo coletor comum recebendo líquido sobpressão média bombeado tanto por uma fonte de água de usina 36 comobombeado por uma fonte de líquido de lavagem 38. De maneira similar, asválvulas a solenoide de alta pressão 32 podem ser distribuídas em um banco40 tendo um coletor comum recebendo líquido sob alta pressão bombeadoda fonte de líquido de lavagem 38. As válvulas 41 ligam e desligam o fluxode água de lavagem entre os bancos 30, 32 de válvulas a solenoide e asfontes 36 e 38 de líquido de lavagem.
Por exemplo, para fornecer água de lavagem sob pressão médiaaos solenoides de pressão média 30 as válvulas 41 podem ser ativadas paraa água de usina de pressão média 36 a fonte de líquido de lavagem de pres-são média 36 e a fonte de água de lavagem de pressão média 38, e a válvu-la 41 fechada para água de lavagem de alta pressão proveniente da fonte delíquido de lavagem 38. Para fornecer líquido de lavagem tanto de pressãomédia como de líquido de alta pressão, as válvulas 41 são ativadas tantopara a saída de alta pressão como para a saída de pressão média da fontede líquido de lavagem.
O número de bocais 16, 18 em cada carreira está subordinadoao comprimento do tambor. Por exemplo, um tambor tendo um comprimentode 3,00 m pode ter cinco grupos 24 de bocais e um tambor tendo um com-primento de 4,00 m pode ter seis grupos 24 de bocais.
Um "passe" é um curso lateral da travessa, por exemplo, em vaie vem de (0,60 m) durante o qual um grupo de bocais (A, B, C, D,E ou F)pulveriza líquido de lavagem contra o tambor e os outros bocais permane-cem inativos. Um ciclo de lavagem completa pode incluir uma série sequen-cial de passes na qual cada um dos bocais de pressão média em cada grupode bocais sucessivamente dirige líquido de lavagem sob pressão média pararemover a camada de pré-revestimento e um passe no qual os bocais dealta pressão (com os bocais de pressão média) dirige líquido de lavagempara remover a crosta de lama de cal e limpar o pano filtro subjacente.
Um ciclo de lavagem completa pode ser a: (i) primeiro passe noqual os bocais de alta pressão e de baixa pressão (An e Gn) dirigem corren-tes de alta e de média pressão de líquido de lavagem contra a crosta de cale os solenoides (As e Gs) são abertos, e os outros solenoides são fechadosde tal modo que os outros bocais não pulverizam água de lavagem; (ii) coma conclusão do primeiro passe, os solenoides (As e Gs) são fechados e aseguir no início do segundo passe o solenoide de pressão média Bs é abertopara que somente líquido de lavagem de pressão média seja pulverizadopelo bocal de pressão média Bn, e nenhum outro bocal pulverize líquido delavagem (durante o segundo passe, a travessa e os bocais se deslocam emuma direção oposta ao primeiro passe); (iii) com a conclusão do segundopasse o solenoide Bs se fecha, um solenoide de pressão média Cs se abreao início do terceiro passe de forma que somente líquido de lavagem depressão média é pulverizado pelo bocal de pressão média Bn; (iv) com aconclusão do terceiro passe, o solenoide Cs se fecha, o solenoide de pres-são média Ds se abre ao início do quarto passe de forma que somente líqui-do de lavagem sob pressão média é pulverizado pelo bocal de pressão mé-dia CN, e (v) a seqüência de passes continua para os solenoides e bocais(Es. En, e Fs. Fn) para completar o primeiro ciclo de lavagem. Após a conclu-são do primeiro ciclo de lavagem, um segundo ciclo de lavagem se inicia queé similar ao primeiro ciclo de lavagem exceto que durante o primeiro passeos solenoides de pressão média e de alta pressão (Bs e Hs) são abertos pa-ra que líquido de lavagem seja emitido pelos bocais de média e de alta pres-são (Bn e Hn) e os subsequentes passes cada um abre um dos solenoi-des/bocais de pressão média remanescentes. Os ciclos de lavagem continu-am até cada um dos conjuntos de bocais de alta pressão ter sido aberto pararemover a crosta de cal e efetuar a limpeza do pão de filtro.
As válvulas a solenoide e o motor são operados por um contro-lador (ver 140 na figura 8), tal como um computador, microprocessador, umcircuito lógico programável (PLC) ou um circuito de controle distribuído(DSC). O motor pode continuamente movimentar a travessa em vai e vematravés de uma distância correspondente à distância entre os bocais nasfileiras sobre a travessa, por exemplo, 0,60 m. Alternativamente, o controla-dor pode causar o atuador a movimentar a travessa em vai e vem em ciclospredeterminados, de tal modo que movimente a travessa em vai e vem emquatro ciclos, no qual cada ciclo inclui mover a travessa em um curso paratrás e um curso para frente. Após a conclusão de um ciclo de lavagem, ocontrolador pode ou não deixar o sistema de lavagem em ralenti por um cur-to período predeterminado tal como de 20 minutos à uma hora. Após esteperíodo em ralenti, o controlador inicia um outro ciclo de lavagem.
A figura 2 é uma vista lateral do ciclo de lavagem 20 para o se-cador de tambor a vácuo. Em uma modalidade, o sistema de lavagem 20fornece líquido de lavagem às carreiras 16, 18 de bocais dirigidos para umacrosta de cal 10 sobre o tambor rotativo 2. Os sistemas de lavagem 20 inclu-em uma travessa 22 ou outra estrutura longa que suporta as carreiras debocais que administram líquido de lavagem ao tambor e, particularmente àcrosta de cal e a tela de filtro. A travessa 22 é disposta em relação paralela epróxima à tela de filtro. A travessa pode posicionar os bocais de tal maneiraque os bocais situem-se próximos ao tambor, tal como a uma distância de(50 mm a 2 mm) do tambor.A travessa 22 se desloca reciprocamente, por exemplo em vai evem, parra mover os bocais em um curso em vai e vem, por exemplo, emum movimento oscilante através da face da crosta de cal e do tambor. A dis-tância que cada bocal percorre no movimento em vai e vem de preferência é igual à distância entre os bocais em cada carreira. Por exemplo, a distânciado movimento em vai e vem da travessa 22 é de cerca de 0,60 m (2 pés). Demaneira similar, a distância entre os bocais em cada fileira de bocais é decerca de 0,60 m e pode ser de 2,5 cm ou 5,0 cm menor que a distância domovimento em vai e vem da travessa.
O curso em vai e vem da travessa 22 desloca os bocais 16, 18através de uma parte anular do tambor. Como mostrado na figura 2, o tam-bor é dividido (para fins de ilustração e não literalmente) em seções de aneltubular longitudinais (A, B, C, D, E, F e G) do tambor. As seções em aneltubular têm uma largura correspondente ao movimento em vai e vem, p.ex,0,60 m (2 pés) da travessa. Cada seção em anel tem um grupo associado 24de bocais 16,18 dispostos em uma locação ao longo da extensão da traves-sa adjacente à seção em anel. Cada grupo de bocais percorre a largura dacorrespondente seção de anel quando a travessa se movimenta em vai evem. Por exemplo, o grupo 24 de bocais, correspondente à seção de anelsobre o tambor é posicionado para confrontar a seção de anel G e se deslo-car em vai e vem através da seção de anel G quando a travessa 22 se mo-vimenta em vai e vem. De maneira similar, o grupo 24 de bocais adjacente àseção de anel F é movido em vai e vem através da parte do tambor corres-pondente à seção de anel E e assim por diante. Os grupos 24 de bocais sãode tal maneira dispostos que coletivamente os bocais se transladam em vaie vem através da inteira largura da crosta de cal e filtro sobre o tambor.
Um grupo 24 de bocais compreende, por exemplo, um bocal dealta pressão 16 (ou par de bocais de alta pressão) e um bocal de pressãomédia 18, no qual os bocais 16, 18 são alinhados verticalmente. O bocal depressão média 18 está acima do(s) bocal(is) de alta pressão 16 para umtambor girando no sentido horário (porém pode estar abaixo dos bocais dealta pressão caso a rotação do tambor seja no sentido anti-horário). O bocalde pressão média 18 de preferência é um bocal pulverizador ou ventiladordescarregando uma pulverização de líquido de lavagem sob uma pressãoentre 0,2 MPa e 2 MPa (2 bar e 20 bar). O bocal de pressão média podedescarregar uma pulverização de líquido de lavagem que incide sobre umatira da largura de 120 mm a 250 mm da crosta de cal sobre o tambor. O bo-cal ventilador de pressão média 18 remove uma seção de anel tubular dacamada de pré-revestimento porém não remove o restante da crosta de cal.A remoção da camada de pré-revestimento elimina as finas partículas quese acumulam na camada de pré-revestimento. Caso não sejam periodica-mente removidas, estas finas partículas de poeira podem tomar a camadade pré-revestimento impermeável e prevenir o fluxo de ar através da crostade cal e para o interior do sistema de vácuo. O anel da camada de pré-revestimento 17 é reformado sobre a crosta quando o tambor gira através dacuba 11.
As pulverizações de pressão média podem ser aplicadas pararemover a camada de pré-revestimento em sucessivos anéis enquanto oraspador continua a remover as partes secas do pré-revestimento. Os bocaisde pressão média 18 de preferência são posicionados imediatamente acimada cuba e adjacente à parte do tambor que se eleva acima da cuba. O ras-pador 14 de preferência é posicionado sobre o lado oposto do tambor emrelação ao sistema de lavagem e imediatamente acima da cuba. A camadade pré- revestimento removida pelo bocal de pressão média forma uma de-pressão de seção anular relativamente estreita na crosta de cal. Esta de-pressão continua quando o tambor gira para o raspador. Quando o tamborgira para o raspador, a camada de pré-revestimento é secada. O raspadorremove o pré-revestimento. A depressão na crosta de cal formada pelo bocalde pressão média pode passar sob o raspador sem tocar o raspador. Quan-do a depressão é imersa na cuba de lama de cal, se enche com a lama decal e reforma a camada de pré-revestimento. A medida que o tambor conti-nua a girar, a parte preenchida do pré-revestimento de preferência não élavada de imediato com os bocais, porém de preferência é secada e a seguircortada pelo raspador. A parte preenchida do pré-revestimento de preferên-cia não volta a ser lavada até o restante do tambor receber pulverizações depressão média do sistema de lavagem.
Cada grupo de bocais 24 de preferência também inclui um ouum par de bocais de alta pressão que individualmente descarregam um jatode líquido de lavagem sob uma alta pressão, de preferência entre trinta (30)bar e setenta (70) bar. Os bocais de alta pressão dirigem um jato estreito delíquido de lavagem que corta fora a crosta de cal e expõe uma estreita tirado filtro subjacente. O jato limpa também o filtro exposto. De preferência, umprimeiro bocal de alta pressão corta e remove uma estreita tira da crosta decal e o segundo bocal de alta pressão, mais elevada, efetua a limpeza dofiltro exposto. Além disso, o bocal de pressão média imediatamente acimados bocais de alta pressão pulveriza líquido de lavagem sobre o filtro expos-to e crosta de cal adjacente. A pulverização de pressão media causa a lamade cal a preencher a tira cortada pelos bocais de alta pressão. O preenchi-mento da tira com a lama de cal previne excessivo fluxo de ar através da tirae filtro exposto e desse modo previne uma perda de sucção no tambor. Osjatos de alta pressão são aplicados com menor freqüência ao tambor do quesão aplicadas as pulverizações de pressão média quando aplicadas sem osjatos de alta pressão.
A figura 3 é uma vista em perspectiva de um lado frontal de ummotor típico 42 e conjunto de caixa de engrenagens 44 preso a um suporte46 afixado a um lado da coifa 48 que encerra o tambor 2 do secador de lamade cal. A figura 4 é uma vista extrema da travessa com o tambor e o conjun-to de engrenagens mostrado na figura 3. A figura 5 é uma vista em perspec-tiva de um lado traseiro do motor 42 e da caixa de engrenagens 44 e da tra-vessa de curso alternativo 22 mostradas na figura 3.
O motor 42 e a caixa de engrenagens 44 se engatam com umeixo 50 afixado à travessa 22 que suporta os bocais 16, 18 (figuras 1 e 2)cada uma acoplada com um dos tubos de alta e de baixa pressão 52, 54, e atravessa de curso alternativo suportando os bocais para o sistema de lava-gem. O motor 42 gira as engrenagens na caixa de engrenagens na caixa deengrenagens para avançar e retrair o eixo 50 e desse modo movimentar atravessa 22 em curso alternativo. O motor é ativado por um controlador 140(veja-se a figura 8).
A travessa 22 é suportada por uma estrutura de apoio estacioná-ria 56 que pode incluir superfícies deslizantes e roletes para suportar a tra-vessa em lados opostos do tambor e em determinados sítios ao longo daextensão da travessa. A estrutura de apoio 56 de preferência é afixada auma coifa 48 e permite que a travessa se movimente em vai-vem quando osbocais varrem em vai e vem através do tambor. A estrutura de apoio tam-bém aloja a travessa de tal maneira que os que os bocais estão a uma dis-tância fixa do tambor. Além disso, a estrutura de apoio 56 pode permitir quea travessa gire para prestar acesso aos bocais para reparo e substituição.
A travessa 22 pode ser uma viga de aço inoxidável, tal comouma vida dotada de uma seção transversal em forma de C, ou uma viga outubo munido de uma passagem interna para os tubos 52, 54 para direcionarlíquido de lavagem para as fileiras de bocais 16, 18. Os tubos podem sertubos de aço inoxidável ou tubos flexíveis de plástico fixado em montagenssobre a viga. Cada tubo 52, 54 de preferência tem uma saída conectadacom um dos bocais. Os tubos 52, 54 fornecem uma passagem de fluxo defluido entre o bocal e a válvula de solenoide correspondente ao bocal.
A figura 6 é uma vista em diagrama esquematizado de um sis-tema de lavagem por pulverização alternativo 120 dotado de válvulas rotati-vas 132, 134 para direcionar líquido de lavagem sob alta pressão e pressãomédia a partir de condutos de fonte comuns 135 e fontes de líquido de lava-gem sob alta pressão (HP) e pressão média (MP) 136. As válvulas rotativasproporcionam a mesma distribuição de fluxo de lavagem sucessiva aos tu-bos 130 para cada um dos bocais 116, 118 se estendendo através da viga122 e para as válvulas que podem ser montadas em uma extremidade daviga ou em um suporte adjacente a uma extremidade da viga.
A viga 122 é suportada sobre conjuntos de mancais 128 em Ia-dos opostos do alojamento 148 do secador a tambor. Vedações 129 podemser previstas entre o alojamento 148 e a viga 122. Um conjunto de motor ecaixa de engrenagens 137 é ligado com a viga (travessa) e movimenta emcurso alternativo a viga. Um controlador 140 ativa o motor para controlar ocurso alternativo da viga e controla a operação das válvulas rotativas 132,134 para sucessivamente direcionar líquido de lavagem para cada um dostubos 30 que conduzem aos bocais 116, 118.
A figura 7 é uma vista em perspectiva de componentes das vál-vulas rotativas 132, 134, e mais especificamente um disco rotativo 150 e umdisco estacionário 151. Os discos rotativo e estacionário são dispostos emum conduto de fluxo da válvula rotativa e são montados em uma câmaraanular fechada. O líquido de lavagem flui para o interior de uma abertura deentrada central 142, através de uma passagem radial 144 e para uma fenda146 no disco rotativo. O disco rotativo está voltado a montante do fluxo e odisco estacionário inclui aberturas 148 cada uma ligada com um dos condu-tos de fluxo 130 na viga que conduz aos bocais para uma das zonas anula-res A, B, C, D, E, F e G, como mostrado na figura 6. A fenda 146 no discorotativo se abre para uma das aberturas 148 (A) dos tubos 130 para direcio-nar fluido de lavagem para os bocais. O disco rotativo fecha as entradas pa-ra as outras aberturas (B a G) para os tubos 130. Quando o disco 150 giraem torno da abertura de entrada central 142, fluxo de fluido de lavagem ésucessivamente dirigido para cada uma das aberturas 148 (A a G).
O disco estacionário 151 pode ter uma posição fechada 152, quequando alinhada com a fenda 146 no disco rotativo, resulta no fechamentode todas as aberturas para os tubos 130 de forma que nenhum líquido delavagem flui para qualquer um dos tubos 130 no grupo de condutos conec-tados com a válvula rotativa.
A figura 8 é um diagrama esquemático ilustrando a operação deum controlador típico 140 para as válvulas 166, por exemplo, válvulas a so-lenoide, que dirigem líquido de lavagem para os bocais de pressão média116 e bocais de alta pressão 118. A medida que os grupos 164 de bocaissão movidos em vai e vem, o controlador 140 opera as válvulas 166, 167para selecionar os bocais para descarregar fluido de lavagem na crosta decal sobre o tambor 102. O controlador também pode ativar o motor 42 (nasfiguras 3 a 5) que movimenta a viga em vai e vem. O controlador pode serprogramado com um algoritmo que determina a programação para selecio-nar os grupos 164 e de bocais e os bocais 116, 118 dentro do grupo selecio-nado. Uma primeira válvula 176, por exemplo uma válvula limitadora, é aber-ta para permitir que líquido de lavagem sob pressão média, por exemplo 2MPa a 3MPa ( 300 psi a 650 psi ou 20 bar a 30 bar), flua para as válvulas desolenoide 166 acopladas com os tubos 130 levando aos bocais de pressãomédia 116. Uma segunda válvula 174 é aberta pra permitir que líquido delavagem sob alta pressão 5,5 MPa a 6,5 MPa (55 bar a 65 bar), flua para asválvulas de solenoide 167 acopladas com o tubo 131 levando aos bocais dealta pressão 118. Redutores de pressão podem ser previstos com as válvu-las 166, 167 para regular a pressão do líquido de lavagem. Uma fonte delíquido de lavagem é acoplada com uma bomba de entrada de alta pressão172 que fornece líquido de lavagem às válvulas e redutores de pressão 166,167 a uma pressão acima do nível de pressão necessário para os bocais depressão de alto nível.
De preferência, os grupos 164 de bocais são programados parasucessivamente descarregar líquido de lavagem sobre a crosta de cal. Alémdisso, o controlador programa quando aplicar líquido de lavagem sob pres-são média isoladamente e quando aplicar uma combinação de jatos de líqui-do de lavagem sob alta pressão e um líquido de lavagem sob pressão mé-dia. Por exemplo, o controlador pode programar os bocais de pressão médiaem cada grupo (A a F na figura 2; A a G na figura 6 ou A a D na figura 9)para sucessivamente descarregar uma pulverização para progressivamenteremover a camada de pré-revestimento. Cada bocal de pressão média podedescarregar o líquido de lavagem durante um único curso (para trás ou parafrente) da viga 22.Antes ou após todos os bocais de pressão média teremdescarregado líquido de lavagem para dessa maneira remover por completoo pré-revestimento e permitir um novo pré-revestimento a se formar, a con-trolador pode programar o par de bocais de alta pressão em um grupo (umde A a F na figura 2, A a G na figura 6, e um de A a D na figura8) para cortaratravés de remover a crosta de cal e limpar o filtro exposto sobre a seção emanel de tambor correspondente aos bocais de alta pressão selecionados. Ogrupo selecionado de bocais de alta pressão é sucessivamente selecionadoapós cada ciclo de remover por completo e substituir a camada de pré-revestimento. Uma pequena variação para este método é omitir a etapa deremoção de pré-revestimento para o anel de tambor a ponto de ter a crostaremovida, como sendo desnecessária em virtude de iminente remoção dacrosta que também removerá a camada de pré-revestimento.
Entre cada sucessivo passe no qual a crosta de cal é removidade uma seção de anel de tambor individual, a camada de pré-revestimento éremovida (ou inteiramente removida exceto pela seção em anel a ponto de ter a sua crosta removida). A seção de anel de tambor seguinte tem suacrosta removida e o filtro limpo após a inteira camada de pré-revestimentoter sido removida e substituída. A crosta é removida a uma velocidade maislenta que a camada de pré-revestimento e a crosta removida intermitente-mente e nas seções em anel.
A camada de pré-revestimento pode ser continuamente removi-da de pelo menos uma seção de anel de tambor. Ao mesmo tempo em quea camada de pré-revestimento está sendo removida, o raspador pode estarcontinuamente removendo uma parte da camada de pré-revestimento maisespessa e descarregando a parte removida para um forno. Além disso, oraspador pode continuar a remover uma parte da camada de pré-revestimento mais espessa enquanto a crosta de cal está sendo removida auma razão intermitente de uma seção de anel de cada vez.
Em contraste com a operação do raspador e dos bocais de pul-verização de pressão média, os bocais de alta pressão podem permanecerinativos por grande parte do período da rotação do tambor. Quando os bo-cais de alta pressão estão ativos, um único par de bocais permanece ativopara remover a crosta de cal de somente uma seção em anel do tambor.Após uma seção de anel ter tido a sua crosta de cal removida e o filtro lim-pado, os bocais de alta pressão permanecem inativos enquanto a camadade pré-revestimento é removida e substituída. Durante o período em que osbocais de alta pressão permanecem inativos, a crosta de cal é restabelecidasobre a última seção de anel de tambor que recebeu os jatos removedoresde crosta dos bocais de alta pressão. Em tempo algum é a inteira crosta decal removida do tambor. Todas as vezes, uma grande parte, por exemplo, 80a 86% da crosta de cal permanece sobre o tambor, o raspador pode conti-nuar a remover lama de cal seca da camada de pré-revestimento da camadade pré-revestimento enquanto bocais de alta pressão estão removendo umaseção anular da crosta de cal.
Embora a invenção tenha sido descrita em relação aò que pre-sentemente considera-se constituir a modalidade mais prática e preferencial,deve ser entendido que a invenção não é para estar limitada à modalidadeapresentada, porém, pelo contrário, é proposta para cobrir várias modifica-ções e disposições equivalentes incluídas dentro do espírito e âmbito dasreivindicações apensas.

Claims (14)

1. Método de efetuar a limpeza do tambor de um secador a vá-cuo, em que o tambor tem uma superfície circunferente incluindo um filtrocoberto por uma crosta de um material a ser secado e uma rede de condutosque recebem filtrado passando através da crosta e filtro, uma cuba do mate-rial no qual o tambor está parcialmente assentado, um raspador mecânicoadjacente a um primeiro lado do tambor e uma estrutura de lavagem incluin-do pelo menos uma fileira de bocais adjacente a um segundo lado do tam-bor, o método compreendendo:- girar o tambor em torno de um eixo geométrico em uma primei-ra direção para formar a crosta do material sobre a superfície circunferentequando o tambor se desloca através da cuba, no qual uma camada externada crosta é uma camada de pré-revestimento formada do material na cuba;- extrair o filtrado através da crosta e do filtro e para o interior darede de condutos, na qual a camada de pré-revestimento se espessa quan-do o filtrado é removido;- mecanicamente raspar pelo menos uma parte da camada depré-revestimento da costa pelo raspador, no qual o primeiro lado do tamborgira para baixo no sentido da cuba; e- descarregar um líquido de lavagem de uma carreira de bocaisda estrutura de lavagem no segundo lado do tambor, em que o líquido delavagem é descarregado em uma seqüência na qual um dos bocais na car-reira está descarregando o líquido de lavagem ao passo que outros bocaisna carreira não estão aplicando o líquido de lavagem ao tambor.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a estruturade lavagem se move reciprocamente e em paralelo ao eixo geométrico dotambor enquanto descarregando o líquido de lavagem.
3. Método de acordo com a reivindicação 2, em que o movimen-to recíproco da estrutura de lavagem é de pelo menos uma distância igual aum intervalo entre os bocais na carreira, e a estrutura de lavagem percorre adistância enquanto cada um dos bocais na carreira descarrega o líquido delavagem.
4. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a carreira debocais inclui pelo menos uma carreira de bocais de jato de alta pressão euma segunda carreira de bocais de pulverização da pressão média, em quecada bocal de jato de alta pressão é alinhado em uma direção transversal aoeixo geométrico do tambor com um dos bocais de pulverização de pressãomédia.
5. Método de acordo com a reivindicação 4, em que a seqüênciainclui substancialmente de forma contínua descarregar líquido de lavagemde pelo menos um bocal na carreira dos bocais de pulverização de pressãomédia, e de maneira cíclica entre descarregar líquido de lavagem de um dosbocais de jato de alta pressão para remover uma parte da crosta e removeruma parte da crosta e remover a inteira camada de pré-revestimento pelolíquido de lavagem descarregado pela carreira dos bocais de pulverizaçãode pressão média.
6. Método de acordo com a reivindicação 1, em que o líquido delavagem é descarregado enquanto a parte da camada de pré-revestimento éremovida da crosta.
7. Método de acordo com a reivindicação 1, em que válvulas desolenoide direcionam líquido de lavagem para um dos bocais na carreiradescarregando o líquido de lavagem e bloqueiam o líquido de lavagem pro-veniente dos outros bocais.
8. Método de acordo com a reivindicação 1, em que uma válvularotativa direciona líquido de lavagem para um dos bocais na carreira descar-regando o líquido de lavagem e bloqueia líquido de lavagem proveniente dosoutros bocais, em que a válvula rotativa gira para aplicar líquido de lavagemaos bocais na seqüência.
9. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a carreira debocais inclui pelo menos uma carreira de bocais de alta pressão que aplicajatos de alta pressão para periodicamente remover uma seção anular dacrosta do tambor e o raspador continua a remover a camada de pré-revestimento durante a aplicação dos jatos de alta pressão.
10. Método de acordo com a reivindicação 1, em que o materialé lama de cal, a crosta é uma crosta de cal e o raspador remove lama de calespessa na camada de pré-revestimento.
11. Secador a vácuo que compreende:- um tambor girável incluindo uma superfície circunferente cober-ta por um filtro e uma crosta de material a ser secado;- uma rede de condutos que recebem o filtrado passando atra-vés da costa e filtro;- uma cuba do material no qual o tambor está parcialmente as-sentado;- um raspador mecânico adjacente a um primeiro lado do tam-bor; e- uma estrutura de lavagem incluindo bocais adjacentes a umsegundo lado do tambor e os bocais são distribuídos lateralmente através dasuperfície do tambor;- um controlador acionando pelo menos uma válvula para sele-cionar um ou mais dos bocais para descarregar um fluido contra a crostaenquanto o raspador remove uma camada externa da crosta.
12. Secador a vácuo de acordo com a reivindicação 11, em queos bocais compreendem bocais de alta pressão verticalmente alinhados combocais de pressão média.
13. Secador a vácuo de acordo com a reivindicação 11, em queo controlador seleciona um ou mais bocais em seqüência o que resulta emuma inteira superfície da crosta sobre o tambor receber o fluido de um oumais dos bocais.
14. Secador a vácuo de acordo com a reivindicação 11, em queo controlador ativa um motor que reciprocamente aciona uma travessa su-portando os bocais.
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