BRPI0907396A2 - aplicador para aplicar uma composição de cosmético, maquiagem ou de produto de cuidado, e, métodos para fabricar um aplicador e para aplicar a maquiagem aos cìlios ou às sobrancelhas - Google Patents

aplicador para aplicar uma composição de cosmético, maquiagem ou de produto de cuidado, e, métodos para fabricar um aplicador e para aplicar a maquiagem aos cìlios ou às sobrancelhas Download PDF

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BRPI0907396A2
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Jean-Louis Gueret
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Abstract

APLICADOR PARA APLICAR UMA COMPOSIçãO DE COSMéTICO, MAQUIAGEM OU DE PRODUTO DE CUIDADO, E, MéTODOS PARA FABRICAR UM APLICADOR E PARA APLICAR A MAQUIAGEM AOS CìLIOS OU àS SOBRANCELHAS. Um aplicador para aplicar um cosmético, maquiagem ou composição e produto de cuidado, o aplicador compreendendo: - um membro aplicador para aplicar a composição e definindo pelo menos duas faces de aplicador diferentes configuradas para aplicar a composição aos duos ou às sobrancelhas; - um cabo do aplicador se estendendo ao longo de um eixo longitudinal do cabo; e uma haste conectando o membro aplicador e o cabo, se estendendo ao longo de um eixo longitudinal da haste; - o eixo longitudinal do cabo tendo orientação que não pode se ajustada em relação ao eixo longitudinal da haste, o aplicador compreendendo meios de marcador não no próprio membro aplicador, os meios de marcador sendo para posicionar de modo a facear o usuário durante aplicação, o membro aplicador tendo uma posição angular predefinida em relação aos meios de marcador, de modo que o posicionamento do aplicador dado pelos meios de marcador corresponda a usar uma face de aplicador predefinida.

Description

"APLICADOR PARA APLICAR UMA COMPOSIÇÃO DE COSMÉTICO,MAQUIAGEM OU DE PRODUTO DE CUIDADO, E, MÉTODOS PARAFABRICAR UM APLICADOR E PARA APLICAR A MAQUIAGEM AOSCÍLIOS OU ÀS SOBRANCELHAS"
Campo da invenção.
A presente invenção refere-se a um aplicador para aplicar umcosmético, maquiagem, ou um produto de cuidado a materiais queratinosos,em particular, fibras queratinosas, por exemplo, os cílios e/ou as sobrancelhas,e a um dispositivo de embalagem incluindo este aplicador.
A invenção igualmente se refere a um método de fabricar esteaplicador.
Fundamentos da invenção
Aplicadores são conhecidos, por exemplo, dos pedidos EP1.932.444, EP 1.726.234, US 2006/0.272.667, e EP 1.630.249, incluindoduas, ou mais, faces de aplicador diferentes, em particular, diferindo naimplantação dos dentes sobre um núcleo, ou diferindo na superfície deenvelope definida pelas extremidades livres das cerdas presas no núcleo. Cadauma das diferentes faces de aplicador torna possível conseguir um efeito demaquiagem diferente em função da face usada.
Entretanto, estes aplicadores apresentam a desvantagem de nãotornarem fácil para o usuário identificar qual face de aplicador usar e existeum risco, não desprezível, de, ao posicionar o aplicador em relação àsuperfície do usuário que está sendo tratada, não usar a face de aplicadoradequada para o efeito de maquiagem desejado.
A dificuldade na identificação das faces de aplicador pode setornar pior ao se fazer os cílios, ou as sobrancelhas, por exemplo, a fim deaplicar máscara, à medida que o aplicador é levado para perto dos olhos,tornando, desse modo, difícil observá-lo facilmente.
O pedido de patente US 2008/0.066.251 apresenta uma escovade dente tendo uma única face de trabalho e um indicador para indicar aposição de determinados tufos de cerdas que são móveis em relação a outrostufos de cerdas, de modo a permitir que os dentes sejam escovadosdiferentemente pela manhã e a noite.
No pedido de patente EP 1.593.320, um elemento ajustadortorna possível atuar no espaçamento entre a primeira e a segundaextremidades de uma porção deformável do aplicador, que também podeincluir uma indicação facilitando o ajuste predeterminado do espaçamento. Aindicação pode aparecer sobre o cabo.
Finalmente, no pedido de patente EP 1.452.11, o aplicadorinclui uma porção de base e uma porção de cabo que gira em relação à porçãode base, de modo a modificar sua orientação em relação à porção de base,tornando possível obter diferentes movimentações para a aplicação demaquiagem e modificar o ângulo de incidência durante a aplicação.
Objetivo e sumário da invenção
Existe uma necessidade de melhorar a identificação da face deaplicador selecionada, quando o aplicador compreender uma pluralidade defaces de aplicador diferentes, de modo a facilitar a aplicação da maquiagem.
A invenção também busca permitir que o usuário produzaefeitos de maquiagem diferentes, como desejado, de maneira simples esegura.
Em modos de realização exemplificativos, a invenção provêum aplicador para aplicar uma composição de cosmético, maquiagem, ouprodutos de cuidado a materiais queratinosos, em particular, aos cílios ou àssobrancelhas, o aplicador compreendendo:
• um membro aplicador para aplicar a composição e definindopelo menos duas faces de aplicador diferentes, configuradas para aplicar acomposição aos cílios ou às sobrancelhas;
• um cabo de aplicador se estendendo ao longo de um eixolongitudinal do cabo; e
• uma haste, conectando o membro aplicador e o cabo, seestendendo ao longo do eixo longitudinal da haste;
o eixo longitudinal do cabo tendo uma orientação que nãopode ser ajustada em relação ao eixo longitudinal da haste, o aplicadorcompreendendo meios de marcador, não no próprio membro aplicador, osmeios de marcador sendo posicionados para facear o usuário durante aaplicação, o membro aplicador tendo uma posição angular predefinida emrelação aos meios de marcador, de modo que o posicionamento do aplicadordado pelos meios de marcador corresponda a usar uma face de aplicador predefinida.
Em modos de realização exemplificativos, a invençãoigualmente provê um aplicador para aplicar cosmético, maquiagem, ou umacomposição de produtos de cuidado a materiais queratinosos, em particular,aos cílios ou às sobrancelhas, o aplicador compreendendo:
• um membro aplicador para aplicar a composição econfigurado para aplicar a composição aos cílios, às sobrancelhas, ou aoslábios;
• um cabo de aplicador se estendendo ao longo de um eixolongitudinal do cabo; e
• uma haste conectando o membro aplicador e o cabo, seestendendo ao longo de um eixo longitudinal da haste;
o eixo longitudinal do cabo tendo uma orientação que nãopode ser ajustada em relação ao eixo longitudinal da haste, e o membroaplicador tendo uma posição angular marcada em relação ao cabo, com meiosde marcador presentes sobre o cabo, para esta finalidade.
O aplicador pode incluir pelo menos uma face de aplicadormarcada sobre o cabo.
O aplicador, de acordo com modos de realizaçãoexemplificativos da invenção torna possível obter um efeito de maquiagemsatisfatório, mesmo quando o usuário não tiver muita prática.
A invenção torna vantajosamente possível ajudar o usuário ausar o aplicador e permitir que o usuário escolha a orientação do membroaplicador em relação à superfície que está sendo tratada, em vez de usar umaorientação ao acaso do membro aplicador.
O membro aplicador não precisa ser axialmente simétrico emrelação a um eixo longitudinal do membro aplicador. Ao contrário, quandoapropriado, o membro aplicador pode ter um ou mais planos de simetria. Asuperfície de envelope definida pelas extremidades livres dos elementosaplicadores não precisa ser axialmente simétrica:
Em modos de realização exemplificativos da invenção, omembro aplicador define pelo menos duas faces de aplicador diferentes.
O eixo longitudinal do membro aplicador pode ser retilíneo ecoincidir com o eixo longitudinal da haste, que, igualmente, pode serretilíneo.
O membro aplicador pode compreender duas ou mais faces deaplicador, por exemplo, ele pode ter apenas duas faces de aplicador situadasopostas uma à outra. O membro aplicador também pode compreender três oumais faces de aplicador contíguas. As faces de aplicador se estendem ao longodo eixo longitudinal do aplicador.
De modo geral, o termo "face de aplicador" é usado parasignificar uma zona longitudinal do membro aplicador que ocupa uma zonaangular contínua ao redor do eixo longitudinal, por exemplo, ocupando pelomenos 45°, por exemplo, aproximadamente, 180°, ou qualquer outro setorangular, por exemplo, estando na faixa de 45° a 210°, ou mesmo, de 60° a210°, dependendo do número de faces de aplicador. As primeiras e segundasfaces de aplicador podem ser definidas por um plano contendo o eixolongitudinal do núcleo, por exemplo, um plano médio do núcleo, que pode serum plano médio de simetria do núcleo. O membro aplicador podecompreender duas metades feitas diferentemente, em particular, tendoimplantações diferentes.
As faces de aplicador são para contatar com materiaisqueratinosos durante a aplicação da composição. Faces de aplicadordiferentes, ou seja, tendo propriedades diferentes, podem possibilitá-lo aconseguir efeitos de maquiagem diferentes.
As faces de aplicador podem se estender longitudinalmentepor um comprimento que seja menor do que 4cm.
O membro aplicador pode ter apenas duas faces de aplicadoropostas uma à outra. Dentro de uma única face de aplicador, os elementosusados para a aplicação podem ser os mesmos, e podem, por exemplo, serdispostos em fileiras com um espaçamento que seja o mesmo para todas asfileiras associadas à mencionada face de aplicador.
Uma face de aplicador corresponde a um lado do membroaplicador. As faces de aplicador podem ser distribuídas ao redor do núcleo domembro aplicador, opcionalmente, sendo distribuídas uniformemente.
De modo geral, o membro aplicador não precisa ser simétricoao redor de um plano médio que esteja situado entre suas faces de aplicador.
O membro aplicador pode compreender um núcleo eelementos aplicadores, por exemplo, dentes ou cerdas, portados pelo núcleo.Como exemplo, os dentes podem ser dispostos em uma ou mais fileiras sobreo núcleo. O termo "cerda", ou "dente", é usado para designar um elementoque se projeta individualmente. As cerdas, ou dentes podem ser feitosmoldando-se material termoplástico, por exemplo, do mesmo material queaquele da região do núcleo que os porta. Os termos "cerda" ou "dente" sãointercambiáveis, mesmo que o termo "dente" seja usado normalmente paradesignar elementos aplicadores de um membro aplicador feito por moldagem,e o termo "cerda", sendo usado normalmente para designar elementosaplicadores de uma escova de núcleo torcido.
O termo "faces de aplicador diferentes" deveria sercompreendido como significando que as faces de aplicador diferem entre si,ou umas das outras, em pelo menos um dentre o núcleo e os elementosaplicadores. Como exemplo, elas podem diferir em relação aos elementosaplicadores em: sua disposição sobre o núcleo; sua forma, seu comprimento;sua espessura; sua forma de seção transversal; seu material; o tratamentopossivelmente recebido pelas mesmas; seu arranjo em suas fileiras; seunúmero em uma fileira; seu número sobre uma face de aplicador; o arranjo desuas fileiras, uma em relação à outra, e/ou, em relação ao núcleo em: suaforma; a forma da seção transversal do mesmo; a forma de uma seçãolongitudinal do mesmo; seu comprimento; sua espessura.
Como exemplo, as duas faces de aplicador do membroaplicador podem diferir nas formas das superfícies de envelope definidaspelas extremidades livres de seus respectivos elementos aplicadores. Comoexemplo, a superfície de envelope pode ser mais plana para uma face do quepara a outra.
Pelo menos duas faces de aplicador podem diferir entre si, aexceção da forma côncava ou convexa de suas superfícies de envelope.
Quando o membro aplicador tiver um eixo longitudinal queseja curvo, pelo menos duas faces de aplicador podem diferir entre si após oeixo curvo ter sido retificado.
O membro aplicador pode compreender duas faces deaplicador opostas diferentes , ou três faces de aplicador diferentes, porexemplo, dispostas em um triângulo, ou mesmo quatro ou mais faces deaplicador diferentes.
O membro aplicador pode compreender um núcleo torcido queretenha cerdas, e/ou um núcleo feito por moldagem e que porte dentes.
Os meios de marcador podem compreender pelo menos ummarcador que torne possível informar o usuário sobre a orientação do membroaplicador em relação aos olhos do usuário e/ou em relação ao cabo, e,consequentemente, em relação à mão do usuário.
Os meios de marcador não são situados sobre o própriomembro aplicador; por exemplo, são situados sobre a haste ou sobre o cabo.
O termo "marcador" deveria ser compreendido comosignificando uma ou mais indicações que permitam ao usuário distinguir entrepelo menos duas posições diferentes do aplicador em relação à mão e/ou aosolhos do usuário.
Como exemplo, o marcador pode compreender: um ou maiscaracteres alfanuméricos, numéricos, letras, ícones, ou símbolos; graduações;ou uma forma endentada ou se projetando em relevo; ou pelo menos umazona de superfície do cabo tendo um estado, cor e/ou sensação ao tatosuperficial, diferente. Como exemplo, o marcador pode ser em relevo.
Como exemplo, o marcador pode ser constituído pela metadedo cabo, por exemplo, o mencionado cabo tendo duas cores oucompreendendo duas porções tendo aparências superficiais diferentes, porexemplo, uma tendo uma aparência não polida e a outra tendo uma aparênciabrilhante.
Pelo menos um marcador pode ser feito por impressão, porexemplo, impressão por silkscreen, ou pode ser feito de alguma outramaneira.
Em uma variante, ou em adição, os meios de marcador podemser definidos pela forma do cabo. Em alguns modos de realizaçãoexemplificativos da invenção, o cabo não precisa ser circularmente simétrico,em particular, ele não precisa ser circularmente cilíndrico.
A forma do cabo permite que os dedos e o polegar sejamposicionados sobre o cabo; por exemplo, sobre áreas planas do mencionadocabo, de modo a incentivar o usuário a segurar o aplicador fácil eintuitivamente, para posicioná-lo facilmente em relação à superfície que estásendo tratada.
Como exemplo, o cabo pode compreender um plano, e podeser plano ao longo de um plano que pode, por exemplo, ser paralelo ouperpendicular a um plano médio do membro aplicador. Como exemplo, oplano médio pode separar duas faces de aplicador diferentes do membroaplicador. O marcador também pode ser plano
Alternativamente, o marcador pode ser diferente de um plano.
O marcador pode, por exemplo, ser situado sobre o cabo,perpendicular a um plano do cabo, em torno de seu eixo longitudinal.
Como exemplo, para o membro aplicador, o plano médio podeser um plano de separação que separe duas regiões do núcleo do membroaplicador, por exemplo, cada uma feita de um material diferente, ou cada umacompreendendo uma implantação diferente de elementos aplicadoresdiferentes. A implantação dos elementos aplicadores sobre uma única regiãodo núcleo pode ser constante. O termo "implantação" deveria sercompreendido como significando o número de fileiras de dentes, o número dedentes por fileira, a orientação dos dentes dentro das fileiras, a disposição dosdentes na fileira, o espaçamento entre as fileiras, a orientação das fileiras emrelação ao eixo longitudinal, entre outros.
O cabo pode compreender um ou dois planos quando omembro aplicador compreender duas faces de aplicador diferentes, oumesmo, três planos, quando o membro aplicador compreender três faces deaplicador diferentes, ou mesmo quatro, ou mais, planos, quando o membroaplicador compreender quatro, ou mais, faces de aplicador diferentes, porexemplo, tantos planos quanto forem as faces de aplicador diferentes do membro aplicador.
A haste pode ser conectada por uma primeira extremidade aomembro aplicador. Por uma segunda extremidade, a haste pode ser conectadaa um corpo do cabo que defina a superfície de agarramento, ou, em umavariante, a uma tampa fixadora configurada para ser fixada por estalo rápido,ou encaixada a força, no corpo do cabo.
Pelo menos uma dentre as conexões entre o membro aplicadore a haste, a haste e a tampa fixadora opcional, e a tampa fixadora opcional e ocorpo do cabo, pode compreender meios de polarização, ou qualquer formaque não seja completamente circularmente simétrica, e que seja capaz degarantir a posição angular mútua dos dois elementos considerados, durante amontagem.
Pelo menos uma dentre uma haste, uma peça terminal domembro aplicador para fixar o membro aplicador à haste, e a uma peçaterminal da haste para fixar a haste ao cabo, pode compreender meios depolarização, por exemplo, que possam ser formados com uma seçãotransversal não circular, por exemplo, incluindo uma ranhura ou um plano, demodo a tornar possível indexar o membro aplicador em relação ao cabo.
A forma da seção transversal de pelo uma dentre a haste, a peça terminal do membro aplicador, e a peça terminal da haste, pode, porexemplo, ser circular, com uma ranhura, ou com um ou dois planos, oupoligonal, por exemplo, triangular ou quadrada.
A peça terminal do membro aplicador, ou a peça terminal dahaste, ou a haste, são para cooperação com um alojamento correspondenteformado na haste, na tampa fixadora, ou no cabo, de modo a permitir que omembro fixador seja posicionado apropriadamente em relação aos meios demarcador presentes sobre o cabo.
Em seção transversal, a haste pode ter uma forma circular pelomenos na maior fração de seu comprimento, ou mesmo, por todo seucomprimento.
Em alguns modos de realização exemplificativos, o cabo podecompreender uma porção rotativa que gire em relação a uma porção de base.A porção de base pode ser presa à haste e ao membro aplicador, a porçãorotativa sendo móvel em relação ao membro aplicador. Os meios demarcador, por exemplo, o marcador (s), pode ser situado sobre a porção debase e/ou sobre a porção rotativa.
Os meios de marcador, por exemplo, o marcador (s), pode sesituado sobre uma das duas porções, com um indicador de posicionamentoadicional situado sobre a outra das duas porções, vindo a ser posicionadovoltado para o marcador selecionado girando-se a porção rotativa em relaçãoà porção de base.
O indicador adicional pode ser disposto sobre a porção rotativaou sobre a porção de base.
Como exemplo, o indicador adicional poderia ser uma seta,uma janela, uma fenda, que viesse a indicar qual marcador foi selecionado aogirarmos a porção rotativa em relação à porção de base.
A orientação da porção rotativa do cabo não precisa modificara orientação do membro aplicador em relação à porção de base
A porção rotativa pode ser girada em relação à porção de basena direção oposta à direção para abrir o recipiente que contem a composição,a direção de desenroscamento sendo oposta, por exemplo. As duas porçõespodem ser configuradas de modo que o usuário possa girar a porção rotativaem relação à porção de base apenas em uma direção, de modo a não abriracidentalmente o recipiente ao selecionar o marcador.
Como exemplo, cada uma das porções rotativa e de base podese estender ao longo de um eixo longitudinal, os dois eixos longitudinaispossivelmente sendo paralelos ou mesmo coincidentes, por exemplo,coincidindo com um eixo longitudinal do cabo, em particular,independentemente do grau em que a porção rotativa é girada em relação àporção de base.
Pelo menos uma dentre a porção rotativa e a porção de base docabo pode compreender um suporte ou um dispositivo de fixação por estalorápido que torne possível o posicionamento da porção rotativa em relação àporção de base em pelo menos duas posições que correspondam a pelo menosduas faces de aplicador diferentes.
Como exemplo, uma dentre a porção rotativa e a porção debase não precisa ser circularmente cilíndrica, por exemplo, ela podecompreender um ou mais planos como descrito acima. 0 giro torna possívelincentivar o usuário a posicionar o(s) plano(s) em relação ao marcador e emrelação à face de aplicador desejada.
O membro aplicador pode compreender um núcleo torcido queretenha cerdas. Para uma escova de núcleo torcido, uma face do aplicadorpode corresponder a uma borda da superfície de envelope definida pelasextremidades das cerdas do membro aplicador, ou pelas extremidades dascerdas presentes entre duas bordas que estão em sucessão quando se circula onúcleo.
Escovas de núcleo torcido são fabricadas, convencionalmente,inserindo-se duas seções de um arame que foi dobrado ao meio e, a seguir,torcendo-se as seções, desse modo, fazendo com que as extremidades dascerdas se estendam em camadas helicoidais.
Quando o membro aplicador inclui um núcleo torcido queretenha cerdas, o fato do membro aplicador não ser axialmente simétricosignifica que uma superfície de envelope definida pelas extremidades dascerdas retidas no núcleo torcido não é axialmente simétrica. A ausência desimetria axial não é atribuída ao fato das cerdas retidas no núcleo torcidoserem distribuídas de forma helicoidal como resultado da torcedura.
A superfície de envelope da escova não precisa sercircularmente simétrica ao redor do eixo longitudinal do núcleo quandoapropriado para a finalidade de observação, quando apropriado.
O membro aplicador pode ser feito por moldagem, porexemplo, moldagem por injeção.
Em uma variante, ou em adição, o membro aplicador podecompreender tufos portados por um núcleo feito, por exemplo, por moldagem,por exemplo, moldagem por injeção de material termoplástico.
O núcleo pode ser flexível, sendo configurado para sedeformar quando pressionado de encontro à superfície que está sendo tratada,ou quando passando através de um membro de limpeza. Em uma variante, onúcleo pode ser substancialmente rígido.
O membro aplicador pode ser moldado integralmente com ahaste.
O membro aplicador pode incluir uma porção que sejasobremoldada, por exemplo, os dentes sendo moldados sobre o núcleo, porexemplo, feitos de um material diferente, por exemplo, por injeção dupla.
Em alguns modos de realização exemplificativos da invenção,o membro aplicador pode incluir primeiras fileiras de dentes que se estendemlongitudinalmente a partir de uma primeira face de aplicador, e segundasfileiras de dentes que se estendem longitudinalmente a partir de uma segundaface de aplicador.
Pelo menos metade das primeiras fileiras pode ter um númerode dentes por fileira que seja diferente do número de dentes por fileira de pelomenos a metade da segunda fileira.
Cada uma das primeiras fileiras portada pela primeira região,pode ter o mesmo número de dentes, e cada um das segundas fileiras portadaspela segunda região, também pode ter o mesmo número de dentes, o númeroni de dentes das primeiras fileiras sendo diferente do número n2 de dentes dassegundas fileiras. Por exemplo nl/n2 > 1,3, ou mesmo nl/n2 > 1,5, ou n/n2 >1,8, ou mesmo > 2.
Dentro de cada fileira suportada pela primeira ou segunda facede aplicador, os dentes podem estar substancialmente se tocando, oespaçamento entre dois dentes consecutivos sendo menor do que, ou igual a0,1 mm, por exemplo. O espaçamento correspondendo ao menor vão entre assuperfícies externas de dois dentes consecutivos, em suas bases.
Cada fileira de dentes pode incluir dentes que estejam emalinhamento perfeito. Em uma variante, cada fileira de dentes compreendeuma sucessão de dentes que estão dispostos em uma configuração escalonada.
O número mi de dentes da primeira face de aplicador pode sermaior do que o número m2 de dentes da segunda face de aplicador, porexemplo, com ml/m2 maior do que, ou igual a 1,3, ou mesmo ml/m2 maiordo que, ou igual a 1,5, ou mesmo ml/m2, maior do que, ou igual a 1,75, oumaior do que, ou igual a 2.
Como exemplo, as primeiras fileiras de dentes podem incluirmais dentes por fileira do que as segundas fileiras:
As primeiras fileiras de dentes podem incluir dentes tendo umaespessura que seja diferente da espessura dos dentes das segundas fileiras.
Em alguns modos de realização exemplificativos da invenção,pelo menos metade dos dentes portados pela primeira face de aplicador podeter espessura ei e comprimento Ii e, pelo menos metade dos dentes portadospela segunda face de aplicador pode ter espessura e2 e comprimento Z2 com eiΦ e2 e ei φ Z2.
Em modos de realização exemplificativos da invenção, osdentes das primeiras fileiras diferem dos dentes das segundas fileiras pelomenos em um dentre seus: forma, comprimento; espessura; material; dureza,espaçamento na fileira; e/ou, orientação na fileira.
Geralmente, para todos os membros aplicadores, o núcleo nãoprecisar suportar quaisquer fileiras de dentes diferentes daqueles dasprimeiras e segundas fileiras.
Em modos de realização exemplificativos da invenção, a maiorparte, ou mesmo todos os dentes se estendendo de uma primeira face deaplicador diferem da maior parte, ou mesmo de todos os dentes se estendendode uma segunda face de aplicador, em pelo menos um dentre seus: forma;comprimento, espessura; material; dureza; espaçamento na fileira; e/ouorientação na fileira.
Em aplicadores, de acordo com modos de realizaçãoexemplificativos da invenção, o usuário pode aplicar a composição com aprimeira face de aplicador ou com a face de aplicador como uma função doefeito de maquiagem desejado após identificar a face a ser usada, ou pode,mesmo, aplicar a composição com uma a face de aplicador identificada, e,então, pentear os cílios ou as sobrancelhas com a outra face do aplicador.Desse modo é possível selecionar a face de aplicador a ser usada em funçãoda etapa da maquiagem, a saber, aplicando a composição aos cílios, ouseparando, estendendo, ou frisando os cílios. Usando um aplicador único, épossível obter uma ampla variedade de efeitos diferentes de maquiagem.
De modo geral, o termo "eixo longitudinal do núcleo" deve sercompreendido como a linha que une os centros de gravidade (baricentros) dasseções transversais do núcleo. Em algumas circunstâncias, o eixo longitudinalpode ser um eixo central, ou mesmo um eixo de simetria para o núcleo, emparticular, quando o núcleo apresenta uma seção transversal tendo a formageral de um polígono regular ou de um círculo. O eixo longitudinal pode serretilíneo ou curvo. O núcleo pode ser central, ou seja, todos os dentes seestendendo para fora do núcleo, todos ao redor do núcleo.
O núcleo se situa dentro das fileiras de dentes e pode-se sercentrado ou descentralizado em relação às fileiras de dentes .
O membro aplicador pode ser moldado de um único material.As primeiras e segundas regiões do núcleo, a partir das quais as primeiras esegundas fileiras de dentes se estendem de modo a definir as faces deaplicador podem, portanto, ser feitas do mesmo material ou, em uma variante,de materiais diferente, em particular, materiais tendo cores diferentes, dessemodo, também tornando mais fácil para o usuário identificar a face a serusada, se assim desejado. Como exemplo, o cabo incluindo marcadores tendo,respectivamente, as mesmas cores que as faces de aplicador. Os dois materiaispodem pertencer à mesma família de polímero. Como exemplo, os doismateriais podem ter a mesma natureza química, porém, durezas diferentes.
Por exemplo, os dois materiais podem, ambos, ser elastômeros de poliésterestermoplásticos, por exemplo, aquele comercializado como Hytrel®, oupoliéter bloco amida, comercializado como Pebax®. Quando o membroaplicador é feito de dois materiais, os dois materiais podem ter, por exemplo,propriedades mecânicas diferentes, em particular, em termos da dureza, porexemplo, um dos materiais sendo mais macio do que o outro, ou mesmo,podendo ter cores diferentes. Os materiais de uma ou outra face de aplicador,ou de ambas, podem ser de durezas diferentes para o núcleo e os dentes.
Os dentes das primeiras fileiras de dentes e os dentes dassegundas fileiras de dentes podem ser feitos do mesmo material ou, em umavariante, podem ser feitos de materiais diferentes.
Os dentes das primeiras fileiras de dentes e a primeira regiãodo núcleo definindo uma primeira face de aplicador, podem ser feitos domesmo material. Os dentes das segundas fileiras de dentes e a segunda regiãodo núcleo, definindo uma segunda face de aplicador, podem ser feitos domesmo material. Os dentes das primeiras fileiras de dentes podem ser feitosde um material que seja diferente de pelo menos uma porção da primeiraregião do núcleo.
Pelo menos uma dentre a primeira região e a segunda regiãopode apresentar um seção transversal que seja substancialmente constante aolongo do eixo longitudinal, em particular, pelo menos sobre uma fração docomprimento do membro aplicador.
Em uma variante, pelo menos uma dentre a primeira porção ea segunda porção pode apresentar uma seção transversal que varie ao longodo eixo longitudinal.
Sobre pelo menos uma fração de seu comprimento, o núcleo,e/ou regiões do núcleo, podem apresentar um seção transversal de formaselecionada da seguinte lista: circular; semicircular, elíptica; semielíptica;poligonal; triangular; quadrada; retangular; pentagonal; hexagonal; octogonal;e semipoligonal. A forma pode variar ao longo do eixo longitudinal donúcleo.
As primeiras fileiras de dentes podem ser imagens umas dasoutras ao girar ao redor do eixo longitudinal do núcleo, por exemplo, ao girarpelo mesmo ângulo entre duas fileiras adjacentes ou, em uma variante, aogirar por um ângulo que não é sempre constante, mas, por exemplo, ummúltiplo de um passo angular dado. As segundas, fileiras de dentes podem serimagens umas das outras ao girar ao redor do eixo longitudinal do núcleo, porum ângulo, opcionalmente, constante.
Em modos de realização exemplificativos da invenção, oaplicador compreende, portanto:
• um núcleo alongado ao longo de um eixo longitudinalcompreendendo primeiras e segundas regiões opostas que se estendem aolongo do eixo longitudinal;
• fileiras de dentes tendo um comprimento menor do que.1,8mm, suportadas pela primeira região, definindo uma primeira face deaplicador;
• fileiras de dentes tendo um comprimento maior do que1,8mm, suportadas pela segunda região, definindo uma segunda face deaplicador, pelo menos uma dentre a primeira e a segunda faces de aplicadorsendo identificada sobre o cabo.
De modo geral, as extremidades dos dentes das primeirasfileiras de dentes podem definir uma primeira meia superfície de envelope deaplicador, as extremidades dos dentes das segundas fileiras de dentesdefinindo uma segunda meia superfície de envelope de aplicador, as primeirae segunda meias superfícies de envelope tendo, por exemplo, formas diferentes.
Uma das duas meias superfícies do envelope de aplicador podeter uma dimensão transversal maior, por exemplo, um diâmetro, que sejamenor do que 5,5mm. A outra das duas meias superfícies do envelope podeter uma dimensão transversal maior, por exemplo, um diâmetro, situada nafaixa de 5,7mm a IOmm, por exemplo, aproximadamente, de 6,5mm a 7mm.
Pelo menos uma fileira de dentes pode ser disposta sobre onúcleo de uma maneira que seja diferente da outra fileira de dentes, as duasfileiras diferindo em pelo menos uma dentre as seguintes maneiras: ocomprimento dos dentes; o espaçamento dos dentes na fileira, a implantaçãodos dentes na fileira; o número de dentes na fileira; a espessura dos dentesmedida perpendicular à sua direção de comprimento; o material formando osdentes; a forma dos dentes; a forma da seção transversal dos dentes.
Os dentes das primeiras fileiras de dentes podendo serafastados por um primeiro espaçamento, os dentes das segundas fileiras dedentes podendo ser afastados por um segundo espaçamento, o primeiroespaçamento, sendo diferente do segundo espaçamento, em particular, menordo que o segundo espaçamento.
Os dentes das primeiras fileiras de dentes podem ter umaespessura que seja menor do que a espessura dos dentes das segundas fileirasde dentes. As larguras dos dentes são medidas na mesma distância do núcleo,por exemplo, a nenhuma distância do núcleo; ou seja, na base dos dentes.
Os dentes das primeiras fileiras de dentes podem ter umaespessura que seja menor do que a espessura dos dentes das segundas fileirasde dentes, e podem ser feitos de um material que seja mais duro do que omaterial dos dentes das segundas fileiras. Inversamente, os dentes dasprimeiras fileiras podem ser mais finos e podem ser feitos de um material queseja mais macio, do que o material dos dentes das segundas fileiras.
Os dentes das primeiras fileiras de dentes e os dentes dassegundas fileiras de dentes não precisam ser dispostos dentro de suas fileirasde mesma maneira em relação ao núcleo.
A maior parte dos dentes do aplicador pode ter uma espessurasituada na faixa de 0,2mm a 0,5mm ou, na faixa de 0,5mm a 0,65mm. Otermo "espessura do dente" é usado para designar a maior seção transversal dodente. No primeiro caso, ou seja, quando a espessura se encontra na faixa de0,2mm a 0,5mm, os dentes são relativamente finos e também podem serrelativamente flexíveis quando o material de que forem feitos for um materialflexível. No segundo caso, ou seja, quando a espessura se encontra na faixa de0,5mm a 0,65mm, os dentes são mais grossos e podem ser mais rígidos.
A espessura dos dentes poderia ser selecionada em função dotipo de efeito de maquiagem desejado, e/ou da natureza dos cílios a sertratadas e/ou, por exemplo, da reologia da composição para a aplicação.
O aplicador pode incluir somente dentes tendo uma espessurasituada na faixa de 0,2mm a 0,5mm ou, em uma variante, apenas dentes tendouma espessura que seja estritamente maior do que 0,5mm e menor do que0,65mm, ou pode, mesmo, incluir ambas. Como exemplo, dentes tendodeterminada espessura podem ser misturados juntamente com dentes tendooutra espessura ou, em uma variante, os dentes tendo determinada espessurapodem ser agrupados, em conjunto, em uma região do membro aplicador,enquanto os dentes tendo outra espessura são agrupados, em conjunto, emoutra região do membro aplicador , por exemplo oposta à primeira.
O termo "comprimento do dente" é usado para designar adistância medida ao longo da direção do dente entre a extremidade livre dodente e sua base através da qual ele é conectado ao núcleo. O comprimento dodente é medido a partir do núcleo do membro aplicador.
Todos os dentes de uma porção do membro aplicador podemter o mesmo comprimento, exceto, possivelmente, os dentes situados naproximidade de cada uma das duas extremidades do membro aplicador.
O aplicador pode incluir, por exemplo, entre 150 e 500 dentes.
Como indicado acima, os dentes, podem ser dispostos emfileiras se estendendo ao longo do eixo longitudinal do núcleo. O termo"fileira" é usado para designar uma sucessão de dentes situados, geralmente,sobre o mesmo lado do núcleo e que sucedem, uns aos outros,longitudinalmente ao longo do núcleo. Como exemplo, o aplicador podeincluir pelo menos três fileiras de dentes se estendendo ao longo do eixolongitudinal, por exemplo, entre 3 e 20 fileiras de dentes.
Todas as fileiras de dentes da primeira face do aplicadorpodem incluir dentes que estejam substancialmente se tocando dentro de umaúnica fileira. O mesmo pode se aplicar aos dentes das segundas fileiras dasegunda face de aplicador.
Cada face de aplicador marcada sobre o membro aplicadorpode incluir pelo menos três fileiras de dentes se estendendo ao longo do eixolongitudinal, o número de fileiras sendo distribuído, por exemplo,metade/metade entre as faces dos aplicadores. Como exemplo, a primeira ousegunda faces de aplicador podem incluir entre 3 e 8 fileiras de dentes.
Uma fileira de dentes se estendendo ao longo do eixolongitudinal pode ter pelo menos três dentes do mesmo comprimento. Dentrode uma fileira dos dentes, o número de dentes pode se situar na faixa de,aproximadamente, 6 a 60, em particular na faixa de, aproximadamente, 10 a50. Pelo menos uma fileira de dentes pode se estender ao longo de um eixoretilíneo que pode, opcionalmente, ser paralelo ao eixo longitudinal donúcleo. Pelo menos dois dentes de pelo menos uma fileira podem apresentarcomprimentos diferentes ou idênticos. Pelo menos dois dentes de pelo menosuma fileira podem apresentar formas diferentes ou idênticas. Pelo menos umdente de pelo menos uma fileira pode apresentar a uma forma geral que seafunila em direção à sua extremidade livre. Pelo menos um dente pode terforma afunilada, frustocônica, ou piramidal. Pelo menos um dente de uma dasfileiras pode apresentar uma forma que seja diferente de um dente de outrafileira.
Quando o núcleo é observado ao longo de seu eixolongitudinal, dois dentes de uma fileira podem se estender em suas bases emdireções que formem um primeiro ângulo entre eles, e dois dentes de outrafileira podem se estender em suas bases em direções que formem um segundoângulo entre eles, os primeiros e segundos ângulos sendo iguais ou diferentes.
Dentro de cada fileira, os dentes podem ser afastadosuniformemente ao longo do eixo longitudinal da fileira, ou podem seragrupados, em conjunto, em grupos de dois ou os mais dentes, o espaçamentoentre os dentes de um grupo ao longo do eixo longitudinal da fileira sendomenor do que o espaçamento entre dois grupos adjacentes de dentes damencionada fileira.
Adaptando a forma dos dentes e seu espaçamento, é possívelestabelecer, cavidades de tamanhos maiores ou menores entre os dentes, estascavidades sendo apropriadas para serem carregadas com a composição. Dessemodo, é possível fazer uma fileira de dentes capaz de ser carregada com umaquantidade substancial de composição, mas sem que a fileira de dentes percasua capacidade de se agarrar aos cílios.
Duas fileiras de dentes podem ser feitas de respectivosdiferentes materiais. Além disso, os dentes de uma única fileira de dentespodem ser feitos de materiais diferentes, por exemplo, de durezas ou de coresdiferentes.
Pelo menos dois dentes sucessivos de uma fileira podem,opcionalmente, se tocar em suas bases, todos os dentes da fileira não setocando, ou se tocando em suas bases. O espaçamento entre os dentes, medidonas bases dos dentes e não entre os eixos dos dentes, pode se situar na faixade O a l,2mm dentro de uma fileira, por exemplo, na faixa de O5Olmm e lmm.Quando os dentes se tocam em suas bases, o espaçamento entre os dentesmedido na base dos dentes é zero.
Quando o aplicador é observado do lado, perpendicularmente aseu eixo longitudinal, pelo menos dois dentes podem definir uma ranhura emforma de V.
Os dentes de uma fileira e os dentes de outra fileira podem seestender em direções diferentes.
Os dentes de uma fileira podem ter bases que estejamsubstancialmente em alinhamento, ou seja, onde os centros das bases de trêsdentes consecutivos estejam situados substancialmente em uma única linhareta.
O núcleo pode incluir uma pluralidade de faces longitudinais,e o aplicador pode incluir fileiras de dentes, cada uma se estendendo a partirde uma das faces longitudinais do núcleo.
Uma ou mais faces longitudinais do núcleo podem definir umaface de aplicador. Os dentes de pelo menos uma fileira podem ser conectadosà face longitudinal correspondente do núcleo sobre o mesmo lado de umalinha longitudinal média da face longitudinal do núcleo.
Os dentes podem ter bases que não sejam centralizadas sobre aface longitudinal do núcleo à qual eles estão conectados:
As bases dos dentes em uma fileira podem estar emalinhamento, ou podem ser dispostas em uma configuração escalonada. Parauma configuração escalonada, uma pluralidade de dentes consecutivos dafileira pode ser deslocada pelo menos em parte, alternadamente, sobre ladosopostos de uma superfície de separação geométrica que pode ser plana. Osdentes consecutivos podem ser completamente deslocados alternadamentesobre lados opostos da superfície geométrica de separação. O termo"completamente deslocado" deveria ser entendido como a superfície deseparação geométrica não passando através dos dentes, sendo, o maisaproximadamente possível, uma tangente aos mencionados dentes.
Todos os dentes de cada fileira podem ser deslocadosalternadamente sobre lados opostos de uma superfície de separaçãogeométrica associada à fileira. Em uma variante, os dentes podem serdeslocados sobre lados opostos da superfície de separação, nãoalternadamente, mas em grupos de dentes, por exemplo, em grupos de dois outrês dentes.
Ainda em uma variante, os dentes podem ser deslocados, nãosobre lados opostos de uma superfície, mas dispostos em um padrão que érepetido ao longo do eixo longitudinal da fileira, cada padrão compreendendo,por exemplo, três ou quatro dentes em alinhamento ao longo de uma linha quese estenda, por exemplo, relativamente oblíqua ao eixo da fileira.
Dois dentes consecutivos de uma fileira, que sejamsimplesmente trocados por translação, não precisam ser imagens um do outro,em particular, quando as seções transversais dos dentes não tiverem formacircular.
Pelo menos dois dentes consecutivos de uma fileira de dentespodem ter primeiras faces, ambas tendo uma primeira forma comum, porexemplo, plana, pelo menos, por exemplo, na porção basal do dente esegundas faces, ambas, tendo uma segunda forma comum, por exemplo, nãoplana, em particular, arredondada. Todas as primeiras faces podem estarvoltadas na mesma direção ao redor do núcleo, ou seja, todas elas podem estarvoltadas na mesma direção, na direção do sentido horário ou anti-horário,quando o núcleo é observado ao longo de seu eixo longitudinal.
O aplicador podem incluir fileiras de dentes dentro das quais os dentesapresentam primeiras faces de mesma forma, por exemplo, planas, voltadasalternadas em uma direção ao redor do eixo longitudinal do núcleo e na outradireção. Esta disposição dos dentes faz com que eles sejam mais fáceis defabricar usando conchas de molde tendo planos de junta que sejam meiosplanos longitudinais em relação às fileiras.
As primeiras faces dos dentes, em particular quando elas sãoplanas, podem ser conectadas substancialmente perpendiculares à facecorrespondente do núcleo, pelo menos para alguns dentes na fileira. Pelomenos um dente, ou mesmo todos os dentes, podem apresentar uma faceplana paralela à sua direção longa.
A seção transversal de pelo menos um dente, ou mesmo decada dente, pode ser, substancialmente, de forma semicircular ou semielíptica,por exemplo, em forma de D, ou ainda poderia ser de alguma outra forma.Pelo menos um dente pode apresentar uma seção transversal que seja circular,elíptica, poligonal, em particular, triangular, quadrada, retangular, octogonal,em forma de paralelogramo, em forma de losango, ou oval. Isto pode dar aomesmo uma melhor capacidade de se deformar em uma direção preferida.
Pelo menos um dente pode apresentar pelo menos uma porçãoem relevo, esta característica podendo melhorar a aderência da composição ao dente.
Sem mudar de forma, a seção transversal do dente podediminuir ao se afastar do núcleo, por exemplo, por mais da metade docomprimento do dente. Dois dentes podem ser de formas diferentes, porexemplo, de seções transversais que sejam diferentes, ou de seçõeslongitudinais que sejam diferentes. Pelo menos um dente pode ser de formafrustocônica. Pelo menos um dente pode ser de forma cilíndrica.
Opcionalmente, os dentes podem ser retilíneos, por exemplo,cada um se estendendo ao longo de um eixo longo para o dente que éretilíneo, ou então, podem ser curvos, ou podem, mesmo, ser ondulados. Otermo "eixo longitudinal do dente" é usado para significar um eixo que passaatravés dos centros de gravidade das seções transversais do dente.
As extremidades livres dos dentes podem definir umasuperfície de envelope que pode se estender ao longo de um eixo longitudinalque forma um ângulo diferente de zero com o eixo longitudinal do núcleo.
A superfície de envelope pode ter a maior dimensãotransversal, por exemplo, de diâmetro, substancialmente constante, sobre pelomenos uma fração do comprimento do membro aplicador.
A superfície de envelope pode ser na forma de um amendoim,uma bola de futebol americano, frustocônica, ou duas semiformasselecionadas entre as formas acima mencionadas e encaixadas, em conjunto,ao longo de um plano diametral contendo o eixo longitudinal do núcleo, porexemplo, uma porção na forma de uma metade de uma bola de futebolamericano adjacente a uma porção que seja frustocônica.
Cada um das fileiras de dentes pode se estender sobre o núcleoao longo de um eixo longitudinal da fileira. O eixo longitudinal da fileirasendo um eixo central para as bases dos dentes da fileira, com a linha retapassando através dos centros das bases dos dentes que estão rigorosamenteem alinhamento, ou o eixo passando através da superfície de separação, paradentes que estejam em uma configuração escalonada.
Uma vez que o eixo longitudinal de uma fileira é consideradona superfície do núcleo, dois eixos longitudinais de duas fileiras sucessivas,ao redor do eixo longitudinal do núcleo, podem ser separados inclinadamentepor um ângulo que seja menor do que 80°, por exemplo, cerca de 60°, oumesmo, cerca de 50°, por exemplo, cerca de 45°, ou menos. A distribuiçãodos eixos longitudinais das fileiras na superfície do núcleo pode sersubstancialmente regular, com o espaçamento entre eles sendosubstancialmente constante e igual a um valor predefinido por ±20%, melhor,±10%, ainda melhor, ±5%.
O membro aplicador pode incluir uma zona que não tenhadentes entre duas fileiras da primeira região ou da segunda região, as duasfileiras suportadas pela mesma região afastadas por um vão que seja duasvezes o vão entre as outras fileiras portadas pela mesma região do núcleo:
Os dentes podem ser situados ao longo do núcleo, ao redor doeixo longitudinal do núcleo, a intervalos de cerca de um a cada 360°/n, porexemplo, com η situado na faixa de 3 a 20, melhor, na faixa de 4 a 16, aindamelhor, na faixa de 6 a 10
O membro aplicador não deveria incluir uma região semdentes que se estendesse inclinadamente sobre mais do que um oitavo devolta.
Como exemplo, os dentes podem se estender pelo menos emseis direções diferentes em torno do eixo longitudinal do núcleo.
Os dentes podem se estender ao longo de um eixo longo queseja perpendicular à superfície do núcleo ao qual eles são conectados ou, emuma variante em que não sejam perpendiculares, formando um ângulodiferente de zero com a normal ao núcleo na base dos dentes.
Em modos de realização exemplificativos da invenção, osdentes são feitos com o núcleo por moldagem ou por sobremoldagem.
Em modos de realização exemplificativos da invenção, oscílios podem ser carregados com a composição que está em contato com onúcleo. Desse modo, o núcleo pode participar de maneira ativa na aplicaçãoda composição aos cílios oferecendo, desse modo, mais liberdade na escolha earranjo dos dentes.
Pelo menos um dente de uma fileira pode se estender, pelomenos em sua porção que está conectada ao núcleo, ou mesmo por todo seucomprimento, ao longo de uma primeira direção Zij perpendicular à facelongitudinal do núcleo à qual o dente é conectado, ou formando um ângulopequeno com a normal, por exemplo, menos do que 10°, melhor, 5o. Umdente consecutivo da fileira podendo se estender da mesma face do núcleo aolongo de uma segunda direção Z2, pelo menos na porção que está conectadaao núcleo, ou mesmo sobre todo seu comprimento, formando um ângulo αcom a primeira direção, quando o núcleo é observado ao longo de seu eixolongitudinal Todos os dentes das várias fileiras podem ser feitos destamaneira.
Substancialmente, metade dos dentes de uma fileira pode seestender paralela à primeira direção Z1. O ângulo a, entre as direções Z1 e Z2,pode se situar na faixa de 5o a 80°.
Os dentes podem ser conectados perpendiculares ao núcleo oupodem ser conectados a um ângulo com a normal do núcleo, de modo quetodos os dentes se voltem para a mesma direção ao redor do núcleo, quando onúcleo é observado ao longo de seu eixo longitudinal. Desse modo, o membroaplicador não precisa ter dentes orientados em direções opostas ao redor donúcleo. Por exemplo, quando o núcleo é observado de sua extremidade distai,todos os dentes que se estendem obliquamente podem ser orientados nadireção do sentido horário.
O núcleo pode incluir pelo menos uma face longitudinal queseja plana. Em uma variante, o núcleo pode incluir pelo menos uma facelongitudinal que não seja plana, por exemplo, sendo côncava ou convexa, pelomenos em parte.
Quando observado perpendicular a seu eixo longitudinal, onúcleo pode apresentar um perfil que varia. Em particular, o núcleo podeapresentar uma dimensão transversal que atinja um mínimo em uma porçãocentral do núcleo, ao longo de seu eixo longitudinal.
Pelo menos um dente, melhor, cada dente de uma fileira ou doaplicador, pode se estender de uma face longitudinal correspondente nãoplana do núcleo de modo que seja substancialmente perpendicular a um planoque seja tangente ao núcleo, no dente. Por exemplo, para um núcleo cilíndricode seção transversal circular, os dentes podem se estender radialmente.
O núcleo pode apresentar uma face longitudinal que sejacôncava ou convexa em seção transversal, e que tenha concavidade ouconvexidade que possam variar ao longo do eixo longitudinal do núcleo.
O núcleo pode apresentar pelo menos uma face da qual osdentes se estendem, a face apresentando uma largura que varia ao longo doeixo longitudinal do núcleo.
O núcleo pode apresentar uma seção transversal que sejasubstancialmente constante pelo menos sobre uma fração de seucomprimento. O núcleo também pode apresentar uma seção transversal quevaria. A seção transversal do núcleo pode passar através de um extremo queesteja substancialmente a meio caminho ao longo do núcleo, o extremo sendo,por exemplo, um mínimo. Isto pode dar maior flexibilidade ao núcleo, e tornapossível definir uma superfície de envelope de seção que varie ao longo domembro aplicador, em particular, quando os dentes em uma fileira são domesmo comprimento, pelo menos sobre uma fração do comprimento domembro aplicador.
Em uma variante, o comprimento dos dentes pode variar aolongo da fileira, de modo que a seção transversal do núcleo e a seçãotransversal da superfície de envelope do membro aplicador definido pelasextremidades livres dos dentes não sejam geometricamente similares.
A superfície de envelope do membro aplicador podeapresentar, em uma primeira localização ao longo do eixo longitudinal domembro aplicador, uma primeira seção transversal substancialmente poligonale, em uma segunda localização ao longo do eixo longitudinal, uma segundaseção transversal substancialmente poligonal, pelo menos um primeiro vérticeda primeira seção transversal sendo conectado ao pelo menos um segundovértice e a um terceiro vértice da segunda seção transversal através das bordasrespectivas, os primeiros e segundos vértices sendo deslocadosinclinadamente ao redor do eixo longitudinal do membro aplicador, pelomenos uma das primeiras e segundas seções transversais sendo centralizadasobre o eixo longitudinal do membro aplicador.O núcleo pode apresentar uma face longitudinal que sejatorcida. O membro aplicador pode apresentar uma distribuição helicoidal dosdentes sobre núcleo, orientada no sentido horário ou no sentido anti-horáriona direção da extremidade distai do membro aplicador.
O aplicador pode incluir uma única fileira dos dentes por facelongitudinal do núcleo.
O comprimento de uma fileira, ou mesmo de todas as fileiraspode se situar na faixa de, aproximadamente, IOmm a 45mm, em particular,na faixa de 15mm a 35mm, ou mesmo na faixa de 20mm a 30mm, porexemplo, sendo, aproximadamente, 25mm.
O núcleo pode se estender ao longo de um eixo longitudinalque, pelo menos em um ponto ao longo de seu comprimento, forma umângulo diferente de zero com o eixo longitudinal de uma haste à qual o núcleoé fixado. O núcleo pode ser dobrado onde ele se conectar à haste:
O núcleo pode incluir um recesso no qual que é encaixada umaporção de sustentação, por exemplo, feita de material metálico ou plástico. Onúcleo pode ser configurado para ser fixado ao suporte, ou pode ser livre paragirar ou se mover em translação em relação ao suporte.
Em uma variante, a porção do núcleo que suporta os dentespode ser sólida. O núcleo pode incluir um alojamento em apenas uma de suasextremidades de modo a permitir que ele seja fixado a uma haste conectada aocabo.
O núcleo pode ter uma maior dimensão transversal medidaperpendicular ao seu eixo longitudinal, por exemplo, um diâmetro, situado nafaixa de l,2mm a 3mm.
Os dentes podem ser feitos integralmente com o núcleo, porexemplo, por moldagem, em particular, moldagem por injeção. O molde podeseja ser formado de uma pluralidade de conchas. O número de conchas podeser igual ao número de fileiras de dentes .O membro aplicador pode ser formado por monoinjeção dematerial ou sobreinjeção, preferivelmente usando-se um materialtermoplástico que pode ser elastomérico. A título de exemplo, ele pode serfeito por injeção em um molde que tenha lados perfurados, de modo a formaros dentes. O membro aplicador também pode ser feito por injeção dupla, porexemplo, injetando-se simultaneamente dois materiais em um único molde:
Os dentes podem ser feitos de um material que seja mais rígidoou menos rígido do que um material que seja usado para fazer a haste doaplicador à qual o núcleo é conectado.
Pelo menos um dentre o núcleo e um elemento aplicador podeapresentar propriedades magnéticas. Como exemplo, as propriedadesmagnéticas podem resultar de um carregamento de partículas magnéticas, porexemplo, de ferritas dispersadas no material de plásticos do núcleo e/ou doelemento aplicador.
Pelo menos um dentre o núcleo e um elemento aplicador podeser de tufos e/ou pode incluir um carregamento para melhorar, por exemplo, odeslizamento.
O núcleo pode ser constituído de uma peça separada encaixadana haste do aplicador. O núcleo pode ser fixado à haste do aplicadorinserindo-se uma peça terminal que prolonga a porção visível do núcleo, emum alojamento formado na extremidade da haste. Em uma variante, o núcleopode incluir um alojamento que se estende longitudinalmente, e no qual ahaste é inserida.
Ainda em uma variante, o núcleo pode ser feito integralmentecom a haste do aplicador, moldando-se um material plástico.
O núcleo pode ser feito de um material plástico que seja maisflexível ou menos flexível do que o material plástico usado para fazer a hastedo aplicador.
Como exemplo, o diâmetro da haste pode se situar na faixa de3mm a 3,5mm.
O aplicador pode ser livre de qualquer metal, desse modosendo possível colocá-lo em um forno de micro-ondas.
Quando apropriado, o núcleo pode ter um vazado interno e elepode incluir pelo menos um canal através do qual a composição pode passaratravés do membro aplicador.
O membro aplicador pode ser configurado para aplicar umcosmético, maquiagem, ou produto de cuidado, sobre os lábios. O membroaplicador pode ser, por exemplo, inclinado em relação a uma haste doaplicador, definindo duas faces de aplicador, cada um configurada para aaplicação sobre um dos dois lábios
Independentemente, ou em combinação com o acima, modosde realização exemplificativos da invenção também provêm um aplicadorpara aplicar uma composição de cosmético, maquiagem, ou produtos decuidado a materiais queratinosos, em particular aos cílios ou, sobrancelhas, oaplicador compreendendo:
• um membro aplicador para aplicar a composição, omencionado membro não sendo axialmente simétrico em relação a um eixolongitudinal do membro aplicador ; e
· um cabo de aplicador;
o membro aplicador incluindo pelo menos uma face deaplicador tendo uma posição angular marcada sobre o cabo, ou mesmo, pelomenos duas faces de aplicador diferentes tendo uma posição angular marcadasobre o cabo.
O cabo pode ter um eixo longitudinal de orientação que nãoseja ajustável em relação a um eixo longitudinal de uma haste que conecta omembro aplicador e o cabo.
Independentemente, ou em combinação como acima, modosde realização exemplificativos da invenção também provêm um aplicadorpara a aplicação de uma composição de cosmético, maquiagem, ou produtosde cuidado a materiais queratinosos, em particular, aos cílios ou sobrancelhas,o aplicador compreendendo:
• um membro aplicador configurado para aplicar a composiçãoaos cílios ou às sobrancelhas, ou aos lábios;
• um cabo de aplicador tendo uma porção estacionária e umaporção móvel, por exemplo, girável em relação à porção estacionária;
o membro aplicador compreendendo uma porção móvel deposicionamento modificável em relação à porção estacionária do cabo, demodo que o membro aplicador defina pelo menos duas superfícies deaplicação de formas diferentes, dependendo da posição da porção estacionáriado cabo em relação à porção móvel do cabo.
Como exemplo, o membro aplicador pode ter duas faces deaplicador diferentes em um posicionamento da porção estacionária do caboem relação à porção móvel do cabo. O membro aplicador pode definir duassuperfícies de aplicação de formas diferentes sobre uma dada face, umaprimeira forma da superfície de aplicação correspondendo a uma primeiraposição da porção estacionária do membro aplicador em relação à porçãomóvel do cabo, e uma segunda forma da superfície de aplicaçãocorrespondendo a uma segunda posição da porção estacionária do membroaplicador em relação à porção móvel do cabo.
Como exemplo, as duas superfícies de aplicação de formasdiferentes podem ser obtidas deformando-se o membro aplicador por meio deum núcleo de seção transversal não circular colocado em um envelope domembro aplicador, a seção sendo, por exemplo, oval, elíptica, retangular,ouoblonga. Girando-se o núcleo em relação ao envelope do membro aplicadorpode-se modificar sua forma. O membro aplicador também pode compreenderum envelope encaixado sobre o núcleo, com o grau com o qual o núcleo éempurrado para dentro do envelope, determinando a forma da superfície deaplicação do membro aplicador.
Em outros modos de realização exemplificativos, a invençãotambém provê uma embalagem e um dispositivo aplicador para aplicar umacomposição aos cílios e/ou às sobrancelhas, ou lábios, o dispositivocompreendendo:
• um receptáculo contendo a composição para a aplicação; e
• um aplicador compreendendo:
• um cabo tendo duas porções que são móveis uma em relação
à outra; e
• um membro aplicador compreendendo:
•um envelope; e
• um núcleo móvel em relação ao envelope;
a movimentação do núcleo em relação ao envelope ocorrendoem resposta a uma movimentação de uma porção do cabo em relação à outra,a movimentação do núcleo em relação ao envelope modificando a formaexterna do membro aplicador.
Como exemplo, o núcleo pode girar em relação ao envelope,ambos, possivelmente, tendo seções transversais que não são circulares, demodo que, girando-se o núcleo provoca-se uma modificação na forma doenvelope.
Os elementos aplicadores podem ser organizados de maneirahomogênea, de modo que a diferença entre ambas as superfícies de aplicaçãopossa depender da forma do envelope.1
O aplicador pode não compreender duas faces diferentes.
O envelope pode ter os elementos aplicadores organizadospara definir pelo menos duas faces de aplicador diferentes.
Em uma variante, o núcleo também pode deslizar no envelopee expandi-lo para uma extensão maior ou menor, dependendo do grau comque ele é empurrado para dentro do mesmo.Um dispositivo
Modos de realização exemplificativos da invenção tambémprovêm uma embalagem e um dispositivo aplicador para aplicar umacomposição a fibras queratinosas, em particular aos cílios ou às sobrancelhas,o dispositivo compreendendo um aplicador como definido acima, e umreceptáculo contendo a composição. O cabo do aplicador pode constituir umatampa de fechamento para fechar o receptáculo.
O cabo pode ser configurado para fechar, de modoimpermeável a vazamentos, o receptáculo contendo a composição paraaplicação. O receptáculo pode compreender um membro de limpeza que podeser adaptado para limpar a haste e o membro aplicador.
A composição pode ser uma máscara, por exemplo, umamáscara resistente à água que seja preta, ou de outra cor, ou um produto decuidado para os cílios ou as sobrancelhas, ou mesmo um batom, brilho para oslábios, um brilho, ou um produto de cuidado para os lábios.
O aplicador poderia ser usado com um gerador de vibração.Como exemplo, é possível ter um motor na extremidade do cabo, tornandopossível gerar a vibração.
Quando apropriado, o gerador de vibração pode ser montadosobre o cabo de modo identificado em relação a um marcador presente nocabo.
A invenção também provê uma pluralidade de aplicadorescomo definido acima, agrupados, em conjunto, em uma bandeja de exposição,por exemplo, em uma loja, e na qual, todos os membros aplicadores de cadaum dos aplicadores tenha a mesma posição angular em relação aos meios demarcador do cabo correspondente.
O receptáculo pode compreender uma parede interna que podeser configurada para se mover no receptáculo para, por exemplo, misturar acomposição.O receptáculo pode compreender uma parede que pode estarem contato, ou a uma distância curta, por exemplo, menos de lmm, domembro aplicador, quando ele está no lugar, no receptáculo.Um método de aplicar maquiagem
Independentemente, ou em combinação com o acima, modosde realização exemplificativos da invenção também provêm um método deaplicar maquiagem aos cílios ou às sobrancelhas por meio de um aplicadorcomo definido acima, onde os meios de marcador são posicionados voltadospara o usuário.
O posicionamento dos meios de marcador pode compreender aetapa de selecionar um marcador quando os meios de marcadorcompreenderem uma pluralidade de marcadores e posicionar o marcadorselecionado voltado para o usuário.
O marcador indicando a face de aplicador desejada pode sergirado para facear o usuário, fazendo, desse modo, com que a face doaplicador seja posicionada corretamente em relação à superfície que estásendo tratada. Em particular, o usuário pode posicionar o marcadornaturalmente para ficar voltado para os olhos.
Independentemente, ou em combinação com o acima, ainvenção também provê um método de aplicar a maquiagem aos cílios ou àssobrancelhas por meio de um aplicador como definido acima, onde o usuárioseleciona, em uma primeira etapa, uma das superfícies de aplicação domembro aplicador e/ou uma das faces de aplicador do membro aplicador, demodo a prosseguir com a aplicação da maquiagem.
Na segunda etapa, o usuário pode selecionar a outra dassuperfícies de aplicação e/ou a outra das faces de aplicador.
Na segunda etapa, o usuário pode modificar a orientação daporção móvel do cabo em relação à porção estacionária do cabo, de modo aselecionar uma segunda superfície de aplicação.A segunda etapa pode ser selecionada pelo usuário para afinalidade de mudar a quantidade de composição aplicada à zona daaplicação, por exemplo, os cílios, as sobrancelhas, ou os lábios, ou de modo aterminar a aplicação da maquiagem. Em ainda outra variante, a segunda etapapode permitir que seja conseguido um efeito de maquiagem diferente.Um método de fabricação
Independentemente, ou em combinação com o acima, modosde realização exemplificativos da invenção também provêm um método defabricar um aplicador como definido acima.
Durante a fabricação do aplicador, é possível marcar a posiçãoangular do membro aplicador em relação ao cabo antes de associar omencionado membro aplicador ao mencionado cabo, de modo a se obter oposicionamento apropriado dos meios de marcador em relação ao membroaplicador e, em particular, em relação ás diferentes faces de aplicador domembro aplicador.
Como exemplo, a indexação pode ser obtida por meios depolarização.
E igualmente possível marcar a posição angular do membroaplicador e do cabo, analisando-se imagens e/ou detectando uma marcapresente sobre pelo menos um dentre o membro aplicador , haste, ou cabo.
Em uma variante, o membro aplicador pode ser montado sobreo cabo, e o membro aplicador pode ser indexado em relação aos meios demarcador manualmente, pela visão.Descrição resumida dos desenhos
A invenção pode ser melhor compreendida da leitura dadescrição detalhada a seguir, de modos de realização exemplificativos nãolimitativos da mesma, e estudando-se os desenhos anexos, onde:
a Figura 1 é uma vista esquemática e fragmentária em seçãolongitudinal, de perfil, mostrando um exemplo de um dispositivo feito deacordo com a invenção;
a Figura 2 é uma vista lateral do membro aplicador da figura 1mostrado isolado;
a Figura 3 é uma vista como vista olhando-se ao longo da setaIII na Figura 2;
a Figura 3a mostra, o dispositivo da Figura 1 sendo usado;
as Figuras 4 e 5 são vistas como vistas olhando-se ao longodas setas IV e V na Figura 1;
a Figuras 6 e 7 são vistas similares à Figura 4 mostrandovariantes de modos de realização exemplificativos;
a Figura 8 é uma vista explodida de uma variante de um modode realização exemplificativo;
a Figura 8a é uma seção transversal de uma variante de ummodo de realização exemplificativo;
a Figura 8b é uma seção longitudinal sobre VIII-VIl na Figura 8a;
as Figuras 9 a 15 e são seções transversais diagramáticas efragmentárias de variantes de modos de realização exemplificativos;
as Figuras 16 a 18 e são seções transversais diagramáticas e.fragmentárias de variantes de modos de realização exemplificativos demembros aplicadores;
as Figuras 19 a 28 são seções transversais diagramáticas e.fragmentárias de variantes de modos de realização exemplificativos;
as Figuras 29, 30, 32, 34 e 36 são vistas diagramáticas e.fragmentárias mostrando arranjos de dentes;
as Figuras 31, 33 e 35 são vistas fragmentárias em perspectivade variantes de modos de realização exemplificativos;
as Figuras 37 a 41 são seções transversais de dentes;
a Figura 42 é uma vista em perspectiva de uma variante de ummodo de realização exemplificativo;
a Figura 43 é uma vista similar à Figura 2 mostrando outravariante;
as Figuras 44 a 48 são diagramas de superfícies de envelope deoutras variantes de modos de realização exemplificativos;
a Figura 49 é uma seção fragmentária longitudinal de umavariante de um modo de realização;
as Figuras 50a a 5Og são vistas laterais em perspectivamostrando variantes de modos de realização exemplificativos;
as Figuras 5Oh e 5Oi são vistas laterais de uma variante de ummodo de realização exemplificativo da invenção;
a Figura 5Oj é uma vista diagramática e fragmentária emperspectiva da variante do modo de realização exemplificativo mostrado nasFiguras 5Oh e 5Oi;
A figura 5 Ok é uma vista ao longo da seta K da variante do
modo de realização exemplificativo da figura 5Oh;
A figura 501 é uma vista diagramática e fragmentária secionalda tampa de fechamento da variante do modo de realização exemplificativomostrado nas Figuras 5 Oh a 5 Ok;
a Figura 51 é uma vista lateral de uma variante de um modo derealização exemplificativo;
as Figuras 52 e 53 são exemplos de arames apropriados paraserem usados na fabricação do núcleo da escova da Figura 51;
as Figura 54A a 54F são seções transversais de exemplos decerdas apropriadas para serem usadas para fabricar a escova;
as Figuras 55 a 63 e 59a são seções transversais de váriosexemplos de superfícies de envelope da escova;
as Figuras 64 a 72 são vistas laterais mostrando exemplos desuperfícies de envelope para a escova;as Figuras 74 a 78 mostram variantes de modos de realizaçãoexemplificativos de elementos aplicadores;
a Figura 79 é uma seção transversal diagramática efragmentária de uma variante de um modo de realização exemplificativo domembro de limpeza;
as Figuras 80 e 81 mostram detalhes de variantes de modos derealização exemplificativos da haste;
as Figuras 82a e 82b são seções diagramáticas e fragmentáriasde uma variante de um modo de realização da invenção;
as Figuras 83a e 83b são seções diagramáticas e fragmentáriaslongitudinais de uma variante de um modo de realização da invenção;
as Figuras 83c e 83d são seções diagramáticas e fragmentáriaslongitudinais de uma variante de um modo de realização da invenção;
as Figuras 84a e 84b são seções diagramáticas e fragmentáriaslongitudinais de uma variante de um modo de realização da invenção;
a Figura 84c é uma vista fragmentária em perspectiva dosmodos de realização exemplificativos das Figuras 84a e 84b;
a figura 85a é uma vista lateral de uma variante de um modode realização exemplificativo da invenção;
a figura 85b é uma vista cortada em perfil de uma variante domodo de realização exemplificativo da Figura 85 a, e
a figura 85c é uma seção longitudinal da tampa de fechamentodo modo de realização exemplificativo das Figuras 85a e 85b.
Descrição mais detalhada
As Figuras 1 a 5 mostram uma embalagem e um dispositivoaplicador feito de acordo com a invenção, o dispositivo compreendendo umaplicador 5 e um receptáculo associado 2 contendo uma composição P paraaplicar aos cílios e/ou às sobrancelhas, por exemplo, uma máscara ou umproduto de cuidado.No modo de realização exemplificativo considerado, oreceptáculo 3 inclui um gargalo com rosca 4, e o aplicador 2 inclui uma tampade fechamento 5 arranjada para ser fixada ao gargalo 4 para fechar oreceptáculo 3 de modo impermeável a vazamentos, quando não em uso, atampa de fechamento 5 também constituindo um cabo para o aplicador 2.
A tampa de fechamento 5 inclui um corpo externo visível naFigura 1 e que define a superfície de agarramento, pela qual, o usuário podesegurar o aplicador 2.
A tampa de fechamento 5 inclui um plano 5a, visível na Figura1 e um segundo plano 5a, oposto ao primeiro, não visível na Figura 1, masvisível em vista lateral nas Figuras 4 e 5.
A tampa de fechamento 5 inclui adicionalmente doismarcadores 5b que tornam possível informar o usuário sobre a orientação doaplicador 2 em relação à mão do usuário, quando o mencionado usuáriosegura o aplicador 2, através do cabo.
Em particular, o usuário pode colocar o polegar e o dedoindicador sobre os respectivos um dos dois planos 5a, e posicionar um dosdois marcadores 5b para se voltar para o usuário.
No modo de realização exemplificativo descrito, cada um dosdois marcadores 5b inclui uma cor diferente, mostradas por pontos detamanhos diferentes na zona do marcador.
No modo de realização exemplificativo mostrado na Figura 1,os marcadores 5b estão situados sobre cada lado do plano 5a em relação aoeixo longitudinal Y do aplicador 2, mas não fugiria do âmbito da presenteinvenção se fosse de outra maneira, por exemplo se os marcadores estivessemsituados em alinhamento com um plano ou sobre um plano.
O aplicador 2 inclui uma haste 7, de eixo longitudinal Y, cujahaste é conectada por sua extremidade de topo à tampa de fechamento 5 e, porsua extremidade basal, a um membro aplicador 8.O receptáculo 3 também inclui um membro de limpeza 6 que éinserido no gargalo 4.
No modo de realização exemplificativo considerado, omembro de limpeza 6, que pode ser de qualquer tipo, inclui um lábio 9arranjado para limpar a haste 7 e o membro aplicador 8, quando o aplicador 2for removido do receptáculo 3. O lábio 9 define um orifício de limpeza dediâmetro adaptado ao diâmetro da haste.
No modo de realização exemplificativo mostrado, a haste 7apresenta uma seção transversal circular, mas não fugiria do âmbito dapresente invenção se a haste 7 apresentasse alguma outra seção, desse modo, atampa 5 sendo fixada, possivelmente, sobre o receptáculo 3, por outro modoque não o enroscamento, se necessário. O membro de limpeza 6 poderia seradaptado à forma da haste 7 e à forma do membro aplicador 8, quandoapropriado.
No modo de realização exemplificativo considerado, o eixolongitudinal Y da haste 7 é retilíneo e coincide com o eixo longitudinal doreceptáculo 3 quando o aplicador 2 é colocado sobre o mesmo, mas nãofugiria do âmbito da presente invenção se a haste 7 não fosse retilínea, porexemplo, formando uma curva.
Quando apropriado, a haste 7 pode incluir um estreitamentoanular em sua porção que venha a ser posicionada voltada para o lábio 9 domembro de limpeza 6, de modo que o mencionado membro de limpeza nãoseja forçado mecanicamente, indevidamente, durante o armazenamento.
Com referência às Figuras 2 e 3, pode ser visto que o membroaplicador 8 inclui um núcleo central 10 de forma alongada se estendendo aolongo de um eixo longitudinal X.
O núcleo 10 compreende uma primeira região 10a e umasegunda região 10b, oposta à primeira porção e, cada uma das regiões IOa e10b se estendendo ao longo do eixo longitudinal X, do núcleo.No modo de realização exemplificativo considerado, sobre amaior parte de seu comprimento, o núcleo 10, apresenta uma seçãotransversal poligonal tendo lados que definem faces longitudinais 15. O eixolongitudinal X é central.
Como exemplo, as faces longitudinais 15 são em número deseis, a seção transversal do núcleo sendo substancialmente hexagonal. Nomodo de realização exemplificativo considerado, cada uma das regiões 10a,IOb ocupa metade do núcleo, com cada uma definindo três das faceslongitudinais 15, as regiões IOa e 10b sendo simétricas uma em relação àoutra ao redor de um plano médio contendo o eixo longitudinal X, do núcleo.
No modo de realização exemplificativo mostrado, uma únicafileira 17 de dentes 18 está conectada a cada uma das faces longitudinais 15.
O membro aplicador 8 define duas faces de aplicador Al, A2,a primeira face de aplicador Al sendo formada pela região IOa do núcleo e osdentes 18a que são portados pela mencionada região 10a do núcleo, e asegunda face de aplicador A2 sendo formada pela região 1 Ob do núcleo e osdentes 18b que estão conectados à mesma.
As fileiras 17, de dentes 18, compreendem as primeiras fileiras17a de dentes 18a que se estendem da primeira região do núcleo 10a, e assegundas fileiras 17b, de dentes 18b, que se estendem da segunda região 10bdo núcleo. As fileiras 17a definem a primeira face de aplicador Al domembro aplicador, e as fileiras 17b definem a segunda face A2, oposta.
No modo de realização exemplificativo descrito, as duas facesde aplicador Al e A2, são opostas em relação ao eixo longitudinal X domembro aplicador.
As duas faces de aplicador Al e A2 também são diferentes, e oaplicador 2 é configurado de maneira que o posicionamento de cada um dosmarcadores 5b corresponda a uma das faces de aplicador Ale A2.
O posicionamento dos marcadores 5 b pode corresponderexatamente a uma das faces Al, A2, por exemplo, um marcador estandodisposto no meio da extensão angular da face de aplicador correspondente;ou, em uma variante, um pouco deslocado, por exemplo, por um ângulo α quepode ser pequeno, por exemplo, menor do que 45°, como mostrado na Figura3a.
Quando o marcador selecionado está posicionado voltado paraos olhos do usuário, a face do aplicador pode, desse modo, estar um poucodeslocada em relação à íris do olho, mas melhor posicionada em relação aoconjunto dos cílios, desse modo igualmente facilitando executar amovimentação usada para aplicar a maquiagem.
No modo de realização exemplificativo mostrada nas figuras 1a 5, as faces de aplicador Al e A2 diferem, em particular, pela forma dasuperfície de envelope definida pelas extremidades livres dos dentes 18. Asuperfície de envelope da face de aplicador A2 tem forma semicilíndrica,enquanto que a superfície de envelope da face de aplicador Al tem a forma demeio amendoim.
A forma da superfície de envelope é um resultado da forma donúcleo, com a região IOb sendo plana e a região IOa sendo convexa em seumeio, no modo de realização exemplificativo descrito.
Como mostrado, as faces 15 da região IOa do núcleo podemser côncavas na porção central, as formas côncavas sendo centralizadas sobreum plano médio do núcleo 10, por exemplo, cruzando o mencionado núcleosubstancialmente ao longo de sua metade.
As formas côncavas das faces longitudinais 15 podem serformadas por um estreitamento da seção transversal do núcleo 10.
Além disso, as faces de aplicador Al e A2 diferem nocomprimento dos dentes portados por cada uma das regiões IOa e IOb donúcleo.
Os dentes 18a portados pela região IOa do núcleo são maislongos do que os dentes 18b portados pela região IOb do núcleo.
Finalmente, as fileiras 17a e 17b também diferem noespaçamento dos dentes 18a, 18b na fileira, os dentes 18a sendo maisafastados nas fileiras 17a do que os dentes 18b nas fileiras 17b. Emconseqüência, o membro aplicador inclui um número maior de dentes 18b doque dentes 18a, embora o número das primeiras fileiras 17 seja igual aonúmero das segundas fileiras 17b.
Naturalmente, cada uma das faces de aplicador Al, A2 poderiadiferir em outras características, ou elas poderiam diferir em apenas uma dasvárias características descritas acima, a saber, a forma da superfície deenvelope opcionalmente ligada à forma do núcleo, o comprimento dos dentes,ou o espaçamento dos dentes na fileira.
De modo a usar o dispositivo 1, o usuário desenrosca a tampade fechamento 5 e remove o membro aplicador 8 do receptáculo 3.
Após o membro aplicador 8 ter passado através do membro delimpeza 6, uma certa quantidade de composição permanece sobre o membroaplicador, por exemplo, entre as fileiras 17 e entre os dentes 18 das fileiras, epode ser aplicada aos cílios ou às sobrancelhas, pelo usuário.
Quando o usuário segura o aplicador 2 pelo cabo constituídopela tampa de fechamento 5 aplicando os dedos nos planos 5 a, isto traz umdos marcadores 5b para uma posição voltada para o usuário, com o marcadorparticular sendo selecionado em função do efeito de maquiagem desejado,como mostrado em uma das Figuras 4 ou 5.
Desta maneira, a face de aplicador Al ou A2 que correspondeao marcador selecionado 5b é posicionada automaticamente de modo a faceara superfície que deve ser tratada.
O usuário pode selecionar qual face do membro aplicador usarem função do efeito de maquiagem desejado. Em uma variante do modo derealização exemplificativo mostrado na Figura 7, a tampa de fechamento nãotem planos 5a, por exemplo, sendo circularmente cilíndrica.
Em outra variante do modo de realização exemplificativomostrado na Figura 6, a tampa de fechamento 5 inclui uma porção rotativa 52que gira em relação a uma porção de base 51. No modo de realizaçãoexemplificativo descrito, a porção rotativa 52 define a extremidade livre datampa 5 e inclui os planos 5a. A porção de base 51 toma a forma de um anelque porta os marcadores 5b que estão associados ao posicionamento das facesde aplicador Ale A2.
O usuário pode girar a porção rotativa 52 em relação à porçãode base 51 de modo a posicionar os planos 5 a em uma maneira apropriada.
Esta configuração pode, vantajosamente, levar o usuário aprestar atenção à indexação do membro aplicador em relação ao cabo.
Além disso, a porção rotativa 52 pode incluir um indicadorpara indicar sua posição em relação à porção de base 51, por exemplo, naforma de uma seta 53 disposta de modo a apontar para o marcador 5b que foiselecionado. Girando-se a porção rotativa 52 torna-se possível posicionar oindicador 53 de modo que ele se volte para o marcador 5b selecionado.
Em uma variante, um aplicador provido com uma porçãorotativa e com uma porção de base, também poderia ser provido com umplano 5 a.
Ainda em uma variante, o aplicador 2 não precisaria serprovido com um indicador 53.
Durante a fabricação do aplicador 2, as faces de aplicador Al,A2 podem ser posicionadas manualmente em relação ao marcador 5b porsimples observação, ou automaticamente, por exemplo, por meio da presençade linhas de polarização 57 sobre o cabo 5, como mostrado na Figura 8.
Como exemplo, o membro aplicador 8 e a haste 7 podem serconectados à tampa de fechamento 5 diretamente ao corpo externo, ou a umatampa fixadora 56 para inserção no corpo da tampa de fechamento 5, comomostrado na Figura 8.
Além disso, no modo de realização exemplificativoconsiderado, o núcleo 10 é estendido a partir de sua extremidade proximal poruma peça terminal cilíndrica 14 que permite que ele seja fixado sobre a haste7, como mostrado na Figura 8, a fixação podendo ser executada por encaixeforçado, encaixe por estalo rápido, adesivo, vedação a quente, ou amassandoum alojamento provido na extremidade da haste. Em uma variante, a hastepode ser inserida em um alojamento provido no núcleo.
O núcleo 10 também pode ser moldado integralmente com ahaste 7 ou com um alojamento no qual a haste 7 é inserida.
Finalmente, a haste 7 pode ser feita como uma única parteintegralmente com a tampa fixadora 56, ou pode ser encaixada forçada em umalojamento formado no tampa fixadora ou, pode mesmo incluir uma peçaterminal 58 para fixar na mencionada tampa de fixação, como mostrado naFigura 8.
Considerando ser necessário o posicionamento das faces deaplicador Al, A2 para indexação em relação ao marcador(s) 5b, é preferívelque o membro aplicador, a haste, a tampa fixadora, se algum deles, e a porçãode base da tampa de fechamento 5, quando ela também incluir uma porçãorotativa, sejam impedidos de girar, um em relação ao outro.
Para esta finalidade, pode ser suficiente a cooperação entre osvários elementos por encaixe forçado, com a peça terminal 14, a haste 7, e apeça terminal 58, se alguma delas, da haste 7, tendo seção transversal circular,como mostrado na Figura 9, ou com pelo menos uma dentre a peça terminal14, a haste 7, e a peça terminal 58, se alguma delas, da haste 7, nãotendo,possivelmente, seção transversal circular, de modo a servir como meiode polarização.
Pelo menos uma dentre a peça terminal 14, a haste 7, e a peçaterminal 58, da haste 7, podendo ter seção transversal triangular, comomostrado na Figura 10, quadrada, como mostrado na Figura 11, hexagonal,como mostrado na Figura 12, ou qualquer outra forma poligonal, ou podendo,mesmo, incluir um plano, como mostrado na Figura 13, dois planos, comomostrado na Figura 14, ou uma ranhura, como mostrado na Figura 15.
Além disso, no modo de realização exemplificativo mostrado,a possível tampa fixadora 56 coopera com a tampa de fechamento 5 atravésde um talão fixador 59, mostrado na Figura 8.
Em uma variante, a tampa fixadora 56 pode cooperar 30 com aporção de base 51 da tampa de fechamento 5 através de meios de polarização56a, a porção de base 51 sendo fixada à porção rotativa por encaixe por estalorápido, como mostrado nas Figuras 8a e 8b.
No modo de realização exemplificativo considerado, os dentes18 são feitos integralmente com o núcleo 10, por moldagem de materialtermoplástico.
De modo a moldar o membro aplicador 8, é possível usar ummaterial termoplástico que seja, opcionalmente, relativamente rígido, porexemplo, estireno-etileno-butileno-estireno (SEBS); uma borracha desilicone; borracha de látex; borracha butílica; borracha de terpolímero deetileno-propileno (EPOM); uma borracha de nitrila; um polímero baseado emacetato; um polímero baseado em estireno, um elastômero termoplástico; umpoliéster, poliamida, polietileno, ou um elastômero de vinil; uma poliolefinacomo o polietileno (PE), ou o polipropileno (PP); cloreto de polivinila (PVC);acetato de etileno vinil (EVA); poliestireno (PS); tereftalato de polietileno(PET), polioximetileno (POM); poliamida (PA); ou metacrilato de polimetila(PMMA). Em particular, é possível usar materiais conhecidos sob os nomescomerciais Hytrel®, Cariflex®, Alixine®, Santoprene®, Pebax®, esta listanão sendo limitativa.
O material termoplástico pode compreender um agente bioácido.Em outros modos de realização exemplificativos, as faces deaplicador Al, A 2 podem diferir no material usado, a metade do membroaplicador, que corresponde à primeira região e os dentes suportados pelamencionada primeira região sendo apropriados para serem moldados em umprimeiro material, por exemplo Hytrel®, de uma dureza 47 na escala Shore A(ShA), enquanto a outra metade é moldada em algum outro material, porexemplo, Hytrel®, de dureza de 63 ShA, os dois materiais sendo de coresdiferentes.
Quando apropriado, o membro aplicador 8 também pode serfeito por moldagem, estampagem, ou usinagem de um metal.
Os dentes e o núcleo podem ser feitos materiais diferentes.
Em sua extremidade distai 12, o membro aplicador 8 podeincluir uma cabeça que se afunila para frente, de modo a facilitar colocar oaplicador 2 de volta no receptáculo 3. A altura dos dentes 18 pode diminuirem direção à cabeça 12, ao longo de uma porção de transição distai 13a, comomostrado na Figura 2.
A altura dos dentes 18 também pode diminuir ao longo de umaporção de transição proximal 13b em direção à haste 7, de modo a facilitar apassagem do membro aplicador 8 através do membro de limpeza 6 enquanto oaplicador 2 estiver sendo removido.
A cabeça, 12 pode ser circularmente simétrica, ou pode incluiraletas radiais, como mostrado na Figura 2.
Um exemplo de uma configuração de uma fileira 17 de dentes18, está descrito mais precisamente abaixo, a descrição se aplicandoigualmente bem, em modos de realização exemplificativos da invenção, paraas fileiras 17a da primeira região 10a, bem como, às fileiras 17b, da segundaregião 10b.
Cada fileira 17, de dentes 18, compreende um primeiroconjunto 20 de primeiros dentes que são conectados à face 15 correspondentedo núcleo 10 enquanto formam um ângulo aZ[ em relação à normal domesmo, e um segundo conjunto 30 de dentes conectados obliquamente à face15, formando um ângulo aZ2, em relação à mencionada normal.
Os dentes 18 do primeiro conjunto 20 de dentes são retos, seestendendo ao longo de uma direção Z1 substancialmente perpendicular à face15, o ângulo sendo relativamente pequeno, por exemplo, menor do que 10°,ou mesmo menor do que 5o.
Os dentes 18 do segundo conjunto 30 de dentes, no modo derealização exemplificativo considerado, também são retos, se estendendo aolongo de uma direção Z2, formando um ângulo α com a direção ZL. Comoexemplo, o ângulo α pode estar situado na faixa de 20° a 80°.
Na figura 3, pode ser'visto que cada fileira compreende dentestendo uma face conectada perpendicularmente à face longitudinalcorrespondente 15 do núcleo 10.
No modo de realização exemplificativo descrito, os dentes 18,de cada fileira 17, estão dispostos em uma configuração escalonada. Doisdentes consecutivos 18 de cada fileira 17 estando deslocados alternadamentesobre lados oposto de uma superfície da separação S, a superfície S sendo umplano bissetor do ângulo α
Os dentes do primeiro conjunto 20 estão dispostos sobre umlado da superfície de separação S, enquanto os dentes do segundo conjunto 30estão dispostos sobre o outro lado da mencionada superfície de separação,quando o núcleo 10 é observado ao longo de seu eixo longitudinal.
Dentro de cada fileira 17, as bases dos dentes do primeiroconjunto 20 e as bases dos dentes do segundo conjunto 30 não estão emalinhamento, uma vez que estão, respectivamente, situados inteiramente sobrelados opostos da superfície de separação S.
No modo de realização exemplificativo mostrado, os dentes doprimeiro conjunto 20 e os do segundo conjunto 30 não se sobrepõem, quandoo membro aplicador é observado de lado ao longo de uma direçãoperpendicular ao eixo X, como mostrado na Figura 2.
Além disso, as direções Zi e Z2 dos dentes 18 dos primeiros esegundos conjuntos 20 e 30 de dentes não cruzam o eixo longitudinal X donúcleo, os dentes sendo excêntricos em relação ao eixo.
Pode ser visto nas Figuras 2 e 3 que cada dente 18 do primeiroconjunto 20 de uma fileira 17 pode estar associado a um dente respectivo doprimeiro conjunto 20 de outra fileira 17, ocupando substancialmente a mesmaposição axial ao longo do eixo X do núcleo, a passagem de um dente para ooutro sendo executada girando-se ao redor do eixo X por um submúltiplo de360°, neste caso, 60°. O mesmo se aplica para cada dente 18 do segundoconjunto 30.
Os dentes oblíquos 18 das várias fileiras estão voltados para amesma direção ao redor do núcleo, ou seja, a direção no sentido horário naFigura 3.
Deve ser compreendido que as regiões e os dentes associadospodem ser combinados, de qualquer maneira possível, para se fazer umaampla gama de aplicadores diferentes, por exemplo, com um pequeno númerode metades de moldes montadas mutuamente aos pares para formar umacavidade de molde.
Naturalmente, não está além do âmbito da invenção, que omembro aplicador inclua um número diferente de faces de aplicador, Al,A2,..., An, por exemplo, apresentando uma superfície de envelope de formageral que seja circular, como mostrado na Figura 16, triangular, comomostrado na Figura 17, ou quadrada, como mostrado na Figura 18. Comoexemplo, o membro aplicador 8 pode incluir três faces de aplicador, Al, A2,A3, quatro faces de aplicador. Al, A2, A3, A4, ou mesmo mais.
No modo de realização exemplificativo descrito acima comreferência às Figuras 1 a 5, o núcleo inclui seis faces longitudinais e têm umaseção transversal de forma hexagonal.
De modo geral, o núcleo pode incluir qualquer número defaces longitudinais, com ele sendo possível para a aplicação de qualquer umadas características descritas acima, independentemente do número de faceslongitudinais.
Cada face de aplicador pode ser definida por uma ou maisfaces longitudinais do núcleo e pelos dentes que estão conectados a mesma.
O núcleo pode apresentar uma seção transversal circular, comomostrado na Figura 19, ou oval, como mostrado na figura 20, ou mesmotriangular, octogonal, quadrada, ou pentagonal, como mostrado nas Figuras21, 22, 23, e 24, respectivamente.
O núcleo 10 também pode incluir duas metades de formasdiferentes, como mostrado na Figura 25, as seções transversais das primeirase segundas regiões IOa e IOb sendo diferentes. No modo de realizaçãoexemplificativo mostrado na Figura 25, ambas são semicirculares mas deraios diferentes. No modo de realização exemplificativo mostrado na Figura26, uma é semicircular e a outra é triangular. No modo de realizaçãoexemplificativo mostrado na figura 27, ambas são triangulares e, no modo derealização exemplificativo mostrado na Figura 28, uma é triangular e a outra éretangular.
Um membro aplicador 8 da invenção pode incluir mais de doisdentes visíveis por face longitudinal quando o núcleo é observado ao longo deseu eixo longitudinal e, em adição aos primeiros e segundos dentes 18 dosconjuntos 20 e 30, pode incluir um ou mais dentes adicionais 18, porexemplo, formando um ângulo β, maior do a, com a direção Z1, ou mesmo seestendendo perpendicularmente à face do núcleo correspondente.
Não estaria além do âmbito da presente invenção se os dentesdo segundo conjunto 30 de dentes não se inclinassem em relação à facelongitudinal 15 do núcleo à qual estão conectados e para as direções Zi e Z2para estarem paralelos para cada fileira 17
Nos modos de realização exemplificativos descritos acima, osdentes dos primeiros e segundos conjuntos 20 e 30 de dentes 18 estãodispostos em uma configuração escalonada, com suas bases não estando emalinhamento.
Como mostrado na Figura 29, isto poderia ser de outra maneirae as bases dos dentes 18 poderiam estar em alinhamento sobre uma linhacomum L paralela ao eixo longitudinal do núcleo 10 cruzando todas as basesdos dentes alinhados da fileira, a linha constituindo o eixo longitudinal L, dafileira.
Além disso, a Figura 29 mostra fileiras nas quais os dentesestão afastados diferentemente e apresentam espessuras diferentes.
No modo de realização exemplificativo na Figura 30, umafileira compreende dentes que estão em alinhamento e, a outra fileira,compreende dentes dispostos em uma configuração escalonada.
Quando o aplicador é observado perpendicularmente ao seueixo longitudinal, dois dentes consecutivos de uma fileira podem definir umaranhura em forma de V, como mostrado na Figura 31.
Quando o membro aplicador é observado ao longo de seu eixolongitudinal, dois dentes consecutivos de uma fileira também formam um V,como mostrado na Figura 32.
Nas Figuras 33 e 34 pode ser visto que, dentro de uma fileira,o aplicador pode incluir padrões de quatro dentes, dos quais, os dentes médiosformam um V. Os quatro dentes se sucedem ao longo do eixo longitudinal dafileira.
No modo de realização exemplificativo mostrado nas Figuras35 e 36, a fileira 17 inclui padrões de três dentes, dos quais dois dentesformam um V com um dente disposto entre eles
Dentro de cada fileira, os dentes poderiam ser agrupados emconjunto, por exemplo, em grupos de dois. Naturalmente, os dentes poderiamser agrupados em conjuntos diferentes dos pares, o espaçamento entre osgrupos de dentes dentro da mesma fileira sendo, opcionalmente, uniforme e,em particular, maior do que o espaçamento médio entre os dentes dentro deum grupo.
No exemplo considerado, cada dente 18 inclui uma primeiraface longitudinal 40 de forma plana, e uma segunda face longitudinal 41 deforma arredondada, em particular, de forma convexa.
Em uma variante, pelo menos um dente 18 pode ter uma seçãotransversal circular, como mostrado na figura 37, ou mesmo triangular, comomostrado na figura 38, ou em forma de losango, como mostrado na figura 39,ou mesmo, formado por dois triângulos adjacentes de tamanhos diferentes,como mostrado na Figura 40, ou triangular com uma ranhura, como mostradona Figura 41.
Dentro de uma fileira 17, cada um dos dentes 18 consecutivospode apresentar uma primeira face substancialmente plana. Como exemplo, aface oposta do dente pode apresentar uma forma de meio cone ou de meiapirâmide. Os dentes 18 podem alternar sua orientação entre suas primeirasfaces se voltando para o plano médio da fileira e se voltando para o lado defora da fileira. Esta disposição dos dentes facilita a moldagem da fileira dedentes, com todos os dentes tendo suas primeiras faces giradas em umadireção sendo moldadas por uma concha de molde, enquanto todos os outrosdentes da fileira tendo suas primeiras faces giradas na direção oposta, sendomoldados por outra concha de molde. As duas conchas do molde entram emcontato uma com a outra.
Os dentes 18 podem estar se tocando por uma extensão maiorou menor dentro da fileira. Em particular, os dentes 18 podem estar setocando substancialmente, tocando ou tendo espaços pequenos entre eles, porexemplo, um espaço menor ou igual a 0,lmm, em suas bases.Dois dentes consecutivos de uma fileira podem ser vistoscomo cruzados quando a fileira é observada ao longo de seu eixo longitudinalL.
Em uma variante, dois dentes consecutivos de uma fileirapodem ser vistos como cruzados quando a fileira é observadaperpendicularmente ao eixo longitudinal L, os dois dentes que se cruzamsendo orientados para a extremidade proximal e para a extremidade distai domembro aplicador, respectivamente.
Em variantes de modos de realização exemplificativos, asfaces longitudinais 15 do núcleo 10 são torcidas, como mostrado na Figura42, ou seja, os lados correspondentes giram por pelo menos uma volta emdireção à extremidade distai do núcleo.
O núcleo 10 pode ser deformado na desmoldagem girando-se apeça terminal 14 ou, em uma variante, pode ser deformado no molde.
O eixo longitudinal X do núcleo 10 pode coincidir com o eixolongitudinal Y da haste 7, mas não fugiríamos do âmbito da presente invençãose fosse de outra maneira e, como exemplo, a Figura 43 mostra uma variantede um modo de realização exemplificativo, no qual que o eixo longitudinal Xdo núcleo 10 forma um ângulo γι com o eixo longitudinal Y da haste. Estaconfiguração pode melhorar a aplicação por tornar mais fácil manusear oaplicador.
O núcleo pode se estender ao longo de um eixo longitudinal Xque não seja retilíneo. A Figura 44 mostra uma variante de um modo derealização exemplificativo, no qual o núcleo se estende ao longo de um eixolongitudinal X curvo.
Em outra variante mostrada na Figura 45, a superfície deenvelope E apresenta uma seção transversal que passa através de um mínimo.O eixo X coincide com o eixo Y.
Na variante mostrada na Figura 46, o eixo longitudinal X donúcleo 10 é retilíneo, e a superfície de envelope E apresenta uma formaovóide.
Em outra variante mostrada na Figura 47, as extremidadeslivres dos dentes 18 definem uma superfície de envelope E que se estendegeralmente ao longo de um eixo longitudinal W que forma um ângulo J2 como eixo longitudinal X do núcleo 10, onde poderia ser dito que um membroaplicador como este, é excêntrico.
A variante na Figura 48 difere daquela da Figura 38 na formada superfície de envelope E que apresenta uma seção transversal que passaatravés de um mínimo.
O membro aplicador também pode apresentar uma superfíciede envelope E de várias outras formas.
Em adição às formas descritas acima, o membro aplicadorpode apresentar uma superfície de envelope E de forma, em geral,frustocônica e que pode ser centralizada sobre o eixo longitudinal X do núcleodo membro aplicador, cujo eixo também pode coincidir com o eixolongitudinal Y da haste 7.
O núcleo 10 também pode, apresentar uma forma que seja emgeral frustocônica, ou uma forma que seja circularmente cilíndrica ou, ainda,qualquer outra forma.
O eixo da superfície de envelope E não precisa coincidir com oeixo do núcleo, por exemplo, ele pode ser paralelo ao mesmo. Como exemplo,é possível que a face Al do membro aplicador tenha um número maior defileiras de dentes se estendendo longitudinalmente e paralelas ao eixo X ,doque a face oposta A2, e/ou fileiras incluindo um número maior de dentesdentro de cada fileira, e/ou dentes tendo espessuras diferentes das espessurasdos dentes portados pela região oposta do núcleo.
Por exemplo, a face Al pode ter dentes de um comprimentoque seja mais longo do que o comprimento dos dentes sobre a face A2, comum número de dentes por fileira longitudinal, por exemplo, diferente paracada uma das faces Ale A2.
É possível ter um número maior das fileiras de dentes sobre aface A2, por exemplo, os dentes sobre a face A2 sendo mais finos do que osdentes sobre a face Al, por exemplo, com um número maior de dentes dentrode cada fileira.
De modo geral, todas as formas descritas acima podem definirduas ou mais faces de aplicador Al, A2,..,An, como explicado acima.
As fileiras 17 podendo incluir números diferentes de dentes,com uma das fileiras, por exemplo, sendo mais curta do que a outra.
Todos os dentes poderiam ser conectados ao núcleo 10 aolongo de uma direção contida em um plano perpendicular ao eixo X. Istopoderia ser de outra maneira, e os dentes poderiam se inclinar para aextremidade distai ou proximal.
Na variante do modo de realização exemplificativo mostradona Figura 49, o núcleo inclui um recesso no qual é encaixada uma porção desuporte 60, por exemplo, feita de material metálico ou plástico. O núcleo podeser configurado para ser fixado à porção de suporte 60, ou livre para girar ouse mover em translação em relação à porção de suporte 60.
A face do membro aplicador selecionada para aplicar amaquiagem pode resultar em diferentes efeitos de maquiagem.
Os dentes de pelo menos uma fileira podem apresentar alturasdiferentes passando, por exemplo, através de um extremo entre os dentesextremos da fileira.
Pelo menos um dos dentes 18 das fileiras 17 poderiaapresentar um estado superficial que não fosse liso, por exemplo, tendo cristascomo resultado da moldagem, ou aspereza ligada, por exemplo, à presença deum carregamento nos materiais plásticos, ou mesmo tendo flocos.
As Figuras 50a a 5Od mostram duas variantes de modos derealização exemplificativos, nas quais, a tampa de fechamento 5 inclui doisplanos 5a diametralmente opostos sobre uma porção rotativa 52 da tampa defechamento 5 e uma porção estacionária 51 incluindo dois marcadores 5b,diametralmente opostos, cada um constituído por uma zona colorida, cadauma de uma cor diferente.
A porção rotativa 52 da tampa de fechamento 5 incluiadicionalmente uma janela 130 que venha ser posicionada sobre um marcador5b, o usuário, desse modo, podendo observar a cor do marcador através dajanela.
No modo de realização exemplificativo nas Figuras 50a e 50b,a janela é constituída por uma fenda formada em uma parede do lado de forada porção rotativa 52 da tampa de fechamento 5.
No modo de realização exemplificativo nas figuras 50c e 50d,a janela 130 é formada em uma lingueta que é fixada à porção rotativa 52 erecobrindo a porção estacionária 51.
Antes de abrir o dispositivo, o usuário gira a porção rotativa 52em relação à porção estacionária 51 para posicionar a janela 130 em registrocom o marcador 5b desejado e, a seguir, o usuário abre o recipiente 3 e aplicaa composição, com o marcador selecionado visível na janela 130 estando posicionado para facear o usuário.
Os marcadores, quando não aparecem na janela, não precisamestar visíveis, como no modo de realização exemplificativo nas Figuras 50a e50b, ou, ao contrário, eles podem ser visíveis, como no modo de realizaçãoexemplificativo nas figuras 50c e 50d, de modo que os marcadores nãoprecisam estar sempre visíveis.
O cabo 5 pode ser desprovido de qualquer plano, comomostrado na Figura 50e:
No exemplo mostrado na figura 5Oe5 o dispositivo compreendeuma porção rotativa 52 compreendendo um anel montado para girar sobreuma porção estacionária 51 da tampa de fechamento 5.
Como exemplo, o anel 52 pode ter uma abertura através daqual o usuário pode observar um marcador 5b presente sobre a porçãoestacionária 51.
Em uma variante, como mostrado na figura 50f, o anel 52 podeincluir um marcador 5b.
Na variante do modo de realização exemplificativo mostradana figura 50f, a porção rotativa 52 e a porção estacionária 51 da tampa defechamento 5 podem, cada uma, ter um marcador 5b. Como exemplo, ousuário pode girar a porção rotativa 52 de modo colocar os marcadores 5 bface a face, antes de prosseguir com a aplicação, ambos os marcadores sendoda mesma cor ou tendo, por exemplo, sinais idênticos.
O modo de realização exemplificativo mostrado na Figura 50gdifere daquele mostrado na Figura 50d pelo fato do marcador 5b incluir umaindicação, por exemplo, a letra L, e pela escolha da porção 51 que éestacionária em relação à porção móvel 52.
Outra variante está mostrada nas Figuras 50h a 50i. A título deexemplo, o membro aplicador 8 compreende uma escova feita por moldagempor injeção tendo dentes sobre uma primeira face de aplicador Ale não tendodentes sobre outra face de aplicador Al, por exemplo, sendo plana sobre estaface de aplicador, como pode ser visto na Figura 50k.
Além disso, neste modo de realização exemplificativo, odispositivo pode incluir uma porção estacionária 51 e uma porção rotativa 52,como descrito acima.
A presença de uma face de aplicador A2 plana, sem nenhumelemento de aplicação, pode permitir que mais composição seja carregada epermitir que os cílios sejam recobertos por uma extensão maior após passaratravés do membro de limpeza, desde que o membro de limpeza não limpe aface de aplicador A2 completamente, por exemplo, por ele ter um orifício delimpeza de seção circular.
O plano da face de aplicador A2 pode ser diametral.
Como exemplo, a face de aplicador Al pode ter seis fileiras dedentes, por exemplo, correspondendo à face de aplicador Al do exemplo da Figura 3.
A Figura 501 mostra o membro aplicador 5 isolado.
Pode ser visto que a porção rotativa 52 pode ser formada porum anel fixado por estalo rápido sobre a porção estacionária 51 com a haste 7sendo fixada ao mesmo, de modo identificado, por meio de um encaixe demontagem 501 provido com uma fenda 502, a fenda arranjada para receberuma orelha 510 formada sobre a haste 7. Como exemplo, o encaixe demontagem 501 é moldado integralmente com o corpo tubular 504 da porçãoestacionária 51. A extremidade proximal do corpo 504 pode ser fechada porum disco 505. O corpo 504 pode compreender uma saia de montagem comroscas 507.
O anel 52 pode ser feito com uma abertura 513 e a porçãoestacionária com um marcador capaz de ser posicionado na mencionadaabertura 513 quando o anel estiver em uma determinada posição angular emrelação à porção estacionária 51.
Ainda em uma variante, o membro aplicador podecompreender uma escova, por exemplo uma escova torcida, como mostradona Figura 51, compreendendo um núcleo torcido 10 portando cerdas 18.
O núcleo 10 pode ser fixado de várias maneiras sobre a haste7, por exemplo, sendo inserido em um alojamento da haste 7, formado naextremidade da mencionada haste. A haste 7 pode apresentar uma seçãotransversal circular.
As duas ramificações do núcleo 10 podem ser porções de umapeça de arame dobrada ao meio, como mostrado na Figura 52. O arame usadopode ser um arame de seção circular constante, por exemplo, de diâmetrosituado na faixa de 0,3 5mm a 0,9 mm.
Quando apropriado, o arame usado pode incluir um diâmetroque varie e/ou possa apresentar irregularidades superficiais, como mostradona Figura 53. Isto pode contribuir para quebrar o efeito de espiral ao longo daescova, ou seja, prover uma distribuição mais uniforme para as extremidadesdas cerdas.
As extremidades das cerdas 18 podem, possivelmente, serabradadas.
As cerdas usadas podem ter qualquer seção transversal, porexemplo, circular sólida, como mostrado na Figura 54a, vazada, de qualquerseção, em particular, circular, como mostrado na Figura 54B; plana, emparticular, retangular, como mostrado na Figura 54C, em forma de cruz, comomostrado na Figura 54D; com uma ou mais ranhuras capilares, comomostrado na figura 54E;ou com uma ou mais porções mutuamentearticuladas, como mostrado na Figura 54F; naturalmente, também sendopossíveis outras seções, como descrito em publicações de patentes do mesmoinventor.
O diâmetro de uma cerda é considerado como sendo odiâmetro do menor círculo no qual sua seção pode ser inscrita. As cerdaspodem ter um diâmetro que varie sobre seu comprimento, neste caso, odiâmetro em questão sendo o diâmetro médio.
As cerdas podem ser retilíneas ou podem ter uma formaondulada.
As cerdas podem ser feitas de qualquer material e, emparticular, de um material sintético, por exemplo, termoplástico, porexemplo,uma poliolefina como polietileno, polipropileno, PET, POM, PA,PS, esta lista não sendo limitativa.
De uma o face de aplicador para outra, as cerdas podem ser damesma cor ou de cores diferentes.De uma o face de aplicador para outra, as cerdas podem ser deseção tendo a mesma forma ou formas diferentes.
De uma o face de aplicador para outra, as cerdas podem serfeitas do mesmo material ou de materiais diferentes.
Em particular, todas as cerdas da escova podem ser feitas domesmo material.
A escova pode ser submetida a vários tratamentos, emparticular, para modificar a forma de sua superfície de envelope, emparticular, para dar à mesma, uma forma que não seja circularmente simétricaao redor do eixo longitudinal do núcleo, de modo a definir suas diferentesfaces de aplicador Al, A2,...., An.
Como exemplo, as Figuras 55 a 63 mostram vários exemplosde seções transversais para a superfície de envelope E da escova, a escovasendo definida na maneira convencional pela superfície geométrica definidapelas extremidades livres das cerdas.
Uma escova formada convencionalmente apresenta umasuperfície de envelope circularmente cilíndrica, possivelmente com umaporção frustocônica na parte frontal, em sua extremidade distante da haste.
Por pelo menos uma fração do comprimento da escova, porexemplo, sobre mais de um quarto do comprimento da porção de núcleoportando as cerdas, a superfície de envelope E da escova pode ter uma seçãocircular, como mostrado na Figura 55, ou poligonal e, opcionalmente, regular,por exemplo, substancialmente triangular, como mostrado na Figura 56,hexagonal, como mostrado na Figura 57, ou retangular, como mostrado naFigura 58.
Dentro de uma seção transversal, o núcleo pode sercentralizado ou descentralizado, como mostrado nas Figuras 59 e 59a.
A superfície de envelope E da escova também pode ter umaseção transversal na forma de uma gotícula de água de altura maior ou menor,como mostrado nas Figuras 60 e 61.
Uma ou mais endentações podem ser formadas sobre uma oumais faces da escova, como mostrado na Figura 62.
Fendas podem ser formadas na escova, como mostrado naFigura 63. Superfícies de envelope de outras formas são possíveis, porexemplo, como descrito nas publicações do Requerente designando o mesmoinventor.
A escova pode ser feita com uma superfície de envelope tendoum diâmetro que varia ao longo do eixo longitudinal da escova e, comoexemplo, que passa através de um extremo, como mostrado na Figura 64.
Em uma variante, o diâmetro das cerdas pode diminuir comum aumento no diâmetro da escova sobre pelo menos uma fração docomprimento da mencionada escova, de modo a tirar proveito das cerdas quesejam, mesmo, mais flexíveis.
A Figura 65 mostra uma escova tendo uma superfície deenvelope tendo a forma geral de um amendoim com três extremos, porexemplo dois máximos nas proximidades de suas extremidades proximal edistai, e um mínimo entre os máximos.
A Figura 66 mostra uma escova tendo uma superfície deenvelope que aumenta de sua extremidade distai para sua extremidadeproximal. A escova também pode ter a forma geral de uma esfera, comomostrado na Figura 67, ou pode ser em forma de ovo, como mostrado naFigura 68.
O núcleo pode se estender com seu eixo longitudinal Xcentralizado para todas as seções da escova, ou, em uma variante, pode serdescentralizado, como mostrado na Figura 69.
A escova também pode ter uma seção longitudinal de formaretangular, como mostrado na Figura 70, ou em forma de peixe, comomostrado na Figura 71, ou mesmo, em forma de bala, como mostrado naFigura 72.
As faces de aplicador podem ser definidas por uma bordadefinida pela superfície de envelope da escova, ou mesmo por uma das facesda mencionada escova.
O membro aplicador pode ter pelo menos duas faces deaplicador A1, A2 diferentes, simultaneamente, cada uma de forma invariável,como descrito acima.
Em uma variante, o membro aplicador pode ter uma superfícieexterna de forma que possa ser modificada, por exemplo, de modo a ser capazde tomar, em sucessão, pelo menos duas formas diferentes em resposta aousuário atuando sobre uma porção móvel do cabo, em relação a uma porçãoestacionária do cabo.
No modo de realização exemplificativo mostrado nas Figuras84a a 84c, o membro aplicador 8 compreende um envelope deformável 140tendo ramificações 560, cada uma delas portando dentes, nem todas asramificações tendo os mesmos números de dentes de modo a definir pelomenos duas faces de aplicador A1 e A2 diferentes, como pode ser visto naFigura 84c. Além disso, a tampa de fechamento 5 compreende uma porção 52móvel em relação a uma porção estacionária 51, ela própria conectada a umahaste sólida 143. Uma haste vazada 144 é encaixada na haste 143 e é móvelem relação à mesma, a haste 143 girando juntamente com a porção móvel 52.Movendo-se a haste sólida em relação à haste vazada pode fazer com que oenvelope 140 seja inflado. A tampa de fechamento 5 compreende marcadores5b de modo a identificar a posição da porção móvel 52 em relação à porçãoestacionária 51. A porção estacionária 59 também pode compreender um oumais marcadores de orientações que sejam identificados em relação às facesA1 e A2.
As figuras 82a e 82b mostram um modo de realizaçãoexemplificativo no qual o membro aplicador compreende um envelope 140encaixado sobre um núcleo 147, cujo núcleo tem uma seção transversal quenão é circular, mas oblonga, por exemplo, oval, retangular, ou elíptica.
O usuário pode girar o núcleo 147 em relação ao envelope 140para deformar a forma externa do membro aplicador 8.
Deformando o envelope 140 deforma-se a superfície deaplicação. A superfície de aplicação deformada pode comunicar diferentespropriedades sobre a execução da aplicação.
Na configuração da Figura 82a, o membro aplicador 8 defineuma superfície de aplicação Al e, na configuração da Figura 82b, o membroaplicador 8 define uma superfície de aplicação A2.
De modo a girar o núcleo 147 em relação ao envelope 140,usa-se, por exemplo, um cabo compreendendo duas porções, uma delas sendocapaz de girar em relação à outra, o envelope 140 e o núcleo 147 sendofixados em relação às respectivas porções, por exemplo, sendo conectados asmesmas por duas hastes coaxiais.
Marcadores podem estar presentes sobre a porção de cabo demodo a informar o usuário da configuração que foi selecionada para omembro aplicador.
Em outra variante, e como mostrado nas Figuras 83a e 83b, oenvelope 140 pode ser deformado empurrando-se o núcleo 147 para dentro doenvelope, fazendo, desse modo, com que a superfície do aplicador inche, porexemplo, definindo uma superfície de aplicação Al côncava, como mostradona Figura 83a, ou de outra maneira, como mostrado na Figura 83b.
Inchando o envelope 140 por uma extensão maior ou menor,pode originar uma limpeza mais ou menos vigorosa ao passar através domembro de limpeza.
Em uma variante de modo de realização, o núcleo 147 podeser curvo. Quando o núcleo 147 é empurrado para dentro do envelope 140, elepode provocar o encurvamento do envelope, como mostrado na Figura 83c e,quando o núcleo 147 é empurrado menos para dentro do envelope, comomostrado na Figura 83d, ele pode provocar uma limitação do encurvamento,ou mesmo torná-lo retilíneo, devido à força exercida sobre o núcleo 147, peloenvelope 140, à medida que o núcleo pode ser ligeiramente deformável.
O núcleo pode se retrair em uma porção de diâmetro internoalargado de uma haste vazada portando o envelope, uma vez que o núcleo nãoestá no envelope, enquanto mantém na mencionada porção, uma forma curva.
O membro aplicador pode ser submetido a qualquer tratamentoque busque modificar as extremidades do elemento aplicador, por exemplo,de modo a criar faces de aplicador diferentes, o tratamento podendo buscarformar uma esfera na extremidade de cada cerda, como mostrado na Figura74, ou de modo a formar um garfo, como mostrado na Figura 75.
Na presença de uma esfera na extremidade de uma cerda, otermo "diâmetro" se refere ao diâmetro da cerda antes do tratamento levandoà formação da esfera.
Os elementos aplicadores podem ser sujeitados a tratamentotermal buscando curvá-los, como mostrado na Figura 76, ou para golpear aescova quando o membro aplicador compreende uma, escova, de modo a,criar uma zona da fraqueza sobre as cerdas que modifique a orientação dasmesmas, em particular, com a finalidade de quebrar o efeito de espiral, comomostrado na Figura 77.
Em suas extremidades livres, os elementos aplicadores podemapresentar porções respectivas em relevo ou de uma forma particular, porexemplo, um gancho, como mostrado na Figura 78. Como exemplo, o ganchopode se estender transversalmente, paralelo, ou obliquamente em relação aoeixo longitudinal X do núcleo. De modo a obter os talões, é possível aquecero membro aplicador, por exemplo, de modo a derreter as extremidades doselementos aplicadores. De modo a obter os garfos ou os ganchos, é possível,por exemplo, abradar o membro aplicador.O membro aplicador pode ser feito com material plástico queinclua partículas magnéticas. O campo magnético criado por estas partículas,que podem ser magnetizáveis e/ou magnetizadas, pode exercer, por exemplo,um efeito sobre os cílios e/ou interagir com fibras ou pigmentos magnéticospresentes na composição.
O membro de limpeza pode ser feito de outra maneira, porexemplo, poderia compreender um bloco de espuma que pudesse serentalhado. O membro de limpeza pode ser como descrito nos pedidos depatente, ou patentes, US 2005/0.028.834, 2005/0.175.394, 2004/0.258.453,6.375.374, e 6.328.495, cujos teores estão aqui incorporados pela referência.
O lábio de limpeza 9 pode, vantajosamente, ser ondulante,tendo uma borda livre radialmente interna definindo um orifício 122, atravésdo qual o membro aplicador pode passar, como mostrado na Figura 79. Olábio de limpeza 9 pode incluir ondulações 120 que se estendem ao redor doorifício 122. O membro de limpeza 9 pode inclui um número de ondulações120 situado na faixa de 3 a 12, por exemplo.
O lábio de limpeza 9 pode se estender geralmente ao longo deum cone que converge em direção à parte inferior do receptáculo, e que temuma linha geradora G formando um ângulo i com o eixo X do receptáculo.Em uma variante, o lábio de limpeza 9 pode se estender geralmente ao longode um plano médio perpendicular ao eixo X, ou poderia, mesmo, se estendergeralmente ao longo de um cone que convergisse em direção à saída doreceptáculo
O membro de limpeza também pode ser ajustável, quando
apropriado.
A haste 7, à qual o núcleo é fixado pode ser, pelo menosparcialmente, flexível e, em particular, inteiramente flexível, em particular, naproximidade do membro aplicador . Como exemplo, a haste pode incluir pelomenos um elemento flexível 80, como mostrado na Figura 80 ou, porexemplo, pelo menos um elemento de elastômero, ou ela pode apresentar umaforma que transmita flexibilidade, por exemplo, pelo menos uma fenda 81,como mostrado na Figura 81. Como exemplo, o elemento flexível ou deelastômero pode ser com tufos, e/ou também pode ser usado para aplicar acomposição.
Uma vibração poderia, possivelmente, ser aplicada ao membroaplicador durante a aplicação, penteação, ou ao receber a composição, porexemplo, como descrito no pedido WO 2006/090.343.
Como exemplo, as Figuras 85a a 85c mostram uma modo derealização exemplificativo tendo uma fonte da vibração 150 inserida na tampade fechamento 5 e incluindo um interruptor 151.
Como exemplo, a fonte de vibração 150 compreende ummotor de disco 700 conectado a uma célula de tecla 701.
O encaixe de montagem 501 pode ser estendido sobre o topopor meio de um alojamento 590 apropriado para receber um dedo 595 dafonte de vibração 150, o dedo sendo moldado integralmente com o alojamentoda fonte de vibração.
O marcador, nestes modos de realização exemplificativos, estásituado sobre a tampa de fechamento 5 perpendicular ao dedo 595, ao redordo eixo longitudinal.
Opcionalmente, é possível usar um membro aplicador de
aquecimento.
Naturalmente, a invenção não está limitada aos modos derealização exemplificativos descritos acima, suas características podendo sercombinadas mutuamente dentro de variantes não mostradas.
Em particular, o membro aplicador poderia ser feito comoutras formas de superfícies de envelope.
O termo "compreendendo um (uma)" deve ser entendido comosendo sinônimo do termo "compreendendo pelo menos um (uma)" a menosque especificado ao contrário.
A expressão "situado em uma faixa" deve ser interpretadacomo incluindo os limites da faixa.

Claims (15)

1. Aplicador para aplicar uma composição de cosmético,maquiagem ou de produto de cuidado, caracterizado pelo fato decompreender:- um membro aplicador para aplicar a composição e definindopelo menos duas faces de aplicador diferentes que são configuradas paraaplicar a composição aos cílios ou às sobrancelhas;- um cabo do aplicador se estendendo ao longo de um eixolongitudinal do cabo; e- uma haste conectando o membro aplicador e o cabo, seestendendo ao longo de um eixo longitudinal da haste;- o eixo longitudinal do cabo tendo orientação que não podeser ajustada em relação ao eixo longitudinal da haste, o aplicadorcompreendendo meios de marcador não no próprio membro aplicador, osmeios de marcador sendo para posicionamento voltado para o usuário durantea aplicação, o membro aplicador tendo uma posição angular predefinida emrelação aos meios de marcador, de modo que o posicionamento do aplicadordado pelos meios de marcador corresponda a usar uma face de aplicadorpredefinida.
2. Aplicador de acordo com a reivindicação precedente,caracterizado pelo fato do membro aplicador compreender um núcleo eelementos de aplicador portados pelo núcleo, as faces do aplicador diferindouma da outra, ou uma das outras, em pelo menos um do núcleo e doselementos de aplicador.
3. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato das faces diferentes de aplicador diferirem em relação aos elementosde aplicador em pelo menos um dentre: sua disposição sobre o núcleo; suaforma; seu comprimento, sua espessura; sua forma em seção transversal oumaterial; tratamento possivelmente recebido por elas; seu arranjo nas fileiras;sua quantidade em uma fileira; sua quantidade sobre uma face do aplicador; oarranjo de suas fileiras uma em relação à outra; e as formas de superfícies deenvelope definidas pelas extremidades livres dos elementos de aplicador decada uma das faces de aplicador do membro aplicador; e/ou em relação aonúcleo em pelo menos um dentre: sua forma; a forma de uma sua seçãotransversal; a forma de uma sua seção longitudinal; seu comprimento; suaespessura.
4. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato do membro aplicador compreender duas faces de aplicador opostasdiferentes.
5. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato do membro aplicador compreender três faces de aplicadordiferentes, em particular, dispostas como os lados de um triângulo, ou mesmoquatro ou mais faces de aplicador diferentes.
6. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato do membro aplicador compreender um núcleo torcido que retémcerdas, e/ou um núcleo feito por moldagem e que porta dentes.
7. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato dos meios de marcador compreenderem pelo menos um marcadorque torna possível informar o usuário sobre a orientação do membro aplicadorem relação ao cabo, em particular, um marcador compreendendo: um ou maiscaracteres alfa-numéricos, numerais, letras, ícones ou símbolos; graduações;ou uma forma endentada ou projetante em relevo; ou pelo menos uma zona desuperfície do cabo tendo um estado, cor e/ou sensação ao tato superficialdiferente.
8. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato do cabo não ser circularmente simétrico, em particular, nãocircularmente cilíndrico.
9. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato do cabo compreender um plano, em particular sendo plano ao longode um plano médio do o membro aplicador e separando duas de suas faces deaplicador opostas.
10. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de pelo menos um da haste, uma peça terminal do membro aplicadorpara prender o membro aplicador à haste, e uma peça terminal da haste paraprender a haste ao cabo, compreender meios de polarização ou uma forma quenão seja inteiramente circularmente simétrica, de modo a indexar o membroaplicador em relação ao cabo.
11. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato do cabo compreender uma porção rotativa adequada para girar emrelação a uma porção de base do cabo.
12. Aplicador de acordo com a reivindicação precedente,caracterizado pelo fato dos meios de marcador serem situados sobre um dasduas porções, com um indicador de posicionamento adicional situado sobre aoutra das duas porções sendo adequado para ser posicionado faceando osmeios de marcador, ao se girar a porção rotativa em relação à porção de base.
13. Aplicador de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato do membro aplicador não ser axialmente simétrico em relação a umeixo longitudinal do membro aplicador.
14. Método para fabricar um aplicador como definido nareivindicação 1, caracterizado pelo fato do membro aplicador ser montadocom uma orientação predefinida sobre seu eixo longitudinal em relação aocabo.
15. Método para aplicar a maquiagem aos cílios ou àssobrancelhas, caracterizado pelo fato de ser por meio de um aplicador comodefinido na reivindicação 1, em que os meios de marcador são posicionadosvoltados para o usuário.
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