BRPI0907786B1 - Método de produção de uma planta e método de aumentar o nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio em uma planta - Google Patents

Método de produção de uma planta e método de aumentar o nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio em uma planta Download PDF

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Abstract

sequências de nucleotídeo e polipeptídeos correspondentes que conferem características de eficiência aprimorada de uso de nitrogênio em plantas. a invenção refere-se a métodos e materiais para modulação dos baixos níveis de tolerância ao nitrogênio em plantas. por exemplo, ácidos nucleicos que codificam polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio são divulgados, bem como métodos para uso de tais ácidos nucleicos para transformar células de planta. também divulgadas são plantas tendo níveis aumentados de tolerância a baixo teor de nitrogênio e produtos de planta produzidos a partir de plantas tendo níveis aumentados de tolerância a baixo teor de nitrogênio.

Description

INCORPORÇÃO POR REFERÊNCIA DE LISTAGEM DE SEQUÊNCIA OU TABELA
[0001] O material na listagem de sequência em anexo é aqui incorporado por referência em sua totalidade ao presente pe-dido. O arquivo em anexo, denominado 2009_02_12_SequenceLis- ting_2750_1699WO1.txt, foi criado em 12 de fevereiro de 2009 e tem 6,27 MB. O arquivo pode ser acessado usando o Microsoft Word em um computador que usa Windows OS.
CAMPO TÉCNICO
[0002] A presente invenção refere-se a métodos e materiais envolvidos em tolerância de uma planta a fontes de nitrogênio exógeno limitadas. Por exemplo, esse documento proporciona plantas tendo níveis aumentados de tolerância a baixo teor de nitrogênio, bem como materiais e métodos para produzir plantas e produtos de planta tendo níveis aumentados de tolerância a baixo teor de nitrogênio.
ANTECEDENTES
[0003] O nitrogênio é, frequentemente, um elemento que limita a progressão no crescimento de uma planta e todas as safras de campo têm uma dependência fundamental de fontes de nitrogênio exógeno.
[0004] De acordo com um estudo recente publicado em Field Crops Research (Volume 100, Edições 2-3, 1 de Fevereiro de 2007, Páginas 210-217), fertilizante nitrogenoso, o qual é usualmente fornecido como nitrato de amônio, nitrato de potás-sio ou ureia responde, tipicamente, por 40% dos custos asso-ciados a safras, tais como milho e trigo, em agricultura in-tensiva.
[0005] O aprimoramento da eficiência de uso de nitrogênio de plantas de safra é uma meta importante que objetiva reduzir os custos de insumo e reduzir as consequências ambientais de fertilização intensa com nitrogênio sobre o ambiente. A efi-ciência aumentada de uso de nitrogênio pelas plantas permiti-ria a produção de maiores rendimentos com as fontes de ferti-lizante existentes e/ou permitiria que os rendimentos existentes das safras fossem obtidos com menor insumo de nitrogênio ou melhores rendimentos sobre solos de qualidade mais pobre. Também, maiores quantidades de proteínas nas safras poderiam ser produzidas com um custo mais eficaz.
[0006] Plantas têm uma série de meios para se adaptar a deficiências de nutrientes, tal como pobre disponibilidade de nitrogênio. Um mecanismo importante capta a disponibilidade de nitrogênio no solo e responde, consequentemente, através de modulação de expressão gênica, enquanto que um segundo mecanismoé capturar ou armazenar nitrogênio em momentos de abundância a ser usado depois. O mecanismo de captação de nitrogênio conta com expressão gênica regulada e permite respostas fisiológicas e metabólicas rápidas a mudanças no suprimento de nitrogênio inorgânico no solo através de ajuste da captação, redução, divisão, remobilização e transporte de nitrogênio em resposta a alterações nas condições ambientais. O nitrato atua como um sinal para iniciar uma série de respostas que serem para reprogramar o metabolismo, fisiologia e desenvolvimento da planta (Redinbaugh et al. (1991) Physiol. Plant. 82, 640650; Forde (2002) Annual Review of Plant Biology 53, 203-224). Expressão gênica nitrogênio-induzível foi caracterizada por uma série de genes em alguns detalhes. Esses incluem reductase de nitrato, reductase de nitrito, desidrogenase de 6-fosfoglu- canato e transportadores de nitrato e amônio (Redinbaugh et al. (1991) Physiol. Plant. 82, 640-650; Huber et al. (1994) Plant Physiol 106, 1667-1674; Hwang et al. (1997) Plant Physiol. 113, 853-862; Redinbaugh et al. (1998) Plant Science 134, 129-140; Gazzarrini et al. (1999) Plant Cell 11, 937-948; Glass et al. (2002) J. Exp. Bot. 53, 855-864; Okamoto et al. (2003) Plant Cell Physiol. 44, 304-317).
[0007] Nos campos de agricultura e floresta, esforços são feitos constantemente para produzir plantas com potencial de crescimento aumentado de forma a alimentar a população mundial cada vez maior e assegurar o fornecimento de matérias-primas reproduzíveis. Há uma necessidade por métodos de aumento da eficiência do uso de nitrogênio em plantas, o qual leva a um melhor potencial de crescimento e mais biomassa. Isso é feito, convencionalmente, através de melhoramento de planta. O processo de melhoramento, contudo, algumas vezes, é trabalhoso e consome tempo. Além disso, programas de melhoramento devem ser realizados para cada espécie relevante de planta. Além disso, não obstante o grande progresso que foi feito sobre a utili-zaçãode nitrogênio e os componentes envolvidos na eficiência de uso de nitrogênio, tais como captação de nitrogênio, assi-milaçãode nitrogênio e divisão ou remobilização de nitrogê nio, muito ainda é desconhecido sobre várias dessas interações complexas. Portanto, há uma necessidade contínua por processos aplicáveis de modo geral que aprimoram o crescimento de plantas agrícolas ou florestais para se adequar às necessidades particulares, dependendo das condições ambientais específicas. Por exemplo, genes que conferem tolerância ao crescimento sobre baixo suprimento de nitrogênio são protótipos de produto valiosos para manipulação da eficiência de uso de nitrogênio em plantas (Good et al., 2004). Uma estratégia para obter tais traços desejáveis envolve manipulação genética de características de plantas através da introdução de ácidos nucleicos exógenos que conferem eficiência aumentada de uso de nitrogênio pelas plantas o que, por sua vez, permitiria a produção de maiores rendimentos com insumos de fertilizante existentes e/ou permitiria que os níveis existentes de safras fossem obtidos com menor insumo de fertilizante ou melhores rendimentos sobre solos de qualidade mais pobre. Tais abordagens têm a vantagem de, usualmente, não estarem limitadas a uma espécie de planta, mas antes, serem transferíveis entre espécies de planta. A presente invenção refere-se a um método para aumento do potencial de crescimento e/ou aumento dos níveis de eficiência de uso de nitrogênio em plantas, caracterizado por expressão de moléculas de DNA recombinante estavelmente integradas no genoma da planta.
SUMÁRIO
[0008] A presente invenção proporciona métodos e materiais relacionados a plantas tendo níveis modulados de tolerância a baixo teor de nitrogênio. Por exemplo, a presente invenção proporciona plantas e células de plantas transgênicas tendo níveis aumentados de tolerância a baixo teor de nitrogênio, ácidos nucleicos (isto é, polinucleotídeos isolados), polipeptídeos codificados pelos mesmos usados para gerar plantas e células de plantas transgênicas tendo níveis aumentados de tolerância a baixo teor de nitrogênio e métodos para produção de plantas e células de planta tendo níveis aumentados de tolerância a baixo teor de nitrogênio. Tais plantas e células de planta podem ser crescidas sob nitrogênio exógeno limitado sem crescimento atrofiado e rendimentos diminuídos. Plantas tendo níveis aumentados de tolerância a baixo teor de nitrogênio podem ser úteis para produzir biomassa a qual pode ser convertida a um combustível líquido e/ou outros produtos químicos e/ou produzir alimento e ração em terra que, atualmente,é marginalmente produtiva, resultando em uma expansão global de terras aráveis.
[0009] Métodos de produção de um tecido de planta são pro-porcionados aqui. Em um aspecto, um método compreende cresci-mento de uma célula de planta compreendendo um ácido nucleico exógeno. O ácido nucleico exógeno compreende uma região regu- latória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotídeo que codifica um polipeptídeo. O escore de bit pelo Modelo de Markov Oculto (Hidden Markov Model - HMM) da sequência de aminoácido do polipeptídeo é maior do que cerca de 20, usando um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido represen-tadas em uma das figuras 1-57. O tecido tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente em tecido de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno.
[0010] Em outro aspecto, um método compreende crescimento de uma célula de planta compreendendo um ácido nucleico exó- geno. O ácido nucleico exógeno compreende uma região regula- tória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotídeo que codifica um polipeptídeo tendo 80 porcento ou mais de identi-dade de sequência a uma sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1157, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1437, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554 ou SEQ ID NO: 1577. Uma planta e/ou tecidos de planta produzidos a partir da célula de planta tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno.
[0011] Em outro aspecto, um método compreende crescimento de uma célula de planta compreendendo um ácido nucleico exógeno. O ácido nucleico exógeno compreende uma região regula- tória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotídeo tendo 80 porcento ou mais de identidade de sequência a uma sequência de nucleotídeo, ou um fragmento da mesma, apresentada em SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 175, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553 ou SEQ ID NO: 1576. Uma planta e/ou tecidos de planta produzidos a partir da célula de planta tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno.
[0012] Em outro aspecto, a invenção proporciona um método de produção de uma planta, o método compreendendo crescimento de uma célula de planta compreendendo um ácido nucleico exógeno que é eficaz para sub-regulação de um ácido nucleico endógeno na célula de planta, em que o ácido nucleico endógeno codifica um polipeptídeo e em que o escore de bit HMM da sequência de aminoácido do polipeptídeo é maior do que cerca de 20, o re-ferido HMM baseado nas sequências de aminoácido representadas em uma das figuras 1-57.
[0013] Métodos de modulação do nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio em uma planta são proporcionados aqui. Em um aspecto, um método compreende introdução, em uma célula de planta, de um ácido nucleico exógeno que compreende uma região regulatória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotí- deo que codifica um polipeptídeo. O escore de bit HMM da sequência de aminoácido do polipeptídeo é maior do que cerca de 20, usando um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido em uma das figuras 1-57. Uma planta ou célula de planta produzida a partir da célula de planta tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno.
[0014] Em determinadas modalidades, o escore de bit HMM da sequência de aminoácido do polipeptídeo é maior do que cerca de 40, usando um HMM gerado a partir das sequências de amino- ácido representadas em uma das figuras 1-57, em que o polipeptídeo compreende um domínio Pfam tendo 70 porcento ou mais de identidade de sequência a um domínio Pfam de qualquer um dos polipeptídeos na listagem de sequência.
[0015] Em outro aspecto, um método compreende modulação do nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio em uma planta através de introdução, em uma célula de planta, de um ácido nucleico exógeno que compreende uma região regulatória opera- velmente ligada a uma sequência de nucleotídeo que codifica um polipeptídeo tendo 80 porcento ou mais de identidade de sequência a uma sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1157, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1437, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554 ou SEQ ID NO: 1577 ou um fragmento das mesmas. Uma planta e/ou tecido de planta produzido a partir da célula de planta tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno.
[0016] Em outro aspecto, um método compreende modulação do nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio em uma planta através de introdução, em uma planta, de um ácido nucleico exógeno, que compreende uma região regulatória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotídeo tendo 80 porcento ou mais de identidade de sequência a uma sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 175, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553 ou SEQ ID NO: 1576 ou um fragmento das mesmas. Uma planta e/ou tecido de planta produzido a partir da célula de planta tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno.
[0017] Células de planta compreendendo um ácido nucleico exógeno são proporcionadas aqui. Em um aspecto, o ácido nu- cleico exógeno compreende uma região regulatória operavelmente ligado a uma sequência de nucleotídeo que codifica um polipeptídeo. O escore de bit HMM da sequência de aminoácido do polipeptídeo é maior do que cerca de 20, usando um HMM baseado nas sequências de aminoácido representadas em uma das sequências de aminoácido representadas em uma das figuras 1-57. A planta tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno. Em outro aspecto, o ácido nucleico exógeno compreende uma região regu- latória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotídeo que codifica um polipeptídeo tendo 80 porcento ou mais de identidade de sequência a uma sequência de aminoácido selecionada do grupo consistindo em SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1157, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1437, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554 e SEQ ID NO: 1577. Uma planta e/ou tecido de planta produzido a partir da célula de planta tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno. Em outro aspecto, o ácido nucleico exógeno compreende uma região regulatória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotídeo tendo 80 porcento ou mais de identidade de sequência a uma sequência de nucleotídeo selecionada do grupo consistindo em SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 175, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553 e SEQ ID NO: 1576 ou um fragmento das mesmas. Uma planta e/ou tecido de planta produzido a partir da célula de planta tem uma diferença no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o ácido nucleico exógeno. Uma planta trans- gênica compreendendo tal célula de planta é também proporcio-nada.
[0018] Ácidos nucleicos isolados são também proporcionados. Em um aspecto, um ácido nucleico isolado compreende uma se-quência de nucleotídeo tendo 80% ou mais de identidade de sequência à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 175, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553 ou SEQ ID NO: 1576. Em outro aspecto, um ácido nucleico isolado compreende uma sequência de nucleotídeo que codifica um polipeptídeo tendo 80% ou mais de identidade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1157, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1437, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554 ou SEQ ID NO: 1577.
[0019] Em outro aspecto, métodos de identificação de um polimorfismo genético associado à variação no nível de tole-rância a baixo teor de nitrogênio são proporcionados. Os mé-todos incluem fornecimento de uma população de plantas e de-terminação se um ou mais polimorfismos genéticos na população estão geneticamente relacionados ao locus para um polipeptídeo selecionado do grupo consistindo nos polipeptídeos representados nas figuras 1-57, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 1157 e homólogos funcionais dos mesmos, tais como aqueles na Listagem de sequência. A correlação entre variação no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio em um tecido em plantas da população e a ausência do um ou mais polimorfismos genéticos em plantas da população é medida, desse modo, permitindo identificar se um ou mais polimorfismos genéticos estão ou não associados a tal variação..
[0020] Em outro aspecto, a invenção proporciona um método de produção de uma linhagem de planta, o referido método com- preendendo: a) determinação se um ou mais polimorfismos genéticos em uma população de plantas está associada ao locus para um polipeptídeo selecionado do grupo consistindo nos polipeptídeos representados nas figuras 1-57, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 853 e SEQ ID NO: 1157 e homólogos funcionais dos mesmos; b) identificação de uma ou mais plantas na referida população nas quais a presença de pelo menos um alelo nos referidos um ou mais polimorfismos genéticos está associada à variação em um traço; c) cruzamento de cada uma ou mais plantas identificadas consigo mesmas ou uma planta diferente para produzir uma semente; d) cruzamento de pelo menos uma planta de prole crescida a partir da referida semente consigo mesma ou uma planta dife-rente; e e) repetição das etapas c) e d) durante mais 0-5 gerações para produzir a referida linhagem de invenção, em que o referido pelo menos um alelo está presente na referida linhagem de planta.
[0021] A menos que de outro modo definido, todos os termos técnicos e científicos usados aqui têm o mesmo significado conforme comumente entendido por aqueles versados no campo ao qual a presente invenção pertence. Embora métodos e materiais similares ou equivalentes àqueles descritos aqui possam ser usados para praticar a invenção, métodos e materiais adequados são descritos abaixo. Todas as publicações, pedidos de patente, patentes e outras referências mencionadas aqui são incorporadas por referência em sua totalidade. No caso de conflito, o presente relatório descritivo, incluindo definições, controlarão. Além disso, os materiais, métodos e exemplos são ilustrativos apenas e não se destinam a ser limitativos.
[0022] Os detalhes de uma ou mais modalidades da invenção são apresentados nos desenhos em anexo e na descrição abaixo. Outras características, objetos e vantagens da invenção serão evidentes a partir da descrição e desenhos e das reivindica-ções.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
[0023] A figura 1 é um alinhamento de Ceres SEEDLINE No. ME00919 (SEQ ID NO: 3) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 5921925 (SEQ ID NO: 4), CloneCeres: 1929222 (SEQ ID NO: 6), CeresAnnot: 1471370 (SEQ ID NO: 10), GI No. 84380741 (SEQ ID NO: 21), GI No. 5921926 (SEQ ID NO: 22), GI No. 84514161 (SEQ ID NO: 25), CloneCeres: 779234 (SEQ ID NO: 27), CloneCeres: 1600726 (SEQ ID NO: 29), GI No. 78183420 (SEQ ID NO: 36), CloneCeres: 1877346 (SEQ ID NO: 38), GI No. 125562440 (SEQ ID NO: 39), GI No. 115477665 (SEQ ID NO: 40), GI No. 1173624 (SEQ ID NO: 46) e GI No. 84468276 (SEQ ID NO: 47). Em todas as figuras de alinhamento mostradas aqui, um traço em uma sequência alinhada representa um intervalo (“gap”), isto é, uma falta de um aminoácido nessa posição. Aminoácidos idênticos ou substituições de aminoácido conser-vadas entre as sequências alinhadas são identificadas por cai- xas. A figura 1 e as outras figuras de alinhamento proporcio-nadas aqui foram geradas usando o programa MUSCLE versão 3.52.
[0024] A figura 2 é um alinhamento de ME01312 (SEQ ID NO: 49) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas Clo- neCeres: 1869410 (SEQ ID NO: 51), CeresAnnot: 1540549 (SEQ ID NO: 53), CloneCeres: 978708 (SEQ ID NO: 58), CloneCeres: 1623097 (SEQ ID NO: 60), GI No. 92873064 (SEQ ID NO: 63), GI No. 37051131 (SEQ ID NO: 64), GI No. 3341468 (SEQ ID NO: 65), CloneCeres: 937560 (SEQ ID NO: 67), CloneCeres: 456844 (SEQ ID NO: 69), GI No. 125564100 (SEQ ID NO: 70), GI No. 52077334 (SEQ ID NO: 71), GI No. 113205234 (SEQ ID NO: 73) e CeresAnnot: 6100272 (SEQ ID NO: 75).
[0025] A figura 3 é um alinhamento de ME01463 (SEQ ID NO: 77) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 2811029 (SEQ ID NO: 78), CloneCeres: 1853284 (SEQ ID NO: 80), CeresAnnot: 1476446 (SEQ ID NO: 82), CloneCeres: 527024 (SEQ ID NO: 87), GI No. 27527063 (SEQ ID NO: 88), CloneCeres: 913632 (SEQ ID NO: 90), CloneCeres: 1386710 (SEQ ID NO: 92), GI No. 115461885 (SEQ ID NO: 93) e CeresAnnot: 6054519 (SEQ ID NO: 95)
[0026] A figura 4 é um alinhamento de ME01910 (SEQ ID NO: 100) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 585238 (SEQ ID NO: 101), GI No. 90704789 (SEQ ID NO: 102), CloneCeres: 1895729 (SEQ ID NO: 104), CeresAnnot: 1442808 (SEQ ID NO: 108), CloneCeres: 1104700 (SEQ ID NO: 113), GI No. 32966575 (SEQ ID NO: 116), GI No. 4996567 (SEQ ID NO: 117), GI No. 62286644 (SEQ ID NO: 118), GI No. 2623960 (SEQ ID NO: 119), GI No. 585241 (SEQ ID NO: 120), GI No. 790929 (SEQ ID NO: 122), CloneCeres: 579112 (SEQ ID NO: 125), CloneCeres: 244199 (SEQ ID NO: 137), CloneCeres: 1725848 (SEQ ID NO: 144), GI No. 6474950 (SEQ ID NO: 145), GI No. 125546057 (SEQ ID NO: 146), GI No. 115455945 (SEQ ID NO: 147), GI No. 2641211 (SEQ ID NO: 149) e GI No. 30024108 (SEQ ID NO: 150).
[0027] A figura 5 é um alinhamento de ME02538 (SEQ ID NO: 152) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1843642 (SEQ ID NO: 154), CeresAnnot: 1459112 (SEQ ID NO: 158), CloneCeres: 953633 (SEQ ID NO: 162) e CloneCeres: 587957 (SEQ ID NO: 164).
[0028] A figura 6 é um alinhamento de ME02603 (SEQ ID NO: 166) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1857256 (SEQ ID NO: 168), CeresAnnot: 1442042 (SEQ ID NO: 170), GI No. 89257469 (SEQ ID NO: 174), CloneCeres: 389818 (SEQ ID NO: 177), CloneCeres: 2019147 (SEQ ID NO: 181), GI No. 125537720 (SEQ ID NO: 182), GI No. 115443697 (SEQ ID NO: 183) e GI No. 20340241 (SEQ ID NO: 184).
[0029] A figura 7 é um alinhamento de ME02613 (SEQ ID NO: 186) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1490274 (SEQ ID NO: 188), CloneCeres: 873093 (SEQ ID NO: 193), GI No. 6635384 (SEQ ID NO: 194), CloneCeres: 663726 (SEQ ID NO: 196), GI No. 92881411 (SEQ ID NO: 197), CloneCeres: 686525 (SEQ ID NO: 199), CloneCeres: 1524364 (SEQ ID NO: 201), CloneCeres: 1742159 (SEQ ID NO: 203) e GI No. 125543535 (SEQ ID NO: 204).
[0030] A figura 8 é um alinhamento de ME02801 (SEQ ID NO: 208) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 981621 (SEQ ID NO: 214) e CloneCeres: 564714 (SEQ ID NO: 216).
[0031] A figura 9 é um alinhamento de ME03123 (SEQ ID NO: 218) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1899168 (SEQ ID NO: 220), CeresAnnot: 1494669 (SEQ ID NO: 222), CloneCeres: 1017441 (SEQ ID NO: 225), CloneCeres: 1065937 (SEQ ID NO: 227), CloneCeres: 1822919 (SEQ ID NO: 229), GI No. 125553329 (SEQ ID NO: 230), GI No. 115439053 (SEQ ID NO: 231) e CeresAnnot: 6040744 (SEQ ID NO: 1052).
[0032] A figura 10 é um alinhamento de ME04204 (SEQ ID NO: 234) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1519952 (SEQ ID NO: 236), CloneCeres: 234768 (SEQ ID NO: 241), GI No. 108707052 (SEQ ID NO: 242) e GI No. 55978030 (SEQ ID NO: 244).
[0033] A figura 11 é um alinhamento de ME04477 (SEQ ID NO: 246) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1620215 (SEQ ID NO: 248), GI No. 38016527 (SEQ ID NO: 249), CloneCeres: 1798756 (SEQ ID NO: 251), CeresAnnot: 1460527 (SEQ ID NO: 255), GI No. 119720772 (SEQ ID NO: 260), CloneCeres: 708446 (SEQ ID NO: 262), GI No. 92896423 (SEQ ID NO: 265), GI No. 113196593 (SEQ ID NO: 267), GI No. 75133829 (SEQ ID NO: 268), CloneCeres: 1030374 (SEQ ID NO: 270), Clo- neCeres: 1387149 (SEQ ID NO: 274), GI No. 5031281 (SEQ ID NO: 277), CloneCeres: 1775820 (SEQ ID NO: 279), GI No. 35187687 (SEQ ID NO: 286), GI No. 115468934 (SEQ ID NO: 290), GI No. 118424243 (SEQ ID NO: 296) e CeresAnnot: 6063957 (SEQ ID NO: 298).
[0034] A figura 12 é um alinhamento de ME04507 (SEQ ID NO: 300) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1513514 (SEQ ID NO: 302), CloneCeres: 923483 (SEQ ID NO: 310), CloneCeres: 304357 (SEQ ID NO: 312), CloneCeres: 1902716 (SEQ ID NO: 316), GI No. 116309713 (SEQ ID NO: 319), GI No. 38345408 (SEQ ID NO: 321) e CeresAnnot: 6017635 (SEQ ID NO: 325).
[0035] A figura 13 é um alinhamento de ME04587 (SEQ ID NO: 332) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas Ceres ANNOT ID no. 1474882 (SEQ ID NO: 334), Ceres ANNOT ID no. 553243 (SEQ ID NO: 338), ID de GI Público No. 5514645 (SEQ ID NO: 339), CLONE Ceres ID no. 464376 (SEQ ID NO: 341), ID de GI Público No.1345643 (SEQ ID NO: 346), ID de GI Público No. 5832707 (SEQ ID NO: 347), ID de GI Público No.81157968 (SEQ ID NO: 348), ID de GI Público No.6118407 (SEQ ID NO: 349), ID de GI Público No. 5081817 (SEQ ID NO: 351), ID de GI Público No.125556057 (SEQ ID NO: 353), ID de GI Público No.115468946 (SEQ ID NO: 354), ID de GI Público No. 5915860 (SEQ ID NO: 356), ID de GI Público No.6979544 (SEQ ID NO: 358), ID de GI Público No. 5832709 (SEQ ID NO: 359), ID de GI Público No.6979542 (SEQ ID NO: 360), ID de GI Público No.14278923 (SEQ ID NO: 364), ID de GI Público No.81157970 (SEQ ID NO: 365), ID de GI Público No.81157972 (SEQ ID NO: 366), ID de GI Público No.169793907 (SEQ ID NO: 2541), ID de GI Público No.84514153 (SEQ ID NO: 2543), ID de GI Público No.184202209 (SEQ ID NO: 2544), Ceres ANNOT ID no. 8459850 (SEQ ID NO: 2546), Ceres ANNOT ID no. 8743452 (SEQ ID NO: 2548), ID de GI Público No.157327290 (SEQ ID NO: 2549), ID de GI Público No.148839039 (SEQ ID NO: 2550), ID de GI Público No.197209782 (SEQ ID NO: 2551), ID de GI Público No.171906244 (SEQ ID NO: 2553).
[0036] A figura 14 é um alinhamento de ME04753 (SEQ ID NO: 368) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 21388658 (SEQ ID NO: 369), GI No. 4704605 (SEQ ID NO: 371), GI No. 90704785 (SEQ ID NO: 372), GI No. 115529229 (SEQ ID NO: 373), GI No. 20152613 (SEQ ID NO: 374), CloneCeres: 1916226 (SEQ ID NO: 376), CeresAnnot: 1460836 (SEQ ID NO: 392), GI No. 83032218 (SEQ ID NO: 420), GI No. 1346180 (SEQ ID NO: 422), CloneCeres: 621487 (SEQ ID NO: 425), GI No. 6273331 (SEQ ID NO: 433), GI No. 92874469 (SEQ ID NO: 434), GI No. 1778374 (SEQ ID NO: 436), GI No. 18076086 (SEQ ID NO: 437), GI No. 2674201 (SEQ ID NO: 438), GI No. 2267567 (SEQ ID NO: 440), GI No. 544426 (SEQ ID NO: 441), GI No. 6911144 (SEQ ID NO: 444), GI No. 469071 (SEQ ID NO: 447), GI No. 1934994 (SEQ ID NO: 450), GI No. 82623423 (SEQ ID NO: 451), GI No. 90265701 (SEQ ID NO: 454), GI No. 544423 (SEQ ID NO: 455), CloneCeres: 1320097 (SEQ ID NO: 458), CloneCeres: 1469740 (SEQ ID NO: 465), CloneCeres: 1740834 (SEQ ID NO: 473), GI No. 2226370 (SEQ ID NO: 474), GI No. 27527723 (SEQ ID NO: 475), CloneCeres: 1762613 (SEQ ID NO: 477), GI No. 125545195 (SEQ ID NO: 488), GI No. 108710322 (SEQ ID NO: 494), GI No. 34851124 (SEQ ID NO: 504), GI No. 111162637 (SEQ ID NO: 505), GI No. 7024451 (SEQ ID NO: 506) e GI No. 1229138 (SEQ ID NO: 507).
[0037] A figura 15 é um alinhamento de ME04772 (SEQ ID NO: 510) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 38016521 (SEQ ID NO: 511), CloneCeres: 1895044 (SEQ ID NO: 513), CeresAnnot: 1512198 (SEQ ID NO: 517), CloneCeres: 682503 (SEQ ID NO: 521), CloneCeres: 685324 (SEQ ID NO: 523), Clone- Ceres: 1384414 (SEQ ID NO: 525), CloneCeres: 1739919 (SEQ ID NO: 527), CloneCeres: 2002832 (SEQ ID NO: 529), GI No. 125531563 (SEQ ID NO: 530) e GI No. 115478344 (SEQ ID NO: 531).
[0038] A figura 16 é um alinhamento de ME04909 (SEQ ID NO: 533) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1839156 (SEQ ID NO: 535), GI No. 56605378 (SEQ ID NO: 536), CeresAnnot: 1467946 (SEQ ID NO: 538), GI No. 110931704 (SEQ ID NO: 539), GI No. 92869601 (SEQ ID NO: 542), GI No. 12005328 (SEQ ID NO: 543), GI No. 119331596 (SEQ ID NO: 546), GI No. 7705206 (SEQ ID NO: 547), GI No. 18874263 (SEQ ID NO: 548), CloneCeres: 753605 (SEQ ID NO: 550), CloneCeres: 291733 (SEQ ID NO: 552) e GI No. 21902114 (SEQ ID NO: 553).
[0039] A figura 17 é um alinhamento de ME05194 (SEQ ID NO: 558) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 400972 (SEQ ID NO: 559), GI No. 81158002 (SEQ ID NO: 560), CloneCeres: 1834135 (SEQ ID NO: 569), CeresAnnot: 1467218 (SEQ ID NO: 571), CloneCeres: 1104143 (SEQ ID NO: 575), GI No. 87240745 (SEQ ID NO: 576), GI No. 13161397 (SEQ ID NO: 577), GI No. 18652400 (SEQ ID NO: 578), GI No. 18652398 (SEQ ID NO: 579), CloneCeres: 778892 (SEQ ID NO: 581), CloneCeres: 222523 (SEQ ID NO: 583), GI No. 82492267 (SEQ ID NO: 584), GI No. 41393750 (SEQ ID NO: 585), GI No. 4335857 (SEQ ID NO: 586), CloneCeres: 1776394 (SEQ ID NO: 588), GI No. 125555681 (SEQ ID NO: 589), GI No. 115468460 (SEQ ID NO: 590) e GI No. 51980210 (SEQ ID NO: 591).
[0040] A figura 18 é um alinhamento de ME05267 (SEQ ID NO: 593) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1511954 (SEQ ID NO: 595), CloneCeres: 560687 (SEQ ID NO: 599), CloneCeres: 579724 (SEQ ID NO: 603), CloneCeres: 286197 (SEQ ID NO: 605) e GI No. 115489090 (SEQ ID NO: 610).
[0041] A figura 19 é um alinhamento de ME05300 (SEQ ID NO: 613) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 6431448 (SEQ ID NO: 615), CloneCeres: 969084 (SEQ ID NO: 620), CloneCeres: 471052 (SEQ ID NO: 622), CloneCeres: 733048 (SEQ ID NO: 624), CloneCeres: 1062332 (SEQ ID NO: 626), CloneCeres: 1743166 (SEQ ID NO: 634), CloneCeres: 1778589 (SEQ ID NO: 638), GI No. 125548354 (SEQ ID NO: 643) e GI No. 115458464 (SEQ ID NO: 644).
[0042] A figura 20 é um alinhamento de ME05341 (SEQ ID NO: 646) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1808421 (SEQ ID NO: 648), CeresAnnot: 1452653 (SEQ ID NO: 656), CloneCeres: 1660955 (SEQ ID NO: 660), CloneCeres: 1287179 (SEQ ID NO: 668), CloneCeres: 1770929 (SEQ ID NO: 676), GI No. 125542421 (SEQ ID NO: 679), GI No. 115450741 (SEQ ID NO: 681) e CeresAnnot: 6063505 (SEQ ID NO: 685).
[0043] A figura 21 é um alinhamento de ME05392 (SEQ ID NO: 687) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1841531 (SEQ ID NO: 689), CeresAnnot: 1507382 (SEQ ID NO: 691), CloneCeres: 978410 (SEQ ID NO: 699), CloneCeres: 527314 (SEQ ID NO: 703), GI No. 92893019 (SEQ ID NO: 706), CloneCeres: 638935 (SEQ ID NO: 708), CloneCeres: 1437744 (SEQ ID NO: 712), CloneCeres: 1728293 (SEQ ID NO: 718), GI No. 125526460 (SEQ ID NO: 721), GI No. 115463325 (SEQ ID NO: 724) e GI No. 40642817 (SEQ ID NO: 728).
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[0045] A figura 23 é um alinhamento de ME05493 (SEQ ID NO: 746) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1455092 (SEQ ID NO: 748), GI No. 15229284 (SEQ ID NO: 751), CloneCeres: 961796 (SEQ ID NO: 753), CloneCeres: 706956 (SEQ ID NO: 755), GI No. 87162911 (SEQ ID NO: 758), CloneCeres: 1061446 (SEQ ID NO: 760), GI No. 125540686 (SEQ ID NO: 761), GI No. 115447931 (SEQ ID NO: 762), GI No. 20152976 (SEQ ID NO: 763) e CeresAnnot: 6007280 (SEQ ID NO: 765).
[0046] A figura 24 é um alinhamento de ME05885 (SEQ ID NO: 769) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1808741 (SEQ ID NO: 771), CeresAnnot: 1437729 (SEQ ID NO: 773), CloneCeres: 952789 (SEQ ID NO: 777), CloneCeres: 724313 (SEQ ID NO: 779), CloneCeres: 791239 (SEQ ID NO: 783), CloneCeres: 208975 (SEQ ID NO: 785), CloneCeres: 1727075 (SEQ ID NO: 789) e GI No. 115475611 (SEQ ID NO: 790).
[0047] A figura 25 é um alinhamento de ME07344 (SEQ ID NO: 792) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1843695 (SEQ ID NO: 794), GI No. 56605376 (SEQ ID NO: 799), CeresAnnot: 1508502 (SEQ ID NO: 801), CloneCeres: 1239229 (SEQ ID NO: 805), GI No. 92893962 (SEQ ID NO: 808), CloneCeres: 327364 (SEQ ID NO: 810), CloneCeres: 1820378 (SEQ ID NO: 816), GI No. 125524748 (SEQ ID NO: 819) e GI No. 115435036 (SEQ ID NO: 821).
[0048] A figura 26 é um alinhamento de ME07859 (SEQ ID NO: 824) com a sequência de aminoácido homóloga Fragmento_de_Ceres ANNOT ID no. 6007357 (SEQ ID NO: 826), Fragmento_de_CLONE Ceres ID no. 771707 (SEQ ID NO: 1708) e Fragmento_de_CLONE Ceres ID no. 1790436 (SEQ ID NO: 1713).
[0049] A figura 27 é um alinhamento de ME08464 (SEQ ID NO: 828) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1499777 (SEQ ID NO: 832), GI No. 22328730 (SEQ ID NO: 837), GI No. 92886131 (SEQ ID NO: 839), GI No. 559921 (SEQ ID NO: 840), CloneCeres: 910787 (SEQ ID NO: 842), CloneCeres: 1797432 (SEQ ID NO: 844), GI No. 116310135 (SEQ ID NO: 845), GI No. 38345464 (SEQ ID NO: 847) e GI No. 90657544 (SEQ ID NO: 850).
[0050] A figura 28 é um alinhamento de ME11735 (SEQ ID NO: 855) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 35187445 (SEQ ID NO: 856), CloneCeres: 1798230 (SEQ ID NO: 858), CeresAnnot: 1500963 (SEQ ID NO: 862), CloneCeres: 567542 (SEQ ID NO: 868), CloneCeres: 702251 (SEQ ID NO: 870), Clone- Ceres: 1606777 (SEQ ID NO: 876), CloneCeres: 1789146 (SEQ ID NO: 878), GI No. 116309500 (SEQ ID NO: 885) e GI No. 115446281 (SEQ ID NO: 886).
[0051] A figura 29 é um alinhamento de ME12910 (SEQ ID NO: 891) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1466353 (SEQ ID NO: 893), CloneCeres: 519143 (SEQ ID NO: 898), GI No. 2501497 (SEQ ID NO: 901), GI No. 119394507 (SEQ ID NO: 904), GI No. 62857206 (SEQ ID NO: 905), CloneCeres: 766529 (SEQ ID NO: 907), GI No. 62857204 (SEQ ID NO: 908), GI No. 125534279 (SEQ ID NO: 911), GI No. 115485437 (SEQ ID NO: 912), GI No. 23955910 (SEQ ID NO: 913) e GI No. 22759895 (SEQ ID NO: 915).
[0052] A figura 30 é um alinhamento de ME12927 (SEQ ID NO: 917) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1503548 (SEQ ID NO: 919), CloneCeres: 37778 (SEQ ID NO: 921), CloneCeres: 681297 (SEQ ID NO: 923), CloneCeres: 575835 (SEQ ID NO: 925), CloneCeres: 1714750 (SEQ ID NO: 935), CloneCeres: 1721907 (SEQ ID NO: 937) e GI No. 115451923 (SEQ ID NO: 940).
[0053] A figura 31 é um alinhamento de ME12929 (SEQ ID NO: 944) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1447562 (SEQ ID NO: 946), GI No. 98962139 (SEQ ID NO: 947), CloneCeres: 641607 (SEQ ID NO: 950), CloneCeres: 1715150 (SEQ ID NO: 962), CloneCeres: 1873767 (SEQ ID NO: 964), GI No. 115468306 (SEQ ID NO: 967) e CeresAnnot: 6059980 (SEQ ID NO: 972).
[0054] A figura 32 é um alinhamento de ME12954 (SEQ ID NO: 976) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 957229 (SEQ ID NO: 978) e CeresAnnot: 1496202 (SEQ ID NO: 980).
[0055] A figura 33 é um alinhamento de ME12970 (SEQ ID NO: 982) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1935438 (SEQ ID NO: 984), GI No. 117573664 (SEQ ID NO: 985), GI No. 68349002 (SEQ ID NO: 991), GI No. 68348998 (SEQ ID NO: 992), CeresAnnot: 1497170 (SEQ ID NO: 995), GI No. 15221718 (SEQ ID NO: 996), GI No. 3860331 (SEQ ID NO: 1001), CloneCeres: 1075911 (SEQ ID NO: 1003), GI No. 2920839 (SEQ ID NO: 1008), CloneCeres: 698452 (SEQ ID NO: 1011), CloneCeres: 2019456 (SEQ ID NO: 1023), GI No. 90399071 (SEQ ID NO: 1026), GI No. 115459588 (SEQ ID NO: 1028) e GI No. 68349016 (SEQ ID NO: 1032).
[0056] A figura 34 é um alinhamento de ME13021 (SEQ ID NO: 1054) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 2493647 (SEQ ID NO: 1055), CloneCeres: 1924252 (SEQ ID NO: 1057), GI No. 461736 (SEQ ID NO: 1058), CeresAnnot: 1542060 (SEQ ID NO: 1061), GI No. 15226314 (SEQ ID NO: 1068), GI No. 464727 (SEQ ID NO: 1072), CloneCeres: 480644 (SEQ ID NO: 1074), GI No. 124301264 (SEQ ID NO: 1075), GI No. 1710807 (SEQ ID NO: 1076), GI No. 110349923 (SEQ ID NO: 1077), GI No. 1762130 (SEQ ID NO: 1078), CloneCeres: 706098 (SEQ ID NO: 1080), GI No. 3790441 (SEQ ID NO: 1083), CloneCeres: 1795282 (SEQ ID NO: 1085), GI No. 125546535 (SEQ ID NO: 1086), GI No. 115488160 (SEQ ID NO: 1088), GI No. 84468456 (SEQ ID NO: 1092), GI No. 116060917 (SEQ ID NO: 1095) e CeresAnnot: 6039555 (SEQ ID NO: 1097).
[0057] A figura 35 é um alinhamento de ME13064 (SEQ ID NO: 1099) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1528508 (SEQ ID NO: 1101), CloneCeres: 9248 (SEQ ID NO: 1103), GI No. 87240560 (SEQ ID NO: 1105), GI No. 19453 (SEQ ID NO: 1106), CloneCeres: 1795329 (SEQ ID NO: 1108) e GI No. 108862979 (SEQ ID NO: 1109).
[0058] A figura 36 é um alinhamento de ME13071 (SEQ ID NO: 1112) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 125541485 (SEQ ID NO: 1113) e GI No. 115449245 (SEQ ID NO: 1114).
[0059] A figura 37 é um alinhamento de ME13087 (SEQ ID NO: 1116) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 100062822 (SEQ ID NO: 1118), CeresAnnot: 1440025 (SEQ ID NO: 1120), GI No. 15238538 (SEQ ID NO: 1123), GI No. 69111473 (SEQ ID NO: 1129), GI No. 92873711 (SEQ ID NO: 1132), GI No. 55734106 (SEQ ID NO: 1133), GI No. 2346974 (SEQ ID NO: 1134), CloneCeres: 569852 (SEQ ID NO: 1136), CloneCeres: 1715326 (SEQ ID NO: 1138), CloneCeres: 1608104 (SEQ ID NO: 1140), GI No. 115456237 (SEQ ID NO: 1141), GI No. 68655289 (SEQ ID NO: 1143), GI No. 81022807 (SEQ ID NO: 1144), GI No. 75706704 (SEQ ID NO: 1145) e CeresAnnot: 6016055 (SEQ ID NO: 1147).
[0060] A figura 38 é um alinhamento de ME13107 (SEQ ID NO: 1159) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1371824 (SEQ ID NO: 1161), GI No. 22585 (SEQ ID NO: 1162), GI No. 22208482 (SEQ ID NO: 1163) e GI No. 16073 (SEQ ID NO: 1164).
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[0065] A figura 43 é um alinhamento de ME13151 (SEQ ID NO: 1274) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1884601 (SEQ ID NO: 1276), CeresAnnot: 1445717 (SEQ ID NO: 1280), CloneCeres: 527903 (SEQ ID NO: 1284), GI No. 92891722 (SEQ ID NO: 1285), CloneCeres: 790881 (SEQ ID NO: 1287), CloneCeres: 299417 (SEQ ID NO: 1289), CloneCeres: 1993894 (SEQ ID NO: 1291), GI No. 125539547 (SEQ ID NO: 1294), GI No. 48716424 (SEQ ID NO: 1295), GI No. 84468278 (SEQ ID NO: 1297) e CeresAnnot: 6036303 (SEQ ID NO: 1300).
[0066] A figura 44 é um alinhamento de ME13153 (SEQ ID NO: 1302) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 70609690 (SEQ ID NO: 1303), CloneCeres: 1927524 (SEQ ID NO: 1305), CeresAnnot: 1467310 (SEQ ID NO: 1311), GI No. 45935270 (SEQ ID NO: 1313), CloneCeres: 718446 (SEQ ID NO: 1317), GI No. 92875133 (SEQ ID NO: 1318), GI No. 1706318 (SEQ ID NO: 1319), GI No. 3252856 (SEQ ID NO: 1320), GI No. 1169238 (SEQ ID NO: 1326), GI No. 31296711 (SEQ ID NO: 1327), Clone- Ceres: 1468893 (SEQ ID NO: 1330), GI No. 51587340 (SEQ ID NO: 1331), CloneCeres: 1796201 (SEQ ID NO: 1333), GI No. 125543034 (SEQ ID NO: 1334), GI No. 115476804 (SEQ ID NO: 1336), GI No. 75268060 (SEQ ID NO: 1339) e GI No. 75268007 (SEQ ID NO: 1340).
[0067] A figura 45 é um alinhamento de ME13177 (SEQ ID NO: 1342) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1443786 (SEQ ID NO: 1346), GI No. 15239172 (SEQ ID NO: 1355), GI No. 562190 (SEQ ID NO: 1363), GI No. 83032266 (SEQ ID NO: 1364), CloneCeres: 602910 (SEQ ID NO: 1366), GI No. 7242793 (SEQ ID NO: 1370), GI No. 116167 (SEQ ID NO: 1371), GI No. 2190259 (SEQ ID NO: 1372), GI No. 5420278 (SEQ ID NO: 1373), GI No. 1064931 (SEQ ID NO: 1374), GI No. 6093215 (SEQ ID NO: 1377), GI No. 461726 (SEQ ID NO: 1378), GI No. 89111295 (SEQ ID NO: 1379), GI No. 82949283 (SEQ ID NO: 1380), GI No. 125537180 (SEQ ID NO: 1381), GI No. 115489300 (SEQ ID NO: 1382) e GI No. 55978000 (SEQ ID NO: 1383).
[0068] A figura 46 é um alinhamento de ME13200 (SEQ ID NO: 1385) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1503394 (SEQ ID NO: 1387), GI No. 4914437 (SEQ ID NO: 1390), CloneCeres: 638126 (SEQ ID NO: 1393), GI No. 124360540 (SEQ ID NO: 1394), GI No. 7981380 (SEQ ID NO: 1395), GI No. 118137433 (SEQ ID NO: 1396), CloneCeres: 1723374 (SEQ ID NO: 1398), CloneCeres: 1785379 (SEQ ID NO: 1400), GI No. 125553354 (SEQ ID NO: 1401), GI No. 115471859 (SEQ ID NO: 1404) e CeresAnnot: 6040771 (SEQ ID NO: 1407).
[0069] A figura 47 é um alinhamento de ME13204 (SEQ ID NO: 1409) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1939206 (SEQ ID NO: 1413), CeresAnnot: 1453316 (SEQ ID NO: 1415), GI No. 79319075 (SEQ ID NO: 1418), GI No. 124359953 (SEQ ID NO: 1419), CloneCeres: 891431 (SEQ ID NO: 1421), GI No. 125536578 (SEQ ID NO: 1424) e GI No. 20270065 (SEQ ID NO: 1425).
[0070] A figura 48 é um alinhamento de ME14649 (SEQ ID NO: 1428) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1978733 (SEQ ID NO: 1430), CeresAnnot: 1476165 (SEQ ID NO: 1432), CloneCeres: 871529 (SEQ ID NO: 1436), Clo- neCeres: 1043344 (SEQ ID NO: 1439), CloneCeres: 786542 (SEQ ID NO: 1442), CloneCeres: 346115 (SEQ ID NO: 1444), CloneCeres: 1821683 (SEQ ID NO: 1452), GI No. 125533171 (SEQ ID NO: 1453) e GI No. 77553492 (SEQ ID NO: 1457)
[0071] A figura 49 é um alinhamento de ME16546 (SEQ ID NO: 1463) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1444102 (SEQ ID NO: 1465), CloneCeres: 582439 (SEQ ID NO: 1471), CloneCeres: 579953 (SEQ ID NO: 1473), GI No. 125539335 (SEQ ID NO: 1474) e GI No. 115445987 (SEQ ID NO: 1476).
[0072] A figura 50 é um alinhamento de ME17567 (SEQ ID NO: 1491) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1895876 (SEQ ID NO: 1493), CeresAnnot: 1464522 (SEQ ID NO: 1495), CloneCeres: 968434 (SEQ ID NO: 1499), Clo- neCeres: 686479 (SEQ ID NO: 1501), CloneCeres: 1564962 (SEQ ID NO: 1503), GI No. 125549699 (SEQ ID NO: 1504), GI No. 125591612 (SEQ ID NO: 1505) e CeresAnnot: 6006969 (SEQ ID NO: 1508).
[0073] A figura 51 é um alinhamento de ME17932 (SEQ ID NO: 1510) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CloneCeres: 1842178 (SEQ ID NO: 1512), CeresAnnot: 1475265 (SEQ ID NO: 1516) e CloneCeres: 1044646 (SEQ ID NO: 1520).
[0074] A figura 52 é um alinhamento de ME17936 (SEQ ID NO: 1525) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1454324 (SEQ ID NO: 1527), CloneCeres: 1652842 (SEQ ID NO: 1534) e GI No. 75214620 (SEQ ID NO: 1535).
[0075] A figura 53 é um alinhamento de ME18275 (SEQ ID NO: 1537) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas CeresAnnot: 1514086 (SEQ ID NO: 1539), CloneCeres: 1087909 (SEQ ID NO: 1543), CloneCeres: 1359070 (SEQ ID NO: 1545), GI No. 92880913 (SEQ ID NO: 1548), CloneCeres: 932449 (SEQ ID NO: 1550) e CloneCeres: 1788695 (SEQ ID NO: 1552).
[0076] A figura 54 é um alinhamento de ME18924 (SEQ ID NO: 1554) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 82469976 (SEQ ID NO: 1555), CeresAnnot: 1533704 (SEQ ID NO: 1563), CloneCeres: 524404 (SEQ ID NO: 1565), CloneCeres: 846541 (SEQ ID NO: 1567), CloneCeres: 1769321 (SEQ ID NO: 1571), GI No. 125528559 (SEQ ID NO: 1572), GI No. 125572823 (SEQ ID NO: 1574) e GI No. 84453208 (SEQ ID NO: 1575).
[0077] A figura 55 é um alinhamento de ME19182 (SEQ ID NO: 1577) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 4033417 (SEQ ID NO: 1040), GI No. 5669924 (SEQ ID NO: 1041), GI No. 40642617 (SEQ ID NO: 1440), GI No. 90399018 (SEQ ID NO: 1485), GI No. 115464117 (SEQ ID NO: 1487), GI No. 75164812 (SEQ ID NO: 1578), CloneCeres: 1794223 (SEQ ID NO: 1580), CeresAnnot: 1471422 (SEQ ID NO: 1590), CloneCeres: 968096 (SEQ ID NO: 1607), GI No. 6752884 (SEQ ID NO: 1608), GI No. 47775656 (SEQ ID NO: 1609), CloneCeres: 1020799 (SEQ ID NO: 1611), GI No. 87240865 (SEQ ID NO: 1622), GI No. 2500047 (SEQ ID NO: 1623), CloneCeres: 705340 (SEQ ID NO: 1627), Clo- neCeres: 1430456 (SEQ ID NO: 1637), GI No. 84619270 (SEQ ID NO: 1648) e CloneCeres: 1821143 (SEQ ID NO: 1651).
[0078] A figura 56 é um alinhamento de ME20628 (SEQ ID NO: 1437) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas GI No. 113367236 (SEQ ID NO: 173), GI No. 115477615 (SEQ ID NO: 212), GI No. 125542223 (SEQ ID NO: 361), GI No. 1838976 (SEQ ID NO: 421), CloneCeres: 1547185 (SEQ ID NO: 443), CeresAnnot: 1450452 (SEQ ID NO: 740) e GI No. 92870675 (SEQ ID NO: 1461).
[0079] A figura 57 é um alinhamento de ME01821 (SEQ ID NO: 97) com sequências de aminoácido homólogas e/ou ortólogas ID de GI Público No.167480754 (SEQ ID NO: 2013) e ID de GI Público No.83830869 (SEQ ID NO: 2015).
DESCRIÇÃO DETALHADA
[0080] A invenção proporciona métodos e materiais relacio-nadosà modulação dos níveis de tolerância a baixo teor de nitrogênio em plantas. Em algumas modalidades, as plantas po-demtambém ter níveis modulados de tolerância a baixo teor de nitrogênio. Os métodos podem incluir transformação de uma cé-lula de planta com um ácido nucleico que codifica um polipeptídeo de modulação de tolerância a baixo teor de nitrogênio, em que expressão do polipeptídeo resulta em um nível moderado de tolerância a baixo teor de nitrogênio. Células de planta produzidas usando tais métodos podem ser crescidas para produzir plantas tendo uma tolerância aumentada a condições com fontes limitadas de nitrogênio exógeno. Tais plantas podem ser usadas para a produção de maiores rendimentos e biomassas com insumos de fertilizante existentes e/ou permitir que os rendimentos e biomassa existentes de safras sejam obtidos com menor insumo de fertilizante ou melhores rendimentos e biomassas sobre solos de qualidade mais pobre.
I. Definições
[0081] "Aminoácido"refere-se a um dois vinte aminoácidos que ocorrem biologicamente e aminoácidos sintéticos, incluindo isômeros ópticos D/L.
[0082] "Promotor tipo de célula-preferencial"ou "promotor tecido-preferencial" refere-se a um promotor que aciona ex-pressão preferencialmente em um tipo de célula ou tecido-alvo, respectivamente, mas também pode levar a alguma transcrição em outros tipos de células ou tecidos também.
[0083] "Planta de controle" refere-se a uma planta que não contém o ácido nucleico exógeno presente em uma planta trans- gênica de interesse mas, de outro modo, tem a mesma ou uma base genética similar a tal planta transgênica. Uma planta de controle adequada pode ser uma planta do tipo silvestre não- transgênica, um segregante não-transgênico de um experimento de transformação ou uma planta transgênica que contém um outro ácido nucleico exógeno que não o ácido nucleico de interesse.
[0084] "Domínios" são grupos de aminoácidos substancial-mentecontíguos em um polipeptídeo que pode ser usado para caracterizar famílias de proteína e/ou partes de proteínas. Tais domínios têm uma "impressão digital" ou "assinatura" que pode compreender a sequência primária conservada, estrutura secundária e/ou conformação tridimensional. Geralmente, domí-niosestão correlacionados com atividades específicas in vitro e/ou in vivo. Um domínio pode ter um comprimento de 10 amino- ácidos a 400 aminoácidos, por exemplo, 10 a 50 aminoácidos ou 25 a 100 aminoácidos ou 35 a 65 aminoácidos ou 35 a 55 amino- ácidos ou 45 a 60 aminoácidos ou 200 a 300 aminoácidos ou 300 a 400 aminoácidos.
[0085] "Sub-regulação"refere-se à regulação que diminuiu a produção de produtos de expressão (mRNA, polipeptídeo ou ambos) com relação aos estados basais ou nativos.
[0086] "Exógeno", com relação a um ácido nucleico, indica que o ácido nucleico é parte de um construto de ácido nucleico recombinante ou não está em seu ambiente natural. Por exemplo, um ácido nucleico exógeno pode ser uma tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma espécie introduzida em outra espécie, isto é, um ácido nucleico heterólogo. Tipicamente, tal ácido nucleico exógeno é introduzido na outra espécie via um cons- truto de ácido nucleico recombinante. Um ácido nucleico exógeno pode também ser uma sequência que é nativa a um organismo e que tenha sido introduzido em células desse organismo. Um ácido nucleico exógeno que inclui uma sequência nativa pode, frequentemente, ser distinguido da sequência que ocorre natu-ralmente pela presença de sequências não naturais ligadas ao ácido nucleico exógeno, por exemplo, sequências regulatórias não nativas que flanqueiam uma sequência nativa em um construto de ácido nucleico recombinante. Além disso, ácidos nucleicos exógenos estavelmente transformados são, tipicamente, integrados em outras posições que não a posição onde a sequência nativa é encontrada. Será apreciado que um ácido nucleico exógeno pode ter sido introduzido em um progenitor e não na célula sob consideração. Por exemplo, uma planta transgênica contendo um ácido nucleico exógeno pode ser a prole de um cruzamento entre uma planta estavelmente transformada e uma planta não transgênica. Tal prole é considerada como contendo o ácido nucleico exógeno.
[0087] "Expressão"refere-se ao processo de conversão da informação genética de um polinucleotídeo em RNA através de transcrição, a qual é catalisada por uma enzima, RNA polime- rase, e em proteína, através de tradução de mRNA sobre ribos- somos.
[0088] "Polipeptídeo heterólogo", conforme usado aqui, re-fere-se a um polipeptídeo que não é um polipeptídeo que ocorre naturalmente em uma célula de planta, por exemplo, uma planta Panicum virgatumtransgênica transformada com e expressando a sequência de codificação para um polipeptídeo transportador de nitrogênio a partir de uma planta Zea mays.
[0089] "Ácido nucleico isolado", conforme usado aqui, inclui um ácido nucleico que ocorre naturalmente, contanto que uma ou ambas as sequências que flanqueiam imediatamente esse ácido nucleico em seu genoma natural seja removida ou esteja ausente. Assim, um ácido nucleico isolado inclui, sem limita-ção, um ácido nucleico que existe como uma molécula purificada ou uma molécula de ácido nucleico que é incorporada em um vetor ou um vírus. Um ácido nucleico existente entre centenas a milhões de outros ácidos nucleicos dentro, por exemplo, de bibliotecas de cDNA, bibliotecas genômicas ou cortes de sílica contendo uma digestão por restrição de DNA genômico, não deve ser considerado um ácido nucleico isolado.
[0090] "Condições de baixo teor de nitrogênio", conforme usado aqui, refere-se a concentrações de nitrogênio as quais levam a sintomas de deficiência de nitrogênio, tais como cor verde clara das folhas, clorose e crescimento e vigor reduzi-dos. Tipicamente, condições de baixo nível de nitrogênio levam a uma redução de pelo menos 20%, 25%, 30%, 35%, 40%, 45%, 50%, 60%, 70%, 80% ou 90% no crescimento e/ou vigor.
[0091] "Modulação"do nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio refere-se à mudança no nível de tolerância de uma planta a fontes limitadas de nitrogênio exógeno que é observada como um resultado de expressão de uma transcrição a partir de um ácido nucleico exógeno em uma célula de planta. A mudança no nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio é medida por alterações no tamanho e verdor, bem como maior eficiência de fotossíntese, com relação ao nível correspondente em plantas de controle em um ambiente com suprimento limitado de nitrogênio.
[0092] "Ácido nucleico" e "polinucleotídeo" são usados per- mutavelmente aqui e referem-se a RNA e DNA, incluindo cDNA, DNA genômico, DNA sintético e DNA ou RNA contendo análogos de ácido nucleico. Polinucleotídeos podem ter qualquer estrutura tridimensional. Um ácido nucleico pode ser fita simples ou fita simples (isto é, uma fita senso ou uma fita antissenso). Exemplos não limitativos de polinucleotídeos incluem genes, fragmentos gênicos, éxons, íntrons, RNA mensageiro (mRNA), RNA de transferência, RNA ribossômico, siRNA, micro-RNA, ribozi- mas, cDNA, polinucleotídeos recombinantes, polinucleotídeos ramificados, sondas de ácido nucleico e iniciadores de ácido nucleico. Um polinucleotídeo pode conter nucleotídeos não convencionais ou modificados.
[0093] "Operavelmente ligado" refere-se ao posicionamento de uma região regulatória e uma sequência a ser transcrita em um ácido nucleico, de modo que a região regulatória é eficaz para transcrição de regulação ou tradução da sequência. Por exemplo, para ligar operavelmente uma sequência de codificação e uma região regulatória, o sítio de início de tradução do quadro de leitura aberta da sequência de codificação é, tipicamente, posicionado entre um e cerca de cinquenta nucleotí- deos a jusante da região regulatória. Uma região regulatória pode, contudo, ser posicionada tanto quanto cerca de 5.000 nucleotídeos a montante do sítio de início de tradução ou cerca de 2.000 nucleotídeos a montante do sítio de início de transcrição.
[0094] "Polipeptídeo", conforme usado aqui, refere-se a um composto de duas ou mais subunidades de aminoácido, análogos de aminoácido ou outros peptidomiméticos, a despeito de modi-ficação pós-traducional, por exemplo, fosforilação ou glico- silação. As subunidades podem ser ligadas através de ligações peptídicas ou outras ligações tais como, por exemplo, ligações de éster e éter. Polipeptídeos de comprimento total, polipeptídeos truncados, mutantes de ponto, mutantes com in-serção, variantes com junção (“splicing”), proteínas quiméri-cas e fragmentos dos mesmos são abrangidos por essa definição.
[0095] "Prole" inclui descendentes de uma planta ou linhagem de planta em particular . Prole de uma planta em questão inclui sementes formadas sobre F1, F2, F3, F4, F5, F6 e subse-quentesgerações de plantas ou sementes formadas sobre BC1, BC2, BC3 e subsequentes gerações de plantas ou sementes formadas sobre F1BC1, F1BC2, F1BC3 e subsequentes gerações de plantas. A designação F1 refere-se à prole de um cruzamento entre dois parentais que são geneticamente distintos. As designações F2, F3, F4, F5 e F6 referem-se a subsequentes gerações de prole auto- ou subpolinizadas de uma planta F1.
[0096] "Região regulatória"refere-se a um ácido nucleico tendo sequências de nucleotídeo que influem a taxa e início de transcrição ou tradução e estabilidade e/ou mobilidade de um produto da transcrição ou tradução. Regiões regulatórias incluem, sem limitação, sequências promotoras, sequências inten- sificadoras, elementos de resposta, sítios de reconhecimento de proteína, elementos induzíveis, sequências de ligação à proteína, regiões não traduzidas 5' e 3' (Untranslated Regions - UTRs), sítios de início de transcrição, sequências de término,sequências de poliadenilação, íntrons e combinações dos mesmos. Uma região regulatória compreende, tipicamente, pelo menos um promotor central (basal). Uma região regulatória também pode incluir pelo menos um elemento de controle, tal como uma sequência intensificadora, um elemento a montante ou uma região de ativação a montante (Upstream Activation Region - UAR). Por exemplo, um intensificador adequado é um elemento cis-regulatório (-212 a -154) a partir da região a montante do gene de sintase de octopina (ocs). Fromm et al. (1989) The Plant Cell, 1: 977-984.
[0097] "Super-regulação"refere-se à regulação que aumenta o nível de um produto de expressão (mRNA, polipeptídeo ou ambos) com relação a estados basais ou nativos.
[0098] "Vetor" refere-se a um replicon, tal como um plas- mídeo, fago ou cosmídeo, no qual outro segmento de DNA pode ser inserido de modo a manter a replicação do segmento inse-rido. Geralmente, um vetor é capaz de replicação quando asso-ciado aos elementos de controle apropriados. O termo "vetor" inclui vetores de clonagem e expressão, bem como vetores virais e vetores de integração. Um "vetor de expressão" é um vetor que inclui uma região regulatória.
II. Polipeptídeos
[0099] Os polipeptídeos descritos aqui incluem polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio. Polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio podem ser eficazes para modular os níveis de tole-rância a baixo teor de nitrogênio quando expressos em uma planta ou célula de planta. Tais polipeptídeos contêm, tipi-camente, pelo menos um domínio indicativo de polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio, conforme descrito em maiores detalhes aqui. Polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio têm, tipicamente, um escore de bit HMM que é maior do que 20, conforme descrito em maiores detalhes aqui. Em algumas modalidades, polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio têm mais de 80% de identidade à SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1157, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1437, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554 ou SEQ ID NO: 1577, conforme descrito em maiores detalhes aqui.
A. Domínios Indicativos de Polipeptídeos que Modulam a Tole-rância a Baixo Teor de Nitrogênio
[0100] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio P450, o qual é caracte-rístico de polipeptídeos que pertencem à superfamília do Ci- tocroma P450. Citocromas P450 são proteínas de haem-tiolato envolvidas na degradação oxidativa de vários compostos. Eles são particularmente bem-conhecidos por seu papel na degradação de toxinas e agentes mutagênicos ambientais. Em plantas, essas proteínas são importantes para a biossíntese de vários compostos, tais como hormônios, compostos defensivos e ácidos gra- xos. A conservação de sequência é relativamente baixa dentro da família - existem apenas 3 resíduos absolutamente conservados - mas sua topografia geral e enrolamento estrutural são altamente conservados. O núcleo conservado é composto de uma alça denominada o 'meander', um feixe de quatro hélices, hélices J e K e dois conjuntos de beta-folhas. Essas constituem o loop de haem-ligação, a ranhura de transferência de prótons e o motivo EXXR conservado na hélice K. Embora P450's procariotas sejam proteínas solúveis, a maioria dos P450's eucari- otas estão associados às membranas microssômicas. Sua função enzimática geral é catalisar a oxidação regioespecífica e es- tereoespecífica de hidrocarbonetos não ativados em temperaturasfisiológicas. SEQ ID NO: 3 e SEQ ID NO: 332 apresentam a sequência de aminoácido de clones de Arabidopsis, identificadas aqui como ME00919 (SEQ ID NO: 3) e ME04587 (SEQ ID NO: 332), respectivamente, que são previstas de codificar polipeptídeos contendo um domínio de Citocroma P450.
[0101] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio zf-Dof, o qual é conser-vado em várias proteínas de ligação a DNA de plantas superio-res. O domínio Dof é um domínio de ligação a DNA de dedo de zinco que mostra semelhança ao dedo de zinco Cys2, embora ele tenha um loop putativo mais longo, onde um resíduo Cys extra é, tipicamente, conservado. O motivo também está presente em SEQ ID NO: 49, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME01312 (SEQ ID NO: 49), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio zf-Dof.
[0102] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio Aminotran_3 caracterís-tico de polipeptídeos que pertencem à família de aminotrans-ferase da Classe III. Aminotransferases compartilham determi-nadascaracterísticas mecanísticas com outras enzimas pirido- xalfosfato-dependentes, tal como a ligação covalente do grupo piridoxalfosfato a um resíduo de lisina. Aminotransferases da Classe III incluem aminotransferase de acetilornitina, a qual catalisa a transferência de um grupo amino de acetilornitina para alfa-cetoglutarato, proporcionando 5-semialdeído N-ace- til-glutâmico e ácido glutâmico; aminotransferase de ornitina, a qual catalisa a transferência de um grupo amino de ornitina para alfa-cetoglutarato, proporcionando 5-semi-aldeído N-ace- til-glutâmico e ácido glutâmico; aminotransferase de ômega aminoácido-piruvato, a qual catalisa a transaminação entre uma variedade de ômega-aminoácidos, mono- e di-aminas e piruvato; aminotransferase de 4-aminobutirato; GABA transaminase, a qual catalisa a transferência de um grupo amino de GABA para alfa- cetoglutarato, proporcionando semialdeído de succinato e ácido glutâmico; DAPA aminotransferase, uma enzima bacteriana (bioA), a qual catalisa uma etapa intermediária na biossíntese de biotina, a transaminação de ácido 7-ceto-8-aminopelargônico para formar ácido 7,8-diaminopelargônico; decarboxilase de 2,2-dialquilglicina, uma enzima de Burkholderia cepacia (Pseudomonas cepacia) (dgdA) que catalisa a transferência de amino decarboxilação de 2,2-dialquilglicina e piruvato em dialquil cetona, alanina e dióxido de carbono; aminotransferase de glu- tamato-1-semialdeído (GSA); aminotransferases yhxA e yodT de Bacillus subtilis; aminotransferase HI0949 de Haemophilus in-fluenzae; e aminotransferase de Caenorhabditis elegans. Com base na similaridade de sequência, essas várias enzimas podem ser agrupadas em subfamílias. O domínio aminotran_3 também está presente em SEQ ID NO: 77, a qual apresenta as sequências de aminoácido do clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME01463 (SEQ ID NO: 77), que é previsto como codificando polipeptídeos contendo um domínio aminotran_3.
[0103] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de histona ligante característico de polipeptídeos que pertencem à família de histonas ligantes H1 e H5. A histona ligante H1 é um componente essencial da estrutura da cromatina. A H1 liga nucleossomos em estruturas de ordem superior. A histona H5 desempenha a mesma função que a histona H1 e substitui a H1 em determinadas células. A estrutura de GH5, o domínio globular da dobra de histona ligante H5, é similar ao domínio de ligação a DNA da proteína ativadora de gene de catabólito, CAP, assim, proporcionando um possível modelo para a ligação de GH5 ao DNA. O domínio também está presente em SEQ ID NO: 100, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME01910 (SEQ ID NO: 100), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de histona ligante.
[0104] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio zf-C3HC4, o qual é pre-visto como sendo característico de proteínas pertencendo à família de proteínas do dedo de zinco do tipo C3HC4 (dedo RING). O dedo de zinco do tipo C3HC4 (dedo RING) é um domínio rico em cisteína de aproximadamente 40 a 60 resíduos que co-ordena dois íons de zinco e provavelmente está envolvido em mediação de interações proteína-proteína. Membros da família de proteínas do dedo de zinco do tipo C3HC4 (dedo RING) contêm a sequência livremente conservada: C-X2-C-X(9-39)-C-X(1-3)-H- X(2-3)-C-X2-C-X(4-48)-C-X2-C, onde X é qualquer aminoácido. O domínio também está presente em SEQ ID NOs: 166, 746, 976, 1428, as quais apresentam as sequências de aminoácido de clones de Arabidopsis, identificados aqui como Ceres ME02603 (SEQ ID NO: 166), ME05493 (SEQ ID NO: 746), ME12954 (SEQ ID NO: 976), ME14649 (SEQ ID NO: 1428) respectivamente, que são previstas como codificando polipeptídeos contendo um domínio zf-C3HC4.
[0105] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio Gal_Lectina caracterís-tico de uma proteína com domínio de lectina de ligação à ga-lactose. SEQ ID NO: 208 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME02801 (SEQ ID NO: 208), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de lectina de ligação à ga-lactose.
[0106] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio TPR_1 característico de uma proteína com domínio de repetição tetratricopeptídica (TPR). A repetição tetratricopeptídica é um motivo estrutural presente em uma ampla faixa de proteínas identificadas em vá-rios organismos diferentes, oscilando de bactérias a seres humanos. Ela media interações proteína-proteína e a montagem de complexos de múltiplas proteínas. Proteínas contendo TPRs estão envolvidas em uma variedade de processos biológicos, tais como regulação do ciclo celular, controle transcricional, transporte de proteína mitocondrial ou peroxissomal, neurogê- nese e enrolamento de proteína. A estrutura de raios X de um domínio contendo três TPRs da proteína fosfatase 5 revelou que a TPR adota uma configuração de hélice-giro-hélice, com motivos TPR adjacentes engolfando de modo paralelo, resultando em uma espiral de alfa-hélices antiparalelas repetidas. As duas hélices são denotadas hélice A e hélice B. O ângulo de engol- famento entre a hélice A e a hélice B é de ~24° dentro de uma única TPR e gera um formato super-helicoidal do lado direito. A hélice A interage com a hélice B e com a hélice A' da próxima TPR. Duas superfícies de proteína são geradas: a superfície côncava interna contribui principalmente pelo resíduo sobre as hélices A e a outra superfície apresenta resíduos de ambas as hélices A e B. Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de repetição tetra- tricopeptídica TPR_2, o qual é previsto como sendo característico de proteínas "andaime" em complexos de múltiplas proteínaS. O domínio TPR_2 consiste em um motivo de aproximadamente 34 aminoácidos com um consenso frouxo e está presente, usualmente em múltiplas repetições aleatórias, em proteínas com muitas funções celulares, incluindo mitose, transcrição, transporte e desenvolvimento de proteína. Análise estrutural do domínio TPR-2 demonstra que ele forma duas regiões a-helicoidais separadas por um giro, de modo que cadeias laterais volumosas e pequenas apostas formam uma estrutura de "saliência e furo". Em geral, a superfície hidrofóbica dessa estrutura media interações proteína-proteína entre proteínas contendo TPR e não contendo TPR.
[0107] SEQ ID NO: 234 apresenta a sequência de aminoácido de clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME04204 (SEQ ID NO: 234), que é prevista como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de repetição tetratricopep- tídica TPR_1 e um domínio de repetição tetratricopeptídica TPR_2. SEQ ID NO: 1510 apresenta a sequência de aminoácido do clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME17932 (SEQ ID NO: 1510), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de repetição tetratricopep- tídica TPR2.
[0108] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio zf-AN1 característico de polipeptídeos pertencendo à família de proteína do dedo de zinco AN1-like. O domínio de dedo de zinco AN1-like foi pri-meiro identificado como dedo de zinco no C-término de uma proteína An1 semelhante à ubiquitina em Xenopus laevis. O pa-drão a seguir descreve o dedo de zinco: C-X2-C-X(9-12)-C-X(1- 2)-C-X4-C-X2-H-X5-H-X-C, onde X pode ser qualquer aminoácido e os números entre parênteses indicam o número de resíduos.
[0109] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio zf-A20, o qual é carac-terístico de dedos de zinco A20- (um inibidor de morte celu- lar)-like. Em animais, acredita-se que dedos de zinco A20-like mediem a autoassociação em A20. Esses dedos também mediam a ativação de NF-kappa B IL-1-induzida. SEQ ID NO: 246 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME04477 (SEQ ID NO: 246), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de dedo de zinco AN1-like e um domínio zf-A20.
[0110] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio Aa_trans ou domínio de transportador de aminoácido transmembrana, o qual é previsto como sendo característico de transportadores de aminoácido e permeases de aminoácido. O domínio também está presente em SEQ ID NO: 300, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME04507 (SEQ ID NO: 300), que é previsto como codificando um polipep- tídeo contendo um domínio transportador de aminoácido trans- membrana.
[0111] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um motivo de reconhecimento de RNA (conforme mostrado como domínio RRM_1, RRM, RBD ou RNP), o qual é característico de polipeptídeos pertencendo à superfa- mília da proteína de ligação a RNA fita simples. Proteínas RRM têm uma variedade de preferências e funções de ligação a RNA e incluem ribonucleoproteínas nucleares heterogêneas (hnRNPs), proteínas envolvidas em regulação de junção (“splicing”)alternativo, componentes de proteína de pequenas ribonucleopro- teínas nucleares e proteínas que regulam a estabilidade e tradução de RNA. A RRM, no fator de junção (“splicing”) hetero- dimérico U2, fator auxiliar snRNP (U2AF), parece ter dos domínios RRM-like com características especializadas para reconhecimento de proteína. O motivo também aparece em umas poucas proteínas de ligação a DNA fita simples. A RRM típica consiste em quatro beta-fitas antiparalelas e duas alfa-hélices dispostas em uma dobra beta-alfa-beta-beta-alfa-beta com cadeias laterais que se empilham com bases de RNA. A especificidade de ligação a RNA é determinada por múltiplos contatos com amino- ácidos circundantes. Uma terceira hélice está presente durante ligação a RNA em alguns casos. O motivo também está presente em SEQ ID NO: 368 e SEQ ID NO: 1274, as quais apresentam as sequências de aminoácido de clones de Arabidopsis, identificados aqui como Ceres ME04753 (SEQ ID NO: 368) e ME13151 (SEQ ID NO: 1274), respectivamente, que são previstos como codificandopolipeptídeos contendo um motivo de reconhecimento de RNA.
[0112] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio NTF2 característico de um polipeptídeo de fator de transporte nuclear 2 (NTF2). O NTF2 é um homodímero de subunidades de aproximadamente 14kDa, o qual estimula a importação nuclear eficiente de uma proteína cargo. O NTF2 se liga a nucleoporinas contendo repetições RanGDP e FxFG. O NTF2 se liga à RanGDP de modo suficientemente forte para que o complexo permaneça intacto durante transporte através de complexos de nucleoporos (NPCs), mas a interação entre as nucleoporinas NTF2 e FxFG é muito mais transitória, o que permitiria que o NTF2 se mova através dos NPC pulando de uma repetição para outra. O NTF2 se dobra em um cone com uma cavidade hidrofóbica profunda, a abertura da qual é circundada por vários resíduos negativamente carregados. A RanGDP se liga ao NTF2 através de inserção de um resíduo de fenilalanina conservado na bolsa hidrofóbica do NTF2 e fazendo interações eletrostáticas com os resíduos negativamente carregados conservados que circundam a cavidade. Um domínio estruturalmente similar aparece em outras proteínas de importação. SEQ ID NO: 1274, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME13151 (SEQ ID NO: 1274), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio NTF2.
[0113] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio DUF1218. SEQ ID NO: 1274, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME04772 (SEQ ID NO: 510), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio DUF1218.
[0114] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de ligação a DNA Myb-like característico de polipeptídeos pertencendo a uma família de proteínas cujos membros contêm os domínios de ligação a DNA de proteínas Myb, bem como a família do domínio SANT. SEQ ID NO: 533, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME04909 (SEQ ID NO: 533), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de ligação a DNA Myb-like.
[0115] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio FAD_binding_4. Esse do-mínio é previsto como sendo característico de polipeptídeos pertencendo a uma família de enzimas que usa FAD (dinucleotídeo de flavina adenina) como um cofator, a maioria das enzimas são similares à oxidorreductase de oxigênio, contendo um grupo FAD covalentemente ligado, o qual é preso a uma histidina via uma ligação 8-alfa-(N3-histidil)-riboflavina.
[0116] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio BBE, o qual é previsto como sendo característico de uma ponte de berberina e enzima de ponte de berberina-like. Enzimas BBE estão, tipicamente, envolvidas na biossíntese de numerosos alcaloides de isoqui- nolina. Elas catalisam a transformação do grupo N-metila de (S)-reticulina no carbono C-8 da ponte de berberina de (S)- escoulerina. SEQ ID NO: 558 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME05194 (SEQ ID NO: 558), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio FAD_binding_4 e um domínio BBE.
[0117] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de pré-foldina (PFD) ca-racterístico de polipeptídeos pertencendo à família da subu- nidades de pré-foldina. A pré-foldina (PFD) é uma chaperona que, tipicamente, interage com chaperoninas do tipo II, he- tero-oligômeros carecendo de uma cochaperonina oblíqua que são encontrados em eucariotas (polipeptídeo-1 do T-complexo contendo chaperonina (CCT)) e archaea. A PFD eucariota pode, tipicamente, se ligar à actina e tubulina co-traducionalmente. A chaperona pode, então, distribuir a proteína-alvo ao CCT, interagindo com a chaperonina através das pontas das alças enroladas. SEQ ID NO: 593 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME05267 (SEQ ID NO: 593), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de pré-foldina.
[0118] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de HR-lesão caracterís-tico de polipeptídeos pertencendo a uma família de proteínas de planta que podem estar associadas à via de resposta hiper- sensível (Hypersensitive Response - HR) de defesa contra pa- tógenos de planta. O domínio também está presente em SEQ ID NO: 646, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME05341 (SEQ ID NO: 646), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de HR-lesão.
[0119] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio DUF538. SEQ ID NO: 687 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME05392 (SEQ ID NO: 687), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio DUF538.
[0120] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de dedo de zinco do tipo C-x8-C-x5-C-x3-H (zf-CCCH), o qual é característico de polipeptídeos pertencendo à superfamília de proteínas do dedo de zinco. Acredita-se que membros de domínios de dedo de zinco estão envolvidos em ligação a DNA e existem como diferentes tipos. Proteínas contendo domínios de dedo de zinco do tipo C- x8-C-x5-C-x3-H incluem proteínas de dedo de zinco de eucario- tas envolvidos em ciclo celular ou regulação fase de cresci- mento-relacionada. Foi mostrado que diferentes proteínas de dedo de zinco CCCH interagem com a região não traduzida 3' de vários mRNA's. SEQ ID NO: 792 apresenta a sequência de amino- ácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME07344 (SEQ ID NO: 792), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio zf-CCCH.
[0121] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio DUF246. SEQ ID NO: 828 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME08464 (SEQ ID NO: 828), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio DUF246.
[0122] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio C2. O domínio C2 é um módulo de objetivação de membrana Ca2+-dependente encontrado em muitas proteínas celulares envolvidas em transdução de si-nal ou tráfego na membrana. Domínios C2 são únicos entre do-mínios de objetivação da membrana pelo fato de que, tipica-mente, eles mostram uma ampla faixa de seletividade lipídica para os principais componentes de membranas celulares, inclu-indo fosfatidil serina e fosfatidil colina. SEQ ID NO: 982 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME12970 (SEQ ID NO: 982), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio C2.
[0123] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio Cpn60_TCP1 característico de polipeptídeos pertencendo à família de chaperonina TCP- 1/cpn60. Essa família inclui membros da família da chaperona HSP60 e da família TCP-1 (proteína do T-complexo). Chaperoni- nas, uma subfamília de chaperonas moleculares são, tipicamente, essenciais para o enrolamento e montagem corretas de polipeptídeos em estruturas oligoméricas. Chaperoninas são, tipicamente, encontradas em abundância em procariotas, cloro- plastos e mitocôndrias. Elas são, tipicamente, requeridas para crescimento normal de células e induzidas por estresse, atu-ando para estabilizar ou proteger polipeptídeos desmontados sob condições de choque térmico. SEQ ID NO: 1054 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identifi-cado aqui como Ceres ME13021 (SEQ ID NO: 1054), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio Cpn60_TCP1.
[0124] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio zf-C2H2 característico de um polipeptídeo com domínio de dedo de zinco C2H2. Domínios de dedo de zinco são estruturas de proteína que se ligam a ácido nucleico compostas de 25 a 30 resíduos de aminoácido, incluindo 2 resíduos de Cys conservados e 2 resíduos de His conservados em um motivo do tipo C-2-C-12-H-3-H. Os 12 resíduos que separam a segunda Cys e a primeira His são principalmente polares e básicos, envolvendo essa região em particular na ligação a ácido nucleico. Eles têm a capacidade de se ligar a RNA e DNA e foi sugerido que o dedo de zinco pode, assim, representar a proteína de ligação a ácido nucleico original. Foi também sugerido que um domínio centralizado de Zn poderia ser usado em uma interação de proteína, por exemplo, em quinase de proteína C. Muitas classes de dedos de zinco são caracterizadoas de acordo com o número e posições dos resíduos de histidina e cisteína envolvidos na coordenação de átomos de zinco. Na classe de dedo de zinco C2H2, o primeiro par de resíduos de coordenação de zinco são cisteínas, enquanto que o segundo par são histidinas. O motivo também está presente em SEQ ID NO: 1116, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME13087 (SEQ ID NO: 1116), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio zf-C2H2.
[0125] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de zeína característico de polipeptídeos pertencendo à família de proteínas de arma-zenamento em semente, zeína. SEQ ID NO: 1159, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME13107 (SEQ ID NO: 1159), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de zeína.
[0126] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio snf7 característico de polipeptídeos pertencendo a uma família de proteínas eucario- tas relacionadas à SNF7 de levedo. SEQ ID NO: 1185 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identi-ficado aqui como Ceres ME13110 (SEQ ID NO: 1185), que é pre-visto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio snf7.
[0127] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio HhH-GPD característico de polipeptídeos pertencendo à superfamília da proteína de reparo de DNA por excisão de base HhH-GPD. Membros da superfamília de proteína de reparo de DNA por excisão de base HhH-GPD contêm uma hélice-grampo de cabelo-hélice e loop rico em Gly/Pro, seguido por um aspartato conservado. Esse domínio é encontrado em uma diversa faixa de proteínas de reparo de DNA estruturalmente relacionadas. O domínio também está presente em SEQ ID NO: 1194, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME13125 (SEQ ID NO: 1194), que é previsto como codificando um polipep- tídeo contendo um domínio HhH-GPD.
[0128] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio Arf característico de polipeptídeos pertencendo à família do fator de ADP-ribosila- ção. As proteínas de ligação a GTP ao pequeno fator de ribo- silação de ADP (ADP ribosylation factor - Arf) são os princi-pais reguladores de biogênese vesicular em tráfego intracelu-lar. Elas são os membros de base de uma família em crescimento que inclui Arl (Arf-like), Arp (proteínas Arf-relacionadas) e as proteínas Sar (Secreção-associada e Ras-relacionada) remotamente relacionadas. Proteínas Arf comutam entre as formas GDP-ligada inativa e GTP-ligada ativa que se ligam seletivamente a efetuadores. A comutação estrutural clássica GDP/GTP é caracterizada por alterações conformacionais nas assim denominadasregiões de comutação 1 e comutação 2, as quais se ligam hermeticamente ao gama-fosfato de GTP, mas pobremente ou nem se ligam ao nucleotídeo GDP. Estudos estruturais de Arf1 e Arf6 revelaram que, embora essas proteínas se caracterizem por alterações conformacionais nas regiões de comutação 1 e 2, elas divergem de outras pequenas proteínas de ligação a GTP pelo fato de que elas usam uma comutação única, adicional, para propagar informação estrutural de um lado da proteína para o outro. Os ciclos estruturais GDP/GTP da Arf1 e Arf6 humanas se caracterizam por uma alteração conformacional única que afeta as fitas beta2beta3 que conectam a comutação 1 e comutação 2 (intercomutação) e também o N-término helicoidal anfifático. SEQ ID NO: 1210 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME13149 (SEQ ID NO: 1210), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio Arf.
[0129] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de Piridoxal_deC carac-terístico do polipeptídeo de decarboxilase piridoxal-depen- dente. Decarboxilases piridoxal-dependentes, tipicamente, compartilhamregiões de similaridade de sequência, particular-mente na proximidade de um resíduo de lisina conservado, o qual proporciona o sítio de fixação para o grupo piridoxal- fosfato (PLP). Piridoxal fosfato é a forma ativa de vitamina B6 (piridoxina ou piridoxal). PLP é um catalisador versátil, que atua como uma coenzima em uma variedade de reações, incluindodecarboxilação, deaminação e transaminação. Enzimas PLP- dependentes, incluindo decarboxilases piridoxal-dependentes, estão envolvidas na biossíntese de aminoácidos e metabólitos derivados de aminoácido, mas elas também são encontradas nas vias biossintéticas de amino açúcares e na síntese ou catabolismo de neurotransmissor. SEQ ID NO: 1302 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME13153 (SEQ ID NO: 1302), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de Pirido- xal_deC.
[0130] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de Ciclina_C, o qual é característico do domínio C-terminal de polipeptídeos perten-cendoà família de ciclina. Ciclinas são proteínas eucariotas que exercem um papel ativo no controle de ciclos de divisão celular nucleares e regulam quinases dependentes de ciclina (CDKs). As ciclinas, junto com as quinases p34 (cdc2) ou cdk2, formam o Fator de Promoção de Maturação (Maturation Promoting Factor - MPF). Existem dois grupos principais de ciclinas, ciclinas G1/S, as quais exercem um papel no controle do ciclo celular na transição G1/S (início) e ciclinas G2/M, as quais exercem um papel no controle do ciclo celular na transição G2/M (mitose). Ciclinas G2/M se acumulam constantemente durante G2 e são abruptamente destruídas à medida que as células saem da mitose (no final da fase M). Ciclinas contêm, tipicamente, dois domínios de dobra all-alfa similares, dos quais essa família corresponde ao domínio C-terminal.
[0131] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio Ciclina_N, o qual define o domínio N-terminal de polipeptídeos pertencendo à família de ciclina. SEQ ID NO: 1342 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME13177 (SEQ ID NO: 1342), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio de Ciclina_C e um domínio de Ciclina_N.
[0132] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio DUF1442. SEQ ID NO: 1463, a qual apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME16546 (SEQ ID NO: 1463), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio DUF1442.
[0133] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio HLH característico de polipeptídeos pertencendo à superfamília do domínio de ligação a DNA de hélice-loop-hélice. Proteínas de hélice-loop-hélice básicas (bHLH) são um grupo de fatores de transcrição eucari- otas que podem exercer uma influência determinante em uma va-riedade de vias de desenvolvimento. Esses fatores de transcrição são caracterizados por um domínio bHLH conservado que media dimerização específica. Eles podem facilitar a conversão de monômeros inativos em dímeros de transativação em estágios apropriados de desenvolvimento. Membros dessa superfamília podem ser classificados em categorias distintas de acordo com as características de dimerização, ligação a DNA e expressão. SEQ ID NO: 1537 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME18275 (SEQ ID NO: 1537), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio HLH.
[0134] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio CRAL_TRIO característico da família de proteína de ligação a retinaldeído/retinal C- terminal. Em animais, proteínas de ligação a retinaldeído/re- tinal podem ser componentes funcionais do ciclo visual. A proteína de ligação a retinaldeído celular (CRALBP) pode funcionar como uma proteína veículo de substrato que modula a interação desses retinoides com enzimas de ciclo visual. A proteína com múltiplos domínios Trio pode se ligar à fosfatase de ti- rosina LAR da transmembrana, contém um domínio de quinase de proteína e tem domínios de fator de troca de nucleotídeo rac- específico e rho-específico distintos. Trio é uma proteína multifuncional que pode integrar e amplificar sinais envolvidos em coordenação de remodelamento de actina, o qual é necessário para migração e desenvolvimento celular. Outros membros da família são proteínas de transferência que incluem o fator de troca de nucleotídeo de guanina que pode funcionar como um efetuador de RAC1, proteína de transferência de fosfatidil inositol/fosfatidil colina que é requerida para o transporte de proteínas secretórias do complexo de Golgi e proteína de transferência de alfa-tocoferol, que intensifica a transferência do ligante entre membranas distintas.
[0135] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio CRAL_TRIO_N, o qual define o N-término da família de proteína de ligação a retinalde- ído/retinal.
[0136] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio EMP24_GP25L caracterís-tico de polipeptídeos pertencendo à família 24/gp25L/família p24/família de gene GOLD. Membros dessa família estão envol-vidos na cargo ligação em ponte ao ER e ligação a proteínas do envoltório através de seus domínios citoplásmicos. Esse domínio corresponde intimamente ao domínio GOLD rico em beta-fo- lha. O domínio GOLD é, frequentemente, encontrado combinado com domínios de associação à membrana ou lipídio. Proteínas p24 são os principais componentes da membrana de vesículas revestidas de COPI e COPII e estão envolvidas em cargo seletividade de transporte do ER para Golgi. Múltiplos membros da família p24 são encontrados em todos os eucariotas, de levedos a mamíferos. Membros da família p24 são proteínas da membrana do tipo I com um peptídeo sinalizador no aminotérmino, um domínio de alças enroladas lumenais (extracitosólico), um único domínio transmembrana com aminoácidos conservados e uma cauda citoplásmica curta. Eles podem ser agrupados em pelo menos três subfamílias baseado na sequência primária. Uma sub- família compreende Emp24p de levedo e p24A de mamífero. Outra subfamília compreende Erv25p de levedo e Tmp21 de mamífero e a terceira subfamília compreende proteínas gp25L de mamífero. SEQ ID NO: 1554 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME18924 (SEQ ID NO: 1554), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio CRAL_TRIO, um domínio CRAL_TRIO_N e um domínio EMP24_GP25L.
[0137] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio de Pirofosfatase, o qual é previsto como sendo característico de uma pirofosfatase inorgânica (PPase). A PPase é a enzima responsável pela hidrólise de pirofosfatase (PPi), a qual é formada principalmente como o produto de muitas reações biossintéticas que utilizam ATP. PPases podem requerer a presença de cátions de metal divalentes, com magnésio conferindo a maior atividade. Dentre outros resíduos, foi postulado que uma lisina é parte ou está próxima do sítio ativo. As sequências de PPases compartilham algumas regiões de similaridades, dentre as quais está uma região que contém três aspartatos conservados que estão envolvidos na ligação de cátions. SEQ ID NO: 1577 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME19182 (SEQ ID NO: 1577), que é previsto como codifi-cando um polipeptídeo contendo um domínio de Pirofosfatase.
[0138] Um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode conter um domínio bZIP_1 característico de polipeptídeos pertencendo à superfamília de fatores de trans- crição ZIP básicos. Membros da superfamília do fator de transcrição bZIP eucariotas contêm uma região básica que media a ligação a DNA sequência-específica seguido por uma região de zíper de leucina requerida para dimerização. SEQ ID NO: 1437 apresenta a sequência de aminoácido de um clone de Arabidopsis, identificado aqui como Ceres ME20628 (SEQ ID NO: 1437), que é previsto como codificando um polipeptídeo contendo um domínio bZIP_1.
B. Homólogos Funcionais Identificados através de BLAST Recí-proco
[0139] Em algumas modalidades, um ou mais homólogos funci-onais de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio de referência definido por uma ou mais das des-crições Pfam indicadas acima são adequados para uso como polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitro-gênio. Um homólogo funcional é um polipeptídeo que tem uma similaridade de sequência a um polipeptídeo de referência e que traz uma ou mais das funções bioquímicas ou fisiológicas do polipeptídeo de referência. Um homólogo funcional e polipeptídeo de referência podem ser polipeptídeos que ocorrem naturalmente e a similaridade de sequência pode ser em virtude de eventos evolucionários convergentes ou divergentes. Como tal, homólogos funcionais são, algumas vezes, designados na literatura como homólogos ou ortólogos ou parálogos. Variantes de um homólogo funcional que ocorre naturalmente, tais como polipeptídeos codificados por mutantes de uma sequência de codificação do tipo silvestre podem, em si, ser homólogos funcionais. Homólogos funcionais também podem ser criados via mutagênese sítio-dirigida da sequência de codificação para um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio ou combinando domínios das sequências de codificação para diferentespolipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio que ocorrem naturalmente ("swapping de domínio"). O termo "homólogo funcional"é, algumas vezes, aplicado ao ácido nucleico que codifica um polipeptídeo funcionalmente homólogo.
[0140] Homólogos funcionais podem ser identificados através de análise de alinhamentos de sequência de nucleotídeo e polipeptídeo. Por exemplo, realizando uma consulta em um banco de dados de sequências de nucleotídeo ou polipeptídeo pode-se identificar homólogos de polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio. Análise de sequência pode envolver análise BLAST, BLAST Recíproco ou PSI-BLAST de bancos de dados não redundantes usando uma sequência de aminoácido de polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio como a sequência de referência. A sequência de aminoácido é, em alguns casos, deduzida da sequência de nucleotídeo. Aqueles polipeptídeos no banco de dados que têm mais de 20% de identidade de sequência são candidatos para avaliação adicional quanto à adequabilidade como um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio. Similaridade de sequência de aminoácido permite substituições de aminoácido conservati- vas, tal como substituição de um resíduo hidrofóbico por outro ou substituição de um resíduo polar por outro. Se desejado, inspeção manual de tais candidatos pode ser realizada de forma a limitar o número de candidatos a serem avaliados. Inspeção manual pode ser realizada mediante seleção daqueles candidatos que parecem ter domínios presentes em polipeptídeos que modu-lam a tolerância a baixo teor de nitrogênio, por exemplo, domínios funcionais conservados.
[0141] Regiões conservadas podem ser identificadas locali-zando uma região dentro da sequência de aminoácido primária de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio que é uma sequência repetida, forma alguma estrutura secundária (por exemplo, hélices e beta-folhas), estabelece domínios positiva ou negativamente carregados e representa um motivo ou domínio de proteína. Veja, por exemplo, o website Pfam que descreve sequências de consenso para uma variedade de motivos e domínios de proteína na World Wide Web em san- ger.ac.uk/Software/Pfam/ e pfam.janelia.org/. Uma descrição da informação incluída no banco de dados Pfam é descrita em Sonnhammer et al. (1998) Nucl. Acids Res., 26: 320-322; Sonnhammer et al. (1997) Proteins, 28: 405-420; e Bateman et al. (1999) Nucl. Acids Res., 27: 260-262. Regiões conservadas também podem ser determinadas mediante alinhamento de sequências dos mesmos ou de polipeptídeos relacionados de espécies intimamente relacionadas. Espécies intimamente relacionadas são, de preferência, da mesma família. Em algumas modalidades, alinhamento de sequências de duas espécies diferentes é ade-quado.
[0142] Tipicamente, polipeptídeos que exibem pelo menos cerca de 40% de identidade de sequência de aminoácido são úteis para identificar regiões conservadas. Regiões conservadas de polipeptídeos relacionados exibem pelo menos 20% de identidade de sequência de aminoácido (por exemplo, pelo menos 50%, pelo menos 60%, pelo menos 70%, pelo menos 80% ou pelo menos 90% de identidade de sequência de aminoácido). Em algumas modalida-des, uma região conservada exibe pelo menos 92%, 94%, 96%, 98% ou 99% de identidade de sequência de aminoácido.
[0143] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 3 são fornecidos na figura 1 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 4, SEQ ID NO: 6, SEQ ID NO: 8, SEQ ID NO: 10, SEQ ID NO: 12, SEQ ID NO: 14, SEQ ID NO: 16, SEQ ID NO: 17, SEQ ID NO: 19, SEQ ID NO: 20, SEQ ID NO: 21, SEQ ID NO: 22, SEQ ID NO: 24, SEQ ID NO: 25, SEQ ID NO: 27, SEQ ID NO: 29, SEQ ID NO: 31, SEQ ID NO: 33, SEQ ID NO: 35, SEQ ID NO: 36, SEQ ID NO: 38, SEQ ID NO: 39, SEQ ID NO: 40, SEQ ID NO: 41, SEQ ID NO: 42, SEQ ID NO: 43, SEQ ID NO: 44, SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 46 e SEQ ID NO: 47. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 3 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 3.
[0144] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 49 são fornecidos na figura 2 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 51, SEQ ID NO: 53, SEQ ID NO: 55, SEQ ID NO: 56, SEQ ID NO: 58, SEQ ID NO: 60, SEQ ID NO: 62, SEQ ID NO: 63, SEQ ID NO: 64, SEQ ID NO: 65, SEQ ID NO: 67, SEQ ID NO: 69, SEQ ID NO: 70, SEQ ID NO: 71, SEQ ID NO: 72, SEQ ID NO: 73 e SEQ ID NO: 75. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 49 tem uma sequência de ami- noácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à se-quência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 49.
[0145] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 77 são fornecidos na figura 3 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 78, SEQ ID NO: 80, SEQ ID NO: 82, SEQ ID NO: 84, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87, SEQ ID NO: 88, SEQ ID NO: 90, SEQ ID NO: 92, SEQ ID NO: 93, SEQ ID NO: 95 e CeresAnnot: 839064 (SEQ ID NO: 1479). Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 77 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 77.
[0146] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 100 são fornecidos na figura 4 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 101, SEQ ID NO: 102, SEQ ID NO: 104, SEQ ID NO: 106, SEQ ID NO: 108, SEQ ID NO: 110, SEQ ID NO: 111, SEQ ID NO: 113, SEQ ID NO: 115, SEQ ID NO: 116, SEQ ID NO: 117, SEQ ID NO: 118, SEQ ID NO: 119, SEQ ID NO: 120, SEQ ID NO: 121, SEQ ID NO: 122, SEQ ID NO: 123, SEQ ID NO: 125, SEQ ID NO: 126, SEQ ID NO: 128, SEQ ID NO: 129, SEQ ID NO: 130, SEQ ID NO: 131, SEQ ID NO: 132, SEQ ID NO: 133, SEQ ID NO: 134, SEQ ID NO: 135, SEQ ID NO: 137, SEQ ID NO: 139, SEQ ID NO: 141, SEQ ID NO: 142, SEQ ID NO: 144, SEQ ID NO: 145, SEQ ID NO: 146, SEQ ID NO: 147, SEQ ID NO: 148, SEQ ID NO: 149 e SEQ ID NO: 150. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 100 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 100.
[0147] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 152 são fornecidos na figura 5 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 154, SEQ ID NO: 156, SEQ ID NO: 158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162 e SEQ ID NO: 164. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 152 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 152.
[0148] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 166 são fornecidos na figura 6 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 168, SEQ ID NO: 170, SEQ ID NO: 172, SEQ ID NO: 174, SEQ ID NO: 177, SEQ ID NO: 179, SEQ ID NO: 181, SEQ ID NO: 182, SEQ ID NO: 183 e SEQ ID NO: 184. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 166 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identi-dade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 166.
[0149] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 186 são fornecidos na figura 7 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 188, SEQ ID NO: 190, SEQ ID NO: 191, SEQ ID NO: 193, SEQ ID NO: 194, SEQ ID NO: 196, SEQ ID NO: 197, SEQ ID NO: 199, SEQ ID NO: 201, SEQ ID NO: 203, SEQ ID NO: 204, SEQ ID NO: 205 e SEQ ID NO: 206. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 186 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 186.
[0150] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 208 são fornecidos na figura 8 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 209, SEQ ID NO: 210, SEQ ID NO: 214 e SEQ ID NO: 216. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 208 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 208.
[0151] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 218 são fornecidos na figura 9 e na Listagem de Sequência. Tais homó-logos funcionais incluem SEQ ID NO: 220, SEQ ID NO: 222, SEQ ID NO: 223, SEQ ID NO: 225, SEQ ID NO: 227, SEQ ID NO: 229, SEQ ID NO: 230, SEQ ID NO: 231, SEQ ID NO: 232, SEQ ID NO: 1039, SEQ ID NO: 1049 e SEQ ID NO: 1052. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 218 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à se-quência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 218.
[0152] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 234 são fornecidos na figura 10 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 236, SEQ ID NO: 238, SEQ ID NO: 239, SEQ ID NO: 241, SEQ ID NO: 242, SEQ ID NO: 243 e SEQ ID NO: 244. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 234 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 234.
[0153] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 246 são fornecidos na figura 11 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 248, SEQ ID NO: 249, SEQ ID NO: 251, SEQ ID NO: 253, SEQ ID NO: 255, SEQ ID NO: 257, SEQ ID NO: 259, SEQ ID NO: 260, SEQ ID NO: 262, SEQ ID NO: 264, SEQ ID NO: 265, SEQ ID NO: 267, SEQ ID NO: 268, SEQ ID NO: 270, SEQ ID NO: 272, SEQ ID NO: 274, SEQ ID NO: 276, SEQ ID NO: 277, SEQ ID NO: 279, SEQ ID NO: 281, SEQ ID NO: 283, SEQ ID NO: 285, SEQ ID NO: 286, SEQ ID NO: 287, SEQ ID NO: 288, SEQ ID NO: 290, SEQ ID NO: 291, SEQ ID NO: 292, SEQ ID NO: 293, SEQ ID NO: 296 e SEQ ID NO: 298. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 246 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à se-quência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 246.
[0154] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 300 são fornecidos na figura 12 e na Listagem de Sequência. Tais ho mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 302, SEQ ID NO: 304, SEQ ID NO: 306, SEQ ID NO: 308, SEQ ID NO: 310, SEQ ID NO: 312, SEQ ID NO: 314, SEQ ID NO: 316, SEQ ID NO: 318, SEQ ID NO: 319, SEQ ID NO: 320, SEQ ID NO: 321, SEQ ID NO: 322, SEQ ID NO: 323, SEQ ID NO: 325, SEQ ID NO: 327 e SEQ ID NO: 329. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 300 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 300.
[0155] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 332 são fornecidos na figura 13 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 334, SEQ ID NO: 335, SEQ ID NO: 336, SEQ ID NO: 338, SEQ ID NO: 339, SEQ ID NO: 341, SEQ ID NO: 342, SEQ ID NO: 343, SEQ ID NO: 344, SEQ ID NO: 345, SEQ ID NO: 346, SEQ ID NO: 347, SEQ ID NO: 348, SEQ ID NO: 349, SEQ ID NO: 351, SEQ ID NO: 352, SEQ ID NO: 353, SEQ ID NO: 354, SEQ ID NO: 355, SEQ ID NO: 356, SEQ ID NO: 357, SEQ ID NO: 358, SEQ ID NO: 359, SEQ ID NO: 360, SEQ ID NO: 362, SEQ ID NO: 363, SEQ ID NO: 364, SEQ ID NO: 365, SEQ ID NO: 366, SEQ ID NO: 2541, SEQ ID NO: 2542, SEQ ID NO: 2543, SEQ ID NO: 2544, SEQ ID NO: 2546, SEQ ID NO: 2548, SEQ ID NO: 2549, SEQ ID NO: 2550, SEQ ID NO: 2551, SEQ ID NO: 2552 e SEQ ID NO: 2553. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 332 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 332.
[0156] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 368 são fornecidos na figura 14 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 369, SEQ ID NO: 370, SEQ ID NO: 461, SEQ ID NO: 463, SEQ ID NO: 465, SEQ ID NO: 467, SEQ ID NO: 469, SEQ ID NO: 471, SEQ ID NO: 473, SEQ ID NO: 474, SEQ ID NO: 475, SEQ ID NO: 477, SEQ ID NO: 479, SEQ ID NO: 481, SEQ ID NO: 483, SEQ ID NO: 485, SEQ ID NO: 487, SEQ ID NO: 488, SEQ ID NO: 489, SEQ ID NO: 490, SEQ ID NO: 491, SEQ ID NO: 492, SEQ ID NO: 494, SEQ ID NO: 495, SEQ ID NO: 496, SEQ ID NO: 497, SEQ ID NO: 498, SEQ ID NO: 499, SEQ ID NO: 500, SEQ ID NO: 501, SEQ ID NO: 502, SEQ ID NO: 504, SEQ ID NO: 505, SEQ ID NO: 506, SEQ ID NO: 507 e SEQ ID NO: 508. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 368 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 368.
[0157] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 510 são fornecidos na figura 15 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 511, SEQ ID NO: 513, SEQ ID NO: 515, SEQ ID NO: 517, SEQ ID NO: 521, SEQ ID NO: 523, SEQ ID NO: 525, SEQ ID NO: 527, SEQ ID NO: 529, SEQ ID NO: 530 e SEQ ID NO: 531. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 510 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 510.
[0158] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 533 são fornecidos na figura 16 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 535, SEQ ID NO: 536, SEQ ID NO: 538, SEQ ID NO: 539, SEQ ID NO: 541, SEQ ID NO: 542, SEQ ID NO: 543, SEQ ID NO: 544, SEQ ID NO: 545, SEQ ID NO: 546, SEQ ID NO: 547, SEQ ID NO: 548, SEQ ID NO: 550, SEQ ID NO: 552, SEQ ID NO: 553 e SEQ ID NO: 554. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 533 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 533.
[0159] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 558 são fornecidos na figura 17 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 559, SEQ ID NO: 560, SEQ ID NO: 561, SEQ ID NO: 562, SEQ ID NO: 563, SEQ ID NO: 564, SEQ ID NO: 565, SEQ ID NO: 566, SEQ ID NO: 567, SEQ ID NO: 569, SEQ ID NO: 571, SEQ ID NO: 572, SEQ ID NO: 573, SEQ ID NO: 575, SEQ ID NO: 576, SEQ ID NO: 577, SEQ ID NO: 578, SEQ ID NO: 579, SEQ ID NO: 581, SEQ ID NO: 583, SEQ ID NO: 584, SEQ ID NO: 585, SEQ ID NO: 586, SEQ ID NO: 588, SEQ ID NO: 589, SEQ ID NO: 590 e SEQ ID NO: 591. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 558 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 558.
[0160] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 593 são fornecidos na figura 18 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 595, SEQ ID NO: 597, SEQ ID NO: 599, SEQ ID NO: 601, SEQ ID NO: 603, SEQ ID NO: 605, SEQ ID NO: 607, SEQ ID NO: 609, SEQ ID NO: 610 e SEQ ID NO: 611. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 593 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 593.
[0161] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 613 são fornecidos na figura 19 e na Listagem de Sequência. Tais ho mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 615, SEQ ID NO: 617, SEQ ID NO: 618, SEQ ID NO: 620, SEQ ID NO: 622, SEQ ID NO: 624, SEQ ID NO: 626, SEQ ID NO: 628, SEQ ID NO: 630, SEQ ID NO: 632, SEQ ID NO: 634, SEQ ID NO: 636, SEQ ID NO: 638, SEQ ID NO: 640, SEQ ID NO: 642, SEQ ID NO: 643 e SEQ ID NO: 644. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 613 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 613.
[0162] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 646 são fornecidos na figura 20 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 648, SEQ ID NO: 650, SEQ ID NO: 652, SEQ ID NO: 654, SEQ ID NO: 656, SEQ ID NO: 658, SEQ ID NO: 660, SEQ ID NO: 662, SEQ ID NO: 664, SEQ ID NO: 666, SEQ ID NO: 668, SEQ ID NO: 670, SEQ ID NO: 672, SEQ ID NO: 674, SEQ ID NO: 676, SEQ ID NO: 678, SEQ ID NO: 679, SEQ ID NO: 680, SEQ ID NO: 681, SEQ ID NO: 682, SEQ ID NO: 683 e SEQ ID NO: 685. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 646 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 646.
[0163] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 687 são fornecidos na figura 21 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 689, SEQ ID NO: 691, SEQ ID NO: 693, SEQ ID NO: 694, SEQ ID NO: 696, SEQ ID NO: 697, SEQ ID NO: 699, SEQ ID NO: 701, SEQ ID NO: 703, SEQ ID NO: 705, SEQ ID NO: 706, SEQ ID NO: 708, SEQ ID NO: 710, SEQ ID NO: 712, SEQ ID NO: 714, SEQ ID NO: 716, SEQ ID NO: 718, SEQ ID NO: 720, SEQ ID NO: 721, SEQ ID NO: 722, SEQ ID NO: 723, SEQ ID NO: 724, SEQ ID NO: 725, SEQ ID NO: 726, SEQ ID NO: 727 e SEQ ID NO: 728. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 687 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 687.
[0164] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 730 são fornecidos na figura 22 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 732, SEQ ID NO: 733, SEQ ID NO: 735, SEQ ID NO: 737, SEQ ID NO: 738 e SEQ ID NO: 742. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 730 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 730.
[0165] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 746 são fornecidos na figura 23 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 748, SEQ ID NO: 750, SEQ ID NO: 751, SEQ ID NO: 753, SEQ ID NO: 755, SEQ ID NO: 757, SEQ ID NO: 758, SEQ ID NO: 760, SEQ ID NO: 761, SEQ ID NO: 762, SEQ ID NO: 763, SEQ ID NO: 765 e SEQ ID NO: 767. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 746 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 746.
[0166] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 769 são fornecidos na figura 24 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 771, SEQ ID NO: 773, SEQ ID NO: 775, SEQ ID NO: 777, SEQ ID NO: 779, SEQ ID NO: 781, SEQ ID NO: 783, SEQ ID NO: 785, SEQ ID NO: 787, SEQ ID NO: 789 e SEQ ID NO: 790. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 769 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 769.
[0167] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 792 são fornecidos na figura 25 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 794, SEQ ID NO: 796, SEQ ID NO: 798, SEQ ID NO: 799, SEQ ID NO: 801, SEQ ID NO: 803, SEQ ID NO: 805, SEQ ID NO: 807, SEQ ID NO: 808, SEQ ID NO: 810, SEQ ID NO: 812, SEQ ID NO: 814, SEQ ID NO: 816, SEQ ID NO: 818, SEQ ID NO: 819, SEQ ID NO: 820, SEQ ID NO: 821 e SEQ ID NO: 822. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 792 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 792.
[0168] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 824 são fornecidos na figura 26 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem, mas não estão limitados a, SEQ ID NO: 826, SEQ ID NO: 1696, SEQ ID NO: 1698, SEQ ID NO: 1700, SEQ ID NO: 1702, SEQ ID NO: 1704, SEQ ID NO: 1706, SEQ ID NO: 1708, SEQ ID NO: 1710, SEQ ID NO: 1711, SEQ ID NO: 1713, SEQ ID NO: 1714, SEQ ID NO: 1715 e SEQ ID NO: 1716. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 824 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 824.
[0169] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 828 são fornecidos na figura 27 e na Listagem de Sequência. Tais ho mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 830, SEQ ID NO: 832, SEQ ID NO: 834, SEQ ID NO: 836, SEQ ID NO: 837, SEQ ID NO: 838, SEQ ID NO: 839, SEQ ID NO: 840, SEQ ID NO: 842, SEQ ID NO: 844, SEQ ID NO: 845, SEQ ID NO: 846, SEQ ID NO: 847, SEQ ID NO: 848, SEQ ID NO: 849, SEQ ID NO: 850 e SEQ ID NO: 851. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 828 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 828.
[0170] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 855 são fornecidos na figura 28 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 856, SEQ ID NO: 858, SEQ ID NO: 860, SEQ ID NO: 862, SEQ ID NO: 864, SEQ ID NO: 866, SEQ ID NO: 868, SEQ ID NO: 870, SEQ ID NO: 872, SEQ ID NO: 874, SEQ ID NO: 876, SEQ ID NO: 878, SEQ ID NO: 880, SEQ ID NO: 882, SEQ ID NO: 884, SEQ ID NO: 885, SEQ ID NO: 886, SEQ ID NO: 887, SEQ ID NO: 888 e SEQ ID NO: 889. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 855 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à se quência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 855.
[0171] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 891 são fornecidos na figura 29 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 893, SEQ ID NO: 894, SEQ ID NO: 895, SEQ ID NO: 896, SEQ ID NO: 898, SEQ ID NO: 900, SEQ ID NO: 901, SEQ ID NO: 902, SEQ ID NO: 903, SEQ ID NO: 904, SEQ ID NO: 905, SEQ ID NO: 907, SEQ ID NO: 908, SEQ ID NO: 909, SEQ ID NO: 910, SEQ ID NO: 911, SEQ ID NO: 912, SEQ ID NO: 913, SEQ ID NO: 914 e SEQ ID NO: 915. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 891 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 891.
[0172] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 917 são fornecidos na figura 30 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 919, SEQ ID NO: 921, SEQ ID NO: 923, SEQ ID NO: 925, SEQ ID NO: 927, SEQ ID NO: 929, SEQ ID NO: 931, SEQ ID NO: 933, SEQ ID NO: 935, SEQ ID NO: 937, SEQ ID NO: 939 e SEQ ID NO: 940. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 917 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 917.
[0173] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 944 são fornecidos na figura 31 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 946, SEQ ID NO: 947, SEQ ID NO: 948, SEQ ID NO: 950, SEQ ID NO: 952, SEQ ID NO: 954, SEQ ID NO: 956, SEQ ID NO: 958, SEQ ID NO: 960, SEQ ID NO: 962, SEQ ID NO: 964, SEQ ID NO: 966, SEQ ID NO: 967, SEQ ID NO: 968, SEQ ID NO: 969, SEQ ID NO: 970, SEQ ID NO: 972 e SEQ ID NO: 974. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 944 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 944.
[0174] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 976 são fornecidos na figura 32 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem, mas não estão limitados a, SEQ ID NO: 978 e SEQ ID NO: 980. Em alguns casos, um homólogo funci-onal de SEQ ID NO: 976 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoá- cido apresentada em SEQ ID NO: 976.
[0175] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 982 são fornecidos na figura 33 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 984, SEQ ID NO: 985, SEQ ID NO: 986, SEQ ID NO: 987, SEQ ID NO: 988, SEQ ID NO: 989, SEQ ID NO: 990, SEQ ID NO: 991, SEQ ID NO: 992, SEQ ID NO: 993, SEQ ID NO: 995, SEQ ID NO: 996, SEQ ID NO: 998, SEQ ID NO: 1000, SEQ ID NO: 1001, SEQ ID NO: 1003, SEQ ID NO: 1005, SEQ ID NO: 1007, SEQ ID NO: 1008, SEQ ID NO: 1009, SEQ ID NO: 1011, SEQ ID NO: 1013, SEQ ID NO: 1015, SEQ ID NO: 1016, SEQ ID NO: 1018, SEQ ID NO: 1019, SEQ ID NO: 1021, SEQ ID NO: 1023, SEQ ID NO: 1025, SEQ ID NO: 1026, SEQ ID NO: 1027, SEQ ID NO: 1028, SEQ ID NO: 1029, SEQ ID NO: 1030, SEQ ID NO: 1031, SEQ ID NO: 1032 e SEQ ID NO: 1033. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 982 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 982.
[0176] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1054 são fornecidos na figura 34 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1055, SEQ ID NO: 1057, SEQ ID NO: 1058, SEQ ID NO: 1059, SEQ ID NO: 1061, SEQ ID NO: 1063, SEQ ID NO: 1065, SEQ ID NO: 1067, SEQ ID NO: 1068, SEQ ID NO: 1070, SEQ ID NO: 1071, SEQ ID NO: 1072, SEQ ID NO: 1074, SEQ ID NO: 1075, SEQ ID NO: 1076, SEQ ID NO: 1077, SEQ ID NO: 1078, SEQ ID NO: 1080, SEQ ID NO: 1082, SEQ ID NO: 1083, SEQ ID NO: 1085, SEQ ID NO: 1086, SEQ ID NO: 1087, SEQ ID NO: 1088, SEQ ID NO: 1089, SEQ ID NO: 1090, SEQ ID NO: 1091, SEQ ID NO: 1092, SEQ ID NO: 1093, SEQ ID NO: 1094, SEQ ID NO: 1095 e SEQ ID NO: 1097. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1054 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identi-dade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1054.
[0177] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1099 são fornecidos na figura 35 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1101, SEQ ID NO: 1103, SEQ ID NO: 1104, SEQ ID NO: 1105, SEQ ID NO: 1106, SEQ ID NO: 1108, SEQ ID NO: 1109 e SEQ ID NO: 1110. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1099 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1099.
[0178] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1112 são fornecidos na figura 36 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1113 e SEQ ID NO: 1114. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1112 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1112.
[0179] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1116 são fornecidos na figura 37 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1118, SEQ ID NO: 1120, SEQ ID NO: 1122, SEQ ID NO: 1123, SEQ ID NO: 1125, SEQ ID NO: 1126, SEQ ID NO: 1128, SEQ ID NO: 1129, SEQ ID NO: 1131, SEQ ID NO: 1132, SEQ ID NO: 1133, SEQ ID NO: 1134, SEQ ID NO: 1136, SEQ ID NO: 1138, SEQ ID NO: 1140, SEQ ID NO: 1141, SEQ ID NO: 1142, SEQ ID NO: 1143, SEQ ID NO: 1144, SEQ ID NO: 1145, SEQ ID NO: 1147, SEQ ID NO: 1149, SEQ ID NO: 1151, SEQ ID NO: 1153 e SEQ ID NO: 1155. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1116 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1116.
[0180] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1159 são fornecidos na figura 38 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1161, SEQ ID NO: 1162, SEQ ID NO: 1163 e SEQ ID NO: 1164. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1159 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1159.
[0181] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1166 são fornecidos na figura 39 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1167, SEQ ID NO: 1169, SEQ ID NO: 1171, SEQ ID NO: 1173, SEQ ID NO: 1175, SEQ ID NO: 1177, SEQ ID NO: 1179, SEQ ID NO: 1180, SEQ ID NO: 1182 e SEQ ID NO: 1183. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1166 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identi-dade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1166.
[0182] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1185 são fornecidos na figura 40 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1187, SEQ ID NO: 1189, SEQ ID NO: 1190, SEQ ID NO: 1191 e SEQ ID NO: 1192. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1185 tem uma se-quência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1185.
[0183] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1194 são fornecidos na figura 41 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1196, SEQ ID NO: 1198, SEQ ID NO: 1200, SEQ ID NO: 1202, SEQ ID NO: 1203, SEQ ID NO: 1204, SEQ ID NO: 1205, SEQ ID NO: 1206, SEQ ID NO: 1207 e SEQ ID NO: 1208. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1194 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identi-dade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1194.
[0184] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1210 são fornecidos na figura 42 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1211, SEQ ID NO: 1213, SEQ ID NO: 1215, SEQ ID NO: 1216, SEQ ID NO: 1218, SEQ ID NO: 1220, SEQ ID NO: 1222, SEQ ID NO: 1224, SEQ ID NO: 1226, SEQ ID NO: 1228, SEQ ID NO: 1229, SEQ ID NO: 1230, SEQ ID NO: 1232, SEQ ID NO: 1233, SEQ ID NO: 1234, SEQ ID NO: 1235, SEQ ID NO: 1236, SEQ ID NO: 1237, SEQ ID NO: 1238, SEQ ID NO: 1239, SEQ ID NO: 1240, SEQ ID NO: 1241, SEQ ID NO: 1242, SEQ ID NO: 1243, SEQ ID NO: 1244, SEQ ID NO: 1245, SEQ ID NO: 1246, SEQ ID NO: 1247, SEQ ID NO: 1248, SEQ ID NO: 1249, SEQ ID NO: 1251, SEQ ID NO: 1253, SEQ ID NO: 1255, SEQ ID NO: 1257, SEQ ID NO: 1259, SEQ ID NO: 1261, SEQ ID NO: 1263, SEQ ID NO: 1264, SEQ ID NO: 1265, SEQ ID NO: 1266, SEQ ID NO: 1267, SEQ ID NO: 1268, SEQ ID NO: 1269, SEQ ID NO: 1270, SEQ ID NO: 1271 e SEQ ID NO: 1272. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1210 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1210.
[0185] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1274 são fornecidos na figura 43 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1276, SEQ ID NO: 1278, SEQ ID NO: 1280, SEQ ID NO: 1281, SEQ ID NO: 1282, SEQ ID NO: 1284, SEQ ID NO: 1285, SEQ ID NO: 1287, SEQ ID NO: 1289, SEQ ID NO: 1291, SEQ ID NO: 1293, SEQ ID NO: 1294, SEQ ID NO: 1295, SEQ ID NO: 1296, SEQ ID NO: 1297, SEQ ID NO: 1298 e SEQ ID NO: 1300. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1274 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identi-dade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1274.
[0186] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1302 são fornecidos na figura 44 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1303, SEQ ID NO: 1305, SEQ ID NO: 1307, SEQ ID NO: 1309, SEQ ID NO: 1311, SEQ ID NO: 1312, SEQ ID NO: 1313, SEQ ID NO: 1314, SEQ ID NO: 1315, SEQ ID NO: 1317, SEQ ID NO: 1318, SEQ ID NO: 1319, SEQ ID NO: 1320, SEQ ID NO: 1321, SEQ ID NO: 1322, SEQ ID NO: 1323, SEQ ID NO: 1324, SEQ ID NO: 1325, SEQ ID NO: 1326, SEQ ID NO: 1327, SEQ ID NO: 1328, SEQ ID NO: 1330, SEQ ID NO: 1331, SEQ ID NO: 1333, SEQ ID NO: 1334, SEQ ID NO: 1335, SEQ ID NO: 1336, SEQ ID NO: 1337, SEQ ID NO: 1338, SEQ ID NO: 1339 e SEQ ID NO: 1340. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1302 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1302.
[0187] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1342 são fornecidos na figura 45 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1344, SEQ ID NO: 1346, SEQ ID NO: 1348, SEQ ID NO: 1350, SEQ ID NO: 1352, SEQ ID NO: 1354, SEQ ID NO: 1355, SEQ ID NO: 1357, SEQ ID NO: 1358, SEQ ID NO: 1360, SEQ ID NO: 1361, SEQ ID NO: 1362, SEQ ID NO: 1363, SEQ ID NO: 1364, SEQ ID NO: 1366, SEQ ID NO: 1367, SEQ ID NO: 1369, SEQ ID NO: 1370, SEQ ID NO: 1371, SEQ ID NO: 1372, SEQ ID NO: 1373, SEQ ID NO: 1374, SEQ ID NO: 1375, SEQ ID NO: 1376, SEQ ID NO: 1377, SEQ ID NO: 1378, SEQ ID NO: 1379, SEQ ID NO: 1380, SEQ ID NO: 1381, SEQ ID NO: 1382 e SEQ ID NO: 1383. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1342 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1342.
[0188] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1385 são fornecidos na figura 46 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1387, SEQ ID NO: 1389, SEQ ID NO: 1390, SEQ ID NO: 1391, SEQ ID NO: 1393, SEQ ID NO: 1394, SEQ ID NO: 1395, SEQ ID NO: 1396, SEQ ID NO: 1398, SEQ ID NO: 1400, SEQ ID NO: 1401, SEQ ID NO: 1402, SEQ ID NO: 1403, SEQ ID NO: 1404, SEQ ID NO: 1405 e SEQ ID NO: 1407. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1385 tem uma se-quência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1385.
[0189] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1409 são fornecidos na figura 47 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1411, SEQ ID NO: 1413, SEQ ID NO: 1415, SEQ ID NO: 1417, SEQ ID NO: 1418, SEQ ID NO: 1419, SEQ ID NO: 1421, SEQ ID NO: 1423, SEQ ID NO: 1424, SEQ ID NO: 1425 e SEQ ID NO: 1426. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1409 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1409.
[0190] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1428 são fornecidos na figura 48 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1430, SEQ ID NO: 1432, SEQ ID NO: 1434, SEQ ID NO: 1436, SEQ ID NO: 1439, SEQ ID NO: 1442, SEQ ID NO: 1444, SEQ ID NO: 1446, SEQ ID NO: 1448, SEQ ID NO: 1450, SEQ ID NO: 1452, SEQ ID NO: 1453, SEQ ID NO: 1454, SEQ ID NO: 1455, SEQ ID NO: 1456, SEQ ID NO: 1457, SEQ ID NO: 1458 e SEQ ID NO: 1459. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1428 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1428.
[0191] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1463 são fornecidos na figura 49 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1465, SEQ ID NO: 1467, SEQ ID NO: 1469, SEQ ID NO: 1471, SEQ ID NO: 1473, SEQ ID NO: 1474, SEQ ID NO: 1475, SEQ ID NO: 1476 e SEQ ID NO: 1477. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1463 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1463.
[0192] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1491 são fornecidos na figura 50 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1493, SEQ ID NO: 1495, SEQ ID NO: 1497, SEQ ID NO: 1499, SEQ ID NO: 1501, SEQ ID NO: 1503, SEQ ID NO: 1504, SEQ ID NO: 1505, SEQ ID NO: 1506 e SEQ ID NO: 1508. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1491 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identi-dade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1491.
[0193] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1510 são fornecidos na figura 51 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1512, SEQ ID NO: 1514, SEQ ID NO: 1516, SEQ ID NO: 1518, SEQ ID NO: 1520, SEQ ID NO: 1522 e SEQ ID NO: 1523. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1510 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1510.
[0194] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1525 são fornecidos na figura 52 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1527, SEQ ID NO: 1529, SEQ ID NO: 1530, SEQ ID NO: 1532, SEQ ID NO: 1534 e SEQ ID NO: 1535. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1525 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identi-dade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1525.
[0195] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1537 são fornecidos na figura 53 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1539, SEQ ID NO: 1540, SEQ ID NO: 1541, SEQ ID NO: 1543, SEQ ID NO: 1545, SEQ ID NO: 1547, SEQ ID NO: 1548, SEQ ID NO: 1550, SEQ ID NO: 1552, SEQ ID NO: 2386, SEQ ID NO: 2388, SEQ ID NO: 2390, SEQ ID NO: 2391 e SEQ ID NO: 2392. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1537 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1537.
[0196] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1554 são fornecidos na figura 54 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1555, SEQ ID NO: 1557, SEQ ID NO: 1559, SEQ ID NO: 1561, SEQ ID NO: 1563, SEQ ID NO: 1565, SEQ ID NO: 1567, SEQ ID NO: 1569, SEQ ID NO: 1571, SEQ ID NO: 1572, SEQ ID NO: 1573, SEQ ID NO: 1574 e SEQ ID NO: 1575. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1554 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1554.
[0197] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1577 são fornecidos na figura 55 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 1035, SEQ ID NO: 1036, SEQ ID NO: 1037, SEQ ID NO: 1040, SEQ ID NO: 1041, SEQ ID NO: 1043, SEQ ID NO: 1044, SEQ ID NO: 1046, SEQ ID NO: 1047, SEQ ID NO: 1048, SEQ ID NO: 1050, SEQ ID NO: 1440, SEQ ID NO: 1480, SEQ ID NO: 1481, SEQ ID NO: 1482, SEQ ID NO: 1483, SEQ ID NO: 1484, SEQ ID NO: 1485, SEQ ID NO: 1486, SEQ ID NO: 1487, SEQ ID NO: 1488, SEQ ID NO: 1578, SEQ ID NO: 1580, SEQ ID NO: 1582, SEQ ID NO: 1584, SEQ ID NO: 1586, SEQ ID NO: 1588, SEQ ID NO: 1590, SEQ ID NO: 1592, SEQ ID NO: 1594, SEQ ID NO: 1596, SEQ ID NO: 1598, SEQ ID NO: 1599, SEQ ID NO: 1601, SEQ ID NO: 1602, SEQ ID NO: 1605, SEQ ID NO: 1607, SEQ ID NO: 1608, SEQ ID NO: 1609, SEQ ID NO: 1611, SEQ ID NO: 1613, SEQ ID NO: 1615, SEQ ID NO: 1617, SEQ ID NO: 1619, SEQ ID NO: 1621, SEQ ID NO: 1622, SEQ ID NO: 1623, SEQ ID NO: 1624, SEQ ID NO: 1625, SEQ ID NO: 1627, SEQ ID NO: 1629, SEQ ID NO: 1631, SEQ ID NO: 1633, SEQ ID NO: 1635, SEQ ID NO: 1637, SEQ ID NO: 1639, SEQ ID NO: 1643, SEQ ID NO: 1645, SEQ ID NO: 1648, SEQ ID NO: 1649, SEQ ID NO: 1651 e SEQ ID NO: 1653. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1577 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1577.
[0198] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1437 são fornecidos na figura 56 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 173, SEQ ID NO: 212, SEQ ID NO: 361, SEQ ID NO: 421, SEQ ID NO: 443, SEQ ID NO: 740, SEQ ID NO: 744, SEQ ID NO: 942 e SEQ ID NO: 1461. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 1437 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1437.
[0199] Exemplos de sequências de aminoácido de homólogos funcionais do polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 97 são fornecidos na figura 57 e na Listagem de Sequência. Tais ho-mólogos funcionais incluem SEQ ID NO: 2010, SEQ ID NO: 2011, SEQ ID NO: 2013, SEQ ID NO: 2015, SEQ ID NO: 2017. Em alguns casos, um homólogo funcional de SEQ ID NO: 97 tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à se quência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 97.
[0200] A identificação de regiões conservadas em um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio facilita a produção de variantes de polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio. Variantes de polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitro-gênio têm, tipicamente, 10 ou menos substituições de aminoá- cido conservativas dentro da sequência de aminoácido primária, por exemplo, 7 ou menos substituições de aminoácido conserva- tivas, 5 ou menos substituições de aminoácido conservativas ou entre 1 e 5 substituições conservativas. Um polipeptídeo va-rianteútil pode ser construído baseado em um dos alinhamentos apresentados nas figuras 1-57 e/ou homólogos identificados na Listagem de sequência. Tal polipeptídeo inclui as regiões con-servadas, dispostas na ordem representada na figura a partir da extremidade aminoterminal para a extremidade carboxitermi- nal. Tal polipeptídeo pode também incluir zero, um ou mais de um aminoácido em posições marcadas por traços. Quando nenhum aminoácido está presente em posições marcadas pelos traços, o comprimento de tal polipeptídeo é a soma dos resíduos de ami- noácido em todas as regiões conservadas. Quando aminoácidos estão presentes em todas as posições marcadas por traços, tal polipeptídeo tem um comprimento que é a soma dos resíduos de aminoácido em todas as regiões conservadas e todos os traços.
C. Homólogos Funcionais Identificados através de HMMER
[0201] Em algumas modalidades, polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio úteis incluem aqueles que se adaptam a um Modelo de Markov Oculto baseado nos polipeptídeos apresentados em qualquer uma das figuras 1-57. Um Modelo de Markov Oculto (Hidden Markov Model - HMM) é um modelo estatístico de uma sequência de consenso para um grupo de homólogos funcionais. Veja Durbin et al. (1998) Biological Sequence Analysis: Probabilistic Models of Proteins and Nucleic Acids, Cambridge University Press, Cambridge, Reino Unido. Um HMM é gerado pelo programa HMMER 2.3.2 com os parâmetros de default do programa, usando as sequências do grupo de homólogos funcionais como entrada. O alinhamento múltiplo de sequência é gerado pelo ProbCons (Do et al. (2005) Genome Res., 15(2): 330-40) versão 1.11 usando um conjunto de parâmetros de default: -c, --consistência REPS de 2; -ir, refino --iterativo- REPS de 100; -pre, --pré-treinamento REPS de 0. ProbCons é um programa de software de domínio público fornecido pela Stanford University.
[0202] Os parâmetros de default para construção de um HMM (hmmbuild) são como segue: a "arquitetura anterior" de default (archpri) usada pela construção de arquitetura MAP é de 0,85 e o limiar de corte de default (idlevel) usado para determinar o número eficaz de sequência é de 0,62. HMMER 2.3.2 foi liberado em 3 de Outubro de 2003 sob uma licença pública geral GNU e está disponível de várias fontes na World Wide Web, tal como hmmer.janelia.org; hmmer.wustl.edu; e fr.com/hmmer232/. Os re-sultados do modelo hmmbuild são como um arquivo de texto.
[0203] O HMM para um grupo de homólogos funcionais pode ser usado para determinar a probabilidade de que uma sequência polipeptídica que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio candidata é uma melhor adaptação a esse HMM particular do que um HMM nulo gerado usando um grupo de sequências que não são estrutural ou funcionalmente relacionadas. A probabilidade de que uma sequência polipeptídica candidata é uma melhor adaptação a um HMM do que um HMM nulo é indicada pelo escore de bit HMM, um número gerado quando a sequência candidata é adaptada ao perfil HMM usando o programa HMMER hmmsearch. Os parâmetros de default a seguir são usados quando de execução do hmmsearch: o corte de E-valor de default (E) é 10,0, o corte de escore de bit (T) é infinito negativo, o número de default de sequências em um banco de dados (Z) é o número real de sequências no banco de dados, o corte de E-valor de default para a lista de hits classificados por domínio (domE) é o infinito e o corte de escore de bit de default para a lista de hits classificados por domínio (domT) é infinito negativo. Um alto escore de bit HMM indica uma maior probabilidade de que a sequência candidata traz uma ou mais das funções bioquímicas ou fisiológicas dos polipeptídeos usados para gerar o HMM. Um alto escore de bit HMM é de pelo menos 20 e, frequentemente, é maior. Ligeiras variações no escore de bit HMM de uma sequência particular podem ocorrer em virtude de fatores tal como a ordem na qual as sequências são processadas para alinhamento através de algoritmos de múltiplos ali-nhamentos de sequência, tal como o programa ProbCons. Todavia, tal variação de escore de bit HMM é mínima.
[0204] Os polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio discutidos abaixo se adaptam ao HMM indicado com um escore de bit HMM maior do que 20 (por exemplo, maior do que 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100, 200, 300, 400 ou 500). Em algumas modalidades, o escore de bit HMM de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio discutido abaixo é cerca de 50%, 60%, 70%, 80%, 90% ou 95% do escore de bit HMM de um homólogo funcional fornecido na Listagem de Sequência do presente pedido. Em algumas modalidades, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio discutido abaixo se adapta ao HMM indicado com um escore de bit HMM maior do que 20 e tem um domínio indicativo de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogê-nio. Em algumas modalidades, um polipeptídeo que modula a to-lerância a baixo teor de nitrogênio discutido abaixo se adapta ao HMM indicado com um escore de bit HMM maior do que 2 0 e tem 70% ou mais de identidade de sequência (por exemplo, 75%, 80%, 85%, 90%, 95% ou 100% de identidade de sequência) a uma sequência de aminoácido mostrada em qualquer uma das figuras 1-57.
[0205] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 800 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 1 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 4, SEQ ID NO: 6, SEQ ID NO: 8, SEQ ID NO: 10, SEQ ID NO: 12, SEQ ID NO: 14, SEQ ID NO: 16, SEQ ID NO: 17, SEQ ID NO: 19, SEQ ID NO: 20, SEQ ID NO: 21, SEQ ID NO: 22, SEQ ID NO: 24, SEQ ID NO: 25, SEQ ID NO: 27, SEQ ID NO: 29, SEQ ID NO: 31, SEQ ID NO: 33, SEQ ID NO: 35, SEQ ID NO: 36, SEQ ID NO: 38, SEQ ID NO: 39, SEQ ID NO: 40, SEQ ID NO: 41, SEQ ID NO: 42, SEQ ID NO: 43, SEQ ID NO: 44, SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 46 e SEQ ID NO: 47.
[0206] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 150 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 2 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 51, SEQ ID NO: 53, SEQ ID NO: 55, SEQ ID NO: 56, SEQ ID NO: 58, SEQ ID NO: 60, SEQ ID NO: 62, SEQ ID NO: 63, SEQ ID NO: 64, SEQ ID NO: 65, SEQ ID NO: 67, SEQ ID NO: 69, SEQ ID NO: 70, SEQ ID NO: 71, SEQ ID NO: 72, SEQ ID NO: 73 e SEQ ID NO: 75.
[0207] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 540 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 3 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 78, SEQ ID NO: 80, SEQ ID NO: 82, SEQ ID NO: 84, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87, SEQ ID NO: 88, SEQ ID NO: 90, SEQ ID NO: 92, SEQ ID NO: 93, SEQ ID NO: 95 e SEQ ID NO: 1479.
[0208] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 210 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 4 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 101, SEQ ID NO: 102, SEQ ID NO: 104, SEQ ID NO: 106, SEQ ID NO: 108, SEQ ID NO: 110, SEQ ID NO: 111, SEQ ID NO: 113, SEQ ID NO: 115, SEQ ID NO: 116, SEQ ID NO: 117, SEQ ID NO: 118, SEQ ID NO: 119, SEQ ID NO: 120, SEQ ID NO: 121, SEQ ID NO: 122, SEQ ID NO: 123, SEQ ID NO: 125, SEQ ID NO: 126, SEQ ID NO: 128, SEQ ID NO: 129, SEQ ID NO: 130, SEQ ID NO: 131, SEQ ID NO: 132, SEQ ID NO: 133, SEQ ID NO: 134, SEQ ID NO: 135, SEQ ID NO: 137, SEQ ID NO: 139, SEQ ID NO: 141, SEQ ID NO: 142, SEQ ID NO: 144, SEQ ID NO: 145, SEQ ID NO: 146, SEQ ID NO: 147, SEQ ID NO: 148, SEQ ID NO: 149 e SEQ ID NO: 150.
[0209] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 90 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 5 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 154, SEQ ID NO: 156, SEQ ID NO: 158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162 e SEQ ID NO: 164.
[0210] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 230 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 6 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 168, SEQ ID NO: 170, SEQ ID NO: 172, SEQ ID NO: 174, SEQ ID NO: 177, SEQ ID NO: 179, SEQ ID NO: 181, SEQ ID NO: 182, SEQ ID NO: 183 e SEQ ID NO: 184.
[0211] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 90 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 7 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 188, SEQ ID NO: 190, SEQ ID NO: 191, SEQ ID NO: 193, SEQ ID NO: 194, SEQ ID NO: 196, SEQ ID NO: 197, SEQ ID NO: 199, SEQ ID NO: 201, SEQ ID NO: 203, SEQ ID NO: 204, SEQ ID NO: 205 e SEQ ID NO: 206.
[0212] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 380 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 8 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 209, SEQ ID NO: 210, SEQ ID NO: 214 e SEQ ID NO: 216.
[0213] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 110 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 9 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 220, SEQ ID NO: 222, SEQ ID NO: 223, SEQ ID NO: 225, SEQ ID NO: 227, SEQ ID NO: 229, SEQ ID NO: 230, SEQ ID NO: 231, SEQ ID NO: 232, SEQ ID NO: 1039, SEQ ID NO: 1049 e SEQ ID NO: 1052.
[0214] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 220 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 10 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 236, SEQ ID NO: 238, SEQ ID NO: 239, SEQ ID NO: 241, SEQ ID NO: 242, SEQ ID NO: 243 e SEQ ID NO: 244.
[0215] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 150 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 11 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 248, SEQ ID NO: 249, SEQ ID NO: 251, SEQ ID NO: 253, SEQ ID NO: 255, SEQ ID NO: 257, SEQ ID NO: 259, SEQ ID NO: 260, SEQ ID NO: 262, SEQ ID NO: 264, SEQ ID NO: 265, SEQ ID NO: 267, SEQ ID NO: 268, SEQ ID NO: 270, SEQ ID NO: 272, SEQ ID NO: 274, SEQ ID NO: 276, SEQ ID NO: 277, SEQ ID NO: 279, SEQ ID NO: 281, SEQ ID NO: 283, SEQ ID NO: 285, SEQ ID NO: 286, SEQ ID NO: 287, SEQ ID NO: 288, SEQ ID NO: 290, SEQ ID NO: 291, SEQ ID NO: 292, SEQ ID NO: 293, SEQ ID NO: 296 e SEQ ID NO: 298.
[0216] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 950 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 12 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 302, SEQ ID NO: 304, SEQ ID NO: 306, SEQ ID NO: 308, SEQ ID NO: 310, SEQ ID NO: 312, SEQ ID NO: 314, SEQ ID NO: 316, SEQ ID NO: 318, SEQ ID NO: 319, SEQ ID NO: 320, SEQ ID NO: 321, SEQ ID NO: 322, SEQ ID NO: 323, SEQ ID NO: 325, SEQ ID NO: 327 e SEQ ID NO: 329.
[0217] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 460 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 13 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 334, SEQ ID NO: 335, SEQ ID NO: 336, SEQ ID NO: 338, SEQ ID NO: 339, SEQ ID NO: 341, SEQ ID NO: 342, SEQ ID NO: 343, SEQ ID NO: 344, SEQ ID NO: 345, SEQ ID NO: 346, SEQ ID NO: 347, SEQ ID NO: 348, SEQ ID NO: 349, SEQ ID NO: 351, SEQ ID NO: 352, SEQ ID NO: 353, SEQ ID NO: 354, SEQ ID NO: 355, SEQ ID NO: 356, SEQ ID NO: 357, SEQ ID NO: 358, SEQ ID NO: 359, SEQ ID NO: 360, SEQ ID NO: 362, SEQ ID NO: 363, SEQ ID NO: 364, SEQ ID NO: 365, SEQ ID NO: 366, SEQ ID NO: 2541, SEQ ID NO: 2542, SEQ ID NO: 2543, SEQ ID NO: 2544, SEQ ID NO: 2546, SEQ ID NO: 2548, SEQ ID NO: 2549, SEQ ID NO: 2550, SEQ ID NO: 2551, SEQ ID NO: 2552 e SEQ ID NO: 2553.
[0218] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 150 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 14 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 369, SEQ ID NO: 370, SEQ ID NO: 371, SEQ ID NO: 372, SEQ ID NO: 373, SEQ ID NO: 374, SEQ ID NO: 376, SEQ ID NO: 378, SEQ ID NO: 380, SEQ ID NO: 382, SEQ ID NO: 384, SEQ ID NO: 386, SEQ ID NO: 388, SEQ ID NO: 390, SEQ ID NO: 392, SEQ ID NO: 394, SEQ ID NO: 396, SEQ ID NO: 398, SEQ ID NO: 399, SEQ ID NO: 401, SEQ ID NO: 403, SEQ ID NO: 404, SEQ ID NO: 406, SEQ ID NO: 408, SEQ ID NO: 410, SEQ ID NO: 412, SEQ ID NO: 414, SEQ ID NO: 416, SEQ ID NO: 418, SEQ ID NO: 419, SEQ ID NO: 420, SEQ ID NO: 422, SEQ ID NO: 423, SEQ ID NO: 425, SEQ ID NO: 427, SEQ ID NO: 428, SEQ ID NO: 430, SEQ ID NO: 432, SEQ ID NO: 433, SEQ ID NO: 434, SEQ ID NO: 435, SEQ ID NO: 436, SEQ ID NO: 437, SEQ ID NO: 438, SEQ ID NO: 439, SEQ ID NO: 440, SEQ ID NO: 441, SEQ ID NO: 444, SEQ ID NO: 445, SEQ ID NO: 446, SEQ ID NO: 447, SEQ ID NO: 448, SEQ ID NO: 449, SEQ ID NO: 450, SEQ ID NO: 451, SEQ ID NO: 452, SEQ ID NO: 453, SEQ ID NO: 454, SEQ ID NO: 455, SEQ ID NO: 456, SEQ ID NO: 458, SEQ ID NO: 459, SEQ ID NO: 461, SEQ ID NO: 463, SEQ ID NO: 465, SEQ ID NO: 467, SEQ ID NO: 469, SEQ ID NO: 471, SEQ ID NO: 473, SEQ ID NO: 474, SEQ ID NO: 475, SEQ ID NO: 477, SEQ ID NO: 479, SEQ ID NO: 481, SEQ ID NO: 483, SEQ ID NO: 485, SEQ ID NO: 487, SEQ ID NO: 488, SEQ ID NO: 489, SEQ ID NO: 490, SEQ ID NO: 491, SEQ ID NO: 492, SEQ ID NO: 494, SEQ ID NO: 495, SEQ ID NO: 496, SEQ ID NO: 497, SEQ ID NO: 498, SEQ ID NO: 499, SEQ ID NO: 500, SEQ ID NO: 501, SEQ ID NO: 502, SEQ ID NO: 504, SEQ ID NO: 505, SEQ ID NO: 506, SEQ ID NO: 507 e SEQ ID NO: 508.
[0219] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 410 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 15 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 511, SEQ ID NO: 513, SEQ ID NO: 515, SEQ ID NO: 517, SEQ ID NO: 521, SEQ ID NO: 523, SEQ ID NO: 525, SEQ ID NO: 527, SEQ ID NO: 529, SEQ ID NO: 530 e SEQ ID NO: 531.
[0220] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 520 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 16 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 535, SEQ ID NO: 536, SEQ ID NO: 538, SEQ ID NO: 539, SEQ ID NO: 541, SEQ ID NO: 542, SEQ ID NO: 543, SEQ ID NO: 544, SEQ ID NO: 545, SEQ ID NO: 546, SEQ ID NO: 547, SEQ ID NO: 548, SEQ ID NO: 550, SEQ ID NO: 552, SEQ ID NO: 553 e SEQ ID NO: 554.
[0221] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 1150 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 17 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 559, SEQ ID NO: 560, SEQ ID NO: 561, SEQ ID NO: 562, SEQ ID NO: 563, SEQ ID NO: 564, SEQ ID NO: 565, SEQ ID NO: 566, SEQ ID NO: 567, SEQ ID NO: 569, SEQ ID NO: 571, SEQ ID NO: 572, SEQ ID NO: 573, SEQ ID NO: 575, SEQ ID NO: 576, SEQ ID NO: 577, SEQ ID NO: 578, SEQ ID NO: 579, SEQ ID NO: 581, SEQ ID NO: 583, SEQ ID NO: 584, SEQ ID NO: 585, SEQ ID NO: 586, SEQ ID NO: 588, SEQ ID NO: 589, SEQ ID NO: 590 e SEQ ID NO: 591.
[0222] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 340 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 18 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 595, SEQ ID NO: 597, SEQ ID NO: 599, SEQ ID NO: 601, SEQ ID NO: 603, SEQ ID NO: 605, SEQ ID NO: 607, SEQ ID NO: 609, SEQ ID NO: 610 e SEQ ID NO: 611.
[0223] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 140 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 19 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 615, SEQ ID NO: 617, SEQ ID NO: 618, SEQ ID NO: 620, SEQ ID NO: 622, SEQ ID NO: 624, SEQ ID NO: 626, SEQ ID NO: 628, SEQ ID NO: 630, SEQ ID NO: 632, SEQ ID NO: 634, SEQ ID NO: 636, SEQ ID NO: 638, SEQ ID NO: 640, SEQ ID NO: 642, SEQ ID NO: 643 e SEQ ID NO: 644.
[0224] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 250 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 20 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 648, SEQ ID NO: 650, SEQ ID NO: 652, SEQ ID NO: 654, SEQ ID NO: 656, SEQ ID NO: 658, SEQ ID NO: 660, SEQ ID NO: 662, SEQ ID NO: 664, SEQ ID NO: 666, SEQ ID NO: 668, SEQ ID NO: 670, SEQ ID NO: 672, SEQ ID NO: 674, SEQ ID NO: 676, SEQ ID NO: 678, SEQ ID NO: 679, SEQ ID NO: 680, SEQ ID NO: 681, SEQ ID NO: 682, SEQ ID NO: 683 e SEQ ID NO: 685.
[0225] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 170 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 21 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 689, SEQ ID NO: 691, SEQ ID NO: 693, SEQ ID NO: 694, SEQ ID NO: 696, SEQ ID NO: 697, SEQ ID NO: 699, SEQ ID NO: 701, SEQ ID NO: 703, SEQ ID NO: 705, SEQ ID NO: 706, SEQ ID NO: 708, SEQ ID NO: 710, SEQ ID NO: 712, SEQ ID NO: 714, SEQ ID NO: 716, SEQ ID NO: 718, SEQ ID NO: 720, SEQ ID NO: 721, SEQ ID NO: 722, SEQ ID NO: 723, SEQ ID NO: 724, SEQ ID NO: 725, SEQ ID NO: 726, SEQ ID NO: 727 e SEQ ID NO: 728.
[0226] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 210 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 22 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 732, SEQ ID NO: 733, SEQ ID NO: 735, SEQ ID NO: 737, SEQ ID NO: 738 e SEQ ID NO: 742.
[0227] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 230 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 23 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 748, SEQ ID NO: 750, SEQ ID NO: 751, SEQ ID NO: 753, SEQ ID NO: 755, SEQ ID NO: 757, SEQ ID NO: 758, SEQ ID NO: 760, SEQ ID NO: 761, SEQ ID NO: 762, SEQ ID NO: 763, SEQ ID NO: 765 e SEQ ID NO: 767.
[0228] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 180 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 24 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 771, SEQ ID NO: 773, SEQ ID NO: 775, SEQ ID NO: 777, SEQ ID NO: 779, SEQ ID NO: 781, SEQ ID NO: 783, SEQ ID NO: 785, SEQ ID NO: 787, SEQ ID NO: 789 e SEQ ID NO: 790.
[0229] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 300 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 25 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 794, SEQ ID NO: 796, SEQ ID NO: 798, SEQ ID NO: 799, SEQ ID NO: 801, SEQ ID NO: 803, SEQ ID NO: 805, SEQ ID NO: 807, SEQ ID NO: 808, SEQ ID NO: 810, SEQ ID NO: 812, SEQ ID NO: 814, SEQ ID NO: 816, SEQ ID NO: 818, SEQ ID NO: 819, SEQ ID NO: 820, SEQ ID NO: 821 e SEQ ID NO: 822.
[0230] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 190 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 26 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 826, SEQ ID NO: 1696, SEQ ID NO: 1698, SEQ ID NO: 1700, SEQ ID NO: 1702, SEQ ID NO: 1704, SEQ ID NO: 1706, SEQ ID NO: 1708, SEQ ID NO: 1710, SEQ ID NO: 1711, SEQ ID NO: 1713, SEQ ID NO: 1714, SEQ ID NO: 1715 e SEQ ID NO: 1716..
[0231] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 630 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 27 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 830, SEQ ID NO: 832, SEQ ID NO: 834, SEQ ID NO: 836, SEQ ID NO: 837, SEQ ID NO: 838, SEQ ID NO: 839, SEQ ID NO: 840, SEQ ID NO: 842, SEQ ID NO: 844, SEQ ID NO: 845, SEQ ID NO: 846, SEQ ID NO: 847, SEQ ID NO: 848, SEQ ID NO: 849, SEQ ID NO: 850 e SEQ ID NO: 851.
[0232] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 95 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 28 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 856, SEQ ID NO: 858, SEQ ID NO: 860, SEQ ID NO: 862, SEQ ID NO: 864, SEQ ID NO: 866, SEQ ID NO: 868, SEQ ID NO: 870, SEQ ID NO: 872, SEQ ID NO: 874, SEQ ID NO: 876, SEQ ID NO: 878, SEQ ID NO: 880, SEQ ID NO: 882, SEQ ID NO: 884, SEQ ID NO: 885, SEQ ID NO: 886, SEQ ID NO: 887, SEQ ID NO: 888 e SEQ ID NO: 889.
[0233] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 850 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 29 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 893, SEQ ID NO: 894, SEQ ID NO: 895, SEQ ID NO: 896, SEQ ID NO: 898, SEQ ID NO: 900, SEQ ID NO: 901, SEQ ID NO: 902, SEQ ID NO: 903, SEQ ID NO: 904, SEQ ID NO: 905, SEQ ID NO: 907, SEQ ID NO: 908, SEQ ID NO: 909, SEQ ID NO: 910, SEQ ID NO: 911, SEQ ID NO: 912, SEQ ID NO: 913, SEQ ID NO: 914 e SEQ ID NO: 915.
[0234] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 300 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 30 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 919, SEQ ID NO: 921, SEQ ID NO: 923, SEQ ID NO: 925, SEQ ID NO: 927, SEQ ID NO: 929, SEQ ID NO: 931, SEQ ID NO: 933, SEQ ID NO: 935, SEQ ID NO: 937, SEQ ID NO: 939 e SEQ ID NO: 940.
[0235] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 60 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 31 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 946, SEQ ID NO: 947, SEQ ID NO: 948, SEQ ID NO: 950, SEQ ID NO: 952, SEQ ID NO: 954, SEQ ID NO: 956, SEQ ID NO: 958, SEQ ID NO: 960, SEQ ID NO: 962, SEQ ID NO: 964, SEQ ID NO: 966, SEQ ID NO: 967, SEQ ID NO: 968, SEQ ID NO: 969, SEQ ID NO: 970, SEQ ID NO: 972 e SEQ ID NO: 974.
[0236] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 340 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 32 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 978 e SEQ ID NO: 980.
[0237] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 180 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 33 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 984, SEQ ID NO: 985, SEQ ID NO: 986, SEQ ID NO: 987, SEQ ID NO: 988, SEQ ID NO: 989, SEQ ID NO: 990, SEQ ID NO: 991, SEQ ID NO: 992, SEQ ID NO: 993, SEQ ID NO: 995, SEQ ID NO: 996, SEQ ID NO: 998, SEQ ID NO: 1000, SEQ ID NO: 1001, SEQ ID NO: 1003, SEQ ID NO: 1005, SEQ ID NO: 1007, SEQ ID NO: 1008, SEQ ID NO: 1009, SEQ ID NO: 1011, SEQ ID NO: 1013, SEQ ID NO: 1015, SEQ ID NO: 1016, SEQ ID NO: 1018, SEQ ID NO: 1019, SEQ ID NO: 1021, SEQ ID NO: 1023, SEQ ID NO: 1025, SEQ ID NO: 1026, SEQ ID NO: 1027, SEQ ID NO: 1028, SEQ ID NO: 1029, SEQ ID NO: 1030, SEQ ID NO: 1031, SEQ ID NO: 1032 e SEQ ID NO: 1033.
[0238] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 1060 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 34 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1055, SEQ ID NO: 1057, SEQ ID NO: 1058, SEQ ID NO: 1059, SEQ ID NO: 1061, SEQ ID NO: 1063, SEQ ID NO: 1065, SEQ ID NO: 1065, SEQ ID NO: 1067, SEQ ID NO: 1068, SEQ ID NO: 1070, SEQ ID NO: 1071, SEQ ID NO: 1072, SEQ ID NO: 1074, SEQ ID NO: 1075, SEQ ID NO: 1076, SEQ ID NO: 1077, SEQ ID NO: 1078, SEQ ID NO: 1080, SEQ ID NO: 1082, SEQ ID NO: 1083, SEQ ID NO: 1085, SEQ ID NO: 1086, SEQ ID NO: 1087, SEQ ID NO: 1088, SEQ ID NO: 1089, SEQ ID NO: 1089, SEQ ID NO: 1090, SEQ ID NO: 1091, SEQ ID NO: 1092, SEQ ID NO: 1093, SEQ ID NO: 1094, SEQ ID NO: 1095 e SEQ ID NO: 1097.
[0239] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 260 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 35 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1101, SEQ ID NO: 1103, SEQ ID NO: 1104, SEQ ID NO: 1105, SEQ ID NO: 1106, SEQ ID NO: 1108, SEQ ID NO: 1109 e SEQ ID NO: 1110.
[0240] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 150 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 36 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1113 e SEQ ID NO: 1114.
[0241] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 40 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 37 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1118, SEQ ID NO: 1120, SEQ ID NO: 1122, SEQ ID NO: 1123, SEQ ID NO: 1125, SEQ ID NO: 1126, SEQ ID NO: 1128, SEQ ID NO: 1129, SEQ ID NO: 1131, SEQ ID NO: 1132, SEQ ID NO: 1133, SEQ ID NO: 1134, SEQ ID NO: 1136, SEQ ID NO: 1138, SEQ ID NO: 1140, SEQ ID NO: 1141, SEQ ID NO: 1142, SEQ ID NO: 1143, SEQ ID NO: 1144, SEQ ID NO: 1145, SEQ ID NO: 1147, SEQ ID NO: 1149, SEQ ID NO: 1151, SEQ ID NO: 1153 e SEQ ID NO: 1155.
[0242] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 450 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 38 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1161, SEQ ID NO: 1162, SEQ ID NO: 1163 e SEQ ID NO: 1164.
[0243] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 160 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 39 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1167, SEQ ID NO: 1169, SEQ ID NO: 1171, SEQ ID NO: 1173, SEQ ID NO: 1175, SEQ ID NO: 1177, SEQ ID NO: 1179, SEQ ID NO: 1180, SEQ ID NO: 1182 e SEQ ID NO: 1183.
[0244] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 180 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 40 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1187, SEQ ID NO: 1189, SEQ ID NO: 1190, SEQ ID NO: 1191 e SEQ ID NO: 1192.
[0245] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 670 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 41 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1196, SEQ ID NO: 1198, SEQ ID NO: 1200, SEQ ID NO: 1202, SEQ ID NO: 1203, SEQ ID NO: 1204, SEQ ID NO: 1205, SEQ ID NO: 1206, SEQ ID NO: 1207 e SEQ ID NO: 1208.
[0246] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 280 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 42 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1211, SEQ ID NO: 1213, SEQ ID NO: 1215, SEQ ID NO: 1216, SEQ ID NO: 1218, SEQ ID NO: 1220, SEQ ID NO: 1222, SEQ ID NO: 1224, SEQ ID NO: 1226, SEQ ID NO: 1228, SEQ ID NO: 1229, SEQ ID NO: 1230, SEQ ID NO: 1232, SEQ ID NO: 1233, SEQ ID NO: 1234, SEQ ID NO: 1235, SEQ ID NO: 1236, SEQ ID NO: 1237, SEQ ID NO: 1238, SEQ ID NO: 1239, SEQ ID NO: 1240, SEQ ID NO: 1241, SEQ ID NO: 1242, SEQ ID NO: 1243, SEQ ID NO: 1244, SEQ ID NO: 1245, SEQ ID NO: 1246, SEQ ID NO: 1247, SEQ ID NO: 1248, SEQ ID NO: 1249, SEQ ID NO: 1251, SEQ ID NO: 1253, SEQ ID NO: 1255, SEQ ID NO: 1257, SEQ ID NO: 1259, SEQ ID NO: 1261, SEQ ID NO: 1263, SEQ ID NO: 1264, SEQ ID NO: 1265, SEQ ID NO: 1266, SEQ ID NO: 1267, SEQ ID NO: 1268, SEQ ID NO: 1269, SEQ ID NO: 1270, SEQ ID NO: 1271 e SEQ ID NO: 1272.
[0247] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 700 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 43 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1276, SEQ ID NO: 1278, SEQ ID NO: 1280, SEQ ID NO: 1281, SEQ ID NO: 1282, SEQ ID NO: 1284, SEQ ID NO: 1285, SEQ ID NO: 1287, SEQ ID NO: 1289, SEQ ID NO: 1291, SEQ ID NO: 1293, SEQ ID NO: 1294, SEQ ID NO: 1295, SEQ ID NO: 1296, SEQ ID NO: 1297, SEQ ID NO: 1298 e SEQ ID NO: 1300.
[0248] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 920 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 44 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1303, SEQ ID NO: 1305, SEQ ID NO: 1307, SEQ ID NO: 1309, SEQ ID NO: 1311, SEQ ID NO: 1312, SEQ ID NO: 1313, SEQ ID NO: 1314, SEQ ID NO: 1315, SEQ ID NO: 1317, SEQ ID NO: 1318, SEQ ID NO: 1319, SEQ ID NO: 1320, SEQ ID NO: 1321, SEQ ID NO: 1322, SEQ ID NO: 1323, SEQ ID NO: 1324, SEQ ID NO: 1325, SEQ ID NO: 1326, SEQ ID NO: 1327, SEQ ID NO: 1328, SEQ ID NO: 1330, SEQ ID NO: 1331, SEQ ID NO: 1333, SEQ ID NO: 1334, SEQ ID NO: 1335, SEQ ID NO: 1336, SEQ ID NO: 1337, SEQ ID NO: 1338, SEQ ID NO: 1339 e SEQ ID NO: 1340.
[0249] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 510 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 45 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1344, SEQ ID NO: 1346, SEQ ID NO: 1348, SEQ ID NO: 1350, SEQ ID NO: 1352, SEQ ID NO: 1354, SEQ ID NO: 1355, SEQ ID NO: 1357, SEQ ID NO: 1358, SEQ ID NO: 1360, SEQ ID NO: 1361, SEQ ID NO: 1362, SEQ ID NO: 1363, SEQ ID NO: 1364, SEQ ID NO: 1366, SEQ ID NO: 1367, SEQ ID NO: 1369, SEQ ID NO: 1370, SEQ ID NO: 1371, SEQ ID NO: 1372, SEQ ID NO: 1373, SEQ ID NO: 1374, SEQ ID NO: 1375, SEQ ID NO: 1376, SEQ ID NO: 1377, SEQ ID NO: 1378, SEQ ID NO: 1379, SEQ ID NO: 1380, SEQ ID NO: 1381, SEQ ID NO: 1382 e SEQ ID NO: 1383.
[0250] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 140 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 46 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1387, SEQ ID NO: 1389, SEQ ID NO: 1390, SEQ ID NO: 1391, SEQ ID NO: 1393, SEQ ID NO: 1394, SEQ ID NO: 1395, SEQ ID NO: 1396, SEQ ID NO: 1398, SEQ ID NO: 1400, SEQ ID NO: 1401, SEQ ID NO: 1402, SEQ ID NO: 1403, SEQ ID NO: 1404, SEQ ID NO: 1405 e SEQ ID NO: 1407.
[0251] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 150 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 47 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1411, SEQ ID NO: 1413, SEQ ID NO: 1415, SEQ ID NO: 1417, SEQ ID NO: 1418, SEQ ID NO: 1419, SEQ ID NO: 1421, SEQ ID NO: 1423, SEQ ID NO: 1424, SEQ ID NO: 1425, SEQ ID NO: 1426.
[0252] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 190 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 48 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1430, SEQ ID NO: 1432, SEQ ID NO: 1434, SEQ ID NO: 1436, SEQ ID NO: 1439, SEQ ID NO: 1442, SEQ ID NO: 1444, SEQ ID NO: 1446, SEQ ID NO: 1448, SEQ ID NO: 1450, SEQ ID NO: 1452, SEQ ID NO: 1453, SEQ ID NO: 1454, SEQ ID NO: 1455, SEQ ID NO: 1456, SEQ ID NO: 1457, SEQ ID NO: 1458 e SEQ ID NO: 1459.
[0253] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 450 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 49 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1465, SEQ ID NO: 1467, SEQ ID NO: 1469, SEQ ID NO: 1471, SEQ ID NO: 1473, SEQ ID NO: 1474, SEQ ID NO: 1475, SEQ ID NO: 1476 e SEQ ID NO: 1477.
[0254] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 580 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 50 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1493, SEQ ID NO: 1495, SEQ ID NO: 1497, SEQ ID NO: 1499, SEQ ID NO: 1501, SEQ ID NO: 1503, SEQ ID NO: 1504, SEQ ID NO: 1505, SEQ ID NO: 1506 e SEQ ID NO: 1508.
[0255] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 100 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 51 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1512, SEQ ID NO: 1514, SEQ ID NO: 1516, SEQ ID NO: 1518, SEQ ID NO: 1520, SEQ ID NO: 1522 e SEQ ID NO: 1523.
[0256] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 800 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 52 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1527, SEQ ID NO: 1529, SEQ ID NO: 1530, SEQ ID NO: 1532, SEQ ID NO: 1534 e SEQ ID NO: 1535.
[0257] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 490 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 53 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1539, SEQ ID NO: 1540, SEQ ID NO: 1541, SEQ ID NO: 1543, SEQ ID NO: 1545, SEQ ID NO: 1547, SEQ ID NO: 1548, SEQ ID NO: 1550, SEQ ID NO: 1552, SEQ ID NO: 2386, SEQ ID NO: 2388, SEQ ID NO: 2390, SEQ ID NO: 2391, e SEQ ID NO: 2392.
[0258] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 690 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 54 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1554, SEQ ID NO: 1555, SEQ ID NO: 1557, SEQ ID NO: 1559, SEQ ID NO: 1561, SEQ ID NO: 1563, SEQ ID NO: 1565, SEQ ID NO: 1567, SEQ ID NO: 1569, SEQ ID NO: 1571, SEQ ID NO: 1572, SEQ ID NO: 1573, SEQ ID NO: 1574 e SEQ ID NO: 1575.
[0259] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 380 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 55 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 1035, SEQ ID NO: 1036, SEQ ID NO: 1037, SEQ ID NO: 1040, SEQ ID NO: 1041, SEQ ID NO: 1043, SEQ ID NO: 1044, SEQ ID NO: 1046, SEQ ID NO: 1047, SEQ ID NO: 1048, SEQ ID NO: 1050, SEQ ID NO: 1440, SEQ ID NO: 1480, SEQ ID NO: 1481, SEQ ID NO: 1482, SEQ ID NO: 1483, SEQ ID NO: 1484, SEQ ID NO: 1485, SEQ ID NO: 1486, SEQ ID NO: 1487, SEQ ID NO: 1488, SEQ ID NO: 1577, SEQ ID NO: 1578, SEQ ID NO: 1580, SEQ ID NO: 1582, SEQ ID NO: 1584, SEQ ID NO: 1586, SEQ ID NO: 1588, SEQ ID NO: 1590, SEQ ID NO: 1592, SEQ ID NO: 1594, SEQ ID NO: 1596, SEQ ID NO: 1598, SEQ ID NO: 1599, SEQ ID NO: 1601, SEQ ID NO: 1602, SEQ ID NO: 1605, SEQ ID NO: 1607, SEQ ID NO: 1608, SEQ ID NO: 1609, SEQ ID NO: 1611, SEQ ID NO: 1613, SEQ ID NO: 1615, SEQ ID NO: 1617, SEQ ID NO: 1619, SEQ ID NO: 1621, SEQ ID NO: 1622, SEQ ID NO: 1623, SEQ ID NO: 1624, SEQ ID NO: 1625, SEQ ID NO: 1627, SEQ ID NO: 1629, SEQ ID NO: 1631, SEQ ID NO: 1633, SEQ ID NO: 1635, SEQ ID NO: 1637, SEQ ID NO: 1639, SEQ ID NO: 1643, SEQ ID NO: 1645, SEQ ID NO: 1648, SEQ ID NO: 1649, SEQ ID NO: 1651 e SEQ ID NO: 1653.
[0260] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 870 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 56 são identificados na Listagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 173, SEQ ID NO: 212, SEQ ID NO: 361, SEQ ID NO: 421, SEQ ID NO: 443, SEQ ID NO: 740, SEQ ID NO: 744, SEQ ID NO: 942, SEQ ID NO: 1437 e SEQ ID NO: 1461.
[0261] Exemplos de polipeptídeos são mostrados na listagem de sequência que têm escores de bit HMM maiores do que 140 quando adaptados a um HMM gerado a partir das sequências de aminoácido apresentadas na figura 57 são identificados na Lis-tagem de Sequência do presente pedido. Tais polipeptídeos in-cluem SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 2010, SEQ ID NO: 2011, SEQ ID NO: 2013, SEQ ID NO: 2015 e SEQ ID NO: 2017.
D. Identidade Percentual
[0262] Em algumas modalidades, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de aminoácido com pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, pelo menos 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência a uma das sequências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1157, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1437, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554 e SEQ ID NO: 1577. Polipeptídeos tendo tal identidade de sequência percentual têm, frequentemente, um domínio indicativo de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio e/ou têm um escore de bit HMM que é maior do que 20, conforme discutido acima. Sequências de aminoácido de polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio tendo pelo menos 20% de identidade de sequência a uma das sequências de aminoácido apresentadas em SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1157, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1437, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554 e SEQ ID NO: 1577 são fornecidos nas figuras 1-57 e na Listagem de Sequência.
[0263] “Identidade de sequência percentual" refere-se ao grau de identidade de sequência entre qualquer dada sequência de referência, por exemplo, SEQ ID NO: 3 e uma sequência que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio candidata. Uma sequência candidata tem, tipicamente, um comprimento que é de 80 porcento a 200 porcento do comprimento da sequência de referência, por exemplo, 82, 85, 87, 89, 90, 93, 95, 97, 99, 100, 105, 110, 115, 120, 130, 140, 150, 160, 170, 180, 190 ou 200 porcento do comprimento da sequência de referência. Uma identidade percentual para qualquer ácido nucleico ou polipeptídeo candidato com relação a um ácido nucleico ou polipeptídeo de referência pode ser determinada como segue. Uma sequência de referência (por exemplo, uma sequência de ácido nucleico ou uma sequência de aminoácido) é alinhada com uma ou mais sequências candidatas usando o programa de computador ClustalW (versão 1.83, parâmetros de default), o qual permite alinhamentos de sequências de ácido nucleico ou polipeptídeo sejam realizados através de todo seu comprimento (alinhamento global). Chenna et al. (2003) Nucleic Acids Res., 31(13): 3497-500.
[0264] O ClustalW calcula a melhor combinação entre uma ou mais sequências de referência e candidatas e alinha as mesmas de modo que as identidades, similaridades e diferenças podem ser determinadas. Intervalos de um ou mais resíduos podem ser inseridos em uma sequência de referência, uma sequência can-didata ou ambas, para maximizar alinhamentos de sequência. Para alinhamento aos pares rápido de sequências de ácido nu- cleico, os parâmetros de default a seguir são usados: tamanho de palavra: 2; tamanho de janela: 4; método de escore: percen-tual;número de diagonais superiores: 4; e penalidade por in-tervalo: 5. Para múltiplos alinhamentos de sequências de ácido nucleico, os parâmetros a seguir são usados: penalidade por abertura de intervalo: 10,0; penalidade por extensão de intervalo: 5,0; e transições de peso: sim. Para alinhamento aos pares rápido de sequências de proteína, os parâmetros a seguir são usados: tamanho de palavra: 1; tamanho de janela: 5; método de escore: percentual; número de diagonais superiores: 5; pe-nalidade por intervalo: 3. Para múltiplos alinhamentos de sequências de proteína, os parâmetros a seguir são usados: matriz de peso: blosum; penalidade por abertura de intervalo: 10,0; penalidade por extensão de intervalo: 0,05; intervalos hidro- fílicos: ligados; resíduos hidrofílicos: Gly, Pro, Ser, Asn, Asp, Gln, Glu, Arg e Lys; penalidades por intervalo resíduo- específicas: ligados. O resultado do ClustalW é um alinhamento de sequência que reflete a relação entre as sequências. O ClustalW pode ser executado, por exemplo, no site Baylor College of Medicine Search Launcher (searchlaun- cher.bcm.tmc.edu/multi-align/multi-align.html) e no site Eu-ropean Bioinformatics Institute na World Wide Web (ebi.ac.uk/clustalw).
[0265] Para determinar a identidade percentual de uma se quência de aminoácido ou ácido nucleico candidata com relação a uma sequência de referência, as sequências são alinhadas usando o ClustalW, o número de combinações idênticas no alinhamentoé dividido pelo comprimento da sequência de referência e o resultado é multiplicado por 100. Deve ser notado que o valor de identidade percentual pode ser arredondado para o décimo mais próximo. Por exemplo, 78,11, 78,12, 78,13 e 78,14 são arredondados para 78,1, enquanto que 78,15, 78,16, 78,17, 78,18 e 78,19 são arredondados para 78,2.
[0266] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tole-rância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 3 e, de preferência, tem pelo menos 20% de identidade de sequência, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresen-tada em SEQ ID NO: 3. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 3 são fornecidas na figura 1 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 4, SEQ ID NO: 6, SEQ ID NO: 8, SEQ ID NO: 10, SEQ ID NO: 12, SEQ ID NO: 14, SEQ ID NO: 16, SEQ ID NO: 17, SEQ ID NO: 19, SEQ ID NO: 20, SEQ ID NO: 21, SEQ ID NO: 22, SEQ ID NO: 24, SEQ ID NO: 25, SEQ ID NO: 27, SEQ ID NO: 29, SEQ ID NO: 31, SEQ ID NO: 33, SEQ ID NO: 35, SEQ ID NO: 36, SEQ ID NO: 38, SEQ ID NO: 39, SEQ ID NO: 40, SEQ ID NO: 41, SEQ ID NO: 42, SEQ ID NO: 43, SEQ ID NO: 44, SEQ ID NO: 45, SEQ ID NO: 46 e SEQ ID NO: 47.
[0267] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tole rância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 49 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 49. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 49 são fornecidas na figura 2 e na Listagem de Sequência.
[0268] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 77 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 77. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 77 são fornecidas na figura 3 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 78, SEQ ID NO: 80, SEQ ID NO: 82, SEQ ID NO: 84, SEQ ID NO: 85, SEQ ID NO: 87, SEQ ID NO: 88, SEQ ID NO: 90, SEQ ID NO: 92, SEQ ID NO: 93, SEQ ID NO: 95, SEQ ID NO: 1479.
[0269] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 100 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 100. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 100 são fornecidas na figura 4 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 101, SEQ ID NO: 102, SEQ ID NO: 104, SEQ ID NO: 106, SEQ ID NO: 108, SEQ ID NO: 110, SEQ ID NO: 111, SEQ ID NO: 113, SEQ ID NO: 115, SEQ ID NO: 116, SEQ ID NO: 117, SEQ ID NO: 118, SEQ ID NO: 119, SEQ ID NO: 120, SEQ ID NO: 121, SEQ ID NO: 122, SEQ ID NO: 123, SEQ ID NO: 125, SEQ ID NO: 126, SEQ ID NO: 128, SEQ ID NO: 129, SEQ ID NO: 130, SEQ ID NO: 131, SEQ ID NO: 132, SEQ ID NO: 133, SEQ ID NO: 134, SEQ ID NO: 135, SEQ ID NO: 137, SEQ ID NO: 139, SEQ ID NO: 141, SEQ ID NO: 142, SEQ ID NO: 144, SEQ ID NO: 145, SEQ ID NO: 146, SEQ ID NO: 147, SEQ ID NO: 148, SEQ ID NO: 149 e SEQ ID NO: 150.
[0270] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 152 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 152. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 152 são fornecidas na figura 5 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 154, SEQ ID NO: 156, SEQ ID NO: 158, SEQ ID NO: 160, SEQ ID NO: 162 e SEQ ID NO: 164.
[0271] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 166 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 166. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 166 são fornecidas na figura 6 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 168, SEQ ID NO: 170, SEQ ID NO: 172, SEQ ID NO: 174, SEQ ID NO: 177, SEQ ID NO: 179, SEQ ID NO: 181, SEQ ID NO: 182, SEQ ID NO: 183, SEQ ID NO: 184.
[0272] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 186 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 186. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 186 são fornecidas na figura 7 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 188, SEQ ID NO: 190, SEQ ID NO: 191, SEQ ID NO: 193, SEQ ID NO: 194, SEQ ID NO: 196, SEQ ID NO: 197, SEQ ID NO: 199, SEQ ID NO: 201, SEQ ID NO: 203, SEQ ID NO: 204, SEQ ID NO: 205 e SEQ ID NO: 206.
[0273] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 208 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 208. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 208 são fornecidas na figura 8 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 209, SEQ ID NO: 210, SEQ ID NO: 214 e SEQ ID NO: 216.
[0274] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 218 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 218. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 218 são fornecidas na figura 9 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 220, SEQ ID NO: 222, SEQ ID NO: 223, SEQ ID NO: 225, SEQ ID NO: 227, SEQ ID NO: 229, SEQ ID NO: 230, SEQ ID NO: 231, SEQ ID NO: 232, SEQ ID NO: 1039, SEQ ID NO: 1049 e SEQ ID NO: 1052.
[0275] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 234 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 234. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 234 são fornecidas na figura 10 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 236, SEQ ID NO: 238, SEQ ID NO: 239, SEQ ID NO: 241, SEQ ID NO: 242, SEQ ID NO: 243 e SEQ ID NO: 244.
[0276] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 246 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 246. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 246 são fornecidas na figura 11 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 248, SEQ ID NO: 249, SEQ ID NO: 251, SEQ ID NO: 253, SEQ ID NO: 255, SEQ ID NO: 257, SEQ ID NO: 259, SEQ ID NO: 260, SEQ ID NO: 262, SEQ ID NO: 264, SEQ ID NO: 265, SEQ ID NO: 267, SEQ ID NO: 268, SEQ ID NO: 270, SEQ ID NO: 272, SEQ ID NO: 274, SEQ ID NO: 276, SEQ ID NO: 277, SEQ ID NO: 279, SEQ ID NO: 281, SEQ ID NO: 283, SEQ ID NO: 285, SEQ ID NO: 286, SEQ ID NO: 287, SEQ ID NO: 288, SEQ ID NO: 290, SEQ ID NO: 291, SEQ ID NO: 292, SEQ ID NO: 293, SEQ ID NO: 296 e SEQ ID NO: 298.
[0277] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 300 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 300. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 300 são fornecidas na figura 12 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 302, SEQ ID NO: 304, SEQ ID NO: 306, SEQ ID NO: 308, SEQ ID NO: 310, SEQ ID NO: 312, SEQ ID NO: 314, SEQ ID NO: 316, SEQ ID NO: 318, SEQ ID NO: 319, SEQ ID NO: 320, SEQ ID NO: 321, SEQ ID NO: 322, SEQ ID NO: 323, SEQ ID NO: 325, SEQ ID NO: 327 e SEQ ID NO: 329.
[0278] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 332 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 332. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 332 são fornecidas na figura 13 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 334, SEQ ID NO: 335, SEQ ID NO: 336, SEQ ID NO: 338, SEQ ID NO: 339, SEQ ID NO: 341, SEQ ID NO: 342, SEQ ID NO: 343, SEQ ID NO: 344, SEQ ID NO: 345, SEQ ID NO: 346, SEQ ID NO: 347, SEQ ID NO: 348, SEQ ID NO: 349, SEQ ID NO: 351, SEQ ID NO: 352, SEQ ID NO: 353, SEQ ID NO: 354, SEQ ID NO: 355, SEQ ID NO: 356, SEQ ID NO: 357, SEQ ID NO: 358, SEQ ID NO: 359, SEQ ID NO: 360, SEQ ID NO: 362, SEQ ID NO: 363, SEQ ID NO: 364, SEQ ID NO: 365, SEQ ID NO: 366, SEQ ID NO: 2541, SEQ ID NO: 2542, SEQ ID NO: 2543, SEQ ID NO: 2544, SEQ ID NO: 2546, SEQ ID NO: 2548, SEQ ID NO: 2549, SEQ ID NO: 2550, SEQ ID NO: 2551, SEQ ID NO: 2552 e SEQ ID NO: 2553.
[0279] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 368 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 368. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 368 são fornecidas na figura 14 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 369, SEQ ID NO: 370, SEQ ID NO: 371, SEQ ID NO: 372, SEQ ID NO: 373, SEQ ID NO: 374, SEQ ID NO: 376, SEQ ID NO: 378, SEQ ID NO: 380, SEQ ID NO: 382, SEQ ID NO: 384, SEQ ID NO: 386, SEQ ID NO: 388, SEQ ID NO: 390, SEQ ID NO: 392, SEQ ID NO: 394, SEQ ID NO: 396, SEQ ID NO: 398, SEQ ID NO: 399, SEQ ID NO: 401, SEQ ID NO: 403, SEQ ID NO: 404, SEQ ID NO: 406, SEQ ID NO: 408, SEQ ID NO: 410, SEQ ID NO: 412, SEQ ID NO: 414, SEQ ID NO: 416, SEQ ID NO: 418, SEQ ID NO: 419, SEQ ID NO: 420, SEQ ID NO: 422, SEQ ID NO: 423, SEQ ID NO: 425, SEQ ID NO: 427, SEQ ID NO: 428, SEQ ID NO: 430, SEQ ID NO: 432, SEQ ID NO: 433, SEQ ID NO: 434, SEQ ID NO: 435, SEQ ID NO: 436, SEQ ID NO: 437, SEQ ID NO: 438, SEQ ID NO: 439, SEQ ID NO: 440, SEQ ID NO: 441, SEQ ID NO: 444, SEQ ID NO: 445, SEQ ID NO: 446, SEQ ID NO: 447, SEQ ID NO: 448, SEQ ID NO: 449, SEQ ID NO: 450, SEQ ID NO: 451, SEQ ID NO: 452, SEQ ID NO: 453, SEQ ID NO: 454, SEQ ID NO: 455, SEQ ID NO: 456, SEQ ID NO: 458, SEQ ID NO: 459, SEQ ID NO: 461, SEQ ID NO: 463, SEQ ID NO: 465, SEQ ID NO: 467, SEQ ID NO: 469, SEQ ID NO: 471, SEQ ID NO: 473, SEQ ID NO: 474, SEQ ID NO: 475, SEQ ID NO: 477, SEQ ID NO: 479, SEQ ID NO: 481, SEQ ID NO: 483, SEQ ID NO: 485, SEQ ID NO: 487, SEQ ID NO: 488, SEQ ID NO: 489, SEQ ID NO: 490, SEQ ID NO: 491, SEQ ID NO: 492, SEQ ID NO: 494, SEQ ID NO: 495, SEQ ID NO: 496, SEQ ID NO: 497, SEQ ID NO: 498, SEQ ID NO: 499, SEQ ID NO: 500, SEQ ID NO: 501, SEQ ID NO: 502, SEQ ID NO: 504, SEQ ID NO: 505, SEQ ID NO: 506, SEQ ID NO: 507 e SEQ ID NO: 508.
[0280] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 510 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 510. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 510 são fornecidas na figura 15 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 511, SEQ ID NO: 513, SEQ ID NO: 515, SEQ ID NO: 517, SEQ ID NO: 521, SEQ ID NO: 523, SEQ ID NO: 525, SEQ ID NO: 527, SEQ ID NO: 529, SEQ ID NO: 530 e SEQ ID NO: 531.
[0281] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 533 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 533. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 533 são fornecidas na figura 16 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 535, SEQ ID NO: 536, SEQ ID NO: 538, SEQ ID NO: 539, SEQ ID NO: 541, SEQ ID NO: 542, SEQ ID NO: 543, SEQ ID NO: 544, SEQ ID NO: 545, SEQ ID NO: 546, SEQ ID NO: 547, SEQ ID NO: 548, SEQ ID NO: 550, SEQ ID NO: 552, SEQ ID NO: 553 e SEQ ID NO: 554.
[0282] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 558 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 558. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 558 são fornecidas na figura 17 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 559, SEQ ID NO: 560, SEQ ID NO: 561, SEQ ID NO: 562, SEQ ID NO: 563, SEQ ID NO: 564, SEQ ID NO: 565, SEQ ID NO: 566, SEQ ID NO: 567, SEQ ID NO: 569, SEQ ID NO: 571, SEQ ID NO: 572, SEQ ID NO:
[0283] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 593 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 593. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 593 são fornecidas na figura 18 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 595, SEQ ID NO: 597, SEQ ID NO: 599, SEQ ID NO: 601, SEQ ID NO: 603, SEQ ID NO: 605, SEQ ID NO: 607, SEQ ID NO: 609, SEQ ID NO: 610 e SEQ ID NO: 611.
[0284] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 613 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 613. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 613 são fornecidas na figura 19 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 615, SEQ ID NO: 617, SEQ ID NO: 618, SEQ ID NO: 620, SEQ ID NO: 622, SEQ ID NO: 624, SEQ ID NO: 626, SEQ ID NO: 628, SEQ ID NO: 630, SEQ ID NO: 632, SEQ ID NO: 634, SEQ ID NO: 636, SEQ ID NO: 638, SEQ ID NO: 640, SEQ ID NO: 642, SEQ ID NO: 643 e SEQ ID NO: 644.
[0285] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 646 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 646. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 646 são fornecidas na figura 20 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 648, SEQ ID NO: 650, SEQ ID NO: 652, SEQ ID NO: 654, SEQ ID NO: 656, SEQ ID NO: 658, SEQ ID NO: 660, SEQ ID NO: 662, SEQ ID NO: 664, SEQ ID NO: 666, SEQ ID NO: 668, SEQ ID NO: 670, SEQ ID NO: 672, SEQ ID NO: 674, SEQ ID NO: 676, SEQ ID NO: 678, SEQ ID NO: 679, SEQ ID NO: 680, SEQ ID NO: 681, SEQ ID NO: 682, SEQ ID NO: 683 e SEQ ID NO: 685.
[0286] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 687 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 687. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 687 são fornecidas na figura 21 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 689, SEQ ID NO: 691, SEQ ID NO: 693, SEQ ID NO: 694, SEQ ID NO: 696, SEQ ID NO: 697, SEQ ID NO: 699, SEQ ID NO: 701, SEQ ID NO: 703, SEQ ID NO: 705, SEQ ID NO: 706, SEQ ID NO: 708, SEQ ID NO: 710, SEQ ID NO: 712, SEQ ID NO: 714, SEQ ID NO: 716, SEQ ID NO: 718, SEQ ID NO: 720, SEQ ID NO: 721, SEQ ID NO: 722, SEQ ID NO: 723, SEQ ID NO: 724, SEQ ID NO: 725, SEQ ID NO: 726, SEQ ID NO: 727 e SEQ ID NO: 728.
[0287] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 730 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 730. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 730 são fornecidas na figura 22 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 732, SEQ ID NO: 733, SEQ ID NO: 735, SEQ ID NO: 737, SEQ ID NO: 738 e SEQ ID NO: 742.
[0288] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 746 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 746. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 746 são fornecidas na figura 23 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 748, SEQ ID NO: 750, SEQ ID NO: 751, SEQ ID NO: 753, SEQ ID NO: 755, SEQ ID NO: 757, SEQ ID NO: 758, SEQ ID NO: 760, SEQ ID NO: 761, SEQ ID NO: 762, SEQ ID NO: 763, SEQ ID NO: 765 e SEQ ID NO: 767.
[0289] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 769 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 769. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 769 são fornecidas na figura 24 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 771, SEQ ID NO: 773, SEQ ID NO: 775, SEQ ID NO: 777, SEQ ID NO: 779, SEQ ID NO: 781, SEQ ID NO: 783, SEQ ID NO: 785, SEQ ID NO: 787, SEQ ID NO: 789 e SEQ ID NO: 790.
[0290] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 792 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 792. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 792 são fornecidas na figura 25 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 794, SEQ ID NO: 796, SEQ ID NO: 798, SEQ ID NO: 799, SEQ ID NO: 801, SEQ ID NO: 803, SEQ ID NO: 805, SEQ ID NO: 807, SEQ ID NO: 808, SEQ ID NO: 810, SEQ ID NO: 812, SEQ ID NO: 814, SEQ ID NO: 816, SEQ ID NO: 818, SEQ ID NO: 819, SEQ ID NO: 820, SEQ ID NO: 821 e SEQ ID NO: 822.
[0291] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 824 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 824. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 824 são fornecidas na figura 26 e na Listagem de Sequência. Tais polipeptídeos incluem, mas não estão limitados a, SEQ ID NO: 826, SEQ ID NO: 1696, SEQ ID NO: 1698, SEQ ID NO: 1700, SEQ ID NO: 1702, SEQ ID NO: 1704, SEQ ID NO: 1706, SEQ ID NO: 1708, SEQ ID NO: 1710, SEQ ID NO: 1711, SEQ ID NO: 1713, SEQ ID NO: 1714, SEQ ID NO: 1715 e SEQ ID NO: 1716.
[0292] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tole- rância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 828 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 828. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 828 são fornecidas na figura 27 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 830, SEQ ID NO: 832, SEQ ID NO: 834, SEQ ID NO: 836, SEQ ID NO: 837, SEQ ID NO: 838, SEQ ID NO: 839, SEQ ID NO: 840, SEQ ID NO: 842, SEQ ID NO: 844, SEQ ID NO: 845, SEQ ID NO: 846, SEQ ID NO: 847, SEQ ID NO: 848, SEQ ID NO: 849, SEQ ID NO: 850 e SEQ ID NO: 851.
[0293] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 855 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 855. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 855 são fornecidas na figura 28 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 856, SEQ ID NO: 858, SEQ ID NO: 860, SEQ ID NO: 862, SEQ ID NO: 864, SEQ ID NO: 866, SEQ ID NO: 868, SEQ ID NO: 870, SEQ ID NO: 872, SEQ ID NO: 874, SEQ ID NO: 876, SEQ ID NO: 878, SEQ ID NO: 880, SEQ ID NO: 882, SEQ ID NO: 884, SEQ ID NO: 885, SEQ ID NO: 886, SEQ ID NO: 887, SEQ ID NO: 888 e SEQ ID NO: 889.
[0294] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 891 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 891. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 891 são fornecidas na figura 29 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 893, SEQ ID NO: 894, SEQ ID NO: 895, SEQ ID NO: 896, SEQ ID NO: 898, SEQ ID NO: 900, SEQ ID NO: 901, SEQ ID NO: 902, SEQ ID NO: 903, SEQ ID NO: 904, SEQ ID NO: 905, SEQ ID NO: 907, SEQ ID NO: 908, SEQ ID NO: 909, SEQ ID NO: 910, SEQ ID NO: 911, SEQ ID NO: 912, SEQ ID NO: 913, SEQ ID NO: 914 e SEQ ID NO: 915.
[0295] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 917 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 917. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 917 são fornecidas na figura 30 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 919, SEQ ID NO: 921, SEQ ID NO: 923, SEQ ID NO: 925, SEQ ID NO: 927, SEQ ID NO: 929, SEQ ID NO: 931, SEQ ID NO: 933, SEQ ID NO: 935, SEQ ID NO: 937, SEQ ID NO: 939 e SEQ ID NO: 940.
[0296] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 944 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 944. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 944 são fornecidas na figura 31 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 946, SEQ ID NO: 947, SEQ ID NO: 948, SEQ ID NO: 950, SEQ ID NO: 952, SEQ ID NO: 954, SEQ ID NO: 956, SEQ ID NO: 958, SEQ ID NO: 960, SEQ ID NO: 962, SEQ ID NO: 964, SEQ ID NO: 966, SEQ ID NO: 967, SEQ ID NO: 968, SEQ ID NO: 969, SEQ ID NO: 970, SEQ ID NO: 972 e SEQ ID NO: 974.
[0297] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 976 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 976. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 45% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 976 são fornecidas na figura 32 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 978 e SEQ ID NO: 980.
[0298] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 982 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 982. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 982 são fornecidas na figura 33 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 984, SEQ ID NO: 985, SEQ ID NO: 986, SEQ ID NO: 987, SEQ ID NO: 988, SEQ ID NO: 989, SEQ ID NO: 990, SEQ ID NO: 991, SEQ ID NO: 992, SEQ ID NO: 993, SEQ ID NO: 995, SEQ ID NO: 996, SEQ ID NO: 998, SEQ ID NO: 1000, SEQ ID NO: 1001, SEQ ID NO: 1003, SEQ ID NO: 1005, SEQ ID NO: 1007, SEQ ID NO: 1008, SEQ ID NO: 1009, SEQ ID NO: 1011, SEQ ID NO: 1013, SEQ ID NO: 1015, SEQ ID NO: 1016, SEQ ID NO: 1018, SEQ ID NO: 1019, SEQ ID NO: 1021, SEQ ID NO: 1023, SEQ ID NO: 1025, SEQ ID NO: 1026, SEQ ID NO: 1027, SEQ ID NO: 1028, SEQ ID NO: 1029, SEQ ID NO: 1030, SEQ ID NO: 1031, SEQ ID NO: 1032 e SEQ ID NO: 1033.
[0299] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1054 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1054. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1054 são fornecidas na figura 34 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1055, SEQ ID NO: 1057, SEQ ID NO: 1058, SEQ ID NO: 1059, SEQ ID NO: 1061, SEQ ID NO: 1063, SEQ ID NO: 1065, SEQ ID NO: 1065, SEQ ID NO: 1067, SEQ ID NO: 1068, SEQ ID NO: 1070, SEQ ID NO: 1071, SEQ ID NO: 1072, SEQ ID NO: 1074, SEQ ID NO: 1075, SEQ ID NO: 1076, SEQ ID NO: 1077, SEQ ID NO: 1078, SEQ ID NO: 1080, SEQ ID NO: 1082, SEQ ID NO: 1083, SEQ ID NO: 1085, SEQ ID NO: 1086, SEQ ID NO: 1087, SEQ ID NO: 1088, SEQ ID NO: 1089, SEQ ID NO: 1089, SEQ ID NO: 1090, SEQ ID NO: 1091, SEQ ID NO: 1092, SEQ ID NO: 1093, SEQ ID NO: 1094, SEQ ID NO: 1095 e SEQ ID NO: 1097.
[0300] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1099 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1099. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1099 são fornecidas na figura 35 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1101, SEQ ID NO: 1103, SEQ ID NO: 1104, SEQ ID NO: 1105, SEQ ID NO: 1106, SEQ ID NO: 1108, SEQ ID NO: 1109 e SEQ ID NO: 1110.
[0301] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1112 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1112. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1112 são fornecidas na figura 36 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1113 e SEQ ID NO: 1114.
[0302] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1116 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1116. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1116 são fornecidas na figura 37 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1118, SEQ ID NO: 1120, SEQ ID NO: 1122, SEQ ID NO: 1123, SEQ ID NO: 1125, SEQ ID NO: 1126, SEQ ID NO: 1128, SEQ ID NO: 1129, SEQ ID NO: 1131, SEQ ID NO: 1132, SEQ ID NO: 1133, SEQ ID NO: 1134, SEQ ID NO: 1136, SEQ ID NO: 1138, SEQ ID NO: 1140, SEQ ID NO: 1141, SEQ ID NO: 1142, SEQ ID NO: 1143, SEQ ID NO: 1144, SEQ ID NO: 1145, SEQ ID NO: 1147, SEQ ID NO: 1149, SEQ ID NO: 1151, SEQ ID NO: 1153 e SEQ ID NO: 1155.
[0303] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1159 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1159. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1159 são fornecidas na figura 38 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1161, SEQ ID NO: 1162, SEQ ID NO: 1163 e SEQ ID NO: 1164.
[0304] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1166 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1166. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1166 são fornecidas na figura 39 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1167, SEQ ID NO: 1169, SEQ ID NO: 1171, SEQ ID NO: 1173, SEQ ID NO: 1175, SEQ ID NO: 1177, SEQ ID NO: 1179, SEQ ID NO: 1180, SEQ ID NO: 1182 e SEQ ID NO: 1183.
[0305] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1185 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1185. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1185 são fornecidas na figura 40 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1187, SEQ ID NO: 1189, SEQ ID NO: 1190, SEQ ID NO: 1191 e SEQ ID NO: 1192.
[0306] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1194 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1194. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1194 são fornecidas na figura 41 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1196, SEQ ID NO: 1198, SEQ ID NO: 1200, SEQ ID NO: 1202, SEQ ID NO: 1203, SEQ ID NO: 1204, SEQ ID NO: 1205, SEQ ID NO: 1206, SEQ ID NO: 1207 e SEQ ID NO: 1208.
[0307] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tole- rância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1210 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1210. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1210 são fornecidas na figura 42 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1211, SEQ ID NO: 1213, SEQ ID NO: 1215, SEQ ID NO: 1216, SEQ ID NO: 1218, SEQ ID NO: 1220, SEQ ID NO: 1222, SEQ ID NO: 1224, SEQ ID NO: 1226, SEQ ID NO: 1228, SEQ ID NO: 1229, SEQ ID NO: 1230, SEQ ID NO: 1232, SEQ ID NO: 1233, SEQ ID NO: 1234, SEQ ID NO: 1235, SEQ ID NO: 1236, SEQ ID NO: 1237, SEQ ID NO: 1238, SEQ ID NO: 1239, SEQ ID NO: 1240, SEQ ID NO: 1241, SEQ ID NO: 1242, SEQ ID NO: 1243, SEQ ID NO: 1244, SEQ ID NO: 1245, SEQ ID NO: 1246, SEQ ID NO: 1247, SEQ ID NO: 1248, SEQ ID NO: 1249, SEQ ID NO: 1251, SEQ ID NO: 1253, SEQ ID NO: 1255, SEQ ID NO: 1257, SEQ ID NO: 1259, SEQ ID NO: 1261, SEQ ID NO: 1263, SEQ ID NO: 1264, SEQ ID NO: 1265, SEQ ID NO: 1266, SEQ ID NO: 1267, SEQ ID NO: 1268, SEQ ID NO: 1269, SEQ ID NO: 1270, SEQ ID NO: 1271 e SEQ ID NO: 1272.
[0308] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1274 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1274. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1274 são fornecidas na figura 43 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1276, SEQ ID NO: 1278, SEQ ID NO: 1280, SEQ ID NO: 1281, SEQ ID NO: 1282, SEQ ID NO: 1284, SEQ ID NO: 1285, SEQ ID NO: 1287, SEQ ID NO: 1289, SEQ ID NO: 1291, SEQ ID NO: 1293, SEQ ID NO: 1294, SEQ ID NO: 1295, SEQ ID NO: 1296, SEQ ID NO: 1297, SEQ ID NO: 1298 e SEQ ID NO: 1300.
[0309] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1302 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1302. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1302 são fornecidas na figura 44 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1303, SEQ ID NO: 1305, SEQ ID NO: 1307, SEQ ID NO: 1309, SEQ ID NO: 1311, SEQ ID NO: 1312, SEQ ID NO: 1313, SEQ ID NO: 1314, SEQ ID NO: 1315, SEQ ID NO: 1317, SEQ ID NO: 1318, SEQ ID NO: 1319, SEQ ID NO: 1320, SEQ ID NO: 1321, SEQ ID NO: 1322, SEQ ID NO: 1323, SEQ ID NO: 1324, SEQ ID NO: 1325, SEQ ID NO: 1326, SEQ ID NO: 1327, SEQ ID NO: 1328, SEQ ID NO: 1330, SEQ ID NO: 1331, SEQ ID NO: 1333, SEQ ID NO: 1334, SEQ ID NO: 1335, SEQ ID NO: 1336, SEQ ID NO: 1337, SEQ ID NO: 1338, SEQ ID NO: 1339 e SEQ ID NO: 1340.
[0310] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1342 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1342. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1342 são fornecidas na figura 45 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1344, SEQ ID NO: 1346, SEQ ID NO: 1348, SEQ ID NO: 1350, SEQ ID NO: 1352, SEQ ID NO: 1354, SEQ ID NO: 1355, SEQ ID NO: 1357, SEQ ID NO: 1358, SEQ ID NO: 1360, SEQ ID NO: 1361, SEQ ID NO: 1362, SEQ ID NO: 1363, SEQ ID NO: 1364, SEQ ID NO: 1366, SEQ ID NO: 1367, SEQ ID NO: 1369, SEQ ID NO: 1370, SEQ ID NO: 1371, SEQ ID NO: 1372, SEQ ID NO: 1373, SEQ ID NO: 1374, SEQ ID NO: 1375, SEQ ID NO: 1376, SEQ ID NO: 1377, SEQ ID NO: 1378, SEQ ID NO: 1379, SEQ ID NO: 1380, SEQ ID NO: 1381, SEQ ID NO: 1382 e SEQ ID NO: 1383.
[0311] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1385 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1385. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1385 são fornecidas na figura 46 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1387, SEQ ID NO: 1389, SEQ ID NO: 1390, SEQ ID NO: 1391, SEQ ID NO: 1393, SEQ ID NO: 1394, SEQ ID NO: 1395, SEQ ID NO: 1396, SEQ ID NO: 1398, SEQ ID NO: 1400, SEQ ID NO: 1401, SEQ ID NO: 1402, SEQ ID NO: 1403, SEQ ID NO: 1404, SEQ ID NO: 1405 e SEQ ID NO: 1407.
[0312] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1409 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1409. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1409 são fornecidas na figura 47 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1411, SEQ ID NO: 1413, SEQ ID NO: 1415, SEQ ID NO: 1417, SEQ ID NO: 1418, SEQ ID NO: 1419, SEQ ID NO: 1421, SEQ ID NO: 1423, SEQ ID NO: 1424, SEQ ID NO: 1425 e SEQ ID NO: 1426.
[0313] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1428 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1428. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1428 são fornecidas na figura 48 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1430, SEQ ID NO: 1432, SEQ ID NO: 1434, SEQ ID NO: 1436, SEQ ID NO: 1439, SEQ ID NO: 1442, SEQ ID NO: 1444, SEQ ID NO: 1446, SEQ ID NO: 1448, SEQ ID NO: 1450, SEQ ID NO: 1452, SEQ ID NO: 1453, SEQ ID NO: 1454, SEQ ID NO: 1455, SEQ ID NO: 1456, SEQ ID NO: 1457, SEQ ID NO: 1458 e SEQ ID NO: 1459.
[0314] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1463 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1463. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1463 são fornecidas na figura 49 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1465, SEQ ID NO: 1467, SEQ ID NO: 1469, SEQ ID NO: 1471, SEQ ID NO: 1473, SEQ ID NO: 1474, SEQ ID NO: 1475, SEQ ID NO: 1476 e SEQ ID NO: 1477.
[0315] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1491 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1491. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1491 são fornecidas na figura 50 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1493, SEQ ID NO: 1495, SEQ ID NO: 1497, SEQ ID NO: 1499, SEQ ID NO: 1501, SEQ ID NO: 1503, SEQ ID NO: 1504, SEQ ID NO: 1505, SEQ ID NO: 1506 e SEQ ID NO: 1508.
[0316] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1510 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1510. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1510 são fornecidas na figura 51 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1512, SEQ ID NO: 1514, SEQ ID NO: 1516, SEQ ID NO: 1518, SEQ ID NO: 1520, SEQ ID NO: 1522 e SEQ ID NO: 1523.
[0317] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1525 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1525. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1525 são fornecidas na figura 52 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1527, SEQ ID NO: 1529, SEQ ID NO: 1530, SEQ ID NO: 1532, SEQ ID NO: 1534 e SEQ ID NO: 1535.
[0318] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1537 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1537. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1537 são fornecidas na figura 53 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1539, SEQ ID NO: 1540, SEQ ID NO: 1541, SEQ ID NO: 1543, SEQ ID NO: 1545, SEQ ID NO: 1547, SEQ ID NO: 1548, SEQ ID NO: 1550, SEQ ID NO: 1552, SEQ ID NO: 2386, SEQ ID NO: 2388, SEQ ID NO: 2390, SEQ ID NO: 2391, e SEQ ID NO: 2392.
[0319] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1554 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1554. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1554 são fornecidas na figura 54 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1555, SEQ ID NO: 1557, SEQ ID NO: 1559, SEQ ID NO: 1561, SEQ ID NO: 1563, SEQ ID NO: 1565, SEQ ID NO: 1567, SEQ ID NO: 1569, SEQ ID NO: 1571, SEQ ID NO: 1572, SEQ ID NO: 1573, SEQ ID NO: 1574 e SEQ ID NO: 1575.
[0320] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1577 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1577. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1577 são fornecidas na figura 55 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 1035, SEQ ID NO: 1036, SEQ ID NO: 1037, SEQ ID NO: 1040, SEQ ID NO: 1041, SEQ ID NO: 1043, SEQ ID NO: 1044, SEQ ID NO: 1046, SEQ ID NO: 1047, SEQ ID NO: 1048, SEQ ID NO: 1050, SEQ ID NO: 1440, SEQ ID NO: 1480, SEQ ID NO: 1481, SEQ ID NO: 1482, SEQ ID NO: 1483, SEQ ID NO: 1484, SEQ ID NO: 1485, SEQ ID NO: 1486, SEQ ID NO: 1487, SEQ ID NO: 1488, SEQ ID NO: 1578, SEQ ID NO: 1580, SEQ ID NO: 1582, SEQ ID NO: 1584, SEQ ID NO: 1586, SEQ ID NO: 1588, SEQ ID NO: 1590, SEQ ID NO: 1592, SEQ ID NO: 1594, SEQ ID NO: 1596, SEQ ID NO: 1598, SEQ ID NO: 1599, SEQ ID NO: 1601, SEQ ID NO: 1602, SEQ ID NO: 1605, SEQ ID NO: 1607, SEQ ID NO: 1608, SEQ ID NO: 1609, SEQ ID NO: 1611, SEQ ID NO: 1613, SEQ ID NO: 1615, SEQ ID NO: 1617, SEQ ID NO: 1619, SEQ ID NO: 1621, SEQ ID NO: 1622, SEQ ID NO: 1623, SEQ ID NO: 1624, SEQ ID NO: 1625, SEQ ID NO: 1627, SEQ ID NO: 1629, SEQ ID NO: 1631, SEQ ID NO: 1633, SEQ ID NO: 1635, SEQ ID NO: 1637, SEQ ID NO: 1639, SEQ ID NO: 1643, SEQ ID NO: 1645, SEQ ID NO: 1648, SEQ ID NO: 1649, SEQ ID NO: 1651, SEQ ID NO: 1653.
[0321] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1437 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 1437. Sequências de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de identidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1437 são fornecidas na figura 56 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 173, SEQ ID NO: 212, SEQ ID NO: 361, SEQ ID NO: 421, SEQ ID NO: 443, SEQ ID NO: 740, SEQ ID NO: 744, SEQ ID NO: 942, SEQ ID NO: 1461.
[0322] Em alguns casos, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio tem uma sequência de amino- ácido com similaridade de sequência à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 97 e, de preferência, tem pelo menos 20%, por exemplo, 50%, 52%, 56%, 59%, 61%, 65%, 70%, 75%, 80%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de aminoácido apresentada em SEQ ID NO: 97. Sequên-cias de aminoácido de polipeptídeos tendo mais de 20% de iden-tidade de sequência ao polipeptídeo apresentado em SEQ ID NO: 1437 são fornecidas na figura 57 e na Listagem de Sequência. Exemplos de tais polipeptídeos incluem SEQ ID NO: 2010, SEQ ID NO: 2011, SEQ ID NO: 2013, SEQ ID NO: 2015 e SEQ ID NO: 2017.
E. Outras Sequências
[0323] Será apreciado que um polipeptídeo que modula a to lerância a baixo teor de nitrogênio pode incluir aminoácidos adicionais que não estão envolvidos em modulação de tolerância a baixo teor de nitrogênio e, assim, tal polipeptídeo pode ser mais longo do que seria, de outro modo, o caso. Por exemplo, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode incluir um marcador de purificação, um peptídeo de trânsito em cloroplasto, um peptídeo de trânsito mitocondrial ou uma sequência líder adicionada ao amino ou carboxitérmino. Em algumas modalidades, um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio inclui uma sequência de amino- ácido que funciona como um repórter, por exemplo, uma proteína fluorescente verde ou uma proteína fluorescente amarela.
II. Ácidos Nucleicos
[0324] Os ácidos nucleicos descritos aqui incluem ácidos nucleicos que são eficazes para modular baixos níveis de to-lerância ao nitrogênio quando transcritos em uma planta ou célula de planta. Tais ácidos nucleicos incluem, sem limitação, aqueles que codificam um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio e aqueles que podem ser usados para inibir a expressão de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio via um método baseado em ácido nucleico.
A. Ácidos nucleicos que codificam polipeptídeos que modulam tolerância a baixo teor de nitrogênio
[0325] Ácidos nucleicos que codificam polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio são descritos aqui. Exemplos de tais ácidos nucleicos incluem SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 175, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553 e SEQ ID NO: 1576, conforme descrito em maiores detalhes abaixo. Um ácido nucleico pode também ser um fragmento que tem pelo menos 40% (por exemplo, pelo menos 45, 50, 55, 60, 65, 70, 75, 80, 85, 90, 95 ou 99%) do comprimento do ácido nucleico de comprimento total apresen-tado em SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 175, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553 e SEQ ID NO: 1576.
[0326] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 2. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 2.
[0327] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 48. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 48. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 48.
[0328] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 76. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 76. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 76.
[0329] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 96. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 96. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 96.
[0330] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixoteor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 99. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 99. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 99.
[0331] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 151. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 151. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 151.
[0332] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 165. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 165. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 165.
[0333] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 175. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 175. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 175.
[0334] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 185. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 185. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 185.
[0335] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 207. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 207. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 207.
[0336] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 217. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 217. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 217.
[0337] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 233. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 233. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 233.
[0338] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 245. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 245. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 245.
[0339] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 299. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 299. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 299.
[0340] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 331. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 331. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 331.
[0341] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 367. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 367. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 367.
[0342] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 509. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 509. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 509.
[0343] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 532. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 532. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 532.
[0344] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 555. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 555. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 555.
[0345] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 557. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 557. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 557.
[0346] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 592. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 592. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 592.
[0347] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 612. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 612. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 612.
[0348] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 645. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 645. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 645.
[0349] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 686. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 686. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 686.
[0350] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 729. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 729. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 729.
[0351] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 745. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 745. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 745.
[0352] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 768. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 768. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 768.
[0353] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 791. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 791. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 791.
[0354] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 823. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 823. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 823.
[0355] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 827. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 827. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 827.
[0356] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 852. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 852. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 852.
[0357] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 854. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 854. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 854.
[0358] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 890. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 890. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 890.
[0359] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 916. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 916. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 916.
[0360] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 943. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 943. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 943.
[0361] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 975. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 975. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 975.
[0362] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 981. Alternativamente, um ácido nu- cleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucle- otídeo apresentada em SEQ ID NO: 981. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleo- tídeo apresentada em SEQ ID NO: 981.
[0363] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1034. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1034. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1034.
[0364] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1053. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1053. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1053.
[0365] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1098. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1098. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1098.
[0366] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1111. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1111. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1111.
[0367] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1115. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1115. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1115.
[0368] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1156. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1156. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1156.
[0369] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1158. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1158. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1158.
[0370] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1165. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1165. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1165.
[0371] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1184. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1184. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1184.
[0372] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1193. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1193. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1193.
[0373] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1209. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1209. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1209.
[0374] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1273. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1273. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1273.
[0375] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1301. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1301. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1301.
[0376] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1341. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1341. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1341.
[0377] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1384. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1384. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1384.
[0378] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1408. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1408. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1408.
[0379] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1427. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1427. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1427.
[0380] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1462. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1462. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1462.
[0381] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1490. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1490. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1490.
[0382] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1509. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1509. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1509.
[0383] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1524. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1524. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1524.
[0384] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1536. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1536. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1536.
[0385] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1553. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1553. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1553.
[0386] Um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode compreender a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1576. Alternativamente, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio pode ser uma variante do ácido nucleico tendo a sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1576. Por exemplo, um ácido nucleico que modula a tolerância a baixo teor de nitro-gênio pode ter uma sequência de nucleotídeo com pelo menos 80% de identidade de sequência, por exemplo, 81%, 85%, 90%, 95%, 97%, 98% ou 99% de identidade de sequência, à sequência de nucleotídeo apresentada em SEQ ID NO: 1576.
[0387] Moléculas de ácido nucleico podem ser produzidas através de técnicas padrão. Por exemplo, técnicas de reação em cadeia de polimerase (PCR) podem ser usadas para obter um ácido nucleico contendo uma sequência de nucleotídeo descrita aqui. PCR pode ser usada para amplificar sequências específicas a partir de DNA, bem como RNA, incluindo sequências de DNA ge- nômico total ou RNA celular total. Vários métodos de PCR são descritos, por exemplo, em PCR Primer: A Laboratory Manual, Dieffenbach e Dveksler, eds., Cold Spring Harbor Laboratory Press, 1995. De modo geral, a informação de sequência das extremidades da região de interesse ou além é empregada para criar iniciadores de oligonucleotídeo que são idênticos ou similares, quanto à sequência, às fitas opostas do modelo a ser amplificado. Várias estratégias de PCR também estão disponíveis através das quais modificações da sequência de nucle- otídeo sítio-específicas podem ser introduzidas em um ácido nucleico modelo. Ácidos nucleicos isolados também podem ser sintetizados quimicamente, seja como uma molécula de ácido nucleico única (por exemplo, usando síntese de DNA automática na direção 3' para 5' usando a tecnologia de fosforamidita) ou como uma série de oligonucleotídeos. Por exemplo, um ou mais pares de oligonucleotídeos longos (por exemplo, >100 nucleo- tídeos) podem ser sintetizados, os quais contêm a sequência desejada, com cada par contendo um segmento curto de complementaridade (por exemplo, cerca de 15 nucleotídeos), de modo que uma dupla é formada quando o par de oligonucleotídeo é anelado. DNA polimerase é usada para prolongar os oligonucle- otídeos, resultando em uma única molécula de ácido nucleico fita dupla por par de oligonucleotídeo a qual, então, pode ser ligada em um vetor. Os ácidos nucleicos isolados da invenção também podem ser obtidos através de mutagênese, por exemplo, de um DNA que ocorre naturalmente.
B. Uso de ácidos nucleicos para modular a expressão de polipeptídeos
[0388] Expressão de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio
[0389] Um ácido nucleico que codifica um dos polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio descritos aqui pode ser usado para expressar o polipeptídeo em uma es-pécie de planta de interesse, tipicamente mediante transfor-mação de uma célula de planta com um ácido nucleico tendo uma sequência de codificação para o polipeptídeo operavelmente li-gado na orientação senso a uma ou mais regiões regulatórias. Será apreciado que, em virtude da degenerância do código ge-nético, uma série de ácidos nucleicos específicos pode codi-ficar um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio em particular; isto é, para muitos aminoácidos, há mais de uma tripla de nucleotídeo que serve como o códon para o aminoácido. Assim, códons na sequência de codificação para um determinado polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio podem ser modificados, de modo que expressão ótima em uma espécie de planta em particular seja obtida, usando tabelas de tendência de códon apropriadas para essa espécie.
[0390] Em alguns casos, expressão de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio inibe uma ou mais funções de um polipeptídeo endógeno. Por exemplo, um ácido nucleico que codifica um polipeptídeo dominante negativo pode ser usado para inibir a função da proteína. Um polipeptídeo dominante negativo, tipicamente, sofreu mutação ou é truncado com relação a um polipeptídeo do tipo silvestre endógeno e sua presença em uma célula inibe uma ou mais funções do polipeptídeo do tipo silvestre nessa célula, isto é, o polipeptídeo dominante negativo é geneticamente dominante e confere uma perda de função. O mecanismo pelo qual um polipeptídeo dominante negativo confere tal fenótipo pode va-riar, mas frequentemente envolve uma interação proteína-pro-teínaou uma interação proteína-DNA. Por exemplo, um polipeptídeo dominante negativo pode ser uma enzima que é truncada com relação a uma enzima do tipo silvestre nativa, de modo que o polipeptídeo truncado retém os domínios envolvidos em ligação a uma primeira proteína, mas carece dos domínios envolvidos na ligação a uma segunda proteína. O polipeptídeo truncado, assim, é incapaz de modular apropriadamente a ati vidade da segunda proteína. Veja, por exemplo, US 2007/0056058. Como outro exemplo, uma mutação de ponto que resulta em uma substituição de aminoácido não conservativa em um domínio ca-talítico pode resultar em um polipeptídeo dominante negativo. Veja, por exemplo, US 2005/032221. Como outro exemplo, um polipeptídeo dominante negativo pode ser um fator de transcri-ção que é truncado com relação a um fator de transcrição nativo do tipo silvestre, de modo que o polipeptídeo truncado retém o(s) domínio(s) de ligação a DNA, mas carece do(s) domínio(s) de ativação. Tal polipeptídeo truncado pode inibir a ligação do fator de transcrição do tipo silvestre ao DNA, desse modo, inibindo a ativação de transcrição.
[0391] Inibição de expressão de um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio
[0392] Polinucleotídeos e construtos recombinantes descritos aqui podem ser usados para inibir a expressão de um poli- peptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio em uma espécie de planta de interesse. Veja, por exemplo, Matzke e Birchler, Nature Reviews Genetics 6: 24-35 (2005); Akashi et al., Nature Reviews Mol. Cell Biology 6: 413-422 (2005); Mittal, Nature Reviews Genetics 5: 355-365 (2004); Dorsett e Tus- chl, Nature Reviews Drug Discovery 3: 318-329 (2004); e Nature Reviews RNA interference collection, Outubro de 2005 em na- ture.com/reviews/focus/mai. Uma série de métodos baseados em ácido nucleico, incluindo RNA antissenso, clivagem de RNA ri- bozima-dirigida, silenciamento gênico pós-transcricional (PTGS), por exemplo, interferência de RNA (RNAi) e silencia- mento gênico transcricional (TGS) são conhecidos por inibir a expressão gênica em plantas. Polinucleotídeos adequados in-cluemácidos nucleicos de comprimento total que codificam polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitro-gênio ou fragmentos de tais ácidos nucleicos de comprimento total. Em algumas modalidades, um complemento do ácido nucleico de comprimento total ou um fragmento do mesmo pode ser usado. Tipicamente, , um fragmento tem pelo menos 10 nucleotídeos, por exemplo, pelo menos 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 30, 35, 40, 50, 80, 100, 200, 500 nucleotídeos ou mais. Em geral, maior homologia pode ser usada para compensar o uso de uma sequência mais curta.
[0393] Construtos contendo regiões regulatórias operavel- mente ligadas a moléculas de ácido nucleico na orientação senso também podem ser usados para inibir a expressão de um gene. O produto da transcrição pode ser similar ou idêntico à sequência de codificação senso ou um fragmento da mesma de um polipep- tídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio. O produto da transcrição pode ser uma estrutura "cap"não poli- adenilada carecendo de 5' ou conter um íntron não passível de junção. Métodos de inibição de expressão gênica usando um cDNA de comprimento total, bem como uma sequência de cDNA parcial são conhecidos no campo. Veja, por exemplo, Patente U.S. No. 5.231.020.
[0394] Em algumas modalidades, um construto contendo um ácido nucleico tendo pelo menos uma fita que é um modelo para as sequências senso e antissenso que são complementares umas às outras é usado para inibir a expressão de um gene. As sequências senso e antissenso podem ser parte de uma molécula de ácido nucleico maior ou podem ser parte de moléculas de ácido nucleico distintas tendo sequências que são não comple-mentares. A sequência senso ou antissenso pode ser uma sequên-cia que é idêntica ou complementar à sequência de um mRNA, a região não traduzida 3' ou 5' de um mRNA ou um íntron em um pré-mRNA que codifica um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio ou um fragmento de tais sequências. Em algumas modalidades, a sequência senso ou antissenso é idêntica ou complementar a uma sequência da região regulatória que aciona a transcrição do gene que codifica um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio. Em cada caso, a sequência senso é a sequência que é complementar à sequência antissenso.
[0395] As sequências senso e antissenso podem ser de qualquer comprimento maior do que cerca de 10 nucleotídeos (por exemplo, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 29, 30 ou mais nucleotídeos). Por exemplo, uma sequência antissenso pode ter 21 ou 22 nucleotídeos de compri-mento. Tipicamente, as sequências senso e antissenso oscilam, quanto ao comprimento, de cerca de 15 nucleotídeos a cerca de 30 nucleotídeos, por exemplo, de cerca de 18 nucleotídeos a cerca de 28 nucleotídeos ou de cerca de 21 nucleotídeos a cerca de 25 nucleotídeos.
[0396] Em algumas modalidades, uma sequência antissenso é uma sequência complementar a uma sequência de mRNA ou um fragmento da mesma que codifica um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio descrito aqui. A sequência senso complementar à sequência antissenso pode ser uma sequência presente dentro do mRNA do polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio. Tipicamente, , sequências senso e antissenso são criadas para corresponder a uma sequência de 15-30 nucleotídeos de um mRNA-alvo, de modo que o nível desse mRNA-alvo seja reduzido.
[0397] Em algumas modalidades, um construto contendo um ácido nucleico tendo pelo menos uma fita que é um modelo para mais de uma sequência senso (por exemplo, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 ou mais sequências senso) pode ser usado para inibir a expressão de um gene. Da mesma forma, um construto contendo um ácido nucleico tendo pelo menos uma fita que é um modelo para mais de uma sequência antissenso (por exemplo, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 ou mais sequências antissenso) pode ser usado para inibir a expressão de um gene. Por exemplo, um construto pode conter um ácido nucleico tendo pelo menos uma fita que é um modelo para duas sequências senso e duas sequências antissenso. As sequências senso múltiplas podem ser idênticas ou diferentes e as múltiplas sequências antissenso podem ser idênticas ou diferentes. Por exemplo, um construto pode ter um ácido nucleico tendo uma fita que é um modelo para duas sequências senso idênticas e duas sequências antissenso idênticas que são complementares às duas sequências senso idênticas. Alternati-vamente, um ácido nucleico isolado pode ter uma fita que é um modelo para (1) duas sequências senso idênticas de 20 nucleo- tídeos de comprimento, (2) uma sequência antissenso que é com-plementaràs sequências senso idênticas de 20 nucleotídeos de comprimento, (3) uma sequência senso de 30 nucleotídeos de comprimento e (4) três sequências antissenso idênticas que são complementares à sequência senso de 30 nucleotídeos de compri-mento. Os construtos fornecidos aqui podem ser criados para ter qualquer configuração de sequências senso e antissenso. Por exemplo, duas sequências senso idênticas podem ser seguidas por duas sequências antissenso idênticas ou podem ser posicionadas entre duas sequências antissenso idênticas.
[0398] Um ácido nucleico tendo pelo menos uma fita que é um modelo para uma ou mais sequências senso e/ou antissenso podem ser operavelmente ligado a uma região regulatória para acionar a transcrição de uma molécula de RNA contendo a(s) sequência(s) senso e/ou antissenso. Além disso, tal ácido nucleico pode ser operavelmente ligado a uma sequência de término de transcrição, tal como o terminador do gene de sintase de nopalina (nos). Em alguns casos, duas regiões regulatórias podem dirigir a transcrição de dois transcritos: um da fita superior e um da fita inferior. Veja, por exemplo, Yan et al., Plant Physiol., 141: 1508-1518 (2006). As duas regiões regulatórias podem ser as mesmas ou diferentes. Os dois transcritos podem formar moléculas de RNA fita dupla que induzem à degradação do RNA-alvo. Em alguns casos, um ácido nucleico pode ser posici-onado dentro de um T-DNA ou DNA de transferência derivado de planta (P-DNA), de modo que as sequências de borda de T-DNA esquerda e direita ou as sequências semelhantes à borda direita e esquerda do P-DNA, flanqueiam ou estão sobre qualquer lado do ácido nucleico. Veja US 2006/0265788. A sequência de ácido nucleico entre as duas regiões regulatórias pode ter de cerca de 15 a cerca de 300 nucleotídeos de comprimento. Em algumas modalidades, as sequências de ácido nucleico entre as duas regiões regulatórias têm de cerca de 15 a cerca de 200 nucle- otídeos de comprimento, de cerca de 15 a cerca de 100 nucleo- tídeos de comprimento, de cerca de 15 a cerca de 50 nucleotí- deos de comprimento, de cerca de 18 a cerca de 50 nucleotídeos de comprimento, de cerca de 18 a cerca de 40 nucleotídeos de comprimento, de cerca de 18 a cerca de 30 nucleotídeos de comprimento ou de cerca de 18 a cerca de 25 nucleotídeos de comprimento.
[0399] Em alguns métodos baseados em ácido nucleico para inibição de expressão gênica em plantas, um ácido nucleico adequado pode ser um análogo de ácido nucleico. Análogos de ácido nucleico podem ser modificados na porção de base, porção açúcar ou parte principal de fosfato para aprimorar, por exem-plo, a estabilidade, hibridização ou solubilidade do ácido nucleico. Modificações na porção de base incluem deoxiuridina para para deoxitimidina e 5-metil-2’-deoxicitidina e 5-bromo- 2’-deoxicitidina para deoxicitidina. Modificações da porção açúcar incluem modificação de 2’ hidroxila do açúcar ribose para formar 2’-O-metil ou 2’-O-alil açúcares. A parte principal de deoxiribose fosfato pode ser modificada para produzir ácidos nucleicos de morfolino, nos quais cada porção de base é ligada a um anel de morfolino de seis elementos ou ácidos nucleicos peptídicos, nos quais a parte principal de deoxifos- fato é substituída por uma parte principal pseudopeptídica e as quatro bases são retidas. Veja, por exemplo, Summerton e Weller (1997) Antisense Nucleic Acid Drug Dev., 7: 187-195; Hyrup et al. (1996) Bioorgan. Med. Chem., 4: 5-23. Além disso, a parte principal de deoxifosfato pode ser substituída, por exemplo, por uma parte principal de fosforotioato ou uma parte principal de fosforoditioato, uma parte principal de fosfora- midita ou uma parte principal de alquil fosfotriéster.
B. Construtos/Vetores
[0400] Construtos recombinantes proporcionados aqui podem ser usados para transformar plantas ou células de planta de forma a modular os níveis de tolerância a baixo teor de nitrogênio. Um construto de ácido nucleico recombinante pode compreender um ácido nucleico que codifica um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio conforme descrito aqui operavelmente ligado a uma região regulatória adequada para expressão do polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio na planta ou célula. Assim, um ácido nucleico pode compreender uma sequência de codificação que codifica qualquer um dos polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio, conforme apresentado em SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 97, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 556, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 853, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1157, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1437, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554 e SEQ ID NO: 1577. Exemplos de ácidos nucleicos que codificam polipeptídeos que modulam a tolerância a baixo teor de nitrogênio são apresentados em SEQ ID NO: 1, SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 175, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553 e SEQ ID NO: 1576. O polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio codificado por um ácido nucleico recombi- nante pode ser um polipeptídeo que modula a tolerância a baixo teor de nitrogênio nativo ou pode ser heterólogo à célula. Em alguns casos, o construto recombinante contém um ácido nucleico que inibe a expressão de um polipeptídeo que modula a tolerân-cia a baixo teor de nitrogênio, operavelmente ligado a uma região regulatória. Exemplos de regiões regulatórias adequadas são descritos na seção intitulada "Regiões Regulatórias".
[0401] Vetores contendo construtos de ácido nucleico recom- binantes, tais como aqueles descritos aqui, também são propor cionados. Partes principais de vetor adequadas incluem, por exemplo, aquelas rotineiramente usadas no campo, tais como plasmídeos, vírus, cromossomos artificiais, BACs, YACs ou PACs. Vetores de expressão adequados incluem, sem limitação, plasmídeos e vetores virais derivados, por exemplo, de bacte- riófago, baculovírus e retrovírus. Numerosos vetores e siste mas de expressão estão comercialmente disponíveis de corpora-ções tais como Novagen (Madison, WI), Clontech (Palo Alto, CA), Stratagene (La Jolla, CA) e Invitrogen/Life Technologies (Carlsbad, CA).
[0402] Os vetores fornecidos aqui também podem incluir, por exemplo, origens de replicação, regiões de fixação de andaime (Scaffold Attachment Regions - SARs) e/ou marcadores. Um gene marcador pode conferir um fenótipo selecionável a uma célula de planta. Por exemplo, um marcador pode conferir resistência a biocida, tal como resistência a um antibiótico (por exemplo, canamicina, G418, bleomicina ou higromicina) ou um herbicida (por exemplo, glifosato, chlorsulfuron ou fosfinotricina). Além disso, um vetor de expresso pode incluir uma sequência de marcador criada para facilitar a manipulação ou detecção (por exemplo, purificação ou localização) do polipeptídeo expresso. Sequências de marcador, tais como sequências de marcador de luciferase, β-glucuronidase (GUS), proteína fluorescente verde (GFP), S-transferase de glutationa (GST), poli-histidina, c- myc, hemaglutinina ou Flag™ (Kodak, New Haven, CT) são, tipi-camente, expressas como uma fusão com o polipeptídeo codifi-cado. Tais marcadores podem ser inseridas em qualquer parte dentro do polipeptídeo, incluindo no amino ou carboxitérmino.
[0403] Em alguns casos, seleção por outros traços úteis é também realizada, por exemplo, seleção por resistência à doença fúngica ou bacteriana. Seleção por esses outros traços pode ser realizada antes, durante ou após identificação de plantas individuais que possuem o alelo polimórfico desejado.
VI. Artigos de Manufatura
[0404] As plantas transgênicas fornecidas aqui têm vários usos nas indústrias de produção de energia e agrícola. Por exemplo, plantas transgênicas descritas aqui podem ser usadas para produzir produtos alimentícios e ração para animais. Tais plantas, contudo, muitas vezes são particularmente úteis como um estoque de alimentação para a produção de energia.
[0405] As plantas transgênicas descritas aqui, frequente mente, produzem maiores rendimentos de grão e/ou biomassa por hectare com relação a plantas de controle que carecem do ácido nucleico exógeno. Em algumas modalidades, tais plantas trans- gênicas conferem biomassa e/ou rendimentos equivalentes ou mesmo aumentados por hectare com relação a plantas de controle quando crescidas sob condições de insumos reduzidos, tais como fertilizantes e/ou água. Assim, tais plantas transgênicas podem ser usadas para conferir estabilidade de rendimento em um menor custo de insumos e/ou sob condições de estresse ambiental, tais como estiagem ou fontes limitadas de nitrogênio. Em algumas modalidades, as plantas descritas aqui têm uma composição que permite processamento mais eficaz em açúcares livres e subsequentemente etanol, para a produção de energia. Em algumas modalidades, tais plantas proporcionam maiores rendimentos de etanol, butanol, dimetil éter, outras moléculas biocom- bustíveis e/ou coprodutos derivados de açúcar por quilograma de material vegetal com relação a plantas de controle. Acredita-se que tais eficiências de processamento são derivadas da composição nitrogenosa do material vegetal. Proporcionando maiores rendimentos em um custo de produção equivalente ou mesmo diminuído, as plantas transgênicas descritas aqui apri-moram a adequabilidade para fazendeiros e produtores, bem como diminuem os custos para os consumidores.
[0406] Sementes de plantas transgênicas descritas aqui podem ser condicionadas e acondicionadas em material de embala-gematravés de meios conhecidos no campo para formar um artigo de manufatura. Material de embalagem, tais como papel e tecido, são bem-conhecidos no campo. Uma embalagem de sementes pode ter um rótulo, por exemplo, uma etiqueta ou rótulo preso ao material de embalagem, um rótulo impresso sobre o material de embalagem ou um rótulo inserido dentro da embalagem que des-creve a natureza das sementes na mesma.
[0407] A invenção será ainda descrita nos exemplos a seguir, os quais não limitam o escopo da invenção descrita nas reivin-dicações.
VII. Exemplos Exemplo 1 - Plantas transgênicas Arabidopsis
[0408] Os símbolos a seguir são usados nos Exemplos com relação à transformação de Arabidopsis: T1: transformante de primeira geração; T2: segunda geração, prole de plantas T1 autopolinizadas; T3: terceira geração, prole de plantas T2 au- topolinizadas; T4: quarta geração, prole de plantas T3 autopo- linizadas. Transformações independentes são referidas como eventos.
[0409] O seguinte é uma lista de ácidos nucleicos que foram isolados de plantas Arabidopsis thaliana, CeresClone: 29661 (SEQ ID NO: 1), CeresClone: 251343 (SEQ ID NO: 48), CeresClone: 19586 (SEQ ID NO: 76), CeresClone: 25136 (SEQ ID NO: 96), CeresClone: 1820 (SEQ ID NO: 99), CeresClone: 13102 (SEQ ID NO: 151), CeresClone: 15457 (SEQ ID NO: 165), Ceres Annot: 859276 (SEQ ID NO: 175), CeresClone: 17883 (SEQ ID NO: 185), CeresClone: 251590 (SEQ ID NO: 207), CeresClone: 4898 (SEQ ID NO: 217), CeresClone: 148977 (SEQ ID NO: 233), CeresClone: 24255 (SEQ ID NO: 245), CeresClone: 38432 (SEQ ID NO: 299), Ceres Annot: 553243 (SEQ ID NO: 331), CeresClone: 1011900 (SEQ ID NO: 367), CeresClone: 5232 (SEQ ID NO: 509), CeresClone: 29302 (SEQ ID NO: 532), CeresClone: 93971 (SEQ ID NO: 555), Ceres Annot: 12669619_cDNA (SEQ ID NO: 557), CeresClone: 21608 (SEQ ID NO: 592), CeresClone: 2031 (SEQ ID NO: 612), Ceres- Clone: 94503 (SEQ ID NO: 645), CeresClone: 21740 (SEQ ID NO: 686), CeresClone: 5609 (SEQ ID NO: 729), CeresClone: 3137 (SEQ ID NO: 745), CeresClone: 32430 (SEQ ID NO: 768), CeresClone: 101255 (SEQ ID NO: 791), Ceres Annot: 573161 (SEQ ID NO: 854), Ceres Annot: 552727 (SEQ ID NO: 890), CeresClone: 732 (SEQ ID NO: 1193), CeresClone: 2267 (SEQ ID NO: 1209), CeresClone: 39358 (SEQ ID NO: 1273), CeresClone: 115046 (SEQ ID NO: 1301), Ceres Annot: 850581 (SEQ ID NO: 1427), Ceres Annot: 862321 (SEQ ID NO: 1462), Ceres Annot: 839064 (SEQ ID NO: 1478), Ceres Annot: 864666 (SEQ ID NO: 1490), Ceres Annot: 875012 (SEQ ID NO: 1509), Ceres Annot: 874016 (SEQ ID NO: 1524), Ceres Annot: 827304 (SEQ ID NO: 1536), Ceres Annot: 869192 (SEQ ID NO: 1553) e Ceres Annot: 876419 (SEQ ID NO: 1576). O ácido nucleico designado Clone Ceres: 968180 (SEQ ID NO: 1115) foi isolado da espécie Brassica napus. O ácido nucleico designado Clone Ceres: 1017441 (SEQ ID NO: 224) foi isolado da espécie Triticum aesticum. O seguinte é uma lista de ácidos nucleicos que foram isolados de plantas Zea mays, CeresClone: 1387146 (SEQ ID NO: 981), CeresClone: 1408950 (SEQ ID NO: 1098, CeresClone: 208453 (SEQ ID NO: 1111), CeresClone: 208995 (SEQ ID NO: 943), Ceres- Clone: 225681 (SEQ ID NO: 975), CeresClone: 239806 (SEQ ID NO: 916), CeresClone: 244306 (SEQ ID NO: 1053), CeresClone: 276809 (SEQ ID NO: 823), CeresClone: 324216 (SEQ ID NO: 852), Ceres- Clone: 339439 (SEQ ID NO: 1341), CeresClone: 424522 (SEQ ID NO: 827), CeresClone: 896483 (SEQ ID NO: 1384), CeresClone: 986438 (SEQ ID NO: 1156), CeresClone: 988083 (SEQ ID NO: 1184), CeresClone: 995409 (SEQ ID NO: 1408), CeresClone: 996227 (SEQ ID NO: 1158) e CeresClone: 996263 (SEQ ID NO: 1165).
[0410] Com exceção do Clone Ceres: 29661 (SEQ ID NO: 1), cada ácido nucleico isolado descrito acima foi clonado em um vetor de plasmídeo Ti, CRS338, contendo um gene de acetil- transferase de fosfinotricina, o qual confere resistência ao FINALETMàs plantas transformadas. Construtos foram feitos usando CRS338 que continha SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 175, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553 ou SEQ ID NO: 1576, cada um operavelmente ligado a um promotor 35S. Clone Ceres: 29661 (SEQ ID NO: 1) foi clonado em um vetor de plasmídeo Ti, CRS 311, contendo um gene de acetiltransferase de fosfinotricina, o qual confere resistência ao FINALETMàs plantas transformadas. SEQ ID NO: 1 foi operavelmente ligado a um promotor p32449 nos construtos feitos usando o vetor CRS 331. Plantas Arabidopsis thaliana do ecotipo Wassilewskija (Ws) do tipo silvestre foram transformadas separadamente com cada construto. As transformações foram realizadas essencial-mente conforme descrito em Bechtold et al. (1993) C.R. Acad. Sci. Paris, 316: 1194-1199.
[0411] Linhagens transgênicas de Arabidopsis contendo SEQ SEQ ID NO: 48, SEQ ID NO: 76, SEQ ID NO: 96, SEQ ID NO: 99, SEQ ID NO: 151, SEQ ID NO: 165, SEQ ID NO: 185, SEQ ID NO: 207, SEQ ID NO: 217, SEQ ID NO: 233, SEQ ID NO: 245, SEQ ID NO: 299, SEQ ID NO: 331, SEQ ID NO: 367, SEQ ID NO: 509, SEQ ID NO: 532, SEQ ID NO: 555, SEQ ID NO: 557, SEQ ID NO: 592, SEQ ID NO: 612, SEQ ID NO: 645, SEQ ID NO: 686, SEQ ID NO: 729, SEQ ID NO: 745, SEQ ID NO: 768, SEQ ID NO: 791, SEQ ID NO: 823, SEQ ID NO: 827, SEQ ID NO: 852, SEQ ID NO: 854, SEQ ID NO: 890, SEQ ID NO: 916, SEQ ID NO: 943, SEQ ID NO: 975, SEQ ID NO: 981, SEQ ID NO: 224, SEQ ID NO: 1053, SEQ ID NO: 1098, SEQ ID NO: 1111, SEQ ID NO: 1115, SEQ ID NO: 1156, SEQ ID NO: 1158, SEQ ID NO: 1165, SEQ ID NO: 1184, SEQ ID NO: 1193, SEQ ID NO: 1209, SEQ ID NO: 1273, SEQ ID NO: 1301, SEQ ID NO: 1341, SEQ ID NO: 1384, SEQ ID NO: 1408, SEQ ID NO: 1427, SEQ ID NO: 1462, SEQ ID NO: 1478, SEQ ID NO: 1490, SEQ ID NO: 1509, SEQ ID NO: 1524, SEQ ID NO: 1536, SEQ ID NO: 1553, SEQ ID NO: 1576 ou SEQ ID NO: 175 foram designadas ME00919, ME17936, ME18275, ME18924, ME19182 ou ME20628, respectiva mente. A presença de cada vetor contendo um ácido nucleico descrito acima na respectiva linhagem transgênica de Arabi- dopsis transformada com o vetor foi confirmada pela resistência ao FINALETM, amplificação por PCR a partir de extrato de tecido verde da folha e/ou sequenciamento de produtos de PCR. Como controles, plantas Arabidopsis do ecotipo Ws do tipo silvestre foram transformadas com o vetor vazio, seja CRS338 ou CRS311.
Exemplo 2 - Triagem de plantas transgênicas tolerantes a condições de crescimento sob baixo teor de nitrogênio
[0412] Uma triagem quanto à tolerância a baixo teor de ni trogênio foi realizada sobre mudas de forma a identificar linhagens transgênicas que mostram eficiência de fotossíntese ou tamanho de muda ou verdor aumentado sob condições limitativas de nitrogênio com relação a plantas de controle interno. O meio usado para o ensaio de tolerância em baixo teor de nitrogênio continha 0,5% de sacarose, 0,5X MS sem meio de nitrogênio (PhytoTech), hidrato de MES a 0,05% e Phytagar a 0,8%. Além disso, para o ensaio com baixo teor de nitrato de amônio, NH4NO3 a 240 μM foi usado como fonte de nitrogênio. Para o ensaio com baixo teor de nitrato, a fonte de nitrogênio foi KNO3 a 300 μM. O pH do meio foi ajustado para um pH de 5,7 usando KOH a 10N. Sementes esterilizadas foram colocadas sobre lâminas de ágar e estratificadas durante 2 dias no escuro a 4°C para promover uma germinação uniforme. Lâminas de ágar com mudas em germinação foram colocadas horizontalmente em uma câmara de crescimento CONVIRON® ajustada a 22°C, ciclo de claro:escuro de 16:8 horas, umidade de 70% com uma combinação de lâmpadas incandescentes e fluorescentes que emitem uma in tensidade de luz de ~100 μEinsteins. As lâminas de controle foram colocadas aleatoriamente dentro da câmara. A triagem das mudas começou diariamente a 14 dias. Nessa triagem, mudas que eram maiores ou mais verdes com relação aos controles internos sobre meio de crescimento com baixo teor de nitrogênio foram selecionadas. À medida que elas eram encontradas a cada dia, mudas candidatas foram assepticamente transplantadas para lâminas de germinação MS padrões para recuperação. Essa etapa de recuperação intermediária foi necessária antes de transplante para o solo a fim de minimizar a taxa global de mortalidade do candidato. A classificação e transplante dos candidatos foram continuados até que todas as plantas restantes estivessem pequenas e amareladas pelo estresse por nitrogênio. No início do último dia de classificação, cada lâmina foi verificada quanto à eficácia fotossintética (Fv/Fm) sobre o Imager por fluorescência de clorofila (CF) e classificada como candidatos e transplantadas e quaisquer plantas restantes extremas sobre a extremidade superior dos escores de Fv/Fm. A proporção Fv/Fm fornece, tipicamente, uma estimativa da eficiência máxima do fotossistema II (PSII) dentro do material adaptado ao escuro, onde Fv é a fluorescência variável, isto é, a diferença entre o sinal de fluorescência mínimo (Fo) e máximo (Fm) do material adaptado ao escuro. Isso poderia ser feito visualmente olhando na falsa imagem colorida para cada muda usando o software de análise CF Image (plantas com escores Fv/Fm na extremidade superior aparecem em vermelho). Essa etapa foi, tipicamente, feita ~24 dias após germinação. Sete dias após serem transferidos para as lâminas de recuperação MS, os candidatos foram transplantados para o solo (mistura padrão de Sunshine:vermi- culita a 3:2; Osmocote; Marathon). Cinco dias após serem transplantados para o solo, os candidatos foram pulverizados com FINALE® [5 mL de FINALE®/48 oz. de água] para eliminar os não- transgênicos da população. Dois dias após pulverização com FINALE®, tecido de folha caulina de cada candidato foi coletado para extração de DNA genômico, PCR e sequenciamento a fim de determinar a identidade do transgene para cada candidato.
Exemplo 3 - Ensaio de Validação em Lâmina
[0413] Esse ensaio foi criado para validar linhagens trans- gênicas que mostraram fotossíntese ou tamanho aumentado sob condições limitativas de nitrogênio com relação ao controle interno. O meio usado para o ensaio de tolerância a baixo teor de nitrogênio continha 0,5% de sacarose, 0,5X MS sem meio de nitrogênio (PhytoTech), hidrato de MES a 0,05% e Phytagar a 0,8%. O pH do meio foi ajustado para um pH de 5,7 usando KOH a 10N. Além disso, para o ensaio com baixo teor de nitrato de amônio, NH4NO3 a 240 μM foi usado como fonte de nitrogênio. Para o ensaio com baixo teor de nitrato, a fonte de nitrogênio foi KNO3 a 300 μM. Sementes esterilizadas foram colocadas sobre lâminas de ágar e estratificadas durante 2 dias no escuro a 4°C para promover uma germinação uniforme. Lâminas de ágar com mudas em germinação foram colocadas horizontalmente em uma câmara de crescimento CONVIRON® ajustada a 22°C, ciclo de claro:escuro de 16:8 horas, umidade de 70% com uma combinação de lâmpadas incandescentes e fluorescentes que emitem uma intensidade de luz de ~100 μEinsteins. As lâminas de controle foram colocadas aleatoriamente dentro da câmara. As lâminas foram verificadas dia sim, dia não usando o CF Imager (após 45 minutos de aclimatação ao escuro) e foram desligadas após todas as plantas do tipo silvestre terem amarelado completamente. Após as lâminas serem verificadas no último dia, elas foram pulverizadas com FINALE® (10 mL de FINALE® em 48 oz. De meio líquido MS de resistência total). Dois dias após pulverização, cada lâmina foi aclimatada ao escuro durante 45 minutos e verificadas quanto ao Fv/Fm sobre o CF Imager e classificadas quanto a cada uma das plantas em cada ponto de tempo. Para cada ponto de tempo distinto, os dados para todas as plantas transgênicas T2 através de um evento foram agrupados e um t- teste uni-configurado foi usado para comparar as proporções Fv/Fm e áreas de roseta com relação aos dados das plantas não transgênicas agrupadas através da mesma lâmina. Sempre que possível, esse processo foi repetido para as plantas de geração T3. Um candidato tolerante a baixo teor de nitrogênio foi confirmado quando a proporção Fv/Fm e/ou a área de roseta para a planta transgênica era maior do que os segregantes do tipo silvestre com um p-valor < 0,05 em 2 ou mais eventos em ambas as gerações.
Exemplo 4 -Ensaio de Validação no Solo
[0414] Um experimento com baixo, médio e alto teor de ni-trogênio sobre o solo foi realizado para avaliar as características fenotípicas em um ponto maduro no ciclo de vida de Arabidopsis, quando comparado com triagens de mudas. As linhagens a serem testadas foram originalmente identificadas através de triagens de superagrupamento quanto à tolerância a baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio. Essas linhagens foram depois individualmente ensaiadas como mudas sobre ágar com baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio. Para esse ensaio, solo MetroMix200 foi misturado com vermiculita e MarathonTM (mistura de MetroMix200:vermiculita a 3:2; Osmocote; Marathon) submetido à autoclave e esfriado an- tes de uso. Plantas experimentais e controles foram aleatoriamentedistribuídos através das lâminas. Antes de plantio da semente, cada vaso foi aguado com 3 L de água filtrada. Lâminas com 24 cavidades foram enchidas com o seguinte: proporções a 3:2 de MEtroMix200 a vermiculita Thermorock. No início do experimento, nenhum nitrogênio foi fornecido até 2 semanas após germinação, quando M de Hoaglands suplementado com KNO3 a 25 ppm, 250 ppm e 1500 ppm foi usado para aguar as lâminas por baixo.
[0415] Sementes foram estratificadas sobre o solo e no es-curo a 4°C durante 3 dias. Após o tratamento com o frio, as lâminas foram transferidas para a câmara de crescimento. As plantas foram crescidas durante aproximadamente 5 semanas ou até totalmente crescidas/maduras. As plantas foram, então, aclimatadas ao escuro durante uma hora. Imagens por fluores cência de clorofila foram tomadas usando um CF-Imager (Techno- logica, Reino Unido) de acordo com o protocolo do fabricante para medir o desempenho e eficiência do fotossistema II: 1) Fv/Fm, eficiência máxima do fotossistema II 2) Fq'/Fm', eficiência de operação e 3) dissipação não-fotoquímica (NPQ).
[0416] Uma semana após aguagem com M de Hoaglands suplemen tado com várias concentrações de KNO3, medições da área de roseta da planta foram tomadas usando o software de formação de imagem WhinRhizo (Reagent Instruments, Canadá). As plantas foram, então, coletadas em envelopes de abacá, colocadas em um forno de secagem a 125 oC durante 1-2 dias e pesadas.
Exemplo 5 - Análise de Eventos ME00919
[0417] ME00919 contém Clone Ceres: 29661 (At3g61880, SEQ ID NO: 1) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de citocroma P450 de 534 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME00919 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 2. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -03, mostraram eficiência fotos- sintética significativamente aumentada com relação aos contro-lesinternos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME00919 sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio é mostrado na Tabela 1. Os eventos -01 e -03 segregaram 15:1 e 3:1 (R:S), respectivamente, para o FINALE™ na geração T2. Eventos ME00919 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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[0418] Os eventos -01 e -03 de ME00919 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 6 - Análise de Eventos ME01312
[0419] ME01312 contém Clone Ceres: 251343 (At3g21270, SEQ ID NO: 48) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína do dedo de zinco Dof de 204 aminoácidos. O Clone Ceres: 251343 compartilha aproximadamente 40% de identidade de sequência com o gene Dof1 de milho o qual foi mostrado, quando superexpresso em Arabidopsis, que confere tolerância a plantas que recebem estresse por baixo nível de nitrogênio (Yanagisawa et al., 2004). Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME01312 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -11, mostraram eficácia fotossinté- tica significativamente intensificada sobre meio contendo baixo teor de nitrato ou baixo teor de nitrato de amônio após 16 e 17 dias, comparado com os controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. O evento -03 tinha um p-valor ligeiramente maior do que 0,05 na geração T3 para a triagem em baixo teor de nitrato, significativo em p< 0,10. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME01312 sobre meio contendo baixo teor de nitrato ou baixo teor de nitrato de amônio é mostrado na Tabela 2. Os eventos -03 e -11 segregaram 3:1 (R:S), respectivamente, para o FINALE™ na geração T2. Tabela 2A. Comparação por t-teste de eficácia fotossintética entre mudas transgênicas e segregantes não-transgênicos agrupados após 16 dias de crescimento sobre meio com baixo teor de nitrato.
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[0420] Os eventos -03 -11 de ME01312 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve re- dução detectável na taxa de germinação, as plantas transgêni- cas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 7 - Análise de Eventos ME01463
[0421] ME01463 contém Clone Ceres: 19586 (At1g80600, SEQ ID NO: 76) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma amino-transferase de acetilornitina de 457 aminoácidos, um membro da família de aminotransferase da Classe-III. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME01463 em duas gerações foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Três eventos, -02, -06 e -10, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME01463 é mostrado na Tabela 3. Os eventos -02, -06 e -10 segregaram 2:1, 2:1 e 3:1 (R:S), respectivamente, para o FINALE™ na geração T2. Even- tos ME01463 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada (dados não mostrados).
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[0422] Os eventos -02, -06 e -10 de ME01463 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 8 - Análise de Eventos ME01821
[0423] ME01821 contém Clone Ceres: 25136 (At1g65500, SEQ ID NO: 96) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 86 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME01821 na geração T2 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Três eventos, -01, -04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos na geração T2. Dois eventos, -04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos na geração T2 a p < 0,05 usando um t- teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME01821 é mostrado na Tabela 4.
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[0424] Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME01812 sobre meio contendo baixo teor de nitrato ou baixo teor de nitrato de amônio é mostrado na Tabela 5. Para dois eventos -01 e -05, descobriu-se que mudas transgênicas eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgê- nicos agrupados após 14 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato (Tabela 5A). Descobriu-se que mudas transgênicas de dois eventos -02 e -05 eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgênicos agrupados após 14 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio (Tabela 5B). Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem.
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Exemplo 9 - Análise de Eventos ME01910
[0425] ME01910 contém Clone Ceres: 1820 (At2g30620, SEQ ID NO: 99) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína da família de histona H1 e H5 de 273 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME01910 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -02, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME01910 é mostrado na Tabela 6. Os eventos -01 e -02 segregaram 3:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME01910 foram também tes tados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significa-tiva entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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[0426] Os eventos -01 e -02 de ME01910 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 10 - Análise de Eventos ME02538
[0427] ME02538 contém Clone Ceres: 13102 (At1g67920, SEQ ID NO: 151) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 67 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME02538 na geração T2 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 2. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, --04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada com relação aos controles internos na geração T2 sobre meio contendo baixo teor de nitrato e nitrato de amônio a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME01821 é mostrado na Tabela 7.
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[0428] Eventos ME02538 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Um sumário do ensaio de crescimento realizado sobre eventos ME01812 é mostrado na Tabela 8. Descobriu-se que mudas transgênicas de dois eventos -01 e -02 eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgênicos agrupados sobre meio contendo baixo teor de nitrato (Tabela 8A) e baixo teor de nitrato de amônio (Tabela 8B).
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Exemplo 11 - Análise de Eventos ME02603
[0429] ME02603 contém Clone Ceres: 15457 (At5g47610, SEQ ID NO: 165) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de ligação a íons de zinco de 166 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME02603 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME02603 é mostrado na Tabela 9. Os eventos -01 e -04 segregaram 3:1 (R:S) para FI NALE™ na geração T2. Plantas transgênicas de dois eventos -01 e -04 - foram também testadas quanto à eficácia fotossintética intensificada sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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agrupadas
[0430] Os eventos -01 e -04 de ME02603 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 12 - Análise de Eventos ME02613
[0431] ME02613 contém Clone Ceres: 17883 (At3g13910, SEQ ID NO: 185) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 102 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME02613 na geração T2 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Na geração T2, dois eventos, -01 e - 04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos na geração T2 a p < 0,05 usando um t- teste uni-configurado admitindo variância igual. Dois eventos, -03 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos na geração T2 a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME02613 é mostrado na Tabela 10.
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[0432] Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME02613sobre meios contendo baixo teor de nitrato ou baixo teor de nitrato de amônio é mostrado na Tabela 11. For dois eventos -01 e -03, descobriu-se que mudas transgênicas eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgê- nicos agrupados após 14 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato (Tabela 11A). Descobriu-se que mudas transgênicas de dois eventos -02 e -03 eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgênicos agrupados após 14 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio (Tabela 11B).
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Exemplo 13 - Análise de Eventos ME02801
[0433] ME02801 contém Clone Ceres: 251590 (At3g53080, SEQ ID NO: 207) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 155 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME02801 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -02 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME02801 é mostrado na Tabela 12. Os eventos -02 e -04 segregaram 3:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME02801 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato e eficiência fotossintética e crescimento intensificados sobre meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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[0434] Os eventos -02 e -04 de ME02801 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 14 - Análise de Eventos ME03123
[0435] ME03123 contém Clone Ceres: 4898 (At1g29970, SEQ ID NO: 217) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 158 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME03123 em T2 e/ou T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Um sumário da eficiência fotossinté- tica de mudas ME03123 é mostrado na Tabela 13. Dois eventos, -01 e -10, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato ou baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos na geração T2 ou T3 a p < 0,05 usando um t-teste uni- configurado admitindo variância igual.
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[0436] Eventos ME03123 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nesse ensaio, mudas transgênicas de ME03123- 02 e ME03123-04 (T2) foram eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgênicos agrupados após 14 dias de crescimento sobre meio com baixo teor de nitrato (Tabela 14).
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Exemplo 15 - Análise de Eventos ME04204
[0437] ME04204 contém Clone Ceres: 148977 (At1g78770, SEQ ID NO: 233) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma pro teína de subunidade ciclossoma/complexo de promoção de anáfase de 159 aminoácidos. Contudo, também é possível que esse seja transcrito de variante natural produzido pela planta, porque múltiplas anotações para o locus At1g78770 foram encontradas em domínio público. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME04204 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -05, mostraram eficiência fotossin- tética significativamente aumentada com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da efi ciência fotossintética de mudas ME04204 é mostrado na Tabela 15. Os eventos -01 e -05 segregaram 3:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME04204 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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[0438] Os eventos -01 e -05 de ME04204 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 16 - Análise de Eventos ME04477
[0439] ME04477 contém Clone Ceres: 24255 (At2g36320, SEQ ID NO: 245) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de ligação a íons de zinco/ligação a DNA de 161 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME04477 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 2. Nesse estudo, a eficiência fotossinté- tica da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgê- nicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada em baixo nitrato- contendo meio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t- teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME04477 é mostrado na Tabela 16. Os eventos -01 e -05 segregaram 3:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME04477 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0027
Figure img0028
[0440] Os eventos -01 e -05 de ME04477 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 17 - Análise de Eventos ME04507s
[0441] ME04507 contém Clone Ceres: 38432 (At4g38250, SEQ ID NO: 299) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína transportadora de aminoácido transmembrana de 436 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME04507 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 2. Nesse estudo, a eficiência fotossinté- tica da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgê- nicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME04507 é mostrado na Tabela 17. Os eventos -03 e -04 segregaram 15:1 e 3:1 (R:S), respectivamente, para o FINALE™ na geração T2. Eventos ME04507 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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Figure img0030
[0442] Os eventos -03 e -04 de ME04507 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 18 - Análise de Eventos ME04587
[0443] ME04587 contém Ceres Annot: 553243 (At2g27010, SEQ ID NO: 331) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de citocroma P450 de 516 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME04587 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 2. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -02, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME04587 é mostrado na Tabela 18. Na geração T2, os eventos -01 e -02 segregaram 1:1 e 47:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™. Esses dois eventos segregaram 2:1 e 7:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE® na geração T3 .
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[0444] Eventos ME04587 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Além disso, esses eventos foram testados sobre meio com baixo teor de nitrato com relação à área de muda e eficácia fotossintética aumentadas. Nenhuma diferença estatisticamente significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
[0445] Os eventos -01 e -02 de ME04587 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 19 - Análise de Eventos ME04753
[0446] ME04753 contém Clone Ceres: 1011900 (At2g21660, SEQ ID NO: 367) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de ligação a RNA rica em glicina de 130 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME04753 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotos- sintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgê- nicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -02, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME04753 é mostrado na Tabela 19. Os eventos -01 e -02 segregaram 3:1 e 2:1, respectivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2. Eventos ME04753 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0032
[0447] Os eventos -01 e -02 de ME04753 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 20 - Análise de Eventos ME04772
[0448] ME04772 contém Clone Ceres: 5232 (At1g13380, SEQ ID NO: 509) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 188 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME04772 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 2. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -02 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-confi- gurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME04772 é mostrado na Tabela 20. Os eventos -02 e -04 segregaram 2:1 e 3:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2. Eventos ME04772 foram também testados quanto ao crescimento intensificado so- bre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0033
[0449] Os eventos -02 e -04 de ME04772 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 21 - Análise de Eventos ME04772
[0450] ME04909 contém Clone Ceres: 29302 (At1g49010, SEQ ID NO: 532) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína com domínio de ligação a DNA Myb-like de 314 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME04909 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotos- sintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgê- nicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -03, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME04909 é mostrado na Tabela 21. Os eventos -01 e -03 segregaram 15:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME04909 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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Figure img0035
[0451] Os eventos -01 e -03 de ME04909 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 22 - Análise de Eventos ME05033
[0452] ME05033 contém Clone Ceres: 93971 (At4g19095, SEQ ID NO: 555) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 188 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05033 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 2. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-confi- gurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME05033 é mostrado na Tabela 22. Os eventos -03 e -05 segregaram 15:1 e 2:1, respectivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2. Eventos ME05033 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0036
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Os eventos -03 e -05 de ME05033 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-flores- cimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 23 - Análise de Eventos ME05194
[0453] ME05194 contém Ceres cDNA:12669619 (At1g30710, SEQ ID NO: 557) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína transportadora de elétrons de 531 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05194 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Dois eventos, -03 e -05, mostraram crescimento significativamente intensificado sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a área de muda a 14 dias para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Um sumário do crescimento intensificado sob condições de crescimento com baixo teor de nitrato de mudas ME05194 é mostrado na Tabela 23. Os eventos -03 e -05 segregaram 1:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME05194 foram também testados quanto à eficiência fotossintética aumentada sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0038
[0454] Os eventos -03 e -05 de ME05194 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 24 - Análise de Eventos ME05267
[0455] ME05267 contém Clone Ceres: 21608 (At5g49510, SEQ ID NO: 592) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de ligação de von Hippel-Lindau de 195 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05267 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Dois eventos, -01 e -04, mostraram crescimento significativamente intensificado sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a área de muda a 14 dias para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Um sumário do crescimento intensificado sob condições de crescimento em baixo teor de nitrato de mudas ME05194 é mostrado na Tabela 24. Os eventos -01 e -04 segregaram 15:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME05267 foram também testados quanto à eficiência fotossintética aumentada sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0039
[0456] Os eventos -01 e -04 de ME05267 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 25 - Análise de Eventos ME05300
[0457] ME05300 contém Clone Ceres: 2031 (At1g72020, SEQ ID NO: 612) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 97 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05300 na geração T2 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME05300 é mostrado na Tabela 25. Dois eventos, -04 e - 05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos na geração T2 a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a eficiência fotossinté- tica da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgê- nicos agrupados através da mesma lâmina. Além disso, dois eventos, -01 e -05, mostraram crescimento significativamente intensificado sobre meio contendo baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos na geração T2 a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Um sumário do crescimento intensificado sob condições de crescimento com baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio de mudas ME05300 é mostrado na Tabela 26.
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Exemplo 26 - Análise de ME05341
[0458] ME05341 contém Clone Ceres: 94503 (At4g14420, SEQ ID NO: 645) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína estimulante-like de 158 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05341 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Dois eventos, -01 e -02, mostraram crescimento significativamente intensificado sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a área de muda a 14 dias para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME05341 é mostrado na Tabela 27. Os eventos -01 e -02 segregaram 15:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME05341 foram também testados quanto à eficiência fotossinté- tica aumentada sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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Figure img0046
[0459] Os eventos -01 e -02 de ME05341 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 27 - Análise de Eventos ME05392
[0460] ME05392 contém Clone Ceres: 21740 (At5g01610, SEQ ID NO: 686) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 170 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05392 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -03, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME05392 é mostrado na Tabela 20. Os eventos -01 e -03 segregaram 2:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME05392 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0047
Figure img0048
[0461] Os eventos -01 e -03 de ME05392 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 28 - Análise de Eventos ME05429
[0462] ME05429 contém Clone Ceres: 5609 (At3g60480, SEQ ID NO: 729) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 188 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05429 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -06 e -08, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME05429 é mostrado na Tabela 29. Os eventos -06 e -08 segregaram 3:1 e 2:1, respectivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2. Eventos ME05429 foram testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Além disso, esses eventos foram também testados quanto ao crescimento intensificado e eficácia fotossintética sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada.
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[0463] Os eventos -06 e -08 de ME05429 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 29 - Análise de Eventos ME05493
[0464] ME05493 contém Clone Ceres: 3137 (At3g43430, SEQ ID NO: 745) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína da família do dedo de zinco de 169 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05493 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME05493 é mostrado na Tabela 30. Os eventos -01 e -05 segregaram 15:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME05493 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0050
[0465] Os eventos -01 e -05 de ME05493 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 30 - Análise de Eventos ME05885
[0466] ME05885 contém Clone Ceres: 32430 (At1g16170, SEQ ID NO: 768) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 92 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME05885 na geração T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME05885 é mostrado na Tabela 31. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois even-tos, -01 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos na geração T3 a p < 0,05 usando um t-teste uni- configurado admitindo variância igual.
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Figure img0052
[0467] Eventos ME05885 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio. Um sumário do crescimento intensificado sob condições de crescimento sob baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio de mudas ME05885 na geração T3 é mostrado na Tabela 32. Dois eventos, -03 e -05, mostraram crescimento significativamente intensificado sobre meio contendo baixo teor de nitrato. Dois eventos, -02 e -05, mostraram crescimento significativamente intensificado sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem.
Figure img0053
Exemplo 31 - Análise de Eventos ME07344
[0468] ME07344 contém Clone Ceres: 101255 (At2g19810, SEQ ID NO: 791) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína do dedo de zinco do tipo CCCH de 359 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME07344 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito no Exemplo 4. Nesse estudo, a 4a folha verdadeira de cada planta foi coletada no dia 38 e analisada sobre o CF Imager quanto a seu valor de Fv/Fm. Plantas transgênicas dentro de um evento foram comparadas com todas as plantas transgêni- cas, incluindo os segregantes não-transgênicos e controles externos. Dois eventos, -02 e -03, mostraram eficiência fotos- sintética significativamente aumentada com relação aos controlesinternos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME07344 é mostrado na Tabela 33. Os eventos -02 e -03 segregaram 3:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME07344 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0054
[0469] Os eventos -02 e -03 de ME07344 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 32 - Análise de Eventos ME07859
[0470] ME07859 contém Clone Ceres: 276809 (SEQ ID NO: 823) de Zea mays, o qual codifica uma proteína desaturase de esterol de 135 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME07859 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -02 e -04, mostraram eficiência fotossin- tética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME07859 é mostrado na Tabela 34. Os eventos -02 e -04 segregaram 1:1 e 2:1, respectivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2. Eventos ME07859 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato, bem como quanto ao crescimento e eficiência fotossin- tética intensificados sobre meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada.
Figure img0055
[0471] Os eventos -02 e -04 de ME07859 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 33 - Análise de Eventos ME08464
[0472] ME08464 contém Clone Ceres: 424522 (SEQ ID NO: 827) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 500 aminoácidos desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME08464 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -02 e -03, mostraram eficiência fotossin- tética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-confi- gurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME07859 é mostrado na Tabela 35. Os eventos -02 e -03 segregaram 3:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2. Eventos ME08464 foram também testados quanto à eficiência fotossintética aumentada sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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Figure img0057
[0473] Os eventos -02 e -03 de ME08464 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 34 - Análise de Eventos ME09939
[0474] ME09939 contém Clone Ceres: 324216 (SEQ ID NO: 852) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 38 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME09939 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâ-mina. Dois eventos, -04 e -05, mostraram eficiência fotossin- tética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-confi- gurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME09939 é mostrado na Tabela 36.
[0475] Os eventos -04 e -05 segregaram 15:1 e 3:1 respec-tivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0476] Eventos ME09939 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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Figure img0059
[0477] Os eventos -04 e -05 de ME09939 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 35 - Análise de Eventos ME11735
[0478] ME11735 contém Ceres Annot: 573161 (At5g43260, SEQ ID NO: 854) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína chaperona DnaJ-relacionada de 97 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME11735 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME11735 sobre meio contendo baixo teor de nitrato é mostrado na Tabela 37. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Descobriu-se que dois eventos, -04 e -05, eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgê- nicos agrupados após 14 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Eventos ME11735 foram também testados quanto à eficiência fotossintética aumentada sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada. Os eventos -04 e -05 segregaram 40:1 e 4:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
Figure img0060
[0479] Os eventos -04 e -05 de ME11735 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 36 - Análise de Eventos ME12910
[0480] ME12910 contém Ceres Annot: 552727 (At2g22930, SEQ ID NO: 890) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína da família de UDP-glucoronosil e UDP-glucosil transferase de 442 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME12910 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -05, mostraram eficiência fotos- sintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da efi-ciência fotossintética de mudas ME12910 é mostrado na Tabela 38. Eventos ME12910 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada. Tabela 38. Comparação por t-teste de eficiência fotossintética de mudas entre mudas transgênicas e segregantes não-transgênicos agrupados após 18 dias de crescimento sobre meio com baixo teor de nitrato de amônio.
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[0481] Os eventos - 03 e -05 segregaram 3: 1 e 15 :1 respec- tivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0482] Os eventos -03 e -05 de ME12910 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 37 - Análise de Eventos ME12927
[0483] ME12927 contém Clone Ceres: 239806 (SEQ ID NO: 916) de Zea mays, o qual codifica uma região aminoterminal de li- poproteína de 201 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME12927 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Três eventos, -02, -03 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio con-tendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05, usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME12927 é mostrado na Tabela 39.
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[0484] Os eventos ME12927 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME11735 sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio é mostrado na Tabela 40. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Descobriu-se que três eventos, -02, -03 e -05, eram significativamente maiores do que os segregan- tes não-transgênicos agrupados após 18 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05, usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual.
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Figure img0065
[0485] Os eventos 02, -03 e -05 segregaram 15:1, 2:1 e 15:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0486] Os eventos 02, -03 e -05 de ME12927 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente) na geração T1.
Exemplo 38 - Análise de Eventos ME12929
[0487] ME12929 contém Clone Ceres: 208995 (SEQ ID NO: 943) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 94 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME12929 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -04, mostraram eficiência fotossin- tética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-confi- gurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME12929 é mostrado na Tabela 41. Eventos ME12929 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
[0488] Os eventos -03 e -04 segregaram 1:1 e 3:1 respecti vamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
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Figure img0067
[0489] Os eventos -03 e -04 de ME12929 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 39 - Análise de Eventos ME12954
[0490] ME12954 contém Clone Ceres: 225681 (SEQ ID NO: 975) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 286 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME12954 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Dois eventos, -04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a eficiência fotossin- tética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgê- nicos agrupados através da mesma lâmina. Um sumário da efici ência fotossintética de mudas ME12954 é mostrado na Tabela 42.
Figure img0068
[0491] Eventos ME12954 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME12954 sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio é mostrado na Tabela 43. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Descobriu-se que dois eventos, -02 e -04, eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgênicos agrupados após 18 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05, usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual.
Figure img0069
[0492] Os eventos -02, -04 e -05 segregaram 2:1, 3:1 e 15:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0493] Os eventos -02, -04 e -05 de ME12954 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 40 - Análise de Eventos ME12970
[0494] ME12970 contém Clone Ceres: 1387146 (SEQ ID NO: 981) de Zea mays, o qual codifica uma proteína contendo domínio C2 de 147 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME12970 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Dois eventos, -02 e -03, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Um sumário da eficiência fotossinté- tica de mudas ME12970 é mostrado na Tabela 44. Eventos ME12970 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0070
Figure img0071
[0495] Os eventos -02 e -03 segregaram 15:1 e 3:1 respec tivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0496] Os eventos -02 e -03 de ME12970 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 41 - Análise de Eventos ME13006
[0497] ME13006 contém Clone Ceres: 1017441 (SEQ ID NO: 224) de Triticum aestivum, o qual codifica um polipeptídeo de 143 aminoácidos, previsto como sendo um homólogo do Clone Ceres: 4898 (ME03123, SEQ ID NO: 217). Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13006 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -03, mostraram eficiência fotos- sintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13006 é mostrado na Tabela 45. Eventos ME13006 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
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[0498] Os eventos -01 e -03 segregaram 3:1 e 1:1 respecti vamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0499] Os eventos -01 e -03 de ME13006 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 42 - Análise de Eventos ME13021
[0500] ME13021 contém Clone Ceres: 244306 (SEQ ID NO: 1053) de Zea mays, o qual codifica uma proteína da família de cha- peronina TCP-1/cpn60 de 572 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13021 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13021 é mostrado na Tabela 46. Eventos ME13021 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mu- das transgênicas e os controles foi observada.
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Figure img0075
das transgênicas e os controles foi observada.
[0501] Os eventos -04 e -05 segregaram 3:1 e 2:1, respec-tivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2.
[0502] Os eventos -04 e -05 de ME13021 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente) na geração T1.
Exemplo 43 - Análise de Eventos ME13064
[0503] ME13064 contém Clone Ceres: 1408950 (SEQ ID NO: 1098) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 152 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13064 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -04, mostraram eficiência fotos- sintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13064 é mostrado na Tabela 47. Eventos ME13064 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada.
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[0504] Os eventos -03 e -04 segregaram 2:1 (R:S) para o FINALE™ na geração T2.
[0505] Os eventos -03 e -04 de ME13064 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente) na geração T1.
Exemplo 44 - Análise de Eventos ME13071
[0506] ME13071 contém Clone Ceres: 208453 (SEQ ID NO: 1111) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 74 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13071 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Dois eventos, -03 e -05, mostraram crescimento significativamente intensificado sobre meio contendo baixo teor de nitrato e baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos na geração T2 a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Um sumário do crescimento intensificado sob condições de crescimento em baixo teor de nitrato de amônio de mudas ME13071 é mostrado na Tabela 48. Eventos ME13071 foram também testados quanto à eficiência fotossintética sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0077
[0507] Os eventos -03 e -05 segregaram 1:1 e 2:1, respec tivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2.
[0508] Os eventos -03 e -05 de ME13071 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 45 - Análise de Eventos ME13087
[0509] ME13087 contém Clone Ceres: 968180 (SEQ ID NO: 1115) de Brassica napus, o qual codifica uma proteína de dedo de zinco de 159 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13087 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Quatro eventos, -01, -02, -03 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t- teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13087 é mostrado na Tabela 49. Eventos ME13087 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0078
[0510] Os eventos -01, -02, -03 e -04 segregaram 2:1, 3:1, 3:1 e 2:1, respectivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2.
[0511] Os eventos -01, -02, -03 e -04 de ME13087 não exi-biramfenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente) na geração T1.
Exemplo 46 - Análise de Eventos ME13106
[0512] ME13106 contém Clone Ceres: 986438 (SEQ ID NO: 1156) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 188 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13106 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -04, mostraram eficiência fotos- sintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da efi-ciência fotossintética de mudas ME13106 é mostrado na Tabela 50. Eventos ME13106 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans-gênicas e os controles foi observada.
Figure img0079
[0513] Os eventos -03 e -04 segregaram 1:1 e 3:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0514] Os eventos -03 e -04 de ME13106 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 47 - Análise de Eventos ME13107
[0515] ME13107 contém Clone Ceres: 996227 (SEQ ID NO: 1158) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de armazenamento em semente de zeína de 240 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13107 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Três eventos, -02, -04 e -05, mostraram efici-ência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t- teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13107 é mostrado na Tabela 51.
Figure img0080
Figure img0081
[0516] Eventos ME13107 foram também testados quanto aocrescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Dois eventos, -02 e -04, mostraram crescimento significativamente intensificado sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos na geração T2 a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Um sumário de crescimento intensificado sob condições de crescimento em baixo teor de nitrato de amônio de mudas ME13071 é mostrado na Tabela 52.
Figure img0082
[0517] Os eventos -02, -04 e -05 segregaram 3:1, 1:1 e 2:1, respectivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2.
[0518] Os eventos -02, -04 e -05 de ME13107 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 48 - Análise de Eventos ME13108
[0519] ME13108 contém Clone Ceres: 996263 (SEQ ID NO: 1165) de Zea mays, o qual codifica uma proteína BRICK1 de 84 amino- ácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13108 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Três eventos, -01, -04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado ad-mitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossinté- tica de mudas ME13108 é mostrado na Tabela 53. Eventos ME13108 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0083
Figure img0084
[0520] Os eventos -01, -04 e -05 segregaram 3:1 (R:S) para FINALE™ na geração T2.
[0521] Os eventos -01, -04 e -05 de ME13108 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 49 - Análise de Eventos ME13110
[0522] ME13110 contém Clone Ceres: 988083 (SEQ ID NO: 1184) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 188 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13110 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Três eventos, -03, -04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio con-tendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13110 é mostrado na Tabela 54. Eventos ME13110 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada.
Figure img0085
Figure img0086
[0523] Os eventos -03, -04 e -05 segregaram 3:1, 1:1 e 3:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0524] Os eventos -03, -04 e -05 de ME13110 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 50 - Análise de Eventos ME13125
[0525] ME13125 contém Clone Ceres: 732 (At3g50880, SEQ ID NO: 1193) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 188 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13125 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Três eventos, -01, -03 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13125 é mostrado na Tabela 55. Eventos ME13125 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0087
Figure img0088
[0526] Os eventos -01, -03 e -05 segregaram 3:1, 15:1 e 2:1, respectivamente (R:S), para FINALE™ na geração T2. [0527] Os eventos -01, -03 e -05 de ME13125 não exibiram houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 51 - Análise de Eventos ME13149
[0528] ME13149 contém Clone Ceres: 2267 (At2g24765, SEQ ID NO: 1209) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de fator 3 de ADP-ribosilação de 182 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13149 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -02 e -03, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13149 é mostrado na Tabela 56. Eventos ME13149 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0089
Figure img0090
[0529] Os eventos -02 e -03 segregaram 2:1 e 15:1 respec tivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0530] Os eventos -02 e -03 de ME13149 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 52 - Análise de Eventos ME13151
[0531] ME13151 contém Clone Ceres: 39358 (At3g25150, SEQ ID NO: 1273) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína com domínio de fator 2 de transporte nuclear (NTF2) de 488 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13151 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segre- gantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -02, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindovariância igual. Um sumário da eficiência fotossinté- tica de mudas ME13151 é mostrado na Tabela 57. Eventos ME13151 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma dife-rençasignificativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
[0532] Os eventos -01 e -02 segregaram 9:1 e 6:1 respecti vamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0533] Os eventos -01 e -02 de ME13151 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Figure img0091
Figure img0092
[0532] Os eventos -01 e -02 segregaram 9:1 e 6:1 respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2. [0533] Os eventos -01 e -02 de ME13151 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 53 - Análise de Eventos ME13153
[0534] ME13153 contém Clone Ceres: 115046 (At3g17760, SEQ ID NO: 1301) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma decarboxilase de glutamato de 494 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13153 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13153 é mostrado na Tabela 58. Eventos ME13153 foram também testados quanto à eficiência fotossintética aumentada sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada.
Figure img0093
[0535] Os eventos -03 e -04 segregaram 3:1 (R:S) para o FINALE™ na geração T2.
[0536] Os eventos -03 e -04 de ME13153 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro. Os eventos -03 e -04 proporcionaram ligeiramente menos sementes por planta, comparado com os controles, mas essas diferenças não são significativas a p < 0,10.
Exemplo 54 - Análise de Eventos ME13177
[0537] ME13177 contém Clone Ceres: 339439 (SEQ ID NO: 1341) de Zea mays, o qual codifica uma proteína com domínio C-ter- minal de ciclina de 345 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13177 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -02, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME13177 é mostrado na Tabela 59. Eventos ME13177 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada.
Figure img0094
Figure img0095
[0538] Os eventos -01 e -02 segregaram 2:1 e 3:1 respecti-vamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0539] Os eventos -01 e -02 de ME13177 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 55 - Análise de Eventos ME13200
[0540] ME13200 contém Clone Ceres: 896483 (SEQ ID NO: 1384) de Zea mays, o qual codifica um fator de transcrição da família myb de 85 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13200 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME13200 sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio é mostrado na Tabela 60. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Desco-briu-se que dois eventos, -03 e -04, eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgênicos agrupados após 18 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Eventos ME13200 foram também testados quanto à eficiência fotossintética aumentada sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio, bem como fotossíntese e crescimento intensificados sobre meio com baixo teor de nitrato. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0096
Figure img0097
[0541] Os eventos -03 e -04 segregaram 3:1 e 15:1 respec tivamente (R:S) para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0542] Os eventos -03 e -04 de ME13200 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 56 - Análise de Eventos ME13204
[0543] ME13204 contém Clone Ceres: 995409 (SEQ ID NO: 1408) de Zea mays, o qual codifica uma proteína de 178 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME13204 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -05, mostraram eficiência fotos- sintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossin- tética de mudas ME13204 é mostrado na Tabela 61. Eventos ME13204 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato, bem como quanto ao crescimento e eficiência fotossintética intensificados sobre meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0098
[0544] Os eventos -01 e -05 segregaram 9:1 e 3:1 respecti-vamente (R:S) para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0545] Os eventos -01 e -05 de ME13204 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 57 - Análise de Eventos ME14649
[0546] ME14649 contém Ceres Annot: 850581 (At5g01880, SEQ ID NO: 1427) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de dedo de zinco de 159 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME14649 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -02 e -03, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME14649 é mostrado na Tabela 62. Eventos ME14649 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudastransgênicas e os controles foi observada.
Figure img0099
[0547] Os eventos -02 e -03 segregaram 3:1 e 2:1, respect tivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0548] Os eventos -02 e -03 de ME14649 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente) na geração T1.
Exemplo 58 - Análise de Eventos ME16546
[0549] ME16546 contém Ceres Annot: 862321 (At2g45360, SEQ ID NO: 1462) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 215 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME16546 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME16546 é mostrado na Tabela 63. Eventos ME16546 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0100
Figure img0101
[0550] Os eventos -04 e -05 segregaram 2:1 e 3:1 respectivamente (R:S) para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0551] Os eventos -04 e -05 de ME16546 não exibiram fenó-tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 59 - Análise de Eventos ME17457
[0552] ME17457 contém Ceres Annot: 839064 (At1g80600, SEQ ID NO: 1478) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma aminotransferase de acetilornitina de 457 aminoácidos, um membro da família de aminotransferases da Classe-III. Esse é um homólogo do Clone Ceres: 19586 (ME01463, SEQ ID NO: 76). Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME17457 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotos- sintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgê- nicos agrupados através da mesma lâmina. Quatro eventos, -02, -03, -05 e -06, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME17457 é mostrado na Tabela 64. Eventos ME17457 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0102
Figure img0103
[0553] Os eventos -02, -03 e -05 segregaram 1:1 e o evento-06 segregou 3:1 (R:S) para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0554] Os eventos -02, -03, -05 e -06 de ME17457 não exi biramfenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 60 - Análise de Eventos ME17567
[0555] ME17567 contém Ceres Annot: 864666 (At1g16320, SEQ ID NO: 1490) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 273 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME17567 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME17567 é mostrado na Tabela 65. Eventos ME17567 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato, bem como eficiência fotossintética e crescimento intensificados sobre meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0104
Figure img0105
[0556] Os eventos -01 e -04 segregaram 2:1 e 3:1, respec-tivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0557] Os eventos -01 e -04 de ME17567 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 61 - Análise de Eventos ME17932
[0558] ME17932 contém Ceres Annot: 875012 (At3g53560, SEQ ID NO: 1509) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína da família comum de lúmen de cloroplasto de 340 ami- noácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME17932 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Quatro eventos, -01, -02, -03 e -05, mostraram eficiência fotossin- tética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-confi- gurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME17932 é mostrado na Tabela 66. Eventos ME17932 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0106
Figure img0107
[0559] Os eventos -01, -02, -03 e -05 segregaram 3:1, 2:1, 15:1 e 1:1, respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0560] Os eventos -01, -02, -03 e -05 of ME17932 não exi biramfenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 62 - Análise de Eventos ME17936
[0561] ME17936 contém Ceres Annot: 874016 (At3g42800, SEQ ID NO: 1524) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de função desconhecida de 341 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME17936 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME17936 é mostrado na Tabela 67. Eventos ME17936 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato, bem como quanto à eficiência fotossintética aumentada e crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada.
Figure img0108
Figure img0109
[0562] Os eventos -01 e -05 segregaram 3:1 (R:S) para re-sistência ao FINALE™ na geração T2.
[0563] Os eventos -01 e -05 de ME17936 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 63 - Análise de Eventos ME18275
[0564] ME18275 contém Ceres Annot: 827304 (At2g18300, SEQ ID NO: 1536) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica um domínio de ligação a DNA de hélice-loop-hélice de 335 aminoáci- dos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME18275 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME18275 sobre meio contendo baixo teor de nitrato é mostrado na Tabela 68. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Descobriu-se que três eventos, -01, -02 e -03, eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgênicos agrupados após 14 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05, usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Eventos ME18275 foram também testados quanto à eficiência fo- tossintética sobre o meio com baixo teor de nitrato, bem como quanto à eficiência fotossintética aumentada e crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0110
Figure img0111
[0565] Os eventos -01, -02 e -03 segregaram 3:1 (R:S) para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0566] Os eventos -01, -02 e -03 de ME18275 não exibiram fenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 64 - Análise do Evento ME18924
[0567] ME18924 contém Ceres Annot: 869192 (At1g72160, SEQ ID NO: 1553) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína da família emp24/gp25L/p24 de 490 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME18924 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Um sumário da eficiência fotos- sintética de mudas ME18924 é mostrado na Tabela 69. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Três eventos, -02, -04 e -05, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio con-tendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05, usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME18924 sobre meio contendo baixo teor de nitrato é mostrado na Tabela 70. Nesse estudo, a área de muda para plan tas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Descobriu-se que dois eventos, -01 e -04, eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgê- nicos agrupados após 18 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05, usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual.
Figure img0112
[0568] Eventos ME18924 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Um sumário do crescimento intensificado de eventos ME18924 sobre meio contendo baixo teor de nitrato é mostrado na Tabela 70. Nesse estudo, a área de muda para plantas transgênicas dentro de um evento foi comparada com a área de muda para segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma linhagem. Descobriu-se que dois eventos, -01 e -04, eram significativamente maiores do que os segregantes não-transgê- nicos agrupados após 18 dias de crescimento sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p ≤ 0,05, usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual.
Figure img0113
Figure img0114
(T3)
[0569] Os eventos -01, -02, -04 e -05 segregaram 3:1, 15:1, 2:1 e 2:1, respectivamente (R:S), para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0570] Os eventos -01, -02, -04 e -05 de ME18924 não exi-biramfenótipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgênicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 65 - Análise de Eventos ME19182
[0571] ME19182 contém Ceres Annot: 876419 (At4g01480, SEQ ID NO: 1576) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína pirofosfatase inorgânica de 216 aminoácidos. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME19182 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgê- nicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -01 e -03, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato de amônio com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME19182 é mostrado na Tabela 71. Eventos ME19182 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas transgênicas e os controles foi observada.
Figure img0115
[0572]Os eventos -01 e -03 segregaram 2:1 e 3:1, respec- tivamente, (R:S) para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0573] Os eventos -01 e -03 of ME19182 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 66 - Análise de Eventos ME20628
[0574] ME20628 contém Ceres Annot: 859276 (At2g21230, SEQ ID NO: 175) de Arabidopsis thaliana, o qual codifica uma proteína de 188 aminoácidos de função desconhecida. Avaliação de tolerância a baixo teor de nitrogênio para ME20628 em T2 e T3 foi conduzida sob as mesmas condições conforme descrito nos Exemplos 2 e 3. Nesse estudo, a eficiência fotossintética da muda foi medida como Fv/Fm, comparando as plantas transgênicas dentro de um evento com segregantes não-transgênicos agrupados através da mesma lâmina. Dois eventos, -03 e -04, mostraram eficiência fotossintética significativamente aumentada sobre meio contendo baixo teor de nitrato com relação aos controles internos em ambas as gerações a p < 0,05 usando um t-teste uni-configurado admitindo variância igual. Um sumário da eficiência fotossintética de mudas ME20628 é mostrado na Tabela 72. Eventos ME20628 foram também testados quanto ao crescimento intensificado sobre o meio com baixo teor de nitrato, bem como quanto à eficiência fotossintética aumentada e crescimento intensificado sobre meio com baixo teor de nitrato de amônio. Nenhuma diferença significativa entre as mudas trans- gênicas e os controles foi observada.
Figure img0116
[0575] Os eventos -03 e -04 segregaram 3:1 (R:S) para resistência ao FINALE™ na geração T2.
[0576] Os eventos -03 e -04 de ME20628 não exibiram fenó- tipos negativos estatisticamente relevantes. Isto é, não houve redução detectável na taxa de germinação, as plantas transgê- nicas pareciam o tipo silvestre em todos os casos; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto aos dias até floração; não houve diferenças estatísticas ou observáveis entre as mudas trans- gênicas e controles quanto ao tamanho da área de roseta 7 dias pós-florescimento prematuro; e não houve diferenças estatísticas ou observáveis as mudas transgênicas e controles quanto à fertilidade (número de silíquas e enchimento de semente).
Exemplo 67 - Determinação de homólogos funcionais através de BLAST Recíproco
[0577] Uma sequência candidata era considerada um homólogo funcional de uma sequência de referência se as sequências candidata e de referência codificavam proteínas tendo uma função e/ou atividade similar. Um processo conhecido como BLAST Recíproco (Rivera et al. (1998) Proc. Natl. Acad. Sci. USA, 95: 6239-6244) foi usado para identificar sequências homólogas funcionais potenciais a partir de bancos de dados consistindo em todas as sequências peptídicas públicas e privadas disponíveis, incluindo NR do NCBI e traduções de peptídeo dos clones Ceres.
[0578] Antes de iniciar um processo de BLAST Recíproco, um polipeptídeo de referência específico foi pesquisado contra todos os peptídeos a partir de sua espécie fonte usando o BLAST de forma a identificar polipeptídeos tendo identidade de sequência, pelo BLAST, de 80% ou mais com o polipeptídeo de referência e uma extensão de alinhamento de 85% ou mais ao longo da sequência mais curta no alinhamento. O polipeptídeo de referência e qualquer um dos polipeptídeos identificados antes mencionados foram designados como um agrupamento.
[0579] O programa BLASTP versão 2.0 da Washington Univer-sity em Saint Louis, Missouri, EUA foi usado para determinar a identidade de sequência pelo BLAST e o E-valor. O programa BLASTP versão 2.0 inclui os seguintes parâmetros: 1) um corte de E-valor de 1,0e-5; 2) um tamanho de palavra de 5; e 3) a opção -postsw. A identidade de sequência pelo BLAST foi calculada baseado no alinhamento dos primeiros Pares de Segmento de Alto Escore (High-scoring Segment Pairs - HSP) pelo BLAST da sequência homóloga funcional identificada com um polipeptídeo de referência específico. O número de resíduos identicamente combinados no alinhamento HSP pelo BLAST foi dividido pela extensão do HSP e, então, multiplicado por 100 para proporcionar a identidade de sequência pelo BLAST. A ex-tensão do HSP incluía, tipicamente, intervalos no alinhamento mas, em alguns casos, intervalos foram excluídos.
[0580] O principal processo de BLAST Recíproco consiste em dois ciclos de buscas pelo BLAST; busca progressiva e busca reversa. Na etapa de busca progressiva, uma sequência polipeptídica de referência, “polipeptídeo A,” da espécie fonte SA foi submetida ao BLAST contra todas as sequências de proteína de uma espécie de interesse. Hits superiores foram determinados usando um corte de E-valor de 10-5 e um corte de identidade de sequência de 35%. Dentre os hits superiores, a sequência tendo o menor E-valor foi designada como o melhor hit e considerada um homólogo ou ortólogo potencial. Qualquer outro hit superior que tinha uma identidade de sequência de 80% ou mais com o melhor hit ou o polipeptídeo de referência original foi considerado um homólogo ou ortólogo funcional potencial também. Esse processo foi repetido para todas as espécies de interesse.
[0581] No ciclo de busca reversa, os hits superiores iden-tificados na busca progressiva de todas as espécies foram submetidos ao BLAST contra todas as sequências de proteína da espécie fonte SA. Um hit superior da busca progressiva que retornou um polipeptídeo do agrupamento antes mencionado como seu melhor hit também foi considerado como um homólogo funcional potencial.
[0582] Homólogos funcionais foram identificados através de inspeção manual de sequências homólogas funcionais potenciais. Homólogos funcionais representativos para SEQ ID NO: 3, SEQ ID NO: 49, SEQ ID NO: 77, SEQ ID NO: 100, SEQ ID NO: 152, SEQ ID NO: 166, SEQ ID NO: 186, SEQ ID NO: 208, SEQ ID NO: 218, SEQ ID NO: 234, SEQ ID NO: 246, SEQ ID NO: 300, SEQ ID NO: 332, SEQ ID NO: 368, SEQ ID NO: 510, SEQ ID NO: 533, SEQ ID NO: 558, SEQ ID NO: 593, SEQ ID NO: 613, SEQ ID NO: 646, SEQ ID NO: 687, SEQ ID NO: 730, SEQ ID NO: 746, SEQ ID NO: 769, SEQ ID NO: 792, SEQ ID NO: 824, SEQ ID NO: 828, SEQ ID NO: 855, SEQ ID NO: 891, SEQ ID NO: 917, SEQ ID NO: 944, SEQ ID NO: 976, SEQ ID NO: 982, SEQ ID NO: 1054, SEQ ID NO: 1099, SEQ ID NO: 1112, SEQ ID NO: 1116, SEQ ID NO: 1159, SEQ ID NO: 1166, SEQ ID NO: 1185, SEQ ID NO: 1194, SEQ ID NO: 1210, SEQ ID NO: 1274, SEQ ID NO: 1302, SEQ ID NO: 1342, SEQ ID NO: 1385, SEQ ID NO: 1409, SEQ ID NO: 1428, SEQ ID NO: 1463, SEQ ID NO: 1491, SEQ ID NO: 1510, SEQ ID NO: 1525, SEQ ID NO: 1537, SEQ ID NO: 1554, SEQ ID NO: 1577 e SEQ ID NO: 1437 são mostrados nas figuras 1-57, respectivamente. Homólogos exemplificativos adicionaisestão correlacionados a determinadas figuras na Listagem de Sequência.
Exemplo 68 - Determinação de homólogos funcionais através de Modelos Ocultos de Markov
[0583] Modelos Ocultos de Markov (Hidden Markov Models - HMMs) foram gerados pelo programa HMMER 2.3.2. Para gerar cada HMM, os parâmetros de default do programa HMMER 2.3.2, configurado para alinhamentos globais, foram usados.
[0584] Um HMM foi gerado usando as sequências mostradas na figura 1 como entrada. Essas sequências foram adaptadas ao modelo e um escore de bit HMM representativo para cada sequênciaé mostrado na Listagem de Sequência. Sequências adicionais foram adaptadas ao modelo e escores de bit HMM representativos para qualquer uma de tais sequências adicionais são mostrados na Listagem de Sequência. Os resultados indicam que essas sequênciasadicionais são homólogos funcionais de SEQ ID NO: 3.
[0585] O procedimento acima foi repetido e um HMM foi gerado para cada grupo de sequências mostradas nas figuras 2-57, usando as sequências mostradas em cada figura como entrada para esse HMM. Um escore de bit representativo para cada sequência é mostrado na Listagem de Sequência. Sequências adicionais foram adaptadas a determinados HMMs e escores de bit HMM representativos são mostrados na Listagem de Sequência. Os resultados indicam que essas sequências adicionais são homólogos funcionais das sequências das sequências usadas para gerar esse HMM.
VIII. Outras Modalidades
[0586] Deve ser entendido que, embora a invenção tenha sido descrita em conjunto com a descrição detalhada da mesma, a descrição precedente se destina a ilustrar e não limitar o escopo da invenção, o qual é definido pelo escopo das reivindicações em anexo. Outros aspectos, vantagens e modificações estão dentro do escopo das reivindicações a seguir.

Claims (3)

1. Método de produção de uma planta caracterizado pelo fato de que o referido método compreende: crescimento de uma célula de planta compreendendo um ácido nucleico exógeno, o referido ácido nucleico exógeno compreendendo uma região regulatória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotídeo que codifica um polipeptídeo, em que a referida sequência de nucleotídeo compreende a sequência de polinucleotídeo de SEQ ID NO: 1184, 1186 ou 1188; crescimento de uma planta a partir da referida célula de planta; e seleção da planta que tem um nível aumentado de tolerância a baixo teor de nitrogênio quando comparado com o nível correspondente de tolerância a baixo teor de nitrogênio de uma planta de controle que não compreende o referido ácido nucleico.
2. Método de aumentar o nível de tolerância a baixo teor de nitrogênio em uma planta caracterizado pelo fato de que o referido método compreende a introdução, em uma célula de planta, de um ácido nucleico exógeno, o referido ácido nucleico exógeno compreendendo uma região regulatória operavelmente ligada a uma sequência de nucleotídeo que codifica um polipeptídeo, em que a referida sequência de nucleotídeo compreende a sequência de polinucleotídeo de SEQ ID NO: 1184, 1186 ou 1188.
3. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que a referida sequência de nucleotídeo compreende a sequência de polinucleotídeo de SEQ ID NO: 1186 ou 1188.
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