BRPI0907995B1 - Método e equipamento para processar mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão - Google Patents
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Abstract
método e equipamento para processar mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão. um método para processar uma mensagem de sinalização que especifica restrições à taxa de transmissão pode incluir funcionar em um primeiro estado. o método pode incluir também receber a mensagem de sinalização de uma rede. a mensagem de sinalização pode incluir um tempo ativação, as restrições á taxa de transmissão e a duração de controle. o método pode incluir também receber um acionador de transição entre estados para funcionar em um segundo estado. o método pode incluir também determinar o comportamento do equipamento de usuário no que se refere ás restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados.
Description
A presente revelação refere-se de maneira geral a sistemas de comunicação. Mais especificamente, a presente revelação refere-se a métodos e um equipamento para processar uma mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão.
Conforme aqui utilizado, o termo "equipamento de usuário"refere-se a um aparelho eletrônico que pode ser utilizado em comunicação de voz e/ou dados através de uma rede de comunicações sem fio. Exemplos de equipamento de 15 usuário incluem telefones celulares, assistentes digitais pessoais (PDAs), aparelhos de mão, modems sem fio, computadores laptop, computadores pessoais, etc. O equipamento de usuário (UE) pode ser referido alternativamente como estação móvel, terminal móvel, ffθ estação de~"assinante, esta~ção :reirrota, "termina 1 "de usuário, terminal, unidade de assinante, terminal de acesso, etc.
Uma rede de comunicações sem fio pode prover comunicação para vários UEs, cada um dos quais pode ser servido por uma estação base. Uma estação base pode ser 25 referida alternativamente como ponto de acesso, Nó B ou alguma outra terminologia.
Um UE pode comunicar-se com uma ou mais estações base por meio de transmissões no uplink e no downlink. O uplink (ou link reverso) refere-se ao link de comunicação 30 do UE para a estação base, e o downlink (ou link direto) refere-se ao link de comunicação da estação base para o UE.
Os recursos de uma rede de comunicações sem fio (largura de banda e potência de transmissão, por exemplo) podem ser compartilhados entre vários UEs. São conhecidas diversas técnicas de acesso múltiplo, inclusive acesso múltiplo por divisão de código (CDMA), acesso múltiplo por divisão de tempo (TDMA), acesso múltiplo por divisão de frequência (FDMA) e acesso múltiplo por divisão de frequência ortogonal (OFDMA).
Benefícios podem ser obtidos por sistemas e métodos aperfeiçoados relacionados com o funcionamento de UEs.
A Figura 1 é um diagrama de blocos de um sistema de comunicação de acordo com a topologia de rede do Sistema Universal de Telecomunicações Móveis (UMTS);
A Figura 2 é um diagrama de blocos que mostra um equipamento de usuário (UE) para processar mensagens de controle de combinação de formatos de transporte (TFCC);
A Figura 3 mostra um exemplo de um sistema no qual uma rede envia uma mensagem TFCC a um UE que restringe o UE de transmitir a determinadas taxas; 2 0 A- Figura 4—mostra um exemplo que mostra o processamento de uma mensagem TFCC por um UE;
A Figura 5 é um diagrama de fluxos de um método para processar uma mensagem de controle de combinação de formatos de controle;
A Figura 6 é um diagrama de fluxos de outro método para processar uma mensagem de controle de combinação de formatos de transporte;
A Figura 7 mostra um diagrama de estados de diversos estados e modos no UMTS e no Sistema Global para 30 comunicações Móveis (GSM); e
A Figura 8 mostra diversos componentes que podem ser utilizados em uma configuração de um UE.
É revelado um método para processar uma mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão. 0 método pode funcionar em um primeiro estado. A mensagem de sinalização é recebida de uma rede. A 5 mensagem de sinalização inclui um tempo de ativação e as restrições à taxa de transmissão. Um acionador de transição entre estados para funcionar em um segundo estado é recebido. 0 comportamento do equipamento de usuário é determinado no que se refere às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados. A mensagem de sinalização pode ser uma mensagem de controle de combinação de formatos de transporte (TFCC).
Determinar o comportamento do equipamento de 15 usuário quanto às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados pode incluir determinar se o tempo de ativação foi atingido. Quando o tempo de ativação não tiver sido atingido, determinar o comportamento do equipamento de usuário quanto 20 às—restrições—à—taxa—de—transmissão—quarrdo—do—recebimento do acionador de transição entre estados pode incluir também determinar se a mensagem de sinalização inclui uma duração de controle.
A mensagem de sinalização pode incluir a duração de controle. As restrições à taxa de transmissão podem ser aplicadas imediatamente.
A mensagem de sinalização pode não incluir a duração de controle. 0 método pode funcionar como se a duração de controle tivesse decorrido e remover as restrições à taxa de t ransmissão. Além disto, o método pode reverter de volta a uma taxa de transmissão que o equipamento de usuário tinha antes de receber a mensagem de sinalização.
O tempo de ativação pode ser atingido. Determinar o comportamento do equipamento de usuário quanto às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados pode incluir também determinar se a duração de controle incluída na mensagem de sinalização decorreu. A duração de controle pode não decorrer, e o método pode funcionar como se a duração de controle tiver decorrido e remover as restrições à taxa de transmissão. Além disto, o método pode reverter de volta a uma taxa de transmissão que o equipamento de usuário tinha antes de receber a mensagem de sinalização.
O primeiro estado pode ser um estado CELL_DCH. As restrições à taxa de transmissão podem aplicar-se a uma taxa de dados de uplink.
É revelado um equipamento de usuário configurado para processar uma mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão. O equipamento de usuário inclui um processador e um conjunto de circuitos acoplado ao processador. O equipamento de usuário funciona em um primeiro estado. A mensagem de sinalização é recebida de uma rede. A mensagem de sinalização inclui um tempo de ativação e as restrições à taxa de transmissão. Um acionador de transição entre estados para funcionar em um segundo estado é recebido. O comportamento do equipamento de usuário é determinado no que se refere às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados.
É também revelado um equipamento de usuário configurado para processar uma mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão. O equipamento de usuário inclui um dispositivo para funcionar em um primeiro estado e um dispositivo para receber a mensagem de sinalização de uma rede. A mensagem de sinalização inclui um tempo de ativação e as restrições à taxa de transmissão. O equipamento de usuário inclui um dispositivo para receber um acionador de transição entre estados para funcionar em um'segundo estado. 0 equipamento de usuário inclui também um dispositivo para determinar o comportamento do equipamento de usuário no que se refere às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados.
É revelado um produto de programa de computador para processar uma mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão. O produto de programa de computador compreende um meio passivel de leitura por computador que tem instruções nele. As instruções incluem um código para funcionar em um primeiro estado e um código para receber a mensagem de sinalização de uma rede. A mensagem de sinalização inclui um tempo de ativação e as restrições à taxa de transmissão. As instruções incluem um código para receber um acionador de transição entre estados para funcionar em um segundo estado. As instruções incluem também um código para determinar o comportamento do equipamento de usuário no que se refere às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados.
Diversos exemplos são agora descritos com referência aos desenhos. Na descrição seguinte, para fins de explanação, numerosos detalhes específicos são apresentados de modo a se obter um entendimento completo de um ou mais aspectos. Pode ser evidente, contudo, que tal (ais) aspecto(s) pode(m) ser posto(s) em prática sem estes detalhes específicos. Em outros casos, estruturas e aparelhos notoriamente conhecidos são mostrados em forma de diagrama de blocos de modo a se facilitar a descrição de um ou mais exemplos.
A Figura 1 é um diagrama de blocos de um sistema de comunicação 100 de acordo com a topologia de rede do Sistema Universal de Telecomunicações Móveis (UMTS). Um sistema UMTS pode incluir um equipamento de usuário (UE) 102, uma rede de acesso e uma rede básica 106. O UE 102 pode ser acoplado à rede de acesso, que é acoplada à rede básica 106, que pode ser acoplada a uma rede externa (não mostrada).
O UE 102 é geralmente um aparelho que permite que o usuário acesse serviços de rede UMTS. 0 UE 102 pode ser um aparelho móvel tal como um telefone celular, uma estação fixa ou outro terminal de dados. Por exemplo, o UE 102 pode ser um terminal de rádio utilizado em rádio-comunicações através de uma interface aérea (Uu) 140. A interface Uu 140 é a interface através da qual o UE 102 acessa a parte fixa do sistema.
A rede de acesso pode incluir o equipamento de rádio para acessar a rede. Em um sistema WCDMA, a rede de acesso é a interface aérea da Rede de Rádio-Acesso Terrestre Universal (UTRAN) 130. A UTRAN 130 pode incluir um ou mais subsistemas de rede de rádio (RNS) 134, que incluem pelo menos uma estação base ou "Nó B" 136, acoplada a pelo menos um rádio-controlador de rede (RNC) 134.
O RNC 134 pode controlar os rádio-recursos da UTRAN 130. Os RNCs 134a, 134b da rede de acesso podem comunicar-se com a rede básica 106 por meio de uma interface 144, que pode ser referida como a interface lu 144. Um RNC 134 da rede de acesso pode comunicar-se com um Nó B 136 por meio de uma interface 142, que pode ser referida como a interface lub 142. A interface Uu 140, a interface lu 144 e a interface lub 142 proporcionam o funcionamento de Internet entre equipamentos de diferentes vendedores e são especificadas nos padrões 3GPP. A implementação do RNC 134 varia de vendedor para vendedor e, portanto, será descrita em termos gerais a seguir.
O RNC 134 pode funcionar como o elemento de comutação e controle da UTRAN 130. O RNC 134 pode ser localizado entre a interface lub 142 e a interface lu 144. O RNC 134 pode atuar como um ponto de acesso de serviços para todos os serviços que a UTRAN 130 provê para a rede básica 106. Por exemplo, a UTRAN 130 pode gerenciar a conexão entre a rede básica 106 e um UE 102.
Os RNCs 134, 134b podem comunicar-se um com o outro através de uma interface 146, que pode ser referida como a interface lur 146, que permite soft handover entre células conectadas a nós diferentes. Os RNCs 134 e os Nós B 136 podem comunicar-se através e ser conectados por meio da interface lub 142. Um RNC 134 pode controlar a utilização dos rádio-recursos pelo Nó B 136 acoplado a um RNC 134 especifico. Cada Nó B 136 pode controlar uma ou mais células e pode prover um rádio-link para o UE 102. O Nó B 136 pode executar processamento de interface, tal como codificação e intercalação de canais, adaptação de taxas e espalhamento.
A rede básica 106 pode incluir toda a capacidade de comutação e roteamento para conexão ou com uma rede telefônica comutada pública (PSTN) (não mostrada) ou com uma rede de dados em pacotes (PDN) (não mostrada) . A rede básica 106 pode incluir também capacidade de comutação e roteamento para serviços de gerenciamento de mobilidade e localização de assinantes.
A presente revelação refere-se de maneira geral a mensagens de sinalização, tais como mensagens de controle de combinação de formatos de transporte (TFCC). A Figura 2 é um diagrama de blocos que mostra um equipamento de usuário 202 para processar mensagens TFCC. As mensagens
TFCC podem ser utilizadas para restringir a transmissão pelo UE 202 a determinadas taxas. Por exemplo, as mensagens TFCC podem ser utilizadas pela rede para restringir a utilização pelo UE 202 de determinados Identificadores de Combinação de Formatos de Transporte (TFCI) do conjunto de Combinações de Formatos de Transporte (TFCS) completo, que pode restringir a transmissão pelo UE 202 a determinadas taxas. As mensagens TFCC são discutidas mais detalhadamente a seguir com referência à Figura 3.
O UE 202 pode incluir um módulo de estados 210. O módulo de estados 210 pode incluir os estados do UE 202 quando o UE 202 está no modo conectado de controle de rádio-recursos de Rádio-Acesso Terrestre UMTS (UTRA RRC).
O módulo de estados 210 pode incluir um estado CELL_DCH 212. O estado CELL_DCH 212 pode ser também referido como estado de canal dedicado. O módulo de estados 210 pode incluir também um estado CELL_FACH 214. O estado CELL_FACH 214 pode ser também referido como estado de canal de acesso direto. O módulo de estados 210 pode incluir também um estado CELL_PCH 216. O módulo de estados 210 pode incluir também um estado URA_PCH 218. O estado CELL_PCH 216 e o estado URA_PCH 218 podem ser também referidos como estado de canal de paging ou estado comum. Os estados no modo conectado ULTRA RRC são discutidos mais detalhadamente a seguir com referência à Figura 7.
O UE 202 pode incluir também um módulo de comportamento 220. O módulo de comportamento 220 pode fazer determinações sobre como o UE 202 reagirá ao receber uma mensagem TFCC. O módulo de comportamento 220 pode controlar a taxa de dados de uplink 222 do UE 202. Por exemplo, o módulo de comportamento 220 pode restringir a transmissão pelo UE 202 a determinadas taxas. O módulo de comportamento 220 pode incluir também um cronômetro 224. O módulo de comportamento 220 pode utilizar o cronômetro 224 para determinar quando aplicar a restrição de mensagem TFCC à taxa de dados de uplink 222. Por exemplo, o módulo de comportamento 220 pode utilizar o cronômetro 224 para determinar o número de quadro de controle (CFN) no qual a taxa de dados de uplink 222 será abaixada. O módulo de comportamento 220 pode utilizar também o cronômetro 224 para determinar o CFN no qual a taxa de dados de uplink 222 será elevada depois que a taxa de dados de uplink 22 tiver sido temporariamente abaixada. O módulo de comportamento 220 pode utilizar também o cronômetro 224 para determinar quando aplicar e quando remover as mensagens de restrição TFCC.
A Figura 3 mostra um exemplo de um sistema 300 no qual uma rede 306 envia uma mensagem TFCC 350 a um UE 302. A mensagem TFCC 350 pode incluir restrições 352 a serem aplicadas a um ou mais UEs 302. Por exemplo, a mensagem TFCC 350 pode incluir restrições 352 à taxa de transmissão do UE 302. Em uma configuração, as restrições 352 à taxa de transmissão do UE 302 podem incluir restrições de dados de uplink ao UE 302. A mensagem TFCC 350 pode incluir também um tempo de ativação 354. O tempo de ativação 354 pode indicar o número de quadro de controle (CFN) no qual o UE 302 aplica as restrições 352 mensagem TFCC 350. O tempo de ativação 354 pode ser também referido como o tempo de ativação para o subconjunto TFC. Se a mensagem TFCC 350 não definir o tempo de ativação 354, as restrições 352 na mensagem TFCC 350 podem ser aplicadas assim que o UE 302 tenha recebido e processado a mensagem TFCC 350.
A mensagem TFCC 350 pode incluir também uma duração de controle 356. A duração de controle 356 pode indicar a duração de tempo na qual as restrições 352 na mensagem TFCC 350 são válidas. Alternativamente, a duração de controle 356 pode indicar o CFN no qual as restrições 352 na mensagem TFCC 350 já não são mais válidas. A duração de controle 356 pode ser também referida como a duração de controle TFC. Se a-mensagem TFCC 350 não definir a duração de controle 356 ou se a mensagem TFCC 350 não incluir uma duração de controle 356, as restrições 352 na mensagem TFCC 350 podem aplicar-se ao UE 302 até que a rede 306 sinalize ao UE 302 que utilize um TFCS diferente ou o UE 302 transite para um estado OCIOSO. A rede 306 pode transmitir a mesma mensagem TFCC 350 para mais de um UE 302. Se o comportamento do UE 302 não for definido depois que o UE 302 recebe uma mensagem TFCC 350, o UE 302 e a rede 306 podem ficar fora de sincronização no que se refere às restrições TFCI. Isto pode levar a um erro irrecuperável pelo RLC e uma interrupção da chamada.
A Figura 4 mostra um exemplo que mostra o processamento de uma mensagem TFCC 350 por um UE 302. O gráfico 600 mostra a taxa de dados 604 do UE ao longo do tempo 606. No tempo TI 610, o UE 302 pode receber 608 uma mensagem de sinalização 350 para restringir a taxa de dados 604. A mensagem de sinalização 350 pode incluir um tempo de ativação 354 e uma duração de controle 620. Neste exemplo, o tempo de ativação 354 está no tempo T2 614 e a duração de controle 620 está no tempo T3 618 menos o tempo T2 614. No tempo T2 614, que é o tempo de ativação 354, o UE 302 aplica 612 as restrições 352 da mensagem de sinalização 350 e a taxa de dados 605 é diminuída. No tempo T3 618, a duração de controle 620 expirou e o UE 302 remove 616 as restrições 352 da mensagem de sinalização 350 e aumenta a taxa de dados 604 até o nível em que estava antes de receber as restrições 352 da mensagem de sinalização.
A Figura 5 é um diagrama de fluxos de um método 400 para processar uma mensagem de controle de combinação de formatos de transporte 350. Um UE 402 pode funcionar 402 no estado CELL_DCH 212. O UE 302 pode receber 404 uma mensagem de sinalização 350 da rede 306. A mensagem de sinalização 350 pode indicar restrições ao UE 302. Por exemplo, a mensagem de sinalização 350 pode indicar uma restrição à taxa de dados de uplink do UE 302. Em uma configuração, a mensagem de sinalização 350 pode ser uma mensagem TFCC 350. A mensagem de sinalização 350 pode incluir um tempo de ativação 354. A mensagem de sinalização 350 pode incluir também uma duração de controle 356. Depois de receber a mensagem de sinalização 350, o UE 302 pode receber 406 um acionador de transição entre estados para mover-se até um estado diferente. Em uma configuração, o acionador de transição entre estados pode fazer com que o UE 302 se mova até um estado RRC diferente. Estados RRC são discutidos mais detalhadamente a seguir com referência à Figura 7. Ao receber um acionador de transição entre estados, o UE 302 pode preparar-se 408 para a transição entre estados. Em uma configuração, o UE 302 pode suportar uma alteração na Tecnologia de Rádio-Acesso (RAT) em vez de um acionador de transição entre estados.
Quando o UE 302 está se preparando 408 para a transição entre estados, o UE 302 pode determinar 410 se o tempo de ativação 354 foi atingido. O tempo de ativação 354 foi discutido acima com relação à Figura 3. Se o tempo de ativação 354 não tiver sido atingido, as restrições 352 da mensagem de sinalização não foram aplicadas ao UE 302. O UE 302 pode então determinar 412 se a mensagem de sinalização 350 inclui uma duração de controle 356. Se a mensagem de sinalização 350 incluir uma duração de controle 356, o UE 302 pode comportar-se 416 como se a duração de controle 356 tiver expirado e remover as restrições 352. 0 UE 302 pode então reverter 420 de volta ao Conjunto de Combinações de
Formatos de Transporte (TFCS) em que o UE 302 estava antes de receber a mensagem de sinalização 350. Se a mensagem de sinalização 350 não incluir uma duração de controle 356, o UE 302 pode aplicar imedíatamente 414 as restrições 352 incluidas na mensagem de sinalização 350. O UE 302 pode continuar utilizando os TFCIs permitidos pela mensagem TFCC 350 até que a rede reconfigure explicitamente o conjunto de TFCS ou o UE 302 transite para o estado OCIOSO.
Se o tempo de ativação 354 tiver sido atingido, as restrições 352 da mensagem de sinalização foram aplicadas ao UE 302. O UE 302 pode então determinar 418 se a duração de controle 356 incluida na mensagem de sinalização 350 decorreu. Se a duração de controle 356 tiver decorrido, as restrições 352 da mensagem de sinalização já foram removidas. O UE 302 pode então reverter 420 de volta ao TFCS em que o UE 302 estava antes de receber 404 a mensagem de sinalização 350. Se a duração de controle 356 não tiver decorrido, o UE 302 pode comportar-se 416 como se a duração de controle 356 tiver decorrido e o UE 302 pode remover as restrições 352. O UE 302 pode também reverter 420 de volta ao TFCS em que o UE 302 estava antes de receber 404 a mensagem de sinalização 350.
A Figura 6 é um diagrama de fluxos de outro método 500 para processar uma mensagem de controle de combinação de formatos de transporte. O UE 302 pode funcionar 502 em outro estado que não o estado CELL DCH 212. Por exemplo, o UE 302 pode funcionar no estado CELL_FACH 214. O UE 302 pode receber 504 uma mensagem de sinalização 350 da rede 306. A mensagem de sinalização 350 pode indicar restrições 352 ao UE 302. Por exemplo, a mensagem de sinalização 350 pode indicar uma restrição 352 à taxa de dados de uplink do UE 302. Em uma configuração, a mensagem de sinalização 350 pode ser uma mensagem TFCC 350. A mensagem de sinalização 350 pode incluir um tempo de ativação 354. A mensagem de sinalização 350 pode incluir também uma duração de controle 35 6. Ao receber 50-4 a mensagem de sinalização 35 em outro estado que não o estado CELL_DCH 212, o UE 302 pode rejeitar 506 a mensagem de sinalização 350. O UE 302 pode então indicar 508 esta falha à rede 306.
A Figura 7 mostra um diagrama de estados de diversos estados e modos no UMTS e no Sistema Global para comunicações Móveis (GSM). Os estados e modos mostrados na Figura 7 são apenas exemplos de alguns dos estados e modos nos quais um UE 302 pode funcionar.
Ao ser ligado, o UE 302 pode efetuar uma seleção de célula de modo a encontrar uma célula adequada da qual receber serviço. Esta célula é referida como célula servidora. O UE 302 pode então transitar para um modo conectado 702 de Controle de Rádio-Recursos (RRC) do Rádio Acesso Terrestre UMTS (UTRA) . 0 UE 302 pode receber e/ou transmitir dados com a rede UMTS enquanto no modo conectado 702 UTRA RRC, dependendo de seu estado e configuração RRC.
Enquanto no modo conectado 702 UTRA RRC, o UE 302 pode estar em um de quatro estados RRC possíveis: um estado CELL_DCH 708, um estado CELL_FACH 710, um estado CELL_PCH 706 ou um estado URA_PCH 704. Neste contexto, DCH denota canal de transporte dedicado, FACH denota canal de acesso direto, PCH denota canal de paging e URA denota área de registro UTRAN.
No estado CELL_DCH 7 08, o UE 302 pode comunicar- se com a rede UMTS para uma chamada de voz ou dados por meio de canais físicos dedicados alocados para o UE 302. No estado CELL_FACH 710, o UE 302 pode trocar sinalização e dados de taxa baixa com a rede UMTS por meio de canais comuns que são compartilhados com outros Ues 302.
No estado CELL_PCH 706 e no estado URA_PCH 704, o UE 302 pode monitorar periodicamente o PCH em busca de mensagens de paging e ao UE 302 não é permitido transmitir no uplink.
No estado CELL_PCH 7 06, a rede UMTS conhece a localização do UE 302 ao nivel celular. O UE 302 efetua uma atualização de célula com a rede UMTS sempre que o UE 302 se mover para uma nova célula. No estado URA_PCH 7-4, a rede UMTS conhece a localização do UE 302 ao nível de URA, em que uma URA é uma reunião de células. O UE 302 efetua uma atualização de URA com a rede UMTS sempre que o UE 302 se mover para uma nova URA. O UE 302 pode atualizar sua localização mais frequentemente no estado CELL_PCH 706 do que no estado URA_PCH 704.
O UE 302 pode transitar do estado CELL_DCH 708 ou do estado CELL_FACH 710 para outro estado no modo conectado UTRA RRC 702 executando um procedimento de reconfiguração. O UE 302 pode transitar entre diferentes configurações no estado CELL_DCH 708 executando também um procedimento de reconfiguração. A rede UMTS pode comandar o UE 302 para estar em um dos quatro estados RRC no modo conectado UTRA RRC 702 com base na atividade do UE 302.
A Figura 8 mostra diversos componentes que podem ser utilizados em uma configuração de um Equipamento de Usuário (UE) 800. 0 UE 800 pode incluir um processador ou unidade central de processamento (CPU)/controlador 804. A CPU/controlador 804 pode ser corporifiçada como um microprocessador, um microcontrolador, um processador de sinais digitais (DSP) ou outro aparelho conhecido na técnica. A memória 810, que pode incluir tanto memória de leitura exclusiva (ROM) quanto memória de acesso aleatório (RAM), pode fornecer instruções 830 e dados 820 à CPU/Controlador 804. A memória 810 pode incluir partes de memória de acesso aleatório não volátil (NVRAM). A CPU/Controlador 8Õ4 executa tipicamente operações lógicas e aritméticas com base nas instruções de programa 830 armazenadas dentro da memória 810. As instruções 830 na memória 810 podem ser executadas para implementar os métodos aqui descritos. Partes das instruções 830a e dos 820a são mostradas como sendo atualmente executadas ou lidas pela CPU/controlador 804.
Os dados 820 na memória 810 podem incluir uma ou mais mensagens de controle de Combinação de Formatos de Transporte (TFC) 822. Cada mensagem de controle TFC 822 pode ter sido recebida através da rede. Os dados 820 na memória 810 podem armazenar uma mensagem de controle TFC 822 até que a mensagem de controle TFC 822 tenha expirado. Alternativamente, os dados 820 na memória 810 podem armazenar uma mensagem de controle TFC 822 até que o UE 302 receba uma nova mensagem de controle TFC 822. A mensagem de controle TFC 822 pode incluir restrições 824 referentes ao EU 800. Por exemplo, a mensagem de controle TFC 822 pode incluir restrições 824 à taxa de dados de uplink do UE 800. A mensagem de controle TFC 822 pode incluir também um tempo de ativação para o subconjunto TFC 826. 0 tempo de ativação para o subconjunto TFC 826 pode indicador o número de quadro de controle (CFN) no qual as restrições 824 na mensagem de controle TFC 822 são aplicadas ao UE 800. A mensagem de controle TFC 822 pode incluir também uma duração de controle TFC 828. A duração de controle TFC 828 pode indicar a duração de tempo em que as restrições 824 da mensagem de controle TFC 822 são aplicáveis ao UE 800.
As instruções 830 na memória 810 podem incluir instruções 830 para receber 832 acionadores de transição entre estados. As transições entre estados foram discutidas mais detalhadamente com relação à Figura 7. As instruções 830 na memória 810 podem incluir também instruções 834 para receber uma mensagem de controle TFC. As instruções 830 na memória 810 podem incluir também instruções 83 para determinar o tempo de ativação para ocorrência de subconjunto TFC. As instruções 830 na memória 810 podem incluir também instruções 838 para aplicar as restrições da mensagem de controle TFC no tempo de ativação para o subconjunto TFC ao UE 800. As instruções 830 na memória 810 podem incluir também instruções 840 para determinar a expiração da duração de controle TFC. As instruções 830 na memória 810 podem incluir também instruções 842 para remover as restrições 824 da mensagem de controle TFC 822 após a expiração da duração de controle TFC 828. As instruções 830 na memória 810 podem incluir também instruções 844 para remover as restrições 824 da mensagem de controle TFC após o recebimento de um acionador de transição entre estados. As instruções 830 na memória 810 podem incluir também instruções 846 para aplicar as restrições 824 antes que o tempo de ativação para o subconjunto TFC 826 tenha sido atingido. As instruções 830 na memória 810 podem incluir também instruções 848 para reverter de volta do TFCS antes do recebimento da mensagem de controle TFC 848.
O UE 800 pode incluir um barramento de dados central 802 que conecta vários circuitos entre si. Os circuitos podem incluir a CPU/controlador 804, um circuito de recepção 806, um circuito de transmissão 808 e uma memória 810.
O circuito de recepção 806 e o circuito de transmissão 808 podem ser conectados a um circuito RF (de Rádio-Frequência) (não mostrado). O circuito de recepção 806 pode processar e armazenar em buffer sinais recebidos antes de enviar os sinais para fora do barramento de dados 802. Por outro lado, o circuito de transmissão 808 pode processar e armazenar temporariamente os dados do barramento de dados 802 antes de enviar os dados para fora do UE 800. A CPU/controlador 804 pode executar a função de gerenciamento de dados do barramento de dados 802 e também a função de processamento de dados gerais, inclusive a execução dos conteúdos de instrução da memória 810.
A memória 810 pode ser ligada a outro circuito de memória (não mostrado) , que pode ser ou do tipo volátil ou do tipo não volátil. Como alternativa, a memória 810 pode ser feita de outros tipos de circuito, tais como uma EEPROM (Memória de Leitura Exclusiva Programável Eletricamente Apagável), um ASIC (Circuito Integrado Especifico de Aplicativo), um disco magnético, um disco óptico e outros notoriamente conhecidos na técnica.
Deve-se observar também que os processos da invenção descritos podem ser também codificados como instruções passiveis de leitura por computador portadas em qualquer meio passivel de leitura por computador conhecido na técnica. Neste relatório e nas reivindicações anexas, o termo "maio passivel de leitura por computador" refere-se a qualquer meio que participe do provimento de instruções para qualquer processador, tal como a CPU/controlador 804 mostrado e descrito na figura de desenho da Figura 8, para execução. Tal meio pode ser do tipo de armazenamento e pode assumir a forma de um meio de armazenamento volátil ou não volátil descrito anteriormente, por exemplo, na descrição da memória 810 da Figura 8.
Conforme aqui utilizado, o termo "determinar" abrange uma ampla variedade de ações e, portanto, "determinar" pode incluir calcular, computar, processar, derivar, investigar, buscar (buscar em uma tabela, um banco de dados ou outra estrutura de dados, por exemplo), verificar e semelhantes. Além disto, "determinar" pode incluir receber (receber-informações, por exemplo), acessar (acessar dados em uma memória, por exemplo) e semelhantes. Além disto, "determinar" pode incluir resolver, selecionar, escolher, estabelecer e semelhantes.
A expressão "com base em" não significa "com base apenas em", a menos que expressamente especificado de outra maneira. Em outras palavras, a expressão "com base em" descreve tanto "com base apenas em" quanto "com base pelo menos em".
Conforme aqui utilizados, os termos "código" e "instruções" devem ser interpretados amplamente de modo a se incluir qualquer tipo de declaração passível de leitura por computador. Por exemplo, os termos "código" e "instruções" podem referir-se a um ou mais programas, rotinas, sub-rotinas, funções, procedimentos, etc.
Os diversos blocos, módulos e circuitos lógicos ilustrativos descritos em conexão com a presente revelação podem ser implementados ou executados com um processador para fins gerais, um processador de sinais digitais (DSP), um circuito integrado especifico de aplicação (ASIC), um arranjo de portas programável no campo (FPGA) ou outro dispositivo lógico programável, porta discreta ou lógica de transistor, componentes de hardware discretos ou qualquer combinação deles projetada para executar as funções aqui descritas. Um processador para fins gerais pode ser um microprocessador, mas alternativamente o processador pode ser qualquer processador, controlador, microcontrolador ou máquina de estado convencional. Um processador pode ser também implementado como uma combinação de dispositivos de computação, como, por exemplo, uma combinação de DSP e microprocessador, uma série de microprocessadores, um ou mais microprocessadores em conjunto com um núcleo de DSP ou qualquer outra configuração que tal.
As etapas de “método ou algoritmo descritas em conexão com a presente revelação podem ser corporifiçadas diretamente em hardware, em um módulo de software executado por um processador ou em uma combinação dos dois. Um módulo de software pode residir em qualquer forma de meio de armazenamento que seja conhecido na técnica. Alguns exemplos de meios de armazenamento que podem ser utilizados incluem memória RAM, memória flash, memória ROM, memória EPROM, memória EEPROM, registradores, um disco rígido, um disco removível, um CD-ROM e assim por diante. Um módulo de software pode compreender uma instrução única, ou muitas instruções, e pode ser distribuído através de vários segmentos de código diferentes, entre programas diferentes e através de vários meios de armazenamento. Um meio de armazenamento pode ser acoplado a um processador de modo que o processador possa ler informações do, e grave informações no, meio de armazenamento. Alternativamente, o meio de armazenamento pode ser integrante com o processador.
Os métodos aqui revelados compreendem uma ou mais etapas ou ações para executar o método descrito. As etapas e/ou ações de método podem ser intercambiadas umas com as outras sem que se abandone o alcance das reivindicações. Em outras palavras, a menos que uma ordem específica de etapas ou ações seja especificada, a ordem e/ou a utilização das etapas e/ou ações específicas podem ser modificadas sem que se abandone o alcance das reivindicações.
As funções descritas podem ser implementadas em hardware, software, firmware ou qualquer combinação deles. Se implementadas em software, as funções podem ser armazenadas como uma ou mais instruções em um meio passivel por computador. Um meio passivel de leitura por computador pode ser qualquer meio disponível que possa ser acessado por um computador. A titulo de exemplo, e não de limitação, um meio passivel de leitura por computador pode compreender RAM, ROM, EEPROM, CD-ROM ou outro armazenamento em disco óptico, aparelhos de armazenamento em disco magnético ou qualquer outro meio que possa ser utilizado para portar ou armazenar código de programa desejado sob a forma de instruções ou estruturas de dados que possam ser acessada por um computador. Discos (disc e disk), conforme aqui utilizados, incluem disco compacto (CD), disco de laser, disco óptico, disco versátil digital (DVD), disco flexivel e disco Blue-ray®, em que os discos (disks) usualmente reproduzem dados magneticamente, enquanto discos (discs) reproduzem dados opticamente com lasers.
Softwares ou instruções podem ser também transmitidas através de um meio de transmissão. Por exemplo, se o software for transmitido de um site da Web, servidor ou outra fonte remota utilizando-se cabo coaxial, cabo de fibra óptica, par trançado, linha de assinante digital (DSL) ou tecnologias sem fio tais como infravermelho, rádio e microonda, então o cabo axial, o cabo de fibra óptica, o par trançado, a DSL ou as tecnologias sem fio tais como infravermelho, rádio e microonda, são incluídas na definição de meio de transmissão.
Deve ficar também entendido que os dispositivos para executar os métodos e técnicas aqui descritos, tais como os mostrados nas Figuras 4 e 5, podem ser baixados e/ou obtidos de outro modo por uma estação de assinante e/ou estação base, conforme aplicável. Por exemplo, tal aparelho pode ser acoplado a um servidor para facilitar a transferência de dispositivos para executar os métodos aqui descritos. Alternativamente, diversos métodos aqui descritos podem ser providos por meio de um dispositivo de armazenamento (como, por exemplo, memória de acesso 5 aleatório (RAM), memória de leitura exclusiva (ROM), um meio de armazenamento fisico tal como um disco compacto (CD) ou disco flexivel, etc.), de modo que uma estação de assinante e/ou estação base possa obter os diversos métodos mediante acoplamento ou provimento do dispositivo de 10 armazenamento para o aparelho. Além do mais, pode ser utilizada qualquer técnica adequada para prover os métodos e técnicas aqui descritos para um aparelho.
Deve ficar entendido que as reivindicações não estão limitadas à configuração precisa e aos componentes 15 mostrados acima. Diversas modificações, alterações e variações podem ser feitas na disposição, funcionamento e nos detalhes dos sistemas, métodos e equipamento aqui descrito sem que se abandone o alcance das reivindicações.
Claims (14)
1. Método (400) para processar uma mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão, o método sendo implementado por um equipamento de usuário (102), o método caracterizadopelo fato de que compreende: funcionar (402) em um primeiro estado; receber (404) a mensagem de sinalização de uma rede, em que a mensagem de sinalização inclui um tempo de ativação e as restrições à taxa de transmissão; receber (406) um acionador de transição entre estados para funcionar em um segundo estado; e determinar o comportamento do equipamento de usuário quanto às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados; em que determinar o comportamento do equipamento de usuário quanto às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados compreende determinar em resposta ao recebimento do acionador de transição entre estados se (410) o tempo de ativação foi atingido, se no momento de preparação para a transição entre estados acionada as restrições à taxa de transmissão foram aplicadas ou não ao equipamento de usuário.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que a mensagem de sinalização é uma mensagem de controle de combinação de formatos de transporte (TFCC).
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que se o tempo de ativação não foi atingido, a etapa de determinar o comportamento do equipamento de usuário quanto às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados compreende determinar (412) se a mensagem de sinalização inclui uma duração de controle.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizadopelo fato de que se a mensagem de sinalização não inclui a duração de controle, compreende também aplicar imediatamente (414) as restrições à taxa de transmissão.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4, caracterizadopelo fato de que se a mensagem de sinalização inclui a duração de controle, compreende também comportar- se (416) como se a duração de controle tivesse decorrido e remover as restrições à taxa de transmissão.
6. Método, de acordo com a reivindicação 5, caracterizadopelo fato de que que compreende também reverter (420) de volta à taxa de transmissão que o equipamento de usuário tinha antes de receber a mensagem de sinalização.
7. Método, de acordo com a reivindicação 3, caracterizadopelo fato de que se o tempo de ativação foi atingido, a etapa de determinar o comportamento do equipamento de usuário quanto à restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados compreende determinar (418) se a duração de controle incluida na mensagem de sinalização decorreu.
8. Método, de acordo com a reivindicação 7, caracterizadopelo fato de que se a duração de controle não decorreu, compreende também comportar-se (416) como se a duração de controle tivesse decorrido e remover as restrições à taxa de transmissão.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8, caracterizadopelo fato de que que compreende também reverter (420) de volta à taxa de transmissão que o equipamento de usuário (102) tinha antes de receber a mensagem de sinalização.
10. Método, de acordo com a reivindicação 7, caracterizadopelo fato de que se a duração de controle decorreu, compreende também reverter (420) de volta à taxa de transmissão que o equipamento de usuário tinha antes de receber a mensagem de sinalização.
11. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o primeiro estado é um estado CELL_DCH.
12. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que as restrições à taxa de transmissão se aplicam a uma taxa de dados de uplink.
13. Equipamento de usuário (102, 800) que é configurado para processar uma mensagem de sinalização que se refere a restrições à taxa de transmissão, caracterizado pelo fato de que compreende: meios para funcionar em um primeiro estado; meios (834) para receber a mensagem de sinalização de uma rede, em que a mensagem de sinalização inclui um tempo de ativação e as restrições à taxa de transmissão; meios (832) para receber um acionador de transição entre estados em um segundo estado; e meios para determinar o comportamento do equipamento de usuário quanto às restrições à taxa de transmissão ao receber o acionador de transição entre estados, em que os meios para determinar o comportamento do equipamento de usuário quanto às restrições à taxa de transmissão quando do recebimento do acionador de transição entre estados compreendem meios para determinar em resposta ao recebimento do acionador de transição entre estados se (410) o tempo de ativação foi atingido, se no momento de preparação para a transição entre estados acionada as restrições à taxa de transmissão foram aplicadas ou não ao equipamento de usuário.
14. Memória caracterizadapelo fato de que compreende instruções armazenadas na mesma, as instruções 5 sendo executadas por um computador para realizar o método conforme definido em qualquer uma das reivindicações 1 a 12
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