BRPI0909948B1 - método e aparelho para alteração otimizada de células servidoras duplas - Google Patents
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Abstract
alteração de células duplas em serviço otimizadas são descritos um método e aparelho de implementação de alteração de células em serviço em uma unidade de transmissão e recepção sem fio (wtru) muiticelular (110). informações de células em serviço sãcj recebidas e armazenadas pela vvtru (110) para configurar previamente uma célula em serviço primária e secundária de uma célula adicionada a um conjunto ativo. pelo menos uma das células em serviço primária e secundária previamente configuradas é monitorada em busca de uma indicação de entrega. a alteração da célula em serviço para as células em serviço primária e secundária é realizada utilizando as informações de célula em serviço previamente configuradas mediante recebimento de uma indicação de entrega.
Description
[001] O presente pedido refere-se a comunicações sem fio.
[002] Como parte da evolução contínua do padrão de Múltiplo Acesso por Divisão de Códigos em Banda Larga (WCDMA) do Projeto de Parceria de Terceira Geração (3GPP), foi aprovado Acesso a Pacotes por Downlink em Alta Velocidade (HSDPA) de Células Duplas (DC-HSDPA) em 3GPP. HSDPA de células duplas é uma evolução natural de Acesso a Pacotes em Alta Velocidade (HSPA) que permite o uso de uma segunda portadora de HSPA (ou seja, duas portadoras de downlink de 5 MHz) para criar um condutor de dados de downlink maior.
[003] A operação do DC-HSDPA é retrocompatível com dispositivos da Versão 7, 6 e 5 e da Versão 99 por meio de interoperação ininterrupta entre áreas de cobertura de portadora única e portadora dupla. Operação de células duplas fornece aumento de rendimento e redução da latência. De forma mais importante, mais unidades de transmissão e recepção sem fio (WTRUs) detêm acesso a velocidades de dados mais altas, especialmente em más condições de rádio em que técnicas tais como Múltiplas Recepções e Múltiplas Transmissões (MIMO) não são utilizadas. Em termos de desempenho de sistema, HSDPA de Células Duplas oferece eficiente equilíbrio de carga ao longo de portadoras e algum ganho de capacidade.
[004] A operação de células duplas definida na Versão 8 do padrão 3GPP aplica-se apenas ao downlink, sendo que a transmissão por uplink (UL) é restrita a uma única célula, ou seja, portadora. Além disso, foram impostas as restrições adicionais a seguir: as duas células de downlink pertencem ao mesmo Nó B e encontram-se em portadoras adjacentes (e, por extensão, as portadoras encontram-se na mesma faixa de frequências); duas portadoras em operação na célula dupla possuem a mesma referência de tempo e os seus downlinks são sincronizados; e as duas células de downlink cobrem a mesma área geográfica (setor). Consequentemente, uma WTRU capaz de células duplas é configurada para receber duas portadoras de downlink (uma portadora âncora e uma portadora suplementar) e transmitir uma portadora âncora de downlink. A portadora âncora de downlink coincide com a portadora âncora de uplink.
[005] Além disso, entregas interfrequências podem ser utilizadas para alterar portadoras âncora em um Nó B.
[006] Uma WTRU HSDPA de células duplas pode ser configurada para realizar procedimentos de mobilidade normais. Um aspecto importante de HSDPA e mobilidade de canais dedicados aprimorados (E-DCH) é a alteração da célula servidora (handover). O handover é o processo no qual uma WTRU comuta de uma célula para outra sem interrupção do serviço. O handover suave designa uma característica em que uma WTRU é simultaneamente conectada a duas ou mais células (ou setores de células) durante uma chamada. Caso os setores sejam do mesmo local de células físico (local setorizado), ele é denominado handover mais suave.
[007] Em HSDPA, o procedimento de handover não permite o handover suave ou o handover mais suave. Os canais compartilhados em alta velocidade são monitorados pela WTRU em uma única célula, que é denominada célula servidora HS-DSCH. Durante o handover, a WTRU comuta para uma nova célula servidora HS-DSCH (célula alvo/Nó B) e suspende a comunicação com a célula servidora HS-DSCH antiga (célula fonte/Nó B). Este procedimento também é denominado alteração de célula do HS-DSCH.
[008] Com a introdução do DCH aprimorado no UL, a WTRU deve também manter conexão com uma célula servidora E-DCH. A célula servidora HS-DSCH e a célula servidora E-DCH devem ser idênticas ao longo de toda a conexão da WTRU. Quando ocorrer uma alteração de célula servidora HS-DSCH, portanto, também ocorre uma alteração de célula servidora E-DCH. O procedimento combinado também é denominado alteração da célula servidora.
[009] Um aspecto importante do handover é a seleção de uma "melhor célula". Consequentemente, a WTRU mede continuamente a potência de sinal do canal piloto comum (CPICH) das células vizinhas. Caso o sinal medido da célula vizinha exceda o da célula servidora, a WTRU relata para o controlador da rede de rádio (RNC) uma alteração da melhor célula por meio de um evento de relatório de medição do Controlador de Recursos de Rádio (RRC) 1D. O relatório de medição contém o valor medido e a identificação da célula (ID da célula). O RNC realiza em seguida a determinação final quanto à possível ocorrência de uma alteração de célula servidora.
[0010] Uma alteração de célula servidora pode também ocorrer por meio de outros eventos de relatório de medição de RRC, tais como o evento IA ou o evento 1C, ou como parte de um procedimento de atualização de conjuntos ativos.
[0011] Mediante recebimento desses eventos, o RNC se realiza um handover para uma célula nova. O RNC servidor (SRNC) solicita ao RNC de controle (CRNC) que aloque recursos de canal compartilhado em downlink em alta velocidade (HS-DSCH) (tais como identificador de transações de rede de rádio HS-DSCH (H-RNTI), códigos de canal de controle compartilhado em alta velocidade (HS-SCCH), recursos de solicitação de repetição automática híbrida (HARQ) etc.) e recursos de E-DCH (tais como E-RNTI, Canal de Concessão Absoluta de E-DCH (E-AGCH) e Canal de Concessão Relativa de E-DCH (E- RGCH) etc.) para a WTRU na célula alvo por meio de mensagens de Parte de Aplicação de Subsistema de Rede de Rádio (RNSAP) e/ou Parte de Aplicação de Nós B (NBAP). Após a reserva dos recursos, o CRNC fornece todas as informações para o SRNC que, por sua vez, transmite uma mensagem de handover do RRC para a WTRU. A mensagem do RRC, que pode indicar uma alteração da célula servidora HS-DSCH, inclui, mas sem limitações, uma reconfiguração de canais físicos, reconfiguração de canais de transporte, reconfiguração de portadora de rádio e atualização de conjuntos ativos.
[0012] A mensagem de handover do RRC fornece à WTRU parâmetros de acesso via rádio necessários para que a WTRU comece a monitorar a célula alvo. Além disso, a mensagem do RRC pode fornecer um tempo de ativação que notifica à WTRU em qual momento deverá ocorrer o handover.
[0013] Os handovers podem ser sincronizados ou não sincronizados. Em um handover não sincronizado, a rede e a WTRU não ativam os recursos e comutam ao mesmo tempo. O tempo de ativação para a WTRU é definido como "agora". Isso reduz os atrasos associados ao procedimento de handover; ele aumenta, entretanto, a probabilidade de perda de dados.
[0014] Em um handover sincronizado, a rede e a WTRU realizam a alteração de recursos simultaneamente. A rede define o tempo de ativação em um valor conservador para compensar qualquer tipo de atraso tal como atraso de programação, retransmissões, tempo de configuração etc. Embora os handovers sincronizados minimizem as perdas de dados, eles resultam em atrasos mais altos.
[0015] A mensagem de handover do RRC é transmitida para a WTRU por meio do Nó B fonte. O atraso associado ao procedimento de alteração de células HS-DSCH servidoras pode causar falha da mensagem de handover, de forma a resultar em uma taxa inaceitável de quedas de chamadas. Como resultado, para otimizar o procedimento de células HS-DSCH servidoras, foi proposto um carregamento prévio (configuração prévia) da WTRU e do Nó B com configuração relativa a HS-DSCH ou E-DCH. Ao adicionar-se uma célula ao conjunto ativo, a WTRU e o Nó B são previamente configurados com a fase de prontidão/preparação de reconfiguração de links de rádio (RL). Quando ocorrer uma alteração na melhor célula (ou seja, um evento ID), a configuração do Nó B alvo, que já é previa mente configurado, pode ser ativada pelo RNC.
[0016] Também foi proposto o monitoramento paralelo do HS-SCCH de Nó B fonte e do HS-SCCH de Nó B alvo. Mediante alteração da melhor célula, a WTRU transmite um relatório de medição de eventos 1D. Após aguardar um período de tempo configurável, a WTRU começa a monitorar o HS-SCCH de Nó B alvo previamente carregado além do HS- SCCH do Nó B fonte. Ao realizar essas etapas, a descontinuidade do serviço é reduzida.
[0017] Outra alternativa de otimização do procedimento de células HS-DSCH servidoras é o monitoramento pela WTRU de apenas uma célula de cada vez. Ao acionar- se um evento ID, a WTRU fornece à rede o momento em que ocorrerá o handover, ou seja, o número de quadro de conexão (CFN), na mensagem de relatório de medição. No dado CFN, a WTRU suspenderá o monitoramento da célula fonte e mover-se-á para a célula alvo.
[0018] Pode-se também utilizar o redirecionamento implícito ao Nó B alvo em uma primeira ocorrência de programação. Quando o RNC autorizar o handover e o Nó B alvo for configurado e estiver pronto, o RNC pode programar a WTRU em um dos HS-SCCHs que são monitorados pela WTRU. A primeira ocorrência de programação do Nó B alvo confirma implicitamente um handover bem sucedido, de forma que uma mensagem de término de handover seja transmitida para o RNC. Para evitar a perda de pacotes, o Nó B fonte pode fornecer ao RNC uma mensagem de situação que indica a quantidade de dados que ainda necessita ser transmitida.
[0019] A indicação de handover (ou redirecionamento) pode também ser transmitida sobre o Nó B alvo, por meio de uma ordem do HS-SCCH ou um canal de alteração de células servidoras (SCCCH), que utiliza o mesmo código de canalização do Canal Indicador de Reconhecimento de HARQ de E-RGCH e E-DCH (E-HICH), mas com uma sequência de assinatura diferente.
[0020] A WTRU reconhece a indicação de handover alterando o código de criptografia do UL ou utilizando um valor especial do indicador de qualidade de canal (CQI) (ou seja, 31) ou a Informação de Programação (SI).
[0021] O documento EP 1773009, de 11 de abril de 2007 descreve um método de troca para uma célula de serviço realizando uma pré-configuração.
[0022] A introdução de uma segunda portadora no downlink apresenta impacto sobre os procedimentos de mobilidade existentes. As melhorias do procedimento de alteração da célula servidora foram otimizadas no contexto de operação de portadora única. Ao introduzir-se uma segunda portadora, o procedimento de alteração de células servidoras aprimorado não considera as duas portadoras. Existe, portanto, a necessidade de um método e aparelho aprimorados para alteração da célula servidora dupla.
[0023] São descritos um método e aparelho de implementação de alteração de células servidoras em uma unidade de transmissão e recepção sem fio (WTRU) multicelular. As informações de células servidoras são recebidas e armazenadas pela WTRU para configurar previamente uma célula servidora primária e secundária de uma célula adicionada a um conjunto ativo. Pelo menos uma dentre as células servidoras primária e secundária previamente configuradas é monitorada para determinar uma indicação de handover. A alteração da célula servidora é realizada para as células servidoras primária e secundária utilizando as informações da célula servidora previamente configuradas mediante recebimento de uma indicação de handover.
[0024] Pode ser obtida uma compreensão mais detalhada a partir da descrição a seguir, fornecida como forma de exemplo em conjunto com as figuras anexas, nas quais: a figura 1 é um diagrama de um exemplo de sistema de comunicação sem fio; a figura 2 é um diagrama de uma Unidade de Transmissão e Recepção Sem Fio (WTRU) operável por célula dupla; a figura 3 é um exemplo de fluxograma de um método de restrição de acesso a uma célula utilizando prioridade de portadora; e a figura 4 é um exemplo de desdobramento em que os Nós B utilizam diversas frequências para comunicar-se com uma WTRU configurada com HSUPA e HSDPA de célula dupla.
[0025] Quando indicada a seguir, a terminologia "unidade de transmissão e recepção sem fio (WTRU)" inclui, mas sem limitar-se a um equipamento de usuário (UE), estação móvel, unidade de assinante fixa ou móvel, pager, telefone celular, assistente digital pessoal (PDA), computador ou qualquer outro tipo de dispositivo de usuário capaz de operar em um ambiente sem fio. Quando indicada a seguir, a terminologia "estação base" inclui, mas sem limitar-se a um Nó B, controlador de local, ponto de acesso (AP) ou qualquer outro tipo de dispositivo de interface capaz de operar em um ambiente sem fio.
[0026] Quando indicada a seguir, a terminologia "setor" inclui, mas sem limitações, uma ou mais células pertencentes à mesma estação base e que cobrem a mesma área geográfica. O termo setor pode também ser denominado conjunto de portadoras, que inclui uma ou mais células pertencentes à mesma estação base que cobre a mesma área geográfica. Muito embora a definição de setor ou conjunto de portadoras seja descrita na forma de frequências portadoras que cobrem a mesma área geográfica, a mesma definição e conceito aplica-se ao caso em que as células dentro de um conjunto de portadoras possuem diferentes áreas de cobertura (ou seja, uma cobre apenas um subconjunto da área geográfica). Isso pode depender do desdobramento ou se as diferentes portadoras pertencem ou não à mesma faixa. A terminologia "Portadora Âncora" inclui, mas sem limitações, uma portadora de frequência de downlink associada a uma portadora de frequência de uplink atribuída a uma WTRU. Mais especificamente, a célula âncora de uma WTRU opera com todos os canais físicos, incluindo Canal Físico Dedicado (DPCH)/DPCH Fracionai (F-DPCH), Canal Indicador de Reconhecimento de HARQ de Canal Dedicado Aprimorado (E-DCH) (E-HICH), Canal de Concessão Absoluta de E-DCH (E-AGCH) e Canal de Concessão Relativa de E-DCH (E-RGCH). Além disso, uma portadora âncora pode também ser denominada portadora que possui uma portadora UL associada, na qual o HS-DPCCH é transmitido. A terminologia "portadora âncora" e "portadora primária" é utilizada de forma intercambiável.
[0027] A terminologia "Portadora Suplementar" designa uma portadora de frequência de downlink que não é a Portadora Âncora. A terminologia "célula dupla" designa duas portadoras nas quais as transmissões de HS-DSCH são realizadas e recebidas pela WTRU.
[0028] Com operação em múltiplas portadoras, mais de 2 (duas) células podem ser configuradas para transmissão de HS-DSCH simultânea, mas os conceitos descritos no presente ainda são aplicáveis, em que a definição de portadora âncora permanece inalterada e a WTRU pode conter mais de uma portadora suplementar. Muito embora a presente invenção seja descrita em termos de operação de HSDPA de portadora dupla, ela também se aplica a operação de uplink de portadora dupla e operações de múltiplas portadoras, UL e DL.
[0029] Quando indicado a seguir, um setor servidor ou conjunto de portadoras servidor inclui as células âncora e suplementares servidoras. Os setores servidores fonte e alvo indicam o setor servidor antigo antes do handover (ou seja, o conjunto de células âncora e suplementares) e o novo setor servidor após a ocorrência do handover (ou seja, o conjunto de células âncora e suplementares alvo) no qual a WTRU está realizando a recepção de HS-DSCH, respectivamente. Portadora âncora fonte designa a frequência da portadora que está sendo utilizada na célula servidora âncora fonte. Portadora suplementar fonte designa a frequência da portadora que é utilizada na célula servidora suplementar fonte. Portadora âncora alvo designa a frequência da portadora cujo uso é esperado na célula âncora alvo no setor alvo. A portadora âncora alvo esperada pode corresponder à mesma frequência âncora da célula âncora fonte. Alternativa mente, ela pode corresponder à portadora que possui a mesma medida de qualidade de CPICH no setor alvo, o que pode ser antecipado para tornar-se a célula/portadora âncora. Portadora suplementar alvo designa a frequência alvo que se espera utilizar na célula suplementar alvo no setor alvo. Frequência âncora designa a frequência que é utilizada para a portadora âncora na célula servidora atual. Frequência suplementar designa a frequência que é utilizada para a portadora suplementar na célula servidora atual.
[0030] A figura 1 exibe um sistema de comunicação sem fio 100 que inclui uma série de WTRUs 110, um Nó B 120, um controlador de rede via rádio de controle (CRNC) 130, um controlador de rede via rádio servidor (SRNC) 140 e uma rede central 150. O Nó B 120, CRNC 130 e SRNC 140 são conhecidos coletivamente como Rede de Acesso via Rádio Terrestre Universal (UTRAN) em terminologia 3GPP.
[0031] Conforme exibido na figura 1, as WTRUs 110 encontram-se em comunicação com o Nó B 120, que se encontra em comunicação com CRNC 130 e SRNC 140. Embora três WTRUs 110, um Nó B 120, um CRNC 130 e um SRNC 140 sejam exibidos na figura 1, qualquer combinação de dispositivos com e sem fio pode ser incluída no sistema de comunicação sem fio 100.
[0032] A figura 2 é um diagrama de bloco funcional 200 de uma WTRU capaz de múltiplas células 110 de sistema de comunicação sem fio 100 da figura 1. A WTRU 110 é configurada para realizar e aprimorar procedimentos de mobilidade, por exemplo, em um estado de Canal Dedicado (DCH) de célula (CELL_DCH) ou em outros estados.
[0033] Além dos componentes que podem ser encontrados em uma WTRU típica, uma WTRU multicelular 110 inclui uma antena 118 para facilitar a transmissão e a recepção de dados sem fio, um receptor 116 configurado para receber sinais sem fio multicelulares, um processador 115 configurado para implementar procedimentos de mobilidade para operação multicelular e um transmissor 117. O receptor 116 pode ser um único receptor capaz de receber comunicações ao longo de duas ou mais portadoras ou uma série de receptores, tais como receptores que são capazes de receber comunicações por meio de uma única portadora.
[0034] A antena 118 pode compreender uma ou mais antenas. Um exemplo de configuração de uma realização de múltiplos receptores e múltiplas antenas é aquela em que cada antena é conectada ao seu próprio receptor.
[0035] No exemplo de configuração da figura 2, o receptor 116 e o transmissor 117 encontram-se em comunicação com o processador 115. A antena 118 encontra-se em comunicação com o receptor 116 e o transmissor 117 para facilitar a transmissão e a recepção de dados sem fio. Uma indicação de handover inclui, mas sem limitações, uma ordem do canal de controle compartilhado em alta velocidade (HS-SCCH); decodificação do HS-SCCH com um identificador de transações de rede de rádio (H-R) de canal compartilhado de downlink em alta velocidade (HS-DSCH) previamente configurado; H- RNTI; mensagem do RRC que indica o handover; e programação no E-AGCH com o E- RNTI previamente configurado pela WTRU.
[0036] Segundo um método descrito de realização de uma alteração de células servidoras de célula dupla, uma ou mais das células em um setor alvo são monitoradas para receber uma indicação de handover. Uma indicação de handover inclui, mas sem limitações, uma ordem do canal de controle compartilhado em alta velocidade (HS-SCCH); decodificação do HS-SCCH com um identificador de transação de rede de rádio de canal compartilhado de downlink em alta velocidade (HS-DSCH) (H-R) previamente configurado; H-RNTI; mensagem do RRC que indica o handover; e programação do E-AGCH com o E- RNTI previamente configurado pela WTRU.
[0037] A fim de realizar o handover, a WTRU 110 monitora as células no setor alvo, o que requer um conjunto de configurações prévias e um conjunto de regras de quando e como deverá ser realizado o monitoramento.
[0038] Consequentemente, os recursos de acesso a pacotes em alta velocidade (HSPA) para as duas portadoras (células âncora e suplementares) em todos os setores no conjunto ativo são previamente configurados pela rede. Desta forma, além dos parâmetros de configuração de células âncora, a rede também configura previamente a WTRU 110 com o conjunto de parâmetros para a célula secundária como parte do procedimento de atualização de conjuntos ativos. Alternativa mente, todos os setores do conjunto ativo de E-DCH são previamente configurados. Os setores no conjunto ativo correspondem aos setores aos quais pertencem as células do conjunto ativo (ou seja, as células nas quais a WTRU 110 encontra-se em handover suave). A configuração prévia das duas células pertencentes a um setor no conjunto ativo é uma decisão de rede. Caso nenhuma informação de configuração prévia seja disponível para a portadora suplementar, a WTRU 110 utiliza um único procedimento de alteração da célula servidora.
[0039] A WTRU 110 é previamente carregada com as informações de configuração prévia (tais como parâmetros de configuração) necessárias para a célula âncora, bem como as informações necessárias para realizar a recepção e, opcionalmente, a transmissão na frequência suplementar. Esses parâmetros de configuração podem incluir, mas sem limitações, as informações da célula servidora de HS-DSCH secundário, tais como códigos de HS-SCCH e uma H-RNTI de WTRU. Alternativamente, para a célula suplementar, a rede pode configurar previamente as duas portadoras do setor no conjunto ativo com o conjunto total de recursos de que uma célula necessitaria caso devesse tornar-se uma célula âncora ou um conjunto total de parâmetros exigidos pela WTRU 110 para configurar e operar com portadoras duplas no uplink, tais como as informações da célula servidora de E-DCH secundária. Esses parâmetros podem incluir, por exemplo, E- AGCH, E-HICH, E-RGCH, F-DPCH, E-RNTI(s) etc.
[0040] A configuração prévia de recursos pode ser realizada como parte de um procedimento de Atualização de Conjuntos Ativos ao adicionar-se uma célula ao conjunto ativo. Para HSDPA de portadora dupla, a configuração prévia secundária para HS-DSCH é fornecida como parte da mensagem de atualização de conjuntos ativos quando uma nova célula (conforme medido sobre a frequência âncora) for adicionada ao conjunto ativo. No caso de uplink de portadora dupla, a configuração prévia da portadora de uplink secundário pode ser fornecida quando a célula estiver sendo adicionada ao conjunto ativo secundário do UE. Alternativamente, são fornecidas configurações prévias secundárias de UL e DL quando uma célula na frequência âncora for adicionada ao conjunto ativo. Opcionalmente, caso uma célula na frequência secundária seja adicionada ao conjunto ativo secundário da WTRU 110 e a portadora âncora associada à célula secundária não seja parte do conjunto ativo primário, nenhuma configuração prévia de UL é fornecida para a WTRU 110. Alternativa mente, caso a atualização do conjunto ativo esteja adicionando uma célula na frequência âncora ao conjunto ativo, a WTRU 110 pode ser previamente configurada com parâmetros de HS-DSCH e, caso a célula secundária já tenha sido adicionada ao conjunto ativo secundário, os parâmetros de E-DCH para operação de uplink secundário são previamente configurados. Em outra alternativa, a WTRU 110 pode ser previamente configurada com recursos apenas para a célula âncora e os recursos para a célula suplementar alvo são recebidos por meio de uma mensagem de handover do RRC recebida na célula âncora alvo.
[0041] Quando ocorrer um evento de medição que resulte em uma alteração da melhor célula entre dois setores, a WTRU 110 transmite um relatório de medição e aguarda uma mensagem ou confirmação de rede para realizar o handover. Para um procedimento de alteração aprimorada de célula servidora de células duplas, a WTRU 110 pode aguardar essa indicação ou mensagem em uma ou mais das células no setor alvo que tenham sido previamente configuradas.
[0042] Como a WTRU 110 pode estar recebendo dados nas duas portadoras no setor fonte, um método para permitir que uma WTRU 110 realize recepção nas células alvo inclui o monitoramento pela WTRU 110 de três células, a célula suplementar e a célula âncora, do setor fonte, e apenas uma das células no setor alvo.
[0043] A frequência portadora com a melhor medição da qualidade de CPICH, que é antecipada como sendo a portadora âncora, pode ser monitorada para determinar uma indicação de handover. Para HSDPA de portadora dupla, a frequência portadora alvo que a WTRU 110 monitora para determinar a indicação de handover corresponde à frequência utilizada na célula âncora fonte. Esta pode também ser utilizada para HSUPA de portadora dupla.
[0044] Ao implementar-se HSUPA de portadora dupla na WTRU, como a qualidade do CPCH é medida nas duas frequências, essa frequência portadora pode corresponder à frequência âncora fonte, à frequência suplementar fonte ou, alternativa mente, a uma frequência atualmente não utilizada pela célula fonte. Para HSUPA de portadora dupla, como a WTRU mede as duas células, a WTRU pode monitorar a célula secundária de HS- SCCH alvo para determinar a indicação de handover caso a medição de CPICH seja melhor que a âncora ou caso a melhor célula corresponda à célula alvo secundária.
[0045] Como apenas uma das portadoras alvo do setor alvo é monitorada, a WTRU 110 aguarda o recebimento de uma indicação de handover na portadora alvo monitorada ou o recebimento de uma mensagem de handover do RRC nas portadoras fonte. Ao receber a indicação de handover, a WTRU 110 pode suspender o recebimento do HS- DSCH nas células fonte (ou seja, âncora e suplementar) e configurar a WTRU 110 para que comece a monitorar e receber o HS-DSCH na portadora suplementar e âncora das células alvo, caso os recursos sejam previamente configurados. Caso os recursos não sejam previamente configurados para a portadora secundária, a WTRU 110 pode suspender o recebimento no setor fonte, começar a receber apenas da portadora previamente configurada e aguardar o recebimento da configuração de portadora secundária de uma mensagem de RRC.
[0046] Caso DC-HSUPA seja configurado e as informações secundárias sejam previamente configuradas, a WTRU 110 pode também iniciar a transmissão de DC-HSUPA na portadora secundária dentro do prazo necessário. A WTRU 110 pode também iniciar a transmissão em E-DCH secundário assim que a alteração da célula servidora for encerrada ou, alternativamente, aguardar uma ordem do HS-SCCH para ativar a transmissão de portadora dupla. Quando a posição da transmissão de E-DCH secundário na célula fonte secundária for ativa, a WTRU 110 pode reconfigurar imediatamente a célula alvo e iniciar a transmissão de E-DCH.
[0047] Opcionalmente, caso a situação da transmissão de E-DCH secundário na célula secundária fonte fosse inativa, a WTRU 110 não poderia iniciar imediatamente a transmissão de E-DCH. O RRC configura a camada física e a WTRU 110 com as informações previamente configuradas, mas a WTRU 110 necessita receber uma ordem do HS-SCCH que ative a operação de DC-HSUPA. Um conceito similar ao início da transmissão de E-DCH na célula alvo secundária pode também aplicar-se caso a WTRU 110 recebesse uma mensagem de handover do RRC no lugar de uma ordem do HS-SCCH.
[0048] Caso um valor especial do CQI seja utilizado para um reconhecimento de entrega, a WTRU 110 pode transmitir o CQI no HS-DPCCH âncora ou, alternativamente, nos dois HS-DPCCHs, para aumentar a confiabilidade da mensagem de reconhecimento.
[0049] Um fluxograma desse método descrito é exibido na figura 3. Uma WTRU é previamente carregada com os parâmetros de configuração para o setor alvo das células (etapa 300). A WTRU monitora em seguida as células no setor alvo utilizando as informações previamente carregadas (etapa 301). Quando um evento de medição resultar em uma alteração da melhor célula entre dois setores, a WTRU transmite uma medição e aguarda o recebimento de uma mensagem do RNC para realizar o handover (etapa 302). A WTRU monitora a portadora alvo (ou seja, portadora âncora ou suplementar) para essa mensagem (ou seja, indicação de handover) (etapa 303). Mediante recebimento das indicações de entrega, a WTRU suspende o recebimento do HS-DSCH nas células fonte e começa a monitorar e receber o HS-DSCH nas células alvo (etapa 304).
[0050] Em um método alternativo, a WTRU 110 monitora simultaneamente a portadora suplementar e a portadora âncora nos dois setores. Isso exige que a WTRU 110 monitore quatro células, ou seja, o HS-SCCH de duas portadoras âncora e duas portadoras suplementares. A WTRU 110 pode ser configurada para monitorar apenas o conjunto de HS-SCCH completo das portadoras alvo ou, alternativamente, apenas um subconjunto do HS-SCCH das portadoras alvo. Ao receber uma indicação de handover, a WTRU 110 começa a monitorar o conjunto completo na célula alvo.
[0051] Segundo este método, a indicação de handover pode ser programada nas duas portadoras para aumentar a confiabilidade da mensagem e a probabilidade de rápida detecção pela WTRU 110. A portadora na qual a indicação de handover foi enviada e recebida pode também indicar a portadora que deverá tornar-se a portadora principal após realizar-se a alteração da(s) célula(s) servidora. Caso a indicação de HS-SCCH fosse recebida na portadora secundária, portanto, a portadora secundária alvo tornar-se-ia a nova célula servidora primária (ou seja, a portadora primária). Ao receber a indicação de handover, a WTRU 110 pode reconhecer a indicação de handover utilizando uma mensagem LI, L2 ou L3. Caso seja utilizada uma mensagem Ll, por exemplo, a WTRU 110 pode transmitir um valor especial de CQI.
[0052] O CQI pode ser transmitido no HS-DPCCH da portadora correspondente na qual foi recebida a indicação, nos dois HS-DPCCH utilizados para as duas portadoras independentemente da portadora na qual foi recebida e/ou no HS-DPCCH âncora (ou, alternativamente, apenas no suplementar), independentemente da portadora na qual foi recebida. Neste último caso, a outra portadora pode ser utilizada para relatar o valor de CQI real a ser utilizado para programação mais rápida e AMC da rede.
[0053] Em outra alternativa, a WTRU 110 monitora apenas o HS-SCCH de uma portadora de cada fonte e setor alvo (ou seja, duas portadoras). Mais especificamente, a WTRU 110 pode suspender o monitoramento da célula suplementar no setor fonte e monitorar apenas uma das portadoras do setor alvo. Isso permite que a WTRU 110 reduza a complexidade do monitoramento de mais de duas fontes de HS-SCCH, monitorando ainda ao mesmo tempo a célula fonte sem interromper a continuidade da chamada de voz.
[0054] Para monitorar o setor alvo, a WTRU 110 pode monitorar a frequência portadora correspondente à mesma portadora da célula âncora no setor fonte ou a frequência portadora correspondente à mesma frequência portadora da célula suplementar no setor fonte. A WTRU 110 pode ser alternativamente configurada em seguida para determinar qual frequência portadora deve ser monitorada, com base na medição da qualidade de CPICH no setor alvo. A frequência portadora com a melhor medição da qualidade de CPICH, que é antecipada para tornar-se a portadora âncora, pode ser monitorada em busca de uma indicação de handover. Essa frequência portadora pode corresponder à frequência âncora fonte, à frequência suplementar fonte ou, alternativamente, a uma frequência que não é atualmente utilizada pela célula fonte.
[0055] Em uma alternativa, a WTRU 110 pode suspender o monitoramento da portadora suplementar da célula fonte e iniciar o monitoramento da célula suplementar da célula alvo. A WTRU continua a monitorar a portadora âncora da célula fonte.
[0056] A WTRU 110 pode também suspender o monitoramento do HS-SCCH da portadora âncora no setor fonte enquanto continua a monitorar a célula suplementar no setor fonte. A WTRU 110 pode selecionar qual portadora deve ser monitorada no setor alvo com base em critérios similares aos descritos acima.
[0057] Caso a WTRU 110 suspenda o monitoramento de uma das portadoras do setor fonte após a transmissão do relatório de medição, a WTRU 110 transmite uma indicação para a célula fonte correspondente de que interrompeu a recepção daquela célula. Essa notificação pode ser realizada utilizando um ou uma combinação de sinalização Ll, L2 ou L3.
[0058] Utilizando-se sinalização Ll, um valor especial de CQI pode ser relatado no HS- DPCCH correspondente. Mediante recebimento desse valor CQI, o Nó B fonte suspende a programação de dados na portadora correspondente. Alternativamente, a WTRU 110 pode relatar um baixo valor de CQI fictício, tal como zero, que força implicitamente o Nó B a suspender a programação da WTRU 110 na portadora correspondente.
[0059] O uso de sinalização L2 para essa notificação inclui a transmissão de um valor reservado especial do SI para o Nó B fonte ou a mensagem é anexada a um payload de MAC-i/is, utilizando um valor especial do identificador de canal lógico (ID LCH) para indicar a presença dessa mensagem.
[0060] Para sinalização L3, o relatório de medição pode incluir o momento em que a WTRU 110 suspenderá o monitoramento da portadora fonte correspondente e também o momento em que ela suspenderá o monitoramento da portadora âncora fonte. O RNC sinaliza para o Nó B fonte que suspenda a programação de WTRU 110 na portadora fonte. Alternativa mente, a WTRU 110 pode relatar o CFN no qual foi transmitido o relatório de medição e ambos, RNC e WTRU 110, são previamente configurados com um momento no qual a WTRU 110 deverá suspender o monitoramento de uma portadora. O momento no qual o handover deverá ser realizado após o CFN no qual a mensagem foi transmitida pode também ser incluído na configuração prévia.
[0061] Após o recebimento da indicação de handover pela WTRU 110, a WTRU 110 pode configurar a portadora suplementar ou a portadora âncora na célula alvo (se previamente configurada) e suspender o monitoramento da célula fonte.
[0062] Em outro método alternativo para permitir que a WTRU 110 realize a recepção das células alvo inclui o término do monitoramento pela WTRU 110 do HS-SCCH nas duas células no setor fonte e o início do monitoramento das duas portadoras no setor alvo. Alternativa mente, apenas a portadora âncora na célula alvo é monitorada até o recebimento de uma indicação de handover.
[0063] O momento em que a WTRU 110 suspende o monitoramento das células fonte e começa a monitorar as células alvo pode ser sinalizado pela WTRU 110 para a rede (por meio do CFN). Alternativamente, a WTRU 110 pode ser configurada para começar a monitorar as células alvo em um momento previamente definido ou em um período de tempo configurado após a transmissão do relatório de medição. Neste caso, a WTRU 110 pode transmitir o CFN no qual foi preparado o relatório de medição para a rede, para ajudar a sincronizar o procedimento de handover.
[0064] É descrito um método de alteração interfrequências aprimorado no qual a WTRU 110 pode alterar a sua frequência âncora e frequência suplementar ou comutar a frequência âncora e a frequência suplementar no mesmo setor utilizando um procedimento de comutação ou alteração de portadora aprimorada. A WTRU 110 pode também realizar uma alteração de células servidoras duplas com uma alteração simultânea de frequência âncora.
[0065] O método inclui a configuração prévia da célula suplementar atual do setor servidora com informações de DL/UL exigidas pela WTRU 110 para uso potencial como célula âncora. A WTRU 110 é previamente configurada, por exemplo, com o F-DPCH, E- AGCH, R-GCH servidora, C-RNTI, E-RNTI(s) e outras configurações necessárias para que a WTRU 110 configure outra portadora (ou suplementar) como portadora âncora. A rede pode também configurar previamente as células suplementares de todos os setores no conjunto ativo com informações exigidas pela WTRU 110 para utilizar essa frequência como célula âncora ou para utilizar essa frequência para operação de uplink em portadora dupla, tais como informações da célula servidora de E-DCH secundário (ou seja, E-AGCH, E-RGCH, E-HICH, F-DPCH etc.). As informações são armazenadas na WTRU 110 e excluídas ao remover-se a célula servidora do conjunto ativo. Alternativamente, apenas um subconjunto dos parâmetros mencionados acima é previamente configurado. A WTRU 110 pode utilizar os mesmos códigos de canalização e informações que foram configurados na célula âncora e aplicar a mesma configuração à segunda frequência. Outros parâmetros, tais como C-RNTI e E-RNTI(s), podem também necessitar ser previamente carregados.
[0066] Alternativa mente, a portadora suplementar é previamente configurada como uma portadora âncora para todas as células do conjunto ativo.
[0067] Segundo este método, um relatório de medição pode acionar uma comutação da frequência âncora e da frequência suplementar caso ocorra um acionador. Esse acionador pode ocorrer quando a célula da frequência suplementar for a melhor célula de um relatório de medição acionado por uma mensagem de evento 1D (ou seja, uma nova célula na frequência suplementar tornou-se melhor que a célula atual na fonte suplementar e, opcionalmente, na frequência âncora fonte) ou outro evento similar, tal como um evento interfrequências, em que a qualidade da célula secundária tornou-se melhor que a qualidade da célula âncora em um limite configurado e por um período de tempo configurado.
[0068] A qualidade (tal como CPICH Ec/No) da portadora âncora mais baixa que um limite ou mais baixa que um limite por um período de tempo previamente determinado pode também ser um acionador. Em outras palavras, a qualidade da portadora suplementar é mais alta que um limite por um período de tempo previamente determinado. O limite pode ser uma função do CPICH Ec/No da portadora suplementar.
[0069] Pode ocorrer outro acionador quando a qualidade da portadora âncora for mais baixa que um primeiro limite e a qualidade da portadora suplementar for mais alta que um segundo limite. Uma combinação destes no relatório de medição pode também acionar uma comutação de frequências (ou seja, uma entrega interfrequências) ou uma alteração de célula servidora com uma alteração simultânea de frequência âncora.
[0070] Quando um relatório de medição for acionado conforme um dos critérios mencionados acima, isso resultaria na alteração pela WTRU 110 da frequência portadora âncora no setor servidor, caso a portadora âncora e a portadora suplementar sejam comutadas dentro do setor servidora, ou alteração da frequência portadora âncora enquanto é alterada a célula servidora ou setor ao mesmo tempo. Após o acionamento do relatório de medição, a WTRU 110 pode continuar a ouvir a célula âncora e a célula suplementar e aguardar uma ordem do HS-SCCH ou indicação de handover para indicar que o handover deverá ser realizado. O monitoramento do HS-SCCH deverá ser realizado conforme um dos métodos descritos acima.
[0071] Quando a WTRU 110 não contiver um UL secundário configurado ao final da entrega, no momento da recepção da mensagem de handover, a WTRU 110 pode parar de ouvir ou receber os canais de controle DL (ou seja, F-DPCH, E-AGCH, E-HICH e E- RGCH) na frequência âncora, continuar a monitorar o HS-SCCH e HS-DPSCH na portadora âncora e considerar essa portadora como a portadora suplementar. A WTRU 110 pode também reconfigurar a portadora suplementar para começar a agir como portadora âncora (a WTRU 110 começa, por exemplo, a monitorar o F-DPCH, E-AGCH, E-RGCH etc. na nova portadora âncora) e começar a transmissão do DPCCH e HS-DPCCH na nova frequência.
[0072] A WTRU 110 pode também realizar o procedimento de sincronização com a nova frequência (ou seja, sincronização A). Caso o handover resulte em uma alteração da frequência de portadora UL, a WTRU 110 inicia o circuito de controle de potência com a nova frequência de UL assim que o handover for encerrado e os novos canais físicos (ou seja, F-DPCH ou DPCCH) forem estabelecidos. Para o valor de potência de DPCCH inicial, a WTRU 110 pode utilizar a última potência de DPCCH empregada na portadora âncora antiga com a possível adição de uma compensação de potência de DPCCH configurável pela rede.
[0073] Caso a WTRU 110 não suporte o handover suave com links de rádio em frequências diferentes, todos os links de rádio DL configurados no conjunto ativo para as outras células na frequência anterior diferentes da célula servidora são liberados de forma autônoma pela WTRU 110.
[0074] O link de rádio UL pode também ser mantido caso a WTRU 110 mantenha a mesma frequência de UL.
[0075] A WTRU pode aguardar a configuração de uma mensagem de handover do RRC com os novos parâmetros para o novo conjunto ativo na nova portadora.
[0076] Caso seja configurada portadora dupla de UL, a alteração da frequência âncora utilizada necessita que a WTRU 110 suspenda a transmissão de DPCCH e HS-DPCCH na frequência portadora âncora antiga e inicie a transmissão na nova frequência portadora âncora (ou seja, a frequência suplementar antiga). A alteração quando o DC-HSUPA for configurado ou quando a informação for previamente configurada no setor alvo necessita de menos alterações e, portanto, sua realização é muito mais rápida. A WTRU 110 continua a utilizar os mesmos canais físicos configurados e prossegue com o mesmo conjunto ativo, mas altera a associação lógica de âncora para suplementar e vice-versa.
[0077] Em outra alternativa, a WTRU 110 pode comutar a frequência âncora com a frequência suplementar (ou seja, a antiga portadora âncora não está mais sendo utilizada). Quando a frequência âncora for comutada, a WTRU 110 pode monitorar apenas a portadora suplementar para determinar uma indicação de handover enquanto prossegue a recepção na portadora âncora. Ao receber uma indicação de handover, a WTRU 110 pode parar de ouvir a frequência âncora antiga e/ou reconfigurar a portadora suplementar para que atue como frequência âncora. A WTRU 110 começa, por exemplo, a monitorar F- DPCH, E-AGCH, E-RGCH etc. na nova portadora âncora.
[0078] A WTRU 110 pode também iniciar o procedimento de sincronização com a nova frequência. Caso o handover resulte em uma alteração da frequência da portadora UL, a WTRU 110 pode iniciar o circuito de controle de potência com a nova frequência UL assim que o handover estiver completo. Para o valor de potência de DPCCH inicial, a WTRU 110 pode utilizar a última potência de DPCCH empregada na portadora âncora antiga com a possível adição de uma compensação de potência de DPCCH configurável pela rede.
[0079] Caso a WTRU 110 não suporte handover suave com links de rádio em frequências diferentes, todos os links de rádio DL configurados no conjunto ativo para as outras células além da célula servidora são liberados de forma autônoma pela WTRU 110. É uma opção que o link de rádio UL seja mantido caso a WTRU 110 mantenha a mesma frequência de UL.
[0080] A WTRU 110 pode também aguardar a configuração de uma mensagem de handover do RRC com os novos parâmetros para o novo conjunto ativo na nova portadora e na nova portadora suplementar.
[0081] Conforme indicado acima, a WTRU 110 pode ser configurada com HSDPA e HSUPA com células duplas. A figura 4 ilustrou três cenários nos quais o Nó B utiliza uma ou mais frequências disponíveis para comunicar-se com a WTRU 110. Com referência à figura 4, em um primeiro cenário, a WTRU 110 está operando em operação de portadora única, realizando recepção de HS-DSCH e E-DCH e em handover suave com NB 2 e 3. Alternativa mente, ao adicionar-se NB (ou célula) 2 e 3 ao conjunto ativo, como eles possuem capacidades de portadora dupla, a WTRU 110 é previamente configurada com informações da célula servidora primária. A WTRU 110 pode também ser previamente configurada com informações de célula servidora de E-DCH e HS-DSCH secundária. Essas informações previamente configuradas podem incluir, mas sem limitações, E-AGCH, E- RGCH, HS-SCCH, H-RNTI, E-RNTI, F-DPCH etc. Alternativa mente, é fornecida apenas a configuração prévia da célula servidora de HS-DSCH secundária.
[0082] À medida que a WTRU 110 move-se do cenário 1 para o cenário 2 na figura 4, ocorre uma alteração da melhor célula (ou seja, o evento 1D é acionado). Quando apenas as informações da célula servidora de HS-DSCH secundária forem fornecidas, a WTRU 110 monitora a célula servidora de HS-DSCH âncora em busca de uma indicação de handover. Caso seja recebida uma indicação de handover, a WTRU 110 realiza uma rápida alteração da célula servidora para a célula servidora de HS-DSCH primária e secundária. Caso as informações de célula servidora de HS-DSCH e E-DCH sejam ambas previamente configuradas, a WTRU 110, após receber a ordem do HS-SCCH na frequência âncora, configura a recepção de HS-DSCH primária e secundária e inicia a transmissão de E-DCH primária e secundária. A WTRU 110 pode realizar um procedimento de sincronização sobre a portadora secundária quando for realizada a alteração da(s) célula(s) servidora. Isso se deve ao fato de que nenhuma transmissão de E-DCH secundário em andamento era disponível nas células fonte.
[0083] Alternativa mente, o RRC configura os parâmetros de transmissão de E-DCH secundários, mas a transmissão no E-DCH secundário não começa até o recebimento de uma ordem do HS-SCCH que ative a portadora secundária pela WTRU 110. O conjunto ativo secundário é atualizado pela rede conforme as medições enviadas pela WTRU 110. Caso uma das células no conjunto ativo secundário não esteja presente no conjunto ativo âncora (como NB 4 na figura 4 acima), a rede pode fornecer à WTRU 110 um conjunto de parâmetros de células servidoras de E-DCH secundário previamente configurado e um conjunto de parâmetros de HS_DSCH para a célula 4. Alternativa mente, a rede pode configurar previamente a WTRU 110 com todos os parâmetros para que esse veículo torne-se um veículo âncora, se necessário.
[0084] À medida que a WTRU 110 move-se do cenário 2 para o cenário 3, onde é acionado um evento 1D e a melhor célula é uma célula que apenas pertence à frequência secundária e nenhuma célula primária está presente, pode ocorrer uma rápida alteração de frequências. Depois que a WTRU 110 acionar um relatório de medição com o evento 1D, indicando a célula 4 como a melhor célula, a WTRU 110 continua a monitorar a célula de HS-DSCH e de E-DCH fonte e, simultaneamente, o primeiro conjunto de HS-SCCH fornecido nas informações de portadora secundária previamente configuradas. Ao receber uma ordem no HS-SCCH na frequência secundária, a WTRU 110 pode realizar uma alteração de células servidoras para a célula 4 e, ao mesmo tempo, uma alteração rápida de frequência primária. Como a WTRU 110 já está sincronizada na segunda portadora e já possui um conjunto ativo, a WTRU 110 pode continuar a transmissão nas novas células servidoras primárias sem a necessidade de realizar um procedimento de sincronização. Os links de rádio previamente estabelecidos em fl são liberados e a WTRU 110 realiza apenas operação de portadora única. As informações previamente configuradas para as células no conjunto ativo da portadora fl podem ser mantidas e armazenadas na WTRU 110 e tratadas como informações de células servidoras de HS-DSCH e E-DCH previamente configuradas secundárias.
[0085] Caso a WTRU 110 encontre-se no cenário 2 (ou seja, na célula 2), seja detectada uma alteração da célula servidora (ou seja, evento 1D) e a nova melhor célula possa estar na frequência secundária (ou seja, f2), a WTRU 110 pode receber um comando de alteração servidora que realiza uma alteração de célula servidora e também uma alteração de portadora âncora e secundária. Neste caso, a WTRU 110 pode monitorar a célula de HS-DSCH âncora alvo para uma indicação de handover e realizar o handover para a portadora secundária. Alternativamente, a WTRU 110 pode monitorar HS-DSCH secundário e âncora alvo e, caso a ordem seja recebida por meio da célula de HS-DSCH âncora, a WTRU 110 realiza uma alteração de célula servidora, mantendo ao mesmo tempo a mesma portadora âncora. Em uma outra alternativa, caso a ordem seja recebida por meio da célula de HS-DSCH secundária, a WTRU 110 realiza uma alteração da célula servidora, configura a frequência secundária (f2) como a portadora âncora da WTRU 110 e inicia todas as operações de portadora âncora, tais como a transmissão de DPCCH e HS- DSCH por meio dessa nova frequência. Os conjuntos ativos fl e f2 são mantidos e nenhum procedimento de sincronização necessita ser iniciado.
[0086] Embora o presente relatório descritivo seja detalhado no contexto de sistemas WCDMA 3GPP, dever-se-á compreender que ele é aplicável a qualquer sistema de comunicação sem fio que possa suportar operações com duas (ou múltiplas) células (ou portadoras).
[0087] Embora as características e os elementos da presente invenção sejam descritos acima em combinações específicas, cada característica ou elemento pode ser utilizado isoladamente, sem as demais características e elementos ou em várias combinações com ou sem outras características e elementos. Os métodos ou fluxogramas fornecidos no presente podem ser implementados em um programa de computador, software ou firmware incorporado em um meio de armazenagem legível por computador para execução por um processador ou computador de uso geral. Exemplos de meios de armazenagem legíveis por computador incluem memória somente de leitura (ROM), memória de acesso aleatório (RAM), registro, memória de cache, dispositivos de memória semicondutores, meios magnéticos tais como discos rígidos internos e discos removíveis, meios magneto-ópticos e meios ópticos tais como discos CD-ROM e discos versáteis digitais (DVDs).
[0088] Processadores apropriados incluem, por exemplo, um processador para uso geral, processador para fins especiais, processador convencional, processador de sinais digitais (DSP), uma série de microprocessadores, um ou mais microprocessadores em associação com um núcleo de DSP, controlador, microcontrolador, Circuitos Integrados Específicos de Aplicação (ASICs), circuitos de Matriz de Portas Programáveis em Campo (FPGAs), qualquer outro tipo de circuito integrado (Cl) e/ou máquina de estado.
[0089] Um processador em associação com software pode ser utilizado para implementar um transceptor de rádio frequência para uso em uma unidade de transmissão e recepção sem fio (WTRU), equipamento de usuário (UE), terminal, estação base, controlador de rede via rádio (RNC) ou qualquer computador host. A WTRU pode ser utilizada em conjunto com módulos, implementada em hardware e/ou software, tal como uma câmera, módulo de câmera de vídeo, videofone, fone de ouvido, dispositivo de vibração, alto-falante, microfone, transceptor de televisão, fone de ouvido para mãos livres, teclado, módulo Bluetooth®, unidade de rádio em frequência modulada (FM), unidade de visor de cristal líquido (LCD), unidade de visor de diodo emissor de luz orgânico (OLED), aparelho de música digital, aparelho de mídia, módulo de vídeo game, navegador da Internet e/ou qualquer módulo de rede de área local sem fio (WLAN) ou Banda Ultra Larga (AWB).
Claims (19)
1. Método implementado em uma unidade de transmissão e recepção sem fio (WTRU) (110) que suporta operações em múltiplas células, caracterizado por o método compreender: transmitir informações em qualquer dentre uma frequência de uplink em uma célula servidora e ao menos uma frequência de uplink secundária em uma célula servidora secundária; receber informações em qualquer dentre uma frequência de downlink em uma célula servidora e ao menos uma frequência de downlink secundária em uma célula servidora secundária; receber informações de pré-configuração da célula servidora para a célula alvo adicionada a um conjunto ativo, sendo que as informações de pré-configuração (300) da célula servidora alvo incluírem as informações de configuração do canal dedicado aprimorado (E-DCH) para ao menos uma frequência de uplink secundária; armazenar as informações de pré-configuração da célula alvo; e monitorar (301) os sinais de controle na célula alvo, na célula servidora e na célula servidora secundária.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ainda: mediante recebimento de uma indicação de handover, realizar uma alteração da célula servidora para as células alvo de uma célula servidora secundária utilizando as informações de célula servidora pré-configuradas.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por as informações de pré-configuração da célula alvo incluírem ainda informações de configuração do canal compartilhado de downlink em alta velocidade (HS-DSCH) para ao menos uma frequência de downlink secundária, informações de configuração do canal de controle compartilhado em alta velocidade (HS-SCCH) da célula alvo, e um identificador de transações da rede via rádio HS-DSCH (H-RNTI) da célula alvo.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3, compreendendo ainda: mediante recebimento de uma indicação de handover, realizar uma alteração da célula servidora para a célula alvo da célula servidor secundária utilizando as informações pré-configuradas da célula servidora, caracterizado por realizar a alteração da célula servidora incluir a reconfiguração do HS-DSCH da célula servidora secundária utilizando as informações de pré-configuração da célula alvo.
5. Método, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por realizar a alteração de células servidoras incluir reconfigurar um canal dedicado aprimorado (E-DCH) com base nas informações de configuração do E-DCH para ao menos uma frequência de uplink secundária.
6. Método, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por compreender adicionalmente iniciar uma transmissão de E-DCH na célula alvo.
7. Método, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por a transmissão de E-DCH ser iniciada desde que a célula servidora secundária fonte esteja transmitindo o E- DCH antes da alteração da célula servidora.
8. Método, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por a transmissão de E-DCH ser iniciada desde que seja recebida uma ordem do HS-SCCH ativando a ao menos uma frequência de uplink secundária para a transmitir o E-DCH na célula alvo.
9. Método, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por compreender ainda receber uma ordem do HS-SCCH ativando a ao menos uma frequência de uplink secundária para transmitir o E-DCH
10. Unidade de transmissão e recepção sem fio (WTRU) (110) que suporta a operação em múltiplas células, para a realização do método definido na reivindicação 1, dita unidade compreendendo um processador, um transmissor e um receptor, caracterizada por: o transmissor ser configurado para transmitir informações em qualquer dentre uma frequência de uplink primária em uma célula servidora e ao menos uma frequência de uplink secundária em uma célula servidora secundária; o receptor ser configurado para: o receber informações em qualquer dentre uma frequência de downlink primária em uma célula servidora e ao menos uma frequência de downlink secundária em uma célula servidora secundária; o receber informações de pré-configuração da célula alvo da célula alvo adicionada a um conjunto ativo, sendo que as informações de pré-configuração da célula alvo incluem as informações de configuração do canal dedicado aprimorado (E-DCH) para ao menos uma frequência de uplink secundária; o processador é configurado para armazenar as informações de pré-configuração da célula alvo; e o processador e receptor são configurados para monitorar os sinais de controle na célula alvo, na célula servidora e na célula servidora secundária.
11. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 10, caracterizada por o processador ser configurado para realizar uma alteração da célula servidora para a célula alvo da célula servidora secundária desde que seja recebida uma indicação de handover, e por o processador ser configurado para utilizar as informações de pré-configuração da célula alvo para realizar a alteração da célula servidora.
12. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 10, caracterizada por as informações de pré-configuração da célula alvo incluírem as informações de configuração do canal compartilhado de downlink em alta velocidade (HS-DSCH) para a ao menos uma frequência de downlink secundária, as informações de configuração do canal de controle compartilhado em alta velocidade (HS-SCCH) da célula alvo, e um identificador de transações de rede via rádio HS-DSCH (H-RNTT) da célula alvo.
13. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 12, caracterizada por o processador ser configurado para realizar uma alteração da célula servidora na célula alvo a partir da célula servidora secundária desde que uma indicação de handover seja recebida e, por o processador ser configurado para usar as informações de pré- configuração da célula alvo para realizar a alteração da célula servidora.
14. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 13, caracterizada por o processador ser configurado para realizar uma alteração da célula servidora ao menos em parte pela reconfiguração de um HS-DSCH da célula servidora secundária utilizando as informações de pré-configuração da célula alvo.
15. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 11, caracterizada por o processador ser configurado para realizar a alteração da célula servidora ao menos em parte pela reconfiguração de um canal dedicado aprimorado (E-DCH) com base nas informações de configuração do E-DCH para ao menos uma frequência de uplink secundária.
16. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 15, caracterizada por o processador ser configurado para iniciar uma transmissão E-DCH na célula alvo.
17. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 16, caracterizada por a transmissão do E-DCH ser iniciada desde que a célula servidora secundária esteja transmitindo E-DCH antes da alteração da célula servidora.
18. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 15, caracterizada por a transmissão do E-DCH ser iniciada desde que seja recebida uma ordem do HS-SCCH ativando ao menos uma frequência de uplink secundária para transmitir o E-DCH na célula alvo.
19. WTRU (110), de acordo com a reivindicação 15, caracterizada por o receptor ser configurado para receber uma ordem do HS-SCCH ativando a ao menos uma frequência de uplink secundária para transmitir o E-DCH.
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