BRPI0910335B1 - Composição herbicida, uso da mesma, método para controlar vegetação indesejável, e, formulação herbicida - Google Patents

Composição herbicida, uso da mesma, método para controlar vegetação indesejável, e, formulação herbicida Download PDF

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Description

(54) Título: COMPOSIÇÃO HERBICIDA, USO DA MESMA, MÉTODO PARA CONTROLAR VEGETAÇÃO INDESEJÁVEL, E, FORMULAÇÃO HERBICIDA (51) lnt.CI.: A01N 43/80; A01N 43/50 (30) Prioridade Unionista: 10/03/2008 US 61/035163 (73) Titular(es): BASF SE (72) Inventor(es): BERND SIEVERNICH; ANJA SIMON; WILLIAM KARL MOBERG; RICHARD R. EVANS “COMPOSIÇÃO HERBICIDA, USO DA MESMA, MÉTODO PARA CONTROLAR VEGETAÇÃO INDESEJÁVEL, E, FORMULAÇÃO HERBICIDA”
A presente invenção diz respeito a composições herbicidamente ativas, que compreendem 3-[5-(difluorometóxi)-l-metil-3(trifluorometil)pirazol-4-ilmetilsulfonil]-4,5-diidro-5,5-dimetil-l,2-oxazol [nome comum piroxassulfona] e pelo menos um herbicida B.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO Na proteção da cultura é desejável, em princípio, aumentar a especificidade e a segurança da ação dos compostos ativos. Em particular, é desejável que o produto de proteção da cultura controle as plantas nocivas efetivamente e, ao mesmo tempo, ser tolerado pelas plantas usadas em questão.
Piroxassulfona foi descrita em EP-A 1364946 e US
2005/0256004.
Embora piroxassulfona seja um herbicida pré-emergência altamente efetivo, sua atividade em baixas taxas de aplicação não é sempre satisfatória. Além disso, sabe-se que a piroxassulfona têm somente fraca atividade pós-emergência (Y. Yamaji et al., “Application timing and field performance of KIH-485”, Conference Abstract I-1-N-12B of 11. IUPAC International Congress de Pesticide Chemistry, 2006 Kobe, Japan). Independente disto, sua compatibilidade com certas plantas de cultura dicotiledôneas, tais como algodão, girassol, soja, culturas de couve, tais como canola e óleo de semente de colza e algumas plantas gramináceas, tais como arroz, trigo, centeio e cevada não é sempre satisfatória, isto é, além das plantas nocivas, as plantas de cultura também são danificadas até um ponto que não é aceitável. Embora seja possível, em princípio, poupar plantas de cultura diminuindo as taxas de aplicação, a extensão do controle de plantas nocivas também é naturalmente reduzida.
Sabe-se que a aplicação combinada de certos herbicidas diferentes com ação específica deve resultar em uma melhor atividade de um componente herbicida em comparação com uma ação aditiva simples, Uma melhor atividade como esta também é denominada um sinergismo ou atividade sinergística. Como uma consequência, é possível reduzir as taxas de aplicação dos compostos herbicidamente ativos necessários para controlar as plantas nocivas.
A WO 2005/104848 descreve composições contendo um composto herbicidal 3-sulfonilisoxazolina, tais como piroxassulfona e uma quantidade agonisticamente ativa de herbicida de um protetor. Composições similares são conhecidas a partir de WO 2007/006509.
A US 2005/256004, por exemplo, descreve que em um tratamento pré-emergência, a aplicação junto de certos compostos 3sulfonilisoxazolina herbicidas, tais como piroxassulfona, com atrazina ou cianazina resulta em uma maior ação herbicida geral contra certas plantas daninhas de emergência em campo anuais monocotiledôneas e dicotiledôneas (falsa erva de santa maria, capim rabo de gato, benção-de-deus) em comparação com uma ação aditiva esperada simples.
A WO 2006/097322 descreve uma composição herbicida compreendendo piroxassulfona e um segundo herbicida selecionado de tembotriona, topramezona e 4-hidróxi-3-[[2-[(2- metoxietóxi)metil]-6(trifhiorometil-3-piridinil]carbonil]biciclo[3.2.1 ]oct-3-eno-2-ona.
A WO 2006/097509 descreve uma composição herbicida compreendendo um composto herbicida 3-sulfonilisoxazolina, tais como piroxassulfona e um composto feniluracila.
Infelizmente, normalmente não é possível prever a atividade sinergística para combinações de herbicidas conhecidos, mesmo se os compostos mostrarem uma similaridade estrutural próxima com combinações sinergísticas.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
É um objetivo da presente invenção fornecer composições herbicidas que apresentam melhor ação herbicida em comparação com a ação herbicida de piroxassulfona contra plantas nocivas indesejáveis, em particular contra Alopecurus myosuroides, Avena fatua, espécies de Bromus, Echinocloa spe., espécies de Lolium, espécies de Phalaris, espécies de Setaria, espécies de Digitaria, espécies de Brachiaria, Amaranthus spec, espécies de Chenopodium, Abutilon theophrasti, Galium aparine, espécies de Verônica, ou espécies de Solanum, e/ou melhorar sua compatibilidade com plantas de cultura, em particular melhor compatibilidade com trigo, cevada, centeio, arroz, soja, girassol, couve culturas e/ou algodão. A composição também deve ter uma boa atividade herbicida em aplicações pós-emergência. As composições também devem mostrar uma ação acelerada nas plantas nocivas, isto é, elas devem afetar danificando as plantas nocivas mais rapidamente em comparação à aplicação dos herbicidas individuais.
Observou-se que este objetivo é alcançado surpreendentemente por composições herbicidamente ativas compreendendo
a) piroxassulfona, isto é, 3-[5-(difluorometóxi)-l-metil-3(trifluorometil)pirazol-4- ilmetilsulfonil]-4,5-diidro-5,5-dimetil-1,2-oxazol (daqui em diante também referido como herbicida A);
e
b) pelo menos um herbicida B que é um inibidor de acetoidroxiácido sintase e que é preferivelmente selecionado dos grupos de
b. 1 herbicidas de imidazolinona;
b.2 herbicidas de sulfoniluréia;
b.3 herbicidas de triazolopirimidina;
b.4 herbicidas de pirimidinilbenzoato; e
b.5 herbicidas de sulfonilaminocarboniltriazolinona.
A invenção diz respeito, em particular, a composições na forma de composições herbicidamente ativas da forma definida anteriormente.
A invenção também diz respeito ao uso de uma composição da forma aqui definida para controlar vegetação indesejável. Usando as composições da invenção com este propósito o herbicida A e pelo menos um herbicida B podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão, onde vegetação indesejável pode ocorrer.
A invenção, além disso, diz respeito ao uso de uma composição da forma aqui definida para controlar vegetação indesejável em culturas. Usando as composições da invenção com este propósito o herbicida A e pelo menos um herbicida B podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão em culturas onde vegetação indesejável pode ocorrer.
A invenção, além disso, diz respeito ao uso de uma composição da forma aqui definida para controlar vegetação indesejável em culturas que, por engenharia genética ou por reprodução, são resistentes ou tolerantes a um ou mais herbicidas e/ou patógenos, tais como fungos patogênicos às plantas, e/ou ao ataque por insetos; preferivelmente resistentes ou tolerantes a um ou mais herbicidas que agem como inibidores da acetoidroxiácido sintase.
A invenção, além disso, diz respeito a um método para controlar vegetação indesejável, que compreende aplicar uma composição herbicida de acordo com a presente invenção nas plantas indesejáveis. A aplicação pode ser feita antes, durante e/ou depois, preferivelmente durante e/ou depois, da emergência das plantas indesejáveis. O herbicida A e pelo menos um herbicida B podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão.
A invenção em particular diz respeito a um método para controlar vegetação indesejável em culturas que compreende aplicar uma composição herbicida de acordo com a presente invenção em culturas onde vegetação indesejável ocorre ou pode ocorrer.
A invenção, além disso, diz respeito a um método para controlar vegetação indesejável, que compreende permitir que uma composição de acordo com apresente invenção aja nas plantas, no seu habitat ou na semente.
Nos usos e métodos da presente invenção é secundário se herbicida A e pelo menos um herbicida B são formulados e aplicados junto ou separadamente e, no caso de aplicação separada, em cuja ordem a aplicação acontece. Algumas vezes é necessário que o herbicida A e pelo menos um herbicida B sejam aplicados em uma grade de horário que permite a ação simultânea dos ingredientes ativos nas plantas.
A invenção também diz respeito a uma formulação herbicida, que compreende uma composição herbicidamente ativa da forma aqui definida e pelo menos um carreador material, incluindo materiais carreadores líquidos e/ou sólidos.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Surpreendentemente, as composições de acordo com a invenção têm melhor atividade herbicida contra plantas nocivas que a esperada pela atividade herbicida dos compostos individuais. Em outras palavras, a ação junta de piroxassulfona e pelo menos um herbicida B resulta em uma melhor atividade contra plantas nocivas no sentido de um efeito de sinergia (sinergismo). Por este motivo, as composições podem, com base nos componentes individuais, ser usadas em baixas taxas de aplicação para alcançar um efeito herbicida comparável aos componentes individuais. Além disso, as composições da presente invenção fornecem boa atividade pósemergência herbicida, isto é, as composições são particularmente usadas para combater/controlar plantas nocivas depois da sua emergência. Independente disso, as composições da presente invenção mostram boa compatibilidade da cultura, isto é, seu uso nas culturas leva a um menor dano das plantas de cultura e/ou não resulta em maior dano das plantas de cultura.
Da forma aqui usada, os termos “controlar” e “combater” são sinônimos.
Da forma aqui usada, os termos “vegetação indesejável” e “plantas nocivas” são sinônimos.
As composições da invenção compreendem piroxassulfona como um primeiro componente a).
Como um segundo componente b), as composições da invenção compreendem pelo menos um herbicida B que é um inibidor de transferência de elétron em fotossíntese (inibidor de ETP). Inibidores de ETP são compostos que têm um modo de ação compreendendo a inibição da transferência de elétron no fotossistema II da fotossíntese nas plantas e que pertencem aos grupos Ci a C3 do sistema de classificação HRAC (ver HRAC, Classification of Herbicide According to the Mode of Action, http://www.plantprotection.org/hrac/MOA.html).
De acordo com a presente invenção o inibidor de AHAS é preferivelmente selecionado do grupo que consiste em:
b. 1 herbicidas de imidazolinona; b.2 herbicidas de sulfoniluréia; b.3 herbicidas de triazolopirimidina;
b.4 herbicidas de pirimidinilbenzoato; e
b.5 herbicidas de sulfonilaminocarboniltriazolinona.
Herbicidas de imidazolinona (b.l) incluem, por exemplo, imazapic, imazametabenz-metil, imazamox, imazapir, imazaquin, e imazetapir e os sais destes.
Herbicidas de sulfoniluréia (b.2) incluem, por exemplo, amidossulfuron, azimsulfuron, bensulfuron, clorimuron, clorsulfuron, cinossulfuron, ciclossulfamuron, etametsulfuron, etoxissulfuron, flazassulfuron, flupirsulfuron, foramsulfuron, halossulfuron, imazossulfuron, iodossulfuron, mesossulfuron, metsulfuron, nicossulfuron, oxassulfuron,
Ί primisulfuron prossulfuron, pirazossulfuron, rimsulfuron, sulfometuron, sulfossulfuron, thifensulfuron, triassulfuron, tribenuron, trifloxissulfuron, triflusulforon e tritossulfuron e os sais e ésteres destes.
Herbicidas de triazolopirimidina (b.3) incluem, por exemplo, cloransulam-metil, diclossulam, florassulam, flumetsulam, metossulam, penoxsulam e piroxsulam.
Herbicidas de pirimidinilbenzoato (b.4) incluem, por exemplo, bispiribac, piribenzoxim, piriftalid, pirithiobac e piriminobac e os sais e ésteres destes, tais como bispiribac-sódio, pirithiobac-sódio e piriminobacmetila.
Herbicidas de sulfonilaminocarboniltriazolinona (b.5) incluem, por exemplo, flucarbazona, propoxicarbazona e tiencarbazona, e os sais e ésteres destes, tais como flucarbazona- sódio, propoxicarbazona-sódio e tiencarbazona-metila.
Nas composições da presente invenção a razão em peso relativa de piroxassulfona para herbicida B é preferivelmente na faixa de 500:1 a 1 :500, em particular na faixa de 250:1 a 1 :250 e mais preferivelmente de 100:1 a 1 :100. Desta maneira, nos métodos e usos da invenção, piroxassulfona e pelo menos um herbicida B são aplicados nestas razões em peso.
As composições da invenção também podem compreender como um componente c), um ou mais protetores. Protetores, também denominados herbicida protetores, são compostos orgânicos que em alguns casos levam a melhor compatibilidade da planta na cultura quanto aplicados juntamente com herbicidas que agem especificamente. Alguns protetores são em si herbicidamente ativos. Nestes casos, os protetores agem como antídoto ou antagonista nas plantas de cultura e assim reduzem ou mesmo previnem o dano às plantas de cultura. Entretanto, nas composições da presente invenção, protetores geralmente não são requeridos. Desta forma, uma modalidade preferida da invenção diz respeito a composições que não contêm nenhum protetor ou virtualmente nenhum protetor (isto é, menos que 1 % em peso, com base na quantidade total de herbicida A e herbicida B).
Protetores adequados, que podem ser usados nas composições de acordo com a presente invenção, são conhecidos na tecnologia, por exemplo, do The Compendium of Pesticide Comum Names (http://www.alanwood.net/pesticides/); Farm Chemicals Handbook 2000 Vol. 86, Meister Publishing Company, 2000; B. Hock, C. Fedtke, R. R. Schmidt, Herbizide, Georg Ihieme Verlag, Stuttgart 1995; W. H. Ahrens, Herbicida
Handbook, 7a Edição, Weed Science Society of America, 1994; e K. K. Hatzios, Herbicide Handbook, Suplemento à 7a Edição, Weed Science Society of America, 1998.
Protetores incluem, por exemplo, benoxacor, cloquintocet, ciometrinila, ciprosulfamida, diclormid, diciclonon, dietolato, fenclorazol, fenclorim, flurazol, fluxofenim, furilazol, isoxadifen, mefenpir, mefenato, anidrido naftálico, 2,2,5-trimetil-3- (dicloracetil)-i,3-oxazolidina, 4(dicloroacetil)-l-oxa-4-azaspiro[4.5]decano e oxabetrinila, bem como sais agricolamente aceitáveis destes e, desde que eles tenham um grupo carboxila, seus derivados agricolamente aceitáveis. 2,2,5-Trimetil-3- (dicloroacetil)-i,320 oxazolidina [CAS No. 52836-31-4] também é conhecido como o nome R29148. 4-(Dicloroacetil)-l-oxa-4- azaspiro[4.5]decano [CAS No. 71526-0703] também é conhecido como os nomes AD-67 e MON 4660.
Como um protetor, as composições de acordo com a invenção particularmente preferivelmente compreendem pelo menos um dos compostos selecionados do grupo de benoxacor, cloquinto- cet, ciprosulfamida, diclormid, fenclorazol, fenclorim, fluxofenim, furilazol, isoxadifen, mefenpir, anidrido naftálico, 2,2,5-trimetil-3-(dicloroacetil)-l,3- oxazolidina, e 4(dicloroacetil)-l-oxa-4-azaspiro[4.5]decano e oxabetrinila; e o sal agricolamente aceitável deste e, no caso dos compostos tendo um grupo
COOH, um derivado agricolamente aceitável definido a seguir.
Uma modalidade preferida da invenção diz respeito a composições que não contêm nenhum protetor ou virtualmente nenhum protetor (isto é, menos que 1 % em peso, com base na quantidade total de herbicida A e pelo menos um herbicida B é aplicado).
As composições da invenção também podem compreender, como um componente d), um ou mais herbicidas D, que são diferentes dos herbicidas A e B. Tais herbicidas D adicionais podem ampliar o espectro de atividade das composições inventivas. Entretanto, herbicidas D adicionais geralmente não são requeridos. Desta forma, uma modalidade preferida da invenção diz respeito a composições que não contêm nenhum herbicida D adicional ou virtualmente nenhum herbicida D adicional (isto é, menos que 1 % em peso, com base na quantidade total de herbicida A e herbicida B).
Em particular, as composições da presente invenção consistem no herbicida A e pelo menos um herbicida B, isto é, eles não contêm um protetor nem um herbicida D adicional.
Em uma outra modalidade preferida da invenção, as composições compreendem pelo menos um herbicida D adicional que é selecionado de herbicidas que são inibidores do fotossistema II, que também são denominados inibidores PS-II ou inibidores ETP. Inibidores PS-II são compostos, que têm um modo de ação compreendendo a inibição da transferência de elétron no fotossistema II da fotossíntese nas plantas e que pertencem aos grupos Cl a C3 do sistema de classificação HRAC (ver HRAC, Classification de Herbicidas According to Mode of Action, http://www.plantprotection.org/hrac/MAO.html).
Preferivelmente, os inibidores PS-II são selecionados do grupo que consiste em:
d. 1 herbicidas de ariluréias; d.2 herbicidas de triazin(di)ona; e
d.3 herbicidas de metiltiotriazina.
Herbicidas de ariluréias (d.l) incluem, por exemplo, clorbromuron, clorotoluron, cloroxuron, dimefuron, diuron, etidimuron, fenuron, fluometuron, isoproturon, isuron, linuron, metabenztiazuron, metobromuron, metoxuron, monolinuron, neburon, siduron, tetrafluron e tebuthiuron. Herbicidas de ariluréias herbicidas (d.l) preferidos incluem clortoluron, diuron, linuron, isoproturon e tebutiuron, com preferência particular dada ao diuron e tebutiuron.
Herbicidas de triazin(di)ona (d.2) incluem, por exemplo, ametridiona, amibuzin, hexazinona, isomethiozin, metamitron e metribuzin. Herbicidas de triazin(di)ona (d.2) preferidos incluem hexazinona e metribuzina.
Herbicidas de metiltiotriazina (d.3) incluem, por exemplo, ametrina, aziprotrina, cianatrina, desmetrina, dimetametrina, methoprotrina, prometrina, simetrina e terbutrina. Herbicida de metiltiotriazina preferidos é ametrina.
Herbicidas de ariluréia (grupo d.l), herbicidas de triazin(di)ona (grupo d.2) e herbicidas de metiltiotriazina (grupo d.3) são conhecidos, por exemplo, de K. -W. Munks e K.-H. Muller “Photosynthesis Inhibitors” em “Modem Crop Protection Compounde” Vol. 1, Wiley-VHC 2007, pp 359-400; CD. S. Tomlin, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003), e também do The Compendium of Pesticide Common Names, http://www.alanwood.net/pesticides/.
Nas composições desta modalidade particular a razão em peso relativa de piroxassulfona para herbicida do inibidor de PS-II D é preferivelmente na faixa de 1 :500 a 500:1, em particular na faixa de 1 :250 a 250:1 e mais preferivelmente de 100:1 a 1 :100. Desta maneira, nos métodos e usos da invenção, piroxassulfona e o herbicida D são aplicados nestas razões em peso.
Se os compostos de herbicida mencionados como herbicidas B, herbicidas D e protetores (ver a seguir) tiverem grupos ftmcionais, que podem ser ionizados, eles também podem ser usados na forma de seus sais agricolamente aceitáveis. No geral, os sais dos cátions são adequados cujos cátions não têm nenhum efeito adverso na ação dos compostos ativos (“agricolamente aceitável”).
No geral, os sais dos cátions são adequados cujos cátions não têm nenhum efeito na ação dos compostos ativos (“agricolamente aceitáveis”). Cátions preferidos são os íons dos metais alcalinos, preferivelmente de lítio, sódio e potássio, dos metais alcalinos terrosos, preferivelmente de cálcio e magnésio, e dos metais de transição, preferivelmente de manganês, cobre, zinco e ferro, além disso, amônio e amônio substituído (daqui em diante também denominado como organoamônio) em que um a quatro átomos de hidrogênio são substituídos por alquila CrC4, hidróxi-alquila Cj-C4, alcóxi C!-C4-alquila Ci-C4, hidróxialcóxi Ci-C4-alquila Ci-C4, fenila ou benzila, preferivelmente amônio, metilamônio, isopropilamônio, dimetilamônio, diisopropilamônio, trimetilamônio, tetrametilamônio, tetraetilamônio, tetrabutilamônio, 2hidroxietilamônio, 2-(2-hidroxietóxi)eth-l-ilamônio (sais de diglicolamina), di(2-hidroxieth-l-il)amônio (sais de diolamina), tris((2-hidroxieth-lil)amônio (sais de trolamina), tris(3-propanol)amônio, benziltrimetilamônio, benziltrietilamônio, além disso, íons fosfônio, íons sulfônio, preferivelmente tri(alquil Ci-C4)sulfônio, tais como trimetilsulfônio, e íons sulfoxônio, preferivelmente tri(alquil Ci-C4)sulfoxônio.
Nas composições de acordo com a invenção, os compostos que carregam um grupo carboxila também podem ser empregados na forma de derivados agricolamente aceitáveis, por exemplo, como amidas, tais como mono- ou di-Ci-CP-alquilamidas ou arilamidas, como ésteres, por exemplo, como alil ésteres, propargil ésteres, alquil CrCio ésteres ou alcoxialquil ésteres, e também como tioésteres, por exemplo, como alquil C1-C10 tioésteres. Mono- e di- CrC6-alquilamidas preferidas são as metil- e as dimetilamidas. Arilamidas preferidas são, por exemplo, as anilidinas e as 2cloroanilidas. Alquil ésteres preferidos são, por exemplo, os metil, etil, propil, isopropil, butil, isobutil, pentil, mexil (1-metilexil) ou isooctil (2-etilexil) ésteres. Alcóxi Ci-C4-alquil C1-C4 ésteres preferidos são os alcoxietil C1-C4 ésteres de cadeia reta ou ramificada, por exemplo, os metoxietil, etoxietil ou butoxietil ésteres. Um exemplo dos alquil CpCio tioésteres de cadeia reta ou ramificada é o etil tioéster. Derivados preferidos são os ésteres.
As composições da presente invenção são adequadas para controlar inúmeras plantas nocivas, incluindo plantas daninhas monocotiledôneas, em particular, plantas daninhas anuais, tais como plantas daninhas graminosas (gramas) incluindo espécies de Echinocloa, tais como gramas de quintal (Echinocloa crusgalli var. crus-galli), espécies de Digitaria, tais como capim-colchão (Digitaria sanguinalis), espécies de Setaria, tais como capim rabo de gato (Setaria viridis) e rabo de raposa (Setaria faberii), espécies de Sorghum, tais como capim massambará (Sorghum halepense Pers.), espécies de Avena, tais como trigos selvagens (Avena fatua), espécies de Cenchru, tais como Cenchrus echinatus, espécies de Bromus, espécies de
Lolium, espécies de Phalaris, espécies de Eriocloa, espécies de Panicum, espécies de Brachiaria, poa dos prados anual (Poa annua), canela-sassafráz (Alopecurus myosuroides), Aegilops cilíndrica, Agropiron repens, Apera spicaventi, Eleusine indica, Cinodon dactylon e similares.
As composições da presente invenção também são adequadas para controlar inúmeras plantas daninhas dicotiledôneas, em particular plantas daninhas de folhas largas incluindo espécies de Polygonum, tais como cipó de veado (Polygonum convolvolus), espécies de Amaranthus, tais como caruru (Amaranthus retroflexus), espécies de Chenopodium, tais como ervas de santa maria (Chenopodium album L.), espécies de Sida, tais como malva comum (Sida spinosa L.), espécies de Ambrosia, tais como artemísia comum (Ambrosia artemisiifolia), espécies de Acanthospermum, espécies de Anthemis, espécies de Atriplex, espécies de Cirsium, espécies de Convolvulus, espécies de Conyza, espécies de Cassia, espécies de Commelina, espécies de Datura, espécies de Euphorbia, espécies de Geranium, espécies de Galinsoga, glória da manhã (espécies de Ipomoea), espécies de Lamium, espécies de Malva, espécies de Matricaria, espécies de Sysimbrium, espécies de Solarium, espécies de Xanthium, espécies de Verônica, espécies de Viola, erva-canária (Stellaria media), benção-de-deus (Abutilon theophrasti), Hemp sesbania (Sesbania exaltata Cory), Anoda cristata, Bidens pilosa, Couve kaber, Capsella bursa-pastoris, Centauréia cianus, Galeopsis tetrahit, Galium aparine, Helianthus annuus, Desmodium tortuosum, Kochia scoparia, Mercurialis annua, Myosotis arvensis, Papaver rhoeas, Raphanus raphanistrum, Salsola kali, Sinapis arvensis, Sonchus arvensis, Thlaspi arvense, Tagetes minuta, Richardia brasiliensis, e similares.
As composições da presente invenção também são adequadas para controlar inúmeras plantas daninhas de caniço anuais e perenes incluindo espécies de Cyperus, tais como tiririca do brejo (Cyperus rotundus L.), tiriricão (Cyperus esculentus L.), capim-de-uma-cabeça (Cyperus brevifolius H.), erva daninha tiririca (Cyperus microiria Steud), alecrim do campo (Cyperus iria L.), e similares.
As composições de acordo com a presente invenção são adequadas para combater/controlar plantas nocivas comuns nas plantas usadas (isto é, nas culturas). As composições da presente invenção são geraimente adequadas para combater/controlar vegetação indesejada em culturas em grão, incluindo, por exemplo, cereais (cereais de grão pequeno), tais como trigo (Triticum aestivum) e culturas como de trigo, tais como durum (T. durum), einkom (T. monococcum), emmer (T. dicoccon) e spelt (T. spelta), centeio (Secale cereale), triticale (Tritiosecale), cevada (Hordeum vulgare); maize (milho; Zea mays); sorgo (por exemplo, Sorghum bicoloufi; arroz (Oryza spp., tais como Oryza sativa e Oryza glaberrima); e - cana de açúcar; legumes (Fabaceae), incluindo, por exemplo, sojas (Glycine max.), amendoins (culturas Arachis hypogaea e pulse, tais como ervilhas incluindo Pisum sativum, guandu e cowpea, feijões incluindo feijões amplos (Vicia faba), Vigna spp., e Phaseolus spp. e lentilhas (lens culinaris var.); - couve manteiga, incluindo, por exemplo, canola (Couve napus), óleo de semente de colza (Couve napus), repolho (β. oleracea var.), mostarda, tais como B. juncea, B. campestris, B. narinosa, B. nigra e B. toumefortii; e nabo (Couve rapa var.); outras culturas de folha ampla, incluindo, por exemplo, girassol, algodão, lino, semente de linho, beterraba, batata e tomato; culturas de TNV (TNV: árvores, nozes e vinha) incluindo, por exemplo, uvas, cítricos, romã, por exemplo, maçã e pera, café, pistache e óleo de palma, fruta com caroço, por exemplo, pêssego, amêndoa, nogueira, oliva, cereja, ameixa e damasco; turfa, pasto e pastagem; - cebola e alho; bulbos ornamentais, tais como tupilas e narcisos; coníferas e árvores decíduas, tais como pinheiro, abeto, carvalho, bordo, comizo, hawthome, maçã selvagem, e rhamnus (espinho cerval); e jardins ornamentais, tais como petúnia, calêndula, rosas e boca de dragão.
As composições da presente invenção são, em particular, adequadas para combater/controlar vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, duram, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, soja, culturas de pulso, tais como pêra, feijão e lentilhas, amendoim, girassol, beterraba, batata, algodão, couve culturas, tais como óleo de semente de colza, canola, mostarda, repolho e nabo, turfa, pasto, pastagem, uvas, romã, tais como maçã e pêra, fruta com caroço, tais como pêssego, amêndoa, nogueira, oliva, cereja, ameixa e damasco, cítricos, café, óleo de palma, pistache, jardins ornamentais, tais como rosas, petúnia, calêndula e boca-de-lobo, bulbos ornamentais, tais como tupilas e narcisos, coníferas e árvores decíduas, tais como pinheiro, abeto, carvalho, bordo, comizo, hawthome, maçã selvagem e rhamnus.
As composições da presente invenção são acima de tudo adequadas para combater/controlar vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, soja, culturas de pulso, tais como pêra, feijão e lentilhas, amendoim, girassol, beterraba, batata, algodão, turfa, pasto, pastagem, uvas, fruta com caroço, tais como pêssego, amêndoa, nogueira, oliva, cereja, ameixa e damasco, cítricos, café, óleo de palma, pistache, coníferas e árvores decíduas.
As composições da invenção são particularmente adequadas para a aplicação em trigo, cevada, centeio, milho, sorgo, cana de açúcar, sojas, culturas de pulso, amendoins, girassol, batata, beterraba, turfa, uvas, fruta com caroço, cítricos e pistache.
Se não estabelecido de outra maneira, as composições da invenção são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
As composições de acordo com a invenção também podem ser usadas nas plantas de cultura que são resistentes ou tolerantes a um ou mais herbicidas devido à engenharia genética ou reprodução, que são resistentes ou tolerantes a um ou mais patógenos, tais como fungos patogênicos de planta devido à engenharia genética ou reprodução, ou que são resistentes ou tolerantes ao ataque por insetos devido à engenharia genética ou reprodução. Adequadas são, por exemplo, plantas de cultura, preferivelmente milho, trigo, girassol, arroz, canola, óleo de semente de colza, sojas ou lentilhas que são resistentes ou tolerantes a inibidores de ETP herbicida, tais como, por exemplo, hexazinon, metamitron, terc-butilazina, cloridazona, bromoxinila, bentazona, ametrina ou ariluréias, ou plantas de cultura que, devido à introdução do gene para toxina Bt por modificação genética, são resistentes ao ataque por certos insetos.
As composições da presente invenção podem ser aplicadas de uma maneira convencional usando técnicas que versados na tecnologia são familiares. Técnicas adequadas incluem aspersão, atomização, polvilhamento, espalhamento ou jateamento com água. O tipo de aplicação depende do propósito pretendido de uma maneira bem conhecida; em qualquer caso, as técnicas devem garantir a distribuição mais fina possível dos ingredientes ativos de acordo com a invenção.
As composições podem ser aplicadas pré ou pós-emergência, isto é, antes, durante e/ou depois emergência das plantas indesejáveis. Quando as composições são usadas nas culturas, elas podem ser aplicadas depois da semeadura e antes ou depois da emergência das plantas de cultura. As composições da invenção, entretanto, também podem ser aplicadas antes da semeadura das plantas de cultura.
É um benefício particular das composições de acordo com a invenção que elas têm uma atividade herbicida pós-emergência muito boa, isto é, elas mostram uma boa atividade herbicida contra plantas indesejáveis emergidas. Assim, em uma modalidade preferida de invenção, as composições são aplicadas pós-emergência, isto é, durante e/ou depois, a emergência das plantas indesejáveis. É particularmente vantajoso aplicar a misturas de acordo com a invenção pós-emergente quando a planta indesejável começa com o desenvolvimento da folha até o florescimento. Uma vez que a composição mostra boa tolerância à cultura, mesmo quando a cultura já emergiu, ela pode ser aplicada depois da semeadura das plantas de cultura e, em particular, durante ou depois da emergência das plantas de cultura.
Em qualquer caso, herbicida A e pelo menos um herbicida B e os ativos adicionais opcionais (protetor C e herbicida D) podem ser aplicados simultaneamente ou em sucessão.
As composições são aplicadas às plantas principalmente por aspersão, em particular aspersão nas folhas. Aplicação pode ser realizada por técnicas de aspersão costumeiras usando, por exemplo, água como carreador e taxas de licor de aspersão de cerca de 10 a 2000 I/ha ou 50 a 1000 I/ha (por exemplo, de 100 a 500 I/ha). Aplicação das composições herbicidas pelo método de volume baixo e de volume ultra baixo é possível, como sua aplicação na forma de microgrânulos.
Se os ingredientes ativos forem menos bem tolerados por certas plantas de cultura, técnicas de aplicação podem ser usadas em que as composições herbicidas são aspergidas, com a ajuda do aparato de aspersão, de uma maneira tal que eles entram em pouco contato, se presente, com as folhas das plantas de cultura sensíveis, alcançando ao mesmo tempo as folhas de plantas indesejáveis que crescem debaixo, ou o solo vazio (pósdirecionado, lay-by).
No caso de um tratamento pós-emergência das plantas, a misturas herbicidas ou composições de acordo com a invenção são preferivelmente aplicadas por aplicação nas folhas. Aplicação pode ser efetuada, por exemplo, por técnicas de aspersão usuais com água como o carreador, usando quantidades de mistura de aspersão de aproximadamente 50 a 1000 I/ha.
A taxa de aplicação requerida da composição dos compostos ativos puros, isto é, de piroxassulfona, herbicida B e opcionalmente protetor ou herbicida D depende da densidade da vegetação indesejada, do estágio de desenvolvimento das plantas, das condições climáticas da localização onde a composição é usada no método de aplicação. No geral, a taxa de aplicação da composição (quantidade total de piroxassulfona, herbicida B e ativos adicionais opcionais) é de 15 a 5000 g/ha, preferivelmente de 20 a 2500 g/ha de substância ativa.
As taxas de aplicação requeridas de piroxassulfona são geralmente na faixa de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa.
As taxas de aplicação requeridas do herbicida B (quantidade total de herbicida B) são geralmente na faixa de 1 g/ha a 5000 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 4000 g/ha ou de 10 g/ha a 3000 g/ha de substância ativa.
As taxas de aplicação requeridas do protetor, se aplicadas, são geralmente na faixa de 1 g/ha a 5000 g/ha e preferivelmente na faixa de 2 g/ha a 5000 g/ha ou de 5 g/ha a 5000 g/ha de substância ativa. Preferivelmente nenhum protetor ou virtualmente nenhum protetor é aplicado e assim as taxas de aplicação são abaixo de 5 g/ha, em particular abaixo de 2 g/ha ou abaixo de 1 g/ha.
As taxas de aplicação requeridas do herbicida D, se aplicadas, são geralmente na faixa de 1 g/ha a 5000 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 4000 g/ha ou de 10 g/ha a 3000 g/ha de substância ativa.
De acordo com uma primeira modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de ariluréia. Herbicidas de ariluréia (grupo b.l ) são conhecidos, por exemplo, de K.-W. Munks e K. H. Muller “Fotossíntese Inibidores” em “Modem Protection of compounds crop” Vol. 1, Wiley-VHC 2007, pp 359-400; C. D. S. Tomlin, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003) e também do The Compendium of Pesticide Comun Names http://www.alanwood.net/pesticides/.
Herbicidas de imidazolinona incluem imazametabenz, imazamox, imazapic, imazapir, imazaquin e imazetapir, seus sais, em particular seus sais de sódio, sais de potássio, sais de amônio ou sais de amônio substituídos da forma definida anteriormente, em particular seus sais de mono, di e trialquil Ci-C8 amônio, tais como sais de isopropil amônio e seus ésteres, em particular seus ésteres de alquila Ci-C8, tais como metilésteres, etilésteres, isopropil ésteres. Exemplos adequados de tais sais incluem imazamox-amônio, imazapic-amônio, imazapir-isopropilamônio, imazaquin-amônio, imazaquin- sódio e imazetapir-amônio. Exemplos adequados de tais ésteres incluem imazametabenz-metil e imazaquin-metila.
Herbicidas de imidazolinona preferidos incluem imazamox, imazapic, imazapir, imazaquin, imazetapir, seus sais e seus ésteres, bem como misturas destes, em particular imazamox, imazapic, imazapir e imazetapir, seus sais e seus ésteres, bem como misturas destes.
As imidazolinonas podem estar presentes na forma de seus racematos ou na forma dos enanciômeros R ou S puros (incluindo sais e ésteres da forma definida anteriormente). Imidazolinonas muito adequadas são os R-isômeros, por exemplo, R-imazametabenz-metil, R-imazamox, Rimazapic, R-imazapir, R-imazaquin, R-imazetapir, em particular Rimazamox. Estes compostos são conhecidos, por exemplo, de US 5.973.154 B (American Cyanamid Company) e US 6.339.158 BI (American Cyanamid Company).
Em composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é imazamox ou um sal do mesmo, tal como imazamox-amônio.
Em outras composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é imazapic ou um sal do mesmo, tal como imazapic-amônio.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é imazapir ou um sal do mesmo, tal como imazapir-amônio ou imazapir-isopropilamônio.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é imazetapir ou um sal do mesmo, tal como imazetapir-amônio.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é imazaquin ou um sal ou éster deste, tal como imazaquin- amônio, imazaquin-sódio ou imazaquin-metila.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é uma mistura de dois diferentes herbicidas de imidazolinona, em particular uma mistura compreendendo um primeiro herbicida de imdizolinona que é selecionado de imazamox e imazapic e sais destes e um segundo herbicida de imidazolinona que é selecionado de imazapir e imazetapir e sais destes.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é uma mistura de imazamox e imazetapir ou sais destes.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é uma mistura de imazapic e imazetapir ou sais destes.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é uma mistura de imazamox e imazapir ou sais destes.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é uma mistura de imazapic e imazapir ou sais destes.
Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida de imidazolinona é preferivelmente de 1:500 a 500:1, em particular na faixa de 1:250 a 250:1 e mais preferivelmente de 100:1 a 1:100.
A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
A taxa de aplicação das imidazolinonas é normalmente 0,1 a 500 g/ha, como uma regra 1 a 250 g/ha, preferivelmente 2 a 200 g/ha, de substância ativa (a.s.).
As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Aegilops Cilíndrica, Agropiron repens, Alopecurus myosuroides, Avena fatua, espécies de Brachiaria, espécies de Bromus, espécies de Echinocloa, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, arroz vermelho, espécies de Setaria, espécies de Sorghum, Abuthilon theoprasti, espécies de Amarantus, Brassica kaber, Capsella bursa-pastoris, espécies de Chenopodium, espécies de Euphorbia, espécies de Geranium, espécies de Polygonum, Raphanus raphanistrum, Sinapis arevensis, espécies de Sysimbrium, e Thlaspi arvense.
As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, soja, culturas de pulso, tal como ervilha, feijão e lentilhas, amendoim, girassol, beterraba, batata, algodão, culturas de couve, tal como óleo de semente de colza, canola, mostarda, repolho e nabo, turfa, uvas, frutas de caroço, tal como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, frutas cítricas, pistache, árvores coníferas e decíduas.
Se não estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
As composições desta modalidades são acima de tudo adequadas para aplicação em soja, amendoim, culturas de pulso, tais como ervilha, feijão e lentilhas, cana de açúcar, óleo de palma, árvores coníferas e decíduas.
As composições desta modalidade preferivelmente podem ser usadas em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas AHAS, preferivelmente em culturas que são tolerantes e/ou são resistentes à ação de herbicidas de imidazolinona. A resistência e ou tolerância aos ditos herbicidas pode ser alcançada por reprodução convencional e/ou por métodos de engenharia genética. Culturas que são tolerantes aos herbicidas AHAS (por exemplo, tolerantes aos herbicidas de imidazolinona) são conhecidos, por exemplo, de EP 0 154 204 A (MGI Pharma Inc.). Tais culturas são, por exemplo, comercializadas pela BASF com o nome comercial CLEARFIELD. Exemplos para tais culturas são milho, canola, óleo de semente de colza, girassol, arroz, soja, lentilhas e trigo.
As composições da primeira modalidade podem adicionalmente compreender um herbicida D, que é selecionado de herbicidas que são inibidores do fotossistema II. Estas composições são daqui em diante também denominadas composições de acordo com modalidade 1 a. Os inibidores PS-Π nas composições da modalidade la são preferivelmente selecionadas do grupo que consiste em:
d.l herbicidas de ariluréias, em particular os compostos mencionados como compostos de grupo d.l, que são preferivelmente selecionados de clortoluron, diuron, linuron, isoproturon e tebuthiuron, com preferência particular dada ao diuron e tebutiuron;
d.2 herbicidas de triazin(di)ona, em particular os compostos mencionados como compostos de grupo d.2, que são preferivelmente selecionados de hexazinona e metribuzina; e
d.3 herbicidas de metiltiotriazina, em particular os compostos mencionados como compostos de grupo d.3, que são preferivelmente o grupo que consiste em ametrina.
Em composições particulares preferidas desta modalidade 1 um, o herbicida B compreende ou em particular é imazapic ou um sal do mesmo, tal como imazapic-amônio.
Em composições particulares preferidas desta modalidade la, o herbicida D compreende ou em particular é selecionado do grupo que consiste em diuron, metribuzin, ametrina, hexazinona e tebutiuron.
Em composições mais preferidas desta modalidade la, o herbicida B compreende ou em particular é imazapic ou um sal do mesmo, tal como imazapic-amônio e o herbicida D é selecionado do grupo que consiste em diuron, metribuzin, ametrina, hexazinona e tebutiuron, tal como os seguintes composições:
Composição la.l : piroxassulfona + imazapic + diuron,
Composição 1 a.2: piroxassulfona + imazapic + metribuzin,
Composição 1 a.3: piroxassulfona + imazapic + ametrina,
Composição la.4: piroxassulfona + imazapic + hexazinona,
Composição la.5: piroxassulfona + imazapic + tebutiurona
Nas composições de modalidade la, a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida de imidazolinona é preferivelmente de 1 :500 a 500:1, em particular na faixa de 1 :250 a 250:1 e mais preferivelmente de 100:1 a 1 :100.
Nos métodos de modalidade la, a taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
Nos métodos de modalidade 1 um, a taxa de aplicação das imidazolinonas é normalmente 0,1 a 500 g/ha, como uma regra 1 a 250 g/ha, preferivelmente 2 a 200 g/ha, de substância ativa (a.s.).
Nas composições desta modalidade particular la a razão em peso relativa de piroxassulfona para herbicida D é preferivelmente na faixa de 1:500 a 500:1, em particular na faixa de 1:250 a 250:1 e mais preferivelmente de 100:1 a 1:100. Desta maneira, nos métodos e usos da invenção, piroxassulfona e o herbicida D são aplicados nestas razões em peso.
As composições da modalidade la podem ser usadas com o mesmo propósito que as composições de modalidade 1. As composições da modalidade la são particularmente usadas para aplicação em culturas. Elas são especialmente usadas para aplicação em cana de açúcar, uma vez que elas fornecem maior controle de plantas daninhas indesejadas em taxas de aplicação reduzidas e assim em risco reduzido de dano na cultura.
De acordo com uma segunda modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de sulfoniluréia. Herbicidas de sulfoniluréia são conhecidos de, por exemplo, C. D. S. Tomlin, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003), Index 5, 1337-1344 e http://www.alanwood.net/pesticides/.
Exemplos de herbicidas de sulfoniluréia adequados são bensulfuron, clorimuron, ciclossulfamuron, etametsulfouron, flazassulfuron, flupirsulfuron, foramsulfuron, halossulfuron, iodossulfuron, mesossulfuron, metsulfuron, nicossulfuron, primisulfuron, prossulfuron, pirazossulfuron, rimsulfuron, sulfometuron, sulfossulfuron, tifensulfuron, triassulfuron, tribenuron, trifloxissulfuron, triflusulfuron e tritossulfuron e seus sais e, no caso os compostos carregam um grupo carboxila, seus ésteres. Também incluídso estão os sais de bensulfuron, clorimuron, flupirsulfuron, halossulfuron, mesossulfuron, primisulfuron, pirazossulfuron, sulfometuron, trifloxissulfuron, etametsulfuron, iodossulfuron, metsulfuron, thifensulfuron, tribenuron, triflusulfuron e seus ésteres.
O termo “herbicida de sulfoniluréia” aqui deve significar os compostos de sulfoniluréia da forma aqui mencionada, bem como seus a) sais, por exemplo, sais de metais alcalino ou alcalino terroso ou sais de amônio ou organoamônio, por exemplo, sódio, potássio, amônio, isopropil amônio etc.; b) respectivos isômeros, por exemplo, estereo isômeros, tal como o respectivos enanciômeros, c) respectivos ésteres, por exemplo, alquil C1-C6 (ramificado ou não ramificado) ésteres, tal como metilésteres, etilésteres, isopropil ésteres. Exemplos adequados de tais sais e ésteres são bensulfuronmetila, clorimuron-etila, flupirsulfuron-metil- sódio, halossulfuron-metila, mesossulfuron-metila, primisulfuron-metila, pirazossulfuron-etila, sulfometuron-metila, trifloxissulfuron-sódio, etametsulfuron- metila, iodossulfuron-metil-sódio, metsulfuron-metila, thifensulfuron-metila, tribenuron-metila, e triflusulfuron-metila.
Herbicidas de sulfoniluréia preferidos incluem etametsulíuron, flazassulfuron, flupirsulfuron, foramsulfuron, mesossulfuron, primisulfuron, sulfossulfuron, trifloxissulfuron e triflusulfuron, e seus sais e, no caso os compostos carregam um grupo carboxila, seus ésteres.
Sulfoniluréias muito adequadas incluem etametsulíuron, flazassulfuron, flupirsulfuron- metil-sódio, foramsulfuron, mesossulfuron, primisulfuron-metil, sulfossulfuron, trifloxissulfuron e triflusulfuron-metila.
Em composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é nicossulfuron.
Em outras composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é rimsulfuron.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é flupirsulfuronmetil, em particular o sal de sódio (flupirsulfuron-metil-sódio).
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é foramsulfuron.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é mesossulfuron.
Em composições particulares preferidas adicionais desta 20 modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é primisulfuronmetila.
Em composições particulares preferidas adicionais desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é sulfossulfuron.
Em composições particulares preferidas adicionais desta 25 modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é trifloxissulfuron.
Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida de sulfoniluréia é frequentemente de 500:1 a 1:500, preferivelmente de 250:1 a 1:250, em particular de 100:1 a 1:100.
A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
A taxa de aplicação do herbicida de sulfoniluréia é normalmente 0,1 a 200 g/ha, como uma regra 1 a 150 g/ha, preferivelmente 2 a 100 g/ha, de substância ativa (a.s.).
As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Agropiron repens, Alopecurus myosuroides, Avena fatua, espécies de Brachiaria, espécies de Bromus, espécies de Echinocloa, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, espécies de Setaria, espécies de Sorghum, Abuthilon theoprasti, espécies de Amarantus, espécies de Chenopodium, espécies de lpomoea, espécies de Polygonum, e espécies de Cyperus.
As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, soja, culturas de pulso, tal como ervilha, feijão e lentilhas, amendoim, sorgo, girassol, beterraba, batata, algodão, culturas de couve, tal como óleo de semente de colza, canola, mostarda, repolho e nabo, turfa, uvas, frutas de caroço, tal como pêssego, amêndoa, noz, oliva, cereja, ameixa e damasco, frutas cítricas e pistache.
Se não estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
As composições desta modalidade são mais adequadas para aplicação em culturas de grão, em particular trigo, cevada, arroz, milho, cana de açúcar, girassol, beterraba, batata, algodão, culturas de couve, tal como óleo de semente de colza, canola e mostarda, turfa, uvas, frutas de caroço, tal como pêssego, amêndoa, noz, oliva, frutas cítricas e pistache.
As composições desta modalidade preferivelmente podem ser usadas em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de AHAS herbicidas, preferivelmente em culturas que são tolerantes e/ou resistentes à ação de herbicidas de sulfoniluréia. A resistência e ou tolerância aos ditos herbicidas pode ser alcançada por reprodução convencional e/ou por métodos de engenharia genética. Culturas que são tolerantes aos herbicidas AHAS (por exemplo, tolerantes aos herbicidas de sulfoniluréia) são conhecidos, por exemplo, de soja, milho, girassol, beterraba, linho, óleo de semente de colza, canola e algodão.
De acordo com uma terceira modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de triazolopirimidina. Herbicidas de triazolopirimidina (também conhecidos como “sulfonamidas” ou “herbicidas de sulfonanilida”) são conhecidos de C. D. S. Tomlin, “The Pesticide Manual”, 13a edição, BCPC (2003), Index 5, 1337-1344, WO 02/36596 A (Dow Agrosciences LLC) e http://www.alanwood.net/pesticides/.
Exemplos de herbicidas de triazolopirimidina adequados são cloransulam, flumetsulam, florassulam, metossulam, penoxsulam e piroxsulam e seus sais e, no caso de cloransulam também seus ésteres. Herbicidas de triazolopirimidina preferidas incluem florassulam, metossulam, penoxsulam e piroxsulam.
Em composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é florassulam.
Em outras composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é piroxsulam.
As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Agropiron repens, Alopecurus myosuroides, Avena fatua, espécies de Bromus, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, espécies de Setaria, Abuthilon theoprasti, espécies de Amarantus, espécies de Chenopodium, Galium aparine, espécies de Polygonum, espécies de Sida, e Solanum nigrum.
As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, soja, culturas de pulso, tal como ervilha, feijão, e lentilhas, amendoim e turfa.
Se não estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
As composições desta modalidade são acima de tudo 10 adequadas para aplicação em culturas de grão, em particular trigo, cevada, centeio, durum e milho, cana de açúcar e soja.
De acordo com uma quarta modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de pirimidinilcarboxilato, em particular um herbicida de ácido pirimdiniloxibenzóico ou pirimdiniltiobenzóico. Herbicidas de pirimidinilcarboxilato são conhecidos de F. Yoshida et al. “Pirimdinilcarboxilates” em “Modem Crop Protection Compostos” Vol. 1, Wiley-VHC 2007, pp 114-137, e http://www.alanwood.nel/pesticides/.
Exemplos de herbicidas de pirimidinilcarboxilato adequados são piritiobac, bispiribac, piriminobac, piribenzoxim e piriftalid, seus sais, em particular seus sais de sódio e seus ésteres, em particular seus alquil C1-C4 ésteres. Herbicidas de pirimidinilcarboxilato preferidos são piritiobac, bispiribac e piriminobac seus sais de sódio e seis alquil C1-C4 ésteres, tal como piritiobac-sódio, bispiribac-sódio e piriminobac-metil.
Em composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é pirithiobac ou um sal do mesmo, em particular piritiobac-sódio.
Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida de pirimidinilcarboxilato é preferivelmente de 250:1 a 1 :250, em particular de 100:1 a 1 :100,
A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
A taxa de aplicação do herbicida de pirimidinilcarboxilato é normalmente 0,1 a 200 g/ha, como uma regra 1 a 150 g/ha, preferivelmente 2 a 100 g/ha, de substância ativa (a.s.).
As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular espécies de Echinocloa, Abuthilon theoprasti, espécies de Amarantus, espécies de Euphorbia, espécies de lpomoea, espécies de Polygonum, espécies de Sida, e espécies de Cyperus.
As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em cana de açúcar, algodão e arroz.
Se não estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
De acordo com uma quinta modalidade da invenção, o componente b) compreende pelo menos um herbicida de sulfonilaminocarboniltriazolinona. Herbicidas de sulfonilaminocarboniltriazolinona são conhecidos, por exemplo, de K-H. Müller “Sulfonilaminocarboniltriazolinones” em “Modem Crop Protection Compostos” Vol. 1, Wiley-VHC 2007, pp 138-151, e hltp://www.alanwood.net/peslicides/.
Exemplos de herbicidas de sulfonilaminocarboniltriazolinona adequados são flucarbazona, propoxicarbazona e tiencarbazona e seus sais, em particular seus sais de sódio e seus ésteres, em particular seus alquil C1-C4 ésteres. Herbicidas de sulfonilaminocarbonil triazolinona preferidos são flucarbazona e propoxicarbazona seus sais de sódio e seus alquil C1-C4 ésteres, tal como flucarbazona-sódio, propoxicarbazona-sódio e tiencarbazona-metila.
Em composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é flucarbazona ou um sal do mesmo, em particular flucarbazona-sódio.
Em composições particulares preferidas desta modalidade, o herbicida B compreende ou em particular é propoxicarbazona ou um sal do mesmo, em particular propoxicarbazona- sódio.
Nesta modalidade a razão em peso relativa de piroxassulfona e herbicida de sulfonilaminocarboniltriazolinona é preferivelmente de 250:1 a 1:250, em particular de 100:1 a 1:100.
A taxa de aplicação de piroxassulfona é normalmente de 1 g/ha a 500 g/ha e preferivelmente na faixa de 5 g/ha a 400 g/ha ou de 10 g/ha a 300 g/ha de substância ativa (a.s.).
A taxa de aplicação do herbicida de sulfonilaminocarboniltriazolinona é normalmente 0,1 a 200 g/ha, como uma regra 1 a 150 g/ha, preferivelmente 2 a 100 g/ha, de substância ativa (a.s.).
As composições desta modalidade são particularmente adequadas para controlar plantas daninhas mono e dicotiledôneas e plantas daninhas de caniço, em particular Agropiron repens, Alopecurus myosuroides, Avena fatua, espécies de Bromus, espécies de Lolium, espécies de Phalaris, e espécies de Setaria.
As composições desta modalidade são em particular adequadas para combater vegetação indesejada em trigo, cevada, centeio, triticale, durum, milho, cana de açúcar, e sorgo.
Se não estabelecido de outra maneira, as composições desta modalidade são adequadas para aplicação em qualquer variedade das plantas de cultura mencionadas anteriormente.
As composições desta modalidade preferivelmente podem ser usadas em culturas que toleram e/ou são resistentes à ação de herbicidas AHAS, preferivelmente em culturas que são tolerantes e/ou são resistentes à ação de herbicidas de sulfonilaminocarboniltriazolinona. A resistência e ou tolerância aos ditos herbicidas pode ser alcançada por reprodução convencional e/ou por métodos de engenharia genética.
A formulação pode ser na forma de uma formulação de embalagem única contento tanto o herbicida A quanto pelo menos um herbicida B junto com materiais carreadores líquidos e/ou sólidos e, se desejado, um ou mais agentes tensoativos e, se desejado, um ou mais auxiliares adicionais costumeiros para proteção das composições da cultura.
A formulação pode ser na forma de uma formulação de duas embalagens, em que uma embalagem contém uma formulação de piroxasulfona, enquanto que a outra embalagem contém uma formulação de pelo menos um herbicida B e em que ambas as formulações contêm pelo menos um carreador material, se desejado, um ou mais agentes tensoativos e, se desejado, um ou mais auxiliares adicionais costumeiros para proteção das composições da cultura. No caso de formulações de duas embalagens a formulação contendo piroxassulfona e a formulação contendo o herbicida B são misturadas antes da aplicação. Preferivelmente a mistura é realizada como uma mistura em tanque, isto é, as formulações são misturadas imediatamente antes ou mediante a diluição com água. Se a composição compreende um ou mais ativos adicionais, tais como um protetor C e/ou um herbicida D, a composição também pode ser na forma de uma formulação de três ou quatro embalagens.
Na formulação da presente invenção os ingredientes ativos, isto é, piroxassulfona, herbicida B e ativos adicionais opcionais estão presentes na forma suspensa, emulsificada ou dissolvida. A formulação de acordo com a invenção pode ser na forma de soluções aquosas, pós, suspensões, também suspensões ou dispersões altamente concentradas aquosas, oleosas ou outras, emulsões aquosas, microemulsões aquosas, suspoemulsões aquosas, dispersões em óleo, pastas, polvilhos, materiais para espalhamento ou grânulos.
Dependendo do tipo de formulação, elas compreendem um ou mais carreadores líquidos ou sólidos, se agentes tensoativos apropriados (tais como dispersantes, colóides protetores, emulsificantes, agente umectantes e agente de pegajosidades), e se auxiliares adicionais apropriados que são costumeiros para formular o produto de proteção das culturas. O versado na tecnologia está suficientemente familiar com as receitas para tais formulações. Auxiliares adicionais incluem, por exemplo, espessantes orgânicos e inorgânicos, bactericidas, agentes anticongelamento, antiespumantes, corantes e, para formulações de sementes, adesivos.
Carreadores adequados incluem carreadores líquidos e sólidos. Carreadores líquidos incluem, por exemplo, solventes não aquosos, tais como hidrocarbonetos cíclicos e aromáticos, por exemplo, parafinas, tetraidronaftaleno, naftalenos alquilados e seus derivados, benzenos alquilados e seus derivados, álcoois, tais como metanol, etanol, propanol, butanol e cicloexanol, cetonas, tais como cicloexanona, solventes fortemente polares, por exemplo, aminas, tais como N- metilpirrolidona, e água, bem como misturas destes.
Carreadores sólidos incluem, por exemplo, terras minerais, tais como sílicas, géis de sílica, silicatos, talco, caulim, calcário, cal, carvão, bole, loess, argila, dolomita, terra de diatomácea, cálcio sulfato, magnésio sulfato, óxido de magnésio, materiais sintéticos do solo, fertilizantes, tais como sulfato de amônio, fosfato de amônio, nitrato de amônio, uréias, e produtos de origem vegetal, tais como farinha de cereal, farinha de casca de árvore, farinha de madeira e farinha de casca de noz, celulose em pó, ou outros carreadores sólidos.
Agentes tensoativos adequados (adjuvantes, agentes umectantes, agentes de pegajosidade, dispersantes e também emulsificantes) são os sais de metal alcalino, sais de metal alcalino terroso e sais de amônio de ácidos sulfônicos aromáticos, por exemplo, ácidos lignossulfônico (por exemplo, tipos Borrespers, Borregaard), ácidos fenolsulfônico, ácidos naftalenossulfônico (tipo Morwet, Akzo Nobel) e ácido dibutilnaftalenossulfônico (tipos Nekal, BASF SE), e de ácidos graxos, alquile alquilarilsulfonatos, alquil sulfatos, sulfatos de lauril éter e sulfatos de álcool graxo e sais de hexa-, hepta- e octadecanóis sulfatados, e também de glicol ésteres de álcool graxo, condensados de naftaleno sulfonado e seus derivados com formaldeído, condensados de naftaleno ou dos ácidos naftalenossulfônico com fenol e formaldeído, polioxietileno octilfenol éter, isooctil-, octil- ou nonilfenol etoxilado, poliglicol éter de alquilfenila ou tributilfenila, álcoois de poliéter de alquilarila, álcool isotridecílico, condensados de álcool graxo/ óxido de etileno, óleo de rícino etoxilado, alquil éteres de polioxietileno ou alquil éteres de polioxipropileno, acetato de poliglicol éter de lauril álcool, ésteres de sorbitol, licores de resíduo de lignossulfito e proteínas, proteínas desnaturadas, polissacarídeos (por exemplo, metilcelulose), amidos hidrofobicamente modificados, álcool polivinílico (tipos Mowiol Clariant), policarboxilatos (BASF SE, tipos Sokalan), polialcoxilatos, polivinilamina (BASF SE, tipos Lupamina), polietilenoimina (BASF SE, tipos Lupasol), polivinilpirrolidona e copolímeros destes.
Exemplos de espessantes (isto é, compostos que conferem à formulação modificada propriedades de fluxo, isto é, viscosidade alta no estado de repouso e viscosidade baixa em movimento) são polissacarídeos, tais como goma xantana (Kelzan® da Kelco), Rhodopol® 23 (Rhone Poulenc) ou Veegum® (da RT. Vanderbilt), e também minerais de lâmina orgânicos e inorgânicos, tais como Attaclay® (da Engelhardt).
Exemplos de antiespumantes são emulsões de silicone (tais como, por exemplo, Silikon® SRE, Wacker ou Rhodorsil® da Rhodia), álcoois de cadeia longa, ácidos graxos, sais de ácidos graxos, compostos de organoflúor e misturas destes.
Bactericidas podem ser adicionados para estabilizar as formulações herbicidas aquosas. Exemplos de bactericidas são bactericidas a base de diclorofen e álcool benzílico hemiformal (Proxel® da ICI ou Acticide® RS da Thor Chemie e Kathon® MK da Rohm & Haas), e também derivados de isotiazolinona, tais como alquilisotiazolinonas e benzisotiazolinonas (Acticide MBS da Thor Chemie).
Exemplos de agentes anticongelamento são etileno glicol, propileno glicol, uréia ou glicerol.
Exemplos de corantes são tanto pigmentos ligeiramente solúveis em água quanto corantes solúveis em água. Exemplos que podem ser mencionados são os corantes conhecidos com os nomes Rodamina B, C.I. Pigmento vermelho 112 e C.I. Solvente vermelho 1, e também pigmento azul 15:4, pigmento azul 15:3, pigmento azul 15:2, pigmento azul 15:1, pigmento azul 80, pigmento amarelo 1, pigmento amarelo 13, pigmento vermelho 1 12, pigmento vermelho 48:2, pigmento vermelho 48:1, pigmento vermelho 57:1, pigmento vermelho 53:1, pigmento laranja 43, pigmento laranja 34, pigmento laranja 5, pigmento verde 36, pigmento verde 7, pigmento branco 6, pigmento marrom 25, violeta básico 10, violeta básico 49, vermelho ácido 51, vermelho ácido 52, vermelho ácido 14, azul ácido 9, amarelo ácido 23, vermelho básico 10, vermelho básico 108.
Exemplos de adesivos são polivinilpirrolidona, acetato de polivinil, álcool polivinílico e tilose.
Para preparar emulsões, pastas ou dispersões em óleo, os componentes ativos, como tal ou dissolvidos em um óleo ou solvente, podem ser homogeneizadas em água por meio de agente umectante, agente de pegajosidade, dispersante ou emulsificante. Altemativamente, é possível preparar concentrados que consistem na substância ativa, agente umectante, agente de pegajosidade, dispersante ou emulsificante e, se desejado, solvente ou óleo, e estes concentrados são adequados para diluição com água.
Pós, materiais para espalhamento e polvilhos podem ser preparados misturando ou moendo concomitantemente os componentes ativos a) e b) e opcionalmente protetor c) e/ou herbicida D com um carreador sólido.
Grânulos, por exemplo, grânulos revestidos, grânulos impregnados e grânulos homogêneos, podem ser preparados ligando os ingredientes ativos aos carreadores sólidos.
As formulações da invenção compreendem uma quantidade herbicidamente efetiva da composição da presente invenção. As concentrações dos ingredientes ativos na formulações podem ser variadas em faixas amplas. No geral, as formulações compreendem de 1 a 98 % em peso, preferivelmente 10 a 60 % em peso, de ingredientes ativos (soma de piroxassulfona, herbicida B e ativos opcionalmente adicionais). Os ingredientes ativos são empregados em uma pureza de 90 % a 100 %, preferivelmente 95 % a 100 % (de acordo com espectro de RMN).
Os compostos ativos A e B e os ativos opcionalmente adicionais, bem como as composições de acordo com a invenção podem, por exemplo, ser formulados como se segue:
1. Produtos para diluição com água
A. Concentrados solúveis em água partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 90 partes em peso de água ou um solvente solúvel em água. Como uma alternativa, umectantes ou outros adjuvantes são adicionados. O composto ativo dissolve mediante diluição com água. Isto dá uma formulação com um teor de composto ativo de 10 % em peso.
B. Concentrados dispersáveis partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 70 partes em peso de cicloexanona com adição de 10 partes em peso de um dispersante, por exemplo, polivinilpirrolidona. Diluição com água dá uma dispersão. O teor de composto ativo é 20 % em peso.
C. Concentrados emulsificáveis partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 75 partes em peso de um solvente orgânico (por exemplo, alquilaromáticos) com adição de cálcio dodecilbenzenossulfonato e óleo de rícino etoxilado (em cada caso 5 partes em peso). Diluição com água dá uma emulsão. A formulação tem um teor de composto ativo de 15 % em peso.
D. Emulsões partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 35 partes em peso de um solvente orgânico (por exemplo, alquilaromáticos) com adição de cálcio dodecilbenzenossulfonato e óleo de rícino etoxilado (em cada caso 5 partes em peso). Esta mistura é introduzida em 30 partes em peso de água por meio de um emulsificante (Ultraturrax) e preparado em uma emulsão homogênea. Diluição com água dá uma emulsão. A formulação tem um teor de composto ativo de 25 % em peso.
E. Suspensões
Em um moinho de bola agitado, 20 partes em peso do composto ativo (ou composição) são triturados com adição de 10 partes em peso de dispersantes e umectantes e 70 partes em peso de água ou um solvente orgânico para dar uma suspensão de composto ativo fina. Diluição com água dá uma suspensão estável do composto ativo. O teor de composto ativo na formulação é 20 % em peso.
F. Grânulos dispersáveis em água e grânulos solúveis em água partes em peso do composto ativo (ou composição) são moídos finamente com adição de 50 partes em peso de dispersantes e umectantes e preparados em grânulos dispersáveis ou solúveis em água por meio de aplicação de técnicas (por exemplo, extrusão, torre de aspersão, leito fluidizado). Diluição com água dá uma dispersão estável ou solução do composto ativo. A formulação tem um teor de composto ativo de 50 % em peso.
G. Pós dispersáveis em água e pós solúveis em água partes em peso do composto ativo (ou composição) são moídas em um moinho rotor-estator com adição de 25 partes em peso de dispersantes, umectantes e gel de sílica. Diluição com água dá uma dispersão estável ou solução do composto ativo. O teor de composto ativo de o formulação é 75 % em peso.
H. Formulações em gel
Em um moinho de bola, 20 partes em peso do composto ativo (ou composição), 10 partes em peso de dispersante, 1 parte em peso de agente de gelificação e 70 partes em peso de água ou de um solvente orgânico são misturadas para dar uma suspensão fina. Diluição com água dá uma suspensão estável com teor de composto ativo de 20 % em peso.
2. Produtos para ser aplicados sem diluição
I. Polvilhos partes em peso do composto ativo (ou composição) são finamente moídas e intimamente misturadas com 95 partes em peso de caulim finamente dividido. Isto dá um pó para polvilhamento com um teor de composto ativo de 5 % em peso.
J. Grânulos (GR, FG, GG, MG)
0,5 partes em peso do composto ativo (ou composição) são finamente moídas e associadas a 99,5 partes em peso de carreadores. Métodos atuais aqui são extrusão, secagem por aspersão ou o leito fluidizado. Isto dá grânulos para ser aplicados sem diluição com um teor de composto ativo de 0,5 % em peso.
K. Soluções ULV (UL) partes em peso do composto ativo (ou composição) são dissolvidas em 90 partes em peso de um solvente orgânico, por exemplo, xileno. Isto dá um produto para ser aplicado sem diluição com um teor de composto ativo de 10 % em peso.
Formas de uso aquosas podem ser preparadas a partir de concentrados de emulsão, suspensões, pastas, pós umectáveis ou grânulos dispersáveis em água adicionando água.
Além disso pode ser benéfico aplicar as composições da invenção sozinhas ou em combinação com outros herbicidas, ou ainda na forma de uma mistura com outros agentes de proteção da cultura, por exemplo, junto com agentes para controlar pragas ou fungos ou bactérias fitopatogênicas. Também de interesse é a miscibilidade com soluções de sal minerais, que são empregadas para tratar deficiências nutricionais e de elementos traço. Outros aditivos, tais como óleos não fitotóxicos e concentrados de óleo também podem ser adicionados.
Exemplos de uso
O efeito das composições herbicidas de acordo com a invenção de herbicidas A e B e, se apropriado, protetor no crescimento de plantas indesejáveis comparado aos compostos herbicidamente ativos sozinhos foi demonstrado pelos seguintes experimentos em estufa:
Para o tratamento pré-emergência, diretamente depois de semear os compostos ativos, que foram suspensos ou emulsificados em água, foram aplicados por meio de bicos finamente distribuídos. Os recipientes foram irrigados suavemente para promover a germinação e crescimento e subsequentemente revestidos com tampas de plásticos transparentes até que a planta tivesse raiz. Esta cobertura causou germinação uniforme das plantas de teste, a menos que esta fosse adversamente afetada por compostos ativos.
Para o tratamento pós-emergência, as plantas de teste primeiramente cresceram a uma altura de 3 a 20 cm, dependendo do habitar da planta, e somente então tratadas. Aqui, as composições herbicidas foram suspensas ou emulsificadas em água como meio de distribuição e aspergidas usando bicos de distribuição fina.
Os respectivos herbicidas A e/ou protetor foram formulados como 10 % em peso de concentração de concentrado de emulsão e introduzidos no licor de aspersão com a quantidade do sistema de solvente usado para aplicar o composto ativo. Nos exemplos, o solvente usado foi água. Herbicida B e/ou protetor foram usados como formulações comercialmente disponíveis e introduzidas no licor de aspersão com a quantidade de sistema de solvente usada para aplicar o composto ativo. Nos exemplos, o solvente usado foi água.
Imazamox foi usado como uma solução aquosa comercial tendo uma concentração de ingrediente ativo de 120 g/L (Raptor).
Imazaquin foi usado como uma solução aquosa comercial tendo uma concentração de ingrediente ativo de 180 g/L (Sceptor).
Imazapic foi usado como uma solução aquosa comercial tendo uma concentração de ingrediente ativo de 240 g/L (Cadre).
Imazapir foi usado como um concentrado de suspensão aquosa comercial tendo uma concentração de ingrediente ativo de 240 g/L (Chopper).
O período de teste se estendeu por 21 dias. Durante este tempo, as plantas foram cultivadas, e sua resposta aos tratamentos com composto ativo foi avaliada.
A avaliação para o dano causado pelas composições químicas foi realizada usando uma escala de 0 a 100 %, comparado às plantas de controle não tratadas. Aqui, 0 significa nenhum dano e 100 significa destruição completa das plantas.
As plantas usadas nos experimentos em estufa pertenciam às seguintes espécies:
Nome científico Código Nome comum
Abutilon theophrasti ABUTH benção-de-deus
Agropyron repens AGRRE abóbora
Alopecurus myosuroides ALOMY canela-sassafráz
Amaranthus retroflexus AMARE caruru
Ambrosia artemisifolia AMBEL artemísia comum
Apera spica-venti APESV salsão
Avena fatua JAVEFA aveia comum
Brachiaria plantaginea BRAPL capim marmelada
Bromus inermis BROIN capim cevadinha
Bromus sterilis BROST bromo estéril
Brassica napus spp. napus BRSNW óleo de semente de colza de inverno
Capsella bursa-pastoris CAPBP erva do bom pastor
Cenchrus echinatus CCHEC capim carrapicho
Chenopodium album CHEAL erva de santa maria
Commelina benghalensis COMBE vassourinha
Digitaria sanguinalis DIGSA capim-colchão grande
Echinocloa crus-galli ECHCG gramas de quintal
Eleusine indica ELEIN capim pé de galinha
Galium aparine GALAP machadinha
Glycine max GLXMA soja
Gossypium hirsutum GOSHI algodão
Helianassim annuus HELAN girassol
Hordeum vulgare HORVW cevada de inverno
Kochia scoparia KCHSC sarça ardente
Lamium purpureum AMPU lâmio roxo
Lolium multiflorum LOLMU azevém
Matricaria inermis MATIN camomila
Mercurialis annua MERAN erva mercúrio
Orysa sativa ORYSA arroz
Panicum dichotomiflorum PANDI capim do banhado
Panicum milliaceum PANMI milhete poroso
Phalaris canarensis PHACA alpiste
Ipomoea purpurea JPHBPU glória da manhã
Poa annua POAAN poa dos prados anual
Polygonum convolvulus POLCO cipó de veado
Secale cereale SECCW centeio de inverno
Setaria faberii SETFA rabo de raposa
Setaria italica SETIT milhete de rabo de raposa
Setaria lutescens SETLU rabo de raposa amarelo
Setaria viridis SETVI capim rabo de gato
Solanum nigrum SOLNI maria pretinha
Sorghum halepense SORHA capim massambará
Stellaria media STEME erva canária
Thlaspi arvense THLAR dente de leão
Triticum aestivum TRZAS trigo de verão
Triticum aestivum TRZAW trigo de inverno
Verônica pérsica VERPE verônica dos campos
Viola arvensis VIOAR amor perfeito
Xanthium strumarium XANST carrapichão
Zea mays ZEAMX milho
A fórmula de Colby foi aplicada para determinar se a composição mostrou ação sinergística. O valor E, que é esperado se a atividade dos compostos individuais for aditiva, foi calculado usando o método de S. R. Colby (1967) “Calculating synergistic and antagonistic responses of herbicide combinations”, Weeds 15, p. 22 ff.
E = X + Y-(X.Y/100) onde X - efeito na porcentagem usando herbicida A em uma taxa de aplicação a;
Y = efeito na porcentagem usando herbicida B em uma taxa de aplicação b;
E = efeito esperado (em %) de A + B em taxas de aplicação a + b.
Se os valores observados desta maneira fores maiores que o valor E calculado de acordo com Colby, um efeito sinergístico está presente.
Tabelas 1 a 5 dizem respeito à atividade herbicida dos ingredientes ativos individuais e das combinações na aplicação de préemergência estimada 20 DAT.
Tabelas 6 a 11, 13, 15, 17 e 19 dizem respeito à atividade herbicida dos ingredientes ativos individuais e das combinações na aplicação de pré-emergência estimada 8 DAT e 20 DAT.
Tabelas 12, 14, 16, 18 e 20 dizem respeito à atividade herbicida dos ingredientes ativos individuais e das combinações na aplicação de pós-emergência estimada 8 DAT e 20 DAT.
Tabela 1: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazamox
Piroxassulfona (A) Imazamox (B) Piroxassulfona + Imazamox Sinergismo
Planta Taxa de uso g 20 Taxa de uso g 20 Taxa de uso g 20 % de atividade Y/N
daninha ai/ha DAT* ai/ha DAT* ai/ha DAT* esperada
ALOMY 50 98 15 80 j 50+15 100 99,60 Y
ALOMY 50 98 7,5 40 50+7,5 100 98,80 Y
SETVI 25 98 15 95 25+15 100 99,90 Y
SETVI 25 98 7,5 90 25+7,5 100 99,80 Y
ECHCG 25 98 15 75 25+15 100 99,50 Y
ECHCG 25 98 3,75 0 25+3,75 100 98,00 Y
SEITA 25 98 15 85 25+15 100 99,70 Y
SEITA 25 98 7,5 60 25+7,5 100 99,20 Y
SETFA 25 98 3,75 30 25+3,75 100 98,60 Y
ERBVI 25 75 15 20 25+15 85 80,00 Y
ERBVI 25 75 7,5 0 25+7,5 85 75,00 Y
ERBVI 25 75 3,75 0 25+3,75 80 75,00 Y
PANMI 50 90 7,5 30 50+7,5 95 93,00 Y
PANMI 6,25 35 7,5 30 6,25+7,5 60 ~ 54,50 Y
PANMI 50 90 3,75 20 50+3,75 95 92,00 Y
PANMI 6,25 35 3,75 20 6,25+3,75 50 48,00 Y
PHBPU 6,25 θ 15 70 6,25+15 75 70,00 Y
PHBPU 12,5 55 7,5 20 12,5+7,5 70 64,00 Y
COMBE 12,5 98 7,5 35 12,5+7,5 100 98,70 Y
COMBE 12,5 98 3,75 30 12,5+3,75 100 98,60 Y
SOLNI 50 95 15 85 50+15 100 99,25 Y
Piroxassulfona (A) Imazamox (B) Piroxassulfona + Imazamox Sinergismo
Planta Taxa de uso g 20 Taxa de uso g 20 Taxa de uso g 20 % de atividade
daninha ai/ha DAT* ai/ha DAT* ai/ha DAT* esperada
SOLNI 25 90 .........15........... 85 25+15 100 98,50 Y
SOLNI 12,5 70 15 85 12,5+15 98 95,50 Y
SOLNI 6,25 50 15 85 6,25+15 95 92,50 Y
SOLNI 50 95 7,5 80 50+7,5 100 99,00 Y
SOLNI 12,5 70 7,5 80 12,5+7,5 95 94,00 Y
SOLNI 6,25 50 7,5 80 6,25+7,5 95 90,00 Y
SOLNI 50 95 3,75 20 50+3,75 100 96,00 Y
SOLNI 25 90 3,75 20 25+3,75 100 92,00 Y
SOLNI 12,5 70 3,75 20 12,5+3,75 90 76,00 Y
SOLNI 6,25 50 3,75 20 6,25+3,75 85 60,00 Y
AMBEL 50 85 15 80 50+15 98 97,00 Y
SOLNI 50 95 7,5 80 50+7,5 100 99,00 Y
* atividade observada na % de destruição 20 dias depois do tratamento * calculado a partir das atividades individuais pela fórmula de Colby
Tabela 2: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazamquin
Piroxassulfona (A) Imazamquin (B) Piroxassulfona + Imazamquin Sinergismo
Planta daninha Taxa de uso g ai/ha 20 DAT Taxa de uso g ai/ha 20 DAT Taxa de uso g ai/ha 20 DAT % de atividade esperada ** Y/N
ALOMY 50 98 15 75 50+15 100 99.50 Y
ALOMY 25 98 15 75 j 25+15 100 99.50 Y
ALOMY 6.25 90 15 75 6.25+15 98 97.50 Y
CCHEC 12,5 65 15 35 j 12,5+15 80 77,25 Y
CCHEC 6,25 35 15 35 | 6,25+15 60 57,75 Y
CCHEC 6,25 35 7,5 20 | 6,25+7,5 60 48,00 Y
CCHEC 6,25 35 3,75 20 | 6,25+3,75 60 48,00 Y
SETVI 25 98 15 75 1 25+15 100 99,50 Y
ECHCG 25 98 15 20 | 25+15 100 98,40 Y
ECHCG 25 98 7,5 o 25+7,5 100 98,00 Y
ECHCG 25 98 3,75 0 25+3,75 100 98,00 Y
ECHCG 12,5 98 7,5 0 12,5+7,5 100 98,00 Y
ERBVI 25 75 7,5 20 25+7,5 85 80,00 Y
ERBVI 25 75 3,75 0 25+3,75 80 75,00 Y
ERBVI 12,5 55 3,75 0 12,5+3,75 60 55,00 Y
PANMI 25 85 15 45 25+15 95 91,75 Y
PANMI 25 85 3,75 30 25+3,75 95 89,50 Y
PANMI 50 90 7,5 40 50+7,5 95 94,00 Y
AMARE 12,5 95 15 70 12,5+15 100 98,50 Y
AMARE 12,5 95 3,75 50 12,5+3,75 100 97,50 ................Y.............
PHBPU 6,25 0 15 40 6,25+15 50 40,00 Y
COMBE 12,5 98 7,5 45 12,5+7,5 100 98,90 Y
COMBE 12,5 98 3,75 35 12,5+3,75 100 98,70 Y
AMBEL 6,25 0 15 80 6,25+15 85 80,00 Y
AMBEL 25 40 7,5 60 25+7,5 80 76,00 Y
AMBEL 12,5 40 7,5 60 12,5+7,5 80 76,00 Y
AMBEL 6,25 0 7,5 60 6,25+7,5 75 60,00 Y
AMBEL .25. 40 3,75 50 25+3,75 80 70,00 Y
SOLNI 50 95 15 85 50+15 100 99,25 Y
SOLNI 25 90 15 85 25+15 100 98,50 Y
SOLNI 50 95 7,5 70 50+7,5 100 98,50 Y
SOLNI 50 95 3,75 40 50+3,75 100 97,00 Y
Piroxassulfona (A) Imazamquin (B) Piroxassulfona + Imazamquin Sinergismo
Planta daninha Taxa de uso g ai/ha 20 DAT Taxa de uso g 1 20 ai/ha I DAT Taxa de uso g ai/ha 20 DAT % de atividade esperada ** Y/N
SOLNI 25 90 3,75 j 40 25+3,75 100 94,00 Y
*atividade observada na % de destruição 20 dias depois do tratamento ** calculado a partir das atividades individuais pela fórmula de Colby
Tabela 3: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazapic
Piroxassulfona (A) Imazapic (B) Piroxassulfona + Imazapic Sinergismo
Planta Taxa de uso g 20 Taxa de uso g 20 Taxa de uso g 20 % de atividade Y/N
daninha ai/ha DAT* ai/ha DAT* ai/ha DAT* esperada **
ALOMY 50 98 15 80 50+15 100 99,60 Y
ALOMY 25 98 15 80 25+15 100 99,60 Y
ALOMY 12,5 98 15 80 12,5+15 100 99,60 Y
SETVI 25 98 15 95 25+15 100 99,90 Y
SETVI 12,5 95 15 95 12,5+15 100 99,75 Y
SETVI 6,25 75 15 95 6,25+15 100 98,75 Y
SETVI 25 98 7,5 90 25+7,5 100 99,80 Y
SETVI 25 98 3,75 75 25+3,75 100 99,50 Y
LOLMU 12,5 65 15 65 12,5+15 90 87,75 Y
LOLMU 12,5 65 3,75 40 12,5+3,75 80 79,00 Y
LOLMU 6,25 50 15 65 6,25+15 85 82,50 Y
LOLMU 50 98 7,5 45 50+7,5 100 98,90 Y
BRAPL 50 98 15 85 50+15 100 99,70 Y
BRAPL 25 95 15 85 25+15 100 99,25 Y
ECHCG 25 98 15 90 25+15 100 99,80 Y
ECHCG 25 98 7,5 60 25+7,5 100 99,20 Y
ERBVI 25 75 15 65 25+15 95 91,25 Y
ERBVI 6,25 40 15 65 6,25+15 80 79,00 Y
COMBE 12,5 98 7,5 40 12,5+7,5 100 98,80 Y
COMBE 12,5 98 3,75 30 12,5+3,75 100 98,60 Y
PHBPU 50 75 3,75 25 50+3,75 85 81,25 Y
SOLNI 50 95 15 90 50+15 100 99,50 Y
SOLNI 50 95 7,5 85 50+7,5 100 99,25 Y
SOLNI 50 95 3,75 70 50+3,75 100 98,50 Y
SOLNI 25 90 7,5 85 25+7,5 100 98,50 Y
SOLNI 25 90 3,75 70 25+3,75 100 97,00 Y
* atividade observada na % de destruição 20 dias depois do tratamento ** calculado a partir das atividades individuais pela fórmula de Colby
Tabela 4: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazamox + Imazapir
Piroxassulfona Piroxassulfona + Imazapir Piroxassulfona + imazamox + imazipir Sinergismo
Planta Taxa de uso g 20 Taxa de uso g 20 Taxa de uso g í 20 % de atividade Y/N
daninha ai/ha DAT* ai/ha DAT* ai/ha j DAT* esperada **
SETVI 25 98 3,75+3,75 90 25+3,75+3,75 | 100 99,80 Y
LOLMU 50 98 3,75+3,75 45 50+3,75+3,75 j 100 98,90 Y
SETFA 25 98 3,75+3,75 85 25+3,75+3,75 j 100 99,70 Y
ECHCG 25 98 3,75+3,75 20 25+3,75+3,75 } 100 98,40 Y
ERBVI 25 75 3,75+3,75 0 25+3,75+3,75 j 90 75,00 Y
PANMI 50 90 3,75+3,75 45 50+3,75+3,75 | 95 94,50 Y
AMARE 12,5 95 3,75+3,75 85 12,5+3,75+3,75 j 100 99,25 Y
* atividade observada na % de destruição 20 dias depois do tratamento ** calculado a partir das atividades individuais pela fórmula de Colby
Tabela 5: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazapic +
Imazapir
Piroxassulfona Piroxassulfona + Imazapir Piroxassulfona + imazamox + imazipir Sinergismo
Planta daninha Taxa de uso g ai/ha 20 DAT* Taxa de uso g ai/ha 20 DAT* Taxa de uso g ai/ha 20 DAT* % de atividade esperada ** Y/N
SETVI 25 98 3,75+3,75 85 25+3,75+3,75 100 99,70 Y
ECHCG 25 98 3,75+3,75 30 25+3,75+3,75 100 98,60 Y
SETFA 25 98 3,75+3,75 80 25+3,75+3,75 100 99,60 Y
AMARE 12,5 95 3,75+3,75 90 12,5+3,75+3,75 100 99,50 Y
COMBE 12,5 98 3,75+3,75 30 12,5+3,75+3,75 100 98,60 Y
SOLNI 50 95 3,75+3,75 80 50+3,75+3,75 100 99,00 Y
* atividade observada na % de destruição 20 dias depois do tratamento ** calculado a partir das atividades individuais pela fórmula de Colby
Tabela 6: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazamox, 8 DAT e 20 DAT
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2) atividade observada na % de destruição 20 dias depois do tratamento
3) calculado a partir das atividades individuais 8 DAT pela fórmula de Colby
Tabela 7: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazaquin, 8 DAT e 20 DAT
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Tabela 8: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazapic, 8 DAT e 20 DAT
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Tabela 10: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazapic + Imazapir, 8 DAT e 20 DAT
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2) calculado a partir das atividades individuais 8 DAT pela fórmula de Colby
Tabela 12: Aplicação na pós-emergência de Piroxassulfona e Imazamox, 8 DAT e 20 DAT
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Tabela 14: Aplicação na pós-emergência de Piroxassulfona e Imazaquin, 8 DAT e 20 DAT
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2) calculado a partir das atividades individuais 8 DAT pela fórmula de Colby
Tabela 16: Aplicação na pós-emergência de Piroxassulfona e Imazapic, 8 DAT e 20 DAT
Sinergismo [Y/N] O CS
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| Piroxassulfona + imazapic | % de atividade esperada 2) 1 20 DAT I cn 00 O cn m 00
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Tabela 19: Aplicação na pré-emergência de Piroxassulfona e Imazapic + Imazapir, 8 DAT e 20 DAT
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1/3

Claims (15)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Composição herbicida, caracterizada pelo fato de que compreende:
    a) um herbicida A que é 3-[5-(difhiorometóxi)-l-metil-3(trifhiorometil)pirazol-4-ilmetilsulfonil] -4,5 -diidro-5,5-dimetil-1,2- oxazol;
    e
    b) um herbicida B que é imazapir;
    em que a quantidade relativa de herbicida A para herbicida B é de 500:1 a 1 :500.
  2. 2. Composição herbicida, caracterizada pelo fato de que compreende:
    a) um herbicida A que é 3-[5-(difhiorometóxi)-l-metil-3(trifhiorometil)pirazol-4-ilmetilsulfonil]-4,5-diidro-5,5-dimetil-1,2- oxazol;
    e
    b) um herbicida B, em que o herbicida B compreende uma mistura de dois diferentes herbicidas de imidazolinona que são selecionados do grupo que consiste em imazamox, imazapic, imazapir e imazaquin e seus sais e seus ésteres;
    em que a quantidade relativa de herbicida A para herbicida B é de 500:1 a 1 :500.
  3. 3. Composição de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que o herbicida B compreende uma mistura de imazamox e imazapir ou sais destes.
  4. 4. Composição de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que o herbicida B compreende uma mistura de imazapic e imazapir ou sais destes.
  5. 5. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações 2 a 4, caracterizada pelo fato de que adicionalmente compreende um herbicida D, que é selecionado do grupo que consiste em
    Petição 870170065735, de 05/09/2017, pág. 9/17
    2/3 diuron, metribuzin, ametrina, hexazinone e tebutiuron.
  6. 6. Composição de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato de que o herbicida B compreende imazapic e um segundo herbicida imidazolinona selecionado do grupo que consiste em imazamox, imazapir e imazaquin.
  7. 7. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que não contém nenhum protetor.
  8. 8. Composição de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que a quantidade relativa de herbicida A para pelo menos um herbicida B é de 250:1 a 1 :250.
  9. 9. Uso da composição como definida em qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que é para controlar vegetação indesejável.
  10. 10. Uso de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que é para controlar vegetação indesejável em plantas de cultura.
  11. 11. Uso de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que as culturas são selecionadas de trigo, cevada, centeio, triticale, durum, arroz, milho, cana de açúcar, sorgo, soja, culturas de pulso, amendoim, girassol, beterraba, batata, algodão, culturas de couve, turfa, uvas, romã, frutas de caroço, frutas cítricas, café, pistache, jardins ornamentais, bulbos ornamentais, árvores coníferas e decíduas.
  12. 12. Uso de uma composição como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que é para controlar vegetação indesejável em culturas de plantas, onde as plantas de cultura são resistentes aos herbicidas inibidores de AHAS.
  13. 13. Método para controlar vegetação indesejável, caracterizado pelo fato de que compreende permitir que uma composição como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 8 aja nas plantas a ser controlada ou no
    Petição 870170065735, de 05/09/2017, pág. 10/17
    3/3 seu habitat.
  14. 14. Método para controlar vegetação indesejada de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que compreende aplicar uma composição como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 8 antes, durante e/ou depois da emergência das plantas indesejáveis.
  15. 15. Formulação herbicida, caracterizada pelo fato de que compreende uma composição como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 8 e pelo menos um carreador sólido ou líquido.
    Petição 870170065735, de 05/09/2017, pág. 11/17
BRPI0910335-0A 2008-03-10 2009-03-09 Composição herbicida, uso da mesma, método para controlar vegetação indesejável, e, formulação herbicida BRPI0910335B1 (pt)

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