BRPI0911608A2 - aparelho, método e aprelho utilizável em um poço - Google Patents

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BRPI0911608A2
BRPI0911608A2 BRPI0911608-7A BRPI0911608A BRPI0911608A2 BR PI0911608 A2 BRPI0911608 A2 BR PI0911608A2 BR PI0911608 A BRPI0911608 A BR PI0911608A BR PI0911608 A2 BRPI0911608 A2 BR PI0911608A2
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BR
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fluid
fact
conductor
sensors
cable
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BRPI0911608-7A
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Patrick Perciot
Lars Borgen
Oeyvind Teigen
Nicolas Goujon
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Geco Technology B.V.
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    • G01MEASURING; TESTING
    • G01VGEOPHYSICS; GRAVITATIONAL MEASUREMENTS; DETECTING MASSES OR OBJECTS; TAGS
    • G01V1/00Seismology; Seismic or acoustic prospecting or detecting
    • G01V1/16Receiving elements for seismic signals; Arrangements or adaptations of receiving elements
    • G01V1/20Arrangements of receiving elements, e.g. geophone pattern
    • G01V1/201Constructional details of seismic cables, e.g. streamers

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Abstract

APARELHO, MÉTODO E APARELHO UTILIZÁVEL EM UM POÇO Um aparelho inclui sensores de movimento de partículas e um condutor submarino, que contém os sensores de movimento de partículas. O condutor submarino é para ser rebocado no âmbito de uma pesquisa sísmica, e o reboque do condutor submarino produz um fluxo turbulento. O condutor submarino inclui um cabo interno, que contém os sensores de movimento de partículas e uma camada contendo fluido envolvendo o cabo interno para reduzir o ruído, de outra forma sentido pelos sensores de movimento de partículas devido ao fluxo turbulento.

Description

l APARELKO, MÉTODO E A.EAREJJHO U-TILIzÁyEL EM ® PQÇO FUN"DAMENTOS a invmção· ger.a1meiite se Eefe£e à Eedução de ruídò em um con.dutor subma.rino sísmiccj dete.ctor de m:o.vimento d.e 5' partículas .
A êxploração sísrüica envoive levantmentò das formaçõe,s geQlõgicas subterrâneas, ccm vístas a d'epó3itQs de hidEoeaEbô.netos. Um levantament q envolvç ti pícaménte a instalaç.ão de fQnte(s) sísmica(s) e de sensores sísmicQ3 em' lo.cais. pr.edeÉeminadDs. As fóntes g'erajn on'das sísjníca.s , qyíe se pr-opagam para as formaçõe.s geológi.cas, críando mudanças de pressão e vibrações em seu ,carrlinhQ. Alt.erações· nas propriedades elásticas da formação geológica dispeEsam as Qndas sísmicas, mudando sua direção de propagaçãD e outras propriedad.e-s. parte da en.ergia. emitid.a peías Eonües at·inge os sensores sísmicos . Alguns sensores sísmicüs sâõ sensíveis a rnudanças de pressão (hidrcfones), outros ao môvimento de partículas (por exemplo, geofones), e pesquisas. iindustriais podem utilizar apenas um tipQ de senso-res, ou ainbos. Em FespQsta aôs event.c3s SístnicQs de.tectados, qs se.nsores geram siríais elêtricos- para produzir dado's sísmicos. A anáííse ãQS áados sisn!içQs poQe, então, indic'ar a presença ou ausêncía de prováveís locais de depósitos de híd'rocarbonetos.
Algumas pesquisas s-ào conhec.ida s como pesquisas "mar inhas" , porqu.e elas são corIdu z ida S em .ambienteB rnarinhos . No en'tanto, pesquisas "marinhas"' pod,em s,er .re.alízadas, nào apenas em ambíentes d'e água salgada, RlãS' 5 tarribém em água doce e salobra. Em um tipo de pesquisa marínha , ahamada de pesquisa com "matriz rebocada"., uma watriz de Íbntes. e condutores submarinos, contendo sensDre·s sísmigos, é rebo.cada atrás de uma emb.arcaçãci de pes.quisas.
SUMÁRIO Eín uma modalidade da invenç-ão, uut aparelho inclui se.nsores de mQvimento de pa.rticulas e um eondutQr subrríarírio, q'ue contèin 'qs sen's'or.es de- moviínento de partícu1a S . Q con.dutoE s@marino. é F8bDcadD no âmbíto à.e uma pesqui&a sísmica, e o reboque do condutor sub.maríno produz um fíu:xo turbulento. O candtàtor 5ubInãEinQ inclu'i lNl cabo intern.o, que contérri os sensores' de mviníent o de partículas e .uma camada contendo f luido envolv'endo o cabo interno pa-ra reduzir o ruído, de outra foma sentido pelos se-nsQres de ínovimento de partículas, devido ao fl'ux.o.
2.0 turbuIent:o .
Em cmtra modãlidade d'a ínvenção, uma técnica inclui o fornecimentQ de sensQreS de movimento de partíc.ulas 'em um condutor submar inó, parã coletar medições de moviment o de partí'culas. A técnica inclui a sup.re·5s,ãD de ruído, que está d.e p-utro mòdD pFesente n'as m'edí çôes de mavimento de p-articu1ãs. A sup.r.essão do ruído inçlui 0 envgIvímentQ de um cabo inter'm, que .cçmtêm os sensores de WQvimento de partículas c0iêl uma camada cò.ntendQ. fluido, qu.e se Klove com o condutor submarino.
Em ontra InQdalidade ainda da ,invençã9r um SíSteE|a, 5 que pode ser usadò eítt um poço, inclui uma fer'ramenta , qu-e inclui urn sensor para coletar urna medida de fundQ de pqçq.
O sistema i-ncíui tma camâda de Flaído pa.Ea redü2iE o ruído, que é d.e outEa manei'ra. sentid'o pelo sensor dévido a um fluxo turbulento etn torno da ferraulenta.
Van.tagens e mitras caracteFís.tícas da invenção tornarmse-ão apar.e-ntes, a parti-r do desenh.o, des.c-rição e reivín.dí.c.aç.ões a $ê®iÈ,
BREVE DESCRIÇÃO DO DESENHQ A Fig. '1 é Lúll diagrama esqueniátieo de um sistema d.e aquisiçãa sísmica marinha, de acordo com uina rnodalidad.e da invenção-.
As E'igs . 2, 4 p 5 ilustÉam diagramas esquemát-i.cos.
parciais de um condutor s,ubínar ÍAo, de acordo com' modalidades da invçriçãçn A Fig. 3 é uma vista de- aeção tran'sversal tomada ao lcjngc) da linha 3-3 da Ei-g. 2, de acorclo ccm uma modalidade' da invenção .
A Fíq. 6 é um fluxograma, ilustiE-ando uma técnica para redu.zir o rúido adquirido por sêRsore's d.e movírnento de partícu]-as.r de .acordo com uma modaíídade. da irivenção-
,2 A Fig. 7 é um "vista -de 'seç.ãQ tEansveFsaI de- um poçq, de acordo com uma modalidade da in,ve'nção.
DESCRIÇÃO DETALHADA A Fig. 1 ilustra uma modalidade 10 de. um sistema de S àquisiçãD de d.ado3 sismícos marinhas, de aeordo com alqum.as níod.alidades da invenção. No sistema 10, uma embarcação de pesquisas 20 reboca um ou rnai s condutores s,ubma rinos.
sí amicos detect·ores de mov i-mento de part ículas 30 (um ccmdutor submarino exerriplar 30 Nendo repres.entado na Fig.
10 1) atràs da embarcação 20. Note'-se que os condutores submarinos 30 podem ser organizados em uma di3tribuição, em que vários condutotes subínarinos 30 são reboeados aproxímadamente no mesmo plancú na mesma pmfundidade. Como ÕLl'tEO exemplo nâo-limitativo, os condutores submarinos 15 podem ser rebocados em vári as profurididades , com em euna dispersã.o superiorl ínferiQ'E, p.or exemplo.
Os condutores submarinos 8Ísmico3 30 podeírr ter mílhares de metrDs de comprimento, e podem G¢j·nter vários cabos de suporte (não mostrados) , bem como fi·ação e/ou 20 circuitos (não mostra%s) , q.ue pocjem ser utilizado.s paWí estabelecer a cmunícação ao longo dDs condutôr'e's' submarinos 30. Ein geral, cada c.andntor subín.arino sísmioo detector de movímento ·de pa.Etícula S 30 inçluí senso.res sísmicos 58 , que incluem serisores d.e movimento de 25 part.ículas, bem como hidrofones para cxjietàr d,a.dos de ptressão .. Em algumas modalidade s. da invenção, os sensores q
J sísmicos 58 podem seE sensores de vários compQnentes, cada sensor seriáo capaz de· detectar um campo de onda de pressãcí e pelo rnenos um compõnente de um movim'ento de partículas, cjue e3tá associado a sinais açústicos, quê estã9 prõximos 5 ao sensor. Exemplos de m0viInentos .de paEtícu1as. incluem QTIl ou m.ais eompQnentes de um deslocamento de partícu'la.s, urn ou rriais componente s (compo.nentes. Iínea fé S (&) , traR·sv-ersaís (y) e verticais (Z) (ver eixos 59, por exemplo.) ) co,m uma velocidàde de pairtículas e urui ou rnais cgjmponente3 de 'uma aceleração de partícuías.
Dependendo da modalidade específic-a da invenção, os hidrofbnes podem ser incarporados ao ElúrCleO (ca.bõ interm) do condntor subnarino, moritados em 1lIna reentrâ.ncia do. cabo ínterno, ou disjpestQs ria oamàda. d'e Eluidp, apenas EjaEa citar alguns. exemplQs não-limitatinos .
Dependendo da modalídade espe'cífica da ínvenção', c) sensor sísmico de váriQs componentes po'de. íncluir um Qü rnais módulos de hidrof9nest geofones, sensores de deslocametít.o de partícu1as, sensQres de velocidade de partículas, acelerõmetros, sensores de gradiente de pressã'o, cíu eçmibLnLações dcj3 mesNQs..
Por exemplo, de acordo. ccm algumas modali.da.des da invenção, ujn sCRsor s'ísniicg de vários çompo.nerlt'es espeçia1 pode incluir um hidrofon-e para mediçáo. de press'ã.o e três.
'25 acel'erômetros ort ggonaIment.e alinhados paEa med.ir três compo.nentes ortogonais eorrespondentes da velocidade e/ou aceleração de partícula3 pert.o do sensor. t de nçjtar que o sensor sísmico de vários componentes pode set implementado corrto um único díspositivo (como mostrado na. figura 1), a..u p.ode ser implementado eorno uma pLuralidad? de d'.i.spQsitivQs, 5 dependendo da modalidade específica da ínv"enção. Um sensor sísmico de váEios componentes e8pecífíeo 'também pMe ineluir sensores. de gradiente de pressào, quê canstituem autro típo de sensores de movimento de partículas. Cada sensõr de gradiente de pressão mede a vaxiação elg) campo de onda3 de pressão em um determínado ponto, COúl relação a uma determinâdâ díreçâo. Pcjf exeníplo, um dos sensores de gradiente de pressão pode colet.ar dados sísmicos ind.icativos, em tun ãeterminado ponto, da derívada pareíal do camµo de ondãs de pressão. coin relação à ciireção t.raps"versal, e outrp dos sensores de gradíente de pressão pode coLetar, em um determinado ponto, clados sísmieos indicativos dos dados de pressão em relaçáo à cilir.eção linear.
O sistema de aquisição de dados sísmicos m'arínhos '2·C) 10 inclui fontes sísmicas 40 (duas fontes sismicas exerríplares 40 sendo representadas na Fig. 1) , tais .comQ pistolas pneuinática.s e afins. Ern algumas utoda.1ída·des da invenção, as fontes sísmicas 40 podem ser acopladas à, ou rebocadas peLa, enibareação de pesqu.ís.as 20 .
Altern.ativamente, em outras mc).da1idad-e}8 da invenç.ã.o, as f·antes sí,smicas 40 podem operar i ndepe.ndente]nente da êmbàtcaçâo de pesquisas 20, errL que as fontes 40 poderü ser acopladas a outras embarcações ou bóías, 'para gitar apewzs aLgl1n.s exeuLpIDs.
Comü. Os cabo.s flutuadores' sísmicos 30 são t,ebQca"dDs 5 atrá3 çía embarçaçã¢j de pesquísas 20, 0s- sínajs açús·tíeos 42 (um simal ac'ústicQ exemplar 42 sendo represenca.dü na F'ig.
1) , imitas veze,ts re ferídos coükj "tiros", são .p'rod.uzid9s pelàs fc?nte's $ísuLe@s 40 e SáQ direeíonadQE' .p'3-Èa hai.Xo através de uma cQiüna de água 44 para dentro. d.as eStratoq 62 e 68 abaixo de um s1jpeEEície de ãgua de ELln'do ?4, os sin.ais acústícos, 42 são refletidos de ,difêrente,s fa,rmàçC5es g.eológicas, subterrâneas, taís ccmc' ma formaçã9 e"xempla r 65, que está r?ep£esentada mja fig, 1, Os s.inais acústicos inciderítes '42, 'que sào criadcis p.elas Fontes 40,, pr¢3auzew sínais acúSt·ims r&fl8tíd'Q's, gu cmdas de. press'ão 60. ccjrrespondent.e's , que. são c'aptad'as' pelQs sensores sísmíc0s 58 . Note-se que as oÁda& de pres8ã@,, que são recebid.ás e detectadas pelos setísòrês' 's-ísmicos 58, incluen ondas d.e pressãa "as-cendentes", qµe se propagam atê'
20. os sen,sQres 58 .sem Eef1exãQ, bm ç9In-3 Sa¢la8 de p.ÉeiSsãQ "descé-ndentes", que sã.o prod'uzidas. p.czr reflexões das cmdas de pressão .6,0 a part-ir de uuí limite de ãgual aÍr 31.
os sensores 'sísmíeos 58 get'am sinàis ('sinais digitai s., pQr exanplo) , chamdos de "traç!Qs",Í' qtie indicam 2'5} aè ©edj.çges. obtidas do campo de onda de pisessão ê mo.vimento de., p-artícula·sm DS -traçc's são grav'ados e podern 3er, pelm me.nos parcialmente, p.rocessados par uma unidade de proce,s,s.amento de MnMs 23t que ê instalada na SInba.£caçãç de pesquis'as 20, de acordõ com algumas modalidades da invénção. Põr exemp'lo., um s.ensor sismicQ particu1ar 58 pode 5 forne'g.eF um traço, qüe eEjrre.8poF!de ã üma utediçào de uín campo de cmdas de p'ressã.o. por parte de seu hídrofone; e, o .sensor 58 pode fornecer um enz ínais Éraço.s, 'we ç9rre,spoTLdem a um ou rnais eoIup0rLentes dQ movimento de p.artículas.
q objeti-vo da aquisiçao sísmiea é consErgír uIna imacpm de uma área de p.êÊiqui'sa, par'a fins de identificação de forma'çõe.s geológicas subterrãneas', tal cqwq a fçj=!fa'çã'o geolõgica exemplar 65. üma análise subsequénte da representação poâe revelar lQcais provãvei.s de depósito.s de hídroca.rboneüos em ÊpFma.çõe5 geoíõgLçaS sLibteFrãnea·s.
Dependendo da modalidad.e .esp.ecífioa da inve.nçáo, pa.rcelas da anãlíse da repre5eEitaçãc po.dem Ser Eea.l.i.%adas a b.o.rdo da embarcaçãõ de pesquis,as sísmicas 20, como pela unidade de prQ,cessamerjtcj de 3iríaí5 23. .De ã·c0rao mm Qut.E.as mdalidades da iIjvençãQ, a repEese-n-taçãQ pode ser '20 prgce.saad.a por um s-ist'ema ds pr0gess-aInent9 de çiado5 sSW_tgos, q,üe pode estâF, poe e%-eu|,p1a, iQcã Lizacki eru terra firme ou a bQrda .da eníhareação 20, As.sim, m'uit.as varíaçõ'es M(j pos,sáveis e e·s.tSÜ deríÉro d.o esco'p,o das .Èeivindica.çõeg an.ex-as.
S-ens.o.res d.e movimento d-e partículas èstâcj suj eitos a níveis de ruído relativamen.te elevados, especi.alrnente em baixas freqiiências . Uma parte desse- ruído. é atribuível ,à vibrâção do cabo, devido às flutugiçõ'es de pEesaàç? e 'a forças, incluindo as fòrças de cisalhamento, aplicadas na superfieie exterría do .condutor s,ubmarino, que são ge'rada3 5 por uui fluxo t.uEbulento em uma eamada Iímite que e-x'i ste entre a sup.erfície externa do condutor 'submarinci 30 e a água, a.tF'avés da qual q co'ndüt'ar submarino de 3.0 é rebçjcadD.. Ma:Ís e-specificamente, ref erind.o.-se à f ig. 2 (que Fepresenta m segme'nt'o exemplar de um ccmdut'or submaríno 30) , urn condutor subntarino 30, ein conformidade com m0dalidades da' ínvenção, pode ser rnbocado através da água, o que cria tmrbulências 112 em uuta carnada .Lin.i t e, que circunda a película e-xterna do condutor submari.no 30. Essas t·urb·ulênci as ·vão críar variações àe pre'ssão e aplícar f.orças na superf ície externa do ccmdutor submar'ino, q"u.e .exçítam vibrações (íongítudina i s , trans·ve'rSais e tcirsi0nais) no condutor submaríno. como ilustr.ado .eio perfil de velocidad'e absoluta cor'respondente 115 (ílust randQ 'a veloeidadé Éelativa à água do ambiente) , a ÜelQ.ciidade da água diminui .com o af.astarnento da superf ícíe, externa' do- cQndutQr s ubmaríno 30 .
As turbulências 112, devido aó Eato delas. ge-rarem víbração no cabo, sãa fcmtes potencíaís de rtüdo', que podem afetàF negativamente a qualidade das utedidas., que são .adqµiridas pQms sensores de movimen.to çíe partícula3 iog do eondutor submarino 30 . Os sensorês de movímento de partí.culas 10.0 podem estar contidos. em um cabQ ínEerRo 111 do conduto,r sukmarino 30 . Dependendo da modali.dade específica da in'vençào, q3 sensores de mQvinento âe partículas podem ser sensores de vários comp-o.nente s 5 det.ectotes de mQvímentcj de pa,rticulas, .OEl podem seF sensores independentes.
A velocida'de de ondas elásticas em urn fluide é elevada, devído- ao mÓdulo de elastieídade relativatriente El'evado do fluido. Esta característ i.ca é usa-da, de a'c.ordo 1Q co.m modalídade's da imvenção aqui descmlt.a.s, para mçdi3F aS turbulências 112, que irãa, então, lirnitar a víbraç-ã-a do núcleo eausada pqjf essas turbulências 1.12' e, pD·rtapt:'QT limitat o ruído registrado pelo se-nsor àe movim'entõ cie partículas. Mais específ icauíente, como aqui descrítci, çj condutor submarino 30 tem uma camada GQtlt endo fluido, que soma os pulsos de pressào de amplitµ.de positiva eom qs pulsos de pt:essão de atnplitude- negativa., para Eornec:er ruenor (es) amp1itud.e(s) d'e. pressão total resultante (s) , de ta.j- forma que a e-xcitação d'e víbraçã.o sei a menor, que é sentida cquiq ruído pel.as medições de mQviment.Q de particul&s. Como resultado, a media ção de f.luí.do íimi tza- a captação de ruído de fluxo. para as medíç.õ..es dQ movimento d# partículas. .
como um exemplo mai3 específíco, de' acord.o ççm modalidades da ín·ven·çãQ, o c!DndUtQr 5 Ll.b;ma.r·ín.o 3Q tem umà camada c)QrLtendõ fluido, qu·e se move com q cabo interno.
1.1 sensiv·el Il1 e círcunda q cabo 1,11. ccmo a camgtda con.tendo.
fluido está se movêndo em conjunto com o cabo intern'o 111, quando q condutor submarino 3Q é rebocado, náo h'á moyiment.o de flu.xo Linear rêíatívo entrê q fluido no in-terior da 5 camada contendo f lui do e a pa'rte sens ível do cabo internçj
111. Devído a este arranj o, a camada cQntendç fluído media as flutu'ações de pressão. 112 e reduz cQnsider·ave-lme.nte a vibração do cabo iríterno para suprimir q raido, qu'e é Qotra forúta sentid(3 pelos senscires de ínovimento de part íc:ula's lo 100.
.AS forças, incluindo as forças de cisalhamento., geradas pelas turbulências 112 são aplicadas à película externa do eonduto'r su.bmarin.o. 30. Como a películà egterna está desconectada dô cabo interno pela camada ,de fluido, soInente cQmponeDtes substa,ncía lmente pequençjs (.se k 0\j.ver) dessas fDEças são transmítidos para q cabo interno. Como .o riivel de excitação da vibração çie3sa5 forças é maíto reduzído sobEe o cabo inte.rno, o nível dc euído d.e vib:ração também é bastante reduzido.
Refeeindo-se à fig . 3, de acord.o q.oúi àlgu.m'as modalidades da inv.en.ção, o cabo interno 111 é um eabQ d'e núcleo sólído, que contéin vários 5erLsoEe S de moviIÉlerLto de partículas, como os3 sensores d,e. movimento de partícu-las exemplares 100, que são ,repre3erítados na Eigúra 3. O cabo Z5. ínterno 111 pode ínclüir várítzs sjutrQs elem.entos, que não estãQ r.epresentaãos- = Eigg£A ír QmQ membEos de estresse,
cabos elétricos, g'abos' de' fibra ótiea e as,sim por diarite.
Alérri disso, d.e aeordo çem mQda1ídades da in.venção, o cabo in-t'erno 111 pode incluir outros tipos de sensores sísmicos, ta.i.5 coi!)g hidrofcmes.
5 D.e acordo com algumas modalidades da invenção, os 8e'n.sore.s de Atoy'imento de pa:rttculas 100 são embutido's em urçj material do núc'leo 101, 'tal como lj1í\ material térmop1ás'tico, que pode ser extrwiado Qü moldado. por inje.ção em um núcleo do c.abo. Note-3e que o cabo j-Rternô 111 represeritàdô na figura 3 é apenas um exemplo de uma das muitas mMalidades po-ssíve-is de um çabQ inteEn0, we cemtém sens.oices de moviruento de partí.culas. Assím, as variaç.ôes são muitas .e estão contemrA.adas no âmbíto das reivindicaçães anexas.
Por exemplo, em outras modalidades da invençãò, os componentes' do cabo interno 111, cQmQ os sens,ores de movimerLLo de pa:r:tículaS 100, podem estaF contidos dentro de uma tubulação (urn tubo de poliuretano, com.o um.exernplo n.ão- limitAtívo), que Forma a cainada externa do eabo. O espaçe interior do tubo pode ser preenchido coní um ermhimento de ?Q plástíco pof injeção, tal corno poliL1retane), de aoordo con! algumas modalidades da invenção. O núcleo do cabo tamb'ém pode ser um condutor submarino preenchido ccm gel, çite acor.do e.om outras modalidades da invenção.
Pa.ss.ando agora para exemplos maís detalhados de cQndutores submarinos, que têm. camadas contendo fluido, a Fig.. 4 mostra 'tiín condutor submarino 150, de acord0 corn algumas mocÍa1ídadês da inven.ção . o conautQr $ubnaarinQ í 50 tem uma camada contendo fluido 164, qtie é formado em uní espaço anujar entre 0 cabo ínterno lll e a p.elícuj-a exte/£na 160 do condutor submarino. Comcj exemplo, a camada cQnt'e'ndQ 5 fluido 164, pode conter um fluido 3Qbrenad.ante e não- reativQ, COÍtlO a água; e, em geEal, a densi-dade do fluído pode ser selecionada- para estar petto da densidade do cabo interno 1I1, de acordo coni algumas modalidades da invenção.
Ije acordQ ccm al.gumas modalidades da inverição, a á.gua é um jo sokreDadan'te neutro, e pode ser d flui.do preferid.o. Em geFal, a dens idade do fluido deve s'er suficientemente" prõxiina da densídade do cajjo interno·, p,ara assegurar a estabilidade da camada de fluido. Cotno o cóndutor stibm'arínQ', c.0w0 um todo, dev.e ter flutuâbilidade neutra, o í5 cabô. interno e 0 flui.dò têm üma densidade próxima à água do .rnar, de acordo ccm algumas mo'dalidades da invençào. NQte-se que a cmâda g.on"Êendo fluido 164 pode c0nter lm flui.do qué não água (queros"en'e, por exempl-o) , de acordo com outras rnodalidades da inv'enção. Àlém dísso, camo é o caso da águar que é um sobEenadante neutro, o fluidó da camada contendo fluido 164 não pr'eci3a ser necessariamente sobrenadante, já que a fj.utuação global do condutor submarino 150 pode ser ajustada pela flutuação do cabo interno.
Além de urn flui-do, a camada cotítendo fluido 164 pod'e c.onter uma ci41,u1a abertà, otj um materia'l em f,orma de esponjja 161, que está satu.r-ado com o flwLdo, de acordo com aígumas modalidades da invenção. O ma.terial 161 impede que a película externa 160 entre e.m contato com o cabQ. intemo 111, um cmntato que podé íntrQduz i e ruídO e -am9rtecer a propagação das ondas na película/ camada de fluído.
5 A camada c'ontendD fluido 164 s,e" estende Fa·dialmeílte entFe a superf í c:ié e.x'terna do cabo intetno 111 e- a superfície interna de uma películ.a externa 16,0 do ,c'ondutor submarínQ 150, de acordo gom algumas modalidades da ínvenç'ão. De acordo com algumas modali.da.des da inven-ção, a pelicula externa 160 pode se:r formada de um material (poliur.etano, por exemplo) que veda a c.amada e..ontendo Eluido 164 do ambíente externo do condutor submarino 150, A camada eontendo fluidcj 164 media as Elutuações âe pressãa e as f orças geradas pelas turbulêricias 112, que està.o pres.entes' no lado exterrio da pelíeula externa 160 . Essa.
mediaçâo, por sua ve-z, reduz as amplitudes das· flutuações de pressão e das forças m assim, suprime, ou at;enµa, a vibração do cabo iÍlteFno, que cio contrário é p.erc.ebida corao ruído pelos sensores de movirriento de partícula.s do cabo 29 ínterno I1l. Portanto, a vibraçãQ caüsada pela.s turb.ulências, que são "vistas" pela parte sensível do cab.o interno 111, é relativamente baixa e, como resuit'ado , os sens.ores de' movimento de partículas experimentam menor.es niveis de ruido. Esse efeito de mediação reduz qs, níveis de Eµíd'Q,. m.inijnízando as exeita.çães paEa as vibr'ações do cabo.
IS A película externa 160, em uma modalidade preferida, pode ser temínada nos Qon.e.ctoEea de çoKaü"tor submarino 150. Por razõe.s práticas, como robustez me-câni.ca duEante a instata.ção e recuperação do condutor submarjn.o, 5 pòde ser benéfico fixar a pelicula externa ao núcleo interno em alguns lç)cais ao lQngQ do çQndut.or submarino.
Isso pode se.r. feito, por exemplo, prendendo a película externa âQ núcleo interno: ou a película exte.rna. pode ser cDlada ou soIdada àc) núcíeo interno, .por eRemp1Q, ein projeções do núcleo interno para manter o diâmetrQ extei:no constante.
Note-se que a camada contendQ fluido 164 não redu-z significativamente a sensibilidade do sinal para modalidades, em que o módulo de elasti¢idnde do càb.o, íriterno lll e o módulo de el,a,stícidade da cmnada ecmtendo fluido 164 são signifieativamente eíevados. P.a-rt.aHtó, o, .efeito líquido é uma elevada relação de sínal-ruído ('Snr,) para as nedíções do movimento de partímlas, Referindo-se à fig. 5, de ãcordo com outras modalidades da invenção, um condutor submarino 20·0 pode 3er usado no lugar do condutor subinarim 150 (ver a Fig. 4).
Números de referência similares sãcj usados na fig. 5 para denQtaF ccmponentes similares, que dào acima discutidos. Ao contrário do condutor submarino 150 (Fig. 4), o. c9RduEor s"ubmarímo 200 incluí uma películã externa 2c!4, que substitui a pelícUa externa 160 dc' ççmduLor subrnarino 15P
(ver a Fig. 4) e perrrii te uma cDmuníca'çãõ fluida en t r"e a camada contendo Eluido 160 e o ambiente fora do eDndatQF subrnarino 200 . Cowo exempíos, a pelicu-l·a externa 204 pode ser újnã p.elícula perfurada ou uma rede, Atravé's .da pelícu'la 5 externa "aberta" 204, a camada contendo 'fluid.o i64 é expost.a ao meia ambiente marinho do condutor submarino 200 e, assiim, a camada contendc fluido 164 é cc)nfigTlFada pa.ra receber água a partir desse ambiente. Dêvid.o a seu mod.elo de célula aberta ou em forma de esponja, o ma.terial 161 e cônstruído para reter água durante a pesquisa sísmi.ca marinha rebocada para formar uma çamada medi-adora de fluidos. Assim, quando €) condutor sü-bmarín9 200 estíver sujeit.o a água envolvente, as células do mat.erial lG1 s.e enêhení coú! a água, e q vQIume de fluido Eetido no materíaí 161 se desloca em goii junto com o condutor $ubmarinD 200 e dci cabo int;erno 111 nQ' sentido do r'e'k'oque· comò o fluido nas células é estacionário em ré-laç.ã.o ao 'çabQ. int;e'r'no 111, não há turbu1ên·çia cjij efei,tas de Eluxo Iocais, que QcDrEeIn ria supe-rfíci.e' eztte:ma do oabo isiterno
111. &5 f1utuaçõe3 d'e pres8ão 112, que ocorreín for-a do InateEial 161, sqo mediada-s aentrQ dQ E1uiÂQ has Cé1ÜIa8 do material 161 e, c.omo. resultado, as flutuações' de press'ão -e de força, qu e causain víbração da PàÊtê s'ensivè 1 do cabe} interno 111 3ã0 redu-zidas, se comparado a um cQnduto.r s1ibmarinQ que n-ão cont'éIn uIna camada Qont,eMo fjuído.
Referindo-se à fig . 6, para resumXv uma t,écnica 300 pode ser utilizada par.a fins dé Fedução do wiído aausado p.or ijtr limite turbulmto agindo sobre u-m condutor sRbmar'íno 3ísmíço rebQcad0. A técnica 300 inQIuí 0 5 fornecimento de um condutoE submarino, que tem um caíjcj, .que çontém sensores de movimento cIe partiçulas,, em cQnfQrmídade Coiil o blòco 304. Em eonfomidade ccm q bloco 306, o ruido, que está .de o.utro modo presente nas medições do· wQvimento de partícuLas, é suprimído por uma. camada Con.tendo fluido, que envolve e s.e move com o cabo.
Outras modalidades são contenpladas e estã'o. dentro do escopo das reivindícaçôes anexás . Por exemplo, r.eferindo-se à fig. 7, de acQrd0 coín oµtra-s modalidades da invençâò-, uma fe:crame'nta 364 pede Ser usad.a em nma aplicação .em furo de pqço 350, e pode conter rec.ur.sos que reduzem o ruidcu Neste senti.da, a ferramenta 3 64 pod'ê seE, CQXlo urn exemplo não-limitat ivo, uma f erramenta .baseada iem ,sen5oEes, que' íncluí um sensor 367, ççj,mo wna »Qb..í.na elet romagnética (EM) ,. geofone etc. . Como taütb.ém representado na fiqur.a 7, como um exeµiplo não.-.limitatívo, 'a Eerrame.nta 364 p.ode s'er tranSpQrtâda para dentF.o de um po.çq 360 através de uma coluna 362, ou outro me.canis.InQ de transporte.
A ferramenta 3 64 pode ser ope-rad-a dentro dQ paço 360 em uma vaEiedade de aplíe!ações, tMS c0mo aplícações envôlvida.s cam as fases de te,ste, p.erfuração, carnplet-ação,
Qü produção do poço. lndependentemente .dQ uso particular, a fei:ramênta expe.rimenta uín flux:o no poçq, ccmo um fluxo de óleo, água , lama etc. , q que provo,ca víbração da ferraínenta 36'4 . Essa. v.ibraçãa pode eaasar a igít-rodução· de ruído n.às 5 medidas, que são adquiridas p.elo s-.ensor 367. Nq entanto, ao cont £ârio de àrran j os convencio'na'ís , a ferrawenta 3 64 contém uma camada extema cle iíluido 368, que reduz a vibração da sensor 364, reduz c) ruído que é intro'd.uzido nas medidas do sensor, e geralmen-te melhora a relação de sinall lo ruíd0 (SNR) das medições .
N.ote-se que q poço 350 pode ser um poço su.bmaEinçj ou subterrãneo, dependendo da modalidade específZca da invenção. Ajém diss0, o poçd 360 pode ser um poço vertíeal ou lateral: e q pqço. 360 p-ode ser revestido. o.u não- teves'tiM, Àssiní, as varíações são muit'as e èstãçj contewpladas no ânbito. das reivindicaçães anexas.
Ejnbc)ra a presente invenção teMa sido descrita em relação a um númerõ limitado de modalidades, as pessoas ljátieis na art@, tendo q benefícim dessa- divuigação', irão apreciar inúmeras modificações e respectivas variações.
Pretende-se que as modalidades anexas cubr,am todas' essas modificações e variações, que se enquadE-em no verídadeiro espírito e escopQ dessa presente invenção.

Claims (17)

  1. í - REIVINDICAÇÕES - I. Aparelho, caracterizado pe'lo fàtxj de compreende-r : sensores de movimento d'e partículas.; e 5 condüt·or submaMmo que contéin qs sehsor-es de movijrlento de. partículas para ser rebcmad'a em conexão çom uma pe.sqnisa. sísmica , o reboqüe do- cQHdütor $e.b!narírÈe produzindo um flux.o turbulento, e o condutor subm.arino íncIuindo.: ca.b.o interno que contém os sensore's de mQvjjnento ãe particulas; e camada de f'l uido envo1vendo o gabQ interno par'a reçíuzir ç) ruídQ, de outra forína sentído pelos s,en.siçjres de movimento de partículas devido ao flux0 turbu1eÉito.
  2. 2. Aparelha, de acordo com a reivindica.çào 1, caracterizado pelo fato da camada conÈerido fluid.o comp-reender um ÍjIuidQ .
  3. 3. Aparelho, .de acordo cçm a Eeivindícação 2, cara.cte'rizado pelo fato da camada contendo flu i.do ain'da compreender tun material a ser sat-urado ccjm o fluídc .
  4. 4. Aparelho, de acordo eoín a reivindieação 3, caracterizado pelo fato do material ser compostQ por um mateEial de célula aberta.
  5. 5. Apa.relho, de acordo com a· j?eívindicaçao 2, caracteri.zado pe-lQ fato do condutor submarino compr.eender uma peli.cula externa p'ara definir um e.'s'paço anular en.tre. a pelicula externa e o cabo j,nterA©, parâ con-'t.êt q fluido.
  6. 6. Aparelho, de acordo com a reivindicaçãQ 5, car,açt8rizadQ pelo fato da camada eontendo fluido 5 gc31ÊpFèènder um material a ser saturado com o fluido.
  7. 7. Aparelho, de acordQ com a reivindicaçào I, caracteEízado peío ·fa.to do çãÈjQ ínte.FnQ é.ompreender um ·cabo de núcleo sõlido.
  8. "8 . Aparelho, de a cordo corn .a Eeivirldíca-çã·o 1, caracterizado pelo fatxj da cawada contendo fiáiÁQ cUmpr.eerjde-r um fluiclo e um material a ser saturado corn o fluido, e do condutor su'bmarino incluir uma pelícu'la externa adaptada pa Fâ perMtijr que o fluido se j a eamunicado pa:ta o material, a p.artir de um ambiente externo à pelícuía externa.
  9. 9. Aparelh0, de acordo· com a reivindicaçâo 8, car'acterizado .pe.1Q fato do fluidQ, que satíí'ra q material, s'er sub.stang.ía.Lm.en'te estaciQ.ná e ío co'm respeito ao condutòr' submarino e atenuar o. ruído,.
  10. IO. &parei)ãQ, de aç0rdQ eom 3 Leív íridi caçào 8, caracterizado pelo fato. da película ext:erna cQmpree-nder u-ma pelicula perfurada o.u uma red'e.
  11. 11. Aparelho, de acõrdà, com a reivindicação 1, caracterizado pelo fa.to d'o eQndutQr sukmaEinQ ai-n.da inçlµíE sensores de pressão sísmica.
  12. 12'. Métod'o, càracteríz-ado' p'elo fa txj de comprçender:
    f QTneci©ent.o de 3ensores de moUjjnen t çj cíe paFtíeu1as. em uma .condut.or submarino p'ara coletar m'edições de rnovi-mentc de partieulas; e supressâo de ruídQ, de outra forma coletado .com 5 as medições do movimento de partícul.as, que comp re ende o envolvimento de um cabo interno, qüe contém os sensores dê movimento de partículas, com uíua camada contendo fluido! que se move coní cj ccmdutor submarino.
  13. 13 . Método, de acordo ç"om a reivindic'ação 12, caracterizàciQ pelo Ííato do ato d.e envolvimento compreender: f ormaçãü de uma regiã.o anular no corLdutoE 5ubIrlarirjo externa ao cabo interno para conte-r um fluido.
  14. 14. Método, de acordo com a Eeívmdieaçáo 13, caracterizado pelo fato do ato de envolvirnento ainda incluir: dispQsiçãò de uín material na região anulaE a s'er saturada cçjrrt o fluidçn
  15. 15. Mêtodo, de a.ciordo com a reivindicação 13, caracterizado pe1Q fato dci ato de envolvimento ainda íncluir q enyoívímento do material COFfÉ wa. 'película exteena, que isola o material de um ambiente fara ,da película*
  16. 16. MêtQd0, de acordo cont a reivindicação 13, earacterizado pelo fato dQ ato de envolvimento ainda íncizír ,0 envolvimento do material com uma p,el'ícu1a externa, que permite .a cQmunicaçãQ do fltíido dentro da região anular, a partir de' um ambierite êxte:eno à pelíeula.
  17. 17. Ápa'relho utilizável ,em um pdço, çar,acterizadc3' pelo fato de comptéendér: 5 f.erramenta coutpost.a por um sens.or' para çoletar Wa utedí·ção de Eundo de pqço; e camada de fluido para re'duzir o ruídci, de. .autra forma sentido pelp semor, devido a. um fluxo 'turkulentD ew toríio da fer-ramenta.
    1'8. ,Aparelho, de acard'o ccun a reivindíç"açãQ 17, caraeterizado pe1Q ía:to do sensor seE compüsto por urri sensor eletromagnâtico ou ijm geof'one.
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