BRPI0912390B1 - adaptador de cateter acoplado a uma extremidade de seção de tubulação médica - Google Patents

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Abstract

"aparelho e método para controlar fluxo de fluido e dispositivo para controlar o retorno de um fluido" um dispositivo (16) para controlar o fluxo de fluido através de uma montagem de cateter (10) domiciliar. o dispositivo inclui um septo (50) que é fechado automaticamente, mas que pode ser anulado temporariamente por meio de uma força exercida na superfície de contato do septo, ou pela inclinação do septo com uma sonda.

Description

“ADAPTADOR DE CATETER ACOPLADO A UMA EXTREMIDADE DE SEÇÃO DE TUBULAÇÃO MÉDICA”
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
A presente descrição refere-se, de modo geral, aos procedimentos e à prática da terapia de infusão. Especificamente a presente descrição se refere a uma montagem de cateter domiciliar para uso em diálise artificial, infusão de fluido, ou infusão de sangue, e mais particularmente a uma montagem de cateter domiciliar que proporciona controle de fluxo para um fluido que passa através da montagem de cateter.
Tipicamente, as montagens de cateter compreendem um adaptador de cateter e um cateter, sendo que um lúmen do adaptador de cateter e um lúmen do cateter estão em comunicação fluida. Com a inserção do cateter no sistema vascular de um paciente, o sangue do paciente flui livremente através do cateter até o interior do lúmen do adaptador de cateter. Este fluxo do sangue é denominado retorno de corrente e é desejável assegurar a inserção apropriada do cateter. Para impedir a exposição indesejável ao sangue, um clínico, tipicamente, irá controlar o fluxo do sangue através da montagem de cateter por meio da oclusão da veia cateterizada do paciente. A oclusão pode ser realizada aplicando uma faixa constritora ou uma braçadeira de pressão à veia cateterizada, ou restringindo o fluxo através da veia pela aplicação de uma pressão diretamente à veia cateterizada com o dedo ou os dedos do clínico.
O uso de uma faixa constritora ou braçadeira de pressão é indesejável em decorrência da dificuldade associada ao monitoramento do retorno de corrente através da montagem de cateter. Por exemplo, quando uma faixa constritora ou braçadeira de pressão é usada, um clínico precisa primeiramente constringir a veia do paciente antes da inserção do cateter. À medida que o cateter é inserido no paciente, a faixa constritora impede o retorno da corrente e, portanto, o clínico não dispõe de uma indicação clara quanto ao posicionamento adequado do cateter. O retorno da corrente só é disponível quando o clínico libera a faixa constritora, e assim, não mais oclui a veia. Se o cateter for colocado incorretamente, o clínico precisa ajustar mais uma vez a faixa constritora ou a braçadeira de pressão e efetuar nova tentativa de inserção. À parte a necessidade de requerer um equipamento adicional, o uso de uma faixa constritora ou braçadeira de pressão é demorado e ineficaz para a cateterização.
A oclusão da veia do paciente com o dedo ou dedos do clínico é igualmente limitante e ineficaz. Em seguida à inserção do cateter na veia do paciente, um clínico deve rapidamente ocluir a veia aplicando pressão à veia cateterizada em um local a montante do sítio de inserção. O clínico pode controlar o fluxo do sangue através da montagem de cateter liberando ou aplicando pressão à veia cateterizada. No entanto, o clínico deve manter contato com o paciente ou o sangue irá fluir de forma descontrolada da montagem de cateter e gerar um risco de exposição indesejável. Portanto, optando o clínico por ocluir a veia desta
Petição 870190102802, de 11/10/2019, pág. 11/17 maneira, ele contará apenas com uma mão livre para fornecer cuidados médicos ao paciente até que o cateter seja posteriormente conectado a um sistema de infusão ou fixado.
Em seguida à cateterização, um clínico também pode desejar coletar uma amostra de sangue. Tipicamente, essa coleta pode ser realizada usando um de dois métodos. Em 5 primeiro lugar, o clínico pode fixar um tubo á vácuo ou frasco de coleta à extremidade do adaptador de cateter e extrair o sangue do paciente. Em alguns casos, a pressão negativa do frasco de coleta a vácuo faz com que a veia cateterizada do paciente entre em colapso. O colapso da veia do paciente requer que o clínico identifique uma nova veia e reintroduza o cateter. Adicionalmente, o colapso da veia pode causar dano à veia do paciente, bem como 10 acarretar sangramento e sensibilidade ao paciente.
Em segundo lugar, o clínico pode permitir que o sangue flua livremente a partir do adaptador de cateter e colete o sangue do paciente em um frasco de coleta. Este método de coleta não expõe a veia do paciente a um possível colapso, mas exige que o clínico controle o fluxo do sangue com uma faixa constritora ou aplicando pressão à veia do paciente com 15 seu dedo ou dedos. Este método de coleta é também indesejável devido à necessidade do clínico usar ambas as mãos na coleta, rotulagem e armazenamento das amostras de sangue.
Sendo assim, há carência de uma montagem de cateter dotada de capacidades de controle de fluxo integradas. Especificamenté, há carência de uma montagem de cateter que . 20 permita ao clínico controlar o fluxo do sangue através da montagem de cateter sem necessidade de ocluir a veia do paciente com um equipamento adicional ou com seus dedos.
BREVE SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Os sistemas e métodos da presente descrição foram desenvolvidos em resposta aos problemas e carências na técnica que ainda não foram plenamente solucionados pelas 25 montagens de cateter disponíveis na atualidade. Portanto, esses sistemas e métodos foram desenvolvidos para conferir uma montagem de cateter e um sistema de infusão mais eficientes.
Um aspecto da presente descrição proporciona uma montagem de cateter. A montagem de cateter pode compreender um adaptador de cateter e um cateter. O corpo do a30 daptador de cateter pode compreender um material geralmente rígido ou semi-rígido, como um material polimérico. Em uma modalidade, o adaptador de cateter compreende um material polimérico rígido, ao passo que em outra modalidade, o adaptador de cateter compreende um material semi-rígido. Uma extremidade proximal do adaptador de cateter também pode ser modificada para incluir um recurso para fixar um componente de um sistema de 35 infusão.
A montagem de cateter pode ainda compreender uma abertura ou janela na superfície do corpo do adaptador de cateter. Uma janela pode ser fornecida com a finalidade de permitir o acesso a um botão de controle de fluxo por um usuário da montagem de cateter. O botão de controle de fluxo pode ser fornecido em local adjacente a uma válvula ou septo da montagem de cateter, e com isso um usuário pode pressionar o botão de controle de fluxo para atuar a válvula ou um septo no interior do corpo do adaptador de cateter.
O cateter da montagem de cateter é em geral tubular e compreende um material flexível ou semi-flexível. O cateter pode compreender um material polimérico, tal como polipropileno, silicone ou Teflon. Em uma modalidade, o cateter compreende um material de silicone. O cateter forma uma junção com o adaptador de cateter para que o lúmen do cateter e o lúmen do adaptador de cateter estejam em comunicação fluida. A montagem de cateter pode também incorporar uma agulha introdutora para auxiliar um usuário a inserir o cateter no sistema vascular de um paciente. A agulha introdutora pode ser alojada de modo deslizante no interior do lúmen do cateter, de modo que uma ponta da agulha introdutora se estende além de uma ponta do cateter. Um usuário pode então perfurar a pele do paciente com a ponta da agulha introdutora e avançar a agulha introdutora e o cateter para dentro do sistema vascular do paciente.
A montagem de cateter inclui adicionalmente uma válvula ou septo depositado no interior do lúmen do corpo do adaptador de cateter. O septo em geral compreende um material flexível ou semi-flexível. O septo pode compreender um material polimérico, tal como polipropileno, silicone ou Teflon. Em uma modalidade, o cateter é um material de silicone.
O septo pode também incluir uma fenda ou abertura através da qual pode haver passagem do fluido. O septo compreende adicionalmente uma membrana interna que compreende uma primeira metade e uma segunda metade. A primeira e a segunda metades da membrana interna compreendem adicionalmente uma superfície de interface. A primeira e a segunda metades da membrana interna são inclinadas para dentro para que a superfície de interface forme uma vedação hermética ao fluido, impedindo com isso a passagem de um fluido através do septo da montagem de cateter. Desse modo, a montagem de cateter é dividida em um primeiro compartimento e um segundo compartimento, sendo os compartimentos separados pela membrana interna do septo.
Por padrão, o septo está em um estado fechado. Portanto, por padrão, é impossível ao fluido passar ou fluir através da fenda ou abertura do septo. Desse modo, um clínico pode inserir o cateter em um paciente, remover uma agulha introdutora da montagem de cateter e evitar que o sangue do paciente flua através da montagem de cateter. Após inserção do cateter, o clínico pode anular ou atuar o septo do adaptador de cateter para permitir que o sangue flua através da montagem de cateter. O septo pode ser atuado pela aplicação de pressão a uma superfície externa do septo, ou pela inserção de uma sonda através da membrana interna do septo.
O septo pode ser atuado ou aberto pela pressão de um botão de controle de fluxo localizado em ponto adjacente. Em uma modalidade, o botão de controle de fluxo é uma parte do septo estendida externamente. Esta parte do septo estendida externamente se projeta através da superfície do adaptador de cateter por meio da janela fornecida. Desse modo, um usuário pode pressionar o septo fazendo contato e pressionando o botão de controle de fluxo. O botão de controle de fluxo é posicionado centralmente na membrana interna do septo. À medida que o botão de controle de fluxo é pressionado, a força descendente do botão de controle de fluxo é diretamente transferida para a membrana interna do septo. Desse modo, a primeira e a segunda metades da membrana interna são inclinadas para fora, desestabilizando com isso a interface entre as duas metades. A desestabilização resultante da interface revela um trajeto através do septo por meio das metades separadas da membrana interna.
Como alternativa, o septo pode ser atuado pela inserção de uma sonda em uma abertura da montagem de cateter, localizada na extremidade proximal do corpo do adaptador de cateter. Em uma modalidade, o septo é atuado na medida em que a sonda é inserida através do lúmen do adaptador de cateter e avançada através da membrana interna do septo. Desse modo, a ponta da sonda inclina para fora a primeira e a segunda metades da membrana interna, proporcionando desta forma um trajeto através da membrana interna. Em outra modalidade, um atuador é posicionado no interior de uma parte de atracamento do septo em um local proximal à membrana interna. Nesta modalidade, o septo é atuado à medida que a ponta da sonda faz contato com a extremidade proximal do atuador e avança o atuador através da membrana interna do septo. Desse modo, a ponta do atuador inclina para fora a primeira e a segunda metades da membrana interna, proporcionando desta forma um trajeto através da membrana interna.
O corpo do adaptador de cateter pode ainda compreender um material rígido ou semi-rígido que atua como uma cobertura similar a um exoesqueleto para um septo flexível ou semi-flexível encapsulado. Nesta modalidade, o corpo do adaptador de cateter compreende uma ou mais janelas através das quais um usuário pode diretamente fazer contato com a superfície externa do septo. As uma ou mais janelas são posicionadas de modo a permanecerem adjacentes a uma parte média do septo. A parte média do septo compreende adicionalmente uma membrana interna, conforme discutido anteriormente. O septo é atuado à medida que o usuário pressiona a superfície externa do septo por meio de uma ou mais janelas. De modo similar, o septo pode ser atuado com o avanço da sonda através da abertura proximal da montagem de cateter, conforme discutido anteriormente.
A montagem de cateter pode ainda compreender um septo sólido ou impermeável. Em uma modalidade, o septo não compreende uma membrana interna e não compreende um trajeto através do septo. Em vez dessa composição, o septo é em geral impermeável e está posicionado no interior do lúmen do corpo do adaptador de cateter formando uma inter5 face entre o septo e a superfície interna do corpo do adaptador de cateter. A interface entre o septo e o corpo do adaptador de cateter é hermética ao fluido. Desse modo, impede-se que um fluido flua através da montagem de cateter. A modalidade compreende adicionalmente um botão de controle de fluxo. Nesta modalidade, o botão de controle de fluxo compreende uma superfície de contato acoplada a um eixo. O eixo se estende através da superfície do corpo do adaptador de cateter e faz contato com a superfície externa do septo em um local distai à interface entre o septo e a superfície interna do corpo do adaptador de cateter. O septo é atuado usando um de dois métodos. Em primeiro lugar, o septo pode ser atuado pressionando o botão de controle de fluxo. Enquanto o botão de controle de fluxo é pressionado, o eixo do botão faz contato e desloca o septo. O septo deslocado desestabiliza a interface entre o septo e a superfície interna do adaptador de cateter. Desse modo, é fornecido um trajeto através da montagem de cateter, sendo que o trajeto compreende um vão entre a superfície externa do septo e a superfície interna do corpo do adaptador de cateter.
Em segundo lugar, o septo pode ser atuado avançando a sonda através da abertura proximal do adaptador de cateter e fazendo contato com uma superfície externa do septo. Desse modo, a sonda pode comprimir a extremidade proximal do septo, desestabilizando assim a interface entre a superfície externa do septo e a superfície interna do corpo do adaptador de cateter. Desse modo, é fornecido um trajeto entre a superfície externa do septo e a superfície interna do corpo do adaptador de cateter.
O septo é ainda configurado para incluir uma pluralidade de canais de fluxo. Desse modo, um fluido pode desviar do restante do septo em seguida à desestabilização da interface, conforme descrição anterior. Uma extremidade proximal do septo compreende adicionalmente uma pluralidade de canais de fluxo, de modo que uma sonda pode fazer contato com a extremidade proximal do septo sem formar uma interface hermética ao fluido entre a superfície externa do septo e a ponta da sonda. Desse modo, uma sonda pode atuar o septo, conforme descrito acima, e em seguida introduzir um fluido no, ou extrair um fluido do lúmen do corpo do adaptador de cateter.
BREVE DESCRIÇÃO DAS DIVERSAS VISTAS DOS DESENHOS
Para que o modo de obtenção dos recursos e vantagens inventivos citados acima, e de outros, seja imediatamente compreendido, será fornecida uma descrição mais particular da invenção brevemente relatada acima fazendo referência às modalidades específicas da mesma, modalidades essas que são ilustradas nos desenhos em anexo. Esses desenhos representam apenas as modalidades típicas da invenção e, portanto, não devem ser considerados limitantes de seu escopo.
A Figura 1 é uma vista em perspectiva de uma montagem de cateter com um botão de controle de fluxo.
A Figura 2 é uma vista lateral em seção transversal da montagem de cateter da Fi gura 1 em um estado fechado.
A Figura 3 é uma vista de topo em seção transversal da montagem de cateter da Figura 1 em um estado fechado.
A Figura 4 é uma vista em seção transversal da montagem de cateter da Figura 3 em um estado fechado.
A Figura 5 é uma vista posterior em perspectiva da montagem de cateter da Figura 3 em um estado fechado.
A Figura 5a é uma vista em seção transversal da montagem de cateter da Figura 2 em um estado fechado.
A Figura 6 é uma vista lateral em seção transversal da montagem de cateter da Figura 1 em um estado aberto.
A Figura 7 é uma vista de topo em seção transversal da montagem de cateter da Figura 1 em um estado aberto.
A Figura 8 é uma vista em seção transversal da montagem de cateter da Figura 7 em um estado aberto.
A Figura 9 é uma vista posterior em perspectiva da montagem de cateter da Figura 7 em um estado aberto.
A Figura 9a é uma vista em seção transversal da montagem de cateter da Figura 6 em um estado aberto.
A Figura 10 é uma vista lateral em seção transversal de uma montagem de cateter em um estado fechado, sendo que a montagem de cateter inclui um atuador.
A Figura 11 é uma vista de topo em seção transversal da montagem de cateter da Figura 10 conforme atuado por uma sonda.
A Figura 12 é uma vista frontal em seção transversal da montagem de cateter da Figura 11.
A Figura 13 é uma vista em perspectiva de uma montagem de cateter com um exoesqueleto rígido.
A Figura 13a é uma vista de topo em seção transversal da montagem de cateter da Figura 13.
A Figura 14 é uma vista lateral em seção transversal de uma montagem de cateter com um septo de obstrução.
A Figura 15 é uma vista lateral em seção transversal da montagem de cateter da Figura 14 conforme atuado por uma sonda.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
As modalidades atualmente preferenciais da presente invenção serão mais bem compreendidas em consulta aos desenhos, onde números de referência semelhantes indicam elementos idênticos ou funcionalmente similares. Será imediatamente percebido que os componentes da presente invenção, conforme a descrição geral e a ilustração nas presentes Figuras, poderíam ser organizados e desenhados em uma ampla variedade de configurações distintas. Sendo assim, a descrição mais detalhada que se segue, segundo representada nas Figuras, não pretende limitar o escopo da invenção conforme reivindicada, sendo meramente representativa das modalidades atualmente preferenciais da invenção.
Fazendo referência neste momento à Figura 1, é ilustrada uma montagem de cateter 10. A montagem de cateter 10 inclui um adaptador de cateter 12 e um cateter 14. O adaptador de cateter 12 inclui um corpo geralmente tubular 16. O corpo do adaptador de cateter 16 consiste, de modo geral, de um material polimérico rígido ou semi-rígido, como poliestireno ou polipropileno.
O corpo do adaptador de cateter 16 compreende adicionalmente uma extremidade proximal 20 e uma extremidade distal 22. A extremidade proximal 20 pode compreender um sistema de roscas 30 ou outro sistema para fixar a extremidade proximal 20 da montagem de cateter 10 a um componente adicional de um sistema de infusão. Por exemplo, as roscas 30 da extremidade proximal 20 podem ser usadas para fixar a montagem de cateter à seção da tubulação do cateter intravenoso que compreende um sistema complementar de roscas. Como alternativa, a extremidade proximal 20 pode incluir uma crista anular sobre a qual um grampo pode engatar para travar a montagem de cateter 10 e outro componente de um sistema de infusão.
A extremidade distal do corpo do adaptador de cateter 16 pode incluir uma seção afunilada 18. A seção afunilada 18 pode ser desejável para reduzir um diâmetro externo do adaptador de cateter 12 próximo à junção 32 do adaptador de cateter 16 e do cateter 14. A seção afunilada 18 pode também promover um ângulo desejado de inserção para o cateter 14. Por exemplo, durante a inserção do cateter 14, um clínico irá inserir de forma genérica o cateter 14 através da pele do paciente e na veia do paciente em um ângulo superior a 15°. Após o cateter 14 ser avançado na veia do paciente, e a agulha introdutora ser removida do cateter 14, o clínico então apóia o adaptador de cateter 12 na superfície externa do paciente em um plano geralmente paralelo à superfície externa do paciente. Enquanto é inserido, é necessário que o cateter 14 seja arqueado ou dobrado para completar a transição entre o ângulo de inserção e a orientação paralela final do adaptador de cateter 12. Nesta configuração final, a parte arqueada do cateter 14 pode ficar parcialmente retorcida ou ocluída próximo à junção 32 do adaptador de cateter 12 e do cateter 14. Com o fornecimento de uma seção afunilada 18 no corpo do adaptador de cateter 16, é possível reduzir a distância entre a junção 32 e a superfície externa do paciente. Desse modo, o grau de arqueamento necessário do cateter 14 é reduzido, reduzindo assim a probabilidade de oclusão do cateter 14 próximo à junção 32.
O corpo do adaptador de cateter 16 pode também incluir uma janela 38. A janela 38 pode compreender uma abertura na superfície do corpo do adaptador de cateter 16 e pode fornecer uma abertura para alojar um botão de controle de fluxo 90. O botão de controle de fluxo 90 será discutido com riqueza de detalhes abaixo em associação às Figuras 2 a 12a. A janela 38 pode compreender adicionalmente um sistema para vedar a janela contra os fluidos no interior do adaptador de cateter 12. Por exemplo, uma gaxeta ou vedante pode ser incorporada entre a janela 38 e o botão de controle de fluxo 90, de modo que um fluido é impedido de penetrar na interface da janela 38 e do botão 90. O botão de controle de fluxo 90 pode também formar uma parte do corpo do adaptador de cateter 16. Conforme configurado, um fluido no interior do adaptador de cateter 12 será contido no interior do corpo do adaptador de cateter 16.
A junção 32 é formada onde o cateter 14 se estende a partir da extremidade distai 22 do adaptador de cateter 12. O cateter compreende uma tubulação flexível ou semiflexível que pode ser inserida na veia de um paciente. Em termos gerais, um cateter 14 consiste de um material polimérico, como polipropileno, silicone, ou Teflon. O cateter 14 é geralmente tubular e tem um lúmen interno configurado para permitir a passagem de uma agulha introdutora. Uma agulha introdutora é comumente usada para auxiliar um clínico na introdução do cateter na veia de um paciente. Por exemplo, uma agulha introdutora pode ser inserida através do lúmen do cateter, sendo que uma ponta da agulha introdutora se estende além da parte da ponta 40 do cateter 14. A parte afunilada 42 da parte da ponta do cateter 40 pode ser configurada para reduzir o diâmetro interno do cateter 14. Desse modo, a parte afunilada 42 do cateter 14 pode fazer contato com a superfície externa da ponta da agulha introdutora. Dessa maneira, a agulha introdutora pode perfurar a pele do paciente e a parte afunilada 42 do cateter 14 pode ser inserida no paciente através da abertura criada pela agulha introdutora. O uso de uma agulha introdutora e de um cateter da forma descrita é habitual no campo da terapia de infusão.
Fazendo referência neste momento à Figura 2, é ilustrada uma montagem de cateter 10 da Figura 1 em uma vista lateral em seção transversal. Conforme discutido anteriormente, o corpo do adaptador de cateter 16 pode incluir uma janela 38 para fornecer uma abertura e alojar um botão de controle de fluxo 90. O botão de controle de fluxo 90 pode compreender uma parte estendida de um membro de válvula ou um membro de septo 50. O membro de septo 50 é em geral depositado no interior do lúmen 24 do corpo do adaptador de cateter 16. A função primária do membro de septo 50 é controlar o fluxo de um fluido oriundo do lúmen 44 do cateter 14 através do lúmen 24 do adaptador de cateter 12. O desenho do septo 50 e do botão de controle de fluxo 90 pode ser adaptado para controlar o fluxo de um fluido através da montagem de cateter 10.
Por exemplo, um usuário pode aplicar pressão ao botão de controle de fluxo 90 e com isso aplicar pressão ao septo 50 no interior do lúmen 24 do adaptador de cateter 16. O botão de controle de fluxo 90 pode ser modificado para incluir um sistema de canais 94, o qual compreende a largura do botão 90 e está localizado entre o botão 90 e o septo 50. Os canais 94 podem ser formados pela remoção de uma parte do material do botão 90 para que os canais 94 sejam formados perpendicularmente ao comprimento do botão 90. Com a remoção de uma parte do material do botão 90, a força do botão 90 pode ser focalizada em direção à seção média 96 do botão 90. Desse modo, os canais 94 permitem que um usuário aplique pressão à parte focalizada do septo 50, de modo geral, pressionando o botão 90. Conforme será descrito em detalhes abaixo, uma força focalizada do botão permite a abertura apropriada e exata de uma fenda 60 através do septo 50.
O botão 90 pode ser adicionalmente modificado para incluir um prendedor de botão 92. O prendedor de botão 92 compreende uma extensão em cunha do botão, através da qual o prendedor de botão 92 é configurado para interagir com uma borda da janela 38 do adaptador de cateter 12. Por exemplo, um usuário pode pressionar o botão 90 para que o prendedor de botão 92 passe para o interior da abertura da janela 38. Desse modo, o prendedor de botão 92 pode engatar na superfície interna 26 do adaptador de cateter 12 e impedir que o botão 90 retorne para uma posição liberada. Desse modo, o botão 90 pode continuar a ser pressionado sem demandar contato pelo usuário. O prendedor de botão 92 pode ser desengatado da superfície interna 26 do adaptador de cateter 12 pela pressão simultânea do botão e inclinando o botão em uma direção de avanço 80. A flexibilidade do botão 90, deste modo, permite que o botão avance para frente 80 e permite ao prendedor de botão 92 desengatar e retornar através da abertura da janela 38 para uma posição liberada.
O septo 50 e o botão de controle de fluxo 90 podem ser configurados para controlar o fluxo do sangue durante a inserção do cateter 14 em um paciente. Tipicamente, uma agulha de inserção é usada para auxiliar a inserção de um cateter 14. Em seguida à inserção da ponta do cateter 40 na veia do paciente, a agulha introdutora é extraída do cateter 14 e removida da montagem de cateter 10. Neste ponto, a pressão do sistema vascular do paciente forçará o curso ascendente do sangue do paciente através do cateter 14. O septo 50 pode ser projetado para incluir uma interface 52 com a superfície interna 26 do adaptador de cateter 12, de modo a criar uma interface hermética ao fluido 52. Portanto, um fluido, como o sangue do paciente, pode ser impedido de fluir além da primeira extremidade 54 do septo 50. A interface 52 pode incluir um encaixe de pressão, um anel em O, uma gaxeta ou uma parte do septo 50. A interface 52 pode também impedir o vazamento do fluido através da janela 38 do adaptador de cateter. Isso é realizado configurando a interface 52 para estabelecer um contato suficiente com a superfície interna 26 do adaptador de cateter 12, impedindo, deste modo, a passagem de um fluido entre o septo 50 e a superfície interna 26 do adaptador de cateter 12.
O septo 50 pode ser adicionalmente modificado para compreender uma fenda 60, fornecendo com isso um trajeto através do septo 50. As dimensões da fenda 60 podem variar dependendo das necessidades da montagem de cateter 10. Por exemplo, quando a montagem de cateter 10 é usada para infusões de alta pressão ou alto volume, pode ser desejável fornecer uma fenda maior 60 para compensar o maior volume previsto de infusão. A fenda 60 pode ser incluída no septo 50 com o uso de qualquer método. Por exemplo, a fenda 60 pode ser adicionada ao septo 50 com a divisão do septo 50 durante a fabricação. Além disso, o septo 50 e a fenda 60 podem ser projetados para que a fenda 60 permaneça inclinada em um estado fechado. A fenda 60 pode ser aberta por inclinação, pressionando o botão de controle de fluxo 90, conforme discutido com mais detalhe abaixo.
O septo 50 pode adicionalmente incluir uma parte de atracamento 70 localizada no interior da extremidade proximal 20 do adaptador de cateter 12. A parte de atracamento 70 compreende uma extensão lateral do septo 50 com um diâmetro interno 72 suficiente para receber a sonda. Conforme configurado, um usuário pode inserir a sonda no lúmen 24 da extremidade proximal 20 do adaptador de cateter 12 e em uma parte de atracamento 70 do septo 50. Uma vez inserida, o usuário pode avançar a sonda em uma direção de avanço 80, avançando deste modo a sonda através da fenda 60 do septo 50. À medida que sonda é avançada através da fenda 60 do septo 50, a fenda 60 é aberta por inclinação, fornecendo com isso uma comunicação fluida entre o lúmen 44 do cateter 14, o lúmen 24 do adaptador de cateter 16 e a sonda inserida. Mediante a remoção da sonda, a fenda 60 do septo 50 retorna a seu estado fechado, impedindo com isso que um fluido flua através do septo 50.
Uma sonda pode incluir qualquer dispositivo capaz de ser inserido em uma parte de atracamento 70 do septo 50 para abrir por inclinação a fenda 60 do septo 50. Por exemplo, a sonda pode incluir um Luer, uma seção de tubulação intravenosa, uma agulha, uma cânula rombuda ou um estilete. Quando a sonda é uma seção da tubulação intravenosa, a tubulação intravenosa inserida abre por inclinação a fenda 60 do septo 50, e deste modo abre um trajeto através do septo 50 para a passagem de um fluido. Uma vez inserido, um fluido pode ser infundido da seção de tubulação intravenosa para o paciente, ou um fluido, como o sangue, pode ser extraído do paciente via tubulação intravenosa.
A parte de atracamento 70 pode adicionalmente incluir uma seção estriada 74. A seção estriada 74 compreende uma série de cristas anulares sobressalentes que circunscrevem as superfícies interna e externa da parte de atracamento 70. A seção estriada 74 permite que a parte de atracamento 70 do septo 50 seja comprimida em uma direção de avanço 80 à medida que a sonda é inserida. Quando a sonda compreende uma superfície externa afunilada, uma parte da sonda pode fazer contato com a seção estriada 74 durante a inserção da sonda. Desse modo, a superfície externa afunilada da sonda pode encravar na seção estriada 74 do septo e avançar a seção estriada 74 em uma direção de avanço 80. As cristas anulares sobressalentes da seção estriada 74 permitem que a seção estriada 74 seja comprima como um acordeão, permitindo desse modo a inserção continuada da sonda. A posição comprimida da seção estriada 74 é mantida pela sonda inserida. A sonda é retida no interior do lúmen 24 do adaptador de cateter 12 por meio do atrito entre a superfície externa da sonda e da superfície interna 26 do adaptador de cateter 12. Com a remoção da sonda, a seção estriada comprimida 74 é devolvida a sua configuração original desdobrada. Em uma modalidade, a seção estriada comprimida 74 exerce uma força de recuo sobre a sonda inserida. Desse modo, a força negativa exigida para remover a sonda inserida é reduzida devido à força de recuo positiva da seção estriada comprimida 74.
Fazendo referência neste momento à Figura 3, é mostrada uma vista de topo em seção transversal do adaptador de cateter da Figura 1. Como se observa a partir do topo, o septo 50 compreende em geral a forma de uma ampulheta. A extremidade proximal 100 do septo 50 tem, de modo geral, uma forma de sino e é configurada para formar uma interface 52 com a superfície interna 26 do adaptador de cateter 12. A extremidade distai 102 do septo 50 é similarmente configurada para formar uma interface 52 com a superfície interna 26 do adaptador de cateter 12. No entanto, a extremidade distai 102 do septo 50 compreende adicionalmente a parte de atracamento 70 do septo 50, conforme discutido em detalhe acima. Uma parte média 104 do septo 50 é adelgaçada, formando assim um espaço vazio de expansão 56 em ambos os lados da parte média 104 entre o septo 50 e a superfície interna 26 do adaptador de cateter 12. A parte média 104 do septo 50 está em geral localizada diretamente abaixo do botão de controle de fluxo 90. Desse modo, quando o botão de controle de fluxo 90 é pressionado, a parte média 104 do septo é atuada.
A parte média 104 do septo 50 compreende adicionalmente uma fenda 60. A fenda 60 é uma abertura física através do septo 50 que fornece um trajeto através do septo 50, e assim o fluido pode se mover através do septo 50. O septo 50 é ainda configurado para que a fenda 60 seja inclinada em uma posição fechada, conforme ilustrado. A fenda 60 pode ser inclinada para uma posição aberta pressionando o botão de controle de fluxo 90 ou forçando a sonda através da fenda 60 por meio da parte de atracamento 70 do septo 50, conforme discutido acima. À medida que a fenda 60 é inclinada para uma posição aberta, a parte média 104 do septo 50 se divide em duas metades 64, 66, sendo que cada metade se expande radialmente para fora até o interior do espaço vazio de expansão 56 fornecido. Este processo é discutido em maior detalhe adiante, em associação à Figura 7 abaixo.
Fazendo referência neste momento à Figura 4, é mostrada uma vista frontal em seção transversal do cateter da Figura 3. O septo 50 inclui adicionalmente um vinco 110. O vinco 110 compreende uma marcação linear sobre a superfície externa 58 do septo 50 e se estende geralmente de forma paralela ao corpo do adaptador de cateter 16. O vinco 110 é posicionado no ápice da parte média 104 de modo a se estender horizontalmente ao longo da parte média 104. O vinco 110 é caracterizado como uma região adelgaçada da superfície externa 58 do septo 50. O vinco 110 fragiliza a integridade estrutural da parede da parte média 104, aumentando com isso a flexibilidade da região adelgaçada do septo 50. Desse modo, o vinco 110 facilita que a parte média 104 se curve em direção à superfície interna 26 do adaptador de cateter 12, quando o botão de controle de fluxo 90 é pressionado. Desse modo, um usuário pode pressionar o botão 90 e atuar o septo 50, sendo que a superfície externa 58 do septo 50 se curva em direção à superfície interna 26 do adaptador de cateter 12.
O septo 50 compreende adicionalmente uma membrana interna 106. A membrana interna compreende uma primeira metade 64 e uma segunda metade 66, sendo cada metade separada por uma fenda 60. A membrana interna 106 consiste do mesmo material que a porção remanescente do septo 50 e pode compreender qualquer espessura necessária para impedir a passagem indesejada de um fluido através do septo 50. A primeira e a segunda metades 64, 66 da membrana interna 106 compreendem adicionalmente uma superfície de vedação 84, 86, respectivamente. A membrana interna 106 é configurada para que as superfícies de vedação 84, 86 da primeira e da segunda metades 64, 66 mantenham contato uma com a outra, e com isso forma uma barreira física que impede a passagem de um fluido através do septo 50. As superfícies de vedação 84, 86 podem ser ainda modificadas para incluir projetos de superfície complementares. Desse modo, as superfícies de vedação 84, 86 podem travar ou de algum modo se combinarem para impedir adicionalmente a passagem do fluido através do septo 50.
Conforme discutido anteriormente, um usuário pode pressionar o botão de controle de fluxo 90 para atuar o septo 50. À medida que o vinco 110 do septo 50 se curva para fora em direção à superfície interna 26 do adaptador de cateter 12, a primeira e a segunda metades 64, 66 fixadas da membrana interna 106 são igualmente tracionadas para fora em direção à superfície interna 26 do adaptador de cateter 12. Desse modo, as superfícies de vedação 84, 86 da membrana interna 106 são afastadas, e com isso a fenda 60 do septo 50 se abre, ampliando o trajeto através do septo 50.
Uma parte do material do septo 50 pode ser removida para formar um entalhe 98 próximo à parte inferior do botão de controle de fluxo 90. O entalhe 98 pode ser fornecido para assegurar adicionalmente que a força descendente do botão pressionado 90 seja focalizada na fenda 60 do septo 50. Desse modo, a força descendente do botão pressionado 90 é distribuída uniformemente na fenda 60, inclinando igualmente cada vinco 110 da parte média 106 e se curvem para fora em direção à superfície interna do adaptador de cateter 12, conforme descrição anterior.
Fazendo referência neste momento à Figura 5, é mostrada uma vista posterior em perspectiva da montagem de cateter 10 da Figura 3. A partir da extremidade proximal 20 da montagem de cateter 10, é possível observar a primeira e a segunda metades 64, 66 da membrana interna 106. Conforme discutido anteriormente, a extremidade proximal 20 do adaptador de cateter 12 pode ser modificada para incluir um conjunto de roscas 30 ou outro recurso para facilitar adaptadores ou outros componentes de um sistema de infusão.
Fazendo referência neste momento à Figura 5a, é mostrada uma vista em seção transversal da montagem de cateter da Figura 3 em um estado fechado. A membrana interna 106 pode ser posicionada no interior do lúmen do septo 50 de modo a dividir o septo 50 em uma primeira câmara 122 e uma segunda câmara 124. A primeira câmara 122 é geralmente definida como o espaço confinado que se estende entre a ponta 40 do cateter 14 e o lado distai 132 da membrana interna 106. A segunda câmara 124 é geralmente definida como o espaço confinado que se estende entre o lado proximal 130 da membrana interna 106 e as roscas 30 da montagem de cateter 10. Quando a membrana interna 106 está em um estado fechado, conforme ilustrado, um fluido pode ser contido no interior da primeira câmara 122, enquanto a segunda câmara 124 permanece isolada do fluido no interior da primeira câmara 122. De modo inverso, um fluido pode ser contido no interior da segunda câmara 124, enquanto a primeira câmara 122 permanece isolada do fluido no interior da segunda câmara 124. Desse modo, um usuário pode controlar o fluxo de um fluido através do septo 50 controlando o estado de abrir ou fechar da membrana interna 106 do septo 50.
Fazendo referência neste momento à Figura 6, é mostrada uma vista lateral em seção transversal do cateter da Figura 1 em um estado aberto. O septo 50 pode ser aberto por um de dois métodos. O septo 50 pode ser aberto inserindo uma sonda na parte de atracamento 70 do septo 50 e avançando uma sonda em uma direção de avanço 80 para que a sonda contorne a membrana interna 106 do septo 50, conforme descrição anterior. Adicionalmente, o septo 50 pode ser aberto pressionando o botão de controle de fluxo 90, conforme ilustrado. À medida que o botão 90 é pressionado, a seção média 96 exerce uma força descendente 108 na parte média 104 do septo 50. À medida que a parte média 104 é pressionada em uma direção descendente 108, o vinco 110 da parte média 104 se curva para fora em direção à superfície interna 26 do adaptador de cateter 12, como mostra a Figura 7. Dando continuidade à referência às Figuras 6 e 7, à medida que a parte média 104 se curva para fora até o interior do espaço vazio de expansão 56, a primeira e a segunda metades 64, 66 da membrana interna 106 são separadas, expondo desta maneira um trajeto 112 através da membrana interna 106.
Um prendedor 92 pode também ser fornecido como parte do botão de controle de fluxo 90. . Um prendedor 92 pode ser posicionado para que, quando o botão 90 for pressionado, o prendedor 92 passe através da janela 38 até o interior do lúmen 24 do corpo do adaptador de cateter 16. Uma vez no interior do lúmen 24, o prendedor 92 engata de modo compatível na superfície interna 26 do corpo do adaptador de cateter 16, mantendo desta maneira o botão 90 em uma posição pressionada, conforme ilustrado. O prendedor 92 pode ser desengatado da superfície interna 26 do adaptador de cateter pressionando simultaneamente o botão 90 e inclinando o botão 90 em uma direção de avanço 80, e em seguida liberando o botão 90 para uma posição de repouso.
Fazendo referência neste momento à Figura 8, é mostrada uma vista frontal em seção transversal da montagem de cateter da Figura 7 em um estado aberto. Novamente, à medida que o botão de controle de fluxo 90 é pressionado, a seção média 96 do botão 90 exerce uma força descendente 108 na parte média 104 do septo 50. O vinco 110 da parte média 104 se curva para fora em direção à superfície interna 26 do adaptador de cateter 12. Desse modo, a primeira e a segunda metades 64, 66 da membrana interna 106 são separadas para expor o trajeto 112 através da membrana interna 106.
Fazendo referência neste momento à Figura 9, é mostrada uma vista posterior em perspectiva da montagem de cateter da Figura 7 em um estado aberto. A partir da extremidade proximal 20 da montagem de cateter 10, a primeira e a segunda metades 64, 66 da membrana interna 106 podem ser observadas. Uma vez atuadas pressionando o botão de controle de fluxo 90, a primeira e a segunda a metades 64, 66 são separadas revelando o trajeto 112 através do septo 50. Pressionando o botão de controle de fluxo 90, a primeira e a segunda metades 64, 66 do septo 50 são inclinadas para fora e separadas da forma ilustrada.
Fazendo referência neste momento à Figura 9a., é mostrada uma vista em seção transversal da montagem de cateter da Figura 7 em um estado aberto. A primeira e a segunda metades 64, 66 da membrana interna 106 do septo 50 são inclinadas para fora em direção à superfície interna 26, à medida que o botão de controle de fluxo 90 é pressionado. Especificamente, a seção média 96 do botão de controle de fluxo 94 é fornecida para exercer uma força descendente 108 concentrada sobre a membrana interna 106 do septo 50. A força descendente 108 faz com que a primeira e a segunda metades 64, 66 da membrana relaxem para fora e se separem uma da outra, revelando o trajeto 112 através do septo 50.
Fazendo referência neste momento à Figura 10, é mostrada uma vista lateral em seção transversal de uma segunda modalidade de uma montagem de cateter 200. Nesta modalidade, a montagem de cateter é modificada para incluir um atuador 210. O atuador 210 é em geral tubular com um diâmetro externo 212 selecionado para ser abrigado de forma deslizante no interior da parte de atracamento 70 do septo 50. O atuador 210 inclui adicionalmente um flange 214 que compreende a extremidade proximal do atuador 210. O flange 214 compreende um diâmetro externo que é maior que o diâmetro interno 72 da parte de atracamento 70 do septo 50. Desse modo, o flange 214 é impedido de se movimentar além da extremidade proximal 76 da parte de atracamento 70 do septo 50. O atuador 210 pode ser ainda retido no interior do corpo do adaptador de cateter 16, modificando o corpo do adaptador de cateter 16 para incluir um compartimento interno 18. O compartimento in terno 18 compreende o batente do atuador 218 para impedir a saída do atuador 210 do adaptador de cateter 12 através da extremidade proximal 20 abertura. O batente do atuador 218 compreende uma crista anular formada sobre a superfície interna 26 do corpo do adaptador de cateter 16. O batente do atuador 218 compreende adicionalmente um diâmetro interno 220 selecionado para ser menor que o diâmetro externo 216 do flange 214 do atuador 210. Desse modo, o flange 214 é posicionado no interior do lúmen 24 do corpo do adaptador de cateter 16, entre a extremidade proximal 76 da parte de atracamento 70 e o batente do atuador 218, conforme formado na superfície interna 26 do corpo do adaptador de cateter 16.
A corrente modalidade permite uma diversidade de variações. Por exemplo, em uma modalidade o adaptador de cateter não compreende um batente do atuador 218, e em vez disso o atuador 210 é preso à extremidade proximal 76 da parte de atracamento 70 por meio de um adesivo. Como alternativa, o atuador 210 pode ser preso à extremidade proximal 76 da parte de atracamento 70, moldando a extremidade proximal 76 para incluir um canal anular para receber o flange 214 do atuador 210. Em outra modalidade, um adaptador de cateter é configurado para incluir o batente do atuador 218, porém exclui o atuador 210. Em especial, o batente do atuador 218 forma uma interface com a extremidade proximal 76 da parte de atracamento 70. Desse modo, a seção estriada 74 da parte de atracamento 70 pode ser parcialmente comprimida no interior do compartimento interno 18 e mantida em um estado parcialmente comprimido por meio do contato por atrito com o batente do atuador 218.
Fazendo referência neste momento à Figura 11, é mostrada uma vista de topo em seção transversal da montagem de cateter 200 da Figura 10, enquanto é atuada por uma sonda 150. O septo 50 da montagem de cateter 200 pode ser atuado pressionando o botão de controle de fluxo 90, conforme discutido anteriormente, ou inserindo uma sonda 150 na abertura da extremidade proximal 20 do adaptador de cateter 12. O septo 50 é atuado à medida que a ponta 152 da sonda 150 faz contato com um flange 214 e avança o atuador 210 através do septo 50. O atuador 210 inclina a primeira e a segunda metades 64, 66 da membrana interna 106 para fora em direção à superfície interna 26 do corpo do adaptador de cateter 16. Desse modo, o atuador 210 cria uma passagem 112 através do septo 50. A sonda 150 pode ser configurada para interagir com a superfície interna 28 da extremidade proximal 20 do adaptador de cateter 12. Por exemplo, a superfície externa 154 da sonda 150 pode ser configurada com uma inclinação para dentro para que, à medida que a sonda 150 é inserida no lúmen 24 do adaptador de cateter 12, a superfície externa 154 da sonda 150 faz contato com a superfície interna 28 da extremidade proximal 20 do adaptador de cateter 12. Desse modo, a sonda 150 pode ficar embutida no interior da extremidade proximal 20 do adaptador de cateter 12 e fixada por meio do atrito entre a superfície externa 154 da sonda 150 e a superfície interna 28 da extremidade proximal 20 do adaptador de cateter 12.
Fazendo referência neste momento à Figura 12, é mostrada uma vista frontal em seção transversal da montagem de cateter da Figura 11. À medida que a sonda 150 avança o atuador 210 através da primeira e da segunda metades 64, 66 da membrana interna 106, a primeira e a segunda metades 64, 66 são inclinadas para fora em direção à superfície interna 26 do corpo do adaptador de cateter 16. Desse modo, o atuador 210 fornece um trajeto desimpedido 112 através do septo 50. O espaço vazio de expansão 56 confere um desimpedimento suficiente para que a parte média 104 do septo 50 possa expandir para fora sem fazer contato com a superfície interna 26 do corpo do adaptador de cateter 16.
Com referência novamente à Figura 11, à medida que a sonda 150 é removida da extremidade proximal 20 da montagem de cateter 200, a seção estriada comprimida 74 do septo 50 é liberada, retornando assim o atuador 210 à posição pré-atuada como na Figura 10. À medida que o atuador 210 retorna à posição pré-atuada, a primeira e a segunda metades 64, 66 do septo 50 retornam a uma posição fechada, restabelecendo deste modo uma primeira e segunda câmaras 122,124, como mostram as Figuras 5a e 10.
Fazendo referência neste momento à Figura 13, é mostrada uma terceira modalidade de uma montagem de cateter 300. A presente modalidade compreende um corpo do adaptador de cateter 312 e um cateter 14. O cateter 14 é semelhante ao cateter 14 da modalidade anterior, conforme descrito em relação às Figuras anteriores. O corpo do adaptador de cateter 312 compreende um material rígido ou semi-rígido para encapsular um septo flexível ou semi-flexível 350. O corpo do adaptador de cateter 312 compreende em geral uma carcaça externa ou uma cobertura semelhante a um exoesqueleto para o septo 350. O material do corpo do adaptador de cateter 312 é em geral selecionado de modo que um conjunto de roscas 330 pode ser fornecido na extremidade proximal 320 da montagem de cateter 300. O material das roscas 330 deve ser suficientemente rígido para que um conjunto de roscas complementar possa ser acoplado ao mesmo. Por exemplo, um conjunto de roscas complementar pode ser incorporado em um componente de um sistema de infusão. Desse modo, o componente pode ser acoplado à montagem de cateter 300 pelo engate das roscas do componente nas roscas da montagem de cateter 330. O corpo do adaptador de cateter 312 compreende adicionalmente uma janela 138 através das quais um usuário pode fazer contato com a superfície externa 358 do septo 350.
Fazendo referência neste momento à Figura 13a, é mostrada uma vista de topo em seção transversal da montagem de cateter 300 da Figura 13. O septo 350 compreende um material flexível similar ao do septo 50 descrito em relação às modalidades anteriores. O material do septo 350 é em geral flexível e pode compreender qualquer material flexível ou semi-flexível de natureza polimérica, como nylon, Teflon, ou silicone. O septo 350 compre ende uma extremidade proximal 360 e distal 362. O septo 350 é moldado para encaixar de modo compatível no interior do lúmen 310 do corpo do adaptador de cateter 312. Desse modo, a superfície externa 358 do septo 350 forma uma interface 352 com a superfície interna 314 do corpo do adaptador de cateter 312. A interface 352 cria a vedação hermética ao fluido entre o septo 350 e a superfície interna 314 do adaptador de cateter 312. Desse modo, um fluido pode passar através da montagem de cateter 300 sem vazar no interior do lúmen 310 do adaptador de cateter 312.
A janela 138 é posicionada de modo que um usuário possa pressionar a superfície externa 358 do septo 350 em um local adjacente à parte média 304 do septo 350. Uma ou mais janelas 138 podem ser fornecidas. Por exemplo, uma segunda janela pode ser fornecida para a montagem de cateter 300 em um local a 180 graus da janela 138 fornecida. Desse modo, um usuário pode fazer contato e apertar o septo 350 a partir de um lado superior ou inferior para atuar o septo 350.
O septo 350 pode ser atuado pressionando a superfície externa 358 do septo 350 adjacente à parte média 304 do septo 350. À medida que a superfície externa 358 é pressionada, a parte média 304 do septo 350 é inclinada para fora até o interior do espaço vazio de expansão 356. O espaço vazio de expansão 356 compreende um vão físico entre a parte média 304 do septo 350 e a superfície interna 314 do corpo do adaptador de cateter 312. À medida que a parte média 304 do septo 350 é inclinada para fora até uma posição aberta 340, a primeira e a segunda metades 364, 366 da membrana interna 306 são separadas para fornecer o trajeto 326 através do septo 350. Assim como nas modalidades anteriores, o septo 350 pode também ser atuado avançado uma a sonda através da membrana interna 306 para fornecer o trajeto 326.
Fazendo referência neste momento à Figura 14, é mostrada uma vista lateral em seção transversal de uma modalidade final de uma montagem de cateter 400. A presente modalidade compreende um corpo do adaptador de cateter 412 e um cateter 14. O cateter 14 é semelhante ao cateter 14 das modalidades anteriores conforme descrito em relação às Figuras anteriores. O corpo do adaptador de cateter 412 é em geral rígido e semelhante ao corpo do adaptador de cateter 12 da modalidade descrita para as Figuras 1 a 12, acima. No entanto, o presente corpo do adaptador de cateter 412 compreende uma janela 438 que é configurada para alojar um botão de controle de fluxo 490. O botão de controle de fluxo 490 difere do botão de controle de fluxo 90 anterior pelo fato de que o botão de controle de fluxo 490 corrente não compreende uma parte estendida do septo. Em especial, o botão de controle de fluxo 490 compreende a superfície de contato 492 conectada a um eixo 494 para pressionar uma superfície externa 458 do septo 450. No entanto, o septo 450 também podería compreender uma extensão do septo 450 no lugar do botão de controle de fluxo 490. Por exemplo, a extensão do septo poderia ser exposta, e com isso um usuário poderia pressio18 nar a extensão do septo e atuar o septo 450 de modo similar ao que é atuado por meio do botão 490.
Em qualquer modalidade, é necessário um mecanismo de vedação 480 para impedir que um fluido vaze através da janela 438 da montagem de cateter 400. O mecanismo de vedação 480 pode incluir um sistema de gaxetas, vedações, anéis em O ou outros dispositivos apropriados que impedem vazamentos. O eixo 494 compreende adicionalmente um sistema de protuberâncias pontiagudas 496. O sistema de protuberâncias pontiagudas 496 se estende lateralmente a partir da superfície externa do eixo 494. Desse modo, o sistema de protuberâncias pontiagudas 496 encrava na superfície interna 414 do corpo do adaptador de cateter 412 e impede a saída do eixo através da janela 438.
O septo 450 é posicionado no interior do lúmen 424 do adaptador de cateter 312 e em geral compreende um material flexível ou semi-flexível, como aquele descrito anteriormente. De modo inverso ao septo anterior 50, 350, o corrente septo 450 é em geral sólido ou compreende um lúmen inacessível e confinado. Em lugar de fornecer o trajeto através da montagem de cateter, o septo corrente 450 é fornecido para obstruir o trajeto através do lúmen 424 do corpo do adaptador de cateter 412. Esta obstrução é consequência da interface hermética ao fluido 452 entre a superfície externa 458 do septo 450 e a superfície interna of 414 do corpo do adaptador de cateter 412. O septo corrente 450 é atuado à medida que o botão 490 é pressionado 430 e, deste modo, pressiona a superfície externa 458 do septo 450 para uma posição aberta 440. Desse modo, a interface 452 é deslocada para revelar o trajeto 428 entre o septo 450 e a superfície interna do corpo do adaptador de cateter 412. O septo 450 compreende adicionalmente canais de fluxo 460 que permitem a um fluido contornar o septo 450 e desviar o fluxo através da montagem de cateter 400.
A extremidade proximal 470 do septo 450 compreende um diâmetro externo 420 inferior ao diâmetro interno 410 do corpo do adaptador de cateter 412. Desse modo, um fluido pode fluir entre a superfície externa 434 da extremidade proximal 470 e a superfície interna 414 do corpo do adaptador de cateter 412. No entanto, um fluido é impedido de desviar do septo 450 devido à interface 452, conforme discutido anteriormente. A extremidade proximal 470 do septo 450 pode ser ainda configurada para compreender canais de fluxo 462. Esses canais de fluxo 462 permitem que um fluido oriundo da sonda desvie da extremidade proximal 470 do septo 450, quando a montagem de cateter 400 é atuada com uma sonda, como mostra a Figura 15, abaixo.
Fazendo referência neste momento à Figura 15, uma vista lateral em seção transversal da montagem de cateter 400 da Figura 14 é mostrada, conforme atuado por uma sonda 150. O septo 450 é comprimido para frente 80 à medida que a ponta 152 da sonda 150 é avançada no interior do lúmen 424 do corpo do adaptador de cateter 412. À medida que a extremidade proximal 470 do septo 450 é comprimida pela sonda 150, a interface 452 é desestabilizada, de modo que um trajeto 428 é fornecido entre a superfície externa 458 do septo e a superfície interna 414 do corpo do adaptador de cateter 412. São fornecidos canais de fluxo 462 da extremidade proximal 470 do septo 450 que evitam uma interface hermética ao fluido entre a ponta 152 da sonda 150 e o septo 450. Conforme previsto, os ca5 nais de fluxo 462 permitem um fluido que flui além da extremidade proximal 470 do septo 450 e continua através do trajeto 428 e do restante da montagem de cateter 400. Recursos e adaptações adicionais, consistentes com as modalidades previamente descritas podem ser adicionalmente implantados em associação à montagem de cateter 400, dentro do escopo da corrente invenção.
A presente invenção pode ser incorporada em outras formas específicas, sem abandonar suas estruturas, métodos, ou demais características essenciais, conforme amplamente descrito neste documento e reivindicado adiante. As modalidades descritas serão consideradas, em todos os aspectos, de natureza ilustrativa, e não restritiva. O escopo da invenção, portanto, é indicado pelas reivindicações em anexo, e não pela descrição prece15 dente. Todas as mudanças que surgirem dentro do significado e faixa de equivalência das reivindicações devem ser envolvidas por seu escopo.

Claims (18)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Adaptador de cateter, acoplado a uma extremidade de seção de tubulação médica, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:
    um corpo do adaptador de cateter (16) possuindo uma extremidade proximal e uma extremidade distal e formando um lúmen (24), o lúmen (24) do adaptador está em comunicação fluida com a seção de tubulação médica, em que a extremidade proximal é configurada para permitir que um dispositivo separado se fixe ao corpo do adaptador de cateter (16), o adaptador de cateter (12) possuindo uma janela (38);
    um cateter que se estende a partir da extremidade distal do corpo do adaptador de cateter (16);
    um septo (50) disposto no interior do lúmen (24) do corpo do adaptador de cateter (16), o septo (50) compreendendo uma fenda (60) que é desviada em uma posição fechada para prevenir fluxo de fluido através do lúmen (24);
    um botão (90) contido no interior da janela (38) que, quando pressionado, faz com que a fenda (60) do septo (50) abra, dessa forma criando um trajeto de fluido (112) através do lúmen (24);
    em que uma extremidade proximal do septo (50) é configurada para comprimir quando uma sonda (150) ou um atuador (210) é inserido distalmente através da extremidade proximal do septo (50) e através da fenda (60), a inserção da sonda (150) ou atuador (210) através da fenda (60) criando um trajeto de fluido (112) através do lúmen (24), e em que a extremidade proximal comprimida do septo (50) aplica uma força de recuo contra a sonda (150) ou atuador (210) enquanto a sonda (150) ou atuador (210) é inserida(o) através da fenda (60) para dessa forma reduzir a força requerida para remover a sonda (150) ou atuador (210) da fenda (60).
  2. 2. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende adicionalmente:
    um atuador (210) que é contido no interior da extremidade proximal do septo (50), o atuador (210) sendo configurado para ser forçado através da fenda (60) quando uma sonda (150) é inserida através da extremidade proximal do corpo de adaptador de
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    2/5 cateter (16).
  3. 3. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que o atuador (210) é acoplado à extremidade proximal do septo (50).
  4. 4. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que o lúmen (24) inclui um batente de atuador (210) que limita o movimento proximal do atuador (210).
  5. 5. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o botão (90) compreende uma parte do septo (50).
  6. 6. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o botão (90) inclui uma extensão em cunha que se engata em uma borda da janela (38) quando o botão (90) é comprimido, dessa forma retendo o botão (90) a uma posição comprimida.
  7. 7. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o botão (90) compreende um ou mais canais que são formados perpendiculares a um comprimento do botão (90).
  8. 8. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a extremidade proximal do septo (50) compreende uma série de cristas anulares sobressalentes.
  9. 9. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o septo (50) inclui um vinco compreendendo uma região adelgaçada de uma superfície externa do septo (50) que corre geralmente paralela à um comprimento do corpo do adaptador de cateter (16).
  10. 10. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o septo (50) inclui um entalhe que é posicionado embaixo do botão (90).
  11. 11. Adaptador de cateter, acoplado a uma extremidade de seção de tubulação médica, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:
    um corpo do adaptador de cateter (16) possuindo uma extremidade proximal e uma extremidade distal e formando um lúmen (24), o lúmen (24) do adaptador está em
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    3/5 comunicação fluida com a seção de tubulação médica, em que a extremidade proximal é configurada para permitir que um dispositivo separado se fixe ao corpo do adaptador de cateter (16), o corpo do adaptador de cateter (16) possuindo uma janela (38);
    um cateter que se estende a partir da extremidade distal do corpo do adaptador de cateter (16);
    um septo (50) disposto no interior do lúmen (24) do corpo do adaptador de cateter (16); o septo (50) compreendendo uma fenda (60) que é desviada em uma posição fechada para prevenir fluxo de fluido através do lúmen (24);
    um atuador (210) contido no interior de uma parte proximal do septo (50), o atuador (210) sendo configurado para se estender através da fenda (60) quando um dispositivo separado é inserido no interior da extremidade proximal do corpo de adaptador de cateter (16), dessa forma criando um trajeto de fluido (112) através do lúmen (24); e um botão (90) contido no interior da janela (38) que, quando pressionado, faz com que a fenda (60) do septo (50) abra, dessa forma criando um trajeto de fluido (112) através do lúmen (24).
  12. 12. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de a parte proximal do septo (50) é configurada para comprimir quando o atuador (210) se estende através da fenda (60) e para retrair para uma posição não comprimida quando o dispositivo separado é removido da extremidade proximal do corpo de adaptador de cateter (16), a retração à posição não comprimida retraindo o atuador (210) a partir do interior da fenda (60), dessa forma fechando o trajeto de fluido (112).
  13. 13. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADO pelo fato de que a parte proximal do septo (50) compreende uma série de cristas anulares sobressalentes.
  14. 14. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de que o botão (90) compreende uma parte do septo (50).
  15. 15. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 14,
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    4/5
    CARACTERIZADO pelo fato de que o botão (90) inclui um ou mais canais que são formados perpendiculares a um comprimento do botão (90).
  16. 16. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 11, CARACTERIZADO pelo fato de que o botão (90) inclui uma extensão em cunha que se engata em uma borda da janela (38) quando o botão (90) é comprimido, dessa forma retendo o botão (90) a uma posição comprimida.
  17. 17. Adaptador de cateter, acoplado a uma extremidade de seção de tubulação médica, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:
    um corpo de adaptador de cateter (16) possuindo uma extremidade proximal e uma extremidade distal e formando um lúmen (24), o lúmen (24) do adaptador está em comunicação fluida com a seção de tubulação médica, em que a extremidade proximal é configurada para permitir que um dispositivo separado se fixe ao corpo de adaptador de cateter (16), o corpo de adaptador de cateter (16) possuindo uma janela (38);
    um cateter que se estende a partir da extremidade distal do corpo do adaptador de cateter (16);
    um septo (50) posicionado no interior do lúmen (24) do corpo de adaptador de cateter (16), o septo (50) compreendendo uma fenda (60) que é desviada em uma posição fechada para prevenir fluxo de fluido através do lúmen (24), o septo (50) possuindo uma parte proximal que é compressível;
    um atuador (210) acoplado à parte proximal do septo (50), o atuador (210) sendo configurado para ser forçado através da fenda (60) quando um dispositivo separado é inserido no interior da extremidade proximal do corpo de adaptador de cateter (16), dessa forma criando um trajeto de fluido (112) através do lúmen (24), em que o forçamento do atuador (210) através da fenda (60) faz com que a parte proximal do septo (50) seja comprimida e, em que, uma vez que o dispositivo separado é retraído da extremidade proximal do corpo de cateter, a parte proximal do septo (50) retorna a uma posição não comprimida, dessa forma retirando o atuador (210) do interior da fenda (60); e um botão (90) contido no interior da janela (38) que, quando pressionado, faz
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    5/5 com que a fenda (60) do septo (50) abra, dessa forma criando um trajeto de fluido (112) através do lúmen (24).
  18. 18. Adaptador de cateter, de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que o botão (90) inclui uma extensão em cunha que se engata em uma borda da janela (38) quando o botão (90) é comprimido, dessa forma retendo o botão (90) a uma posição comprimida.
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