“SISTEMA DE ARTICULAÇÃO DE UM CAPÔ DE VEÍCULO AUTOMOTIVO E CAPÔ DO VEÍCULO AUTOMOTIVO” [0001] A presente invenção refere-se à um sistema de articulação de um capô de um veículo automotivo e à um capô de veículo automotivo equipado com o referido sistema de articulação.
[0002] A invenção se refere mais particularmente à um sistema de articulação de um capô de veículo automotivo, compreendendo uma dobradiça de articulação provida de uma dobradiça móvel e uma dobradiça fixa articuladas entres si em torno de um eixo de pivô, e compreendendo ainda um suporte de articulação ao qual é fixada a dobradiça fixa.
[0003] A maior parte dos veículos automotivos compreende um capô articulado em sua parte traseira à estrutura do veículo pelo referido sistema de articulação. De maneira usual, o capô é articulado na estrutura do veiculo por meio de dois sistemas de articulação dispostos respectivamente à direita e à esquerda do capô, referidos sistemas de articulação estando relacionados aos elementos da carroceria como por exemplo os revestimentos dos pára-lama dianteiro.
[0004] A Figura 1 ilustra a parte dianteira do referido veiculo automotivo compreendendo um capô dianteiro montado de maneira à obter um compartimento recebendo notadamente o grupo moto-propulsor não visível;o referido capô sendo disposto na continuidade do pára-brisa P, entre os dois pára-lamas dianteiros A do veiculo, esses pára-lamas sendo os elementos de carroceria que fazem parte da estrutura do veículo.
[0005] No caso de um choque do veículo com um pedestre, a cabeça T do pedestre (esquematizada por uma esfera na Figura 1) geralmente choca com o capô 1. No momento do impacto da cabeça T do pedestre sobre o capô 1, se produzirá um afundamento do capô e até uma eventual colisão da cabeça nos elementos rígidos situados sob o capô, tais como as dobradiças de articulação do capô à estrutura do veículo. Esses impactos
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2/10 contra os elementos rígidos constituem a causa principal de morte ou ferimento dos pedestres atingidos.
[0006] Para evitar tais conseqüências, certos veículos automotivos são equipados com dobradiças providas de elementos próprios para absorver o choque. No entanto, esses elementos não permitem um geralmente um afundamento suficiente profundo do capô para a melhor proteção do pedestre no momento do choque. Além disso, essas dobradiças são pouco resistentes e se deformam facilmente quando o capô é manipulado pelo usuário ou quando pressões exteriores são aplicadas sobre o capô.
[0007] Ele é conhecido do documento GB2372536 um sistema de articulação de um capô de veículo automotivo, compreendendo uma dobradiça de articulação provida de uma junta móvel e de uma junta fixa articulada uma com relação à outra em torno de um eixo articulado, e compreendendo ainda um suporte da dobradiça ao qual é fixada a junta fixa, o suporte da dobradiça compreendendo uma base e um meio de conexão da referida junta fixa no referido suporte da dobradiça, o referido meio de conexão sendo conformado para dobrar e/ou romper sob o efeito de uma carga predeterminada exercida na dobradiça antes da deformação da base.
[0008] A invenção tem por objetivo soluciona no todo ou em parte esses inconvenientes propondo um sistema de articulação que seja pelo menos resistentes às manobras e que possa absorver uma grande parte dos esforços ligados a um choque com pedestre.
Nesse sentido, a invenção propõe um sistema de articulação de um capô de veículo automotivo, compreendendo uma dobradiça de articulação provida de uma dobradiça móvel e de uma dobradiça fixa articuladas entre si em torno de um eixo de pivô, e compreendendo ainda um suporte de articulação ao qual é fixada a dobradiça fixa, o referido sistema de articulação sendo caracterizado por o suporte de articulação compreender uma base e um meio de ligação sendo conformado para dobrar e/ou romper sob o efeito de
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3/10 um imprevisto predeterminado exercido sobre a dobradiça antes da deformação da base, e por a dobradiça fixa compreender uma primeira parte ligada à referida base e de uma segunda base ligada ao referido meio de conexão e por o meio de conexão compreender uma perna saliente em elevação da base do suporte da dobradiça, a referida perna apresentando uma parte da extremidade inclinada com relação à base, e na qual a segunda parte da junta fixa é fixada na referida parte da extremidade da perna.
Essa perna será bem entendida conformada para se dobrar sob o efeito de uma carga predeterminada exercida na dobradiça antes da deformação da base. Com uma perna em elevação, a amplitude da flexão da perna é aumentada de maneira que a absorção do choque com o pedestre é melhorada.
[0009] Assim, quando de um choque com um pedestre ao nível do sistema de articulação, o meio de conexão se deforma em flexão se rompendo, permitindo assim, a dobradiça fixa oscilar com relação à sua primeira parte ligada à base do suporte de articulação, amortecendo desta forma o esforço relativo ao choque do pedestre. A invenção permite assim uma vão ou recanto na cabeça do pedestre suficiente profundo a fim de limita as seqüelas no pedestre, absorvendo uma grande parte da força do choque. [0010] De maneira vantajosa, a aba do suporte de articulação apresenta um orifício de passagem para um membro de fixação da segunda parte da dobradiça fixa na referida aba, e na qual um eixo passando pelo referido orifício e cruzando o eixo do pivô formando um ângulo predeterminado com a base do suporte de articulação, o referido ângulo sendo compreendido entre 40 e 60° e sendo preferencialmente na ordem de 50°.
[0011] O ângulo de impacto da cabeça de um pedestre se situa geralmente entre 40 e 60° com relação à um plano horizontal, e a base do suporte de articulação se estendendo preferencialmente de maneira sensivelmente
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4/10 horizontal. Desta forma, um impacto da cabeça do pedestre no capô, ao nível do eixo do pivô da dobradiça, será melhor absorvido com a referida configuração. Nesse sentido, a direção do esforço do choque do pedestre passa a ser de modo ideal pela aba deformável e assim a curvatura sendo aperfeiçoada, e portanto a absorção do choque sendo aumentada.
[0012] De acordo com uma característica, a dobradiça móvel oscila no interior de um plano de rotação perpendicular ao eixo do pivô de oscilação e no qual as primeira e segunda partes da dobradiça fixa se estendem em ambos os lados do referido plano de rotação.
[0013] Essa configuração permite notadamente uma curvatura do meio de conexão no interior do capô, e portanto um colapso da dobradiça no interior, com a vantagem de aperfeiçoar a absorção para um choque que se situe geralmente no interior do capô.
[0014] De acordo com uma outra característica, a dobradiça fixa compreende uma flange em articulação com a dobradiça móvel, uma parte lateralmente dobrada em relação à referida flange e formando a primeira parte da dobradiça fixa, e uma perna saliente da referida flange e formando a segunda parte da dobradiça fixa, a referida perna da dobradiça fixa sendo conformada para dobra-se sob o efeito de um estresse predeterminado exercido sobre a dobradiça antes da deformação da flange.
[0015] Preferencialmente, a parte lateralmente dobrada e a perna da dobradiça fixa se estendem em ambos os lados da flange.
[0016] Vantajosamente, o suporte de articulação compreende ao menos um meio de reforço para fortalecer a ligação entre o meio de conexão e a base, o referido meio de reforço sendo notadamente realizado sob a forma de uma saliência fechada na referida base e no referido meio de conexão. Dessa forma, o meio de reforço permite controlar a curvatura do meio de conexão.
[0017] Em uma configuração particular da invenção, o suporte de articulação é uma peça única, notadamente uma pela estampada de material metálico.
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5/10 [0018] A invenção se refere igualmente à um capô de veículo automotivo equipado de ao menos um sistema de articulação de acordo com a invenção.
[0019] De maneira vantajosa, o meio de conexão do suporte de articulação se estendo no interior do capô, para permitir uma curvatura no interior do capô.
[0020] Outras características e vantagens da presente invenção se tornarão aparentes a partir de detalhada descrição com relação aos desenhos em anexo, apresentados em caráter exemplificativo e não limitativo, nos quais:
- A Figura 1 (já descrita) é um vista superior da parte dianteira de um veículo automotivo;
- A Figura 2 é uma vista em perspectiva de um sistema de articulação de acordo com a invenção em uma posição no veículo automotivo, respectivamente do exterior do veículo;
- A Figura 3 é uma vista explodida em perspectiva de um sistema de articulação de acordo com a invenção;
- A Figura 4 é uma vista lateral do sistema de articulação da Figura 3 na posição de um veículo automotivo, respectivamente do interior do veículo;
- As Figuras 5 e 6 são vistas em perspectivas parciais dos sistemas de articulação, respectivamente do interior e o exterior do veículo;
- A Figura 7 é uma vista em perspectiva do sistema de articulação da Figura 3 em um estado deformado durante um choque com um pedestre; e
- As Figuras 8 e 9 são vistas dianteiras do sistema de articulação de acordo com a invenção em posição no veículo, respectivamente do início e do final do choque com o pedestre.
[0021] A invenção, descrita com referência às Figuras 2 à 9, concerne a um sistema de articulação de um capô 1 de veiculo automotivo montado na estrutura do veículo e em particular em um revestimento do pára-lama dianteiro visível na Figura 2.
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6/10 [0022] Um veículo poderá notadamente compreender dois sistemas de articulação fixados de cada lado da estrutura dianteira do veículo, ou seja, nos revestimentos do pára-lama dianteiro 10 respectivamente à direita e à esquerda do veículo.
[0023] O sistema de articulação compreende:
- uma dobradiça de articulação 2; e
- um suporte de articulação 3 ao qual é fixada a dobradiça de articulação 2.
[0024] A dobradiça de articulação 2 compreende uma dobradiça móvel 21 e uma dobradiça fixa 22 articuladas entre si em torno de um eixo de oscilação 20, esse eixo de oscilação 20 se estendendo na direção transversal ao veículo (da direita à esquerda).
[0025] A dobradiça móvel 21 se apresenta sob a forma e um braço estendido na direção longitudinal do veículo (de frente para trás) e no qual é fixado o capô 1. Como ilustrado na Figura 3, a dobradiça móvel 21 é provida de orifícios 23 permitindo a passagem de parafusos de fixação 11 (visíveis unicamente na Figura 5) do capô na dobradiça móvel 21. A dobradiça móvel 21 é articulada em sua extremidade traseira com a dobradiça fixa 22.
[0026] A dobradiça fixa 22 é fixada no suporte de articulação 3 compreendendo:
- uma flange 24 na qual é articulada a dobradiça móvel 20, a referida flange 24 se estendendo sensivelmente de acordo com o plano vertical e longitudinal do veiculo;
- uma parte lateralmente dobrada 25 com relação à referida flange 24, a referida parte lateralmente dobrada 25 se estendendo sensivelmente em um plano horizontal; e
- uma perna 26 saliente da flange 24 e apresentando uma parte extrema que é plana e sensivelmente horizontal.
[0027] A parte lateralmente dobrada 25 e a perna 26 se estendendo respectivamente em toda a flange 24. A parte lateralmente dobrada 25 se
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7/10 estende à partir da face externa da flange 25, ou seja, da face situada do lado exterior do veículo, enquanto que a perna 26 se estende à partir da face interna da flange 24 oposta à face externa.
[0028] Além disso, a perna 26 é disposta atrás da dobradiça fixa 22 relativamente ao eixo de oscilação 20, enquanto que a parte lateralmente dobrada 25 é disposta na frente da dobradiça fixa 22.
[0029] Como visível nas Figuras 3, 6 e 8, a parte extrema da perna 26 é sobreposta à uma altura predeterminada (ou disposta inclinada) em relação à parte lateralmente dobrada 25. Em outras palavras. A parte extrema da perna 26 e a parte lateralmente dobrada 25 não estão no mesmo plano e se estendem nos planos sensivelmente horizontais deslocados verticalmente; a parte extrema da perna 26 sendo situada mais alta que a parte lateralmente dobrada 25.
[0030] A parte lateralmente dobrada 25 e a perna 26 são fixadas no suporte de articulação 3 por meio de parafusos de fixação (não ilustrados nas Figuras). Como visível nas Figuras 6 e 7, a parte extrema da perna 26 é provida de um orifício 27 para a passagem de um parafuso e a parte lateralmente dobrada 26 sendo igualmente provida de um orifício 28 para a passagem de um outro parafuso. O orifício 27 é situado atrás da dobradiça fixa 22 relativamente ao eixo de oscilação 20, enquanto e o orifício 28 é disposto à frente da dobradiça fixa 22.
[0031] O suporte de articulação 3 compreende:
- uma base 30 sensivelmente plana e horizontal que é fixada no revestimento do pára-lama dianteiro 10; e
- uma perna 31 saliente se elevando na base 30 e apresentando uma parte extrema que é plana e sensivelmente horizontal.
[0032] A base 30 se estende em uma direção sensivelmente longitudinal abaixo da dobradiça móvel 21 da articulação 2. Essa base 30 apresenta uma parte lateralmente dobrada 32 sensivelmente plana e vertical. Como
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8/10 ilustrado na Figura 2, o suporte de articulação 3 é fixado no revestimento do pára-lama dianteiro 10 correspondente por soldagem, por meio de pontos de solda 30 realizados entre o referido revestimento do pára-lama dianteiro 10 e a parte lateralmente dobrada 32.
[0033] A parte lateralmente dobrada 25 é destinada a ser fixada na base 30. Para isto, a base 30 é provida de um orifício 39 (visível nas Figuras 3 e 6) que segue alinhada com o orifício 28 governado pela parte lateralmente dobrada 25 da dobradiça fixa 22 a fim de permitir a passagem do parafuso de fixação correspondente.
[0034] Como visível nas Figuras 3, 5, 6 e 8, a parte extrema da perna 31 é elevada à uma altura predeterminada (ou disposta inclinada) com relação à base 30. Em outras palavras, a parte extrema da perna 31 e a base não estão no mesmo plano e se estendem nos planos sensivelmente horizontais deslocados verticalmente; a parte extrema da perna 31 sendo situada mais alta que a base 30.
[0035] A perna 31 se estende para o interior do veiculo para vir em relação à perna 26 da dobradiça fixa 22. O deslocamento da altura entre a parte extrema da perna 31 e a base 30 do suporte de articulação 3 é sensivelmente idêntico ao deslocamento da altura entre a parte extrema da perna 26 e a parte lateralmente dobrada 25 da dobradiça fixa 22.
[0036] A perna 31 do suporte de articulação 3 é destinada a ser fixada na perna 26 da dobradiça fixa 22. Para tala, a perna 31 é provida de um orifício 37 (visível nas Figuras 3 e 6) que segue alinhada com o orifício 27 direcionado na perna 26 da dobradiça fixa 22, a fim de permitir a passagem do parafuso de fixação correspondente.
[0037] Quando a dobradiça fixa 22 é fixada no suporte de articulação 3 através de dois parafusos, a perna 26 da dobradiça fixa 22 é parafusada e chapeada contra a perna 31 do suporte de articulação 3, e a parte
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9/10 lateralmente dobrada 25 da dobradiça fixa sendo igualmente parafusada e chapeada contra a base 30 do suporte de articulação 3.
[0038] A Figura 4 ilustra um eixo 8 imaginário que;
- passa pelos orifícios 27, 37 direcionados nas respectivas pernas 26 da dobradiça fixa 22 e do suporte de articulação 3; e que
- cruza o eixo de oscilação 20.
[0039] Esse eixo 8 faz um ângulo Ω predeterminado com a base 30 do suporte de articulação 3, esse ângulo Ω sendo compreendido entre 40 e 60° e sendo preferentemente na ordem de 50°. Com efeito, foi constatado que quando de um choque com um pedestre, cabeça T do pedestre impacta o capô 1 com um ângulo Ω de aproximadamente 50° horizontalmente; de maneira que o esforço transmitido pela cabeça T do pedestre, correspondente ao esforço a ser absorvido para limitar os traumatismos no pedestre, se exercem no capô 1 e na dobradiça de articulação 2 com esse ângulo Ω de aproximadamente 50°.
[0040] Quando um pedestre, e notadamente a cabeça T de um pedestre, se choca com o capô 1, é exercida uma força na dobradiça de articulação 2 geralmente dirigida ao interior do capô 1. Sob a ação dessa força, e como ilustrado nas Figuras 7 e 9, a perna 26 da dobradiça fixa 22 exerce um esforço sobre a perna 31 do suporte de articulação 3 que se deforma no interior do capô por flexão (curvatura). Essa curvatura (dobragem), ilustrada por uma flecha arqueada na Figura 7, corresponde sensivelmente à uma oscilação da perna 31 que permite um vão entre a cabeça do pedestre absorvendo sobremaneira o esforço transmitido pelo choque.
[0041] Além disso, uma vez que os parafusos de fixação da dobradiça fixa 22 são dispostos em toda a flange 24 (ou seja, do plano de oscilação da dobradiça móvel 21), o esforço do choque conduz à um trabalho de flexão da perna 31, localizado ao nível do parafuso de fixação dessa perna 31 sobra a perna 26 da dobradiça fixa 22, levando à um esforço de compressão
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10/10 ao nível do parafuso de fixação da parte lateralmente dobrada 25 sobre a base 30 do suporte de articulação 3. Essa configuração permite um carregamento mais eficaz ao nível da perna 31 deformável por flexão, e portanto uma melhor absorção do esforço imposto pelo choque com o pedestre.
[0042] A orientação mencionada acima do eixo 8, de modo a realizar o ângulo Ω predeterminado, permitindo uma boa transmissão do esforço e, direção da perna 31 apta a ser dobrada, otimizando assim a absorção o choque do pedestre pelo sistema de articulação.
[0043] No intuito de controlar a flexão da perna 31 do suporte de articulação 3 no caso de um choque, e de conservar a rigidez suficiente da perna 31 em situação normal de rua, o suporte de articulação 3 compreende ao menos um meio de reforço para fortalecer a ligação entre a perna 31 e a base 30. Na configuração ilustrada nas Figuras 3 e 6, o meio de reforço é realizado sob a forma de uma depressão 34, saliente da face inferior do suporte de articulação 3 (correspondente à face oposta à dobradiça de articulação 2) formada de uma só vez na base 30 e na perna 31. Como visível na Figura 6, essa depressão 34 se estende de acordo com uma linha contínua em relevo direcionado na base 30 até a perna 31 ao nível de sua parte extrema na qual é direcionado o orifício 37. O dimensionamento e a forma dessa depressão depende da rigidez ou da flexibilidade solicitada pela perna 31.
[0044] Em uma configuração não ilustrada, o meio de reforço é realizado sob a forma de uma peça trazida e fixada sobre a base 30 e a perna 31.
[0045] Deverá ser entendido pelo exemplo da execução evocado acima que não apresenta nenhum caráter limitativo e outros detalhes, bem como aperfeiçoamentos poderão ser feitos ao sistema de articulação de acordo com a invenção, sem fugir do escopo da invenção ou de outras formas de suporte de articulação e/ou da dobradiça fixa poderão por exemplo ser realizadas.