BRPI0921831B1 - Composition, method and combined use for controlling plant diseases, as well as seed treatment agent - Google Patents

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Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMPOSIÇÃO, MÉTODO E USO COMBINADO PARA CONTROLAR DOENÇAS DE PLANTA, BEM COMO AGENTE DE TRATAMENTO DE SEMENTE".
CAMPO TÉCNICO
A presente invenção refere-se a uma composição para controlar doenças de planta e um método para controlar doenças de planta. ANTECEDENTES DA TÉCNICA
Compostos de ácido fenilacético α-substituídos (vide, por exemplo, o Documento de Patente 1) e compostos de azol (vide, por exemplo, Documento de não Patente 1) são convencionalmente conhecidos como ingredientes ativos de agentes para controlar doenças de planta. Não obstante, há uma necessidade contínua por agentes mais altamente ativos para controlar doenças de planta.
Documento de Patente 1: WO 95/27.693 Documento de não Patente 1: "The Pesticide Manual-14th edi-tion" publicado por BCPC, ISBN: 1901396142 DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
PROBLEMAS A SER RESOLVIDOS PELA INVENÇÃO
Um objetivo da presente invenção é fornecer uma composição para controlar doenças de planta e um método para controlar doenças de planta, tendo efeito de controle excelente para doenças de planta, e assim por diante.
MEIOS PARA RESOLVER OS PROBLEMAS A presente invenção fornece uma composição para controlar doenças de planta e um método para controlar doenças de planta, tendo um efeito de controle melhorado para doenças de planta combinando-se um composto representado pela seguinte fórmula (1) com um composto de azol específico.
Especificamente, a presente invenção considera as seguintes constituições.
[1] Uma composição para controlar doenças de planta compreendendo, como ingrediente ativo, um composto representado pela fórmula (1): [Fórmula 1] (1) em que X1 representa um grupo metila, um grupo difluorometila ou um grupo etila; X2 representa um grupo metóxi ou um grupo metilamino; e X3 representa um grupo fenila, um grupo 2-metilfenila ou um grupo 2,5-dimetilfenila; e pelo menos um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em bromuconazol, ciproconazol, difenoconazol, fembucona-zol, fluquinconazol, hexaconazol, imibenconazol, ipconazol, miclobutanila, protioconazol, simeconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol;
[2] A composição de acordo com [1], em que o composto de azol é pelo menos um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em bromuconazol, difenoconazol, fluquinconazol, ipconazol, protioconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol;
[3] A composição de acordo com [1] ou [2], que tem uma relação de peso do composto representado pela fórmula (1) para pelo menos um composto de azol que cai dentro da faixa de 0,0125:1 a 500:1;
[4] Uma agente de tratamento de semente compreendendo, como ingrediente ativo, o composto representado pela fórmula (1) de [1] e pelo menos um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em bromuconazol, ciproconazol, difenoconazol, fembuconazol, fluquinconazol, hexaconazol, imibenconazol, ipconazol, miclobutanila, protioconazol, simeconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol;
[5] Uma semente de planta tratada com quantidades eficazes do composto representado pela fórmula (1) de [1] e pelo menos um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em bromuconazol, ciproconazol, difenoconazol, fembuconazol, fluquinconazol, hexaconazol, imibenconazol, ipconazol, miclobutanila, protioconazol, simeconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol;
[6] Um método para controlar doenças de planta que compreende aplicar, a uma planta ou um lugar onde uma planta é permitida cultivar, quantidades eficazes do composto representado pela fórmula (1) de [1] e pelo menos um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em bromuconazol, ciproconazol, difenoconazol, fembuconazol, fluquincona-zol, hexaconazol, imibenconazol, ipconazol, miclobutanila, protioconazol, simeconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol; e [7] Uso combinado para controlar doenças de planta do composto representado pela fórmula (1) de [1] e pelo menos um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em bromuconazol, ciproconazol, difenoconazol, fembuconazol, fluquinconazol, hexaconazol, imibenconazol, ipconazol, miclobutanila, protioconazol, simeconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol; e assim por diante.
VANTAGEM DA INVENÇÃO A composição de acordo com a presente invenção exibe um excelente efeito de controle para doenças de planta.
MELHOR MODO PARA REALIZAR A INVENÇÃO O composto representado pela fórmula (1) para uso na composição para controlar doenças de planta de acordo com a presente invenção é descrito.
Exemplos do composto representado pela fórmula (1) inclui os seguintes compostos.
Um composto no qual X1 é um grupo metila, um grupo difluoro-metila ou um grupo etila na fórmula (1); um composto no qual X1 é um grupo metila na fórmula (1); um composto no qual X2 é um grupo metóxi ou um grupo meti-lamino na fórmula (1); um composto no qual X1 é um grupo metila e X2 é um grupo me-tóxi na fórmula (1); um composto no qual X1 é um grupo metila e X2 é grupo metila-mino na fórmula (1); um composto no qual X3 é um grupo fenila, um grupo 2-metilfenila ou um grupo 2,5-dimetilfenila na fórmula (1); um composto no qual X3 é um grupo fenila ou um grupo 2,5-dimetilfenila na fórmula (1); um composto no qual X1 é um grupo metila, X2 é um grupo me-tóxi, e X3 é um grupo 2,5-dimetilfenila na fórmula (1); um composto no qual X1 é um grupo metila, X2 é grupo metila-mino, e X3 é um grupo fenila na fórmula (1); e um composto no qual X1 é um grupo metila, X2 é grupo metila-mino, e X3 é um grupo 2,5-dimetilfenila na fórmula (1).
Em seguida, exemplos específicos do composto representado pela fórmula (1) são mostrados.
No composto representado pela fórmula (1), X1, X2, X3 são uma das combinações de substituintes mostrados na tabela 1.
[Tabela 1] O composto representado pela fórmula (1) pode ter isômeros tais como estereoisômeros tais como isômeros ópticos com base em um átomo de carbono assimétrico e tautômeros, e qualquer isômero pode estar contido e pode ser usado somente ou em uma mistura de qualquer relação de isômero na presente invenção. O composto representado pela fórmula (1) pode estar em uma forma de um solvato (por exemplo, hidrato) e pode ser usado em uma forma de um solvato na presente invenção. O composto representado pela fórmula (1) pode estar em uma forma de uma forma de cristal e/ou uma forma amorfa, e pode ser usado em qualquer forma na presente invenção. O composto representado pela fórmula (1) é um composto descrito no folheto W095/27.693. Por exemplo, estes compostos podem ser sintetizados por um método descrito no folheto.
Em seguida, o composto de azol para uso na composição para controlar doenças de planta de acordo com a presente invenção em combinação com o composto representado pela fórmula (1) é pelo menos um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em bromuco-nazol, ciproconazol, difenoconazol, fembuconazol, fluquinconazol, hexaco-nazol, imibenconazol, ipconazol, miclobutanila, protioconazol, simeconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol. Todos os compostos de azol incluídos neste grupo são compostos bem conhecidos, tais como aqueles descritos em "The Pesticide Manual - 14th edition" publicado por BCPC, ISBN:1901396142, pp,121, 263, 323, 430, 503, 566, 596, 613, 736, 895, 953, 1007, 1088 e 689. Estes compostos podem ser obtidos a partir de agentes comerciais ou preparados usando métodos bem conhecidos. O composto de azol é preferivelmente bromuconazol, difenoconazol, fluquinconazol, ipconazol, protioconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol.
Na composição para controlar doenças de planta de acordo com a presente invenção, a relação de peso do composto representado pela fórmula (1) para o composto de azol, por exemplo, qualquer um dentre bromuconazol, difenoconazol, fluquinconazol, ipconazol, protioconazol, tetracona- zol, triticonazol e metconazol está tipicamente na faixa de 0,0125:1 a 500:1, preferivelmente 0,025:1 a 100:1. Além disso, quando usado como um pó de polvilhamento, a faixa de 0,025:1 a 40:1 é mais preferível, e quando usado como um agente de tratamento de semente, a faixa de 0,25:1 a 100:1 é mais preferível. A composição para controlar doenças de planta de acordo com a presente invenção pode ser uma mistura simples do composto representado pela fórmula (1) e do composto de azol. Alternativamente, a composição para controlar doenças de planta é produzida tipicamente místurando-se o composto representado pela fórmula (1) e o composto de azol com um veículo inerte, e adicionando-se à mistura um tensoativo e outros adjuvantes quando necessário, a fim de que a mistura possa ser formulada em agente de óleo, uma emulsão, agente fluível, um pó umectável, um pó umectável granulado, um agente de pó, agente de grânulo e assim por diante. A composição para controlar doenças de planta acima mencionada, pode ser usada como agente de tratamento de semente da presente invenção de qualquer forma ou adicionada com outros ingredientes inertes.
Na composição para controlar doenças de planta de acordo com a presente invenção, a quantidade total do composto representado pela fórmula (1) e o composto de azol, por exemplo, qualquer um dentre bromuco-nazol, difenoconazol, fluquinconazol, ipconazol, protioconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol está tipicamente na faixa de 0,1 a 99% em peso, preferivelmente 0,2 a 90% em peso.
Exemplos do veículo sólido usado na formulação incluem pós finos ou grânulos tais como minerais, tais como argila caulim, argila de ata-pulgita, bentonita, montmorilonita, argila branca ácida, pirofilita, talco, terra diatomácea e calcita; materiais orgânicos naturais tais como pó de raque de milho e pó de casca de noz; materiais orgânicos sintéticos tal como ureia; sais tais como carbonato de cálcio e sulfato de amônia; materiais inorgânicos sintéticos tal como óxido de silício hidratado sintético; e como um veículo líquido, hidrocarbonetos aromáticos tais como xileno, alquilbenzeno e metil-naftaleno; alcoóis tais como 2-propanol, etileno glicol, propileno glicol e mo- noetil éter de etileno glicol; cetonas tais como acetona, ciclo-hexanona e iso-forona; óleo vegetal tais como óleo de soja e óleo de semente de algodão; hidrocarboneto alifático de petróleo, ésteres, dimetilsulfóxido, acetonitrila e água.
Exemplos do tensoativo incluem tensoativos aniônicos tais como sais de éster de alquilsulfato, sais de alquilarilsulfonato, sais de dialquilsul-fossucinato, sais de éster de fosfato de alquilaril éter de polioxietileno, sais de lignossulfonato e policondensados de formaldeído de naftaleno sulfonato; e tensoativos não iônicos tais como alquil aril éteres de polioxietileno, copo-límeros de bloco de alquilpolioxipropileno de polioxietileno e ésteres de ácido graxo de sorbitano e tensoativos catiônicos tal como sais de alquiltrimetila-mônio.
Exemplos dos outros agentes auxiliares de formulação incluem polímeros solúveis em água tais como álcool polivinílico e polivinilpirrolidona, polissacarídeos tais como goma arábica, ácido algínico e o sal dos mesmos, CMC (carboximetil-celulose), goma Xantana, materiais inorgânicos tais como silicato de magnésio de alumínio e solução de alumina, preservativos, agentes corantes e agentes de estabilização tais como PAP (isopropila de fosfato de ácido) e BHT. A composição para controlar doenças de planta de acordo com a presente invenção é eficaz para as seguintes doenças de planta.
Doenças do arroz: brusone (Magnaporthe grísea), Mancha da folha de Helminthosporium (Cocliobolus miyabeanus), praga das plantas de bainha (Rhizoctonia solani) e doença de bakanae (Gibberella fujikuroi).
Doenças do trigo: mofo pulverulento (Erysiphe graminis), praga das plantas de cabeça de Fusarium (Fusaríum graminearum, F., avenace-rum, F., culmorum, Microdochium nivale), ferrugem (Puccinia stríiformis, P., graminis, P., recôndita), mofo de neve rosa (Micronectríella nivale), praga das plantas da neve de Typhula (Typhula sp.), alfonsia solta (Ustilago trítici), alforra (Tilletia caries), ocelo (Pseudocercosporella herpotrichoides), pústula de folha (Mycosphaerella graminicola), pústula de gluma (Stagonospora no-dorum) e mancha amarela (Pyrenophora tritici-repentis).
Doenças da cevada: mofo pulverulento (Erysiphe graminis), praga das plantas de cabeça de Fusarium (Fusarium graminearum, F., avena-cerum, F., culmorum, Microdochium nivale), ferrugem (Puccinia stríiformis, P., graminis, P., hordei), alfonsia solta (Ustilago nudá), escaldadura (Rhyn-chosporium secalis), pústula líquida (teres de Pyrenophora), pústula de mancha (Cochliobolus sativus), listra de folha (Pyrenophora graminea) e apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani).
Doenças do milho: alfonsia (Ustilago maydis), mancha marrom (Cochliobolus heterostrophus), mancha de cobre (Gloeocercospora sorghi), praga das plantas do sul (Puccinia polysora), mancha de folha cinza (Cer-cospora zeae-maydis) e apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani).
Doenças de plantas cítricas: melanose (Diaporthe citri), crosta (Elsinoe fawcetti), podridão de penicillium (Penicillium digitatum, P., italicum) e podridão marrom (Phytophthora parasitica, Phytophthora citrophthora).
Doenças da maçã: praga das plantas na florescência (Monilinia mali), cancro (Valsa ceratosperma), mofo pulverulento (Podosphaera leuco-tricha), mancha da folha de Alternaria (patótipo da maçã de Alternaria alter-nata), crosta (Venturia inaequalis), podridão amarga (Colletotrichum acuta-tum), podridão de coroa (Phytophthora cactorum), pústula (Diplocarpon mali) e podridão de anel (Botryosphaeria berengeriana).
Doenças da pêra: crosta (Venturia nashicola, V., pirina), mancha preta (patótipo de pêra Japonesa de Alternaria altemata), praga das plantas (Gymnosporangium haraeanum) e podridão da fruta de Phytophtora (Phytophthora cactorum);
Doenças do pêssego: podridão marrom (Monilinia fructicola), crosta (Cladosporium carpophilum) e podridão de phomopsis (Phomopsis sp.).
Doenças da uva: antracnose (Elsinoe ampelina), podridão madura (Glomerella cingulata), mofo pulverulento (Uncinula necator), praga das plantas (Phakopsora ampelopsidis), podridão preta (Guignardia bidwellii) e mofo felpudo (Plasmopara viticola).
Doenças do caqui Japonês: antracnose (Gloeosporium kaki) e mancha da folha (Cercospora kaki, Mycosphaerella nawae).
Doenças da cabaça: antracnose (Colletotríchum lagenarium), mofo pulverulento (Sphaerotheca fuliginea), praga do caule das plantas go-moso (Mycosphaerella melonis), murchamento de Fusarium (Fusaríum oxysporum), mofo puverulento (Pseudoperonospora cubensis), podridão de Phytophthora (Phytophthora sp.), apodrecimento (Pythium sp.) e apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani)', Doenças do tomate: praga das plantas precoce (Alternaria solani), mofo da folha (Cladosporíum fulvum) e praga das plantas tardia (Phytophthora infestans).
Doenças da berinjela: mancha marrom (Phomopsis vexans) e mofo pulverulento (Erysiphe cichoracearum).
Doenças dos legumes crucíferos: mancha da folha de Alternaria (Alternaria japonica), mancha branca (Cercosporella brassicae), raiz torta (Plasmodiophora brassicae) e mofo puverulento (Peronospora parasitica).
Doenças da cebola Galês: praga das plantas (Puccinia allii) e mofo puverulento (Peronospora destructor).
Doenças da soja: mancha da semente roxa (Cercospora kikuchi-i), sphaceloma scad (Elsinoe gíycinas), vagem e praga do caule das plantas (Diaporthe phaseolorum var. sojae), mancha marrom de septoria (Septoria gíycinas), mancha olho-de-rã (Cercospora sojina), ferrugem (Phakopsora pachyrhizi), podridão do caule marrom (Phytophthora sojae) e apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani).
Doenças do feijão roxo: antracnose (Colletotríchum Hndemthia- num).
Doenças do amendoim: mancha de folha (Cercospora persona-ta), mancha de folha marrom (Cercospora arachidicola) e praga das plantas do sul (Sclerotium rolfsii).
Doenças da ervilha de jardim: mofo pulverulento (Erysiphe pisi) e podridão de raiz (Fusarium solani f. sp. pisi).
Doenças da batata: praga das plantas precoce (Alternaria solani), praga das plantas tardia (Phytophthora infestans), putrefação rosa (Phy- tophthora erythroseptica) e crosta pulverulenta (Spongospora subterranean f. sp. subterrânea).
Doenças do morango: mofo pulverulento (Sphaerotheca humuh) e antracnose (Glomerella cingulata).
Doenças do chá: praga das plantas de bolha líquida (Exobasidi-um reticulatum), crosta branca (Elsinoe leucospila), praga das plantas cinza (Pestalotiopsis sp.) e antracnose (Colletotríchum theae-sinensis).
Doenças do tabaco: mancha marrom (Alternaria longipes), mofo pulverulento (Erysiphe cichoracearum), antracnose (Colletotríchum taba-cum), mofo felpudo (tabacina de Peronospora) e pedúnculo preto (Phytoph-thora nicotianae).
Doenças da semente de colza: podridão de sclerotinia (Scleroti-nia sclerotiorum) e apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani).
Doenças do algodão: apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani).
Doenças da beterraba: mancha da folha de Cercospora (Cer-cospora beticola), praga da folha das plantas (Thanatephorus cucumerís), podridão da raiz (Thanatephorus cucumerís) e podridão da raiz de Apha-nomyces (Aphanomyces coclioides).
Doenças da rosa: mancha preta (Diplocarpon rosae), mofo pulverulento (Sphaerotheca pannosa) e mofo felpudo (Peronospora sparsa).
Doenças das plantas asteraceous e crisântemo: mofo felpudo (Bremia lactucae), praga da folha das plantas (Septoría chrysanthemi-indici) e praga das plantas branca (Puccinia horíana).
Doenças dos vários grupos: doenças causadas por Pythium spp. (Pythium aphanidermatum, Pythium debaríanum, Pythium graminicola, Pythium irregulare, Pythium ultimum), mofo cinza (Botrytis cinerea) e podridão de Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum).
Doença do rabanete Japonês: mancha da folha de Alternaria (Alternaria brassicicola).
Doenças do turfgrass: dollar spot (Sclerotinia homeocarpa) e emplastro marrom e emplastro grande (Rhizoctonia solani).
Doença da banana: sigatoka (Mycosphaerella fijiensis, Mycos-phaerella musicola).
Doença do girassol: mofo felpudo (Plasmopara halstedii).
Doenças da semente ou doenças nos estágios precoce do crescimento de várias plantas causadas por bactérias do gênero Aspergillus, gênero Penicillium, gênero Fusarium, gênero Gibberella, gênero Trícoderma, gênero Thielaviopsis, gênero Rhizopus, gênero Mucor, gênero Corticium, gênero Phoma, gênero Rhizoctonia e gênero Diplodia.
Doenças virais de várias plantas mediadas pelo gênero Polymixa ou o gênero Olpidium e assim por diante.
As doenças de planta podem ser controladas aplicando-se quantidades eficazes do composto representado pela fórmula (1) e do(s) composto^) de azol aos patógenos de planta ou a um lugar onde os patógenos de planta habitam ou a um lugar (planta, solo) onde os patógenos de planta podem habitar.
As doenças de planta podem ser controladas aplicando-se quantidades eficazes do composto representado pela fórmula (1) e do(s) compos-to(s) de azol a uma planta ou a um lugar onde uma planta é permitida cultivar. Assim como uma planta, que é o objeto da aplicação, caule e folhas da planta, semente da planta, bulbos da planta podem ser incluídos. Aqui, o bulbo significa um bulbo, cormo, rizoma, tubérculo do caule, tubérculo da raiz e rizóforo.
Quando a aplicação é conduzida para doenças de planta, a uma planta ou ao solo onde a planta é permitida cultivar, o composto representado pela fórmula (1) e o(s) composto(s) de azol podem ser aplicados separadamente durante o mesmo período, porém eles são tipicamente aplicados como uma composição para controlar doenças de planta da presente invenção, do ponto de vista da simplicidade da aplicação. O método de controle da presente invenção inclui tratamento de caule e folhas de uma planta, tratamento do lugar onde a planta é permitida cultivar, tal como o solo, tratamento das sementes tal como esterilização de semente/revestimento de semente e tratamento do bulbo tal como conjuntos de batata.
Assim como o tratamento de caule e folhas de uma planta no método de controle da presente invenção, especificamente, por exemplo, a aplicação sobre a superfície da planta tais como pulverização ao caule e folhas e pulverização ao tronco podem, ser incluídas.
Assim como o tratamento da solo no método de controle da presente invenção, por exemplo, a pulverização sobre o solo, mistura com o solo, perfusão de um agente líquido no solo (irrigação de um agente líquido, injeção no solo, gotejamento de um agente líquido) podem ser incluídos, e os exemplos do lugar a ser tratado incluem um buraco de plantio, um sulco, periférico do buraco de plantio, periférico do sulco de plantio, a superfície inteira da área de cultura, as partes entre a solo e a planta, a área entre as raízes, a área em baixo do tronco, o sulco principal, o solo de cultivo, a caixa para as mudas em crescimento, a bandeja para mudas em crescimento, a sementeira. O tratamento pode ser realizado antes da disseminação, na hora da disseminação, imediatamente depois da disseminação, durante o período de crescimento das mudas, antes do plantio assentado, na hora do plantio assentado e na hora do cultivo depois do plantio assentado. No tratamento de solo acima mencionado, os ingredientes ativos podem ser aplicados ao mesmo tempo à planta, ou adubo sólido tal como adubo em pasta que contém os ingredientes ativos, pode ser aplicado ao solo. Os ingredientes ativos podem ser misturados no líquido de irrigação, e, por exemplo, pode ser injetado às instalações de irrigação (tubo de irrigação, cano de irrigação, espar-gidor, etc.), misturados no líquido de alagamento entre os sulcos, ou misturados em um meio de cultura de água. Alternativamente, o líquido de irrigação e os ingredientes ativos podem ser misturados anteriormente e, por exemplo, usados para tratamento por um método de irrigação apropriado, inclusive o método de irrigação acima mencionado e os outros métodos tais como espargimento e alagamento. O tratamento de uma semente no método de controle da presente invenção é, por exemplo, um método para tratar uma semente, um bulbo ou semelhante, a ser protegido de doenças de planta com uma composição para controlar doenças de planta da presente invenção e exemplos específicos do mesmo incluem um tratamento de pulverização no qual uma suspensão da composição para controlar doenças de planta da presente invenção é atomizada e pulverizada na superfície da semente ou na superfície do bulbo; o tratamento de cobertura no qual um pó umectável, uma emulsão, agente fluível ou similares, da composição para controlar doenças de planta da presente invenção de qualquer forma ou adicionado com uma pequena quantidade de água é aplicado na superfície da semente ou na superfície do bulbo; tratamento de imersão no qual a semente é imersa em uma solução da composição para controlar doenças de planta da presente invenção durante um certo período de tempo; tratamento de revestimento com película e tratamento de revestimento com pélete.
Quando uma planta ou o solo para cultivar uma planta é tratado com o composto representado pela fórmula (1) e o composto de azol, por exemplo, quaisquer dentre bromuconazol, difenoconazol, fluquinconazol, ipconazol, protioconazol, tetraconazol, triticonazol e metconazol, a quantidade para o tratamento pode ser mudada dependendo da espécie de planta a ser tratada, da espécie e da frequência de ocorrência das doenças a ser controladas, forma de formulação, período de tratamento, condição climática e assim por diante, porém a quantidade total do composto representado pela fórmula (1) e o composto de azol (a seguir chamada a quantidade dos ingredientes ativos) por 10.000 m2 é tipicamente 1 a 5000 g e preferivelmente 2 a 200 g. A emulsão, pó umectável, agente fluível ou similares, é tipicamente diluído com água, e em seguida espargido para tratamento. Neste caso, a concentração dos ingredientes ativos está tipicamente na faixa de 0,0001 a 3% em peso e preferivelmente 0,0005 a 1% em peso. O agente em pó, agente em grânulo ou similares é tipicamente usado para tratamento sem diluição.
No tratamento de sementes, a quantidade dos ingredientes ativos aplicada está tipicamente na faixa de 0,001 a 20 g, preferivelmente 0,01 a 5 g por 1 kg de sementes. O método de controle da presente invenção pode ser usado em terras agrícolas tais como campos, campos alagados, gramados e pomares ou em terras não agrícolas. A presente invenção pode ser usada para controlar doenças em terras agrícolas para cultivar em seguida a "planta" e similares, sem afetar adversamente a planta e assim por diante.
Exemplos das culturas são como segue: culturas: milho, arroz, trigo, cevada, centeio, aveia, sorgo, algodão, soja, amendoim, trigo-mouro, beterraba, semente de colza, girassol, cana-de-açúcar, tabaco, etc.; legumes: legumes solanáceos (berinjela, tomate, pimentão-doce, pimenta, batata, etc.), legumes cucurbitáceos (pepino, abóbora, abobrinha, melancia, melão, abóbora, etc.), legumes crucíferos (rabanete japonês, nabo branco, rábano-picante, couve-rábano, repolho chinês, repolho, mostarda de folha, brócolos, couve-flor, etc.), legumes asteráceos (bardana, margarida de coroa, alcachofra, alface, etc.), legumes liliáceos (cebola verde, cebola, alho e aspargos), legumes amiáceos (cenoura, salsa, aipo, pastinaca, etc.), legumes quenopodiáceos (espinafre, acelga suíça, etc.), legumes lamiáceos (Perilla frutescens, hortelã, manjericão, etc.), morango, batata-doce, Diosco-reajaponica, colocasia, etc., flores, plantas de folhagem, turfgrasses, frutas: frutas pomáceas (maçã, pêra, pêra japonesa, marmelo chinês, marmelo, etc.), frutas de caroço carnudas (pêssego, ameixa, nectari-na, Prunus mume, cherryfruit, abricó, ameixa seca, etc.), frutas cítricas (Citrus unshiu, laranja, limão, rime, toronja, etc.), nozes (castanhas, nozes, avelãs, amêndoa, pistácia, nozes de cajueiro, nozes de macadamia, etc.), bagas (mirtilo, arando, amora-preta, framboesa, etc.), uva, kakifruit, azeitona, ameixa Japonesa, banana, café, tâmara, cocos, etc., árvores diferentes das frutíferas; chá, amora, planta de floração, árvores à margem de estrada (freixo, vidoeiro, corniso, Eucalipto, Ginkgo bíloba, lilás, bordo, Quercus, álamo, olaia, Liquidambar formosana, plátano, zelcova, árvore-da-vida Japonesa, firwood, cicuta, junípero, Pinus, Picea e Taxus cuspidate), etc.
As "plantas acima mencionadas" incluem plantas às quais, resistência aos inibidores de HPPD tais como isoxaflutol, inibidores de ALS tais como imazetapir ou tifenossulfurona-metila, inibidores de EPSP sintetase tal como glifosato, inibidores de glutamina sintetase tal como o glifosinato, inibidores de acetil-CoAcarboxilase tal como setoxidim, inibidores de PPO tal como flumioxazina e herbicidas tais como bromoxinila, dicamba, 2,4-D, etc. foi conferida por um método de reprodução clássico ou técnica de engenharia genética.
Exemplos de uma "planta" na qual a resistência foi conferida por um método de reprodução clássico incluem colza, trigo, girassol e arroz resistente a herbicidas inibidores de ALS de imidazolinona tal como imazetapir, que já estão comercialmente disponíveis sob um nome de produto de Clearfield (marca registrada). Similarmente, há soja em que a resistência aos herbicidas inibidores de ALS de sulfonilureia tal como tifenossulfurona-metila foi conferida por um método de reprodução clássico que já está comercialmente disponível sob um nome de produto de STS soy bean. Similarmente, exemplos em que a resistência aos inibidores de acetil-CoAcarboxilase tal como triona oxima ou herbicidas de ácido ariloxifenoxipropiônico foi conferida por um método de reprodução clássico, incluem SR corn. A planta na qual a resistência aos inibidores de acetil-CoAcarboxilase foi conferida é descrita em Proceedings of the national Academy of Sciences of the United States of America (Proc. Natl. Acad. Sei. USA), vol. 87, pp. 7175-7179 (1990). Uma variação de acetil-CoA carboxilase resistente a um inibidor de acetil-CoA carboxilase é relatada em Weed Science, vol. 53, pp. 728-746 (2005) e uma planta resistente a inibidores de acetil-CoA carboxilase pode ser gerada introduzindo-se um gene de uma tal variação de acetil-CoA carboxilase em uma planta por tecnologia de engenharia genética, ou introduzindo-se uma variação que confere resistência em uma planta à acetil-CoA carboxilase. Além disso, plantas resistentes a inibidores de acetil-CoA carboxilase ou ini- bidores de ALS ou similares, podem ser geradas introduzindo-se uma variação de substituição de aminoácido dirigida ao sítio em um gene de acetil-CoA carboxilase ou o gene de ALS da planta por introdução um ácido nucle-ico, em que foi introduzido uma variação de substituição de base representada por Chimeraplasty Technique (Gura T. 1999. Repairing the Genome’s Spelling Mistakes. Science 285: 316-318) em uma célula de planta.
Exemplos de uma planta na qual a resistência foi conferida por tecnologia de engenharia genética incluem milho, soja, algodão, colza, beterraba resistente a glifosato, que já está comercialmente disponível sob um nome de produto de RoundupReady (marca registrada), AgrisureGT, etc. Similarmente, há milho, soja, algodão e colza, que são tornados resistentes ao glifosinato por tecnologia de engenharia genética, um tipo que já está comercialmente disponível sob um nome de produto de LibertyLink (marca registrada). Um algodão tornado resistente a bromoxinila por tecnologia de engenharia genética, já está igualmente comercialmente disponível sob um nome de produto de BXN.
As "plantas" acima mencionadas incluem culturas geneticamente modificadas produzidas usando tais técnicas de engenharia genética que, por exemplo, podem sintetizar toxinas seletivas como conhecido no gênero Bacillus.
Exemplos de toxinas expressas em tais culturas geneticamente modificadas incluem: proteínas inseticidas derivadas de Bacillus cereus ou Bacillus popilliae; δ-endotoxinas tais como CrylAb, CrylAc, Cry1F, Cry1Fa2, Cry2Ab, Cry3A, Cry3Bb1 ou Cry9C, derivadas de Bacillus turingiensis; proteínas inseticidas tais como VIP1, VIP2, VIP3 ou VIP3A; proteínas inseticidas derivadas de nematódeos; toxinas geradas por animais, tais como toxina de escorpião, toxina de aranha, toxina de abelha ou neurotoxinas específicas de inseto; toxinas de fungos de mofo; lectina de planta; aglutinina; inibidores de protease tal como um inibidor de tripsina, um inibidor de serina protease, patatina, cistatina, ou um inibidor de papaína; proteínas de inativação de ri-bossoma (RIP) tais como licina, RIP de milho, abrina, lufina, saporina, ou briodina; enzimas metabolizadora de esteroide tais como 3-hidroxiesteroide oxidase, ecdiesteroide-UDP-glicosil transferase ou colesterol oxidase; um inibidor de ecdisona; HMG-COA reductase; inibidores de canal de íon tal como um inibidor do canal de sódio ou inibidor do canal de cálcio; esterase de hormônio juvenil; um receptor de hormônio diurético; estilbeno sintase; bibenzil sintase; quitinase; e glicanase.
Além disso, toxinas expressas em tais culturas geneticamente modificadas também incluem: toxinas híbridas de proteínas δ-endotoxinas tais como CrylAb, CrylAc, Cry1F, Cry1Fa2, Cry2Ab, Cry3A, Cry3Bb1, Cry9C, Cry34Ab ou Cry35Ab e proteínas inseticidas tais como VIP1, VIP2, VIP3 ou VIP3A; toxinas parcialmente deletadas; e toxinas modificadas. Tais toxinas híbridas são produzidas a partir de uma nova combinação dos diferentes domínios de tais proteínas, usando uma técnica de engenharia genética. Assim como uma toxina parcialmente deletada, CrylAb que compreende uma deleção de uma porção de uma sequência de aminoácido foi conhecida. Uma toxina modificada é produzida por substituição de um ou múltiplos aminoácidos de toxinas naturais.
Exemplos de tais toxinas e plantas geneticamente modificadas capazes de sintetizar tais toxinas são descritos em EP-A-0 374 753, WO 93/07278, WO 95/34656, EP-A-0 427 529, EP-A-451 878, WO 03/052073, etc.
As toxinas contidas em tais plantas geneticamente modificadas podem conferir resistência particularmente a pestes de inseto que pertencem a Coleoptera, Hemiptera, Diptera, Lepidoptera e Nematódeos, às plantas.
Além disso, plantas geneticamente modificadas que compreendem um ou múltiplo genes resistentes a peste inseticida e que expressam uma ou múltiplas toxinas, já eram conhecidas, e algumas das tais plantas geneticamente modificadas já estavam no mercado. Exemplos de tais plantas geneticamente modificadas incluem YieldGard (marca registrada) (uma variedade de milho para expressar toxina CrylAb), YieldGard Rootworm (marca registrada) (uma variedade de milho para expressar toxina Cry3Bb1), YieldGard Plus (marca registrada) (uma variedade de milho para expressar toxinas CrylAb e Cry3Bb1), Herculex I (marca registrada) (uma variedade de milho para expressar N-acetil transferase de fosfinotricina (PAT) para conferir resistência a toxina Cry1Fa2 e glifosinato), NuCOTN33B (marca registrada) (uma variedade de algodão para expressar toxina CrylAc), Bollgard I (marca registrada) (uma variedade de algodão para expressar toxina CrylAc), Bollgard II (marca registrada) (uma variedade de algodão para expressar toxinas CrylAc e Cry2Ab), VIPCOT (marca registrada) (uma variedade de algodão para expressar toxina VIP), NewLeaf (marca registrada) (uma variedade de batata para expressar toxina Cry3A), NatureGard (marca registrada) Agrisure (marca registrada) GT Advantage (característica resistente ao glifosato GA21), Agrisure (marca registrada) CB Advantage (característica da broca do milho (CB) Bt11) e Protecta (marca registrada).
As "plantas" acima mencionadas também incluem culturas produzidas usando uma técnica de engenharia genética que tem capacidade para gerar substâncias antipatogênicas que têm ação seletiva.
Uma proteína PR e similares eram conhecidas como tais substâncias antipatogênicas (PRPs, EP-A-0 392 225). Tais substâncias antipato-gênícas e culturas geneticamente modificadas que as geram são descritas em EP-A-0 392 225, WO 95/33818, EP-A-0 353 191, etc.
Exemplos de tais substâncias antipatogênicas expressas em culturas geneticamente modificadas incluem: inibidores do canal de íon tal como um inibidor do canal de sódio ou um inibidor do canal de cálcio (toxinas KP1, KP4 e KP6, etc., que são produzidas por vírus, foram conhecidas); es-tilbeno sintase; bibenzila sintase; quitinase; glicanase; uma proteína PR; e substâncias antipatogênicas geradas por micro-organismos, tal como um antibiótico de peptídeo, um antibiótico tendo um heteroanel, um fator de proteína associado com resistência a doenças de planta (que é chamado, um gene resistente à doença de planta e é descrito em WO 03/000906). Estas substâncias antipatogênicas e plantas geneticamente modificadas que produzem tais substâncias são descritas em EP-A-0392225, W095/33818, EP-A-0353191, etc. A "planta" acima mencionada inclui plantas nas quais, qualidades vantajosas tais como qualidades melhoradas em ingredientes de materi- al oleoso ou qualidades que têm reforçado o teor de aminoácido, foram conferidas tecnologia geneticamente modificada. Exemplos dos mesmos incluem VISTIVE (marca registrada) soja com baixo teor linolênico, que tem teor linolênico reduzido) ou milho com alto teor de lisina (alto teor de óleo) (milho com teor de lisina ou óleo aumentado).
Além disso, variedades de pilha também estão incluídas, em que uma pluralidade de qualidades vantajosas tais como as qualidades do herbicida clássico mencionadas acima ou genes de tolerância ao herbicida, genes de resistência ao inseto prejudicial inseticida, genes produtores de substância antipatogênica, qualidade melhoradas em ingredientes de material oleoso ou qualidade que têm teor de aminoácido reforçado, são combinados.
No caso do tratamento por pulverização, um efeito de controle alto é esperado em particular para doenças de planta que ocorrem em trigo, planta cítrica, soja, feijão roxo, algodão, semente de colza, uva, turfgrass, pêra, pêssego, maçã, amendoim, chá, beterraba, banana, arroz ou cabaça entre os acima. Exemplos dos quais um efeito de controle particularmente alto da presente invenção é esperado para doenças de planta entre as doenças que ocorrem nestas plantas, incluem mofo de neve rosa (Microdochi-um nivale), apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani), praga das plantas de cabeça de Fusarium (Fusaríum graminearum, F., avenacerum, F., culmorum, Microdochium nivale) e ocelo (Pseudocercosporella herpotrichoi-des) de trigo, doenças de cítrico: melanose (Diaporthe citrí) e crosta (Elsinoe fawcetti), mancha de semente roxa (Cercospora kikuchii), praga das plantas (Phakopsora pachyrhizi) de soja, apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani) de algodão, apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solani) e podridão de esclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) de semente de colza, antrac-nose (Elsinoe ampelina), putrefação madura (Glomerella cingulata), mofo pulverulento (Uncinula necator), putrefação preta (Guignardia bidwellii) e mofo cinza (Botrytis cinerea) de uva, dollar spot (Sclerotinia homeocarpa) e emplastro marrom (Rhizoctonia solani) de turfgrass, crosta (Venturia nashicola, V., pirina) de pêra, praga das plantas na florescência (Monilinia mali), crosta (Venturia inaequalis), mofo pulverulento (Podosphaera leucotricha), pústula (Diplocarpon mah) e putrefação de anel (Botryosphaeria berengeriana) de maçã, putrefação marrom (Monilinia fructicola) e podridão de phomopsis (Phomopsis sp.) de pêssego, mancha de folha precoce (Cercospora arachi-dicola) de amendoim, praga das plantas cinza (Pestalotiopsis sp.) e antrac-nose (Colletotríchum theae-sinensis) de chá, mancha da folha de Cercospora (Cercospora beticola), praga da folha das plantas (Thanatephorus cucu-meris) e putrefação de raiz (Thanatephorus cucumerís) de beterraba, sigato-ka (Mycosphaerella fijiensis, Mycosphaerella musicola) de banana, doenças brusone (Magnaporthe grisea) e bakanae (Gibberella fujikuroi) do arroz, apodrecimento de Rhizoctonia (Rhizoctonia solam) de cabaça, mofo cinza (Botrytis cinerea) e podridão de Sclerotinia (Sclerotinia sclerotiorum) das outras culturas.
No caso de tratamento de semente, um efeito de controle alto é esperado em particular para doenças de planta que ocorrem em milho, sor-go, arroz, semente de colza, soja, batata, beterraba, algodão, entre os acima. Entre doenças de planta que ocorrem nestas plantas, doenças de planta nas quais efeitos particularmente altos são esperados incluem, apodrecimento de Rhizoctonia, doenças causadas por Pythium spp. e doenças causadas por Fusarium spp.
EXEMPLOS A seguir, a presente invenção será descrita mais especificamente por meio de exemplos de formulação, exemplos de formulação de tratamento de semente, e exemplos teste. Entretanto, a presente invenção não está limitada aos seguintes exemplos. Nos seguintes exemplos, a parte representa parte em peso a menos que de outra maneira notado em particular. O composto (1a) é um composto representado pela fórmula (1), em que X1 é um grupo metila, X2 é um grupo metilamino, e X3 é um grupo 2,5-dimetilfenila e o composto tem um estrutura estérica tipo R de acordo com a regra na ordem Cahn-Ingold-Prelog, e representado pela seguinte fórmula (1a).
[Fórmula 2] (la) O composto (1b) é um composto representado pela fórmula (1), em que X1 é um grupo metila, X2 é um grupo metilamino, e X3 é um grupo 2,5-dimetilfenila e o composto é um corpo racêmico e representado pela seguinte fórmula (1b).
[Fórmula 3] (lb) Exemplo de formulação 1 2,5 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 1,25 parte de bromuconazol, 14 partes de estirilfenil éter de polioxietileno, 6 partes de do-decil benzeno sulfonato de cálcio e 76,25 partes de xileno são completamente misturadas, para obter as respectivas emulsões.
Exemplo de formulação 2 5 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 5 partes de di-fenoconazol, 35 partes de uma mistura de carbono branco e um sal de alquil éter sulfato de amônio de polioxietileno (relação de peso 1:1) e 55 partes de água são misturadas, e a mistura é submetida à moagem fina de acordo com um método de moagem úmida, para obter os respectivos agentes fluí-veis.
Exemplo de formulação 3 5 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 10 partes de fluquinconazol, 1,5 parte de trioleato de sorbitano e 28,5 partes de uma solução aquosa que contém 2 partes de álcool polivinílico são misturadas, e a mistura é submetida à moagem fina de acordo com um método de moagem úmida. Depois disso, 45 partes de uma solução aquosa que contém 0,05 parte de goma Xantana e 0,1 parte de silicato de magnésio de alumínio são adicionadas à mistura de resultante, e 10 partes de propileno glicol também são adicionadas a isto. A mistura obtida é misturada por agitação, para obter as respectivas fluíveis.
Exemplo de formulação 4 5 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 20 partes de protioconazol, 1,5 parte de trioleato de sorbitano e 28,5 partes de uma solução aquosa que contém 2 partes de álcool polivinílico são misturadas, e a mistura é submetida à moagem fina de acordo com um método de moagem úmida. Depois disso, são adicionadas 45 partes de uma solução aquosa que contém 0,05 parte de goma Xantana e 0,1 parte de silicato de magnésio de alumínio à mistura de resultante, e 10 partes de propileno glicol também são adicionadas a isto. A mistura obtida é misturada por agitação, para obter as respectivas formulações fluíveis.
Exemplo de formulação 5 40 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 5 partes de te-traconazol, 5 partes de propileno glicol (fabricado por Nacalai Tesque), 5 partes de SoprophorFLK (fabricado por Rhodia Nikka), 0,2 partes de uma emulsão antiforma C (fabricado por Dow Corning), 0,3 parte de proxel GXL (fabricado por Arch Chemicals) e 49,5 partes de água de troca iônica são misturadas para obter uma suspensão de volume. 150 partes de contas de vidro ((diâmetro = 1 mm) sejam postas em 100 partes da suspensão, e a suspensão é moída durante 2 horas, ao mesmo tempo que resfriada com uma água de resfriamento. Depois de moído, o resultante é filtrado para remover as contas de vidro e os respectivos fluíveis foram obtidos.
Exemplo de formulação 6 50 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 0,5 parte de triticonazol, 38,5 partes de argila NN caulim (fabricado por Takehara Chemical Industrial), 10 partes de MorwetD425 e 1,5 parte de MorwerEFW (fabricado por Akzo Nobel Corp.) são misturadas para obter uma pré-mistura de Al. Esta pré-mistura foi moída com um moinho à jato para obter os respectivos pós.
Exemplo de formulação 7 1 Parte do composto (1a) ou do composto (1b), 4 partes de bro-muconazol, 1 parte de óxido de silício hidratado sintético, 2 partes de lignina sulfonato de cálcio, 30 partes de bentonita e 62 partes de argila caulim são completamente moídas e misturadas, e a mistura resultante é adicionada com água e completamente amassada, e em seguida submetida à granuia-ção e secagem para obter os respectivos grânulos.
Exemplo de formulação 8 1 Parte do composto (1a) ou do composto (1b), 40 partes de di-fenoconazol, 3 partes de lignina sulfonato de cálcio, 2 partes de laurilsulfato de sódio e 54 partes de óxido de silício hidratado sintético são completamente moídas e misturadas para obter os respectivos pós umectáveis.
Exemplo de formulação 9 1 Parte do composto (1a) ou do composto (1b), 2 partes de flu-quinconazol, 85 partes de argila caulim e 10 partes de talco são completamente moídas e misturadas para obter os respectivos pós.
Exemplo de formulação 10 2 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 0,25 parte de protioconazol, 14 partes de estirilfenil éter de polioxietileno, 6 partes de do-decil benzeno sulfonato de cálcio e 77,75 partes de xileno são completamente misturadas, para obter as respectivas emulsões.
Exemplo de formulação 11 10 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 2,5 partes de tetraconazol, 1,5 parte de trioleato de sorbitano, 30 partes de uma solução aquosa que contém 2 partes de álcool polivinílico são submetidas à moagem fina de acordo com um método de moagem úmida. Depois disso, 47,5 partes de uma solução aquosa que contém 0,05 parte de goma Xantana e 0,1 parte de silicato de magnésio de alumínio são adicionadas à solução moída, e 10 partes de propileno glicol também são adicionadas a isto. A mistura obtida é misturada por agitação, para obter os respectivos fluíveis.
Exemplo de formulação 12 1 Parte do composto (1a) ou do composto (1b), 20 partes de tri-ticonazol, 1 parte de óxido de silício hidratado sintético, 2 partes de lignina sulfonato de cálcio, 30 partes de bentonita e 47 partes de argila caulim são moídas e misturadas, e a mistura resultante é adicionada com água e completamente amassada, e em seguida submetida à granulação e secagem para obter os respectivos grânulos.
Exemplo de formulação 13 40 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 1 parte de ip-conazol, 3 partes de lignina sulfonato de cálcio, 2 partes de laurilsulfato de sódio e 54 partes de óxido de silício hidratado sintético são completamente moídas e misturadas para obter os respectivos pós umectáveis.
Exemplo de formulação 14 2,5 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 1,25 parte de metconazol, 14 partes de estirilfenil éter de polioxietileno, 6 partes de dodecil benzeno sulfonato de cálcio e 76,25 partes de xileno são completamente misturadas, para obter as respectivas emulsões.
Exemplo de formulação 15 5 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 5 partes de ip-conazol, 35 partes de uma mistura de carbono branco e um sal de alquil éter sulfato de amônio de polioxietileno (relação de peso 1:1) e 55 partes de água são misturadas, e a mistura é submetida à moagem fina de acordo com um método de moagem úmida, para obter os respectivos agentes fluíveis. Exemplo de formulação 16 5 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 10 partes de metconazol, 1,5 parte de trioleato de sorbitano e 28,5 partes de uma solução aquosa que contém 2 partes de álcool polivinílico são misturadas, e a mistura é submetida à moagem fina de acordo com um método de moagem úmida. Depois disso, 45 partes de uma solução aquosa que contém 0,05 parte de goma Xantana e 0,1 parte de silicato de magnésio de alumínio são adicionadas à mistura resultante, e 10 partes de propileno glicol também são adicionadas a isto. A mistura obtida é misturada por agitação, para obter os respectivos fluíveis.
Exemplo de formulação 17 5 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 20 partes de ip-conazol, 1,5 parte de trioleato de sorbitano e 28,5 partes de uma solução aquosa que contém 2 partes de álcool polivinílico são misturadas, e a mistura é submetida à moagem fina de acordo com um método de moagem úmida. Depois disso, 45 partes de uma solução aquosa que contém 0,05 parte de goma Xantana e 0,1 parte de silicato de magnésio de alumínio são adicionadas à mistura resultante, e 10 partes de propileno glicol também são adicionadas a isto. A mistura obtida é misturada por agitação, para obter as respectivas formulações fluíveis.
Exemplo de formulação 18 40 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 5 partes de metconazol, 5 partes de propileno glicol (fabricado por Nacalai Tesque), 5 partes de SoprophorFLK (fabricado por Rhodia Nikka), 0,2 partes de um emulsão antiforma C (fabricado por Dow Corning), 0,3 parte de proxel GXL (fabricado por Arch Chemicals) e 49,5 partes de água de troca iônica são misturadas para obter um suspensão de volume. 150 partes de contas de vidro ((diâmetro = 1 mm) são postas em 100 partes da suspensão, e a suspensão é moído durante 2 horas, ao mesmo tempo que sendo resfriada com uma água de resfriamento. Depois de moído, o resultante é filtrado para remover as contas de vidro e os respectivos fluíveis foram obtidos.
Exemplo de formulação 19a 50 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 0,5 parte de ipconazol, 38,5 partes de argila NN caulim (fabricado por Takehara Chemical Industrial), 10 partes de MorwetD425 e 1,5 parte de MorwerEFW (fabricado por Akzo Nobel Corp.) são misturadas para obter uma pré-mistura de Al. Esta pré-mistura foi moída com um moinho à jato para obter os respectivos pós.
Exemplo de formulação 19b 1 Parte do composto (1a) ou do composto (1b), 4 partes de met-conazol, 1 parte de óxido de silício hidratado sintético, 2 partes de lignina sulfonato de cálcio, 30 partes de bentonita e 62 partes de argila caulim são completamente moídas e misturadas, e a mistura resultante é adicionada com água e completamente amassada, e em seguida submetida à granula-ção e secagem para obter os respectivos grânulos.
Exemplo de formulação 20 1 Parte do composto (1a) ou do composto (1b), 40 partes de ip-conazol, 3 partes de lignina sulfonato de cálcio, 2 partes de laurilsulfato de sódio e 54 partes de óxido de silício hidratado sintético são completamente moídas e misturadas para obter os respectivos pós umectáveis.
Exemplo de formulação 21 1 Parte do composto (1a) ou do composto (1b), 2 partes de met-conazol, 85 partes de argila caulim e 10 partes de talco são completamente moídas e misturadas para obter os respectivos pós.
Exemplo de formulação 22 2 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 0,25 parte de ipconazol, 14 partes de estirilfeníl éter de polioxietileno, 6 partes de dodecil benzeno sulfonato de cálcio e 77,75 partes de xileno são completamente misturadas, para obter as respectivas emulsões.
Exemplo de formulação 23 10 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 2,5 partes de metconazol, 1,5 parte de trioleato de sorbitano, 30 partes de uma solução aquosa que contém 2 partes de álcool polivinílico são submetidas à moagem fina de acordo com um método de moagem úmida. Depois disso, 47,5 partes de uma solução aquosa que contém 0,05 parte de goma Xantana e 0,1 parte de silicato de magnésio de alumínio são adicionadas à solução moída, e 10 partes de propileno glicol também são adicionadas a isto. A mistura obtida é misturada por agitação, para obter os respectivos fluíveis.
Exemplo de formulação 24 1 Parte do composto (1a) ou do composto (1b), 20 partes de ip- conazol, 1 parte de óxido de silício hidratado sintético, 2 partes de lignina sulfonato de cálcio, 30 partes de bentonita e 47 partes de argila caulim são moídas e misturadas, e a mistura resultante é adicionada com água e completamente amassada, e em seguida submetida à granulação e secagem para obter os respectivos grânulos.
Exemplo de formulação 25 40 Partes do composto (1a) ou do composto (1b), 1 parte de metconazol, 3 partes de lignina sulfonato de cálcio, 2 partes de laurilsulfato de sódio e 54 partes de óxido de silício hidratado sintético são completamente moídas e misturadas para obter os respectivos pós umectáveis.
Exemplo de tratamento de semente 1 Uma emulsão preparada como no Exemplo de formulação 1 é usado para tratamento de cobertura em uma quantidade de 500 ml por 100 kg de sementes de sorgo secadas usando uma máquina de tratamento de semente giratória (cômoda de semente, produziu por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas.
Exemplo de tratamento de semente 2 Um fluível preparada como no Exemplo de formulação 16 é usado para tratamento de cobertura em uma quantidade de 50 ml por 10 kg de colza secado semeia usando uma máquina de tratamento de semente giratória (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas.
Exemplo de tratamento de semente 3 Um fluível preparado como no Exemplo de formulação 17 é usado para tratamento de cobertura em uma quantidade de 40 ml por 10 kg de sementes de milho secadas usando uma máquina de tratamento de semente giratória (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas.
Exemplo de tratamento de semente 4 5 partes de um agente fluível preparadas como no Exemplo de formulação 18, 5 partes de pigmento BPD6135 (fabricado por Sun Chemical) e 35 partes de água são misturadas para preparar uma mistura. A mistura é usada para tratamento de cobertura em uma quantidade de 60 ml por 10 kg de sementes de arroz secadas usando uma máquina de tratamento de semente giratória (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas.
Exemplo de tratamento de semente 5 Um agente em pó preparado como no Exemplo de formulação 19a é usado para tratamento de revestimento de pó em uma quantidade de 50 g por 10 kg de sementes de milho secadas para obter sementes tratadas. Exemplo de tratamento de semente 6 Uma emulsão preparada como no Exemplo de formulação 22 é usada para tratamento de cobertura em uma quantidade de 500 ml por 100 kg de sementes de beterraba secadas usando uma máquina de tratamento de semente giratória (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas.
Exemplo de tratamento de semente 7 Um fluível preparado como no Exemplo de formulação 23 é usado para tratamento de cobertura em uma quantidade de 50 ml por 10 kg de sementes de soja secadas usando uma máquina de tratamento de semente giratória (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas.
Exemplo de tratamento de semente 8 Um agente de grânulo preparado como no Exemplo de formulação 24 é usado para tratamento de cobertura em uma quantidade de 50 ml por 10 kg de sementes de trigo secadas usando uma máquina de tratamento de semente giratória (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas.
Exemplo de tratamento de semente 9 5 partes de um pó umectável preparadas como no Exemplo de formulação 25, 5 partes de pigmento BPD6135 (fabricado por Sun Chemical) e 35 partes de água são misturadas, e a mistura resultante é usada para tratamento de cobertura em uma quantidade de 70 ml por 10 kg de pedaços de tubérculo batata usando uma máquina de tratamento de semente girató- ria (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas.
Exemplo de tratamento de semente 10 Um pó umectável preparada como no Exemplo de formulação 20 é usado para tratamento de revestimento de pó em uma quantidade de 40 g por 10 kg de sementes de algodão secadas para obter sementes tratadas. Exemplo Teste 1 Um pote de plástico foi carregado com solo arenoso, e pepino (Sagamihanjiro) foi em seguida disseminado. O pepino foi permitido cultivar em uma estufa durante 12 dias. Um pó umectável do composto (1b) e uma formulação de metconazol comercialmente disponível (Caramba (marca registrada) produzido por BASF) foram respectivamente diluídos com água e em seguida misturados em tanque para preparar líquidos misturados em tanque que contêm composto (1b) e metconazol em concentração predeterminada. Os líquidos misturados em tanque foram submetidos à aplicação à folhagem, tal que eles podem ser aderidos suficientemente às folhas das plantas de pepino acima mencionadas. Depois da conclusão da aplicação à folhagem, as plantas foram secadas por ar. Depois disso, um meio nutriente de PDA que contém esporos de Botrytis cinerea, patógeno de mofo cinza de pepino, foi colocado sobre a superfície da folha das plantas de pepino. Elas foram colocadas a 12°C sob alta umidade por 6 dias depois da inoculação, e depois disso o efeito de controle foi checado. O diâmetro da área infetada nas plantas nas quais os agentes tinham sido pulverizados, foi determinado como a incidência da doença na momento da checagem, e o valor de controle foi calculado pela Equação 1 com base na incidência da doença desse modo determinada.
Como uma comparação, os respectivos pós umectáveis descritos acima foram diluídos com água na concentração predeterminada para preparar um composto, (1b) líquido e um metconazol líquido respectivamente, e eles foram submetidos a teste de controle da doença similar. Além disso, para calcular o valor de controle, a incidência da doença também foi determinada, no caso em que as plantas não foram tratadas com o agente.
Os resultados são mostrados na tabela 2.
"Equação 1"; Valor de controle = 100 (A - B)/A A: Incidência da doença de planta ou área plantada na área não tratada B: Incidência da doença de planta ou área plantada na área tratada Geralmente, o valor de controle esperado para o caso onde, os determinados dois tipos de compostos de ingrediente ativo são misturados e usados para o tratamento, a denominada expectativa de valor de controle é calculada a partir da seguinte equação de cálculo de Colby. "Equação 2"; X: Valor de controle (%) quando o composto de ingrediente ativo A é usado para tratamento em M ppm, em M g por 100 kg de sementes ou em M g por 1 hectare Y: Valor de controle (%) quando o composto de ingrediente ativo B é usado para tratamento em N ppm, em N g por 100 kg de sementes ou em N g por 1 hectare E: Valor de controle (%) esperado para o caso em que composto de ingrediente ativo A em M ppm, em M g por 100 kg de sementes ou em M g por 1 hectare e composto de ingrediente ativo B em N ppm, em N g por 100 kg de sementes ou em N g por 1 hectare são misturados e usados para tratamento (a seguir chamado "expectativa de valor de controle") "Efeito sinergético (%)" = (Valor de controle Atual) x 100/(Expectativa de valor de controle) [Tabela 2] Exemplo Teste 2 Líquidos misturados que contêm uma solução de acetona de composto (1b) e uma solução de acetona de metconazol foram preparados. Estes líquidos misturados foram usados para tratamento de cobertura de sementes de pepino (Sagamihanjiro) usando uma máquina de tratamento de semente giratória (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter sementes tratadas. As sementes tratadas foram deixadas intatas durante a noite e em seguida disseminadas no solo carregado um pote de plástico e cobertas com o solo que contém Rhizoctonia solani, patógeno de apodrecimento de pepino, que foi cultivado em um meio de farelo. Elas foram permitidas cultivar em uma estufa, ao mesmo tempo que irrigadas e o número de sementes não brotadas foi inspecionado no sétimo dia depois da disseminação, e a incidência da doença foi calculada pela Equação 3. O valor de controle foi calculado pela Equação 1 acima mencionada, com base na incidência da doença. Como uma comparação, soluções de acetona que contêm o composto (1b) e metconazol respectivamente na concentração predeterminada, foram preparadas e submetidas a testes similares.
Os resultados são mostrados na tabela 3. "Equação 3"; Incidência da doença = (Número de sementes não brotadas) x 100/(Número total de sementes disseminadas) [Tabela 3] ________________________________________________________ Exemplo Teste 3 Um pote de plástico foi carregado com solo arenoso, e pepino (Sagamihanjiro) foi em seguida disseminado. O pepino foi permitido cultivar em uma estufa durante 12 dias. Um pó umectável do composto (1b) e uma formulação de ipconazol comercialmente disponível (pó umectável de Tec-hlead produzido por Kureha Corporation) foram respectivamente diluídos com água e em seguida misturados em tanque para preparar líquidos misturados em tanque contendo o composto (1b) e o ipconazol em concentração predeterminada. Os líquidos misturados em tanque foram submetidos à aplicação de folhagem tal que eles podem ser suficientemente aderidos às folhas das plantas de pepino acima mencionadas. Depois da conclusão da aplicação de folhagem, as plantas foram secadas à ar. Depois disso, um meio nutriente de PDA contendo esporos de Botrytis cinerea, patógeno de mofo cinza de pepino, foi colocado sobre a superfície de folha das plantas de pepino. Eles foram colocados a 12°C sob alta umidade por 6 dias depois da inoculação, e depois disso o efeito de controle foi checado. O diâmetro da área infetada nas plantas nas quais os agentes tinham sido pulverizados foi determinado como a incidência da doença na hora da checagem e o valor de controle foi calculado pela Equação 1 acima mencionado com base na incidência da doença desse modo determinada.
Como uma comparação, os respectivos pós umectáveis descritos acima foram diluídos com água em concentração predeterminada para preparar um composto, (1b) líquido e um ipconazol líquido respectivamente e eles foram submetidos a teste de controle da doença similar. Além disso, para calcular o valor de controle, a incidência da doença também foi determinada no caso em que as plantas não foram tratadas com o agente.
Os resultados são mostrados na tabela 4.
[Tabela 4] ___________i_________________i_____________i_________________ Exemplo Teste 4 Uma solução de acetona do composto (1b) e uma solução de acetona de ipconazol foi misturada para preparar os líquidos misturados contendo o composto (1b) e ipconazol em concentração predeterminada. Estes líquidos misturados Foram usados para tratamento de cobertura de sementes de pepino (Sagamihanjiro) usando uma máquina de tratamento de semente giratória (seed dresser, produzido por Hans-UIrich Hege GmbH) para obter as sementes tratadas. As sementes tratadas foram deixadas intatas durante a noite e em seguida disseminadas no solo carregado em um pote de plástico e cobertas com o solo contendo Rhizoctonia solani, apodrecimento de patógeno de pepino, que foi cultivado em um médio de farelo. Foram permitidas crescer em uma estufa enquanto irrigadas e o número de sementes não brotadas foi checado no sétimo dia depois que a disseminação e a incidência da doença fossem calculadas pela Equação 3 acima mencionada. O valor de controle foi calculado pela Equação 1 acima mencionada com base na incidência da doença. Para calcular o valor de controle, a incidência da doença foi também determinada no caso em que as plantas não foram tratadas com o agente.
Como uma comparação, soluções de acetona contendo o composto (1b) e ipconazol respectivamente na concentração predeterminada foram preparadas e submetidas a testes similares.
[Tabela 5] ____________________________i___________________________ Exemplo Teste 5 Um pote de plástico foi carregado com solo arenoso, e relva (Bent Grass Penncross) foi em seguida disseminada. A relva foi permitida cultivar em uma estufa durante 20 dias. Um pó umectável do composto (1b) e uma formulação de metconazol comercialmente disponível (Caramba (marca registrada) produzido por BASF) foram diluídos respectivamente com água e em seguida misturados em tanque para preparar líquidos misturados em tanque contendo o composto (1b) e o metconazol em concentração predeterminada. Os líquidos misturados em tanque foram submetidos à aplicação de folhagem tal que eles podem ser aderidos suficientemente às folhas das plantas de relva acima mencionadas. Depois da conclusão da aplicação de folhagem, as plantas foram secadas à ar. Depois disso, meio de farelo contendo micélio de Rhizoctonia solani, patógeno de emplastro marrom de relva, foi borrifado em cima da área plantada. Eles foram colocados a 12°C-23°C sob alta umidade por 10 dias depois da inoculação, e depois disso o efeito de controle foi checado. O diâmetro da área infetada na área plantada na qual os agentes tinham sido pulverizados foi determinado quando a incidência da doença na hora da checagem e o valor de controle foram calculados pela Equação 1 acima mencionado com base na incidência da doença determinada.
Como uma comparação, pós umectáveis respectivos descritos acima foram diluídos com água em concentração predeterminada para preparar um composto como uma comparação, (1b) líquido e um metconazol líquido respectivamente e eles foram submetidos a teste de controle da doença similar. Além disso, para calcular o valor de controle, a incidência da doença também foi determinada no caso em que as plantas não foram tratadas com o agente.
Os resultados são mostrados na tabela 6.
[Tabela 61 ________________i_________________________________________ APLICABILIDADE INDUSTRIAL
De acordo com a presente invenção, uma composição para controlar doenças de planta tendo atividade elevada, e um método para eficazmente controlar doenças de planta pode ser fornecida.
REIVINDICAÇÕES

Claims (5)

1. Composição para controlar doenças de planta, caracterizada pelo fato de que compreende, como ingredientes ativos, um composto representado pela fórmula (1 b): [Fórmula 1b] (Ib) e um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em ipconazol, e metconazol, em que a relação em peso do composto representado pela fórmula (1b) para um composto de azol está na faixa de 1:0,01 a 1:15,5.
2. Composição de acordo com reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que tem uma relação em peso do composto representado pela fórmula (1 b) para um composto de azol que está na faixa de 01:1 a 1:4.
3. Agente de tratamento de semente, caracterizado pelo fato de que compreende, como ingredientes ativos, o composto representado pela fórmula (1b) como definido na reivindicação 1 e um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em ipconazol e metconazol, em que a relação em peso do composto representado pela fórmula (1b) para um composto de azol está na faixa de 1:0,01 a 1:15,5.
4. Método para controlar doenças de planta, caracterizado pelo fato de que compreende, aplicar, a uma planta ou um lugar onde uma planta é permitida cultivar, quantidades eficazes do composto representado pela fórmula (1b) como definido na reivindicação 1 e um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em ipconazol e metconazol, em que a relação em peso do composto representado pela fórmula (1b) para um composto de azol está na faixa de 1:0,01 a 1:15,5.
5. Uso combinado, caracterizado pelo fato de ser para controlar doenças de planta do composto representado pela fórmula (1b) como definido na reivindicação 1 e um composto de azol selecionado a partir do grupo que consiste em ipconazol e metconazol, em que a relação em peso do composto representado pela fórmula (1b) para um composto de azol está na faixa de 1:0,01 a 1:15,5.

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