BRPI0922909B1 - Material de moldagem termoplástico, uso de materiais de moldagem termoplásticos, e, fibras, folhas ou corpo moldado de qualquer tipo - Google Patents

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Abstract

material de moldagem termoplástico, uso de materiais de moldagem termoplásticos, e, fibras, folhas ou corpo moldado de qualquer tipo a invenção refere-se a materiais de moldagem termoplásticos, compreendem a) 10 a 99,94 % em peso de uma poliamida, b) 0,05 a 5 % em peso de um homo- ou co-polímero de polietilenoimina, c) 0,01 a 20 % em peso de pó de ferro, d) 0 a 70 % em peso de aditivos adicionais, em que a soma das percentagens em peso de a) a d) é de 100 %.

Description

“MATERIAL DE MOLDAGEM TERMOPLÁSTICO, USO DE MATERIAIS DE MOLDAGEM TERMOPLÁSTICOS, E, FIBRAS, FOLHAS OU CORPO MOLDADO DE QUALQUER TIPO” [1] A invenção refere-se a materiais de moldagem termoplásticos que compreendem A) desde 10 até 99,94 % em peso de uma poliamida, B) desde 0,05 até 5 % em peso de um homo- ou co-polímero de polietilenoimina, C) desde 0,01 até 20 % em peso de pó de ferro e D) desde 0 até 70 % em peso de outros aditivos, em que o total das percentagens em peso de A) a D) é de 100 %.
[2] A invenção também se refere ao uso dos materiais de moldagem da invenção para a produção de fibras ou de filmes e de corpos moldados de qualquer tipo e também as corpos moldados que possam ser assim obtidas.
[3] Poliamidas termoplásticas, tais como PA6 e PA66, são frequentemente usadas na forma de materiais estruturais para composições para moldagem reforçadas com fibra de vidro como para componentes que durante o seu período de vida apresentam exposição a temperaturas elevadas e isto resulta em fenômenos de degradação termo-oxidativa. A adição de estabilizadores ao calor conhecidos pode retardar a ocorrência da degradação termo-oxidativa porém não pode evitá-la a longo termo e um exemplo disso é observado em um prejuízo das propriedades mecânicas. É altamente desejável melhorar a resistência das poliamidas ao envelhecimento térmico (HAR), pois isto pode fornecer vidas mais longas para os componentes sujeitos esforço térmico ou pode reduzir o seu risco de falha. Como uma alternativa, a HAR melhorada também pode permitir o uso dos componentes a temperaturas mais altas.
[4] Kunststoff Handbuch [Plastics Handbook] 3. Technische Thermoplaste [Temoplásticos para Engenharia], 4. Polyamida [Poliamidas], 1998 Carl Hanser Verlag Munique, Viena, editado por L. Bottenbruch, R. Binsack descreve o uso de vários estabilizadores térmicos para poliamidas. O uso de polietilenoiminas hiperramificadas em polímeros termoplásticos é definido, para fins de exemplo na DE 10030553 e na DE 102005005847.
[5] A EP 1065236 descreve poliamidas não reforçadas em que as polietilenoiminas e os ácidos oligocarboxílicos são usados durante a reação de polimerização. Os materiais de moldagem descritas possuem melhor resistência a solventes, porém a HAR não é totalmente satisfatória.
[6] O uso de ferro elementar em pó em poliamidas é descrito na WO 2006/074912 e na WO 2005/007727.
[7] A resistência ao envelhecimento térmico permanece inadequada nos materiais de moldagem conhecidas, em particular durante períodos prolongados de esforço térmico.
[8] A presente invenção foi, portanto, baseada no objetivo de fornecer materiais de moldagem termoplásticos de poliamida que possuam HAR melhorada e boa capacidade de escoamento e também boas propriedades mecânicas.
[9] Consequentemente, foram descobertos materiais de moldagem definidas na introdução. As modalidades preferidas são encontradas nas reivindicações dependentes.
[10] Os materiais de moldagem da invenção compreendem, como o componente A), desde 10 até 99,94 % em peso, de preferência desde 20 até 95 % em peso e em particular desde 20 até 80 % em peso, de pelo menos uma poliamida.
[11] A viscosidade intrínseca das poliamidas dos materiais de moldagem da invenção é geralmente de desde 90 até 350 ml/g, de preferência de desde 110 até 240 ml/g, determinada em uma solução de concentração de 0,5 % em peso em ácido sulfúrico a uma concentração de 96 % em peso a 25 °C para ISO 307.
[12] É dada preferência a resinas semicristalinas ou amorfas com um peso molecular (médio em peso) de pelo menos 5000, por exemplo, aquelas descritas nas seguintes Patentes US: 2 071 250, 2 071 251, 2 130 523, 2 130 948, 2 241 322, 2 312 966, 2 512 606 e 3 393 210.
[13] Exemplos destas são as poliamidas que derivam de lactamas que possuem de 7 a 13 elementos no anel, por exemplo, policaprolactama, policaprilolactama e polilaurolactama e também poliamidas obtidas pela reação de ácidos dicarboxílicos com diaminas.
[14] Os ácidos dicarboxílicos que podem ser usados são ácidos alcanodicarboxílicos que possuem de 6 a 12, em particular de 6 a 10, átomos de carbono e ácidos dicarboxílicos aromáticos. Os ácidos que podem ser mencionados aqui meramente como exemplos são ácido adípico, ácido azeláico, ácido sebácico, ácido dodecanodióico e ácido tereftálico e/ ou isoftálico.
[15] As diaminas particularmente adequadas são alcanodiaminas que possuem de 6 a 12, em particular de 6 a 8, átomos de carbono também m-xililenodiaminae, di (4-aminofenil) metano, di (4-aminocicloliexil) metano, 2, 2-di (4-aminofenil) propano, 2, 2-di (4-aminocicloliexil) propano ou 1, 5-diamino-2-metilpentano.
[16] As poliamidas preferidas são a polihexametilenoadipamida, a polihexametilenosebaçamida e a policaprolactama e também copoliamidas 6/66, em particular que possuem uma proporção de 5 a 95 % em peso de unidades caprolactama.
[17] Outras poliamidas adequadas podem ser obtidas partindo de ω-aminoalquil nitrilas, por exemplo, aminocapronitrila (PA 6) e adipodinitrila com hexametilenodiamina (PA 66) por meio do que se conhece como polimerização direta na presença de água, por exemplo, como descrito na DE- Α 10313681, na ΕΡ-Α 1198491 e na EP 922065.
[18] Também pode ser feita menção a poliamidas que podem ser obtidas, para fins de exemplo, pela condensação de 1, 4-diaminobutano com ácido adípico a uma temperatura elevada (poliamida 4,6). Os processos de preparação para as poliamidas desta estrutura são descritos por meio de exemplo na EP-A 38 094, na EP-A 38 582 e na EP-A 39 524.
[19] Outros materiais adequados são as poliamidas que podem ser obtidas por co-polimerização de dois ou mais dos monômeros mencionados antes e misturas de duas ou mais poliamidas em qualquer porção de misturação desejada. Particular preferência é dada às misturas de poliamidas 66 com outras poliamidas e em particular às copoliamidas 6/66.
[20] Outras poliamidas que são particularmente vantajosas são copoliamidas semi-aromáticas, tais como PA 6/6T e PA 66/6T, em que o teor de triamina das mesmas é menor do que 0,5 % em peso, de preferência menor do que 0,3 % em peso (ver EP-A 299 444).
[21] Os processos descritos na EP-A 129 195 e na EP-A 129 196 podem ser usados para preparar as copoliamidas semi-aromáticas com baixo teor de triamina.
[22] A lista a seguir, que não é abrangente, compreende as poliamidas A) mencionadas e outras poliamidas A) para as finalidades da invenção e os monômeros presentes: Polímeros AB: PA 4 Pirrolidona PA 6 ε-Caprolactama PA 7 Etanolactama PA 8 Caprilolactama z PA 9 Acido 9-aminopelargônico X PA 11 Acido 11-Aminoundecanóico PA 12 Laurolactama Polímeros AA/BB: PA 46 Tetrametilenodiamina, ácido adípico PA 66 Hexametilenodiamina, ácido adípico PA 69 Hexametilenodiamina, ácido azeláico PA 610 Hexametilenodiamina, ácido sebácico PA 612 Hexametilenodiamina, ácido decanodicarboxílico PA 613 Hexametilenodiamina, ácido undecanodicarboxílico PA 1212 1, 12-Dododecanodiamina, ácido decanodicarboxílico PA 1313 1, 13-Diaminotridecano, ácido undecanodicarboxílico PA 6T Hexametilenodiamina, ácido tereftálico PA MXD6 m-Xililenodiamina, ácido adípico Polímeros AA/BB: PA 61 Hexametilenodiamina, ácido isoftálico PA 6-3-T Trimetilhexametilenodiamina, ácido tereftálico PA6/6T (ver PA 6 e PA 6T) PA 6/66 (ver PA 6 e PA 66) PA 6/12 (ver PA 6 e PA 12) PA 66/6/610 (ver PA 66, PA 6 e PA 610) PA 6I/6T (ver PA 61 e PA 6T) PA PACM 12 Diaminodiciclohexilmetano, laurolactama PA 6I/6T/PACM como PA 6I/6T + diaminodiciclohexilmetano PA 12/MACMI Laurolactama, dimetildiaminodiciclohexilmetano, ácido isoftálico PA 12/MACMTLaurolactam, dimetildiaminodiciclohexilmetano, ácido tereftálico PA PDA-T Fenilenodiamina, ácido tereftálico [23] De acordo com a invenção, os materiais de moldagem termoplásticos compreendem, como o componente B), desde 0,05 até 5 % em peso de pelo menos um homopolímero de polietilenoimina ou copolímero de polietilenoimina. A proporção de B) é de preferência de desde 0,1 até 3 % em peso e em particular desde 0,1 até 1 % em peso, baseado em A) a D).
[24] Para as finalidades da presente invenção, as polietilenoiminas são homo- ou co-polímeros, que podem ser obtidos para fins de exemplo pelo processo em Ullmann Electronic Release sob a palavra chave “Aziridine” ou de acordo com WO-A 94/12560.
[25] Os homopolímeros podem de modo geral ser obtidos pela polimerização de etileneimina (aziridina) em solução aquosa ou orgânica na presença de compostos que são clivados para fornecer ácidos ou de ácidos ou de ácidos de Lewis. Estes homopolímeros são polímeros ramificados que geralmente compreendem grupos amino primários, secundários e terciários em uma proporção de aproximadamente 30%:40%:30%.A distribuição dos grupos amino podem geralmente ser determinadas por espectroscopia 13C RMN. Esta é de preferência de 1/0,8/0,5 até 1/1,3/0,8, em particular de 1/1,1/0,8 até 1/1,2/0,8.
[26] Os co-monômeros usados são de preferência compostos que possuem pelo menos duas funções amino. Por meio de exemplo de comonômeros adequados, pode ser feita menção a alquilenodiaminas que possuem de 2 a 10 átomos de carbono no radical alquileno, de preferência etilenodiamina e propilenodiamine. Outros co-monômeros adequados são dietilenotriamina, trietilenotriamina, tetraetilenopentamina, dipropilenotriamina, tripropilenotetramina, dihexametilenotriamina, aminopropiletilenodiamina e bisaminopropiletilenodiamina.
[27] O peso molecular médio em peso (peso médio) de polietilenoiminas é usualmente de 100 a 3000000, de preferência de 800 a 2000000 (determinado por difusão da luz). O Mw preferido é de desde 900 até 50 000, em particular de desde 1100 até 25000.
[28] Outros compostos adequadas são polietilenoiminas reticuladas que podem ser obtidas por reação das polietilenoiminas com agentes reticulantes bi- ou polifuncionais que possuem, como grupo funcional, pelo menos uma unidade de halohidrina, uma unidade de glicidila, uma unidade de aziridina, uma unidade de isocianato ou um átomo de halogênio. Exemplos que podem ser mencionados são epicloridrina ou éteres de biscloridrina de polialquileno glicóis que possuem de 2 a 100 unidades de óxido de etileno e/ ou unidades de óxido de propileno e também os compostos relacionados na DE-A 19 93 17 20 e na US 4 144 123. Os processos para a produção de polietilenoiminas reticuladas são conhecidos inter alia pelos relatórios descritivos acima e também por EP-A 895 521 e EP-A 25 515.
[29] As polietilenoiminas enxertadas também são adequadas e os agentes de enxerto que podem ser usados compreendem qualquer um dos compostos que podem reagir com os grupos amino ou imino das polietilenoiminas. Os agentes de enxerto e os processos adequados para a produção de polietilenoiminas enxertadas são encontrados para fins de exemplo na EP-A 675 914.
[30] As polietilenoiminas similarmente adequadas para as finalidades da invenção são polímeros amidados, que podem ser obtidos usualmente pela reação de polietilenoiminas com ácidos carboxílicos, seus ésteres ou anidridos ou carboxamidas ou halogenetos de carbonila. Como uma função da proporção dos átomos de nitrogênio amidados na cadeia de polietilenoimina, os polímeros amidados podem ser reticulados usando-se os agentes reticulantes mencionados. E preferível que até 30 % das funções amino sejam amidados neste caso, para que haja suficientes átomos de nitrogênio primários e/ ou secundários disponíveis para uma reação de reticulação subsequente.
[31] Outros compostos adequados são polietilenoiminas alcoxiladas, que podem ser obtidas para fins de exemplo pela reação de polietilenoimina com óxido de etileno e/ ou com óxido de propileno. Estes polímeros alcoxilados também podem ser subsequentemente reticulados.
[32] Outras polietilenoiminas adequadas da invenção que podem ser mencionadas são polietilenoiminas que contêm grupos hidróxi e polietilenoiminas anfóteras (incorporação de grupos aniônicos) e também polietilenoiminas lipofílicas, que são geralmente obtidas por incorporação de radicais hidrocarbonetos de cadeia longa à cadeia do polímero. Os processos para a produção destas polietilenoiminas são conhecidos da pessoa perita na técnica e outros detalhes nesta conexão seriam portanto supérfluos.
[33] Os materiais de moldagem da invenção compreendem, como o componente C), desde 0,01 até 20 % em peso, de preferência desde 0,05 até 10 % em peso e em particular desde 0,1 até 5 % em peso, de pó de ferro.
[34] O ferro ocorre em algumas formas alotrópicas: 1. oc-Fe (ferrita) forma redes cúbicas espaciais centradas, pode ser magnetizada, dissolve uma pequena quantidade de carbono e ocorre em ferro puro até 928 °C. A 770 °C (temperatura de Curie) perde as suas propriedades magnéticas e se torna ferro paramagnético; o ferro na faixa de temperatura de 770 a 928 °C é também denominado β-Fe. À temperatura normal e a uma pressão de pelo menos 13 000 MPa, oc-Fe se torna o que é conhecido como ε-Fe com uma redução de desde aproximadamente 0,2 cm3/mol em volume, após o que a densidade aumenta de 7,85 até 9,1 (a 20 000 MPa). 2. γ-Fe (cf. austenita) forma redes cúbicas de face centradas, é não magnética, dissolve uma grande quantidade de carbono e pode ser observada somente na faixa de temperatura de 928 a 1398 °C. 3. δ-Fe, espacial centrada, existe a desde 1398 °C até o ponto de fusão de 1539 °C.
[35] O ferro metálico é geralmente branco prateado, densidade 7,874 (metal pesado), ponto de fusão 1539 °C, ponto de ebulição 2880 °C; calor especifico (de 18 a 100 °C) em torno de 0,5 g"1 K, resistência à tração de 220 a 280 N/mm2. Os valores se aplicam a ferro quimicamente puro.
[36] O ferro é obtido por redução de óxido de ferro por hidrogênio a baixa temperatura na forma de pó quimicamente puro, por decomposição térmica de ferro pentacarbonila como em Fe(CO)s —> Fe + 5 CO a desde 150 até 250 °C na forma de pó de grande pureza- ferro carbonila - ou por meio de eletrólise de solução de cloreto ferroso ou de solução de sulfato ferroso usando grafite insolúvel ou um anodo solúvel composto de folha de ferro ou de ferro fundido. A deposição da solução de sulfato ferroso acidificada com ácido sulfúrico, em catodos de mercúrio, seguida por refinação, pode fornecer ferro com 99,99 % de pureza. O ferro é produzido industrialmente por redução de minérios de ferro, de escória de ferro, de minérios que sofreram combustão ou por pó de chaminé de alto forno e por meio de re-fusão de escória e de ligas.
[37] O pó de ferro preferido C) possui um tamanho médio de partícula dso de no máximo 450 pm, em particular de 20 a 250 pm, muito particularmente de preferência de desde 30 até 100 pm (de acordo com ASTM D1921-89, método A).
[38] Estes produtos podem ser obtidos para fins de exemplo como SCM IronPowder A 131 da SCM Metal Products.
[39] Para se obter uma distribuição particularmente boa das partículas de ferro, pode ser usada uma mistura padrão com um polímero. Polímeros tais como poliolefinas, poliésteres ou poliamidas são adequados para esta finalidade e o polímero da mistura padrão neste caso é de preferência idêntico ao componente A). A proporção em peso do ferro no polímero é geralmente de desde 15 até 40 % em peso, de preferência de 20 a 30 % em peso.
[40] As composições adequadas para mistura padrão podem ser obtidas comercialmente, por exemplo, na forma de Shelfplus 02 2400 da Ciba Spezialitãtenchemie GmbH (concentração de 20 % da mistura padrão com polietileno, dso = 30 pm).
[41] Os materiais de moldagem da invenção podem compreender, como o componente D), até 70 % em peso, de preferência até 50 % em peso, de outros aditivos.
[42] Cargas fibrosas ou particuladas Dl) que podem ser mencionadas são fibras de carbono, fibras de vidro, contas de vidro, sílica amorfa, silicato de cálcio, metassilicato de cálcio, carbonato de magnésio, caulim, giz, quartzo em pó, mica, sulfato de bário e feldspato, usados em quantidades de desde 1 até 50 % em peso, em particular de 1 até 40 % em peso, de preferência de 10 a 40 % em peso.
[43] As cargas fibrosas preferidas que podem ser mencionadas são fibras de carbono, fibras aramida e fibras de titanato de potássio e particular de preferência é dada a fibras de vidro na forma de vidro E. estas podem ser usadas como filamentos ou nas formas comercialmente disponíveis de vidro cortado.
[44] As cargas fibrosas podem ter sido tratadas na superfície com um composto silano para melhorar a compatibilidade com o termoplástico.
[45] Os compostos silano adequadas possuem a fórmula geral: em que: n é um número inteiro de 2 a 10, de preferência de 3 a 4, m é um número inteiro de 1 a 5, de preferência de 1 a 2 e k é um número inteiro de 1 a 3, de preferência 1.
[46] Os compostos silano preferidos são aminopropiltrimetoxissilano, aminobutiltrimetoxissilano, aminopropiltrietoxissilano e aminobutiltrietoxissilano e também os silanos correspondentes que compreendem um grupo glicidila como substituinte X.
[47] As quantidades dos compostos silano geralmente usadas para revestimento de superfícies são desde 0,01 até 2 % em peso, de preferência desde 0,025 até 1,0 % em peso e em particular de desde 0,05 até 0,5 % em peso (baseado em E)).
[48] Também são adequadas cargas minerais aciculares.
[49] Para as finalidades da invenção, as cargas minerais aciculares são as cargas minerais com caráter acicular fortemente desenvolvido. Um exemplo é a volastonita acicular. O mineral de preferência possui uma proporção de L/D (comprimento para diâmetro) de desde 8:1 até 35:1, de preferência de desde 8:1 até 11:1. A carga mineral pode opcionalmente ter sido pré tratada com os compostos silano mencionados antes, porém o pré tratamento não é essencial.
[50] Outras cargas que podem ser mencionadas são caulim, caulim calcinado, volastonita, talco e giz e também nanocargas lamelares ou nanocargas aciculares, as quantidades destas de preferência sendo de 0,1 até 10 %. Os materiais preferidos para esta finalidade são boehmita, bentonita, montmorillonita, vermiculite, hectorita e laponita. As nanocargas lamelares são organicamente modificadas por processos da técnica anterior, para dotá-las de boa compatibilidade com o aglutinante orgânico. A adição das nanocargas lamelares ou aciculares aos nanocompósitos da invenção fornece um maior aumento na resistência mecânica.
[51] Os materiais de moldagem da invenção podem compreender, como o componente D2), desde 0,05 até 3 % em peso, de preferência desde 0,1 até 1,5 % em peso e em particular desde 0,1 até 1 % em peso, de um lubrificante.
[52] E dada preferência aos sais de Al, de metal alcalino ou de metal alcalino-terroso ou a ésteres ou amidas de ácidos graxos que possuem de 10 a 44 átomos de carbono, de preferência que possuem de 14 a 44 átomos de carbono.
[53] Os íons de metal são de preferência de metal alcalino-terroso e de Al, particular preferência sendo dada a Ca ou Mg.
[54] Os sais de metal preferidos são estearato de Ca e montanato de Ca e também estearato de Al.
[55] Também é possível usar uma mistura de vários sais, em qualquer proporção de misturação desejada.
[56] Os ácidos carboxílicos podem ser monobásicos ou dibásicos. Exemplos que podem ser mencionados são ácido pelargônico, ácido palmítico, ácido láurico, ácido margárico, ácido dodecanodióico, ácido behênico e particularmente de preferência ácido esteárico, ácido cáprico e também ácido montânico (a mistura de ácidos graxos que possui de 30 a 40 átomos de carbono).
[57] Os ácidos alifáticos podem ser monohídricos a tetrahídricos. Exemplos de álcoois são n-butanol ou n-octanol, álcool estearílico, etileno glicol, propileno glicol, neopentil glicol, pentaeritritol, sendo dada preferência a glicerol e pentaeritritol.
[58] As aminas alifáticas podem ser mono- a tribásicas. Exemplos destas são estearilamina, etilenodiamina, propilenodiamine, hexametilenodiamina, di (6-aminohexil) amina, particular preferência sendo dada a etilenodiamina e hexametilenodiamina. Os ésteres ou amidas preferidas são correspondentemente diestearato de glicerol, triestearato de glicerol, diestearato de etilenodiamina, monopalmitato de glicerol, trilaurato de glicerol, monobehenato de glicerol e tetraestearato de pentaeritritol.
[59] Também é possível usar uma mistura de vários ésteres ou amidas ou de ésteres com amidas em combinação, em qualquer proporção de misturação desejada.
[60] Os materiais de moldagem da invenção podem compreender, como componenteD3), desde 0,05 até 3 % em peso, de preferência desde 0,1 até 1,5 % em peso e em particular de desde 0,1 até 1 % em peso de um estabilizador de Cu, de preferência de um halogeneto de Cu (I), em particular em uma mistura com um halogeneto de metal alcalino, de preferência Kl, em particular em uma proporção de 1:4 ou de um fenol impedido estericamente ou uma mistura dos mesmos.
[61] Os sais preferidos de cobre monovalente usados são acetato cuproso, cloreto cuproso, brometo cuproso e iodeto cuproso. Os materiais compreendem estes em quantidades de desde 5 até 500 ppm de cobre, de preferência de desde 10 até 250 ppm, baseado em poliamida.
[62] As propriedades vantajosas são em particular obtidas se o cobre estiver presente com distribuição molecular na poliamida. Isto é conseguido se o concentrado que compreende poliamida e que compreende um sal de cobre monovalente e que compreende um halogeneto de metal alcalino na forma de uma solução homogênea é adicionada à composição para moldagem. Para fins de exemplo, um concentrado típico é composto de desde 79 até 95 % em peso de poliamida e desde 21 até 5 % em peso de uma mistura composta de iodeto de cobre ou de brometo de cobre e iodeto de potássio. A concentração de cobre na solução sólida homogênea é de preferência de desde 0,3 até 3 % em peso, em particular de desde 0,5 até 2 % em peso, baseado no peso total da solução e a proporção molar de iodeto cuproso para iodeto de potássio é de desde 1 até 11,5, de preferência de desde 1 até 5.
[63] As poliamidas adequadas para o concentrado são homopoliamidas e copoliamidas, em particular, poliamida 6 e poliamida 6.6.
[64] Os fenóis impedidos estericamente adequados D3) são em princípio qualquer um dos compostos que possua uma estrutura fenólica e que possua pelo menos um grupo volumoso sobre o anel fenólico.
[65] Para fins de exemplo, podem ser usados os compostos de fórmula em que: R1 e R2 são um grupo alquila, um grupo alquila substituído ou um grupo triazol substituído, em que os radicais R1 e R2 podem ser idênticos ou diferentes e R3 é um grupo alquila, um grupo alquila substituído, um grupo alcóxi ou um grupo amino substituído.
[66] Os antioxidantes do tipo mencionado são descritos para fins de exemplo na DE-A 27 02 661 (US-A 4 360 617).
[67] Outro grupo de fenóis impedidos estericamente preferidos é daqueles derivados de ácidos benzenocarboxílicos substituídos, em particular de ácidos benzenopropiônicos substituídos.
[68] Os compostos particularmente preferidos desta classe são os compostos de fórmula em que R4, R5, R7 e R8, independentemente um do outro, são grupos Ci-Cg-alquila que podem eles mesmo ter substituição (pelo menos um destes sendo um grupo volumoso) e R6 é um radical alifático divalente que possui de 1 a 10 átomos de carbono e cuja cadeia principal também pode ter ligações C-O.
[69] Os compostos preferidos correspondentes a estas fórmulas são (Irganox® 245 da Ciba-Geigy) (Irganox® 259 da Ciba-Geigy) [70] Todos os exemplos precisariam ser mencionados como exemplos de fenóis impedidos estericamente: [71] 2, 2’-metilenobis (4-metil-6-tert-butilfenol), bis [3-(3, 5-di- tert-butil-4-hidroxifenil) propionato] de 1, 6-hexanodiol, tetrakis [3-(3, 5-di-tert-butil-4 hidroxifenil) propionato] de pentaeritritila, 3, 5-di-tert-butil-4-hidroxibenzilfosfonato de diestearila, 3, 5-di-tert-butil-4-hidroxihidro-cinamato de 2, 6, 7-trioxa-l-fosfabiciclo [2.2.2] oct-4-ilmetila, 3, 5-di-tert-butil-4-hidroxifenil-3, 5-diesteariltiotriazilamina, 2-(2’-hidróxi-3’-hidróxi-3 ’ ,5 ’ -di-tert-butilfenil)-5-clorobenzotriazol, 2, 6-di-tert-butil-4- hidroximetilfenol, 1, 3, 5-trimetil-2, 4, 6-tris (3, 5-di-tert-butil-4-hidróxi-benzil) benzeno, 4, 4’-metilenobis (2, 6-di-tert-butilfenol), 3, 5-di-tert-butil-4-hidroxibenzildimetilamina.
[72] Os compostos que foram provados ser particularmente eficazes e que são portanto usados com preferência são 2, 2’-metilenobis (4-metil-6-tert-butilfenol), bis (3, 5-di-tert-butil-4-hidroxifenil] propionato de 1, 6-hexanodiol (Irganox® 259), tetrakis [3-(3, 5-di-tert-butil-4-hidroxifenil) propionato] de pentaeritritila e também N, N’-hexametileneobis-3, 5-di-tert-butil-4-hidroxihidrocinamida (Irganox® 1098) e o produto Irganox® 245 descrito acima da Ciba Geigy, que possui particularmente boa adequabilidade.
[73] A quantidade compreendida dos antioxidantes D), que podem ser usados individualmente ou como uma mistura, é de desde 0,05 até 3 % em peso, de preferência de desde 0,1 até 1,5 % em peso, em particular de desde 0,1 até 1 % em peso, baseado no peso total dos materiais de moldagem A) a D).
[74] Em alguns casos, os fenóis impedidos estericamente que não possuam mais do que um grupo impedido estericamente em posição orto em relação ao grupo de hidroxila fenólica provaram ser particularmente vantajosos, em particular quando avaliam durabilidade de cor em armazenagem em luz difusa durante períodos relativamente longos.
[75] Os materiais de moldagem da invenção podem compreender, como componente D4), desde 0,05 até 5 % em peso, de preferência de desde 0,1 até 2 % em peso e em particular de desde 0,25 até 1 % em peso, de uma nigrosina.
[76] As nigrosinas são geralmente várias modalidades (solúveis em água, solúveis em gordura, solúveis em petróleo) de um grupo de corantes de fenazina negro ou cinzento (corantes de azina) relacionados às indulinas e usados em tingimento de lã, em estamparia em lã, em tingimento de negro em seda, para colorir couro, polimentos de calçados, de vernizes, de plásticos de lacas de estufa, de tintas e similares e também como corantes para microscopia.
[77] As nigrosinas são obtidas industrialmente por aquecimento de nitrobenzeno, anilina e cloridrato de anilina com ferro metálico e FeCl·, (nome do Latim: niger = preto).
[78] O Componente D4) pode ser usado na forma de base livre ou então na forma de sal (por exemplo, cloridrato).
[79] Outros detalhes referentes às nigrosinas são encontrados para fins de exemplo no Lexikon Rõmpp eletrônico Online [Rõmpp’s On-line Encyclopedia], Versão 2.8, Thieme-Verlag Stuttgart, 2006, palavra-chave “Nigrosin”.
[80] Exemplos de outros aditivos D) convencionais são quantidades de até 25 % em peso, de preferência de até 20 % em peso, de polímeros elastoméricos (frequentemente também denominados modificadores de impacto, elastômeros ou borrachas).
[81] Estes são muito geralmente co-polímeros de preferência compreendidos de pelo menos dois dos seguintes monômeros: etileno, propileno, butadieno, isobuteno, isopreno, cloropreno, acetato de vinila, estireno, acrilonitrila e acrilatos e/ ou metacrilatos que possuam de 1 a 18 átomos de carbono no componente álcool.
[82] Os polímeros deste tipo são descritos, por exemplo, em Houben-Weyl, Methoden der organischen Chemie, Vol. 14/1 (Georg-Thieme-Verlag, Stuttgart, Alemanha, 1961), páginas 392-406 e na monografia por C.B. Bucknall, “Toughened Plastics” (Applied Science Publishers, Londres, UK, 1977).
[83] São descritos a seguir alguns tipos preferidos de tais elastômeros.
[84] Os tipos preferidos de tais elastômeros são aqueles conhecidos como borrachas de etileno-propileno (EPM) e etileno-propileno-dieno (EPDM).
[85] As borrachas de EPM geralmente não possuem praticamente duplas ligações residuais, ao passo que as borrachas de EPDM podem ter de 1 a 20 duplas ligações por 100 átomos de carbono.
[86] Exemplos que podem ser mencionados de monômeros de dieno para as borrachas de EPDM são dienos conjugados, tais como isopreno e butadieno, dienos não conjugados que possuem de 5 a 25 átomos de carbono, tais como 1, 4-pentadieno, 1, 4-hexadieno, 1, 5-hexadieno, 2, 5-dimetil-1, 5-hexadieno e 1, 4-octadieno, dienos cíclicos, tais como ciclopentadieno, ciclohexadienos, ciclooctadienos e diciclopentadieno e também alquenilnorbornenos, tais como 5-etilideno-2-norborneno, 5-butilideno-2-norborneno, 2-metalil-5- norborneno e 2-isopropenil-5- norborneno e triciclodienos, tal como 3-metiltriciclo [5.2.1.02,6]-3, 8- X decadieno e misturas destes. E dada preferência a 1, 5-hexadieno, 5-etilidenenorborneno e diciclopentadieno. O teor de dieno das borrachas de EPDM é de preferência de desde 0,5 até 50 % em peso, em particular de desde 1 até 8 % em peso, baseado no peso total da borracha.
[87] As borrachas de EPM e EPDM podem de preferência também ter sido enxertadas com ácidos carboxílicos reativos ou com derivados das mesmas. Exemplos destes são ácido acrílico, ácido metacrílico e derivados dos mesmos, por exemplo, (met) acrilato de glicidila e também anidrido maléico.
[88] Os copolímeros de etileno com ácido acrílico e/ ou ácido metacrílico e/ ou com os ésteres destes ácidos são outro grupo de borrachas preferidas. As borrachas também podem compreender ácidos dicarboxílicos, tais como ácido maléico e ácido fumárico ou derivados destes ácidos, por exemplo, ésteres e anidridos e/ ou monômeros que compreendem grupos epóxi. Estes monômeros que compreendem derivados de ácido dicarboxílico ou que compreendem grupos epóxi são de preferência incorporados à borracha por adição à mistura de monômeros que compreendem grupos ácido dicarboxílico e/ ou grupos epóxi e que possuem as fórmulas gerais I, II, III ou IV em que R1 a R9 são hidrogênio ou grupos alquila que possuem de 1 a 6 átomos de carbono e m é um número inteiro de 0 a 20, g é um número inteiro deOalOepé um número inteiro de 0 a 5.
[89] R1 a R9 são de preferência hidrogênio, em que méOoulegé 1. Os compostos correspondentes são ácido maléico, ácido fumárico, anidrido maléico, alil glicidil éter e vinil glicidil éter.
[90] Os compostos de fórmulas I, II e IV preferidos são ácido maléico, anidrido maléico e (met) acrilatos que compreendem grupos epóxi, tais como acrilato de glicidila e de metacrilato de glicidila e os ésteres com álcoois terciários, tal como acrilato de tert-butila. Embora este último não possua grupos carbóxi livres, o seu comportamento se aproxima do comportamento dos ácidos livres e eles são portanto denominados monômeros com grupos carbóxi latentes.
[91] Os copolímeros são vantajosamente compostos de 50 a 98 % em peso de etileno, de 0,1 até 20 % em peso de monômeros que compreendem grupos epóxi e/ ou ácido metacrílico e/ ou monômeros que compreendem grupos anidridos, a quantidade restante sendo de (met) acrilatos.
[92] Particular preferência é dada aos copolímeros compostos de desde 50 até 98 % em peso, em particular de desde 55 até 95 % em peso, de etileno, desde 0,1 até 40 % em peso, em particular de desde 0,3 até 20 % em peso, de acrilato de glicidila e/ ou metacrilato de glicidila, ácido (met) acrílico e/ ou anidrido maléico e desde 1 até 45 % em peso, em particular de 5 até 40 % em peso, de acrilato de n-butila e/ ou de acrilato de 2-etilhexila.
[93] Outros (met) acrilatos preferidos são os metil, etil, propil, isobutil e tert-butil ésteres.
[94] Além destes, os co-monômeros que podem ser usados são vinil ésteres e vinil éteres.
[95] Os copolímeros de etileno descritos acima podem ser preparados por processos por si conhecidos, de preferência por copolimerização desordenada a alta pressão e temperatura elevada. Processos apropriados são bem conhecidos.
[96] Outros elastômeros preferidos são polímeros em emulsão cuja preparação é descrita, por exemplo, por Blackley na monografia “Emulsion Polymerization”. Os emulsificantes e os catalisadores que podem ser usados são por si conhecidos.
[97] Em princípio é possível usar elastômeros estruturados homogeneamente ou então com uma estrutura de carcaça. A estrutura do tipo carcaça é determinada pela sequência de adição dos monômeros individuais. A morfologia dos polímeros também é afetada por sequência de adição.
[98] Os monômeros que podem ser aqui mencionados, simplesmente como exemplos, para a preparação da fração de borracha dos elastômeros são acrilatos, tais como acrilato de n-butila e acrilato de 2-etilhexila, metacrilatos correspondentes, butadieno e isopreno e também misturas dos mesmos. Estes monômeros podem ser co-polimerizados com outros monômeros, tais como estireno, acrilonitrila, vinil éteres e com outros acrilatos ou metacrilatos, tais como metacrilato de metila, acrilato de metila, acrilato de etila ou acrilato de propila.
[99] A fase mole ou de borracha (com uma temperatura de transição vítrea abaixo de 0°C) dos elastômeros pode ser o núcleo, o envoltório externo ou uma carcaça intermediária (no caso de elastômeros cuja estrutura possui mais do que duas carcaças). Os elastômeros que possuem mais do que uma carcaça também podem possuir mais do que uma carcaça composta de uma fase de borracha.
[100] Se forem envolvidos um ou mais componentes duros (com temperaturas de transição vítrea acima de 20 °C), além da fase de borracha, na estrutura do elastômero, estes são geralmente preparados por polimerização, como principais monômeros, estireno, acrilonitrila, metacrilonitrila, oc-metilestireno, p-metilestireno ou acrilatos ou metacrilatos, tais como acrilato de metila, acrilato de etila ou metacrilato de metila. Além destes, também é possível usar proporções relativamente pequenas de outros comonômeros.
[101] Foi provado ser vantajoso em alguns casos usar polímeros em emulsão que possuam grupos reativos em suas superfícies. Exemplos de grupos deste tipo são grupos epóxi, carbóxi, carbóxi latente amino e amida e também grupos funcionais que podem ser introduzidos por uso concomitante de monômeros de fórmula geral em que os substituintes podem ser definidos como a seguir: R10 é hidrogênio ou um grupo Ci-C4-alquila, R11 é hidrogênio, um grupo Ci-Cg-alquila ou um arila, em particular fenila, R12 é hidrogênio, um grupo Ci-Cio-alquila, um grupo Có-Cn- arila ou -OR13, R13 é um grupo Ci-Cg-alquila ou um grupo Có-Cn-arila, que podem opcionalmente ter substituição por grupos que compreendem O ou por grupos que compreendem N, X é uma ligação química, um grupo Ci-Cio-alquileno ou um grupo Có-Cn-arileno ou Y éO-ZouNH-Ze Z é um grupo Ci-Cio-alquileno ou um grupo Có-Cn-arileno.
[102] Os monômeros para enxerto descritos na EP-A 208 187 também são adequados para introduzir grupos reativos na superfície.
[103] Outros exemplos que podem ser mencionados são acrilamida, metacrilamida e acrilatos ou metacrilatos substituídos, tais como metacrilato de (N-tert-butilamino) etila, acrilato de (N, N-dimetilamino) etila, acrilato de (N, N-dimetilamino) metila e acrilato de (N, N-dietilamino) etila.
[104] As partículas da fase de borracha também podem ter sido reticuladas. Exemplos de monômeros reticulantes são 1, 3-butadieno, divinilbenzeno, ftalato de dialila e acrilato de dihidrodiciclopentadienila e também os compostos descritos na EP-A 50 265.
[105] Também é possível usar os monômeros conhecidos como monômeros de ligação para enxerto, isto é, monômeros que possuem duas ou mais duplas ligações polimerizáveis que reagem a velocidades diferentes durante a polimerização. É dada preferência ao uso de compostos deste tipo em que pelo menos um grupo reativo polimeriza em torno da mesma velocidade que os outros monômeros, ao passo que o outro grupo reativo (ou grupos reativos), por exemplo, polimeriza-se significativamente mais lentamente. As diferentes velocidades de polimerização dão origem a uma certa proporção de duplas ligações insaturadas na borracha. Se outra fase for então enxertada sobre uma borracha deste tipo, pelo menos algumas das duplas ligações presentes na borracha reagem com os monômeros para enxerto para formar ligações químicas, isto é, a fase enxertada possui pelo menos algum grau de ligação química com a base para enxerto.
[106] Exemplos de monômeros de ligação para enxerto deste tipo são monômeros que compreendem grupos alila, em particular alil ésteres de ácidos carboxílicos etilenicamente insaturados, por exemplo, acrilato de alila, metacrilato de alila, maleato de alila, fumarato de alila e itaconato de alila e os compostos de monoalila correspondentes destes ácidos dicarboxílicos. Além destes há uma ampla variedade de outros monômeros de ligação para enxerto adequados. Para mais detalhes pode ser feita referência aqui, por exemplo, à US-A 4 148 846.
[107] A proporção destes monômeros reticulantes no polímero modificador de impacto é geralmente de até 5 % em peso, de preferência não mais do que 3 % em peso, baseado no polímero modificador de impacto.
[108] Alguns polímeros em emulsão preferidos estão relacionados a seguir. Pode ser feita menção primeiro neste caso a polímeros para enxerto com um núcleo e com pelo menos uma carcaça externa e que posue a seguinte estrutura: [109] Em vez de polímeros para enxerto cuja estrutura possui mais do que uma carcaça, também é possível usar elastômeros homogêneos, isto é, de uma única carcaça, compostos de 1, 3-butadieno, isopreno e acrilato de n-butila ou de copolímeros dos mesmos. Estes produtos, também, podem ser preparados por uso concomitante de monômeros reticulantes ou de monômeros que possuem grupos reativos.
[110] Exemplos de polímeros em emulsão preferidos são copolímeros de acrilato de n-butila - ácido (met) acrílico, acrilato de n-butila -acrilato de glicidila ou acrilato de n-butila - metacrilato de glicidila, polímeros para enxerto com um núcleo interno composto de acrilato de n-butila ou baseado em butadieno e com um envoltório externo composto dos copolímeros mencionados antes e copolímeros de etileno com comonômeros que forneçam grupos reativos.
[111] Os elastômeros descritos também podem ser produzidos por outros processos convencionais, por exemplo, por polimerização em suspensão.
[112] As borrachas de silicone, como descritas em DE-A 37 25 576, EP-A 235 690, DE-A 38 00 603 e EP-A 319 290, são similarmente preferidas.
[113] Evidentemente, também é possível usar uma mistura dos tipos de borracha relacionados acima.
[114] Os materiais de moldagem termoplásticos da invenção podem compreender, como componente D), auxiliares de processamento convencionais, tais como estabilizadores, retardadores de oxidação, agentes para evita a decomposição pelo calor e a decomposição pela luz ultravioleta, lubrificantes e agentes para liberação de molde, colorantes, tais como corantes e pigmentos, agentes de nucleação, plastificantes, retardadores de chama etc.
[115] Exemplos que podem ser mencionados de retardadores de oxidação e estabilizadores térmicos são fenóis impedidos estericamente e/ ou fosfitos e aminas (por exemplo, TAD), hidiroquinionas, aminas aromáticas secundárias, tais como difenilaminas, vários representativos substituídos destes grupos e misturas dos mesmos, em concentrações de até 1 % em peso, baseado no peso dos materiais de moldagem termoplásticos.
[116] Os estabilizadores para UV que podem ser mencionados, estes geralmente que são usados em quantidades de até 2 % em peso, baseado na composição para moldagem, são vários resorcinóis substituídos, salicilatos, benzotriazóis e benzofenonas.
[117] Os colorantes que podem ser adicionados são pigmentos inorgânicos, tais como dióxido de titânio, azul ultramarinho, óxido de ferro e negro de fumo e também pigmentos orgânicos, tais como ftalocianinas, quinacridonas, perilenos e também corantes, tais como antraquinonas.
[118] Os agentes de nucleação que são usados são fenilfosfinato de sódio, óxido de alumínio, dióxido de silício e também de preferência talco.
[119] Os materiais de moldagem termoplásticos da invenção podem ser produzidas por processos por si conhecidos, por misturação dos componentes de partida em aparelhagens convencionais para misturação, tais como extrusoras à base de roscas, misturadores de Brabender ou misturadores de Banbury e então extrusão das mesmas. O extrusado pode ser resfriador e moído. Também é possível pré misturar os componentes individuais e então adicionar os materiais de partida restantes individualmente e/ ou similarmente na forma misturada. As temperaturas de misturação são geralmente de desde 230 até 320 °C.
[120] Em outro modo de operação preferido, os componentes B) a C) e também opcionalmente D), podem ser misturados, compostos e pelotizados com um pré polímero. As pelotas resultantes são então condensadas continuamente ou em batelada sob um gás inerte a uma temperatura abaixo do ponto de fusão do componente A) até ser conseguida a viscosidade desejada.
[121] Os materiais de moldagem termoplásticos da invenção apresentam boa processabilidade juntamente com boas propriedades mecânicas e também uma resistência à linha de soldagem acentuadamente melhorada e estabilidade térmica.
[122] Estes materiais são adequadas para a produção de fibras, de filmes e de corpos moldados de qualquer tipo. Alguns exemplos são mencionados a seguir: coberturas para cabeçote de cilindro, coberturas para motocicletas, tubos de admissão, tampas de resfriador de carga-ar, conectores de plugue, rodas dentadas, rodas de soprador, tanques para resfriamento de água.
[123] Poliamidas de escoamento aprimorado podem ser usadas no setor elétrico e eletrônico para plugues, peças de plugue, conectores de plugue, componentes de cabo-arreio, montagens de circuito, componentes de montagem de circuito, montagens de circuito moldadas tridimensionalmente por injeção, conectores elétricos e componentes mecatrônicos.
[124] Possíveis usos em interiores de automóveis são para painéis, interruptores para coluna de direção, componentes de assentos, encostos para a cabeça, consoles centrais, componente de caixa de mudança e módulos para portas e possíveis usos em exteriores para automóveis são para maçanetas de portas, componentes de espelhos externos, componentes de limpadores de pára-brisas, carcaças protetoras para limpador de pára-brisas, grades de ferro, trilhos para teto, molduras para tetos solares, coberturas para motores, coberturas para cabeçote de cilindro, tubos de admissão (em particular tubulações de admissão, limpadores de pára-brisas e também componentes externos para carroceria.
[125] Possíveis usos de poliamidas com fluxo aprimorado no setor de cozinha e doméstico são para a produção de componentes para dispositivos de cozinhas, por exemplo, fritadeiras, ferros de passar, botões e também aplicações no setor de jardinagem e de lazer, por exemplo, componentes para sistemas de irrigação ou dispositivos para jardim e maçanetas.
Exemplos [126] Foram usados os seguintes componentes: Componente A/l [127] Poliamida 6 (policaprolactama) com viscosidade intrínseca IV de 148 ml/g, medida na forma de solução a 0,5% em peso de concentração em ácido sulfúrico a 96 % em peso de concentração em ácido sulfúrico a 25 °C para ISO 307. (foi usado Ultramid® A27 da BASF SE.) Componente A/2 [128] PA 6/66 (80:20) com IV de 176 ml/g (Ultramid® C31-01) Componente B) Polietilenoimina [129] Lupasol® = marca comercial registrada da BASF SE
[130] A proporção de aminas primárias/secundárias/terciárias foi determinada por espectroscopia 13C RMN.
Componente C) [131] Shelfplus 02 2400 da Ciba Spezialitãtenchemie GmbH (concentração de 20 % de mistura padrão de Fe em pó em polietileno, dso = 30 pm).
Componente D/l [132] Fibras de vidro Componente D/2 [133] Montanato de cálcio Componente D/3 [134] CuEKi em uma proporção de 1:4 (20 % de mistura padrão em PA 6) Componente D/4 [135] 40 % % de mistura padrão em PA6 com nigrosina Componente D/5 [136] Copolímero de etileno-propileno, 0,75 % em peso MA-enxertado [137] (MFR: (2,16 kg/230 °C) 3 g/10 minutos ASTM D1238 [138] Os materiais de moldagem foram produzidas em um ZSK 30 com uma circulação de material de 10 kg/h e com um perfil de temperatura plano em torno de 260 °C.
[139] Foram realizados os seguintes testes: Teste de tração ISO 527, propriedades mecânicas antes e depois do envelhecimento térmico a desde 160 até 210 °C em um forno de convecção IV: c = 5 gl/1 em concentração de ácido sulfúrico de 96 % para ISO 307 MVR: 275 °C, 5 kg, 4 min para ISO 1133 Espiral de fluxo: 280 °C/70 °C, 1000 bar, 2 mm.
[140] A resistência ao impacto ak (sem entalhe) foi determinada a 23 °C paralSO 179-2/leU.
[141] As constituições dos materiais de moldagem e os resultados dos testes são encontradas nas tabelas 1 a 4.
Tabela 1 Tabela 2 Propriedades mecânicas depois do envelhecimento térmico a 160 °C
Tabela 3 Propriedades mecânicas depois de envelhecimento térmico a 200 °C
Tabela 4 Propriedades mecânicas depois de envelhecimento térmico a 210°C
REIVINDICAÇÕES

Claims (9)

1. Material de moldagem termoplástico, caracterizado pelo fato de que compreende A) desde 10 até 99,94 % em peso de uma poliamida, B) desde 0,05 até 5 % em peso de um homopolímero de polietilenoimina com uma relação de grupos amino primário, secundário, terciário de 1/0,91/0,64 e um peso molecular médio Mw de 1300, C) desde 0,01 até 20 % em peso de pó de ferro, D) desde 0 até 70 % em peso de outros aditivos, em que o total das percentagens em peso de A) a D) é de 100 % em peso.
2. Material de moldagem termoplástico de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende como componente Dl), desde 1 até 45 % em peso de um aditivo fibroso ou particulado.
3. Material de moldagem termoplástico de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que compreende como componente D2), desde 0,05 até 3 % em peso de um lubrificante.
4. Material de moldagem termoplástico de acordo com as reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que compreende como componente D3), desde 0,05 até 3 % em peso de um estabilizador que contém cobre ou de um fenol impedido estericamente ou misturas dos mesmos.
5. Material de moldagem termoplástico de acordo com as reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que compreende como componente D4), desde 0,05 até 10 % em peso de nigrosina.
6. Material de moldagem termoplástico de acordo com as reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o componente A) é composto de uma poliamida 66 ou uma mistura composta de poliamida 66 com uma outra poliamida.
7. Material de moldagem termoplástico de acordo com as reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que o tamanho médio da partícula dso de componente C) é no máximo de 450 pm (de acordo com ASTM D 1921-89, método A).
8. Uso de materiais de moldagem termoplásticos como definidos nas reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de ser para a produção de fibras, de folhas e de corpos moldados de qualquer tipo.
9. Fibras, folhas ou corpo moldado de qualquer tipo, caracterizadas(os) pelo fato de que podem ser obtidas(os) partindo dos materiais de moldagem termoplásticos como definidos nas reivindicações 1 a 7.
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