BRPI0923259A2 - coluna de direção para um veículo automotor - Google Patents
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Abstract
COLUNA DE DIREÇÃO PARA UM VEÍCULO AUTOMOTOR.
Uma coluna de direção regulável para um veículo automotor compreende uma peça de montagem (1) que pode ser fixada na carroceria do veículo automotor, e uma peça de ajuste (2) regulável em relação à peça de montagem (1) que aloja de modo giratório, um segmento da rosca sem-fim da haste de direção (4), que se liga a uma extremidade da rosca sem-fim da haste de direção (4) no lado do volante (5), a qual, durante a ajusta-gem da peça de ajuste (2) em relação à peça de montagem (1) pode ser ajustada entre uma primeira posição final e uma segunda posição final ao Iongo de um curso de ajuste. Ao longo de pelo menos uma parte do curso de ajuste ocorre de modo acoplado um ajuste da extremidade no lado do volante (5) na direção (8) do ajuste de comprimento da coluna de direção, e na direção (9) do ajuste de altura ou de inclinação da coluna de direção. Na peça de ajuste (2) ou na peça de montagem (1) é retido um pino de guia dianteiro (10) que engrena em pelo menos um furo oblongo dianteiro (12) previsto na outra dessas duas peças (1, 2). Na peça de ajuste (2) ou na peça de montagem (1) é retido um pino de guia traseiro (11) que apresenta uma distância maior do que o outro pino de guia (10) da extremidade no lado do volante (5) da rosca sem-fim da haste de direção (4), e que engrena em pelo menos um furo oblongo traseiro (13) previsto na outra dessas duas peças (1, 2), cujo percurso no que se refere à sua curvatura e/ou a direção da sua extensão é diferente pelo menos ao longo de um segmento da sua extensão do respectivo percurso do pelo menos um furo oblongo dianteiro (12) .
Description
W m ! Relatório descritivo da patente de invenção: ! "COLUNA DE DIREÇÃO PARA UM VEÍCULO AUTOMOTOR".
A presente invenção refere-se a uina coluna de direção 5 reguláGel para um automóvel, com uma peça de montagem que 0 pode sjer fixada na carroceria do automóvel, e uma peça de ajuste! que pode ser ajustada em relação à peça de inontagem, que aloja de ínodo giratório um segmento da rosca sern-fim da haste de direção o qual se conecta a uma extremidade no 1 10 lado do volante da rosca sern-fim da haste de direção, que na ajustagem da peça de ajuste pode ser ajustada através de um' percurso de ajuste erri relação à peça de montagem entre uma primeira posição final e uina segunda posição finalj sendo que ao longo de pelo menos uma parte do 15 percutlso de ajuste acontece de maneira acoplada em uma direç4o um ajuste da extremidade no lado do volante um ajusti do comprimento da coluna da direção, e em uma direçio um ajuste da altura ou da inclinação da coIuna da \ direçâo, e que na peça de ajuste ou na peça de montagem é 20 retidi um pino de guia dianteiro que engrena em pelo rrtenos um futo alongado previsto na outra dessas duas peças.
Òolunas da direção reguláveis são conhecidas em diverjas formas de execução. A ajustabilidade da coluna da direçào a fim de regular a posição do volante é uma função 25 de coKforto para o motorista.
q 2/28 .
° Áiém de colunas da di.reção reguláveis apenas no comprifnento e reguláveis apenas na inclinação ou altura tambérç são conhecidas colunas da direçào reguláveis tanto no corçprimento como também na altura ou na inclinação.
5 Cbiunas da direção reguláveis tanto no comprimento como taIrbém na inclinação ou altura são reveladas, por exemplo, no documento EP 1 364 856 A1. Um pino de aperto de urri diispositivo de imobilização com o qual a posição regulada da coluna da direção pode ser fixada, atravessa 10 furos joblongos que se cruzam mutuamente em uma peça de lt montag|eIrL fixa no chassi e em uma peça de ajuste para o ajustei da posição da coluna da direção regulável em relação à ínesnja, peça de ajuste esta que apóia de modo giratório um
L segmerjto da rosca sem-fim da haste de direção. No ajuste da 15 inc1irjação ou da altura o pino de aperto é deslocado na direçFo da extensão dos furos oblongos, sendo que a peça de 1 l ajust1 gira em torno de um pino de eixo que é mais afastado da extiremidade no lado do volante da rosca sem-fim da haste de di]t!eção do que o pino de aperto. A fim de possibilitar 20 um aj)ste de comprimento da rosca sern-fim da haste de direção, o pino de eixo fixo no chassi é guiado de modo des1o)ável dentro de furos oblongos da peça de ajuste que se esGendem paralelamente ao eixo da rosca sem-fim da haste de diieção e se encontram paralelamente aos furos oblongos 25 que sào atravessados pelo pino de aperto e servem para o u
W ajuste! longitudinal na peça de ajuste. q ajuste do compriPento e da inclinação ou da altura, no caso, pode ser feita jindependentemente urrí do outro.
Úina construção semelhante também é conhecida do 5 documejnto US 6 189 405 Bl, sendo que nesse caso o pino mais afastÁdo da extremidade no lado do volante é guiado de modo deslo:ável tanto em furos oblongos que vão paralelamente ao eixo jongitudinal da rosca sem-fim da haste de direção da peça (ie ajuste e tarribém em furos oblongos que se estendem
P 10 formarjdo uín ângulo reto com esta na peça de montagem fixa no chbssi. Este pino é urrí pino de aperto de um outro dispoQitivo de iínobilização que é acoplado ao dispositivo l de imÇbilização, de onde o pino de aperto que se encontra mais jara o lado do volante é uma parte integrante. Devido 15 a está construção bastante complexa surgem possibilidades de re:u1agem adicionais para. o volante.
:os documentos EP 0 671 308 Bl e EP 0 440 698 Bl são conhe(idas as chamadas colunas da direção "head tilt". O pino jxial, ao redor do qual gira o eixo de rotação da 20 regu1áção de altura ou da inclinação, no caso, encontra-se mais ílerto da ex"tremidade no lado do volante do que o pino i de apêrto, fazendo corn que surja uma grande área de ajuste para á regulação de altura ou inclinação. Em virtude disso, o voiánte pode ser girado para ciina durante o einbarque e 25 deseId)arque do carro. O plano, onde se encontra o volante, t
.
4/28 ! - - aiterá-se no ajuste da altura ou da inclinação devido à proxididade do eixo de rotação ein direção ao volante.
I Úma coluna da direção parecida é revelada também no docujnto ep 121 506 Bl. A peça de montagem fixa ao chassi, 5 no cabo, porém apresenta uma abertura maior para a janela onde C) pino de aperto pode ser movido livremente, a fim de reaiiiar o ajuste longitudinal e de executar a regulagem de alturj e inclinação.
Uma coluna da direção do tipo inicialinente mencionado 10 é conjiecida do documento DE 10 2004011 a1. o ajuste de comprjmento e o ajuste de altura ou inclinação são acoplejdos. Para este fim, urri pino de guia fixado na peça de ajuste engrena em um furo oblongo curvado previsto na peça b de mojítagem. o ajuste de inclinação ou altura ocorre em 15 tornojde um pino de eixo sobre o qual é apoiada uma luva de apoio.de rrtodo giratório em relação à peça de montagem. A luva de apo'o, por sua vez, apóia-se no rosca sem-fim da hastej de direção eíri uma área que é mais afastada da extreixjidade no lado do volante do que é afastada a área 20 apoiada pela peça de ajuste.
A presente invenção tem a tarefa de fornecer uma coluna da direção de execução simples do tipo inicialmente mencidnado onde são criadas possibilidades ampliadas para a definfção das possíveis posições de ajuste do volante. De 25 acord? com a presente invenção, isto é conseguido coin uma
N 5/28
W - m coluna) da direção com as característícas da reivindicação
1.
N!a coluna da direção de acordo com a presente invenção é fixjdo na peça de ajuste ou na peça de montagem um pino 5 de gui!a trasei.ro que apresenta uma distância maior do que o i pino qe guia dianteiro da extremidade no lado do volante da rosca sem-fim da haste de direção, e que engrena em pelo menos um furo oblongo traseiro previsto na peça de montagem ou Pe?a de ajuste. o percurso do furo oblongo traseiro 10 distir\gue-se, pelo nrenos em um segm.ento da sua extensão, do respecjtivo percurso do pelo menos um furo oblongo diant;iro, sendo que os percursos divergem na sua curvatura e/ou rja direção das suas extensões. i D!evido à guia dos pinos de guia nos furos oblongos j 15 resulÇa "um único (inconfundível) percurso de ajuste, onde
I cada )posição no percurso de a.juste corresponde a uma posiçio inconfundível da peça de ajuste ou da extremidade no lado do volante da rosca sem-firn da haste de direção. No caso, |o ajuste não apenas é realizado ou na direção do 20 ajuste de comprimento ou na direção da inclinação ou alturá, e sim, pelo menos ent uma parte do percurso de ajustè, acoplado (simultaneamente) tanto em direção do ajustq do compriínento coitlo também em direçáo da inclinação ou aitlura.
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Ein virtude da configuração de acordo cont a presente invenção, através de uma realização correspondente das formas! dos furos oblongos, são criadas possibilidades arrlpliddas para unia característica de ajuste desejada ao ; 5 longo do percurso de ajuste. Era especial, ao longo de uma parteido percurso de ajuste ou ao longo de todo o percurso de ajjste, a extremidade no lado do volante da rosca sem- fim da haste de direção pode movimentar-se simultaneamente na di:çeção do ajuste de comprimento da coluna da direção e 10 em tofno de um eixo de rotação virtual que apresenta uma distâr(cia IrLaiQr da extremidade no lado do volante da rosca sem-fijn da haste de direção do que o pino de guia traseiro.
NiSSOr| é preferível, posicionar o eixo de rotação virtual na árPa onde se encontra a junta cardânica que une o 15 segmeÍito que segue a extremidade no lado do volante da rosca;sem-fiin da haste de direção a urrt outro segmento da rosca sem-:fim da haste de direção. Dessa forma, esta junta i cardâriica permanece essencialmente na mesma posição no ajuste da coluna da direção. Elementos de apóio para o 20 rosca; sent-fim da haste de direção na área da junta cardâdica não são necessários. \ D,evido a uma distância relativamente grande do eixo de rotaç4o virtual da extremidade no lado do volante também [ pode :ser alcançada uma alteraçào pequena do plano do 25 volantje com seu ajuste de altura. ; ii m t 7/28
W jambém é imaginável e possível que a posição do eixo de rofação virtual se modifique ao longo do percurso de ajustC. Preferencialmente a forma do pelo níenos um furo oblongo traseiro é diferente da forma do pelo menos uni furo 5 oblonçjo dianteiro ao longo de pelo menos um terço do percujso de ajuste, isto é, pelo menos ao longo de um terço dos )egmentos desses furos oblongos atravessados pelos pinos de guia durante o percurso de ajuste.
= vantagem, pelo menos um segmento do pelo menos um 10 furo @longo dianteiro que se estende preferencialmente ao longo de pelo inenos um terço da extensão do furo oblongo diantíiro através do qual o pino de guia é deslocado ao longo'do percurso de ajuste, é curvado e/ou se estende em uina dtreção que é inclinada, tanto em relação à direção do 15 ajustá de comprimento como tambéni eni relação à direção do ajustj de altura ou de inclinação. l ÇOIll vantagem, pelo menos um segmento do pelo menos uni furo joblongo traseiro que preferencialniente se estende sobre| pelo menos um terço da extensão do furo oblongo 20 traseijro ao longo da qual o pino de guia é deslocado ao longo!do percurso de ajuste, é curvado e/ou estende-se em unia djreção que é inclinada tanto em relação da direção do ajustEi de comprimento como também em relação à direção do ajusté de altura ou de inclinação.
!
O + } h a) posição ajustada da coluna da direção pode ser fixada com a ajuda de um dispositivo de imobilização, sendo que aj fixação pode ser realizada de modo convencional atrâvys de elementos que cooperam com fecho devido à 5 Íiricçã|o e/ou corrt fecho devido à forma. Preferencialmente, a peça cje montagem possui pelo menos urna face lateral que se estencije ao lado da peça de ajuste que em estado fechado do diSPOSjitiVO de imobilízação é aper'tada contra uma parede lateral da peça de ajuste. Os furos oblongos podern, no 10 caso, coiii vantagem ser dispostos em uma das duas peças apertafías uma contra a outra, de preferência especial, na face iizterai.
AÊérn de urna formação onde a peça de montagem apresenta apenasj ew um lado da peça de ajuste uma face lateral que 15 porta |a peça de ajuste, também é possível e imaginável uma execuçjão onde a peça de montagem apresenta faces laterais que se encontram em anibos os lados da peça de ajuste que em estadoj fechado do disposítivo de imobilização são apertadas em arüjos os lados contra a peça de ajuste. No último caso 20 poderi!íIrl ser previstos, por exemplo, pinos de guia i traseiÈos e pinos de guia dianteiros segurados pela peça de ajustei, dos quais segmentos que se projetam em ambos os lados )da peça de ajuste são respectivamente guiados em um furo o(longo da respectiva face lateral. No lugar de pinos 25 de gui)a dianteiros e traseiros contínuos, também poderiam (
.
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B - e ser cÇlocados em ambos os lados na peça de ajuste e/ou na respec;tiva face lateral, cada vez um pino de guia dianteiro e em 'ambos os lados na peça de ajuste e/ou em ambos os lados da respectiva face lateral cada vez um pino de guia 5 traseiro, que se projeta para dentro do respectivo furo ob1onglo da face lateral e/ou da peça de ajuste. Também uíria combin,ação dessas formações, por exemplo, um pino de guia díantejiro contínuo e pinos de guia traseiros separados ou vice-yersa é imaginável e possível.
10 EÇl uma forma de execução vantajosa da presente ! invençµo, pelo menos um elemento de fixação do dispositivo de iIndbilização é disposto no pino de guia dianteiro. O i mesmo ' age, em estado fechado do dispositivo de imobiljLzação, junto com um eleinento de fixação oposto que é 15 imóvel' em relação à peça de montagem tanto em direção do ajustej de comprimento corno tambéin erri direção do ajuste de i altura' ou de inclinação, que preferencialmente é uma parte da peçjí de montagem. De preferência o elemento de fixação é
I deslocàdo no abrir e fechar do dispositivo de imobilização 20 em dirj2ção ao eixo longitudinal do pino de guia dianteiro a i i fim de! não engrenar e engrenar na peça de fixação oposta.
Por e:jemplo, para este fim pode ser previsto unt disco de cames jque coopera com um disco de corrediça, sendo que um dos djscos é girado no abrir e fechar do dispositivo de 25 intobil)lzação. 4 }
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F Ujna realização vantajosa prevê que em seguida àquela extrenÍidade do percurso de ajuste onde o rosca sem-fim da haste de direção apresenta seu comprimento menor segue um caInin4o de colisão através do qual o pino de guia dianteiro 5 e tras!eiro podem ser deslocados em segmentos de colisão dos furos oblongos dianteiros e traseiros. Estes segmentos de co1isã,o dos furos oblongos seguem segmentos de ajuste dos furos joblongos através dos quais os pinos de guia podem ser desloclados ao longo do percurso de ajuste.
10 Njisso, com vantagem, pelo menos ao longo de uma parte do ca1iLinho de colisão, age um mecanismo de absorção de energiP que dissipa a energia, exceto a energia que é dissipàda através da superação das forças de retenção do disposÉLtivo de imobi-lização. Este mecanismo de absorção de
I 15 energik pode ser executado de tal modo, por exemplo, que o deslocjmento do pino de guia dianteiro ao longo do segmento de col:isão do pelo menos um furo oblongo dianteiro e/ou o b deslocÈimento do pino de guia traseiro ao longo do segmento de coiisão do pelo menos um furo oblongo traseiro ocorre 20 sob consumo de energia, por exemplo, por nieio de uma i ampliaFão do furo oblongo pelo pino de guia. Também outros mecanijmos de absorção de energia são imagináveis e possívhis, por exemplo, com a peça de ajuste ou uma peça a ela li!gada, engrenando no final do percurso de ajuste com 25 um eleríiento de absorção de energia fixado na peça de t l
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Ò IrIontagem ou uína peça a ela ligada, por exemplo, uma fita de flexão, ou uma fita de ruptura.
Dle preferência encontra-se entre o segmento de ajuste e o degInento de colisão do pelo menos um furo oblongo 5 diantÁiro e/ou do pelo menos uin furo oblongo traseiro um elemeÇto de esbarro que na operação normal limita o percuÉso de ajuste e que é deformável em caso de colisão para l:iberar o caminho de colisão. ÚX caso de colisão existe quando uma força age sobre a
I 10 extrjidade no lado do volante da rosca sem-fim da haste de direçã!o ein direção axial da rosca sem-fim da haste de direçã|o que ultrapassa um valor limite predefinido. De preferjência, este valor limite é de no mínimo 500 N. É prefer}ido que este valor limíte seja de no máximo 10 000 N, 15 especialmente preferido, de no máximo 5000 N.
QÚando no escopo do presente documento no contexto da cQluna: da direção se fala em "dianteiro" e "traseiro", isto se rejere à visão do motorista. Uma peça situada mais adiantb apresenta, portanto, uma distância menor da cabeça 20 do IrIoitorista que está situado na posição de dirigir previs, a do que uma peça que se encontra mais para trás. i OtItras vantagens e detalhes da presente invenção serão explicjizdos a seguir com a ajuda do desenho anexo. Ele mostra:
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R m A figura 1 mostra uma vista diagonal de um exemplo de execuÇão de uma coluna da direção de acordo com a presente invençião no final do percurso de ajuste onde o rosca sem- fim da haste de direção apresenta seu maior comprimento (= 5 posiçáo com comprimento todo esticado).
 figura 2 mostra uma vista diagonal de um ângulo ; , modifjcado êlll uma posição intermediária da coluna da l t direçÊÍo, com partes da coluna da direção mostrados em separa,do (e a alavanca de manipulação é omitida).
10 À figura 3 mostra uma vista lateral da coluna da direçã}o na posição com o comprimento estirado.
I A) figura 4 mostra uma vista lateral da coluna da direçãb, onde a peça de ajuste se encontra no final do percur;so de ajuste, onde o rosca sem-fim da haste de 15 direçãp apresente seu compriinento mais curto (= posição de ( contrakão rrtáxima). l A|13 figuras 5 e 6 mostram uma vista lateral e uma vista diagonàl da coluna da direção depois de uma colisão do veículò.
20 Â; figura 7 mostra uina vista diagonal da coluna da t direç@ a partir do lado oposto.
Ai figura 8 mostra uina vista diagonal de acordo com a figura: 7 de uma forma de execução modificada da peça de ajustej i
" ' 13/28 « |figura 9 mostra um detalhe A ampliado da figura 3 com úma realização modíficada do esbarro no final do percuÊso de ajuste onde segue o caminho de colisão.
4 figura 10 mostra a realização da figura 9 depois de 5 uma ccjlisão do veículo.
UÍr exemplo de execução da presente invenção é mostrado i nas fi)guras 1 a 7. A coluna da direção compreende uma peça de mojítagem 1 a ser fixada na carroceria do veículo l automo|tor e uma peça de ajuste 2 que em estado aberto de um 10 disposktivo de imobilização pode ser imobilizado no lado oposto a esta. A peça de ajuste 2 (que aqui também pode ser denominada de unidade de camisa ou unidade de apoio) apóia de mod;c' giratório um segmento da rosca sem-fiín da haste de direçãP 4 que segue uma extremidade no lado do voIante 5 da 15 rosca jseín-fim da haste de direção 4. O segmento da rosca sern-fii da haste de direção 4 apoiado de modo giratório pela pèça de ajuste 2 compreende dois segmentos parciais 6, 7 que podem ser manipulados como um telescópio unt em relaçãò ao outro paralelainente um ao outro (a área de união 20 dos mejsmos scmente é visível na variação de execução da figural8), a fim de possibilitar o ajuste de comprimento da coluna da direção. EÁ estado aberto do dispositivo de imobilização 3, a peça de ajuste 2 ou a extremidade no lado do volante 5 da 25 rosca Sem-fiw da haste de direção 4 pode ser deslocada ao
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K longo de um percurso de ajuste. Nisso acontece um ajuste coinbinado da rosca sem-fim da haste de direção 4 ou da extrenjidade no lado do volante 5 da rosca sem-fim da haste de difeção 4 na direção 8 do ajuste de comprimento e a 5 direçê|o 9 do ajuste de altura ou ajuste de inciinação. Em cada Çosição de ajuste da peça de ajuste 2 a direção 8 do ajuste de comprimento fica Paralelamente ao eixo 1ongitiudinal do segmento da rosca sem-fim da haste de direçãjo 4 que segue a extremidade no lado do volante 5, e a t 10 direçãp 9 do ajuste de altura ou de inclinação encontra-se na reYpectiva posição de ajuste da peça de ajuste 2 formaYio um ângulo reto coni o eixo longitudinal do segrrtenÊo da rosca sem-fim da haste de direção 4 que segue a extremjdade no lado do volante 5.
15 Èijl automóveis de passeio, a direção 9 usualmente significa um aiuste de altura do volante. No caso de autornóheis com uma coluna da direção que é essencialmente orientçda verticalmente, a direção 9 significaria um ajuste da coljína da direção em direção à frente do veículo ou à 20 traseira do veículo, sendo que o ajuste de comprimento, no caso, Êegula a altura do volante.
Nj peça de ajuste 2, um pino de guia dianteiro 10 e um pino ?e guia traseiro 11 são fixados de modo não deslocável, tanto em relação à direção 8 do ajuste de 25 compri!llento como também em relação à direção 9 do ajuste de
+ 15/28
B - k altura. ou de incliriação. No exemplo de execução mostrado, os pinos de guia 10, 11 estão juntados rigidamente com a peça de ajuste 2. Uma capacidade de deslocamento errt direção j [ dos seus eixos longitudinais é imaginável e possível. O 5 pino cje guia dianteiro 10 projeta-se para dentro de um furo oblojo dianteiro 12 formado na peça de montagem 1, e o pino Çe guia traseiro projeta-se para dentro de um furo oblonçjo traseiro 13 formado na peça de montagem 1.
A) disposição invertida onde os furos oblongos 12, 13 10 são fjitos na peça de ajuste 2 e os pinos de guia 10, 11, na peçja de montagem 1, é viável e possível. Átravés da guia dos pin'os de guia 10, 11 nos furos oblonçjos 12, 13 a peça de ajuste 2 ou a extremidade no lado do vojante 5 da rosca sem-fim da haste de direção 4 é t 15 guiadQ ao longo do percurso de ajuste, e precisamente entre uma pÈimeira posição final, onde o rosca sem-fim da haste de diteção 4 apresenta seu maior comprimento, e uma segunda posiçj final, onde o rosca sem-fim da haste de direção 4 apresdnta seu comprimento mais curto. Nisso, somente há um [ 20 únicojpercurso de ajuste, isto é, o percurso de ajuste é inconÇundível e cada ponto no percurso de ajuste correÇponde a uma posição inequivocada do voIante disposto na exjremidade no lado do volante 5 da rosca sem-fim da ! hastejde direção 4 (não mostrado nas figuras).
It
W 16/28
B NÔ exeniplo de execução, a extremidade no lado do voIantè 5 da rosca sem-fim da haste de direção 4, na posiçãS tudo estirada, encontra-se na sua posição mais baixa.j Ao inserir na direção para a posição contraída ao 5 máximol, a extremidade no lado do volante 5 desloca-se adiciohalmente para cima. A idéia básica, no caso, é que uma pissoa alta regula o assento bastante para trás e em uma po!sição de ajuste baixa, ao passo que uma pessoa menor ! regula, o assento mais para frente e mais alto.
10 N$j exemplo de execução, o furo oblongo dianteiro 12 apresehta, em seguida à priineira posição final do percurso de ajújste, um segmento 14 pelo menos aproximadamente reto (uma êventuai curvatura desse segmento 14 é inferior a cinco igraus) que é seguido por um segmento curvado 15. Com 15 este :egInento curvado 15 terinina o segmento de ajuste do furo Ôblongo dianteiro 12 que possibilita o percurso de ajustel (um segmento de colisão 16 que o segue será descrito mais cjdianteL o furo oblongo traseiro 13 possui em seguida à priijeira posição final do percurso de ajuste um segmento 20 17 pefo menos aproximadamente reto (uma eventual curvatura desseÍsegmento 17 é inferior a cinco graus) que é seguindo por um segmento curvado 18. Com este segmento curvado 18 termina o segmento de ajuste do furo oblongo traseiro 13 que Possibiiita o percurso de ajuste (um segrnento de 25 colisão 19 que o segue será descrito mais adiante). Quando
" } 17/28 m
P y o pinoj de guia dianteiro 10 se encontrar no segmento reto 14 do furo oblongo dianteiro 12, c) pino de guia traseiro 11 encontja-se no segmento reto 17 do furo oblongo traseiro
13. Sej o pino de guia dianteiro 10 se encontrar no segmento 5 curvadG 15 do furo oblongo dianteiro 12, q pino de guia traseiPo 11 encontra-se no segmento curvado 18 do furo oblongb traseiro 13.
0| segmento reto 14 do respectivo furo oblongo diantejiro 12, para todas as posições da peça de ajuste 2 ao 10 longo :do percurso de ajuste, fica em um ângulo errt relação à direçã'o 8 do ajuste de cornprirnento e à direção 9 do ajuste de al,tura ou de inclinação. Preferencialmente tanto o ângulcj em relação à direção 8 do ajuste de comprimento coiilo taInbéIli o ângulo ern relação à direção 9 do ajuste de altura 15 ou de|inc1inação para todas as posições da peça de ajuste 2 ao 1oÁgo do percurso de ajuste é de no mínimo 10 graus.
O segmento reto 14 do respectivo furo oblongo traseiro 13, para todas as posições da peça de ajuste 2 ao longo do percuijso de ajuste, forma um ângulo com a direção 8 do 20 ajustÇ de comprimento e corn a direção 9 do ajuste de altura ou dé inclinação. Preferencialmente tanto o ângulo em relaçÇo à direção 8 do ajuste de comprimento como também o ânguló em relação à direção 9 do ajuste de altura ou de incliiiação para todas as posições da peça de ajuste 2 ao 25 longo do percurso de ajuste é de no mínimo 10 graus.
r % 18/28
W A fornta do furo oblongo traseiro 13 distingue-se ao longo ,dos segmentos 17, 18 da forma correspondente do furo ob1ongb dianteiro 12 ao longo dos segmentos 14, 15. Na comparFção das formas dos furos oblongos 12, 13 trata-se da 5 comparkção dos pontos respectivamente atravessados simuithneamente, por um lado, pelo pino de guia dianteiro 10, ei por outro lado, atravessados pelo furo oblongo traseifo 13. No exemplo de execução distingue-se nisso a direçãÊj da extensão do segmento reto 17 do furo oblongo l 10 traseibo 13 da direção da extensão do segmento reto 14 do furo oylongo dianteiro 12. Em outras palavras, os segmentos 17, 1Èl formam um ângulo entre si. Ao longo do segmento curvad) 18, o furo oblongo traseiro 13 pode também mostrar um rai,o de curvatura diferente daquele do segntento curvado 15 15 do jfuro oblongo dianteiro 12, e - pelo menos em parte - uma d['reção diferente daquela da extensão, isto é, as tangenkes dos segmentos parciais que correspondem um ao outro ' (= lá onde os pinos de guia 10, 11 encontram-se simult|aneamente) formam um ângulo entre si.
20 õj3 eixos longitudinais dos pinos de guia 10, 11 diantejiro e traseiro são paralelos entre si. O pino de guia diantejiro 10 e o furo oblongo traseiro 13 apresentam uina distância maior da extremidade no lado do volante 5 da rosca ,jsem-fim da haste de direção 4 do que o pino de guia 25 diantejiro 10 e o furo oblongo dianteiro 12.
» 19/28 W , « e oIs eixos longitudinais dos pinos de guia 10, 11 encontjram-se em um ângulo reto com o eixo longitudinal do segInegto da rosca sem-fim da haste de direção 4 que segue a extrerrjidade no lado do volante e em um ângulo reto com a 5 direçjo 9 do ajuste de altura ou de inclinação.
Preferencialmente, os eixos longitudinais dos pinos de guia 1)O, 11 são horizontais.
No ajuste da peça de ajuste 2 e da extremidade no lado do vojante 5 da rosca sem-fim da haste de direção 4 10 ajustajda junto coin ele ao longo do percurso de ajuste aconte:cer pelo menos ao longo de uma grande parte do percur!so de ajuste, (pelo menos ao longo dos segmentos retos j14, 17), de modo acoplado (isto é, simultaneamente) um a"iÇste da peça de ajuste 2 e da extremidade no lado do 15 volant,e 5 errí direção 8 do ajuste de comprimento, e na direçáo 9 do ajuste de altura ou de inclinação. O ajuste na direçãio 9 do ajuste de altura ou de inclinação corresponde a uma rotação da peça de ajuste 2 e da extremidade no lado do voiante 5 eni torno de urrí eixo de rotação virtual que se 20 estende paralelarrtente aos eixos dos pinos de guia 10, 11 l que nó exemplo de execução mostrado se encontra na junta cardâÁica 20 que u.ne o segmento da rosca sem-firri da haste de direção 4 que segue a extremidade no lado do volante 5 (que çompreende os seginentos parciais tipo telescõpio 6, 7) 25 a um o;ütro segmento da rosca sem-fim da haste de direçào.
Caso desejado, o eixo de rotação virtual também poderia ser previsto em um outro ponto, sendo que é l preferjda uma distância maior em relação ao pino de guia traseiPo 11 do eixo de rotação virtual da extremidade no lado áo volante 5. A posição do eixo de rotação vírtual- também, pode alterar mais ou inenos ao longo do percurso de ajuste.
Ajpeça de montagern 1 possui uma face lateral 21 que se estendè ao lado do percurso de ajuste que se encontra em um ânguloj reto com os eixos longitudinais dos pinos de guia 10, 11' e onde estão dispostos cjs furos oblongos dianteiro e traseibo 12, 13. No exemplo de execução mostrado, tal face lateraj 21 existe apenas em um lado da peça de ajuste 2.
Tarrtbémj seria irrtaginável e possível que a peça de montagem 1 apresefíte duas faces Iaterais paralelas que se encontram em ambos l os lados da peça de ajuste 2 e apresentam l respecfivamente furos oblongos dianteiros e traseiros 12, 13 gu|ando pinos de guia dianteiros e traseiros 10, 11.
Nisso jseria preferida, vista em direção longitudinal dos pinos jde guia 10, 11, uma posição coincidente tanto dos
I dois turos oblongos dianteiros coino também dos dois furos ! ob1ongps traseiros.
Em estado fechado do dispositivo de iinobilização 3, a face iaterai 21 é apertada contra a peça de ajuste 2. No caso àe uina realização com faces laterais dispostas em ! t
" : 21/28 * 0 - ambos os lados da peça de ajuste 2, estas, em estado fechadb, seriam preferencialmente apertadas em ambos os lados jcontra a peça de ajuste 2.
oj dispositivo de imobilização 3 possui uni elemento de 5 fixaçèo 22 disposto no pino de guia dianteiro 10 de modo deslojável em direção do uiesmo. Em estado fechado do disposÍtivo de imobilização 3, o mesmo coopera com um e1emenmo de fixação oposto da peça de montagem 1, a fijn de agir cbntra um ajuste da peça de ajuste 2 ein relação à peça i 10 de mojítagem 1. No exemplo de execução mostrado, este elemenÈo de fixação oposto é formado por uma área vizinha ao futo oblongo dianteiro 12 da superfície externa 23 da face íaterai 21. Nisso, o elemento de fixação 22 e o elemenÈo de fixação oposto cooperam com fecho devido à 15 fricçãò. Um outro fecho devido à fricção é formado entre a superfície interna 24 da face lateral 21 e a superfície iaterai 25 da peça de ajuste 2, contra a qual é apertada duranti2 o estado fechado do dispositivo de imobilização 3.
nj lugar de eleinentos que cooperam com fecho devido à 20 fricçj para a iinobilização da peça de ajuste 2 ein relação à peça! de montagem 1 no estado fechado do dispositivo de imobi1ízação 3, também poderiam ser previstos elementos que cooperam com fecho devido à forma. Também poderiam ser previstas combinações de elementos que cooperam com fecho 25 devido à fricção e com fecho devido à forma. Para aumentar |
" i 22/28 & 0
P ! o númêro das superfícies de fricção, taInbéIn poderiam ser previstos discos que cooperam segundo o esquenia de 1 embreajens de discos múltiplos que estão dispostos entre o elemenúo de fixação 22 e a face lateral 21 e dos quais cada 5 segundb disco
I é ligado à peça de montagem 1 e aqueles situadPs entre estes, corrt a peça de ajuste 2. Tais pacotes de dscos que cooperam são conhecidas. Para esta finalijiade, a peça de montagem 1 e a peça de ajuste 2 precisjiriam ser executadas respectivamente modificadas.
10 È'àra abrir e fechar o dispositivo de imobilização 3 no exempl9 de execução mostrado serve uma alavanca de operação i 26 què é disposta de maneira giratória no pino de guia diantejro 10. Na rotação da alavanca de operação 26 em torno Ido eixo do pino de guia dianteiro 10, a alavanca de 15 operaçµo 26 arrasta, isto é, gira um disco de cames 27 que cooper? com superfícies de corrediças 28 que apresentam Subidajs a fim de movimentar na rotação do disco de cames 27 o eienlento de fixação 22 em direção axial do pino de guia díanteliro 10. As superfícies de corrediças 28, no exemplo 20 de ex!ecução mostrado, estão dispostas no elemento de ii fixaçáp 27 que assim forrrta um disco de corrediça. Também poderija ser previsto um disco de corrediça separado.
OiItras realizações de dispositivos de imobilização 3 são iµagináveis e possíveis. Também seria a princípio 25 imagirjável e possível dispor o dispositivo de imobilização
1' 23/28
W >
N 3 na álrea do pino de guia traseiro 11, sendo que o elemento de fiÁação 22 poderia estar disposto de modo deslocável na direçã!o do eixo longitudinal no pino de guia traseiro 11 e no abÈir e fechar do dispositivo de imobilização poderia l 5 ser deislocado em direção axial do pino de guia traseiro.
! Nc) exemplo de execução mostrado, para alcançar uma 'liberdade de folga na área do pino de guia traseiro, urría 10 arrueia elástica 29 é inserida entre uma porca que é aparatusada na extremidade do pino de guia traseiro 11 que atravtjssa o furo oblongo traseiro 13 e apresenta uma rosca externa, e a face lateral 21.
Êtara a imobilização da peça de montagem 1 no chassi do 15 veícuio automotor serve uma nervura de junção 30 que forma um ânçjulo, especialmente um ângulo reto, cotn a face lateral
21. íjo exernplo de execução mostrado, para aumentar a estalÂlidade da peça de montagem 1 existe uma nervura dobra[a que circunda a circunferência da face lateral 21, 20 cujo i3egmento que se estende ao longo do lado superior da face iaterai 21 forma a nervura de junção 30.
4eguindo aquela extremidade do percurso de ajuste da peça kle ajuste 2 ou da extremidade no lado do volante 5 onde Èj rosca sem-fim da haste de direção 4 apresenta seu 25 rnenor comprimento, segue um caminho de colisão da peça de
" : 24/28 . r ^ ajuste! 2 ou da extremidade no lado do volante 5 da rosca sem-fiin da haste de direção 4. Através deste, a peça de ajustei 2 ou a extremidade no lado do volante 5 pode ser deslocada em caso de colisão do veículo automotor, sendo 5 que a.) força de retenção do dispositivo de imobilização é superaida. Nisso deslocam-se os pinos de guia 10, 11 ao , longoidos segmentos de colisão 16, 19 dos furos oblongos 12, ià. Preferencialmente ocorre ao longo do caminho de colisão um deslocamento da peça de ajuste 2 ou da 10 extreniidade no lado do volante 5 em direção 8 do ajuste de compriÍnento. Os segmentos de colisão 16, 19 estendem-se paralejlamente ao eixo longitudinal do segmento da rosca sem-fiim da haste de direção 4 que segue a extremidade no lado do volante 5 (relacionado à posição da peça de ajuste 15 2 ou Cjesse segmento da rosca sem-fim da haste de direção 4 que ajpeça de ajuste 2 ou o segmento da rosca sem-fim da haste jde direção 4 ocupa ao longo do caminho de colisão).
Em fojrmas de execução modificadas tambéní poderiam ser previs:tos desvios das extensões longitudinais dos segmentos 20 de coiisão 16, 19 em relação à posição paralela ao eixo longitudina1 do segmento da rosca sem-fim da haste de direção 4 que segue a extremidade no lado do volante 5, sendo:que estes desvios, de preferência, são inferiores a 20 gráus.
& i 25/28
F »P Phra que os pinos de guia 10, 11 entrem nos segmentos de coiisão 16, 19 precisa ser liberado ou superado um esbarÇo 31 que limita o percurso de ajuste, de preferência, através de deformação. No exemplo de execução de acordo 5 coin aS figuras 1 a 6, urrta aleta que constitui o esbarro 31 que sç projeta para dentro do furo oblongo traseiro 13 é dobrada pelo pino de guia traseiro 11.
As figura 9 e 10 ínostram uma forma de execução alterrjativa onde o esbarro 31' é formado por um segmento 10 estreftado do furo oblongo traseiro 13 que em casQ de coiisáo é alargado pelo pino de guia traseiro 11.
ÁS esbarros 31, 31' poderiam ser previstos em vez de ou aãcionaimente ao pelo menos um furo oblongo dianteiro
12. Épj outras formas de execução também seria imaginável e t 15 possíÜel, em vez disso ou adicionalmente, prever um ou várioS, especialmente esbarros deformáveis, entre a peça de montaçjem 1 e a peça de ajuste 2.
Coiii vantagem é previsto que ao longo do caminho de colisão ou uma parte dele, é dissipada energia 20 adiciónalmente à energia dissipada pela superação da força de reÊenção do dispositivo de imobilização 3, por meio de um mecanismo de absorção de energia. Por exemplo, pode ser previjto que o pelo menos üKL furo oblongo traseiro 13 e/ou o pelb menos um furo oblongo dianteiro 12 no segmento de 25 coiisiio 19, 16 apresenta um diâmetro menor do que o pino de
V 26/28 . P- m guia jtraseiro ou dianteiro 10, 11 e é ampliado no j desloÔamento do pino de guia 11, 10 ao longo do caminho de coiisdo 19, 16.
A figura 8 mostra uma execução modificada da peça de 5 ajuste 2'. Esta aqui não é realizada como uma unidade de carriisg fechada, e sim, como uma unidade de apoio aberta para cis dois mancais dispostos no lado da extremidade para c) apoío giratório do seginento que segue a extremidade no lado do volante 5 da rosca sern-fim da haste de direção 4.
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N i ! i : ! i.!.
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LISTA )DE REFERÊNCIAS l ieça de montagem
2, 2' ! Peça de ajuste
3 Ijispositivo de imobilização
4 Rosca sem-fim da haste de direção
5 Ektremidade no lado do volante
6 S:egmento parcial
7 S|egIrlento parcial
8 Direção do ajuste de comprimento
9 D|ireção do ajuste de altura ou de inclinação
10 pjino de guia dianteiro
11 Pino de guia traseiro
12 Fµro oblongo dianteiro
13 Fjiro oblongo traseiro
'15 14 SkgInento reto
15 Segniento curvado
16 sggrRento de coIisão
17 Segmento reto
18 Spgmento curvado
19 segmento de colisão
20 jnnta cardânica
21 F@ce lateral l q
22 Elemento de fixação
23 Superfície externa
24 SÜperfície interna l
25 S'uperfície lateral 26 Álavanca de operação 27 Íiisco de cames 28 S'uperfícies de corrediças 29 Arruela elástica 30 Nervura de junção 31, 31i' Esbarro l j !
K ii t 'i
G ! i i i l ! l i ! i
Claims (15)
1. Coluna de direção regulável para um veículo automotor com uma peça de montagem (1) que pode ser fixada na carroceria do veículo automotor, e com uma peça de 5 ajuste (2) regulável em relação à peça de montagem (1) que aloja de rriodo giratório um segmento da rosca sem-fim da direção (4), o referido segmento sendo a uma extremidade no lado do volante (5) da rosca sem-fim da direção (4), que mediante o ajuste da peça de ajuste (2) em relação à peça de montagem (1) pode ser ajustada entre uma primeira , posição final e uma segunda posição final ao longo de um percurso de ajuste, sendo que ao longo de pelo menos uma parte do percurso de ajuste ocorre, de modo acoplado, um ajuste da extremidade no lado do volante (5) em uma direção (8) de ajuste de comprimento da coIuna de direção, e em urna direção (9) uin ajuste em altura ou inclinação da coluna de direção e, na peça de ajuste (2) ou na peça de montagem (1) é retido um pino de guia dianteiro (10) que engrena eni pelo menos um furo oblongo dianteiro (12) previsto na outra dessas duas peças (1, 2), earacterizada pelo fato de que de forma adicional é retido na peça de ajuste (2) ou na peça de montagem (1) um pino de guia traseiro (11) que apresenta uma distância maior do que o outro pino de guia (10) da extremidade no lado do volante (5) da rosca sem-fim da direção (4Á e que engrena em pelo ínenos um outro furo oblongo traseiro (13) previsto nessas duas peças (I, 2),
cujo percurso no que se refere à sua curvatura e/ou a direção da sua extensão é diferente pelo menos ao longo de um segmento da sua extensão em relação ao respectívo percurso do pelo menos um furo oblongo dianteiro (12).
5
2. Coluna de direção regulável, de acordo com a reivindicação 1, earaeterízada pelo fato de que pelo inenos um segmento (15) do pelo menos um furo oblongo dianteiro (12) é curvado e/ou pelo menos um segmento (14) do pelo menos um furo oblongo dianteiro (12) se es'tende em uma 10 direção que é inclinada tanto em relação à direção (8) do ajuste de comprimento como também à direção (9) do ajuste de altura ou de inclinação.
3. Coluna de direção regulável, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caraeterizada pelo fato de que pelo menos um segmento (18) do pelo menos um furo oblongo traseiro l13) é curvado e/ou pelo menos um segmento (17) do furo oblongo traseiro (13) se estende em uma direção que é inclinada tanto ein direção (8) do ajuste de compriínento como tambérri em relação à direção (9) do ajuste de altura ou de inclinação.
4. Coluna de direção regulável, de acordo com uma das reivindicações 1 a 3, caracterizada pelo fato de que no pino de guia dianteiro (10) é disposto pelo menos urn elemento de fixação (22) de um dispositivo de imobilização (3) em cujo estado aberto a peça. de ajuste (2) pode ser ajustada em relação à peça de montagem (1) ao longo do percurso de ajuste, e que no seu estado fechado retém a peça de ajuste (2) de modo não deslocável em relação à peça de montagem (1).
5 5. Coluna de direção regulável, de acordo com a reivindicação 4, caracterizada pelo fato de que o elemento de fixação (22), ao abrir e fechar o dispositivo de imobilização (3), é deslocado ao longo do comprimento do pino de guia dianteiro (10).
10 6. Coluna de direção regulável, de acordo com uma das reivindicações 1 a 5, earacterizada pelo fato de que ao longo de pelo menos uma parte do Percurso de ajuste, Preferenci-almente ao longo de todo o percurso de ajuste, a extremidade no lado do volante (5) da rosca sem-fim da direção (4) é girada siinultaneamente na direção (8) do ajuste de compriinento e em torno de um eixo de rotação virtual.
7. Coluna de direção regulável, de acordo ccun a reivindicação 6, earacterizada pelo fato de que o eixo de rotação virtual apresenta uma distância maior da extremidade no lado do volante (5) da rosca sem-fim da direção (4) do que o pino de guia traseiro (11).
8. Coluna de direção regulável, de acordo com a reivindicação 6 ou 7, caracterizada pelo fato de que o eixo de rotação virtual se encontra na área de uma junta cardânica (20) que une o segmento da rosca sem-fim da direção (4) que segue a extremidade no lado do volante (5) corn uni outro segmento da rosca sem-fim da direção.
9. Coluna de direção regulável, de acordo com uma das 5 reivindicações 1 a 8, caracterizada pelo fato de que a continua.ção àquela extremidade do percurso de ajuste onde o rosca sem-fim da direção (4) possui seu menor comprimento segue-se um percurso de colisão ao longo do qual, em caso de uma colisão do veículo, a extremidade no lado do volante (5) da rosca sem-fim da direção (4) pode ser deslocada, de modo que o pino de guia dianteiro e o pino de guia traseiro (10, 11) são deslocáveis em segmentos de coIisão (16, 19) dos furos oblongos (12, 13) dianteiros e traseiros.
10. Coluna de direção regulável, de acordo coni a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que os segmentos de colisão (16, 19) se estendem na direção (8) do ajuste de comprimento.
11. Coluna de direção regulável, de acordo com a reivindicação 9 ou 10, caracterizada pelo fato de que pelo inenos um esbarro (31, 31') delimita aquela extremidade do percurso de ajuste onde o rosca sem-fim da direção (4) apresenta seu comprimento mais curto, e em caso de colisão é deformaclo e assim superado.
12. Coluna de direção regulável, de acordo com a reivindicação 11, caracterízada pelo fato de que pelo menos um dos faros oblongos (12, 13) apresenta o esbarro (31, 31') que diminui o diâmetro do furo oblongo (12, 13) e que 5 em caso de colisão é deformado pelo pino de guia (10, 11) guiado nesse furo oblongo (12, 13) .
13. Coluna de direção regulável, de acordo com uma das reivindicações 9 a 12, caracterízada pelo Eato de que pelo menos ao longo de uma parte do percurso de colisão age um mecanismo de absorção de energia que consome energia adicionalnzente à energia que é consumida pela superação do dispositivo de imobilização (3) -
14. Coluna de direção regulável, de acordo corri a reivindicação 13, earacterizada pelo fato de que o mecanismo de absorção de energia age entre pelo menos um dos furos oblongos (12, 13) e o pino de guia (10, 11) que é guiado nesse furo oblongo.
15. Coluna de direção regulável, de acordo com uma das reivíndicações 1 a 14, caracterizada pelo fato de que so'mente em um lado da peça de ajuste (2) estende-se uma face lateral (21) da peça de montageni (1) que porta a peça de ajuste (2).
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