BRPI0923661A2 - asperor com válvula integrada e sistema de extinção de incêncio utilizando o mesmo - Google Patents

asperor com válvula integrada e sistema de extinção de incêncio utilizando o mesmo Download PDF

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Abstract

aspersor com válvula integrada e sistema de extinção de incêndio utilizando o mesmo a presente invenção refere-se a um aspersor com uma válvula integrada, e a um sistema de extinção de incêndio utilizando o mesmo. os aspersores convencionais são muito sensíveis ao surgimento de incêndios, e operam mesmo se nenhum incêndio tiver ocorrido, o que resulta em uma grande quantidade de danos. por essa razão, aspersores convencionais são frequentemente impedidos de funcionar antecipadamente. adicionalmente, os aspersores não operam mesmo com a ocorrência de um incêndio quando a sensibilidade dos mesmos for reduzida, tornando os aspersores inúteis. a presente invenção tem por objetivo solucionar os problemas mencionados acima, e é configurada de modo que um gerenciador em um edifício verifique se ou não um incêndio está ocorrendo e se for esse o caso envia um sinal de extinção, e onde no caso de um sensor de operação de um aspersor perceber o surgimento de um incêndio, apenas o aspersor relevante opera por meio de uma válvula montada no mesmo, operando, assim, os aspersores apenas quando um incêndio ocorre de verdade, e permitindo que um escritório de controle central, um corpo de bombeiros, ou similares verifique o surgimento de um incêndio em cada casa durante todo o tempo. adicionalmente, a presente invenção pode ser aplicada às instalações de transporte público de modo que a pulverização de água seja realizada depois que uma sala de motores ou um painel de controle a cargo da segurança dos carros de passageiros e fora dos últimos verifique o surgimento de um incêndio, levando vantagem ainda de um sensor de alta sensibilidade. visto que a presente invenção pulveriza água apenas no caso de um incêndio real, a operação errônea pode ser impedida, e água pode ser pulverizada apenas na área necessária, extinguindo, assim, o incêndio no estágio inicial de um incêndio.

Description

"ASPERSOR COM VÁLVULA INTEGRADA E SISTEMA DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIO UTILIZANDO O MESMO" - Campo Técnico A presente invenção refere-se a um aspersor unido à válvula e um sistema de ex- - 5 tinçãode incêndio utilizando o mesmo.
Técnica Fundamental De acordo com o alto desenvolvimento industrial, existem riscos de incêndio em lo- cais tal como edifícios de muitos andares e fabricas, e outros edifícios especiais onde um número de pessoas vive ou trabalha. Visto que tais riscos de incêndio estão aumentando e asmortes humanas ou ferimentos e danos à propriedade são imensos, aspersores são ins- talados em locais onde um incêndio pode acontecer a fim de injetar água nos locais onde um incêndio ocorreu mais rapidamente para, dessa forma, extinguir o fogo e, dessa forma, impedir de antemão danos à vida e à propriedade. Em geral, os aspersores são instalações de extinção de incêndio que podem ser reconhecidas como o melhor equipamento para ex- tinção, no qual cabeçotes de aspersor que são instalados nos tetos ou paredes de um objeto que deve ser protegido do incêndio detectam automaticamente se ou não um incêndio teve ' início, e então detectores térmicos são desmontados pra então se separarem dos cabeçotes dos aspersores. De acordo, água pressurizada ou ar comprimido é descarregado de um tubo de água ou ar, para, dessa forma, ativar automaticamente válvulas de alarme e unida- desde pressurização e suprimento de água e, dessa forma, descarregar a água com uma determinada pressão, e extinguir automaticamente o fogo.
No entanto, visto que esses aspersores são ativados de uma forma na qual um in- cêndio é detectado por um único sinal, o mau funcionamento pode ocorrer com frequência. Adicionalmente, uma vez que os aspersores são operados, à custa com as medidas posteri- ores devem ser altas. Dessa forma, quanto mais frequente o mau funcionamento, maior os custos posteriores. De acordo, em muitos casos, os aspersores podem ser fabricados de modo que não operem.
No entanto, se um acidente ocorrer no caso de os aspersores serem configurados de modo que não operem, danos terríveis podem ser causados.
EK) Adicionalmente, os veículos de transporte público não possuem instalações de ex- tinção de incêndio além dos extintores de incêndio que são exibidos atualmente nos mes- mos. Isso é, os aspersores ainda não são instalados nos veículos de transporte público. A razão pela qual os aspersores ainda não são adequadamente equipados nos veículos de transporte público é que existe não apenas um grande risco devido ao mau funcionamento dos aspersores no caso de os aspersores serem equipados nos veículos de transporte pú- blico, mas também uma solução insuficiente para o mau funcionamento dos aspersores sensíveis.
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Descrição Problema Técnico - Para se solucionar os problemas ou defeitos acima, é um objetivo da presente in- venção se fornecer um aspersor unido à válvula e um sistema de pronta extinção de incên- “5 dios utiizandoo mesmo, que solucione um defeito de um aspersor convencional que causa o mau funcionamento frequente devido ao fato de o aspersor ser operado por um único si- nal, e que detecte automaticamente um incêndio em um local de incêndio, para, dessa for- ma, gerar um alarme para oficiais a fim de informar imediatamente os mesmos sobre a ocor- rência do incêndio, e para, dessa forma, lidar rapidamente com o incêndio a fim de extinguir omesmoem um estágio inicial.
Adicionalmente, é outro objetivo da presente invenção se fornecer um aspersor uni- do à válvula e um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando o mesmo, que solucione um defeito de um aspersor convencional que causa o mau funcionamento frequente devido ao fato de o aspersor ser operado por um único sinal, para, dessa forma, ser utilizado para veículos de transporte público tal como metrô, trens, aeronaves, navios, ônibus.
Ú Solução Técnica . Para se realizar os objetivos acima e outros da presente invenção, é fornecido um aspersor unido à válvula compreendendo: um cabeçote de aspersor aberto que é conectado a um armazenamento de solven- te de extinção de incêndio para aspergir o solvente; uma válvula de aspersor que está localizada entre o armazenador de solvente e o cabeçote do aspersor para abrir o cabeçote do aspersor; um sensor de aspersor que está localizado perto do cabeçote do aspersor para de- tectarse ou não um incêndio teve início; e um controlador de aspersor que faz com que a válvula do aspersor opere, onde o controlador de aspersor compreende: um ou mais pinos de sinal de detector externos que são conectados a um ou mais detectores externos, respectivamente; um pino de saída de sinal de alarme de incêndio através do qual um sinal de alarme de incêndio é enviado no qual o sinal de alarme de incêndio é gerado por um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores; um pino de entrada de sinal de extinção de incêndio de entrada através do qual um sinal de extinção de incêndio de entrada entra onde o sinal de extinção de incêndio é gerado — depois que o incêndio foi reconhecido pelo sinal de detecção de incêndio que foi enviado através do pino de saída; e um pino de entrada de sensor de aspersor através do qual um sinal resultante da | operação do sensor de aspersor é registrado onde o sensor de aspersor foi fixado ao asper- sor. - Preferivelmente mas não necessariamente, um ou mais sinais de detecção de in- cêndio gerados a partir de um ou mais detectores são operados OR para, dessa forma, en- - 5 viarosinal de alarme de incêndio no caso de um ou mais detectores terem sido operados, e um valor de operação OR de um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores e um valor de operação OR do sinal de extinção de incêndio e um valor de entrada do sensor de aspersor são operados AND para, dessa forma, ativar a vál- vula do aspersor.
Preferivelmente, mas não necessariamente, o valor de operação OR de um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores e um valor de operação AND do sinal de extinção de incêndio e o valor de entrada do sensor de aspersor são operados OR.
Preferivelmente, mas não necessariamente, o valor de operação OR de um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores e o valor de en- trada do sensor de aspersor são operados OR par se tornarem um valor de saída para a : geração do sinal de alarme de incêndio, Preferivelmente, mas não necessariamente, o valor de entrada de um valor de ope- Ú ração AND finalmente operada compreende um sinal de teste no qual o sinal de teste é sempre NÃO operador para então ser registrado, como resultado de o valor de operação AND finalmente operada se tornar uma falha (F) para fazer com que a válvula não seja ope- rada.
De acordo com outro aspecto da presente invenção, é fornecido também um siste- ma de extinção de incêndio em um estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula, o sistemade extinção de incêndio em estágio inicial compreendendo: um ou mais detectores externos que detectam se ou não um incêndio ocorre; um ou mais aspersores nos quais o aspersor compreende: um ou mais pinos de si- nal de detector externos que são conectados à um ou mais detectores externos respectiva- mente, um pino de saída de sinal de alarme de incêndio através do qual um sinal de alarme deincêndioé enviado onde o sinal de alarme de incêndio é gerado por um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores; e um pino de entrada de sinal de extinção de incêndio de entrada através do qual um sinal de extinção de incêndio de entrada é registrado e onde o sinal de extinção de incêndio é gerado depois que o incêndio foi reconhecido pelo sinal de alarme de incêndio que foi enviado através do pino de saída; e um pinode entrada de sensor de aspersor através do qual uma operação do sensor de as- persor é registrada onde o sensor de aspersor foi fixado ao aspersor; um distribuidor de sinal (e painel de manipulação) que recebe os sinais de detecção de incêndio detectados a partir dos um ou mais detectores externos e distribui os sinais de detecção de incêndio, e transmite os sinais de detecção de incêndio para pelo menos um - painel! de controle interno e um painel de controle externo; e um painel de controle que recebe os um ou mais sinais de detecção de incêndio a - 5 partir do distribuidor de sinal (e painel de manipulação) e compreende: um controlador; e uma válvula intermediária anticongelamento e uma unidade de entrada de sinal de interrup- ção de ventilador ambas as quais são ativadas pelo sinal de extinção de incêndio, onde o controlador compreende: uma unidade de alarme de incêndio que avisa sobre a ocorrência do incêndio por meio de som; um monitor que exibe a localização do incêndio; e uma unida- dederegístro de sinal de extinção de incêndio que solicita a extinção do incêndio.
Preferivelmente, mas não necessariamente, o distribuidor de sinal (e painel de ma- nipulação) transmite um sinal que ativa um disjuntor de gás interno quando os um ou mais sinais de detecção de incêndio foram registrados.
Preferivelmente, mas não necessariamente, o sistema de extinção de incêndio em um estágio inicial compreende adicionalmente uma rede de telefonia de emergência que funciona mesmo no caso de ocorrência de incêndio para gerenciar a situação do incêndio na : qual a rede de telefonia de emergência funciona para contatar ambas uma residência onde o incêndio surgiu e uma agência de gerenciamento sênior mesmo na situação de emergên- ] cia de incêndio.
De acordo com outro aspecto da presente invenção, é fornecido também um siste- ma de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula para uso nas instalações de transporte público, o sistema de extinção de incêndio em estágio inicial compreendendo: um ou mais detectores externos que detectam se ou não um incêndio ocorre; um ou mais aspersores nos quais o aspersor compreende: um ou mais pinos de si- nal de detector externo que são conectados a um ou mais detectores externos, respectiva- mente; um pino de entrada de alarme de incêndio o qual um passageiro pressiona para re- portar um incêndio em um ambiente; um pino de saída de sinal de alarme de incêndio atra- vês do qual um sinal de alarme de incêndio é enviado e no qual o sinal de alarme de incên- dioé gerado por um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores; e um pino de entrada de sinal de extinção de incêndio através do qual um sinal de extinção de incêndio de entrada é registrado e no qual o sinal de extinção de incêndio é gerado depois que o incêndio foi reconhecido pelo sinal de alarme de incêndio que foi envi- ado através do pino de saída; e um painel de controle que recebe os um ou mais sinais de detecção de incêndio a partir de um ou mais detectores do aspersor e o sinal de alarme de incêndio pressionado pelo passageiro e compreende: uma unidade de alarme de incêndio que avisa sobre a ocor-
rência do incêndio por meio de som; um monitor que exibe a localização do incêndio; e uma unidade de entrada de sinal de extinção de incêndio que solicita a extinção do incêndio. . Preferivelmente, mas não necessariamente, o sistema de extinção de incêndio em estágio inicial compreende adicionalmente um rede de telefonia de emergência para geren- * 5 ciarasituação de incêndio na qual a rede de telefonia de emergência funciona para contatar toda a sala de passageiros onde o incêndio ocorreu, e uma sala de motores e uma agência de gerenciamento sênior mesmo na situação de emergência de incêndio. Preferivelmente, mas não necessariamente, sinais de um dentre os um ou mais pi- nos de sinal de detector externo que são gerados por um ou mais sinais de detector externo eumsinal do pino de entrada de alarme de incêndio são operados OR para, dessa forma, enviar o sinal de alarme de incêndio (B) no caso de um ou mais sinais dos um ou mais pinos de sinal de detector externo e o pino de entrada de alarme de incêndio serem registrados.
Preferivelmente, mas não necessariamente, o sinal de alarme de incêndio é trans- mitido para um painel de controle ou uma sala de motores que é posicionada fora de um carrode passageiros, onde o painel de controle faz com que um alarme de incêndio toque no carro de passageiros e controla um estado no carro de passageiros, para, dessa forma, ' notificar os passageiros de que o alarme de incêndio tocou no carro de passageiros. Preferivelmente, mas não necessariamente, o sistema de extinção de incêndio em Ú estágio inicial compreende qualquer uma ou ambas uma unidade de chamada de emergên- ciacomo carro de passageiros correspondente e uma unidade de detecção de vídeo, onde o painel de controle confirma se um incêndio ocorreu no carro de passageiros para então gerar o sinal de extinção de incêndio (F).
Preferivelmente, mas não necessariamente, um aspersor vizinho pode compartilhar o sinal de detecção de incêndio do detector correspondente.
Preferivelmente, mas não necessariamente, apenas uma das válvulas que abre ou fecha o aspersor é fornecida em um carro de passageiros, onde todos os aspersores são ativados em um momento no qual a válvula é aberta, ou uma posição da válvula e o número de válvulas é controlado como necessário para controlar a faixa de pulverização de extinção de incêndio.
Efeitos Vantajosos Portanto, um aspersor unido à válvula e um sistema de extinção de incêndio em es- tágio inicial de acordo com a presente invenção fornecem um efeito que impede o mau fun- cionamento do aspersor e permite que o incêndio seja extinto em fase inicial.
Descrição dos Desenhos A figura 1 é um diagrama em bloco ilustrando de forma conceitual um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial empregando um aspersor unido à válvula de acordo com uma modalidade da presente invenção.
A figura 2 é um diagrama em bloco ilustrando um distribuidor de sinal (e painel de manipulação) que é utilizado na presente invenção.
- A figura 3 é um diagrama em bloco ilustrando um painel de controle de acordo com a invenção.
“5 A figura 4 é uma vista de fluxograma ilustrando as operações de um sistema de ex- tinção de incêndio em estágio inicial de acordo com a presente invenção; As figuras 5a, 5b e 5c são diagramas ilustrando exemplos de um controlador de as- persor (SCC) que é utilizado na presente invenção; As figuras 6 e 7 são diagramas ilustrando um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial empregando um aspersor unido à válvula de acordo com outra modalidade da presente invenção; A figura 8 é um diagrama ilustrando um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula para uso em instalações de transporte público, de acordo com a presente invenção; A figura 9 é um diagrama ilustrando um painel de controle de acordo com a presen- te invenção; " A figura 10 é um diagrama ilustrando uma representação dos aspersores e detecto- res de acordo com a invenção; ' As figuras 11, 12, e 13 são diagramas ilustrando exemplos de pulverização de água emum sistema de extinção de incêndio em estágio inicial de acordo com a presente inven- ção.
Melhor Modo Os objetivos e/ou vantagens apresentados acima bem como outros da presente in- venção se tornarão mais aparente a partir da descrição a seguir. Abaixo, um aspersor unido àválvulaeum sistema de extinção de incêndio em estágio inicial de acordo com a presente invenção serão descritos em detalhes com referência aos desenhos em anexo. A figura 1 ilustra uma configuração de um sistema de acordo com a presente invenção, isso é, uma configuração de um aspersor unido à válvula (VSC), 11 de acordo com a presente inven- ção,e um distribuidor de sinal (e painel de manipulação). O aspersor unido à válvula inclui um cabeçote de aspersor (SCH) 12, uma válvula de aspersor (SCV) 13, e um controlador de aspersor (SCC) 14. A válvula de aspersor emprega uma válvula eletrônica e o cabeçote de aspersor é de um tipo aberto. Dessa forma, quando a válvula é aberta por um circuito de controle, a água pode ser pulverizada imediatamente.
O controlador de aspersor 14 recebe sinais de um ou mais detectores de incêndio internos 15. No caso de o sinal de detecção de incêndio ser registrado no controlador de aspersor (SCC) 14 a partir de pelo menos um detector de incêndio 15, o controlador de as- persor (SCC) 14 utiliza o sinal de detecção de incêndio como um sinal de operação de as- | persor e notifica um distribuidor de sinal externo (e painel de manipulação) 15 que um in- cêndio foi detectado pelo detector de incêndio 15. No caso de o sinal de detecção de incên- - dio ser registrado no distribuidor de sinal (e painel de manipulação) 15, um disjuntor de gás que bloqueia o gás é operado imediatamente. Adicionalmente, o distribuidor de sinal (e pai- * 5 neldemanipulação) 15 transmite o sinal de detecção de incêndio para um painel de controle externo e um painel de controle interno (tal como um painel de manipulação, um interfone, e um servidor doméstico) novamente. O painel de controle externo monitora um incêndio em uma instalação particular tal como o corpo de bombeiros e um complexo de apartamentos, e o painel de controle interno está localizado em um local onde o sinal de detecção de incên- diofoidetectado. O sinal de detecção de incêndio é transmitido para ambos o painel de con- trole externo e o painel de controle interno, para, dessa forma, fazer com que um sinal de alarme de incêndio toque.
Quando o sinal de alarme toca, uma pessoa tendo recebido o sinal de alarme verifi- ca no local se um incêndio está ocorrendo. Se for verificado que o incêndio está ocorrendo, a pessoa pressiona um botão de extinção de incêndio. Mesmo se o botão de extinção de incêndio for pressionado em vários locais ou um único local onde o painel de controle exter- ' no e o painel de controle interno são fornecidos, um sinal de extinção de incêndio que foi gerado pela pressão do botão de extinção de incêndio se torna válido. O sinal de extinção de incêndio também é transmitido como um sinal de entrada do controlador de aspersor (SCC)14 Então, o controlador de aspersor (SCC) 14 recebe um sinal do sensor de asper- sor (SCS) além do sinal de detecção de incêndio e o sinal de extinção de incêndio, e realiza uma operação AND dos sinais recebidos, para então ativar a válvula de aspersor (SCV) 13 para abrir a mesma para, dessa forma, iniciar a pulverização de um solvente para o local do incêndio através do cabeçote de aspersor (SCH) 12.
Assumindo-se que um incêndio tenha ocorrido apenas em um determinado cômodo de uma determinada casa, uma operação de pulverização é realizada apenas em um cômo- do onde o incêndio na verdade ocorreu, para, dessa forma, impedir a pulverização em toda a casa pela ação da válvula de aspersor.
O controlador de aspersor (SCC) 14 pode controlar o número de válvulas (SCV) 13.
Um número de válvulas é conectado a um número de cabeçotes de válvula (SCH) 12, res- pectivamente. Dessa forma, se um número de válvulas for combinado com um número de cabeçotes de válvula (SCH) 12, respectivamente, uma variedade de solventes de extinção tal como fontes de água e gás pode ser utilizada em paralelo.
O aspersor unido à válvula utilizado na presente invenção pode ser utilizado para vários tipos de equipamentos de extinção tal como torneiras de inundação, extintores com jato de água, e extintores de pulverização de dióxido de carbono ou pó halogênio. Um sol- vente de extinção é determinado pelo equipamento de extinção. As válvulas de aspersor e os controladores de aspersor que são utilizados na presente invenção são utilizados para o equipamento de extinção descrito acima, de modo a responder até mesmo a um fogo de - qualquer tipo. Na figura 1, quatro sinais de entrada são configurados de modo a serem registrados - 5 a partirde quatro detectores de incêndio, mas o número de sinais de entrada registrados a partir dos detectores de incêndio podem ser ajustados como necessário. Adicionalmente, o tipo de detector a ser utilizado pode diferir. Na figura 1, um oitavo pino é um pino de teste. O pino de teste é utilizado para testar se ou não os detectores estão funcionando bem. Um botão de teste de um distribuidor de sinal (e painel de manipulação) é pressionado para re- gistrar um sinal de teste no oitavo pino e então é confirmado se ou não os detectores, sen- sores de aspersor e equipamento de extinção estão bem ativados.
A figura 2 é um diagrama em bloco ilustrando um distribuidor de sinal (e painel de manipulação) que é utilizado na presente invenção, e ilustra a transmissão dos sinais entre o distribuidor de sinal (e painel de manipulação) e um interfone. No caso de vários asperso- res serem utilizados, o distribuidor de sinal recebe um sinal de entrada de cada aspersor pelas operações dos detectores e indica se um sinal de detecção de incêndio foi detectado a : partir de um determinado local. Se o sinal de detecção de incêndio for registrado no distribu- idor de sinal (e painel de manipulação), uma válvula de gás é fechada, para então enviar um ' sinal para um painel de controle externo tal como um centro de prevenção de desastre e um centrode administração de apartamentos, e um sinal para um painel de controle interno tal como um interfone, para, dessa forma, fazer com que o alarme de incêndio toque. Se pai- néis de controle externos e internos tiverem recebido o sinal de alarme, a lâmpada da casa correspondente é acesa em um monitor no centro de prevenção de desastre e no centro de administração de apartamentos. Então, a lâmpada da casa correspondente é pressionada para selecionar a casa correspondente. Posteriormente, é verificado se ou não um incêndio ocorreu na casa correspondente através de uma chamada de emergência tal como um inter- fone ou um monitor, Então, se o incêndio tiver ocorrido na casa correspondente, o botão de extinção de incêndio é clicado para, dessa forma, gerar um sinal de extinção de incêndio, Nesse caso, uma pessoa que confirme que o incêndio está ocorrendo internamente também pode clicarno botão de extinção de incêndio para, dessa forma, gerar um sinal de extinção de incêndio. De acordo, no caso de o sinal de extinção de incêndio ter sido registrado a par- tir de um local externo ou interno, o distribuidor de sinal (e painel de manipulação) transmite o sinal de extinção de incêndio como um sinal de entrada para o controlador de aspersor. A figura 3 é um diagrama em bloco ilustrando um painel de controle que está locali- zadono centro de prevenção de desastre e centro de administração de apartamentos, de acordo com a invenção. Se um detector de incêndio fornecido em cada casa for ativado para gerar um sinal de detecção de incêndio, uma lâmpada correspondente à casa em um moni-
tor no painel de controle é acesa, para, dessa forma, fazer com que uma pessoa confirme em que casa o sinal de detecção de incêndio foi gerado.
Como resultado disso, a casa onde . o sinal de detecção de incêndio foi gerado pode ser imediatamente confirmada através da lâmpada correspondente à casa acesa pelo sinal a partir do distribuidor de sinal (e painel de - 5 manipulação) de cada casa.
Simultaneamente, o painel de controle gera um sinal de alarme.
Então, uma pessoa pressiona a lâmpada da casa correspondente para selecionar a casa correspondente, para então confirmar se ou não um incêndio ocorreu na casa correspon- dente através do monitor ou a chamada de emergência e para então esperar por um sinal de extinção de incêndio.
Ademais, um processo de extinção de incêndio é realizado em um —corpode bombeiros externo ou outro centro de integração, da mesma forma que os do cen- tro de prevenção de desastre e centro de administração de apartamentos.
Se o botão de extinção de incêndio for clicado por um tempo predeterminado ou um tempo maior que o mesmo, pode ser projetado para ser clicado automaticamente depois que o tempo prede- terminado passar.
O painel de controle pode ter uma função de chamada de emergência para uma chamada de emergência com uma casa desejada.
Aqui, um painel de controle de nível su- : perior liga e gerencia um número de casas em uma instalação, e um painel de controle de nível superior ao painel de controle de nível superior liga e gerencia um número de painéis de controle de nível superior em um número de instalações.
Um corpo de bombeiros é co- —nectado ao painel de controle de nível superior de modo a ser conectado a todas as casas em uma região correspondente.
De acordo, o corpo de bombeiros pode exibir uma determi- nada casa na qual um incêndio ocorreu.
Adicionalmente, uma lâmpada da casa correspon- dente é selecionada no centro de prevenção de desastre e no centro de administração de apartamentos, para, dessa forma, possibilitar a comunicação de um sinal entre a casa e o centro de prevenção de desastre e o centro de administração de apartamentos, e/ou para realizar uma chamada telefônica de áudio ou uma chamada telefônica de vídeo.
A configuração do painel de controle é ilustrada a seguir na Tabela 1 Tabela 1 Casa Centro de Pre- | Centro de Inte- | Corpo de Bom- venção de De-|gração beiros sastre Número de ca- (50 casas x n)i (2.500 casas x/|/(120.000 casas sas acomoda- painéis de con- | n) painéis de|x n) painéis de das trole controle controle seleção — (divi- uma casa (xn) | cinco centros de | 20 centros (x n) são) prevenção — de desastre (x n)
ss T Tm Fe Em [PR gw —) - chamadas — de | telefone de e-|telefone de e-|cinco telefones | vinte telefones " A figura 4 é uma vista de fluxograma ilustrando as operações de um sistema de ex- tinção de incêndio em estágio inicial de acordo com a presente invenção. Na figura 4, no caso de um incêndio ser detectado por um determinado detector em uma casa, um sinal de alarme de incêndio é gerado na casa, e o sinal de alarme de incêndio é gerado em um pai- nelde controle externo. Dessa forma, se o sinal de alarme de incêndio for registrado na ca- sa ou no painel de controle externo, uma válvula de aspersor pode ser aberta.
As figuras 5a, 5b e 5c são diagramas ilustrando exemplos de um controlador de as- persor (SCC) que é utilizado na presente invenção, onde os diagramas de fiação do contro- lador de aspersor (SCC) são combinados para configurar os controladores de aspersor (SCC) que são aplicados para vários tipos de ambientes. Como ilustrado na figura 1, os pi- nos de um a quatro são conectados aos detectores externos. Na figura 1, um quinto pino é um pino através do qual um sinal de saída é enviado para fora, um sexto pino é um pino Ú através do qual um sinal é recebido quando um botão de extinção de incêndio externo é . clicado e um sétimo pino é um pino através do qual um sinal é registrado por um sensor de detecção de incêndio do controlador de aspersor.
A figura 5a é um sistema automático. No caso do sistema automático da figura Sa o botão de extinção de incêndio não é clicado por uma pessoa. De acordo, os quinto e sexto pinos são conectados um ao outro ou são deixados sem serem utilizados. Então, os pinos de um a quatro são conectados aos sinais de detecção de incêndio que entram a partir dos sensores de aspersor que podem detectar se ou não um incêndio está ocorrendo. De acor- do, se os sinais de detecção de incêndio forem registrados a partir dos sensores de asper- sor, os sinais de entrada correspondentes são registrados através de todos os pinos de um a quatro e o sétimo pino. Aqui, um sinal de entrada correspondente pode ser registrado a- través do sexto pino. Nesse caso, uma vez que o aspersor de acordo com a presente inven- çãoé fornecido em um local onde nenhum detector é fornecido, o aspersor pode ser ativa- do.
A figura 5b também ilustra um sistema automático. No caso do sistema automático da figura 5b, os pinos de um a quatro são conectados aos detectores correspondentes, res- pectivamente, em uma região onde os detectores são fornecidos. Aqui, se qualquer detector for ativado, água pode ser pulverizada. Do contrário, a água pode ser pulverizada se um sinal for registrado através do sétimo pino por um sensor de aspersor (SCS). Visto que o sistema automático é considerado na figura 5b, os quinto e sexto pinos são interconectados.
A figura 5c ilustra um sistema remotamente operado por humanos que não possui nn qualquer pessoa no local. Aqui, os pinos um a quatro são conectados aos sensores ou de- tectores de aspersor. Se qualquer sinal de detecção de incêndio for registrado a partir dos . sensores de aspersor ou detectores, um centro de controle remoto externo recebe os sinais de detecção de incêndio, verifica se ou não um incêndio ocorreu através de um monitor e * 5 assim por diante, gera um sinal de extinção de incêndio, e controla um aspersor correspon- dente para que seja ativado. Como descrito acima, o aspersor de acordo com a presente invenção recebe os sinais de detecção de incêndio detectados a partir não apenas de seu próprio sensor de aspersor, mas também a partir de detectores externos, para então serem ativados. De acordo, o sensor de aspersor e os detectores externos podem ser utilizados em vários tipos de combinações de acordo com diferentes situações. Na figura 5c, os quinto e sexto pinos são conectados a um distribuidor de sinal (e painel de manipulação). O aspersor e o sistema utilizando o mesmo de acordo com a presente invenção po- dem ser utilizados para instalações de transporte tal como trens, metrôs, navios, aeronaves e ônibus que são utilizados por muitas pessoas além de edifícios, instalações perigosas, e centros de processamento de dados ou centros de processamento de informação. Em ou- tras palavras, visto que o aspersor convencional é muito sensível, o mesmo pode ser ativa- ' do mesmo se parecer haver um pequeno sinal de fogo. Dessa forma, é difícil se utilizar o aspersor convencional no interior do metrô. No entanto, no caso do aspersor da presente invenção, visto que um aspersor correspondente é ativado pelas operações dos detectores, sensores de aspersor, e alarmes de incêndio, e as operações dos botões de extinção de incêndio que são pressionados pelas pessoas, existe muito pouca ou nenhuma possibilida- de de mau funcionamento. De acordo, o aspersor da presente invenção pode ser ativado apenas de acordo com uma situação necessária. Adicionalmente, no caso de ser difícil para uma pessoa confirmar diretamente se ou não um incêndio ocorreu em áreas como áreas comuns ou instalações perigosas, é confirmado se ou não um incêndio ocorreu através de um monitor em uma sala de controle principal ou sala de subcontrole. Então, um botão de extinção de incêndio é manipulado para, dessa forma, fazer com que o aspersor seja ativa- do remotamente para extinguir o incêndio. Adicionalmente, visto que é muito fácil se utilizar o aspersor da presente invenção como um aspersor de operação não supervisionada como necessário, o aspersor da presente invenção apresenta uma vantagem na qual o mesmo pode ser utilizado como múltiplas utilizações em uma área isolada tal como armazéns, lojas e fábricas.
A figura 6 é um diagrama ilustrando um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial empregando um aspersor unido à válvula de acordo com outra modalidade da presen- teinvenção. Aqui, a figura 6 ilustra todo um sistema incluindo um aspersor unido à válvula, um distribuidor de sinal (e painel de manipulação) e um painel de controle. Um cabeçote ilustrado na figura 6 emprega um tipo no qual um sensor é fixado a uma válvula. Na figura 6,
uma válvula de aspersor (SCV), um cabeçote de aspersor (SCH) e um sensor de aspersor (SCS) são fixados de forma integral ao aspersor propriamente dito. De acordo com uma es- - pecificação em particular, o sensor de aspersor (SCS) pode não ser utilizado. A figura 6 ilustra a configuração do sistema interno e o painel de controle que são * 5 ilustrados em um único desenho. Uma ou mais válvulas podem ser fornecidas em uma casa. É natural que uma ou mais casas possam ser incluídas em todo o sistema da figura 6.
Na figura 6 os pinos de um a quatro são conectados aos detectores corresponden- tes, respectivamente. O número de detectores pode variar como necessário. O número de detectores é limitado a quatro por motivos de conveniência na presente invenção. Na figura 6,um quinto pino é um pino através do qual um sinal de saída é enviado para fora, um sexto pino é um pino através do qual um sinal é recebido quando um botão de extinção de incên- dio externo é clicado, um sétimo pino é um pino através do qual um sinal é registrado por um sensor de detecção de incêndio do controlador de aspersor, e um oitavo pino é um pino de teste.
Como ilustrado na figura 6, se qualquer um dos detectores for ativado, existe a pos- sibilidade de um incêndio poder estar ocorrendo, De acordo, um dos pinos de um a quatro é ' ativado pelos detectores de um a quatro, ou seu próprio sensor de detecção de incêndio é ativado. O sinal de detecção de incêndio que é detectado pelos detectores de um a quatro, ou seu próprio sensor de detecção de incêndio, é utilizado como um sinal de entrada que é registrado em um controlador de válvula. Adicionalmente, o sinal de detecção de incêndio é enviado através do quinto pino a fim de ser enviado para um painel de controle em uma sala de controle e assim por diante para, dessa forma, extinguir o incêndio. O sinal de saída pode ser enviado para fora através do quinto pino mesmo no caso de o incêndio ter sido detecta- do pelo detector externo como ilustrado na figura 6, além de no caso de um incêndio ter sido detectado por seu próprio sensor de aspersor (SCS), Em outras palavras, se seu próprio sinal de detecção que é registrado por seu pró- prio sensor de detecção for registrado através do sétimo pino, o sinal de detecção é enviado diretamente para o painel de controle externo. Como descrito acima, no caso de um incên- dio ser detectado pelos detectores e, dessa forma, um botão de extinção de incêndio ser pressionado, o aspersor é ativado.
O oitavo pino é um pino de teste para testar se ou não as operações do aspersor são bem ativadas. Se um sinal de teste for registrado através do pino de teste, a válvula de aspersor não funciona, mas todos os outros detectores próprios, detectores internos, botões de extinção, e comunicação por meio de telefones de emergência com o centro de controle externooperam como em uma situação real, para fins de teste.
Na operação do distribuidor de sinal interno (e painel de manipulação), quando qualquer um dos detectores é ativado, uma lâmpada com letra "L" é acesa a fim de exibir um | local onde o detector detectou a ocorrência de um incêndio. Adicionalmente, um alarme "B" pode ser tocado. Aqui, o alarme "B" pode ser tocado apenas na sala de controle, mas pode . ser estabelecido de modo que o alarme possa não ser tocado em seu centro de controle sênior. Adicionalmente, enquanto o alarme é aceso, um sinal de fechamento de válvula de ' 5 gásdacasa correspondente é transmitido para, dessa forma, fazer com que o gás de entra- da que é suprido para a casa correspondente seja bloqueado.
O sinal de detecção de incêndio é transmitido diretamente para o interfone interno e assim por diante, e faz com que à lâmpada da casa acenda no centro de controle de apar- tamento. Adicionalmente, o sinal de detecção de incêndio pode acender as lâmpadas de exibiçãono corpo de bombeiros.
Se um incêndio for encontrado na casa e, dessa forma, um botão de extinção de in- cêndio "F" for pressionado, um sinal de extinção de incêndio é registrado através do sexto pino para operar o aspersor ativado.
No caso de uma lâmpada "L" ser ativada, o telefone de emergência é ativado ime- diatamente para permitir uma chamada entre o centro de controle e a casa correspondente.
O centro de controle ou corpo de bombeiros pode perceber se ou não um incêndio ocorreu ' através de uma chamada (ou uma chamada de vídeo) comunicando com a casa correspon- dente, para, dessa forma, fazer com que uma pessoa pressione um botão com a letra "F".
] Visto que o sinal para acender a lâmpada "L" é transmitido para o centro de controle de nível superior além de o centro de controle, é possível se realizar uma chamada telefônica entre o centro de controle e o corpo de bombeiros, e entre a casa correspondente e o corpo de bombeiros. Adicionalmente, se o botão de extinção de incêndio "F" for pressionado em qualquer local, um processo de extinção de incêndio é realizado.
Adicionalmente, se uma pessoa no centro de controle ou no corpo de bombeiros pressionar a lâmpada "L" quando a lâmpada "L" é ativada, uma casa na qual o incêndio o- correu é exibida imediatamente, uma chamada de emergência é automaticamente comuni- cada com a casa correspondente, e o botão "F" pode ser pressionado imediatamente, para, dessa forma, fazer com que o sinal do sexto pino seja transmitido. Adicionalmente, se um sinal de saída for enviado através do quinto pino até mesmo em uma casa, o sinal “B" será aceso. Adicionalmente, o sinal de teste do oitavo pino é transmitido junto a fim de notificar uma pessoa sobre um período de teste. O sinal de teste é transmitido para toda a casa, o centro de controle e o corpo de bombeiros.
Adicionalmente, uma válvula intermediária de casa anticongelamento bloqueia a água e impede que a mesma passe para um aspersor a fim de preparar para o anticonge- lamento. Mesmo se a válvula intermediária da casa de anticongelamento estiver em um mo- do de anticongelamento, um sinal de extinção de incêndio pode ser direcionado para a vál- vula. Dessa forma, quando o sinal de extinção de incêndio é registrado na válvula, o incên-
dio pode ser extinto imediatamente. O sinal de teste pode ser ativado em qualquer casa, o centro de controle e o corpo de bombeiros. Mesmo depois que uma casa onde um incêndio ocorreu é particularmente selecio- nada no centro de controle ou corpo de bombeiros, um processo de extinção de incêndio é * 5 mantido continuamente no centro de controle de nível inferior ou casa.
Um botão "M" da figura 6 é um botão que muda um modo atual em um modo local no qual um sinal de alarme não é transferido para um centro de controle de nível superior. Em outras palavras, se o botão "M" for pressionado, o modo atual é alterado para o modo local no qual o sinal de alarme não é transferido para o centro de controle de nível superior tal como um centro de integração. Por exemplo, no caso de as casas serem testadas, ins- pecionadas, e verificadas ou até mesmo se um incêndio tiver ocorrido, o teste, inspeção e verificação das casas e da extinção do incêndio podem ser processados no complexo de apartamentos.
A figura 7 ilustra outra modalidade da figura 3. A figura 7 é um diagrama ilustrando um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial empregando um aspersor unido à válvula de acordo com outra modalidade da presente invenção.
' A figura 8 é um diagrama ilustrando um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula para uso em instalações de transporte público, i de acordo com a presente invenção. Um aspersor unido à válvula (VSC) para uma sala de passageiros e um painel de controle em uma sala de motores é ilustrada em detalhes na figura 8. O aspersor unido à válvula inclui um cabeçote de aspersor (SCH), uma válvula de aspersor (SCV) e um controlador de aspersor (SCC). A válvula de aspersor (SCV) é uma válvula eletrônica e o cabeçote de aspersor (SCH) é do tipo aberto. Dessa forma, se a válvu- la de aspersor (SCV) for aberta por um circuito de controle do controlador de aspersor (SCC), um solvente tal como um gás pode ser imediatamente pulverizado.
O controlador de aspersor (SCC) recebe um sinal enviado a partir de um detector de incêndio que está localizado no interior de um veículo tal como um trem. No caso de os sinais de detecção de incêndio serem recebidos a partir de um ou mais detectores de incên- dio, os alarmes de incêndio (B) são tocados em salas de passageiros correspondentes e o painelde controle em uma sala de motores externa é notificado de que um incêndio foi de- tectado pelos detectores de incêndio nas salas de passageiro correspondentes. Simultane- amente, um alarme de incêndio (B) é tocado no painel de controle da sala de motores, e uma lâmpada na sala de passageiros correspondente é ligada de modo a se saber em que sala de passageiros o incêndio ocorreu.
Na sala de motores, pode ser confirmado se ou não um incêndio real ocorreu utili- zando-se um telefone de emergência, a fim de se verificar em que sala de passageiros o incêndio ocorreu. Então, um botão de extinção de incêndio (F) é pressionado para fazer com | que a válvula de aspersor (SCV) sendo a válvula eletrônica seja aberta de modo que um solvente possa ser pulverizado para extinguir o incêndio. . Adicionalmente, pode ser confirmado se ou não um incêndio ocorreu utilizando-se um dispositivo de chamada de emergência ou uma campainha de emergência além do tele- * 5 fonede emergência, Uma câmera de vigilância tal como uma televisão de circuito fechado (CCTV) em uma sala de passageiros, a fim de monitorar a sala de passageiros.
Então, o botão de extinção de incêndio (F) é pressionado para extinguir o incêndio.
Aqui, todos os aspersores na sala de passageiros correspondente podem ser abertos simultaneamente.
Do contrário, apenas um aspersor que é conectado a um detector de incêndio tendo detectado oincêndio pode ser ativado.
Seis pinos são ilustrados como pinos de entrada/saída (1/O) para um detector de in- cêndio na figura 8, mas não está limitado a isso.
Primeiro e segundo pinos são conectados a um detector de incêndio ou sensor de detecção de incêndio em uma sala de passageiros de um veículo para monitorar se ou não um incêndio ocorreu na sala de passageiros.
Adicio- —nalmente, um terceiro pino é conectado a um alarme de incêndio.
De acordo, mesmo se um incêndio não tiver sido detectado por um detector de incêndio, um passageiro pode desco- ' brir o incêndio antes do detector de incêndio, para então pressionar o alarme de incêndio.
Na sala de motores, pode ser confirmado se ou não um incêndio ocorreu utilizando-se um dispositivo de chamada de emergência ou uma televisão de circuito fechado (CCTV). Um — quartopinoé um pino reserva que pode ser conectado a um detector de incêndio ou alarme separado.
Adicionalmente, os pinos de um à quatro são conectados a uma porta OR.
Dessa forma, se o sinal de detecção de incêndio for registrado à partir de qualquer um dentre o detector de incêndio, o sensor de detecção de incêndio, ou o alarme de incêndio, um alarme deincêndiona sala de motores é tocado.
Um sinal que faz com que o alarme toque na sala de motores é enviado através de um quinto pino do aspersor.
O sinal de saída do quinto pino é operado OR com um sinal de quinto pino que é transmitido a partir de outro aspersor na sala de passageiros correspondente.
Dessa forma, se um dos sinais de quinto pino for detectado, o resultado de operação OR é enviado para o painel de controle de sala de moto- res O sexto pino é conectado ao botão de extinção de incêndio (F) que uma pessoa pressiona a fim de extinguir um incêndio depois de ter confirmado a ocorrência do incêndio na sala de motores.
Dessa forma, se um botão de extinção de incêndio (F) para uma sala de passageiros correspondente for pressionado, um sinal de clique de botão de extinção de incêndioé registrado no aspersor através do sexto pino.
Apenas no caso de o botão de extinção de incêndio ser pressionado na sala de mo- tores enquanto o detector de incêndio ou o alarme de incêndio é pressionado, a válvula de aspersor (SCV) é ativada para extinguir o incêndio. Para se fazer isso, o sinal registrado através do sexto pino e o valor de operação OR dos sinais registrados através dos primeiro . a quarto pinos são operados AND em uma porta AND para então serem registrados na vál- vula de aspersor (SCV).
75 Na figura 8, é considerado que quatro aspersores são fornecidos em cada sala de passageiros, e um solvente de extinção de incêndio é armazenado separadamente em cada sala de passageiros. Quando é detectado que um incêndio ocorreu em uma sala de passa- geiros, o alarme toca na sala de motores. Aqui, é se percebe em que sala de passageiros o alarme toca e de que veículo de passageiros o sinal de detecção de incêndio é transmitido, para,então, realizar um processo de extinção de incêndio necessário. A sala de motores 0 e as salas de passageiros de 1 a 9 são ilustrados na figura 8.
A figura 9 é um diagrama ilustrando um painel de controle que é localizado em uma sala de motores de acordo com a presente invenção, O painel de controle é numerado. De acordo, pode ser confirmado em que sala de passageiros um sinal de detecção de incêndio foigerado. Como resultado disso, pode ser confirmado imediatamente a partir de qual sala de passageiros um sinal de detecção de incêndio é gerado pelo sinal de detecção de incên- . dio que é transmitido a partir de cada veículo, com lâmpadas de sinal que são acesas. Si- : multaneamente, se um sinal de alarme de incêndio for gerado, um botão com o número da sala de passageiros correspondente é pressionado para confirmar se ou não um incêndio ocorreu através de um telefone de emergência, um dispositivo de chamada interno, ou uma televisão de circuito fechado (CCTV) que comunica com a sala de passageiros correspon- dente onde o incêndio ocorreu, para então extinguir o incêndio. Adicionalmente, se nenhum botão de extinção de incêndio for pressionado por um tempo predeterminado ou mais visto que um administrador não está presente, ou se uma pluralidade de detectores de incêndio oude alarmes de incêndio for ativada, o botão de extinção de incêndio pode ser automati- camente clicado depois de um determinado período de tempo. No caso de veículos em mo- vimento tal como ônibus, os detectores de incêndio podem ser conectados a um painel de controle externo que confirma a situação dos veículos através de uma rede sem fio. No caso de qualquer detector de incêndio ter detectado um incêndio em um veículo, um sinal de a- larme de incêndio é gerado nos veículos, além de na sala de motores ou painel de controle externo que gerencia o veículo. Se uma pessoa que confirmou o incêndio pressionar o botão de extinção de incêndio (F) para, dessa forma, fazer com que a válvula do aspersor (SCV) seja aberta para extinguir o incêndio.
A figura 10 é um diagrama ilustrando uma representação dos aspersores unidos à válvula (VSCs), detectores de incêndio e alarmes de incêndio em um veículo para passagei- ros. O número de aspersores que é fornecido em um veículo ou sala de passageiros. Na figura 10, quatro aspersores unidos à válvula são ilustrados. Os detectores de incêndio po-
dem ser localizados em locais desejados. Os alarmes de incêndio podem ser localizados em posições desejadas que podem ser acessadas manualmente, a fim de transmitir um sinal de « alarme de incêndio e um sinal de detecção de incêndio para a sala de motores. Adicional- mente, uma pessoa pode comunicar com a sala de motor ou o painel de controle externo * 5 quegerencia o veículo de passageiros através de um dispositivo de chamada de emergên- cia no veículo de passageiros.
A figura 11 é um diagrama ilustrando um exemplo de pulverização de água em um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial de acordo com a presente invenção. Na modalidade descrita acima, uma válvula de aspersor é fornecida em um aspersor a fim de fazer com que apenas um aspersor, correspondendo a um detector de incêndio que detec- tou o incêndio, realize uma operação de pulverização de água. No entanto, com referência à figura 11, visto que uma operação de combate ao incêndio rápida é essencial em incêndios de edifícios principais ou veículos, uma válvula eletrônica é fornecida em apenas um local perto de um solvente de extinção de incêndio, para, dessa forma, fazer com que todos os —aspersores pulverizem o solvente se o botão de extinção de incêndio for pressionado.
A figura 12 é um diagrama ilustrando outro exemplo de pulverização de água do " sistema de extinção de incêndio em estágio inicial de acordo com a presente invenção. To- dos os aspersores realizam a pulverização simultaneamente na figura 11. No entanto, na figura 12, uma válvula de aspersor é fornecida em um aspersor e então um detector de in- cêndioé compartilhado entre aspersores adjacentes. Aqui, no caso de o incêndio ser detec- tado por um único detector de incêndio, uma faixa de pulverização pode expandir de modo que os aspersores adjacentes possam realizar uma operação de pulverização, todos de uma vez. Do contrário, o sistema de extinção de incêndio em estágio inicial é projetado para que os aspersores que não são adjacentes um ao outro não sejam ativados, para, dessa forma, limitar uma faixa de pulverização.
A figura 13 é um diagrama ilustrando outro exemplo de pulverização de água em um sistema de extinção de incêndio em estágio inicial de acordo com a presente invenção. Na figura 13, as válvulas de aspersor são agrupadas em uma ramificação em instalações ou edifícios que precisam ajustar ou expandir uma faixa de pulverização. Em outras palavras, as válvulasdo aspersor são divididas em válvulas principais e válvulas auxiliares, onde as válvulas principais são fornecidas perto dos aspersores, respectivamente, e as válvulas au- xiliares são fornecidas perto do solvente. De acordo, os aspersores são ativados apenas no local correspondente como necessário. Por exemplo, se apenas parte dos detectores de incêndio for ativada, apenas os aspersores adjacentes são abertos. No entanto, no caso de haver uma solicitação de um passageiro que pressionou um alarme de incêndio no veículo de passageiros, todas as válvulas de aspersor podem ser abertas.
Como descrito acima, a presente invenção foi descrita com relação às modalidades particularmente preferidas.
No entanto, a presente invenção não está limitada às modalida- des acima, e é possível que os versados na técnica realizem várias modificações e varia- « ções, sem se distanciar do espírito da presente invenção.
Dessa forma, o escopo de prote- ção da presente invenção não é definido dentro da descrição detalhada do mesmo, mas é * 5 definido pelas reivindicações a serem descritas posteriormente e o espírito técnico da pre- sente invenção.
Aplicabilidade Industrial Como descrito acima, a presente invenção pode ser aplicada a um sistema de combate a incêndios.

Claims (12)

  1. REIVINDICAÇÕES
    71. Aspersor unido à válvula, CARACTERIZADO pelo fato de compreender: . um cabeçote de aspersor aberto que é conectado a um armazenador de solvente de extinção de incêndio para aspergir o solvente; “5 uma válvula de aspersor que é localizada entre o armazenador de solvente e o ca- beçote de aspersor para abrir o cabeçote de aspersor; um sensor de aspersor que é localizado perto do cabeçote de aspersor para detec- tar se ou não um incêndio está em andamento; e um controlador de aspersor que faz com que a válvula de aspersor opere; onde o controlador de aspersor compreende: um ou mais pinos de sinal de detector externo que são conectados a um ou mais detectores externos, respectivamente; um pino de saída de sinal de alarme de incêndio através do qual um sinal de alarme de incêndio é enviado no qual o sinal de alarme de incêndio é gerado por um ou mais sinais —dedetecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores; um pino de entrada de sinal de extinção de incêndio de entrada através do qual um Ú sinal de extinção de incêndio de entrada é registrado e no qual o sinal de extinção de incên- . dio é gerado depois que o incêndio foi reconhecido pelo sinal de detecção de incêndio que foi enviado através do pino de saída; e um pino de entrada de sensor de aspersor através do qual um sinal resultante da operação do sensor de aspersor é registrado no qual o sensor de aspersor foi anexado ao aspersor.
  2. 2. Aspersor unido à válvula, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais de- tectores são operados OR para, dessa forma, enviar o sinal de alarme de incêndio no caso de um ou mais detectores terem sido operados, e um valor de operação OR de um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores e um valor de operação OR do sinal de extinção de incêndio e uma válvula de entrada do sensor de as- persor são operados AND para, dessa forma, ativar a válvula de aspersor.
  3. 3. Aspersor unido à válvula, de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de o valor de operação OR de um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores e um valor de operação AND do sinal de extinção de in- cêndio e o valor de entrada do sensor de aspersor serem operados OR.
  4. 4, Aspersor unido à válvula, de acordo com à reivindicação 3, CARACTERIZADO —pelofatodeovalorde operação OR de um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais detectores e o valor de entrada do sensor de aspersor serem opera- dos OR para se tornar um valor de saída para gerar o sinal de detecção de incêndio.
  5. 5. Aspersor unido à válvula, de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de o valor de entrada de um valor de operação AND operado totalmente compre- . ender um sinal de teste no qual o sinal de teste é sempre NÃO operado para então ser re- gistrado, com um resultado de o valor de operação AND operado totalmente se tornar uma * 5 falha(F) para fazer com que a válvula não seja ativada.
  6. 6. Sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula, o sistema de extinção de incêndio em estágio inicial sendo CARACTERIZADO pelo fato de compreender: um ou mais detectores externos que detectam se ou não um incêndio ocorre; um ou mais aspersores nos quais o aspersor compreende: um ou mais pinos de si- nal de detector externo que são conectados a um ou mais detectores externos, respectiva- mente: um pino de saída de sinal de alarme de incêndio através do qual um sinal de alarme de incêndio é enviado no qual o sinal de detecção de incêndio é gerado por um ou mais si- nais de detecção de incêndio gerados a partir dos um ou mais detectores; um pino de entra- dade sinal de extinção de incêndio de entrada através do qual um sinal de extinção de in- cêndio de entrada é registrado e no qual o sinal de extinção de incêndio é gerado depois ' que o incêndio foi reconhecido pelo sinal de alarme de incêndio que foi enviado através do : pino de saída; e um pino de entrada de sensor de aspersor através do qual um sinal resul- tante da operação do sensor de aspersor é registrado e no qual o sensor de aspersor foi anexado ao aspersor; um distribuidor de sinal (e painel de manipulação) que recebe os sinais de detecção de incêndio detectados a partir de um ou mais detectores externos e distribui os sinais de detecção de incêndio, e transmite os sinais de detecção de incêndio para pelo menos um dentre um painel de controle interno e um painel de controle externo; e um painel de controle que recebe os um ou mais sinais de detecção de incêndio a partir do distribuidor de sinal (e painel de manipulação) e compreende um controlador; e uma válvula intermediária anticongelamento e uma unidade de entrada de sinal de interrup- ção de ventilador ambas as quais são ativadas pelo sinal de extinção de incêndio, onde o controlador compreende: uma unidade de alarme de incêndio que avisa a ocorrência do in- —cêndiopormeio de som; um monitor que exibe a localização do incêndio; e uma unidade de entrada de sinal de extinção de incêndio que solicita a extinção do incêndio.
  7. 7. Sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de o distribuidor (e painel de manipulação) transmitir um sinal que ativa um disjuntor de gás interno quando o umourmaissinaisde detecção de incêndio foi registrado.
  8. 8. Sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula, de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADO pelo fato de compreender adi-
    cionalmente uma rede de telefonia de emergência que funciona mesmo no caso de ocorrên- cia de incêndio para gerenciar a situação de incêndio na qual a rede de telefonia de emer- . gência funciona para contatar ambas uma casa onde o incêndio ocorreu e uma agência de gerenciamento sênior mesmo em uma situação de emergência de incêndio.
    “5
  9. 9. Sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula para uso em instalações de transporte público, o sistema de extinção de incêndio em estágio inicial sendo CARACTERIZADO pelo fato de compreender: um ou mais detectores externos que detectam se ou não um incêndio ocorreu; um ou mais aspersores nos quais o aspersor compreende: um ou mais pinos de si- —nalde detector externo que são conectados a um ou mais detectores externos, respectiva- mente; um pino de entrada de alarme de incêndio o qual um passageiro pressiona em uma sala para reportar um incêndio; um pino de saída de sinal de alarme de incêndio através do qual um sinal de alarme de incêndio é enviado e no qual o sinal de alarme de incêndio é gerado por um ou mais sinais de detecção de incêndio gerados a partir de um ou mais de- tectores; e um pino de entrada de sinal de extinção de incêndio de entrada através do qual um sinal de extinção de incêndio de entrada é registrado e onde o sinal de extinção de in- : cêndio é gerado depois que o incêndio foi reconhecido pelo sinal de alarme de incêndio que : foi enviado através do pino de saída; e um painel de controle que recebe um ou mais sinais de detecção de incêndio a par- tirdeum ou mais detectores do aspersor e o sinal de alarme de incêndio pressionado pelo passageiro e compreende: uma unidade de alarme de incêndio que avisa sobre a ocorrência do incêndio por meio de som; um monitor que exibe a localização do incêndio; e uma unida- de de entrada de sinal de extinção de incêndio que solicita a extinção do incêndio.
  10. 10. Sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 6 a 9, CARACTERIZADO pelo fato de o aspersor vizinho compartilhar um ou mais sinais de detector externo de um ou mais detectores externos que são conectados a um ou mais pinos de sinal de detector ex- terno.
  11. 11. Sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 6 a 9, CARACTERIZADO pelo fato de apenas uma válvula que abre e fecha o aspersor ser fornecida dependendo de um edifício principal ou uma faixa de pulverização de extinção de incêndio, onde todos os aspersores são ativados de uma vez quando a válvula é aberta ou uma posição da válvula é controlada como necessário para controlar a faixa de pulverização de extinção de incêndio.
  12. 12. Sistema de extinção de incêndio em estágio inicial utilizando um aspersor unido à válvula, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 6 a 9, CARACTERIZADO pelo fato de o painel de controle de aspersor (SCC; 14) controlar um número de válvulas de aspersor (SCV; 13) e as válvulas serem conectadas a um número de cabeçotes de aspersor (SCH; 12) para utilizar uma variedade de solventes incluindo fontes de água e gases em . paralelo.
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