BRPI1000124A2 - cámara de formação de módulo expansìvel - Google Patents
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Abstract
CáMARA DE FORMAçãO DE MóDULO EXPANSìVEL é descrita uma enfardadeira para fazer grandes móduloscilíndricos de algodão que inclui uma câmara de formação de módulo compreendendo uma pluralidade de correias de formação de módulo que é suportada em relação lado a lado através de uma pluralidade de rolos de suporte de correia fixos e móveis. A câmara de formação de módulo inclui uma seção dianteira fixa e uma seção traseira móvel na forma de uma porta de descarga montada em uma localização traseira superior da seção dianteira para pivotar entre uma posição de enfardamento abaixada e uma posição de descarga levantada. Localizada na base da câmara de enfardamento entre um rolo de suporte de correia fixo inferior e um rolo dianteiro inferior da porta de descarga abaixada fica uma entrada pela qual algodão passa para a câmara de formação de módulo. Um arranjo de envolvimento do módulo é suportado na porta de descarga para alimentar seletivamente um comprimento de material de folha de plástico na entrada para ser envolto na circunferência de um módulo de algodão formado na câmara. Localizado na entrada na frente do rolo da porta dianteira inferior fica um eliminador de aglomeração de algodão tipo ancinho que opera para impedir aglomeração de algodão antes de ser alimentado na circunferência de um módulo de algodão rotativo durante a operação de envolvimento do módulo, eliminando assim a formação de protuberâncias na circunferência do módulo.
Description
"CÂMARA DE FORMAÇÃO DE MÓDULO EXPANSÍYEL"CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção diz respeito a grandes enfardadeirasredondas e, mais particularmente, diz respeito a tais enfardadeiras para formargrandes módulos de algodão cilíndricos.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Atualmente existem máquinas que colhem casulos de algodãode pés de algodão e usam uma enfardadeira a bordo para formar um módulode algodão cilíndrico. De maneira que o módulo de algodão mantenha suaforma e seja protegido dos elementos até que ele seja transportado para umamáquina descaroçadora, o módulo é envolto em uma proteção de plásticoantes de ser depositado no terreno pela colheitadeira.
Observou-se que a superfície externa do módulo de algodãoenvolto tende ter uma forma irregular, esta irregularidade na forma sendo naforma de protuberâncias de vários tamanhos dispersas em torno dacircunferência do módulo. As vezes, essas protuberâncias são muitoexcessivas e fazem com que o sistema de acionamento hidráulico, que é usadopara acionar certos dos rolos acionados da câmara formadora de módulos,paralise. Além do mais, as protuberâncias introduzem muitos pontosproblemáticos com o plástico envolto, tal como tornando o plástico propensoa se rasgar, permitindo assim a entrada de contaminantes, puxando o plásticopara fora das extremidades do módulo, causando assim uma redução e/oueliminação da cobertura das extremidades do módulo, e deixando áreas nãosuportadas onde existem vazios no algodão. Adicionalmente, na máquinadescaroçadora, o maquinário usado para virar o módulo de algodão durante aremoção do envoltório de plástico não opera igualmente com módulos cheiosde protuberâncias.
Admite-se atualmente que as protuberâncias sejamintroduzidas na superfície do módulo durante a operação de colocação de umenvoltório plástico no módulo. Especificamente, a circunferência da câmarade formação de módulo é definida por uma pluralidade de correias sem-fimsuportada em relação lado a lado através de uma pluralidade de rolos fixos emóveis, com um dos rolos fixos sendo um rolo dianteiro inferior de uma portade descarga que forma uma seção traseira da câmara de formação de módulo,com o rolo da porta dianteira inferior definindo um limite traseiro de umaentrada localizada na base da câmara de formação de módulo, e com umlimite dianteiro da entrada sendo definido por um rolo iniciador. Durante aformação de um módulo de algodão na câmara de formação de módulo,algodão é alimentado na entrada em um caminho que o direciona contra afrente do rolo da porta inferior. A medida que o módulo de formação érotacionado, algodão na superfície do módulo expande-se na zona de entradaentre o rolo iniciador e o rolo da porta dianteira inferior. Este algodãoexpandido, junto com o algodão que chega, é ativamente levantado dasuperfície do módulo de algodão em crescimento pelas bordas laterais dascorreias que entram em contato com o algodão fofo. Em uma máquinaconhecida, são usadas onze correias de formação de módulo, resultando emvinte e duas bordas disponíveis para ajudar no transporte de algodão. Quandoum módulo de algodão é completado na câmara de formação de módulo, aintrodução de algodão adicional é interrompida e material envoltório deplástico é introduzido na entrada na base da câmara de formação de módulo apartir de um rolo fonte suportado na traseira da porta de descarga. O módulode algodão completado continua girar e o plástico introduzido é pego entre ascorreias e o módulo rotativo e é levado pelo módulo. Durante a primeirarevolução do módulo, o algodão na superfície da porção não envolta domódulo ainda expande-se na entrada da câmara na zona entre o rolo iniciadore o rolo da porta dianteira inferior. Entretanto, uma vez que as correias deformação de módulo nas suas regiões de encaixe no rolo da porta dianteirainferior estão agora cobertas com plástico, as bordas não estão maisdisponíveis para levantar efetivamente o algodão expandido, e este algodãomomentaneamente hesita, ficando assim aglomerado em vários locais aolongo da frente do rolo da porta dianteira inferior, com essas aglomeraçõeseventualmente entrando no ponto de mordida entre o material do envoltóriosuportado pelo rolo e a superfície do módulo formado, de maneira a formarprotuberâncias por baixo do material do envoltório. A formação deaglomerações de algodão que são subseqüentemente alimentados nasuperfície do módulo é uma ocorrência irregular, resultando assim em ummódulo enrolado com um exterior nodoso.
O problema a ser solucionado então é prover um arranjo decâmara de formação de módulo construído de maneira a eliminar ou reduzir aformação de protuberâncias na superfície do módulo de algodão enrolado.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
De acordo com a presente invenção, é provido um arranjo deformação de módulo para formar módulos de algodão cilíndricos que éconstruído de maneira a formar módulos de algodão envoltos com um exteriorliso.
Um objetivo da invenção é prover um arranjo de formação demódulo incluindo uma estrutura dentro da câmara de formação de módulo queinibe a formação de aglomerações de algodão para a frente do rolo da portainferior durante a operação de envolvimento de um módulo de algodãocilíndrico formado com um envoltório de plástico e desta maneira elimina aformação de protuberâncias na circunferência do módulo de algodão envolto.
O objetivo apresentado é atingido colocando-se um eliminadorde aglomeração tipo ancinho em uma localização dentro da entrada deformação de módulo que fica entre o rolo iniciador e o rolo de suporte dacorreia de formação de módulo dianteiro inferior suportado pela porta dedescarga de módulo. O eliminador de aglomeração compreende um elementotransversal na forma de uma haste tubular com extremidades opostasmontadas para rotação em paredes laterais opostas da câmara de formação demódulo para movimento contra uma mola de solicitação, entre um batentesuperior, em que uma pluralidade de dentes espaçados transversal suportadapelo elemento transversal, e projetando-se até a traseira do mesmo, ficadisposta em um plano inclinado para cima que faz um ângulo deaproximadamente 15° com um plano horizontal que é aproximadamentetangente a uma superfície superior do rolo da porta dianteira inferior, e umbatente inferior, em que os dentes ficam dispostos em um plano inclinadopara baixo que faz um ângulo de aproximadamente 45 0 com o planohorizontal. A localização do batente inferior é escolhida para impedirinterferência entre os dentes e a correia de um transferidor usado paratransportar o algodão de uma zona do acumulador para a entrada da câmarade formação de módulo.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A figura 1 é uma vista elevacional lateral esquerda de umamáquina colheitadeira de algodão equipada com uma enfardadeira deformação de módulo cilíndrico que incorpora um eliminador de aglomeraçãode algodão da presente invenção.
A figura 2 é uma vista lateral direita da região de entrada dacâmara de formação de módulo da enfardadeira mostrada na figura 1, mascom a estrutura de guia de material do envoltório removida e com o ladodireito da câmara removido para expor a região traseira do arranjo dotransferidor de semente, mostrado em linhas tracejadas, e o eliminador deaglomeração de algodão.
A figura 3 é uma vista em perspectiva inferior vista para afrente de uma região esquerda inferior da seção dianteira da câmara deformação de módulo, mostrando a seção da extremidade esquerda doeliminador de aglomeração de algodão incluindo os conjuntos batentessuperior e inferior na parede lateral interna esquerda do conjunto da paredelateral da câmara esquerda.
A figura 4 é uma vista em perspectiva inferior vista para trásde uma região direita inferior da seção dianteira da câmara de formação demódulo, mostrando a seção de extremidade direita do eliminador deaglomeração de algodão incluindo o conjunto batente superior e inferior naparede lateral interna direita do conjunto da parede lateral da câmara direita.
A figura 5 é uma vista em perspectiva traseira esquerda daregião esquerda inferior da seção dianteira da câmara de formação de módulo,com partes removidas, mostrando a montagem da mola espiral de torção entrea extremidade esquerda do elemento transversal eliminador de aglomeração eo arranjo da parede lateral esquerda.
A figura 6 é uma vista em perspectiva traseira esquerda daregião da extremidade esquerda do eliminador de aglomeração de algodão,mostrando a conexão entre a seção principal do elemento transversal e umaextração da extremidade esquerda, e mostrando a mola espiral de torçãosuportada pela extração.
DESCRIÇÃO DA MODALIDADE PREFERIDA
Referindo-se agora à figura 1, está mostrada uma colheitadeirade algodão automotriz 10 incluindo uma armação principal 12 suportada paramovimento por rodas de acionamento dianteiras 14 e rodas de direçãotraseiras 16. Uma estação, ou cabine, do operador 18 é suportada em um localà frente em uma região elevada da armação de maneira a prover a umoperador uma visão clara de uma ponteira de colheita de algodão 20 montadaem uma extremidade dianteira da armação 12, a ponteira de colheita 20operando para remover algodão das plantas e direcionar o algodão removidopara um sistema de transferência pneumático incluindo um arranjo de duto dear 22.
Um arranjo acumulador de algodão vertical 30 com umaestrutura de entrada superior 32 e um piso de medição 34 é suportada naarmação 12 detrás da cabine 18 para receber o algodão do arranjo de duto dear 22. Por baixo do piso de medição 34 fica um arranjo transferidor de correiasubstancialmente horizontal 35 incluindo uma correia de alimentação sem-fim36 (ver figura 2) que transfere o algodão para um arranjo de enfardadeira abordo 37, que é suportado na armação 12 em uma localização para trás doarranjo acumulador 30 e é operável para formar grandes módulos de algodãocilíndricos.
O arranjo da enfardadeira 37 inclui uma câmara de formaçãode módulo 38 no geral similar ao arranjo de formação de fardos daenfardadeira redonda grande revelada na patente U.S. 5.979.141, concedidaem 9 de novembro de 1999. Especificamente, a câmara de formação demódulo 38 inclui uma seção dianteira fixa 39 montada na armação principal12 e uma seção traseira na forma de uma porta de descarga 40 com umalocalização dianteira superior montada em uma localização traseira superiorda seção dianteira de maneira a estabelecer um conjunto pivô 41 definindo umeixo pivô transversal horizontal em torno do qual a porta de descarga 40 podemover-se seletivamente pela ação de um conjunto de cilindro hidráulicoextensível e retrátil convencional (não mostrado) entre uma posição deenfardamento abaixada, mostrada na figura 1, e uma posição de descargalevantada, não mostrada, para permitir que um módulo de algodãocompletado e envolto seja descarregado por baixo dele.
Referindo-se agora também às figuras 2-4, podem ver que aseção dianteira 39 e a porta de descarga 40 incluem cada qual conjuntos deparedes laterais duplas opostas, com o conjunto de paredes da seção dianteiraincluindo um par de paredes laterais internas transversalmente espaçadas 42que são respectivamente unidas a um par de paredes laterais externastransversalmente espaçadas 43. Similarmente, a porta de descarga 40 incluium par de paredes laterais internas transversalmente espaçadas 44 que érespectivamente unido a um par de paredes laterais externas 45.A circunferência da câmara de formação de módulo 38 édefinida por um arranjo de formação de módulo incluindo uma pluralidade decorreias sem-fim 46 suportada em relação lado a lado através de um arranjode rolos de suporte compreendendo uma pluralidade de rolos de suporte decorreia fixos e uma pluralidade rolos de suporte de correia móveis.
Especificamente, indo no sentido horário a partir de um limite superior deuma entrada 48 para a câmara 38 localizada na base da câmara, os rolos fixosincluem um rolo traseiro inferior 50, um rolo dianteiro inferior 52, um rolodianteiro intermediário inferior 53, um rolo dianteiro intermediário superior54, um rolo dianteiro superior de topo 56 e um rolo traseiro superior 58, todosse estendendo entre extremidade opostas às paredes laterais internas fixas 42da seção dianteira da câmara 39, e tendo extremidade opostas montadas deforma rotativa nelas. Continuando, os rolos fixos incluem adicionalmente umrolo da porta dianteira superior 59, um rolo da porta traseira superior 60, umrolo da porta traseira inferior 62 e um rolo da porta dianteira inferior 64, todosse estendendo entre as paredes laterais internas da porta 44 e tendoextremidades opostas montadas de forma rotativa nelas.
O arranjo do braço de tracionamento da correia 66 compreendeum par de braços espaçados transversalmente 68 com extremidades dianteirasunidas a um tubo transversal que se estende entre uma região dianteira médiadas paredes laterais internas fixas 42, e montadas a pivô nele, como umarranjo pivô 70. A pluralidade de rolos móveis compreende três rolos 72, 74 e76, que se estendem entre os braços 68 do arranjo de braço de tracionamento66, e que têm extremidades opostas respectivamente montadas de formarotativa neles. O rolo 72 fica localizado em uma extremidade traseira dosbraços 68, o rolo 74 fica posicionado em relação espaçada adjacente no rolo72, e o rolo 76 fica espaçado do rolo 74 em direção ao arranjo pivô 70.
Começando no rolo traseiro inferior 50, a correia sem-fim, ascorreias de formação de módulo 46 são enlaçadas sob o rolo 50 e incluemsuperfícies externas, que alterna com as superfícies externas que sãoencaixadas no primeiro rolo dianteiro inferior 52 e então no rolo dianteirointermediário inferior 53 enquanto os demais das superfícies externas desviamdo rolo dianteiro inferior 52 e vão diretamente para o rolo dianteirointermediário inferior 53. Daí, as superfícies externas das correias 46 sãoencaixadas serialmente no rolo intermediário superior 54, no rolo móvel 76,no rolo dianteiro superior 56, no rolo da porta dianteira de topo 59, no rolo daporta traseira superior 60, no rolo da porta traseira inferior 62 e no rolo daporta dianteira inferior 64. Uma superfície interna das correias 46 inclui umenlaço encaixado sobre o rolo fixo traseiro superior 58, que se estende entreuma região central superior das paredes laterais fixas 42, com o enlaço sendoposicionado entre os rolos móveis 72 e 74. Como mostrado, o arranjo dobraço de tracionamento 66 fica em uma posição inicial abaixadacorrespondente a quando a câmara de formação de módulo 38 está em umacondição vazia, com as correias de formação de módulo 46 definindo operímetro da câmara 38, que tem inicialmente uma forma no geral triangular,vista pelo lado. O arranjo do braço de tracionamento 66 normalmente incluielementos de tracionamento tais como cilindros hidráulicos e/ou molas (nãomostrados, mas bem conhecidos) que são montados entre as paredes fixas 42e os braços 68 de maneira a resistir de forma resiliente seu movimento paracima à medida que a câmara de formação de módulo 38 é cheia com algodão.
Um ou mais dos rolos fixos são acionados de maneira a fazer com que ascorreias 46 sejam acionadas, com a direção de acionamento sendo tal a fazercom que o algodão que chega desloque no sentido anti-horário à medida queele é adicionado como uma camada espiral no módulo de algodão emcrescimento. Para ajudar neste movimento no sentido anti-horário do algodãodurante a formação inicial do módulo, um rolo iniciador acionado 79 estende-se entre as paredes laterais interna e externa 42 e 43 da seção da câmara deformação de módulo dianteira, e estende-se entre eles, em uma localizaçãopara baixo, e para a traseira, a partir do rolo dianteiro inferior 50, com aperiferia do rolo iniciador 79 sendo próxima à periferia do rolo 50. Comovisto na figura 1, o rolo iniciador 79 é acionado no sentido horário de maneiraa remover o algodão transferido pela superfície que desloca para baixo dascorreias de formação de módulo 46 que formam a frente do espaço de formatriangular, em decorrência do que o algodão é rolado em um cilindro, quecresce e expande-se contra as correias tracionadas até que um módulo de umdiâmetro desejado seja formado.
Como se pode ver melhor na figura 2, o arranjo do transferidorde alimentação 35, mostrado em linhas tracejadas, tem uma extremidadeterminal traseira localizada adjacente a uma periferia dianteira do rolo daporta dianteira inferior 64 de maneira que algodão é transferido diretamentecontra as correias de formação de módulo 46 encaixadas no rolo 64. Quando aporta de descarga 40 está na sua posição de enfardamento abaixada, damaneira mostrada, o rolo traseiro 50 e o rolo iniciador 79 da seção da câmaradianteira fixa 39 são cada qual localizados a uma altura acima da altura dorolo da porta dianteira inferior 64, com os rolos 50, 79 e 64 sendo localizadosde forma que suas periferias fiquem localizadas para encaixar a circunferênciade um módulo de algodão completado 80 localizado na câmara de formaçãode módulo 38.
Referindo-se novamente à figura 1, está mostrado um arranjode envolvimento de módulo ou fardo 81 na traseira da porta de descarga 40com o propósito de envolver o módulo completado de algodão 80 de forma aagrupá-lo e protegê-lo dos elementos, uma vez que ele é descarregado dacâmara de formação de módulo 38. O sistema de envolvimento 81 inclui umatampa 82 articulada no seu topo e cobrindo um rolo de suprimento de materialdo envoltório ativo 84 consistindo em material do envoltório 86. O materialdo envoltório 86 usado aqui é preferivelmente, mas não necessariamente,formado de folha de plástico semipermeável. Uma seção de extremidade domaterial do envoltório 86 estende-se para baixo de um lado dianteiro do rolode suprimento 84 e é alimentada entre os rolos de alimentação de material doenvoltório superior e inferior 88 e 90, respectivamente, com o rolo superior 88sendo encaixado no rolo inferior 90, e localizado ligeiramente detrás dele, deforma que uma tangente comum aos rolos, nas suas linhas de contato,estenda-se para cima e para a frente em direção a um segmento dispostoverticalmente da superfície externa das correias de formação de módulo 46.No início de um ciclo de envolvimento, um acionamento de correia (nãomostrado) incluindo polias de correia acopladas nas respectivas extremidadesdo rolo da porta traseira inferior 62 e no rolo de alimentação superior 88 éestabelecido e o comprimento de material do envoltório é distribuído contra osegmento vertical da superfície externa das correias 46 e suportado em umaestrutura de guia de material do envoltório 92 que se estende por baixo de umsegmento inferior da superfície externa das correias 46, este segmento inferiordas correias 46 agindo para levar o material do envoltório ao longo daestrutura de guia 92, e então em torno do rolo da porta dianteira inferior 64 epara a câmara de formação de módulo 38, por meio da entrada da câmara 40,o comprimento de material do envoltório 86 então sendo aprisionado entre ascorreias de formação de módulo 46 e o módulo de algodão completado 80. Avelocidade na qual o material do envoltório 86 move-se pelas correias 46 e omódulo rotativo 80 é maior que a velocidade na qual ela é distribuída pelosrolos de alimentação 88 e 90, fazendo com que o material do envoltório 86seja tracionado e estirado à medida que ele é envolto no módulo 80. Uma vezque um comprimento desejado de material do envoltório (1,5 a 2 voltas, porexemplo) é envolto no módulo de algodão 80, o acionamento no rolo dealimentação 88 é interrompido e um mecanismo de corte, que pode ser naforma de um arranjo de lâmina e bigorna, por exemplo, (não mostrado)localizado logo à jusante dos rolos de alimentação 88 e 90 é atuado de formaa separar o material envolto 86 do material não envolto restante no rolo desuprimento 84. Um sensor de operação de lâmina (não mostrado) é usado paraprover um sinal a um computador (não mostrado) localizado na cabine dacolheitadeira 10 para iniciar a operação de um par de cilindros da portahidráulica (não mostrado) que é acoplado entre as paredes laterais fixas 42 eas paredes laterais da porta 44, como é bem conhecido, para fazer com que aporta de descarga 46 seja pivotada para sua posição de descarga levantadapara permitir que um módulo envolto 80 role para uma estrutura de trabalhoem forma de berço 96 de um arranjo de descarga de módulo 100.
Até este ponto, a estrutura descrita é convencional.
A presente invenção baseia-se em um eliminador deaglomeração de algodão 102, que, como mostrado claramente na figura 2, émontado dentro da entrada 48 da câmara de formação de módulo 38 em umalocalização logo detrás do rolo iniciador 79 com o propósito de impedir quealgodão se aglomere à frente do rolo da porta dianteira inferior 64 durante aoperação de envolvimento de um módulo de algodão formado com envoltóriode plástico. Referindo-se também às figuras 3-5, pode-se ver que o eliminadorde aglomeração 102 é na forma de um ancinho compreendendo um elementotransversal alongado definido por um tubo cilíndrico 104 compreendendouma porção do tubo principal 106 estendendo-se substancialmente por toda alargura da câmara de formação de módulo 38 e tendo uma região deextremidade direita curta montada de forma rotativa na parede lateral internadireita 42. O tubo cilíndrico 104 inclui adicionalmente uma região deextremidade esquerda relativamente comprida definida por uma extração dotubo 108 montada para rotação nas paredes laterais interna e externaesquerdas 42 e 43, respectivamente, e acopladas na porção do tubo principal106 por um acoplador cilíndrico 110 recebido em uma região de extremidadedireita curta da extração do tubo 108 e em uma região de extremidadeesquerda curta da porção do tubo principal 106. Um primeiro pino cilíndrico112 é recebido em um primeiro conjunto de furos orientados diametralmenteprovido na extração 108 e no acoplador 110, e um segundo pino de molacilíndrico 114 é recebido em um segundo conjunto de furos orientadosdiametralmente providos na porção do tubo principal 106 e no acoplador 110.Uma pluralidade de dentes 116 projeta-se diametralmente através delocalizações igualmente espaçadas, e fixos nelas, através do comprimento daporção do tubo principal 106. Um dente similar 118 projeta-sediametralmente através do acoplador 110, e é fixo nele, em uma localizaçãointermediária às extremidades opostas do acoplador, o dente 118 sendolocalizado entre extremidades adjacentes da extração do tubo 108 e a porçãodo tubo principal 106. Assim, percebe-se que o tubo 104 pode ser montado naseção dianteira 39 da câmara de formação de módulo 38 antes de ter aextração do tubo 108 acoplada no acoplador 110. Nesta condição, a seção daextremidade direita da porção do tubo principal 106 é inserida no furo providona parede lateral interna direita 42, com a extração do tubo 108 sendo entãoinserida, pelo lado de fora, através das aberturas circulares alinhadas,respectivamente, providas na parede lateral externa esquerda 43 e na paredelateral interna esquerda 44. A extremidade direita da extração do tubo 108 éinserida no acoplamento 110 e presa aí pela inserção do pino de mola 112.
Como se pode ver melhor na figura 3, um elemento limitadorsuperior 120 é fixado na parede lateral interna esquerda 42 em umalocalização abaixo e ligeiramente à frente da extração do tubo 108 por umparafuso de fixação 122 que se estende através de um furo provido na paredelateral interna esquerda 42 e que tem uma extremidade externa rosqueada naqual é recebida uma porca (não mostrada). O elemento limitador superior 120é na forma de uma barra provida com uma abertura de ajuste 124, que éalongada em uma direção para cima e recebe o parafuso 122. Um topo doelemento 120 é definido por uma superfície de batente superior 125. Espaçadapara trás do elemento limitador superior 120 fica um elemento limitadorinferior 126 na forma de um embuchamento fixado contra a parede lateralinterna 42 por um parafuso 128 que se projeta para fora através doembuchamento e um furo na parede lateral interna esquerda 42 e que tem umaextremidade rosqueada externa (não mostrada) na qual uma porca é recebida eapertada. Uma porção superior do elemento 126 define uma superfície debatente inferior 129.
Como mais bem visto na figura 4, um elemento chapalimitadora superior e limitadora inferior combinado 130 é fixado na paredelateral interna direita 42 em uma localização por baixo da porção do tuboprincipal 106. O elemento 130 contém uma abertura de ajuste alongadaverticalmente 132 localizada para a frente da porção do tubo 106, com umparafuso de fixação 134 projetando-se para fora através da abertura 132 e umfuro provido na parede lateral interna direita 42, o parafuso tendo umaextremidade para fora rosqueada (não mostrada) na qual é recebida umaporca. Provido no elemento 130 em uma localização na traseira da porção dotubo 106 fica um furo, com um parafuso de fixação 136 projetando-se parafora através do furo e um furo alinhado na parede lateral interna direita 42, oparafuso tendo uma extremidade para fora rosqueada (não mostrada) na qual érecebida uma porca. O elemento chapa 130 tem uma borda superior incluindouma seção de extremidade dianteira elevada definindo uma superfícielimitadora superior 138, enquanto uma seção traseira da borda superior éescalonada para baixo da superfície limitadora superior 140 e define umasuperfície limitadora inferior 140.
Como se pode ver na figura 3, um pino limitador alongadoesquerdo 142, na forma de um pino de mola, é inserido em um furo dispostodiametralmente provido na extração do tubo 108 em uma localizaçãoadjacente à parede lateral interna esquerda 42 e fica disposto para fazercontato alternado com as superfícies limitadoras superiores e inferior 125 e129. Similarmente, como mostrado na figura 4, um pino limitador alongadodireito 143, na forma de um pino de mola, é inserido em um furo dispostodiametralmente provido na porção do tubo principal 106 em uma localizaçãoadjacente à parede lateral interna direita 42 e disposto para fazer contatoalternado com as superfícies limitadoras superiores e inferior 138 e 140. Ospinos limitadores 142 e 143 são orientados similarmente com relação ao tubotransversal 104. As superfícies limitadoras superiores 125 e 138 são ajustadaspara ser dispostas similarmente em relação aos pinos 142 e 143, com assuperfícies limitadoras inferiores 129 e 140 sendo dispostas similarmente umaem relação à outra de forma que o contato entre os pinos limitadores e assuperfícies limitadoras superiores e inferior controle a faixa de movimentoangular através da qual o tubo transversal 104 pode girar.
Referindo-se agora às figuras 5 e 6, está mostrada uma molade torção espiral 144 recebida sobre uma extremidade exposta da extração dotubo 108 que se projeta para fora da parede lateral externa esquerda 43. Amola de torção 144 inclui uma seção bobinada central 146 unida a uma seçãode extremidade externa que se projeta radialmente para dentro 148 e umaseção de extremidade interna que se projeta para trás 150, a última tendo umterminal revirado que forma um olhai 152. A seção de extremidade externa148 é recebida em uma fenda 154 provida na extremidade externa da extraçãodo tubo 108 de maneira a reter a extremidade externa da mola 144 em relaçãoà extração do tubo 108. Um parafuso de fixação 156 projeta-se para dentroatravés do olhai 152 da seção de extremidade interna 150 da mola 144 eatravés de um furo na parede lateral externa esquerda 43, com o parafuso 156tendo uma extremidade interna rosqueada que recebe uma porca 158 (verfigura 3). A mola 144 é uma mola relativamente "macia" e é ligeiramentetracionada de forma que o tubo 104, visto pela sua extremidade esquerda, ésolicitado no sentido anti-horário, com os pinos limitadores 142 e 143,respectivamente, sendo solicitados para encaixe com as superfícieslimitadoras superiores 125 e 138. Com este encaixe dos pinos limitadores 142e 143 com as superfícies limitadoras superiores 125 e 138, os dentes 116 e118 são inclinados para cima com a traseira em um ângulo deaproximadamente 15 ° com a horizontal, como mostrado na figura 2,devendo-se notar que o eixo de rotação do tubo 104 é localizadoaproximadamente em um raio que passa através dos eixos de rotação do roloiniciador 79 e o rolo da porta dianteira inferior 64 e que, quando os dentes116, 118 são horizontais, eles ficam dispostos em um plano que éaproximadamente tangente com o topo dor rolo da porta dianteira inferior 64.O movimento para baixo dos dentes 116e 118 é limitado a aproximadamente450 abaixo da horizontal, esta limitação garantindo que os dentes não entremem contato com o arranjo de correia de alimentação de algodão 36 do arranjotransferidor 35, e não o danifiquem.
Em operação, considerando que um módulo de algodãocompleto 80 tenha sido formado na câmara de formação de módulo 38, aalimentação do algodão colhido na entrada da câmara 48 pelo arranjotransferidor de alimentação 35 estará encerrada, enquanto o módulo 80continua ser rotacionado no sentido horário, visto na figura 2. Umacionamento dos rolos de alimentação de material do envoltório 88 e 90 éencaixado de forma que um comprimento de material do envoltório deplástico 86 seja alimentado contra a superfície vertical das correias deformação de módulo 46 na traseira da porta de descarga 40, esta superfíciedas correias deslocando para baixo de maneira a levar o material doenvoltório 86 para a guia de material 92 que se estende para a frente por baixoda porta de descarga 40. As correias 46 passam em torno do rolo da portatraseira inferior 62 e levam o material do envoltório para a frente ao longo daguia de material 92 para a entrada da câmara de formação de módulo 48. Aí omaterial do envoltório 86 é carregado para cima em torno do rolo da portadianteira inferior 64 e cobre as correias 46 nessa localização, sendo ao mesmotempo encaixada pela periferia do módulo rotativo 80. A tendência para oalgodão na superfície do módulo 80 expandir-se até a entrada 48 no espaço àfrente do rolo da porta dianteira inferior 64 é reduzida ou eliminada pelosdentes 118, 119 suportados pelo tubo carregado por mola 104 do eliminadorde aglomeração 102, com os dentes garantindo que o algodão da superfície domódulo rotativo seja efetivamente distribuída no ponto de aperto do módulo80 e o rolo da porta dianteira inferior 64 de forma que o algodão da superfícienão hesite e faça com que algodão seja aglomerado à frente do rolo da porta64, e assim evita que protuberâncias sejam formadas na superfície do módulo80 por baixo do material do envoltório 86.
Em virtude de os dentes 118,119 serem inclinados para trás, ea mola de torção espiral 144 seja uma mola relativamente "macia", qualquercontato dos dentes com o módulo rotativo 80 fará com que os dentes deflitampara baixo, e, quando uma primeira camada do material plástico 86finalmente engloba o módulo 80, não haverá nenhum dano no material 86 emvirtude do contato com os dentes. A deflexão ou movimento para baixo dosdentes 118, 119 é limitada pelos pinos limitadores 142 e 143,respectivamente, que entram em contato com as superfícies limitadorasinferiores 129 e 140. As posições das superfícies limitadoras inferiores 129 e140 são selecionadas de maneira a impedir que os dentes 118, 119 entrem emcontato com o arranjo de correia de alimentação 36 do arranjo transferidor dealimentação 35, e possivelmente causem danos nele.
Tendo sido descrita a modalidade preferida, ficará aparenteque várias modificações podem ser feitas sem fugir do escopo da invenção,definido nas reivindicações anexas.
Claims (11)
1. Câmara de formação de módulo expansível, sendo paraformar grandes módulos cilíndricos de algodão, com uma câmara incluindoarranjos de paredes laterais opostas, uma pluralidade de rolos de suporte decorreia fixos estendendo-se entre os ditos arranjos de paredes laterais, e tendoextremidades opostas, respectivamente, montadas para rotação nos arranjos deparedes laterais, um arranjo de braço de tração da correia incluindo pelomenos um par de braços paralelos localizado adjacente aos ditos arranjos deparedes laterais opostas e sendo montado no dito arranjo de paredes lateraispara pivotar verticalmente durante a formação de um módulo dentro da ditacâmara, uma pluralidade de rolos de suporte de correia móveis estendendo-seentre o dito par de braços, e tendo extremidades opostas montadas pararotação no dito par de braços, uma circunferência da dita câmara sendodefinida por uma pluralidade de correias flexíveis sem-fim montada emrelação lado a lado uma com a outra através da dita pluralidade de rolos fixose móveis, a dita câmara incluindo uma seção dianteira fixa e uma seçãotraseira móvel definindo uma porta de descarga montada em uma localizaçãotraseira superior da dita seção dianteira para articular verticalmente entre umaposição de enfardamento abaixada e uma posição de descarga elevada, umaentrada sendo definida em uma base da dita câmara e delimitada em um ladotraseiro por um rolo da porta dianteira inferior dos ditos rolos fixos, quando adita porta de descarga está na sua posição de enfardamento, e um arranjo deenvolvimento do módulo sendo montado na dita porta de descarga e incluindoelementos de alimentação para alimentar seletivamente um comprimento dematerial do envoltório de plástico na dita entrada para ser carregado em tornode um módulo de algodão formado na dita câmara, caracterizada pelo fato deque compreende: a dita câmara de enfardamento incluindo adicionalmente umeliminador de aglomeração de algodão incluindo um elemento transversalalongado localizado na dita entrada na frente do elemento alongado, eestendendo-se paralelo ao dito rolo do portão dianteiro inferior, elementoalongado se estendendo entre e sendo montado em arranjos de paredes lateraisopostas, que formam parte da dita seção dianteira da dita câmara, e umapluralidade de elementos de prevenção de aglomeração sendo unida no ditoelemento alongado, e projetando-se para a traseira do dito elemento alongado,dito elemento alongado
2. Câmara de formação de módulo expansível de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o dito elemento transversal dodito eliminador de aglomeração de algodão é um tubo e os ditos elementos deprevenção de aglomeração são dentes montados no dito tubo, e projetando-separa trás do dito tubo.
3. Câmara de formação de módulo expansível de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o dito elemento transversal dodito eliminador de aglomeração de algodão é montado para pivotar em tornode um eixo horizontal que se estende paralelo ao dito rolo da porta dianteirainferior; um arranjo de mola sendo montado entre pelo menos um dos ditosarranjos de paredes laterais opostas e o dito elemento transversal, e exercendouma força de solicitação no dito elemento alongado de maneira a resistirresilientemente ao movimento para baixo dos ditos elementos de prevençãode aglomeração.
4. Câmara de formação de módulo expansível de acordo com areivindicação 3, caracterizada pelo fato de que o dito elemento transversal éum tubo cilíndrico, e o dito arranjo de mola inclui uma mola de torção espiralrecebida em uma extremidade do dito tubo cilíndrico, com uma extremidadeda dita mola sendo acoplada no dito tubo e com uma outra extremidade dadita mola sendo acoplada a um conjunto de paredes laterais adjacentes.
5. Câmara de formação de módulo extensível de acordo com areivindicação 4, caracterizada pelo fato de que o dito elemento transversalinclui uma seção de extremidade que é separada de uma porção restante dodito elemento transversal e projeta-se através do dito conjunto de paredeslaterais adjacentes; um acoplador cilíndrico unindo uma extremidade internada dita seção de extremidade na dita porção restante do dito elementotransversal; e a dita mola de torção espiral sendo recebida em umaextremidade externa da dita seção de extremidade do dito elementotransversal.
6. Câmara de formação de módulo expansível de acordo com areivindicação 3, caracterizada pelo fato de que incluindo adicionalmente umarranjo limitador montado no elemento alongado e nos ditos arranjos deparedes laterais opostas para limitar o movimento pivô do dito elementoalongado em uma faixa pré-selecionada de movimento.
7. Câmara de formação de módulo expansível de acordo com areivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a dita pluralidade de rolosfixos inclui um rolo de suporte de correia inferior localizado na dita seçãodianteira da dita câmara de formação de módulo, com o dito rolo de suportede correia inferior sendo localizado a um nível acima do dito rolo da portadianteira inferior; a dita câmara de formação de módulo incluindoadicionalmente um rolo iniciador com uma circunferência disposta adjacenteao dito rolo inferior da dita seção dianteira e aproximadamente em uma linhade centros que se estende entre o dito rolo inferior e o rolo dianteiro inferior;o dito elemento transversal sendo disposto ao longo de um eixo localizadoaproximadamente na dita linha de centros a uma altura aproximadamenteigual ao topo do dito rolo da porta dianteira inferior; e os ditos elementoeliminadores de aglomeração sendo localizados em um plano inclinado paracima em relação a um plano horizontal que é aproximadamente tangente aodito rolo da porta dianteira inferior.
8. Câmara de formação de módulo expansível de acordo com areivindicação 7, caracterizada pelo fato de que o dito plano inclinado paracima faz um ângulo de aproximadamente 15° com o dito plano horizontal.
9. Câmara de formação de módulo expansível de acordo com areivindicação 7, caracterizada pelo fato de que o dito elemento transversal émontado para pivotar em torno do dito eixo; um arranjo limitador superiorincluindo pelo menos um elemento limitador suportado pelo dito elementotransversal em uma localização adjacente a um dos ditos arranjos de paredeslaterais opostas; e um elemento limitador superior montado no dito um dosditos arranjos de paredes laterais opostas e tendo uma superfície limitadorasuperior localizada para ser encaixada pelo dito elemento limitador quando osditos dentes ficarem localizados no dito plano inclinado para cima; e umarranjo de solicitação que é acoplado entre o dito elemento transversal e o ditoum dos ditos arranjos de paredes laterais e resistindo ao movimento do ditoelemento limitador para fora da dita superfície limitadora superior.
10. Câmara de formação de módulo expansível de acordo coma reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que o dito arranjo limitadorsuperior inclui um segundo elemento limitador suportado pelo dito elementotransversal em uma localização adjacente a um segundo dos ditos arranjos deparedes laterais opostas e um segundo elemento limitador superior que émontado no dito segundo dos ditos arranjos de paredes laterais opostas e quetem uma segunda superfície limitadora superior localizada para encaixe pelodito segundo elemento limitador.
11. Câmara de formação de módulo para formar móduloscilíndricos de algodão, a câmara tendo lados delimitados por arranjos deparedes laterais opostas e uma circunferência delimitada por uma pluralidadede correias sem fim suportada em relação lado a lado através de umapluralidade de rolos de suporte de correia fixos estendendo-se entre os ditosarranjos de paredes laterais opostas, e tendo extremidades opostas montadasde forma rotativa em arranjos de paredes laterais opostas, com extremidadesopostas da dita pluralidade de correias sem-fim sendo enlaçada em torno deprimeiros e segundos rolos adjacentes da dita pluralidade de rolos de suportede correia fixos, e com os ditos primeiro e segundo rolos da dita pluralidadede rolos de suporte de correia fixos sendo espaçados um do outro de maneiraa definir uma entrada da câmara; um arranjo de envolvimento do módulosendo montado em um exterior da dita câmara de formação de módulo emuma localização para suprir seletivamente um envoltório de plástico a uminterior da dita câmara, por meio da dita entrada em um ponto de aperto entreo dito primeiro rolo da dita pluralidade de rolos fixos e um módulo formadolocalizado dentro da dita câmara, caracterizada pelo fato de que a ditacompreende um eliminador de protuberâncias localizado dentro da ditaentrada e incluindo um elemento transversal alongado que se estende paraleloao dito primeiro rolo da dita pluralidade de rolos fixos e tendo extremidadesopostas montadas nos ditos conjuntos de paredes laterais opostas; umapluralidade de dentes espaçados transversalmente sendo fixa no dito elementotransversal e tendo extremidades livres localizadas aproximadamente em umalinha transversal localizada de maneira a ficar na circunferência de ummódulo de algodão completado localizado na câmara de formação de móduloe encaixado nos ditos primeiro e segundo rolos da dita pluralidade de rolosfixos, por meio do que o dito eliminador de protuberâncias age, durante umaoperação de envolvimento do módulo com um envoltório de plástico, paraimpedir que algodão em uma superfície do módulo expanda-se até a entrada àmedida que o módulo é submetido a uma revolução depois que o material doenvoltório é introduzido na dita entrada.
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