PREPARADO A BASE DE ÓLEOS VEGETAIS USADO COMO SUPLEMENTO NUTRICIONAL
CAMPO DE APLICAÇÃO
Trata a presente Patente de Invenção de PREPARADO A BASE DE ÓLEOS VEGETAIS USADO COMO SUPLEMENTO NUTRICIONAL, empregando óleo vegetal de canola, linhaça, peixe, coco, girassol, buriti e DHA1 e que poderá ser utilizado em dietas orais, enterais e parenterais.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção se refere a composições nutricionais a base de óleos vegetais nobres, e, mais especificamente, misturas de óleos vegetais que poderão ser utilizadas em quatro aplicações básicas em adição a alimentos em geral, atuando como suplemento nutricional; como fonte de lipídios na terapia de nutrição enteral de pacientes graves, e como fonte de gordura no processamento de laticínios em geral.
FUNDAMENTO DA INVENÇÃO
O uso de óleos vegetais tem sido, ao longo do tempo, uma estratégia amplamente usada porque as gorduras representam um papel relevante e indispensável na nutrição humana, desde a tenra idade, como nutriente promotor do crescimento e desenvolvimento humano, sendo considerado essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso de embriões, atuando ativamente na formação das bainhas de mielina.
As gorduras e os óleos desempenham importante papel na alimentação humana, sendo, por isso, muito utilizados na indústria de alimentos, visto que representarem importante fonte energética para a saúde e o funcionamento do corpo. A obtenção de um óleo vegetal puro visa o aproveitamento máximo das gorduras poliinsaturadas e outros nutrientes, fornecidos por alimentos cultivados na natureza para fins de consumo humano, e contém propriedades benéficas que contribuem para a prevenção do surgimento de doenças, melhoram a qualidade de vida, além de prolongar a longevidade e estimular hábitos alimentares saudáveis, impactando, positivamente, sobre a saúde do homem.
Em muitas regiões do mundo existe uma grande variedade de animais marinhos e de espécies de plantas nativas das quais as gorduras e os óleos podem ser extraídos. Os óleos vegetais podem ser obtidos a partir de peixes de origem marinha que habitam em águas frias e profundas, como, por exemplo, o atum, a sardinha e o salmão; de sementes oleaginosas, como, por exemplo, o girassol, a canola, a linhaça, a azeitona e o buriti; a partir de leguminosas, como, por exemplo, a soja; a partir de cereais, como o milho e o trigo, e a partir de frutos, como, por exemplo, a noz e a avelã.
Os óleos vegetais são naturalmente isentos de colesterol, e a Organização Mundial de Saúde recomenda que os três tipos de ácidos graxos estejam presentes na dieta em proporções diferentes.
A saúde dos indivíduos de uma população é determinada pela interação de fatores genéticos e ambientais, e, atualmente, nas sociedades ocidentais são caracterizadas pelo elevado consumo de gordura saturada e gorduras trans, e pelo baixo consumo de ácidos graxos poliinsaturados, em particular ácidos graxos poliinsaturados (ω3 e ω6), carboidratos complexos e fibras alimentares.
Além disso, a relação ω6/ω3 aumentou oito vezes em um intervalo de tempo de 100 anos, contribuindo para o surgimento de doenças que poderiam ser prevenidas através de uma alimentação mais saudável e equilibrada.
Durante muito tempo o uso de óleos vegetais fez parte do Programa de Suplementação Alimentar do Ministério da Saúde do Brasil, como estratégia de saúde pública para promover o aumento do aporte calórico e, consequentemente, aumentar o ganho de peso de crianças desnutridas. Essa estratégia também se configurou por longos anos em fator decisivo para garantir a sobrevida de crianças desnutridas, ou em risco nutricional, e consistia na adição de óleo de soja nas preparações de alimentos destinados as crianças dos grupos mais vulneráveis.
Em virtude do valor energético apreciável, é muito comum se adicionar óleos vegetais em dietas que visam prevenir a inanição em pacientes graves, sendo freqüentemente um fator decisivo para garantir a sobrevivência dos mesmos.
Embora as gorduras representem fonte inquestionável e indispensável de energia, fornecendo 9 kcal por grama consumida; ou seja, mais de duas vezes o fornecimento calórico advindo dos carboidratos e das proteínas (4kcal/g), se faz necessário seguir na pesquisa de estratégias mais saudáveis no uso de óleos, de modo a preencher as necessidades nutricionais individuais para cada fração lipídica específica e prevenir o surgimento de doenças.
Muitos estudos experimentais e clínicos surgiram ao longo dos anos, e, apesar dos resultados animadores, precisam ser mais abrangentes, pois é fundamental para a prevenção e para a clínica, conhecer os tipos de gorduras que estão sendo consumidas.
As gorduras são formadas por ácidos graxos classificados em três tipos: saturados, monoinsaturados e poliinsaturados, sendo que as gorduras saturadas favorecem, em muito, a elevação da taxa de colesterol no sangue, que se aderem às paredes arteriais elevando, consideravelmente, o risco de infartos, e estão presentes, principalmente, em alimentos de origem animal e na gordura do coco.
Os ácidos graxos poliinsaturados são classificados em duas famílias: ômega 3 (ω3), que inclui ácido eicosapentaenóico (EPA) e ácido docosahexaenóico (DHA)1 e ômega 6 (ω6), que inclui ácido araquidônico. O EPA é o maior componente de ω3 contido no óleo de peixe, e as pesquisas indicam que pode ser um poderoso agente antiinflamatório.
O uso de gorduras poliinsaturadas tem se mostrado benéfico no tratamento de diversas doenças, em especial na prevenção das complicações cardiovasculares; no desencadeamento do estresse oxidativo; nas doenças auto-imunes, e em processos inflamatórios.
O DHA tem, merecidamente, recebido especial atenção como nutriente essencial ao desenvolvimento cognitivo (desenvolvimento do cérebro) e na manutenção da saúde cardiovascular. Estudos de revisão ressaltam ainda a importância das propriedades (algumas ainda não específicas) que fazem com que o DHA contribua como nutriente protetor do processo neurodegenerativo que se verifica na doença de Alzheimer, possivelmente por ser esta uma desordem de origem inflamatória.
Mais recentemente, têm-se estudado as ações inerentes às frações lipídicas e seus mecanismos específicos na prevenção e/ou tratamento de algumas doenças e da importância dos ácidos graxos poliinsaturados em casos de depressão e demência.
A dieta se constitui em uma ferramenta terapêutica que pode modular resultados em saúde, melhorando os indicadores clínicos e bioquímicos alterados pela doença. A nutrição enteral é uma destas ferramentas e consiste em formulações que são utilizadas quando alterações patológicas impedem a alimentação por via oral. Estudos demonstram que idosos alimentados exclusivamente com dieta, por via enteral, enriquecida com EPA e DHA, alcançaram melhorias no perfil de ácidos graxos do plasma, abaixando os triglicérides, além de influenciarem alguns marcadores da resistência insulínica destes pacientes, melhorando a resposta aos tratamentos implantados, e o funcionamento do corpo.
O uso de óleos vegetais tem sido intensamente estudado nos últimos anos, e evidencias científicas indicam que os ácidos graxos poliinsaturados podem tratar e prevenir doenças, especialmente as cardiovasculares, além de representar uma opção alimentar bem mais saudável, com vistas a melhorar a saúde e a qualidade de vida das populações.
O óleo de buriti, originário do Brasil, é extraído da polpa do fruto do Buritizeiro, considerada a maior palmeira da Amazônia, que na língua indígena significa "árvore que emite líquidos" ou "árvore da vida". O buritizeiro é considerado uma árvore sagrada pelos índios, pois além de produzir um fruto precioso, dela se faz tudo que é necessário à sobrevivência: a casa, os objetos e a alimentação.
Dentre os óleos vegetais amazônicos estudados, o óleo de buriti (Mauritia flexuosa L.) é um dos que mais chama atenção por possuir grande quantidade de componentes de alto valor agregado, como os carotenóides, que atuam como antioxidantes, protegendo as células e ajudando a prevenir algumas doenças crônicas, além desses compostos se converterem em vitamina A, extremamente importante à saúde e ao desenvolvimento humano. O óleo de buriti possui composição rica em ácidos palmítico e oléico, com alto teor de carotenóides, que é uma das principais fontes de pró-vitamina A, além de possuir elevada concentração de tocoferóis, com excelente atividade antioxidante e alta estabilidade oxidativa.
O óleo de buriti é também rico em ácido oléico, que é um tipo de ácido graxo monoinsaturado, muito presente na dieta dos povos mediterrâneos, como o azeite de oliva, e está associado à menor incidência de doenças coronarianas.
Recentemente foram relatados, em diversos estudos, efeitos farmacológicos nos fenóis de óleo de buriti, além dos antioxidantes já bem relatados. Estes resultados são importantes principalmente por poderem embasar o desenvolvimento de alimentos funcionais na indústria de alimentos.
O pesquisador Ancel Keys desenvolveu, na década de 50, o conceito de Dieta do Mediterrâneo, baseado em hábitos alimentares da população de países que circundam o Mar Mediterrâneo, o qual foi demonstrado no Seven Countries Study. Este estudo mostrou que, apesar da elevada ingestão de gorduras, a população da Ilha de Creta, na Grécia, apresentava uma baixa prevalência de doença coronariana e de certos tipos de câncer, e uma longa expectativa de vida.
A Dieta do Mediterrâneo inclui abundante ingestão de frutas, vegetais, grãos de cereais integrais, amêndoas e legumes, óleo de oliva, como principal fonte de gordura diária, além de peixe e de frango, consumidos em quantidades moderadas, baixo consumo de carnes vermelhas, e moderado consumo diário de vinho tinto. A primeira evidencia que comprovou os benefícios da Dieta do Mediterrâneo foi um estudo realizado com 605 pacientes que foram acometidos de infarto do miocárdio. Após 27 meses de seguimento observou-se uma redução de 73% nos eventos coronarianos, e de 70% no grupo intervenção.
O óleo de oliva constitui, provavelmente, o único componente da Dieta do Mediterrâneo responsável pelos efeitos saudáveis desta dieta. Acumulam-se evidências que demonstram que o consumo de óleo de oliva, frutos, vegetais e peixe está associado com a baixa prevalência de doenças coronarianas; a redução na ocorrência de câncer; a melhoria do desenvolvimento cognitivo, e a diminuição da incidência da doença de Alzheimer.
Efeitos farmacológicos nos fenóis de óleo de oliva, além dos antioxidantes, foram relatados. Estes resultados apresentam grande importância principalmente por poderem embasar desenvolvimentos de alimentos funcionais na indústria de alimentos.
Quando se comparou o uso de emulsão de gordura a base de soja com emulsão de óleo de oliva, no tratamento de neonatos gravemente doentes, comprovou-se a tolerabilidade no uso do óleo de oliva, mostrando a segurança de uso deste tipo de gordura para recém nascidos.
As evidências demonstram o desenvolvimento de câncer de mama está relacionado com certas gorduras. Pesquisadores têm demonstrado que o ácido alfa-linolênico (ω3) é um nutriente que desempenha um papel protetor no risco de câncer de mama e esta proteção pode ser associada a seus metabólicos, os eicosanóides, que têm ação anti-inflamatória. Em outro estudo ficou demonstrado que a ingestão de DHA pode aumentar a sensibilidade das células cancerosas aos tratamentos, diminuindo o crescimento do tumor.
Nos últimos 30 anos profissionais de saúde tem dado atenção especial aos potências efeitos benéficos sobre a saúde dos ácidos graxos poliinsaturados, em particular ω3, EPA e DHA1 oriundos dos peixes e dos óleos de peixe. O interesse por óleos de peixe surgiu a partir de estudos realizados por Dyerberg e colaboradores, que, nos anos 70, encontraram entre os esquimós da Groenlândia uma baixa incidência de doença isquêmica do coração, apesar da alta ingestão dietética de gordura a partir de foca e de peixes marinhos de águas geladas.
Os ácidos graxos poliinsaturados abrangem as famílias de ácidos graxos ω3 e ω6. Os ácidos graxos de cadeia muito longa, como os ácidos araquidônico e docosaexaenóico, desempenham importantes funções no desenvolvimento e no funcionamento do cérebro e da retina. Esse grupo de ácidos graxos não pode ser obtido pela síntese de novo, mas pode ser sintetizado a partir dos ácidos linoléico e alfa-linolênico presentes na dieta.
Os ω3 são essenciais à saúde humana e não podem ser sintetizados em tecidos de mamíferos. Estudos sugerem que o consumo adequado de ômegas está relacionado com a prevenção de doenças cardiovasculares, melhoria do perfil lipídico plasmático, benefícios para os pacientes com arritmia cardíacas, doença de Parkinson1 obesidade infantil, diminuição do processo inflamatório e estresse oxidativo, além de apresentar propriedades antitrombóticas e efeitos antiateroscleróticos, na prevenção do desenvolvimento da síndrome plurimetabólica. Os efeitos benéficos da ingestão de EPA e de DHA sobre o processo inflamatório em indivíduos saudáveis foram demonstrados em estudos na Ásia e em países ocidentais. É consenso que existe uma relação, inversamente proporcional, no aumento da ingestão dietética de ácidos graxos poliinsaturados, não só do ácido alfa- linolênico (u>3), mas também do ácido linoléico (ω6), com a proteína C-recreativa, demonstrando efeito sobre a inflamação sistêmica em homens.
Estudo sobre a administração oral de suplemento enriquecido com ω3, por 5 dias antes da cirurgia, demonstrou a melhoria, não somente o estado nutricional de pacientes com câncer no período pré-operatório, como também a resposta imune e inflamatória dos mesmos.
Indiscutivelmente o excesso de peso está associado com o aumento do risco de doenças cardiovasculares. A ausência de atividade física e a ingestão dietética diminuída de ácidos graxos poliinsaturados podem representar efeitos negativos sobre a saúde quando associados ao sobrepeso e a obesidade.
Os ácidos graxos ω9 (oléico) e ω6 (linoléico) também estão presentes nos óleos de canola, de linhaça, de buriti e de girassol, em quantidades apreciáveis. O óleo de buriti chama a atenção pelo fato de possuir grande quantidade de componentes com alto valor agregado, como antioxidantes, que protegem as células e ajudam a prevenir algumas doenças crônicas, além desses compostos se converterem em vitamina A.
O óleo de linhaça é extraído da semente do Iinho e tem elevado valor nutricional, sendo considerado um alimento com propriedades funcionais. Há pelo menos 5000 anos este óleo vem sendo usado devido aos seus benefícios na saúde do homem, na prevenção de doenças e na melhoria do estado nutricional.
A linhaça é rica em ácidos graxos poliinsaturados (como os ω3 e ω6) e monoinsaturados (como o ω9), que previnem doenças cardiovasculares, reduzindo o LDL, considerado colesterol "ruim", que compete para o acumulo de gorduras no interior das artérias. Assim como o óleo buriti, o óleo de linhaça também tem valores agregados, detendo em sua composição vitaminas e sais minerais que lhe conferem propriedades antioxidantes e auxiliam no retardo do envelhecimento celular.
O óleo de canola é um dos óleos vegetais mais saudáveis, e possui quantidade elevada de ácidos graxos poliinsaturados (ω3) e monoinsaturados (ω9), que auxiliam na redução de triglicérides e controla a aterosclerose. O óleo de canola é rico em vitamina E, poderoso antioxidante e tem cerca de 24 a 27% da sua composição de proteína vegetal. Dentre os óleos vegetais, o óleo de canola tem o menor teor de gordura saturada e, por ter melhor composição de ácidos graxos, é muito recomendado para pessoas interessadas em uma dieta saudável.
O girassol é uma planta originária da América do Norte, e era cultivado tradicionalmente pelos índios para a sua alimentação. Em meados do século XVI chegou à Europa, tendo sido, inicialmente, cultivado como planta ornamental. O óleo vegetal comestível, muito saudável, é produzido industrialmente a partir das sementes de girassol.
Existem muitos benefícios associados à ingestão de óleo de girassol. Rico em vitamina E, poderoso antioxidante, e em ácidos graxos poliinsaturados, principalmente oléico e linoléico, este óleo tem demonstrado particulares benefícios a saúde do coração, na prevenção de doenças cardiovasculares.
Com a proposta de privilegiar os óleos extraídos a partir de plantas cultivadas e animais marinhos, desenvolveu-se um mix de dez óleos vegetais, elaborados a partir de óleo de oliva, de canola, de linhaça, de buriti, de girassol, de coco, de peixe e de DHA. Estas misturas de óleos elaborados apresentam relação ω6:ω3 e ω9:ω6 muito equilibrada, podendo fazer parte de macronutrientes de dietas enterais nutricionalmente completas, como fonte de gordura ou em suplementos nutricionais, trazendo mais benefícios aos pacientes, pois além de contribuir para o tratamento da doença existente, pode também trazer benefícios a longo prazo na prevenção de doenças.
Além disso, cada uma das misturas propiciam a proporção ideal de gorduras poliinsaturadas e monoinsaturadas, conforme as recomendações da ADA (Associação Americana de Diabetes) e da AHA (Associação Americana do Coração), e obedecendo ainda à recomendação do IOM - Institute of Medicine / Dietary Reference Intake.
A AHA (Associação Americana do Coração) preconiza que a ingestão de gordura para um indivíduo saudável é cerca de 30%, ou menos do total de energia da dieta, e na seguinte proporção: <7% de gordura saturada, D10% e D15% de gordura monoinsaturada, e <10% de gordura poliinsaturada, sendo esta a proporção capaz de prevenir o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis.
Como tem aplicabilidade ampla, os mix podem ser usados na alimentação via oral, adicionados a alimentos de forma geral e no processamento de alimentos como laticínios e derivados. O uso de óleos vegetais tem sido intensamente estudado nos últimos anos e diversas evidencias científicas demonstram que os ácidos graxos poliinsaturados podem tratar e prevenir doenças, em especial as cardiovasculares, além de representar opção alimentar saudável, com vistas a melhorar a saúde e a qualidade de vida das populações.
Diante das evidencias conclui-se que, quanto mais saudável for a fonte de gorduras da dieta, e quanto maior for o conhecimento das frações lipídicas que as compõem, maiores são as chances de indivíduos, de qualquer idade, sadios ou enfermos, terem qualidade de vida, envelhecer com saúde e, assim, prolongar a longevidade.
MIX DE ÓLEOS VEGETAIS
A Tabela 1 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix de óleos elaborado, onde a apresentação dos ingredientes é feita por 100g de mix de óleos elaborado. Trata-se de um produto nutricional liquido obtido da mistura de óleos vegetais de buriti, de linhaça, de canola e de coco refinado, com densidade calórica de dkcal/ml, tendo relação de ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 1,4:1,0, e relação de ácido oléico e linoléico (ω9:ω6) de 3,6:1,0, constituindo-se em um mix lipídico que pode ser adicionado a todo tipo de alimento, inclusive como alimento funcional, persr, ou adicionado à nutrição enteral ou parenteral de pacientes graves, internados em UTI1 ou ainda usado como suplemento nutricional na fabricação de laticínios.
Tabela 1 - Mix de óleos vegetais - buriti, linhaça, canola, coco
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A Tabela 2 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix de óleos elaborado, onde a apresentação dos ingredientes é feita por 100g de mix de óleos elaborado. Trata-se de um produto nutricional líquido obtido da mistura de óleos vegetais de oliva, de linhaça, de canola e de coco refinado, possuindo densidade calórica de 9kcal/ml, tendo relação de ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 1,4:1,0, e relação de ácido oléico e linoléico (ω9:ω6) de 3,2:1,0, constituindo-se em um mix lipídico que pode ser adicionado a todo tipo de alimento, inclusive como alimento funcional, persr, ou adicionado a nutrição enteral ou parenteral de pacientes graves, internados em UTI1 ou ainda usado como suplemento nutricional e na fabricação de laticínios.
Tabela 2 - Mix de óleos vegetais - oliva, linhaça, canola, coco
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A Tabela 3 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix, onde a apresentação dos ingredientes é por 100g de mix de óleos. O mix de óleo elaborado apresenta relação de ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 1,4:1,0, e relação de ácido oléico e linoléico (ω9:ω6) de 3,3:1,0. Trata-se de um produto nutricional líquido obtido da mistura de óleos vegetais de oliva, de canola, de coco refinado e de peixe, que pode ser adicionado a todo tipo de alimento, inclusive como alimento funcional, per si; ou adicionado a nutrição enteral ou parenteral de pacientes graves, internados em UTI, ou usado como suplemento nutricional e na fabricação de laticínios.
Tabela 3 - Mix de óleos vegetais - oliva, canola, coco, peixe
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A Tabela 4 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix, onde a apresentação dos ingredientes é por 10Og de mix de óleos. Trata-se de um produto nutricional líquido elaborado a partir da mistura de óleos vegetais de oliva, de canola, de coco refinado, de linhaça e de DHA. O mix de óleo elaborado apresenta relação de ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 1,4 : 1,0, e relação de ácido oléico e linoléico (ω9:ω6) de 3,2:1,0. Este mix de óleos poderá fazer parte dos macronutrientes das dietas enterais nutricionalmente completas, como fonte de gorduras da dieta ou mesmo em suplementos nutricionais. Como tem aplicabilidade ampla, este mix de óleos pode ser usado na alimentação via oral, adicionados a alimentos de forma geral e no processamento de alimentos como laticínios e derivados.
Tabela 4 - Mix de óleos vegetais - oliva, canola, coco, linhaça, DHA
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A Tabela 5 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix de óleos elaborado, onde a apresentação dos ingredientes é feita por 100g de mix de óleos elaborado. Trata-se de um produto nutricional líquido obtido da mistura de óleos vegetais de oliva, de linhaça e de canola, com densidade calórica de 9kcal/ml, tendo relação de ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 1,4:1,0, e relação de ácido oléico e linoléico (ω9:ω6) de 3,7:1,0, constituindo um mix lipídico que poderá ser adicionado a todo tipo de alimento, inclusive como alimento funcional, per si; ou adicionado a nutrição enteral ou parenteral de pacientes graves, internados em UTI, ou usado como suplemento nutricional e na fabricação de laticínios.
Tabela 5 - Mix de óleos vegetais - oliva, linhaça, canola
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A Tabela 6 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix de óleos elaborado, onde a apresentação dos ingredientes é feita por 100g de mix de óleos elaborado. Trata-se de um produto nutricional líquido obtido da mistura de óleos vegetais de oliva, canola e de peixe, com densidade calórica de 9kcal/ml, tendo relação ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 1,4:1,0, e relação ácido oléico e ácido linoléico (ω9:ω6) de 3,8:1,0. Esse mix lipídico pode ser adicionado a todo tipo de alimento, inclusive como alimento funcional per si, adicionado a nutrição enteral ou parenteral de pacientes graves, internados em UTI, ou ainda ser usado como suplemento nutricional e na fabricação de laticínios.
Tabela 6 - Mix de óleos vegetais - oliva, canola, peixe
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A Tabela 7 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix de óleos elaborado, onde a apresentação dos ingredientes é feita por 100g de mix de óleos elaborado. Trata-se de um produto nutricional líquido obtido da mistura de óleos vegetais de canola, de linhaça e de buriti, com densidade calórica de 9kcal/ml, tendo relação ácido oléico e ácido linoléico (ω9:ω6) de 3,7:1,0 e relação ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 1,4:1,0. Esse mix lipídico pode ser adicionado a todo tipo de alimento, inclusive como alimento funcional per si, adicionado a nutrição enteral de pacientes ou ainda, ser usado como suplemento nutricional e na fabricação de laticínios.
Tabela 7 - Mix de óleos vegetais - canola, linhaça, buriti
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A Tabela 8 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix de óleos elaborado, onde a apresentação dos ingredientes é feita por 100g de mix de óleos elaborado. Trata-se de um produto nutricional líquido obtido da mistura de óleos vegetais de oliva, de canola, de linhaça e de DHA1 com densidade calórica de 9kcal/ml para ser usada adicionada a todo tipo de alimento, suplementos nutricionais e terapia de nutrição enteral e parenteral. O mix de óleo elaborado apresenta relação ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 1,4:1,0 e relação ácido oléico e ácido linoléico (ω9:ω6) de 3,7:1,0.
Tabela 8 - Mix de óleos vegetais - oliva, canola, linhaça, DHA
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A Tabela 9 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix elaborado com os óleos de canola, de girassol e de oliva, com densidade calórica de 9kcal/ml, onde a apresentação dos ingredientes é feita por 100g de mix de óleos elaborado. Trata-se de um produto nutricional líquido obtido da mistura de óleos vegetais para ser usada adicionada a todo tipo de alimento, suplementos nutricionais e terapia de nutrição enteral e parenteral. O mix de óleo elaborado apresenta relação ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 4,0:1,0 e relação ácido oléico e ácido linoléico (ω9:ω6) de 3,3:1,0.
Tabela 9 - Mix de óleos vegetais - canola, girassol, oliva
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A Tabela 10 apresenta o percentual de óleos vegetais usados no mix de óleos elaborado, onde a apresentação dos ingredientes é feita por 100g de mix de óleos elaborado. Trata-se de um produto nutricional líquido obtido da mistura dos óleos vegetais de canoia, de girassol e de oliva para ser usada adicionada a todo tipo de alimento, suplementos nutricionais e terapia de nutrição enteral e parenteral. O mix de óleo elaborado apresenta relação ácido linoléico e ácido alfa-linolênico (ω6:ω3) de 8,0:1,0 e relação ácido oléico e ácido linoléico (ω9:ω6) de 3,1:1,0.
Tabela 10 - Mix de óleos vegetais - canoia, girassol, oliva
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