BRPI1001207A2 - aparelho para operação de unidades operacionais e de exibição em máquinas e sistemas têxteis, especialmente na região de máquinas e sistemas de sala de fiar, por exemplo, máquinas e sistemas de preparação de sala de fiar - Google Patents

aparelho para operação de unidades operacionais e de exibição em máquinas e sistemas têxteis, especialmente na região de máquinas e sistemas de sala de fiar, por exemplo, máquinas e sistemas de preparação de sala de fiar Download PDF

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BRPI1001207A2
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Fritz Hoesel
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Truetzschler Gmbh & Co Kg
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Abstract

APARELHO PARA OPERAçãO DE UNIDADES OPERACIONAIS E DE EXIBIçãO EM MáQUINAS E SISTEMAS TêXTEIS, ESPECIALMENTE NA REGIãO DE MáQUINAS E SISTEMAS DE SALA DE FIAR, POR EXEMPLO, MáQUINAS E SISTEMAS DE PREPARAçãO DE SALA DE FIAR. A presente invenção refere-se a um aparelho para a operação das unidades de operação e exibição em máquinas e sistemas têxteis, especialmente na região das máquinas e sistemas de sala de fiar, por exemplo, máquinas e sistemas de preparação de sala de fiar,que é descrito e ilus- trado. A fim de se possibilitar a identificação clara de usuário e permitir o trabalho sem contato e automático, isto é, sem os operadores precisarem realizar os registros em questão, dispositivos de leitura são fornecidos na região das máquinas e sistemas, utilizando dados de dispositivos que são determinados a partir dos portadores de informação ou pessoas diretamente identificáveis, e a informação obtida dessa forma é disposta de forma a ser registrada em um dispositivo de avaliação, que envia sinais elétricos para um dispositivo de operação e/ou exibição.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHOPARA OPERAÇÃO DE UNIDADES OPERACIONAIS E DE EXIBIÇÃO EMMÁQUINAS E SISTEMAS TÊXTEIS, ESPECIALMENTE NA REGIÃO DEMÁQUINAS E SISTEMAS DE SALA DE FIAR, POR EXEMPLO, MÁQUI-NAS E SISTEMAS DE PREPARAÇÃO DE SALA DE FIAR".
A invenção refere-se a um aparelho para a operação de unida-des operacionais e de exibição em máquinas e sistemas têxteis, especial-mente na região de máquinas e sistemas de sala de fiar, por exemplo, má-quinas e sistemas de preparação de sala de fiar.
Na região de máquinas e sistemas da indústria têxtil, entradase/ou saídas particulares necessárias para a operação são geralmente possí-veis somente quando o sinal de avançar foi previamente fornecido como re-sultado de senhas ou comutadores operados por chave adequados (por e-xemplo, WO 92/13121 A). Isso deve impedir que pessoal não autorizado sejacapaz de realizar modificações incorretas ou indesejáveis ou ser capaz deobter informação que não é destinada para si. A fim de ser capaz de se con-formar às exigências gerais e procedimentos internos da fábrica, diferentesníveis de senhas também são freqüentemente configurados para essa finali-dade, ou sistemas de travamento especiais são utilizados. Isso significa queos usuários podem receber autorizações diferentes.
Adicionalmente, as máquinas e sistemas são, até determinadoponto, utilizados em todo o mundo. Isso significa que as pessoas que traba-lham com os mesmos falam uma grande variedade de línguas. É, portanto,absolutamente imperativo que os dispositivos operacionais e de exibiçãoutilizados atualmente sejam capazes de exibir textos na forma de gráficos,mensagens, instruções, etc. nas línguas mais importantes. A utilização derotinas de registro adequadas é possível para se mudar, por exemplo, doAlemão para o Inglês, Espanhol, Chinês, etc.
Adicionalmente, é freqüentemente desejável ou necessário que30 o pessoal em particular trabalhando na máquina seja claramente identifica-do. Isso pode servir para registro, e permite o rastreamento de, quando e porquem mudanças particulares foram feitas, por exemplo, no curso de serviçoou trabalho de ajuste. Pode, ademais, ser necessário também se saber quemembro da equipe é responsável pelo processo de produção atual. Isso po-de servir também, entre outras coisas, para fins de contabilidade e/ou confi-guração de salário, etc.
Para todos esses procedimentos um grande número de registrosmais ou menos trabalhosos são normalmente desejados, o que não rara-mente também constitui uma fonte de erros. Esses freqüentemente levam àperda de tempo adicional e desnecessária.
O problema subjacente à invenção é, de acordo, se fornecer umaparelho do tipo descrito no começo que evite as desvantagens menciona-das e que, especialmente, possibilite a identificação clara do usuário e sejacapaz de funcionar sem contato e automaticamente, isto é, sem os operado-res terem que realizar os registros.
O problema é solucionado pelas características da reivindicação 1.
Os dispositivos operacionais e de exibição são fornecidos comuma estação de leitura de informação ou uma estação para o reconhecimen-to direto de pessoas com base em características seguras, estação essa queestá em comunicação com o controle de máquina ou controle de sistemarespectivo.
Quando os portadores de informação (por exemplo, transpon-ders) são utilizados, qualquer um tendo que operar as máquinas ou siste-mas, ou tendo que realizar qualquer tipo de registro, recebe um portador deinformação pessoal. Isso é fornecido internamente com um identificador sin-guiar, por exemplo, um número de múltiplos dígitos. Quando o portador deinformação é colocado em proximidade com a estação de leitura, o mesmo éautomaticamente reconhecido e a pessoa ou seu portador de informaçãoclaramente identificado.
Se as pessoas forem reconhecidas com base em característicasseguras (por exemplo, por meio de uma impressão digital), essas caracterís-ticas devem ser determinadas de antemão e armazenadas adequadamente.Quando uma pessoa chega à estação de leitura, as características adequa-das são primeiramente determinadas, por exemplo, pela colocação de umdedo particular na estação de leitura, e a pessoa em questão é reconhecidaou claramente identificada.
Por meio de software presente no controle de máquina ou con-trole de sistema, é estipulado em uma lista, para todos os portadores de in-formação em circulação ou para todas as características garantidas daspessoas, para quem os mesmos devem ser atribuídos e o que deve aconte-cer quando tal portador ou características correspondentes são reconheci-dos. Por exemplo, é possível que a comutação ocorra automaticamente paraa língua que a pessoa em questão fala e, com base nos direitos de acesso,possibilidades de entrada e saída correspondentes são autorizadas.
Todos os detalhes individuais adicionais, por exemplo, nome,etc., são da mesma forma mantidos na lista acima.
A disposição e o método descritos podem ser colocados em prá- tica utilizando-se dispositivos comercialmente disponíveis. Quando da utili-zação de portadores de informação, devem ser preferivelmente utilizadosaqueles que operam no princípio RFID (Identificação de Freqüência de Rá-dio). Os transponders podem, nesse caso, ser relativamente pequenos enormalmente não exigem seu próprio suprimento de energia. Essa é, portan-to, uma solução altamente econômica.
As vantagens a seguir, entre outras, são alcançadas còm o apa-relho de acordo com a invenção:
1. Uma máquina ou sistema pode, de acordo, ser protegida deforma simples, econômica e efetiva contra acesso não autorizado;
2. Em geral, pesquisas e registro (operação) podem ser realiza-dos apenas pelas pessoas adequadamente autorizadas;
3. Manutenção exata de um arquivo se possível. Consequente-mente, todo registro pode ser arquivado e, se necessário, subseqüentemen-te acompanhado.
4. Visualizações de tela podem ser criadas de forma específicade usuário.
5. Em particular, a língua utilizada para as entradas e saídas po-de ser automaticamente combinada com as exigências do operador em par-ticular.
6. Na prática, a combinação individual com cada pessoa em par-ticular é possível no contexto das entradas e saídas. Isso também se aplicaa visualizações em tela.
7. Entradas e saídas também podem ser criadas dependendodas combinações situacionais em particular (por exemplo, pessoa, estado demáquina, material, hora do dia, etc.).
8. A disposição e o método descritos podem ser colocados emprática utilizando dispositivos comercialmente disponíveis e de relativamentebaixo outlay no hardware e, consequentemente, também a um custo relati-vamente baixo.
9. Aparelho de acordo com a invenção consequentemente pos-sibilita se aperfeiçoar a produtividade e a confiabilidade de produção semaumentar substancialmente o outlay necessário.
10. Portadores de informação preexistente, por exemplo, cartõese IDs pessoais e carteiras de motorista na forma de cartão e com uma tiramagnética, também podem ser utilizados.
11. Se portadores de informação específicos forem introduzidosa fim de colocar o método em prática, os mesmos também podem ser utili-zados posteriormente para outras finalidades, por exemplo, para verificaçãode presença geral ou controle de acesso, acompanhamento de tempo ousimilar.
Modalidades vantajosas adicionais são:
1. A estação de leitura também pode ser instalada dentro damáquina ou sistema em um local diferente da estação operacional e de exi-bição.
2. A estação de leitura também pode ter uma função de escrita.
Quando portadores e informação correspondentemente adequados são utili-zados, é possível então se colocar dados adicionais e relacionados com asituação no portador de informação. Por exemplo, quanto o operador emparticular produziu, ou quanto tempo um serviço levou podem ser armaze-nados. Será possível então se buscar esses dados novamente, quando ne-cessário, em outros locais e utilizar outro dispositivo de leitura.
3. Se os controles de máquina e sistema forem conectados, pormeio de uma rede de comunicações, a um sistema superordinato, por e-xemplo, um sistema de supervisão de processo, a estipulação de direitos deacesso individuais também pode ser realizada e administrada centralmente apartir daí.
4. Com o auxílio do aparelho de acordo com a invenção, funçõesde segurança também podem ser ativadas e/ou desativadas ou restringidasdependendo do operador em particular. Por exemplo, pode ser necessárioque o pessoal de manutenção desative as funções de segurança particula-res que são absolutamente imperativas para o operador normal.
5. Se os portadores de informação que também coletam dados edispositivos de escrita correspondentes, por exemplo, localizados na área depreparação de trabalho, forem utilizados, é possível também, durante a iden-tificação do membro da equipe, passar informação ao mesmo tempo para asmáquinas e sistemas e realizar automaticamente as configurações particula-res. Se, por exemplo, o membro da èquipe receber uma ordem de produçãoem particular, os parâmetros necessários para a mesma, por exemplo, velo-cidade de produção, velocidades de rotação, razões de drafting, etc. podemser configurados imediatamente quando sua chegada for registrada, automa-ticamente e sem ser possível quaisquer erros individuais.
6. A fim de se manter o outlay administrativo dentro de limites,os grupos de equipe dentro de uma fábrica, isto é, a equipe possuindo fun-ções similares e autorizações similares, são formados. O software dentrodas máquinas e sistemas pode, de acordo, também ser mantido o mais sim-ples possível.
7. Em geral, um aparelho de acordo com a invenção tambémpode ser utilizado "apenas" para fins de transmissão de configurações espe-cíficas de sistema e específicas de máquina para os controles corresponden-tes de forma livre de erro.
As reivindicações de 2 a 37 contêm desenvolvimentos vantajo-sos da invenção.
A invenção será explicada doravante em maiores detalhes comreferência aos exemplos das modalidades ilustradas nos desenhos, nosquais:
a figura 1 ilustra uma disposição do aparelho de acordo com ainvenção, onde o dispositivo de leitura do portador de informação é integradoà unidade operacional e de exibição;
a figura 2 ilustra uma disposição do aparelho de acordo com ainvenção, onde o dispositivo de leitura do portador de informação ou disposi-tivo de leitura de característica pessoal é disposto próximo ao dispositivooperacional e de exibição;
a figura 3 ilustra, de forma diagramática, uma disposição do apa-relho de acordo com a invenção possuindo transponders, e seu modo deoperação;
a figura 4 ilustra, de forma diagramática, uma disposição do apa-relho de acordo com a invenção utilizando cartões com tiras magnéticas, eseu modo de operação;
a figura 5 ilustra, de forma diagramática, uma disposição do apa-relho de acordo com a invenção utilizando reconhecimento de impressãodigital, e seu modo de operação;
a figura 6 ilustra uma vista em perspectiva de um sistema com-preendendo oito cartões planos e três quadros que são conectados, pormeio de uma rede de dados, a um dispositivo operacional e de exibição cen-tral;
a figura 7 ilustra, de forma diagramática, um sistema compreen-dendo quatro cartões planos, cada um possuindo um dispositivo operacionale de exibição associado com máquina, que são conectados, por meio deuma rede de dados, ao dispositivo operacional e de exibição central;
a figura 8 ilustra a designação das funções operacionais e deexibição ao dispositivo operacional e de exibição com um dispositivo opera-cional e de exibição superordinato único;
a figura 9 ilustra uma vista lateral diagramática de um quadrocom um diagrama de circuito em bloco para o controle de quadro e regula-gem e com um dispositivo operacional e de exibição associado com máquinaincluindo um dispositivo de leitura;
a figura 10 ilustra uma vista lateral diagramática de um cartãoplano com um diagrama de circuito em bloco para o controle e regulagem decartão e com uma unidade de operação e exibição associada com máquinaincluindo um dispositivo de leitura; e
a figura 11 ilustra uma vista lateral diagramática de um cabeçotede pentear de uma máquina de pentear com um diagrama de circuito embloco para controlar e regulamentar a máquina de pentear e com um disposi-tivo operacional e de exibição incluindo um dispositivo de leitura.
De acordo com a figura 1, um dispositivo operacional e de exibi-ção 1 é fornecido, e está em comunicação com um sistema de controle demáquina eletrônico 4, por exemplo, um sistema de controle de máquinaTrützschler TMS-2. Integrado à unidade de operação e exibição 1 encontra-se um dispositivo de leitura do portador de informação ou dispositivo de leitu-ra de característica pessoal 5. Os dados são trocados entre o dispositivo deleitura 5, o sistema de controle de máquina 4 e a unidade de operação e exi-bição 1 por meio de um cabo 10.
De acordo com a figura 2, um dispositivo de leitura de portadorde informação separado ou dispositivo de leitura de característica pessoal 6é fornecido, e é conectado ao sistema de controle de máquina 4 por meio deum cabo 11.0 sistema de controle de máquina 4 é conectado ao dispositivode operação e exibição 1 por meio de um cabo 12. O sistema de controle demáquina 4 age como um dispositivo de avaliação.
Os dispositivos de leitura 5 e 6 ilustrados nas figuras 1 e 2 po-dem ser construídos de acordo com uma forma prática ilustrada nas figuras3, 4 e 5 subsequentes e podem cooperar com os portadores de informaçãocorrespondentes 13 e 21 ou características pessoais.
De acordo com a figura 3, um dispositivo de leitura RFID 7 é for-necido como o dispositivo de leitura. O dispositivo de leitura 7 coopera comum transponder 13, que possui número de identificação interna fornecido nacaixa 14. A seta 15 denota o suprimento de energia, e os semicírculos 16denotam ondas de rádio. O dispositivo de leitura 7 está em comunicaçãocom o sistema de controle de máquina 4 por meio do cabo 17. O identifica-dor de transponder determinado é ilustrado na caixa 18. O programador 19fornece uma lista de direitos de acesso e línguas fornecidas internamente nocontrole 4. O sistema de controle de máquina 4 está em comunicação com odispositivo de operação e exibição 1 por meio do cabo 12. Informação deta-lhada para o dispositivo de operação e exibição 1 é fornecida na caixa 20.
Na figura 4, as mesmas referências numéricas como as da figura3 são utilizadas onde as duas figuras são iguais. De acordo com a figura 4,um dispositivo de leitura de tira magnética 8, possuindo um cabeçote de lei-tura 8a, é fornecido como dispositivo de leitura. O dispositivo de leitura 8 co-opera com um cartão 21 fornecido com uma tira magnética 21a, tira na qualo número de identificação fornecido na caixa 14 é fornecida. O dispositivo deleitura 8 está em comunicação com o sistema de controle de máquina 4 pormeio do cabo 22. O identificador determinado é fornecido na caixa 18.
Na figura 5, as mesmas referências numéricas que nas figuras 3e 4 são utilizadas onde as três figuras dos desenhos são iguais. De acordocom a figura 5, um dispositivo de leitura de impressão digital 9 é fornecidocomo o dispositivo de leitura. O dispositivo de leitura 9 coopera, por meio docabo 23, com um dispositivo 24 para alocação da impressão digital a umnúmero de identificação. O número de identificação é armazenado no dispo-sitivo 24. O dispositivo 24 está em comunicação com o sistema de controlede máquina 4 por meio do cabo 25. A referência numérica 26 denota o dedode uma pessoa (não ilustrada) cuja impressão digital está sendo tirada.
De acordo com a figura 6, um sistema de preparação de sala defiar consiste de oito cartões planos 30a a 30h, por exemplo, cartões planosde alto desempenho Trützschler TC 07, e três quadros 31a a 31c, por exem-plo, quadros de alto desempenho Trützschler TD 03. Os cartões planos 30aa 30h e os quadros 31a a 31c são conectados por meio de uma rede de da-dos 32, por exemplo, TEXNET, a um dispositivo de operação e exibição su-perordinato 1. O dispositivo de operação e exibição superordinato 1 inclui,entre outras coisas, uma tela de exibição 2 e um teclado 3 e pode incluiruma impressora 27.
De acordo com a figura 7, quatro cartões planos 30a a 30d sãofornecidos, cada um dos quais é conectado a um dispositivo de operação eexibição associado com máquina 1a, 1b, 1c e 1d, respectivamente. Cadadispositivo de operação e exibição 1a a 1d possui um teclado respectivo 3aa 3d e tela de exibição 2a a 2d. Cada um dos dispositivos de operação eexibição associados com máquina 1a a 1d está em comunicação com umdispositivo de controle e regulagem de máquina eletrônica 4a, 4b, 4c e 4d,respectivamente, por exemplo, um microcomputador.
Como ilustram as figuras 6 e 7, todas as máquinas (cartões pla-nos 30 e/ou quadros 31) no sistema são conectadas a uma rede de comuni-cações de alto desempenho 32 e podem trocar dados entre si e com outrosdispositivos. A estação de operação e exibição central 1 é conectada a essarede 32. A estação é fornecida com uma tela de exibição plana 28, tela detoque, teclado 29 e dispositivo para ser capaz de armazenar dados emquantidades relativamente grandes e por um período relativamente longo.Daqui é possível se realizar toda a configuração relativamente complexa,trabalho de parametrização e pré-especificação de forma central. Adicional-mente, dados extensivos das máquinas individuais podem ser exibidos, vi-sualizados, armazenados, permutados e também monitorados.
Adicionalmente, em cada máquina (de acordo com a figura 7 emcada cartão plano 30a a 30d) existe um terminal relativamente simples e ba-rato por meio do qual apenas os registros necessários para a "operação deprodução" podem ser realizados. Um monitor 2a a 2b disponível cobre damesma forma "apenas" essa área de trabalho. Uma separação clara é feita,de acordo com a figura 8, entre a operação e exibição necessárias para pro-dução e operação e exibição para fins de configuração, parametrização, vi-sualização e rastreamento de falha. O primeiro é possível exclusivamentepor meio do dispositivo de operação e exibição associado com máquina res-pectivo 1a a 1d (terminal de máquina simples), e o último apenas por meiode elementos do dispositivo de operação e exibição central 1. Um dispositivodé operação e exibição central, de uma parte, estacionário 1 é ilustrado.
Dessa forma é possível se colocar na prática, por exemplo, aseguinte divisão das funções de operação e exibição para, por um lado, osdispositivos de operação e exibição superordinate 1 e, por outro lado, osdispositivos de operação e exibição associados com máquina, utilizando oexemplo dos quadros 31a a 31c.
No dispositivo de exibição 28 do dispositivo de operação e exibi-ção central 1 apenas, são exibidos: como dados operacionais, tensionamen-to, dados de mudança, efeito útil, tempo de desligamento; com relação àqualidade, limite de drafting, limites de detalhamento de pedaço, locais es-pessos no pedaço, espectrograma, dados de qualidade relacionados comcan; referentes ao monitoramento, parâmetros de controle, limites de draf-ting, limites de detalhamento de pedaço, locais espessos no pedaço, valoresde CV1 funções eletrônicas. No dispositivo de exibição do dispositivo de ope-ração e exibição associado com máquina apenas, são exibidos: operação demodo jog de início/fim, aviso de recebimento de mau funcionamento, mu-dança de can.
Tanto no dispositivo de exibição 28 do dispositivo de operação eexibição central 1 e também no dispositivo de exibição do dispositivo de exi-bição associado com máquina, são exibidos: com relação aos dados opera-cionais, velocidade de distribuição, produção, razões de drafting, velocida-des de rotação, razões de interrupção; possuindo relação com a qualidade,valores de CV; com relação ao monitoramento, dispositivos de segurança.
No dispositivo de entrada 29 do dispositivo de operação e exibi-ção central 1 apenas, são registrados: drafting, velocidade de distribuição,detalhamento de pedaço, valores de limite de qualidade.
No dispositivo de entrada dos dispositivos de operação e exibi-ção associados com máquina apenas, são registrados, início/fim, operaçãode modo jog, alteração de can.
Por motivos técnicos, determinados processos de configuraçãode parametrização, combinações com exibições numéricas ou gráficas com-plexas, que vão além da operação puramente específica de produção, de-vem também ser realizados diretamente na máquina.
Acima foi explicado, por meio de exemplo, um aparelho para o-peração e exibição em um sistema de preparação de sala de fiar e máquinasde preparação de sala de fiar, onde um sistema compreendendo uma plura-lidade de máquinas, por exemplo, cartões planos e/ou quadros está presentee o sistema possui pelo menos um dispositivo de operação e exibição supe-rordinato e as máquinas possuem, cada uma, um dispositivo de operação eexibição associado com a máquina, onde todos os dispositivos de operaçãoe exibição são conectados um ao outro através de uma rede por meio dedispositivos de controle e regulagem (computadores). A invenção tambéminclui uma disposição na qual todas as funções de operação e exibição po-dem ser realizadas em cada máquina - dispositivo de operação e exibiçãoassociado - sem um dispositivo de operação e exibição superordinato.
De acordo com a figura 9, um quadro 31, por exemplo, um qua-dro Trützschler TD 03, inclui um mecanismo de retirada 32. Os pedaços defibra 35, que saem das cans (não ilustradas), entram no guia de pedaço 36e, puxados pelos cilindros de retirada 37, 38 são transportados além do ele-mento de medição 39. O mecanismo de retirada é projetado como um me-canismo de retirada de 4 por 3, isto é, consiste em três cilindros inferiores I,II, Il (I cilindro inferior de distribuição, Il cilindro inferior intermediário, Ill cilin-dro inferior de entrada) e quatro cilindros superiores 40, 41, 42, 43. A retira-da da combinação de pedaço de fibra a partir de uma pluralidade de peda-ços de fibra é realizada no mecanismo de retirada 32. Os pedaços de fibraretirados alcançam um guia de tela 44 na saída do mecanismo de retirada e,por meio dos cilindros de retirada 45, 46, são passados através de um funilde pedaço 47, no qual são combinados para formar um pedaço de fibra 48,que é então depositado em cans (não ilustradas). A letra de referência A de-nota a direção de trabalho.
Os cilindros de retirada 37, 38, o cilindro inferior de entrada Ill eo cilindro inferior intermediário II, que são conectados um ao outro mecani-camente, por exemplo, por correias dentadas, são acionados pelo motor decontrole 49, sendo possível, no processo, que um valor desejado seja espe-cificado. (Os cilindros superiores associados 40 e 41, respectivamente, re-volvem em virtude do movimento dos cilindros inferiores). O cilindro inferiorde distribuição I e os cilindros de retirada 45, 46 são acionados pelo motorprincipal 50. O motor de controle 49 e o motor principal 50 possuem, cadaum, seu próprio controlador 51 e 52, respectivamente. O controle (controlede velocidade de rotação) é realizado em cada caso por meio de um circuitode controle fechado, um gerador tacométrico 53 sendo associado com ocontrolador 49 e um gerador tacométrico 54 sendo associado com o motorprincipal 50. Na entrada do mecanismo de retirada, uma variável proporcio-nal à massa de pedaços de fibra 35 alimentados, por exemplo, sua seçãotransversal, é medida por um elemento de medição de entrada 39. Na saídado mecanismo de retirada, a seção transversal do pedaço de fibra distribuído48 é determinada por um elemento de medição de saída 55 associado como funil de pedaço 47. Uma unidade de computador central 4 (dispositivo decontrole e regulagem), por exemplo, um microcomputador com um microprocessador, envia uma configuração para o valor desejado para o motor decontrole 49 para o controlador 51. Os valores de medição dos dois elemen-tos de medição 39 e 55 são enviados para a unidade de computador central4 durante o processo de retirada. O valor desejado para o motor de controle49 é determinado na unidade de computador central 4 a partir dos valores demedição do elemento de medição de entrada 39 e do valor desejado para aseção transversal do pedaço de fibra distribuído 48. Os valores de mediçãodo elemento de medição de saída 55 são utilizados para monitorar o pedaçode fibra distribuído (monitoramento de pedaço distribuído). Por meio dessesistema de controle, é possível que as variações na seção transversal dospedaços de fibra 35 alimentados sejam compensadas, e que o pedaço defibra seja tornado mais uniforme, pela regulagem adequada do processo deretirada. Conectado ao dispositivo de regulagem e controle de máquina ele-trônica 4 encontra-se um dispositivo de operação e exibição associado commáquina 1, que inclui um dispositivo de entrada 3 e uma tela de exibição 2.O ligar e desligar do quadro de retirada 31, entre outras coisas, é realizadoutilizando-se o dispositivo de entrada 3. Conectado ao controle de máquina4, por meio do cabo 11, encontra-se o dispositivo de leitura 6. O dispositivode leitura 6 está associado com os portadores de informação ou característi-cas pessoais, de acordo com as figuras 3 a 5.
A figura 10 ilustra, em forma diagramática, o cartão plano 30 on-de com o cilindro de alimentação 60 é associado, como o sensor de valor demedição, um gerador tacométrico eletrônico 61, que é conectado a um con-versor analógico para digital 62. O conversor analógico para digital 62 estáem comunicação com uma unidade de controle eletrônico 4, o microcompu-tador, que inclui um microprocessador e meios de armazenamento. O con-versor analógico para digital 62 é controlado pelo microcomputador. Um ge-rador de valor desejado 63 é associado com o microcomputador. O micro-computador é conectado a um primeiro conversor de energia de digital paraanalógico 64, que é controlador pelo microprocessador e que está em co-municação com o motor de controle 65 para o cilindro de alimentação 60.Com o doffer 66 estão associados, como um sensor de valor de medição,um gerador tacométrico eletrônico 67, que é conectado ao conversor analó-gico para digital 62. O conversor analógico para digital 62 está em comuni-cação com o microcomputador. O microcomputador é adicionalmente conec-tado a um segundo conversor de energia de digital para analógico 68, queestá em comunicação com o motor de controle 69 para o doffer 66. Em ope-ração, as velocidades de rotação do cilindro de alimentação 60 e do doffer66 são convertidas em sinais elétricos analógicos pelos geradores tacomé-tricos 61 e 67, respectivamente. Esses sinais analógicos são convertidos emsinais elétricos digitais pelo conversor de analógico para digital 62 e formamos sinais de entrada para o microcomputador. A partir dos sinais de entradae dos dados de programa armazenados, os sinais de saída elétricos digitaissão desenvolvidos por meio do microprocessador. Esses sinais digitais sãoconvertidos novamente em sinais elétricos analógicos pelos conversores deenergia digital para analógico subsequentes 64 e 68 e então chegam aosmotores de controle 65 e 69, respectivamente, por meio dos quais o cilindrode alimentação 60 e o doffer 66, respectivamente, são controlados. Conec-tados ao dispositivo de regulagem e controle de máquina eletrônica 4 encon-tram-se o dispositivo de entrada 2 e a tela de exibição 3, que são incluídosno dispositivo de operação e exibição associado com máquina 1. O ligar edesligar do cartão plano 30, entre outras coisas, é realizado utilizando-se odispositivo de entrada. O dispositivo de leitura 6 é conectado ao controle demáquina 4 por meio do cabo 11.0 dispositivo de leitura 6 é associado comportadores de informação ou características pessoais, de acordo com asfiguras de 3 a 5.
A letra de referência B denota a direção de trabalho do cartãoplano 30.
A figura 11 ilustra um cabeçote de pentear de uma máquina depentear, por exemplo, uma máquina de pentear Trützschler TC 01. Um me-canismo 71 é fornecido, por meio do qual os elementos de trabalho funda-mentais da máquina são acionados. O mecanismo extensivo não apenassupre o acionador rotativo para vários elementos de trabalho, mas tambémrealiza seu deslocamento espacial. Esses elementos de trabalho básicossão um pente circular 72, que revolve constantemente em operação da má-quina de pentear e os segmentos de pentear 73 dos quais são indicados, umIap nipper 74, que move para trás e para frente, um par de cilindros de ali-mentação girados de forma intermitente 75, um pente fixo 76, que pode sermovido para cima e para baixo, e dois pares de cilindros de rasgo 77, quesão movidos para trás e para frente e girados de forma intermitente. O me-canismo 71 é acionado por um motor de acionamento principal 78. De acor-do com a figura 11, um dispositivo de leitura 6 é fornecido, que é conectadoao sistema de controle de máquina 4 por meio de um cabo 11.0 sistema decontrole de máquina 4 é conectado ao dispositivo de operação e exibição 1por meio de um cabo 12. O dispositivo de leitura 6 é associado com os por-tadores de informação ou características pessoais, de acordo com as figurasde 3 a 5.
A invenção foi descrita utilizando-se o exemplo de um sistemacompreendendo cartões inteligentes 30 e/ou quadros de retirada 31. A in-venção é capaz de ser aplicada de forma similar a um sistema compreen-dendo outras máquinas de sala de fiar, por exemplo, flyers, máquinas de fiar,máquinas de formação de carretei, máquinas de pentear e similares.
Seguindo-se além das máquinas têxteis e sistemas ilustradospor meio de exemplo, por exemplo, o cartão plano Trützschler TC 07, o qua-dro de retirada Trützschler TD 03 e a máquina de pentear Trützschler TC 01,invenção também é capaz de ser aplicada no caso de limpeza de máqui-nas, por exemplo, abridores de bale, limpadores, misturadores e similares,quadros de retirada não niveladores, por exemplo, o quadro de retiradaTrützschler TD 02, as máquinas de pentear de rotor, por exemplo, a máquinade pentear de rotor Trützschler, e cartões de cilindro.
Lista de Referências Numéricas
1; 1a a 1d dispositivo de operação e exibição
2; 2a a 2d tela de exibição
3; 3a a 3d teclado
4; 4a a 4d sistema de controle de máquina eletrônico
5 dispositivo de leitura (integrado)
6 dispositivo de leitura (separado)
7 dispositivo de leitura (RFID)
8 dispositivo de leitura (dispositivo de leitura de tira magnética)
8a cabeçote de leitura
9 dispositivo de leitura (impressão digital)
10 cabo
11 cabo
12 cabo
13 transponder
14 caixa
15 suprimento de energia
16 ondas de rádio
17 cabo
18 caixa
19 programador
20 caixa
21 cartão21a tira magnética
22 cabo
23 cabo
24 dispositivo de alocação
25 cabo
26 extensão
27 impressora
28 tela de exibição plana
29 teclado
30; 30a a 30h cartões planos31a a 31c quadros de retirada
32 mecanismo de retirada
33
34
35 pedaços de fibra
36 guia de pedaço
37 cilindro de retirada
38 cilindro de retirada
39 elemento de medição (elemento de medição de entrada)
40 cilindro superior
41 cilindro superior
42 cilindro superior
43 cilindro superior
44 guia de tela
45 cilindro de retirada
46 cilindro de retirada
47 funil de pedaço
48 pedaço de fibra (pedaço retirado)
49 motor de controle
50 controle principal
51 controlador
52 controlador53 gerador tacométrico
54 gerador tacométrico
55 elemento de medição de saída
56
57
58
59
60 cilindro de alimentação
61 gerador tacométrico
62 conversor analógico para digital
63 gerador de valor desejado
64 conversor de energia digital para analógico
65 motor de controle
66 doffer
67 gerador tacométrico
68 conversor de energia digital para analógico
69 motor de controle
70 cabeçote de pentear
71 mecanismo
72 pente circular
73 segmento de pente
74 Iap nipper
75 par de cilindros de alimentação
76 pente fixo
77 cilindros de rasgo
78 motor de acionamento principal
I cilindro inferior
II cilindro inferior
III cilindro inferior

Claims (37)

1. Aparelho para a operação das unidades de operação e exibi-ção em máquinas e sistemas têxteis, especialmente na região das máquinase sistemas de sala de fiar, por exemplo, máquinas e sistemas de preparaçãode sala de fiar, caracterizado pelo fato de na região das máquinas e siste-mas, dispositivos de leitura (5, 6, 7, 8, 9) são fornecidos, utilizando dados dedispositivos que são determinados a partir dos portadores de informação(13; 21, 21a) ou pessoas (26) são diretamente identificáveis, e a informaçãoobtida dessa forma é disposta de forma a ser registrada em um dispositivode avaliação (4; 4a a 4d; 24) que envia sinais elétricos para um dispositivode operação e/ou exibição (1; 1a a 1d).
2. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de o dispositivo de avaliação estar em comunicação com um dispositivode controle.
3. Aparelho, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizadopelo fato de o dispositivo de avaliação estar em comunicação com um dispo-sitivo de exibição.
4. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 3, caracterizado pelo fato de, dependendo da avaliação, as possibilida-des de entrada e saída das unidades de operação e exibição serem adaptá-veis de forma individual e/ou personalizada.
5. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 4, caracterizado pelo fato de o dispositivo de avaliação ser associado aodispositivo de leitura.
6. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 5, caracterizado pelo fato de o dispositivo de avaliação ser associadocom o dispositivo de controle.
7. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 6, caracterizado pelo fato de, com base nos dados determinados, confi-gurações particulares serem dispostas de forma a serem realizadas automa-ticamente no controle particular.
8. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de-1 a 7, caracterizado pelo fato de os transponders serem utilizáveis como por-tadores de informação.
9. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicações de-1 a 8, caracterizado pelo fato de os dispositivos que possuem uma tira mag-nética ou similar serem utilizados como portadores de informação.
10. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 9, caracterizado pelo fato de os dispositivos que possuem marcaçõesóticas serem utilizáveis como portadores de informação.
11. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 10, caracterizado pelo fato de os dispositivos que possuem um módu-lo de chip como portador de dados serem utilizáveis como portadores deinformação.
12. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 11, caracterizado pelo fato de os dispositivos que são capazes dereconhecer as pessoas diretamente e com base em características segurasserem utilizáveis para fins de identificação das pessoas.
13. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 12, caracterizado pelo fato de os dispositivos que são capazes dereconhecer as pessoas com base em impressões digitais ou partes dasmesmas serem utilizáveis para fins de identificação das pessoas.
14. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 13, caracterizado pelo fato de os dispositivos que são capazes dereconhecer as pessoas com base em sua voz serem utilizáveis para fins deidentificação das pessoas.
15. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 14, caracterizado pelo fato de os portadores de informação pre-existentes tal como, por exemplo, cartões de cheque, IDs pessoais, cartõesde verificação de presença, etc. serem utilizáveis para fins de identificaçãode pessoas.
16. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 15, caracterizado pelo fato de os dispositivos de leitura serem inte-grados nas estações de operação e exibição dos controles de máquina e/ousistema.
17. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 16, caracterizado pelo fato de os dispositivos de leitura dos controlesde máquina e/ou sistema serem localizados em proximidade com as respec-tivas estações de operação e exibição.
18. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 17, caracterizado pelo fato de os dispositivos de leitura serem conec-tados direta ou indiretamente aos controles de máquina e/ou sistema.
19. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 18, caracterizado pelo fato de uma pessoa que pode ou deve realizarum registro ou pergunta nas estações de operação e exibição dos controlesde máquina ou sistema, deve realizar a legitimação com o auxílio de umtransponder contendo um identificador singular.
20. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 19, caracterizado pelo fato de as possibilidades de entrada e saídasdas estações de operação e exibição serem adaptáveis de forma individualdependendo da pessoa em particular.
21. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 20, caracterizado pelo fato de a língua utilizada nas telas de exibiçãoou outras unidades de entrada ser automaticamente adaptável às exigênciasdas pessoas que estão operando.
22. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 21, caracterizado pelo fato de a administração dos direitos de acessoe outras funções ser realizada nos controles de máquina ou sistema.
23. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 22, caracterizado pelo fato de a administração dos direitos de acessoe outras funções ser realizada em um sistema superordinato, por exemplo,um sistema de supervisão de processo, e esses serem transferidos por meiode uma rede de comunicações para os controles de máquina e sistema.
24. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 23, caracterizado pelo fato de a administração dos direitos de acessoe outras funções ser realizada nos controles de sistema e os mesmos seremtransferíveis por meio de uma rede de comunicações para os controles demáquina.
25. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 24, caracterizado pelo fato de a comunicação entre as estações deleitura e os transponders ser realizada de acordo com o princípio RFID.
26. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 25, caracterizado pelo fato de a comunicação entre as estações deleitura e os transponders ser realizada por meios óticos.
27. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 26, caracterizado pelo fato de a comunicação entre as estações deleitura e os transponders ser realizada de forma eletromagnética.
28. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 27, caracterizado pelo fato de, dependendo da pessoa reconhecida,apenas as funções estipuladas de forma particular e individual da maquia esistema serem possíveis.
29. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 28, caracterizado pelo fato de, dependendo da pessoa reconhecida, ese necessário, funções de segurança particulares poderem ser desativadasou restringidas.
30. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 29, caracterizado pelo fato de cada entrada e/ou saída realizada pormeio dos dispositivos de operação e exibição ser arquivada.
31. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 30, caracterizado pelo fato de as estações de leitura serem capazestambém de transferir dados para os transponders.
32. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 31, caracterizado pelo fato de os transponders serem capazes de re-colher dados dos dispositivos de escrita e leitura, armazenar os mesmos emantê-los disponíveis por um período de tempo relativamente longo.
33. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 32, caracterizado pelo fato de fora da região das máquinas e siste-mas, dispositivos de escrita e/ou leitura adicionais serem disponíveis, com oauxílio dos quais os dados de transponder podem ser lidos e adicionalmenteprocessados de qualquer forma desejada.
34. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 33, caracterizado pelo fato de fora da região das máquinas e siste-mas, dispositivos de escrita e/ou leitura adicionais serem disponíveis, com oauxílio dos quais os dados podem ser transferidos para os transponderes.
35. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 34, caracterizado pelo fato de as configurações das máquinas e sis-temas determinadas sem identificação do membro da equipe serem transfe-ridas de forma livre de erro para os respectivos controles.
36. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 35, caracterizado pelo fato de os transponders com ou sem seu su-primento de energia próprio, como desejado, poderem ser utilizados.
37. Aparelho, de acordo com qualquer uma das reivindicaçõesde 1 a 36, caracterizado pelo fato de, na região das máquinas e sistemas,existir dispositivos de leitura, utilizando informações que são determinadas apartir dos transponders e avaliadas e, dependendo dessa informação, aspossibilidades de entrada e saídas das estações de operação e exibição se-rem adaptadas de forma individual e/ou, com base na informação transferi-da, configurações particulares serem automaticamente realizadas no contro-le particular.
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